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Porto Real

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Porto Real

Mensagem por ADM GabZ em Seg Fev 24, 2014 12:59 pm

Relembrando a primeira mensagem :


O Porto Real é certamente um dos lugares mais movimentados de Hilydrus. O comércio naval de todo o reino concentra-se neste ponto, e navios de todo o mundo são recebidos com suas propostas e especiarias. Metais, animais de corte, pedras, madeiras, tecidos, vestimentas, armamentos e tudo mais que você puder encontrar é comercializado aqui a céu aberto. Graças ao movimento intenso o lugar é pesadamente fiscalizado, com soldados rondando a todo momento. Geralmente o comércio é localizado, de forma que os navios mercantes já possuem compradores fixos em Hilydrus e vice-versa, mas ainda assim é possível comprar uma coisa ou duas das quais você precise.

Além de movimentado o porto é extenso, tendo alguns quilômetros de comprimento, percorrendo pelo menos um quarto da face norte da península. Isto porquê o trânsito de embarcações não pára, e elas são dos mais variados tipos e tamanhos. Lordes vindos de fora costumam utilizar navios gigantescos e luxuosos, e fazem questão de um espaço só para eles. Outros navios carregam dezenas de famílias que buscam uma nova vida em Lodoss, deixando para trás histórias doloridas e cicatrizadas. Em maior parte o trânsito de embarcações se dá com acordos comerciais com o reino de Hilydrus, principalmente troca de especiarias. A ilha é extensa, fértil e repleta de riquezas, e exportá-las é um dos principais motivos que torna Hilydrus um reino próspero e seguro.

Também é possível conseguir empregos dos mais variados tipos e pagamentos, pois sempre se precisa de mão-de-obra. Vagas como carregadores, grumetes, cozinheiros, marujos e até quem sabe uma vaga de capitão podem pintar facilmente por estas bandas. Alugar e comprar embarcações também é possível, mas nem sempre tão barato. Basta ter cuidado com os vigaristas.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:19 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Qui Fev 05, 2015 2:30 pm

Eric acompanhou enquanto Alastor tirava carne de algum lugar, e não teve a chance de dar uma boa olhada, mas confiou que ele tivesse sal ali pra manter a carne em bom estado. Afinal, ele era um chef. Quando pegou o utensílio, que pra ele mais parecia um martelo de marceneiro, achou bem estranho. Amaciar a carne sempre era feito com uma marreta de madeira quadrada, em Rohan, e aquilo era bem diferente. Ao sinal do velho, deu umas marretadas na carne e ajustou a força e o ritmo observando Alastor.

Parecia que era uma tarefa de mais consistência e rapidez, do que força bruta. Eric podia fazer aquilo bem o suficiente. Com uma olhada ao redor, o loiro começava a absorver mais do ambiente da casa do homem, e percebeu que sentiu falta de uma coisa quando entraram.


- O senhor mora sozinho, Alastor? - Normalmente uma mulher o teria recepcionado, ou um filho. Vai ver estavam trabalhando... Percebeu, só depois que perguntou, que podia ser um assunto delicado; mas ele já havia perdido a oportunidade de ser educado.

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Re: Porto Real

Mensagem por Sigurd em Sex Fev 06, 2015 2:17 pm

O porto a noite não era muito diferente daquele visto de dia, apenas um pouco mais intimidador. Havia passado por ali, tempos antes, quando chegou em Hilydrus, de modo que não era um completo leigo no local. Todavia precisava de informações e a manobra sob Fyr poderia funcionar.

- Ah... Sim. - Disse, como quem não está muito confortável com o assunto. - Assuntos pessoais...negócios. - Finalmente disse, sem se envolver muito.

"Uma faca, não se engane..." - repetiu, em pensamento, intrigado com o possível guerreiro desarmado.

A taverna que iriam parecia discreta, como de costume algumas eram. Lá dentro poderia ser bem diferente: animado e exagerado com marinheiros cantando e mulheres semi-nuas. Essa seria a ideal, mas o mais certo era que fosse escura com um clima apreensivo e sobrecarregado . Contudo, algo lhe despertou de sua curiosidade no local, alertando para um detalhe mais interessante à sua causa.

