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[Comum] UAOM - In The North of The Island

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[Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por NR Nayruni em Dom Mar 09, 2014 8:22 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Tópico criado como parte integral da campanha Uma Ameaça de Outro Mundo. Essa parte da campanha se passa nas regiões gélidas de Calm.

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Última edição por NR Nayruni em Dom Nov 15, 2015 5:26 am, editado 13 vez(es)
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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Lyza Simons em Qui Jul 17, 2014 10:48 pm


Seguindo o curso…

Seguindo o capitão pelas ruas cobertas de neve de Calm, Lyza imaginava o tamanho da luta que a esperava naquele lugar, quantos perigos ainda enfrentaria até que seu antigo lar estivesse novamente em paz. Ou se aquela guerra realmente terminaria em paz para algum dos lados... Markis queria leva-los até o general daquela guarnição, ele precisava das informações que tínhamos, mas Aldarion subitamente separou-se do grupo de uma forma um tanto grosseira. – Deixe-o ir... Ele tem assuntos pendentes fora desta cidade, não seria bom segura-lo aqui. – Lyza lembrou-se da nome que Aldarion havia pronunciado em sua quase morte. “Sabrina” Talvez ele fosse busca-la, tentar protege-la, talvez ela estivesse perto e ele quisesse assegurar que ela ficaria bem em meio a esta guerra... As possibilidades eram muitas, mas o tempo era curto, e Lyza não podia parar, não agora. – Eu seguirei adiante, Capitão. Kirshin, vem conosco também? – Decidiu que perguntaria a Kirshin o que ele faria apenas para ter certeza, uma que um membro do grupo acabara de deixar a cidade, era bom ter certeza se mais alguém o faria. Tudo decidido, era hora de nos encontrarmos com o general, sem muita cerimonia, após uma apresentação breve e educada, começaria a contar tudo que sabia, desde o ataque dos Gnolls à caravana, até a parte em que Lady Lisbeth nos salva e nos da mais algumas informações, acerca do ocorrido nesta região.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Saphira em Sab Jul 19, 2014 8:35 pm

“Quase tudo que existe nesse mundo pode ser conquistado, comprado, roubado... Mas há algo que muitos anseiam, mas pouquíssimos conseguem. Uma nova chance...”


Deitada no chão de pedra, num porão escuro e úmido numa casa qualquer daquele vilarejo, eu pensava sobre as escolhas que havia feito e ao que elas haviam me levado. Também pensava sobre as escolhas que ainda teria que tomar e quais seriam suas consequências. Acima de mim, somente os sons da população daquela que diziam ser a localidade mais pacata e hospitaleira de Lodoss, mas agora, vivia um clima de tensão pré-guerra. Cheguei neste lugar com o intuito de descobrir mais sobre meu objetivo de vida, o Cálice de Eludel, mas acabei ficando presa dento do lugar devido a chegada do exercito real. Sem poder sair, e provavelmente, sem uma chance de sequer conversar com os guardas reais, decidi que me esconder seria minha melhor opção, e cá estou eu. A noite era minha amiga, sair e andar pelas ruas não era muito difícil, uma vez que a maior porte dos soldados se concentravam no entorno do local, mas sair seria um grande problema, principalmente se no meio do caminho fosse pega por um grupo de orcs inimigos em pleno ataque ao vilarejo... “Droga, por que tudo tem que ser tão difícil?” Soquei o chão com raiva e depois me levantei, era hora de sair, me alimentar, buscar informações, buscar algo que nem mesmo eu sabia. No fim das contas, estava apenas entediada por ter que ficar presa contra minha vontade... Com cuidado, abri as portinholas e espreitei pro lado de fora, como de praxe, as ruas já não estavam mais tão cheias, mas uma movimentação incomum para aquele horário da noite se fazia presente no centro. Curiosa, fui averiguar do que se tratava, apenas para me deparar com o capitão e mais uma pequena guarnição de soldados escoltando três “viajantes”. “Seriam eles mesmo viajantes? Ou prisioneiros?” A fera dentro de mim pareceu grunhir, como se desejasse o sangue daqueles três. Mesmo estando já alimentada, sangue de animais nunca teria o mesmo sabor que o sangue humano, e o demônio interior era insaciável quando o quesito era matar...

Fechei os olhos e tentei me aproximar o máximo que podia, queria ouvir a conversa daqueles três, pareciam conversar sem problemas, inclusive o capitão também falava naquele dialogo, indicando que as suspeitas deles serem prisioneiros poderia estar errada. Coloquei minha capa, mesmo estando de noite, escondendo meu rosto o máximo que pude, e me aproximei o máximo que minha adição aguçada pudesse captar daquele grupo. “Então são mesmo viajantes... Pretendem ficar para ajudar? Que tolice, arriscarão suas vidas por algo que não lhes é vantajoso...” Porque ficar e ajudar se eles, diferente de mim, tinham a opção de sair? Talvez fosse a hora de tomar uma atitude mais drástica, ou talvez fosse a hora de rever meus conceitos... Porque me esconder e esperar, quando o destino insistia em me colocar diante de um inimigo para lutar? Se fosse para ficar naquele vilarejo, ao menos que fosse para ter algum objetivo, e a partir deste dia, meu objetivo seria... Matar tantos orcs quanto fosse possível. “Devo falar com capitão?” E aproveitando a deixa do guerreiro da armadura de espinhos, me aproximei devagar do grupo. Minhas mãos sempre a vista, e sem o menor pudor, baixei o capuz para trás, revelando meu rosto. Esperava sinceramente que aqueles soldados fossem tão desatentos quanto as dezenas de vitimas que já fizera em minha vida, e me confundissem com uma Drow, mas caso não tivesse essa sorte, usaria alguns argumentos já preparados para tentar convence-los, pelo a trocarem minha liberdade, pela minha ajuda na luta contra a ameaça que viria. – Desculpe interrompe-los, não pude deixar de ouvir que está para ocorrer uma luta neste vilarejo... Estou presa aqui até que isto termine, mas não penso em ficar de braços cruzados, se aceitarem minha ajuda, estou disposta a ajudar.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por SKAZKA em Dom Jul 20, 2014 1:16 am

Como um organismo funcional e preciso. Certamente em estado de stress devido a provável invasão que iria ocorrer em uma quantidade incalculável de tempo. Era assim, como se fosse comparado a uma grande sistema, que Skazka começava a ver o dia a dia na cidade, regulada pelo militarismo obvio. Patrulhas tinham horários rígidos a seguir, e qualquer atraso era evitado o máximo possível. Primeiramente, para evitar alarmes falsos e panico, e em segundo lugar, as punições pareciam ser severas como o frio. Cada aldeão e soldado estava ajudando na construção e reforço das defesas, enquanto o homúnculo era posto também para trabalhos. A antiga aptidão para organização lhe rendeu as tarefas mais próximas ao mago Zebekis.

Mas mesmo estas tarefas acabavam, e Skazka auxiliava em outras tarefas, longe do conforto de estar perto de uma das poucas pessoas que não o via como um monstro. No frio, ele trabalhava quase sem desgaste, e não precisava dormir. Seus movimentos podiam ser lentos, mas a pura quantidade de horas que ele podia realizar tarefas sem cansar era uma vantagem inegável. No principio, ainda existiam olhares cautelosos em direção a ele, mas a cada estaca encaixada e cada cerca reforçada, esses olhares de soslaio se tornavam mais breves. Talvez ele tivesse se tornado uma visão quase corriqueira para o lugar.

Mesmo assim, ele próprio estava em uma época de poucas palavras com estranhos. Em outros dias, ele poderia ter falado de maneira eloquente e exagerada, mas o desconforto de ser somente um "prisioneiro" aos olhos de todos exceto Zebekis lhe incomodava. Não se portava de maneira rude, simplesmente... seco.

E nesse silencio enquanto trabalhava, que ele começou a perceber a cidade e o exército como maquinações. Efeitos do dia a dia eram simples causas e consequências, variando em níveis controlados. Mas tudo era harmônico, dentro do seu próprio caos. Tudo exceto os novos viajantes que tinham acabado de chegar enquanto ele carregava lenha para dentro de um barracão.

Passos pela rua principal eram comuns, mas tinham dois ritmos bem definidos: ou marchas militares organizadas de soldados fazendo exercícios, ou passos leves de aldeões, apressados para a sua próxima tarefa ou para uma boa noite de descanso. Mas desta vez, havia algo de diferente, algo inusitado e fora da suas expectativas e cálculos do dia a dia que ele esperava.

Viajantes do norte. Era improvável viajantes vindos daquela direção. Não impossível, mas altamente improvável. Eles estavam sendo escoltados por soldados, quase como se fossem prisioneiros. A hipótese foi rapidamente descartada, pois dois estavam armados. Deveria o Homúnculo se importar com tal acontecimento? provavelmente não, mas havia algo de mais estranho neles, que passava desapercebido mesmo por um olhar metódico.

A lenha em suas mãos ficou onde estava, abandonado em uma pilha organizada ao lado da porta. Enquanto seus passos começaram a ir atrás do grupo. Mas outros eventos começaram a se desenrolar. O maior do grupo se separou, sem cerimonia nem aparente explicação ao resto. Poucos segundos depois, um novo elemento se apresentou. uma fêmea, de alguma raça claramente não humana. Muitas novas engrenagens estavam se juntando metaforicamente na mente de Skazka, tentando compreender muito do que acontecia ali. Ele próprio agora estava seguindo o grupo, observando e tentando escutar o que quer que estivesse acontecendo. Mas era um fato indiscutível que ele próprio não estava nem tentando ser discreto, andando em plena rua principal alguns metros atrás dos viajantes.


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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Kamui Black em Dom Jul 20, 2014 1:07 pm


- C16 -



Meus planos imediatos foram interrompidos pelo tal Capitão Markis. Pelo jeito teria que deixar para depois a venda das joias e aquisição de novos armamentos. Além disso, Aldarion saiu do vilarejo com grande urgência e levou consigo o MEU cavalo. Por um momento pensei em tentar impedi-lo, mas tínhamos assuntos mais urgentes a resolver do que algo trivial como um cavalo e se nós dois nos enfrentássemos era bem provável que ambos saíssem feridos. De qualquer maneira minha expressão facial não foi das melhores e permaneci calado, visivelmente irritado. Tanto que, quando Lyza perguntou se eu iria seguir com o capitão para conversar com o comandante dali apenas acenei afirmativamente com a cabeça.

