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Centro de Takaras

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Centro de Takaras

Mensagem por ADM GabZ em Seg Fev 24, 2014 1:47 pm

Relembrando a primeira mensagem :


O centro da cidade de Takaras não é diferente do resto dela: obscuro e sombrio, lar de diversos seres malignos e criaturas variadas. Apesar de tudo o lugar não é absurdamente perigoso, a não ser que você incomode alguém. Orcs, trolls, necromantes, demônios, ghols e sacerdotes das trevas são comuns, mas também é fácil encontrar anões, humanos, goblins e até elfos. Corrompidos ou não, os habitantes e visitantes costumam ser sociáveis — algumas vezes até demais.

Neste centro existem diversas casas e algumas lojas de especiarias. Algumas vezes acontecem brigas um tanto feias, mas os corvos, abutres e estranhas criaturas necrófagas contribuem para livrar-se dos corpos em decomposição. O ar é pesado, talvez devido à cidade ser de fato amaldiçoada e jamais receber a luz do dia, estando coberta por grossas camadas de nuvens negras o tempo inteiro. No céu apenas a lua é vista, também nascida da maldição e iluminando fracamente todo este lugar. Certas pessoas ousam dizer que na verdade aquela lua é uma magia, um olho gigantesco que vê tudo para o rei de Takaras. Talvez seja verdade, uma vez que ele jamais é visto em público e mesmo assim governa aquelas terras.

Aqui também existe uma área onde os criminosos são julgados e mortos. Corpos enforcados ficam suspensos por semanas até que as aves carniceiras façam seu trabalho. Em um lugar daqueles, é difícil pensar o que leva alguém a ser enforcado.

Cuidado por onde anda. Muitos becos e vielas abrigam criaturas sem-teto, ou que apenas preferem o ar livre para se abrigar.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:22 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Shaorin em Seg Mar 09, 2015 6:55 pm

(Desculpem meu atraso, estive no hospital mas ja estou bem, e facul comecou xD. Vamos continuar.)

Silmeria veio conversar com Julius assim que terminaram de comer enquanto faziam os últimos preparativos. Ele ficou olhando para ela enquanto falava e deu um sorriso divertido quando a viu preocupada. - Não se preocupe, ele não vai fazer nada sozinho heh...estrei sempre poerto de você e estaremos seguros ao menos esta noite.

Então foi isso que aconteceu: conversaram pela última vez e depois que Silmeria se aninhou ao seu lado, Julius se posicionou de um jeito que conseguia ver Daniel sem que ele percebesse pela preocupação de vigiar ao redor e depois seria ele para que o rapaz descansasse, precisavam dele também naquela situação. Dormiram ouvindo mais alto e mais perto o barulho que as bruxas faziam no segundo dia de preparação, para que na noite seguinte o show começasse. Eram vozes altas, tambores e músicas estranhas que não conseguiam distinguir a língua; Daniel olhava na direção por um bom tempo tentando enxergar algo além do vulto alaranjado e esbranquiçado que vinha de lá.

A noite passou rapida e todos sentiram que o corpo estaa descansando. Julius observava Daniel atentamente, dormindo poucas vezes para saber se faria algo errado, foi quando acordou do nada e o Sol já estava nascendo e brilhava fraco os primeiros raios em seus olhos. Sentou naquele susto e colocou a mão na cabeça e olhou direto na direção de Daniel que, para a surpresa dele, estava num sono profundo e pesado.

A raiva tomou conta de si quando viu aquela cena e se levantou ainda desajeitado pelo corpo ter dormido bem e foi direto para onde Daniel estava e deu um empurrão em seu corpo. Ele deu um grito e sentou na hora, dizendo "estou acordado".

- Não acredito que você dormiu e nem ao menos me chamou para cobrir seu turno já que estava com sono! Podiamos ter sido mortos! - Estava com raiva e preocupado, ainda mais pensando que algo podia ter acontecido com Silmeria.

Daniel baixou os olhos por um momento que Julius teve impressão de que fosse para cima dele, mas foi o contrario, ficou quieto e levantou, olhando direto para ele cara a cara.

- Olha, estou fazendo o possível para fazer as coisas certas, ok? Não sei porque dormi, não penso em nada para dizer, isso nunca aconteceu.

Julius ficou quieto por um tempo olhando para Silmeria que ainda dormia, ela mantinha um sono tranquilo mesmo depois do tom alto que falou. - Fomos enfeitiçados, já sabem que estamos aqui. Se o que diz é verdade, não tem outra resposta ou esta parte da floresta faz isso.

Se aproximou de Silmeria e cutucou seu ombro. Nada. Se preocupou na hora e fez mais forte, então mais forte, até que acordou. Suspirou aliviado e passou as mãos nos cabelos, irritado.


Silmeria tinha dormido tão pesado que sentia as cutucadas de Julius e não consegyia abrir os olhos, no segundo cutucão aquilo ficou desesperador até conseguir abrir os olhos da terceira vez.

Daniel esticou no chão algumas folhas e tirou as frutas e carnes com pão que tinha ganhado de Arnold e colocou a água perto. - Melhor nos alimentarmos e comermos o que temos, será menos peso na hora. - Julius concordou um tempo depois e colocoi alguns itens de sua bolsa para fora, enquanto a garota acordava e se juntava ao grupo. Comeram sem conversar muito. Estavam pensativos pois agora tudo seria diferente e mais arriscado. Explicaram o fato de que alguem poderia tê-los enfeitiçado e depois de um tempo levantaram acampamento e voltaram para o caminho que vieram. Do dia para a noite e onde estavam caminhando que era mais perto do lugar esperado para à noite, sentiam uma energia diferente, como um encantamento que estivesse caido sobre a floresta. Escutavam vozes, tinham a vontade de sumir dali como se não houvesse amanhã. Andaram por horas até o meio do dia chegar e avistarem o começo da montanha há alguns kilometros. Cinco bruxas mantinham animais e criaturas longe do começo da montanha. O que fazer até então?

- Silmeria,aceito sugestões. - Falou Julius, olhando-a de soslaio e parando.


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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Phyress em Qua Ago 19, 2015 5:39 pm

Tomada pelo estresse e pela adrenalina, quando finalmente teve a chance de roupas, Silmeria acabou tendo um sono pesado... Talvez mais pesado do que ela gostaria, não se lembrava de conseguir dormir tão profundamente assim em situações como aquela. Talvez estivesse realmente cansada.

Até que ela sentiu alguém tocando seu ombro e tentando acordá-la... Mas sua mente parecia estar em um lugar tão escuro e profundo que era difícil abrir os olhos. Lutou por alguns instantes até que enfim conseguiu abris os olhos. Coçou a cabeça e passou a mão pelo rosto, ainda sentindo um peso em sua cabeça, olhou ao redor e ficou tranquila ao ver que tudo parecia estar bem.

Usou um pouco da água para lavar o rosto e despertar melhor e depois se alimentou, comeu o suficiente apenas para ter energia, não queria estar de estomago cheio caso tivessem que lutar no caminho. Quando foi informada sobre o possível feitiço, Silmeria se perguntou quando isso poderia ter acontecido... Imaginou que poderia se algo relacionado as batidas e as músicas que elas pareciam cantar em uma língua estranha. De qualquer modo agora era tarde e, se elas soubessem mesmo sobre eles, teriam pegado eles durante o sono, certo? Talvez fosse algo diferente.

