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[Classica] Malfeito feito

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[Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Sab Set 12, 2015 12:17 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Katsuo
Status: Corte na parte lateral da coxa esquerda, mas nada que lhe impeça de lutar.
PVs: 82%
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PEs: 91%
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Equipamentos:
1 espada de ferro enferrujada (Nível 1)
1 espada longa (Nível 2):
1 armadura de couro comum completa
1 cantil de água
1 bolsa de viagem simples
Espólios da campanha:
Exp rendida até o momento:
1550


Saphira
Status: Normal
PVs: 100%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
PEs: 70%
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Equipamentos:
1 Adaga curva com corrente de 3m.
1 Cantil com agua
1 Armadura de couro simples
1 par de luvas que cobrem até metade do antebraço
1 Capa longa de viagem (cobre todo seu corpo até os tornozelos)
Roupas e itens pessoais
Espólios da campanha:
Exp rendida até o momento:
1300


Ziya
Status: Morta.
PVs: 0%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
PEs: 0%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

Equipamentos:
1 Arco
10 Flechas
1 Vestido Reforçado: Apesar da aparência singela, o vestido de Ziya é reforçado afim de garantir proteção ao seu corpo.
Espólios da campanha:
Exp rendida até o momento:
1300


Cloud
Status: Perfuração na barriga próximo da cintura, a espada atravessou seu tronco e sente dor considerável. Sangramento estancou.
PVs: 81%
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PEs: 39%
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Equipamentos:
1 Colete
1 Espada Nibelung Valasti lvl 1
Espólios da campanha:
Exp rendida até o momento:
1750


Limbo:
Airmed
Status: Fora da campanha
PVs: 100%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
PEs: 100%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

Equipamentos:
1 Adaga de Aço Comum
1 Bainha de Couro Comum
1 Leque Metálico
1 Pergaminho
Espólios da campanha:
Exp rendida até o momento:
100


Última edição por NR Lima Limão em Seg Maio 02, 2016 4:18 pm, editado 22 vez(es)

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Seg Out 05, 2015 10:17 pm

Vincent Eldoras
"I admit that I ain't no angel, I admit that I ain't no saint -- I'm selfish and I'm cruel and I'm blind. If I exorcise my devils, well, my angels may leave too. When they leave they're so hard to find...”
O que você vê no fundo dos meus olhos?
O pequeno barco desbravava o oceano negro em meio a noite e o grupo já traçava seu plano.
Depois das palavras de Shak, Vincent se calava. Não é que o cara de peixe tinha razão? Se o grupo lutasse como falava aquilo seria tirar doce de crianças. Será?

Vincent sentava no chão próximo a proa, encostando-se na borda do barco e deixando sua espada ao lado do ombro, passando até alcançar o chão entre as pernas do meio demônio. Assim tentava descansar, no meio daquele balanço sem fim. Caiu no sono.

Acordava com a voz de Shak, dizendo que era chegada a hora. Levantou rápido e aqueceu os músculos em meio a gélida brisa marítima. Retirou a camisa e desamarrou seu cinto, deixando seu colete que estava amarrado em sua cintura também cair. Agora eram visíveis suas pequenas asas.

O navio estava bem próximo e o grupo todo estava se aprontando, dava gosto de ver as meninas se ajeitando e Katsuo babando por elas.

Olhando para Shak e os outros, Vincent removia suas luvas e dizia:
-"Voltem vivos para rirmos disso depois."
Piscava o olho em direção a Airmed, ou fez isso parecer, colocou a bainha da espada na boca e se jogou no mar logo depois de Shak.
O barco seguiu até se aproximar e Vincent não conseguiu ver o que acontecia.

Nadava sutilmente, para não levantar espuma na água e agradecia por não usar armadura, pois seria como nadar com uma âncora em si.

Alguns minutos depois chegava ao navio, segurando na embarcação para recuperar o fôlego e rir de Katsuo.
-"Esses seus chifres parecem dois tubarões pequenos nadando juntos" fez a piada ainda sussurrando.

Voltou a colocar sua espada na boca e fez um sinal de positivo com a cabeça para seu companheiro respirando fundo, era hora de subir.



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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Qui Out 08, 2015 4:35 am

Ja nao precisava pensar em algo perturbador, ou reviver uma ocasião para provocar o efeito necessario. Conhecia a natureza de cada sentimento, e sua sensação especifica. Auxiliada pelo habito de guardar emoções negativas dentro de si, e raramente expressa-las, aquilo a permitia ter acesso as mesmas nos momentos que desejasse. Eram anos de pratica, do que executava em todos os instantes em que estivesse acordada: Apenas mais uma forma de enganação. Quando seus olhos se encheram de agua, sabia que estava pronta.

- Boa ... sorte - disse entre soluços, enquanto as lagrimas escorriam copiosamente pelo rosto.

Levantou voo até o navio, seguindo o caminho oposto de seus colegas [afim de nao denunciar a chegada dos mesmos]. Nao era inocente a ponto de pensar que o choro comoveria a toda a tripulaçao, mas ele tambem servia ao proposito de aparentar impotencia. Esperava que assim diminuisse as chances de ser atacada, pois é desnecessario atacar o fraco, a nao ser por prazer.  Esperava que fossem criativos o bastante para pensarem em outras possibilidades ... ainda que jamais pudessem cumpri-las. Estava atenta aos canhões, e nao tomaria qualquer ação hostil, na esperança de nao levar um tiro.

- Por favor ... me ajudem ... - disse em um tom de desespero. Nao se atreveria a pousar no navio antes que lhe permitissem.


Última edição por Ziya em Ter Out 13, 2015 2:20 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Ortografia)

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Airmed Ixchel em Dom Out 11, 2015 9:34 pm

Sem sombra de dúvidas, Vincent era a criatura mais irritante de Lodoss e Katsuo não ficava muito atrás. Ambos eram crianças idiotas sedentas por atenção. Airmed acabou aceitando a proposta de trégua e aliança de Ziya, afinal, qualquer coisa era melhor que lidar com aqueles dois imbecis. Durante a maior parte do tempo, a meio-dragonesa ignorava qualquer um que lhe dirigisse a palavra, mas diante de tantos planos e pontos de vista, se viu obrigada a se manifestar. O melhor era dizer aos outros como poderia ajudar, para assim conseguir um mínimo de organização entre os membros do grupo. - Como Ziya já disse, o talento dela é ideal para subjugar inimigos sem lutar. Sou boa com cura e tenho acessos a vislumbres do passado, presente e futuro, bem como uma intuição sobrenatural. Se vocês se ferirem ou tentarem fazer algo arriscado, sugiro que me procurem antes. Enquanto falava, ela não dirigia seu olhar a nenhum deles. Aquelas criaturas só enojavam a garota de Penglai, por isso, ela preferia não perder mais tempo com a visão dos seres que tanto odiava. Antes do que imaginara, o barco se aproximou e a meio-dragonesa já não precisava mais remar.

O tédio é algo bastante enlouquecedor. A mente se esforça para conseguir distrair, mas a cada tentativa, a frustração e o desespero aumentam. Airmed já estava começando a se irritar com aquilo, mas para a felicidade dela, o tritão decidiu romper com aquela situação monótona e expor seu plano. Apesar de ter ficado calada depois que Shak disse suas ideias, a moça de Penglai admitiu em seus pensamentos que subestimara a criatura aquática. A meio-dragonesa logo se lembrou das palavras de Ziya, o que só reforçou em Airmed o desejo de ensinar uma lição aos companheiros de aventura. Minutos depois, o vazio voltou a prevalecer e com ele o tédio voltou... A escuridão da noite até poderia dar a esperança de que a qualquer momento, algo pode acontecer, mas a meio-dragonesa foi decepcionada tantas vezes que já tinha certeza que não estava mais no mundo físico. Após uma hora que pareceu infinita, finalmente avistaram a sombra do navio e Shak se aproximou e deu as últimas instruções antes do início da invasão. O tritão pulou na água, seguido por Vincent que, pouco antes, piscou - ou pareceu piscar - para a moça de Penglai. Airmed ignorou, ciente de que lidava com um débil mental e não um meio-demônio comum. Ziya, após um show teatral muito bem feito, voou.

Conforme o planejado, Airmed também voou. Estava logo atrás da criatura demoníaca e como esta, permaneceu voando sem pousar no navio. A meio-dragonesa não era uma atriz, então permaneceu um pouco mais atrás e distante, de modo que tivesse algum abrigo na escuridão. Ela esperava que Ziya usasse seu poder para sobrepujar ao menos a maior parte dos tripulantes. A jovem de Penglai não tinha medo, pois estava atenta e assim que seus sentidos lhe avisassem sobre o menor perigo, Airmed reagiria de forma a evitar o perigo sem precisar atacar. E se tudo desse errado, havia a esperança de que as duas moças distrariam os tripulantes por tempo suficiente para que Shak e os dois idiotas agissem. Claro, o fato do navio ter se revelado uma autêntica máquina de guerra era preocupante, mas a meio-dragonesa confiava tanto em sua intuição, que não se importava em correr mais riscos do que deveria.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Katsuo em Ter Out 13, 2015 8:44 am

Tempo. Tempo para descansar, tempo para espairecer, para viajar em devaneios e não só no mar, para ser levado a outros tempos em outros lugares antes esquecidos. Tempo, que para Katsuo era apenas isso, entediante e irritante. Ele se sentou. Mudou de posição. Alongou os dedos e os braços. Mirou o mar e a água sem fim e bufou algumas vezes, mas nada parecia acabar com aquele marasmo.  

