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Labirinto Soturno

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Labirinto Soturno

Mensagem por ADM GabZ em Seg Fev 24, 2014 1:18 pm

Relembrando a primeira mensagem :


A entrada do grande labirinto de Takaras pode ser encontrado bem próximo à Floresta da Tortura. Ninguém sabe quem o construiu, nem o motivo, apenas sabe-se que lendas e rumores rodeiam o local desde que a ilha se formou. A lenda com mais força é de que o labirinto possui três saídas, em cada saída existe um demônio ancião que poderá realizar qualquer desejo, ou responder a qualquer pergunta. No entanto, dois deles vão realizar o desejo da pior forma possível ou dirão mentiras. Assim que o fizerem, qualquer um dos três teletransportará a pessoa aos portões do labirinto.

Não bastasse o final incerto, o labirinto é repleto de armadilhas. Longo, com ar pesado, úmido e sombrio, é um local para ser evitado a todo custo. Muitos que entram não voltam, e seus parentes e amigos às vezes colocam lápides na entrada do lugar em respeito à perda. Para entrar, não basta apenas ter habilidades físicas, pois nem todas as criaturas que ali vivem irão somente atacar. Algumas invadem mentes, as confundindo, fazendo a pessoa se matar ou simplesmente desistir de seguir em frente. Diz a lenda de que uma fada pode mostrar o caminho correto para o ancião verdadeiro, mas nunca foi vista uma fada que o fizesse, e existe muita vigarice a respeito dela. Com inúmeros rumores, o labirinto é tão incerto quanto profundo.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:29 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Labirinto Soturno

Mensagem por NR Fury em Sab Maio 07, 2016 6:04 pm

BIRD

 
Não muito tempo depois, Sorriso também surgiu da escuridão. Ele se aproximou de Dorothy.

[Vermelha, a fada do sangue] — Mas que pergunta mais estranha, hoje nós vamos cavalgar aranha! Hihihi~♪

Vermelha não podia estar falando mais sério: assim que terminou, a gigante criatura se colocou de lado e se abaixou! Estava claramente permitindo que subissem em suas costas. Primeiro foi Sorriso: ele era destemido para quem tinha pouco mais que osso. O esqueleto subiu na divisão entre o abdómen e a cabeça de Dorothy, que parecia o lugar mais confortável e menos provável de se cair. Em seguida foi Sean, mas não sem antes fazer uma parada para inspecionar: o corpo da criatura era macio, recoberto de um tipo de pelo. Outras aranhas em tamanho menor perambulavam por ali, tendo cada uma o tamanho da palma de uma mão adulta! Era uma sensação difícil de descrever, mas, com algum jeito, o menino conseguiu subir.

[Vermelha, a fada do sangue] — E lá vamos nós, mais rápido e mais veloz! Hihihi~♪

A aranha se levantou. Era bem mais alta do que parecia. Tão grande que cabia, atrás de sua cabeça, Sean e o Esqueleto. Os dois seguraram firme e Vermelha seguiu voando na lateral. A marcha era ritmada e muito mais 'macia' que a de um cavalo. Sua velocidade era imensa. Fazia pensar que não haveria jeito de escapar dela, caso fosse perseguido a pé.

Dorothy mergulhou naquela escuridão que se revelou um espaço muito maior do que parecia a princípio. A luz de Vermelha era quase insuficiente para iluminar, mas dava para ver muito outros olhos que os acompanhavam e que eram de outras aranhas, talvez as primas de Dorothy. O lugar estava infestado! Era como um grande ninho de monstros gigantes e carnívoros! Mas, por trás da teia, algo se revelava: parecia uma espécie de construção. Eram pedras amareladas, nitidamente moldadas por mãos inteligentes. Formavam paredes e arcos e dava para ver algumas passagens que seguiam fundo na terra. Que mistérios fascinantes estariam escondidos naquelas profundezas? Coisas de uma era esquecida, de um mundo que havia sido enterrado e abandonado pelo tempo.

Uma luz forte então ofuscou os olhos de Sean por um momento: era uma entrada circular, um buraco, que conectava o mundo inferior ao superior, o labirinto. Ele estava cheio de teias, mas isso não era problema para a habilidosa Dorothy que escalava aquelas paredes com enorme destreza.

Estavam de volta ao labirinto.  

