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Taberna do Cão Salgado

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Taberna do Cão Salgado

Mensagem por ADM GabZ em Seg Fev 24, 2014 1:49 pm


Localizada próximo ao centro de Takaras, a taberna tem uma boa reputação por toda ilha de Lodoss: a comida é barata, os quartos não são confortáveis, mas é o melhor lugar para conseguir trabalhos sujos — e quem os faça. Espaçosa, a taberna consegue abrigar todo tipo de criaturas, desde o mais pilantra dos goblins até o mais estúpido dos orcs. Mesas e cadeiras feitas de madeira grossa e rústica garantem resistência em seus diversos fregueses, e também boas doses de dor em brigas.

Apesar de barata, a comida é boa, mesmo tendo origem duvidosa. Muitos viajantes, seja lá qual for sua origem, acomodam-se aqui por um bom tempo. O conforto não é cinco estrelas, e os colchões são constantemente costurados e preenchidos com palha. E quartos privados são quase impossíveis, a não ser que consiga molhar a mão de Hork, o dono da estalagem. Falando nele, é um meio-orc barbudo e mal-humorado. É fácil confundí-lo com um orc puro, pois também é grande e a cor avermelhada de sua pele garante um certo respeito entre seus clientes. Ele não possui a mão direita, e no lugar fez questão de pagar um goblin para um serviço bem feito: um encaixe de ferro aonde antes havia uma mão gorda agora permitia que Hork encaixasse as mais diversas ferramentas. Sua favorita é um machado de 5kg que usa para causar um efeito ainda maior sobre alguns clientes barulhentos.

Constantemente a taberna precisa de funcionários, e sabe-se lá os motivos.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:30 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por ADM GabZ em Seg Fev 24, 2014 2:04 pm

<Arquivo de últimas postagens do tópico anterior. Foi necessário criar um novo por motivos de atualização. Caso precise consultar posts anteriores, me envie uma PM>

@ Shaorin
Spoiler:

Shaorin escreveu:
@ Kazama

É engraçado como as pessoas, mesmo que sem querer, acabam se encontrando e mudam suas vidas completamente; mas nem sempre tem a sorte de ser alguém confiável. Sua primeira aventura com Saphira foi a captura de sua atual espada. Assim que terminaram surgiu uma criatura que colocaria a confiança que tinham um no outro a prova: Kankuro.

Mas tudo ocorreu como se era esperado. Entretanto, assim que foi derrotado por Saphira, o que surpreendeu Kazama que queria que ocorresse o contrário, tudo mudou: a mulher que uma vez confiava em seu parceiro agora o colocaria em prova.

Saphira abriu um sorriso suave no canto da boca e deu uma olhada para o lado. Seu semblante mudou depois da explicação. Sua postura era simplesmente indecifrável.

— Kazama, uma mulher possui habilidades que às vezes nem ela conhece. — Sorriu de vez, olhando-o.

— O que importa é que tiramos mais alguém do nosso caminho. Qual o próximo passo?

Saphira simplesmente mudou o assunto da água para o vinho, porém não havia mudado o jeito de falar. Ela então virou o rosto para a estante e pegou o mais antigo da prateleira. Sua capa mostrava quão judiado era pelo tempo e pela forma de uso. Ao abrir o livro Kazama leu seu título "Takaras". Era um livro grande e de várias páginas.

— Aqui está: Labirinto. — Folheou algumas paginas até parar na que lhe interessava e mostrou a ele.

— O olho que tudo vê.



No livro não tinha tanta informação a respeito, apenas o que mais chamava a atenção: o motivo dela existir. Saphira leu:

— ..."Uma vez achado, pode-se pedir tudo que desejar. Mas a única coisa mais difícil é achá-lo. Seu possuidor terá o poder de governar o futuro, tendo livre passagem pelo passado para mudá-lo quando desejar. Seus poderes são inimagináveis."

— Então, quer motivo maior para irmos até lá? Nem Ele o tem, podemos tê-lo em nossas mãos a ponto de fazer o que nós quisermos. Afinal, podemos voltar ao passado e...— Sorriu de canto, os olhos brilhando. Não precisava dizer mais nada para que pudesse demonstrar à Kazama que queria tal peça. Ambos precisariam dela para terminar o que começaram e assim, obter o que tanto desejam.

@ Kazama
Spoiler:

Kazama escreveu:Kazama poderia ser várias coisas: Ganancioso, prepotente, confiante - até demais em algumas situações, como contra Kankuro -, mas se havia algo que ele não era, era ingênuo. Os poucos meses que ficou perto de Saphira foram suficientes para que ele pudesse traçar ao menos o perfil básico da mulher, e após a sua explicação sobre o que acontecera há algumas horas, o estranho comportamento dela era algo que fazia o Hanyou se preocupar. Ela não deixaria aquela situação de lado tão fácil, principalmente pelo fato dela envolver dois indivíduos amargos de seu passado. Com certeza ela faria algo para descontar, ou ao menos testar a palavra de Kazama. Contudo, mesmo com esse turbilhão de pensamentos na cabeça daquele homem, o sorriso - fruto da gargalhada de alguns minutos - permanecia. Era uma situação perigosa, e ele precisava contorná-la de uma vez. No entanto, também era interessante, pois era um raro momento no qual mais detalhes sobre Saphira, tanto sobre sua personalidade quanto seu passado, poderiam surgir.

Por fim, ao ver a mulher pegar um antigo livro e citar brevemente um trecho sobre aquele artefato curioso, Kazama arqueou uma de suas sobrancelhas. Quando ele ouviu sobre o Olho pela primeira vez, estava quase certo de que ele apenas iria mostrar o futuro, porém a frase que a mulher disse o fez indagar: Havia ainda mais coisas que ela não tinha lhe contato, ou era apenas uma forma de convencê-lo a ir atrás do item? Afinal, pela expressão e o olhar da mulher, era óbvio que ela o desejava... Mas para o quê?
— Entendo... Mas diga-me, Saphira. Se você pudesse voltar ao passado, o que mudaria? — Sentiu-se na necessidade de perguntar tal coisa, não que suspeitasse de alguma atitude da mulher; apenas achou que seria uma pergunta divertida. Logo, não esperou que ela pudesse responder, logo completando. — De fato, durante a noite que passamos na mansão eu pensei em nosso próximo passo contra Ele. Algo que, se funcionar, tornará a queda de Hellger inevitável. O único problema, entretanto, é que será algo a longo prazo e com vários riscos, além de necessitar nossa intervenção constante. — Kazama falava aquelas palavras com convicção, como se tivesse pensado em um plano definitivo para o objetivo da dupla. Ele raramente aceitava riscos em seus planos; se essa era uma exceção, era por um bom motivo. — Por isso, para garantir o nosso sucesso, não me importo em adquirir o Olho primeiro. Mostre o caminho... Saphira! —

Disse, calando-se em seguida. Agora, só restava que a mulher o guiasse até o artefato, porque quanto mais cedo ele iniciasse seu plano, melhor seria para ambos.

@ Shaorin
Spoiler:

Shaorin escreveu:
Saphira não conseguiu conter o sorriso largo com a pergunta de Kazama. Ela fechou e guardou o livro no mesmo lugar e se aproximou dele, parando a poucos centímetros. Seus belos e claro olhos azuis fixaram-se nos dele e manteve assim por alguns instantes, ouvindo o que dizia sem nem responder.

— Kazama, esta tão preocupado em acabar com Ele que não percebe o que teremos nas mãos...Mas explicarei.

— A resposta é simples. Voltaremos no dia em que Hellger surgiu em na ilha e o matamos. Ele não era tão forte e de influência na ilha, era apenas um demônio qualquer quando apareceu. Acabaremos com ele antes de tomar o poder.

Esperou para olhar bem a reação de Kazama e sorrir novamente, satisfeita. Andou até a porta e parou ali, virando pouco o rosto para vê-lo.

— Tome um banho, coma algo e durma. Amanhã retomamos a caminhada. Para enfrentar os perigos que vamos encontrar lá precisamos estar muito bem alimentados e descansados. Boa noite.  — Despediu-se, pedindo ao mordomo que levasse algo a seu quarto e ao de Kazama e subiu, seus passos ficando cada vez mais difíceis de se ouvir.