- Desculpe... Não é daqui? - Questionou. Aquilo estava ficando mais intrigante para o jovem que não conseguia compreender a real intenção do homem.  Por um lado a inocência: apenas um homem querendo se enturmar. Por outro o oportunismo: alguém querendo se  aproveitar de um estrangeiro. Sem contar a possibilidade dele estar ligado a tudo aquilo que estava acontecendo. Convenhamos, naqueles tempos cordialidades não costumavam ser comuns, tão pouco confiáveis. De qualquer maneira, não abaixaria a guarda em nenhum momento e o mataria sem pestanejar, caso desse motivos para isso.

- Não, pode se juntar a Agro se quiser. - Disse, buscando nos olhos as mentiras que sua língua possa ter disfarçado.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Ter Fev 10, 2015 7:56 pm

Laser Beetle

Quanto mais marretadinhas se dava, mais Eric notava que a carne ia aos poucos, se "deslocando" ou algo parecido. Era como se a carne fosse rasgando internamente, e dando macieis a ela. Em meio as marretadas, o rapaz lhe fez uma pergunta, esta na qual o cozinheiro respondeu sem hesitar, enquanto continuava a dar golpes na carne.

Sim, rapaz. Eu tenho um filho. Ele é um grande sujeito. Digo... Ele tem algo que ele chama de circo. Vão em todo reino fazer apresentações de todo tipo. É bem legal. Tenho um retrato dele aqui, veja...

Ele parou o que fazia e retirou um pequeno retrato do bolso e deixou em cima da bancada, para que Eric visse.


Este é meu garoto, com sua roupa de apresentação. HaHa! Uma figura, não acha? — Ele se alegrava ao falar do herdeiro — Já mãe dele está com ele, e hoje tem seu marido atual, pois nós separamos. Sabe, não havia mais amor. Ai ela se casou novamente com outro sujeito. Que hoje também trabalha no tal circo. É um homem competente e forte. Ai ela teve sua própria filha com este homem. Se não me engano, seu nome é Lola. E vivem do circo. Mas e você. Poderia me dizer aonde estão seus pais? Qual sua história afinal?



~x~x~X~x~x~


Sigurd

Sigurd aceitou o convite de Fyr para entrarem juntos na taverna, que pareceu contente com a resposta. Agro, por outro lado, parecia ainda não confiar plenamente no rapaz, mas lhe dava aquele voto de confiança, apenas para ver se conseguia extrair algo de bom daquela situação. A taverna em si, apesar de bem modesta, parecia bastante convidativa, gente entrava e saia a todo momento. Com o fim da tarde e do horário de comercio, os trabalhadores procuravam pelas tavernas e restaurantes, onde poderiam descansar seus corpos da jornada árdua de trabalho e saciar sua fome. Quando a dupla entrou no recinto, deram de cara com uma taverna quase lotada, uma única mesa vaga parecia espera-los um pouco mais próxima ao balcão. Os dois se sentaram e esperaram que alguém viesse atende-los, mas devido à quantidade de pessoas, demorou um pouco até que um garçom chegasse a mesa dos dois, então Fyr decidiu conversar um pouco para quebrar o gelo. – Oh sim, sou da ilha, mas estive viajando por muitos anos. É sempre bom voltar ao lar após uma longa viagem, não acha? Mas muita coisa mudou desde que saí, me sinto um pouco perdido. Hehe – Fyr falava de forma bem descontraída e gesticulando as vezes. Não aparentava estar mentindo em momento algum, e talvez fosse mesmo, só mais um viajante voltando para casa depois tanto tempo.

- Pois não? – Perguntou um homem de barba cerrada que estacionou ao lado da mesa. Fyr logo se adiantou e fez seu pedido antes que Sigurd sequer pudesse pensar no que iria querer. – Eu vou querer o prato do dia, e uma caneca bem grande de hidromel. E você, o que via pedir, amigo? – Ele olhou para Sigurd com um novo sorriso simpático no rosto, apoiou um cotovelo sobre a mesa e aguardou que o recruta fizesse seu pedido.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Ter Fev 10, 2015 10:14 pm

Eric interrompeu os golpes pra ver melhor a foto do rapaz, que usava roupas bastante esquisitas e coloridas. - Um circo? Nunca ouvi falar... Parece divertido! Ele me lembra um pouco um bardo que conheci em Armórica. Jesters, eles se chamavam, pelo que lembrava. Ficou feliz de Alastor não ter ressentimentos com o final do casamento, e sentiu como se entendesse um pouco mais o velho cozinheiro.