Andar de carona com Dorothy era um meio muito eficiente de percorrer aquele lugar. A aranha subia paredes como se fossem nada. Às vezes até deixava Sean de cabeça para baixo e o obrigava a segurar firme, puxando forte, dando medo de machucar a grandalhona – afinal,  não seria bom se ela se irritasse! Mas parecia que ela não sentia.

A viagem estava interessante. Era bom sentir o vento na face e explorar a paisagem retorcida do labirinto. A vegetação não tinha flores e o verde era sempre meio desbotado. De repente, Sean percebeu algumas borboletas vermelhas beirando o marrom. Tão bonitas, quase ficou tentado a pegar. Mas algo afligiu Vermelha.

[Vermelha, a fada do sangue] — São almas penadas, contra elas, minha magia não vale nada!



Então eles apareceram: à primeira vista, pareciam esqueletos semelhantes ao que Sorriso era agora, mas eram algo muito mais sórdido! Eles flutuavam no ar e eram circundados por aquelas borboletas estranhas. Deveria ter uma dúzia dessas coisas que eram lentas, mas mais delas pareciam surgir a cada esquina. Então uma delas lançou um amontoado de borboletas que por pouco não atingiu Dorothy. Na parede, onde acertou, um buraco se abriu conforme a própria pedra parecia derreter! Ser atingido por aquelas coisas os colocaria em apuros. O que fazer agora?!

08

Esqueleto:




GUARDIÃO ESQUELETO — SORRISO, O SANGRENTO


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Re: Labirinto Soturno

Mensagem por Hummingbird em Sex Maio 13, 2016 6:44 pm

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— Sorriso! Que bom que apareceu. Já conhece nossa nova amiga Dorothy? — Fiz questão de apresentá-los, como se isso realmente fizesse alguma diferença. O mais engraçado é que Sorriso estava morto. Não é incrível apresentar um morto para uma aranha gigante? É uma história que definitivamente não quero esquecer, certeza!

Mas então, como se não fosse o suficiente, Vermelha deu a resposta que eu mais fiquei feliz em ouvir desde que entrei nessa aventura; vamos montar numa aranha gigante! Um largo sorriso ganhou espaço em meu rosto assim como um entusiasmo de criança que era bem característico meu. Já estava na hora de termos um pouco de diversão não é?

Claro que é!

E foi incrível. Subimos em Dorothy, Sorriso primeiro - danado esse ossada heim? - e eu logo em seguida. Seguramos firme e então a aranha disparou. A maneira como ela corria me dava a impressão de que eu nunca conseguiria fugir dela numa brincadeira, o que era ainda mais incrível. Diferente de como era andar em Guloso, com Dorothy eu não sentia dores no bumbum, meu corpo chacoalhava de um lado para o outro, as vezes até de cabeça pra baixo, mas eu não sentia dor. — Hahah! Vamos, vamos! A dona Fada vai ganhar da gente desse jeito, hahahaha! — Comentava, ainda segurando em Dorothy durante o trajeto.

Entre uma peripécia e um salto, pude contemplar mais daquele ambiente. Notei que apesar do monte de teia, musgo e tudo o mais, existiam também estruturas. Não sei dizer, aquilo lá em baixo parecia uma grande construção, como se a maior parte estivesse em baixo, afundada eu acho. Só que para a medida que fomos atravessando passagens e túneis, chegamos em um que parecia interligar ambos os níveis. Preparados para subir, reparei em borboletas que apareceram de repente, eram marromzinhas, quase me deixei levar pela empolgação e tentar pegar uma delas. Graças a Ifrit que não o fiz! E-espera! Que?

— Almas Penadas? Ah sim! — E então como quem tem uma grande ideia, voltei a falar. — Sua magia é do sangue né? E almas penadas não tem sangue, logo, estamos sem magia! — Aleguei, cheio de mim. Na verdade estava contente por toda essa dedução, sentia-me inteligente. Olhei pra Sorriso como se esperasse por algum elogio mas o esqueleto só entreolhou de volta, divagando naquele fosforescente de suas órbitas. Não disse nada. Acredito até que foi um silêncio proposital, não que fosse diferente dos outros silêncios. Isso não importa, poxa, ele tinha que me apoiar em meus momentos sabe?