@ Kazama
Spoiler:

Kazama escreveu:De certa forma Saphira estava certa. Agora que todo aquele problema criado por Kankuro havia acabado, a dupla finalmente poderia relaxar de verdade. Sem dizer mais nada à ela, ele apenas acenou e esperou que a mulher subisse para então fazer o mesmo. Como da última vez, seguiu o longo corredor até chegar ao último quarto, abrindo a porta vagarosamente. Viu que estava praticamente do mesmo jeito que o deixou quando saiu, com exceção de estar um pouco mais arrumado, talvez por trabalho do mordomo. Dirigiu-se imediatamente ao banheiro, onde começou a se despir. Um ponto positivo é que, ao contrário da última vez, as roupas que usava estavam intactas. Sujas, mas nada complicado demais para remover. Colocou as roupas de lado e então adentrou na banheira, sentindo a água quente aliviando a tensão e as dores em seus músculos, fazendo-o relaxar completamente. Aquela sensação era indescritível e fez com que Kazama passasse horas ali, sem fazer um único movimento. A luz tenra da lua que entrava no ambiente o tornava ainda mais sereno, calmo. Com a mente um pouco mais clara, o Hanyou começou a organizar seus pensamentos, tentando colocar as últimas horas em ordem. Analisava seus planos, ideias, movimentos, tentando encontrar falhas ou imperfeições que pudessem comprometer suas ações. Aqueles dias foram caóticos e, jamais em toda a sua vida, havia cometido tantos erros e deslizes. Ele precisava ser mais cauteloso com as coisas que planejava, além de não permitir que a confiança tomasse conta de suas ações novamente, ou da próxima vez as coisas não acabariam de um modo tão conveniente.

Após sentir-se completamente renovado, levantou da banheira e se enrolou no que parecia ser uma toalha. Ao sair do banheiro, notou um roupão e uma pequena cesta com uma garrafa de vinho, frutas e pães. Provavelmente seria aquilo que Saphira pediu ao mordomo para levar ao quarto de ambos. Ela era mesmo uma mulher refinada, sem dúvidas. E o fato de possuir uma residência como aquela e tamanho conhecimento fazia com que Kazama indagasse ainda mais sobre o passado da mulher. Afinal, quem era ela? O que ela desejava, verdadeiramente? Parou por ai, dizendo a si mesmo que logo obteria todas as respostas, mesmo não sabendo ainda como. Logo, lembrou de sua espada. Ela repousava em cima de sua cama e, ao olhar para ela, sentiu como se a mesma o tivesse chamando. Se aproximou e então, com uma das mãos, moveu a bainha alguns centímetros, mostrando parte da lâmina. Ela parecia brilhar, pulsar. Talvez estivesse satisfeita com a sua última refeição, já que ela havia devorado a alma de um demônio poderoso. Por alguns segundos, Kazama teve vontade de invocar Tomáz ou Halgoz e ver se eles tinham algo e lhe dizer, ou até mesmo a ensinar sobre os poderes da espada, que se mostravam cada vez mais úteis. Depois, pensou em invocar o próprio Kankuro, que agora não era nada mais que um servo perante o poder da Akahisui. Se o invocasse, podia perguntar coisas sobre Saphira e sanar a sua curiosidade... Mas não.

Desistindo da ideia, colocou a bainha no lugar e a carregou consigo, indo até a enorme janela e seu quarto. Lá, a colocou ao seu alcance, encostada na única poltrona que ficava de frente à janela. Voltou até a cesta, colocou o roupão e abriu o vinho, completando uma taça. Ao se sentar, seus olhos se fixaram no céu escuro e atormentado de Takaras, como se buscassem algo naquela imensidão negra. Dava leves bicadas no copo, sentindo que aquilo era bem melhor do que toda comida que pudessem lhe oferecer no momento. Aos poucos as horas iam passando, e aos poucos ele ia adormecendo. Porém, mesmo naquele estado de tranquilidade, ele sabia: As próximas horas, à partir do momento que saísse na mansão, seriam decisivas para o futuro que ele tanto deseja.

@ Shaorin
Spoiler:

Shaorin escreveu:
Saphira não deu mais sinais desde a hora em que conversaram. O resto da noite passou silenciosa e toda madrugada também. Era momento para todos refletirem e se fortalecerem da melhor maneira. Além de tentar saber quem era Saphira realmente, intrigava o fato de saber o que poderia acontecer no novo lugar já que acontecera um certo atrito entre ambos. A mulher deixava claro que estava tudo bem, mas por outro lado Kazama não deixava de pensar que aquele conversa não tinha acabado ainda.

Os primeiros raios de Sol entraram e o cheiro delicioso de café e pães frescos subiu até seu quarto para acordá-lo. Passos foram ouvidos do lado de fora, que desciam direto para o hall.

Assim que levantou, sentia-se disposto a qualquer coisa. Os braços estavam vigorosos e fortes, estômago latejando de fome e ainda uma disposição enorme. A roupa que havia usado no dia anterior não estava mais no quarto. Dormira tão pesado que não presenciou a ida de um empregado. Estava tão cansado a ponto de não perceber ruídos? Podia não parecer, mas a luta deixou seu corpo completamente desgastado.

Assim que saiu, sentiu o cheiro da comida ainda mais forte. Da ponta da escada já era possível ver os cabelos dourados e compridos de Saphira e sua roupa negra. Ao se aproximar, deparava-se com uma mulher belíssima e bem arrumada, praticamente vestida para matar. Sua roupa de couro não enganava facilmente, exibia suas curvas perfeitamente caso precisasse usá-las. Seus olhos esverdeados olhavam para baixo quando Kazama apareceu; ela os ergueu e olhou-o fixamente, colocando a xícara delicadamente na mesa e exibindo um sorriso caloroso com seus lábios rosados.

— Sente-se, Kazama, desfrute deste desjejum comigo. — Convidou, pegando uma fruta vermelha e comendo. — A mesa estava posta com inúmeras frutas, pães e tipos de bebida. Havia chá, vinho e café. Queijo para acompanhar ou manteiga.

— O dia será longo e não sei quando teremos uma bela mesa nas próximas horas. —
Saphira comeu em silencio, não gostava de falar de negócios na mesa. Seus modos eram excelentes nesta parte, pois fez isso várias vezes no passado.


*    *  *

Em algum tempo ja tinham comido e preparado as coisas e estavam pronto para sair. Saphira deu ordens para mais alguns criados especialmente para o mordomo chefe. Aproximou-se da porta e fechou-a, olhando para Kazama.

— Vamos direto para lá.— Sorriu, dando uma piscadela. A Youkai parecia feliz mesmo sabendo que era uma jornada de vida ou morte. Não se sabia o que encontrariam por lá, os desafios que passariam e se sairiam vivos de lá.



<Kazama, a segunda parte da tua aventura termina aqui. Narrou e interpretou muito bem todas as situações, sempre com posts grandes que gosto e bem descritos. Seu personagem está evoluindo cada vez mais e está ganhando ainda mais terreno. Próxima parada agora é o Labirinto. Narre tua saída e, se preferir que eu narre primeiro lá, basta avisar no próprio post

-  EXP ganha até aqui: 700 pela aventura +  descrição.

-Seu personagem descobre que quando vai para alguma dimensão, seu corpo fica totalmente cansado, tanto que quando dorme, seu sono é totalmente pesado. Com o tempo isso passa, pela frequência em que vai entrando em dimensões.

- Gold: 1000>


@ Kazama
Spoiler:

Kazama escreveu:Assim que os primeiros raios de sol entraram no quarto do Hanyou, ele acordou. Após ter bebido quase toda aquela garrafa de vinho, acabou cochilando na mesma poltrona que sentou para contemplar o luar. Não sabia exatamente que horas eram, mas julgava não ser cedo. Ainda sentia um pouco de preguiça que, se fosse um pouco mais intensa, o impediria de levantar. Contudo, bastou sentir o cheiro de comida que ela passou quase que de imediato. Seu estômago roncava, e com razão. Na noite anterior só havia tomado vinho praticamente, fora que já fazia dias que ele não fazia uma boa refeição. Levantou-se e tirou o roupão, procurando pelas roupas que havia deixado espalhadas na noite passada. Estas, contudo, haviam sumido. Teria ele tido um sono tão pesado que mal conseguiu perceber a entrada de alguém no quarto? Um pouco alarmado, deu uma olhada pelo quarto e viu que todos os seus pertences ainda estavam lá. Provavelmente deveria ter sido o mordomo de Saphira. Amaldiçoando sua falta de cautela, logo achou uma pilha de roupas limpas deixadas para ele: As mesmas roupas que usava quando conheceu Saphira. Ironia, uma provocação ou apenas coincidência? Logo ele descobriria.

