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>Dizem as más línguas que o anão Rookar, que fica no Porto Rangestaca, está procurando por mercenários corajosos - ou loucos - que estejam afim de sujar as mãos com trabalhos "irregulares". Paga-se bem.

> Há rumores sobre movimentações estranhas próximas aos Rochedos Tempestuosos. Alguns dizem que lá fica a Gruta dos Ladrões, lar de uma ordem secreta. Palavra de goblin!

> Se quer dinheiro rápido, precisa ser rápido também! O Corcel Expresso está contratando aventureiros corajosos para fazer entregas perigosas. Por conta da demanda, os pagamentos aumentaram!

> Honra e glória! Abre-se a nova temporada da Arena de Calm! Guerreiros e bravos de toda a ilha reúnem-se para este evento acirrado. Façam suas apostas ou tente sua sorte em um dos eventos mais intensos de toda ilha!




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Mensagem por NR Lima Limão em Qui Fev 20, 2014 11:32 am

Edit: Colocarei aqui os status dos participantes para ter um melhor controle.

Skazka
PVs: 95%
PEs: 100%
Status: Normal.

Gin
PVs: 94%
PEs: 100%
Status: Maldição zumbi - Tempo desconhecido, dependendo do vigor do alvo e das condições do mesmo, pode levar horas ou minutos.

Solveig
PVs: 100%
PEs: 100%
Status: Normal.

Silmeria
PVs: 100%
PEs: 100%
Status: Não está neste capitulo.

Eric
PVs: 100%
PEs: 100%
Status: Não está neste capitulo.

Introdução:
Era uma manhã comum no porto real de Hilydrus, o sol ainda galgava sua subida no horizonte timidamente entre algumas nuvens brancas que se espalhavam pelos céus. Ainda bem cedo, dezenas de embarcações dos mais diversos tamanhos e finalidades atracavam no porto e centenas de pessoas já perambulavam pelo cais, seja trabalhando, ou simplesmente chegando de viagem. A ilha era conhecida por sua riqueza, não só de especiarias, mas também de culturas, pois era o lar e também objetivo de muitos viajantes de fora, que vinham em busca de novos ares e aventuras. Era muito comum se ver também, por aquelas bandas, grupos expedicionários em busca de mercenários e pesquisadores que estivessem aptos a embarcar nas mais diversas aventuras, em busca de novos horizontes e mistérios. Foi exatamente neste dia que um grupo expedicionário, liderado por um nobre comerciante, decidiu lançar sua companhia ao mar, recrutando alguns dos mais habilitados guerreiros para escolta-los.

Entre estes estavam Skazka, o Arquivista. Homúnculo vindo das terras do norte de Lodoss, guiado por sua curiosidade e necessidade de sobrevivência nesse novo mundo fora da biblioteca, aceitou a proposta dada pelo comerciante de encontrar o tal tesouro contado na lenda, esta que Skazka mal conhecia. Havia também Blair Foster, a Bruxa do Rock’n Roll. Uma barda de língua afiada e habilidade sem igual para musica, atraída pelo cheiro do dinheiro e da aventura, não demorou muito a aceitar a proposta de explorar o desconhecido e ganhar fortunas. Outro dos convocados, e talvez o menos desejado pela tripulação, era Diego Martini, conhecido pelos seus companheiros de viagem como “Vivo-Morto”. Diego não podia dizer se estava naquela pelo dinheiro, pela aventura, ou simplesmente porque queria fugir um pouco da ilha, das pessoas e de todos os olhares tortos que recebia constantemente. Outro que talvez sofresse do mesmo mal que Diego, ou até pior era Raziel. Taxado como “Monstro” ou “Coisa”, também estava ali atrás de algo novo em sua vida. Por ultimo, mas não menos importante, estava Gin. Um rapaz jovem, de boa índole, personalidade forte e uma determinação de aço.

Estes 5 escolhidos, juntamente com uma tripulação de mais de 50 homens, chegaram de manhã cedo ao porto em busca da caravela denominada “A Alvorada” , que os levaria em sua jornada em busca do tesouro. Não foi difícil encontra-lo, uma vez que a maioria dos transeuntes do porto já conheciam seu objetivo. Ao chegar, foram recebidos diretamente pelo capitão, Graaver Silverkin, um homem de estatura mediana, pele levemente morena e barba rala e acinzentada. Ele falava com certo animo na voz, e cumprimentou a todos sem exceção.

- Sejam bem vindos, marujos! Meu nome é Graaver Silverkin, sou o capitão deste navio. Vocês devem ser os mercenários que o senhor Junkam contratou... É um grupo bem exótico, devo admitir, mas desde que façam seu trabalho, está tudo certo. Vamos, acomodem-se em seus aposentos e depois subam aqui, tenho um comunicado a todos antes de zarparmos, vocês ficam no primeiro corredor. – E com isso, ele deixou o grupo ali no convés, sendo eles os últimos a embarcarem, recolheram a rampa, mas ainda não seria a hora de partirem até que o capitão desse seu comunicado importante. Restava agora aos aventureiros encontrarem seus aposentos e guardarem suas coisas.




<É isto ai galera, começou a campanha, mas antes de postarem vai algumas recomendações:
1 – Em seu primeiro post, quero que vcs narrem como foi que seu personagem ficou sabendo dessa expedição e como foi o encontro dele com o contratante. (Deixarei por conta de vocês narrarem as ações e falas do contratante nesse caso, mas tenham em mente alguns traços de sua personalidade na hora de narrar. Ele é um homem sério e de poucas palavras, mas acima de tudo ambicioso e inteligente.)

2 – No momento em que ficaram sabendo da expedição, todos devem narrar que estavam em Hilydrus ou em Ruff.

3 – Após terem narrado a aceitação da missão, o resto da interação é livre até o momento em que vcs subirem para ouvir o comunicado do capitão.>


Última edição por GM Sah em Qui Mar 27, 2014 11:26 pm, editado 1 vez(es)

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Mensagem por SKAZKA em Seg Fev 24, 2014 9:16 am

Era uma manhã clara, e o dia estava apenas começando. O porto real de Hilydrus estava banhado de uma luz rosada, meio alaranjada, prevendo um dia quente e abafado. Os barcos pesqueiros que saíram mais cedo já estavam retornando ao cais para deixar os peixes pegos, enquanto barcos maiores de cargas faziam turnos para receber ou entregar as mercadorias. Tudo parecia um grande organismo aos sentidos dos homúnculo, que estava sentado ao lado de uma arvore que tinha uma vista bem agradável do porto inteiro.

Ele estava sentado neste mesmo ponto a três dias, em uma posição, que embora para ele fosse bem confortável, parecia ridículo para qualquer um que o observasse especialmente levando em conta a sua aparência. Ele havia encontrado o porto em suas andanças, e começou a observar a sociedade. Ele chamou a atenção dos guardas do porto ao entrar, ganhando três soldados o seguindo a uma distancia "segura" e "discreta". A aparência dele já era estranha por si só, mas o fato dele perambular sozinho  pelo porto que despertou a curiosidade e atenção da guarda. Os soldados o consideraram uma possível  "ameaça imprevisível", e metade desse termo estava correto.

Em uma ação completamente imprevisível para os soldados que o seguiam, ele simplesmente sentou e observou o porto. Com o passar do tempo, os soldados acabaram tendo outras tarefas para cuidar e eventualmente acabaram o deixando em paz. Nenhum deles tentou um contato mais direto, acreditando que Skazka não era nem capaz de se comunicar.

Em sua mente, ele tentava compreender o que movia o porto. Ele compreendia que todos precisavam comer, mas somente os pescadores traziam os peixes, e em quantidades muito maiores que eles próprios poderiam comer. Em sua visão, o porto era como um organismo vivo, que cada pessoa tinha uma responsabilidade para com o resto, e obedecia esse dever para a sobrevivência do porto como um todo.O que lhe intrigava e lhe confundia era o conceito do dinheiro. Os peixes dos ditos pescadores eram vendidos e não dados aos outros, criando uma rede que promovia a diferença de riqueza entre todos, em vez de lutar pela sobrevivência como um só. Ele próprio não precisava comer nem dormir, e assim nunca teve essa necessidade de procurar o verdadeiro significado do dinheiro.

Na manhã do terceiro dia, ele percebeu uma criança por perto dele, se escondendo atrás de um muro a poucos metros de distancia. A criança era maltrapilha, não tendo mais que 7 anos, claramente uma das crianças de rua que tem em todas as cidades. Mas para o homúnculo, isso tinha nenhum significado, já que ele próprio esquecia que outros precisavam de muito mais para viver. Ele girou um pouco a cabeça, olhando o garoto, e disse, em sua voz anciã:


"Minhas saudações, Em que posso sa..."  

Antes mesmo que ele pudesse terminar a frase, o garoto fugiu. Se Skazka deveria ter se sentido ofendido com tal ato, ele ainda não sabia. Simplesmente virou a sua visão de volta para o porto, seus olhos perdidos na complexidade de uma caravela que trazia barris de coisas que ele não conhecia. Mas o importante era que ele estava aprendendo....

O passar das horas foi lento, porem proveitoso. Ele começou a se questionar sobre certos costumes que observava nos trabalhadores das docas. Ele entendia que existia uma hierarquia, e que os que estavam mais abaixo faziam o trabalho mais pesado. Em meio a seus pensamentos, ele foi interrompido pela presença de um homem,de pé a vários metros de distancia, mas se aproximando lentamente. O andar era cauteloso, mas foi interrompido por um gesto de respeito, uma pequena reverencia ao homúnculo, que foi respondido igualmente com uma inclinada de sua cabeça, como se estivesse de acordo. As roupas desse homem eram mais ricas e detalhadas que do resto dos trabalhadores nas docas, e isso demonstrava claramente o posto superior.


"Um rato me contou que você sabe falar, podemos trocar algumas palavras então?"

O homúnculo se levantou desajeitadamente, quase rolando em suas costas no processo, mas recuperando o equilíbrio em pouco tempo. Levou em consideração o que tinha acabado de ouvir, e respondeu vagarosamente:

"Posso lhe oferecer a minha atenção, se é isto que você quer dizer. Mas antes, me permita uma questão: O senhor consegue conversar com ratos? O que eles costumam dizem?"