Quando o navio surgiu, quando ele era ainda uma silhueta em sombras oculta na noite, o demônio deu um salto e se colocou de pé. Sua ansiedade, talvez excesso de energia, o compelia à ação imediata. Sempre era assim. Primeiro fazer, depois pensar. Por que fazer de outra forma? Por esse exato motivo e pelas consequências que sua impulsividade o determinavam, era muito bom ouvir as palavras de Airmed. Uma curandeira, então, era uma ótima companhia de batalha. De repente, a meio-dragão lhe interessou para mais além do que sua curiosidade sobre se ela havia nascido de um ovo.

Katsuo sorriu com a encenação de Ziya – ou que pelo menos ele deduziu ser encenação. Ela era realmente muito boa naquilo, como uma maldita súcubo. Sim, ele conhecia a fama delas, digamos que de uma forma bem pessoal.  

–  Te vejo lá em cima. – Terminou com uma piscadela com um dos olhos.

Depois disso, sem dar atenção para mais nada, se jogou para um mergulho no mar escuro. A água gelada fazia o sangue circular mais rápido em sua pele, fazia com que ela ficasse mais firme, com que o corpo quente contrastasse com o ambiente. Assim que mergulhou, seus braços e pernas se moveram em movimentos amplos para alcançar a superfície. Sua respiração não havia acelerado.

– Tem certeza que não bateu a cabeça?! – Responde ao comentário de Cloud. – Vamos logo, se eles entrarem em movimento, não vamos poder alcançar a nado.

E começou a nadar. Sendo menos ágil e uma criatura da terra, ele não era o melhor nadador do grupo. Mas tinha confiança que os alcançaria. Aquela embarcação, o navio daquele tamanho, eles ainda teriam que escalá-lo. Alcançar o convés não seria assim tão fácil. Por sorte, ele já tinha uma ideia e sorria, mesmo na água, pensando nisso.  

– Como planejam subir nessa coisa? – Indagou, depois de vir à superfície.  

O demônio estava atento e prestes a usar suas próprias garras para escalar o navio. Mas espere aí, ele não tinha garras! Então seria preciso fazer algumas e Katsuo tinha exatamente o que era preciso para isso.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Seg Out 19, 2015 12:23 pm

Airmed & Ziya

Ziya foi a primeira a enxergar o convés da embarcação, e a visão que teve não foi la tão boa quanto queria. O convés estava cheio de tripulantes, deveria haver ao menos uns 30 homens ali perambulando, fora os que poderiam estar descansando em suas cabines ou mesmo em outros lugares fora da vista da mestiça. Aquilo seria no mínimo complicado, não conseguiria pegar todos eles, sequer tinha como, já que eles estavam tão espalhados assim. Os ventos batiam fortes em suas asas, faziam-na vacilar no ar, em alto mar o clima costumava ser mais traiçoeiro. O céu que antes estava límpido e estrelado agora já formava nuvens grossas, em poucos instantes começaria a chover, e talvez fosse por isso que o navio estava ancorado ali.

Um dos marinheiros então avistou, aquele que ficava no cesto apenas com a função de vigiar, e que vigia, ele a notou assim que subiu aos céus já tocando seu sino de alarme. Os homens ficaram alertas, começaram a correr, os que olhavam para cima para ouvir os gritos do companheiro apenas compreendiam. “OLHEM! OLHEM!” Enquanto ele apontava para a mulher alada a sua frente. Aos poucos todos eles foram vendo, e alarde foi tomado pela curiosidade e pelo temor. Eram todos humanos aparentemente, e sendo de Hilydrus, talvez não gostassem de ver uma meio demônio voando em suas direções, mas ao menos ainda não tinham atirado contra ela. Ainda.

- ALTO LÁ! QUEM É VOCÊ? O QUE FAZ AQUI NO MEIO DO MAR, CRIATURA ALADA? – O mais bem vestido deles foi quem tomou a frente. Não dava para saber se era o capitão, mas ao menos que era diferente dos demais isso era bem visível, talvez de uma patente maior, mais forte, mais endinheirado. Seja por qual motivo, os outros o respeitavam, abriram caminho para que ele pudesse passar e ver de perto tudo. Alguns marinheiros ainda permaneciam trabalhando, mas a maioria estava agora próximo a amurada lateral. Airmed ainda estava fora da visão, e com aquele inicio de tempestade, as sombras foram uma ótima amiga em esconde-la.

Katsuo & Vincent

La embaixo Katsuo e Vincent foram os últimos a chegarem, estavam um pouco cansados. Lutar contra a correnteza forte do oceano não foi fácil, mas estavam vivos afinal, e havia alcançado seu objetivo. Eles estavam próximos à lateral oposta onde Ziya fazia seu show, e o fato de praticamente todos estarem dando atenção a ela, facilitava muito o trabalho de invadir. Restava saber apenas como subir. Tanto Vincent quanto Katsuo não faziam ideia de como subir naquilo, mas um plano logo surgiu quando eles olharam mais ao fundo da embarcação e notaram as correntes da ancora ali penduradas.

<Foi mal a demora, pessoal. Achei que ja tinha postado, fui enganada pela minha própria mente. 100 exp pra vocês, mas ainda não devem colocar na ficha, ficara registrado no post inicial. Proximo post dia 26/10.>

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Qua Out 21, 2015 6:06 pm

Vincent Eldoras
"I admit that I ain't no angel, I admit that I ain't no saint -- I'm selfish and I'm cruel and I'm blind. If I exorcise my devils, well, my angels may leave too. When they leave they're so hard to find...”
O que você vê no fundo dos meus olhos?
A água estava fria naquela noite mas Vincent não poderia demonstrar fraquezas, estava em meio de criaturas desprezíveis, tinha de se tornar um também.
Katsuo não gostou da brincadeira mas levantou um assunto sério, como iriam subir.

O caminho pela água foi cansativo, ele estava sem armadura pra atrapalhar e pesar e mesmo assim se cansou um pouco. Enquanto decidia como subir com Katsuo, ambos conseguiram descansar um pouco.

Vincent via as âncoras do navio a frente, alguém não tinha feito seu trabalho direto e a que estava do seu lado estava a bater na água, aí estava seu caminho.

Apontava o caminho para Katsuo e se apressava, pois o navio estava em movimento e as meninas estavam em ação, agora era a vez deles.
-"Achamos a entrada, agora vamos a festa."

Disse ele antes de começar a nadar ao lado da embarcação, se escorando em sua lateral.

Ao chegar na âncora tratou de colocar a espada na boca e subir, parando próximo a proa. Descansou por aproximadamente dois minutos, recobrando o fôlego.
Já conseguia ouvir o show das meninas, aparentemente do outro lado do navio, o que na teoria fazia a atenção ser voltada para elas. Levantava a cabeça para avaliar o local e poder embarcar sem problemas.

Agora estavam dentro.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Katsuo em Qui Out 22, 2015 10:52 am

Parecia que ainda não era hora de se gabar de suas habilidades. Pena para ele. Katsuo suspirou e deu de ombros. Aquele não era um tapete vermelho nem a entrada emocionante que ele queria, mas serviria muito bem. E ainda que não pensasse nisso, era também bastante conveniente poupar energia antes da batalha.

–  Parece que sim. – Respondeu a Cloud. – E parece que aquelas duas não foram mortas ainda. Não escutei nenhum grito...

Não dava para saber se ele estava feliz ou não com aquele comentário. De qualquer forma, o demônio se apressou para seguir seu companheiro na escalada, nitidamente ansioso para entrar em ação. Naquela altura, ele também se dava conta que não via o tubarão desde que pularam no mar. Será que ele havia se perdido no fundo do oceano? Deveria ser um lugar bem grande, afinal. Talvez ele os seguisse logo atrás – concluía.  

Diferente de Cloud, o guerreiro demoníaco não precisou parar para retomar o fôlego. Parecia incansável, alimentado por uma sede batalha de aço e sem fim. Assim que chegou ao convés, empunhou suas duas espadas que estavam o tempo todo presas à sua cintura, mesmo aquela que estava velha e enferrujada. O cheiro dela lembrava o sangue. Era um bom estímulo para começar. Seu olhar se afinou e percorreu rápido o ambiente em busca de perigos e oponentes ou quem sabe do corpo de uma daquelas duas meninas aladas que seguiram na frente.  

