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[Classica] Malfeito feito

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[Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Sab Set 12, 2015 12:17 pm

Katsuo
Status: Corte na parte lateral da coxa esquerda, mas nada que lhe impeça de lutar.
PVs: 82%
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PEs: 91%
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Equipamentos:
1 espada de ferro enferrujada (Nível 1)
1 espada longa (Nível 2):
1 armadura de couro comum completa
1 cantil de água
1 bolsa de viagem simples
Espólios da campanha:
Exp rendida até o momento:
1550


Saphira
Status: Normal
PVs: 100%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
PEs: 70%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

Equipamentos:
1 Adaga curva com corrente de 3m.
1 Cantil com agua
1 Armadura de couro simples
1 par de luvas que cobrem até metade do antebraço
1 Capa longa de viagem (cobre todo seu corpo até os tornozelos)
Roupas e itens pessoais
Espólios da campanha:
Exp rendida até o momento:
1300


Ziya
Status: Morta.
PVs: 0%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
PEs: 0%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

Equipamentos:
1 Arco
10 Flechas
1 Vestido Reforçado: Apesar da aparência singela, o vestido de Ziya é reforçado afim de garantir proteção ao seu corpo.
Espólios da campanha:
Exp rendida até o momento:
1300


Cloud
Status: Perfuração na barriga próximo da cintura, a espada atravessou seu tronco e sente dor considerável. Sangramento estancou.
PVs: 81%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
PEs: 39%
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Equipamentos:
1 Colete
1 Espada Nibelung Valasti lvl 1
Espólios da campanha:
Exp rendida até o momento:
1750


Limbo:
Airmed
Status: Fora da campanha
PVs: 100%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
PEs: 100%
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

Equipamentos:
1 Adaga de Aço Comum
1 Bainha de Couro Comum
1 Leque Metálico
1 Pergaminho
Espólios da campanha:
Exp rendida até o momento:
100


Última edição por NR Lima Limão em Seg Maio 02, 2016 4:18 pm, editado 22 vez(es)

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Sab Set 12, 2015 1:05 pm

“As ruas escuras e misteriosas de Takaras podiam esconder muitas coisas, desde reles bandidos, à assassinos frios e calculistas. Mas havia uma coisa que estava muito clara ali, que mesmo entre os piores, havia uma certa ordem, uma hierarquia implícita e que era respeitada. Não na base da integridade e honra, como era feito em outros reinos, mas sim na base da força e do medo. E era essa mesma hierarquia que mantinha Takaras de pé, e funcionando.”


A Taverna do Tranco como era muito conhecida. Seu interior era quase tão medíocre quanto o lado de fora, apesar de grande, maior do que a maioria das tavernas daquele lugar lúgubre e sombrio. Ela ficava localizada próxima ao cais do porto fantasma, era quase como um grande galpão de carga, com mesas e cadeiras dispostas por todo canto e uma bancada ao final desta. Uma pequeno cubículo de madeira, de não mais que 3 por 3 metros fora construído atrás da bancada para servir de cozinha, e acima deste mesmo cubículo mais mesas dispostas. Uma escada na lateral do galpão levava para cima da cozinha, e o teto era em forma de parábola com varias vigas de madeira sustentando.

Todos

Cada um deles chegou em momentos diferentes no ponto marcado, em frente ao cais numero 7, o mais afastado da rua principal. O primeiro a chegar foi o demônio Katsuo, talvez ansioso pelo aquela noite reservaria para ele, ou talvez ansioso por terminar logo a tarefa e receber sua prometida recompensa. Em seguida, uma mulher de beleza singular surgiu virando a esquina da rua principal com o cais, ela vinha na direção do demônio. Apreensivo ele a observou até que a mesma parou a alguns metros de distancia do mesmo. Ambos se observando, desconfiados, um leve clima de tensão se instaurou no ar com a chegada da garota.

Ela era Ziya, a mestiça, que também fora chamada para aquele serviço. Seu único intuito era o de receber sua recompensa, para ela não importava o tipo de serviço, desde que valesse seu peso em ouro. Mais alguns minutos e um novo rosto apareceu, também feminino, esse igualmente desconhecido por Katsuo, mas para Ziya nem tanto. Tratava-se de Airmed, a meio dragonesa que havia lutado ao seu lado no deserto dos ossos contra os enxames de insetos gigantes que ali infestavam. A mestiça de demônio não sabia se ficava contente por ter ao menos um rosto conhecido como companheira naquela empreitada, ou se amaldiçoava aos quatro ventos por ser justamente a garota com quem tivera algumas pequenas desavenças na única missão em que trabalharam juntas.

E por fim, mas não menos importante, lá estava o ultimo integrante do grupo. Outro demônio, Vincent Eldoras. Surgiu das sombras por trás de um dos galpões, pegando um atalho não tão eficiente, por poucos segundos não chegou atrasado no ponto de encontro. Pois no mesmo instante que ele apareceu, do outro lado do cais, onde a plataforma de madeira que servia atracadouro, terminava, surgiam 3 figuras sombrias de uma das embarcações.

Não fosse o fato de todos os 4 quatro ali os conhecerem, diriam que estavam sendo emboscados e que uma luta começaria em breve, mas era exatamente o contrario. Aqueles eram seus novos contratantes, aqueles que lhes dariam suas novas ordens, e lhes tirariam todas as duvidas que tinham até agora. E eram muitas. No momento que cada um deles foi chamado, nada fora revelado, a não ser que o serviço poderia ser perigoso, seria feito em alto mar e que seria dada uma gorda recompensa caso completassem com êxito. Mas fora estes míseros detalhes, não lhes fora dito nada, nem como, nem o que seria feito.

- Boa noite, caros senhores. Creio que estejam todos aqui pelo mesmo motivo. Vou ser breve, pois cada minuto gasto aqui, é um minuto a menos em vossa missão.

- Vocês foram chamados aqui por um único propósito, completar uma missão para nós, porem os detalhes não lhes foram revelados, acredito eu, e os motivos disso vocês conhecerão daqui agora.
– Quem lhes falava era o homem do meio, este que tinha uma voz diferente das vozes dos outros que lhes recrutaram para a tarefa. Mas era notável assim que ele se aproximou e as sombras deixaram de esconder seu rosto, que aquele não estava la, talvez fosse um líder, ou coisa parecida. Quando ele terminou de explicar, o segundo homem, a direita do líder começou a falar.

- A tarefa é simples, vocês foram chamados aqui para sequestrar um navio de carga que está a caminho do porto real de Hilydrus. Este navio estará chegando próximo a costa de Ruff em poucas horas, e este é o tempo exato que vocês têm para chegar até a rota deles, e intercepta-los. Sua tarefa é muito simples. Tomem o navio, e tragam ele para cá, para este cais.

O terceiro interrompeu e começou.

- Como farão isso, ficará a cargo de vocês, haverá resistência, óbvio. Mas aviso de antemão, não temos interesse em reféns, apenas na carga que está na embarcação. Então independente do que façam, tragam a embarcação inteira e com toda sua carga. O que vocês irão fazer com a tripulação do navio, está a critério de vocês.

- Alguma duvida? Se não, o barco que irão usar para chegar à rota é aquele ali. – Apontou para um barco de pesca mediano de uma única vela triangular e pequena. Ele estava um pouco mal cuidado, mas inteiro. – Não precisam se preocupar em devolver este barco, podem deixa-lo a deriva se for necessário, apenas tragam o navio até nós sem serem seguidos, e sem alertar a guarda, tanto de Hilydrus, quanto a de Takaras. Caso contrario, estarão em uma encrenca tão grande que até seus ancestrais ficarão com problemas.

<Primeiramente, sejam bem vindos à campanha. Creio que ficou claro qual a tarefa de vocês, e o porque de ter pedido jogadores de alinhamento neutro ou maligno. É isso mesmo, vocês vão sequestrar um navio de carga, e o que vão fazer com a tripulação do mesmo, será por sua conta, então, sejam criativos. ;]

Não é necessário narrar seu encontro com os contratantes, mas se quiserem faze-lo, será um diferencial. Mas o que importa mesmo, é que vocês não se conhecem ainda, a não ser é claro Ziya e Airmed que já participaram de outra campanha juntas. Vocês foram contratados em dias diferentes, horas diferentes e de propósito, para não levantar suspeitas. Qualquer duvida que tenham, podem me mandar PM ou falar comigo no skype.>

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Dom Set 13, 2015 12:42 pm

Vincent Eldoras
"I admit that I ain't no angel, I admit that I ain't no saint -- I'm selfish and I'm cruel and I'm blind. If I exorcise my devils, well, my angels may leave too. When they leave they're so hard to find...”
O que você vê no fundo dos meus olhos?
Era noite em Hilydrus e Vincent caminhava pelas ruas, voltando do norte gelado.

