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Templo de Janiya

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Templo de Janiya

Mensagem por ADM GabZ em Qua Fev 26, 2014 12:39 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Templo de Janiya


Localizado bem próximo à Floresta da Tortura, o templo é onde se concentra o aprendizado e a prática de magia negra. Sacerdotes e necromantes praticam suas artes proibidas sob a proteção de uma divindade já esquecida pelo tempo. Eles acreditam que Janiya, a Deusa da Noite, está adormecida sob seus pés, e por isso as práticas ali são mais poderosas devido à grande energia vindo da deusa. Aqui acreditam que ela foi dilacerada por Zaltar, o Deus do Sol, por obstruir seu caminho e não permitir que a noite dominasse. Ela acumula vingança século após século.

Demônios, ghouls, humanos e quaisquer outras raças são aceitas neste lugar corrompido. Algumas das práticas necessitam de auto-flagelação, onde os fiéis oferecem seu próprio sangue para evocar seres e entidades poderosas. Alguns oferecem a própria vida em pactos desastrosos. Outras práticas, no entando, requerem apenas conhecimento profundo de poções e venenos, com sacrifícios animais ou não. Alunos podem aprender a arte das trevas: maldições, envenenamentos, encantamentos, necromancia, demonologia e mais. Com estudo e treino, é possível evocar servos demoníacos, rescussitar mortos e até mesmo causar pestes e doenças.

O templo é obscuro, cercado por árvores retorcidas. Em seu andar térreo, um vasto espaço com bancos reservados às rezas de seus fiéis, e um altar explendoroso reservado para seus sacerdotes. O lugar é iluminado por lamparinas fantasmagóricas, dando uma aparência aterradora até para as menores sombras. Portas laterais levam a quartos mal acabados e a uma cozinha mal-cheirosa. Escadas levavam a cômodos superiores, os aposentos dos Sacerdotes. Duas portas atrás do altar levam ao subsolo do templo. Lá haviam inúmeros cômodos diferenciados: celas aguardavam por vítimas, e salas de tortura ainda tinham sangue fresco. Salões subterrâneos garantiam rituais reservados e sem interrupções. Podia-se dizer que o templo é como um iceberg, onde o que está para fora da terra é apenas um pequeno pedaço do todo. Alguns demônios que foram evocados por inexperientes ainda agonizam em algumas das salas.

Os sacerdotes deste lugar estão sempre a procura de mercenários para buscar especiarias — e até mesmo alvos de sacrifício. O pagamento sempre é satisfatório, seja em peças de ouro ou em serviços.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:26 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Razorheart em Sab Jan 23, 2016 9:14 am

rapaz engoliu seco com a resposta de sua mãe. Por algum motivo que ele não sabia dizer, aquelas palavras soaram pesadas. Era como se uma grande decisão fosse acontecer naquela noite. Mas o que poderia ser? Ele não lembrava de nada, então simplesmente afastou aqueles pensamentos para viver aquele momento. Loras sorria com cada demonstração de afeto de sua família. Ele havia sentido os olhares estranhos de seu irmão, mas resolveu apenas ignorar e saborear aquele pão quentinho e gostoso que dançava no interior de sua boca. Tudo isso também era um jogo: se ele demonstrasse preocupação, estaria se condenando.  

Aquele momento poderia não passar da rotina de dia-a-dia de uma família simples de camponeses ou pobres habitantes de uma cidade, mas a ele era um espetáculo o qual assistia em deleite. Era sua própria vida. Sua infância roubada que retornava. Se os deuses realmente existissem, eles deveriam estar sorrindo para Loras agora.  

O menino quase se candidatou para ajudar seu irmão. Os músculos de suas pernas chegaram a enrijecer. Melhor deixar as coisas correrem no seu fluxo — concluía. E, mesmo assim, nem foi preciso: seu próprio irmão agora o convocava. Por mais que estivesse curioso sobre o tal doce, havia alguém com quem sua natureza o dizia que precisava estar agora: Joshua, seu irmão mais velho. Ele desconfiava. Como a semente de uma erva daninha, era preciso tomar conta daquilo logo antes que suas raízes estivessem profundas demais.  

Loras se levantou, demonstrando estar de prontidão. Antes de sair, porém, organizou os talheres e a louça na mesa da forma que facilitasse para quem fosse retirá-los. Depois se aproximou de sua mãe e lhe deu um beijo estralado na bochecha.

— Até mais, mamãe!  

E saiu apressado para alcançar o irmão mais velho. Seus passos eram ritmados. Por vezes pulava uma pedra ou outra, como uma verdadeira criança.

— Hey, Joshua, o que nós vamos caçar hoje?

Claro, não precisava mais do que um olho para deduzir que iriam caçar. Certamente buscar alimento para a família, pelo Merida disse. Algo muito importante, já que eles eram tão pobres. Mas mais do que tudo, Loras estava preparado para lidar com um outro assunto. Ele não o iniciaria, entretanto. Se realmente a desconfiança ainda pairava na cabeça de seu irmão, este falaria alguma coisa, então o rapaz estaria preparado. Durante o caminho, ele estava atento e aguardava instruções de seu irmão.

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Qua Jan 27, 2016 11:14 am

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Kalysta em Seg Fev 22, 2016 12:16 pm

Merida deu um sorriso e se pôs de pé com o beijo do filho, como toda a mãe atenciosa, ela não pode deixar de desejar a seus dois pequenos que se cuidassem. Já do lado de fora Loras via o vilarejo onde morava com certa curiosidade, todo o lugar esbanjava simplicidade e humildade, não era um lugar de ricos, com certeza, mas também não chegava a ser paupérrimo como os subúrbios encardidos por onde costumava andar. Era simplesmente um lugar onde pessoas simples, camponeses, artesão, pescadores, e outros menos afortunados tiravam seu sustento e viviam suas vidas de forma pacata e sem muito luxo. Mas uma vida relativamente feliz, onde não lhes faltava o que comer, e onde dormir a noite.