Ele também estava dentro. E preparado para o combate.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Qui Out 22, 2015 8:09 pm

De fato, não poderia afetar a todos. Mas, diferentemente do que a dragonesa poderia pensar, isso jamais fez parte de seu plano. A ideia não era subjulgar os marinheiros abertamente. Ao menos segundo o plano, apenas um homem naquele barco era de seu interesse, e esse era o capitão.

O fato de serem inteiramente humanos a surpreendeu. Mas por serem de Hilydrus talvez ainda fosse possivel brincar com a desconfiança que tinham pelos abissais ... mesmo que seja apenas para direciona-la a um alguem imaginario, a suposta razão para estar ali. Ao notar que a outra nao se revelaria, lhe pareceu tipico. Todavia, não era o que estava esperando: Criar um ataque de oportunidade , enquanto estivessem a sós com o capitão.

Se aquilo de fato fosse acontecer, deveria ser executado sem ajuda. Tentaria pavimentar o terreno se divertindo um pouco antes. Segundo Ziya, toda interação humana era como uma brincadeira em que apenas ela soubesse estar jogando. Dessa forma, não tinha vergonha ou problema para assumir qualquer papel, e explorar todas as possibilidades que sua mente lhe permitisse.

- Meu nome é ... Airmed. - a apresentação foi procedida por uma pausa, como se pudesse se lembrar de cada detalhe do que lhe ocorreu. Franziu o rosto e cerrou os olhos, deixando com que mais lagrimas escorressem, e então, a fala se tornou mais dificil, como quem parecia visivelmente abalada - Eu não tenho mais a quem recorrer ... por favor ... o tritão e os demonios ... tomaram nossa embarcação ... estão todos mortos ...

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Qua Nov 04, 2015 12:41 am

@ Ziya

Cada um a sua maneira, todos foram executando suas partes do plano, mas haviam duas variáveis que estavam deixando aquela equação desequilibrada. Primeiro, o tritão. Ele havia dito que iria por mar até chegar na parte de trás, onde ficava o capitão, mas até então não fora mais visto, e a calmaria no convés indicava que ele ainda não havia começado. E o segundo fator de risco, mas esse que somente Ziya notou, foi que Airmed, sutilmente escapou dali. Sim, talvez por medo, ou por puro egoísmo, ela simplesmente voou para longe e se ausentou, não voltando mais. Deixando a meio demônio sozinha com os marinheiros. Para a sorte da mestiça, Airmed não havia sido vista, o que fazia com que ela ainda tivesse o controle da situação, mas ela não sabia dizer por quanto tempo.

Os marinheiros então começaram a cochichar entre si, pareciam ponderar sobre a decisão de ajudar ou não ao mestiça alada, mas o homem de patente mais alta, visivelmente embriagado pela ahabilidade de Ziya, aceitou de bom grado ajudar a jovem indefesa. – Pelos tentáculos de Krake! Suba a bordo, minha jovem. Não tema, iremos protege-la desta corja maldita.

- Mas, senhor...

- Calado, soldado! Providencie roupas secas e quentes para a jovem e alguém traga um barril de pólvora, vamos explodir aquele barco e quem estiver nele.

- S-Sim, senhor. Devo avisar o capitão?

Ele deveria? Ziya já havia pousado no convés, e podia ver ao fundo as sombras de seus companheiros invadindo o navio pelas costas dos marujos. Como procederia agora sem ajuda? Ainda havia quem não estivesse sob seus encantos e desconfiasse dela, muitos sequer faziam questão de disfarçar o incomodo.


@ Katsuo e Cloud

Subir as correntes do barco foi a parte mais complicada, elas eram escorregadias e cheias de limo, mas ao fim, o esforço valeu a pena. Quando chegaram próximos da amurada lateral, viram que o grupo de marinheiros estava concentrado na mestiça que agora pousava calmamente no convés. A dupla não entendeu direito o que estava acontecendo, mas tinham a brecha perfeita para agir. Todos os seus alvos estavam de costas para eles, o que era perfeito, havia alguns que estavam mais dispersos pelo convés, mas a maioria estava aglomerada próximo de onde Ziya pousara.

Deveria haver cerca de 20-30 homens a na vista dos dois, alguns mais distantes e outros nem tanto, sem contar que provavelmente havia mais deles também nos andares inferiores, o que por si só já era um numero considerável de inimigos. Todos estavam fardados com cotas de malha comum e roupas de cores parecidas, além disso, a maioria carregava consigo espadas em suas cinturas e havia no mastro central um armeiro onde varias espadas estavam espetadas e podiam ser pegas a qualquer momento para serem usadas.


@ Saphira

E mais um dia se passava para a vampira prisioneira. Ela já havia perdido as contas de quantos se passaram desde que fora capturada e acorrentada no porão sujo daquele navio, mas sabia que foram muitos. Já quase perdendo sua sanidade, ela lutava contra si mesma para não enlouquecer de sede. Seu corpo todo doía. Fosse pela surra que levara quando atacou seu colega de cela, ou pelas queimaduras provocadas pelos raios de sol que entravam pelas escotilha. A cela era pequena demais, fugir dos raios era quase impossível, sua pele que antes era cinza e lisa como ceda, agora estava com vários hematomas e marcas de queimaduras. E a dor, mesmo sendo resistente à mesma, ela ainda era incomoda, e muito.

Saphira estava numa situação bem complicada agora, pois seu único companheiro de cela agora enfeitava o fundo do mar. Em um momento de descontrole, sua única saída fora mata-lo para sobreviver, mas agora? Bem, agora ela tinha que contar com a sorte, e quando um rato passava perto demais, ela o agarrava e fazia dele seu lanche, mas muito longe de satisfazer sua sede por completo.

<Bom, como havia avisado no tópico de inscrição, estou substituído a Airmed pela Saphira devido à sua ausência. Como ela avisou com antecedência, tirei ela da campanha sem nenhuma penalidade, porem ela não terá mais o direito de voltar, nem receberá qualquer recompensa além do que já recebeu até o momento. Quanto a Saphira, você foi introduzida na campanha conforme havia lhe dito no Skype, sem equipamentos e com 20% de HP. Você está acorrentada pelos calcanhares numa cela cúbica de cerca de 2m². Status atualizados. Boa sorte.>

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Qui Nov 05, 2015 10:45 am

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O que você vê no fundo dos meus olhos?
A cada elo ultrapassado era uma vitória.
A subida era difícil, havia limo, fungos e algas. Tudo era escorregadio mas Vincent e Katsuo conseguiram subir a bordo, de uma coisa eles sabiam, não seria fácil.

Pelo espaço que havia entre a corrente da âncora e o casco do navio era possível ver o show de Ziya, mas não via mais Airmed. Algo deu errado. Aproveitou que tinha apoio, Vincent  trocou o lado da grande corrente, deixando espaço para seu companheiro também visualizar o convés.

Eram muitos, um aglomerado próximo a "mocinha perdida" e alguns gatos pingados separados.

-"Vamos atacar direto sendo kamikazes ou podemos pegar os que estão sozinhos enquanto estão distraídos, até assumindo seus lugares enquanto o Shak não aparece."

Sussurrou o meio demônio para seu parceiro, voltando a olhar pela fresta enquanto aguardava a resposta.

-"Se ele aparecer..."

Vincent nunca tinha feito algo desta magnitude sem conhecer o terreno, e o número exatos de inimigos. Via ainda um pequeno arsenal de lâminas, podia ver que o navio era militar, os uniformes eram muito padronizados e os tripulantes tinham sempre uma espada junto ao corpo. Aqui seria uma luta difícil é suicida.

Sua boca chegou a salivar pelo gosto da batalha. Mas parou pra pensar, teria alguém no mastro principal que poderia dar o alarde para todo o navio e em um minuto estariam todos ali. Somente ele é Katsuo não seriam suficientes pra trinta, imagina para o restante? Esperava que Shak e Ziya pudessem ajudar na luta.



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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Ter Nov 10, 2015 2:42 pm

Depois de demonstrar tanta agonia, finalmente exibiu um sorriso. Era como se a primavera fosse viva, e seu sopro buscasse expressão no corpo de um demonio. Mas ainda não era o bastante para que alguns daqueles marujos pudessem ignorar a certeza que tinham em seu intimo: Ela não tinha nada de bom, e aquilo vinha de raíz.

Porém, de forma tão natural quanto temer o predador, assim era seguir seu lider. Não precisava agradar a massa de forma unanime, mas dominar aqueles acima. Dessa forma, tambem se veriam obrigados a dar o braço a torcer. Logo, quem sabe, tambem fossem convencidos. A besta de voz suave descia de seu vôo, pousando ao lado do homem que a acolhera.

