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Porto Real

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Porto Real

Mensagem por ADM GabZ em Seg Fev 24, 2014 12:59 pm

Relembrando a primeira mensagem :


O Porto Real é certamente um dos lugares mais movimentados de Hilydrus. O comércio naval de todo o reino concentra-se neste ponto, e navios de todo o mundo são recebidos com suas propostas e especiarias. Metais, animais de corte, pedras, madeiras, tecidos, vestimentas, armamentos e tudo mais que você puder encontrar é comercializado aqui a céu aberto. Graças ao movimento intenso o lugar é pesadamente fiscalizado, com soldados rondando a todo momento. Geralmente o comércio é localizado, de forma que os navios mercantes já possuem compradores fixos em Hilydrus e vice-versa, mas ainda assim é possível comprar uma coisa ou duas das quais você precise.

Além de movimentado o porto é extenso, tendo alguns quilômetros de comprimento, percorrendo pelo menos um quarto da face norte da península. Isto porquê o trânsito de embarcações não pára, e elas são dos mais variados tipos e tamanhos. Lordes vindos de fora costumam utilizar navios gigantescos e luxuosos, e fazem questão de um espaço só para eles. Outros navios carregam dezenas de famílias que buscam uma nova vida em Lodoss, deixando para trás histórias doloridas e cicatrizadas. Em maior parte o trânsito de embarcações se dá com acordos comerciais com o reino de Hilydrus, principalmente troca de especiarias. A ilha é extensa, fértil e repleta de riquezas, e exportá-las é um dos principais motivos que torna Hilydrus um reino próspero e seguro.

Também é possível conseguir empregos dos mais variados tipos e pagamentos, pois sempre se precisa de mão-de-obra. Vagas como carregadores, grumetes, cozinheiros, marujos e até quem sabe uma vaga de capitão podem pintar facilmente por estas bandas. Alugar e comprar embarcações também é possível, mas nem sempre tão barato. Basta ter cuidado com os vigaristas.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:19 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qui Maio 28, 2015 2:24 am

Laser Beetle

A paz. Era tudo que Eric queria naquele momento. Mas na verdade ele não queria era limpar o chão da taverna. Que preguiçoso esse rapaz. Entretanto sua má vontade foi o combustível para sua determinação acender e ele saltar em uma das mesas, com um belo discurso que fariam até os reis de Lodoss ouvirem.

Hum... Apenas os reis mesmos, porque os homens na taverna queriam era saber de socar seus oponentes. Ninguém sequer ouvia Eric. Coitado, ficou completamente ignorado. Sua motivação começava a sumir tão rápido quanto havia sido seu salto para cima da mesa. Porém, agora ele preparava para lançar sua lança. No entanto... HaHaHa. As circunstâncias não foram favoráveis para nosso herói. Assim que o rapaz mirou a lança e ia arremessar. Um pescador fora esmurrado com força logo atrás da mesa que Eric estava. E a pancada foi tão grande, que fez o idiota perder o equilíbrio e vir andando de costas em buscar de não cair. Mas a falta de sorte estava do lado do pescador. E adivinhe? De Eric também, pois o homem colidiu de costas com a mesa no instante que o jovem cavaleiro iria arremessar sua lança sem ponta. A mesa se moveu de repente e Eric sentiu um cala frio em sua espinha que arregalaria seus olhos quando percebia que suas pernas foram movidas para frente e seu corpo caia despreparado contra a mesa, que ao ter o contato com o rapaz, acabou por se partir em duas e desfazer a lança em pleno ar.

O pescador jazia no chão também, mas tentava se levantar imediatamente. Ele olhava para Eric e o acusava.

Como ousas a me derrubar??

Ele ia se virando ainda no chão e pretendia acertar um soco padrão no rosto de Eric que ainda estava deitado. O rapaz tinha que reagir de alguma forma. Mas como seria?

Quanto a Thalia, ela nada fazia. Apenas via a situação com cara de bunda.

Sigurd


Fyr foi caminhando para fora da taverna, enquanto que Sigurd mantinha-se totalmente na defensiva com relação a atitude dele. Assim que o rapaz cruzou a porta do estabelecimento, Sigurd fez questão de ativar sua habilidade para rastreá-lo e saber se estava próximo, ou se ia mesmo embora dali. O que ele viu o surpreendeu um pouco, talvez por esperar que aquele rapaz fosse alguma ameaça, ele não contava que o homem simplesmente voltaria até o estábulo, pegaria sua montaria e iria embora, partindo do porto e saindo do seu campo de visão em poucos instantes devido à distancia.

Sigurd não precisou de mais provas que aquelas para ter certeza que Fyr havia saído do porto. Mas por via das duvidas, ele conferiu a sopa antes de toma-la, apenas para ter certeza que não havia nada errado. Delicioso! Este foi o cheiro que sentiu. Batatas e legumes cozidos com alguns generosos pedaços de carne ensopados. Seu estômago roncou em protesto pela demora, a comida acabaria esfriando no ritmo em que estava.

Visto que não tinha perigo nenhum aparente, tampouco o homem estava por perto, Sigurd resolveu dar mais aquele voto de confiança em Fyr e simplesmente tomou sua sopa sem maiores preocupações. O dia passou mais calmo a partir daquele momento, pois seu estômago agora estava cheio daquilo que ele chamou de “A sopa dos deuses”. Há muito tempo Agro não provava uma iguaria tão maravilhosa e bem feita. Ou ao menos era o que ele pensava, já que para muitos ali, a opinião deveria ser o contrario.

Agora restava ao rapaz de pele escura decidir o que faria. Descansar após o almoço? Procurar por Gustaff? Ou uma terceira alternativa ainda desconhecida?
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Re: Porto Real

Mensagem por Shiro em Ter Jun 09, 2015 8:16 pm



Gilgamesh
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A viagem fora longa, repleta de uma calma nunca antes vista pelo loiro. Sem piratas para assaltá-los em pleno oceano, sem monstros marinhos para os devorar, apesar de que, hoje em dia, há uma pequena preocupação com as criaturas místicas que parecem estarem a migrar para os contos-de-fada e os mitos que passam de boca em boca. Se o mestiço não tivesse a idade que tem, e não fosse o que é, ele mesmo não acreditaria que tais bestas folclóricas existem.

- Terra firme! - Exclamou num aliviador suspiro. Sete meses sob um solo frágil e decadente de madeira, sem firmeza e onde dançava no ritmo das ondas. Ele mesmo estava admirado por ter suportado tanto tempo, sempre havia se achado fraco de estômago, afinal estava errado. O cargueiro ainda atracava no porto, mas já conseguia cheirar desde lá de cima a confusão dos mercadores e dos peixeiros, o odor a suor misturado com o aroma salgado do mar e das ostras frescas. Esboçou um leve sorriso no rosto. Parecia contente. Estava contente. Pela primeira vez em muitos anos, sentia que poderia ser feliz, ser livre das obrigações heróicas. Sentia que podia agarrar e manobrar o próprio destino, como um marinheiro que manobra a vela branca por entre os ventos e as ondas.

- Ora, por onde irei começar...?! Hum... Talvez consiga trabalho em alguma embarcação guerrilheira ... - Pensava enquanto que seus pés desciam a rampa até ao porto. Era um soldado. Sempre o fora. E, mesmo à milhares de milhas de distância de Uruk e todas as suas obrigações como soldado, ainda queria servir como tal. Não conhecia aquele país, sequer os seus monarcas, todavia, o que mais poderia fazer ele?! Tudo o que sabia fazer era lutar. Tinha força natural para isso, apesar de não enfrentar alguém num duelo de verdade à mais de sessenta anos. Talvez estivesse enferrujado. Talvez não. Dizem que manusear uma espada é como montar à cavalo, nunca se esquece!

Seus olhos vermelhos-rubi oscilavam por entre as faces e as vestes da plebe local. Buscava pelo corpo militar mais próximo para o questionar se aquele país onde estava tinha alguma milícia náutica, e se sim, onde poderia alistar-se. Provavelmente sequer o deixariam entrar assim, logo de primeira. Mas não perdia nada em tentá-lo.

- Desculpai... Bom dia! Podeis dizer-me se há alguma frota náutica militar e se a mesma está a recrutar? - Diria no caso de encontrar algum marinheiro militar, por assim dizer.  Nunca antes havia navegado, e não entendia nada de nada de náutica ou cartas. Tudo o que ainda se lembrava vagamente era de saber manusear uma espada e recordava-se como era sentir a própria lamina a perfurar o corpo adversário, dilacerando-o pouco à pouco. Conforme tinha planeado enquanto navegava, tentaria entrar na marinha, subir aos poucos de escalão, depois, passaria para a cavalaria. Compraria uma casa no campo, onde cultivaria algumas verduras, casaria e teria alguns filhos. Envelheceria e morreria. Feliz e sossegado. Assim o esperava.
 Se não conseguisse encontrar nenhum militar, não delongaria mais, chegaria perto de algum comerciante local e pergunta-lo-ia se precisava de ajuda por duas moedas. Quem sabe fosse muito, quem sabe fosse pouco. Na verdade, tudo que conhecia daquele país era o nome; Costumes, raças, câmbio e outras demais coisas eram completamente desconhecidas para o pobre meio-dragão. Porém, não se importava com nada disso. "Quem tem boca vai até Roma!" Diz um ditado popular de um povo anónimo qualquer, ora, nem mais. Lá se iria habituando à cultura daquele povo e a forma deles de ser.

