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Estradas

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Estradas

Mensagem por ADM GabZ em Qui Abr 03, 2014 3:19 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Extensas e inconstantes, as estradas cruzam toda Hilydrus e é muito usada em viagens longas. São centenas de quilômetros de trilhas e ruas que passam por todos os lugares, podendo levar até mesmo a Takaras. Passando por todo tipo de ambientes, as estradas podem ser perigosas dependendo do caminho tomado. Atalhos podem ser uma boa idéia de dia, mas de noite podem significar um perigo mortal. Apenas as estradas principais costumam ter maior segurança devido ao trânsito de soldados e mercadores, mas sempre há um risco. Antigas rotas ou ruas esquecidas podem guardar segredos ocultos pelo tempo, nunca se sabe o que se encontrará por elas. Pontes, canyons, montanhas, florestas, campos: as estradas cruzam tudo e sempre há algo novo a se descobrir.



Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:15 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Sab Maio 23, 2015 3:07 pm

Ao me ouvir falar, Rio Ligeiro demonstrava curiosidade, surpresa, as quais eram claramente percebidas em suas expressões, coisa que eu não esperava do lupino no começo da viagem, o que era estranho, mas não ofereci nenhum tipo de resistência quanto a isso.

Vi calado o menosprezo, o desdém. Já estava acostumado e sinceramente eu gostava de provocar essas reações nas pessoas... creio que era tudo uma questão de... medo. Eu gostava do trunfo de haver um estereótipo tão negativo em relação à minha raça; isso me dava vantagens e até mesmo alguns meios de defesa, acho que eles agiam de forma igual: instinto de defesa. E talvez eles não estivessem errados, mas creio que não estão absolutamente certos.

De igual modo, ouvi as contestações do meu companheiro de missão, a final de contas, era a opinião dele. Entretanto... talvez  fosse uma questão mais profunda que meramente vingança.

Vimos o sinal de que estávamos livres, então embarcamos. Havia tudo para prosseguirmos calmamente e depois descansarmos e enfim chegarmos a Hilydrus, mas... bem... o mas. O lupino parou a carruagem bruscamente, alegando que a carga estava mais leve e de fato estava, fato que não percebi, mas Ligeiro percebeu e certificou ao verificar o carregamento; estava vazio. Vazio. Rio Ligeiro ficou transtornadíssimo. Desci da carruagem ligeiramente afoito... tudo parecia correr contra nós naquela viagem; fiquei claramente com raiva daqueles que se diziam de Hilydrus.

Meu companheiro de missão se fazia perguntas, questionamentos, de repente seus olhos começaram a se moverem rápido... Será que ele estaria se transformando em sua forma lupina?! Eu iria querer ver isso? Sim, eu queria, porém... eu não sabia se ele ficaria consciente ou inconsciente; se ele mataria antes de perguntar, fazer questionamentos, indo ao contrário do que seria... moral, ou até mesmo justo; além disso, não sabíamos nem qual era a carga que levávamos. Precisávamos pensar; agir com cautela e rapidamente... e eu duvidava que força e loucura seriam de ajuda mais eficaz.

Eu vi a confusão, me aproximei, coloquei minha mão direita nos ombros dele e repeti uma das frases que ele me havia dito, por mais que não fosse cem por cento adequada para o momento, achei um paradoxo interessante:
--Eu não entendo tanto ódio... E depois da vingança?—Sorri tentando aliviar a situação de estresse que havia se instaurado e continuei—Vamos atrás deles. Pelo o que percebi, o senhor é rápido e eu sou forte. Já lutamos uma vez, podemos lutar novamente. Vamos voltar rápido, obter respostas e trazer a mercadoria de volta.

Talvez ele tivessem achado um meio de falsificar tudo e se passar por soldados de Hilydrus, talvez já até tivessem feito isso, roubando coisas importantes do exército, logo o povo de Hilydrus... senão isso, teriam ao menos avisado da apreensão da mercadoria. Era o que eu pensava.

--E então, senhor? O que o senhor acha? Voltamos?

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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Dom Jun 07, 2015 1:55 am

Off: 50 xp de atraso :'c

- Eu- eu não quero me vingar, eu só quero... Recuperar o que quer que tenhamos perdido. – ele parecia agitado e tenso – Se voltarmos sem ele e aquilo for algo importante, eu posso ser expulso e você pode perder sua chance de entrar. Quer dizer... – ele massageou as temporãs – Droga. Tenho que me aclamar... Não acho que eles seriam tão extremistas... Mas ainda sim, esse tipo de fracasso não é esquecido e eu não quero virar uma piada.

Ligeiro olhou para o sorriso de Ho. Pareceu reconhecer que o companheiro tentava acalmá-lo e respirou profundamente, tentando abandonar a agitação e pensar com clareza diante daquela situação. Ho mesmo reconhecia que estavam em uma situação complicada, afinal, tinham que recuperar um carregamento que eles sequer sabiam do que se tratava.

-
Eu me pergunto como eles conseguiram ser tão... Convincentes, sabe? O selo oficial do exército não é fácil de ser falsificado, precisariam de alguém muito bom com esse tipo de serviço... E até armadura eles tinham. De onde eles teriam tirado essas coisas?

Ao ouvir a proposta de Ho, Ligeiro assentiu. Tinham que pegar aqueles homens e, tanto Ho quanto Ligeiro sabiam que, as chances deles ainda estarem lá deveriam ser baixas. Voltar o mais rápido possível para procurá-los era a melhor opção que tinham por agora. E foi isso que fizeram, Ligeiro conduziu a carruagem de volta até o local onde haviam sido roubados.

Lá já não havia mais sinal daqueles homens, como esperado eles haviam pegado suas coisas e partido dali. Provavelmente já esperavam que o roubo fosse notado. Ligeiro desceu dos cavalos. Para o azar de ambos, ninguém passava pelo  local naquele momento; não havia como eles perguntarem se alguém havia visto algo; eles teriam que se virar para encontrar os bandidos.

-
Eu não me lembro de ter visto cavalos...

E ele saiu um pouco da estrada, pisando na grama. Havia poucas árvores nas laterais da estrada, mas mais além era possível ver uma floresta mais a frente. Ligeiro estreitou os olhos, tentando forçar a visão e em seguida ele os fechou, fungando o ar algumas vezes e parecendo se concentrar em seus sentidos. Ele pareceu um pouco confuso e se abaixou próximo ao chão, talvez em busca de rastros.

-
A grama está um pouco amassada e pelo cheiro, alguém passou por aqui recentemente... Talvez sejam eles, talvez eles possuam um acampamento mais a frente. Acho que deveríamos seguir esses rastros e tentar a sorte... Não consigo pensar em outra opção. O que você acha, Ho?
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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Seg Jun 08, 2015 1:55 pm

“Uma falha no paraíso.”

Enfim Hilydrus se mostrava uma cidade erguida por mortais; com problemas, dificuldades e brechas. Mesmo que fosse avançada (de maneira até exacerbada) em relação à Tákaras, por exemplo, ainda havia pontos, os quais poderiam ser melhorados e com certeza se eu ficasse mais tempo e me aprofundasse mais nas questões do reino, então eu poderia ver mais traços da sujeira; espaços, grupos dos quais não se ouve muitos comentários... Que sabe até... corrupção?!

Decidimos voltar, entretanto, podia sentir a tensão no ar, mesmo eu não estando nenhum pouco tenso. Ouvia o retrucar de Rio Ligeiro, mas não respondia... só sorria, como alguém que não fala sério de fato. Aquele soldado que se mostrava tão maturo e bem treinado, parecia desbotar, dando espaço a um garoto inseguro e inapto à situação, mas ele era meu superior naquele momento e eu iria respeita-lo e acatar às ordens que ele me mandasse cumprir.

Chegamos ao local, no qual havíamos sido abordados pelo grupo... aparentemente eram mesmo ladrões, pois não havia sinal deles; o lupino saiu da carruagem e procurou e fiz o mesmo. Olhei a estrada, os céus, o campo; procurei minunciosamente marcas, mas eles saíram rápido sem deixar vestígios... Meus olhos possuíam uma visão perfeita, eu sabia, mas creio que devido à raça de Ligeiro, detalhes menores foram percebidos por ele, em vez de mim.