- Obrigada ... - disse a mestiça em um tom melancolico. Fingia embaraço, pela verdade que tinha dito, e o que ela causaria. Era como se nunca houvesse imaginado que seria responsavel pela morte de alguem, ainda que fosse daqueles que a fizeram tão mal. Ja imaginava como arrancar o que pudesse do homem, mas então ouviu algo que para ela foi crucial: Ele não era quem procurava - Sei que não tenho qualquer autoridade aqui, mas talvez nao seja prudente atacar sem antes avisa-lo. Pelo tempo que fui cativa, conheço um pouco sobre cada um deles, confie em mim ... por favor, me leve ao capitão.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Saphira em Qua Nov 11, 2015 3:27 pm

Sede. Era isso que me resumia naquele momento. Olhar para aqueles outros homens presos nas jaulas ao meu lado era como olhar para cálices de sangue doces e suculentos. Não conseguia conter aquela vontade esmagadora de arrebentar as barras e suga-los até o talo. Mas além disso não ser possível em meu estado atual, eu AINDA estava raciocinando. Só não sabia por quanto tempo. A única coisa boa daquilo tudo era que agora estava sozinha em minha jaula, que já era bem pequena por sinal, mas após ter me alimentado do ultimo bastardo que havia aqui comigo, acabei por ser descoberta em minha identidade. O que me rendeu uma boa surra, mas nada que eu não pudesse aguentar. O problema maior talvez fosse o sol, este que entrava pelas escotilhas e mesmo com todo o esforço que fazia, conseguia macular minha pele.

Vez ou outra eu conseguia um novo lanchinho para me manter viva, mas não era o suficiente. “Preciso sair daqui o mais rápido possível...” Mas como? Essa era a maior das minhas duvidas. Já havia tentado de tudo, desde enganar o vigia, até a força bruta, mas nada. Então como? “Bom, já que a única forma de sair dessa cela é morta, então eu me fingirei de morta, é claro...” Um plano deveras simples, mas que devido à sede e a dor incessantes, não havia pensado ainda.

As minhas próximas horas então seriam dedicadas a fingir alguns sintomas “comuns” a quem está morrendo por inanição. Já havia visto bastante inclusive, aqui mesmo no barco, já tinham sido 3 os infelizes a morrer por falta de comida e agua. Não seria difícil fingir isso, e então depois de algumas horas de encenação, eu simplesmente tombaria no chão da minha jaula e assim que ouvisse o cadeado da mesma sendo aberto, eu avançaria contra o infeliz que entrasse e o puxaria pro fundo da jaula para suga-lo.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Katsuo em Qui Nov 12, 2015 9:12 am

Katsuo ainda tinha as mãos cheias de limo. Ele batia e esfregava uma na outra a fim de eliminar o excesso. Não iria querer que sua espada escorregasse bem na hora em que deveria estar mais firme. Assim que terminou de se limpar, seu olhar se fixou em Ziya que podia ver ao longe, cercada pelos inimigos. Um sorriso debochado rasgou sua face de lado a lado. Ele estava muito curioso para saber como ela lidaria com todos aqueles homens e perderia, certamente, preciosos minutos apenas observando, sendo que quase sequer prestou atenção nas palavras de Cloud.

–  Você está começando a cheirar como medo. – Disse em tom firme com uma pitada de zombaria. – Pode usar da surpresa o quanto quiser, não importa: o primeiro que você pegar, já era. Quando ele gritar, todo mundo vai saber que você está aqui. Então é melhor você se preparar, porque a coisa vai ficar realmente ruim para o nosso lado.   – De alguma forma, ele não tinha medo naquele aviso. Havia prazer.

O demônio tinha a clara noção de sua desvantagem. Ele sabia que não poderia ficar em silêncio e escondido por muito mais tempo e que suas ações cedo ou tarde acabariam por atrair a atenção. Era inevitável. Era sua natureza. E por mais que ele estivesse tentado a sentar e assistir o espetáculo de Ziya, havia uma algo no seu coração que o impulsionava a fazer alguma coisa. Uma energia que quase o transbordava.

– Preparado?  – Meneou ambas as espadas de leve. Seus olhos sequer fitaram seu companheiro.

Com resposta ou não, o guerreiro do Inferno partiu em disparada. Ele correu na direção do inimigo mais próximo. Seus passos tinham a intenção de serem silenciosos. Talvez fosse impossível. Talvez fosse o suficiente. Se conseguisse chegar próximo o bastante sem ser notado, usaria uma de suas lâminas para cortar a garganta do homem, o segurando pelas costas. Escolheria a espada enferrujada. Faria isso não por causa do corte, mas porque a lâmina velha era melhor em rasgar. Não era um corte liso na carne. A maneira mais dolorida de se morrer que ele poderia naquele momento proporcionar. Um sorriso sádico – talvez até masoquista, dada a situação na que ele se enfiava – marcava mais ainda sua expressão. Seus olhos tinham um fulgor que se podia jurar que brotava do fogo do próprio Inferno.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Qui Nov 12, 2015 11:52 pm

@ Ziya

- Sinto muito, mas não poderei leva-la ao capitão, ele é um homem muito rígido, certamente quando a visse se enfureceria. Mandarei um de meus soldados dizer que a resgatamos e também avisar que estaremos afundando o pequeno barco. Mas se for necessário, faço questão de acompanha-la até uma das cabines para que descanse. Providenciarei comida e roupas e uma cama para que durmas.

O soldado estava sendo um perfeito cavalheiro, era impressionante notar como caía na lábia de Ziya com tanta facilidade, claro que sua habilidade de fascina-los a ajudava muito nesse sentido, mas era possível ver através dos olhos daquele homem o desejo carnal que, mesmo sem nenhum tipo de encanto ou bruxaria, havia na mente de todo ser humano. A luxuria. Ele então se virou para o mesmo soldado de antes, sua expressão mudou rápido. De um cavalheiro gentil e cordial, para um oficial duro e mandão em poucos segundos.

- O QUE ESTÁ ESPERANDO? VEM UMA TEMPESTADE AÍ! ARRUMEM LOGO ESSA PÓLVORA E EXPLODAM ESTES INFELIZES QUE OUSAM ATACAR SENHORITAS INDEFESAS.

- E você... – Apontou para um segundo soldado, este que ficou ereto imediatamente, disfarçando os olhares que antes dava às curvas da mestiça. - ... De o seguinte recado ao capitão. Diga que resgatamos uma moça que estava cativa de dois malfeitores num barco pesqueiro. Estarei a levando para minha cabine e darei a ela comida e roupas e deixarei que durma ali para descansar. Irei ter com ele em breve para me reportar sobre o caso.

- S-Sim sen...

AAAAaaaaagh....greaaaaa.....

O soldado fora interrompido por um grito de agonia seguido de um gemido, algo estava acontecendo, e todos olharam para ver do que se tratava...


@ Saphira

Saphira tentava a todo custo manter o controle, pois se perdesse a sanidade ali, seria questão de tempo até que perdesse a vida. Então, de forma extremamente engenhosa, assim como uma verdadeira assassina ardilosa e fria como Saphira era, ela planejou como sair dali de forma rápida e pratica. O plano era simples e eficaz, demorado claro, mas bem eficaz. As horas seguintes, desde o crepúsculo, até bem tarde da noite, foram seguidas de gemidos de dor e sofrimento. Saphira fingia bem, apesar de não ser nenhuma atriz, ter visto tantos outros perecerem da mesma forma a fez gravar certos padrões. Tontura, náuseas, pele pálida e feridas pelo corpo – Não que estes dois fossem necessários, sua pele já era pálida por natureza, e feridas ela havia adquirido com o tempo – E depois de algum tempo, a etapa final do plano, fingir-se de morta. Não foi difícil, seu corpo gelado e pálido era convincente o suficiente, somados às feridas e as encenações de agora pouco, acabaram por fazer com que um dos guardas a notasse.

- Ei, mordekai! Venha ver... – O tal Mordekai chegou mais perto. – Acho que morreu. Veja, não parece estar se movendo.

- Tem certeza?

- Tenho sim, ela estava gemendo o dia todo, parecia estar tonta e até vomitou sangue!

- Hum... Vamos tirar ela daí então antes que comece a cheirar mal. Já não estava gostando mesmo de tê-la por perto. Argh, vampiros me dão arrepios.

- Já viu um vampiro antes?! – Perguntou o primeiro surpreso. Este que era o detentor das chaves e já as tirava de seu bolso para então abrir a cela. Ele parecia bem entretido com a conversa, tanto que nem se deu ao trabalho de confirmar se Saphira estava mesmo morta e já iá abrindo a porta da jaula.

- Claro que já! Lutei contra vários deles. Raça desprezível! Sugadores de sangue nojentos, merecem a morte. Uma segunda morte! – Cospe no chão. Mordekai se mantinha o tempo inteiro do lado da jaula, esperando que seu companheiro puxasse o corpo de Saphira para fora, para então ajudar a apanha-la. Mas infelizmente não foi isso que aconteceu.

- Espere!


- O que foi?!

- Será que está morta mesmo? Vampiros não são imortais? – O guarda das chaves já estava com a cabeça dentro da jaula, mas a distancia ainda era insuficiente. Saphira, apesar de não estar vendo, sentia que ele não havia entrado ainda, pois logo sentiria as vibrações nas barras da jaula.

- Ora essa, Mordekai. Você não é o caçador de vampiros? Diga-me você!

- Não... Eles não são imortais, eles morrem com agua benta, estacas de madeira e alho. É só jogar alho nos olhos deles que eles ficam cegos e derretem feito lesmas sob o sal.