Por mais que o frio fosse penetrante, o jovem meio demônio usava roupas leves. Uma blusa de malha bem leve com mangas compridas, que ficava aberta na frente, sendo presa em seu cinto. Sobre as calças azuis, que cobriam até seus joelhos, guardava seu colete, que parecia um cobertor enrolado em sua cintura. O cinto era grosso e roxo, aparentando ser uma corda, e ainda vestia sandálias que cobriam toda a sua canela, mas deixava seus dedos expostos, vai entender?
Sua espada estava presa na parte de trás de seu cinto, atravessada horizontalmente.

Caminhava calmamente por uma rua estreita, quando seus olhos vermelhos avistavam dois homens a sua frente, que pareciam o encarar. Parava de caminhar e fitava-os, repousando a mão direita sobre o cabo da espada, eram tempos perigosos, não dava pra arriscar sair a noite desarmado.

Estava tenso, será que fora desatento e chamou a atenção do Rei Hellger e agora seria caçado?

Olhando mais atentamente, podia perceber que os homens não eram militares, mesmo assim não mudou o olhar frio para eles. Até ouvir um pigarro vindo por trás de sua posição, virava o corpo lentamente, ficando de lado para os homens e ao olhar em direção ao som, podia ver mais três homens ali. Estava claramente cercado.

Seus olhos brilhavam no escuro e sabia que não havia como correr ou fugir, teria de lutar.
Um dos três homens toma a frente e se aproxima, como reflexo, o jovem aventureiro usou seu polegar para destravar a espada e mostrou alguns milímetros de sua lâmina fria, sedenta por sangue.
O homem travava seu movimento, talvez não esperava que ele fosse reagir, mas foi por um segundo. Quando retomava seu caminho, demonstrando que realmente Vincent era o alvo.

Para a surpresa de Vincent o homem parou a menos de três metros dele, neste momento meio demônio conseguiu observar que o homem não era um guerreiro, parecia um homem de negócios do tipo que nem sabe usar uma espada.

Agora estava curioso, seria um oficial para prende-lo ou algo pior? Não podia esperar pra ver, desembainha sua espada e prepara-se para o combate. Ao ver isso, o homem que se aproxima soltava uma gargalhada, mas se Vincent ia ser emboscado, ele morreria lutando.

-"Não viemos para lutar, senhor Eldoras."

Informava o homem, que parecia calmo e tranquilo. E também por suas vestes, não parecia apresentar tanto perigo. Mesmo assim o meio demônio estava desconfiado, colocava sua espada de volta na bainha, mas deixava a mão repousada sobre ele.

"Ganhou minha atenção, agora continue." disse o jovem, em um tom seco.

O homem sorri levemente e se aproxima ainda mais falando.

-"Venho oferecer uma oportunidade, um trabalho com altos lucros e que poucos podem realizar e queremos contratar seus serviços, se estiverem em disponibilidade."

Vincent cruzava os braços a frente do corpo, e mostrava-se curioso, mas interessado.

Acabava por acenar positivamente com a cabeça.

-"Excelente senhor Eldoras. Tome, neste envelope esta onde o senhor pode encontrar os outros membros."

Ele deixava um envelope nas mãos do jovem.
-"Só mais uma coisa, senhor Eldoras. Não tente nos seguir, seria uma escola fatal."

O homem começava a caminhar no sentido oposto, quando os dois homens primeiramente vistos passavam por Vincent, acompanhando o homem.

Vincent olhava para os lados, aquela rua estreita era muito pouco movimentada e não parecia ter testemunhas ali. Resolveu por abrir o envelope ali mesmo e teve um choque. Teria de voltar a Takaras.

Depois de anos....  O destino brincava com esse mestiço e o jogava contra seu passado. Conhecia bem o local do encontro e ainda faltavam três dias para o encontro.

Mas para sua surpresa, o papel se incendeia sozinho, queimando por completo em suas mãos, mas seu destino estava traçado.


==============================================


Chegava a cidade no dia marcado, andando sempre pelas sombras. Conhecia o lugar como a palma de sua mão, crescera ali mas isso também era uma grande desvantagem, podiam reconhecer quem ele era, e um traidor nunca é bem vindo né? Mas isso fazia quinze anos, talvez nem lembrassem mais. Talvez.

Andando de cabeça baixa, chegava ao cais, pegou um caminho alternativo que acabou se tornando mais longo.

Ao se aproximar do local, o vento era constante e seus cabelos voavam ao vento e podia avistar um grupo pequeno de pessoas, bem onde era combinado. Duas mulheres e um homem, talvez.
Era Takaras, nada era como parecia ser. Mas ao olhar mais atentamente, do outro lado do cais movimentavam-se três figuras.

Vincent não conhecia as pessoas paradas ali ao centro e as que estavam a caminho estavam longe demais para ser reconhecidas.

Chegou ao ponto momentos antes de poder reconhecer os três que vinham, era os homens que o abordaram naquela rua a três dias atrás.

Apenas se juntou ao trio que esperava, aguardando a chegada dos contratantes. Vincent não era de falar e não seria diferente.

Os homens se aproximaram e foram informando o grupo sobre a situação, e o meio demônio apenas observava com seus braços cruzados.

Teoricamente a missão era simples, entrar e tomar um navio, mas ele não sabia nada de navegação. Visto o modo que foi abordado, algum daqueles três sabia como operar aquele navio, Vincent por outro lado, teve muito pouco contato com a vida náutica.

Sequestro. Por mais que fosse um traidor, nunca havia cometido um crime, não depois de fugir, antes disso eram apenas missões, e missões foram feitas para serem cumpridas e tomaria aquilo como sua próxima missão.
Mas até que estava com saudades do calor de uma batalha e o cheiro de sangue e morte. O que se pode fazer? estava em seu sangue e em toda sua vida. A morte o rodeava, era melhor estar rodeado dela do que te-la.
Então acenou positivamente com a cabeça.

Andava em direção ao barco indicado, mas parou em frente à proa.

-"Alguém tem algum plano de como faremos isso? A propósito, quem pilotará a embarcação?"

Ele olhava para seus novos companheiros e continuava.

-"Podem me chamar de Cloud, e minha lâmina estará lado a lado com vocês nessa empreitada."


Com isso, Vincent aguardava a resposta dos demais e feito isso, iria adentrar no barco.



Cloud

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"Eu admito que não sou anjo, eu admito que não sou santo -- Eu sou egoísta e eu sou cruel e eu sou cego.
Se eu exorcizar meus demônios, bem, meus anjos podem sair também.
Quando eles saem são tão difíceis de achar..."


Última edição por Cloud em Dom Set 13, 2015 12:58 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Editado para corrigir uma mudança feita pelo corretor automático maldito)

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Seg Set 14, 2015 1:54 pm

A forma com que se movia era calida. Era como se recostar a cabeça em Ziya fosse igual a ter um lar. Era um alivio. Um pedaço de paraíso naquele mundo selvagem e depravado. De certo, olha-la aqueceu a alguns dos nativos que encontrou no caminho ... de uma forma ou de outra. No entanto, apenas quando chegou ao cais alguem ganhou sua atenção, e isso poderia ser bem mais do que ele poderia suportar.

O homem era bem agradavel de se ver, especialmente para os padrões da redondeza. A armadura natural, no entanto, a levou a crer que se tratava de alguem com mais sangue abissal correndo pelas veias do que ela propria. O que só atiçou ainda mais sua curiosidade. Após experimentar tantos "puros" com complexo de superioridade, algo diferente nao seria tão mal. Nao era de se estranhar que alguem com a quilometragem da jovem hibrida fosse apta a discernir alguem com natureza submissa.

- Esta esperando alguem, ou voce vem sempre aqui? - brincou.

Nao teve muito tempo para interagir com o rapaz. Logo uma figura conhecida se revelou, e, ao menos menos para Ziya, o reencontro trouxe um sorriso. Em seu tipo de vida, não era comum encontrar a mesma pessoa duas vezes, e a pequena dragonesa, apesar de prepotente, lhe rendeu boas risadas. A abraçou imediatamente, antes de despejar as provocações de sempre.

- Não acredito que ainda esta viva!  Só pode ser o destino!  A quanto tempo esta em Takaras? Deveria me visitar!  Estou trabalhando para o mais novo lorde demoniaco daqui. Eu sei, alguem como eu. Mas não pode culpa-lo, não é mesmo? Antes de tudo ele continua sendo um homem, e tem necessidades. Voce sabe como é, até mesmo um garota como voce se sente da mesma forma sobre mim, e se eu tivesse tanto poder tambem só me cercaria do que me agrada - proferiu, da forma mais efusiva possivel. Alem de se divertir, tal comportamento tambem faria com que o outro presente nem ao menos desconfiasse da verdadeira forma de agir da desgraçada, passando uma imagem leve e estupida. Uma fachada a ser subestimada era uma enorme vantagem.

