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[Ficha] Loras Razorheart

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[Ficha] Loras Razorheart

Mensagem por Razorheart em Qua Set 17, 2014 10:18 am



LORAS RAZORHEART



Nome: Loras Razorheart
Idade: 20 anos
Sexo: Masculino
Altura: 1,78
Raça: Humano
Lodians (L$): 0

Nível: 02
Exp: 1500/2000



APARÊNCIA



1|2|3| Loras é um jovem de porte atlético, altura mediana e uma postura que quase sempre representa altiveza. Seus traços são muito bem definidos, seja em seu rosto ou seu corpo, resultado principalmente de um cuidado extremo com o mesmo. Seus cabelos tem a cor do céu tranquilo num dia de verão e seus olhos são vermelhos como dois rubis incarnados, característica peculiar para sua raça e que indica descendência desconhecida dentro da ilha de Lodoss. É extremamente orgulhoso destas características.

É um rapaz asseado que usa o cabelo sempre num estilo bagunçado quase conotando uma certa rebeldia. Este, na extensão superior é relativamente curto e mais longo atrás indo até o meio das costas, sendo quase sempre preso por um anel dourado.  

Normalmente traja roupas de bons materiais, geralmente mais leves e que permitam melhores movimentos e se adaptem bem ao seu corpo. Não costuma usar muitas cores com exceção do azul, sua cor favorita. No mais, prefere os tons neutros. Evita usar acessórios com exceção de brincos e do anel que usa no cabelo.

Poderia se dizer que Loras é um jovem muito bonito, mas beleza é uma questão de opinião...




PERSONALIDADE



Calmo e tranquilo. Palavras que não descrevem Loras. Sua personalidade não é um lago calmo de águas cristalinas, mas sim um tempestuoso repleto de correntes perigosas e traiçoeiras, às vezes até mesmo para ele. Suas águas são turvas assim como seus sentimentos, que muitas vezes são difíceis de decifrar. No seu fundo, jaz uma escuridão inominável que por vezes assume o controle e o torna sádico e destrutivo.

Dono de um temperamento nitidamente marcado, o rapaz pode ser uma explosão de sentimentos sempre muito bem expressados, embora facilmente possa dissimular, quando necessário. Muito perspicaz, mantém um olho sempre atento, desconfiado, principalmente de outros sujeitos que se colocam em sua trajetória com intenções duvidosas. Esse comportamento pode facilmente ser explicado por sua história, onde aprendeu que ninguém faz nada sem que haja uma motivação, e que esta sempre implica num ganho. Loras também é assim.

Embora não costume confiar facilmente nas pessoas, adora estar acompanhado. Jogos, bebidas e prazeres são seu passatempo favorito e seu humor sempre temperado e animado o faz ser identificado como uma boa companhia, na maioria das vezes. Simpático, amigável, educado e sorridente por treinamento, Loras apresenta um comportamento passível de ser designado como sedutor* - especialmente quando há segundos interesses em jogo.

O jovem Loras não é um amante do dinheiro, embora reconheça seu uso e como é indispensável para seus propósitos. Ele ama o conforto e é, de fato, muito preguiçoso. Sua maior motivação é o poder, especialmente aquele que advém das artes sombrias. A ciência e os mistérios arcanos exercem sobre ele fascínio sobrenatural.

Dificilmente irá confiar plenamente em alguém e possivelmente o inverso deveria ser aplicado, pois raramente terá relacionamentos que o isolem completamente de uma possibilidade de traição - embora seja inteligente o suficiente para não fazer nada do tipo por meia dúzia de moedas.

Loras tenta sempre estar um passo a frente, prever o comportamento de seus inimigos e amigos e assim antecipar suas jogadas e as dele próprio. Pode facilmente ser visto em ações que intencionam objetivos futuros, tais como ganhar a confiança de alguém que poderá precisar. Pode fazer tudo isso sem o menor sentimento de culpa, fingindo o quanto for necessário e prejudicando quantos precisar até alcançar suas metas. Detesta seguir ordens, mas pode acatá-las havendo a necessidade. Entretanto, secretamente costuma tramar contra quem impõe este tipo de situação. Loras adora conspirar.

A maior peculiaridade sobre o psiquismo de Loras é que ele simplesmente ama a corrupção. Características como a assimetria, a imperfeição e a loucura ou sentimentos como o medo e a injustiça fazem parte deste conjunto. Acredita que esta seja a verdadeira natureza do universo.