Rio Ligeiro levantou uma hipótese de que poderiam estar em uma área de floresta ao longe, no meio do campo, e me perguntou o que faríamos... Bem, achei que a hipótese fosse viável, porém uma pergunta estranha, mas respondi com presteza e pondo minha experiência à prova do “chef”:

--Bem, senhor, eu não sei como um soldado de Hilydrus se portaria diante dessa situação, mas se eu estivesse com o meu metre, certamente pensaríamos primeiramente nas hipóteses e traçaríamos a estratégia mais viável— Continuei— Se  eles estiverem mesmo lá e se tratar de um grupo de ladrões, então creio que agora eles estão em vantagem, pois estão no território deles e pode ser que haja um grupo de vigia, o qual pode estar nos observando agora mesmo... Mas também pode não ser um grupo de ladrões...—Respirei, cocei a cabeça—Pode ser um acampamento de Tákaras... ou mesmo um grupo de mercenários contratados para roubarem essa mercadoria. Creio que nos três casos haja um grupo de vigia, enquanto o outro grupo voltaria para o acampamento, mas se fôssemos investir contra o inimigo agora, estaríamos em uma desvantagem avassaladora, partindo do princípio que estaríamos em menor número, pelo terreno, pelo meu tamanho, minha cor...— Olhei para os céus, acho que já estava quase anoitecendo, então propus duas estratégias — Creio que poderíamos esperar escondidos aqui perto o anoitecer, pois assim, o suposto grupo de vigias diminuiria: De dez para cinco, na pior das hipóteses ou de cinco para três, na melhor, assim como nenhum... Além de termos a vantagem de os pegarmos de surpresa e bêbados —Sorri— Pode ser também que eles queiram vender a mercadoria que nos usurpara e usem a noite para saírem sem serem incomodados, nesse caso também estaríamos aqui para impedi-los.—Respirei um pouco e coloquei a segunda, a qual não me era tão correta:

--Poderíamos em vez disso, fazer um jogo, no qual eu iria sozinho e os distrairia e o senhor iria por traz de surpresa, imobilizando o grupo e resgatando a mercadoria... Se bem que... a mercadoria podem ser armas... assim... Bem... acho que essa é a menos prudente.

Olhei mais uma vez o terreno e os céus... No caminho de volta, ainda pensei que seria uma espécie de “trote”, mas logo tirei isso da cabeça...

--Se o senhor me permite, eu escolheria a primeira, mas... Como um soldado de Hilydrus é instruído a agir? Quais as ordens do senhor?

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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Qui Jun 18, 2015 2:42 am

Rio Ligeiro ainda demonstrava certa tensão e frustração, certamente aborrecido com o acontecido. E ele não estava de todo errado, fracassar em uma missão certamente era algo reprovável dentro do exército e poderia ser o suficiente para que eles fossem motivo de chacota perante soldados e superiores. Ainda mais pelo modo como haviam sido enganados.

Olhando pelo campo, Ho também viu o mesmo que Ligeiro. Quando ele falou, o orc olhou para onde ele apontava e pode avistar a grama amassada e folhas quebradas em alguns pontos. Não parecia haver uma trilha, mas certamente algo havia passado por ali, mas era difícil saber se os rastros pertenciam aos homens que eles procuravam. O que faltava a Ho, porém, era um olfato sensível como o de Ligeiro.

Após ser questionado, Ho deu sua resposta. As possibilidades eram, de fato, inúmeras. Nenhum dos dois tinha como saber quem pertencia a esse grupo e em quantos eles eram ao todo, nem de onde pertenciam. Mas a organização deles era evidente, afinal, foram capazes de forjar documentos e até mesmo arranjar armaduras do exército para se disfarçar.

-
Eu concordo com você em alguns pontos, mas discordo que podemos nos dar ao luxo de esperar. Nós não temos certeza se eles estão lá, caso não estejam, ficaríamos aqui esperando aqui enquanto eles se afastam com a mercadoria. E, caso estejam, não sabemos se vão montar mesmo acampamento ou se estão indo embora por outra saída. Acho que antes de tudo temos que ter certeza que são eles, depois disso, caso não sejamos avistados, podemos esperar por um momento mais oportuno... Eu não gosto de ser imprudente, mas... Caso um de nós seja visto, tentamos direto o terceiro plano.

Rio Ligeiro mantinha os olhos um pouco estreitos e passou a caminhar, seguindo os rastros deixados para trás com cautela. Sempre olhando para todas as direções e farejando diversas vezes para evitar qualquer tipo de emboscada.

-
Hm? – ele piscou e lançou um olhar um pouco surpreso para a pergunta de Ho – Ah. O que você quer dizer exatamente? Nós somos guerreiros, somos ensinados a sermos ferozes em batalha, mas também aprendemos respeito, disciplina e a confiar em nossos companheiros. Saber quando obedecer as ordens de seu comandante pode ser crucial em uma batalha. Nós não... – e fez uma careta, parecendo confuso – Recebemos sempre instruções exatas, não sempre, em geral recebemos um objetivo, mas nem sempre nos dão os meios para alcançá-lo... Por isso posso dizer que acho que o principal é pensarmos rápido para reagirmos adequadamente diante de cada situação. Era isso que você queria saber?

E conforme eles caminhavam, a floresta a frente se tornava mais próxima. Os vestígios de que algo ou alguém havia passado por ali continuavam uniformes e com o mesmo padrão. Aquela floresta era conhecida entre viajantes e caçadores; a floresta Allgreen.

-
Vamos torcer para que eles não tenham ido muito fundo... – resmungou ligeiro enquanto dava os primeiros passos para dentro da floresta.
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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Ter Jun 23, 2015 8:29 pm





Ao ouvir minha teoria, Rio Ligeiro retrucou rapidamente com outra hipótese... Realmente... Ele poderia ter razão.

Ele olhava, cheirava, olhava e cheirava mais, eu ficava meio perdido frente a um soldado tão experiente, mas eu não baixava a guarda. Também procurava mais detalhes; algo que pudessem ter deixado para traz, mas aquela pequena trilha parecia ter sido a única pista.

O lupino, me respondia às ultimas perguntas que eu havia feito, e enquanto fazia isso, ia caminhando pela trilha “E a carroça?” retruquei enquanto andávamos, mas Rio Ligeiro continuava falando. Entendi, com a resposta do lupino o papel de um soldado, então depois e confesso que só depois disso foi que percebi o quão grave seria se falhássemos... Percebi duas coisas com a resposta dele: A primeira que eu não falharia; me empenharia a fim de obter, com o Lupino, o sucesso da missão. A segunda: Se eu fosse aceito, eu não seria somente um soldado.

Continuamos andando pela trilha, então percebi o tamanho da floresta. “Espero que eles não tenham ido muito fundo”; esse se tornou o anseio de Rio Ligeiro e também o meu desejo. Respirei fundo, desembainhei a espada curta, me preparando para algo inesperado... um ataque... algo do tipo. As coisas já estavam tranquilas há muito tempo e eu sabia que isso não “cheirava bem”, ou talvez eu tivesse de cortar algum mato que impedisse o nosso caminho.

Meu companheiro adentrava a mata. Com a guarda alta, fiz o mesmo. A noite estava próxima. Eu estava com fome. O silêncio era um companheiro desgastante, mas era quebrado pelo leve agitar das folhas. Eu tentava ser silêncioso e respirava calmo; olhava para tentar encontrar pistas, mas acho que o olfato de meu companheiro que não parava de usa-lo era melhor do que os meus atributos.

Eu sentia fome e queria sair vitorioso dali. Eu sabia que se os encontrássemos...

Continuava com a guarda alta e a atenção aguçada.

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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Seg Jun 29, 2015 12:26 am

Quando questionado sobre a carroça, Ligeiro olhou para trás somente então percebendo que havia se esquecido dela. Por um segundo ele pareceu sem saber o que fazer, mas... Como a carroça estava vazia, não havia tanto perigo de largá-la sozinha por algum tempo; exceto se roubassem os cavalos. Mas Ligeiro considerou mais importante que os dois buscassem a mercadoria... Caso os cavalos fossem roubados, bem, encontrariam algum meio de arranjar transporte. Ele voltou e guiou os cavalos para fora da estrada, usando as cordas para amarrá-los em uma árvore (assim ao menos os cavalos não fugiriam sozinhos).

Enfim, depois seguiram para a floresta.