- Que nojo. Mas então porque acha que não está morta?

- Sei lá... Nunca ouvi falar de um vampiro que morreu de enjoo...

- Ora, seu paspalho, ela está há dias sem beber sangue, é óbvio que morreu de fome!

- Hum... Está certo, vá em frente. – Ele então voltou a avançar. Saphira sentiu o primeiro baque nas grades da jaula. O guarda havia colocado um dos pés dentro. Depois o segundo. Deu um passo adiante. Outro passo. Mais outro, e então... Tudo foi tão rápido que até mesmo os prisioneiros das celas ao lado se assustaram. Saphira se levantou e agarrou o homem num mata leão, já cravando seus dentes no pescoço do infeliz. O guarda se estrebuchava, ele tentou alcançar sua espada, mas Saphira segurou seu braço. Ele então se debatia, tremia, parecia ter uma convulsão. Aos poucos ia perdendo as forças e também os sentidos.

- MALDITA! SOLTE-O! SOLTE-O JÁ! – Eram muitos gritos. Mordekai gritava de ódio e medo para que Saphira soltasse seu companheiro, mas ao mesmo tempo, os outros prisioneiros gritavam em apoio à vampira. Mas isso não era algo bom, pois isso chamou atenção de outros 3 guardas, e apesar de Saphira estar agora em posse do corpo do infeliz, e isso incluía as chaves da jaula e sua espada. Ela estava em desvantagem.

Mas se pensa que aquela noite estava acabada por ali? Estava só começando. Pois enquanto corriam já com suas espadas em punho na direção da cela de Saphira, todos puderam ouvir o som que mais temiam. O sino de alarme do navio! O silencio se fez presente. Os 3 guardas que vinham pararam no meio do caminho, e os prisioneiros se silenciaram também. Saphira com isso ganhou mais alguns segundos, tudo que precisava para finalizar seu lanche, que apesar de não tê-la curado 100%, fizera a maior parte de suas forças serem recuperadas. Restava agora sair já jaula e enfrentar seus detentores.


@ Kitkat e Cloud

Atacar ou não atacar? Eis a questão. Cloud podia não ser o mais culto dali, mas tinha certa razão em pensar que aquilo era um ataque suicida. Mas de que outra forma fariam? Katsuo por sua vez, ignorava completamente as questões filosóficas, racionais e numéricas. Tudo que ele queria era sangue, e este não seria o seu, não esta noite. Ou ao menos, era o que ele desejava. O ataque foi sorrateiro, sujo, e muito efetivo. O som de suas laminas rasgando a pele do desgraçado, enquanto ele se afogava no próprio sangue, foi algo sensacional aos ouvidos do demônio. Era como ouvir musica. Mas assim como ele mesmo previra, assim que o primeiro tombasse, tudo iria por agua abaixo...

- E-Ei, quem é você?! – Disse um dos soldados que se virava com os olhos arregalados de surpresa e espanto com a cena que via. Era impressionante que ainda conseguisse falar e puxar sua espada, pois sua cara demonstrava o puro terror. Mas Katsuo também não se importou, ele já esperava por isso, e assim que o infeliz fez menção de gritar, pulou para cima dele num salto quase olímpico, cravando a espada em seu peito.

- AAAAaaaaagh....greaaaaa.....

Foi só o que o soldado teve tempo de “dizer” antes de partir deste mundo, mas foi o suficiente para alertar os demais. Aqueles que não haviam sido pegos pela armação de Ziya, e que estavam próximos o suficiente, logo se viraram e viram tudo. Dois de seus companheiros mortos e dois invasores. Pronto, o circo estava armado.


@ Todos

- INVASOREEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEES!!!! – O grito ecoou no convés. O silencio se formou. Todos congelaram. Tanto Katsuo, quanto Cloud, quanto os soldados. Ziya e o oficial estavam próximos da porta de madeira dupla que dava para a cabine e as escadas. Ambos ouviram o grito, mas de onde estavam não era possível ver o que acontecia devido a montoeira de gente, mas foi quando o sino de alarme tocou que as coisas viraram um caos. Homens correram brandindo suas espadas na direção dos dois invasores, enquanto o oficial, que ainda estava ao lado de Ziya, ficava sem entender o que acontecia.

- Mas o que... O QUE ESTÁ HAVENDO AQUI?! Sinto muito senhorita, peço desculp...

- SENHOR! HÁ INVASORES NO NAVIO! ELES MATARAM DOIS DOS NOSSOS! – Um soldado desesperado chegava para reportar. Ele constantemente olhava para trás para ver a confusão.

- Mas como? Quantos? Onde?

- No lado direito, senhor. São dois... Dois demônios!

- Mas ora essa, todo esse alarde por apenas dois homens? TEMOS MAIS DE 50 HOMENS NESTE NAVIO, SERÁ QUE NÃO DÃO CONTA DE DOIS MÍSEROS LACAIOS DO DIABO?!

- M-Mas senhor... Eles podem ser amigos dela...

O oficial bufava de indignação, enquanto tentava ver por cima dos ombros do soldado o que acontecia lá atrás, mas tudo que via era uma confusão de soldados que formavam um “circulo” em volta da área onde a possível invasão estava acontecendo.

Nesse meio tempo, Katsuo e Cloud eram atacados por uma guarnição inteira de soldados. Alguns ainda iam até o mastro para pegar as armas estocadas nos barris, mas um grupo de pelo menos 7 deles já vinha direto com seus sabres em punho para lhes enfrentar.

La embaixo. Saphira havia terminado seu lanche, e agora estava parcialmente recuperada. Aproveitando da leve distração causada pelo sino, ela tomou para si as chaves e a espada do guarda infeliz, mas ela ainda estava dentro da jaula. O guarda de fora então fechou a jaula e, usando sua espada, criou uma espécie de trava que impedia a mesma de ser aberta.

- TRAGAM A CHAVE RESERVA, RÁPIDO!

Saphira tinha que correr, ou seria trancafiada novamente. O que ela faria agora?

<Como eu atrasei da ultima vez, decidi esperar pelo kitkat. Mas não se repetirá mais, portanto próximo post na quinta que vem, dia 19. Status atualizados para Saphira.>

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Sex Nov 13, 2015 11:58 am

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Algum ultimo pedido?
Algo importante a dizer?
A escuridão te domina!
E o show começa!

Antes mesmo de Vincent entrar no navio, Katsuo saltava pra dentro e corria para sua primeira vítima.

Não tinha mais jeito, Vincent saltou pra dentro do navio, limpando as mãos na calça em seguida. Enquanto ajeitava sua espada na parte de trás de seu cinto, Katsuo já cortava a garganta de um dos soldados e Vincent baixava a cabeça, balançando negativamente. -"Tsc, tsc, tsc...."

Estavam em desvantagem e o ataque surpresa seria sua melhor opção, mas tinham perdido qualquer chance de surpresa com os gritos daquele homem, que chamou a atenção de todos no convés. Mas com isso pode perceber que Katsuo era um excelente guerreiro e isso o fez lembrar de quando saiu de Takaras, estava em desvantagem numérica também mas agora ele não estava sozinho, aquilo poderia dar certo.

Ao ouvir o grito de invasores, Vincent abria os braços e levantava os ombros.
-"Acho que esses invasores somos nós."

Já pegou sua espada e tirou da bainha, segurando-a na mão direita e a bainha na mão esquerda.
Se aproximou de Katsuo enquanto o segundo homem perdia a vida pela lâmina do demônio.

Era possível ver que uma formação de soldados já cercava a dupla e o meio-demonio baixava a cabeça, olhando por baixo das sobrancelhas. Já podia ver três guardas os cercando por trás e virava-se de frente para eles, deixando Katsuo atrás de si.

Abria suas asas demoníacas e lambia os lábios, como se estivesse a frente de um grande banquete e realmente estava. O cheiro de sangue misturado a maresia lhe dava até prazer. Afastava as pernas, deixando a bainha da espada a frente e o corpo de lado, era hora de lutar.

-"Lembre-se que estou de seu lado maninho, vamos apostar quem mata mais marujos?"

Brincava com seu parceiro e partia para o ataque em meio à flashbacks do seu passado em Takaras. Sangue e morte, era tudo que haveria naquela noite, esperava que não fosse o dele que jorra-se este sangue.

Sua expressão era a pior possível, parecia um grande predador caçando uma minúscula presa. Obcecado pela fome que chegava a salivar e morder os lábios, visando assustar e intimidar seus inimigos.

Usando seus conhecimentos adquiridos nos anos que ficou naquela organização, avançou para os três soldados a sua frente, defendendo e aparando golpes com a bainha da espada e atacando com a lâmina para incapacitar ou matar seus oponentes.

Seria uma luta difícil e demorada, mas usaria seus conhecimentos para poupar energia e atacar quando fosse pra matar, deixando seus sentidos e instintos dominarem seu corpo e mente, se tornando um só com a espada.