E então seguimos em frente. Fiquei atento ao que acontecia e nas localizações da cidade enquanto caminhávamos, haviam várias pessoas envolvidas em construir barricadas e fortificações. Pelo jeito eles esperavam uma grande invasão e qualquer um de nós poderia morrer naquela empreitada. Talvez o mais sábio tenha sido Aldarion, que desertou antes mesmo daquilo tudo começar. Talvez tivesse sido melhor eu mesmo ter saído com o cavalo e abandonado aquele vilarejo. Se bem que eu prefiro enfrentar um exercito com outros ao meu lado que ser cercado sozinho no meio da neve.

Antes de chegar ao tal general, fomos interrompidos por uma garota um tanto quanto exótica. Suas orelhas e seu tom de pele indicavam que ela poderia ser uma elfa negra. Já tinha visto alguns em Takaras antes, mas não sei muito sobre a raça, para falar a verdade. Ela ofereceu-se para ajudar a defender a cidade. Se fazia isso de boa vontade ou para algum ganho pessoal como eu o fazia ainda era um mistério para mim.

Entretanto, o que mais me chamou a atenção foi a criatura que seguia-nos de perto. Não pude deixar de notar quando uma estranha criatura se aproximou de nosso grupo obviamente tentando verificar o que era nossa estranha movimentação. A bem da verdade devo admitir que formávamos um grupo incomum para uma vila praticamente apenas formada por humanos. A criatura parecia realmente brutal e violenta, tanto que por um impulso levei minha mão direita ao punho de uma das espadas longas, mas parei assim que percebi que ele não estava atacando. Estudei-o um pouco enquanto eles nos escutava. Devo admitir que fiquei curioso para tentar descobrir a qual raça ele pertencia, mas quando percebi que ele não constituía ameaça dei-lhe as costas e segui meu caminho junto ao capitão. Assim que chegássemos à presença do tal general eu deixaria que Lyza tomasse a palavra, falando algo apenas se a palavra fosse dirigida à mim.


Off¹: Eu e o Sérpico combinamos que já nos conhecemos da campanha do Gin, mas o Kirshin não o viu no meio dos outros cidadãos de Calm.
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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Laser Beetle em Ter Jul 22, 2014 1:09 am

O trabalho edifica o homem, diz o ditado. Mas a monotonia era inevitável numa tarefa repetitiva como cortar pontas em madeira. A conversa pequena variava entre como estava frio, como estavam as crianças, o que fariam a noite, como faria frio a noite... E Eric chegou ao ponto de "desligar" seu cérebro ao que acontecia fora da sua cabeça, e mais longe do que dois metros de distância. Concentrado, pensava em como queria que tudo fosse um engano, e que o tal exército de invasores estivesse só de passagem. Um povo peregrino talvez, mudando de vilarejo, ou indo se aventurar nas montanhas geladas. Queria que em algumas semanas chegasse a mensagem dos batedores de que a ameaça tinha desaparecido e que era um alarme falso. Queria continuar viajando...

Quando levantou a cabeça para olhar pros céus, talvez a procura da águia mensageira que trazia seus sonhos num pedaço de papel, percebeu que todos pararam de trabalhar. Os homens que cortavam madeira largaram as estacas e apoiaram os machados no chão, olhando para a rua principal. Na rua, um grupo caminhava, pessoas armadas, de vestes diversas e alguns mau-encarados. Mais mercenários, talvez? Soldados não pareciam ser, apesar de claramente equipados como tais.

Uma conversa breve resultou no maior dos grandalhões disparar em um cavalo e uma mulher se aproximar do grupo. Havia, entre eles, um soldado de alta patente. Eric aprendeu a reconhecê-los durante sua estadia em Hilydrus, tinham um certo... Ar diferente. Sem saber o motivo de tanta atenção, o loiro quebrou o silêncio dos cortadores de madeira dando um golpe forte na estaca, tirando uma lasca grande e fazendo algum barulho.
- São famosos, aqueles ali? Parece que todo mundo parou pra olhar eles. - Disse, ao primeiro que lhe desse atenção. Não se sentia interessado o suficiente pra ir perguntar pessoalmente.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por NR Nayruni em Seg Jul 28, 2014 7:33 am

OFF: Atenção, buscando mais objetividade eu estou mudando meu estilo de narrativa de uma forma que pelo menos até hoje eu nunca vi nos RPGs de fórum. Eu vou narrar como narrador em terceira pessoa as vezes e as vezes eu narrarei como mestre falando para vocês. Depois quero saber as opiniões de vocês. As falas de GM estarão destacadas em quotes.


@ Todos exceto Sérpico e Eric

A saída súbita de Aldarion surpreendeu a todos, Kirshin por sua vez sentiu um pouco de raiva, sentia-se roubado, mas o que ele poderia fazer afinal? Lyza por outro lado parecia entender o guerreiro e tinha uma suspeita da motivação que o levara a agir daquela forma. De uma maneira ou de outra a aproximação de duas figuras estranhas logo roubou a atenção de modo que Aldarion rapidamente caísse em esquecimento. As figuras eram uma mulher exótica e sombria, uma drow e a outra era uma criatura incomum, desconhecida, uma besta mágica e racional que mais parecia ter saído dos sonhos loucos de um viciado em lótus púrpura.

Não se preocupem com ele, ele não é perigoso, bom... Pelo menos ele nunca atacou ninguém e é inteligente. – Explicou Markis.

Game Master escreveu:Eu não vou narrar a forma como vocês vão interagir, vocês vão seguir o NPC até o lugar onde encontrarão o general. Durante o caminho vocês podem definir como interagiram, o que falaram, o que cada um fez. Eu vou simplesmente adiantar essa interação e colocar vocês direto na sala do general mas quero que vocês narrem o que fizeram.

Depois de curtas apresentações, o estranho grupo agora composto de dois novos integrantes marchava para o centro da cidade onde ficava uma praça e ali, uma grande casa de 3 andares feita inteiramente de toras de pinheiros encaixadas umas nas outras e grudadas com argamassa feita de argila.

O exterior da construção era robusto e duas grandes bandeiras ao lado da porta dupla exibiam o símbolo do exército de Hilydrus, mas seu interior compensava, os aventureiros podiam ver uma decoração com quatros e tapeçaria. O edifício tinha vários cômodos, escadas e corredores conectados, a maioria das portas estavam abertas. Conforme vocês iam entrando, Markis os guiava até a sala principal.

Game Master escreveu:Vocês já viram aqueles filmes da segunda guerra mundial? Aquelas bandeiras nazistas que cobriam as fachadas dos edifícios? As bandeiras da entrada eram assim só que com o símbolo de Hilydrus que fica na home do fórum. Quando vocês entram, quero que imaginem uma decoração luxuosa de uma pessoa que gosta de requintes como maçanetas folheadas a ouro e coisas assim. Não vou descrever os detalhes básicos, quero que suas imaginações trabalhem com isso.

Quando os aventureiros entram na sala encontra um homem altivo que aparentava estar em seus quarenta anos, ele fumava um grande cachimbo, seu rosto tinha feições largas, o queixo era grande e saliente, os olhos negros e profundos. Emoldurando a boca havia um grosso bigode grisalho muito bem cuidado, o rosto do homem era marcado por várias pequenas cicatrizes e suas bochechas estavam repletas de buracos e imperfeições. O homem vestia sobre a cabeça uma espécie de chapéu estranho que vocês nunca haviam visto, por baixo do chapéu uma cabeleira lisa e grisalha se projetava até o pescoço. O homem tinha ombros largos e se vestia com um uniforme estranho e pomposo, no peito uma dezena de medalhas penduravam-se disputando por atenção.

Assim que o grupo entrou, Markis bateu continência e apresentou os visitantes. Sem nenhuma cerimônia o homem se levantou e apresentou-se como General Von Vas Hausen, sua voz era firme e com a mesma firmeza inquiriu os visitantes. Lyza que mesmo se sentindo um pouco intimidada pela situação por não saber como agir, não se deixou abater e logo contou todos os detalhes da história.

Game Master escreveu:Imaginem um escritório com uma grande mesa e muitas estantes, essas estantes têm livros e miniaturas diversas. A mesa possui mapas todos eles da região, tem também livros e anotações rabiscadas e um cinzeiro pra cachimbo, a poltrona por trás da mesa é de couro e muito confortável. Von Vas Hausen está vestindo uma farda militar atual da nossa realidade e um quepe típico de oficias do alto escalão do exercito. Sem dúvida nenhuma a roupa dele é extremamente exótica pra época que seus personagens estão.

Quando Lyza terminou de falar, o general ficou um tempo em silêncio encarando-a, parecia medir a jovem como se buscasse enxergar dentro dela para ver se ela dizia mesmo a verdade. Depois disso o general saiu de trás da mesa e andou de um lado a outro na sala encarando cada um de vocês por alguns segundos. Finalmente depois de fazer seu exame, ele levou o cachimbo a boca, deu uma boa tragada e só então começou a falar soltando a fumaça nos rostos de vocês.

Em nome do Grande Zalthar, as notícias que vocês trazem são perturbadoras. É difícil acreditar em uma mulher capaz de montar em um cavalo com asas, se você me dissesse que era um dragão... Mas bem... – Ele franze o cenho. – De qualquer forma esse carregamento nos fará falta, essas armas e armaduras estavam destinadas a equiparem dois pelotões de cem homens. Eu avisei aquele porco gordo e obeso para contratar uma boa quantidade de guardas-costas mas ele quis economizar e agora nossas vidas correm risco.

Game Master escreveu:Quero que vocês imaginem o general com a aparência de um general velho da nossa época atual que a gente vê nos filmes, com a mesma pompa, o peito estufado e aquele jeitão autoritário. Von Vas Hausen tem um sotaque estranho quando fala, os "r" em sua pronúncia são repuxados.

Vamos precisar de todas as armas que conseguirmos, vocês todos estão convocados em nome da Coroa a se apresentarem em nossas fileiras. Capitão Markis vai lhes dar o detalhe do que devem fazer, agora podem se retirar. – Ordenou o general sem dar chance ao diálogo.

Agora todos estavam recrutados para aquela batalha e o que era pior, não era uma questão de escolha era visível que mesmo que nada tenha sido dito, caso eles tentassem se retirar poderiam sofrer represálias como desertores. Sem muitas alternativas todos decidiram seguir Markis e estes os levou até um pequeno campo de treino onde um pelotão de soldados treinava para se manter em forma, ali Markis deu abertura para conversas e se dispôs a responder a todas as dúvidas dos novos recrutas.