Por mais que fosse uma pergunta sincera, o homem não demonstrou nenhum senso de humor ou mesmo se deu ao trabalho de responder a pergunta feita, simplesmente indo direto ao ponto.

"Você parecer ser um.... ser capaz, e eu lhe ofereço a oportunidade de ser comissionado como mercenário em uma expedição, a serviço do navio "A alvorada" e do seu capitão. Uma missão deste tipo pode trazer fortunas a suas mãos.... ou transformar os seus desejos em realidade. Uma besta feroz como você seria uma adição conveniente a equipe, em mais de um aspecto"


Por alguns segundos, nenhum som foi feito. Skazka absorvendo cada peça da informação, tendo mais dificuldade com os termos novos que o conteúdo da frase. Após diversos segundos de espera, ele respondeu:

"Se a sua intenção de me pagar por uma tarefa for verdadeira, eu consigo compreender e simpatizar com a sua empreitada. Mas eu lhe retorno uma pergunta mais uma vez: O que eu receberia em troca? Não me apego a esse lugar que agora estou, por isso irei seguir a sua missão, mas eu lhe peço a compensação em um formato mais útil para mim. Essas pequenos metais brilhantes para mim são um mistério maior que este mar que observei.  O que eu poderia realizar com tal coisa?"

A pergunta parecia realmente brincadeira em sua essência, mas era de uma curiosidade honesta. Ele compreendia somente superficialmente esse conceito, mas para o homem em sua frente, ele parecia estar perguntando de que cor é o céu, e se o mar era vasto. Mas a resposta ainda veio séria, em um tom severo.

"O que você desejar. Comida e bebidas da melhor qualidade, livre acesso para onde você desejar e poder da maneira mais refinada. Ouro é aceito para tudo neste mundo. Ouro é o que mantem essa e todas as outras cidades funcionando. E eu estou lhe dizendo que essa expedição pode lhe trazer quantidades exorbitantes para todos nós. Simplesmente esteja na caravela ao nascer do sol de amanhã e serão dados mais detalhes."

Skazka estava verdadeiramente intrigado, e concordou com um breve movimento da sua cabeça. Mesmo após o homem ter ido embora, ele ficou tentando entender boa parte das palavras. A resolução é que ele não aprenderia nada se somente continuasse a observar, sem interagir com esse novo mundo. E assim, ao nascer do Sol, se dirigiu ao convés da caravela A Alvorada, se sentando recostado em um dos mastros, na mesma posição cômica que havia passado dias sentados, como se fosse uma tartaruga prestes a virar em suas costas.

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Mensagem por Gin em Seg Fev 24, 2014 12:34 pm

Ruff, a praia paradisíaca que tanto intrigava Gin. Não sabia como havia parado ali novamente. Seus pés, tão acostumados a viajar, haviam levado o andarilho novamente àquele pedaço de terra de Lodoss onde os maiores mistérios pareciam residir, mas que poucos conseguiam descobrir.

A tarde já avançava rapidamente, o pôr-do-sol já visível a Oeste. A luz alaranjada coloria as areias fofas das milhas de praia que se estendiam para ambos os lados, suas árvores balançando com a suave brisa do verão quente da ilha. Era ali que uma batalha se desenrolava.

Gin estava cercado por três ladrões, outros dois jaziam desmaiados aos seus pés. Como de costume, sempre que vinha a Ruff, havia parado na Estalagem Stallion, onde rostos conhecidos sempre eram presentes. Prestes a passar por suas belas portas de madeira, foi atropelado pelo grupo de assaltantes, pertences roubados caindo por todos os lados. Foi assim que havia iniciado o combate a poucos metros da Estalagem. Não muito por terem roubado os objetos de idiotas que não sabiam se cuidar e sim pelos poucos modos de não pedirem desculpas ao andarilho depois de baterem nele.


Vocês conseguem mais que isso, vai.Disse, quando um dos ladrões tentou atacá-lo pelo flanco. Desviou facilmente de sua faca, agarrando sua mão no processo. Em seguida deu uma violenta cotovelada em seu queixo enquanto arrastava o corpo de seu oponente para frente. Desmaiado, jogou o corpo perto dos outros dois que tinha abatido de forma semelhante.

Sim, vejo que não encontramos um idiota qualquer.Respondeu o o chefe daquele pequeno grupo. Ou, pelo menos, parecia ser ele pois era o maior, o melhor equipado e também o mais feio. Dentre todos os feios, o pior deve ser o líder.

Usava um gibão reforçado com uma capa cinza por cima. Suas calças e botas, ambas pretas, pareciam ser de ótima qualidade. Ainda usava uma toca por cima de seu rosto cheio de cicatrizes e, para completar, duas manoplas de couro gastas. Segurava uma espada curvada de uma mão que, apesar de velha, parecia ter um ótimo corte.

Sem esperar seu último companheiro, ele avançou. Era mais rápido que os outros, sua técnica mais refinada apesar de ter quase dois metros de altura. Gin desviou de seu golpe vertical ao pisar para o lado na hora exata e, com igual destreza, evitou o contra-golpe. Perdeu o equilíbrio na areia fofa, usando suas mãos na areia para se manter equilibrado. Vendo uma oportunidade, o brutamontes avançou com um corte horizontal. Gin não arriscaria tomar um impulso naquele terreno irregular para ganhar na velocidade, por isso esperou.

Abaixou-se, evitando o golpe da espada e, com a mesma rapidez, usou suas pernas para pegar um impulso para cima. Socou a barriga de seu adversário, aproveitando-se do impulso, fazendo o mesmo curvar. Se não tivesse usando uma proteção extra, certamente teria quebrado alguma coisa. Completou seu movimento com uma joelhada por baixo do queixo do líder assaltante, desmaiando-no e, pelo som, ainda quebrando alguns de seus dentes no processo. O último ladrão já tinha fugido a muito tempo.

Limpou o suor de sua testa enquanto os hóspedes saíam da Estalagem, juntamente com os responsáveis pelo estabelecimento. Muitos agradeceram enquanto recuperavam seus pertences. Gin não se importava muito. Porém um desses hóspedes lhe estendeu a mão. O rapaz aceitou o comprimento e aceitou seus pedido para uma bebida como agradecimento.

Tomava seu -Gin- enquanto ouvia a proposta do homem à sua frente, que beliscava uma outra mistura. O homem já havia dito sobre e expedição que partiria no dia seguinte e já tinha feito uma boa proposta pelos serviços do andarilho. Não havia dúvida que Gin aceitaria, já que estava entediado e queria uma aventura que valesse mais a pena. No entanto, ainda não havia falado e estava somente aguardando o homem sério e de voz profunda terminar de falar.


Claro que vou minha chefia, não perderia uma oportunidade dessas.Disse, com um meio sorriso que tanto usava na hora de conversas. Já fazia algum tempo que procurava alguma coisa fora da ilha para caçar. Sua última empreitada tinha lhe rendido bons frutos, como a sua ótima e fiel montaria. Pensando em Choudon, decidiu que manteria o grande símio para trás. Seria imprudente levá-lo para um local totalmente desconhecido.

--/--

No dia seguinte, saiu da Estalagem com seus pertences em sua mochila. Choudon já havia partido para seu local favorito dos Rochedos, onde tinha treinado com Gin muito tempo atrás. Um pouco triste por deixar seu gorilão para trás, encaminhou-se até o porto onde não foi difícil encontrar seu destino. Embarcou na Alvorada, sem muito se importar com o restante da tripulação.

Depois de descobrir onde era sua cabine, deixou sua mochila no chão antes de trancar sua porta e ir até a frente do navio. Foi ali que encostou-se num canto para observar melhor seus companheiros de viagem. Muitos ali pareciam descartáveis, a não ser por um seleto grupo de viajantes que chamaram sua atenção. Focou-se neles até que o capitão começasse seu discurso. Queria partir logo. Estava animado e com grandes expectativas para as lutas que teria antes de encontrar os vastos tesouros que lhe foram prometidos.

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Mensagem por Sunset Sarsaparilla em Seg Fev 24, 2014 10:23 pm

Que alegre! Blair havia trocado a vida em um porto pela vida em outro, que grande viagem essa estava provando ser, cheia de novas perspectivas sobre a Ilha de Lodoss. Mas por mais irônico que isso pudesse soar, a vida em Ruff era muito mais amena e bucólica, pelo menos para alguém que tinha vindo direto de Takaras. O Porto Rangestaca era um ambiente muito mais hostil e de sobrevivência do que aquele que chamavam de Porto Real. As lendas não eram mentira, o povo de Hylindrus era composto por vários frouxos! Frouxos que, por sua vez, tinham mais dinheiro que uma música viajante vindo de uma região com certo estigma social. Talvez a política de “Lei do Mais Forte” que vigorava em essência no lado dela da ilha não fosse tão real quanto prezavam ser. Embora aventureiros fossem dos mais diversos tipos em todo lugar da ilha, ela era uma moça com chapéu pontudo e olhos que mudavam de cor esporadicamente, algumas pessoas achavam isso assustador, outras fascinante, mas a maioria com certeza imaginava que aquela moça vulgar e levemente exibicionista era uma bruxa. Perfeito para o plano de Blair, a instrumentista queria continuar vendendo a imagem de “Bruxa da Música” que ela tinha.

Os primeiros momentos dentro de Porto Real foram agradáveis e pacíficos, Blair refletiu muito sobre porque ela não tinha se mudado para lá mais cedo ao invés de encarar os perigos de Takaras cotidianamente. Eventualmente ela percebeu que uma vida de paz e ordem não tinha o mesmo charme e o mesmo glamour que uma vida pela qual você literalmente batalhou para ter, possivelmente tirou outras no lugar da sua para mantê-la também. Além do mais, as pessoas davam mais valor às suas vidas (mesmo que simples) no Porto Rangestaca, isso era perceptível pelo clima festivo dos dois lugares. Em Porto Real as preocupações eram um pouco mais sofisticadas do que “Será que eu serei esfaqueado hoje?” ou “Quem eu preciso matar antes que me mate?”. Em consequência direta, no final de um dia de trabalho normal eles não tinham nada para celebrar, afinal, que tipo de idiota comemora pescar peixes? Dificilmente eles eram carnívoros ou gigantes como nas histórias que já tinha ouvido em Rangestaca. Todo dia de festa na terra dela era festejado como se fosse o último, pois provavelmente seria para alguns!