[Continua aqui: http://www.lodossrpg.com/t516p15-floresta-allgreen#10688]

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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Qua Ago 26, 2015 2:26 am

Ligeiro pediu para que Ho acendesse a lamparina para que não ficassem tão no escuro. O lupino seguiu em silencio, embora permanecesse sério ele parecia tranquilo. Talvez sentisse que estava com a consciência limpa por ter se vingado dos soldados e recuperado a mercadoria de sua missão. O orc avistou a pequena bolsa de pano que continha o objeto recuperado; Ligeiro havia dito que eram duas pedras.

-
Sabe é bom que agora estejamos carregando assim. – ele comentou – Com isso mais próximo de nós a chance de ser roubada de novo é baixa, não acha? – ele falava baixo, já que estava tudo silencioso ao redor deles.

E, um pouco mais a frentes, eles avistaram uma pequena pousada. Parecia ter uns 3 andares, mas até que era estreita. As luzes do lado do primeiro andar estavam acesas, assim como algumas do segundo.
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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Qui Ago 27, 2015 2:30 pm


Mais a frente surgia uma instalação... Talvez fosse o local, no qual passaríamos a noite. Tentei ver mais detalhes do lugar... Possíveis rotas de fuga; detalhes das possíveis vias que rodeavam o prédio as quais pudessem ser visualizadas, seja pela lamparina que o lupino havia acesa ou pelas próprias luzes do lugar, também... –Nossa... estou cansado –murmurei baixo, quebrando a reflexão, mas ainda assim continuei vendo, mas sinceramente... daquela carroça eu via, mas eu só queria aquele banquete com aquele pernil de javali que o general urso de Hilydrus havia me oferecido e, embora o acampamento não tivesse uma cama para o meu tamanho... só queria cair no chão e ficar lá até minutos antes do sol raiar... para enfim tomar daquela bebida e daquele pão com queijo que o exército servia. –Risos – em minha mente mais uma vez os devaneios eram bruscamente encerrados.

A carroça parou. Olhei a Rio Ligeiro como se nada houvesse acontecido, por mais que eu soubesse que ele havia me ouvido; tentei esconder a vergonha por saber que ele deveria estar mais cansado que eu... Aquilo fora como um tapa em minha face, o qual me despertara... Creio que nem aquele pernil teria gosto agora antes do término da missão e admissão no exército. Sorri. –Vamos –Falei.

Ao entrar, veria rapidamente as pessoas que pudessem estar lá. Faria de tudo a fim de deixar a carga protegida e realizar aquela missão com eficácia. Depois: Hilydrus.


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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Qua Set 02, 2015 2:03 am

- Bem... – Ligeiro ponderou – É verdade. Mas eu me conheço, com certeza vou ficar paranoico com isso e checar a todo instante. Hm? – ele pareceu confuso com as palavras soltas de Ho – O caminho que você quer seguir dentro do exército é você quem escolhe, mas a princípio a chance de que você tenha que vigiar algum local é alta mesmo. – e riu, breve – Embora não estejamos em nenhuma guerra oficial, existem muitos bandidos em Hilydrus e por vezes somos mandados para lidar com eles... Também, alguns demônios de Takaras cruzam as fronteiras e se disfarçam por essas terras. Se te conforta... – e ele riu novamente – Pelo seu tipo físico acho difícil deixarem você com trabalhos simples como acompanhar cargas, é provável que você cace bandidos ou até mesmo demônios.

Com o segundo devaneio, quando Ho riu sozinho, Ligeiro pareceu não notar para a sorte dele. Assim que alcançaram a pousada, ambos perceberam que era um lugar humilde no caminho da estrada. As instalações pareciam simples. Enquanto Ligeiro pagava a estadia deles, Ho se preocupou em reconhecer o terreno para já analisar possíveis rotas de fuga... Um tanto quanto paranoico com a ideia de que poderiam ser atacados de novo. A única via pela qual a pousada tinha acesso era a estrada principal, a pousada tinha uma porta aos fundos que dava acesso a um pequeno estábulo onde Ligeiro deixou os cavalos. Além dos cavalos dos dois, haviam outros dois devidamente presos que estavam adormecidos, provavelmente pertencentes a outro hópesde ou ao dono do estabelecimento.

Sozinho do lado de fora, Ho sentiu-se um pouco tonto. Talvez fosse por conta do cansaço, afinal, eles estavam a horas cavalgando e tiveram que lutar para recuperar os objetos perdidos. Depois de verificar o exterior, Ho seguiu para o interior da pensão. Lá dentro Rio Ligeiro o aguardava sentado em uma mesa onde havia alguma comida em cima, além de dois pratos e uma jarra de suco.

-
Eu pedi um pouco de carne e arroz, espero que você coma isso. – ele respondeu, simples – Eu pedi para que a jovem que trouxe provasse a comida e a bebida antes... – admitiu, um pouco envergonhado – Como nossos inimigos usavam isso, acho que estou ficando um pouco paranóico... Ah, eu também aluguei um quarto. Achei melhor dormirmos no mesmo quarto, sabe como é, caso algo aconteça é melhor que estejamos perto um do outro. Vamos aproveitar e comer. – e deu um sorriso discreto.

Olhando ao redor, Ho pode ver duas mulheres na hoespedaria, uma mais jovem e uma senhora já de idade que parecia cuidar da parte da hospedagem. Ao menos eram as que estavam visiveis, mas era possível que houvesse mais trabalhadores ali.
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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Sex Set 04, 2015 9:21 am

O caminho que você quer seguir dentro do exército é você quem escolhe, mas a princípio a chance de que você tenha de vigiar um local é alta mesmo. Embora não estejamos em uma guerra oficial, existem muitos bandidos em Hilydrus e por vezes somos mandados para lidar com eles... Também, alguns demônios de Tákaras cruzam as fronteiras e se disfaçam por essas terras. Se te conforta; pelo seu tipo físico, acho difícil deixarem você com trabalhos simples como acompanhar cargas. É provável que você cace bandidos ou até mesmo demônios.

Fiquei pensando nas palavras do lupino  ao descer da carruagem, depois de verificar tudo o quanto havia me proposto a verificar, não pude deixar de replicar:
–Mas o fato de eu ser um orc não atrapalharia nada nessa jornada? Por exemplo, ouvi dizer que há um orc em Paramet que trabalha com armaduras, o qual não há permissão nem de entrar na cidade... E também lembro de quando cheguei –ri –Lembro que não nada bem receptivo.

Nós dois estávamos paranoicos. Eu com os inimigos e Rio Ligeiro em relação ao veneno. Fora me pedido carne e arroz e fiquei surpreso com a indagação dele “espero que você coma isso” Sorri. –Como sim, obrigado! –Respondi grato. Ao me revelar que havia pedido para a garota provar um pouco da comida, busquei não transparecer nada, pois ele estava claramente envergonhado, mas tínhamos o antídoto... pelo menos eu esperava que fosse... Nesse momento fiquei paranoico também... Será que eu estava envenenado?!

Lembrei que minutos atrás, quando eu estava sozinho fora do prédio, enquanto Rio Ligeiro pagava, senti uma tontura –Senhor, minutos atrás, senti uma tontura... Será que estou envenenado? –De repente, ele estava certo quanto a ficar me observando... por causa do tamanho... Talvez eu já tivesse sido envenenado. A paranoia crescia em minha mente.

O local era simples, não tinha muitas rotas de fuga... Não tinha muitas pessoas onde estávamos... Não era tarde da noite. A comida estava em minha frente, aparentemente feita há pouco tempo “Que delícia” pensei com sinceridade. Vi duas mulheres; uma “senhora de idade” e outra mais jovem... Acho que nem olharam para mim... Acho que aceitavam a qualquer um, pois precisariam do dinheiro... Normal até então... Comi e de fato estava bom, pelo menos para mim. Percebi a fome de Rio Ligeiro também, quando ele falou “Vamos aproveitar e comer”.

Após comer, iria pedir a Rio Ligeiro permissão para me retirar e informação de onde era o lugar que eu ficaria; iria perguntar à senhora que parecia fazer parte da administração da hospedaria informação sobre um lugar no qual, eu pudesse me banhar. Veria a noite, pensaria no dia e se fosse possível, eu voltaria ao lugar indicado pelo meu superior e dormiria se eu conseguisse.

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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Sex Out 02, 2015 2:22 am

Off: 100 de XP de atraso. :c

- É verdade que orcs não tem uma fama muito boa... Há muito preconceito em relação a eles, não só por causa da aparencia que muitos consideram desagradável, mas também porque eles costumam ser irritadiços. Mas não se preocupe... Nesse ponto você não parece com eles, não só isso, mas o exército aceita qualquer um que consiga ter disciplina. É só uma questão de passar algum tempo com você.