Não demorou até que estivessem fora da vila, não era tão grande assim, sequer tinha um muro para protege-la, apenas uma paliçada de madeira rústica que cuidava de deixar os animais ferozes do bosque bem longe das plantações e das crianças. Loras alcançou seu irmão antes mesmo de saírem do quintal de casa, e dali daquele ponto até a saída da vila, Joshua não disse uma palavra, mas a todo instante, lançava um olhar em seu irmão, como se quisesse certificar que era ele mesmo, e que estava tudo certo. E Loras por sua vez, também não iniciou aquele assunto, apesar de em seu intimo querer falar sobre ele, não queria ter a iniciativa, pois sabia que se ele começasse, só aumentaria ainda mais as suspeitas do irmão.

- Eu queria pegar aquele maldito porco do mato que vive assustando as outras crianças a noite. Mas eu nunca o encontro... Dizem que ele fica pra lá do bosque, perto das colinas. Mas os caçadores dizem que não é seguro ir lá. – Ele apontava para longe, além do bosque, um grupo de colinas arborizadas que ficavam mais distantes. Ele falou aquilo e depois olhou para Loras, como se buscasse sua aprovação no ato, talvez testando-o, qual seria a reação de Loras ao ouvir a proposta? Será que o repreenderia? Aprovaria? Era difícil dizer, Loras não lembrava, sequer tinha uma pista do que fazer.

- Você parece um pouco estranho hoje, você está bem? – Perguntou Joshua, mas agora demonstrava já um pouco de preocupação, sem olhar diretamente pra seu irmão. Estavam perto do bosque, seus olhos agora cerravam enquanto ele analisava e se atentava aos movimentos dos arbustos e animais. Joshua parecia ser o tipo de irmão mais velho que gostava de cuidar dos mais novos, ser o responsavel e protetor. Como sua mãe Merida dizia, o segundo homem da família.

[Desculpe o grande atraso. x.x +250exp pra voce.]

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Razorheart em Ter Mar 01, 2016 9:11 am

felicidade pode ser construída sobre o sólido alicerce da justiça e da verdade. Um terreno fértil e produtivo, aclamado. Mas, às vezes, é necessário cortar um cultivo para que outro possa brotar em seu lugar. Às vezes, quando não se tem os tijolos da pedra forte, é necessário construir com frágeis tijolos de vidro e de mentira. Se fizer bem o bastante, talvez eles se tornem o poderoso cristal ou até mesmo o indestrutível diamante. Então por que as pessoas temem tanto seus instintos internos de mentir e manipular? Do que ter vergonha? Se tudo que importa, no final, é a felicidade.

Loras pareceu feliz toda vez que sentia que seu irmão o olhava. Pareceu de propósito. Escancarava um largo sorriso na face, beirando a inocência e ingenuidade. Sorriso esse que ele desenhava milimetricamente, mas que era tão natural quanto um de verdade. Ele estava feliz, afinal. Então não era de todo uma mentira. Seus olhos vagueavam por aquele vilarejo como se o visse pela primeira vez — o que, de fato, era. A pobreza e a simplicidade, tão distante do que ele sempre imaginou para si, ainda assim, tão ajustado. Parecia que aquele mundo inteiro havia sido feito sob medida. Mas quando se constrói um castelo de vidro, é necessário tomar cuidado para não se perder nos infinitos corredores de espelho.

— Eu tive um sonho ruim esta noite... — O menino Loras se encolheu um pouco, denotando fragilidade. Ele evitava mirar os olhos de Joshua como se temesse que algo terrível pudesse acontecer. — Eu sonhei com uma outra vida e nela você estava morto...

Uma mistura de verdade e mentira, intencionada a tornar aquela história difícil de ler. Mais do que satisfazer a pergunta final de seu irmão, ela tornaria plausível também a segunda resposta, sobre o porco, e então não importava quais palavras Joshua esperava ouvir, o que Loras tinha a dizer deveria fazer completo sentido.

— Talvez a gente não deva... talvez a gente deva ficar em segurança apenas por hoje. Eu não quero que nada aconteça com você. — E seus olhos cor de fogo miraram os do irmão com tanta vida que ele poderia jurar que era verdadeiro o amor que Loras sentia por ele. E talvez fosse, afinal.

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Kalysta em Ter Mar 15, 2016 5:12 pm

Joshua se surpreendeu ao ouvir as palavras do irmão, mas pareceu surtir certo efeito, o rapaz engoliu a historia e desde aquele momento em diante, Loras pode sentir que a desconfiança de seu irmão havia diminuído bastante com relação a ele. Eles entraram no bosque pouco tempo depois já não conseguiam mais ver o vilarejo, eles caminharam bastante, mas não encontraram nenhum animal, se conseguissem ver as colinas dali, veriam que já estavam além da metade do caminho para elas. Talvez Joshua não soubesse dessa informação, mas tanto ele quanto Loras, perceberam que havia algo estranho naquele bosque.

- Não é estranho? Todos os animais sumiram. Ouça... – Os dois pararam de súbito, mas tudo que lhes vinha aos ouvidos era o som da brisa que remexia as folhas das arvores. Nem pássaros, nem animal qualquer se fazia presente, os únicos seres vivos naquela floresta até então eram eles dois.

- Será que aquele porco do mato espantou todos os animais também? – Ele parecia falar bem sério. Mesmo sendo o mais velho, ainda era uma criança, sua ingenuidade e senso de percepção não iam além do que seus olhos e sua mente inocente podiam ver ou mensurar. Mas Loras? Ele tinha toda a experiência de um adulto, e mesmo não se lembrando bem de seu passado, ele podia sentir dentro de si que era muito mais do que um simples javali que estava agindo naquele lugar.

- Vamos continuar, mamãe já deve estar preocupada, temos que encontrar algo logo. – O garoto seguiu em frente, ele parecia determinado a encontrar uma caça e leva-la para casa.

[Desculpe o atraso, kitkat. +100EXP pra vc.]

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Sab Abr 30, 2016 4:15 pm

A conversa entre a garota e o Treant pareceu ja responder algumas das poucas duvidas que possuia, pois na verdade não se importava muito sobre o que tinha acontecido realmente, isso era assunto do Treant, apenas ficou curioso sobre terem um feitiço como aquele capaz de dominar uma criatura dita ser o "guardião" de uma floresta rodeada por criaturas nefastas. Um encantamento interessante que ate poderia um dia buscar por ele...