 De qualquer forma, manter a sua raça escondida seria complicado, não fosse as escamas albas até o antebraço, ninguém suspeitaria dele. Sempre poderia arranjar uma desculpa para os olhos vermelhos. Mas aquelas escamas... Claramente um meio-dragão. Não morria de preocupações com aquilo. O homem sempre havia aceitado o que era como algo natural. Na verdade, o que mais o preocupava era a sua forma de vestir-se. Poderiam achá-lo como fidalgo de estirpe, o que não o era. Trazia apenas uma roupa tradicional do seu país. Tronco nu de ombros cobertos por uma espécie de xaile dourado com vários enfeites da mesma cor. Dois brincos em forma de cadeado, um em cada orelha. Dois pares de pulseiras douradas, um pulso com cada. Umas calças que apesar de justas, bastante confortáveis e elásticas, de cor negra até meio da coxa, onde o dourado surgia novamente. Um enorme cintou/faixa dourada entorno da cintura, donde uma manta vermelha, quase capa, com vários desenhos em dourado se deixam cair até o tornozelos. Calçado levava umas botas também negras. Ainda no tronco, pintada na própria pele, algumas tatuagens avermelhadas. Qualquer um que notasse poderia pensar que aquelas roupas valiam muito, nem por isso acertavam. Talvez valessem algum naquele país por serem pintadas, mas em Uruk, aquele tipo de roupa é o que a ralé costuma usar.




Ahoy! Bem, eu tenho algumas dúvidas, e como tal, qualquer coisa de errado com o meu poste, só desconsiderar e alertar-me para não voltar a cometer o mesmo erro. xD
 Uma das minhas dúvidas é quanto à narração do cenário, posso ou não posso narrar?! Outra é quanto as acções do meu personagem. Ele faz ou tenta fazer?! @.@?  E é isso por ora...  xD  Qualquer coisa, o meu personagem está vestido como o meu avatar xD Acho eu! A imagem do princípio está dentro dos padrões, né?! né?! né?! xD Ah! Já agora, gostei da lista de OST do forum E se quiserem saber o objectivos do meu char... bem, queria tentar entrar para uma espécie de marinha, ou fazer algum trabalho como gurda-costas de alguém importante... sei lá xD Sorry!  




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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sab Jun 13, 2015 12:13 am

Antes que pudesse usar suas lanças pacificadoras, Eric sentiu a mesa tremer e tombar; e com ela o mundo girou.
Caiu pesadamente e sentiu a concentração esfarelar junto com seu armamento dourado. Estranho, pensou, já que esperava uma reação diferente. Nas tavernas de qualquer lugar, até mesmo de Rohan, quando um Cruzado ostentava suas armas sagradas todos se sentiam maravilhados. Não era todo dia que um rapaz invocava lanças de luz. Mesmo assim, ali, foi como se nada tivesse acontecido, algo corriqueiro.

Lodoss era incrível!

E mais incrível era como o maldito idiota que derrubou Eric agora partia pra cima dele. O rapaz, na sua agilidade jovial e sóbria, engatinhou de costas pelo chão pra criar alguma distância entre ele e o bêbado e só ergueu a perna, chutando com força o rosto do homem. Eram bêbados violentos, e eles só conheciam uma democracia, afinal...
Esperou que aquele um golpe fosse cuidar do problema, mas não teria problemas em repeti-lo se o desgraçado fosse mais resiliente do que ele achava. Com aquilo resolvido, se levantaria e acenaria pra Thalia em direção a porta.
- O que você tá esperando? Chame a guarda! - Empurraria a garota levemente, se fosse preciso, pra fazê-la voltar a si. Agora tinha outro trabalho: ajudar ela a atravessar o bar e sair pela porta em segurança, trabalho este que faria com ferocidade. Não teria medo de conjurar uma espada dourada e ameaçar cortar alguém se eles chegassem perto demais da garota.

Depois que ela saísse, tinha que tentar aplacar os danos. Evitar que quebrassem muitas mesas, que matassem uns aos outros e que machucassem os empregados. Julgou que teria que fazer isso mais com os punhos e com ameaçadas do que com gentileza e discussão, então estava pronto pra dormir dolorido e com algumas costelas quebradas.

Um ótimo fim de dia, se querem saber!

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qua Jun 24, 2015 3:17 pm

Shiro


Após uma longa viagem, vinda da terra do nunca ou lugar parecido, um jovem, mas não tão jovem assim, mas que demonstrava toda uma estética juvenil, porém anormal para se dizer humano. Ele descia no principal porto de Lodoss, o Porto Real.

Apesar de já estar escurecendo, Gilgamesh poderia ver várias embarcações. De portes de todos os tipos, como uma pequena canoa, a um imponente galeão que haviam homens descarregando mercadorias com seu conteúdo escondido com tecidos grossos. Havia também um enorme fluyt desatracando. Provavelmente iria fazer uma ronda pelas águas e garantir a segurança dessa região contra piratas.

Toda aquela agitação não faltaria gente para o novo imigrante se informar. No entanto alguém que aparentasse ser um militar, era uma busca sem sucesso. Sem mais delongas, o viajante resolveu ir até uma barraca com alguns peixes frescos na qual um senhor de idade, segurando seu cachimbo, usando roupas surradas e um gorro em sua cabeça estava vendendo seus produtos.


O que? Quer comprar todos os peixes? Que ótima notícia!! — Falava alto e alegremente.

Não seu velho gaga. Ele quer saber xuminikutikurinimulin hieriegin — Uma voz fina e infantil, que parecia estar oculta, se propagava no ar. Quem seria?

Ahhh!! Entendi. Náutica? Mas que diabos é isso?

Os soldados de Hylindrus que navegam.

HAHAHAHA Eu já sabia.

Não sabia xumininin!!!

Não seja grosseira. Bom... Meu caro. Tu não és daqui né? — O sotaque denunciava — Chegou naquele navio ali? — Apontava para o galeão — Isso não importa. Qual era a pergunta mesmo? AHH! Lembrei. Olha guri, aqui tu não vai conseguir nada disso. Não existe essa história de náutica. Mas você pode tentar ingressar em algum dos exércitos do continente. Em Hylindrus ou em Takaras. Talvez você se daria bem em Takaras, já que parece não ser muito humano, hu?

Fale do velho chifrudo tukitin.

Oh sim! O velho. Olhe garoto. Tem um sujeito. Mal encarado e que mete medo até na própria morte. Ele deve está em alguma taverna aqui por perto. Acredito que na taverna da Concha Furada ou na Pérola Perdida. Ele costuma ir sempre nessas. Ele é um sujeito difícil de lidar, mas é do exército de Takaras E VOCÊ NÃO OUVIU QUE ELE É DE TAKARAS — O velho deveria ter seus motivos pra querer esconder isso — Bom... Aquele desgraçado é meu irmão. Hoje no começo da madrugada ele irá fazer a escolta de um carregamento que chegou de terras distantes. Mas ele precisa de mais dois sujeitos para o serviço. Sugiro que se apresse se quer conseguir algo com ele. E quando encontra-lo, diga que o capitão Nemo manda lembranças HAHAHA!! Entendido? Aproposito. As tavernas ficam em ambas pontas opostas do porto. Então terá uma longa caminhada, caso não encontre na primeira tentativa. E bem... Você saberá quem é ele quando vê-lo.

Gilgamesh agora tinha uma simples decisão a fazer. Ir para direita ou a esquerda. A decisão certa poderia lhe poupar muito tempo.


Lasanha Bitch


Apesar da grande confusão. Os brigões não levantavam a mão para os funcionários e muito menos para Thalia. Na verdade a garota parecia até entediada e a proteção por parte de Eric parecia até ser inútil. Mas sobre a pergunta desesperada do rapaz fora respondida bem er... Demorada.

A guarda? Oh céus... Isso é o Porto Real. A está hora todos estão jantando. E é apenas uma briga comum — Ela disse. Comum. Sim. Yes. Hai! LoL? — Então mostre sua virilidade e acabe com esses idiotas. Uma vez dentro da confusão, não a retorno ou escapatória. Então vá e lute. Mostre do que são feitos os cruzados.

É meu amigo, não tinha outro jeito. A honra dos cruzados estava em jogo. Agora era arregaçar as mangas e meter porrada ao estilo tradicional. Para alivio do cavaleiro dourado, a garota se retirou e foi até a cozinha. Agora ele poderia brigar a vontade. E foi isso que fez. Avançou contra o primeiro mercenário de costas e lhe empurrou com a sola do pé, o lançando de boca no chão.

Obrigado camarada! — Agradecia o pescador com um sorriso no rosto.

Entretanto Eric não estava ali para brincadeiras e lhe acertou um belo murro no nariz do sujeito, que foi cambaleando para trás e acabou sentando em uma das cadeiras.

Porém aquela briga estava longe de terminar. Um mercenário e um pescador viram Eric bater em seus camaradas. Os dois se entre olharam e acenaram positivamente com a cabeça. Aquilo significava somente uma coisa. Que eles iriam se unir para acabar com Eric. Eles fechavam a cara no mesmo instante. O mercenário lhe tentava dar um gancho no queixo e o pescador vinha rodeando pela direita. Parecia que iria tentar pegar Eric por trás. Em outras palavras, o jovem precisava fazer algo ou ele iria ficar cercado e as coisas ficariam complicadas.