Ao descer, ouviu as palavras de Saphira e apenas acenou, concordando. Não havia motivos para ele dizer nada, não naquele momento. Se os dois fossem conversar ou resolver alguma coisa, seria no labirinto. Comeu devagar, mas em quantidade. Estava faminto e aquela mesa estava indiscutivelmente saborosa, com uma vasta variedade de coisas para se comer. Quando terminou, arrumou seus pertences e logo se dirigiu à porta, esperando por Saphira. Ao ouvir as últimas palavras da mulher, sorriu, logo respondendo.
— Vamos rápido. Afinal, temos muitas coisas para resolver lá. —

@ Kamui Black
Spoiler:

Kamui Black escreveu:

- 003 -



O caminho da loja de especiarias até a Taberna do Cão Salgado foi rápido e sem inconvenientes. Kirshin ficou satisfeito por isso, pois gostaria de terminar aquele serviço o mais rápido possível para sumir daquele lugar. Ainda não sabia para onde iria, mas como precisava de moedas de ouro para comer e dormir...

Entrou na taverna que também já conhecia. Aquele local era bem famoso em Lodoss e muita gente interessante aparecia por lá, mas este não era o objetivo do meio demônio naquele dia. Caminhou por entre as mesas prestando bem atenção ao seu redor, pois sabia que não era bom ficar desatento em um local movimentado como aquele.

Rumou diretamente para o balcão onde encontrava-se Hork, o dono da taverna. Observou-o de alguns passos de distância para tentar descobrir o possível humor do meio orc, mas resolveu que teria que conversar com ele de qualquer maneira. Sendo assim, aproximou-se do balcão.

- Olá, Hork. Venho a pedido de Thales da loja de especiarias. Ele pediu que eu pegasse umas esmeraldas com você.

Kirshin foi direto ao assunto. Obviamente apenas mostraria as moedas de ouro após confirmar se o dono da taberna realmente tinha as esmeraldas. Mas é lógico que ele deve tê-las, Thales não me enviaria até aqui à toa, principalmente com o seu dinheiro.

@ Shaorin
Spoiler:

Shaorin escreveu:
A taverna estava cheia como de costume. Thales e seus subordinados estavam a mil atendendo clientes e servindo as pessoas no balcão. Havia criaturas de todos os tipos e jeitos, mal-encaradas e até bem vestidas, deviam ser aqueles senhores poderosos que em Takaras eram tão bem falados e temidos.

Quando entrou na Taberna, Kirshin decidiu ir até o balcão e ser rápido, talvez alguma coisa ali o desagradava. Hork não deu atenção a ele de primeira, mas assim que falou o que queria, ganhou sua atenção, porém começou a rir alto.

— Meu rapaz, como és sério e vai tão rápido ao que interessa! Está com pressa?! Hahaha...!!! — Chamou-o para dentro de um cômodo onde era seu escritório. Era bem arrumado por ter apenas uma mesa, alguns quadros pintados, duas cadeiras e uma porta bem no final atrás da mesa.

Hork caminhou até um dos quadros, o abril e deparou-se com um cofre. Lançou uma olhada demorada para Kirshin, obviamente pedindo-o que virasse o rosto, e tratou de usar sua senha para abrir o cofre. Uma vez aberto, pegou uma bolsinha de couro escuro antiga e jogou para Kirshin.

— Já sabe para onde levar isto não sabe? — Abriu um sorriso de canto, divertido. — Já que vai para lá, preciso que pegue algo importante para mim. Lhe pagarei bem por isso.

— Na caverna para onde vai encontrar você-sabe-bem, há uma pedra que quero que pegue delas. É do tamanho da palma de tua  mão e é branca. Boa sorte.

Começou a puxá-lo para fora do seu escritório, voltando para onde o povo estava, quando parou no caminho e olhou para Kirshin.

— Uma dica: elas adoram uma boa conversa e um homem bonito, hehe! — Piscou, deixando-o sozinho atendendo seu próximo cliente, rindo alto.

@ Kamui Black
Spoiler:

Kamui Black escreveu:

- 004 -



- Meu rapaz, como és sério e vai tão rápido ao que interessa! Está com pressa?! Hahaha...!!!

Kirshin não respondeu ao meio-orc, apenas aguardou até que ele o conduzisse à uma pequena sala reservada. Lá ele revelou um cofre na parede e, antes de abri-lo, encarou o meio-demônio. Kirshin entendeu o recado e desviou o olhar para o lado, afinal de contas, não tinha o menor interesse na senha do cofre do taverneiro. Ele, então, entregou-lhe uma velha bolsinha de couro. Assim que o pegou em mãos, abriu-o e conferiu as esmeraldas dentro do pacote. Entregou o ouro que Thales tinha lhe dado para pagar o meio-orc.

- Já sabe para onde levar isto não sabe? Já que vai para lá, preciso que pegue algo importante para mim. Lhe pagarei bem por isso.

- O  que seria este item que você quer que eu pegue para você? - Perguntou, curioso.

- Na caverna para onde vai encontrar você-sabe-bem, há uma pedra que quero que pegue delas. É do tamanho da palma de tua  mão e é branca. Boa sorte.

Isto é meio vago, mas acho que dou conta, pensou  o meio-demônio. Em seguida, foi conduzido para fora da pequena sala e se viu novamente na tumultuada taverna.

- Uma dica: elas adoram uma boa conversa e um homem bonito, hehe!

Ouviu o conselho de Hork, mas não demorou para sair da taverna. Ele procurava um trabalho, mas acabou recebendo dois deles. Tanto melhor, o dobro do dinheiro, pelo dobro do serviço, pelo menos economizaria nas caminhadas.

OFF - Tomarei a liberdade de postar na nova localização: Floresta da Tortura

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Ter Jan 20, 2015 5:52 pm

Continuação

Agradeceu ao homem pela informação. Sem mais se demorar, abriu suas asas cinzetas, sendo puxada imediatamente para o alto. O par era poderoso. Em movimento, poderia levar aquele corpo diminuto onde quer que precisasse. Leve, agil e habil, deslizava pelo ar como se fosse parte dele. Não iria arriscar pequenos passos no meio da multidão, quando poderia ir de uma maneira melhor e chegar no horario mais movimentado.

Ja conhecia o local, a estalagem não passava despercebida graças aos animos acalorados de verdadeiros demonios embriagados. Se lembrava inclusive de um homem que se queixava sobre preferir dormir no chão a deitar em uma das camas dalí. Conforme essas informações, era surpreendente que a Taberna do Cão Salgado a pudesse remunerar de forma satisfatoria. Teve um pouco de receio pelo dito "trabalho simples e que pagava bem", mas era exatamente o que estava procurando.

Talvez lidar com alguns clientes que bebessem demais nao fosse agradavel, mas caso interagisse com eles poderia até mesmo coletar algumas gorjetas ... Não tinha certeza sobre o que exatamente estavam procurando,  mas sabia como descobrir. Ainda hesitante, pousou diante de porta, e, ao adentrar, ja procurava pelo demonio alto, com chifres e de cabelos brancos que haviam lhe dito.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Antares em Ter Jan 27, 2015 5:50 am

Assim que entrou o som da música se propagou e aquele bafo quente de bebida e demônio passou por seu rosto e narina. Todos olharam para ela por um tempo, mas depois voltaram à beber e discutir. Eram demonios de todos os tipos e espécies, Ziya deu uma olhada ao redor à procura do homem de chifres e cabelos brancos e não foi difícil, ele estava sentado ao fundo sozinho numa mesa redonda com uma unica cadeira para companhia, vinho e duas taças, sendo uma delas pela metade que ele levava à boca naquele instante. Ele olhava fixo para ela e quando percebeu que ela o tinha visto, fez um sinal com a taça para que se juntasse à ele.