- Meus pais? Eles já retornaram pra Luz. - Disse, sorrindo levemente mas desviando o olhar para a carne que voltara a marretar. O olhar melancólico de Eric mostrava a paz dolorosa de um filho que aceitou a mortalidade dos pais. - Fui criado pelo meu avô, e tenho um irmão gêmeo por aí, apesar de não saber nada dele. Fomos separados no nascimento por umas... complicações. - Como sempre, Eric se emocionava quando falava da família, e se empolgou ao contar sua história para Alastor. Falando - talvez - por mais tempo do que devia, contando sobre seu treinamento na Igreja, sobre sua terra natal e sobre suas histórias de peregrino, até chegar em Lodoss.
Ao fim da relativamente longa narrativa, ele já havia retornado ao sorriso alegre de antes.


- Dizem que esse continente esteve perdido por eras! Imagine as ruínas que não devem existir perdidas por aqui, Alastor! Os conhecimentos antigos, as culturas mortas, os Deuses esquecidos! Isso tudo me anima muito, apesar de eu ter minhas obrigações sagradas pra carregar, também. - Era claro que Eric era esperançoso, sonhador e cheio de energia. O tipo de pessoa que não ficava por perto por muito tempo, mas que o velho cozinheiro talvez pudesse confiar. Ao menos ele já confiava o suficiente pra convidá-lo pra sua casa.

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Re: Porto Real

Mensagem por Sigurd em Qua Fev 11, 2015 2:14 pm

Aquele, com certeza, não era o lugar que esperava que fosse. Procurava por um bar de bêbados, onde costuma-se beber demais, falar demais, brigar, foder, entre tantas outras coisas obscenas que podem acontecer nesses cais. Apesar do movimento - estava lotado, a proposito -  não sentiu-se muito confiante quanto o sucesso de sua missão naquele local. Contudo, ainda tinha uma esperança. Não custava tentar.

- Hmm... - Concordou o jovem, a Fyr, como quem dá trela para um assunto qualquer. Contudo, sua mente estava concentrada em sua missão, mais especificamente em uma brecha para tentar algo...até que ela veio:

- Ah... o mesmo. Sem Hidromel. - Disse ao garçom. - É... Agro pegar cerveja do balcão, não confiar nesses homens. - Virou-se para Fyr, quando o garçom saiu. - Já voltar... - Sorriu e seguiu, sozinho, em direção ao balcão. Chegando lá, falou com o taverneiro:

- Uma cerveja... - Disse para o homem. Então, enquanto ele pegava, falou:

- O que um homem precisa fazer pra encontrar alguém por aqui? - Deu uma pausa para ver sua reação. - Aposto que um homem como o senhor conhece muitas pessoas... - Então deu outra pausa. - E então?

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Sab Fev 21, 2015 10:58 am

Laser Beetle

Os dois presentes tinham passados desagradáveis, mas Eric parecia superar o velho Alastor com sua trágica história. E o cozinheiro notava isso, quando o rapaz falava com animo sobre o circo, e ia mudando o tom de voz imperceptivelmente, ao comentar sobre sua família. O homem até mesmo parou de marretar a carne e ficou olhando para a mesma com certa melancolia.

E porque não vai atrás de seu irmão, garoto? Ele deve estar por ai. Devia fazer alguns cartazes de desaparecimento e espalhar por Lodoss e depois voltar pra cá. Assim, quem sabe, ele ou alguém encontra o cartaz e vem a procura. Podemos até oferecer uma quantia em lodians para quem o encontra-lo.

Alastor tentou não falar sobre os pais. Afinal que descansem os mortos e que os vivos, fiquem sem dor na alma por seus entes perdidos.