Abusando de sua agilidade e velocidade, Vincent só visava passar por aquela soldados e pegar o peixe maior, o homem que dava ordens ali. É o que sempre dizem, corte a cabeça que o corpo cai.





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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Sex Nov 13, 2015 4:38 pm

Ainda que bem vestido e em uma posição de poder, o tal "senhor" continuava sendo um homem. Até mesmo os marujos de casta baixa aos poucos se permitiam ser tomados pelo desejo. Não os culpava. Desejo traz morte e sofrimento, mas sem esse, a vida não teria razão. Sem vontades, seriam como gado, aguardando um destino incerto, ao invés de faze-lo.

Seus colegas mercenarios não eram diferentes, e tomados por um tipo diferente de euforia, chegavam a bordo tomando vidas. De certa forma, os invejava. Embora brincasse com o que todo mundo quer, ela mesma jamais poderia se permitir se entregar as proprias vontades de forma tão imprudente. Talvez por essa razão, se divertisse tanto em puni-los.


"Espero que consigam enfrentar o que procuraram ..."


Lançou um olhar furioso ao homem que a acusava, mostrando raiva pela primeira vez, enquanto se preparava pra despejar novas mentiras. A luxuria por sí só nao era o bastante para que perdessem o bom senso. Dessa forma, o plano era usar o que acreditassem. O imediato havia apontado que estavam em maior numero, e quem havia proposto que ela visitasse sua cabine? Apenas o mesmo. Usaria a situação para proporcionar algo que ele gostaria de ter, seguindo uma verdade que pareceria razoavel ao mesmo. Dessa forma, a recusa se tornava improvavel. Ainda que não fosse o dono do navio,que tipo de vantagem ou conhecimento se perderia se os barbaros colocassem as mãos nele? Ele tinha uma posição superior por algum motivo. Fosse para obter informação valiosa, fosse para toma-lo como refém posteriormente,precisava tira-lo do convés.


- Eu jamais poderia ser amiga de alguem assim! Concordo que devam mata-los!
- disse com indignação. Se aproximava aos poucos do mais bem vestido, e se ele lhe desse abertura, se jogaria em seus braços. Agora, ja não mais precisava apenas olhar, poderia sentir a pele da mestiça, e o cheiro que ela tinha. - Se pudesse, desistiria dessas asas só para me tornar humana por inteiro, assim como meu pai. Foram estes demonios que o mataram, tomaram nosso pequeno barco. Por favor, cinquenta homens de certo podem dar conta deles, mas eu não posso mais suportar ve-los. É o unico que acredita em mim, que me deu apoio. Por favor, pode me levar até a sua cabine?

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Katsuo em Sab Nov 14, 2015 3:54 pm

Viver ou morrer. A vida e a morte num só corpo. A dor e o prazer que se entrelaçam com o lascivo cheiro de sangue como corpos quentes e suados. Não importa quem cair primeiro. Não importa quem cair depois. O que importa é sobreviver – mesmo que para isso tenha que haver sacrifício. O auto sacrifício. A auto destrutividade. Assim era a vida daquele demônio: a luta pela sobrevivência que ele conseguiu arrastar tão longe. Katsuo já esteve cercado por exércitos antes. Certamente já estaria depois. Ele não estava intimidado. Coragem ou imprudência? As duas num só corpo.

Matar foi revigorante. O sangue quente a vivo do segundo homem jorrou num feixe que marcou a face de Katsuo, conferindo um aspecto intimidador senão até barbárico e brutal. Quando o aviso foi dado, quando o sino tocou, o coração do demônio parou por um instante. Suas veias se tonificaram e suas pupilas dilataram conforme uma quantia monstruosa de adrenalina era despejada em seu sangue. Quando voltou a bater, depois da brecha no tempo, bateu forte, muito forte. Fez doer o peito. Uma dor vívida e estimulante, excitante.

–  Humpf! Por que apostar se eu sei que vou ganhar?!  – Respondeu confiante.

Suas pernas estavam afastadas. As espadas frente ao corpo. Suas costas poderiam estar quase coladas às de seu companheiro. Seus olhos afiados como navalhas acompanhavam cada passo, cada gesto. Eles logo estariam cercados. Mas antes que isso definitivamente acontecesse, ele faria aquilo que sabia de melhor: espalhar devastação. E o demônio já tinha em mente a ideia de como faria isso.

– Hey, garoto, me ajuda aqui! Vamos devolver isso pra eles! – Se adiantou para começar a erguer o corpo de uma da suas vítimas.

Claro, um cadáver. Atirar um corpo contra um grupo era sempre uma boa ideia. Era realmente algo que poderia atrapalhar, quem sabe derrubar alguns por um tempo, fazer cair a moral do inimigo. Brilhante! Entretanto, havia algo a mais naquilo. Existia ali um toque de perversidade. Uma pitada amarga de maquiavelismo. Um demônio sem seus truques não é um demônio, afinal.

– Eu sempre quis fazer isso!  – Confessa em tom de satisfação e com um sorriso quase infantil no rosto.

Quando a mão do guerreiro tocou o peito do homem morto, dela irrompeu um espinho que perfurou a carne e em seguida ramificou. Aquele era o estopim. Corpos são sacos de sangue, não são? E sangue, para Katsuo, era pura energia. O que aconteceria quando um saco cheio dele entrasse em colapso era algo que ele estava sedento em descobrir. Tripas voando aos ares era uma visão certamente para nunca se esquecer.

Uso de H.E.:

http://www.lodossrpg.com/t454-he-katsuo

[FRENESIA SANGRENTA]
Se Cloud não me ajudar a erguer o corpo, vou drenar do meu próprio sangue até ter força o suficiente. Isso significa 4% PV para o rank D em Força ou 10% para o rank C, se for necessário.

Pretendo usar a mesma HE conforme o uso descrito no seguinte trecho:
"Adicional do segundo nível: A capacidade de dispersar toda a energia contida no sangue agora permite que isso ocorra de uma só vez, criando o efeito de uma bomba cujo dano/explosão é calculado a partir do Rank da vitalidade(...)" (Vitalidade do sangue, no caso, da vítima)

[ERITROCINESE]
Estou usando 1% PV para fazer o estopim.  

Espero que funcione. D:

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Qua Nov 18, 2015 9:43 am

Vincent Eldoras
"I admit that I ain't no angel, I admit that I ain't no saint -- I'm selfish and I'm cruel and I'm blind. If I exorcise my devils, well, my angels may leave too. When they leave they're so hard to find...”
O que esperar no meio da noite?
No meio do oceano?
Dois demônios fazendo a festa!
Após sua tentativa de ataque, Vincent volta a posição inicial, de costas para o seu companheiro.

Mas Katsuo teve uma ideia, e pede a ajuda dele.
Abaixou como se fosse pegar o corpo, e Vincent entendeu, a ideia era jogar um corpo de um dos homens mortos no grupo a frente dele.

Katsuo parecia animado, mas Vincent não achou uma boa ideia, o que isso mudaria? Mas estavam juntos e iria tentar trabalhar em dupla por enquanto.

-"Espero que saiba o que esta fazendo e não mais uma brincadeira…"

Colocou rapidamente a espada na bainha e prendeu-a em seu sinto, baixou ao lado de dele para arremessar o corpo para frente, e seja o que tiver de ser.

Antes mesmo de recobrar o fôlego pelo arremesso, já desembainhava a espada, segurando com as duas mãos, esperando o próximo ataque.




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Obs.: Essa postagem foi autorizada pela Narradora. Não é um double-post ou uma duplicata.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Saphira em Qua Nov 18, 2015 8:49 pm

Ah, enfim sangue! Sim, sangue fresco e suculento. Meu lado mais sombrio agora aflorava como uma flor desabrochando no auge da primavera. Mas eu não me deixaria perder naquele turbilhão de satisfação, o frenesi sangrento era algo que eu já controlava com certa tranquilidade, e aquele era o momento em que isso seria extremamente importante. Perder a compostura agora, depois de ter chegado tão longe em meu plano só me faria pior do que antes.

O guarda de fora tentava inutilmente impedir meu caminho, mas isso não seria algo fácil, tão pouco possível, eu estava com as chaves afinal. Mesmo que eles me trancassem novamente, era só usar a minha chave e abrir novamente a jaula. “A não ser que depois de me trancar eles tomem outra providência...” Ou talvez até antes, quem sabe. 5 contra 1 não era o melhor dos números, mas ainda assim, tinha esperança e fé em minha habilidade que eu conseguiria ao menos sair da li viva.

- Ei, Mordekai. Pra sua informação, vampiros não morrem por causa de alho, é só que ele tem o gosto muito ruim mesmo. – E com um solavanco repentino, fui em direção à porta da jaula, direcionando a sola dos dois pés na porta. Uma espécie de voadora com as duas pernas, mas sem a parte de pular e se jogar em cima do alvo. Eu apenas usaria de toda a força possível de minha pernas para então forçar a tranca improvisada feita pelo guarda Mordekai, e então quando estivesse livre, usaria minha habilidade para partir pra cima dele e cortar sua garganta.