— Seria tão mais legal se tivéssemos uma bola de vidro com poderes mágicos como essa daqui da Dona Bruxa, né Dona Fada? — Ainda nas costas de Dorothy, aproveitei a parada para vasculhar em meus pertences e retirar a Bola de Vidro escura que trazia comigo. Segurando-a na mão direita, olhava meio que de relance, menosprezando sua valia. — Já que sua magia de sangue não funciona, talvez a magia de bruxa ajudasse bastante né? Uma pena mesmo. — O mais engraçado de tudo é que eu simplesmente não entendia o motivo pelo qual tinha esquecido completamente que a trazia comigo. Quero dizer, já faz um bom tempo que ela está aqui guardada. Presente de uma de minhas aventuras. Tia Sally com certeza ia gostar disso, talvez eu mostre pra ela quando voltar. Mas pra voltar temos que passar pelas Almas Penadas. Bolotas!

— Alguma ideia, Dona Fada? Eu também não tenho magia pra nos ajudar nessa... — Cochichei o final, como se fosse segredo. Ora, ninguém precisa saber que não sou tão experiente com magias assim!

Obs:
Off: Fiz menção da Bola de Vidro que ganhei na primeira campanha que participei. O mecanismo dela ainda não foi explicado como um todo, Serpico deixou em aberto pro meu narrador ditar as regras, acredito que seja um bom momento pra explorá-la. Isso é claro, se a Vermelha não der ideia melhor rs.

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Re: Labirinto Soturno

Mensagem por NR Fury em Ter Maio 31, 2016 9:06 am

BIRD

 
Desviar dos ataques daqueles espíritos estava se tornando uma tarefa difícil para Dorothy, a aranha. Ela se movia depressa, dava saltos algumas vezes, pulando de uma parede para outra, mas não importava o quão rápido ou ardilosa fosse, aquelas almas pareciam aparecer mais e mais. Elas não eram rápidas e acabavam ficando para trás, mas parece que o Labirinto Soturno era mesmo um lugar repleto de almas penadas. Durante um dos saltos da grandalhona, Sean pôde observar que, debaixo daquelas trepadeiras que forravam o solo e as paredes, havia pilhas de ossos e que era dessas pilhas de onde surgiam os espíritos furiosos. Não haveria jeito de passar ali se estivesse a pé - poderia deduzir.

[Vermelha, a fada do sangue] — Se você tem essa bola de vidro, use antes que termine como sorriso! Hihihi~♪ — Disse em tom imperativo.

A própria fada tinha também que desviar daqueles ataques, ora se erguendo alto, ora em mergulhos vertiginosos. Ela era muito ágil, entretanto - tão ágil que podia acompanhar Dorothy sem problemas.

Mas Sean não sabia usar aquela bola de vidro, sabia? Ele estava disposto a tentar, especialmente com o incentivo de Vermelha. O menino segurou o objeto e olhou para ele. Nada parecia acontecer. Talvez fosse mais útil arremessá-la na cabeça de um dos espíritos, mas aí então ele teria apenas uma única oportunidade. Ele estava confuso, mas podia sentir alguma energia ali, como uma crisálida prestes a despertar. Mas de que cor seria esta borboleta? Melhor que não fossem vermelhas como aquelas que os atacavam.

De repente, uma daquelas coisas se colocou bem no caminho a frente! Dorothy, destemida, avançou conta ela e a abocanhou com seus dentes que eram uma espada cada um. O espírito evanesceu, sobrando não mais que fumaça. Eles eram vulneráveis. Neste mesmo tempo, alguma coisa parecia ter despertado dentro daquela bola de vidro. Para começar, ela ficou toda branca. Sean olhou meio torto, mas não parou por aí: em seguida, começou a emitir fumaça! Sim! Uma suave fumaça, mas que depois se tornou mais e mais intensa. Ela não tinha cheiro, portanto, não era como se algo tivesse queimando. Era mais como uma neblina.

Em pouco tempo, Dorothy parecia uma enorme nuvem furiosa se movendo por entre aquele labirinto. A quantidade de fumaça era tão grande que a cobria quase que por completo. Em seguida, o ambiente ficou nebuloso. Se tornava difícil ver alguma coisa, mesmo vermelha, cuja luz quase se apagava atrás da cortina branca.

Como aquilo estava funcionando? E mais importante: será que teria alguma serventia?  

09

Esqueleto:




GUARDIÃO ESQUELETO — SORRISO, O SANGRENTO


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Estou arredondando para cima por consideração à tua narração.