Game Master escreveu:Se um de vocês tentar insistir em falar com o general Von Vas Hausen ele não lhes dará ouvidos, apenas olhará para Markis com um olhar de repreensão. Markis fará o possível para tirá-los da presença do general e se vocês causarem confusão ele chamará pelos guardas. Vocês não são obrigados a aceitar isso e se quiserem seguir por esse rumo basta postarem. Se vocês seguirem pro campo de treinamento, Markis irá responder a todas as suas dúvidas, descrevam seu post normalmente e coloquem suas dúvidas no spoiler.


@ Sérpico e Eric

Assim como todos, nenhum tanto Sérpico quanto Eric viram a movimentação, porém eles estavam ocupados demais para se preocuparem com aquilo e logo voltaram a seus afazeres. Quando a noite se tornou mais escura, logo eles se encontraram sentados ao redor de uma grande fogueira dividindo o calor com uma dezena de trabalhadores. Duas senhoras passavam servindo sopa quente de carne, uma sopa que tinha muito mais água do que carne mas que ainda assim era muito bem vinda.

Game Master escreveu:Imaginem uma grande fogueira, ao redor dela muitas pessoas estão sentadas. As chamas são bem altas chegando a ter um metro. Vocês estão sentados no chão ou em tocos de árvore cortados que servem como banquinhos. Duas senhoras obesas estão passando servindo pratos de sopa que são trazidos por crianças. Ao redor da fogueira existem muitas figuras comuns e outras nem tão comuns como um homem alto e de cabeleiras loiras, ele é extremamente musculoso e ao contrário de todos, está usando apenas calças grossas de couro e botas, sobre o tronco ele veste um colete de couro que deixa sua barriga e braços expostos ao frio enregelante que faz vocês se encolherem. Aqui vocês podem procurar informações, conversar com os locais ou puxar assunto com o estranho homem. Postem suas dúvidas em spoiler e vou considerar que foi a conversa que tiveram na fogueira.

Prazo: próximo domingo, vou tentar postar.

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Aproveito este espaço para deixar meus préstimos ao meu colega de equipe GM Zato por ter lido toda a história escrita na ficha do Bluesday!!!

Parabéns fera! Você é mitológico!
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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Sérpico em Sex Ago 01, 2014 3:51 pm

Obrigado – disse, frio, para a criança que lhe trouxe a sopa. Só percebeu que estava com fome depois da terceira colher levada a boca. – Muito obrigado. – Mas a criança já estava mais pra lá e ele meio que falava sozinho agora.

Olhou para o homem trabalhando e espirrou. “Que malucão”, pensou, fungando. O cara estava exposto ao frio de uma forma tão grosseira que Sérpico sentia um acréscimo de friagem só de olhar para ele. Espirrou de novo. Mas então terminou sua sopa e os ataques de espirro deram uma trégua. Era um inicio de resfriado, verdade. Mas também era um pouco de fome.

Ele deixou a louça com alguém e caminhou até o homem imune ao frio. Meteu as mãos nos bolsos, encolheu o pescoço e levantou os ombros quando parou ao lado dele. Não tinha intenção de conversar com as pessoas, mas iria abrir uma exceção.

Camarada – saudou. – Estou aqui há um bom tempo e ainda não ouvi nada sobre algum plano de defesa, ou quem sabe de ataque. – Aquele homem deveria ser mais do que um simples trabalhador. Ele deveria, por exemplo, fazer um estrago danado nas fileiras inimigas se fosse posto numa linha de frente. E Sérpico achou que poderia extrair alguma informação dele. – As vezes acho que seria melhor ir até os inimigos, um ataque furtivo e definitivo... – Sérpico olhou ao redor e justificou sua opinião: – Simplesmente não vamos resistir a um cerco. Não nessa região.

Sérpico não sabia, na pratica, como funcionava uma guerra. O conhecimento que tinha vinha de histórias, fictícias e verídicas, que ouvira de seu pai. Então ele sabia o que era um cerco e presumia que aquele Vilarejo não resistiria a um. Mas só. Não falaria mais para não se confundir e soltar alguma besteira. Queria informações importantes – se haveria um ataque ou se todos ficariam ali, esperando – e tinha que, ao menos, parecer ciente do assunto para ganhar uma resposta bacana.

Ou talvez os inimigos sejam estúpidos demais para fazer um cerco, né?

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Senso de direção: sempre sabe para onde é o norte, e sempre sabe voltar por qualquer caminho que tenha feito.
Senso de distância: pode julgar distâncias exata e automaticamente.
Sentido temporal: sempre sabe que horas são, e pode cronometrar eventos como se tivesse um relógio exato.

Itens: Faca (nível 1), Sobretudo de couro rígido (nível 1), Amuleto do Conselho
Itens (UAOM): Cinto com (8) adagas (nível 1), Espada curta (nível 1), Faca (nível 1), Sobretudo de couro rígido (nível 1), Amuleto do Conselho, Berrante, Poção de cura menor.
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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Laser Beetle em Sab Ago 02, 2014 3:35 pm

O trabalho foi cansativo, muito cansativo! Eric se encolhia junto ao fogo saboreando a sopa quente que trazia a maravilha do calor para o estômago do rapaz, diante de alguns dos "lenhadores", e principalmente do brutamontes de colete, o rapaz parecia quase uma criança na sua simplicidade física. Tremia bastante, forçando os dentes no lugar pra controlar os espasmos, mas - ainda assim - não parecia o suficiente pra se preocupar. Tudo que queria era dormir e recuperar as forças que tão rapidamente perdeu.
Contemplou sua tigela quase vazia de sopa e pensou se seria muita cara-de-pau pedir mais. Provavelmente sim, tinham pessoas muito maiores que ele que se contentaram com uma só, ele teria de fazer o mesmo. Percebeu movimentação quando um homem loiro, de cabelos mais longos que os de Eric, puxou um assunto um tanto quanto evitado pelo "povo menor" dali.

Conversas sobre o combate e os planos eram, na sua maioridade, evitados. Seja por ignorância da plebe do vilarejo quanto à táticas de guerra, seja por medo. Muitos apenas gostavam de pensar que nada estava acontecendo, que era tudo um grande mal-entendido, e Eric parecia ser um deles. Mas os pensamentos do homem com cara de sério eram bastante perigosos.

Abaixando sua tigela, falou sem se levantar, tentando ele próprio e o resto dos trabalhadores no assunto.


- Mas será que existe mesmo um exército lá fora? Talvez os batedores confundiram a peregrinação de um vilarejo com a organização de um ataque. Alguém viu ou ouviu falar de notícias dos Orcs nos últimos dias?

Interpretei ali pra complementar o post do Sérpico e dar uma continuidade, porque gosto desses "hubs" de interpretação livre nas aventuras ;; mas se você planeja pular essa cena noturna e avançar pra próxima parte, os assuntos que o Eric ia abordar são:

1- Possibilidade do "exército orc" ter sido um engano
2- Notícias dos batedores em relação aos orcs
3- Os planos do exército real, se eles planejam segurar a cidade a todo custo, esperar reforços, e se há um plano pra evacuação dos civis no caso de confronto.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por SKAZKA em Dom Ago 03, 2014 12:51 pm

Ah, alguma atenção. Um dia desejava não chamar tanta sem querer. As palavras de Markis ainda tinham um tom meio depreciativo, comum entre os soldados que estavam ali preparados. Dificilmente alguém se dirigia a Skazka diretamente, falando como se ele próprio não estivesse presente. Seu silencio foi quebrado, com uma observação que soou mais acida do que realmente deveria:

-Alego que infelizmente ambas essas qualidades não possam ser encontradas em grande parte de seus soldados. Estou como breve observador dos eventos desenrolando na frente de meus olhos no dia de hoje, e parece que estes aventureiros possam ser uma conversa melhor do que os rufiões que você chama de subordinados.

Virando-se agora para os dois viajantes, Skazka observou-os um pouco mais atentamente, agora que não havia muita distancia. Não havia nenhum indicativo de qualquer agressividade no homúnculo, mas as suas feições eram alienígenas e indecifráveis. Sua voz lenta novamente tomou conta do ambiente, mesclando-se com o vento e o som de trabalhadores ao fundo.

-Meu nome é Skazka, e sou um homúnculo, um fato que pouquíssimos se preocuparam em perguntar desde que cheguei aqui. Puro e simplesmente, digo que gostaria de ouvir a historia que cerca a aparição de vocês aqui neste local e avisa-los que continuarei a segui-los, pois já encerrei as minhas tarefas diárias e estou devidamente curioso.

Após esta frase, foi dado uma leve abaixada, como se fosse uma tentativa de gesto de educação. Um longo olhar foi dado a humana fêmea, que atraia definitivamente um grau acima de curiosidade. Mas Kirshin tinha uma própria atração, um pouco mais obvia, definitivamente mais bruta.

Seguiria o grupo, com ou sem o consentimento geral. Não tinha vontade de voltar para as suas tarefas por hoje, e com certeza esta era uma oportunidade variada. Embora ele tenha falado pouco, estava se contendo para não derramar palavras em uma lenta cachoeira como costumava fazer, sua curiosidade tinindo para conhecer esses aventureiros. Pouco a pouco ele andaria, se aproximando lentamente conforme se dirigiam para outro local, enquanto seus olhos tentavam analisar qualquer detalhe, mesmo que improvável ou absurdo.

Mas não terminaria por ai. Após chegarem ao salão, ele se manteria para si mesmo em relação a palavras. a arquitetura parecia opressiva, e certamente a decoração era mais que estranha. O homem em si apresentado como general era uma peça claramente rara, de uma cultura que Skazka não era capaz de traduzir nem explicar. O que chamou a atenção mais foram os livros. Estandes de exemplares que ele próprio nunca havia visto. E mesmo enquanto o general falava e Lyza começava a explicação,Skazka já estava removendo um dos livros de uma prateleira com um cuidado que somente um arquivista experiente era capaz, dividindo a sua atenção na história sendo contada e no conteúdo das paginas. A unica coisa que conseguiu quebrar a sua atenção foi a alegação do velho convocando-o para a vida militar em nome de uma coroa que não havia significado para ele.

-Não pretendo ser convocado para uma tarefa que não tenho responsabilidade. Se procura o meu serviço como arma bélica, eu lhe vendo por acesso ininterrupto e irrestrito a sua biblioteca.