Sentiu-se patética por um momento. Era o primeiro lugar grande que ela visitava depois de alguns dias na estrada e já estava com saudades da cidade natal. Longe do movimento do porto, algo pouco usual da parte dela, sentou-se no pior e tocou uma canção que a fazia lembrar-se do Porto Rangestaca, dos velhos tempos, dos velhos amores e, principalmente, das velhas maldições. Primeiramente a única plateia que ela teria para a noite era o mar e a reflexão da própria Blair sob a lâmina da água, mas parece que a casa teve mais gente que o planejado, um velho humano veio ao lado dela apreciar a melodia. Não tinha uma cara de quem gostava de ouvir música e a postura dele era bem rígida e severa, com um olhar penetrante que fez com que Blair se sentisse compelida a parar de tocar. Era a porra de um tarado ali, por acaso?


-Isso aqui não é seu showzinho particular não, tá? E se você veio me dar uma esmola, vai se foder, eu não preciso!

O verbo certo não era “precisar”, porque ela não tinha dinheiro algum, na verdade. O mais correto seria dizer que ela não “queria” receber a esmola do homem. Foi um pouco grossa de propósito para espantar o homem que estava interrompendo o momento “homesick” dela. Até que houve resposta.

-Esmola? Dificilmente, eu diria. Eu quero oferecer um contrato, um serviço próprio para uma aventureira. Mas como você não quer...

E logo se afastou, aceitando a rejeição por parte de Blair da mesma maneira fria pela qual veio até a própria. Tão cedo ele virou as costas, logo pôde perceber a reação de Blair.

-Eu disse que esse não era seu show? Claro que não, ele é o... Nosso show! Onde você me contrata e eu faço minha magia e BAM! Muito dinheiro, coroa, muito dinheiro! ... Preferencialmente para mim, já que os lucros ainda não foram discutidos. Sou uma mulher de negócios, se é que você me entende!

Foi uma noite de muito falatório, obviamente por parte de Blair, o contratante, tal de Junkam, era bem mais calado que a barda em questão. Infelizmente, ela não tinha problemas em monólogos, muito pelo contrário, todo bardo gosta de um pouco de tempo para exibir seu falatório altamente afiado e rebuscado, ela não era uma exceção MESMO. Ela não pegou muito do que era a missão, mas malandra de carteirinha pegou a hora certa para estar no lugar certo, o resto Blair podia improvisar, como a música já tinha ensinado para ela de longa data.

Quando chegou no grande navio, com seu grande nome pomposo e sua grande tripulação de aberrações, sentiu-se um pouco deslocada. Monstros não eram nenhuma excentricidade para quem vinha de Takaras, mas ela estava acostumada a ser a “pessoa estranha” dos grupos, mas alguns dos companheiros de tripulação dela mereciam o troféu. Entrou no navio com uma canção.


-Fui transportada pra um mundo distante
Onde os monstros fazem as leis
Eu estava jogando
Agora estou nesse lugar
Com o malvado Mal irei lutar
Lei dos monstros
Monster rancher

Entrou com uma uma cara de deboche, altamente satírica e desbocada, tentava fazer-se clara quanto a opinião dos vários outros aventureiros contratados que estavam no navio com ela. Não fazia por mal, mas um dos prazeres da vida era o de gozar, e ninguém entendia melhor de prazeres do que bardos.

-Bom dia, lobos do mar! Quando é que é a próxima calmaria? Eu tenho outra música preparada para esse tipo de ocasião.

Não pôde continuar seu pequeno show de introdução, em pouco tempo o capitão pediu que fossem até os aposentos deles e voltassem para uma última reunião ou coisa assim. O bom senso dizia para deixar instrumentos no quarto, mas ela não faria isso de forma alguma. Nunca se sabe quando o capitão vai querer uma trilha sonora, não é?

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Mensagem por NR Lima Limão em Ter Fev 25, 2014 9:38 am

Aos atrasados, têm até hoje meia noite para postar, qualquer post feito após a meia noite será ignorado.

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Mensagem por DSVexor em Ter Fev 25, 2014 10:52 pm

A manhã estava começando em Hilydrus, um lugar tranquilo na maior parte do tempo, com muitas pessoas boas; Boas até demais. Porém não era exatamente o melhor lugar para eu ficar, considerando os olhares que eu recebia quando estava por esses lugares. Mas só estava lá por um acordo que tinha feito com um sujeito no dia anterior.

[Dia Anterior]

Eu estava perambulando por Hilydrus sem rumo algum, apenas querendo experimentar novos lugares da ilha. Era de tarde, umas 16 horas provavelmente. O lugar era o porto real, aonde provavelmente não era o lugar mais comum de se encontrar "monstros" como eu. Mas eu não estava dando a mínima para os olhares que me lançavam, as vezes de nojo e outras de espanto. Isso já é até normal, tanto que estou acostumado. Não sabia muito bem o porque de eu ter escolhido logo esse lugar, provavelmente curiosidade, já que não era o lugar que eu mais frequento. A maioria das pessoas que ali estavam eram humanos de bom caráter, conversando uns com os outros sobre a vida, alguns sobre o trabalho e outros sobre a família. O que pouco importa, porém isso só afirma ainda mais que Hilydrus é um lugar pacífico na maior parte do tempo. Em alguns momentos ficava até mesmo com um pouco de inveja deles. Pois, alguns podem achar que ser tecnicamente imortal é uma boa coisa, mas na verdade, é um tédio. Você vê seus amigos morrerem enquanto você ainda está vivo, e fica na mesmisse durante uma eternidade. Ironicamente eu luto para continuar 'vivo'. Em um momento, fiquei parado observando as embarcações indo e chegando. Não era algo muito divertido de se fazer, mas de certa forma isso me lembrava o ciclo ds vida: que nascemos e morremos 'naturalmente'. E também que essa lei não se aplica a mim. Muitas vezes penso em como eu seria tratado se eu fosse um "ser normal", provavelmente com respeito, assim como um ser humano qualquer. Mas enfim, ninguém está interessado nisso.

Enquanto estava parado no cais, um sujeito desconhecido apareceu e o vi caminhando em minha direção. Na hora já pensei que eu receberia uma série de insultos tais como "esse não é o seu lugar, monstro!". Então já o recebi com uma pergunta.

— Oque quer comigo? Mais outra série de insultos?

Não quis ser violento com, afinal ele não se mostrou agressivo, então por que eu seria? Ele se manteve sério diante a minha pergunta. Parecia não temer a minha aparência. Então me olhou dos pés à cabeça, como se estivesse me analisando, e então ele respondeu.

— Insultos? Não, criatura. Venho lhe oferecer um serviço, uma busca por algo valioso. Nada do que você provavelmente já não tenha visto.

A proposta me pareceu um pouco suspeita, afinal algo como isso acontecer sem mais nem menos não é algo muito comum. Mas eu tinha escutado pessoas conversando sobre uma tal "expedição em busca de um tesouro", então já era uma evidência que ele estava sendo sincero. Também para não cair na mesmisse da vida, aceitei.

— Sem mais nem menos? Aceito.

O sujeito pareceu contente com minha resposta positiva. Então me deu mais informações, como o local para ir, a hora, dia e etc.

[Presente]

Então fui até A Alvorada e ouvi as boas vindas do capitão. Pude ver também a tripulação, a maioria eram pessoas aparentemente normais, mas outras se destacavam no meio delas. Entrei no navio e fui direto ao meu aposento. Coloquei minhas coisas no chão e fiquei lá esperando o comunicado do capitão. Sem dar nenhum pio.

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Mensagem por NR Lima Limão em Dom Mar 02, 2014 1:19 pm

Todos no navio era hora de zarpar, mas antes de tudo, o capitão aguardava que todos os seus tripulantes se reunissem no convés para um ultimo comunicado. Um dos marujos logo passou pelos corredores chamando quem quer que estivesse no andar de baixo ainda para que subisse, incluindo os 5 convocados para serem os protetores daquela expedição. Porem, apenas 4 deles subiram, pois Diego parecia não ter sido encontrado por ninguém dentro do navio naquele momento. Sem outra escolha, o capitão decidiu começar seu comunicado mesmo com um membro faltante, pois não queria atrasar mais a partida do grupo. – Sejam bem vindos marujos, mercenários e expedicionários. Todos aqui foram informados de qual será nosso destino e do quão perigoso pode ser esta viagem, mas estou aqui mais uma vez para reforçar isso em vossas mentes. – O capitão falava em um tom bem alto, quase gritando e com sua voz potente e autoritária, aquelas palavras quase soavam como uma ameaça aos medrosos do navio.

- Estamos rumando para um destino incerto, onde o inesperado nos aguarda, o perigo espreita em todos os cantos e a morte passa ser sua companheira de quarto a todo instante. Mas onde muitos falharam, nós iremos triunfar, pois eu acredito que VOCÊS sejam capazes disso. – Em dado momento seu discurso se tornava menos amedrontador e passava a ser um discurso motivacional, dando até mesmo inspiração aos demais. – Capazes de receber o inesperado de peito aberto e sem medos, capazes de enfrentar o perigo sem hesitar, capazes de lidar com a morte, caso esta venha sobre vós querendo ceifar-lhes as almas.

- Por conta disto, peço a aqueles que não se sentem seguros para partirem nesta missão, que saiam imediatamente, e deixem sua covardia e medo para trás, pois aqui, não toleraremos covardes, muito menos aproveitadores que estejam aqui apenas pelo dinheiro. Aos demais, desejo-lhes boa sorte, e que os ventos abençoem nossas velas nesta manhã meus caros companheiros.
– E com seu discurso terminado, ele aguardou alguns minutos, mas ninguém ali demonstrou vontade de abortar a missão, portanto logo o quartel mestre do capitão, gritou a plenos pulmões. – LEVANTAR ANCORAS, MARUJOS! LIBEREIS AS VELAS, VELACHOS E SOBREJOANETES. – E então toda a tripulação começou a correr e se preparar para a partida, em poucos instantes, eles já estavam navegando em direção ao grande mar Baylen, rumo ao continente desconhecido por todos.