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Re: Labirinto Soturno

Mensagem por Hummingbird em Qua Jun 01, 2016 9:55 pm

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— Já posso abrir? Hahah! — Fingia estar com os olhos fechados, como numa brincadeira de esconde-esconde.

Acontece que, no calor do momento enquanto segurava a tal bola de vidro da Dona Bruxa, uma coisa curiosa sucedeu. Depois de Dorothy praticamente devorar aquela alma penada que tentou nos interceptar, a bola de vidro ficou mais clara, quase branca. Daí veio a fumaça. Dorothy furiosa, avançando como uma nuvem de tempestade trazendo consigo os raios das colisões. Qualquer um que se atrevesse a entrar em seu caminho, provavelmente seria eletrocutado.

Mas, se não fui eu que ativei a bola, então de onde vinha aquela fumaça toda? Eu nem sequer podia dizer que vinha da esfera. Vermelha, por sua vez, tava perdida na fumaça também. Poucas e raras as vezes que eu via seu brilho ziguezagueando pra lá e pra cá. Então as almas ainda estavam ali. Mas, será que elas nos enxergavam nessa neblina? Elas estão mortas, talvez a neblina não obscureça a visão. Não sei dizer, Sorriso por exemplo, ele não parecia ter dificuldades nisso não é? E novamente como resposta ganhei só aquele olhar e aquele silêncio. Um conjunto incrível de; " o que que ta acontecendo?"

Certo. Já sei pra quem pedir ajuda.

— Ifrit. Você não quer chegar no fim do labirinto? Mesmo que seja pra se livrar de mim? — Indaguei em pensamento, iniciando um diálogo enquanto Dorothy se encarregava de nos guiar seja lá por onde. — Então me da uma ajudinha, por favor. Eu sei que você conhece mais dessa bola do que eu. Você conseguiu usar ela naquele dia, na Montanha. Você entendeu o que ela disse não é? Então me ajude a entender também. Talvez juntos a gente consiga usá-la. — Expliquei.

Na verdade, até eu fiquei surpreso no final. Quero dizer, eu não pensei que conseguiria fazer uma proposta tão boa quanto essa. Então esperei. Olhos arregalados, fitando a esfera como se esperasse por qualquer outro meio de contato.

Não sei dizer o motivo mas, lembrei-me das palavras da tia Sally, lembrei-me dos seus ensinamentos. Como quando ela me ensinou a sentir a energia na terra, sentir a vida naquele crânio, usar minha energia. Com as palmas de minha mão em íntimo contato com a esfera, talvez eu conseguisse fazer o mesmo. Me concentrar, seguir minhas intuições e talvez com ajuda ou sem ajuda do Ifrit, fazer algum contato com a esfera. E caso nada acontecesse, trataria de informar Vermelha sobre o ocorrido.

Obs:
Na campanha em que ganhei a esfera, o Ifrit conseguiu fazer contato com a esfera e compreender um pouco da linguagem dela quando estava ativada. Talvez agora, ambos juntos, consigam ir além e entender mais alguma coisa, não sei. Estou arriscando mesmo.

Aliás, obrigado pela xp <3

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Re: Labirinto Soturno

Mensagem por Razorheart em Seg Jun 13, 2016 10:26 am





BIRD

 
Embora não fosse exatamente a arma que Sean esperava, a verdade era que, depois que aquela nuvem surgiu, estava muito mais difícil para as aparições os atingirem. Eles se tornaram um alvo complicado de se mirar! Era quase impossível ver, mesmo uma aranha tão grande, graças à grande quantidade de fumaça.

O menino, entretanto, queria entender aquilo. Aquela esfera, fosse o que fosse, era muito mais útil se ele soubesse usar, afinal. Tentou tatear com sua energia e descobriu que era impossível. Por algum motivo, tentar sentir aquela bola de vidro era como segurar água: num momento estava ali, no outro já não estava mais. A energia dentro do objeto era assim tão volátil que até duvidava se ela estava mesmo lá. Era simplesmente impossível focar a atenção nela!

Ifrit receou em responder. Por um momento, Sean chegou a pensar que ele o havia abandonado. Um estranho silêncio se abateu sobre a mente do menino de uma forma incomum e amedrontadora, afinal, estava sempre acostumado a ouvir seu demônio. Mas enfim ele falou:

[Ifrit] — Olhe no espelho, pequeno corvo. O que você vê?