Se ele sairia satisfeito, isso era incerto, mas por falta de opção continuaria a seguir o grupo, desgostando imensamente da audácia do general..

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Kamui Black em Dom Ago 03, 2014 10:52 pm


- C17 -



Então aquele ser era um homúnculo. Recordei-me, naquele momento, de Talles, um homúnculo que conheci em Takaras no passado. Aquilo me chamou a atenção por um momento. Eu sabia que nem todos os homúnculos eram iguais e não fazia ideia de como se criava um, mas eu senti a curiosidade de verificar quais as habilidades daquele ser em particular. Ao ver o quão dotado de inteligencia ele parecia ser eu presumi que ele poderia conhecer algo sobre magia. Além disso, com aquele corpo e placas que cobriam seu corpo ele devia ser bem forte e resistente.

- Eu sou Kirshin. E, para os que por um acaso ainda não tenha percebido, sou um meio-demônio. - Não sei por quê, mas senti-me na necessidade de me identificar propriamente como o homúnculo havia feito. - E se você tem curiosidade sobre nossa história até aqui, apenas nos acompanhe que tudo será esclarecido na presença do general.

Logo chegamos na presença da tal autoridade local, agora estávamos com um a menos e dois a mais. Esperava que aqueles dois novos integrantes fossem fortes como Aldarion, que eu esperava que não morresse fora da cidade. Ainda queria cruzar espadas com ele novamente no futuro. O general Hausen era tão exótico como seu nome. Logo de cara eu antipatizei com aquele homem. Aquela arrogância toda me lembrava muito nosso último contratante e eu não gostava daquilo. Tinha minhas dúvidas sobre ele ter habilidade e força o suficiente para ser arrogante daquela maneira. Gostaria de vê-lo em ação para verificar do que ele era capaz de verdade. Por hora, apenas encarei-o com uma expressão de poucos amigos. Não tinha vontade de matá-lo, pelo menos ainda não.

E o maldito havia saído antes que tivéssemos tempo de questioná-lo, embora Skazka tenha tentado. Desta maneira eu tive que me contentar em questionar seu subordinado, o capitão Markis. Apesar disso, esperei chegarmos no campo de treinamento para poder conversar com o militar.

- Se nós estamos convocados pela coroa, o que é algo que eu realmente não gostei de ouvir daquele general presunçoso e arrogante, exijo receber o soldo devido a um soldado de Hilydrus. - Sei que eu já havia dito que cobraria pelos meus serviços, mas achei melhor cobrar novamente, uma vez que fui ignorado da primeira vez. - Além disso, devo deixar claro que eu não seguirei ordens de nenhum de vocês como se fosse um soldadinho obediente e cheio de disciplina. Posso muito bem lutar em formação e seguir táticas de combate que vocês precisarem, mas não sou um vigilante e nem um construtor para ficar erguendo barricadas. Estamos esclarecidos?

Esperei que ele respondesse para continuar para a próxima parte que eu tinha em mente debater ali.

- Muito bem, então qual é a situação? Diga-me tudo o que puder me dizer, não quero saber informações militares sigilosas, apenas o importante para o combate. Sabemos quando eles atacarão, seus números, armas, táticas, qualquer coisa que seja relevante para a batalha? E quais serão as táticas utilizadas aqui? Não tenho um grande conhecimento sobre cerco, mas conheço batalhas corpo a corpo. Posso compor a linha de frente do combate, mas também posso utilizar armas de arremesse caso seja necessário.

Após tudo resolvido com o capitão e quando houvesse uma oportunidade, dirigi-me a Skazka após a saída do militar daquele local.

- Então você é um homúnculo? Uma vez conheci um homúnculo que tinha mais de dois metros de altura e era forte como touro, ele também tinha habilidades notáveis com algumas armas exóticas. Imagino que você tenha sido feito através de algum tipo de arte arcana ou alquímica. A minha pergunta é: você conhece algo sobre magia ou você é um homúnculo que foi feito para o combate?



OFF - O tipo de narração não interferiu em nada para mim, nem negativa, nem positivamente. Apenas percebi algumas mudanças de tempo verbal na narração, hora no passado, hora no presente.

OFF² - Caso Saphira ou Skazka respondam algo que envolva meu personagem postarei novamente em resposta.

OFF³ - Quase, quase, postei com a conta de GM XD

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Lyza Simons em Seg Ago 04, 2014 1:55 am


Novas ordens.

Logo após Aldarion tê-los deixado, uma dupla bastante exótica se aproximou de Kirshin e Lyza. Tratava-se de uma mulher que misturava traços élficos com uma aparência sombria e mórbida. “Uma drow? Mas o que ela faz aqui tão longe?” Lembrava-se de ter ouvido falar de tal raça, mas jamais havia visto um de perto, tanto pelo fato de serem raros em Lodoss, quanto pelo fato de se mostrarem pouco para o mundo fora da floresta Endless. Seja o que for, Lyza não objetou quando a mesma se aproximou oferecendo-se de bom grado a ajudar, seja por interesse próprio ou simplesmente por querer ajudar, ela poderia ser de grande ajuda em algum momento, e qualquer adição ao time seria bem vinda.... Ou quase. A segunda figura que aparecera era bem mais exótica e um tanto assustadora, um ser que parecia ter vindo de um conto de terror, ou de uma caverna abissal inexplorada. A maga até mesmo cogitou a possibilidade do tal ser um inimigo, mas logo descartou quando ouviu as palavras do capitão. Este porem também viera ter seu momento de prosa com o grupo, mostrando-se realmente tão inteligente quanto Lyza poderia imaginar. Uma cena rara de se ver, com certeza, mas ainda assim muito pouco perto do que estava por vir sobre o vilarejo de Calm. A guerra que aquele lugar esperava estava cada vez mais próxima, e a cada minuto que se passava, a sensação de que tudo que estava sendo feito não daria certo aumentava. “O que são 4 aventureiros e alguns soldados contra um exercito de orcs e gnolls?” A resposta para isto era pessimista, mas Lyza manteve-se firme em seu proposito até o fim. Se alguém mais quisesse lhe dirigir a palavra, responderia sem problema algum, mas caso contrario, Lyza guardaria seu vocabulário para o encontro com o general.

Chegando, enfim, a base montada pelo exercito, Lyza percebeu assim que entrou no recinto, que o general, talvez, não fosse alguém fácil de lidar. Era comum os donos de casas ou qualquer outro tipo de objeto, acabarem por transferir parte de suas personalidades para suas coisas, e toda a pompa e detalhamento que aquele lugar possuía, deixava bem claro que o general tinha uma personalidade extravagante e talvez até arrogante. Lyza não deixou passar detalhes, mas não se impressionou com o a exuberância do lugar, mas sim ficou intrigada nas motivações que levavam alguém, em plena uma ameaça de guerra, a se cercar de tanto luxo desnecessário. Chegando na sala onde estava General, novamente uma surpresa, assim como a mulher imaginava, o homem a sua frente era um individuo dotado da personalidade mais altiva e aparência mais diferenciada que já havia encontrado. Era comum soldados de altas patentes terem uniformes diferenciados, para serem distinguidos em meio a hierarquia do exercito, mas este homem certamente abusava do contexto para demonstrar o quão era diferente e extravagante. Quando o homem se apresentou, Lyza o fez também, e mesmo com um pouco de receio sobre como começar a historia, ela logo iniciou o dialogo, contando desde a emboscada na estrada, até sua despedida de Lady Lisbeth nas montanhas. A reação do general não foi muito diferente do que Lyza esperava, mas ela ficou um tanto descontente com a entonação do homem. O homúnculo que os acompanhava resolveu se pronunciar novamente, este que agora estava com um dos livros em mãos, tentou fazer um acordo com o general para, ao menos, ter algum “ganho” com aquela situação. “Entre tantas coisas que ele poderia ter pedido, ele quer ler livros? Realmente é um ser bastante esquisito.”

Atendido ou não o pedido do homúnculo, Lyza deixou rapidamente a presença do general, já não aguentava mais todo aquele ar poluído de fumaça mal cheirosa. Sentiu um enorme alivio também em deixar aquele individuo de ego inflado para trás. Ela com certeza não gostaria nem um pouco de trabalhar para ele, mas se fosse necessário para salvar seu antigo lar, então o faria pelo bem maior. Quando estavam na companhia de Markis, apenas observou enquanto Kirshin despejava sua frustração e indignação nas costas do capitão. – Vamos com calma, se exaltar não nos tirara daqui, muito menos vencerá essa batalha. – Tentou acalmar um pouco os ânimos de Kirshin antes de continuar. – Meu companheiro tem razão, e concordo em partes com o que ele disse. Não estou aqui para receber algo em troca, como disse antes, estou fazendo isso por caridade, mas não pretendo seguir ordens de ninguém, a não ser que estas sejam estritamente necessárias, tanto a minha sobrevivência, quanto a dos demais. – Quando terminou de ouvir as informações que precisava, Lyza partiu decidiu que seria a hora de descansar. Pensou em despedir-se de Kirshin, mas o mesmo agora estava num dialogo com Skazka. Viu que a drow estava sozinha, e nada melhor que unir o útil ao agradável. Aproveitaria a companhia da elfa, caso esta aceitasse, e tentaria entender melhor como ela havia se metido em tal confusão. – Boa noite. Saphira, não é? Fiquei curiosa quando a vi se aproximar, o que uma drow faz aqui no norte, tão longe de casa?

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Saphira em Seg Ago 04, 2014 1:20 pm

“Ser diferente num mundo onde tudo é diferente, é ser comum. Mas ser diferente num mundo onde tudo é praticamente igual, é ser imperfeito, odiado, temido...”