E ele comeu um pouco enquanto escutava Ho. Quando ele comentou sobre a possibilidade de estar envenenado, Rio Ligeiro fechou um pouco a expressão e demonstrou preocupação.

- Mesmo? Isso é ruim... Nós não sabemos qual frasco é o veneno e qual é o antidoto. Você é um orc, pelo seu tamanho, se a quantidade foi pouca deve levar um bom tempo para fazer efeito. Evite ficar sozinho até que chegemos na capital.

A refeição fora agradável, mas Ho comeu rapido e logo quis se retirar. A pressa de Ho causou certa estranheza em Rio Ligeiro; que não contestou a indicou o quarto, explicando que eles dividiriam o quarto por questões de segurança.

Ho seguiu na frente. O lugar disponivel para tomar banho ficava fora da simples pensão, era um cano por onde a água escorria quando você o abaixava. Haviam aglumas tábuas de madeira erguidas que mantinham olhares curiosos fora dali... A água era morna e agradável e Ho conseguiu se limpar. Durante o banho, ele observou sua mão e se lembrou do corte... Se realmente estivesse envenado, os sintomas ainda não haviam vindo com força... E mesmo que ele não desejasse, a imagem dos que foram mortos por aquele veneno voltaram a sua mente. Ele se lembrou dos corpos dos soldados no chão, além do homem que havia se suicidado na sua frente; todas pareceram mortes dolorosas.

Rio Ligeiro já estava lá, arrumando sua cama. O quarto era pequeno e haviam duas camas, uma em cada canto. O lupino bocejou.


- Droga, estou com sono... – comentou.
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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Ter Out 13, 2015 8:57 am

A conversa fora boa. A resposta de Rio Ligeiro não me surpreendeu, pois na realidade era esperado de um sistema militar, assim, até mesmo humanos poderiam ser excluídos da equação, deixando o sistema estruturado.

Me direcionei à senhora, após o término da refeição, a qual me indicou o lugar no qual poderia me banhar. Eu não ligava para o local, mesmo não sendo bem estruturado... Quem seria eu a fim de ser exigente com alguma coisa?! Além de quê, cumpria a finalidade.

A água caia em meu rosto, corria pelo meu corpo; levava o cansado e a poeira da estrada. Eu gostava dessa sensação de renovo, mesmo que por muitas vezes em missões isso seja um tanto restrito... Talvez seja um prazer comum que muitos desprezem.

Pensamentos preocupantes logo se esvaíram. O corpo se acalmou sem esfriar. O olhar cedeu sem se fechar. Fui ao quarto, no qual Rio Ligeiro me apontará.

"Estou com sono" ele disse. Então respondi:
-- Pode dormir, senhor. Eu fico de vigília. O banho me deu novas forças.
Eu não me importava de ficar acordado, a final de contas essa não seria uma das primeiras vezes que fazia isso... Posso dizer que estava acostumado.

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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Sex Out 30, 2015 12:22 pm

- Tem certeza? – o lupino pareceu estranhar um pouco a prontidão de Ho, mas por alguma razão não disse nada. Ele deu os ombros e continuou – Bem, já que você não se importa. Eu vou descansar então.

E Rio Ligeiro se deitou em sua cama, relaxando o corpo. Não demorou mais do que alguns instantes para que a respiração alta dele pudesse ser escutada... O jovem parecia estar em um sono profundo.

E Ho se manteve acordado para manter uma vigilância. Ele não chegou a ouvir sons estranhos, apenas uma vez ele ouviu alguém passar no corredor; os passos eram leves, mas não parecia que a pessoa tentava se esconder. Talvez fosse apenas uma das mulheres que trabalhavam no local. Tirando isso, apenas um silêncio mórbido (com exceção da respiração de Ligeiro)... Quem quer que estivesse hospedado lá também provavelmente já estava adormecido.

Apenas os sons dos grilos do lado de fora podiam ser escutados... Era até incomodo que uma pousada fosse tão silenciosa, mas não parecia haver nada suspeito.

As horas se arrastaram enquanto Ho se mantinha de pé... Ele chegou a olhar para Ligeiro e este se virou na cama, com a bolsa que tinha as pedras no braço. Foi então que Ho notou que uma luz leve parecia emanar de dentro da bolsa; era uma luz avermelhada que deixava um pouco da luminosidade escapar pelas frestas da bolsa.

Aquilo, de modo natural, intrigou o orc que manteve sua atenção naquilo. A luz oscilava levemente, como se pulsasse dentro da bolsa e Ligeiro se virou novamente, parecendo incomodado.


Off: Faz um post simples se situando sobre isso mesmo e fazendo o que desejar. :c Mas o que vc fizer aqui pode afetar, então te deixo livre
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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Sex Out 30, 2015 9:03 pm

Indagado sobre minha decisão, sorri com prontidão reafirmando minha decisão. Talvez fosse estranho ver um orc sorrindo tanto... É... Pensando no silêncio, lembrei que já havia pensado nisso e que sempre reafirmava isso na cabeça, mas por qual razão?! Bem, nenhuma.

Rio Ligeiro deitou e dormiu. Rápido. De forma profunda. Ele deveria estar mesmo cansado, fato não difícil de explicar, pelo menos eu me colocava no lugar dele. Acho que era o começo daquilo que ele me falava sobre lutar com um companheiro em uma batalha. Ok; uma ideia vaga do que ele quisesse me falar.

O tempo passará, logo perdi a noção de tempo e imaginava horas banhadas à canção dos grilos, mas eu sempre me instigava a pensar que eram apenas minutos, assim, eu até me estimulava mais.

Eu olhava para Rio Ligeiro. Normal? Eu nunca o havia visto dormir, então não sabia de um padrão, mas ele virava e virava na cama, então decidi olhar mais atentamente a fim de ver alguma expressão que mostrasse agonia ou dor, mas logo vi uma luz que emanava da bolsa que carregava os artefatos.

Fui levado a crer que o motivo de serem transportadas em caixotes, não fosse por algo aleatório... E se talvez... Fosse o motivo da reação do soldado que nos entregou a missão. Diante disso e da paranóia do dia, resolvi tirar a espada, com a bainha que guardava a lâmina, da cintura e então resolvi cutucar Rio Ligeiro com ela, a fim de acorda-lo e perguntar se estaria tudo bem, assim como falar da luz que saia da sacola. Talvez ele soubesse o que era e não fosse motivo de preocupação, mas eu não poderia deixar isso passar sem que meu superior estivesse ciente do que acontecia.

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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Dom Nov 15, 2015 1:16 am

Espiando para observar a expressão de Ligeiro durante seu sono, Ho viu que o lupino mantinha uma expressão rígida, o cenho franzido como e ele estivesse tenso. Talvez estivesse tendo um sonho ruim. A luz que emanava, porém, desviou sua atenção.

Cauteloso, Ho preferiu não tocar em Ligeiro diretamente, talvez com receio de que algo o afetasse. Com o toque gelado da lâmina, Ligeiro despertou alarmado e bruscamente, talvez imaginando que estivesse sob ataque. Ele sentou-se na cama quase com um salto e levou a mão até o cabo de sua espada, mas ao ver que se tratava apenas de Ho, ele abaixou a guarda e soltou um suspiro aliviado.

-
O que houve? – perguntou, a voz ainda sonolenta.

Ligeiro sentou-se na cama com mais calma e ouviu o relato de Ho, mas, para o descrédito deste, a esfera já não emitia mais brilho algum. Porém, mesmo não vendo, Ligeiro não pareceu duvidar nem por um instante das palavras do companheiro... Chegou a ponderar que poderia ter sido apenas impressão, mas não descartou a ideia de que aquilo era algo mágico.

-
Eu... – hesitou por um momento, parecendo tentar se lembrar de seu sono – Não senti nada estranho. Talvez ela só estivesse brilhando mesmo. Talvez fosse melhor leva-las em caixas, mas, para ser honesto, eu tenho mais segurança com elas bem aqui... Diante dos meus olhos eu acho que ninguém vai conseguir roubá-las. De qualquer modo, eu sinto que dormi o suficiente... Descanse um pouco, quando o sol nascer iremos prosseguir; não falta muito para chegarmos na cidade. Acredito que no final da tarde estaremos lá.