Se ele estava canalisando a bola de vidro ou sendo ele mesmo, não dava para saber. Agora Sean tinha um enigma para responder. A resposta para a pergunta era simples, mas talvez seu sentido fosse muito mais profundo.

Enquanto isso, Dorothy continuava a se mover por entre o labirinto. Vamos esperar que ela tenha algum rumo!


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Re: Labirinto Soturno

Mensagem por NR Fury em Seg Jun 13, 2016 10:27 am




BIRD


Embora não fosse exatamente a arma que Sean esperava, a verdade era que, depois que aquela nuvem surgiu, estava muito mais difícil para as aparições os atingirem. Eles se tornaram um alvo complicado de se mirar! Era quase impossível ver, mesmo uma aranha tão grande, graças à grande quantidade de fumaça.

O menino, entretanto, queria entender aquilo. Aquela esfera, fosse o que fosse, era muito mais útil se ele soubesse usar, afinal. Tentou tatear com sua energia e descobriu que era impossível. Por algum motivo, tentar sentir aquela bola de vidro era como segurar água: num momento estava ali, no outro já não estava mais. A energia dentro do objeto era assim tão volátil que até duvidava se ela estava mesmo lá. Era simplesmente impossível focar a atenção nela!

Ifrit receou em responder. Por um momento, Sean chegou a pensar que ele o havia abandonado. Um estranho silêncio se abateu sobre a mente do menino de uma forma incomum e amedrontadora, afinal, estava sempre acostumado a ouvir seu demônio. Mas enfim ele falou:

[Ifrit] — Olhe no espelho, pequeno corvo. O que você vê?

Se ele estava canalisando a bola de vidro ou sendo ele mesmo, não dava para saber. Agora Sean tinha um enigma para responder. A resposta para a pergunta era simples, mas talvez seu sentido fosse muito mais profundo.

Enquanto isso, Dorothy continuava a se mover por entre o labirinto. Vamos esperar que ela tenha algum rumo!



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Re: Labirinto Soturno

Mensagem por Hummingbird em Qua Jun 15, 2016 12:22 pm

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Eu realmente odiava aquela sensação. Odeio, odeio! Detesto me sentir sozinho, mesmo quando sei que ele está lá.

No entanto, depois do silêncio, veio o enigma. Que coisa mais estranha. Nunca pensei que o Ifrit gostasse de charadas?

Me coloquei a pensar. Aos poucos fui esquecendo dos detalhes ao redor, ou melhor, transformando-os em outras coisas. Tudo flutuava em minha mente como peças de um quebra-cabeça. Vermelha tornou-se uma peça cintilante, uma estrela cadente como eu a via. Dorothy transformou-se numa grande nuvem fofinha. As almas viraram pássaros, elas avançavam sobre as nuvens, nas nuvens erradas. Minha nuvem estava segura por enquanto, contanto que estivesse em movimento. E lá em baixo, no lugar do mistério, virou um céu invertido. Um céu noturno, escuro como o oceano da noite. Estrelas eram as borboletas, brilhavam meio ofuscadas pelas nuvens. E por fim, retomando atenção na esfera de vidro, tudo ao redor parecia convergir como numa sinfonia. Aos poucos as coisas se interligavam; assim como os pássaros voam tão alto no céu a ponto de alcançar as nuvens, assim como o céu da noite parece tão profundo como o abismo que agora era lá em baixo, assim como Vermelha serve de estrela guia no meio da escuridão. E a esfera, onde se encaixava em tudo isso? Onde estava o espelho?

— O que...eu vejo? — Murmurei, entornando o rosto como em dúvida. — Hmm? — De repente, com meus olhos eu pude ver. Eu juro que vi. Olhando na esfera, não dentro dela, mas sim no que aparecia nela quando eu olhava. Eram os olhos de Ifrit no lugar dos meus, única diferença marcante que me fez perceber que aquele não era meu reflexo e sim o dele. — O ESPELHO! — Aleguei, cheio de mim pela descoberta.

Segurei a bola com firmeza, cuidadoso pra que não caísse durante as peripécias de Dorothy. Restou em minha cabeça aquela dúvida; o que havia de tão importante para se ver no espelho além do meu reflexo? Meus olhos divagaram na imensidão daqueles trinta centímetros, na superfície gelada e aparentemente bem resistente da esfera. Minhas mãos pareciam grudadas, talvez como nunca antes. Eu podia jurar que não a soltaria por nada!