Minha esperança de que sairia ilesa daquele vilarejo começava aumentar à medida que seguia em direção ao grupo de estranhos. Primeiro pela conversa que tinham, segundo pela presença de um quarto “integrante” não planejado, mas que viria muito a calhar para criar uma certa distração para minha pessoa. – Me chamo Saphira... – Era estranho ver a coragem com que os outros revelavam suas identidades, eu via aquela situação e não conseguia acreditar em tamanha tolice por parte de alguém, principalmente aquele que se denominara meio demônio. Mas confesso que a reação do capitão com as revelações feitas me surpreendera bastante, mesmo ouvindo da boca do sujeito este dizer ser um meio demônio, ele pareceu não se impressionar demais, tampouco fez menção de que iria rejeita-lo ou prende-lo por isto. “Afinal, ele não fizera nada de errado, que mal tem em ser diferente?” Era o mesmo mal do qual eu sofria, e somente quem estava em nossa situação poderia entender. Segui de perto o grupo até as instalações do general, minhas esperanças renovadas de me ver livre daquele lugar frio e sem nenhum potencial. O lugar era deveras mais arrumado e bem adornado do que imaginava, tinha que concordar, mas por alguns minutos me perguntei qual a necessidade de se cercar de tanto luxo em meio a uma batalha eminente? O homem que estava prestes a encontrar certamente era alguém de classe bastante refinada, mas por mais que tentasse formar uma imagem mental do sujeito, era impossível dizer que tipo de pessoa era o general. Infelizmente, tive o desprazer de descobrir que minhas suspeitas estavam corretas, seria mantida ali contra minha vontade, mas era um preço que pagaria, se tivesse ao menos a garantia de poder sair daquele vilarejo em segurança.

“Homens hiena patrulhando as estradas? Está ficando cada vez pior... Que bom que decidi ficar e esperar.” Dava graças a deus por não ter seguido a ideia insana de sair sozinha da vila, assim como o cara da armadura negra fizera a poucos momentos atrás. Mas minha inclinação a obedecer ordens, principalmente de alguém de ego tão inflado como este homem, era mínima. Não protestei, nem tentei fazer acordo algum, já estava em uma situação bastante delicada, e quanto menos fosse notada, melhor seria para mim, mesmo que isso tivesse que significar lutar em nome de alguém de quem ela desejava sugar todo o sangue. Saindo da sala do sujeito, segui com o restante para ouvir as considerações finais daquilo, e agora que estava fora da presença do general, poderia fazer suas reivindicações. – Estou com Kirshin. Se for para trabalhar para alguém o qual nem ao menos conheço ou faço questão de conhecer, que seja recebendo algo em troca... – Sendo atendida ou não em minhas petições, seguiria em frente, voltar ao buraco escuro o qual chamava de lar até que o sol se fosse no horizonte novamente. A noite ainda era uma criança, e eu não tinha a menor vontade de dormir, mas infelizmente, não queria deixar que a besta em minha mente acabasse por me persuadir a pegar algum desprevenido pela rua. Em meio a meus devaneios, fui abordada pela mulher ruiva, Lyza era seu nome, uma bela mulher diga-se de passagem, mas de um estilo bastante diferenciado, carregando aquela foice enorme nas costas. Intrigada, decidi continuar o dialogo sem demonstrar muito interesse. – Me faço a mesma pergunta desde que cheguei aqui... Estava em busca de algo, e achei que poderia encontrar nesta região, mas tive o desprazer de ser pega em meio a esta luta... – Não quis prolongar demais a conversa então parei por ali, mas caso ela continuasse com o dialogo, encontraria minha disposição para continuar conversando.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por NR Nayruni em Sab Ago 09, 2014 10:06 am

@ Sérpico e Eric

O calor da fogueira e a sopa quente foram suficientes para revigorar o corpo e melhorar os ânimos, porém a aparente calmaria escondia as preocupações de todos ali. A maioria daquelas pessoas não eram soldados e agora se viam forçados a se esconderem atrás de paliçadas e a andarem armados com lanças e espadas, até mesmo os soldados não estavam confiantes pois muitos deles mesmo sendo militares treinados e guerreiros competentes, jamais haviam tirado uma vida antes. Isso tudo preocupava, a preocupação ia crescendo e aos poucos transformava-se em desespero, um desespero contido e velado mas ainda assim perceptível aos olhos mais atentos.

Sérpico estava tão preocupado quanto todos os outros, mas não deixou que isso o desnorteasse, pelo contrário, aproveitou o momento e viu no grandioso guerreiro sentado na fogueira uma oportunidade para obter informações.

Game Master escreveu:Sérpico, você se levanta e caminha até o outro lado da fogueira se aproximando do guerreiro de cabeleira loira, quando você chega perto o suficiente percebe o quanto ele é grande a ponto de arriscar que ele facilmente passaria os dois metros de altura. Músculos poderosos saltam por baixo da pele branca marcada por cicatrizes, os olhos do guerreiro são azuis e brilham como o aço frio. Quando você se aproxima ele lhe direciona um olhar casual até que você começa a falar.

Camarada – saudou. – Estou aqui há um bom tempo e ainda não ouvi nada sobre algum plano de defesa, ou quem sabe de ataque.

Game Master escreveu:Você disse iniciando um diálogo enquanto sua mente fervia com suposições sobre o guerreiro loiro. O homem então olhou para você dos pés a cabeça e você teve a sensação de que ele o estava avaliando assim como você o fazia com ele, porém ele o fez de forma muito menos sutil. Finalmente depois de alguns segundos ele olhou para o lado e atirou seu prato de sopa vazio a uma pilha no chão onde as pessoas colocavam suas canecas e pratos para serem recolhidos mais tarde.

Você não ouviu nada sobre um plano de ataque e nem sobre um plano de defesa porque esses soldados molengas nunca enfrentaram um exército de orcs. – Disse o guerreiro deixando transparecer um tom de escárnio. – O exército está preocupado, eles estão perdidos e não sabem o que fazer, acham que por estarem habituados ao clima da região se sairão na vantagem se resistirem até o inverno. Esse é o plano deles, resistir até a chegada do inverno. – O guerreiro sorriu revelando dentes amarelados e malcuidados.

Idiotas. Quando os orcs atacarem derrubarão esta paliçada em uma só investida. – Finalizou escarrando no chão.

Ou talvez os inimigos sejam estúpidos demais para fazer um cerco, né? – Arriscou Sérpico.

Você acha mesmo isso? Pelos deuses! Você nunca viu um orc? Essas bestas vivem para a guerra, eles aprendem a lutar antes mesmo de aprenderem a andar e a falar. Se eles não fossem tão estúpidos certamente seriam a raça dominante. Eles perdem pros humanos apenas em um quesito: organização. – Explicou o guerreiro deixando Sérpico muito mais preocupado do que antes.

Mas será que existe mesmo um exército lá fora? Talvez os batedores confundiram a peregrinação de um vilarejo com a organização de um ataque. Alguém viu ou ouviu falar de notícias dos Orcs nos últimos dias? – Disse uma terceira voz, a voz de Eric que agora se juntava a conversa.

O guerreiro loiro o olhou dos pés a cabeça assim como fizeram com Sérpico e então deu sua resposta.

Se você pensa assim por que não vai lá na mata de taiga ver o que tem por lá? Os orcs estão por aqui sim, melhor ainda, você pode perguntar para aqueles viajantes que chegaram hoje aqui. Segundo rumores o único que sabe como eles apareceram em tão grandes números de forma tão repentina é um gnomo chamado Guinle. Se querem maiores informações vão falar com ele, o gnomo mora em um casebre no fim da cidade. Vocês vão reconhecer a casa porque é a única de paredes verdes e tem um cheiro estranho que eu não conheço.

Parecia que o guerreiro loiro não tinha mais nada a dizer. Estava claro que se Sérpico e Eric desejavam saber mais a respeito do cerco dos orcs, eles precisariam procurar os aventureiros que chegaram junto com o cair da noite ou então ir até a casa do tal gnomo.

O que fariam?

@ Todos exceto Sérpico e Eric

O diálogo com o estranho general fora breve e deixou em todos uma péssima impressão. Ninguém ali queria lutar naquela batalha, na verdade se a opção de ajudar ou não Calm com seu atual problema fosse ofertada, os aventureiros certamente aceitariam ajudar de bom grado. Mas não era bem assim que as coisas estavam caminhando, o recrutamento forçado irritou a todos profundamente, a prática do recrutamento compulsório não é algo conhecido ou praticado, é um conceito moderno existente em um mundo distante e presente em outro universo, um mundo sem magia chamado Terra.

Porém Von Has Hausen não era general por um acaso, de todos os serventes da Coroa, ele era o que mais apresentava soluções e trazia inovações ao exército de Hilydrus, ele era ao mesmo tempo admirado por muitos e odiado por muitos mais. Reconhecendo que não havia outra alternativa, todos os aventureiros caminharam seguindo Markis, ao contrário do general, o capitão tentava ser o mais simpático possível com todos, até mesmo com o homúnculo. Quando finalmente chegaram ao campo de treino que outrora fora a praça principal da cidade, os aventureiros começaram a bombardear Markis com suas reclamações e reivindicações.

Game Master escreveu:Markis apesar de ser um capitão, não parece ser um sujeito arrogante, muito pelo contrário, ele parece muito mais ser um simples soldado do que alguém acostumado a dar ordens. Ele é um sujeito robusto e de feições quadradas, rosto e queixo largos, olhos negros e cabelos pretos e curtos. Ele está em seus 40 anos de idade e alguns pequenos fios brancos começam a surgir em sua cabeleira. Markis é um sujeito que aprendeu a aceitar as diferenças, pois sempre foi visto por seus colegas como alguém de pouco potencial, por isso Markis sempre ficou responsável pelo comando de pelotões formados por seres não humanos. Ele é o tipo de sujeito que não se perturba em dividir seu espaço com meio-demônios, homúnculos ou qualquer outro tipo que seria visto como aberração por outros.

Olha, eu compreendo muito bem a situação de vocês. Fiquem tranquilos vocês receberão o salário de um soldado. Mas agora querendo ou não vamos todos ter que lutar então pensem nisso como um ganho e não como uma obrigação. Se vamos ter que lutar, por que não pelo menos ganhar alguns lodians? – Disse o capitão deixando um meio sorriso escapar de seus lábios.

Todos sentiam uma aura de simpatia e confiança emanando daquele homem. O que ele dizia fazia sentido e servia como um calmante para diminuir o mau humor causado pela conversa com o general.

Vocês vão receber o mesmo ordenado de um soldado comum, 200 lodians semanais em tempos de guerra. Quanto às tarefas, vocês receberão coisas muito piores para fazer. Vocês agora estão no meu pelotão e nós não somos bem vistos pelo restante do exército. Eles nos mandarão para as missões mais arriscadas e por isso eu quero pedir a total colaboração de vocês, porque somente agindo em conjunto poderemos sobreviver. – Markis falava com eloquência, suas palavras eram absurdamente convincentes e a todo o momento ele deixava claro que estava junto com os aventureiros e sofreria o que eles viessem a sofrer.