Alguns dias mais tarde...



Os dias passaram calmos, o mar parecia convidativo aquela semana e nada de estranho havia acontecido até então. Todos da tripulação tinham seus afazeres e, portanto não se incomodavam com a calmaria, pois nunca ficavam parados, mas para os 5 guerreiros aquilo estava se tornando extremamente monótono. Desde que saíram do porto real, não haviam feito nada além de ficar observando o balanço do mar, a tripulação trabalhando ou a si próprios divagando sobre a vida. Em dado momento, o tédio se tornou tamanho que eles passaram a observar uns aos outros, a procura de saber mais sobre seus companheiros, sem que necessitassem de um contato direto, talvez por medo, preconceito, ou por puro tédio. As horas passavam e a claridade rapidamente pareceu desaparecer, já estavam bem distantes no mar e portanto o clima se tornava bastante instável. Uma tempestade sem anuncio chegou sobre a caravela e em poucos minutos, o dia que estava claro e parcialmente sem nuvens, se tornou cinza e negro como a noite.

Os ventos tomavam cada vez mais força e as ondas castigavam o casco da embarcação, que balançava no ritmo do mar parecendo que a qualquer momento viraria de ponta a cabeça. Não demorou muito até que a chuva começasse a cair, e a tripulação corria para diminuir as velas, e guardar o restante das caixas que estavam no convés. Aos aventureiros, nada mais restava além de segurarem firmes em seus aposentos e aguardarem o fim da tempestade, ou era isso que imaginavam, quando um tremor fortíssimo abalou toda a estrutura do navio. Apenas os ouvidos mais atentos puderam ouvir enquanto o quartel mestre gritava a todos. “Cuidado! Estão nos atacando!” Era hora de agirem, afinal. Um ataque, talvez piratas, não sabiam ao certo, mas seja como for, era hora de ação, e o grupo tinha que agir rápido, pois suas vidas estavam correndo perigo constante a partir dali.





<Edit.: Nessa rodada todos foram penalizados com 50 exp pelo atraso coletivo. Esse exp é cumulativo com outras penalizações e será descontado no proximo ganho de Exp do grupo.>


Última edição por GM Sah em Qui Mar 06, 2014 12:26 pm, editado 1 vez(es)

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Mensagem por SKAZKA em Qua Mar 05, 2014 1:11 am

Todos se moviam de um lado para outro, cada um com os seus afazeres e vontades a cumprir. A verdade era que a Skazka muita agradava ficar observando tudo acontecer em volta, analisando os detalhes, mesmo que para ele não fizesse sentido nenhum.. E ele próprio sabia que embora sua inteligência fosse prodigiosa, sua ignorância sobre o mundo era mais profunda que o mar. Mas isso não o impedia de se perguntar, e procurar as respostas no ambiente, mesmo sem verbalizar:

"O que será que tem naquela caixa que carregam com tanto cuidado? E como esse enorme navio se move? Para onde iremos através dos mares? E porquê aquela humana de roupa vermelha é tão barulhenta? Existem tantos tipos de vivos diferentes no mundo quanto o que vejo aqui? ou só estou vendo uma fração minúscula?"

Em todo o tempo, ele se manteve na mesma posição, sentado apoiado no mastro principal, e só não atraiu mais atenção por causa da variedade do grupo em sua volta. Mas mesmo assim, se manteve calado, com exceção de quem quer que falasse com ele. Ele ouviu atentamente o discurso do capitão, memorizando cada palavra, perdendo parte do verdadeiro significado das frases para o drama e a ênfase do homem. Mas em sua essência, ele compreendeu o recado. O perigo não era exatamente convidativo, mas absolutamente tudo para ele era novo e perigoso em seu próprio mérito. Após o inflamado discurso do capitão, ele decidiu se manter no mesmo exato ponto em que estava, simplesmente porquê não tinha lugar melhor para ficar.

Mesmo que não intencional, a escolha foi uma excelente opção, pois ele tinha uma certa dificuldade com portas, e por isso se mantinha quase todos os dias e noites no convés, dando pequenas caminhadas exploratórias até onde ele tinha acesso. Seus passos eram lentos e pesados fazendo a madeira ranger, e as vezes até ameaçar a quebrar. Mas felizmente, ele nunca causou nenhum dano ao navio, exceto por ter assutado um ou outro marinheiro em suas andanças, em que ele se desculpava de uma maneira quase formal e sincera.

Dias se passavam, e ele se sentia desconfortável cada vez mais. Ele se acostumou a terra, e por isso, nunca se preocupava com remover a energia do próprio solo. Em seu centro, ele sentia uma certa “fome” de energia, se tornando mais aflito com o passar dos dias. Ele tentou de outras maneiras contornar isso, passando tempo perto das caixas que ele descobriu ser de frutas ou legumes, comidas que em algum outro momento faziam parte do solo fértil. Mas mesmo assim, o seu desconforto só aumentava. Ele tentou até mesmo a água do mar, ficando o mas perto possível da água, no convés inferior da caravela. O que ele aparentava de ser pacífico e preguiçoso nos primeiros dias foi trocado por constantes caminhadas aflitas e apressadas, a fim de matar a sua “fome” por energia.

Vários dias após, em um estado que qualquer um só poderia chamar de mal humor, ele percebeu uma mudança brusca no clima, fazendo o barco chacoalhar de um lado para o outro. As ondas normais as vezes se provavam já um problema para um ser tão destrambelhado quanto ele, mas essas ondas eram maiores, e ameaçavam o derrubar em suas costas caso ele não prestasse atenção. Ele cambaleou para o aposento mais próximo da porta e simplesmente entrou, não se importando de quem era o quarto. Ao ver que pertencia a alguém que não estava lá no momento ((Se alguém quiser aproveitar a deixa, a vontade)), ele se fechou sobre o corpo, como se estivesse se protegendo. Pelo menos assim ele ficava mais estável e dificilmente seria derrubado pelas ondas.

Mas então, ele foi surpreendido novamente, ouvindo o chamado do quartel-mestre e imediatamente se dirigiu ao convés, mesmo que de maneira lenta para garantir que ele não vira-se de costas e tapasse o corredor ou qualquer uma das portas, a qual ele aprendeu a ter desgosto por maçanetas e a sua maneira complicada de abrir e passar devido a sua forma.

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Mensagem por NR Lima Limão em Qui Mar 06, 2014 2:21 pm

Assim que todos subiram ao convés, puderam ver a gravidade da situação. Era como se nuvens negras de pura escuridão tivessem tomado todo o céu repentinamente. As nuvens formavam uma escultura tenebrosa no céu, como se fossem uma massa de trevas solida, prontas para despejar todo um desastre sobre a embarcação. Os ventos castigavam as velas; e as ondas, o casco. Para um ser inexperiente no mar, aquilo certamente significaria morte certa, o desespero eminente por um possível naufrágio em alto mar, em plena uma tempestade, era de assustar até mesmo o mais forte dos guerreiros. Mas para os marinheiros e o capitão, aquilo não era nada, pelo menos nada comparado ao que estava por vir. Por entre as ondas e a escuridão sem fim, um projetil negro e esférico, do tamanho de um melão, atravessou metade do convés até atingir de raspão um dos mastros e voar para fora. – ESTAMOS SENDO ATACADOS! PROTEJAM-SE! - Gritou o quartel metre e em seguida a movimentação no convés, que já era alucinante, tornou-se ainda mais confusa e caótica.

Era praticamente impossível distinguir qualquer som de explosão entre toda aquela ventania e trovões, o negrume e a chuva confundiam a visão dos mais destreinados. – ESTÁ ALI! – E um dos homens mais próximos da borda esquerda do navio apontou para uma massa negra que se movia por entre as ondas. E logo, a imagem tomava forma e revelava a presença de uma segunda embarcação, esta era um pouco menor que a Alvorada e tinha as velas rasgadas em alguns pontos. Era impossível distinguir sua bandeira, muito menos se havia qualquer individuo em seu convés, mas imediatamente, eles viram algo pior. 3 clarões vindos do casco da embarcação e em seguida, os 3 projeteis negros vinham voando em alta velocidade. Um deles atingiu em cheio a lateral do Alvorada, causando um tremor e um estrondo terríveis. O segundo passou direto pela convés, voando bem alto, já o terceiro atingiu o gradil que cercava o convés, fazendo com que uma chuva de estilhaços de madeira voasse em direção aos mais próximos.

- TODOS AOS CANHÕES! PREPAREM OS GANCHOS, E DESEMBAINHEM SUAS ESPADAS, ELES IRÃO INVADIR. – Sem que o grupo notasse, os dois capitães faziam uma manobra parecida com uma espiral, onde um navio se aproximava cada vez mais do outro em sentidos contrários. Em poucos minutos as duas embarcações estariam emparelhadas e eles poderiam ver a origem de seus atacantes. Enquanto as duas embarcações se aproximavam, os 4 aventureiros tentavam chegar, de alguma forma, até a lateral esquerda do convés. Em meio a toda aquela correria e desespero, as cordas e lascas de madeira, os ventos e chuva. Durante a corrida para chegar ao local, Blair foi a única capaz de ouvir um quase suspiro de desespero de um dos marinheiros. – Eles são... Mortos vivos! – E então todos puderam ver, assim que as duas embarcações estavam quase uma ao lado da outra. Varias cordas com ganchos foram atiradas na caravela, ao mesmo, e vindos da escuridão, pendurados em cordas, esqueletos, zumbis e afins pulavam dentro da caravela, enquanto o navio fantasma, continuava a atirar contra o Alvorada impiedosamente.





<Atraso perdoado devido ao carnaval. Prazo atual até dia 10, segunda, nesse mesmo horario.>

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Mensagem por SKAZKA em Sex Mar 07, 2014 10:09 am

Ao atravessar a porta (desajeitadamente), ele viu o caos que se instalou no convés. A caravela estar balançando de um lado para o outro não ajudava em nada a sua situação, e o piso molhado só piorava o seu equilíbrio. Mas pelo menos ele não caiu, se focando em manter-se de pé.