Diante das cinco bruxas, Silmeria deixou escapar um breve sorriso. Para ser honesta, gostaria de tentar se aproximar e talvez roubar as vestimentas delas, seria bom para se infiltrar, mas, ei, matá-las talvez fosse melhor. Poderiam ver se as armas encantadas foram sabotadas ou não durante o sono do trio e até mesmo se elas estavam esperando por um ataque. Parecia uma boa oportunidade.

Sentiu-se um pouco mais confortável e animada agora que parecia ter a chance de descobrir algo a mais sobre o inimigo... Seria bom saber que ainda tinham a vantagem no ataque. Se aquelas vozes e coisas mágicas fossem tudo a favor delas e desse tudo errado... Bem, ao menos saberiam que estavam em uma situação pior do que o que esperavam.

-
Bem... – manteve o tom de voz baixo, afinal, ainda não tinham certeza se estavam sendo vigiados ou não - É uma boa chance para ver se nossa vantagem ainda existe. Daniel, vamos tentar abatê-las de longe. Eu pego as duas da esquerda e você as da direita... A do meio, bem, - e abriu um leve sorriso e olhou para Daniel - Vamos disputar para ver quem é mais rápido. Julius protege nossa retaguarda.

Silmeria se preparou e observou seus alvos, não pareciam estar usando armaduras. O bom de Daniel também ser um arqueiro é que eles tinham a vantagem de poder atacar de longe... Ela segurou o arco com uma das mãos e preparou a flecha com a outra; aguardou que Daniel fizesse o mesmo para que tivessem a certeza de abater duas ao mesmo tempo. Assim que o companheiro se preparou e também mirou, a meia-elfa tensionou a corda de seu arco e murmurou um “agora” para ele, fazendo o primeiro disparo, mas ela não aguardou para ver o resultado e enquanto a flecha ainda avançava, ela já preparou outra e atirou contra a segunda bruxa da esquerda que havia reservado. Miraria no tronco delas, já que a região era mais larga, queria ter certeza de que acertaria.

Também faria um disparo contra a do meio para tentar abatê-la antes que Daniel o fizesse.


Obs: Como faz tempo, foi isso que o Arnold falou “Isso passará pela defesa delas e assim que entrar em contato com seus corpos, pegará fogo. Será fácil com isso.” Só pra caso vc não lembre também, pq eu não lembrava xD

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Qua Ago 26, 2015 1:44 pm

Passos lentos e despreocupados dignos apenas daquele que possui todo o tempo do mundo anuncia sua chegada, com o som de velhas botas acompanhado de um som mais seco de madeira batendo, seu "cajado", se é que tal foice poderia ser chamada de cajado, contudo havia servido muito bem como tal até o local, lhe auxiliando na jornada.

Quanto a isso, não podia deixar de se lembrar dos fatos anteriores a sua chegada, seu tempo de despertar, ter sido tratado como monstro, aberração e tantas outras coisas apenas por existir e querer perguntar informações, sendo ate mesmo caçado por um tempo mata a dentro, tendo evitado o máximo os contatos depois de tais incidentes.

Seu conhecimento era muito limitado, se lembrava de muitas coisas triviais e obvias, tais como a ilha que estava, a existência de outras raças e a linguagem, contudo sobre sua historia pessoal ainda não se recordava de nada anterior a caverna, embora não passasse a sensação de que estava esquecendo de algo muito importante.

- Será que fui criado por alguém e me esqueceram lá? Sabia que num devia ter ficado dormindo até tarde. Agora fico eu aqui parecendo um turista perdido...

Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas, possuía no momento apenas questionamentos sobre si próprio e sua condição atual, mas principalmente sobre o que fazer a partir daquele momento. Suas estradas lhe trouxeram até aquela cidade povoada por seus "semelhantes", os excluídos dos mundinhos elficos perfeitinhos em que todos são belos e majestosos, reunidos e quase superpovoando uma única cidade, mas pelo menos livres para irem e virem onde quiserem. Parou por um momento, como se suspirasse, dando uma olhada ao redor para se familiarizar um pouco e logo sussurrou para si mesmo.

- Lar, doce lar...

Decidiu ir andando, observando placas e lojas, procurando ver se encontrava alguma informação ou algo que lhe chame a atenção, se familiarizando um pouco mais sobre as atitudes de cada um para evitar arrumar encrenca sem perceber, pois parecia que onde quer que fosse, a encrenca é que lhe seguia, sempre nas piores horas. Pelo que podia sentir em seu corpo e nos escritos do velho grimório, de alguma forma possuía uma familiaridade com os meios arcanos, principalmente necromancia, embora por si só não lembre de nenhuma magia. Quem sabe se houvesse uma loja de magia ou templo ou o que quer que seja magico que tenha ali, poderia lhe dar uma certa aula sobre o básico e descobrir se era verdade ou não tudo aquilo.

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Qua Set 09, 2015 2:10 pm

Ah, o majestoso e sombrio reino de Takaras. Deveras interessante como um lugar com tal fama ainda não tivesse se implodido. Mas o que muitos os de fora não sabiam, era que até mesmo entre os monstros e demônios que ali viviam, havia ordem, havia hierarquia. Mesmo que a base da força, a ordem era instaurada. O governante daquele reino por si só era um grande exemplo, conquistando seu trono após ter eliminado o rei anterior. Mas uma coisa era imprescindível naquele reino amaldiçoado pela escuridão eterna. O medo. Sim, se havia um motivo que impedia que houvesse uma rebelião em massa daqueles seres que ali viviam, um motim generalizado, era o medo. Pois se a ordem não podia ser instaurada pelo respeito, assim como era em Hilydrus, era feito na base do medo, da tirania e do poder.

Os guardas olharam torto para o esqueleto, talvez fossem impedi-lo de entrar, fazer perguntas, mas nada disso aconteceu. Apenas observaram, seguindo-o com os olhos até que este atravessou os portões e cruzou metade da rua principal em direção ao centro de Takaras.

“Lar, doce lar” Era uma frase um tanto estranha para se dizer em Takaras, até mesmo para um morto vivo. Contudo, o lugar lhes dava as boas vindas a seu modo, com o crepúsculo se iniciando no céu, as nuvens roxas logo mudavam de um tom púrpura para um acinzentado mais escuro, uma vez que o sol já não pairava mais sobre aquele céu há décadas.

As ruas estavam pouco movimentadas, um ou outro transeunte passava aqui e ali, as portas das lojas e tavernas ainda abertas e suas luzes acesas. Numa delas, uma com uma placa bastante sugestiva, “Olho de Corvo”, tinha um homem estranho encostado na parede a sua frente, adornando a fachada velha e antiquada daquele edifício. O homem trajava um manto negro, quase como um sobretudo completamente fechado, tinha um chapéu em sua cabeça igualmente escuro e carregava uma bengala em sua mão. O homem estava de cabeça baixa, encostado na parede da fachada, quando notou a presença do ghoul, e assim que este passou, o homem levantou a cabeça e se dirigiu até Bones.