Mas o que? Quem estava perdido rapaz? Seu povo, é quem devia estar com a cabeça perdida HAHAHA! Mas sim, existe ruínas misteriosas por Lodoss. O avô, do avô do meu avô, contou uma história a respeito das terras daqui. Que certa vez, em um conflito que levou eras pra encerrar, resultou no separamento de algumas terras de Lodoss, em uma das batalhas. E então essas terras, viraram uma gigantesca ilha que se afastou tanto daqui, que ninguém até hoje conseguiu reencontra-la. Mas bom... É apenas uma lenda. Se é verdade ou não. Um simples cozinheiro como eu, jamais irá encontrar tal lugar. Mas quem sabe você um dia encontre? És jovem e tem uma causa nobre em seu espírito — Alastor voltava sua atenção pra carne e se exaltava — Por céus, basta de esmagar essa carne. Se não vamos comer carne a la pedra hehe.

O cozinheiro então pegava um saco feito de tecido, e nele havia sal grosso. Ele pegava um punhado e passava o saco pro seu companheiro.

Tome garoto, faça como quiser, mas cuidado pra não deixar muito salgado. Não há muito segredo nisso, basta apenas distribuir bem o sal pela carne, e fazer ela absorver tudo. Depois é só deixar ela descansar por um tempo, pra ela pegar bem o tempero.

E em seguida o sujeito passou a temperar a carne. Vez ou outra ele reclamava de dor, por ter os dedos das mãos, com pequenas feridas. Típicas de quem costumava ranca pedacinhos de pele dos dedos e ficar mastigando com os dentes, resultando em pequenos ferimentos que o sal adorava atormentar tais regiões.



~x~x~X~x~x~


Sigurd

- Claro, fique a vontade. – Disse Fyr e se ajeitou na mesa para esperar sua comida. Agro foi até o balcão e pediu uma cerveja. O homem que o atendeu era um corpulento senhor de cerca de 40 anos, muito forte, capaz de carregar um barril de cerveja sozinho nos ombros, seu bigode era grande de grosso e os olhos castanhos bem claros com sobrancelhas grossas cobrindo. – É pra já. – Ele pegou uma caneca em baixo do balcão, encheu no barril atrás de si e repousou o copo sobre o balcão a frente de Agro. Ele estreitou um pouco olhos diante da curiosidade do rapaz, seus olhos o analisaram de cima abaixo, demorando-se um pouco mais no símbolo da guarda de Hilydrus. – Hum... Depende. Muitas pessoas vem e vão nessa taverna, são tantas, não há como gravar o rosto de todas. Mas posso fazer um esforço, se for algo muito importante, soldado. – O homem estava relutante, não respondera negativamente, mas também não fora completamente positivo. O que indicava que ele estava com receio de algo.


Info:
Mil perdões aos dois. Enrolei um monte. Parte foi irresponsabilidade minha e outra foi eu ter achado que a sabrina não havia me enviado o post do Sigurd.

Mas não se preocupem, que ambos ganham os 50xp por ter completado uma semana de atraso.

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Re: Porto Real

Mensagem por Sigurd em Seg Fev 23, 2015 1:35 pm

O rapaz se remexeu, buscando nos olhos do homem a verdade que procurava. Apoiou um de seus ombros no balcão, franziu o cenho e deu uma extensa golada na cerveja. Então disse:

- O reino ficaria em débito. - Falou, batendo a caneca sem muita força no balcão, como quem está satisfeito. - Call. - Finalmente disse e então esperou a reação do taverneiro. - Call Gustaff. Já ouviu falar? - Repetiu.

Não que estivesse muito esperançoso com a resposta do homem, ou melhor: com sua veracidade, afinal as pessoas mentem quando a verdade os prejudica. Entretanto não acreditava que tal homem causasse problemas para ele ou, no caso, para o taverneiro. Não era aí que estava a ideia do sigilo, mas sim o real objetivo daquela missão, que até então não tinha a minima.

"Que pedra é essa?"

"Quem realmente era Sir Marcus?"

"Quem é Call Gustaff?"


...São apenas algumas, de muitas, perguntas que incomodavam a mente do jovem. Logo, apesar de cauteloso, não considerou que apenas um nome lhe trouxesse problemas. O "por que" dele, sim. Por isso certificou-se de que a conversa estava apenas entre ambos: Sigurd e Taverneiro.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qui Fev 26, 2015 11:46 pm