Em volta dele, aconteciam muitas coisas ao mesmo tempo, mas ele estava raciocinando com uma certa clareza, proveniente não do calor da batalha, mas de uma certa inocência sobre o mundo. A chuva forte caindo era uma novidade tão grande quanto as bolas de canhão zunindo pelo ar. Ele poderia até se maravilhar com isso tudo, vendo a beleza nesse caos com uma certo olhar de incredibilidade, se não estivesse em um péssimo humor. A fome dentro dele o deixava tonto, uma coisa que ele não sentia a muito tempo.

Ele se aninhou novamente perto do mastro principal, um local que ele achou confortável durante um bom tempo, esperando para ver o que acontecia em sua volta. Os clarões vindo do outro navio soavam como trovões, se misturando aos relâmpagos no céu, e previam as chuvas de estilhaços de madeira através do convés.

Mas isso foi só o começo. Os dois barcos redemoinhavam um em direção ao outro, se preparando para a batalha mais pessoal. Skazka se moveu para se posicionar, plantando bem as suas pernas no chão, esperando o impacto, e preparado para absorver a primeira parte da invasão. Visando proteger os novos aliados e merecer a recompensa que lhe foi prometida, ele ficou bem a frente. E em um ato de proatividade, ele já usou a sua garra para tentar cortar alguma das diversas cordas que estavam sendo lançadas com os ganchos no convés. Os inimigos eram estranhos para ele, mas não faria diferença. Agora ele estava prestes a proteger algo outra vez, e isso pelo menos diminuía o seu mau humor e o distanciava da fome e tontura do mar.

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Mensagem por Gin em Seg Mar 10, 2014 9:45 am

A viagem pelo mar, que começou muito agitada e cheio de expectativas, já estava se tornando tão entediante para Gin quanto arar os campos de Hirt, lembrança essa de anos anteriores onde ainda trabalhava com o tio para se alimentar. Mesmo naquela ocasião o rapaz ainda se movimentava para fazer alguma coisa em contraste com o que tinha para fazer no navio, o que era absolutamente nada.

A princípio até tentou ajudar seus companheiros de viagem nos afazeres do dia a dia, sem sucesso. Vendo que iria mais atrapalhar do que ajudar, Gin resolveu treinar por conta própria ao longo das tediosas horas passadas no convés. Isso até deu certo e praticava por horas por conta própria, assim como fazia em seu dia a dia em Lodoss. Porém não queria forçar seu corpo a ficar cansado e, nas horas restantes, viu-se deitado em seu pequeno quarto, sua mente viajando por Limbo e além.

Fui em uma dessas viajadas extremas que começou a confusão. Berros, vozes, tiros, canhões. Não ouvia nada disso. Sua mente estava tão absorta em próprios pensamentos que foi somente quando um de seus companheiros de viagem entrou acidentalmente em seu quarto que começou a perceber a gravidade da situação.

Virou sua cabeça na direção Skazka, seus pensamentos começando a entrar em ordem novamente.


e aí, vamo brigar?Perguntou idiotamente para o rapaz, sua análise da situação ainda demasiadamente lenta enquanto olhava de sua cama para o rosto do rapaz ali parado. Foi nesse momento que ouviu a voz do capitão chamando todos para o convés.

Ah! Finalmente!Animou-se em um instante e saiu em disparada até o convés, alongando seus membros. Seu treinamento diário havia sido horas atrás e seu corpo já estava frio.

Viu a confusão do lado de fora do navio. Flashes, chuva intensa, desespero dos marujos. Ora, estava começando a ficar interessante. Firmou-se no mastro principal, ainda observando o que viria a acontecer em seguida, sua mente agora estranhamente clara. Sabia onde chegaria.

Os navios estavam emparelhados. Correu até o lado esquerdo do convés, tentando muto não perder o equilíbrio no meio daquela confusão de corpos e detritos. Lá chegando, viu quem seria seu adversário.


Agora sim! Interessante demais!Gritou, abrindo um sorriso animado no rosto.Venham e que o melhor lutador vença!Completou, esperando o primeiro morto vivo em sua direção.

Seu plano era simples. Iria tentar interceptar todos os adversários que estivessem tentando entrar no navio perto de si. Socaria e chutaria todas as criaturas antes que elas conseguissem se lançar ao convés de seu navio. Sabendo que esse plano não duraria por muito tempo, faria lutas rápidas com cada adversário, afim de tentar desmaiar o maior número deles possível, pensando que seus companheiros poderiam precisar de sua ajuda.

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Mensagem por Sunset Sarsaparilla em Ter Mar 11, 2014 3:56 pm

Obviamente pega de surpresa pelo repentino ataque, Blair saiu ainda meio desajeitada do quarto. O ponto positivo de usar roupas tão extravagantes e exibicionistas é que não era difícil se vestir rápido, o ponto negativo era a chuva e o vento quase arrancando a pouca roupa que ela tinha no corpo. Segurando o chapéu com uma mão e o top com a outra, avançava pelos corredores e buracos do navio até o lado esquerdo do convés, a guitarra acústica pendurada no ombro pelo strap. Não acreditou no que tinha ouvido sobre mortos vivos, parecia uma história de marinheiros sem sentido, como aqueles peixes colossais que sempre rasgavam a rede ou puxavam a vara de pescar, mas dessa vez ela quebrou a cara quando viu a tripulação do barco negro.

Com um acorde nervoso no instrumento, comentou a situação de forma lírica.


-Com um acorde sustenido, afirmo que estamos todos fodidos... Desculpem, mas eu achei a rima apropriada. Heh

Mais pequeno acorde, para consolidar a piada. O objetivo dela era ficar atrás dos companheiros, em uma distância segura o suficiente para não cair morta nos primeiros cinco minutos, como tantos marujos já o tinham feito.

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Mensagem por NR Lima Limão em Ter Mar 11, 2014 6:28 pm

Não demorou muito até que os 5 guerreiros estivessem no convés, preparados ou não, a invasão começava violentamente, uma dúzia de esqueletos descia por cordas vindas simplesmente da escuridão. Enquanto isso, os tiros de canhões de ambos os lados continuavam, e juntamente os fortes tremores que balançavam toda a embarcação. Skazka foi o primeiro a chegar e também o primeiro a receber inimigos, dois esqueletos armados com sabres vieram do alto pulando em cima do homúnculo prontos para perfura-lo. O segundo foi Gin, que se preparou para pega-los e conseguiu chutar um dos esqueletos em pleno ar de volta para o mar, fazendo-o chocar-se com a lateral da embarcação inimiga e cair dentro do mar. Outros dois pousaram ao seu lado, mas fora do alcance de seus golpes, não dando a ele tempo de conseguir chuta-los para fora. Agora havia um de cada lado de Gin, ambos também armados de Sabres (imagem). Blair era a única do grupo que não enfrentava um inimigo diretamente, de sua posição, ela observava enquanto os esqueletos invadiam e os marinheiros e mercenários tentavam, no desespero, expulsa-los dali.


Enquanto isso. No compartimento de carga...

Solveig estava no porto real no dia anterior a grande expedição rumo ao continente desconhecido. Estava foragido de seus raptores no porto e havia conseguido se refugiar dentro do porão de uma das embarcações, enquanto esta era abastecida durante a noite. Não foi muito difícil entrar na embarcação, uma vez que o movimento no porto naquele horário era muito menor, e com seu porte físico, bastou que ele pegasse uma das caixas e subisse a bordo. Ja dentro da embarcação ele se escondeu entre as caixas mais no fundo do porão e aguardou, esperou uma, duas, três horas. Tempo suficiente para que seus perseguidores desistissem e fossem embora, mas em meio ao cansaço de uma fuga, Solveig acabou pegando no sono dentro do próprio navio, sem nem mesmo imaginar, que no dia seguinte, este partiria em uma missão sem rumo pelo oceano.

Solveig só acordou horas mais tarde após a partida da caravela, sentindo o leve balanço do mar. De inicio se assustou, não sabia onde estava nem para onde ia, mas se conteve, estava vivo afinal. Depois vieram as duvidas e incertezas. Para onde estava indo? De quem era aquela embarcação, e o mais importante de tudo... Onde arranjaria comida! Seu estômago roncou instantaneamente com o pensamento. Assim que acordou, foi advertido da presença de alguém chegando, se encolheu em seu canto, e ouvindo com bastante atenção, percebeu que estava numa caravela chamada Alvorada. Os marinheiros abriram uma das caixas e delas tiraram alguns suprimentos, que eles levavam em sacas para o andar de cima, e foi nessa deixa dos marinheiros, que ele viu a chance de se alimentar. Alguns minutos depois da saída dos marinheiros, Vardar pegou algumas das provisões dentro das caixas para se manter vivo.

Assim foram seus dias dentro daquela embarcação, esperando até que a caravela aportasse em terra firme antes de ser descoberto, e jogado aos tubarões taxado como ladrão. Mas foi algo pior que aconteceu, numa tarde qualquer no por~]ao, ele sentiu o mar se agitar mais que o normal, e logo em seguida o barulho dos trovões. Imaginou tratar-se de uma tempestade comum, como as que haviam em alto mar, mas algo mais estranho aconteceu. Tremores terríveis, vários seguidos e gritos de desespero ininteligíveis. Algo de muito errado estava acontecendo lá em cima. Solveig agora se via dividido entre permanecer em seu lugar e torcer para que tudo fosse resolvido rápido, ou se revelar e tentar ajudar/fugir daquele lugar. Sua decisão logo foi apressada por um tiro de canhão, que atravessou o porão causando uma chuva de destroços de madeira e comida, juntamente com a fumaça e cheiro de pólvora intensos. Era hora de se mover, não havia mais como ele ficar parado ali no porão.





<DSVexor e Sunset Sarsaparilla perderam 50 exp por mais um atraso. Jogador Diego Martini foi retirado da campanha por não comparecer, em seu lugar, foi colocado o jogador Arkengel - Solveig Vardar, já introduzido na campanha.>

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Mensagem por SKAZKA em Qui Mar 13, 2014 5:43 pm

Esqueletos, parecia contra-produtivo. Pelo menos para Skazka, esse seria o pensamento, se a situação estivesse diferente. A tormenta e o caos dominavam a paisagem, e mesmo ele próprio estava irritado devido a fome, uma coisa que não acontecia a tempos. Agora era hora de uma ação mais direta, era hora de combater algo.