Mas o foco era outro e a resposta da garota sobre sua arma lhe foi satisfatoria e agora tinha mais do que certeza de que era para o templo que deveria ir com pressa. O caminho desde que deixaram o Treant foi mais fácil e chegar ao templo não se mostrou nenhuma dificuldade.

Era possivel sentir forte e palpavel a energia do local, realmente merecia o titulo de templo das artes das trevas, pois mesmo ainda não tendo uma magia específica, sentia que era muitissimo mais fácil manter sua forma e a energia que drenava do ambiente lhe era muito satisfatória e prazerosa, como se um camponês estivesse se deliciando num banquete de um nobre pela primeira vez. Observou bem o local, comentando com a garota enquanto seguiam.

- Ja veio aqui bastante vezes? Será que quem lhe ensinou ainda aceita novos alunos? hehe Gostei do lugar, acho que poderia passar um bom tempo se ela me aceitar...

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Razorheart em Ter Maio 03, 2016 11:59 am

silêncio podia ser bem reconfortante às vezes, estar sozinho com nada além dos próprios pensamentos. Mas não naquela situação. Por mais que fosse bom ter as dúvidas do irmão caladas, havia um outro silêncio que era exageradamente perturbador: o daquela floresta. Dava quase para ouvir o eco dos próprios pensamentos. A cada passo ficava ainda mais desconfortável. Uma paranoia persecutória brotava, como uma mancha maldita, no coração de Loras. Era como se grandes e famintos olhos os acompanhassem bem de perto. Sim, os olhos de um predador. Um terrível e nefasto predador que havia calado toda a floresta. É assim como se diz: um dia é do caçador e outro da caça. Bem, melhor não estar no lugar caça.

— Espero que seja só um porco mesmo... — Respondeu ao irmão em desabafo. O rapaz de cabelos como o céu realmente esperava não ter que enfrentar outra coisa. Afinal, eles eram só crianças.

Achou melhor manter o olho bem aberto. Para não haver dúvidas, tratou de arregalar os dois e de dar atenção aos ouvidos. Nunca se sabe quando alguma coisa poderia saltar de um canto qualquer com dentes pontudos e afiados. Não iria querer acabar como lanche para um animal qualquer. Sua vontade mesmo era de fugir, mas deveria admitir que não queria decepcionar sua mãe ou talvez seu irmão. Aquele deveria ser o sentimento que movia Joshua.

— Talvez pudéssemos achar comida em outro lugar... Estou com uma sensação ruim sobre este lugar...

Seria bom evitar o perigo. Loras nunca foi muito fã desse tipo de aventura. Os animais não costumavam dar muito ouvidos às suas mentiras e astúcia. Mesmo assim, sentia que era inevitável, como um pesadelo. Ele também não abandonaria seu irmão, ou pelo menos não enquanto isso não fosse significar salvar a própria pele. Bem a frente, às vezes encarava aquelas montanhas. O que será que existia nelas? Não conseguia lembrar delas.


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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Shaorin em Dom Maio 29, 2016 8:32 pm

@ Bones

A situação onde estava era muito mais complicada do que esperava. Tinha esperanças de sair livre daquela situação, mas pelo visto sairia ate morto. Não confiava nas pessoas que estavam ali para ajudá-lo, preferia na verdade resolver tudo aquilo e partir. Ainda assim, demoraria muito para que isso acontecesse. A arvore gigante veio em sua direção e aquilo deria complicado de lidar. Os outros, na tentativa de ajudá-lo, correram junto entre suas pernas para leva-lo direto para um precipício perto obde poderiam acabar com aquele monstro.

A fada de sangue tinha o plano de usar o fogo para exterminar a árvore gigante enquanto caia do precipício, não precisavam que ela voltasse de repente. Com um grito, avistaram o desfiladeiro, com a criatura urrando de forma descomunal e fazendo o chão tremer a cada passo, desequilibrando-os. Assim que chegou perto, a fada grita para que Bones corresse rente ao desfiladeiro. Assim, sem questionar, o fez quando viu a criatura enorme o seguindo. Para sua sorte, esse tipo de criatura não usava o cérebro. E sem esperar, a fada lançou feitiço na grandiosa árvore, fazendo varios cipós sairem em meio à floresta e passar pelas pernas da criatura e derrubá-la desfiladeiro abaixo, quase levando Bones consigo, fazendo-o desviar dos ramos da árvore, enquanto ela caía e pegava fogo com a magia da fada vermelha.

Assim pararam, olhando demoradamente para a criatura pegando fogo ate cair com um baque forte, explodindo de uma vez. A fada vermelha e seus companheiros se entreolharam e suspiraram exaustos.

- Bom. Acho melhor acabarmos por aqui. Não conseguiremos mais nada se continuarmos por aqui e...

Mal tinha começado a falar quando surgiram três criaturas encapuzadas, Bones e os outros conseguiram sentir uma força descomunal emanar dos três. Se observasse bem, veria que miasmas saiam de suas costas. Um deles se aproximou de Bones e estendeu a mão gelida, verde de manchas negras e garras compridas. Quando ergueu a cabeça, viu através do capuz seus olhos amarelos brilhantes.

- Ele te espera...- Sua voz era baixa e gutual, e foi dita apenas uma vez.

Bones percebeu então que eles eram do templo, chamando-o para se juntarem a eles mais uma vez. Ficaram olhando para ele esperando a resposta, ate que viraram e começaram a andar diretamente para o templo. Caso Bones decidisse acabar com a aventura ali com a fada e quisesse aprender mais, os seguiria.

E então o fez.

Um bom tempo passou dentro do templo e seus dons evoluíram junto com seu conhecimento. Chegou um momento que quase nem os livros o satisfazia mais, até surgir um novo mestre e novos livros, era um acontecimento normal do qual se acostumava. Não conhecia muito do trmplo, afinal nem mesmo quem morreu ali conhece, mas sempre tinha a curiosidade por conhecer mais.

Num dia em que estava em seus aposentos se preoarando para mais um dia de estudos quando um dos serviçais bateu na sua porta.

- O mestre o chama. - Sem dizer mais nada, saiu fechando a porta. Aquilo era estranho. O mestre nunca o chamou por um serviçal e ainda mais naquele horário. Ao chegar na sala principal, abriu a porta e entrou, lá estavam o mestre e mais dois treinadores.