O homem ouviu com bastante atenção o nome, ele meneou a cabeça negativamente, pôs a mão sob o queixo e ficou a contemplar o teto por alguns instantes. Mas foi só quando Sigurd disse o nome completo que o taverneiro pareceu se lembrar, num susto, como se uma luz tivesse se acendido no teto e chamado sua atenção, ele se virou novamente para o recruta, agora com uma expressão um pouco mais amigável no rosto. – Ah sim, Call Gustaff, o grande cavaleiro da Ordem do Dragão. Ele esteve aqui sim, passou bem rápido pelo porto, veio em encontrar-se com outros cavaleiros que vinham de viagem de uma outra terra. Eles foram em direção ao Vilarejo de Ruff, provável que tenham passado pela Estalagem Estallion, é onde os cavaleiros a serviço de Hilydrus sempre se hospedam. – Sigurd já havia escutado este nome antes. Estellion, uma estalagem luxuosa, digna da fama que possuía como a melhor de toda Península, talvez a melhor de todo o Reino. Era certo que um famoso cavaleiro de dragão como Call estaria por lá, então provavelmente a informação dada pelo homem era verídica, bastava seguir a pista até o encontro de seu objetivo. Mas e Fyr? Sigurd por poucos minutos pareceu esquecer-se de seu mais novo companheiro de mesa. Ao observar seu lugar, viu que o rapaz comia tranquilamente seu prato, enquanto que o de Sigurd permanecia intocado em seu lugar a frente de Fyr.

O recruta ainda sentia fome, e por que não comer algo antes de seguir viagem? Não faria mal algum afinal. O recruta agradeceu a resposta, e jogou algumas moedas de prata sobre a mesa em pagamento, tanto pela bebida, como pela dica que recebera, e então voltou ao seu assento. - Hey! Então está de volta. Olha, isto está uma delicia, você deveria provar. – Falou ele dando uma nova garfada em sua comida. – Então meu amigo, conseguiu encontrar o que procurava? – Perguntou o homem com a maior naturalidade de todas, parecia estar gostando da conversa, e também da companhia de Sigurd ali. – Sabe. É difícil ver soldados recepcionarem tão bem os mercenários por aqui. Você é novo nisso, não é? – Deu um sorriso. – Não precisa ter vergonha. Fico imaginando o quão prestigioso deve ser tornar-se um soldado a serviço de Hilydrus! – Disse num tom um pouco mais dramático, para enfatizar o prestigio que ele sentia em dizer aquelas palavras. – Desculpe-me se estou me intrometendo demais. As vezes acho que falo mais do que deveria. Hehe – Mas Agro pareceu não se importar muito com as perguntas de Fyr, sua cabeça estava em outros assuntos. Duvidas e mais duvidas sobre aquele mistério que surgiam a todo momento. Sempre as mesmas perguntas, mas que logo logo teriam suas devidas respostas.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sex Fev 27, 2015 9:23 pm

- O problema é que eu não sei como ele é, nem mesmo o nome. - Pensou um pouco. Como ele diria aquilo? - E bem, você acabou de me dar um ótimo motivo pra não fazer isso. Não posso ficar sentado aqui a vida toda esperando ele aparecer, tenho lugares pra explorar! - No fundo, Eric sentia que encontraria seu irmão, se a Luz permitisse. Mas não se ficasse ali.

Seguiu as instruções de Alastor e começou a espalhar o sal pela carne, percebeu que ela estava - realmente - macia. As técnicas culinárias nunca falhavam em impressionar o jovem.
- E pode não parecer, mas eu sou um Cruzado também. A Luz me usa pra ajudar pessoas, e combater males, quando Ela assim deseja.

post meio bunda porque to na correria ultimamente, da próxima eu dou uma melhorada :p

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Re: Porto Real

Mensagem por Sigurd em Seg Mar 02, 2015 10:58 am

"Estalagem Estallion..." -  Pegou-se repetindo em pensamento, satisfeito com o que tinha conseguido. Começava a aproximar-se das respostas que, por toda a viagem, ansiava em descobrir. Quando aceitara a missão do exercito, apenas sabia que tinha que encontrar um cavaleiro de dragões; quando aceitara a missão de Sir Marcus, apenas sabia que tinha que encontrar um homem. Entretanto a lacuna ao redor dessas missões era tão grande a ponto de deixa-lo as cegas. Não sabia o que estava fazendo, tão pouco por quem. Logo, as poucas peças que obtinha eram como uma vitória.

- Obrigado. - Agradeceu ao taverneiro, pagou-o por seus serviços e voltou para a mesa. Seu almoço parecia intocado...esperava.