Não iria conseguir desviar dos sabres. Ele próprio não se submeteria a tentar desviar de ataques que ele não temia. Mas ele podia se defender, pelo menos em parte. Ele deixou os seus braços perto do corpo, a fim de ter as placas neles a fácil acesso para bloquear, e logo após, revidar com peso diretamente no atacante. E assim aguardou os ataques, sem tomar a iniciativa, observando se a atenção dos seus inimigos se mantinham nele, ou se havia alguém próximo precisando de ajuda. Embora ele próprio não fosse muito forte por si mesmo, o peso contribuía para pelo menos quebrar alguns ossos, o que pode a vir ser um problema para esqueletos.

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Mensagem por NR Arkengel em Sex Mar 14, 2014 9:54 am

Desde que chegará naquela ilha sua vida havia se tornado um inferno. Coisas sem sentido aconteciam toda hora, perseguições por pessoas desconhecidas, raptos, batalhas, encontros com monstros dos mais variados tipos, se Solveig fosse uma pessoa comum qualquer, ele estaria morto no primeiro dia que pisou naquela ilha. Tudo seria ainda mais fácil tambem se ele lembrasse de alguma coisa de como foi parar lá, mas claro que a vida como sempre estava disposta a dificultar tudo para ele, não importando onde ele esteja ou o que esteja fazendo.

Fugindo de algumas pessoas justamente para evitar qualquer tipo de combate ou perigo acabou entrando escondido em uma embarcação qualquer no porto e lá residiu. Solveig apesar do grande porte físico conseguiu manter seu corpo oculto usando-se do que tinha a sua volta no porão naquele barco. Não podia ser descoberto, tinha receio de que seria expulso ou até mesmo atacado pelos marinheiros caso eles soubessem que estava lá de clandestino, se manteve escondido a todo momento pensando em como iria se sustentar ali para sobreviver, por sorte acabou encontrando o local onde ficava os mantimentos graças aos outros tripulantes e isso garantiu sua sobrevivência.

Dias se passaram e em nenhum momento Solveig deixou de pensar sobre aquele barco. Duvidas vinham a sua mente sobre aquela embarcação, não tinha como não pensar nelas afinal tanto tempo sozinho e sem nada para fazer faziam ele pensar em muitas coisas com certeza. Ficava imaginando para onde aquilo estava indo, quem eram seus tripulantes, quem liderava aquilo, seria um navio cargueiro ou carregavam pessoas para alguma expedição fora da ilha?
Eram apenas indagações vazias e sem respostas, essas duvidas assolavam sua mente por pouco tempo, não tardou a ver que era inútil pensar muito nelas.
Teria sido muito ruin passar alguns dias ali se Solveig não fosse adepto ao silencio e a solidão, apesar de não gostar do fato de estar escondido como um clandestino em um navio totalmente desconhecido, Vardar gostava da solidão e da monotonia que tinha ali, aproveitava para meditar bastante boa parte do tempo também entre outras atividades mentais e espirituais que o ajudavam sempre a se manter ativo e descansado.

Imaginou que iria esperar até o barco desembarcar em alguma ilha e assim ele poder sair de uma vez de lá, mas é claro que a vida não organizaria algo tão simples para ele, pelo menos ele não sem tentar mata-lo alguma vez durante o processo.
Um dia diferente, em certo momento do dia o mar ficou mais agitado e eufórico junto com o som de trovões no céu, tudo marcas que indicavam uma tempestade, ficou um pouco preocupado até agora não havia tido nenhuma e geralmente tempestade no mar deve sim ser considerada um perigo. Permaneceu em seu canto ainda calmo apenas torcendo para que fossem uma tripulação descente, mas o que veio a seguir tirou sua tranquilidade completamente.
Tremores incessantes e gritos agoniantes de desespero percorriam todo o ambiente a sua volta, o ''jovem'' mago se levantou imediatamente e olhava para cima tentando imaginar o que estava acontecendo e o que significava tudo aquilo.

Sua mente pensava em ir averiguar o que estava acontecendo mas seu bom senso lutava com ele mesmo em uma duvida cruel se seria bom ou não fazer isso. Decidiu por esperar e ver o que iria acontecer logo para só depois tomar uma decisão concreta, mas eis que subitamente surge um disparo de canhão que irrompe o porão inteiro fazendo um grande estrago com as caixas de comida e madeira que estalava e voava para todos os cantos.

Mal deu tempo de reagir, seu corpo cambaleou e caiu para frente em frente a escada para subir com o balanço do impacto que o disparo causou, no chão Solveig cobria seu rosto e tentava proteger seu abdome numa tentativa instintiva de proteção de seu corpo dos destroços que voavam por todo canto. Ouvindo mais claramente o barulho do mar Solveig se levantava limpando os pedaços de madeira e alimentos que residiam em seu corpo e observava o estrago que tinha acontecido ali, não era uma tempestade, o navio estava sendo atacado! Cerrava os punhos ainda mais preocupado com sua segurança, se antes estava em duvida agora ela havia sumido completamente, todos do barco corriam perigo e ficar ali e esperar só resultaria ser alvo de outro disparo qualquer.

Rapidamente e alerta Solveig subia para o convés para ver o que estava acontecendo, se o navio realmente estivesse em perigo não teria sentido eles julgarem ele agora, e se os ajudar quem sabe eles perdoariam ele por ser um clandestino? Enfim... pensamentos a parte, o importante agora era sua segurança, tinha coisas mais sérias para se preocupar, ainda mais quando chegou no convés e viu o que estava acontecendo de fato!

O navio de fato estava sendo atacado, mas não por piratas quaisquer, eram mortos vivos! Sim, esqueletos usando armas querendo apenas arrancar a cabeça do primeiro ser que viam pela frente, eles apareciam e atacavam tudo ali, estava uma batalha já sendo travada entre eles, pessoas e criaturas enfrentavam elas pela sua própria segurança e segurança do navio.
Ao ver o perigo que todos e inclusive ele estavam correndo, ele instintivamente olhou todos os lados a sua volta buscando algum perigo iminente, algum esqueleto que pudesse representar alguma ameaça para ele ou algo assim para poder se defender a tempo.
Por enquanto não atacaria diretamente ainda estava processando tudo que estava acontecendo, mas também não era bobo para não ficar com todos seus sentidos alerta naquela situação. Os esqueletos usavam apenas uma arma o que facilitaria o combate, Solveig como um lutador sabia como combater oponentes armados. Mantendo sempre a menor distancia possível para tirar a vantagem que eles tinham de alcance que eles tinham usando uma arma e garantir a sua vantagem de movimento e tamanho.
Visava sua própria segurança primeiro mas caso não encontrasse nada que representasse perigo para ele tão perto assim buscaria em sua visão a primeira mulher que estivesse em perigo para ir ajuda-la.
Atacaria o esqueleto sem hesitar, correria na direção dele ou do primeiro inimigo que estivesse ''distraído'' com algum outro tripulante(vulgo Gin que estava contra 2)(caso não encontre nenhuma mulher em perigo também) aproveitando a distração dele e com seu corpo grande daria um encontrão no esqueleto e continuaria correndo o empurrando até a borda do navio, segurando os braços da criatura para ele não tentar nada e próximo da borda pararia e o arremessaria na água, viraria de volta para o convés querendo evitar ser pego de surpresa, sempre pronto para bloquear algum golpe de forma a evitar que as armas dos oponentes alcancem seu corpo usando os punhos para parar os golpes antes mesmo deles serem completados.

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Mensagem por Gin em Sab Mar 15, 2014 4:59 pm

Sua tática de bater nos esqueletos em curso havia começado muito bem. Quando viu sua presa se espatifando na lateral do navio e caindo como um saco de ossos podres no mar não pode de dar uma risada maldosa. Afinal, foi uma cena engraçada e tinha um tanto de humor negro.

Foi ali que viu sua tática infalível e genial falhar. Eram poucas as vezes que desejava lutar com alguma arma. Não muito na hora de combates, pois conseguia usar de sua agilidade enquanto seus oponentes ainda armavam golpes com armas mas sim na hora de alcançar algo. Se tivesse uma espada, os malditos mortos vivos não estariam fora de seu alcance. Deu alguns passos para trás, tentando deixar os dois, ao menos, dentro de sua visão.


Ah, mas aí é sujeira.. um de cada lado.Disse, olhando de um para outro enquanto estes cercavam-no.Então tá.Concluiu, limpando um pouco a chuva de seu rosto antes de por seu plano em prática.

Sorrindo, usou de toda a sua velocidade para se jogar diretamente no corpo de seu primeiro oponente antes mesmo dele ter tempo de usar sua arma. Esperava espalhar os ossos de seu inimigo para todo lado e, assim terminar o combate rapidamente. Mesmo que isso não funcionasse, esperava que o impacto fosse suficiente para deixar seu adversário atordoado.

Enquanto ele estivesse no chão, tomaria um impulso e ficaria de frente ao seu outro inimigo. Dessa vez faria uma tática de se desviar dos golpes até encontrar uma abertura onde pudesse atacar. Caso não tivesse acabado com o primeiro saco de ossos, tentaria girar com esse segundo inimigo para deixar os dois à sua vista evitando, assim, um ataque pelas costas.

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Mensagem por NR Lima Limão em Ter Mar 18, 2014 11:38 am

Os tremores no navio continuavam, cada vez mais fortes e a tempestade parecia somente piorar. Era extremamente incomum uma tempestade como aquela, com nuvens negras e uma escuridão tão grande. Até mesmo o ar estava pesado, e os mais sensíveis a isto poderiam sentir que algo muito ruim estava para acontecer com aquela embarcação. O ataque seguia sem dó ao Alvorada, enquanto mais e mais esqueletos surgiam pelo lado esquerdo, logo pela direita outra ameaça surgia. Subindo pela direita, escalando o casco da caravela, um grupo de mortos vivos decrépitos surgia. Os zumbis eram deveras mais lentos e menos inteligentes que os esqueletos, porem um pouco mais resistentes e mortais. Havia cerca de meia dúzia de zumbis agora subindo pelo lado direito, e com toda a tripulação ocupada detendo os mais de 20 esqueletos que subiam a bordo por cima e pela esquerda, ninguém pode impedi-los de entrar na festa também.