*Não referido no contexto sexual/sensual, mas no sentido psicopata, embora por vezes se expresse também por estes primeiros.
Terra Natal: Desconhecida (fora de Lodoss).



HISTÓRIA



 
As primeiras lembranças são do sofrimento...

A noite cobriu a cidade como um manto aconchegante. Meus olhos de criança fitavam o céu repleto de estrelas brilhantes. Cada uma delas parecia tão distante, como um sonho impossível de alcançar.  

Então uma caiu.

Tão fugaz quanto pestanejar, seu rastro singelo cortou o céu como lâmina afiada e da ferida aberta mais estrelas despencaram. O céu parecia descolar, ruindo em pedaços que salpicaram sobre a terra como lágrimas de fogo.  

Primeiro os campos ficaram estéreis. O cheiro da morte se instalou nas ruas como uma doença profana. Então o solo se rasgou como gargantas malditas que expeliram fogo e o inferno. Aberrações rastejaram delas ao mundo com larvas duma ferida putrefata.

Depois foram os mortos.

Eles se recusavam a cair e dormir. O horror reverberou em nossos corações e a esperança definhou e secou.

Eu vi meu pai ser devorado. Vi minha mãe se esfacelar e suas vísceras sendo arrancadas. Vi meus primos e irmãos lutando uns contra os outros conforme a corrupção se instaurou e tomou conta de suas almas. Tudo estava perdido, até que tudo se silenciou.

Todos haviam ido embora e tudo o que restou foram ruínas e fantasmas que me assombraram de dia e de noite. O vazio insuportável daquelas ruas, outrora movimentadas, adensava o ar em nostalgia e o tornava difícil de respirar.  

Antes que a loucura me dominasse, eu resolvi partir.
...depois veio a miséria e a salvação.


Meu corpo estava magro e castigado pela fome. Sobre minha pele, a fuligem negra se acumulava manchada por vincos cavados pelo suor que havia escorrido. O sol causticava e fazia arder minha face, o mesmo que fez os campos secarem e a terra rachar sem nenhuma piedade.

O caminho incerto se retorcia como o rastro de uma serpente. Na estrada vazia apenas grama seca que cobria as evidências de um passado marcado por rodas pesadas de carruagens. Meu andar era cambaleante e minhas pernas ameaçavam falhar, conforme meu corpo inteiro urgia por água e uma refeição, que às vezes sadicamente se mostrava aos meus olhos muito distante em miragens que eu jamais podia alcançar.

Pensei estar sendo seguido. Pensei que a morte vinha me buscar. Tentei fugir dela. Tentei fugir da escuridão, mas era inevitável.

Caminhei enquanto minhas pernas aguentaram.  Abandonando meu lar, continuei sem olhar para trás. Tudo o que eu tive e fui desvaneceu ao vento, como poeira na tempestade. O deserto impiedoso soprou suas areias malévolas e cobriu até mesmo as ruínas em meu coração. Nada restou. Nada em que valeria a pena pensar ou lembrar. E eu estava decidido: se queria sobreviver, precisava deixar tudo aquilo para trás, como o despertar de um longo e terrível pesadelo que nada mais era do que uma ilusão que não pertencia ao dia que se sucederia.

Então eu caí.  

Não podia mais suportar meu próprio peso. Na minha mente, via a imagem dos abutres se colocando sobre meu cadáver e arrancando meus pedaços em tiras largas e suculentas até que só restassem ossos num túmulo sem nome. E seria este meu fim, não fosse o estrondo insuportável das rodas de uma carruagem crescer até quase esmagar minha cabeça.

Era um viajante, um raro para aquelas terras. Com o resto de minhas forças, ergui meu rosto da areia para focá-lo e movi meus lábios, mas voz nenhuma saiu, porque minha garganta estava rachada e seca da mesma forma que aquela terra. Ele me olhou e me ofereceu um pouco de água. Poderia ter se compadecido, mas eu sabia que não era aquele o sentimento por trás daquele olhar. Mesmo assim, não estava em posição de reclamar.

Como carga em transporte, fui colocado junto a um grupo de outras crianças. Algumas mais velhas, poucas mais novas, e todas tinham características físicas muito peculiares: Albretch tinha um olho de cada cor, além de cabelos lisos e negros como a noite; Sophia era branca como luar e até mesmo seus cílios tinham a mesma tonalidade; Merec tinha pele escura e olhos dourados. Eram todos como especiarias. E assim eu também, com olhos de rubi e cabelos azuis como o céu límpido e tranquilo.