O ensopado, realmente, parecia delicioso. Todavia, desconfiado como de costume, não foi tão ávido ao prato. Quando escravo, já havia visto ervas com poderes soníferos, entre outros venenos. Costumavam serem secas e moídas para facilitar sua mistura, por isso eram difíceis de serem identificadas. Estava com fome e com certeza comeria, mas um pouco de calma não o mataria afinal.

- Talvez... - Sorriu para o rapaz enquanto remexia o ensopado, sem prova-lo. - Sou apenas um informante, trago mensagens. Tudo que tenho, está aqui. - Disse, tocando a cabeça com o dedo indicador. Se Fyr fosse um ladrão, talvez isso o desanimasse.

Não se importava com as perguntas do rapaz, no fundo gostava dele. Todavia, não podia fugir seus instintos. Por mais problemas que tivesse, outros problemas, não poderia baixar a guarda pra nada nem ninguém.

- Diga-me... - Começou, fitando Fyr, enquanto continuava a remexer o ensopado. O cheiro era ótimo, mas só comeria quando tivesse certeza. Não poderia arriscar a perder a pedra, ou comprometer a missão. - O que um mercenário faz por aqui? Ainda mais desarmado? - Sorriu, novamente.


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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Seg Mar 09, 2015 2:49 pm

Laser Beetle

Meu caro... Você já não é mais um garoto. E sendo jovem ainda, é claro que é curioso e quer explorar o mundo. Eu tive meu tempo de aventuras com meu finado amigo. Mas hoje estou velho e mal consigo cortar essas carnes HeHe. Então como dizia, já não é mais um menino e já toma suas próprias decisões. Não sei bem o que pode ser um cruzado, mas se entendi bem, você é um guerreiro da luz que protege o que é bom e justo. Eu se fosse jovem, também não conseguiria esperar em um lugar, alguém que nem saberia se iria atrás de mim. É melhor ir atrás de seus interesses pelo mundo mesmo, rapaz — O cozinheiro então pegava algumas batatas e jogava algumas para o jovem — Pegue essas e descasque pra mim, por favor. Acredito que saiba como fazer isso, certo? Vou preparar o arroz pra comermos. Acredito que não preciso ensinar como descascar batatas, não é mesmo? E ah, faça o mesmo com os tomates. Será um belo desafio os tomates. E você descobrirá porque.

O homem falava ironicamente com um sorriso no rosto e começava a preparar o que iria fazer. O desafio do tomate, estava em sua consistência, ou seja, o fruto é molenga e apesar de fácil de cortar, ele aspergi todo suco que contém dentro de si. Corta o tomate sem fazer espirrar esse líquido, é algo que se consegue com experiencia. Mas como Eric se sairia nessa tarefa?


~x~x~X~x~x~



Sigurd

Por mais que Fyr se mostrasse amigável e simpático, Agro simplesmente não conseguia confiar naquele homem. Algo dizia dentro de si, que aquele homem tinha algo errado. Talvez o fato de um homem de armadura andar desarmado por ai. Ou sua forma estranha de ter aparecido e se enturmado justo com Agro, tendo tantos outros por aí para pedir ajuda. Seja por qual motivo fosse, o recruta simplesmente não dava nenhum credito a Fyr, dando sempre respostas evasivas, e desconfiando ao máximo de qualquer ato vendo do rapaz. – Ha, um mensageiro! Que coincidência. Pois estou aqui pelo mesmo motivo. Devo transmitir uma mensagem de meus senhores a alguém. Que por um acaso também está bem próximo daqui. – O homem tomava sua sopa de forma bem relaxada enquanto conversava. Ele parecia não ter notado toda a desconfiança por parte de Agro, ou se notou, não deu a mínima, e encarou aquilo como “normal”, uma vez que ele era o estranho na terra do recruta.