@Skazka

As coisas aconteciam bem rápido agora, principalmente com a chegada dos guerreiros ao convés. Skazka fora o primeiro a receber ataques diretamente, mas não teve muitos problemas em lidar com estes. Dois esqueletos desciam com suas espadas prontas para cortar o homúnculo, mas sua poderosa carapaça conteve a maior parte do dano e também deu a brecha que o ser precisava para eliminar os mortos, chocando-os um contra o outro. Não demorou muito até que novos inimigos aparecessem, três deles vindo pela frente e se preparavam para atacar.

@Gin & Arkengel

Gin, que estava bem próximo parecia estar em desvantagem, mas sua agilidade muito maior que a dos inimigos, lhe concedia um controle maior do grupo de inimigos. Eliminando o primeiro dos esqueletos com um choque de seu corpo contra o dele, Gin apenas virou-se para encarar o segundo, quando um homem truculento passou igual um trem de carga, atropelando o alvo e jogando-o ao mar. Os dois estavam praticamente lado a lado e agora estavam sozinhos, mas em contrapartida, pareciam ser os únicos com as mãos livres para tentarem parar a invasão dos zumbis do outro lado do convés.

@ Blair

Blair era a única parada ali, parecia assustada, ou incrédula da situação, mas seja por qual motivo, isto não durou muito. Um ultimo esqueleto, vindo pendurado em uma corda a escolhera como alvo, e a bruxa, ainda estupefata pela situação em que se encontrava-, não teve tempo hábil de esquivar de seu ataque. O esqueleto caiu sobre a mulher com sua lamina, cravando-a no peito da mulher do lado direito. Os dois caíram no chão, mas Blair agora sentia uma dor agonizante e sua respiração ficar mais pesada e difícil. A dor era torturante e o morto-vivo permanecia em cima de Blair com sua espada cravada no peito de seu alvo.

@todos

A situação ficava critica para alguns, enquanto que para outros parecia menos complicada. Mas todos sentiram todos os pelos de seus corpos se arrepiarem diante do estrondoso rugido vindo da escuridão. Todos pararam por alguns segundos, como se estivessem suspensos no tempo. Inimigos, aliados, e até mesmo o capitão que manobrava a embarcação contra a dos fantasmas. E então, instantes depois, tudo recomeçou, com mais selvageria, mais pressa e muito mais violência.





<Deve haver ainda umas duas dúzias de caveiras no convés, os tripulantes estão ajudando a conte-las, mas estão em certa desvantagem. Alem disso, tem agora os 6 zumbis chegando pelo lado direito. Coloquei vcs em pedaços separados de narração pra poder me situar melhor, mas na pratica vcs estão a poucos metros de distancia, nada impede que vcs se ajudem quando quiserem. Blair levou erro critico por ficar sem postar no turno de batalha, perdeu 40% PVs. Está imobilizada pelo esqueleto, e mesmo ele não pensando muito, vai sentir dificuldade em tirar ele de cima por conta do ferimento e da dor.>

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Mensagem por NR Lima Limão em Ter Mar 18, 2014 12:03 pm

O jogador DSVexor foi retirado da campanha por inatividade durante 3 turnos seguidos. Jogadora que irá substitui-lo será Silmeria, a ser introduzida na campanha no futuro.

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Mensagem por SKAZKA em Qui Mar 20, 2014 1:54 pm

A luta continuava, e Skazka mantinha a sua postura defensiva, contra atacando com suas pesadas garras, esmagando e quebrando os ossos dos esqueletos que tentavam lhe ferir. Mas dessa vez eram três que lhe focavam. Só que agora ele tinha uma segurança extra, sabendo que as espadas dos esqueletos não conseguiam penetrar decentemente em seu corpo.

Ele conseguiria dar conta de dois sem expor alguma parte com menos proteção no seu corpo, mas o terceiro ficaria sem resposta. Skazka considerou o risco, mas com o grande numero de inimigos nas proximidades, não era de interesse dele perder tempo com um saco de ossos com uma arma que o atrapalharia tanto quanto um palito de dente.

Em uma situação daquelas, ele sabia onde seria mais útil, e recuou para onde o capitão estava, para proteger o homem que o contratou. Nada mais lhe parecia justo, e com certeza, a batalha aparentava que não ia bem para o lado da tripulação. Uma tática nova parecia ser necessária, e ele se posicionou de maneira a tentar "entupir" o caminho para o capitão.

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Mensagem por Gin em Sab Mar 22, 2014 9:11 am

Viu sua segunda presa ser arremessada para longe pelo que parecia ser um touro. Confuso, estreitou os olhos por conta da chuva e da escuridão. Constatou que era somente um homem grande, de estatura semelhante a um touro. Sorriu ao vê-lo se aproximar.

Menino, sua mãe gostava de te dar leite, heim..Disse com ironia, depois de se assegurar que não haviam inimigos próximos de si...fala sério, essa montanha aí eu num encaro não.Completou, sorrindo.

Antes mesmo da resposta de seu novo companheiro aconteceu algo estranho. Um estrondo. Aliás, um rugido tão alto que parecia ter sido provocado com um tiro de canhão. Parou por alguns instantes e viu os zumbis invadindo o convés. Ora, finalmente alguns inimigos que pareciam mais fortes.

Ô MontanhaFalou Gin, chamando a atenção de Arkengel.Eu vou na frente ali.Apontou para os Zumbis.Se quiser, salva uns carinha aí e depois a gente se encontra.

Saiu correndo em direção ao grupo de zumbis, ganhando o máximo de velocidade que conseguia no piso escorregadio do navio. Enquanto corria, ia pensando em estratégias para esse novo grupo horrendo. Sabia que seriam mais fortes, por isso sabia também que sua tática de bater e desviar seria útil aqui.

Mirou no Zumbi mais próximo de si e pulou. Havia tentado correr em um ângulo onde os invasores não notassem sua aproximação, afinal o elemento surpresa seria crucial para o ataque. Já o pulo era simples: juntou ambos os pés no ar e mirava somente no rosto do morto vivo mais próximo de si.


UEEEPAAA!!Gritou, enquanto viajava pelo ar. Após esse primeiro ataque, aproveitaria do impulso que havia adquirido para tentar sair do meio do grupo restante de Zumbis. Sua estratégia era ir desviando dos ataques conjuntos usando tudo que tinha direito: sua própria agilidade e todas as coisas que poderia usar do navio, como madeiras para interceptar ataques, cordas, etc. Somente atacaria se houvesse abertura para tal.

Sua ideia era chamar a atenção desse grupo de monstros para deixar o restante da tripulação livre. Sabia que teriam problemas contra esses inimigos que pareciam infinitamente mais fortes.

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Mensagem por NR Lima Limão em Sab Mar 22, 2014 7:58 pm

A tempestade seguia piorando, as ondas enormes balançavam o navio de um lado a outro como se fosse uma gangorra, enquanto os tremores continuavam constantes. A chuva e os destroços em meio ao convés, juntamente com os corpos de tripulantes e esqueletos tornavam aquele, um cenário de caos e destruição. Os inimigos não paravam de chegar, sobrepujando e muito o numero de tripulantes, em poucos instantes o numero de esqueletos mais que dobrara e agora todos estavam em desvantagem.

@ Skazka

O homúnculo foi em direção a cabine do capitão, que ficava acima de um lance de escadas. Skazka se colocou a frente da escada, servindo como bloqueio para qualquer coisa que tentasse passar por ali. E não demorou muito até que mais inimigos surgissem, cerca de 5 deles iam em direção a cabine e com suas armas para o alto, eles vinham correndo com tudo para cima do Homúnculo. Dois deles chegaram primeiro, sendo rapidamente bloqueados, enquanto os outros três o flanqueavam por ambos os lados, prontos para tentar atingi-lo em áreas menos protegidas.

@ Gin

Gin correu para o outro lado do convés ao ver uma nova ameaça aparecendo. Os mortos-vivos pareciam ser adversários mais a altura do lutador, que os pobres esqueletos. E foi com este pensamento, que o rapaz seguiu em disparada para o outro lado. Em meio a sua corrida, alguns tentaram para-lo, mas nenhum era rápido suficiente para detê-lo. Com um belíssimo salto, Gin juntou os pés e literalmente, voou baixo em direção a um zumbi. Este foi atingido diretamente no peito, indo parar no mar assim como muitos outros. Gin caiu com seus braços flexionados no chão, como se estivesse prestes a fazer flexões, mas ao completar a primeira, ele se pôs agachado, e depois saiu do campo de ataque da maioria deles. Os mortos-vivos demoraram até entender o que acontecera, e não tiveram tempo de revidar, mas assim que sua atenção fora atraída, eles literalmente correram para cima do lutador como urubus em uma carniça. Eles eram mais rápidos que as caveiras, e pareciam também mais resistentes, e suas garras eram muito maiores que as de um ser humano comum.

@ Arkengel

Solveig recebera as palavras de Gin de peito aberto, sabia que o rapaz estava agradecido, de certa forma, pela ajuda. Mas não havia muito tempo para conversas, a situação só piorava e vidas eram perdidas a cada minuto. Enquanto Gin apontava para os novos inimigos, Solveig procurava por mais algum aliado necessitado de ajuda. Assim que olhou para o centro do convés, viu um esqueleto em cima do corpo de uma mulher, esta ainda se movia, mas estava gravemente ferida, e o monstro se preparava para dar seu golpe final. O mago se enfureceu com a cena e correu a todo vapor para salvar a mulher, desmontando a caveira como se fosse um castelo de cartas. Infelizmente, para Blair já era tarde, em seus últimos suspiros de vida, ela apenas pode dizer algumas palavras ininteligíveis e por fim, faleceu nos braços do mago.