- Por um breve instante achei que não viria. - Falou enquanto colocava vinho na taça para ela. Quando abriu um sorriso Ziya pôde ver que ele era um Vampiro. Seus olhos eram de um azul profundo como o mar e astutos. Sua boca, de um vermelho vivo como se fossem pintados. Sua roupa vermelha aberta na frente exibia parte de seu peito, mostrando ser um corpo todo trabalhado. Seus chifres, um quebrado e outro inteiro, ficavam entre seus cabelos brancos que caiam sobre os olhos. Sua voz era grossa e suave ao mesmo tempo, tal como uma das boas habilidades de sua raça.

- Pode tomar, não é sangue e muito menos veneno. - E deu um sorriso de canto. Ele mesmo estava bebendo aquele vinho, até colocou mais um pouco para que ela não desconfiasse.

- Sou Antares, prazer. - Fez uma breve reverência com a cabeça e mão livre. Mesmo sendo um demônio mantinha os hábitos antigos de como ser galanteador com as mulheres. Ele deu uma boa olhada em seu rosto e corpo sem disfarçar e se fixou em seus olhos, olhando diretamente. - Julgo a senhorita ser uma mulher direta, então vamos ao que interessa. Você precisa de respostas e eu posso consegui-las para você, em troca você faz um serviço para mim. Uma mão lava a outra. Você me diz o que precisa e eu digo o que eu preciso. O que acha? Bem melhor do que ficar aqui trabalhando como garçonete e no final ser pêga à força por um deles. - E levou a taça à  boca novamente e tomou, dando uma rápida olhada em volta para que ninguem os escutasse.
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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Ter Jan 27, 2015 9:14 pm

Atendeu ao gesto do galante vampiro e se sentou na cadeira proxima. Por mais belo que ele fosse, apenas uma pequena parte dela o admirava. Mais o via como alguem que abusava dos meios que a meio-demonio ja conhecia tão bem. Talvez pudesse brincar um pouco enquanto negociavam.

- Me desculpe, não sabia que estava esperando por mim - riu de leve. Fingindo timidez,  levou a mão até a orelha, colocando parte do cabelo para trás. Deixou o pescoço à mostra. Quem sabe ele pulsasse um pouco a medida que conversavam? Levou a taça do que não era sangue ... ou veneno, até a boca, mas diante das demais perguntas de Antares, ela a colocou de volta na superficie da mesa.

- Voce tem razão, sofrer um estupro não esta nos meus planos ...  - As perguntas que ela talvez tivesse ja se acinzentaram com o passar dos anos. Explicaria ao vampiro com uma breve historia, contada por um dos varios homens que ela ja conheceu.  - Um bardo, certa vez, cantou para mim a saga de uma jovem que era escravizada por sua mãe. Na unica chance que ela teve de deixar a casa, fez com que o rei, o homem mais rico do continente, se apaixonasse por ela. No fim ordenou que aquela que tornou sua vida tão dificil tivesse seus olhos arrancados.

Com o fim do conto, olhou discretamente em volta, afim de se certificar de que ninguem mais, além de Antares, estivesse prestando atenção. Em seguida, Ziya fez aquilo que qualquer um que pudesse ver alem de sua casca jamais esperasse que ela fizesse: Ela disse a verdade.

- É claro que alguem como eu não teria qualquer pretensão de se casar com um nobre. Vim para essa parte da ilha afim de procurar alguem, mas a verdade é que hoje fico feliz por não te-lo encontrado ... Ele infelizmente não é alguem que se deixaria levar pelo que quer que voce tenha visto - disse, se referindo a olhada indiscreta de pouco tempo atrás. Agora,  ja parecia se perder em sua propria imagem refletida pelo vinho. Seus olhos ardiam com uma furia silenciosa. - Se me permite o atrevimento, preciso que ele me veja com outros olhos , que se arrependa por ter me abandonado. Por isso, quero aquilo que dobra a todos sem distinção. Quero dinheiro, e me disseram que voce paga bem.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Antares em Sex Fev 06, 2015 5:43 am

Antares ouviu tudo que disse com atenção, dando um sorriso de canto na parte que não se casaria com nobre por dinheiro. Ela pensava do mesmo jeito que ele sobre ter a grana e depois correr atrás, ou deixar que ele venha, claro. Enquanto ela falava, seus planos mudavam a ordem e alguns finais, estratégias e lugares. Notou que ela não revelara seu nome e ergueu as sobrancelha, baixando a taça vazia na mesa.

- Não gosto de fazer negócios com alguém que não sei o nome. - Falou um pouco mais sério. Não se importava se ela mentisse, porque uma hora ou outra saberia qual era, mas agora queria algum nome para chamá-la. Assim que disse, repetiu para que ela ouvisse e deu continuidade aos negócios.

- É um assassinato, simples e direto. - Começou, praticamente sussurrando, olhando diretamente para ela. - Iremos à uma reunião que terá amanhã à noite e nosso alvo será um dos convidados. Antes de continuarmos quero saber se aceita. Se sim, vamos para minha casa e terminaremos lá mesmo. - Nesta parte abriu um sorriso interessado, podendo ser confundido com outras intenções, mas era apenas seu jeito...ou não?

Quando começaram a falar a taberna ficou mais silenciosa como se quisessem ouvir o que ele tinha para dizer. Seres específicos olhavam para os dois e até falavam com o garçom sobre, e este logo falava irritado e o assunto encerrava. Ziya sentia olhos curiosos e raivosos olharem em sua direção, até como se alguém estivesse se aproximando, mas tudo não se passava de impressão.



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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Sex Fev 06, 2015 1:44 pm

- Estou aqui a pouco tempo. Mas é meio tarde para eles ficarem com raiva, não acha? - debochou do espanto dos demais. Embora estivesse seria sobre perseguir uma fortuna, não perderia sua essencia canalha. - Estamos em Takaras, afinal.

Não estava certa se Antares entendera que a pessoa que ela, antes procurava, seria seu pai ou um amante. Mas a ambiguidade fora proposital. Afinal, obviedade ofusca o charme e pede por perigos desnecessarios. Quem não gosta de um pouco de misterio? Ele não precisava saber tanto. Apenas decidiu revelar como se chamava, pois estava tambem na busca de fazer um nome.

- Não quis faltar com educação. Uma vez que ja estava me esperando, presumi que o conhecesse... e o meu talento - seria dificil acreditar que alguem a estava contratando para uma tarefa tão grotesca, a não ser que soubesse exatamente do que ela era capaz. - Meu nome é Ziya, e eu adoraria te acompanhar até em casa ... acredito que la poderemos discutir mais confortavelmente os detalhes ... e os valores.

Não se preocupou em fingir que aquilo a abalava, uma tarefa tão arriscada deveria mesmo proporcionar a recompensa generosa citada anteriormente. As coisas começavam a fazer sentido. Após aceitar o convite, se levantou. O seguiria de agora em diante, e esperava que ele não se demorasse. Caso a atmosfera hostil do bar cumprisse sua promessa, o double entendre do vampiro seria o menor de seus problemas.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Antares em Qui Fev 12, 2015 2:30 pm

Aquele sorriso não sumiu em momento algum, o que fez foi aumentar. Deixou uma quantia de Lodians na mesa e se levantou acompanhando Ziya para fora. O bafo quente de bebida foi trocado pelo frio da noite e uma rua vazia, estavam todos dentro da taberna e apenas os que trabalhavam perambulavam aos arredores no limite das vilas e cemiterio que viam ao longe, e Antares foi na direção dele.

A névoa verde que conbria o cemitério se espalhava por seus arredores, saíram da rua principal e caminharam pela rua rente ao lugar, a nevoa cobria do joelho para baixo e não conseguiam ver nada caso algum animal aparecesse para mordê-los. A frente podiam ver um casarão de luzes acesas, devia ter mais de dez quartos para hóspedes, salas e bibliotecas. Antares levou Ziya para lá e abriu as portas, convidando-a para entrar, e quando o fizesse fecharia atrás de suas costas.