Por fim, o ultimo colega apareceu, um meio-demonio, assim como ela. Logo após os contratantes revelaram os detalhes da missão, o que muito lhe agradou. A liberdade que teriam com os tripulantes enchia sua mente com barbaridades sem qualquer pudor. Desperdiçar a chance de tortura-los estava fora de cogitação.

- Aprecio muito que me de a oportunidade de ser ... criativa. São tão raras as vezes em que o dever e o prazer andam juntos - sorriu ao contratante. Nao era possivel de dizer com exatidão se aquilo se tratava de sedução ou de uma reação sadica, mas era mais provavel que fosse os dois.

- Eu posso ser bem convincente - respondeu a indagação do meio demonio, sobre como fariam o serviço. Enquanto o disse, olhou Airmed de forma maldosa. Ela ja havia experimentado a impotencia sublime que o fascinio de Ziya poderia causar - Porém, meu tipo de poder só deve ser usado na hora certa. Entre nós, aqueles aptos a lutar precisam abrir caminho até o capitao ... uma vez que eu e ele tenhamos um tempo a sós, é possivel que ele nos entregue a embarcação de bom grado!

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Airmed Ixchel em Ter Set 15, 2015 10:37 am

Airmed andava sem pressa, seus passos eram perfeitamente sincronizados, praticamente calculados. Também demonstravam leveza - a jovem flutuava. Ela ainda não podia dizer que conhecia Takaras como a palma da mão, porém, conhecia o local suficientemente bem para conseguir chegar até o cais sem quaisquer problemas. Claro, a híbrida sabia que nenhum lugar era completamente seguro, então, carregava consigo suas armas. Quando chegou, não demorou para ver mais pessoas: primeiro, viu um homem estranho que parecia ser interessante e por último, viu a macaca voadora de Oz - popularmente conhecida como Ziya. O desconhecido, claramente um meio-demônio, fez com que uma espécie de alarme disparasse na mente da meio-dragonesa. A outra causou o mesmo efeito, apesar de Airmed ficar em dúvida se o "alarme" era em relação ao perigo ou se indicava que havia uma vadia por perto (provavelmente os dois). Apesar de tudo, foi impossível para a garota de Penglai conter um certo sentimento de nostalgia: em sua missão no Enxame ela teve dois companheiros idiotas de descendência demoníaca e em sua nova missão, lidaria com mais dois companheiros iguais. Graças aos seus chifres, as asas e as garras, a meio-dragonesa acreditava que seria vista como uma igual pelo grupo.

Assim que a orangotango infernal se aproximou para tentar abraçar Airmed, esta desviou delicadamente com uma expressão visível de nojo no rosto.
- O que você acha, flor? Claro que estou viva. Que bom te ver. Pena que eu não me lembre muito de você. Você é um dos brinquedos de Loras, certo? Ah, também é um brinquedo de um lorde, parece que você está lucrando bastante. Oh, você é analfabeta? Vou te ensinar o correto, mas apenas por eu ser bondosa... O correto não é falar "um garota", mas sim "uma garota". - Neste momento, a meio-dragonesa riu de maneira contida e depois olhou para os outros. - Pobrezinha... Tão preocupada em abrir essa ancas por dinheiro que até se esqueceu de aprender a falar. Que mulher... Pouco antes de Airmed pronunciar a frase, ela teve uma sensação estranha, algo que pareceu dizer que alguma estava errada... Certamente, a mesma sensação que uma criança tem ao tentar colocar um cubo em um buraco em forma de círculo. A vidente logo se calou, decidiu pensar sobre como tal impressão se encaixava em Ziya, já que a primeira vista, a macaca voadora parecia normal - para os padrões de um macaco, é claro.

Pouco tempo depois, chegou outro integrante do grupo: um jovem rapaz de aparência humana humano, com exceção de seus olhos, que eram vermelhos. Os olhos vermelhos geralmente indicam descendência demoníaca, mas após conhecer Loras, a jovem percebeu que humanos também podem ter características singulares, então, ela nem se preocupou em tentar saber a real raça daquela pessoa. Segundos após a chegada do "humano", os contratantes surgiram e Airmed se focou totalmente em tudo o que eles disseram, mas à medida que ouvia as instruções, suas preocupações aumentavam. A meio-dragonesa não sabia nada sobre navegação e duvidava que Ziya soubesse - os outros eram um mistério -, além do mais, ela não confiava em seus companheiros... Só depositava confiança em sua intuição. Ainda por cima, havia a preocupação com as guardas de Hilydrus e Takaras.

Mesmo com complicações, era animador pensar que o quarteto poderia fazer o que quisesse com os tripulantes do navio... No caso de conseguirem tomar o navio, Airmed teria muitos corpos disponíveis para seu uso e ainda ganharia uma recompensa ao fim da missão. A meio-demônio disse alguma coisa e logo o humano desconhecido lançou uma questão fundamental: quem pilotará o barco. Talvez o meio-demônio macho até soubesse, mas antes que alguém pudesse dizer alguma coisa, Ziya voltou a falar e logo foi respondida.
- Talvez já não seja mais tão persuasiva, flor. - Airmed nem sequer perdeu tempo olhando a meio-demônio, a garota de Penglai observou os arredores e voltou a falar. O barco que foi disponibilizado não parecia seguro e com certeza não forneceria qualquer conforto, no entanto, o mais importante era que ele fosse rápido o bastante para que seguisse a rota do navio. Havia ainda o fato de o tamanho diminuto da embarcação ajudar a não chamar muita atenção. Provavelmente, também não exigia muita habilidade para ser pilotado. - Na verdade, seria interessante se Ziya pudesse abrir as pernas para convencer alguém por perto a pilotar esse barco até o navio. Aliás, meu nome é Airmed. E não pensem que essa meio-demônio é tola ou inocente, quando virarem as costas, ela estará pronta para atacá-los.- Assim que terminou de falar, a híbrida riu de maneira meiga e desejou boa sorte a todos.


Última edição por Airmed Ixchel em Ter Set 15, 2015 12:43 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Corrigir erro causado por minha dislexia. '-')

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Qua Set 16, 2015 12:11 pm

- Foi apenas um ato falho - Ziya sorriu satisfeita. Airmed era mais tola do que parecia, para hostiliza-la daquela forma. Eventualmente receberia a punição necessaria, mas nao uma que a pervertida gostasse. Enquanto essa mesma mal preenchia o proprio circulo, a hibrida estava muito alem daqueles moldes. Sua propria vida era um reflexo disso. Enquanto ela dormiria nos tecidos mais finos, a dragoa provavelmente vivia a vida de um mendigo, de um tipico andarilho. Nao poderia enfrenta-la. - Nao pode me culpar, se nao fosse o cheiro de bacalhau mal lavado eu teria as minhas duvidas. Voce é tao viril ... mas te amo do seu jeitinho especial ...

A meio demonio estava exultante, mas o entretenimento nao teria fim alí, a outra sucumbiu a provocaçao uma vez mais, denunciado que teria criado uma proteçao contra sua tecnica-assinatura. Era tão ingenua ... Porem, algo fez com que Ziya se irritasse pela primeira vez, a criatura teve a audacia de se referir a ela como um perigo, enquanto nada mais fez do que ajuda-la.

- Desculpe, devo ser mesmo analfabeta ... como é o ditado? Não cuspa no prato que te comeu? Não sei ao certo, mas voce só serve para falar grosso ...   - de fato, Airmed nao apenas tinha a delicadeza de um asno, tambem tinha a capacidade mental de um. Por mais que tentasse distorcer, a realidade é que era como um pedaço de bosta seca, boiando até onde a corrente ditava, e ela mesma nao fazia qualquer diferença. Desmoraliza-la era uma tarefa simples, ja que nao tinha moral nenhuma - Ao mesmo tempo que me insulta, solicita pela minha ajuda. Se passasse menos tempo se masturbando pensando em mim, e mais tempo de forma produtiva, nao seria tao impotente. Afinal, voce foi aquela que foi carregada por todos, durante toda a missao no ninho. Se tem alguem com quem devem se preocupar é com esse peso morto.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Qua Set 16, 2015 5:42 pm

Vincent Eldoras
"I admit that I ain't no angel, I admit that I ain't no saint -- I'm selfish and I'm cruel and I'm blind. If I exorcise my devils, well, my angels may leave too. When they leave they're so hard to find...”
O que você vê no fundo dos meus olhos?
A primeira a falar com Vincent é uma mestiça, visivelmente um demônio ou descendente. Pela aparência, seria uma mestiça.