- Olha só, o que temos aqui... - Falou ele ainda de longe, caminhando lentamente até o lich, seus passos lentos e mancos. - QUEM FOI QUE CAVOU A COVA DESTE RAPAZ E ESQUECEU ELA ABERTA, HEIN? Hahaha. Brincadeiras a parte. O que uma ossada tão ilustre faz caminhando pelas ruas de Takaras? Não está perdido, está? - Ele falava num tom meio cômico, um ritmo meio arrastado e melódico, quase como um bobo da corte fazendo bobices para seu soberano, com a exceção da aura de mistério que pairava sobre o velho. Sim, era um velho. Olhando de perto Bones conseguiu reparar em seu rosto.

Aparentemente um humano, muitas rugas e sarnas no rosto, cabelos e barba grisalhos e ralos encobertos pela cartola, a pele era tão murcha quanto um maracujá, que as pálpebras chegavam a estreitar os olhos do homem, fazendo-o parecer estar de olhos semicerrados o tempo inteiro. E por conta disso, Bones pode notar outra coisa muito curiosa e intrigante naquele velho. Seus olhos eram esbranquiçados, marcas de uma cegueira, talvez total, mas então como ele avistara o lich no meio da rua da posição onde estava?

<Imagem do velho. Desculpe a demora, estava resolvendo uns últimos assuntos antes de postar pra você. Seja muito bem vindo, e vamos ao jogo. Espero que goste. ^^>

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Qui Set 10, 2015 11:54 pm

[off: opa, foi mal, dia corrido... postando ^^ ]

Havia chego no que deveria ser o horário do crepúsculo, entretanto para tal lugar, isso pouco parecia significar, pois o sol já não mais iluminava aquelas terras e pela vegetação dali, provavelmente fazia muito tempo, realmente tornando o lugar altamente favoravel ao tipo de habitantes que hoje ali residiam, ou deveria dizer "escondiam"? Seja como fosse, logo um desses ilustres moradores tratou de dar seu "boas vindas" a sua maneira, parecendo estar curioso sobre Bones pela forma como fazia perguntas, mas seus modos não condiziam muito com a imagem que aparentava, achando que seria um senhor mais pacato, ainda mais pela sua visível deficiência, embora duvidasse a respeito disso inicialmente.


- Olha só, o que temos aqui... - QUEM FOI QUE CAVOU A COVA DESTE RAPAZ E ESQUECEU ELA ABERTA, HEIN? Hahaha. Brincadeiras a parte. O que uma ossada tão ilustre faz caminhando pelas ruas de Takaras? Não está perdido, está?


Bones então parou seu caminhar esperando-o e o observou bem, mas procurando não ser rude, apenas para ter uma noção se realmente era um humano de verdade, respondendo em tom descontraído e mantendo a conversa naquele ritmo, procurando manter a educação, um traço marcante seu pois as vezes poderia ate ser formal, mas dificilmente desrespeitoso ou rude, a menos é claro que a pessoa fosse digna de tal postura.

- Senhorrr, num faz ideia do trabalho que deu pra sair de lá, cansei de ficar deitado sem fazer nada, tinha coisas pra fazer, só num lembro bem o que mesmo hehehe Obrigado pelo "ilustre", senhor, contudo não posso dizer que estou perdido, pois isso significa que saberia para onde vou, no entanto estou vagando apenas, sem um rumo fixo, apenas buscando por mais conhecimentos. Esta tão estampado em meu sorriso que sou um visitante? hehehe

De alguma forma o homem havia notado sua presença, seja fisicamente, o que de perto podia verificar que seria praticamente impossível; ou seja magicamente, o que tornar-se-ia uma opção mais fácil de se acreditar, além de ser um fato plausível devido ao local onde ele residia e provavelmente dono do estabelecimento, coisa que duvidava que um humano normal conseguiria sustentar por tantos anos quanto o senhor aparentava ter.

- Desculpe-me caso seja rude, não é minha intenção, apenas por curiosidade, mas achei curioso vosso dom. Funciona com todos ou apenas localiza algum traço especifico?

As vezes enrolava bastante para falar algo, mas em outras ocasiões procurava ser direto em seu assunto, principalmente quando era a respeito de sua curiosidade, considerando que haveriam possibilidades dentre as respostas e valeria a pena esclarecer qual delas era valida, pois quem sabe que efeito poderia ser reproduzido ou ate mesmo melhorado, algo que Bones particularmente valorizava pois informação era essencial.

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Qui Set 17, 2015 1:06 pm

As palavras de Bones foram recebidas com uma expressão cômica, que misturava um pouco de surpresa com duvida. - Então não é Lorde Chafer? HOHOHOHHO. Sinto muitíssimo, heheh. Esses olhos sempre me enganando, sabe como é, já não funcionam mais como antigamente. - O velho parecia bem descontraído naquela conversa toda, mesmo tendo se confundido de ossadas, pareceu não se importar muito e continuou a prosa, respondendo prontamente à questão do Lich.

- Dom? Não, não. Eu chamaria de maldição... Assim como os céus desta terra negra que foram amaldiçoados a jamais ver a luz do sol novamente. Meus olhos foram amaldiçoados há muitos anos a jamais ver a cor e o brilho de novo. Sou cego, sim. Mas a maldição me trouxe alguns benefícios. Posso não enxergar com estes olhos que a terra há de comer algum dia, mas posso enxergar com meu espírito. O que de certa forma, é ainda melhor. Hihihihi

- Venha, venha. Vamos sair do meio da rua, não é prudente conversar num lugar destes. Eu lhe ofereceria uma bebida, mas acho que não vai adiantar muita coisa, não é? KKKKKKKKKK

- A propósito, desculpe minha falta de educação, me chamo Falchion, o velho andarilho. E você, meu rapaz, como se chama?

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Dom Set 20, 2015 2:24 pm

- Então não é Lorde Chafer? HOHOHOHHO. Sinto muitíssimo, heheh. Esses olhos sempre me enganando, sabe como é, já não funcionam mais como antigamente.


A resposta do senhor foi no mínimo um tanto peculiar, pois falava como se utilizasse constantemente seus olhos, coisa que menos esperaria de um senhor cego. Contudo, confundi-lo com outro foi algo ainda mais peculiar ainda, pois diferente do que imaginava até instantes atrás, parecia que havia outro como ele vagando por ali. Vagando não, estava por ai, pois para se adquirir uma posição de Lorde, provavelmente era alguém considerável.


- Dom? Não, não. Eu chamaria de maldição... Assim como os céus desta terra negra que foram amaldiçoados a jamais ver a luz do sol novamente. Meus olhos foram amaldiçoados há muitos anos a jamais ver a cor e o brilho de novo. Sou cego, sim. Mas a maldição me trouxe alguns benefícios. Posso não enxergar com estes olhos que a terra há de comer algum dia, mas posso enxergar com meu espírito. O que de certa forma, é ainda melhor. Hihihihi


- A meu ver, a única diferença entre Dom e Maldição fica por conta de como você reage a algo que lhe é dado...Se ficar lamentando e deixando que isso prejudique sua vida, sem dúvida sua habilidade se torna um fardo e maldição. Mas se você consegue usa-la a seu favor e obter benefícios, estou certo que recebeu o melhor dos dons... E pelo visto estas fazendo um ótimo uso dele hehehe

Respondeu de forma descontraída porem respeitosa ainda, elucidando ao senhor a sua forma peculiar de ver situações como aquela, pois era a forma como via e lidava consigo mesmo e sua condição peculiar, coisa que no mínimo parecia haver outro também fazendo a mesma coisa.