Info:
Sorry a demora. Estava vendo um jeito para decidir o futuro do Gilgamesh, pois estou meio lotado de jogadores. Então terei que enviar o Shiro pra outro narrador(a). Isso já foi resolvido. Então Shiro, siga apenas o fluxo das ondas por enquanto e logo estará com nova pessoa te narrando. Mas por hora irei lhe narrar pra te por no caminho certo.

Lasanha Bitch

Mete porrada cara. E toma 50xp pelo atraso.


Shiro

Você recebe 100xp de atraso. Sorry. O motivo já foi explicado. Você já pode adicionar na tua ficha sem problemas.

Respondendo suas duvidas...

Cenário: Essa questão é um ponto que todo jogador tem que ter uma noção do que poderá encontrar em determinado lugar. No caso você está em um porto. Logo terão barcos, navios, pescadores, carroças para levar carregamento e etc. Mas pode acontecer de não ter nada disso, dependo do que o gm quer. Porém ele não vai pilhar se vc dizer que admirou as embarcações que haviam atracadas. Numa floresta vai ter árvores, plantas, pode ter pedras, animais e tal.

Pode narrar isso? As coisas obvias sim, entretanto o tempo se é dia ou noite, ai é algo a se ver, que por exemplo. Tem mais de um jogador no porto no momento. Então é mais interessante seguir a ideia que seja noite para todos o máximo que puder. Porém é impossível manter sempre assim. Exemplo disso é que ai mesmo em Ruff, tem um jogador que está jogando durante o dia (wtf). Fazer o que.

Mas tipo, narrar uma brisa de vento por exemplo, é sem problemas. Dizer que avistou um pássaro voando, no problem. É o famoso encher linguiça.

Ação do Personagem: Em uma batalha vc nunca narrará que consegue acertar aquele golpe. Você tenta. Mas em coisas simples, como: "me sento na cadeira, pego o copo e bebo todo o rum". Isso é algo que não afeta em nada. Porém digamos que você queira acertar uma flecha em uma pedaço de madeira a tantos metros. Se você tiver rank bom em destreza, você pode quase narrar que acertou, de forma tipo "com a maestria que fulano de tal tem com o arco, seria quase impossível errar aquele disparo". Mas ainda sim não é 100% certeza de acontecer xD

Também tem relações de coisas como "sentir". Tipo... " Cheguei na floresta e logo pude sentir o cheiro da mata. Avistei uma bela flor e fui até ela para farejar seu aroma e me esbanjar com seu perfume".

Essas coisas são tranquilas também e muitas vezes pode dar ideias pro narrador. Sejam elas boas ou malignas Ò_Ó

Mas claro, sempre pode haver uma exceção a essas regras, e ai o gm entra em conflito com elas e da seu jeito no post. Por exemplo: o jogador narra que está de manhã, mas o gm quer que seja de tarde. Puff, ele fará algo que deixará tudo de tarde. E assim vai.

No mais, é está tudo em ordem cara. Com o tempo você se acostuma. Sugiro que busque jogar campanhas para ver como os demais jogadores reagem a determinadas situações. Ai você começa a ter uma noção maior da sua liberdade narrativa. Aqui na Lodoss temos bastante liberdade quanto a essas pequenas ações que não influenciam em nada, mas que alguns fóruns lhe crucificam por você ter uma garrafa guardada no bolso, mas que em seu equipamentos não consta garrafa nenhuma xD

Enfim, acho que já entendeu.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sab Jun 27, 2015 12:20 pm

Eric ficou atônito com a resposta de Thalia, mas logo soltou um riso meio-nervoso e coçou a cabeça. Não tinha jeito, então. Agora ele entendia. Era tudo um ritual, uma espécie de iniciação. Ele não poderia encarar nenhuma daquelas pessoas, especialmente a garçonete, no dia seguinte se não lutasse. "Mostre sua virilidade". Era um teste, quase. Uma forma de acabar um longo dia de trabalho espairecendo. Subitamente sentia-se um imbecil por ter agido como agiu antes, tentando apaziguar a situação.

E ele também se sentia cansado da viagem, da caminhada e de servir clientes mal-humorados. Então piscou pra Thalia e avançou contra o primeiro idiota que achou, erguendo a perna e forçando-o de cara no chão. Ouviu um obrigado do rapaz que brigava com ele e esboçou uma risada antes de enfiar o punho sem a manopla no nariz do sujeito, jogando-o violentamente contra uma cadeira.


- De nada!

Aquilo fez seu coração acelerar. Sentia a euforia substituir o nervosismo no início de uma briga, mas ainda estava um tanto quanto inseguro. Mesmo durante suas viagens, nunca havia se enfiado numa briga de bar sozinho. Não tinha ninguém pra proteger suas costas e isso se tornou um perigo eminente quando dois desgraçados avançaram contra Eric num ataque-pinça.

O primeiro vinha na intenção tão clara de dar um gancho amplo que o loiro quase zombou dele, mas decidiu guardar o fôlego para as manobras que planejava. Primeiro ergueria o braço direito na altura da cabeça, forçando-o ligeiramente pra fora e interceptando o golpe do bêbado, abrindo sua cara para um contra-golpe potente da mão esquerda enluvada em aço. Erraria o nariz de propósito dessa vez, pois não queria cicatrizá-lo pelo resto da vida.

Assim que puxasse a mão de volta do rosto do primeiro, aproveitaria o momento de fraqueza dele pra puxá-lo pelo braço, pela camisa ou pelo pescoço e jogá-lo na direção do que vinha por trás, atrapalhando a investida enlouquecida que todos os bêbados faziam quando atacavam alguém por trás. Enquanto um atrapalhava o outro, Eric olharia ao redor pra tentar achar uma posição melhor pra ficar. Se ficasse ali, no meio de todo mundo, eventualmente receberia uma cadeirada na nuca e desmaiaria.

Era uma maneira um pouco covarde de brigar, mas também inteligente. E ele realmente só tinha um objetivo naquela noite: ser o último em pé. Queria impressionar Thalia, talvez porque ela colocou em jogo sua masculinidade e a honra dos Cruzados. Não podia deixar que a reputação da sua Ordem caísse, logo no primeiro dia em que a representava ali!

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Re: Porto Real

Mensagem por Shiro em Seg Jun 29, 2015 9:40 pm



Gilgamesh
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 Naquele início de noite fresca e com variações de leves brisas o mestiço avançava até uma barraca de peixe após procurar incessantemente em vão por algum marinheiro ou cavaleiro real.

 O senhor dono da barraca iniciava o discurso de forma súbita e bastante alegre. Contudo, até que um pouco desagradável para o loiro, o velho falava imenso, até mesmo sozinho falava e nem lhe deixava tempo para que respondesse ás perguntas que lhe eram colocadas, deixando um vazio no ar. Por fim cerrava os lábios. Gilgamesh estava um pouco tonto, via-se em seus olhos escarlate. Os ouvidos pareciam zumbir. Efeitos colaterais de escutar e absorver toda aquela informação.

 O jovem mestiço esboçou um leve sorriso em agradecimento, curvando ligeiramente o tronco e a cabeça e profetizando um gentil e melódico - Muitíssimo Obrigado!

 Circulava meia volta aos pés e começava a andar, afastando-se cada vez mais daquela pequena barraca de peixe fresco, deixando para trás de suas costas o vulto do pequeno e gentil e alegre idoso que o ajudara. - Espere um segundo... - Falava consigo mesmo. Dava outra meia volta e olhando para o velho gritava - Desculpe não poder lhe oferecer nada além de um simples "obrigado"! Assim que conseguir os meus primeiros lodians vós pagarei! - Agora sim estava pronto para partir. Não tinha dinheiro, por isso não pudera pagar por um peixe ou pela informação, mas aquela promessa faria com que o primeiro ordenado que recebesse fosse redireccionado àquela humilde barraca de pescado.

 Agora que as coisas realmente complicavam. Qual direcção deveria tomar?! Sequer uma moeda o mestiço tinha para lançar ao ar. Bem, não ficou ali muito tempo em dilema. Suspirou e de seguida caminhou pela direita, iria ser o caminho direito o primeiro que conheceria, sem olhar para trás, contudo, numa passada apressada. Seria terrível tivesse que voltar para trás, mas enfim. Tinha o olhar atento, buscava pelos letreiros dos estabelecimentos que o tinham pelo nome que o idoso lhe havia dito. Esperava não demorar muito por encontrar uma das tal tavernas: Ou a  Concha Furada ou a Pérola Perdida. Assim que encontrasse uma delas, apressaria-se a entrar e olharia mais atento ainda, todavia discretamente, por alguém de aparência desagradável como o velho insinuara, ou semelhante ao irmão. Faria a sua busca ocular enquanto caminhava até o balcão, tentando agir sem chamar muita a atenção.

 Se não encontrasse o seu alvo, sentar-se-ia em alguma cadeira ou banco, se o balcão os tivesse, se não ficaria mesmo de pé e perguntaria ao atendedor. - Peço desculpas, porém, poderias dizer-me se o irmão do capitão Nemo está cá? Tenho uma mensagem para ele. Aguardaria por uma resposta e agradeceria fosse ela qual fosse e viraria as costas ao caixeiro.