Enquanto Vincent tentava descobrir como iria manejar o barco, ela se pronuncia, informando que poderia influenciar alguém para faze-lo. Mas a outra mulher parecia odia-la, parecia não, aquilo era ódio mesmo.

Tudo o que a mulher com asas dizia a com chifres rebatia, sempre menosprezando ou denegrindo a outra. Mulheres, quem entende? Vincent olhou para o outro homem, com chifres também, e levantou os ombros, como quem não entendesse nada do que estava acontecendo ali, e realmente não estava.

Cruzava os braços, mantendo a mão direita sobre a boca enquanto forçava uma tosse para tentar interromper o assunto.

-“Senhoras, senhoras…. Não sei o que diabos vocês passaram, mas sei que estamos aqui para sequestrar um navio e sermos pagos por isso. Fomos quatro contratados, não quero deixar ninguém pra trás, mas acho que estamos perdendo tempo aqui mas se quiserem continuar, vou me juntar a nosso outro companheiro e deixa-las resolverem suas diferenças.”

Vincent respirava fundo, olhava para uma de cada vez e continuava:

-“Quando voltarmos, adoraria ver onde essa história iria acabar. Sempre acaba com alguém sem roupa ou perto disso…”

O jovem saltava para dentro do barco, ficando proximo a proa.

-“Suponho que ele seja nosso capitão, durante o trajeto. Nada pessoal, mas sempre trabalhei melhor na surdina, mas podíamos usar essas meninas para seduzirem os marinheiros. Sempre funciona, mas teremos problemas com esses chifres da esquentadinha ai."

Sugeria ele com um ar de brincadeira ao mencionar os chifres.



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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Katsuo em Qua Set 16, 2015 8:08 pm

Se era dia ou se era noite, que diferença fazia?! O tempo sempre era igual na maldita Takaras. Escuro, nublado, cinza e com aquela lua irritante lá no alto, como um grande olho que tudo vê e tudo sabe. Dizem que é exatamente o que ela é. Mas isso não importava nem um pouco a Katsuo. Ele não conhecia – e não fazia a menor questão – o tal rei daquele lugar.

Mas havia sim um motivo para o demônio sempre ter evitado aquele lugar: aquelas terras ao sul de Lodoss, lembravam incomodamente sua terra natal. Com uma diferença: Takaras era ainda mais escura que o Inferno Ardente. Sem as chamas eternas do Mar dos Condenados, sem os trovões vermelhos e raivosos, era quase como se o inferno dormisse ali. Nunca se sabe, porém, quando ele pode despertar. O sol e a vida do resto da ilha parecia muito mais atraente para Katsuo. Entretanto, como uma mosca atraída pela luz da chama de uma lamparina na escuridão da noite, parecia inevitável que ele terminasse ali. Era sua natureza, afinal. E, assim como os insetos, ele seria compelido a ela mesmo que fosse para queimar na chama ardente.

” – A marca dos escravos da Arena!” – Sussurrou uma voz na escuridão. ” – Um homem com suas habilidades certamente seria de muito uso. E também renderia algumas moedas...”

E continuou. A voz indicou o caminho até o porto e explicou sobre um certo serviço de caráter escuso. Mas quem disse que Katsuo se importava com isso? Desde que ganhou aquela marca na Arena de Ossorange, os trabalhos melhoraram em nível. De carregador de estrume para assassino, ladrão e coisas mais. Não havia do que reclamar.

Era muito curioso, ainda assim, como os sussurros da escuridão sempre pareciam alcança-lo nos momentos mais oportunos. Seria o destino? Quem sabe...


Dia e hora indicados. Katsuo seguia firme. Ele não tinha medo. Ainda que o lugar inspirasse uma emboscada. Seguia audaz. A morte era sua íntima companheira. Mas ele estava preparado para o que viesse. Espadas atadas na cintura, mãos e músculos levemente tensionados: bastaria um sinal e a calma se transformaria em tempestade. Sangue e carne soprariam aos ventos.

Diferente do que poderia pensar, entretanto, a primeira pessoa – aquela que veio em sua direção – não era uma sombra, um troll ou coisa do tipo: era uma mulher. Sua estatura pequena e suas formas delicadas indicavam que ela não era uma guerreira. Katsuo parou frente a ela. Sua mira afinou. Seu olhar percorreu seu corpo de baixo a cima sem o menor pudor. Sua boca encheu de água. O perfume dela era como o de uma flor da noite; inebriante. A malícia que exalava dela igualmente o era. O demônio podia sentir. Uma flor venenosa. Mas o perigo não deixa tudo sempre melhor? Muito mais excitante, sem dúvidas.

– Eu estava procurando uma coisa... mas acho que acabei de encontrar. – Responde com um sorriso assimétrico rasgando a face.

A segunda que apareceu igualmente parecia compartilhar da mesma fragilidade. Os chifres e suas asas: ela tinha descendência demoníaca, concluía. Não. Katsuo já havia se enganado com aquilo uma vez. Ela era uma meio-dragão.

– Hggg! – Uma risada indiscreta entalou no meio de seus dentes. Ele tinha uma pergunta que precisava fazer. Mas apenas não era ainda a hora. Da outra vez tudo acabou muito mal porque ele não soube segurar sua língua afiada. Então aquilo poderia esperar. Só mais um pouquinho...

O terceiro e último era um homem de estatura alta – maior que o demônio, ao menos. Pelo menos esse parecia de alguma utilidade e capaz de lutar. Katsuo embalou a cabeça negativamente.

Algumas figuras suspeitas emergiram das trevas. O guerreiro ajustou a postura. Sua mão deslizou até o cabo da espada. Não era uma emboscada, apenas os contratantes que ele ouviu muito atento.

Uma missão simples, afinal. Tudo sempre parecia muito simples para Katsuo: bastava uma lâmina afiada e algumas gargantas cortadas e qualquer coisa poderia ser resolvida. Aquela missão não parecia nada diferente. Tinha alguma coisa ainda para planejar?!

Ele seguiu até a embarcação indicada. Parecia um pouco alheio ao que se passava. Seus olhos estavam mais preocupados em examinar o barco.

– Claro, claro. – Respondeu a Ziya. – Se sobrar algum pedaço você pode tentar...

Ele também não sabia navegar, então deduziu o que parecia mais óbvio:

– O garoto estranho está certo. Por que uma de vocês duas não usa suas ancas convincentes para conseguir alguém que saiba navegar?! – Já que nisso elas eram boas, afinal, ele pensava. – Me chamem de Katsuo. Vamos terminar o serviço e depois a gente pode conversar... – Termina com um sorriso malicioso de duplo sentido. Depois volta a explorar a embarcação.

“– Mulheres...” – Pensava novamente embalando a cabeça negativamente.


Última edição por Katsuo em Sex Set 18, 2015 11:17 am, editado 1 vez(es)

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Qui Set 17, 2015 7:56 am

Ziya bateu as asas, adentrando a embarcação. Em vôo, se despediu dos contratantes com um aceno de mão.  Ouviu a tudo o que Vincent tinha a dizer, e apenas concordou com a cabeça conforme a tensão era dissipada. Parecia trabalhar bem em grupo. Sorriu para ele amigavelmente, antes de acompanhar Katsuo em sua andança pelo barco. Enquanto o mesmo falava, ela não pôde deixar de sentir algo, e nao se referia a excitação. Era um sentimento familiar. Embora o guerreiro fosse bem menos sutil, brincava com a libido de forma similar:  Um pedido e uma recompensa incerta para depois. O segredo era deixar o "talvez" vivo. Dessa forma, tentava conduzi-la para uma tarefa que nao havia se disposto.

Sabia bem o que aquilo categorizava. Quando oferecem algo que a pessoa deseja, a proposta é virtualmente impossivel de ser negada.O fraco de Ziya era por riqueza e poder, e reconhecia isso. Porém, a falha na investa do outro tinha um motivo crucial: Por mais que ele a atraisse, para a jovem cambion, luxuria era um meio, e não um fim.  Se aproximou dele,  percorrendo seu peito com os dedos, brevemente. Terminou por lhe dar uns tapinhas no ombro, como para parabeniza-lo, jocosamente, pela tentativa. Por fim, se afastou. Como havia avisado anteriormente, seu talento era apenas para momentos cruciais. Por mais que tivesse jurado nunca passar fome de novo, hoje ja levava uma vida bem diferente. Prostituir-se por tão pouco acabaria com o valor de toda a sua arte, ou ao menos assim pensava.