- Depois de um bom tempo de estudos, temos o paradeiro da Espada de um dos reis de Takaras, Kruk, o sugador de almas. Sabemos que seu paradeiro está perto daqui, logo depois dos precipícios. Está num templo escondido por entre as rochas, não é de fácil acesso, mas achamos que você é o mais indicado mais para esta missão.

Os dois treinadores de entreolharam em silêncio incômodo.

- Como não teve objeção por seus treinadores, se aceitar, terá três horas para arumar seus pertences para partir. Poderá escolher uma arma, basta dizer que eles o entregam.
Estava claro que alguma coisa estranha estava acontecendo ali e muito perigosa, mas era a primeira missão que pediam queria que dizer que alguma coisa tinha feito certo. So que a única coisa de diferente é que de todas as vezes que via alguem ser mandado para uma missão, esta pessoa não voltava.

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Seg Maio 30, 2016 12:57 pm

Após aquela jornada pelo jardim feliz, também conhecido como floresta da tortura, Bones chegou ao templo e curiosamente já lhe esperavam, ao que parece seria acolhido por eles como um aprendiz. Decidiu se despedir da garota, quem sabe outra vez poderia acabar cruzando com ela em Takaras ou na floresta. Como presente de despedida, a garota passou instruções sobre sua foice conforme Bones havia perguntado,mas levaria algum tempo para treina-la.

Tempo. O tempo passava naquele local que ele nem sentia, a todo momento, incansável, estava a devorar livros ou ter instruções, dia e noite, com uma voracidade inesgotável, quanto mais lhe ofereciam maus ele queria. Lia sobre tudo inicialmente, tentando ter uma visão geral do mundo, mas então sua aptidão e curiosidade foram lhe encaminhando para ramos mais sombrios, pelo menos para os mortais, pois a necromancia para ele não era boa nem má, era algo que existia e devia ser estudada e compreendida, usada da melhor forma. Afinal, era uma ferramenta e tudo dependia de como era usada, da mesma forma como uma pena, que pode escrever uma linda carta de amor ou matar alguém enfiada no pescoço.

Treinava sempre que podia, não precisar dormir era-lhe uma dádiva, treinando tanto os assuntos de seus instrutores quanto aquela foice e algo mais peculiar de si mesmo que um dia poderia vir a fazer muita diferença, razão pela qual ainda não a havia dominado ainda, percebendo que poderia manipular melhor suas próprias forças além de se manter estável fisicamente,era como se concentrar em fazer mais coisas ao mesmo tempo, muito difícil no início, mas estava pegando o jeito.

Foi então que foi convocado, algo curioso pois fugiu a rotina do lugar. Seguiu conforme instruído e lhe foi explicada sua missão, ou pelo menos o que queriam que ele soubesse... Mas o fato é que partiria em uma missão, buscando o que deveria ser um artefato de nome bem convidativo. Perguntaram-lhe sobre uma arma e prontamente respondeu, de forma educada como sempre, pelo menos quando falava com alguém hierarquicamente superior ou que lhe tratava bem.

- Agradeço se puder ser uma Foice, estou mais familiarizado com tal tipo de arma, senhor.

Fato, pois quando surgiu no mundo, ao lado do altar havia seu livro e uma foice, tendo usado-a por alguns anos, até ter perdido-a na segunda vez que morreu. Era um tipo de arma fantástica, defendia e comprida como um bastão, corta e perfura
, lâmina localizada de forma a acertar mesmo que o inimigo bloqueie o golpe. Uma arma incomum para alguém incomum, nada mais justo.

Uma vez sendo dispensado, iria juntar o necessário, não tinha ou precisava de muitas coisas mesmo, no máximo seu fiel companheiro, seu grimorio que nomeou de Necronomicon, a arma assim que recebesse, um vestuário simples (manto com capuz, botas e luvas) e uma pequena bolsa, com uma pequena faca, ingredientes simples de necromancia e frascos para quem sabe algumas amostras, coletar algo e caso fossem um pouco generosos algumas gemas de energia, para caso ficasse com fome no caminho...

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Shaorin em Qui Jun 09, 2016 9:11 pm

A resposta de Bones fez brotar um sorriso nos lábios das três criaturas. Enquanto se arrumava em seus aposentos, um de seus treinadores bateu à porta e entregou um saco obde dentro tinha uma foice*.

- Cuide muito bem dela, é uma das armas mais importantes daqui, e se voltar com o que pedimos posso dá-la a você, quem sabe. - E abriu um sorriso torto mostrando os dentes pontiagudos.

Tempo depois Bones estava pronto e partiu para o lugar solicitado. Por ver o desfiladeiro ao longe e pequeno, talvez levasse quase três dias para chegar. Sua vantagem era de que não precisava dormir ou descansar muito e Takaras não era um lugar quente, pelo contrário, aquela parte era muito gélida.

Já tinha passado do meio do dia quando passou pelos portões do templo e foi tomado por uma estrada coberta por árvores e arbustos, animais diferentes, coisas que não se encontra no templo. Vez ou outra encontrava algum andarilho que o observava de cima a baixo e passava o mais longe possível.

Parando poucas vezes para descansar, e cada vez que o fazia, sentia uma intensa energia emanar da foice,como se a pulsasse. Sentia que poderia fazer qualquer coisa e vencer quem quisesse estando em seu poder.

O entardecer tinha chegado e animais obscuros,assim como Bones, apenas ossos, surgiam de todos os lugares. Alguns atacavam os outros, vivos, e sugavam sua vitalidade ate ficarem, literalmente, pele e osso. A sensação daquela cena macabra até trazia repulsa e incômodo para alguns, além do cheiro de putrefação.

A primera noite não demorou a chegar, e quando enfim veio, não precisou andar alguns passos paara perceber uma presença em algum lugar, mas não conseguia distinguir donde ela vinha. A estrada estava quase que completamente escura, com apenas a luz fraca da Lua que iluminava, mas não era muito pois há quase meio metro Bones mergulharia na escuridão, e por algum motivo imaginou que viria dali aquela presença.





* foice = Bones! Como é uma arma que ganhara de fizer tdo direitinho, deixo livre sua escolha da imagem. Os detalhes na foice sou eu q descreverei mas ela em si,pode procurar e colocar aqui a imagem.