 Se já tivesse localizado o tal homem, ou suspeitasse que alguém o fosse, perguntaria ao caixa apontando para o mesmo ligeiramente com a cabeça. - Desculpa, mas sabeis se é aquele o irmão do capitão Nemo?! Tenho uma mensagem por parte do irmão para ele. Seguidamente agradeceria e dirigir-se-ia até o alvo se a resposta fosse positiva. No caso de a resposta ser negativa, caminharia até o homem com mais de quarenta anos de aparência mais desagradável. Se não existisse ninguém assim ali, infelizmente, teria que sair dali apressadamente em direcção ao outro lado do porto em busca da outra taverna.


Desculpa a demora, estive com problemas da escola e do trabalho, e mesmo problemas com o poste... espero ter feito um poste razoável :/ 




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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Dom Jul 12, 2015 12:25 pm

O jovem Gilgamesh ia caminhando. Andou durante alguns minutos notando a movimentação que ia diminuindo aos poucos. Mas logo ele avistava a taverna Pérola Perdida e se dirigia até ela.

Enquanto isso Eric estava em uma luta injusta... Para os bunda mole que o enfrentavam. O primeiro veio lhe acertar, mas o mercenário não contava com um bloqueio eficaz por parte do rapaz. Houve um certo baque entre os dois, mas o cavaleiro dourado foi ágil e lhe acertou um sopapo. Ele cambaleou para trás e o nosso herói avançou para executar seu próximo movimento, que era nada mais que lançar os aliados contra si mesmo. E ele o fez, mas não antes de tomar um tapão na cara do mesmo sujeito que ele acertou-lhe um soco. Porém aquilo era inevitável e Eric jogou contra o pescador, fazendo ambos se colidirem e irem de encontro com a porta da taverna.

Essa mesma porta que no instante que eles dois iam bater, se abriu. E lá surgi um rapaz. Loiro e com roupas estranhas. Estava distraído e nem imaginava que algo do tipo aconteceria.

PLOFF!

Os dois idiotas trombaram com Gilgamesh que também foi ao chão. O mercenário e o pescador não aceitaram aquilo.

O desgraçado abriu a porta de proposito.

Sim! Vamos jogar ele naquele filho da puta. Acabou com a gente em menos de cinco segundos Tcs...

E la foram eles dois. Se ergueram e puxaram Gilgamesh por seus braços, ambos em cada um, e antes que ele se recuperasse, os covardes lançava o estrangeiro que ia numa correria desenfreada em busca de seu equilíbrio para não cair feio no chão. Mas o problema maior não era esse e talvez ele até desejasse ter caído se soubesse o que estava para ocorrer.

Eric estava de costas para a porta e atento a não tomar umas cadeiradas. No entanto, ele notava que ninguém usava de nenhum tipo de artificio para ter vantagem. Era geral no modo clássico de se lutar. Entretanto o rapaz não esperava que um outro jovem o empurrasse com força. Sim. Gilgamesh acabou colidindo com Eric e o derrubando no chão. O cavaleiro olhava para seu agressor que claramente havia feito de forma INTENCIONAL UHaahuUHhau. Ao menos era o que parecia.

Eric não podia deixar aquilo barato e Gilgamesh notava que havia se enrascado. O que fariam os dois?
Info:
Sorry a demora. Não é falta de tempo, lhes garanto. Só ando meio meh.

100 xp pra cada.

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Re: Porto Real

Mensagem por Shiro em Qui Jul 16, 2015 4:52 am


Peixaria!






 
 Completamente descontraído, o loiro abriu a porta e nesse exacto momento dois corpos caíram em cima de si, deitando-o no chão. Eram pesados, pareciam pesados e Gilgamesh sentia-se dorido, caíra mesmo de costas no chão.

O desgraçado abriu a porta de propósito.

Sim! Vamos jogar ele naquele filho da puta. Acabou com a gente em menos de cinco segundos Tcs...

- Como é que é?! - Perguntou-se o homem sem entender nada, mas certo de que iria apanhar.

 Uma gota de suor frio escorria pelo semblante confuso e preocupado do jovem Gilgamesh que sem querer e sem saber como, acabava de empurrar um garoto no chão. Ainda claramente confuso com o ambiente hostil, mas de certa forma quente, dentro daquela taberna, aproximou-se do garoto que estava no chão e estendeu sua mão escamada até ele. - Peço desculpa! Devo ter tropeçado em algum lugar... - Sabia que não tinha tropeçado em coisa nenhuma, contudo, arrumar briga com estranhos era tudo o que ele menos queria.

Enquanto que gesticulava na tentativa de se explicar e de ajudar a erguer o desconhecido que tombara, tentava entender em que tipo de situação estava metido. Aparentemente vários homens os rodeavam. Seria uma questão de tempo até atacarem. Tinha que fazer alguma coisa. Se fosse apanhar, ao menos tinha que ter a certeza que também batia em seus inimigos, apesar de preferir ficar neutro. No caso de alguém tentar atingi-lo com uma cadeira, mesa ou mobília de madeira, bem, faria uso da sua absurda força e daria um valente murro de direita contra o objecto, esperando parti-lo em bocados. Se alguém ali estivesse com algum tipo de faca, adaga, escudo ou espada, tentaria desviar-se dos golpes ou até mesmo afastar-se do adversário.

 Depois havia a questão do jovem que empurrara. Esperava que ele compreendesse a situação em que estava e que agisse racionalmente e não por impulsos, afinal, ele tentou explicar que não foi de propósito.

  



Gilgamesh of Uruk



OFF: escreveu:
Desculpa a demora. Bem, ainda estou aprendendo o sistema de postagem daqui, tanto que não esperava ter que lutar já tão cedo XD Bem, ainda não sei como são os postes de luta... Esperando para ver o que vai acontecer :/  Não me matem, please!! ^.^'

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Qui Jul 23, 2015 10:25 pm

Seu plano fora praticamente perfeito. Um bloqueio belo, e um contra-ataque ágil e eficaz. Eric não conseguiu esconder o sorriso de ter sido tão bem sucedido na sua estratagema, e talvez essa confiança extra que tenha lhe empurrado a agarrar o homem com pouco cuidado, lançando-o contra o segundo oponente com eficiência, mas não sem tomar um tapa ardente no rosto. Um tanto quanto irritado, pensou em avançar e trocar golpes com eles, mas eles já se tropeçavam e caiam e - sinceramente - o tapa tinha servido pra aguçar os sentidos e injetar a adrenalina que faltava. Agora ele estava realmente no clima!

Se virou e encarou a multidão. Homens bêbados, sóbrios ou simplesmente insanos guerreavam com punhos e coragem, sem usar de garrafas, mesas ou armas. Sentiu-se mal por ter conjurado seus milagres, e entendeu a censura por parte de Thalia. Pois bem! Que venha a guerra desarmada! E assim que pensou em avançar contra um qualquer, foi empurrado com força no chão novamente. Já estava ficando cansado daquilo, e encarou o loiro que o derrubou com raiva que aplacou um bocado quando percebeu as roupas estranhas e os detalhes... desumanos na sua expressão. Em especial os olhos. Olhos vermelhos? Vermelhos e confusos. Perdeu alguns segundos ali antes de se lembrar onde estava e levantar num salto, enquanto o estrangeiro se desculpava. Uma vítima do caos, sem dúvida.

Uma vítima de pele escamada.

Eric encarou-o num misto de confusão e desconfiança. Nunca tinha visto homens escamados antes, seria uma doença? Não parecia contagiosa, já que ele não tinha timidez alguma de oferecer uma mão em cumprimento.
- Melhor sair daqui, se não quiser tomar parte na festa. - Advertiu, acenando com o pescoço ao redor e apertando a mão do desconhecido. Não queria que a adrenalina passasse e a dor do rosto avermelhado pelo tapa voltasse à tona, então se desvencilhou da troca de cavalheirismos e desafivelou o cinto que prendia a manopla metálica. Era uma vantagem injusta, ali. Apertou com força a fivela da manopla em um dos diversos cintos que pendiam de sua roupa e torceu pra que ela ficasse ali no final da noite. - Se quiser ficar, porém, tente não cair!

Só então sorriu e ergueu os braços, procurando alguém pra socar, pra empurrar ou pra ajudar a levantar e sair do meio da confusão. Afinal, camaradagem também fazia parte de tudo aquilo, e Eric não queria que ninguém se machucasse feio ou fosse pisoteado.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qui Jul 30, 2015 1:24 am

O que poderia ser uma batalha de boas vindas para Gilgamesh, acabava por não acontecer nada demais. Havia dado sorte de trombar com um sujeito calmo e compreensivo que acreditou em suas palavras. Pobre Eric. Podia ser um grande tapeador e ele e não sabia. Mas decidiu crer no semblante do estrangeiro e acertaram as coisas por ali mesmo.

Eric voltava a ficar atento e Gilgamesh também não deixava de prestar atenção ao seu redor. Era uma tipica briga de bar que era resolvida apenas com os punhos. A briga parecia que ia longe, porém uma voz rouca ao fundo da taverna, em uma mesa escondida por um imenso barril de hidromel, se propagava no ar.

Thalia. Terminei por hoje.

No mesmo instante todos paravam de se socar e voltava sua atenção para um único local. Um silêncio repentino tomava conta daquele agitado lugar. A única coisas possível de se ouvir, era o engolir de saliva de alguns brigões. O homem se levantava de sua mesa e ia em direção ao balcão. Ele era velho. Possuía uma barba estilizada na face, e falta de cabelo no topo da cabeça. Em sua testa havia uma marca estranha. Suas roupas eram quentes e trajava uma armadura pesada que estava coberta por uma capa feita de pele e couro. Um dos ombros tinha um imenso crânio de alguma criatura. Gilgamesh ao ver aquilo, notava que parecia com dragões, mas talvez não fosse. Em suas costas haviam três lanças presas com as lâminas viradas para baixo. E em sua cintura tinha um imponente machado. Ele era alto. Bem alto. Não dava para se ter noção, mas ele quase batia a cabeça no alto da taverna.