- Mas sabe... Sua pergunta é bastante perspicaz. Realmente estou desarmado, mas não por opção, e sim por obrigação. Como já deve saber, mercenários devem ter uma autorização do exercito de Hilydrus para portarem armas em seu território. Caso contrario, correm até mesmo o risco de serem presos. Portanto decidi que o melhor para seria andar desarmado. Mas não pense que estou totalmente indefeso... Ainda tenho meus meios de me defender. – Terminou a frase com um sorriso no rosto. Ele terminou a sopa, e depois se levantou. – Foi um jantar agradável, você é uma ótima companhia, Agro. Mas receio que terei que seguir meu caminho agora. Foi um prazer conhece-lo, espero vê-lo de novo em breve. Até mais. – E ele saiu, deixando um punhado de moedas sobre a mesa para pagar por seu prato. Se Agro estava preocupado por estar na presença de um estranho, agora era hora de relaxar. Realmente Fyr parecia querer apenas alguma companhia para o jantar e depois seguir seu caminho. No fim, suas suspeitas pareciam não ter tido fundamento. Mas como diz o ditado, melhor prevenir... Agora que Agro estava sozinho, era hora de decidir se seguiria seu caminho até a Estalagem Estallion ainda hoje, ou se esperaria pela manhã. Caso escolhesse ir hoje, chegaria à Estalagem por volta da meia noite, o que não seria um problema, uma vez que eles ficam abertos sempre.



Info (Laser):
Malz a demora. Ando atrasando muito os posts da galera. Deu uma semana, então é 50 xp pra ti Yokan.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Ter Mar 10, 2015 8:13 pm

Olhou-o um tanto cético quando contou sobre aventuras passadas, mas não deveria ser de se surpreender, Alastor era um homem forte pra sua idade, e as mãos que golpeavam carne eram mãos grandes de guerreiro, se ele viveu até ali, significava que devia ter sido bem sucedido na vida passada. Um sorriso sincero apareceu no rosto do loiro quando o cozinheiro acertou em cheio os ideais da Cruzada. Proteger o que é bom e justo! Palavras bonitas que são os alicerces dos guerreiros sagrados da Grande Igreja, ou ao menos era o que Eric acreditava, de coração.

Os pensamentos longínquos foram quebrados por uma batata voadora. O loiro a pegou antes que caísse no chão e colocou sobre a bancada, seguida de mais algumas que Alastor retirava de algum lugar na prateleira. Que mais havia naquela despensa? Se adiantou e pegou uma faca, olhou o gume e duvidou que um dia faria uma lâmina tão afiada, mesmo com seus poderes. Um chef profissional tinha sua própria arte, pensou.
Se lamentou de ter ficado sem jeito de pedir instruções pra cortar batata, porque mesmo que não fosse difícil, fazia de forma muito demorada, e muito ineficaz quando comparado ao velho. Suas batatas descascadas eram feias, com vários ângulos quadrados e restos de casca, enquanto as de Alastor incrivelmente mantinham a forma ovular sem apresentar indícios de um dia terem sido cobertas.

Eric ouvira de um fazendeiro que batatas eram venenosas, e tinham de ser colhidas na época certa pra não intoxicarem humanos, e duvidou se seria verdade enquanto cortava. Sequer se preocupou com os tomates até que eles chegaram. Se suas batatas eram uma desgraça, imaginou que seria um horror cortar os moles tomates.

Suspirou, limpou a faca dos restos de casca e batata, e encostou o gume no fruto vermelho. Parou por um momento e então desceu, forçando a faca pra frente e pra baixo, deslizando como se cortasse um pedaço de carne de carneiro macia.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qui Mar 19, 2015 1:46 am

Batata vai, batata vem, e elas eram cortadas de modo rustico pelo aprendiz? Mas nada como uns tomates pra amenizar a situação, certo? Errado. A cada novo corte no fruto, um esguicho de suco de tomate era jorrado na blusa de Eric. Marquinhas vermelhas estavam se formando e desenhando um belo monstro no tecido.

HAHA!! Era isso que eu temia. Corte ele ao meio e mantenha a parte reta virada pra baixo. Segure firme com os dedos e faça cortes rápidos e finos se puder. E não se preocupe se eles não ficarem como você gostaria que ficasse. São apenas tomates e assim que entrarem por sua boca, será o mesmo gosto e terá o mesmo destino que todos alimentos — O cozinheiro já havia preparado o arroz e já deixava esquentando. O velhote se acomodava encostado em um balcão e questionava — Quais seus planos aqui, meu caro? Aqui no porto. Não lembro de ter perguntado isso antes. Sei que gostaria de encontrar seu irmão, mas... O desconhecido lhe aguarda. Já tem ideia de onde começar a sua jornada?