— Ifrit... — murmurei, preparando as palavras para serem ditas em voz alta. — Por que eu vejo você no lugar do meu reflexo na bola? — Indaguei, como que se essa fosse a dúvida maior.

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Re: Labirinto Soturno

Mensagem por NR Fury em Seg Jun 27, 2016 12:04 pm

BIRD

 
Apenas o silêncio permaneceu preenchendo a mente de Sean. Deveria ser perturbador: por muitos anos, Ifrit falava como se fosse o próprio menino para, então, se calar. As duas mentes funcionavam uma como a sombra da outra. Sem a metade de Ifrit, era como um vaso quebrado, faltava uma parte. Para alguns, perturbador só de olhar.

Mesmo sem saber, o pequeno possuído acabava desencadeando uma nova reação daquela bola. Desta vez ela ficou transparente. Primeiro como o vidro que era, mas foi mais além: foi perdendo coloração e a capacidade de refletir a luz até o ponto que era quase impossível de ver! Sean sabia que se deixasse ela cair agora, possivelmente jamais a encontraria, então segurou firme, desconfiando que ela ainda estivesse lá e apertando de instante e instante para confirmar.

O efeito, porém, foi mais além: assim que a bola terminou sua transformação, ela emitiu uma espécie de onda. Não dava para ver, mas dava para sentir. A energia, de alguma forma, colou na pele do menino, no seu rosto, nos seus cabelos e até mesmo nos olhos. Quando mirou de novo as próprias mãos, percebeu que ele também perdia sua cor! E não só ele, mas como também Dorothy, Vermelha e até Sorriso!

Em pouco tempo, o grupo estava quase completamente invisível. Era possível ver apenas breves contornos que se destacavam com o movimento. Deveria ser assustador, porque, a qualquer instante, se soltasse Dorothy mesmo um pouco, poderia não mais ser capaz de encontrar onde pegar de novo.

Esta invisibilidade serviu para alguma coisa, além de confundir os pensamentos do menino. Movendo-se daquela forma, eles se tornaram imperceptíveis para os espíritos. Cruzaram com uma dezena deles, mas pareciam incapazes de localizá-los. Pouco tempo depois, retornaram ao seu descanso. Coisa nenhuma, além da vegetação e das paredes, se mostrava.

Dorothy reduziu a velocidade até parar. Merecido descanso. Quando Sean focou sua bola de vidro de novo, suas cores voltaram. Ele não sabia o que ou como tinha feito aquilo, embora estivesse cada vez mais perto de descobrir. Sentia-se cansado. Aquelas magias não haviam vindo de graça!

[Vermelha, a fada do sangue] — Que bom, que bom que você não faz nenhuma besteira, ou terminaríamos mais furados que uma peneira! Hihihi~♪

A fada voou em um círculo amplo em volta do lugar fazendo um barulho como se fosse um grande inseto. Estavam num lugar que era como qualquer outro naquele labirinto. Havia vegetação nas paredes. Havia trepadeiras secas com espinho, outras de folhas verde bem escuro e de ângulos fechados. Existia uma vegetação rasteira que cobria o solo de terra escura e úmida. As paredes subiam alto. Passarelas cruzavam. Tuneis se abriam em toda parte. Era confuso até de olhar.  

Girando a cabeça quase em tontura, Sean percebeu uma coisa que parecia brevemente diferente: havia, frente a eles, uma espécie de portal de pedra. Era um arco, para ser mais específico. Havia sido entalhado em pedra escura de maneira grosseira e não parecia ter nada de extraordinário.  

[Vermelha, a fada do sangue] — O portão da verdade. — Disse a fada, percebendo que o menino o examinava. — Um de muitos. Eles são sete, a lenda diz, e cruzar sem aviso é muita ingenuidade! Hihihi~♪ A quem cruzar cada um deles, um mistério fascinante, confio. Um presente de um deus ou quem sabe quem construiu isso, uma pena que ninguém saiba dos outros um mapa. Pode ser até que nem existam ou tenham sido destruídos, demolidos, corroídos! Hihihi~♪ Para cruzar, você deve conhecer sua verdade. O caminho mais curto para o fim encontrar, o que pode ser ainda um maior desafio.