Ps1. Ferias começaram. Feriaaaas x3






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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Qui Jun 09, 2016 10:57 pm

Spoiler:
[off: UHUUUUUUL xD amo quando meus narradores entram em ferias e tem mais tempo pra aparecer xD hehehe ]

O sorrisinho de seus instrutores poderia ser entendido como alegria pelo tipo de resposta ou sarcasmo duvidando de que fosse um dia retornar, mas isso não era algo que ele próprio duvidava, pois independente de qualquer coisa, retornaria, isso era fato, a menos é claro que conseguisse morrer de vez no meio do caminho, o que poderia ser uma proeza e no momento não gostaria, pois havia tomado gosto pelos estudos e sabia que mais o aguardaria dali por diante.

Seu instrutor adentrou no quarto trazendo o item, achou magnifica logo quando bateu os olhos nela, podia sentir o potencial da arma mesmo antes de pega-la e ao toca-la sentiu sua força, parecia sob medida para ele.

- Então farei o meu melhor para merece-la, senhor.

E então houve a partida. Pela sua condição física, partir de dia ou de noite pouco lhe diferenciava, estando tudo pronto, seguiu seu caminho. Haviam lhe instruído em que direção seguir, então assim o fez, seguindo pelo caminho, vez ou outra encontrando algo curioso pela estrada, mas por mais que pudesse ser algo repulsivo para mortais normais, para ele beirava uma certa curiosidade em vez como era "diferente" aquele meio macabro.

Seus pensamentos estavam a revisar tudo que havia aprendido no templo, treinando mentalmente, recordando-se dos encantamentos que havia decorado e elaborado, percebendo o quão produtiva sua estadia naquele lugar ja havia sido e muito mais o aguardava, então falha não era uma opção, precisava voltar e continuar pois sentia que não havia chegado a nem 5% de todo seu potencial.

A noite tomou o lugar do dia e mesmo com seus olhos, as trevas do lugar teimavam em obscurecer sua vista, algo que pela primeira vez experimentava e se sentiu desconfortável, pois eram poucos metros a frente que poderia ver, então decidiu manter uma prontidão um pouco maior pois havia uma presença mas ainda não havia se revelado, decidindo segurando firme sua foice com sua mão e não mais usando-a como um cajado como fazia ao longo do caminho, preferindo deixa-la pronta, caso fosse precisar atacar ou defender, reduzindo discretamente sua velocidade para que pudesse prestar mais atenção no que acontecia ao seu redor...

Spoiler:
[off2: sobre a foice, consegui duas fotos, uma da parte superior dela (no caso as runas são de um azul gelo) e outra da parte inferior, ligadas no meio pela argola de ambas...


Spoiler:
[off3: e as exps ??? xD ja to doido pra subir de nivel e ainda teve mais 50tão dessa semana que passou, fora das semanas paradas e da aventura ate o templo xD to achando q vai dar quase 1lvl e meio huahuauhhua]

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Shaorin em Qua Jun 15, 2016 8:22 pm

Bones estava a espera de um ataque, mas a única coisa que veio foi o grasnar de dois corvos na árvore seca ao lado. A presença que sentia começou a vir de uma direção só, na frente, donde a escuridão o engolia. Assim que passou, longe da vista dos corvos, onde tudo era vazio e escuridão, os olhos dos corvos brilharam nusm tom branco e seus bicos se abriram e saíram voando para dentro da escuridão junto de Bones.

O ataque não demorou, porém veio de onde menos sentia e esperava: de trás. Um dos corvos visto outrora deu um razante e bicou dua cabeça de tal maneira quqe quase caiu para frente. Escutou um ruído de algo rasgar pele e carne e movimentar ossos e um outro ataque veio do escuro: era uma mão quase do tamanho da de Bones, coberta de penas. O corvo tinha se transformado num humanóide. Ouvia o bater de bicos, mas não conseguia ver muita coisa por causa das nuvens que cobriam a lua e deixava-o em completa escuridão.

No momento do segundo ataque, que foi seguido e com o bico, a Lua clareou onde estava por um instante e pôde ver a criatura: um humanóide coberto por penas, dois metros e meio de altura, bico amarelo de meio metro, olhos esbranquiçados brilhantes e mãos compridas com garras pontiagudas. Abriu o bico e dele pingou uma gosma esverdeada que ao pingar no chão saiu fumaça. Era ácido.

E então atacou Bones com ferocidade, bicos e garra.

Ps1. Bones, quero ver a foto da foice...de você colocou aqui, não vi hehe.


Ps2. Pela demora e por terminar a sua historia anterior e pela paciencia.... dou 1200 exp, ou seja, evoluiu. Hehe Pode add à sua ficha.


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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Qui Jun 16, 2016 12:19 am

Sentia que algo estava errado, mas não conseguia entender ou predizer o que poderia ser, aquela sensação aumenta e quando menos espera o ataque vem pelas costas. Uma... bicada? Estranhou aquele ataque, quase não conseguindo acreditar, parecia que os corvos é quem estavam ali para ataca-lo, quase o derrubando com uma força no mínimo desproporcional.

- Essas galinhas pretas tão pensando que vão me derrubar !?

E então houve a transformação e a lua revelou um pouco sobre o quem eram, deveriam ser algum tipo de metamorfo, havia lido um pouco sobre eles, criaturas capazes de mudar de forma, algo bem nojento na opinião dele. Ficava a pergunta de por que estava sendo atacado. Talvez entrou inadvertidamente no território deles? Ou quem sabe estavam caçando por ali? Bom, não interessava muito o motivo naquele instante e sim o fato que precisava se defender.

Imediatamente recuou sua perna direita e segurou com as duas mãos sua foice na horizontal, com a lâmina um pouco mais para atras. Deveria tomar cuidado com a baba, tanto nele próprio quanto em seus pertences, afinal, era novinha a foice e não pretendia desgasta-la tanto assim sem mal ter saído do templo, vai que ainda estava sendo observado, seria um vexame.

Iria se defender do ataque, mas não aparando de forma seca como um escudo recebendo o ataque pois sabia que era mais fraco e não suportaria uma disputa de força com o golpe e se feriria, mas decidiu sim direcionar o golpe com o cabo da foice para sua lateral direita, movendo o corpo para a esquerda, dessa forma era quase como se a criatura fosse passar pelo seu lado, onde Bones planejava um encontro de pescoço ou corpo versus lâmina.