Markis parou por um momento para olhar cada um dos novos recrutas antes de continuar, seus olhos negros analisando seus novos comandos.

Aqui vão as informações que vocês precisam saber. Os orcs estão em grandes números, estima-se que estejam com um contingente de 6000 soldados contra os nossos 2000. Até onde sabemos eles estão invadindo Lodoss pelo extremo norte e segundo um gnomo chamado Guinle, os orcs estão chegando através de grandes navios voadores. Eu não sei exatamente como o gnomo consegue saber essas coisas. Nosso plano atual é ficar aqui e defender até a chegada do inverno, contamos que os orcs estarão desacostumados ao clima e poderão morrer pras próprias nevascas. – Markis deu uma pausa, tirou o elmo e afagou os cabelos. – Eu preciso de um grupo de voluntários para fazer uma tarefa delegada ao nosso pelotão, o general Von Vas Hausen deu ordens para que um grupo de batedores fosse até o norte verificar como está o avanço do exército orc. Se vocês aceitarem falem comigo amanhã ao anoitecer, por hora estão dispensados.

O que os aventureiros fariam agora?

Game Master escreveu:Podem interagir a vontade, fiquem livres para andar ela cidade e conversar. É turno livre para todos incluindo Eric e Sérpico. O turno livre termina até meu próximo post. Fiquem a vontade para narrar ações dos NPCs ou pequenos acontecimentos na cidade mas nada de muito espalhafatoso. Usem o bon senso! Em último caso vetarei qualquer coisa que achar abusiva.

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Aproveito este espaço para deixar meus préstimos ao meu colega de equipe GM Zato por ter lido toda a história escrita na ficha do Bluesday!!!

Parabéns fera! Você é mitológico!
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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Laser Beetle em Sab Ago 09, 2014 1:18 pm

Ouvia com atenção o brutamontes, enquanto pensava que ele parecia estranhamente bem informado pra um camponês como os outros. Talvez fosse um ex-soldado, ou um mercenário, julgando pelo jeito como falava do exército. Eric percebeu que ele não parecia querer mais conversa, então tratou de beber o resto da sua sopa em poucos goles e se levantou, colocando-a junto com as demais. Pegou o "poncho" que um dos lenhadores havia lhe emprestado para não morrer de frio, e vestiu-o. O manto cobria quase que completamente sua silhueta, chegando até a altura dos joelhos, e como se isso não bastasse, Eric ainda enfiou as mãos nos bolsos para esquentá-las.

As mãos e os pés, especialmente, passavam frio naquele lugar.


- Obrigado pela informação, acho que vou conversar com esse gnomo. Meu nome é Eric, se precisar de alguma coisa, ficarei feliz em retribuir sua ajuda, só me procurar. - Apesar de ser parte da sua personalidade retribuir toda ajuda recebida, ele tinha uma estranha sensação de que o grandão não iria querer papo com ele mais. Ainda assim, mantinha um pensamento positivo de que - se Eric não pudesse - a Luz um dia iria retribuí-lo.

Seguiu, em silêncio, para os fins da cidade. Pela descrição do brutamontes, a casa parecia ser fácil de achar. Eric respirava com força, exalando ar quente pela boca e pensando que talvez ele morreria antes mesmo que os orcs atacassem, se o exército planejava esperar o inverno naquele inferno congelado.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Sérpico em Qua Ago 13, 2014 1:35 pm

O malucão deveria ser o que parecia: algo além de um trabalhador. Sua critica ao exército e às medidas defensivas do Vilareijo provavam isso. Sérpico acenou de volta, em concordância. Quase perguntou, então, por que o homem trabalhava. Mas o outro cara chegou ali perto e falou algo curioso. Sérpico o conhecia de vista apenas, e não tinha certeza se sabia o nome dele. Era jovem, como Sérpico, só que mais saudável e disciplinado. E o que ele disse foi sobre a hipótese de não ser um exército, de talvez ser um engano.

O cara forte recomendou ir falar com o Guinle, um gnomo. Sérpico ficou ali um tempo, pensando. E por fim resolveu seguir Eric (era Eric? Sérpico achava que sim) até a casa verde. Nem se despediu do homem com machado.

Ei – chamou, apertando o passo até alcançar o outro. – É Eric, certo? Sou Sérpico. Fiquei curioso pra falar com o gnomo.

E seguiria até lá com o irmão de circunstância... mas Sérpico ainda era movido pelo egoísmo, lógico. Isto é, não queria de todo saber da guerra e de seus orcs. O gnomo até poderia ter informações bacanas, mas isso não era prioridade para Sérpico. O gnomo – segundo o que Sérpico ouvia por aí sobre gnomos – poderia manjar de feitiçaria. Então Sérpico gostaria de ter uma prosa com ele sobre a doença que carregava.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Saphira em Qua Ago 13, 2014 3:10 pm

Ser uma soldado a serviço do exercito nunca passou pela minha cabeça, era algo o qual eu não imaginava nem em meus tempos como humana. Sempre vivi minha vida para ser livre, não receber ordens, ter apenas a mim e a minha consciência como cúmplice em minhas jornadas. Apesar de muito disso ter se perdido após minha transformação, ainda me sentia livre o suficiente para, ao menos, escolher meu próprio destino, meu lar, meu teto, meu objetivo, e até mesmo minha própria existência nesse mundo. Mas agora tudo isto ia por água abaixo graças a um descuido e ao azar de ter entrado no meio de uma batalha da qual eu nem sequer tinha algo a ver. – 6000 contra 2000? Pft. Isto será um banho de sangue, se quer saber... – Resmunguei num tom baixo, mas caso ele quisesse realmente, poderia me ouvir dizendo aquilo. Não era o tipo de coisa que eu gostaria de dizer a um oficial de maior patente, mas era a verdade, infelizmente. Nossas chances eram muito poucas, os números estavam totalmente contra nós e ainda por cima o exercito era desunido em alguns aspectos. Que chances tinham estes homens contra um exercito três vezes mais numeroso de orcs? Cada vez mais eu me sentia numa cilada, uma armadilha mortal da qual eu minhas chances de sair vivas diminuíam a cada minuto. – Desculpe-me por isso, mas se com “tarefas arriscadas” você quer dizer, missões suicidas, pode ter certeza de uma coisa. Minha vida é muita mais importante que qualquer ordem, objetivo ou pessoa que esteja atrelado a mim. – Um modo indireto de dizer que se as coisas ficassem complicadas demais, eu seria a primeira a fugir para salvar minha vida, e muito provavelmente, sem tentar mover um dedo para salvar alguém do grupo. – Humpf... Prefiro sair dessa vila um pouco a ficar presa fazendo trabalhos braçais, aceito a missão desde ja. Se tem algo pior do que se arriscar em nome de uma causa que não é minha, é trabalhar em nome de uma causa que não é minha... – E quando terminei de falar, saí dali e caminhei de volta em direção a rua onde estava “hospedada”, mas não sem antes ser abordada pela mulher de cabelos ruivos, Lyza Simons, que se mostrara curiosa com minha presença no vilarejo.

- Sim, eu mesma. Lyza, correto? Me faço esta mesma pergunta desde que cheguei aqui... Estava em busca de algo, e achei que poderia encontrar nesta região, mas tive o desprazer de ser pega em meio a essa confusão...

- Mas e você, por que aceitou de tão boa vontade lutar por aquele General? Sua vida não vale isto, seja por qual for a causa, acho que está cometendo um grande erro...
– Hoje realmente era um dia atípico, meu humor estava tão flutuante quanto um balão. Talvez por conta da “má alimentação” providenciada por este vilarejo, ou pelo encontro pouco motivador com o general.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Lyza Simons em Ter Set 02, 2014 10:53 am


Esperança…

As palavras de Saphira poderiam soar um tanto ásperas aos ouvidos de muitos, mas Lyza entendia muito bem o que se passava na mente da Drow. Era difícil entender porque uma pessoa se sujeitava a tal papel por uma causa que parecia perdida. Mas para Lyza, Calm era como se fosse seu novo lar, sua casa, o lugar que a acolheu quando ninguém mais o fez em tempos difíceis. Compreendendo a duvida da mulher, Lyza esboçou um meio sorriso antes de responder a Saphira. – Certo ou errado é algo muito relativo... Não a julgo por pensar assim, muito menos penso que isso seja a coisa mais sensata a se fazer. Assim como você mesma já disse, nossas chances são poucas, essa guerra tem tudo para se tornar um banho de sangue, onde o nosso sangue é que será derramado. Mas se este for o meu destino, não irei lutar contra ele, apenas seguirei adiante... – Lyza poderia ser interpretada como uma louca suicida ao dizer aquilo, mas só ela entendia que tipo de ideais passavam por sua cabeça. Talvez um desejo oculto de dar um fim a sua vida realmente existisse, mas ela não era movida somente por isto, sua força de vontade ia além daquilo. Talvez o sentimento mais apropriado para definir a maga naquela momento era esperança.

- Se não gosta de estar aqui, por que ainda não foi embora? Não é do costume de seu povo lutar por desconhecidos, ainda mais um ser arrogante como aquele general... – Lyza então começou a virar o jogo contra Saphira, no intuito de descobrir algo mais sobre a mulher misteriosa e suas motivações para estar ali... – Não gostaria de tomar algo? Acho que uma bebida cairia bem para esquentar nessa noite fria. - ... E por que não convinda-la para tomar algo? Uma companhia para tomar uma caneca de hidromel naquela noite gelada seria uma ótima opção antes de descansar.



[Desculpem a demora, eu estava em processo de mudança, até conseguir organizar tudo na nova casa e pedir a reinstalação da internet foi um sufoco.]

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Kamui Black em Sab Set 13, 2014 1:31 pm

- C18 -

- 200 Lodians por semana não é um valor muito alto, mas é melhor do que nada. - Respondi em um tom meio aborrecido. - A situação não parece nada boa para nós, não é? Diga-me, qual vantagem obteremos em descobrirmos a posição dos orcs? Se já sabemos seus números aproximados e que estão vindo para cá, o que mais há para descobrir - eu não temia nem um pouco parecer ignorante à aquele capitão. A realidade é que eu já trabalhava como mercenário há alguns anos, mas nunca travei uma guerra e não conhecia as maiorias das táticas. O que eu conhecia era atacar e dilacerar, lutar e sobreviver, nada mais. Aguardei o que ele tinha a dizer antes de responder-lhe. - Irei nessa missão com você, mas me manterei bem longe deste tal exercito. Não quero ter que enfrentar algo que certamente significaria minha morte.