Realmente não parecia nada demais, além de pedra. Energia nenhuma emanava daquilo. Nada! Simplesmente nada!

[Vermelha, a fada do sangue] — Devemos tentar?

Estava começando a escurecer. A penumbra no labirinto só se tornaria pior.

01

Condição:

[SEAN]

Levemente cansado.
Névoa: -10 PE
Invisibilidade: -40 PE

Vida: 100/100
██████████
Energia: 50/100
██████████




[GUARDIÃO ESQUELETO — SORRISO, O SANGRENTO]




Um servo de outro mundo animado através da magia negra de uma necromante. Ele vai seguir e obedecer a Sean em sua aventura até o seu retorno. Ele também conhece o caminho até o Labirinto Soturno e a fruta milagrosa, já que recebeu de sua mestra.
Atributos:
Vida: 100/50 (+50/1 dia)
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Destreza: D
Agilidade: D


XP:

+50xp pelo meu atraso e +100xp por ter fugido dos espíritos intacto.
Total: +150xp


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Re: Labirinto Soturno

Mensagem por Hummingbird em Ter Jul 05, 2016 4:06 pm

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O silêncio me deixou completamente perdido. Eu me vi divagar numa imensidão tão distante como se dentro daquele reflexo na bola de vidro, eu pudesse visitar um outro mundo. Mas acreditem ou não, era dentro de mim mesmo! Ah, e é claro, não sem antes sentir aquela sensação esquisita que me deu cócegas de quando a bola lançou uma onda de energia que parecia colar em minha pele.

Então, dentro daquele meu universo, o silêncio me colocou em dúvida. Aliás, eram sempre tantas dúvidas não é mesmo? Eu imaginava se as outras crianças, aquelas que ainda tinham os pais, se elas tinham tantas dúvidas assim?

E então a primeira memória que encontrei, foi minha mãe, Lyra. Talvez fosse só um sonho, não sei dizer? Estávamos dentro de alguma construção velha, como se fosse uma ruína de alguma coisa. Archotes acesos nas paredes, uma mesa grande com várias coisas e.. a bola de vidro estava lá! Mas por algum motivo ela não me parecia igual a essa que eu carrego. E eu conversava com minha mãe. Ela se preocupava comigo, cuidava de mim, eu parecia meio queimado eu acho? Mas com ela eu estava bem, apesar de tudo. Eu sei disso. Sei que ao lado dela eu estaria bem. Mas aquele sonho acontecia como se eu o visse de cima. De repente, quando aquele que deveria ser eu virou-se em minha direção, olhando pra mim, eu vi em seus olhos os olhos de Ifrit. Mas, diferente das outras vezes, eu não senti medo nem nada ruim. Ele olhava diretamente pra mim como só ele pode fazer, e eu o fazia igualmente. E ele sorria no olhar, eu juro que sorria! Porque eu estava bem. Porque nós estávamos bem.

Numa outra memória diferente, encontrei-me com meu pai. Estávamos no porto, e desta vez eu estava na pele daquele que deveria ser eu mesmo. Papai estava sentado numa ponte de madeira do porto, aquele que não sei o nome, e eu estava sentado ao seu lado balançando as perninhas em cima da superfície da água do mar. O braço direito de papai me envolveu as costas, cobrindo-me com aquela capa que um dia foi vermelha, presenteando-me com ela. E ele dizia; tenha fé, e você ficará bem, pequeno Sean.

E então eu acordei. Acordei com as palavras de Vermelha, a fada, falando sobre minha verdade.

— E porque não tentaríamos? — Abri um largo sorriso, respondendo a sua pergunta. E então, fiz um sinal para que ela nos guiasse até lá, junto de Dorothy é claro. E antes de passar, meus pensamentos saltaram em foco da bola de vidro direto para Ifrit. Eu só queria agradecê-lo. Afinal, é graças a ele que eu sei quem eu sou agora, não é? Então não vou atravessar isso sozinho, vamos atravessar juntos.

— Vamos brincar de verdade ou desafio? Hihihi. — Murmuraria, antes de passar pelo tal portal.

Spoiler:
Me desculpe a encheção de linguiça no post, só achei a oportunidade bem viável pra consolidar o novo nível da minha habilidade onde o Sean e o Ifrit viram um só por causa da simbiose e etc <3

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Re: Labirinto Soturno

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