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Shaorin em Qui Jun 23, 2016 5:41 am

O corvo passou direto e o ataque veio seguido pelo cabo da foice de Bones, acertando-o em cheio. Engasgou, balançando a cabeça, soltando aquela saliva ácida para todos os lados, respirando nas roupas de Bones e corroendo parte delas.

O humanoide foi para trás, ainda engasgado, quando então surgiu outro daquele mesmo ruído de quando a criatura se transformou. Era o outro corvo. Enquanto o outro se recuperava, o que tinha acabado de aparecer avançava para Bones com as garras em riste para arranhá-lo no rosto. Fez o mesmo movimento seguidos, fazendo-o ir vários passos para trás na escuridão para escapar.

Com isso. Vinha o outro logo atrás, mão fixa em forma de espada, proto para fincar em suas costas e levantá-lo para que o outro atacasse em seu rosto com o ácido.


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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Qui Jun 23, 2016 1:17 pm

Sua defesa e contra-ataque funcionaram, conseguindo golpear a criatura a ponto de faze-lo engasgar, contudo enquanto ele se sacudia respingava aquela baba por todos os lados, podendo perceber o pequeno estrago que fazia em sua roupa, preferindo não imaginar o que faria com seus ossos caso o acertasse.

- Bicho nojento!!! Esse era meu manto mal trapilho mais novo! Tinha só três anos de uso e meio continente caminhado!!!

Nem mesmo naquela hora conseguia segurar suas piadinhas, ou melhor, era justamente naquele tipo de momento que mais gostava de reagir assim, procurando provocar o adversario e tirar-lhe a concentração, o que geralmente acarretaria em algum erro ou falta de cuidado, que ele próprio adoraria explorar.

Mas então foi possível perceber que o outro também começou a se transformar e logo veio ao seu encontro, tentando golpea-lo. Tentava se esquivar e tirar de sua direção o golpe com sua foice da forma como podia, mas estava sendo pressionado, tendo que recuar para não ser acertado. Um ja seria um trabalho e tinha logo dois para encarar...

Foi então que percebeu, os dois estavam tentando coordenar um ataque, um vindo pelas costas e outro pela frente, algo completamente fatal caso fosse acertado. Mas uma ideia inusitada lhe veio em mente, um pouco arriscada mas seria parecido com a que tinha usado contra aquele Treant na floresta.

- Não percebi que eram um casal, não vou atrapalhar a união de vocês!

Enquanto tirava sarro, aproveitou o momento e se agachou um pouco para tomar impulso, esticou sua foice para o lado direito e pulou lateralmente para esquerda, sua intenção era de que os dois atingissem um ao outro, enquanto que a inercia de seu pulo iria puxar a foice com força, tentando provavelmente acertar as pernas daquele que a lâmina estivesse no caminho.



[off: ae chefia, so to aguardando autorizarem minha HE pra eu usar, num sou muito bom na porrada não, to improvisando, prefiro deixar meus soldados fazerem isso hehehhee]

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Shaorin em Ter Jun 28, 2016 5:31 am

A ação de Bones foi rápida e suficiente para que pudesse se esquivar do ataque e atacar, o que foi ruim para a criatura da frente, que recebeu o golpe inteiro direto no peito e arregala os olhos, abrindo a boca, cuspindo o ácido no rosto do corvo que o feriu. A criatura urra, cobre os olhos e cai contudo no chão pelo ataque de Bones, batendo o bico e quebrando no meio. O outro corvo por sua vez, está morto.

Urrando de ódio, solta um rasnar alto e estridente o suficiente para que Bones fosse obrigado a cobrir o lugar onde deveriam estar os ouvidos por reflexo, era um ruído estridente, deixando Bones tonto e bastou isso para a criatura avançar em sua direção e atacar de todas aa formas, com mãos e bico, sem enxergar nada, só tendo o cheiro e barulho como guia.




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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Qui Jun 30, 2016 8:05 pm

Seu pulo foi no momento certo, nem ele próprio acreditava que havia funcionado mas para deleite de sua visão, viu que ambas as criaturas haviam se acertado, uma delas tombando já sem vida e a outra em profundo sofrimento por ter sido atingido nos olhos com a baba gosmenta do morto. Bones caiu meio sem jeito mas não pretendia ficar no chão e tão logo eles se acertaram, já tratou de se levantar e preparar sua foice pois ainda havia outro a combater.

O grito foi inesperado, imaginava sim que poderia gritar de dor mas não de forma ensurdecedora como aquela, o forçando a instintivamente e inutilmente tentar cobrir os ouvido que não tinha, gritando de raiva no mesmo instante.

- Fica quieto, urubu gigante! Tá fazendo meu crânio parecer um tambor tremendo!

Entretanto aquelas palavras acabaram por denunciar sua localização e mesmo cego o inimigo avança em sua direção para novamente tentar golpea-lo. Para sorte de Bones, estava cego, então inúmeras formas de como acabar com ele lhe passaram na cabeça naquele instante, mas a que iria fazer pela urgência do ataque desesperado do inimigo era provavelmente a mais simples e eficaz.

Como vinha desenfreadamente em sua direção sem saber o que acontecia e se guiando apenas pelo sonhos de suas palavras, Bones apoiou a parte da lâmina de sua foice no chão e levantou a ponta oposta para sua frente, que tinha uma pequena lâmina reta, semelhante a uma lança. Pretendia com isso empatar a criatura, ou melhor, deixar que ela se empatasse por conta própria devido a todo aquele ímpeto desenfreado, procurando se afastar um pouco caso conseguisse, para evitar respingar o ácido nele.



[off: ae chefia, num sei se reparou, mas gosto de colocar umas reações do bones aproveitando as passagens do narrador pra ficar mais fluido, completa e divertida a cena hehehe se algo não bater ou alguma sugestão, tô a disposição hehehe]

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Shaorin em Qua Jul 06, 2016 5:47 am

Bones esperava que a luta se resolvesse na base da sorte já que seu foco sempre foi magia. A manobra de colocar o cabo da foice para cima e ativar a lâmina, seu objetivo era surpreender e acabar com a criatura da mesma forma que seu parceiro; e por incrível que pudesse parecer isso quase aconteceu. A criatura fincou a arma próximo ao coração e gritou loucamente que faria até a lâmina estremecer.