Depois de terminar de conversar com o capitão eu voltei-me a atividade que tinha em mente antes de ser levado na presença daquele general arrogante. Caminhei pela cidade atento ao que eu podia ver, tanto em termos de proteções que estavam sendo erguidas quanto com o comercio para ver se encontrava alguma arma ou armadura que fosse de meu interesse. Não eu não encontrasse nada com o que eu possuía para gastar, mas se pudesse conseguir algum novo equipamento isto não seria nada mal.


Perdoem a demora por tão pouco, mas fiquei esperando outro jogador para ver se havia algo para interagir...

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por NR Nayruni em Ter Set 16, 2014 4:07 pm

@ Sérpico e Eric

Sérpico e Eric decidiram se unir para ir conversar com o tal gnomo, Guinle, se eles estavam lá arriscando suas vidas para proteger aquele pedaço de terra, que ao menos soubessem o que estava acontecendo. Nada mais justo então do que procurar informações com quem realmente sabia das coisas.

Achar a casa de Guinle não foi difícil, era uma casa muito exótica, paredes verdes e telhado laranja, destacava-se das casas ao lado e do próprio cenário, era como se tivessem transportado uma casa de verão direto para aquele lugar frio e gélido que eram as montanhas.

Quando se aproximaram sentiram que a casa exalava um odor estranho que eles jamais haviam sentido, era um cheiro suave e adocicado similar ao cheiro de rosas, mas diferente, não era possível distinguir o odor.

Game Master escreveu:Vocês estão sentindo cheiro de chocolate, rosas e laranjas, mas chocolate não é um artigo normal no mundo medieval portanto vocês não conhecem o cheiro.

A dupla aproximou-se da porta que tinha uma argola de ferro como campainha. Bateram e assim que o fizeram ouviram uma voz masculina fina e rouca gritar pedindo para aguardarem. Um minuto depois a porta se abriu e eles puderam ver Guinle, O Alquimista.

Ele era baixo e atarracado, vestia-se com roupas marrons largas e cheias de bolsos, o corpo estava todo coberto por manchas diversas, seus cabelos grisalhos se espalhavam despenteados por sobre seus ombros, ele tinha preso na cabeça uma espécie de monóculo que cobria o olho esquerdo. O gnomo encarou a dupla de visitantes e baforou seu cachimbo, o monóculo esticou-se e retraiu sem o gnomo usar as mãos para isso.

Quem são vocês e o que querem aqui? – Perguntou em tom meio antipático, parecia mal humorado. Estava claro que Sérpico e Eric teriam só uma chance de falar o que queriam e qualquer palavra errada significaria uma porta fechada.


@ Saphira e Lyza

A conversa entre as duas ia se desenrolando, embora Saphira demonstrasse um grande mau humor, Lyza não se intimidava, muito pelo contrário, continuava sua aproximação da colega.

Game Master escreveu:Desculpa mas não tem o que narrar pra vocês duas, acho que a interação entre vocês é importante então podem continuar, vocês estão livres para narrar. Se forem pra uma taverna, narrem ela como um lugar lotado de gente, muita bebida e música. Apesar do clima de guerra as pessoas estão tentando esquecer seus problemas quando vão lá para beber. Aliás, podem continuar interagindo e postando uma com a outra, quando eu achar apropriado interromperei.


@ Skazka

Você viu algo que atraiu sua atenção, você deixou de prestar atenção à conversa dos outros e foi saciar sua curiosidade.


@ Kirshin

O capitão franziu a testa e coçou a nuca pensativo antes dar dar sua resposta a Kirshin.

Bom, eu não sei por que eles querem saber a posição dos orcs. Nós não estamos em posição de atacar ninguém, mas vai entender aqueles loucos do planejamento? Mas fique tranquilo, a missão de vocês não é enfrentar o exército é só ver onde ele está. Por hora você está dispensado, tire o resto do dia e descanse. – Markis mal terminou de falar e foi se dirigir para seus afazeres, o pobre capitão não parava um momento.

Sem mais nada para ter o que fazer, Kirshin decidiu que iria passear pela cidade, talvez ele pudesse encontrar algo de útil, pensou em ir à loja de armas, mas chegando lá a encontrou fechada com uma placa com os dizeres: Fechado - Exército de Hilydrus. Ficou claro para o meio-demônio que o exército havia confiscado todas as armas e armaduras da loja. Kirshin teria que contar com o que tinha em mãos.

Estava quase desistindo de tudo e pensando em ir para um leito qualquer e dormir quando sentiu um cheiro estranho, um odor adocicado desconhecido. Movido pela curiosidade Kirshin deixou-se levar até chegar à rua ao lado onde havia uma casa de paredes verdes, uma casa exótica e muito diferente das demais. Na entrada da casa Kirshin pode ver dois sujeitos (Nota do GM: Sérpico e Eric, olha a descrição deles nas fichas). O meio-demônio pode ver quando eles bateram à porta e foram atendidos por um gnomo que parecia ser o próprio mau humor em pessoa.

Restava agora decidir o que faria.


XP:
Spoiler:
Eric, Sérpico e Saphira ganham 300 XP por atraso. Lyza ganha 100 e Kirshin 50.

O prazo para postar vai ser até o próximo domingo.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Kamui Black em Ter Set 16, 2014 8:25 pm


- C19 -



Finalmente consegui verificar o que aquela pequena cidade tinha a oferecer. De fato, a maior parte das pessoas estavam concentradas na atividade de proteger a cidade, construindo suas barricadas e torres. Fiquei um pouco decepcionado ao ver que a loja de armas estava fechada. Pelo visto teria que contar apenas com minha cota de malha e minhas espadas longas para o que quer que viesse a seguir.

Comecei a andar pela cidade agora procurando algum local para dormir. Estava um pouco frio e isto me incomodava um pouco. Fiquei feliz em ter roubado aquelas roupas de inverno que eu usava. O mercenário não precisaria mais delas de qualquer maneira. Foi então que eu reparei em uma cena que me chamou a atenção: havia uma casa muito estranha e dela saia uma outra criatura tão estranha quanto. Eu não conhecia aquela raça, tinha o tamanho de um goblin, mas sua aparência era muito diferente. Junto dele haviam dois rapazes... e aquele era Sérpico? Sim, era o Sérpico bem ali, exceto se ele possuísse algum irmão gêmeo.

Finalmente havia ali um rosto conhecido... Alguém com o qual eu já havia dividido um campo de batalha antes. Senti vontade de falar com ele, se me juntasse a ele e a Lyza eu sabia que haveria mais duas pessoas na qual eu podia confiar nas habilidades de combate ao meu lado. Mas eu não queria atrapalhar o diálogo que eles estavam tendo com o estranho ser que saiu daquela casa então resolvi apenas observar o que aconteceria. Apesar disso, procurei me aproximar. Não tentava me esconder, mas também não procurava chamar muita atenção.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Saphira em Sex Set 19, 2014 9:58 am

O discurso daquela mulher era deveras inspirador, não fosse pela quantidade de tolices ditas num único período. Como alguém podia ter tal mentalidade insana e suicida em mente? Em certas ocasiões, eu ainda me perguntava se queria voltar a ser humana de novo, apenas para ter o desprazer de me ver numa situação como a desta mulher. Perdida em seus próprios ideais, iludida por uma visão limitada do futuro, a qual os mais tolos chamam de “destino”. Se o destino realmente existisse, quais eram seus planos para mim? Tornar-me uma assassina sem coração e sem personalidade? Tirar-me tudo aquilo que eu tinha e me jogar num mundo cheio de incertezas e desesperanças? Pois se era isto... O destino falhara miseravelmente. – Um belo discurso, mas não compartilho dos mesmos pensamentos que você... Se ainda estou aqui é porque não tive escolha melhor... – Eu a segui noite adentro pela vila, mas já era bem tarde, e em breve estaria na hora de partir em busca de alimento, não demoraria para que as ruas esvaziassem por completo, a não ser pela presença dos soldados patrulhando. Mas não pude deixar de me surpreender ao receber o convite da ruiva para ir a uma taverna, como ainda tinha algum tempo, resolvi que não faria mal acompanha-la, mas tomaria todo o cuidado para não acabar revelando a ela minha verdadeira natureza. – Acho que não fará mal uma bebida. – Então a acompanhei até a taverna mais próxima, puxando meu capuz para esconder a cabeça e o rosto dos demais.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Lyza Simons em Sex Set 19, 2014 10:18 am

Lyza cmainhava pelas ruas nevadas de Calm acompanhada da mulher intitulada Saphira. Esta parecia não concordar com os pensamentos um tanto fantasiosos da maga, mas ao menos era educada o suficiente para respeitar seu modo de agir. Lyza sentiu naquela mulher uma ótima oportunidade de fazer uma nova amizade, companheiros em quem pudesse confiar numa hora aquela eram essenciais, e não só por isso. Mesmo tendo não tendo certeza, Lyza já sabia que os motivos pelos quais Saphira ainda permaneciam nesta vila eram contra sua vontade, realmente andar sozinha pelas estradas geladas em tempos como estes era extremamente perigoso... A maga logo se lembrou de Aldarion, que saiu em disparada com o cavalo para fora dali. – Venha, conheço um lugar bem aconchegante, acho que vai gostar. – Lyza as guiou até um lugar já conhecido por ela, uma taverna pequena, porem bem aconchegante e que servia uma ótima bebida. Ao chegarem, Lyza sentiu aquela breve sensação de estar de volta em casa, a tranquilidade, aquela sensação que tivera somente na época em que chegou a ilha e instalou-se nessa cidadezinha. Quando suas preocupações eram nada mais que trabalhar para ter o que comer no dia seguinte, ou consertar os remendos de sua humilde casa... Será que sua casa ainda existia? Quem sabe, eram questões as quais ela não teria resposta tão cedo. A taverna em si era pequena, tinha apenas 4 mesas dispostas aleatoriamente pelo salão apertado. Todo feito em madeira escura dos pinheiros da montanha, mas ainda assim, bem iluminado devido ao tamanho e a disposição de varias lamparinas velhas. O balcão era grosseiro, era quase um tronco descascado e tombado de lado a frente da prateleira de bebidas, e do outro lado deste, dois homens serviam os indivíduos que chegavam. – Duas canecas de hidromel, por favor... Importa-se de tomar o mesmo que eu? – Já havia pedido, então não faria muita diferença sua resposta.