O hall era do mais bonito que já vira, havia um lustre simples de puro cristal no centro iluminando tudo, inclusive parte dos outros cômodos; indo pelo corredor da esquerda chegaria na cozinha; pela direita era uma linda e enorme biblioteca que via as portas entreabertas dali do centro do hall. Havia uma escada central que se dividia para a direção dos quartos e bem abaixo dos corredores, ao lado da escada, tinha mais duas portas. Nas paredes haviam quadros pendurados com varios rostos de criaturas, e uma armadura de cada lado com as mãos juntas na espada.

Antares levou-a para a biblioteca. Eram varias estantes com livros divididos por assunto e uma mesinha de centro com uma garrafa e duas taças. Ele puxou a cadeira para que ela sentasse e a acomodou, sentando na sua frente.

- Será amanhã a noite como disse. - Começou, pegando uma maleta ao encostada ao lado da mesa. Abriu virada para si e ficou quieto por um momento, e então virou para ela. Eram Lodians em espécie.- Dez mil Lodians agora e dez mil no final. Poderá dormir aqui enquanto fazemos este serviço, temos muitos quartos e seria perda de tempo. Com vestimenta e acessórios não tem com o que se preocupar, a deixarão de acordo com a festa. - Fechou a mala e deixou ao seu lado novamente, encostando na cadeira, olhando em seus olhos.

- E então, fechamos negócio?
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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Qui Fev 12, 2015 10:34 pm

Embora ela não esperasse que fosse diferente, o caminho era funebre. A névoa verde lembrava colocar os pés em um mar escurecido, sem saber o que quer que passe por eles. Tambem não estava certa sobre qual seria a origem, e aquilo a fez inquieta. "-Ele me pagou uma bebida antes de me levar até em casa. Isso não é tão ruim, afinal." - pensou, dando um sorriso de canto. Não deixaria que o cemiterio afetasse seu juizo. Sua consciencia a alertava para nao confiar demais em Antares, ainda que a compania do mesmo fosse agradavel. A medida certa seria aproveita-la sem se deixar enfeitiçar.  Porém, era verdade que ela havia aceito todos os seus pedidos até então.  

Ao ter a porta aberta para ela, Ziya entrou. Não demorou muito para notar que a casa nao era apenas grande, como coberta por beleza. Imaginava se aquelas armaduras ja haviam pertencido a alguem, e se enfrentaram batalhas. A medida que chegaram na biblioteca, ja podia imaginar que talvez o vampiro fosse a pessoa mais rica com a qual tenha saído.

Aceitou a gentileza e agora ouvia a oferta. Na mala tinha uma grande quantia em dinheiro, e ela entendia bem o porque. Antares queria aquele homem muito bem morto, e imediatamente. Ela não teria tempo para convencer outra pessoa a faze-lo, e ainda que usasse seus poderes na propria reunião, teria que descobrir quem ali seria sucetivel, e conseguir domina-lo com discrição. Assassinato era um dos poucos crimes que levavam até Furnace. Um local que atormentava até aqueles que escaparam do inferno.

- Obrigada por me receber - disse, capturada pelo olhar do demonio. Agradecia pela hospitalidade, ignorando o gosto amargo que o motivo da negociação poderia trazer. A voz convidativa, escondia quanto o risco de ser  presa lhe parecia enfadonho. Não era tomada pela adrenalina do ato, como um assassino comum. Sua natureza era outra.  Sentia um grande prazer pela sensação que o dinheiro rapido a proporcionava. Esse sim, era como seu proprio  nirvana materialista. - Eu não recusaria um convite para uma festa, ainda mais com a sua companhia. Estamos combinados.

Apesar da bajulação, imediatamente colocou as mãos na maleta [caso seja em notas as dobrará afim de ocuparem o menor espaço possivel, em caso de moedas pegará a quantia de dez mil mesma forma], seus dedos tremeram por um instante, antes que agarrasse o valor, guardando-o cuidadosamente no saco que escondia em baixo da liga do vestido.

Notas:

1. Caso lhe seja dada escolha na vestimenta do dia seguinte, Ziya vai optar por algo onde possa esconder as flechas. Assim terá um possivel ultimo recurso para terminar o serviço.

2.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Antares em Qua Mar 11, 2015 5:31 am


(Desculpem meu atraso, estive no hospital mas ja estou bem, e facul comecou xD. Vamos continuar.)


Uma das coisas que Antares mais gostava era jogar; mais ainda, alguém que goste e jogue com ele. O sorriso cresceu ao vê-la guardar as notas e quando voltou seu olhar para ele, o viu sorrir e estreitar os olhos.

- Vou deixá-la descansar o resto da noite e poderemos nos encontrar amanhã. Tenho assuntos pensentes agora a noite e quero que fique à vontade em minha casa. - levantou e cumprimentou-a com um aperto de mão firme. - Seus aposentos estão prontos lá em cima à esquerda primeira porta.

Assim que mostrou onde estava o quarto de Ziya, despediu-se e desceu, entrando por um dos corredores perto da escada. O quarto era luxuoso. De colchas e cobertores vinho e lençóis creme, a cama parecia que engoliria a mulher de tão grande e confortável, colchão era macio assim como os travesseiros. Havia um armário de madeira pura que ia até o teto e uma mesinha de cabeceira rente a cama. A entrada para o banheiro era ao lado da penteadeira do lado contrario do guardarroupa. Era porcelana pura com vidro, espelho grande onde ela via seu corpo inteiro, e uma bela banheira já com toalhas por perto. De frente para a cama na outra parede estava a janela entreaberta, via toda Takaras: montanhas e parte do castelo e labirinto, o cemiterio estava do outro lado da casa e não era possível ver.

No guardarroupa tinha varias roupas que caiam perfeitamente em Ziya, inclusive vestidos de festa em tons escuros. Sentiu como se alguem andasse pela casa o tempo inteiro, sentiu-se observada e até que estivessem em seu quarto , mas era apenas impressão. Teria que ter em mente e pensar como completaria a tarefa dada por ele, afinal o que ela queria que era dinheiro e status ela teria em breve.


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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Dom Mar 15, 2015 6:51 pm

Teve receio ao retirar o vestido de sempre. Não era por sentir que estavam observando, aquilo não era algo com o qual ja não tivesse se acostumado. O que causava incomodo era o fato se despir de algo que lhe conferia proteção, pois era incerto se qualquer um daqueles outros modelos seriam mesmo uteis.

Se lembrava de como o conseguiu. Lembrava das marcas pelo corpo, dos dentes de leite trincados, do sangue seco nos labios rachados. Lembrava das unhas roídas pela fome, e das mordidas no interior da boca, enquanto sonhava com os restos de comida perdidos.  Lembrava dos socos e chutes trocados com as outras crianças, numa luta diaria afim de chegar ao que quer que pudesse ser encontrado, jogado a beira das estradas no deserto.

Como estariam hoje? Caso vivos, pedintes miseraveis. Tinha que se lembrar como aquilo tudo ficou para tras,  a medida em que os viajantes passando por aquela terra arruinada começaram a ve-la com outros olhos. Os restos de lixo foram trocados por comida de estalagem, e o chão de areia, por camas confortaveis. O primeiro vestido, aquele que substituiu os trapos da infancia, foi sempre o seu favorito. Fora tambem o unico que conseguiu salvar em sua viagem turbulenta até Takaras.

Sentiu raiva de sí, ainda era a mesma miseravel de antes. Havia acabado de receber parte de uma boa quantia. Era ridiculo que se apegasse a algo tão simples. Se forçando a abaixar as alças da veste rosa-palido, ela logo caiu pelos ombros, e não demorou muito até que chegasse aos pés. Não entendia porque era algo tão dificil esquecer aquela peça, tendo em vista que poderia ter algo melhor. Deu um passo para fora do circulo formado pelo vestido, e com o outro pé, o empurrou para o lado. Se nao mais voltasse a mansão de Antares, deixaria para trás a unica lembrança afavel do passado, pela promessa de um futuro melhor. Estava disposta a isso. Sabia que se quisesse qualquer chance de progredir, seria mantendo em mente apenas como a vida a ensinou a odiar. Mataria o alvo, não lhe importava quem fosse.