Mas eu nunca tive um nome.

Recebi boa alimentação. Fui introduzido à boa educação. Cresci numa cidade grandiosa que borbulhava em vida e movimento, com um comércio próspero, riquezas e pessoas felizes, mas que, por trás de sorrisos tão falsos quanto argila moldada, escondiam uma sórdida escuridão que infectava o coração de cada homem, mulher ou criança daquele lugar. Por sorte, sempre tive jeito em fazer as pessoas gostarem de mim, o que me fornecia certas vantagens.

Meu único prazer, naquela época, era me esgueirar até uma biblioteca abandonada aonde introduzi a mim mesmo aos segredos arcanos e sombrios.

...e eu caí no abismo do medo.


Uma grande viagem havia sido planejada. Uma jornada que mudaria nossas vidas. Nosso rumo era Lodoss.  

A embarcação era grande, mas meu lugar era os porões do navio:  um ambiente úmido e deplorável. O cheiro era de mofo e havia pouca luz, mal dava para ver os rostos uns dos outros. Às vezes alguma coisa se retorcia nos cantos e me deixavam em dúvida se eram ratos ou demônios misturados às sombras. Os seres das trevas de que eu lia a respeito sempre pareciam espreitar dos cantos escuros.

Havia muitos outros me fazendo companhia de origens de todos os tipos e que falavam de terras estranhas das quais eu nunca havia ouvido a respeito. Eles falavam de destinos grandiosos que almejavam a si mesmos.  

A viagem seguia tranquila até que fomos atingidos por uma tempestade que surgiu do nada, como que conjurada por forças diabólicas. Eu podia ouvir a tensão na voz dos marinheiros acima que aumentava a cada intenso sacolejar, mas também sentia aquela tempestade como, de alguma maneira, minha amiga. As coisas só pioravam, até que um grande impacto foi sentido. O pânico se instalou no peito de cada um de nós.  

Sem nenhuma explicação, a porta que nos separava da liberdade se abriu. A madeira do chão e da parede se incendiou por conta de um lampião. O caminho estava iluminado, então subimos todos para o convés em passos apressados.

Do lado de fora, o pavor tomava conta. O terror dos mares que nos atacava tinha a forma de uma serpente gigante e negra, como que feita da própria noite. Eu mirei em seus olhos ela mirou de volta aos meus. Naquele momento, nada mais pude fazer além de contemplar a criatura e, instintivamente, eu sabia: embora fôssemos diferentes, éramos o mesmo.

O navio em chamas se despedaçou e ruiu enquanto a tripulação condenada foi engolida pelo mar furioso. Meu corpo afundou imóvel no oceano negro e profundo e minha consciência se desfazia conforme os últimos raios de luz tocavam minha face pálida.

Mas eu acordei.  

Quando meus olhos enfim se abriram eu não estava no fundo do mar, mas em outro lugar. Era uma área aberta cercada de construções como uma muralha e tudo era de pedra fria e dura, completamente infértil. Um frio incômodo pairava no ar, como o hálito de uma alma perturbada.

O céu ficou vermelho.

E então ele escorreu como uma gota viscosa de sangue. Ao tocar o chão, ele se distorceu e revelou em seu interior uma figura que era humana e ao mesmo tempo longe disso, tendo uma máscara em lugar de face e fendas pelo corpo todo. Restava-lhe pouca pele e ela parecia uma armadura que vestia uma pessoa, ao invés do contrário. Uma visão difícil de descrever. Passei a conhecê-la como a Feiticeira Vermelha. Quando ela me olhou, não havia olhos em sua face. Invés disso, centenas, senão milhares, se abriram e rasgaram o próprio tecido da realidade, pontilhando o céu e a terra na mesma proporção de estrelas na noite.

Estávamos numa ilha em algum lugar nas proximidades de meu destino, mas um lugar onde só se chega pela vontade de sua senhora. Ela era uma pesquisadora, uma amante dos mistérios do oculto. Aquele lugar era lar de suas experiências, as quais eu presenciei por vários dias.  

Eu vi coisas que não faziam sentido, horrores e atrocidades que rastejavam e se retorciam pelos cantos e nas paredes, camuflados pelas sombras, mas então desapareciam. O poder daquela que governava sobre aquela ilha me fascinava e parecia não ter limites.