- Venha, venha. Vamos sair do meio da rua, não é prudente conversar num lugar destes. Eu lhe ofereceria uma bebida, mas acho que não vai adiantar muita coisa, não é? KKKKKKKKKK

- A propósito, desculpe minha falta de educação, me chamo Falchion, o velho andarilho. E você, meu rapaz, como se chama?


- Não, não, não... Obrigado mas não precisa, acabei de deixar seca essa rouba, não gostaria de molha-la novamente... hehe Mas agradeço e aceito a companhia para uma conversa. A proposito, me chamam de Bones, eu acho... Por que será? hehehe

Respondeu o esqueleto, aceitando o convite e seguindo o senhor, pelo menos agora ja passaria a ter um pouco mais de informação sobre o lugar e quem sabe o que de interessante poderia ouvir de um senhor de idade cego porém detento de uma habilidade interessante como aquela.

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Ter Set 22, 2015 11:55 am

- Hum... Tens toda razão, meu jovem ossudo. Tens toda razão. - Ele sorriu com seus dentes amarelados e tortos, enquanto caminhava em direção a uma casa do outro lado da rua. Diferente do que se imaginava, ele não ia para a taverna de onde estava espiando a rua anteriormente, mas sim para o lado oposto, um casebre de madeira com dois andares. Era um pouco rudimentar, parecia ter sido feito às pressas entre as outras casas, mas estava inteiro e parecia relativamente novo em comparação às demais construções.

- Hohohohho, tens um censo de humor de morrer, meu rapaz. - Era difícil saber ao certo quem era o mais engraçado entre os dois, mas certamente o mais esquisito poderia ser o velho, com toda sua postura e modo de falar, e até mesmo sua voz aguda e rouca como a de um goblin. - Ahhhh... Como é bom descansar um pouco as pernas. Sabe de uma coisa, Bones? A vida não é fácil. Nem mesmo para aqueles que já estão mortos. Mas te digo uma coisa, ser uma ossada ajuda bastante, HAHAHAHAHAHAHA.

- Mas o que te trás à Takaras, meu rapaz? Conte-me sua historia, estou curioso para saber como acordou de seu sono quase eterno.
- O velho se sentou em uma cadeira que ficava a frente da casa. Na verdade havia mais de uma, era como se ele já esperasse companhia, ou talvez estivesse acompanhado antes de Bones chegar, quem sabe.

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Qua Set 23, 2015 2:06 pm

Bones calmamente decidiu acompanhar o senhor ao outro lado da rua, realmente estranhando pois poderia jurar que o local deveria ser dele, com aquele nome sugestivo e onde o encontrou. Talvez apenas coincidência ou quem sabe estivesse apenas verificando seu estabelecimento e houvesse outro tomando conta.


- Hohohohho, tens um censo de humor de morrer, meu rapaz.
- Ahhhh... Como é bom descansar um pouco as pernas. Sabe de uma coisa, Bones? A vida não é fácil. Nem mesmo para aqueles que já estão mortos. Mas te digo uma coisa, ser uma ossada ajuda bastante, HAHAHAHAHAHAHA


- Eu que o diga, senhor... Mas não pense que para ossadas as coisas melhoram não, pois não queira imaginar o que é passar perto de um cão de rua faminto... hehehe literalmente não desgruda das minhas pernas hehehe da ultima vez tive que sair mancando e deixar uma perna para trás para ele me soltar quando os amigos dele chegaram hehehhe

Brincou ele um pouco mais descontraído, embora fosse realmente verdade o que disse, pois haviam vários inconvenientes nessa sua forma e constantemente se deparava com novos, pois ainda havia muitas coisas a aprender. Sem muita cerimonia, foi se sentando na outra cadeira, se arrumando para então falar com o homem, dando algumas estaladas nos ossos.


- Mas o que te trás à Takaras, meu rapaz? Conte-me sua historia, estou curioso para saber como acordou de seu sono quase eterno.


- Ahhh, como é bom se sentar depois de uma viagem e colocar os ossos no lugar... Minha historia? Ah, o senhor vai acha-la completamente sem graça e curta, pois fazem poucos meses que despertei... hmmm acho que fica a nordeste daqui, se não me engano... Era uma caverna, perto de uma pequena vila, mas não havia ninguém por lá comigo... Nem preciso dizer a recepção calorosa dos aldeões ao chegar lá no meio da noite né, bem calorosa mesmo, com todas aquelas tochas e fogueiras... hehehe Mas então, desde então tenho andado, seguindo por trilhas, evitando um pouco as rotas principais e tentando sem muito sucesso me aproximar dos outros... Se não me engano o senhor foi o primeiro ser que consegui realmente parar para conversar sem tentar me destruir ou expulsar ehehehe

Por mais que pensasse em diversas possibilidades e se deveria ou não manter sigilo sobre tais informações, pouco importava para ele, pois o que o senhor poderia fazer? Mata-lo? Boa sorte em tentar... Usa-lo? mais cedo ou tarde seria libertado... Ou seja, Bones tinha consciência de sua infinitude, era tudo questão de tempo, que por mais que algo lhe acontecesse, não seria eterna a consequência, apenas ele em si que era, em continuar e continuar a existir, buscando um significado e objetivo para tal existência.

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Seg Set 28, 2015 10:20 am

O velho caiu na gargalhada abertamente ao ouvir as piadas sobre cachorros famintos e ossos perdidos. Os momentos de descontração realmente estavam sendo proveitosos aquele dia, era quase como estar em outro lugar, talvez Takaras não fosse tão corrompida assim como Bones poderia imaginar. - És ótimo contador de historias. hahahaha

- Oh! Entendo perfeitamente o que diz, meu rapaz. Sabe, as pessoas as vezes agem como se fossem cegas, e deixam de enxergar aquilo que mais lhes é digno. Arrisco dizer que estes que vos expulsaram são tão, ou mais cegos que eu. Mas não os culpe por isso, o mundo é assim, e logo você aprenderá que, saber viver com isso, é a melhor habilidade que você receberá. - Alguns minutos de sabedoria enfim se fizeram presentes. O velho, apesar de toda sua irreverência e humor, ainda era um sábio, talvez por ter vivido tanto tempo numa cidade como Takaras ele tenha aprendido como é ser alguém diferente dos demais.

- Mas vou lhe dizer algo que, provavelmente, vai lhe ajudar em sua jornada. Busque sua essência, busque sua compreensão. Veja seu interior, e o resto virá a você de bom grado. Tenha certeza que se compreenderes seu lugar neste mundo, meu jovem esqueleto, compreenderas a todo resto.

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Qua Set 30, 2015 10:00 am

Pela primeira vez se sentia bem avontade ao lidar com outro ser, feliz pelo tempo que estava passando conversando com o senhor, trocando suas experiências e vendo que alguem mais o entendia, pois já estava começando a se achar louco por se ver tão incompreendido. Afinal, era tão difícil assim encontrar um esqueleto que fosse gente boa?