- Por que depender das minhas nadegas desde o inicio? Voce mesmo tem um bom par. Encontrar alguem disposto não deve ser um problema. Voce tambem pode ameaça-lo com essa espada grande que voce tem. Aposto que é bem versatil. - terminou, sentado-se na proa de frente para o leme. Ja não mais estava disposta a fazer o movimento inicial. Caso o demonio nao siga a sugestao, ela continuará - Se nao quiserem se arriscar a navegar, só prometam uma parte dos lucros a um marinheiro , e o mataremos depois. Assim será como se ele estivesse trabalhando de graça.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Sex Set 18, 2015 10:12 am

Ziya e Airmed pareciam gostar muito de “conversar”, mas como todo bom ouvinte, a educação é essencial, mesmo entre ladrões e assassinos. As duas moças esqueceram apenas de um pequeno detalhe, apesar de terem terminado de explicar a tarefa em si, os contratantes não disseram que eles poderiam partir. Eles ainda estavam ali, e bem insatisfeitos com as demonstrações de baixaria gratuita dadas pelas duas mulheres.- EI, EI, EI! ONDE VOCÊS PENSAM QUE ESTÃO, NUM PUTEIRO? VÃO GALINHAR EM OUTRO LUGAR ANTES QUE EU RESOLVA...

- Acalma-se, Grompe. É por isso que não gosto de contratar pessoas que já se conheçam, sempre gera este tipo de problema. - Falou o líder se interpondo entre seu capanga, que já ameaçava partir para cima das duas mulheres.

- Sinto muito, senhor. Mas nós não sabíamos, fizemos exatamente como o senhor mandou, não tinha como saber que elas eram amigas.

- Deixe pra lá... As duas vão querer continuar com as brigas de criança, ou podemos continuar? Já que não há mais perguntas, podem seguir em frente para a embarcação. Um quinto integrante está esperando vocês pacientemente no barco para leva-los à rota.

- Boa sorte... Vão precisar...huhuhu

E com isso, eles finalmente deixaram o local. O grandalhão, Grompe, foi o ultimo a sair, ainda fitando as duas garotas, ele parecia muito insatisfeito, e até mesmo arrependido pelas escolhas feitas, mas deixou passar, daquela vez. Mas seu olhar dizia claramente “Que isto não se repita”

Quando o grupo foi em direção ao pequeno barco de pesca, não viram ninguém de inicio, talvez tivesse se cansado de esperar e se foi? Um por um eles foram embarcando, Ziya sendo a ultima a embarcar, e assim que o fizeram, todos tomaram um susto ao ver uma coisa grande emergindo da agua na lateral do barco. Instintivamente, Katsuo e Cloud sacaram suas armas e se colocaram em posição defensiva. Mas assim que o susto passou, eles viram que não se tratava de uma emboscada, mas sim do tal quinto elemento do grupo. Um tritão. Ele era absurdamente corpulento, seus músculos eram de impressionar até o mais forte dos demônios. Deveria ter cerca de 2.10 de altura e trajava apenas roupas de pano comuns e em suas mãos, um arpão enferrujado perfurando um grande pescado.

- Chegaram finalmente, já tinha cansado de esperar, resolvi caçar algo... Ei, você aí pequenino, baixe a arma, vai precisar dela mais tarde. - Falou ele com Katsuo, mas ele também poderia estar se referindo à Cloud, devido a seu tamanho absurdo. - Vocês são os assaltantes? Hum... Aquelas duas ali servem pra que, serão a diversão do fim da noite? HAHAHAHAHAH
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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Sex Set 18, 2015 4:49 pm

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O que você vê no fundo dos meus olhos?
Em meio a conversa com seus parceiros, Vincent tinha esquecido completamente dos seus contratantes, que não gostaram nada daquela situação.

Depois de chamar a atenção das meninas e desaprovarem a ação do grupo, informavam que poderia seguir para a embarcação, coisa que Vincent já havia feito antes. E ainda informavam de um quinto membro.

O jovem achou entranho, pois não havia visto ninguém no barco e ninguém havia passado por eles.

-“Espero que estejam felizes senhoras, se isso interferir no meu pagamento teremos problemas.” Dizia o mestiço, já caminhando para o barco.

Dentro dele não havia ninguém, e Vincent já pensava em atravessar a garganta do tal Grompe. Mas eram surpreendidos por uma figura que subia na embarcação. Por instinto, o guerreiro já sacava sua espada, mantendo-se em posição de combate lado a lado com Katsuo. Mas foi apenas um susto, a figura a subir no barco era um tritão, que era o nosso quinto membro.

Referia-se a eles para guardarem as armas, por mais que fosse alto e forte, não lhe dava o direito de chama-los de baixinhos. Quando Vincent colocava sua espada na bainha e pensando em responder, ele se vira para as mulheres, fazendo uma brincadeira sobre o propósito de estarem ali.

-“Elas são nossa segunda opção, caso eles não se assustem com sua cara feia.” A expressão de Vincent era séria e fechada, encarando o tritão de baixo para cima com seus olhos brilhantes.

-“Acho que é melhor nós começarmos logo com isso, vamos cara de peixe, nos leve até o navio e deixe o resto conosco. Já tivemos atrasos demais."”

Assim deixava o grupo sem dizer mais nada, indo a proa da embarcação e sentando a frente, olhando para o grupo.



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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Katsuo em Sab Set 19, 2015 11:53 am

Não que o demônio se importasse, mas era bom que alguém aquietasse aquelas duas. Barulho e confusão não incomodavam nem um milímetro sequer, mas havia momentos e momentos, e, bem, era muito melhor se focar primeiro no serviço. Embora admitisse que a ideia das duas brigando seminuas poderia ser bem divertida também. E quem sabe aonde aquilo iria parar. Amor e ódio andam lado a lado, não é o que dizem?

Katsuo manteve, ainda, uma orelha em pé para o que diziam os contratantes: "boa sorte, vão precisar". Como assim vão precisar? Será que eles o achavam com cara de inútil? Uma ruga e uma veia saltaram em sua testa, mas melhor deixar aquilo pra lá. Ele ia mostrar como se faz um serviço bem feito.  

Quando chegaram ao barco, o guerreiro já até havia esquecido do tal quinto integrante. Na verdade, ele nem tinha prestado atenção nessa parte, já que tinha ficado preso nos xingamentos e no estranho conselho. Ele sacou sua arma e recuou um passo, se colocando em posição de defesa e já preparado para um ataque e só relaxou com o comentário da criatura. Ele era grande e forte, como um poderoso guerreiro e Katsuo o respeitou apenas por isso – ele sempre respeitou os lutadores fortes e poderosos. O fato de tê-lo chamado de baixinho não o incomodou em nada.

– HAHAHAHA! – Gargalhou alto com ambos os comentários de Cloud e do tubarão. Terminou com um tapa "amigo" nas costas do primeiro. – Se não servirem de nada, elas podem servir de isca de peixe. Entendeu? Isca de peixe! HAHAHAHAHA! – Bom, talvez só ele achasse graça daquela piada, mas por algum motivo a ideia de isca de peixe soava muito mais como lanche literal do que metaforicamente.

– Ei, ao que parece ninguém vai precisar usar as nádegas. – Cochichou para Ziya, com uma mão na frente do rosto e indicando o tubarão com as sobrancelhas da maneira mais discreta que conseguia, o que não necessariamente significava ser invisível. Katsuo parecia bastante intrigado com o fato do tubarão aparentemente não possuir instrumento para tal. – Pelo menos por enquanto.

– Nós vamos sair agora ou vamos esperar a noite toda?! – Ansioso. Apesar disso, estava sentado e aguardando.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Ter Set 22, 2015 11:12 am

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O que você vê no fundo dos meus olhos?
O Grupo estava consolidado e a entrada do quinto membro fortalecia o poder de batalha, mas também ficava balançado o clima entre os integrantes.

Claramente ali não haviam heróis e Vincent tinha deixado de tentar ser um a muito tempo, sua parte demônio já havia influenciado a parte boa.

Quando Katsuo começava a brincar com a situação, Vincent fechou o semblante. Mas logo viu que poderia demorar a chegar ao navio e decidiu juntar-se ao divertimento.

-“Então meninas, já estou confortável e nosso novo amigo vai nos levar ao navio, AGORA era hora daquela briguinha de amigas, arrancando a roupa da outra sabe?.”

Vincent estava sentado na proa do barco e mantinha as mãos nas bordas, com os olhos nas duas companheiras, com um olhar ansiosos e maldoso.



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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Qui Set 24, 2015 7:03 pm

Antes  de embarcar para Takaras, um ano atrás, jamais havia visto o oceano. O maximo de agua que ja havia contemplado, eram os lagos nos Oasis. Exuberantes, como miragens em meio ao deserto. Ainda assim, só pôde usufruir deles após o inicio da adolescencia. Quando os detentores daqueles pequenos palacios passaram a nota-la. Agora, poderia ver o mar todos os dias. Era estranho o quanto sua vida havia mudado.