<Blair morreu por inatividade. Outro jogador será convocado em breve.>

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Mensagem por NR Arkengel em Seg Mar 24, 2014 5:27 pm

Assim que jogou o seu alvo para fora, apenas observou ele caindo na agua antes de ser abordado pelo rapaz que acabou ajudando. O comentario dele foi quase como um elogio, um tom ironico e um tanto divertido saia da boca dele, não sabia se deveria responder e nem o que deveria responder a ele.
Arqueou as sobrancelhas e fechou levemente os olhos, manteve sua visão focada nele e assim que abriu a boca para começar a falar algo um rugido inesperado, amedrontador capaz de tremer até mesmo o ar a sua volta foi ouvido. Naquele instante um frio percorreu a sua espinha, tudo pareceu parar, segundos que pareciam nunca acabar, todos pareciam ter saído da linha do tempo e brevemente ter flutuado pelas suar margens antes de voltar a caminhar nela novamente.

Foi ai que percebeu que a situação estava para piorar, se já não bastasse esqueletos agora apareciam zumbis, um exercito de mortos vivos começava a aparecer sem parar, não entendia nada do porque aquilo estava acontecendo, o que era aquilo e qual o motivo daquela embarcação estar sendo atacada, e o pior de tudo que ainda o preocupava, aquele rugido!
Sim, o rugido que mais parecia o grito de uma fera monstruosa e poderosa ecoou pelo mar por uma longa distancia, não sabia exatamente de onde vinha e nem o que era que tinha feito aquilo e isso só o deixava mais preocupado, pois aquilo era um perigo desconhecido que poderia vir a assombra-los a qualquer momento.

O rapaz que de forma divertida o apelidou de montanha seguiu para enfrentar os zumbis e pediu para Solveig ajudar outras pessoas e encontra-lo mais tarde. Já estava decidido a fazer isso antes dele falar, sabia que tinha mulheres naquele navio e elas corriam perigo, seu olho bateu em uma garota que estava rendida por um esqueleto.
Aquilo serviu para transformar toda sua paz interior em furia, era praticamente a única coisa que conseguia deixa-lo fora de si, uma mulher sendo atacada já é motivo para tira-lo do sério imagina uma pronta para ser morta? Sem hesitar e nem pensar duas vezes ele partiu contra o esqueleto e o despedaçou quase que instantaneamente devido a sua furia.
Se voltou para a mulher caida e segurou-a nos braços mas já era tarde de mais, o ferimento era muito grave e ela já havia perdido muito sangue. Algumas palavras que Vardar não conseguiu decifrar sairam de sua boca e então em seus braços ela faleceu.
Abaixou a cabeça em sinal de luto silencioso por ela, não tinha mais o que fazer ali naquele momento, nem aonde deixa-la, apenas estirou o corpo dela no chão e se levantou.
Em pé deixava toda sua energia fluir pelo seu corpo, liberava ela constantemente deixando seu ki se misturar com sua energia arcana e liberala por suas veias, estava louco para acabar com tudo aquilo, se tivesse mais alguma mulher no navio, apenas faria questão de ir protege-la e faria apenas isso.
Carregava sua energia e concentrava ela em seus punhos pronto para socar o primeiro zumbi que tentasse atacar algum tripulante ou se aproximar dele, principalmente se for uma mulher, o golpe seria corpo-a-corpo com a intenção de arremessar o inimigo o mais longe possível.
Sempre pronto para defender de forma que não o colocasse em perigo de uma mordida, espadada ou algo assim. Movia-se e agia sempre no mais profundo silencio, poupava palavras e deixava que seus punhos e seus movimentos falassem por si.


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Mensagem por SKAZKA em Ter Mar 25, 2014 7:06 pm

“Hmm, eles podem pensar, afinal.” Essa foi a reação dele, levemente entretido e surpreso com a capacidade dos esqueletos de tentarem o cercar afim de conseguirem superar as suas defesas. Skazka com certeza estava em desvantagem numérica, mas não era como se ele tivesse alguma opção. A batalha rugia em volta dele, e não de maneira otimista. Em certos pontos da caravela, as coisas pareciam mais sobre controle, com certos individuais controlando cada um a sua batalha.

Mas o papel que ele havia definido era o de proteger o capitão, e assim ele iria fazer. Para ele, era impossível acertar todos os inimigos, disso não havia dúvida. A não ser que ele tentasse algo mais... drástico. Seu plano tinha falhas, e um grande fator que ele não podia prever, mas de uma maneira ou de outra, o capitão seria protegido.

A dias ele tinha caminhado sobre a caravela, e todos os dias, ouvia a madeira ranger sobre os seus pés. Seu peso, com certeza, devia forçar um pouco o piso de tábuas do convés. Com um pouco mais de pressão, talvez as tábuas rachassem sobre ele, pelo menos na teoria. Na medida certa, ele poderia quebrar uma ou outra camada de madeira em volta dele, desestabilizando os esqueletos e lhe dando tempo de punir severamente os que tentavam lhe acertar onde sua proteção não era absoluta. Mas um pouco de força demais podia mandá-lo um andar abaixo, ou pior... Mas, pelo menos, o caminho para o capitão teria um grande buraco no meio para atravessar.

Sem mais opção, ele tentou, dando um pequeno pulo (de maneira hilária e desajeitada), se preparando para atacar os esqueletos aproveitadores, e torcendo para não precisar se preparar para um impacto maior no andar abaixo.

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Mensagem por NR Lima Limão em Sex Mar 28, 2014 12:11 am

A luta pela vida dentro do Alvorada continuava feroz. Enquanto de um lado havia um exercito de mortos, querendo ceifar as almas dos tripulantes, do outro lado estavam a expedição, comandada pelo Graaver, que lutava bravamente para defenderem suas vidas. Os esqueletos não paravam de surgir pela esquerda do navio, invadindo o convés, e pouco a pouco, iam ganhando a batalha contra a tripulação. Ja no lado direito uma nova ameaça surgia, enquanto todos lutavam para defender a caravela, um grupo de zumbis invadiam pela direita, se aproveitando da distração dos demais para tentarem se banquetear da carne fresca dos corpos.

@ Arkengel

Solveig agora se encontrava no convés do navio, e após presenciar a morte de uma companheira bem a sua frente, percebia toda a gravidade da situação. Ele havia entrado ali, inicialmente, para fugir de uma ameaça na ilha, mas acabara entrado num perigo ainda maior em alto mar. O lutador então levantou-se e por alguns poucos segundos, se desligou daquela situação, concentrando-se ao máximo e fazendo fluir toda sua energia como uma onda por seu corpo. Em seguida, sua primeira ação foi atacar e ajudar os tripulantes do navio, desmontando todos os esqueletos que via pela frente sem muita dificuldade, ele dava aos marinheiros um pouco mais de esperanças.

@ Skazka

O homúnculo estava ainda às voltas com os inimigos que tentavam chegar ao capitão. Apesar da pouca resistência que tinham, eles não eram fracos, e muito menos lentos. Em comparação com o tamanho e peso de Skazka, aqueles seres eram apenas palitos ambulantes, prontos para serem partidos ao meio, mas seu único problema, era sua numerosidade. Enquanto um deles atacava e ocupava a guarda de Skazka, outros tentavam flanquea-lo e atacar fora de sua defesa. O homúnculo não demorou para perceber a estratégia dos inimigos e traçou um plano rápido, porem arriscado para terminar aquilo. Com um pulo desajeitado, em seu lugar ele tentou desestabilizar o piso abaixo de si e com isto, desestabilizar também os inimigos. A cena a seguir era no mínimo cômica. Caso os esqueletos tivessem senso de humor, teriam caído na risada com o que acontecera, mas aquilo não só era uma luta séria, como também acabara os afetando em certo ponto. Assim que Skazka pulo, o chão abaixo de si rachou e afundou, causando uma depressão na área em volta do homúnculo, onde a madeira havia se partido e afundado. O esqueleto que estava diretamente a sua frente o atacando foi o primeiro a cair no chão com o impacto, sendo pisoteado e esmagado em seguida pelo enorme peso de Skazka. Os outros dois também foram afetados pela repentina mudança no terreno onde pisavam, um deles vindo a cair antes de atingir Skazka, bem aos seus pés, mas o outro, ainda teve tempo de lhe passar a espada e usa-la para se apoiar e não cair, atingindo o homúnculo na lateral do ombro.

@ Gin

Gin era o que se encontrava em maiores problemas talvez, estava sozinho e agora que atraíra a atenção de tantos inimigos, estava em apuros. Os zumbis tinham a mesma velocidade de deslocamento e movimento que um ser humano comum, mas ainda eram lentos perto da grande velocidade do lutador. Mas nem ele poderia prever a chegada de mais um atrás de si, mas de onde? Gin havia vindo desta direção, como ele não poderia ter visto um zumbi ali? Simples. Aquele não era um zumbi qualquer, era um membro da tripulação, que agora se erguera como um morto vivo e atacava juntamente com os demais. Gin, pego de surpresa, foi agarrado por trás e mordido pelo zumbi. O lutador imediatamente puxou o ser e o atirou pra frente, recuando mais alguns passos, mas agora tinha um ferimento feio e sangrento na parte superior do ombro, onde os dentes do zumbi haviam penetrado fundo. Sua ferida doía bastante, e aquilo poderia ser incomodo alguma hora.



<Gin perdeu 6% PVs e está amaldiçoado, por ter perdido este turno. Skazka perdeu 5% PVs mas está lidando com os esqueletos sem muitos problemas. Solveig está limpando a área a sua volta e salvando boa parte da tripulação. Prazo atual até 31/03, segunda feira as 23:00. Editei também o primeiro post da campanha para colocar os status dos personagens participantes, para consulta e melhor controle.>

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Mensagem por NR Lima Limão em Sex Mar 28, 2014 9:21 pm

Aew EXP pra todos! Como dizem as regras do fórum, quando o GM encerra a aventura, o jogador tem direito a todo o EXP pelo que ja postou. Vou ignorar os atrasos pois estou com muita preguiça de pegar o pendrive e ver quem fez o que, onde e quando.

Skazka - 400EXP pelos posts feitos até o presente momento e pelos inimigos derrotados + 300 EXP de bônus de narração.
Gin - 400EXP pelos posts feitos até o momento e pelos inimigos derrotados + 250EXP de bônus de narração. (e uma poção contra maldições de brinde)
Arkengel - 200EXP pelos posts feitos até o momento e inimigos derrotados + 200EXP de bônus de narração.
Silmeria e Eric não chegaram a postar então vão ficar chupando dedo. o/

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