- Oh! Entendo perfeitamente o que diz, meu rapaz. Sabe, as pessoas as vezes agem como se fossem cegas, e deixam de enxergar aquilo que mais lhes é digno. Arrisco dizer que estes que vos expulsaram são tão, ou mais cegos que eu. Mas não os culpe por isso, o mundo é assim, e logo você aprenderá que, saber viver com isso, é a melhor habilidade que você receberá.


Culpa-los? De forma nenhuma hehehe Queria eu ter o prazer de ver que, ao morrerem, vão acabar iguaizinhos a mim hehehe Apenas vejo-os como "mentes fracas", que precisam aprender muito nessa breve existência que eles chamam de vida, pois não fazem ideia de quão efêmera ela pode ser e o quanto sua falta pode ser notada...

Mesmo tendo começado dando risadas, o tom de sua fala mudou para um ar um pouco mais melancólico, deixando escapar um pouco sua frustração consigo mesmo por nem se lembrar de nada de sua vida anterior a transformação.


- Mas vou lhe dizer algo que, provavelmente, vai lhe ajudar em sua jornada. Busque sua essência, busque sua compreensão. Veja seu interior, e o resto virá a você de bom grado. Tenha certeza que se compreenderes seu lugar neste mundo, meu jovem esqueleto, compreenderas a todo resto.


O que o senhor disse bateu de encontro com seu sentimento naquele momento e realmente serviu para anima-lo um pouco, como se tirasse um fantasma de suas costas, lhe devolvendo o mesmo tom de antes enquanto responde ao senhor.

- Contanto que não esteja se referindo a me colocar em algum laboratório de mago necromante como peça macabra de exposição de um "esqueleto humano completo", acho que minha busca vai demorar um pouco mais, meu amigo hehehe Por falar em ambos assuntos, o senhor conhece alguma forma de biblioteca ou lugar semelhante por aqui? Prezo muito o conhecimento e atualmente estou faminto dele, to me sentindo burro igual uma porta, indo de um lado e para outro hehehehe

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Seg Out 12, 2015 2:01 pm

A conversa estava tomando um rumo interessante, mas parecia que era hora do velho partir. Ele se levantou, estalou as costas sonoramente e com um gemido voltou a se dirigir ao esqueleto. – Uma biblioteca? Hum... Vai encontrar uma apenas na Vila Solstício, mas creio que não serás muito bem recebido por lá. Ou pode tentar sua sorte no templo à Deusa Janiya, quem sabe.

- Foi um prazer conhece-lo, Bones. Espero vê-lo novamente em algum momento. – Ele já ia se despedindo, entrando na casa, quando parou na metade do caminho. – Ah, e mais uma coisa. Poderia me fazer um favor?

- Se vir uma jovem de cabelos brancos e capuz vermelho por aí, diga que estou à sua procura. – E por fim, ele entrou de volta em sua casa. Bones estava só novamente, e com dois destinos diferentes para tentar sua sorte. Qual seria a escolha do lich?

<Desculpe o atraso, estava ocupada com coisas da vida. 50 exp pra vc, pode adicionar à ficha. Independente de sua escolha, pode fazer seu ultimo post aqui, depois irei postar direto no local escolhido dando continuidade.>

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Seg Out 19, 2015 2:11 pm

– Uma biblioteca? Hum... Vai encontrar uma apenas na Vila Solstício, mas creio que não serás muito bem recebido por lá. Ou pode tentar sua sorte no templo à Deusa Janiya, quem sabe.
- Foi um prazer conhece-lo, Bones. Espero vê-lo novamente em algum momento.

Realmente parece que havia tomado a decisão correta em se dirigir ate aquela cidade, pois poderia andar livremente e desfrutar de um pouco mais de conhecimentos, contanto que fosse aceito pelos locais indicados, provavelmente o templo inicialmente era a melhor opção.

- Eu que o diga, senhor, um imenso prazer ter lhe encontrado e agradeço pela conversa e informações, me são extremamente satisfatórias. Certamente voltaremos a nos encontrar, so espero que você ainda esteja vivo, mas nada que eu não resolva caso não esteja hehehe

- Se vir uma jovem de cabelos brancos e capuz vermelho por aí, diga que estou à sua procura.

-Claro, sem problemas, avisarei. Até qualquer dia.

E nisso partiu daquela casa, agora possuindo um rumo mais especifico de para onde deveria seguir, procurando o tal Templo da Deusa Janiya, ficando um pouco atento para ver se encontrava no caminho a tal jovem, embora não fosse prioridade no momento.

[off: eu que peço desculpas, acabei separando de um noivado, semana foi complicada... Como faço pra add a exp na ficha? posto em algum lugar pedindo? se for pra mudar d topico ja que ele ta saindo dali, basta dar a direção q seguirei hehehe xD ]

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Ter Nov 03, 2015 1:14 pm

@ Bones

Bones já tinha um novo destino em mente, mas como neófito naquele mundo e sem suas memórias, mal recordava onde ficava o templo à deusa. Sua única opção naquele caso era perguntar a alguém, mas quem? As pessoas na rua não pareciam muito à vontade com a presença de Bones ali, apesar de ainda haver certa liberdade para o lich caminhar pela cidade amaldiçoada sem medo de ser queimado numa fogueira, não eram todos os habitantes que aceitavam de bom grado a presença do esqueleto pelas ruas.

Ele tentou uma vez, tentou duas, tentou três. Nada. Quando as pessoas simplesmente não o ignoravam e se afastavam, elas não sabiam dizer exatamente onde ficava, mas ao menos uma pista já havia recebido. O templo não ficava dentro da cidade. Restava saber agora a direção certa para onde ir, mas pelo visto seria mais difícil do que o lich imaginava conseguir essa informação.

Enquanto caminhava, ele tentou também encontrar a pessoa dita pelo velho, mas ele tinha plena consciência que topar com uma jovem na rua com as mesmas descrições dadas pelo velho eram mínimas. Ou não. Mais adiante, saindo de uma loja de flores, Bones avistou uma garota que batia com as descrições. Capuz vermelho e cabelos brancos, porem havia algo bem errado com ela. Suas roupas além de velhas e rasgadas estavam sujas de sangue e terra em varias partes, e a parte que ficava à mostra de suas pernas dava para notar que haviam feridas costuradas expostas sem nenhum curativo. Seria essa a tal garota por quem o velho procurava?

<Desculpe a minha demora. +100 EXP pelo meu atraso. É só você responder lá no tópico da sua ficha que está atualizando, de preferência coloque um link para este post. Depois é só editar sua ficha e adicionar a EXP.>

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Sab Nov 07, 2015 10:47 am

Em sua caminhada pela cidade, podia notar de tudo um pouco, desde padrões de arquitetura, organização da guarda, a variedade de raças e tipos de criaturas que compunham-na,  a até mesmo sutilezas como organização social. Mas fosse como fosse, uma coisa era clara e constante assim como ele próprio: até mesmo num reino nefasto repleto de criaturas ele conseguia ser excluído.