Imagem (SÓ ABRA APÓS A LEITURA ACIMA):

A garota se aproximava do velhote e depois analisava sua mesa. Estava com vários pratos sujos e bandejas vazias. Tinha ao menos três canecas todas sem ter um pingo de bebida. Era obvio que ele tinha feito uma bela janta naquela noite.

Hum... Foram três javalis assados. Metade de um boi. Dois barris de rum. Cinco galinhas cozidas. Dois sacos de arroz e batatas. Onze peixes frito. Dezenove maçãs. Quer dizer... Vinte nove maçãs. Três garrafas de vinho importado. EEEEE por fim... cento e setenta e três camarões como prato inicial — Ela pegava um papel e anotava o valor e entregava para o sujeito — Pode dar os lodians para aquele rapaz ali — Apontava para Eric — Ele é um novo funcionário e nós ajudou em algo que não podemos pagar realmente. Porém este será um valor simbólico por tudo que ele fez.

Entendi.

Ele ia se aproximando de Eric. Quanto mais ele chegava perto, mais ele parecia maior. As pessoas saiam do caminho do homem. Parecia ser temido ou respeitado. Quem sabe os dois ou nenhum. Hum... Ele retirava um saco de um de seus bolsos e estendia para a mão do pequeno cavaleiro.

Tome aqui o pagamento pelos serviços prestados pela taverna. Avise aquele maldito do Alastor que não tolerarei outra falta quando eu vier aqui. Não pude comer mais, porque o gosto não estava tão bom como é de costume.

E ele entregou o saco de lodians. Quando Eric segurou, sentiu um peso considerável. A conta do desconhecido? MIL E OITOCENTOS LODIANS!! PLIM PLIM o/

Sim, ele havia comido muito. Um puta de um saco sem fundo. Mas saia um pouco irritado, pois ainda sentia fome. Pobrezinho, não parecia que comeu tanto. Hu?

Enfim. Gilgamesh olhava o velhote passar por ele e sair da taverna. Ele tinha um ar sombrio. E seu jeito era incomum até mesmo para o estrangeiro. Talvez tivesse uma dose de boas vindas bem estranhas em sua primeira noite no continente.

Agora todos pareciam desanimados para continuar a briga. Os pescadores e mercenários voltavam a suas mesas e pediam desculpas uns para os outros. A harmonia estava restaurada e Eric não teria que ficar com um olho roxo por causa disso e muito menos o viajante recém chegado. Mas o que fariam a seguir os rapazes?


Info:
Como o turno dependia dos dois pra rolar. Será 50 xp de atraso para cada. Se o turno não dependesse disso, Shiro teria 100xp de atraso

Porém ele acertou em algo. Escolheu músicas do puta jogo do The Witcher que eu adoro e fechei o 1 e o 2. Como conseguiu me agradar sem saber, vai ganhar mais 50 xp bônus. (pena sua shiro, que não to sobrecarregado aqui, se não tu ia curtir as referências de the witcher na aventura que vou narrar pro Laser e uns outros ai)

Já Lasanha Bitch meu garoto. Está na hora né? Finalmente, hu?

Receba ai cara

3200 xp pela aventura que demorou mais de um ano e você não recebeu xp decente desde então. Yeh! Sou uma divindade bondosa que coloquei 200xp a mais pra tu upar certinho pro level 8, certo?

Total: 3250 xp(contanto com o de atrazo)
Lodians: 1800 (yeh, fui um pouco mão de vaca ai. Acho que deveria receber mais. Mas enfim. Decidi que será isso ai mesmo.)

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Re: Porto Real

Mensagem por Shiro em Sex Ago 07, 2015 6:59 am


Nemo Brothers??






 
 
  O estrangeiro olhava em redor sem entender o que acontecera com toda aquela atmosfera calórica e eufórica, típica de uma briga de bar. Foi então que, ao sentir a sombra daquele colosso afogando-o que ele descobria o porque de todos se terem calado e perdido aquela vontade imensa.
 
   Não se sentia bem, uma sensação ruim começava a remoer todo o seu interior apenas a observar aquela criatura gigantesca. Era como que se sua aura o tivesse derrotado. Mesmo sendo um sentimento efémero, Gil não gostava nada de sentir-se inferior a outro guerreiro, era o pior de todos os sentimentos. Era um sentimento completamente oposto ao que havia fadado para si mesmo. Aquela sensação de derrota fazia-o desejar lutar, mesmo sabendo que perderia; treinar, mesmo sabendo que seria em vã contra uma besta daquelas. Colocava em causa todos os seus planos de ter uma vida calma e de procriação.

   - Peço desculpa! - Desculpou-se novamente o loiro ao rapaz, não que ainda se sentisse na obrigação de fazê-lo, nada disso. Desculpava-se apenas por que sim, sem nenhuma razão aparente, estava completamente bobo, e foi assim que saiu correndo para fora do estabelecimento, atrás daquele homem.

  - EI! O SENHOR!! - Berraria ofegante, correndo atrás do velho. - Espere, por favor! - Tentaria correr para frente do homem e fitá-lo olhos nos olhos, mesmo sabendo o quão insignificante seria perto do colosso. Após travar um duelo mental, apenas ocular, com uma provável duração de um segundo, bufaria desanimado, entendendo a própria derrota. - Bem... Tsck! Não pensei direito, apenas sair correndo atrás de você sem nenhuma razão.... erg... AH! Por acaso é o ... - O loiro olhava cabisbaixo para o chão, havia anos que não se sentia como uma criança tímida e tonta na presença de seu herói preferido. Finalmente lembrava-se das palavras do comerciante. - CAPITÃO NEMO MANDA LEMBRANÇAS!! - Diria entusiasmado, esperando que fosse a resposta certa. O mestiço não conseguia entender, contudo, era como que aquele poderoso homem tivesse reavivado as suas chamas de guerreiro fazendo-o, pela primeira vez em anos, agir feito criança.

  



Gilgamesh of Uruk



OFF: escreveu:
Desculpa a demora!!!! Nem sabia que já tinha postado ^.^'' Sorry! Vamos lá! õ/ The Witcher é só um dos meus jogos preferidos xD Já experimentou o "The Witcher 3: Wild Hunt" ?  Sublime! ºwº E acho que vou querer duas espadas xD HAhahahAH! Sério u.u

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Sex Ago 14, 2015 7:15 pm

O estrangeiro saiu as pressas para fora da taverna. Correu atrás do velhote e o chamou. Ele não deu atenção, mas o rapaz estava decidido em falar com ele. Tomou a frente e barrou seu caminho.

Hum?

Ele olhava meio torto para o rapaz. Mas não o ignorava dessa vez. Apenas escutava o pirralho ficar falando um monte de bobagens que nem ele mesmo sabia o que estava dizendo. No entanto... Quando Gilgamesh mencionou o nome "Nemo", o grandalhão mudou sua expressão para uma de irritado e sem mais e nem menos, ele surpreendeu o loiro com um soco potente que o fez voar três metros para trás. Gilgamesh sentia todo seu corpo doer. Parecia que uma montanha havia atropelado ele, porém conseguia se mexer normalmente.

Aonde ouviu falar sobre este nome. HEEIN? Como pode eu mesmo me mandar lembranças. Responda agora ou será o seu maior arrependimento após sua alma deixar este teu corpo magricela.

Ela ia se aproximando com passos curtos em direção ao azarado do garoto que mal havia chegado em Lodoss. Parecia que fugir ou confrontar era duas opções inexistentes no momento.


Info:
Perdão pela demora. Estava esperando ver se o Yokan postava em 1 semana. Mas não rolou.

50 xp de atraso

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Re: Porto Real

Mensagem por Shiro em Sab Ago 15, 2015 6:59 pm


Sor Nemo?!




>


 
 
  Desde de há muito que Gil não sentira um bom soco em seu corpo. Não que ele fosse um guerreiro exímio, apenas era o melhor na sua terra natal, e aquele estrondoso e fortíssimo soco que o erguera do chão e fora capaz de atirá-lo a três metros de distância fazia-o pensar em o quão grandioso e vasto o mundo era na verdade. Logo ele que pensara por vários anos que não havia nenhum rival ao seu nível, que já havia passado por aventuras e desventuras suficientes para conhecer todos os tipos de guerreiros... Logo ele, tão velho, tão experiente, era atirado como um simples fardo de palha por um velho que talvez sequer era tão velho quanto ele.  - O tempo realmente trabalha de maneira diferente para cada espécie ... - Concluía exaustivo o loiro.

   Estava ali, jacente no meio da rua ou caminho, de braços e pernas "abertas", podia sentir uma dor que a muito não sentia e em vez de chorar, lamentar-se, temer ou preocupar-se, como aquela situação mandava, o draconiano esposava um leve sorriso. Realmente, começava agora a ponderar... Por mais que negasse, talvez, o seu caminho fosse o caminho da espada, o fado de um guerrilheiro. Podia escutar os passos curtos e firmes do velho a aproximar-se cada vez mais e mais.  Apoiando o antebraço direito, daria um jeito para sentar-se, dobraria as pernas, sentando-se à chinês, e olharia para o velho. Estava claramente confuso com o que ouvia, pelo que tudo indicava, havia sido burlado ou coisa assim... Lá se ia toda a sua animação e entusiasmo!