Com as coisas decididas, Ligeiro insistiu para que Ho descansasse, dizendo que ficaria de vigia durante o pouco que restava da madrugada. O meio-orc acabou adormecendo, pois sabia que precisaria de energia no dia seguinte... Tão logo que se deitou sobre a cama, Ho sentiu o corpo e o cansaço pesarem e acabou adormecendo rápido, mais rápido do que geralmente acontecia.

Seu sono foi pesado e, naquela noite, só havia escuridão. Não houve sonho, houve apenas um peso incomodo sobre seu corpo causado pelo aparente cansaço. Tão logo que os primeiros raios de sol começaram a surgir, Ligeiro acordou Ho, dizendo que era melhor partirem o quanto antes para evitarem qualquer perseguidor incomodo.

O orc sentia seu corpo cansado naquela manhã. Sentia-se mais indisposto que o de costume... Talvez por causa da noite curta de sono? Ou talvez realmente tivesse algo errado com seu corpo; a suspeita de estar envenenado voltou a mente do orc.

-
É melhor irmos. – Ligeiro já estava pronto para seguir a viagem e pareceu não notar a indisposição do orc, na verdade, agora que estavam durante a manhã, Ho pode notar que o próprio Lupino também tinha algumas olheiras, leves, mas que demonstravam um pouco de cansaço – Eu comprei pães para comermos durante a viagem, assim evitamos ter que fazer outra pausa a não ser que seja necessário. Vá se lavar, eu vou preparar a carroça. – apesar do cansaço, ele se esforçava para se manter firme e sustentou o leve sorriso no rosto.

Depois que Ho se aprontou, ele alcançou o pequeno estábulo e Ligeiro já estava do lado de fora com os cavalos prontos para seguirem a viagem.

-
Você acha que homens como aqueles vão nos procurar? – ponderou, parecendo preocupado.

Off: Você pode considerar que a campanha do Sérpico já ocorreu antes de você ter encontrado o Rio Ligeiro e etc, não seria tão estranho se você não tivesse comentado nada antes.
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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Dom Nov 15, 2015 5:15 pm

Rio Ligeiro acordou sobressaltado, talvez estivesse mesmo em um pesadelo.Se sentou rapidamente e o instinto e treinamento o levaram a colocar a mão rapidamente na baia de sua espada e logo após, percebendo que não havia nada de errado, perguntou-me e me ouviu.

Eu sabia da razão por optar permanecer com a sacola junto de si e embora ele não houvesse visto nenhum brilho, Ligeiro, concordara com meus pensamentos e logo após isso, ordenou que eu dormisse. Talvez pensasse que eu já estava vendo coisas ou a indagação de que eu precisava descansar era real. O fata é que tentei recusar, mas, fora em vão, pois a resistência do superior e meu sono eram grandes.

Deitei e rapidamente adormeci...

Relaxei na escuridão que me abraçava e rapidamente a luz avermelhada das esferas ia se apagando e os sons das espadas e a visão daquele dia... Já não significava mais nada... Escuro e tranquilo. Escuro quebrado pela luz que tocava meus olhos acinzentados, trazia calor a meus membros gélidos me despertava, mas o cansaço não me deixara por completo... Talvez resultado de vigiar por um tempo, mas nem sei realmente se fora tanto assim.

O dia estava lá. Sim. Mais um tempo na estrada.

Me arrumei rapidamente, apressado por mim mesmo. Não tínhamos tempo a perder. Eu também queria chegar rápido.

Rio Ligeiro parecia meio desconfiado, mas eu já não estava tanto quanto no dia anterior, mas logicamente, nada fora apagado de minha memória. Penso que soldados passariam frequentementr por esse tipo de situação, mais ainda aqueles, de que Rio falara, que lutam contra demônios. Me senti estranhamente feliz com isso.

Saí da instalação me esticando, sem quebrar o local, vi a carroça, o pão, o qual estava muito bom, sorri e respondi à pergunta de Ligeiro:
--Creio que não, senhor, pois todos estavam mortos e não havia ninguém na estrada, nem na floresta. Vamos! Se vierem mais, lutaremos e sairemos vitoriosos. Hoje me sinto bem!

Continuava sorrindo um riso confiante. Mentira?! Não por completo. Eu me sentia pesado, mas, ainda assim bem. Entretanto eu esperava uma viagem tranquila, mesmo as duas últimas não sendo.



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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Sab Dez 05, 2015 12:07 am

Ligeiro apenas olhou de relance para Ho quando ele disse aquelas palavras, o olhar carregado de um pouco de estranheza. Não sorriu em resposta e não pareceu tão convencido de que nada de ruim aconteceria, mas o lupino optou por não dizer nada. O semblante dele ainda estava sério e ele parecia tenso.

O lupino sentou-se e pegou as rédeas do cavalo, aguardando Ho também subir e se ajeitar na pequena carruagem.

O sol havia nascido a pouco tempo, então o ambiente ainda estava com uma luminosidade um pouco branca; os raios alaranjados do sol quase não eram visíveis ainda e, por isso, a manhã era fria.

Viajar durante aquele horário era um pouco... Diferente. Tudo era quase deserto e nenhum dos dois avistavam pessoas. Mesmo nas pequenas fazendas por onde passavam, as pessoas não pareciam dispostas a trabalhar tão cedo. A única alma viva com a qual cruzaram foi um mercador, um homem que passou em sua própria carroça e gerou desconfiança em Ligeiro. O Lupino chegou a acompanha-lo com os olhos e até mesmo se virou para observar atrás quando o mercador passou, suspirando aliviado quando este desapareceu ao longe.



Xenosaga III
We've Got to Believe in Something
Yuki Kajiura


Mas o alivio durou pouco. O frio da manhã foi repentinamente trocado por um calor que se iniciou atrás de ambos. Olhando para trás, o pano que cobria a madeira da carroça deles estava incendiado; Ligeiro foi o primeiro a agir, logo pulando para fora e cortando as amarradas que prendiam o seu cavalo e gritando para que Ho fizesse o mesmo com o do outro lado.

O cavalo, diante das chamas, ficou assustado e difícil de se controlar. Ligeiro o segurou pela corda com firmeza para impedir que ele escapasse e tentou afastá-lo do fogo.

-
Mas que droga! – praguejou o Lupino enquanto o cavalo enfim começava a cessar os movimentos, mas o jovem logo desviou sua atenção para onde seguiam na estrada.

Nem Ligeiro nem Ho haviam visto coisa alguma até o fogo surgir na carroça, mas agora, havia alguém com um manto negro parado na estrada. A estatura era... Pequena e magra.

-
Não vão fugir de nós. – a voz jovem soou séria e dura. Ele ergueu um dos braços e o abaixou rapidamente.

E a figura permaneceu imóvel, mas assim que seu braço se abaixou, como se das sombras, Ho e Ligeiro sentiram um peso sobre eles. Ligeiro foi claramente pego de surpresa e acabou caindo no chão com o impacto que veio de trás de si.

Já Ho, por conta de seu porte, apenas cambaleou para frente. Alguém leve havia jogado seu peso contra ele e pulado em suas costas, quem quer que fosse, provavelmente não usava nenhum tipo de armadura e deveria ser magro.
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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Ter Dez 08, 2015 1:58 pm

Sentei na carroça, Rio Ligeiro quis guiar. Minha tentativa de lhe tirar o fardo não fora bem sucedida e percebendo isso, creio ter deixado escapar, em meu semblante, aquele olhar fraco de preocupação, digno de ser chamado de mentira.

Enfim, continuamos. Eu estava atento, meu superior também. Ansiavamos para que finalmente chegássemos ao centro de treinamento e entregássemos aquilo... Que eu nem sabia ainda do que se tratava...

A estrada estaria calma se não fosse o murmúrio em nossos corações, o qual fazia parecer barulhos em nossas mentes... Espera... Nossas?! Nossos?! No meu estava; o barulho das rodas atritando na terra seca, batendo em velocidade, guiada pela força dos cavalos... Acho que um bardo falaria melhor, mas talvez seguisse o meu raciocínio, mais polido... Pelo menos Leroy, o bardo. Aquele sim era poeta, músico, guerreiro. Ele faria de nossa pequena jornada, uma épica fábula para cantar nos bares de Hilydrus e divertir os soldados cansados de guerras e cheios de hidromel.