Sem esperar muito, segurou a arma de Bones e puxou o corpo para trás, arrancando a lâmina enquanto o sangue escorria. Estava claro que a sua vida não duraria muito depois daquilo, mas queria ter certeza de que a vida dele não seria a única a ir embora. Puxou a foice para trás numa tentativa de segurar a foice e, se não conseguisse, empurraria-a na direção de Bones e gritaria, soltando seu som ensurdecedor até que Bones não aguentasse mais e tivesse de soltar, e caso ele solte, ele viraria a foice do lado certo e faria em bones uma sucessão de golpes, e caso ele conseguisse segurar mesmo assim, empurraria a foice para frente com força e, quando ele fosse para trás, soltaria a arma para que ele se desequilibrasse e fosse para cima dele com as garras em riste para crava-las em seu peito.



Dica: quando fizer o post . Sugiro que coloque um movimento caso sua manobra dê certo e outra caso dê errado.

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Dom Jul 10, 2016 10:35 am

Preparar aquela emboscada parcialmente havia dado certo, embora o golpe não tivesse sido fatal e agora tudo indicava que sua sorte estava acabando, pois a criatura estava mais ensandecida do que nunca e mesmo que não sobrevivesse parecia ter convicção de que não iria para a tumba sozinha, queria de toda forma continuar a atacar.

No momento que a criatura agarra sua foice, ele imediatamente a solta e corre lateralmente para direita, iria usar as árvores como proteção dos golpes e, por ele ter praticado, sabia que uma lâmina de foice golpeia de forma diferente do que uma espada ou lança, um dos motivos pelo qual adorava a arma, então seu maior cuidado era ficar de olho e evitar golpes.

Conforme correu, aquele grito tentava atordoa-lo novamente mesmo inutilmente tentando cobrir os ouvidos que não tinha, então se distanciar um pouco poderia ser bom, algo próximo de uns 5 metros, pois também não queria perde-lo de vista ou correria o risco de ser pego de surpresa.

Sabia que a criatura estava cega, iria usar sua foice e estava gravemente ferida. Não sabia o nível certo da habilidade da criatura, mas sua cegueira era certeza quase absoluta que dificilmente iria acertar o lado certo da lâmina dela, provavelmente iria bater mais com o cabo do que ela, mas era melhor mesmo assim não arriscar. Pretendia cansa-lo, deixa-lo dar alguns golpes a esmo, jogando alguns galhos e pedras em direções laterais dele para distrai-lo e esperar uma oportunidade que ele mostrasse fraqueza.

Caso não conseguisse cumprir seu plano, restaria-lhe agarrar uma pedra e tentar desviar de um dos golpes da criatura pois a foice era uma arma um pouco mais lenta do que uma espada ou lança, meio desbalanceada e com centro de equilíbrio diferente, exigia golpes mais longos, e por isso tentaria acertar-lhe um golpe com a pedra em mãos, mirando provavelmente nas mãos ou cotovelo da criatura para desarma-lo.

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Shaorin em Seg Jul 11, 2016 8:56 pm

A ideia de Bones foi boa, apesar de toda aquela névoa que não o deixava enxergar quase nada, conseguia achar as árvores pelo tato e escapar de um encontrão que poderia deixá -lo desnorteado e levar o golpe de sua própria foice. Isso o fazia lembrar do que seus treinadores o avisaram antes de sair do templo: seria dificil. E estava sendo.

A criatura golpeava sem parar, aumentando a velocidade cada vez que ouvia o ruído que Bones fazia, grasnando e impulsionando seus ataques mais e mais fortes, mesmo batendo nas árvores. O tempo foi passando, e como Bones previu, a criatura estava mesmo se cansando, até que ele ouviu um barulho mais forte vindo de Bones e golpeou com força num so grito.

Foi aí que percebeu seu erro: tinha golpeado a árvore e foi tão forte que agora não conseguia arrancar a foice dali. Desesperado, buscou alguma coisa que ajudasse; Bones só notou que ago estava errado quando a criatura parou de atacar e grasnar e só se ouvia uma movimentação de penas.



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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Qui Jul 14, 2016 1:26 pm

Precisava e estava sendo o máximo de meticuloso possível, analisando a situação e procurando alternativas, tentando usar sua arma mais poderosa a seu favor, sua inteligência, e estava tendo resultado pois parecia que a criatura estava se cansando rapidamente, seja pelos golpes a esmo ou seja pelo ferimento, mas o fato e de que Bones sabia que ja era hora de preparar o contra ataque.

Ouviu o golpe mais forte e barulho vindo da criatura, provavelmente havia cometido algum erro e não conseguiria mais usar arma, torcendo para que ela não tivesse quebrado, gostava dela... Enfim, decidiu pegar o primeiro objeto próximo que pudesse usar como arma, seja uma pedra ou galho, e avançar contra a criatura, não gritando como um bárbaro frenético, mas de forma mais sorrateira e agil, pelo menos tentando ser, pois não queria ser um ladrão que espera horas e se move como uma tartaruga...

A arma poderia estar presa e a criatura sem ver, então provavelmente poderia ate usar novamente a mesma tática, de faze-la se chocar contra a lâmina da parte de oposta, mas para isso precisaria golpea-lo na direção que gostaria que ele avance, provocando-lhe erros após erros, conduzindo-o e enfraquecendo-o.

Existia a possibilidade de que ele poderia estar tentando algo para fugir talvez, isso sem duvida faria Bones atacar com mais impeto, mirando principalmente em sua cabeça ou ombro, afinal, mesmo que virasse uma ave, não poderia voar com o braço quebrado...

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Shaorin em Ter Jul 26, 2016 1:45 pm

Aquele era o momento que Bones precisava para acabar com aquilo. Pegou um galho e sua intenção era acertar a cabeça ou o ombro, assim a criatura se machucaria e iria para frente, direto para a parte da lâmina que esta no cabo. O risco desse plano não dar certo era só o da criatura percebê-lo pelo olfato ou senso de movimento, mas com cheiro Bones não precisava se preocupar: osso não tem cheiro. O movimento foi rápido: se esgueirou o mais rápido que pôde e bateu com tudo o galho na cabeça da criatura, de trás para frente para que seu corpo acompanhasse o movimento.