 - Desculpa! Parece que o velhinho da peixaria enganou-me... Bem, ele também não parecia ser muito normal!  - Sussurrou para si mesmo e continuou - Acontece que esse tal senhor, que supostamente seria seu irmão, contou-me que estarias a fazer uma escolta esta noite e que poderíeis precisar de alguma ajuda... Por isso vim até aqui... até si.. Mas parece que fui enganado ... -  Após terminar de falar, aguardaria ansioso uma resposta. Contudo, o momento da sua chegada até ali já lhe haviam dado muito a entender sobre aquele novo continente em que atracara, estaria atento a qualquer movimento brusco e hostil por parte do velho. Não podia desleixar-se, o homem tinha um murro forte o suficiente para matá-lo dependendo onde e como o acertasse.

  Se o colosso tentasse algum chute ou algum golpe com espada contra Gil, o loiro rolaria para a direita, em cambalhota, e erguendo-se, ficaria pronto para qualquer acção, mas tentaria acalmar os nervos do idoso, afinal, não queria ser considerado um criminoso ou nada parecido, havia acabado de aterrar naquela ilha. E, sabia que a calma e a paciência deixaria a sua fera interior sob controle.

Se o grande guerreiro tentasse acertá-lo com um murro, o que seria de estranhar, pois encontrava-se abaixo do nível de sua cintura, logo seria menos cansativo efectuar um ataque com o pé ou com uma espada ou machado; Mas se o velho decidisse atacar com um soco, o estrangeiro apoiaria rapidamente as mãos escamosas no solo e impulsionaria-se para trás numa cambalhota à retaguarda e objectivando levantar-se momentaneamente de seguida, ficando preparado para quaisquer tipo de movimentação. De forma alguma pensava em contra-atacar ou atacar, limitar-se-ia em ficar esquivando-se. Porém, se o velho demonstrasse sinais de compreensão e de que tudo fora um mal entendido, erguer-se-ia, abaixaria ligeiramente a cabeça, sem nunca retirar os olhos do senhor, num movimento de desculpas, e seguiria caminho. Todavia, continuaria a questionar-se, quem raios seria aquele velho da peixaria e qual seria a sua relação com aquele cavaleiro cujo o nome era Nemo?

  



Gilgamesh of Uruk



OFF: escreveu:
Não esperava por essa ... ^^'  Está a ficar interessante, mas please, não me mate.. xD Tenho uma pergunta, como faço para ativar a minha habilidade? Não que o queira fazer já! Apenas para saber se tenho que ter primeiro a permissão do narrador ou é quando eu achar que é o momento?! Thanks e desculpa a pergunta estúpida ^.^'

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sab Ago 29, 2015 12:47 pm

Durante todo o frenesi da briga parecia que ninguém tinha percebido a montanha sentada no fundo do bar. Mas quando ela de repente falou, foi o suficiente pra aquietar todos os ânimos. Um homem medonho, gigantesco e imponente havia terminado de comer e - antes mesmo que Eric pudesse ter uma reação - Thalia o havia encaminhado na sua direção.

Sem saber direito como agir, apenas agradeceu com um sorriso meio sem graça e saiu do caminho do homem. Que bolsa pesada! Era possível alguém comer tanto numa única refeição? Lodoss era mesmo incrível. O rapaz escamado esboçou suas desculpas e saiu atrás do brutamontes. Eric reteve a curiosidade acerca daquele homem; era de certa forma peculiar. Pensou que seria interessante sentar e ouvir a história sobre aquelas cicatrizes um dia, quem sabe.

Mas tinha mais com o que se preocupar! Parecia que a lembrança da morte no semblante da montanha andante havia acalmado o ímpeto daquela briga, e ambos os grupos voltaram a se sentar, arrumar cadeiras, mesas e beber. Não teria que se preocupar com costelas quebradas e dentes a menos, dessa vez. Caminhou até Thalia meio que arrastando a sacola de dinheiro, o fôlego já recuperado e o cansaço começando a reaparecer.


- Tem certeza disso, Thalia? Parece bastante dinheiro... - Abriu a sacola e deu uma olhada nos Lodians. Eram belas moedas, diferente do dinheiro do povo de Rohan. Lá apenas a aristocracia tinha direito à bom dinheiro, enquanto a plebe se contentava com dobrões de bronze. Estava julgando apenas pela aparência e pelo peso, já que não conhecia a economia da Ilha, mas julgou-se com uma pequena fortuna.

Ofereceria a sacola de volta, vai ver a garota não tinha percebido quanto dinheiro tinha dado. Mas de uma forma, ou de outra, Eric precisava esticar o corpo.
- Bem, mãos à obra então! - Deixaria a sacola atrás do balcão ou em algum outro lugar seguro e começaria a arrumar, limpar e servir. Tinha cerveja em todo lugar, comida esfregada no chão e algumas mesas no caminho. O dia ainda não tinha acabado!

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Sex Out 02, 2015 10:34 am

Shiro


Agora o jovem estrangeiro podia entender a gargalhada excessiva daquele velho maluco. Ele tinha pregado uma bela peça no rapaz.

Meu irmão? Você está falando do desgraçado do Olaf? Aquele velho maldito!! — O sujeito parecia bem irritado — O estupido fica saindo falando por que sou eu pra conseguir mais clientes e intimidar quem lhe deve. É um filho da puta sem pinto — Seria o momento para Gilgamesh fugir dali? — Só porque tivemos o mesmo pai, ele se atreve a isso. BASTARDO! Se eu não tivesse pressa. Iria matar ele agora mesmo.

Virou as costas e foi andando, deixando o rapaz ali desconcertado. Teria ignorado completamente o assunto que lhe interessava? Um, dois, sete metros o homem andou, até que parou. Não se virou, mas falou com a voz grave como o trovão.

Não foi enganado. Siga-me e contarei tudo o que precisa no devido local.


Lasanha


Apenas parece Eric. Aqui em Lodoss, ganhar isso com frequência é muito. Porém as coisas não são sempre assim hihi. No entanto, é uma quantia razoável. Suficiente para sobreviver por algum período ou comprar algo de valor.

Argumentava a garota, ignorando a devolução. Sendo assim, o rapaz voltou a seus afazeres. A noite caminhou normalmente. Sem mais brigas ou coisas do tipo. A taverna fechava as portas e Eric tinha seu lugar para passar a noite.

O dia amanhecia e Eric acordava. Quando fosse para a taverna, encontraria o bom e velho cozinheiro conversando com o atual dono da taverna. Logo o cavaleiro era notado e o senhor se virava para o mesmo.

E então meu caro. Pronto para uma breve viagenzinha?


Spoiler:
Bom, não vou pedir desculpe pelo imenso atraso e nenhuma notícia. Simplesmente ando sem vontade de postar em canto algum. Quando sentia vontade, a preguiça e distrações me impediam de postar.

E er... Yokan, tu ajudou a me desmotivar com sua demora, já que eu dependia da sua aventura para sincronizar com os demais jogadores.

Shiro

Teu próximo post é neste >>>Link <<<

Leia a descrição do tópico. Narre de acordo com o que você vê. Pode dar referencias de uma carroça com seu conteúdo não revelado por algum tipo de lona e um outro sujeito. Lá eu farei meu último post pra ti e te passarei para uma outra narradora que narra em takaras. Como tinha falado anteriormente, estou meio cheio de jogadores e essa desmotivação, só piora as coisas.

Você recebe 300 xp de atraso.

Laser

Você não atualizo seu tpc de registro na ficha. Peço também que atualize sua ficha secundária no perfil.

Como pode perceber, eu acelerei as coisas.

Você recebe 200xp de atraso.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Hrist em Sex Maio 20, 2016 2:53 pm

Mesmo já perto da entrada da cidade, era possível ver os navios imensos ao longe. A cidade do porto era grande e muito movimentada, haviam civis e mercadores por todos os cantos; o que fazia aquele lugar ser uma cidade bem barulhenta durante o dia. Também haviam várias carroças de tamanhos variados que transportavam as mercadorias entre as cidades.

Assim que começou a andar pela cidade, Ho notou que eles não eram os únicos soldados ali. Haviam vários outros que faziam o patrulhamento da área, então eles não estariam sozinhos. Apesar da vigilância, a quantidade de gente era enorme então não era tão impossível imaginar que bandidos poderiam se aproveitar do tumulto para realizar roubos.

Eles chegaram até uma pensão mais próxima da área de embarque e desembarque e lá dentro haviam diversos soldados como eles. Adolf explicou que era ali que uma parte dos soldados do porto e era onde eles iriam repousar a noite. Os cinco dividiriam um quarto pequeno onde haviam dois beliches e uma cama no centro.

- É apertado, mas na maioria das missões é isso que teremos, é bom se acostumarem. – o capitão disse, com um sorriso – Deixem o que quiserem por aqui e nós iremos encontrar um dos majores.

Alguns deixaram alguns de seus pertences no quarto, ficando com apenas suas armas e armadura. Depois, Adolf os levou até o que parecia ser o restaurante daquela pensão... Algumas das mesas tinham alguns soldados comendo e conversando. O capitão parou por um instante e olhou ao redor, em busca de alguém.

- Ei, Capitão! – um rapaz loiro se aproximou de Aldolf.