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Laser Beetle em Dom Set 21, 2014 9:21 pm

Enquanto caminhava, ouviu uma voz chamando atrás de si, e girando no lugar percebeu que um rapaz familiar se aproximou. Se chamava Sérpico, um nome esquisito aos ouvidos estrangeiros de Eric, e parecia querer falar com o gnomo também. Eric sorriu, convidando-o com um tom brincalhão.

- Graças a Luz! Não vejo coisa alguma nesse lugar, um par a mais de olhos é uma bênção. - Disse, forçando os olhos pela cidade mau-iluminada. Apesar de ser um rapaz consideravelmente sociável, não conversou durante a leve caminhada até a casa de Guinle. Estava cansado, com sono, frio e tinha uma incerteza estranha sobre tudo aquilo. Só podia imaginar que era a Luz lhe perturbando a consciência a fim de mostrar a verdade obscurecida.

Quando chegaram ao casebre misteriosamente cheiroso, Eric tomou a frente para dar três batidas firmes na argola de metal. O primeiro gesto do loiro ao ser recepcionado foi se curvar levemente ao perceber que o gnomo não se tratava de um maluco qualquer, e sim - julgando pelas suas roupas e aparatos mecânicos - de um intelectual. Talvez um cientista? Explicava o cheiro.


- Me chamo Eric, mestre Guinle. - Fez uma pequena mesura para deixar Sérpico se apresentar, se quisesse. - Somos voluntários à defesa da cidade, e soubemos que o senhor tem alguns detalhes sobre a situação. - Se levantou, olhando o gnomo nos olhos agora. - O exército não nos diz nada, seria muito pedir alguns minutos do seu tempo?

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por Sérpico em Seg Set 22, 2014 12:12 am

“Graças à Luz?”, pensou, confuso e meio divertido. Depois foi só caminhada, sem papo nem nada. Por Sérpico, tudo bem. Mas não resistiu soltar um

─ Ele gosta de chamar atenção ─ quando viu a casa do gnomo.

Eric tomou a frente e o gnomo apareceu na porta. Sérpico ficou só encarando o sujeito, tentando desvendá-lo com um olhar demorado, interpretando aquela ferramenta ocular. Mas aí Eric foi cortês, se abaixando um pouco e tal, e Sérpico se obrigou a fazer o mesmo, pra não estragar a performance do colega. Se tem que interpretar, que seja bem interpretado.

─ E eu sou Sérpico ─, disse, pegando a deixa de Eric. Olhou disfarçadamente para dentro da casa do homem, pela brecha da porta, se fosse possível, pra avistar algo que pudesse gerar aquele... cheiro.

Mas: “foco, foco”. Esqueceu a curiosidade e lembrou do por quê ter ido até ali. Disse:

─ Um soldado mencionou que o senhor sabe algumas coisas sobre os orcs que ameaçam essa região. ─ Será que Sérpico estava indo rápido demais? ─ É verdade?

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Re: [Comum] UAOM - In The North of The Island

Mensagem por NR Nayruni em Dom Out 12, 2014 6:53 am

@ Sérpico e Eric

Guinle encarou a dupla e ouviu suas respostas, por alguns segundos não disse nada, apenas continuou encarando, seu olhar viajava de um rosto a outro, ora mirando Sérpico, ora mirando Eric. Ficou um tempo sem dizer nada, abaixou a cabeça olhou para o vazio e coçou sua pequena barbicha que nascia grisalha do seu queixo.

Hummmm está bem podem entrar, mas não mexam em nada, em NADA entenderam? Fui claro? Nada de nada com nada! – Disse apontando seu dedo indicador que era curto e atarracado como o dedo de uma criança de 5 anos.

Depois deu um passo para o lado e abriu caminho para que a dupla pudesse entrar, Eric e Sérpico se entreolharam e então entraram, assim que o fizeram Guinle fechou a porta atrás deles com pressa, quase batendo em Sérpico que entrava por ultimo.

Do lado de dentro casa de Guinle era ainda mais impressionante, mesas e prateleiras lotadas de bugigangas das mais variadas, desde pequenos bonecos em miniatura, sistema de alambiques para poções, vários pequenos caldeirões e cadinhos e diversos outros aparatos completamente desconhecidos. Tudo isso espalhado de forma desordenada, por todos os lados, pelas prateleiras nas paredes, nas mesas, pendurados no teto e até no chão, Sérpico e Eric tinham que tomar cuidado para não esbarrarem em algo.

Game Master escreveu:Imaginem que vocês estão vendo microscópios, robozinhos ambulantes como aqueles que a gente compra nas lojas de brinquedos, cadinhos e caldeirões fumegantes e vários objetos.

Então vocês vieram aqui por causa de informações, certo? É vocês devem ser mais inteligentes que o restante dos soldados e mercenários contratados. – Guinle falava sem olhar para seus visitantes, estava ocupado jogando pitadas de pós desconhecidos dentro de uma sequência de cadinhos conectados por tubos.

Eu avisei esses idiotas que os orcs estavam chegando, eu havia visto eles chegarem... EI ESPERE! – A frase do gnomo terminou abruptamente quando ele se virou para olhar Sérpico e Eric novamente. Correu até eles e segurou o braço de Eric. – Quase que você esbarra na minha mais nova criação. Oh céus! Humanos são tão desastrados.

Quando Eric olhou para ver o que era a tal criação, viu um suporte com uma poção contendo um líquido amarelo e vermelho que incrivelmente não se misturava mas ficava girando em um redemoinho infinito dentro do frasco.

Poção de encolhimento, muito útil, mas muito perigosa. Lembro-me de ter sido contaminado por ela e fiquei uma semana tão pequeno quanto um rato. – Explicou o gnomo agora soltando o braço de Eric. – Vocês querem saber sobre os orcs? Eu posso falar sobre o que vi, sobre os orcs, não... Eu posso fazer mais que isso. – A face do gnomo mudou, seus olhos brilharam e sua expressão assumiu um ar misterioso, sua boca se moldando em um meio sorriso. Era a expressão de quem tinha algo maravilhoso e surpreendente para mostrar.

Vou levar vocês para olharem com seus próprios olhos, vou lhes mostrar o Megalóculum! – Anunciou, abrindo suas mãos como se estivesse apresentando algo grandioso. Mas afinal o que era esse tal Megalóculum?


@ Saphira e Lyza

O ar da taverna era acolhedor para Lyza, mas desagradável para Saphira, tantas pessoas ali com todo aquele barulho e todo aquele fedor misturado ao cheiro de comida que lhe era inútil. Saphira não era uma assassina fria e sanguinária, pelo menos não sem um bom motivo, mas depois de tanto tempo consumindo o sangue dos humanos, sua visão sobre a espécie se distorceu um pouco a tal modo que para ela, todos eram comida, alimento em potencial, rebanho. E ninguém gosta de estar no meio de um rebanho.

Mas tudo bem, aquilo era algo que ela poderia suportar, pois sua acompanhante era atraente, ela de alguma forma se sentia atraída por ela como uma espécie de ímã. Existia alguma coisa em Lyza que interessava a vampira e ela não sabia explicar.

Já Lyza por outro lado, se sentia muito bem naquele lugar, o calor e odor da comida saborosa permeando o ar eram acolhedores. Estava com um pouco de fome mas decidiu começar a rodada com duas canecas de hidromel. O pedido demorou um pouco a sair, o lugar estava lotado e os donos ocupados demais, tão ocupados que eles desejariam ter 4 braços para usar em lugar dos dois habituais.

A dupla de garotas ficou um tempo em pé bebendo no balcão mesmo, até que por sorte viram um casal se levantar e abandonar uma mesa mais reservada. Não perderam tempo, foram lá e tomaram a mesa para si antes de qualquer outro. Conversa ia e vinha, os assuntos começavam a fluir entre Saphira e Lyza, até a chegada de alguém que não foi convidado, mas que ainda assim se fez de metido.

O sujeito apareceu sem aviso, simplesmente pegando uma cadeira e colocando na mesa das garotas para sentar em seguida, rapidamente, sem dar tempo de uma resposta negativa. Lyza jamais vira aquele homem, ele era alto, pele clara, cabelos curtos e espetados e seu rosto era idêntico ao de Aldarion, na verdade ela poderia jurar que era Aldarion, porém ele se vestia diferente e tinha bem menos músculos que o guerreiro.

Saphira por outro lado conhecia muito bem aquele homem irritante, aquele maguinho folgado, aquela praga que ela ao mesmo tempo tinha vontade de sugar até a ultima gota do sangue mas ao mesmo tempo vontade de se afastar dele.

Game Master escreveu:Kalahan se veste com um manto azul fracamente decorado com bordados dourados mas cheio de bolsos, vocês podem ver por dentro do manto um cinto cheio de poções e pergaminhos presos, nas mãos o mago possui vários anéis diferentes, um para cada dedo e braceletes estranhos feitos de ouro.

Olá senhoritas! ─ Disse ele em tom cínico. ─ Que noite maravilhosa! Oh! Hidromel! Faz muito tempo que não tomo isso, mas não só eu, acho que você também, não é mesmo Saphira? ─ A pergunta do mago e seu olhar provocador levantaram um arrepio em Saphira, será que o maldito iria revelar sua natureza a Lyza? ─ Mas que falta de educação a minha, nem me apresentei, prazer me chamo Kalahan. ─ Apresentou-se à Lyza fazendo uma leve reverência.

No instante seguinte os dois taverneiros chegaram e encheram a mesa de comida da mais variada de tal forma que alguns pratos ameaçavam cair para fora da mesa.

Ai está meu pedido, vamos comer fartamente enquanto conversamos. ─ Disse a misteriosa figura.

Quem era aquele homem afinal? O que ele queria?

@ Kirshin

O capitão franziu a testa e coçou a nuca pensativo antes dar dar sua resposta a Kirshin.

Kirshin observava tudo escondido, viu Sérpico e Eric sumirem pela porta e esta se fechar logo em seguida. Não perdeu tempo e se aproximou da janela, por sorte paredes de madeira nunca foram boas em isolar sons e Guinle falavam bem alto o que possibilitou a Kirshin ouvir a maior parte da conversa.

Game Master escreveu:Desculpe amigão, não tem muito o que postar pra você. Agora você está na mesma cena que a dupla composta por Eric e Sérpico, quando quiser agir é só falar.

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