Na banheira, imaginava como poderia cumprir seu papel, e preversar aquele novo estilo de vida. A ideia original era fazer uso da persuasão diretamente no homem, mas era arriscado. Poderia contar com um terceiro, rustico e sem qualquer instrução magica, e ainda se livrar da culpa. Aquela parecia a forma mais discreta e segura. De banho tomado, escolheu um material familiar. Embora ja tenha visto comerciantes atravessarem o deserto, em caravanas que o transportavam, nunca havia tocado o tecido até hoje. Não vinha de sua terra natal, e nem de Lodoss. Deslizava entre os dedos, e vestia o corpo de maneira muito confortavel. Ainda que fosse de outra cultura, teve a certeza de que aquilo era bem elegante. Procurou tambem uma alternativa mais discreta, de vez de suas flechas, que pensou em usar mais cedo. Algum adorno para o cabelo que combinasse com o vestido, mas que pudesse ser usado como arma perfurante em ultimo caso.

Se despiu uma vez mais e foi até a cama, afundando como em uma nuvem. A partir de hoje ja nao poderia dormir mal sem pensar nela. Deu mais uma olhada para aquele reino escuro antes de fechar os olhos e se perder em seus pensamentos, dormindo algumas horas depois.

Notas:

1. Escolha do acessorio [caso possivel]: Um palito metalico, uma de suas extremidades teria um enfeite, simbolizando uma peonia negra, a outra seria afiada o bastante para servir como um punhal improvisado. Seria uma opção mais discreta para substituir suas armas na reunião.

2. Vestido:


3. Sorte do dia: Geisy Arruda


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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Qui Jun 11, 2015 12:40 pm

Sentada proxima ao balcão, estava satisfeita com seu ultimo serviço cumprido. Ziya era um pouco diferente da maioria dos aventureiros. Ela não tinha qualquer aptidão com o combate corporal, e nem ao menos era uma academica versada na arte da magia. Diferentemente deles, o quanto mais pudesse evitar um confronto direto, ou mesmo cumprir a tarefa por sí só, maior seria seu poder. O que tendia a definir seu sucesso, era mais a escolha da mentira certa, do que o numero de inimigos derrotados.

A beleza, no fim das contas, não é nada além de um falso deus, e mesmo o segundo só tende a ter o poder que lhe dão. O adorado, muitas vezes sem qualquer merito ou capacidade propria, usufrui dos frutos daquele, que de fato, batalhou pra isso. De uma forma racional, seria facil evitar um parasita, mas além das formas naturais, existiam demonios que personificavam esse conceito, estuprando a logica com seu aspecto diabolicamente sublime. Dar-lhes ou não o poder deixava de ser uma escolha, mas uma batalha perdida.

"Esse lugar nunca fica vazio ..." - de olhos atentos, e com os labios manchados de vinho, era hora de buscar uma nova oportunidade de obter tributos ... ou talvez um novo devoto.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por NR Lima Limão em Ter Jun 16, 2015 11:50 am

Ziya era uma oportunista nata, sua beleza incomparável, provinda do mais profundo abismo do inferno, era algo contagiante. Tanto que ao entrar na taverna, não deixou de notar os incessantes olhares sobre si, olhares de desejo, a luxuria era até mesmo tangível no rosto de alguns dos frequentadores menos discretos. Mas a meio demônio sabia muito bem escolher suas vitimas, sabia que daqueles todos que a observava, pouquíssimos, para não dizer nenhum, lhe seria útil. Contudo, sua primeira estadia na taverna lhe rendera muita historia para contar, e os contos da loba em pele de cordeiro estavam apenas começando aquela noite.

A barulheira característica do lugar impedia que qualquer um tivesse uma converse decente, o resultado, era uma cacofonia de gritos, onde um tentava se sobrepor a voz do outro, mas no fim, quase ninguém se entendia. Ziya havia chegado num mal momento, talvez. Muitos bêbados, e poucos alvos em potencial. Ela se aproximou mais do balcão, sentou-se num dos bancos e pediu uma bebida qualquer para o taverneiro, mas antes que ele saísse para providenciar o pedido da mestiça, um indivíduo surgiu bem ao lado de Ziya e chamou o taverneiro.

- Duas canecas... - Completou ele, dando a entender que fazia o mesmo pedido que a meio demônio. Ele se sentou ao lado de Ziya, seu corpo todo coberto por um manto com um capuz azul marinho, as trevas escondendo sua face. Ele aparentava ser bem alto e corpulento, e sua voz era grave e rouca, como a de um ser abissal, e Ziya, mais do que ninguém, podia sentir a aura obscura que ele emanava, provavelmente um meio demônio, ou talvez até um demônio puro estava sentado ao seu lado. Mas apesar de ter embarcado no pedido de Ziya, o indivíduo nada fez além de se sentar e ficar na dele.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Qui Jun 18, 2015 7:34 pm

Takaras era um lugar engraçado. Embora tivesse um péssima fama, e a merecesse, ele podia ser muito aconchegante. Era um lugar de parias, afinal. La, o preconceito racial não existia, não da mesma forma como em Hilydrus. Tambem era muito diferente das terras do deserto, onde muito poucos ja haviam clamado por tudo. Ziya se lembrava de forma agridoce dos periodos nas dunas. Antes, uma pedinte, hoje lhe entregavam coisas por puro capricho. Sabia muito bem o porque.

Demonios e humanos não eram tão diferentes afinal. Ambos se embrigavam da mesma forma, desejavam muito, recorrendo a força por pouco. Eram movidos por instinto de muitas formas. Eram, afinal, duas raças de sangue quente. Um misto entre elas não poderia ser diferente. Embora fosse mais contida do que a maioria dos hibridos, era um erro de julgamento considera-la, de fato, mais branda. Sua forma de violencia favorita era apenas diferente.

Era verdade que hoje ja não dava mais tanta importancia a tragedias do passado, pois justamente naquele fim de mundo caotico encontrou paz. Quase todos ali vinham de contextos tão terriveis quanto o seu. Por essa mesma razão poderia focar em se estabelecer, criar poder. O que dobrava a todos, assim como a força, ou desejo, era o dinheiro, e era exatamente isso o que ela mais desejava.

Quando o homem coberto se aproximou, Ziya não demonstrou dar muita importancia. Ainda assim, estava atenta em decifra-lo, antes mesmo que ele pudesse lhe dirigir a palavra. Sua luta pelo controle começava cedo. Ja observava se era corpulento por ser forte ou gordo. Se tinha alguma arma visivel apesar do manto. Procurava evidencias de que fosse um mago ou um guerreiro, afim de adivinhar se poderia força-lo com um pouco de poder, mas talvez aquilo nem mesmo fosse necessario.

- A bebida aqui é boa, não é de se espantar que todos ja estejam tão bebados. - disse ao demonio, após tirar o escurecido de vinho dos labios com a lingua.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por NR Lima Limão em Qua Jun 24, 2015 10:44 am

O homem ouviu as palavras de Ziya e pareceu sorrir, com uma bufada rápida e um movimento característico, apesar de ainda ser impossível ver seu rosto. As bebidas lhe foram servidas, e após o primeiro gole, o desconhecido enfim a respondeu. Com sua caneca ainda em mãos, ele a fitava, como se tentasse o entender o conteúdo que ali havia, contemplando o vinho enquanto falava com a garota. - Não que eu me importe muito com eles... Mas o que VOCÊ faz neste lugar? Não é tipo de ambiente para alguém como tu. - A voz gutural do homem era de arrepiar, mas apesar disso, ele falava de forma bastante tranquila, parecia estar afim de conversar, ou no mínimo se interessara pelo belo corpo de Ziya.

A mestiça por outro lado, não conseguiu identificar nada do que queria no indivíduo ao seu lado, a não ser que era bem alto, mais do que a media, talvez uns 2 metros. Ah, e claro, a arma, ela pode notar, mesmo que por baixo da capa, um volume em sua cintura, certamente pelo formato tratava-se de uma espada. - Traga mais! - Disse o homem com súbita irritação na voz. Ziya, em sua analise, chegou a se assustar com a mudança de tonalidade na voz deste.