- Hey, Julius! – o capitão sorriu, dando um abraço no outro – Quer dizer... Agora é Major Julius, não é?

- É. – o rapaz sorriu também – Eu vi a carta dizendo que vocês viriam... Já falaram o básico sobre a missão, não é?

- Sim, que os roubos aqui aumentaram. O que houve exatamente?

- Para ser honesto, acho que não estamos lidando com bandidos quaisquer. Eu estou aqui para passar um relatório mais detalhado para vocês... Os soldados fazem patrulha o tempo todo, existem turnos durante o dia inteiro, até mesmo durante a madrugada quando a maioria dos comércios estão fechados. Esses bandidos roubam dinheiro, armas, pedras valiosas... – o rapaz perdeu o sorriso enquanto falava, agora com um tom mais sério – Eles roubam durante a madrugada... Eles matam os guardas próximos. Nós reforçamos a patrulha noturna, mas é difícil saber onde eles vão atacar...

Off: Espaço para você perguntar o que desejar sobre o que tem acontecido. o/
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Re: Porto Real

Mensagem por Knock em Dom Maio 22, 2016 4:08 pm

Conversávamos durante a cavalgada, mas não era nada em especial. Falávamos sobre o cotidiano, sobre os treinos, mulheres, bebida; as farras, porém nada profundo, como os anseios de cada um e sinceramente até me dei ao luxo de relaxar e aproveitar o passeio até nosso destino.

Sentia a brisa, mesmo me preocupando com o cavalo; olhava as expressões das pessoas que nem se imporavam com o grupo, somente as crianças demonstravam alguma emoção... Nem o fato da minha raça importava, talvez por eu estar de armadura, nem chamava atenção... Menos algo para encher meu ego distorcido (como o chamo carinhosamente). Soldados como nós eram comuns. Hilydrus era uma cidade que investia muitos recursos e fé nisso, então sempre havia rondas e algumas forças que lutavam contra os seres das raças menos desejadas que ficavam por lá e que conseguiam isso principalmente por ter dinheiro para gastar, fato que para mim era ruim de admitir que era conveniente a algumas pessoas, sendo... Compreensível... Não que eu fosse confundir com o meu trabalho em um provável futuro, mas não era algo que me enojava, como a outros.

Sabendo disso, percebia que não queria ficar nessa posição por muito tempo, a final de contas, a outra parte do exército também fazia os meus olhos brilharem: a armada alada de Hilydrus. Os cavaleiros de dragão. Mas eu ainda teria de melhorar muito se quisesse participar de algo tão nobre... Coisa que há pouco tempo nem passaria pela minha mente... Nem ser soldado, quisá cavaleiro de dragão, porém as coisas mudaram na minha cabeça. Acho que agora tenho sonhos meus e que também me animam em dias maus.

Cavalgamos, a paisagem mudou um pouco ao decorrer de tudo. Só fiquei empolgado quando vi as grandes embarcações de longe. Lembrei um pouco da minha infância... Da época dos ensinamentos do meu pai... Por sinal... Onde estará?! Espero que bem seja onde estiver... Que Zalthar o proteja. Senti o cheiro do mar de longe. Lembrei das palavras daquele que me deu permissão para me alistar. Divergências? Controvérsias? Engraçado como estávamos tão perto e ao mesmo tempo longes.

Andamos um pouco pela cidade, logo tratei de ver as disposições das ruas, algumas lojas mais movimentadas do comércio, notei a presença de alguns guardas do exército, procurei pessoas suspeitas, os locais mais altos que se destacavam. Tudo o que pudesse servir de informação para o auxílio da construção de algumas hipóteses sobre o caso que resolveríamos.

Chegamos ao lugar que ficaríamos, um pouco apertado. Me lembro da primeira vez que dormi no exército e fiquei feliz de sentir a mesma alegria constante sem que aquilo ferisse alguma soberba em mim, mas não sabia se acontecera a mesma coisa com o restante do grupo. Talvez o elfo falasse algo, mas eu não o subestimaria. Provavelmente eu era o menor dali e mesmo se fosse o maior, não haveria razões para tratar os outros como menores. Deixei minhas coisas no quarto e fomos ao restaurante ou bar da pensão.

Apareceu um senhor chamado Julius que parecia ter intimidade com o capitão. Eles conversaram e a situação nos fora bem explicada. Falou dos roubos de coisas importantes e das mortes dos guardas. A situação era pior do que eu imaginava. Como Julius falara... Talvez não fossem ladrões comuns, então quando fora dado um espaço para falar, fiz algumas perguntas que achei pertinente, para a elucidação do caso:

—Senhor, se me permite — pedi autorização ao capitão e continuei com a aprovação dele, direcionando uma breve e formal apresentação e as perguntas ao major que se apresentava— O Senhor poderia nos fornecer um mapa do porto com os locais que foram roubados e onde os óbitos ocorreram? — e também continuei— Se o senhor puder também nos fornecer informações de quais grupamentos os guardas pertenciam e um inventário das peças roubadas... Creio que será de grande ajuda para iniciarmos o trabalho.

Essas informações poderiam fornecer algum tipo de padrão dos roubos, poderíamos montar estratégias, como emboscadas, por exemplo... Caso tivesse, senão teríamos de iniciar o trabalho por esses pontos de investigação de qualquer jeito... A menos que o capitão tivesse outra ideia, mas eu faria o que eu sabia até onde ele me mandasse. Por enquanto era o suficiente, além das minhas observações anteriores

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Hrist em Dom Jun 12, 2016 6:12 pm

Off: 100 de XP de atraso. Desculpe, eu havia esquecido mesmo. :c Fiz uma tabela agora para evitar esquecer, vamos ver se funciona. :c

Julius disse apenas que mandaria alguém fazer isso para Adolf e disse que precisava se retirar. O time acabou aguardando algum tempo e depois um soldado veio com as informações pedidas.

Não parecia ter nenhum tipo de padrão nos locais dos roubos, ao todo 5 locais já haviam sido roubados durante o mês anterior e ninguém havia sido capturado nem avistado os culpados. Os homens que foram mortos faziam parte dos times que estavam patrulhando os arredores dos locais que foram roubados, alguns eram times sob o comando de Julius e outros de Tom, outro major que estavam na cidade e que eram responsáveis pela vigilância noturna.

Os objetos roubados não fugiam do que Julius havia dito: equipamentos (espadas, adagas, escudos), dinheiro e objetos de valor de pequeno porte (joias e pedras). Com exceção dos equipamentos, a maioria das coisas eram objetos que podiam ser carregados sem a necessidade de uma carruagem. A quantidade de equipamentos que era roubada não fora pequena, mas fora alvo de apenas um dos roubos e provavelmente eles usaram algum tipo de carruagem para levá-los.

- Bem, nós temos o dia livre. Nós estaremos sob o comando do Major Julius – informou Adolf – e iremos cuidar da vigilância noturna. Eu sugiro que descansem e durmam a tarde, não há nada pior do que um soldado sonolento durante sua vigilância. Nosso turno vai se iniciar assim que o sol se pôr... – o homem olhou pela janela – Por hora vocês estão liberados. Estejam aqui por volta das sete para nos organizarmos com os outros times e descansem. Se algum de vocês der sequer uma piscada demorada durante a vigilância, a pessoa voltará para a capital. – e na última parte ele, o homem não manteve tanto sua postura simpática habitual, ele falou mais duro e em um tom mais grave – Dispensados.

E ele próprio deu as costas para o time, indo fazer seus afazeres. O elfo também se afastou, indo falar com o capitão mais uma vez e os outros três ficaram para trás. O anão disse que iria seguir a recomendação do capitão, pois não queria estar mole para a vigilância e se retirou para o quarto.

- E então? O que vai fazer? – perguntou o Goblin – Eu acho que vou conhecer melhor a cidade, ver a estrutura e talvez visitar os locais que foram atacados antes de descansar...
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Re: Porto Real

Mensagem por Knock em Seg Jun 13, 2016 7:12 pm

“Espero que eu não tenha cortado a conversa no meio com as perguntas...” Pensei mais tarde no quarto enquanto descansava para participar da vigília.

Como resposta aos questionamentos, o major respondeu que precisava se retirar e que já tinha providenciado isso ao lider do nosso time, busquei alguma expressão corporal que mostrasse algo além da preocupação que sentia a respeito dos roubos e das mortes... Creio que buscava... culpa, mas qualquer coisa que fugisse ao padrão já ajudaria, tanto a enfatizar a hipótese de traição, quanto tê-la em menor consideração em minha mente.

Depois esperamos um pouco até que um soldado chegou com os documentos sobre os locais, objetos roubados. Fomos alertados de que se alguém mostrasse cansaço durante o turno, voltaria a Hilydrus e que deveríamos descansar. Olhei para fora buscando saber do horário... O goblin me perguntou o que eu faria... Achava que o capitão e o elfo saíram para procurar nas redondezas dos locais roubados, procurar informações... Se eu desconfiava de que pelo menos uma carroça usada nos roubos, então a suspeita dos outros deveria ser muito maior e mais abrangente e com certeza fariam isso... Então olhei para ele e pensei mesmo – Sabe, vou descansar... amanhã pela manhã, se sobrevivermos a essa noite, eu investigo algo Hahahah. Descanse também.