Ela me explicou sobre uma verdade, uma onde os deuses eram falsos e mesquinhos e escondiam o caminho que nos equiparava ao seu poder. Me falou também sobre as outras feiticeiras: uma negra que havia perecido; uma branca que havia derrotado a primeira; uma dourada que imitava a luz do sol, mas que era maligna e perversa e que poderia, um dia, se por em meu caminho. Me falou sobre uma sombra, sobre a corrupção que jazia em meu coração.

Então me disse para partir.
Lodoss...


Meus olhos se abriram novamente. Eu estava numa terra nova. Tudo o que havia acontecido, tudo o que eu fui até este momento parecia nada mais que um sonho do qual eu acabava de acordar. Uma tênue névoa se dissipava na praia, o sol mostrava seus raios e o céu estava azul e uma nova jornada se abria à minha frente repleta de perigos e mistérios fascinantes a serem descobertos.




ATRIBUTOS




Força: F (0)
Energia: C (8)
Agilidade: E (2)
Destreza: E (2)
Vigor: E (2)

Livres: 2


HABILIDADES ESPECIAIS




Book of Eternal Madness
(Clique)


O grimório de Loras é um livro obscuro que exala trevas. Nas suas páginas pesadas estão gravados suas posses mais preciosas: os segredos dos seus poderes. Pare se assegurar de que não sejam roubados, ele foi escrito com uma tinta tão negra que só pode ser lida usando métodos especiais e debaixo da total escuridão que apenas um verdadeiro mago negro pode produzir.


EQUIPAMENTOS



(1) Bastão de madeira com pontas metálicas;
(1) Vestimenta de tecido com ombreias e punho de armadura leve (olhar imagem da aparência);
(1) Cantil d'água;
(1) Bolsa de viagem.



DIÁRIO DE AVENTURA



  • Iniciei minha busca por poder em Lodoss rumo à Academia de Magia, até então apenas um rumor na multidão. Segui acompanhado de minha aliada, Airmed, uma meio-dragão muito promissora;
  • Na Academia, não levou muito tempo até sermos alcançados pelo ignorante do Razel. Sua idiotice nos rendeu uma péssima recepção de Cobernick, que nos testou, me jogando mentalmente de volta a Hyperia, minha terra natal, onde enfrentei e aceitei meu medo e minha ir;
  • Mesmo superando o teste de Cobernick, fui injustamente expulso da Academia de Magia. Ele teve medo que minha escuridão acabasse por engolir o frágil equilíbrio daquele lugar patético. Um dia, talvez, devo retornar;
  • Seguindo rumores e pistas falsas, busquei com Airmed o obscuro Templo de Janiya. Fomos recepcionados, para mais testes, pela misteriosa sacerdotisa negra Kalysta;

NPCs importantes conhecidos:


Personagens conhecidos:





Última edição por Razorheart em Seg Maio 09, 2016 9:54 am, editado 17 vez(es)

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Re: [Ficha] Loras Razorheart

Mensagem por ADM GabZ em Sex Dez 26, 2014 3:27 pm

Olá! Peço desculpas pela demora da avaliação. Durante alguns meses não tivemos vagas disponíveis, por isso nossa equipe acabou deixando acumular novas fichas.

Ficha aprovada! Só melhore seus equipamentos, todo iniciante tem direito ao seguinte: uma (1) arma básica de Nível 1, uma (1) vestimenta de tecido completa de Nível 1 OU armadura leve/couro de Nível 1, um (1) cantil de água e uma (1) bolsa de viagem simples. O jogador fica livre para escolher começar com todos estes equipamentos, apenas alguns ou nenhum deles.

Não esqueça de gerar sua Ficha Secundária. Para isso vá em seu Perfil > Ficha Secundária e gere sua ficha.

Assim que fizer estas alterações, poste aqui. Sua assinatura está correta, faltando apenas um link para este tópico que é sua ficha. Assim que fizer sua Habilidade Especial, faça um tópico neste link:

http://www.lodossrpg.com/f42-hes-de-jogadores-em-espera

Grande abraço!

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Re: [Ficha] Loras Razorheart

Mensagem por Razorheart em Sab Mar 21, 2015 2:37 pm



HISTÓRICO DE EVOLUÇÃO



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Re: [Ficha] Loras Razorheart

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