[700 exp pelo atraso da Shao até meu primeiro post. Pode adicionar à ficha]

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Qua Jun 24, 2015 12:59 pm

Embora a alteração de tom a tenha assustado por um instante, aquilo não poderia lhe abalar. Ainda estava interessada em saber que tipo de pessoa ele era. Embora similares aos homens, demonios estavam muito alem da salvação. Como seres condenados pelo sangue, tabus não importavam para a maioria deles. A impossibilidade de comunhão com o divino, fazia com que se preocupassem apenas com seus prazeres. O que de fato lhes dava satifação poderia variar, mas essa era uma verdade da qual nenhum deles escapava. Até mesmo aqueles fieis a uma entidade obscura superior tendiam a busca pelo hedonismo, ou pelo crescimento de poder individual.

Ziya conhecia bem sua natureza. Por essa mesma razão, não daria margem ao erro. Ele poderia pedir por mais vinho, e embriagar-se à vontade. Ela o acompanharia, deixando com que ele ficasse cada vez mais fora de sí. Porém, alternando entre a conversa e a distração, jamais terminaria sua primeira bebida. Tambem estava muito atenta ao seu proprio recipiente, para que ele não fosse batizado.

- Voce não deveria pensar assim. - disse enquanto o mirava de forma afavel. Aproximou o rosto do dele, afim de tentar ver o que se escondia embaixo daquele capuz. Ja estava psicologicamente preparada para uma face extremamente deformada, aquilo não seria uma surpresa ou uma novidade, tampouco mudaria sua forma de olhar. Estava habituada a massagear o ego daqueles que nao seriam amados por ninguem. - Se eu não estivesse aqui poderiamos nunca ter a oportunidade de conversar.  A taverna tem tipos ... dificeis, mas é um ótimo local pra conhecer gente. Talvez eu tambem só esteja esperando que alguem me leve a um local mais apropriado.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por NR Lima Limão em Qua Jul 01, 2015 10:09 am

O homem misterioso pareceu perceber a intenção de Ziya, quando esta tentou ver por trás de seu capuz, mas ao contrario do que seria esperado, ele simplesmente baixou o capuz por completo e revelou seu rosto. Realmente não era uma visão agradável, contudo, Ziya não se surpreendeu com a aparência, conhecia bem os demônios, e mesmo não sendo uma puro sangue, sabia bem como eram os de sua raça. - De fato. Estar aqui nos proporcionou termos esta conversa, mas... - Ele não completou a frase, deixou-a no ar, uma duvida pairando na mente de Ziya, que ele não responderia. Apenas tomou mais um gole do vinho que chegara, e se levantou. - Realmente, aqui não é um lugar apropriado para termos esta conversa. Se for de sua vontade, venha comigo. - E o demônio não esperou por uma resposta, saiu andando taverna a fora até a saída. E caso Ziya o seguisse, ela o veria indo em direção ao porto Rasgapele.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Qui Jul 02, 2015 10:08 pm



A pequena ja estava perigosamente proxima do homem, quando ele se levantou e partiu.

"É só isso?"

Talvez mais  cedo em sua juventude o seguisse, mas agora tinha um gosto mais refinado. Poderia estar esperando por alguem, mas certamente não era ele. Ainda que não tivesse uma objeção sobre os feios, esse era tambem uma incognita. Sua apresentação nao foi nada marcante. Se esperava que com uma bebida e uma frase vazia seria seguido como por um cão, estava muito enganado. Não havia proposta, e ele não a tiraria daqui para sabe-se la onde sem um boa razão.

A desfeita da implicante Ziya, no entanto, não terminava com a recusa. Talvez houvesse outra forma de se aproveitar da situação. Ela tateou a perna enquanto ele deixava a Taverna, levantando o vestido generosamente até uma boa parte da coxa. Com uma expressão de desespero, gritou.

- Ele roubou a minha bolsa de moedas! - disse enquanto se punha a chorar convincentes lagrimas de crocodilo.

Sim, ela conhecia Takaras. Sim, ela sabia que a maior parte dos demonios não era benevolente. Porém, tambem sabia de que forma eles lhe olhavam, e agora era o momento perfeito para alguem se aproximar, ou dar continuidade a confusão.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por NR Lima Limão em Sex Jul 03, 2015 12:38 pm

Alicia não pareceu gostar muito da atitude misteriosa e fria daquele demônio. Ela estava interessada em alguém que pudesse lhe trazer algum beneficio claro, não em suposições e possibilidades remotas. Contudo, ela não descartou usar aquele ser como sua vitima, e com um raciocínio tão rápido quanto um feixe de luz, já traçou um plano de ação para tentar tirar proveito dele.

A jovem levantou a barra de seu vestido e começou a encenação, e logo toda a atenção estava voltada a ela. Os que gritavam e bebiam pararam e a olharam surpresos. Uma dupla que disputava mão de ferro parou no meio do caminho, e o que estava perdendo logo se aproveitou da brecha. Até mesmo o taverneiro parou e ficou a encarar a jovem, para em seguida voltar seu olhar para o homem que já estava quase na saída.

O demônio parou ali onde estava, e o silencio se fez presente por cerca de alguns minutos, onde somente o som do choro de Ziya podia ser ouvido com nitidez, e alguns murmúrios de fundo. O demônio então se virou, e fitou Ziya, seu olhar ainda sério como antes, então... Ele sorriu. Surpreendentemente, ele pareceu gostar daquilo, ou seja o que estivesse passando em sua mente, ele não fugiu, nem ficou nervoso, apenas sorriu, ficou parado fitando a mestiça nos olhos, até que um orc grandalhão decidiu tomar uma atitude e se levantou.

- Ei, você aí. Quem pensa que é? Não acha que só porque você é feio que pode tirar proveito de mulheres indefesas, huh? - Ziya poderia jurar que aquele orc era bondoso e saía em sua defesa prontamente sem esperar nada em troca, isto se ele não fosse um ORC e não estivesse em Takaras! Contudo, o mais provável é que ele estivesse apenas afim de uma briga, ou outra coisa qualquer, e usava da garota como desculpa para isto. Entretanto, o demônio não saiu de sua posição, não se abalando com o olhar e tom mais ameaçadores do orc, ele permaneceu olhando Ziya nos olhos, um olhar como de quem tentava ler a mente da garota, analisando-a e tentando entende-la.

O orc por sua vez, ficou enfurecido em ser ignorado, e tratou por iniciar as hostilidades. Ele segurou a capa do demônio e o puxou para perto, como que querendo levanta-lo pelo colarinho. Mas a sequencia de fatos que se deu inicio foi no mínimo estonteante. Assim que o orc grandalhão puxou a capa do demônio, este fez um movimento, como quem retirava o corpo, saindo de dentro da capa como se esta nem estivesse presa em seu pescoço. O orc ficou estupefato com a agilidade do demônio, e não só ele, mas todos ficaram surpresos, mas o que viria a seguir, os deixaria mais surpresos ainda.

Não contente em ter deixado o orc boquiaberto, ele o afastou com um empurrão, na verdade um golpe onde ele juntava as duas mãos, abertas e ambas atingindo o estômago do orc, fazendo um som como o de um tambor sendo percutido. O orc por sua vez, foi lançado contra uma das mesas caindo sobre esta ainda meio atordoado, e destruindo o móvel no processo. Os que estavam na mesa, logo se levantaram, e foi daí que todo o caos se originou. E o silencio de antes, foi substituído por uma guerra, onde quem gritava mais alto, nem sempre saía vitorioso. A briga foi tomando proporções absurdas, pois à medida que mais gente era atingida pelos estilhaços da briga, mais gente furiosa se metia para tentar acertar as contas. Copos voavam, cadeiras, mesas e até garrafas de vidro e outros objetos. Por fim, Ziya se viu num caos de gente bêbada lutando entre si, o que não demoraria muito para que a afetasse também, caso ficasse tempo demais parada no mesmo lugar.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Dom Jul 12, 2015 4:33 pm

"Voce deveria mesmo estar sorrindo para mim?"

Quando ele foi abordado pelo Orc, Ziya gargalhava por dentro. Por fora, mantinha os olhos aguados pelo pranto, enquanto na verdade esperava ansiosamente pelo que estaria por vir. Quando o guerreiro foi arremessado pelo salão, nesse momento ela ja imaginava o desfecho.