Quebrando o silêncio externo, vinha uma outra carroça, a qual levantou grande suspeita de Rio Ligeiro e me alarmou demasiadamente. Rio Ligeiro sentiu-se bem ao ver a carroça sumir ao longe... Deveria ser um comerciante... Então decidi perguntar:
-- O que é isso, senhor?

Entretanto no meio da minha pergunta, fogo. Fogo queimava o pano da carroça. Rio Ligeiro pulou no cavalo e tentava cortar as amarras, Fiz o mesmo à ordem dele. Como já estava me acostumando, tudo acontecia rápido e eu tinha de pensar rápido, então já via e fazia, pulei e montei no cavalo, desembainhando a espada e cortando as amarras.

Rio Ligeiro tentava conter o animal, o qual estava amedrontado perante o fogo. Creio que o animal cedeu mais rápido comigo devido ao meu peso. Entretanto uma pequena pessoa apareceu em nosso caminho... Parecia ser um mago, jovem, pequeno, fraco... Eu só precisava acertar um soco na cara dele ou dela (eu não conseguia diferenciar) para acabar com aquela pompa... Aquele ar de superioridade... Ah como eu queria esmagar aquela cabeça.

Entretanto estaríamos em grande desvantagem se ele fosse um mago, pois eu não sabia usar nada contra aquilo e creio que meu amiguinho lupino também não... Meu temor se concretizou quando ele fez descer sobre nós um peso, o qual me fez cambalear para a frente e derrubou a Rio Ligeiro.

Tentei pensar rápido: Rio no chão, eu no cavalo, carroça provavelmente parada; prioridade? A carga.

Vi um ser pequeno em cima de Ligeiro e talvez tivesse um em cima de mim. Talvez aquele mago fosse um tipo de invocador, talvez um necromante. Dei um salto do cavalo, o qual não era nada alto para mim, talvez ele tivesse agradecido a Zalthar por ter me tirado de cima dele; tentei cair de costas ao chão, fazendo um rolamento básico, a fim de tira-lo de cima de mim, como eu estava de espada desembainhada, fui ao auxílio de Rio Ligeiro.

Eu torcia para que ele não estivesse desmaiado e para que aquele ser não tivesse roubado a carga, pois logicamente tornaria as coisas mais complicadas.

Ao cair, se tivesse sorte de deixar o inimigo ao chão, o cortaria com a espada, correria desembainhando a outra e adotando uma característica circular de ataque e defesa, com a espada longa voltada para trás e a curta para a frente e prestaria serviço a Rio Ligeiro, a fim de coloca-lo em cima do cavalo e fugir com ele o mais rápido possível

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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Qui Dez 24, 2015 9:42 pm

E foi então que Ho notou que eles haviam sido atacados pelas costas. Quem quer que tivesse atacado, tentou pular sobre eles para derrubá-los no chão. Ligeiro caiu de bruços no chão e havia alguém alto e magro sobre suas costas. Ho também não estava em uma situação tão boa, mas pensou rápido mesmo assim.

Rapidamente o Orc pulou para fora do cavalo em uma tentativa de jogar o peso do corpo contra o inimigo e já se erguer. Assim que pulou para fora do cavalo, porém, quem quer que estivesse em suas costas as abandonou. Ho conseguiu fazer o rolamento com perfeição, mas na hora de se erguer sua visão ficou turva e ele acabou cambaleando, sem equilíbrio. Os cavalos, tanto de Ligeiro quando de Ho fugiram assim que seus donos os abandonaram.

O gesto, porém, não foi o suficiente para se livrar do oponente que agora estava a sua frente. A figura usava um manto negro e sua cabeça era coberta por um capuz, mas era possível ver a parte debaixo do rosto da pessoa; parecia alguém pálido, cujo o branco da pele tinha um contraste forte com o manto escuro.

A situação de Ligeiro também não era das melhores. Ele estava caído no chão, não estava desacordado, mas outra pessoa de mato estava sobre ele. Era difícil analisar com perfeição a situação, ainda mais com um oponente a sua frente, portanto ele teria que confiar no companheiro (ou se colocar em risco para ajuda-lo).

Aparentemente, eram três oponentes ao todo. Um que lutava contra Ligeiro, outro que lidava com Ho e o terceiro, o mais baixo de todos, estava um pouco mais distante e parecia observar.

O oponente de Ho tirou da parte interna do manto duas adagas médias, do tamanho de um antebraço cada. Um liquido pegajoso pingava delas, talvez veneno ou talvez outra coisa.

-
Mestre, faça. – a voz masculina disse, erguendo as adagas para os lados.

E, em um piscar de olhos, chamas começaram a consumir as lâminas de cada adaga. O homem girou elas no ar e avançou contra Ho; que agora estava em uma situação difícil e Ligeiro não poderia ajuda-lo, já que estava lidando com seu próprio inimigo.
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Re: Estradas

Mensagem por Ayame em Ter Dez 29, 2015 9:07 am

Fazia muito tempo que não entrava na floresta, precisava fazer a travessia para Takaras, mas quando entrou na estrada viu o rancho Eldest e sorriu havia passado um bom tempo nas montanhas e precisava voltar às raizes. Estava tudo sempre do mesmo jeito, para do nada algo acontecer. Ayame mudou sua forma com o tempo, seus cabelos vermelhos como o sangue ainda estavam até a cinturae trocara a cor de suas roupas para cores frias e escuras, de pele e couro como sempre. Andava com uma capa com capuz na cor cinza escuro ate perto dos joelhos. Aquela parte da ilha era mais quente, então se arriscou a tirar o capuz mesmo sendo uma das procuradas.

Seus olhos verdes procuraram Takaras e se fixaram ali por um longo tempo até se desviarem para a estrada novamente. Pegou uma maçã e começou a comê-la. Sua jornada era a mesma: encontrar Antares e se vingar, mas algumas coisas têm de ser deixadas de lado por um tempo para que se possa ganhar experiência e força, ele não é alguém fácil de lidar. Estava a procura de aprimorar suas habilidades quando decidiu retomar a tarefa que havia parado no último estagio anos atrás: liberar a sua forma lupina total, onde se transforma em uma loba gigante.

Ainda era princesa quando largou tudo no dia em que terminaria a última parte e seria lider da alcatéia, segredo que guarda à sete chaves para que nenhum de seus inimigos a descubra por estas bandas. Por consequência precisava comecar tudo de novo, não era algo simples e fácil. Conhecia alguém naquela ilha que poderia ajudá-la: Meire, a bruxa que tudo vê. A única coisa ruim era achá-la, pois ela sabe quem a procura e para quê, o que torna difícil saber se ela vai querer ajudar a loba sabendo o que ela precisa. O sinal de que ela aceita é quando ela começa a testar suas habilidades atuais e seus conhecimentos com desafios que mexem com sua vida, são sempre os mais mortais e dificeis, onde deixa sua marca registrada em cada situação.

A loba suspirou, sabia que seria difícil, pois o primeiro mestre deve ter falado para ela o que Ayame tinha desistido no final, então este despertar seria mais dificil pelo conflito entre ela propria e a sua parte loba que ela largou e ainda mais a nova mestra.

- Vamos Meire, aceite ajudar e esqueça o passado....- praguejou. As horas passavam e nada acontecia, logo iria escurecer e a loba iria para o rancho.

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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Dom Jan 03, 2016 8:14 pm

Pulei do cavalo, o qual fugira ao ser deixado por mim, assim como a montaria de Ligeiro. Fiz o rolamento, entretanto o pequeno ser que estava em minhas costas havia me deixado -era rápido- e o rolamento não fora completado com o sucesso que eu havia idealizado. Se fosse em outra situação, talvez eu sorrisse, mas a missão deveria ser completa e aquelas pedras em nosso caminho me incomodavam cada vez mais.

Entretanto eu não perderia a cabeça. Aquele cara tinha aparência de ter um nome simples, talvez também forte, como "Jack" ou "Rey"; parecia ser objetivo, direto. Não via nele nenhum traço sádico... Era simples e queria acabar logo com aquilo. O contratante deveria estar furioso, pois deveria ser uma tarefa simples de roubar uma mercadoria de um simples soldado e um orc trouxa, mas fora tudo estragado por causa da burrice de três homens mais toscos ainda. Aquele, o nosso adversário, estava sem paciência... Pensei comigo que eles poderiam ser "o contratante" que cansado, faria tudo com as próprias mãos.