“Um a menos não vai fazer diferença quando tenho outros 3 para poder sugar...”

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Qui Nov 19, 2015 11:35 pm

@ Ziya

O almirante estava indeciso, ele não sabia se dava ouvidos a seu soldado e iria ajudar sua tripulação, ou se seguia com a mestiça para a cabine. Mas foi somente uma pequena questão de convencimento até que ele se decidisse. O apelo tão persuasivo de Ziya foi mais do que suficiente para quebrantar o homem, que rapidamente corou com a indireta da jovem.

- Soldado! Resolvam este problema imediatamente. Matem estes dois infelizes e joguem seus corpos ao mar, não quero ouvir mais desculpas.

- S-Sim, senhor!

- E a senhorita... Por favor, me acompanhe, levá-la-ei para longe destas bestas. Não precisa mais se preocupar, agora que está comigo está devidamente segura. - O homem a levou então pela porta dupla que dava para as escadas. Uma delas levava a parte mais alta, onde ficava a o leme principal e, provavelmente, o capitão estaria ali. A outra escada, no sentido oposto à primeira, descia e levava às cabines e aos andares inferiores da embarcação.

- A proposito, senhorita Airmed. Sinto muito não ter me apresentado ainda. Me chamo Alastor, sou o primeiro tenente deste navio. - Ele se apresentou e logo Ziya entendeu porque de respeitarem o homem, ele tinha um posto dentro do navio, talvez abaixo do capitão, mas que era acima dos soldados comuns. O que lhe concedia certo poder, e talvez, certas mordomias. - Aqui, chegamos. Peço que não repare na bagunça, somos um navio... De carga. Logo não há porque ter acomodações mais luxuosas. - Ele ponderou um pouco na hora de dizer sobre o que transportava aquele navio, Ziya percebeu, que mesmo por um ou dois segundos, ele pareceu hesitar em dizer.

Quando entraram na cabine a mestiça não se surpreendeu muito, apesar de bem rústica ela era mais espaçosa do que imaginava, talvez por ele ser um soldado de patente maior. Havia uma cama na parede direita que estava desarrumada, e ao lado uma escotilha que dava vista pro mar. No centro um tapete velho e na parede oposta a porta uma mesa de escrivaninha pequena amontoada de papeis e uma garrafa de rum jogada. Na parede esquerda havia um armário, onde provavelmente ficavam as roupas e outros pertences do homem, mas fora isso, não havia nenhum apetrecho ou beleza no lugar.


@ Kitkat e Cloud

Vincent já engajava na luta, e assim como seu companheiro de batalha, não teve dificuldade em lidar com seu inimigo. Os três que vinham logo foram repelidos e mortos, porem agora cerca de 10 deles já cercavam a dupla. Katsuo tinha um plano audacioso, bastante sádico diga-se de passagem, mas que poderia dar certo. Com a ajuda de Vincent foi fácil levantar o corpo morto, os soldados já avançavam, eles nem sequer imaginavam o que os esperava.

Eles viram quando Katsuo arremessou o cadáver pra cima deles, mas ingênuos dos truques demoníacos da dupla, eles apenas tiveram o trabalho de sair do caminho do corpo e continuaram avançando, e essa foi a ruina de pelo menos 5 deles, que pegos numa explosão de sangue e tripas, foram arremessados longe já desacordados.

Os outros pararam sua corrida assustados, já não sabiam mais o que fazer, esperaram pelos demais, a próxima leva de soldados ainda estava a próxima do mastro, o que dava para a dupla um espaço de poucos segundos para agirem.

@ Saphira

A vampira não se deixou levar pelo frenesi sangrento de sua raça, ela era superior afinal, havia aprendido a controlar sua fera interior e se tornado a predadora perfeita, e que predadora deixa que sua caça a trancafie numa jaula sem sequer poder se alimentar? Tolos. Mal sabiam os soldados com que lidavam, mas um deles já havia pago seu preço em sangue, e agora o segundo já estava indo por este caminho.

Saphira chutou com todas as forças a porta da jaula fazendo com que a porta abrisse num solavanco. A espada que antes fazia o papel de alavanca foi jogada a frente no chão e o homem jazia desarmado. Os outros soldados que vinham ainda estavam longe, Saphira tinha segundos de tempo para agir, e foi o que fez. Sem banquetes dessa vez, teria sua chance mais tarde, a hora era de matar e não comer. Usando de sua habilidade ela avançou contra o guarda, jogando-o no chão e ficando por cima de seu corpo. O homem repleto de pavor mal podia se mexer e nada fez quando a vampira usou a espada de seu colega para então mata-lo.

Pronto, lá estava ela agora, sozinha contra os 3 guardas. Um deles, o que vinha mais a frente mal esperou que a vampira se recompusesse de sua fuga, ele vinha com uma estoca preparada para atingir o tronco da vampira, enquanto que os outros, um passo atrás vinham com suas espadas levantadas prontos para finalizar a jovem lhe retalhando.

<Próximo post dia 26/11. Status atualizados para Katsuo.>

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Ter Nov 24, 2015 5:41 pm

Vincent Eldoras
"I admit that I ain't no angel, I admit that I ain't no saint -- I'm selfish and I'm cruel and I'm blind. If I exorcise my devils, well, my angels may leave too. When they leave they're so hard to find...”
O que você vê no fundo dos meus olhos?
O que parecia loucura foi uma excelente estratégia.
Vincent não sabia que Katsuo tinha planejado explodir aquele corpo, na verdade, ele nem sabia que era possível. Mas foi quase prazeroso ver o pânico causado pela explosão de tripas.

-"Depois você VAI ter que me ensinar como fez isso... " Dizia o mestiço a seu parceiro.

Agora os soldados restantes estavam atordoados e horrorizados com o ocorrido.

Era hora de agir. E Vincent não ia desperdiçar essa chance.  

Aproveitou a distração e partiu pra cima dos soldados.
Visou o peito do primeiro, para empalar seu corpo, atravessando a espada no lado direito de seu peito, de trás para frente, ainda não era à hora de matar.

O segundo não teria tempo de pensar, Vincent tentou atravessar a cabeça dele com sua espada, mirando o queixo de baixo pra cima.
O terceiro estava ao lado, ainda com o corpo cheio de sangue e pedaços de pele, enquanto ele tentava entender o que acontecia, Vincent enterrou a espada em seu pescoço, torcendo para o lado no processo.
O sangue quente sobre a lâmina e o terror nos olhos do soldado alimentavam ainda mais a vontade de matar de Vincent. Agora o jovem já perdia sua humanidade e seu lado demônio aflorava ainda mais.

Voltou ao primeiro, que estava de joelhos, quase afogado em seu próprio sangue. Se colocou atrás dele, provavelmente estava com um pulmão perfurado.
Vincent o segurou pelos cabelos, levantando sua cabeça, mostrou sua lâmina cheia de sangue, fazendo o homem se desesperar ainda mais e começar a gritar, mas seu grito era afogado em sangue.
Para os que olhavam, Vincent sorria enquanto passava a lâmina lentamente no pescoço do jovem, fazendo mais sangue jorrar.

Seus olhos vermelhos vibravam e brilhavam. Tinha nascido para aquilo e por ter repreendido por tantos anos, sua sede agora era imensa.

-"Katsuo, a espada do capitão vai ser minha...
depois de arrancar o coração dele..."





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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Ter Nov 24, 2015 11:41 pm

Havia tomado Alastor de seus homens. A medida que seguiam até sua cabine, seria cada vez mais facil esquece-los. Cortava a conexão do mesmo com o mundo exterior, emanando sua essencia profana [Musa do Inferno - On] . Logo a distancia entre eles não mais poderia ser medida, pois ja nao seria apenas material. A partir de agora, Ziya precisava tomar mais cuidado. Como uma sirene, o arrastaria até o abismo, porém, ainda que a escuridão fosse tentadora, nela a proximidade se tornava maior, e os demonios mostravam suas cores mais claramente.

O afogava de maneira terna, como que numa entrega voluntaria à ruina. Ainda que as decisões fossem, de certa forma, dele, Ziya as tornava suas. Aos poucos, ja não podia distinguir seus desejos dos dela, e então não haveria mais volta. A escuridão poderia trazer a verdade, mas assim que se une a ela, é impossivel voltar a superficie.

Ela se aproximava cada vez mais do que queria ouvir, e de uma provavel traição. Talvez ja não fosse mais prudente devolver o navio ... ao menos não com o que ele poderia portar. Ainda que isso significasse eliminar os outros contratados, não deixaria que ficassem entre ela e sua gula.

- Um pouco de gentileza é sempre apreciada, luxo é apenas secundario. Pode me ajudar com as amarras? - disse, em um convite para despi-la. Seu vestido era de tecido rosa opaco. Relativamente curto, terminava pouco abaixo das coxas. Tinha um par de alças e um laço trançado na parte de trás, de forma semelhante aos cordões de um espartilho. Era vagabundo, porém afavel, assim como Ziya. - Não me entenda mal ... agradeço que tenha me acolhido, mas te disse tudo sobre mim e ainda não lhe conheço bem.  Agora que meu pai nao é mais vivo, ja não tenho qualquer vinculo com esse mundo. Não tenho qualquer importancia, e portanto não há nada que nao possa me dizer. O que é a "carga" desse navio?