- Eu deveria ganhar um status ou algo semelhante, talvez "o mais perigoso esqueleto do continente"... não, não, pera, poderia ser "o ceifador sinistro" hehehehehe Mas to achando que "fedido" ou "nojento" é o que a maioria pensa logo de cara hehehehehe

Nem mesmo tal desdém ou qualquer tipo de palavra ou atitude pareciam afeta-lo, pelo menos não como os outros, pois de forma natural e instintiva ele ignorava o que era muito óbvio, se fixando mais no que estava por traz das ações, tais coisas como medo, ignorância e preconceito, revelando a verdadeira natureza de cada um, como por exemplo o velho, que poderia ter sido gentil com suas palavras e ações, mas também pode ter sido manipulador ao tentar usa-lo. O tempo é que mostraria a diferença e tempo era o que possuía de sobra...

Quanto ao templo já estava se contentando com informações vagas, quando avistou a tal mulher de cabelos brancos e capuz vermelho, porém pelo estado de suas roupas, presença de sangue e ferida na perna, era óbvio que havia sido atacada, muito provavelmente recentemente, havendo possibilidade de ter encontrado ajuda na loja.

Eram apenas suposições, sem muita certeza ao certo, pois numa cidade como aquela, poderia muito bem ela ter sido o agressor e não a vítima, o que iria requerer um certo cuidado em sua aproximação. Com passos calmos foi se aproximando, atento a sua reação e de próximos a eles, até o ponto que sua voz poderia ser dita num tom normal e particular, nada de gritos no meio da rua, algo que particularmente não gostava, ironicamente.

- Perguntar se está ferida séria redundante, mas fico curioso em saber se foi você ou o outro quem saiu pior nessa briga, donzela. Gostaria de companhia para não ser importunada?  Aparentemente causo repulsa e afasto os outros com minha presença, pode usar isso a seu favor... Bones, a seu dispor.

Falou ele com voz mais tranquila que sua voz sobrenatural permitia, procurando ser cortês com suas palavras e se colocar como uma escolta para ela, ao mesmo tempo deixando uma indireta sobre a possibilidade dela saber se virar sozinha. Já era pedir de mais do destino ter trato social para alguém que sempre foi excluído e caçado, mas mesmo assim se esforçava, era uma necessidade ou burrice apenas, quem sabe, mas o fato é que ficou curioso a respeito daquilo e isso para ele já bastava.

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Seg Nov 09, 2015 1:04 pm

Ao se aproximar Bones notou que a jovem parecia não se incomodar com as feridas em seu corpo. Ela caminhava normalmente, como se nada estivesse acontecendo, e aquilo era no mínimo curioso. Mas foi depois de tê-la chamado que teve a certeza que aquela não era uma moça qualquer. Quando ela se virou, sua expressão de surpresa quase passou despercebida em meio a tantas manchas de sangue e cortes que carregava. Nos braços, nas coxas, e no rosto, a jovem parecia ter sido retalhada e depois costurada novamente. Seus olhos tinham a íris cinza e olheiras profundas os emolduravam. Seus lábios eram vermelhos como o sangue que vazava de seus cortes e a pele era alva como a de um defunto.

- Oh! Muito prazer, senhor Bones. Me chamo Kayle. Fala disto? - Mostrou as suas marcas. - Não precisa se preocupar, já não as sinto há anos. - Ela terminou a frase curiosa com um sorriso gentil. - Seria um prazer ter companhia, andar sozinha pela rua realmente pode ser bem perigoso.

Kayle

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Qui Nov 12, 2015 7:07 pm

- Oh! Muito prazer, senhor Bones. Me chamo Kayle. Fala disto? - Não precisa se preocupar, já não as sinto há anos.


Naquele momento que se aproximou dela e pode ver bem todas aquelas marcas, cicatrizes e sangue acabaram por deixa-lo desconfortável a seu lado, sentindo um frio na espinha ao ver que ela era uma Ghoul e estava andando por ai assim. Não que ele, como estudioso, não tivesse estudado vários corpos, mas nenhum deles comprava flores ou sorria. Era estranho, bem estranho...

- Como assim ela ta andando por ai desse jeito!? Ninguem avisou que ela ja morreu??? E o que aquele velho quer com ela? No mínimo ele deve ter feito isso com ela, seja cortando ou costurando, ou pretende estuda-la, ou realmente esta "cego" por ela e ficou apaixonado... heheh

- Nossa, ainda bem que não sente nada, essa dai quase chego a sentir a dor, se eu tivesse carne pelo menos hehhehe

Tentou disfarçar e dificuldade para isso não teria, pois seu sorriso eterno esconderia sua cara de espanto, tentando aos poucos se acostumar com a presença dela e acompanha-la a partir dali.


- Seria um prazer ter companhia, andar sozinha pela rua realmente pode ser bem perigoso.


- Por favor, então vamos

Fez uma leve reverência, deixando que ela começasse um passo a sua frente para mostrar a direção que seguiriam e então a acompanharia ao seu lado, tentando puxar algum assunto para não parecer estranha sua presença ali, mas evitando tocar no nome do velho por enquanto até ter uma ideia melhor da relação deles, caso ela citasse algo relevante ou surgisse algum momento oportuno.

- É daqui da cidade mesmo? Acho difícil de imaginar que viria de longe apenas para comprar flores hehe Se bem que duvido que fora daqui alguém venderia flores para alguém como a gente... Ainda bem, pois num fazem ideia de quanto dinheiro economizo não precisando dormir ou comer... hehehe[/color]

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Qui Nov 19, 2015 9:54 am

A jovem sorria de forma bastante natural, chega a ser inocente o modo como se comportava, como se sua aparência diferenciada fosse a coisa mais comum do mundo. - Se sou daqui? Hum... - Ela parou para pensar. O que era estranho também. Como ela não lembrava de onde era? Será que sofria do mesmo mau que Bones? - Bem. Eu costumava ser daqui sim, morava com meu avo aqui na cidade, mas agora... Fico por aí. =]

Um avo? Será que era o velho? Poderia ser. Afinal, tanto ele quanto a garota eram envoltos em certos mistérios, a garota mais ainda. Como será que acabara daquela forma? Parecia ser tão jovem, não fosse sua aparência mórbida e acabada, não deveria ter mais de 20 anos.

- Hahaha, realmente, são poucos os lojistas que costumam me deixar entrar. A maioria deles acaba jogando alguma coisa afiada em mim antes mesmo deu eu poder dizer oi. Hihihi

- E você, também é de Takaras, ou veio de algum outro lugar?


A garota seguia num passo lento, parecia não estar com a menor pressa, além disso, também não demonstrava desconforto nenhum em estar perto de Bones, pelo contrario, a jovem aparentava estar gostando bastante de ter alguém com quem conversar e o tempo todo sorria e era simpática com o lich. E à medida que os dois iam trocando conversas, o lich logo notou que estavam se aproximando de uma das saídas da cidade.

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Sab Nov 21, 2015 4:20 pm

- Se sou daqui? Hum... - Bem. Eu costumava ser daqui sim, morava com meu avo aqui na cidade, mas agora... Fico por aí.


Ótimo, uma morta vagando por ai sem ter noção de que realmente estava morta, que as pessoas ao seu redor não gostavam daquilo e não tinha ideia para onde ir... Se ele próprio não estivesse em situação semelhante, diria que a morte lhe deixou doida, embora por vezes ele considerava a si mesmo assim, então...