Emergiu um tipo de criatura que ainda nao havia visto por sí só. Jamais imaginou que o povo do mar fosse daquela forma. Graças a um encontro breve com uma devota de Vepar, imaginava que os tritões fossem como aquele belo deus-demonio escamado, representado em seus adornos. Era retratado de forma que mais se assemelhava a ideia romantica de uma sereia. Nada poderia ser mais distante da realidade.

O tritao era encoraçado, e com a face de um tubarao.  Por seu tamanho e musculatura, fazia até mesmo com que os guerreiros do grupo parecessem pequenos, e, caso Ziya estivesse de pé, estaria pouco acima da cintura do mesmo . Quando pulou no barco, aquilo serviu para evidenciar o que todos ja sabiam, ela nao era uma lutadora. Talvez pudesse evadi-lo se a atacasse, mas se viu inerte diante de sua aparição. Nada poderia fazer para confronta-lo diretamente, ao menos nao com o corpo. Se baseando no tempo de reação dos meninos, ela pôde notar que Katsuo era mais lento que Vincent, e que ela propria.

O recem-chegado então se apresentou, dizendo que ja estava caçando enquanto os esperava. Ziya deixou escapar um riso breve e terno. Imaginar um brutamontes daqueles nadando atras de peixes para abocanhar era no minimo comico. Deveria ser um homem bem divertido, mas por mais que adorasse peixe, ela nao se enxergava deitando com um.

Quando Katsuo apontou para o fato que o tritao nao tinha genital visivel, Ziya olhou desconfiada. Poderia estar apenas escondida, só nao imaginava o porque de um homem daquele tamanho precisar fazer isso. A natureza era mesmo bem bizarra. Deixou com que os garotos discutissem, sem se manifestar até que terminassem. Vincent, por fim, parecia ainda estar mais entretido pela animosidade tida com Airmed. Entretanto, Ziya tinha outra coisa em mente.

- É um pouco cedo pra isso. Por que nao salvamos a ideia para uma comemoração? - respondeu ao hibrido, ainda sentada na proa proxima ao leme. Entao, finalmente se dirigiu ao tritão. - Meu nome é Ziya, muito prazer. Na verdade, eu nao fui contratada para ser a diversao da noite, mas isso nao me impede de te conhecer melhor. Por que nao me fala um pouco sobre voce enquanto viajamos?

Disse tudo de forma envolvente, estava realmente interessada em ouvir quem ele era, e massagear seu ego. Por mais que o tamanho do barco nao permitisse qualquer privacidade, agia como se aquele momento fosse apenas deles. Alem de saber navegar, o homem era aparentemente mais forte do que os outros colegas, criar uma conexao com ele nao seria tão mal.


Última edição por Ziya em Sex Set 25, 2015 6:34 am, editado 1 vez(es)

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Airmed Ixchel em Qui Set 24, 2015 8:53 pm

Mais uma vez, Airmed se viu lidando com um grupo não apenas muito heterogêneo, como também irritante. O que parecia humano foi o primeiro a falar asneiras e nem sequer se apresentou, então Airmed decidiu chamá-lo de nada. Quando ele falou algo sobre ver mulheres nuas, a meio-dragonesa riu, olhou o rosto do rapaz e só confirmou o que concluira há algum tempo: aquele ali com certeza não é do tipo que gosta de mulheres e muito menos é quem fica por cima. O próximo, Katsuo, foi outro que falou asneiras, mas era minimamente compreensível, afinal, era de natureza demoníaca agir como um porco podre... Ao menos ele sabia o nome. De qualquer maneira, a garota de Penglai estava um tanto frustrada. Se havia algo que Airmed odiava mais que uma mulher irritante, era um idiota que a via como brinquedinho apenas por ser mulher. O problema é que estaria acompanhada de duas pessoas assim e não apenas uma. Mesmo diante de tantos problemas, a meio-dragonesa preferiu ficar calada e acabar com as provocações para não prejudicar ainda mais a equipe em si. Como em sua missão no Enxame, cada componente daquele grupo era vital, já que precisariam fazer de tudo para tomar o navio. Todos tiveram que se aturar no Enxame e não seria diferente naquele momento.

Antes que as divergências entre o grupo pudessem de transformar em algo maior, os contratantes finalmente interferiram e Airmed preferiu permanecer em silêncio. Há um bom tempo estava perdendo o controle sobre suas emoções, o que não era nada bom. Todos saíram dali e sem demora, entraram no pequeno barco que os levaria. Apesar do quinto membro não se encontrar onde deveria, a meio-dragonesa permaneceu quieta enquanto aguardava que o tal integrante adicional surgisse de algum portal mágico, mas se surpreendeu. Instantes depois que o Nada pronunciou mais idiotices, um ser enorme surgiu da água e o meio-demônio e o aparente humano usaram suas espadas. Airmed nunca tinha visto uma criatura como aquela, mas sabia que era um tritão por já ter ouvido falar uma coisa ou outra sobre eles. O desconhecido, evidentemente, era um lutador: era incrivelmente alto e tinha um corpo tão musculoso que parecia um demônio.

Quando a criatura falou, a jovem de Penglai descobriu que o que sobrava em músculos no tritão, faltava em inteligência. Apesar de ter sido tentador fazer algum comentário, a meio-dragonesa permaneceu em silêncio e sem deixar que seu roeto expressasse qualquer emoção - quem a visse, talvez até a confundisse com uma estátua. Outra pessoa que demonstrou intelecto bastante primitivo foi Katsuo... Quando ele fez a piada da isca de peixe, Airmed teve que se conter para não rir - claro, não porque achou graça na "piada", mas sim porque foi uma das coisas mais idiotas que ouviu. A embarcação pequena certamente seria problema para um grupo tão diferente, porém, logo que a moça pensou em seguir voando, descartou a ideia. Ela aprendeu de um jeito amargo que voar chama muita atenção, além do mais, certamente não tinha energia o bastante para voar durante muito tempo. O Nada fez outro comentário e, como sempre, Ziya logo se manifestou e investiu no tritão. Pela primeira vez, meio-dragonesa preferiu ouvir a meio-demônio a qualquer outra pessoa.
"O que eu farei no meio desses quatro? Dois exemplares de meio-demônio, um tritão e o Nada. Eu sabia que deveria ter ouvido minha intuição e não ter aceitado esse trabalho..."

Airmed preferiu não interferir no jogo de Ziya, na verdade, ficou quieta. A meio-demônio era um membro útil e conhecia muitos truques, mas a jovem de Penglai tinha certeza que o tritão só revelaria algo sob o efeito de magia. Aproveitando toda a situação, a meio-dragonesa fitou o Nada. Os olhos verdes e brilhantes da moça não deixavam transparecer qualquer resquício de sentimento ao se encontrarem com os olhos vermelhos do meio-demônio. Era como um teste, Airmed simplesmente queria saber se lidava com uma pessoa que se intimidava facilmente, bem como queria arrancar de seu companheiro alguma emoção. Obviamente, ela continuou ciente da presença de Katsuo ali, mas naquele momento, concentrou sua atenção no mais idiotas dos dois.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Sex Set 25, 2015 7:02 pm

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O que você vê no fundo dos meus olhos?
Enfim o grupo se acertava, pelo menos no momento.

Vincent e Katsuo meio que se entrosaram, usando a pequena discussão das jovens como recurso. Já Zyra levava o tritão para um assunto, mesmo que o espaço ali fosse pequeno, ninguém teria privacidade.

O jovem meio demônio só queria que cabeça de peixe os deixa-se no navio, daí poderia começar a ser útil. Fitava suas companheiras, com aquele “olhar maroto” e acabara por perceber que Aimed estava a encara-lo sem expressar emoção alguma.

Vincent entra no jogo, e continua com o mesmo olhar maldoso mas tomava uma atitude diferente agora. Levantava e dava alguns passos, parando lado a lado com a meio-dragão, mantendo o contato visual ao tempo todo.

-“Espero que tenha um passado glorioso em batalhas, pois vi que pode ser bem feroz com seu ultimo embate com a Zyra.”

Agora ele girava seu corpo, ficando lado a lado com Airmed, mas desta vez fitava a imensidão do mar a sua frente.

-“Não me leve a mal docinho, mas quero fazer este trabalho sem baixas e gostaria de usar sua beleza para atrair a atenção dos marujos do navio.” Tomava a frente dela, quase colando seus olhos vermelhos nos olhos verdes dela, e continuava. -“Espero que goste de sangue, pois derramaremos muito, mas não o nosso. Vamos entrar logo após vocês duas, já com eles distraídos. Tomamos o navio matando o capitão. O que me diz?"