De repente me lembrei da noite... Talez aquilo tivesse um ser vivo que seria usado no exército, talvez um dragão... eu queria proteger tanto a mim, quanto a Rio, assim como aquele possível ser; a missão.

Assumi a postura, podia sentir as espadas de grau dois, balanceadas e fortes. Eu não queria cometer o mesmo erro de ser pego facilmente, porém eu não era tão ágil quanto aos goblins, no momento anterior, logo, sem mais treino, eu não havia evoluído praticamente nada, então faria o que sabia. Pensava enquanto o pequeno homem já com adagas com lâminas tomadas pelo fogo vinha em minha direção. Minha expressão baixou. Eu queria mostrar ao meu superior que eu poderia ser útil no exército e que eu, memo sendo um orc, poderia lutar como um bom companheiro nas batalhas, de que eu poderia entrar na equação e que aquilo não era um erro. Avancei.

Usaria a espada longa da mão esquerda para tentar medir a distância e atacar com a espada curta, avançando. Eu avançaria. Não temeria ser cortado ou mesmo queimado. eu atacaria e a minha defesa seria como ataque. Tentaria prever os movimentos dele, mas eu não pararia. Talvez de desses ataques e defesas, minha força fosse o bastante para derruba-lo e ir ao auxílio de Ligeiro.

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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Sab Jan 23, 2016 2:45 pm


@Ho


E assim Ho, guiado por sua determinação decidiu avançar contra o inimigo. Uma escolha não tão imprudente, afinal, ele sabia que não podia dar as costas e simplesmente correr. Para alguém forte como ele, talvez a melhor opção fosse adotar uma luta mais agressiva do que defensiva.

O homem de manto atacou com uma das adagas e a lâmina se chocou contra a da espada longe. Com o golpe, Ho já pode sentir o calor incomodo que emanava daquelas adagas e também se surpreendeu com a força que aquela pessoa parecia ter. Por mais que a força física de Ho fosse claramente maior, a espada tremeu em sua mão quando se chocou com a adaga. O orc tentou atacar com a espada curta, aproveitando que o oponente havia acabado de desferir um golpe, mas o inimigo parecia preparado para essa possibilidade e conseguiu repelir a espada curta com facilidade.

A sequência de golpes daquela pessoa fez com que Ho percebesse que seria uma luta difícil, o inimigo certamente era mais rápido do que ele e a cada vez que a lâmina passava perto dele, o calor perigoso daquelas chamas podia ser sentido. O homem não tinha dificuldades em esquivar dos golpes de Ho ou de desviá-los de sua direção, em nenhum momento ele ousou tentar medir forças contra o orc, fazendo sempre movimentos rápidos.

Conseguir repelir uma das adagas com sua espada grande era fácil, mas lidar com as duas estava se provando difícil mesmo com sua segunda arma. Um de seus golpes com a espada curta passou perto do rosto do oponente, mas ele esquivou por pouco, a lâmina passando por seu capuz e o tirando dali... Mas em resposta, uma das adagas atingiu Ho em cheio na região das costelas. Ele sentiu a lâmina cortar brutalmente sua pele e as chamas queimarem a pele em volta, assim como sua carne.

Por sorte o golpe não foi perfurante e o oponente não teve como pressionar a lâmina ainda mais, dando espaço para Ho repeli-lo com sua lâmina e dar tempo para que sua regeneração agisse. A queimadura, causada por fogo mágico, parecia ser difícil de se regenerar e a dor ainda era presente... Alguns resquícios do fogo continuavam em seu ferimento, mas Ho sabia que com o tempo aquilo se fecharia desde que as chamas se apagassem; ao menos elas não pareciam estar se espalhando.

E foi só então que ele pode observar o rosto de seu oponente e a visão o fez parar por um instante. Se tratava um homem branco e um pouco pálido, seus olhos e cabelos negros contrastavam com a sua pele e ele parecia magro, um pouco ossudo até. Era estranho imaginar que alguém como ele tinha capacidade de lutar e, como o imaginado, ele não demonstrava nenhum tipo de diversão com aquela situação. O semblante dele era duro, sério e ele pareceu um pouco frustrado ao ver que o golpe que havia desferido não jorrava sangue.

Um grito furioso veio do outro lado e isso acabou fazendo com que Ho instintivamente olhasse para o lado, ainda mais por reconhecer o dono daquele grito. A única coisa que o orc viu, era seu companheiro no chão com o oponente em cima dele; o manto do oponente dele possuía alguns cortes e em algumas das dobras da armadura de Ligeiro um pouco de sangue escorria. Mas Ligeiro deu o último passo para conseguir sua vitória; ele moveu sua espada até a garganta do inimigo e a cortou, o sangue jorrou sobre ele.

E aquela parecia ter sido a poderia acontecer. O sangue esguichou e manchou Ligeiro por inteiro antes que ele pudesse jogar o corpo do oponente de lado... E a pedra, por detrás do pequeno saco onde estava, começou a brilhar intensamente em vermelho.

-
Não... – a pessoa que estava de capuz mais afastada recuou um passo e se afastou.

O brilho se tornou intenso e linhas vermelhas começaram a se espalhar pela armadura do Lupino... Em seguida, uma explosão de energia avermelhada passou por todos os presentes ali. Não havia causado dor nem nenhum dano aparente. Mas em seguida, Ho sentiu uma pressão sobre sua cabeça e seu corpo começou a se aquecer. Ele abandonou suas armas e levou as mãos até a cabeça como se tentasse conter aquela pressão incomoda...

Mas uma fúria sem causa tomou conta de sua mente e de seu corpo e ele instintivamente urrou, furioso.

Ligeiro caiu no chão e se contraiu, cerrando os punhos. Ele removeu as juntas de sua armadura com pressa enquanto pelos começavam a crescer de suas mãos e suas unhas se transformavam em garras. Sua aparência estava começando a mudar enquanto ele gritava.

O oponente que Ho enfrentava parecia estar tendo a mesma reação, ele gritou enquanto levava as mãos até a cabeça. O corpo trêmulo tentava recuperar sua postura enquanto ele olhava para Ligeiro e depois para Ho.

E agora o Orc sentia uma fúria incontrolável, uma ânsia estranha por derramar o sangue de qualquer um que estivesse por perto.



Obs: Você está em um estado de frenesi absoluto. Você sequer consegue raciocinar o que está acontecendo e todos ao seu redor são inimigos para você; você quer matar todos os que estão ai (ligeiro e seu oponente).






@Ayame

Ayame caminhava pela estrada absorta em seus próprios pensamentos, uma enxurrada de coisas passava pela sua cabeça, mas ao mesmo tempo ela suspirava de desapontamento por saber que todas estas dependiam de algo que ela não poderia alcançar agora. Meire, esse era seu objetivo inicial, talvez o mais fácil deles, ou menos difícil, dependendo do ponto de vista que se vê. A jovem seguia em direção ao rancho, mas não tinha traçado um plano a curto prazo ainda, apenas tinha sua força de vontade para lhe guiar em frente, sem um rumo certo ou objetivo real.

Com sorte ela não precisou andar muito para encontrar algo, ou para algo lhe encontrar nesse caso. Na estrada a frente uma nuvem de poeira se fazia presente, ainda estava distante, mas se aproximava rápido. Sua audição mais aguçada que o normal conseguiu captar alguns relinches e o galope de cavalos, mas havia algo mais, algo pesado sendo arrastado pela terra batida da estrada. À medida que se aproximava, a jovem lupina pode perceber do que enfim se tratava, era uma carroça, na verdade uma caravana. A carroça estava acompanhada de 4 guardas montados em cavalos castanhos, todos de armadura leve e empunhando alabardas. Um deles, o da frente, tinha sua alabarda adornada por uma bandeira que a lupina imediatamente reconheceu como sendo do exercito de Hilydrus, pelo símbolo do lobo dourado em meio ao azul.

- Boa tarde, senhorita. – Falou o portador da bandeira assim que chegou até ela. Os outros pararam um pouco mais atrás, assim como também o condutor da carroça parou para observar, este parecia ser o único civil, ou ao menos, o único sem uma armadura e uma arma em punho. A carroça era coberta, não era possível ver o que tinha dentro, mas as sombras de pelo menos mais duas pessoas se projetavam pelo tecido branco que cobria o vagão.