- Hahaha, realmente, são poucos os lojistas que costumam me deixar entrar. A maioria deles acaba jogando alguma coisa afiada em mim antes mesmo deu eu poder dizer oi. Hihihi

- E você, também é de Takaras, ou veio de algum outro lugar?


- Receio que não, cheguei instantes atras e acho que o destino pode ter te ajudado, pois estava conversando com um senhor de idade, chamado Falchion, e ele buscava uma jovem com sua descrição, cabelos brancos e roupas vermelhas... Será ele seu avô? Posso lhe acompanhar até la e ter certeza que se trata da mesma pessoa e que nada de ruim lhe aconteça...

Lindas historias sobre parentes perdidos se encontrando eram comuns em tavernas, mas a realidade era bem mais triste e brutal, Bones não sabia como mas tinha certeza de que muitas vezes historias assim poderiam na verdade ser iscas para justamente entregar inocentes em mãos de monstros e psicopatas. Ele poderia ser chamado de ingênuo, mas não era burro de simplesmente aceitar todo aquele acaso e sair feliz, pois poderia até mesmo o velho ter sido responsável com o que aconteceu com ela, decidindo dar uma leve interferência no assunto, observando por um tempo a mais a situação.

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Qui Nov 26, 2015 10:01 am

- Ah, sim. O vovô Falchion. Ele deve estar preocupado comigo... Tenho que vê-lo em breve, mas estou tão ocupada, preciso levar essas mercadorias ao templo. - Ela mostrou seu cesto, que inclusive Bones nem tinha reparado direito, tamanha a surpresa em ver uma morta viva perambulando por aí. Mas talvez o destino estivesse a favor de bonés, já que sua mais nova companheira de viagem estava indo justamente para onde ele queria ir. Eles já estavam do lado de fora dos portões, os guardas os olhavam de soslaio, mas nenhum deles sequer se movia, pareciam apenas observa-los de longe com total desinteresse, então a jovem parou ali.

- Acho que a partir daqui nos separamos, não é? Estou indo em direção a floresta da tortura, tenho que buscar um ultimo ingrediente antes de ir ao templo de Janiya. Lhe desejo muito boa sorte, senhor Bones. - A jovem fez uma reverencia, tamanha educação e gentileza era um contraste gritante com sua aparência. Era óbvio que essa menina não era uma zumbi qualquer, ou seja lá o que ela fosse, algo muito sério havia em sua historia, mas visto a inocência da jovem, provavelmente Bones não conseguiria arrancar a verdade dela com perguntas tão indiretas como estava fazendo.

E enquanto isso, Kayle já se dirigia à floresta, andava devagar, saiu cantarolando dali, parecia nem mesmo estar preocupada com o lugar para onde ia. Bones a seguiria? Afinal, tinham o mesmo destino final, mas não o mesmo objetivo. Ele não precisava ir até a floresta, mas também não sabia o caminho para o templo.

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Dom Nov 29, 2015 10:33 am

]- Ah, sim. O vovô Falchion. Ele deve estar preocupado comigo... Tenho que vê-lo em breve, mas estou tão ocupada, preciso levar essas mercadorias ao templo.


- Exatamente para onde pretendo ir... Interessante... Só espero que eu não seja mal visto por andar com ela por aí...


- Acho que a partir daqui nos separamos, não é? Estou indo em direção a floresta da tortura, tenho que buscar um ultimo ingrediente antes de ir ao templo de Janiya. Lhe desejo muito boa sorte, senhor Bones.


Na hora que iria responder, ela se adiantou e estava se despedindo, começando a se afastar lentamente, cantarolando, o que poderia até ser bonitinho, caso não fosse o fato de todo aquele sangue e cortes em sua pele fria e palida. De alguma forma inexplicável, sentiu uma certa nostalgia ao vela feliz assim, não sabia explicar direito, mas era uma boa sensação repleta de vida, algo que ja havia vivenciado talvez,mas não se recordava.

Quase como acordando de um leve transe, se colocou a andar logo, alcançando a jovem, procurando falar da mesma forma como antes, acompanhando seu ritmo e torcendo para qualquer um que os visse tivesse tanto medo quanto possível, para evitar problemas.

- Ola, quanto tempo, sentiu saudades? hehehe Você disse que estava indo para o Templo? Seu avô me sugeriu que eu fosse lá para fazer umas pesquisas sobre mim mesmo mas como não sei bem como chegar lá, por que não continuamos juntos por mais algum tempo? Assim eu espanto possíveis bandidos que podem te atacar e você afasta possíveis cachorros e lobos que podem me desejar hehehe

Além de ganhar uma guia até o templo, ganharia também mais algum tempo para estar com a jovem e tentar entender um pouco mais sobre o que estava acontecendo exatamente e principalmente se aquele velho poderia ser um aliado de confiança ou apenas mais um que gostava de brincar com vivos e mortos como se fossem suas ferramentas. Por hora, aproveitaria o passeio...

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Ter Dez 08, 2015 12:31 pm

- Oh! Será um prazer acompanha-lo até lá. Não se importa de passarmos na floresta da tortura antes, não é? Normalmente as pessoas ficam com medo de ir lá, coisas ruins acontecem... - Coisas ruins do tipo morrer e continuar viva? Possível, visto que Takaras era muita terra tão estranha e amaldiçoada, as especulações sobre como aquela jovem havia se tornado o que era continuavam a surgir cada vez maiores, mas a menina agia como se tudo aquilo fosse indiferente. Ela seguia caminhando ao lado de Bones sem nenhum temor, e mesmo sabendo que não era o ser mais querido dali, também sabia que não seria expulso por mero capricho. Os guardas observavam a dupla cruzar os portões, atentos como sempre, mas nada faziam, apenas olhavam, desconfiados, sérios, carrancudos, como guardas de uma cidade deveriam ser. Nada demais até ali.

Os dois seguiram por um pedaço da estrada, até que a jovem desviou dela indo em direção à floresta, que já podia ser vista de onde estavam. Nesse meio tempo a menina nada disse, apenas cantarolando, cada hora uma musica diferente, e seguia alegre ao lado de Bones. Já o lich? Bem, esse tinha muitas duvidas, mais até do que quando acordara, ser um morto vivo neófito no mundo estava se mostrando algo mais complicado do que imaginava, mas ao menos estava se saindo bem, estava “inteiro” até então.

- Deixei este ingrediente por ultimo, pois o templo fica bem próximo da floresta, então posso ir direto para lá.

- O senhor disse que estava indo para o templo estudar sobre o senhor mesmo, não é? Fiquei um pouco confusa, como se estuda sobre si mesmo?
- E era nesse momento que Bones presenciava a inocência de uma criança, mesmo que morta, mas ainda mantinha sua personalidade ao menos intacta, ou era o que parecia. A duvida de Kayle, todavia era bastante pertinente, uma vez que não era todos os dias que encontrávamos alguém que dizia querer estudar mais sobre si mesmo, mas só para quem estava na mesma situação que o lich era possível entender esse tipo de coisa.

<Desculpe a demora, esqueci da vida. Ç.Ç 50 exp pra vc, tio. o/>

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Sab Dez 12, 2015 11:44 pm


- Oh! Será um prazer acompanha-lo até lá. Não se importa de passarmos na floresta da tortura antes, não é? Normalmente as pessoas ficam com medo de ir lá, coisas ruins acontecem...