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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Sab Set 26, 2015 12:39 am

O grupo era bastante diferente entre si, diferenças essas que quase fizeram com que tudo fosse por agua abaixo antes mesmo de começar, mas no fim. Ambos tinham um só objetivo, um mesmo fim, mesmo que seu inicio fosse conturbado e incerto, o resultado que os assassinos esperavam era um único. Os espólios do assalto. Pela forma como haviam mencionado o quinto integrante, dava para imaginar que o tritão não era parte dos assassinos, o que significava que ele também era um mercenário assim como eles.

- HAHAHAHAHAHAHAHA, VOCES SÃO MUITO ENGRAÇADOS! – Disse ele com suas voz grossa e gutural, era quase uma monstruosidade gargalhando, era como latidos de um cão infernal. – Mas deixemos as brincadeiras de lado, temos trabalho a fazer, e este barquinho mequetrefe não sairá da doca sozinho, então... Remem! – Falou ele pegando um dos lemes ao seu lado e sentando na banqueta que era propria para o remadores. – Quando estiver longe da costa o vento fará o resto, só precisamos nos afastar da doca. – Completou ele assim que todos começaram a remar. Katsuo e Vincent não tiveram muitos problemas para encontrar seu ritmo, apesar de não serem tão fortes quando o grandão, estavam se saindo bem do lado direito do barco de pesca. Já Airmed e Ziya se cansavam rápido, e acabaram por revezar de tempos em tempos no remo, e quando uma não estava, a outra ficava em seu lugar. Devido a grande força do tubarão, os dois lados ficaram bem equilibrados e isso manteve o barco sempre em linha reta, até que enfim o vento que antes era só uma leve maresia, tornou-se forte o suficiente para soprar a vela do pequeno barco.

- Ótimo! Desamarre a vela, baixinho. Só puxar aquela corda ali. – Falou para Katsuo, o mais próximo da corda o qual ele apontava. Uma que estava pendurada no mastro e ia até o chão. Assim que Katsuo puxou, a vela se desdobrou e o barco foi pegando impulso. As marolas agora balançavam mais a pequena embarcação, que seguia em direção ao alto mar, a imensidão azul.

- Perfeito... Seguiremos para o nordeste daqui, há cerca de uma hora nós veremos a grande embarcação mercante. Pelo que fui informado, a maior parte de sua tripulação são trabalhadores, mas há mercenários contratados para proteger a carga, e não são poucos para um navio daquele tamanho. – No fim das contas, ele não parecia ser tão burro assim quanto Airmed pensava. Ele parou para ouvir a todos. A primeira foi Ziya, que tentava puxar um assunto um pouco mais informal, mas foi ignorada assim que Vincent começou a conversar com Airmed sobre um possível plano de ação. – É uma ótima ideia. Já que a moça ali não está disposta a cooperar com nossa festa, deixem que ela se vire com os marinheiros. HAHAHAHAHA – Ele deu um “tapinha” nas costas de Katsuo, que quase acabou caindo de seu assento na brincadeira.

- A propósito, me chamem de Shak. Digam-me, o que sabem fazer além de bater boca? – Ele foi andando até a cabine e dali tomou o timão e começou a conduzir a embarcação pela direção correta. Àquela altura eles já estavam a uma velocidade considerável, pois o vento longe da costa batia com bem mais força e impulsionava o pequeno veleiro a toda velocidade mar a dentro. - Pelo visto as duas meninas não são boas de briga, então a melhor ideia seria usa-las como distração, ou como nosso camarada disse, como isca.

<Próximo post dia 03/10>

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Dom Set 27, 2015 5:38 pm

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O que você vê no fundo dos meus olhos?
Agora estavam unidos em um único propósito, remar.

O hibrido de tubarão dizia que tinha que remar e o grupo fez um excelente trabalho de equipe até Katsuo abrir a vela.

Agora sabia o nome do quinto membro, Shak e Vincent já pensava em uma forma de entrar no navio sem ser notado.

Mas quando Shak fala que a ideia de Vincent era usar as meninas de isca, ele rebate:
-“Acho que me entendeu errado, cara de peixe.
O trabalho delas não é ser isca, eles não estarão esperando por elas. Elas chegarão de surpresa, encantando os marujos com seu charme. Mas o que me preocupa são os que foram contratados para defender a carga. Mas por outro lado, se eu e o baixinho ali, nos infiltrarmos silenciosamente, você seria uma ótima distração. ”


Vincent agora ficava ao lado da meio dragão, apenas observando o mar a frente.

-“Desculpe não me apresentar Shak, já tinha feito isso aos outros, eu sou Cloud. Esses são Katsuo, Ziya e Airmed aqui ao meu lado. A propósito, sou espadachim treinado, além do sangue de demônio em minhas veias. Creio que neste grupo não haja heróis...”


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Última edição por Cloud em Dom Set 27, 2015 6:27 pm, editado 1 vez(es)

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Dom Set 27, 2015 6:05 pm

- Está decidido, Airmed e eu chegaremos primeiro ao navio. - ela encerrava a discussao sobre a investida. A isca era uma posição arriscada, porem, com a colaboração do time, poderia levar sua funçao muito alem. Era vital que lhe escutassem  - Faremos a distração, como se fugissemos de terriveis piratas. Para nossa segurança, no entanto, não os ataquem as claras, ao menos nao imediatamente. Há coisas que apenas nós podemos fazer, e precisamos de um curto periodo de tempo.

Ela nao se referia apenas a uma magia especifica. Antes mesmo que os garotos tomassem de assalto o navio, elas teriam, em algum nivel, o controle do mesmo. Elas precisavam de um espantalho e Ziya havia arrumado o perfeito: Seu proprio time. Enquanto a embarcação temesse um ataque violento, nao poderiam notar que ja estavam condenados por aquelas garotas, ainda que de forma tão sutil. Perderiam suas riquezas e vidas, embriagados pela mentira.

Contava que por brecha do medo, dessem a oportunidade que ele se concretizasse, e com uma ilusao dentro de outra ilusao, era justificado o motivo para que Ziya aceitasse o trabalho. Para que se contentar com o pagamento e com tudo o que pudesse pilhar, quando o que entregava aos contratantes só poderia valer muito mais? Por que afinal os assassinos queriam aquele navio? Cabia a Ziya descobrir, e informação valia muito.

- Confie em mim, ao menos dessa vez. Ensinaremos a eles uma coisa ou duas. - Ziya ofereceu o mindinho a Airmed, em um gesto de tregua. Deixando as provocações de lado, ela poderia ser bem util quando queria, e era hora de mostrarem como se faz.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Qua Set 30, 2015 3:31 pm

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O que você vê no fundo dos meus olhos?
Agora que o grupo estava acertado e focado. Era uma questão de tempo até chegar ao navio.

Vincent queria entrosar mais o grupo e tomar conhecimento de seus companheiros.

-“Devemos traças nossas metas. As meninas podem começar a atuação enquanto nós nadamos até o barco, entrando na surdina. Mas precisamos saber como cada um pode ajudar.”

Ele levantava e ficava no centro do grupo.
-“Eu e o grandão podemos cuidar da parte dos combates, Katsuo esta conosco? E Airmed, você tem garra e vontade, consegue chegar ao capitão e domina-lo?.”

Vincent cruzava os braços e aguardava uma decisão do grupo.



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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Katsuo em Qui Out 01, 2015 9:43 am

Remar não era uma tarefa difícil para o demônio e, por mais que pudesse ficar pesado entre uma remada e outra, ele jamais ficava cansado. Sua fonte de energia parecia inesgotável. Seus movimentos frenéticos denunciavam isso. Katsuo não parecia se importar quando o tubarão o chamava de baixinho, mas o mesmo não foi verdadeiro quando seu companheiro, Cloud, o fez. Como resposta, o guerreiro apenas o mirou com um olhar afinado e inflamado. Quem ele pensa que é, afinal?! Mas não disse coisa nenhuma.

Toda aquela conversa, todos aqueles planos eram bastante interessantes. Mas não para Katsuo. Ele nem estava dando atenção, na verdade. Até mesmo chegou a bocejar indiscretamente enquanto seus companheiros tagarelavam. Tudo aquilo, pela sua experiência, não passava da mais pura bobagem, uma vez que quando as coisas esquentaram, tudo o que importava era qual espada iria cortar primeiro – ou mais fundo e ele se comprazia com sua imaginação ao pensar nessa ideia.

– Esmagar, quebrar, fatiar... são nessas coisas que eu sou bom. Então eu tenho uma ideia melhor: por que nós não vamos na frente e acabamos logo com isso? Depois, se sobrar algum marinheiro, as duas aí podem se divertir. O que acham?! – Terminava entrecruzando os dedos e estalando ao alongar ambas as mãos. Ele claramente se referia apenas a Cloud e Shak.

A provável desvantagem numérica não o incomodava nem um pouco. Não incomodaria nem mesmo se estivesse sozinho. Katsuo era confiante, talvez até demais, mas a verdade era que não seria tão fácil pará-lo e ele sabia disso. Como um verdadeiro demônio, eram seus inimigos que deveriam temê-lo.