Fui ao quarto. O anão já estava lá quando cheguei. Toquei o chão ao lado da cama para sentir se estava menos quente... se estivesse, eu sentaria lá... E fiquei pensando por um bom tempo... Há muito tempo havia rumores de invasões piratas e névoas estranhas rondavam o porto. Tempos antes do rei atual subir ao trono... Será que depois de tanto tempo as forças começavam a se movimentar debaixo dos nossos narizes?! Levei a mão a cabeça pensando na frase do major achando que não eram ladrões normais... A final... Como faziam a ronda? Será que em determinado momento eles se separavam e viam-se surpreendidos pelos ladrões?! Pensei mais um pouco... “Quantidade grande”; “Carroça”; “armas e joias”... Pensei... eles precisariam de homens hábeis para fazer o trabalho... Uma equipe com treinamento bom. Quis detalhe das mortes para saber se havia tido confronto ou se haviam sido surpreendidos. Quis saber dos ferimentos encontrados, mas essa resposta não tinha nos materiais, então deixei questões abertas na minha mente.

Como não fora encontrados testemunhos do ocorrido, então poderia significar que atacavam após os bares apagarem as lamparinas e antes dos pescadores chegarem da pesca noturna... que é o periodo mais utilizado na atividade... Cinco ataques em um mês... Quis saber dos dias e procurei os papéis, assim, busquei fazer a relação com o dia no qual nos encontrávamos, pois talvez pudesse ajudar em algo.

Eu não tinha muitas informações, mas como decidira descansar, mesmo com dissabor... faria isso e esperaria que pudesse brindar com uma vitória naquela noite. Seguiria o conselho do capitão, pois ele estava no comando e deveria saber melhor o que fazer, então estiquei os pés e fiquei pensando em élfico para passar o tempo.




>Off: mas... mas... face... mas<

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Hrist em Seg Jun 27, 2016 8:10 pm

O Goblin apenas assentiu e se retirou também, provavelmente indo andar pela cidade. No quarto o anão dormia em sua cama e respirava pesadamente, por sorte ele não parecia ser do tipo que roncava.

De fato, era difícil possuir todas as informações que desejava. Talvez apenas caso acontecesse com ele ou se visse com os próprios olhos podia tirar algumas conclusões, mas por hora tudo parecia muito vago.

Não havia nenhum detalhe que importava nos dias, ao menos não era o que parecia. Eram dias comuns como quaisquer outros e não parecia haver uma cronometragem nos ataques, já que a distância dos dias variava entre si.

Ho descansou um pouco e acabou seguindo o conselho do capitão e cochilou um pouco. O sono foi leve, mas provavelmente o suficiente para que ele pudesse reservar seu pique para a madrugada que se seguiria.

Mais tarde, time se reuniu novamente. Adolf estava com um papel com o selo utilizado pelo exército nas mãos e passava as instruções. O time seria responsável (em conjunto com outros 2 times, num total de 15 soldados contando com vocês) a uma parte da cidade. A área possuía alguns quarteirões e, apesar de ser uma área até que grande, era uma parte até que pequena da cidade.

Havia uma pensão grande e alguns dos quartos possuíam velas acesas, além da recepção que estava aberta mesmo com o horário. Haviam duas áreas com casas e por entre elas haviam algumas ruas mais estreitas para facilitar a movimentação da população num geral.

Bem perto da pensão, do outro lado da rua, havia um armazém com alimentos do exército. Lá dentro havia um time extra que cuidava da vigilância para que ninguém roubasse os alimentos, mas eles não fariam parte da missão (ou seja, há um quarto time dentro do armazém).

Perto da pensão haviam algumas lojas, todas estavam perto de fechar quando os times foram para seus postos e quando o sol se pôs as luzes dali já estavam apagadas. E entre as duas estava uma padaria que também já estava com as portas fechadas. Era de se imaginar que os donos dos estabelecimentos também moravam ali.

O mapa foi exposto para os outros do time e Adolf e os outros dois capitães passaram as instruções. As vigilâncias costumavam ser feitas em patrulhas feitas por dois membros do grupo, mas eles acabaram decidindo dividir os 15 em 5 grupos de 3. Embora a área a cobrir fosse menor, esperava que isso fosse desse uma chance maior de cada um reagir. Shaw e os outros arqueiros foram alojados no topo da pensão, a construção era o ponto mais alto e dava uma visão aceitável do local (com exceção das vielas mais estreitas) e também de onde poderiam dar suporte para os outros.

Adolf, Greg e Ho acabaram formando uma das patrulhas. Earl foi designado para fazer parte de outro grupo por hora. De hora em hora, dois times cruzavam o caminho em um local designado para saberem que não houve um ataque ou não, para tentar manter um certo controle sobre os membros do exército que estavam na área.

No horário atual, a patrulha ainda não era tão simples. Alguns civis ainda andavam pelas ruas e várias casas ainda faziam barulho e tinham as luzes acesas. Enquanto o trio caminhava pela rua principal em direção a área das lojas, Greg aproveitou para falar com Adolf.

- Bem, pelo padrão eu imagino que as lojas têm o maior potencial de serem atacadas, não é?

- Sim. O problema é que a cidade é grande... Tem muitos becos por onde podem se esgueirar quando o roubo é de objetos pequenos. A verdade é que é difícil vigiar uma cidade grande como essa por onde tanta gente passa diariamente...



Lista de Npcs:
Adolf – Humano, cabelos negros curtos, olhos castanhos. Capitão do time. Lança.
Greg – Goblin mais alto que o normal, careca e magro. Duas adagas e mochila.
Earl – Anão. Robusto e com uma barba longa, trança, cabelos alaranjados e olhos castanhos. Espada.
Shaw – Elfo. Cabelo castanho claro, olhos verdes, esguio. Arco.
Major Julius – Amigo de Adolf. Loiro, olhos castanhos.
Major Tom - ????


Lugar:

Os riscos brancos são ruas um pouco maiores, mas existem alguns caminhos mais estreitos por entre as casas. Na loja é só o que tá exposto mesmo. A pensão dessa parte da cidade é bem grande, tem uns 6 andares e é larga.
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Re: Porto Real

Mensagem por Knock em Seg Jul 04, 2016 8:17 pm

A conclusão de que eu chegaria a nada claro com aquelas informações logo se firmara e mesmo eu estando relutante pensando em alguma saída ou elaborando hipóteses, o ponto final era o mesmo, coberto por lacunas, as quais não possibilitavam o vislumbre dos fatos. Após isso olhei para o teto e fiquei pensando se não teria sido melhor arriscar uma vistoria pela cidade, pensei “Nah”. Acabei dormindo.

Soneca boa; despertei, tirei a remela dos olhos, molhei a cara. Estava novo. Vesti as armaduras, aticei o ego do anão com uma brincadeira tosca. Nos apressamos e nos reunimos com os outros. Estávamos com mais alguns e fomos divididos em equipes, das quais a maioria ficou no armazém, fato que estranhei um pouco, mas como os líderes já haviam determinado como proceder, não havia nada que alguém como eu em minha posição pudesse interferir naquele momento, pelo menos.

Nos treinamentos as coisas são bem simples. Por vezes somos obrigados a assumir turnos de vigia e guarda parada, mas pouquíssimos se atrevem a fazer algo pelos campos de treinamento de Hilydrus. Pelo menos nada aconteceu nos turnos nos quais fiquei acordado, além de quê, por haver vários soldados, muitas vezes eu não estava na escala, mas nada costumava acontecer mesmo.

Agora o cenário era diferente, mas eu não me empolgava. Não exteriormente. Minha cabeça rodava todas as informações que recebia; olhos atentos, ouvidos antenados. As horas passavam, meus companheiros falavam pouco e eu nem falava. Quando conversavam, falei também:
– Fiquei pensando pela tarde. Os itens roubados foram aparentemente normais, mas os cinco dias de crimes devem ter somado uma boa quantidade, tanto de armas, como de dinheiro, mas mesmo assim o major desconfia de que não sejam simples ladrões. Levei isso em consideração. Infelizmente há lacunas grandes pela falta de informação, como, a causa das mortes dos soldados e outros relatos como o de testemunhas. Se não houverem testemunhas, então pode ser um indício de que eles atacaram em um horário mais avançado. – respirando um pouco ainda deixei algumas ideias passarem– Eles podem já estar aqui. Talvez tenham de se locomover com uma ou mais carroças e seria mais fácil ter somente uma movimentação que duas, pois causaria mais barulho e pessoas poderiam acordar mesmo acostumadas. Tomando que sejam cautelosos, lógico. Então podem até mesmo estar no bar ou com algum informante na pensão, já que é alta e cobre bastante espaço, aumentando a área de sombra. Acho inclusive que o armazém possa ser um alvo maior para essa noite... Mas só porque um grupo de soldados morreram em cada uma das noites, significa que só tenha um grupo de ladrões?! Certamente que não é sinônimo. O grupo pode ter crescido e agir em vários pontos, inclusive na loja. – Respirei desgostoso com a falta de dados e acho que até expressei isso – Aah como eu queria ter examinado os corpos e os locais nos dias, isso me informaria várias coisas; se houve luta, se fora a distância, magia ou espada; se fora um ataque sorrateiro, se têm experiência em combate, a altura de alguns do grupo infrator. Mas essas provavelmente são informações que descobriremos daqui a pouco tempo. Falando nisso, senhor – me referindo ao capitão – Qual as posições que devemos assumir, caso haja ataque? Temos permissão para abordar os suspeitos e os veículos suspeitos?

Estava ali expressa a minha empolgação e ansiedade sutis de quem não queria falhar novamente.

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