Assim que as coisas começaram a voar, ela colocou as mãos sobre a mesa, suspendendo as pernas para o alto, chegando ao outro lado em um movimento semi-circular. usaria as asas para lhe auxiliar, caso necessario. Abaixada, agora poderia usar o movel como cobertura. Caso não houvesse mais ninguem na parte interna do balcão, ela procuraria por dinheiro nele, ao mesmo tempo em que se protegia do caos que ela mesma tinha criado. Não iria embora da Taverna ainda, e esperava que a medida que a briga se alastrasse, houvessem mais oportunidades de furto.

"Quando a vida te da limões ..."

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por NR Lima Limão em Seg Jul 20, 2015 10:21 am

Com um movimento rápido e suave como uma bailarina, a jovem mestiça rolou sobre o balcão, caindo agachada por trás dele. Não havia ninguém ali com ela, pois os que serviam, agora tentavam, a grosso modo, amenizar o caos iniciado pela garota. O que deixava a jovem livre para fazer o que bem entendia ali daquele lado. Sem pensar duas vezes, a mulher esquadrinhou todo o balcão em busca de dinheiro, e o que encontrou foi ainda melhor que isso. O saco de dinheiro com o arrecadamento daquela tarde ainda não tinha sido recolhido, mas ele era grande, seria muita imprudência tentar leva-lo na mão, arriscando que alguém a visse. Contudo, ela ainda tinha algum tempo livre para pensar em como faria para pegar as incontáveis moedas dentro do saco, ela só não sabia exatamente quanto tempo.

Enquanto isso, do outro lado do balcão, o caos rolava solto. E apesar de não poder ver nada de onde estava, era possível escutar em alto e bom som toda a baderna que era feita. Vez ou outra alguma coisa voava e se espatifava na parede atrás do balcão, e em certo momento, Ziya fora banhada por cerveja e cacos de vidro de um copo que explodira bem acima de onde ela estava. Ela precisava correr, antes que a coisa ficasse mais feia e as autoridades chegassem para por um fim na confusão.

<Desculpe o breve atraso, estava pensando na vida. 50 EXP pra vc. o/>

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Qua Jul 22, 2015 3:20 pm

"Se vai derramar algo em mim, que seja mais caro do que cerveja!"

Torceu os labios pelos respingos acertados, e pelos cacos potencialmente perigosos em volta. Era tentador agarrar o enorme saco de dinheiro e partir, mas precisava manter em mente que aquilo nao era tão seu quanto gostaria, ganancia excessiva poderia fazer com que perdesse tudo, portanto, se contentou com o possivel.

Pegou a maior quantidade de moedas que pôde, que nao fizesse volume perceptivel em sua roupa. Esconderia sua propria bolsa recem-recheada na liga da coxa coberta pelo vestido, onde tambem escondia suas flechas. Pra garantir um valor adicional tambem esconderia uma quantidade menor de dinheiro nas roupas intimas [!!!].

"Voce finalmente voce teve alguma utilidade" - riu enquanto colocava algumas moedas no sutiã de renda, rente ao peito reto.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por NR Lima Limão em Seg Jul 27, 2015 11:13 am

A jovem teve liberdade para abrir a sacola de dinheiro e retirar dali o suficiente para encher sua bolsinha de moedas, e o sutiã por baixo do vestido. Agora o problema maior era, como sair dali sem ser atingida por algum objeto voador não identificado? Ziya olhou por cima do balcão, colocando o mínimo possível de seu corpo a mostra, apenas para analisar a situação. A taverna estava em frangalhos, mas ainda havia gente brigando, porem bem menos do que antes. Uma boa parte dos bêbados já estava desmaiada, ou havia fugido. As mesas e cadeiras estavam todas tombadas e algumas partidas. Havia vidro e bebida por todo lado e até mesmo algum sangue no chão, fora outros objetos como canecas, pedaços de moveis destruídos e outras coisas que foram deixadas pelos bêbados.

Ziya viu sua oportunidade de passar quando o grupo de baderneiros que ainda se mantinha de pé, se concentrou no meio do salão, o qual parecia ser o lugar menos entulhado de lixo da taverna. A mestiça deu a volta no balcão, passando pela lateral da taverna, desviando de bêbados caídos e mesas tombadas. Estava quase na porta, quando sentiu uma mão forte e calejada segurar-lhe pelo tornozelo, impedindo que continuasse sua fuga quase perfeita. Quando olhou, tratava-se de um bêbado que estava deitado, ele olhava com uma expressão embasbacada por baixo do vestido de Ziya, e deu um sorriso quando esta o viu. - AaaAaAahhh... Moça bonita... Teeeheee. - Certamente, este havia levado uma dúzia de cadeiradas na cabeça.

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por Ziya em Dom Ago 16, 2015 1:35 pm

Era enfurecedor, um bebado qualquer lhe colocando em risco. O teria esmagado com os pés caso tivesse a força necessaria, mas esse nao era o caso. Nao se libertaria sem uma distração, portanto, imediatamente se abaixou ao lado dele, com um belo sorriso no rosto.

"Voce tambem não é nada mal."- disse enquanto acariciava seu rosto. Com a outra mão, entretanto, buscava discretamente uma de suas flechas, escondidas na liga abaixo do vestido. A fincaria na veia do pulso que a agarrava. Provavelmente nao tinha forças para mata-lo com isso, mas ao menos esperava que a dor repentina o fizesse lhe soltar. Após o ataque, correria para fora da Taverna. O demonio que incriminou mais cedo ainda poderia estar a sua procura.

"Parece que vou ficar te devendo essa"

[Caso bem sucedida vou ao Porto do Fantasma, pra gastar meus novos lodians [Qual a quantia que roubei?]]

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Re: Taberna do Cão Salgado

Mensagem por NR Lima Limão em Seg Ago 17, 2015 11:19 am

Não foi difícil escapar do bêbado. Quando Alicia se abaixou o bêbado, que já estava com cara de bobo alegre devido à bebida, ficou ainda mais sorridente ao ver que sua paixonite havia lhe dado “atenção”. Foi quando ele sentiu a ferroado, que soltou um grito, não muito alto, já estava no auge de desmaiar de novo, então soltou Ziya para dar atenção ao próprio braço, que agora ardia em dor e sangrava levemente. Então ao ver a flecha espetada em seu pulso, ele simplesmente soltou uma risada idiota e caiu novamente deitado.

Pronto. Era o fim da confusão. Ziya estava agora do lado de fora, e o silencio da cidade obscura se fez quase presente, e com apenas alguns ruídos de briga ao fundo. A mulher deu apenas uma ultima olhada para trás, apenas para ter certeza que ninguém a seguira para fora do estabelecimento, e vendo que estava totalmente livre, partiu rumo ao porto. Deu dois passos, e uma voz conhecida a chamou novamente. - Que deleite de atuação. Confesso que não esperava por aquilo, mas fiquei realmente satisfeito com o que vi. - A voz quase gutural do demônio soou branda, ao contrario do que Ziya poderia imaginar, ele não estava com raiva.

O demônio havia surgido atrás de Ziya, que com o susto, virou-se imediatamente, apenas para ver o demônio bem a sua frente, parado com um sorriso de satisfação no rosto. - Vejo que és uma jovem bem talentosa, e ambiciosa. Lembra um pouco a mim quando era mais jovem, mas de certo não tão criativo devo dizer.

- Peço perdão por não ter sido tão educado da ultima vez. Tenho certa dificuldade em lidar com pessoas, principalmente quando estas se mostram mais desconfiadas. Contudo, se ainda for do seu interesse, e eu sei que o é, tenho uma proposta a lhe fazer. Uma proposta melhor do que qualquer briga de bar poderia lhe render.

- Se não quiser aceitar, não verei problema, deixarei que parta sem maiores empecilhos. Mas caso aceite, pode me seguir até o porto, e poderemos conversar mais a vontade, e longe dos olhos curiosos. Tenho certeza que uma jovem ambiciosa e inteligente como você não recusara minha oferta.
- Dessa vez ele não saiu, apenas esperou pela resposta de Ziya, permanecendo ali, em frente à porta da taverna até que a mestiça desse algum sinal, seja positivo ou negativo.

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