Não deu tempo nem da criatura gritar. Seu bico se abriu e se tivesse olhos com certeza estariam arregalados. Seu coração estava fincado na lâmina retrátil da foice. Sangue escorria do animal morto, e junto com sua morte, a escuridão se ia junto com aquela densa neblina e Bones via onde aquela luta toda havia chegado: à beira do desfiladeiro.

Estava próximo da ponta do dedfiladeiro, mais alguns metros e até poderia ter caído. Dali, podia ver o vasto terreno de Takaras como o Castelo do rei bem na frente, há muitos e muitos Kilometros; à esquerda o labirinto e à direita seria o cemitério, deixando para trás do templo.

O que deixava preocupado era embaixo, o lugar exato onde pediram. Era vasto como o deserto dos ossos, coberto de pedras, estátuas e pilastras gigantescas sendo muitas delas quebradas uma na outra e amontoadas, prontas para qualquer deslize cair em cima de quem quer que seja. No meio formava um tipo de redemoinho e tinha um buraco negro que não sabia dizer daquela distancia onde daria.

Aproximando-se do começo do desfiladeiro, percebeu que tinha marcas na parede que desciam formando uma especie de escada, uma mistura de terra e pedras, que foi entalhada por andarilhos através do tempo. Quando começou a descer, sentia a terra estremecer a cada degrau, e quanto mais fundo estava, mais nublado ficava o céu, como se onde entrava fosse um novo domínio separado de Takaras. Uma sensação de morte pairava, o que respondia o fato de haver vários esqueletos espalhados pelo campo. Quando chegou ao chão, precebeu que tinha ficado do tamanho de um grão de areia em vista da grandiosidade do castelo em ruínas, pilastras e as próprias paredes do desfiladeiro. O que quer que fosseou quem fosse que morasse ali, era muito grande. Colossal.


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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Qui Jul 28, 2016 5:36 pm

O golpe fatal acabou por fim com a criatura, trazendo uma satisfação ao perceber seu êxito e notar o efeito da escuridão ir desaparecendo, pelo visto eles ou quem quer que houvesse os mandado era o responsável por prejudicar sua vista, algo que poderia ficar mais aliviado por voltar a enxergar normal.

- Criatura deplorável, agora faz o favor de sair da minha foice porque não tenho a morte toda pra passar aqui tirando ela dessa besteira que você fez...

Falava ele com o corpo já sem vida da criatura, tirando-a da foice e tirando sua arma dali, dando uma olhada para ver se ela estava suas condições já que foi usada tão inabilmente...

Mas por falar em visão, por um momento até preferia não ver tão claramente, pois pode observar o que lhe aguardava, algo que nem imaginava existir por ali e agora deveria entrar nesse ambiente em sua missão.

- será que ainda estou mesmo em Takaras? Tô achando que a escuridão me trouxe pras Terras da Morte, olha o tamanho disso... [/i]

Seu espanto apenas aumentou ao chegar no chão, vendo o quão ínfimo era diante do lugar. Espantado sim mas não com medo, pois estava curioso em saber que tipo de ser viveu ou ainda vive por ali que mereça tamanho exagero em construções como aquelas.

- Aposto que deve ser a porra do menor anão do continente que fez isso, eles adoram compensar desse jeito, tudo gigantesco, como se fazer algo grande mudasse suas estaturas hehehe

Foi pensando, refletindo e rindo sozinho, levantando algumas hipóteses enquanto prosseguia, contudo iria prestar a atenção pois se aqueles dois o atacaram, era possível que viessem outros, sejam predadores oportunistas ou armadilhas em seu caminho, ficou atento. Procurou se aproximar dos esqueletos, quem sabe algum pertence útil ou de valor, geralmente mortos não tem tempo de guardar suas coisas em casa. Iria tomar cuidado ao se aproximar, poderia ser um morto vivo, mas mesmo assim iria procurar.

- Primo, a quanto tempo! O que você tem aí pra mim?
[/i]


(off= so d curiosidade, rola uma exp pelo atraso? ^^ )

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Shaorin em Sab Ago 06, 2016 10:35 am

Bones não encontrou muitos esqueletos dos quais pudesse roubar itens, mas encontrou alguns insteressantes: um colar com uma joia verde em forma de gota; em outro; bem nas costelas, encontrou algumas moedas de prata e ouro, total era de 100L$; num outro bem mais perto do castelo, segurando ma mão direita, um saco de couro contendo uma pedra negra em forma de triângulo, que ao segurá-la, sentiu seu corpo estremecer. Algo tinha de diferente naqua pedra, mas ainda não era o momento de saber.

Caminhou por quase meia hora para observar, percebendo que o chão se inclinava para o centro, direto para o buraco negro. O chão é composto de areia, fazendo-o perder equilibrio, sendo direcionado direto para lá. Conforme se aproximava, viu que tinha uma escaa antiga que descia em espiral e sumia na escuridão. O vento que saía dali de dentro poderia comportar duas temperaturas tão distintas? Dali vinha uma presença diferente da que sentia de fora, que era mais calmo e sossegado, diferente daquele buraco que transmitia inquietude, como se a qualquer momento algo fosse atacá-lo.

Sim. So no fim qdo matar o boosssss!!! Hehe

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Re: Templo de Janiya

Mensagem por Bones em Seg Ago 08, 2016 11:17 pm

Parecia que seus primos ossudos não queriam colaborar muito em lhe fornecer pertences de valor considerável, tendo conseguido apenas algumas moedas e um colar com uma pedra verde, quem sabe poderia vender por algum dinheiro ou trocar por algum pergaminho talvez? Mas o último item que encontrou foi o mais interessante, pois além do formato peculiar, não parecia ser uma joia pela coloração e era capaz de sentir que havia algo de diferente nela mas infelizmente não conseguia definir. Pelo menos não ali naquele lugar, não estava concentrado totalmente naquilo, pois precisava perceber os arredores.

Decidiu continuar, precisava encontrar o artefato e só lhe restava um caminho, seguir em frente. Com cuidado e usando o cabo de sua foice como cajado de andarilho para dar-lhe apoio, prosseguiu pelas areias rumo ao que parecia ser uma escada que levava diretamente a escuridão.

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