- Podemos ajuda-la em alguma coisa? – O homem a fitava com um olhar analítico, um pouco desconfiado talvez, mas sua voz era serena e gentil, como um verdadeiro cavalheiro.
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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Seg Jan 25, 2016 4:31 pm

Ataquei tentando enfraquecer meu pequeno grande adversário, o qual se mostrava... bastante calmo; deviava das espadadas com facilidade usando as adagas flamejantes, como se tolamente treinasse ao ar. Meus ataques não surtiam efeito nenhum. O pequeno pálido não ousava suportar ou enfrentar minha força e usava de sua agilidade, a fim de desviar e atacar; ataques que ardiam e se não fosse pela minha cura, eu certamente sucumbiria.

Cara, sinceramente eu estava me esforçando, mas eu não era bom o suficiente... Eu estava frustrado. Mas quando vi a expressão mórbida daquele meu alvo... Era como se eles estivesse menosprezando aquilo, como se ele não se importasse; como se eu não estivesse sendo... Cara, fiquei puto. Eu estava tentando pensar, agir racionalmente e tentar vencer sem usar o que eu era, mas eu não podi mais me conter. Entretanto houve algo que me fez parar e olhar para o lado.

Eu havia esquecido Ligeiro por um momento. O urro dele me chamou a atenção. Ele caíra ao chão e o inimigo estava sobre ele e em velocidade, mesmo que parecesse estar em desvantagem, conseguiu pegar a espada e cortou a cabeça daquele com o qual estava lutando. Uma luz vermelha começou a surgir de Rio Ligeiro e eu sabia que era daquela esfera estranha. Rio Ligeiro começou a gritar e a luz vermelha me atingiu como ondas atigem os rochedos de ruff em dias de tempestade. Meus olhos se arregalaram e senti algo fazer um reboliço na minha cabeça e queria o meu coração. Não pude me conter. Soltei as espadas junto a um urro de dar inveja a muitas feras selvagens. Levei minhas mãos a cabeça tentando fazer aquilo parar, mas era tarde demais: eu já estava imerso naquele mar de ira, o qual depois eu faria alusão a mim mesmo.

No levantar das mãos à cabeça e desviar meu olhar para cima, pude ver aquele que eu achava ser o líder se afastando, e o meu adversário olhando para mim e para Ligeiro, talvez confuso com o que estava acontecendo, mas de repente... tudo ficou vermelho e tudo ficou nublado... Naquele instante eu só pensava em matar tudo, pegar a "bola" e correr para o centro de treinamento; de repente vi um lobo que talvez tivesse comido Rio Ligeiro, pelo menos eu pensava nisso; o ódio me consumira.

Mais um urro. Caí ao chão, mas meus músculos estavam empregnados com o efeito da adrenalona e sabe Zalthar o quê mais. Institivamente minha perna esquerda deslizou no chão arenoso da estrada por alguns centímetros, assim, me fazendi abaixar e rotacionar o meu corpo, a fim de dar um soco com toda a minha força naquele que estava lutando comigo. Creio que que visse, perceberia movimentos bruscos, cuja irá era notoriamente sentida.

Eu não sabia se aquele ataque faria efeito. Na verdade eu não sentia muita coisa. Nem o ardor dos ataques anteriores, nem a decepção. Tinha domente alguns relapsos de imagens na minha memória unidos à cefaleia. Só conseguia lembrar daquela expressão mórbida daquele bosta. Só lembrava dos corpos dos soldados envenenados, da minha fraqueza perante aquele verme.

De repente eu não pensava mais e só a fúria era tirado daquele vaso que eu era. Rugidos, socos aleatórios com força total, sem defesas, somente ataques.

-- Vocês não fugirão de mim!-- Rugi e acho que até babava quando bufava violentamente.

Após isso, eu aproveitaria a angulação da perna para pegar impulso e correr atrás daquele que havia se afastado. A imagem dele estava fixa na minha mente: aparecendo em meio ao fogo e iniciando o ataque. Eu bateria nele até que ele não oferecesse risco, talvez até quando ambos estivessem mortos. Depois eu iria contra o lobo, isso se o efeito daquela luz não tivesse acabado... Assim, eu lutaria, tentando ser breve, somente a fim de pegar a "bola" e correr.

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Re: Estradas

Mensagem por NT Hrist em Sab Fev 13, 2016 10:24 pm

Tomado por um sentimento profundo de ódio, Ho desejou por sangue. O ódio era incontrolável e se direcionava para todos ao seu redor, sem distinção. A figura menor, que estava mais afastada, já havia desaparecido quando ele ergueu o rosto em busca dela. Haviam apenas dois oponentes ao seu redor e Ho avançou contra o mais próximo.

O homem com quem ele lutava antes também estava sendo afetado por aquilo e, assim que Ho veio em sua direção, ele foi de frente contra o Orc. Já sem as adagas em mãos, ele também havia optado por enfrentar Ho com seus punhos. Os dois avançaram e se acertaram com socos no rosto. Um soco de Ho provavelmente teria sido o suficiente para derrotar um homem como ele, mas o estado de fúria parecia compeli-lo a se erguer e continuar lutando. Nenhum dos dois se esquivavam ou se defendiam, apenas ofensivas brutais eram realizadas.

Um rosnado alto pode ser escutado e, pelas costas de Ho, um lobisomem branco havia pulado e o mordido entre o ombro e o pescoço. Os dentes afiados perfuraram a carne do Orc que urrou de dor, mas, em fúria, Ho correspondeu o segurando e o jogando no chão.

Em certo momento, Ho foi jogado contra o chão e o lobisomem rosnou em cima dele, avançando para tentar abocanhá-lo. O orc teve que usar o braço para parar a mordida e Ligeiro pressionava mais os dentes, com o evidente intuito de usar sua força pra decepar o membro de Ho. Para sorte do orc, o outro inimigo atacou Ligeiro, pulando em cima do lobo e tentando estrangulá-lo por trás.

E os três lutaram entre si. Por mais que recebessem golpes, por mais que sangrassem, eles sempre se levantavam novamente e avançavam em direção a um inimigo. Mas, para Ho, as coisas estavam sendo mais difíceis que para os demais. Apesar do estado de fúria, seu corpo estava mole e quanto mais ele se movia freneticamente, mais pesado seu corpo parecia ficar enquanto os outros não perdiam o ímpeto. Logo, seus socos perderam sua potência e Ho sentiu seu corpo começar a ceder para a tontura e o cansaço repentino, sua visão foi se tornando mais escura até que tudo se apagou diante de seus olhos. A última sensação foi a de seu corpo caindo contra o chão.

--

Tudo ficou escuro por um longo tempo... Ho não tinha nenhuma sensação. Todos os seus sentidos pareciam ter desaparecido e apenas sua consciência restava... Leve, frágil. Não, na verdade, havia uma sensação; uma leve dor parecia correr pelo seu corpo, mas ela foi se tornando mais e mais distante.

Até que ele despertou. Ho abriu os olhos e se encontrou em um lugar totalmente diferente de onde esperava estar.



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Re: Estradas

Mensagem por Knock em Dom Fev 14, 2016 5:52 pm

A luta se instaurara. O pálido também estava sob influência das ondas vermelhas. Larguei socos diretos e ganchos sem pensar nas adagas que já não estavam nas mãos do inimigo. Não me defendia; somente atacava e era atacado de igual para igual.

Era incrível como mesmo acertando diversos golpes, meu pequeno obstáculo não se deixava abater e, ainda, conseguia me acertar, mas não parei.

Procurei o outro inimigo, mas ele já não estava lá. Vi um lobisomem branco. Não avistava mais... Quem eu estava procurando mesmo?! Eu não lembrava... Só sentia o gosto de bater no inimigo e queria mais, então atacava com todo o meu vigor e em resposta, recebia toda a irá daquelas ondas.

Os urros emanados rapidamente chamaram a atenção do lobisomem que estava imerso no mesmo mar que eu. Fui atacado no pescoço; arranhões, mordidas. Meus socos agora eram para afastar o inimigo. Ensandecidos. Uma luta sem propósito algum além de divertir aquela... Pensamentos vagos quebrados por socos e um pulmão fraco. Fraco. Rugidos. Sentia até meus músculos da face sendo usados ao extremo para conseguir respirar e atacar o mundo. Não sentia mais as mãos nem os pés. Eu estava como quando nadando. Me afogando. Até que meus dois inimigos foram ficando lá... Na superfície e eu sendo abraçado por uma voz gélida que chegava aos meus ossos e me fazia...

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