Aquele aviso dela foi um tanto desnecessario, pois com um nome daqueles e pelo simples fato de estarem no reino de Takaras, era mais do que um "pré-requisito" algo ruim acontecer, pelo menos com os desavisados e incautos.

A saida da vila também foi sem surpresas, talvez apenas beneficamente surpreso por ver que os guardas não os pararam nem nada, provavelmente deveriam ver cenas como aquela constantemente, então realmente aquele poderia acabar por se tornar seu novo lar, caso retornasse da floresta e do templo...

Ficou atento ao longo do caminho, especialmente apreensivo quando de subto ela decidiu sair da estrada, mas nada disse, estava acompanhando, mas procurando manter-se em estado de vigia para evitar algum ataque furtivo, seja de criaturas, bandidos ou dela mesma.

Sim, dela mesma, pois observava todo aquele ar inocente, mas se questionava se realmente era aquela sua personalidade ou num dado momento se mostraria uma criatura sádica e cruel. Por hora desfrutaria da caminhada, mas em silêncio.


- Deixei este ingrediente por ultimo, pois o templo fica bem próximo da floresta, então posso ir direto para lá.

- O senhor disse que estava indo para o templo estudar sobre o senhor mesmo, não é? Fiquei um pouco confusa, como se estuda sobre si mesmo?


- Tudo bem, sem problemas, já sabe onde tem?

Quanto a isto, senhorita, busco este conhecimento pois um dado dia simplesmente acordei assim em uma pequena caverna e sem muitas informações... Não sei se surgi assim, se fui criado dessa forma ou convocado... Gostaria de saber quem sabe um pouco mais... Da mesma forma, gostaria de saber ate onde vão os limites desse corpo, pois sou capaz de coisas que duvido que a maioria poderia sonhar, mas sinto que posso ainda muito mais e quero saber, eu preciso conhecer o que mais posso alcançar...


Naquele momento respondeu de forma mais direta, sem as famosas piadinhas e brincadeiras. Quando o assunto era trabalho e estudos, ele levava a serio e agia de forma mais respeitosa, quem sabe para não gerar equívocos e ignorância.

[off> daqui a pouco vou subir de nivel devido tantas esquecidas hehehe xD
eu q peço desculpas, acabei demorando pra postar.... =( ]

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por NR Lima Limão em Seg Jan 11, 2016 11:45 am

O lich ainda desconfiava da menina, mesmo com todas as demonstrações de inocência dadas por ela, mas era normal. Se nem mesmo as pessoas da cidade, que estavam acostumadas à sua presença, gostavam dela por perto, menos ainda um completo desconhecido. Já estava até mesmo além ao acompanha-la, coisa que muita gente sequer pensaria em fazer. Mas a jovem não se importava, parecia nem perceber que Bones desconfiava de si, ou se percebia, não lhe fazia diferença.

- Hum. Entendo. Aconteceu o mesmo comigo. Um dia eu acordei e já não lembrava mais de nada. Eu não sabia quem era, nem onde estava, nem nada do meu passado.

- Eu só lembrava de... Dor. Eu sentia muita dor, mas depois que acordei ela passou. Quando acordei, eu estava deitada sobre um campo florido, o vovô estava do meu lado. Ele chorava muito, estava diferente, mas eu também estava. Ele me abraçou bem forte e me chamou de netinha querida. E desde então eu estou com ele, mesmo sem saber quem ele é, ele cuida muito bem de mim, é o único que parece gostar de mim de verdade.


Kayle pareceu ficar um pouco mais séria depois de contar aquela historia, mas foi só impressão, pois alguns minutos depois voltou ela a cantarolar. Então ela pausou a caminhada e ficou ali no meio da trilha parada, parecia ter visto algo, ou alguém, ou seja la o que fosse. Alguns minutos de um silencio apreensivo e mortal se fez, até que ela abriu a boca novamente.

- Eu... Eu acho que me perdi. – E depois voltou a caminhar, como se nada tivesse acontecido, e sempre cantarolando e com seu sorriso alegre no rosto.

<AEW DOIDO! Voltei das ferias agora é pra valer! Partiu postar como nunca. xD>

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Re: Centro de Takaras

Mensagem por Bones em Ter Jan 12, 2016 6:41 pm

- Hum. Entendo. Aconteceu o mesmo comigo. Um dia eu acordei e já não lembrava mais de nada. Eu não sabia quem era, nem onde estava, nem nada do meu passado.


Aquela afirmação trouxe consigo a primeira afirmativa e resposta clara até mesmo sobre ela, pois parecia que qualquer um que despertasse da tumba, deixava enterrado seu passado, desconhecendo fatos da vida que levou um dia, sendo condenado, ou abençoado dependendo do ponto de vista, por toda a eternidade. Prestou mais atenção, mantendo-se em silêncio pois parecia que agora ela estava propensa a responder algumas outras curiosidades...


- Eu só lembrava de... Dor. Eu sentia muita dor, mas depois que acordei ela passou. Quando acordei, eu estava deitada sobre um campo florido, o vovô estava do meu lado. Ele chorava muito, estava diferente, mas eu também estava. Ele me abraçou bem forte e me chamou de netinha querida. E desde então eu estou com ele, mesmo sem saber quem ele é, ele cuida muito bem de mim, é o único que parece gostar de mim de verdade.


Agora sua desconfiança poderia se dividir em apenas em um ponto especifico: a relação deles. O que ela disse abria margem para uma dupla interpretação, pois ao mesmo tempo que aquele pudesse ser um encontro emocionante e comovente, regado de lagrimas, também poderia ser uma obra doentia de obsessão, tendo o velho intencionalmente feito aquilo com ela.

Suas dúvidas não recaiam sobre ela, longe disso, mas sim naquilo o que ela não dizia, pois desconhecia fatos que poderiam responder essa questão e afastar completamente ou confirmar qualquer pensamento sombrio que pairavam sobre sua cabeça, pois sua falta de memória poderia esconder uma verdade dura de mais e talvez igualmente perigosa, sendo ela usada sem nem mesmo saber. Mas ao que parece, sobre a cabeça dela também pairavam tais pensamentos sombrios, pois sua expressão, mesmo que momentaneamente, havia mudado, levando-o a ser um pouco mais "humano" do que de costume com ela.

- Acho que nem preciso dizer que comigo também aconteceu fato semelhante, mas não havia um avô querido ou qualquer um me esperando, apenas próximo de onde estava havia uma vila com pessoas esbravejando "monstro, corram, matem" quando somente queria perguntar onde eu estava... Ao que parece fizemos algo muito grave ou ainda temos algo muito importante para que nem o túmulo aceitar a gente, não? hehehehe Seja como for, aconteceu em outra vida, por hora, vamos tentar achar um caminho... Você tem certeza que sabe para onde esta indo???


- Eu... Eu acho que me perdi.


Mesmo tendo respondido aquilo, ela continuou a caminhar e cantarolar, sorrindo, mas seria bom se ele próprio tentasse encontrar pistas sobre um possível caminho saindo dali, tentando olhar ao redor e localizar quem sabe pontos de referência, como uma trilha ou estrada, construções, alguma coisa que pudesse indicar que algum ser civilizado transitou por ali, podendo clarear a memória dela sobre o caminho.

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