– Sangue de demônio?! – Olha para Cloud, coçando o queixo. Que tipo de demônio não tinha chifres?! – ele pensava.  – Bem que eu senti um fedor em você. Sem ofença, Shak. – ?! – Espero que saiba usar essa espada tão bem quanto fala.

Ainda sentado, se volta para Airmed e Ziya:

– Alguma de vocês usa magia? Sabe atacar á distância? Sabe fazer alguma coisa que não seja tagarelar ou usar suas ancas?! Pode ser bem útil, principalmente se algum deles for algum feiticeiro.  – Katsuo odiava os feiticeiros.


Última edição por Katsuo em Sex Out 02, 2015 11:29 am, editado 1 vez(es)

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Ziya em Qui Out 01, 2015 10:10 pm

- Na verdade nao, tagarelar e usar as ancas sao minhas maiores qualificações. - brincou.

O que a maior parte das pessoas na ilha custavam a entender era que, alem da violencia, existiam outras formas de obter poder. O que sozinha era uma vantagem, em grupo se tornava uma dor de cabeça. Nao sabia o quanto o demonio havia vivido, mas eram justamente os mais antigos que acabavam bitolados por seus péssimos habitos. Talvez fosse o momento de ensinar truques novos a um cachorro velho.

- Meus maiores dons sobrenaturais, na verdade, não são muito seguros de se utilizar perto de um aliado. Eles podem arruinar um homem em pouco tempo. - Airmed era, provavelmente, a unica que poderia agir enquanto Ziya usava o fascinio, portanto, se trabalhassem juntas o grupo seria melhor aproveitado. Sua possivel imunidade adquirida sem duvida nao era por conta de seu sexo. A demonio mentiu, para nao dar maiores detalhes sobre seus poderes. Airmed era tambem a unica que sabia claramente o que ela poderia fazer, e preferia manter assim.  

- É melhor me ouvir agora do que pagar para ver. - disse em um tom mais firme do que apresentado até então. O grupo era tão caótico que a fachada branda de Ziya não se sustentava de forma homogenea, trazendo vez ou outra a superficie o que realmente era:  Uma criatura vulgar, dominante e homicida.

Katsuo podia nao ser feio, mas isso nao compensava pelo risco em que os colocava, ou pelas asneiras que dizia. Talvez fosse preferivel que estivesse usando a boca de maneira mais interessante: De quatro no chão, e lambendo seus pés. Talvez Lorde Gaap nao se importasse com o fato de ela trazer um mascote à casa dos Hexen. Demonios puros tinham uma maior resistencia a dor, por que não testar o quanto? Porém, antes de tentar clamar por um premio adicional, precisava cumprir a tarefa proposta. Não tinha certeza sobre Shak, mas Vincent ao menos concordava com ela.

- Pode deixar com que eu faça meu trabalho e dominar um navio sem capitão, ou podemos seguir sua vontade, e atacar uma embarcação organizada abertamente. Estaremos em menor numero, correndo riscos desnecessarios e vamos ter todos os nossos guerreiros neutralizados e mortos, provavelmente por efeito colateral dos meus proprios talentos. O que te parece melhor?

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Katsuo em Sex Out 02, 2015 11:53 am

Katsuo coçou o queixo com a mão direita. Ele não podia deixar de se perguntar sobre qual tipo de talento aquela garota estava falando. Seria magia de fogo? Ele se lembrava de alguns feiticeiros que podiam conjurar círculos de fogo que eram bem perigosos para quem estivesse por perto e Ziya certamente parecia do tipo que poderia fazer as coisas ficarem bem quentes. Ele pensou. Ponderou. O que eram mais alguns minutos? Por fim, terminou com um longo suspiro.

– Tudo bem, façam como quiserem. Sigam na frente. Vamos ver esse seu "talento". Só não venha me culpar depois se ganhar um talho nessa carinha bonita.  

E deu de ombros. Se elas queriam morrer tão cedo, afinal, era problema delas. Fariam uma ótima entrada. Serviriam como distração, pelo menos. Isso deixaria as coisas mais fáceis. O sangue delas serviria de inspiração.

–  Só não me peçam para ser silencioso. Isso simplesmente nunca dá certo comigo...


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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por Cloud em Sex Out 02, 2015 4:26 pm

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O que você vê no fundo dos meus olhos?
Zyia E Katsuo entravam em um pequeno consenso com o plano de Vincent, mesmo que o Demônio não tinha gostado muito dos termos. Mas chegaram a um breve acordo.

-“Então Airmed, pode destra-los pra nós? Quando ouvirem o baixinho aqui gritar e espernear e tudo mais, já sabem que estamos chegando.”

Vincent direcionava seu olhar para o mar, a perder de vista em seus pensamentos.

Agora era esperar a hora da aproximação.

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Re: [Classica] Malfeito feito

Mensagem por NR Lima Limão em Seg Out 05, 2015 1:08 pm

Shak suspirou. Realmente aquele grupo falava demais. Quando se deram conta, já não precisavam mais remar, pois o vento soprava mais forte, e a vela da embarcação já dava conta de leva-los onde queriam. Restava somente esperar... Esperar uma longa hora, velejando em meio ao vazio do mar, apenas o som das ondas e as vozes de si mesmos e de seus companheiros. - Certo. Certo. Vocês gostam mesmo de conversar, huh? Já que todos concordam, vamos seguir com o plano.

- Vocês duas... - Ele apontou para cada uma enquanto se levantava ia em direção ao leme da embarcação. - Ficarão aqui na embarcação e assim que chegarmos, vão subir a bordo do navio e farão sua parte.

- Eu, Katsuo e Vincent vamos a nado para evitar sermos vistos. Assim que elas subirem a bordo, escalem a lateral do navio e invadam com tudo. As duas ali terão poucos minutos até que vocês consigam alcançar o navio nadando. Espero que não falhem... - Olhou ríspido para as duas novamente.

- Eu irei nadando, mas vou da a volta e subir pela popa. Irei direto para o leme, onde estará o capitão. Estamos entendidos?

- Otimo! Agora gostaria que calassem as bocas... - Shak já estava perdendo a compostura e ficando de mal humor.

[...]

O vazio se estendeu por mais de uma hora, apenas alguns cochichos aqui e ali, mas após o acordo, o silencio prevaleceu durante o resto da viagem. A pequena embarcação balançava forte diante das ondas ferozes do alto mar, mas mantinha-se firme ainda assim. E depois de cerca de uma hora de um balanço incessante e monótono, eles puderam avistar em meio a escuridão total da noite uma sombra se formar no horizonte. Aos poucos, a sombra ia tomando a forma de um grande navio, deveria ter facilmente seus 80 metros de cumprimento.

Shak então deixou o leme e foi até o grupo, era chegada a hora das ultimas instruções. O momento da invasão se aproximava aos poucos, e eles precisavam se preparar para o ataque. - É chegada a hora, daqui alguns minutos iremos nos dividir. Espero que não morram tão rapidamente... Sei que vou me arrepender disto, mas alguém ainda tem alguma duvida? Se quiserem fugir, a hora é agora. - Fugir? Nadando é que não seria, ou será que ele esquecia que somente ele respirava embaixo d’água? Na distancia que estavam da costa, fugir já não era uma opção viável.

Os minutos se passaram rápidos depois de terem avistado o navio, e agora eles já podiam até mesmo ver melhor seus detalhes. Na lateral, era possível ver 3 fileiras sobrepostas com dezenas de canhões lado a lado. A arquitetura era pouco trabalhada em detalhes, sinal que aquele era um navio feito para guerra e não para o luxo, e a quantidade de armamento presente já denunciava isso por si só. Ao redor do convés era possível ver as dezenas de lamparinas que faziam a iluminação da embarcação, e suas enormes velas eram dispostas em 3 mastros, sendo o do centro o maior e mais largo.

- Boa sorte... - Shak pegou seu arpão, prendeu às costas e então se preparou para pular na agua. Era hora da tão esperada invasão. Eles estavam agora há pouco mais de 20 metros do navio, e àquela altura já dava para serem vistos pelos tripulantes do navio. Shak pulou na agua sem esperar. O leme agora estava travado por um longo pedaço de madeira para que o pequeno barco de pesca não saísse do rumo. Indo em direção ao navio, de encontro ao mesmo.

<Imagem do navio para terem uma ideia de como ele é mais ou menos. E bem, acho que não preciso explicar muita coisa, vcs estão sozinhos no barco de pesca e ele está indo em direção ao navio, bem de encontro com a lateral direita dele. Desculpem o leve atraso, próximo prazo para dia 12/10. Como a Airmed não postou nesse turno, considerei que ela concordou com tudo que foi dito.>

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