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Katsuo em Qui Nov 26, 2015 8:54 am

Aquela explosão sangrenta de vísceras era bem emocionante. Dava para ver a empolgação nos olhos do demônio. Ainda assim, não eram tanto quanto a cada de terror que se instalou nos seus inimigos. Aquilo sim era delicioso. Era um prazer sádico do qual Katsuo se deleitava. Como um predador, agora ele tinha sua presa indefesa a sua frente e então poderia se divertir.

O guerreiro do inferno sorriu frente o comentário de seu companheiro. Depois removeu um pedaço de tripas que ficou preso num de seus chifres. Era bom ter suas habilidades reconhecidas. Não retribuiu nenhuma resposta. Ele nem saberia realmente o que falar.

Sem mais delongas, Katsuo partiu para cima do inimigo mais próximo. Mas agora ele tinha que competir com Cloud. Seu objetivo, porém, era acabar logo com aquilo. Não ligava para quem derrubasse mais homens. Pelo menos não até aquele momento. Mas isso estava prestes a mudar.

– Isso se sobrar alguma coisa dele. – Retruca sobre o capitão.

Naquele ponto, a disputa estava estabelecida. Quem seria mais rápido? Mais forte? Mais inteligente?

O corpo do demônio aquecia. Conforme ele fazia seus movimentos, o calor se tornava mais intenso. Usar as espadas cruzadas como tesouras era seu movimento preferido, mas um corte bem no meio do crânio era igualmente divertido, embora o obrigasse a puxar para destravar sua espada do osso.

[Formatação em breve. Estou ativando minha HE para transformar o sangue sobre a pele do personagem em energia, mas mantê-la reservada. Só me dizer o equivalente a PV em % e o Vigor da vítima que eu coloco no status no próximo post.]


Última edição por Katsuo em Sab Nov 28, 2015 3:54 pm, editado 4 vez(es)

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Saphira em Qui Nov 26, 2015 8:13 pm

Três contra um não era bem o meu estilo de luta, ainda mais quando usava uma arma da qual não era familiarizada, porem eu ainda tinha um truque na manga. Eu não precisava ataca-los agora, tinha certo tempo, até porque as coisas la em cima pareciam agitadas também, então dificilmente mais guardas desceriam aqui. Tudo que precisava fazer era me esconder e atrair um por um para mim, mas como fazer isso? Simples, usando minha técnica.

Marquei então aquele que vinha com a espada logo a frente, o primeiro deles, e então usando da minha breve camuflagem, recuei indo para as sombras do porão do navio. Sabia que não duraria muito, ainda não estava 100% recuperada, mas ao menos me daria tempo hábil para me esconder em algum lugar bem escuro e despista-los. Quando estivesse oculta, e numa posição estratégica, onde pudesse ver eles, ou ao menos um deles. Eu o esperaria se aproximar, então atacaria por trás ou pela lateral, aproveitando-me do elemento surpresa para fincar a espada em seu peito.

Quando isso acontecesse já estaria numa desvantagem bem menor, dois deles eu poderia dar conta, além do que, teria duas armas dessa vez, então não seria difícil lidar com eles.

[Vou usar Hunter Sense pra ficar camuflada na escuridão do porão, como não sei bem as condições do cenário à minha volta, coloquei que iria para algum canto bem escuro de onde pudesse ver ao menos um deles, e dali eu o atacaria quando se aproximasse.]

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Sex Nov 27, 2015 11:00 pm

@ Ziya

O tenente parecia domado pela musa pecadora. Seus olhos já não podiam mais esconder o desejo que sentia pela mestiça e o convite feito pela mesma só o atiçou mais. Ele a devorava com os olhos, parecia até mesmo que a mestiça podia sentir aquele olhar penetrando suas vestes e lhe percorrendo todo o corpo. Ele balbuciou algumas palavras quando foi questionado sobre a carga do navio, mas nada que pudesse ser entendido de inicio.

- ... Ora, porque se importar com isto, jovem moça. Amanha aportaremos em Hilydrus e tudo isso será esquecido... – Ele suspirou forte, de desejo. Ele foi avido até as amarras que prendiam o vestido, mas ele queria mais, estava enlouquecido de prazer, mas algo estranho estava acontecendo. Ziya sentia que sua influencia poderia estar diminuindo, pois mesmo fascinado, ele não lhe dissera o que ela queria. Ele desatou os nós que prendiam o vestido nas costas, mas sem esperar um convite, ele já envolvia a mestiça com uma de suas mãos, enquanto que a descia suavemente pelas costas, chegando a altura da cintura, mas provavelmente não pararia ali.


@ Kitkat & Cloud

Os dois demônios não esperaram por um convite para irem atrás de mais sangue, eles tinham sede, talvez mais sede até que a vampira logo abaixo no porão. Vincent foi o primeiro, seguido segundos depois por Katsuo, cada um para um lado, cada um derrubando um inimigo. Os homens tombavam a sem vida como se fossem galhos sendo arrancados de uma arvore. Um, dois, três, quatro deles foram sem sequer os dois invasores serem tocados.

Mas nem todos ali estavam petrificados de medo, não. Havia aqueles soldados mais bem treinados, sempre havia. Um deles se aproveitou do sadismo de Vincent para lhe pegar por trás, distraído como estava em se deleitar do sofrimento alheio, e quando o meio demônio menos esperava foi atacado. Ele mal chegou a executar seu ultimo plano, tendo que largar os cabelos do soldado moribundo quando sentiu a dor de sua barriga sendo atravessada por uma lamina curva. O soldado então o chutou, derrubando o demônio no chão, que ainda sentia uma imensa dor e certa dificuldade em se mover. O soldado já vinha para cima dele, pronto para finalizar o serviço, uma estocada direto no peito, aproveitando-se de seu adversário caído.

Já Katsuo estava indo bem, conseguiu pegar um deles desprevenido, o soldado mal teve tempo de reagir e já estava com suas tripas no chão e cuspindo sangue. O segundo caiu com um golpe na cabeça, seus olhos se reviraram até deixar somente o branco a vista e ele aos poucos foi se ajoelhando, já morto aos pés de seu algoz, implacável, feroz, um ceifador de vidas avido por mais e mais almas. Mas tirar a espada da cabeça dura de um soldado lhe custara segundos, segundos esses que fizeram a diferença entre sair ileso, e levar um corte em seu peito por um soldado mais ousado. O corte não fora muito extenso, mas ardia de leve, sua descendência demoníaca tratou de lhe poupar de sentir mais dor, mas não de sangrar. Ele precisava tomar mais cuidado.

Katsuo viu seu parceiro caído, ferido, talvez até morresse ali e agora, mas ele tinha seus próprios problemas, pois os soldados mais uma vez chegavam, eram 5 deles, e um já estava a frente do demônio, pronto para desferir mais um golpe.


@ Saphira

Saphira tinha uma estratégia boa, mesmo que sua habilidade não durasse muito, foi o suficiente para escapar dos 3 soldados e esconder-se atrás de uma das jaulas, quase no fundo do porão. A iluminação mal chegava ali, e aquela cela estava lotada. Um dos presos viu quando a vampira voltou a ficar visível, mas nada fez. Os soldados assustados permaneceram parados onde estava, fizeram uma formação circular, um protegendo as costas do outro e vigiando todos os lados. Eles estavam visivelmente assustados, mas não chamaram por ajuda, porem também não se moviam.

- SAIA DE ONDE ESTIVER, SUGADORA DE SANGUE MALDITA! IREMOS LHE ENCONTRAR DE QUALQUER JEITO, ESTE NAVIO ESTÁ LOTADO DE SOLDADOS, NÃO CONSEGUIRÁ ESCAPAR! – Um deles gritou em alto e bom som, os presos mais uma vez fizeram algazarra.

- SILENCIO, IMUNDOS! – Eles xingavam, mas acabaram fazendo silencio após algum tempo. Agora somente o som dos estalos da madeira do navio podiam ser ouvidas, o ranger das tábuas a cada balanço do mar. O sino não voltou a tocar, seria isso um bom ou um mal sinal?


<Algumas observações:
1 - Sua HE me confunde, Kitkat! U.U
O vigor do cara era D e a quantidade de PVs que tem em você é cerca de uns 15%.
2 - Ziya, sua HE já estava ativa NELE desde o momento que voou para falar com os tripulantes junto com a Airmed, e como ela tem duração máxima de 4 turnos e ele sofreu com o efeito total dela, este foi o ultimo turno. POREM, você pode tentar usar novamente nele, mas isso pode ocasionar algum outro efeito, visto que ele já sofreu bem recentemente com essa habilidade. No próximo post apenas me confirme se irá utilizar de novo a habilidade ou se vai continuar como está.
3 - Status atualizados para todos. Prazo até 4/12.>

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