Info:
Atrasei de novo. Vai up um level daqui a poco com tanto 50xp que anda ganhando kkk

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sab Mar 21, 2015 1:49 pm

- Não tenho planos. - Admitiu, tentando seguir as instruções do chef e falhando. - Eu vou pra onde precisam de mim. Desembarquei aqui e fui procurar comida na sua antiga taverna, e depois talvez um mapa... Não conheço nada dessa ilha, e como viajo sozinho, preciso me preparar bem antes de sair da segurança das cidades.

- Quem sabe eu vá atrás dessa ilha perdida que você comentou, um dia.
- Sorriu, mas desviou o olhar pra janela logo depois. - Mas por hora eu acabei de chegar nessa, acho que vou explorar uma ilha por vez, hahaha.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Ter Mar 24, 2015 4:37 am

Compreendo. Como dizia meu falecido amigo... " Tudo tem sua hora e lugar ". Então acredito que em algum momento algo irá surgi e reclamar por sua ajuda — O cozinheiro enfim colocava a carne pra assar e comentava mais uma vez — Sabe... Acho que amanhã irei retornar pra taverna. O que me diz?

Ele não olhava diretamente para Eric. Ficava concentrado lidando com a comida e pegando as batatas para cozinha-las. Entregava um saco de sal e pedia para salgar o tomate a gosto se o rapaz quisesse. Não era obrigado a fazer se não gostasse de tomate temperado.


Info:
Hoje, (24/03) estarei viajando e volto após uma semana.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Qua Mar 25, 2015 7:32 pm

Sem saber o quanto de sal colocar, ou mesmo se deveria colocar algum, Eric olhou interrogativamente Alastor e esperou mais instruções. Quando elas não vieram ele simplesmente colocou uma pitada que lhe pareceu de bom grado, e levantou a cabeça com a frase do cozinheiro. Não sabia como reagir, então apenas sorriu, cortês, e observou-o assar a carne.

- Tão certo quanto minhas aventuras me encontrarão, eu sei que você diria isso, cedo ou tarde. - Eric era atraído pelo desconhecido - porque aventura nada mais é do que isto - , e Alastor era atraído pela cozinha, duas formas diferentes da mesma espécie de paixão. Traçado este paralelo, o Cruzado se entreteve em pensar como sua vida teria sido diferente, se seu pai não fosse um soldado, ou se seu avô não fosse uma figura tão importante na Igreja. O que o teria fascinado? O que o teria feito sair de casa em jornada?

Certamente não era a cozinha, porque nela Eric não era mais útil que um mendigo doido.


Boa viagem, jovem!

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Sex Abr 03, 2015 8:11 pm

Tão certo quanto a comida boa que Alastor preparava. Certamente era um fato que cedo ou tarde o velhote cederia a sua paixão na cozinha e iria voltar a pra taverna. Ele estava apenas muito triste por seu amigo ter falecido. Precisava de um tempo para pensar e refletir o que seria de sua vida.

Alguns minutos se foram enquanto os dois esperavam a carne assar. O arroz já estava pronto e depois foi a vez da carne. O cozinheiro retirou ela do forno rústico que tinha. Ele serviu tudo na mesa e se sentou.

Vamos rapaz. Sirva-se. Aposto que nunca comeu uma carna como essa HaHa!! — Estava animado finalmente o velhote — Bom, vou cortar pra ti um belo pedaço — E assim o fez, cortando três pedaços do tamanho de uma palma de sua mão — HeHe... Aproveite!

Com essas palavras, Alastor pegou a colher e começou a encher seu prato de madeira com arroz e com a mão, ele retirou algumas batatas e tomates do recipiente que havia colocado, e depois pegou dois pedaços grossos da carne e começou a comer, arrancando um pelo pedaço de sua fatia de carne. Era possível até ver um pingo escorrer da carne e cair na mesa, ressoando a delicia que deveria estar aquela coisa macia e apetitosa.


Info:
Perdi a ideia que tinha antes :/

50xp...

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Seg Abr 06, 2015 1:00 pm

Eric se sentou, a comida havia ficado pronta e não tinham mais o que conversar. Alastor serviu um arroz pra acompanhar a carne, e cortou três gordas fatias daquilo que chamava de picanha. O loiro se ajeitou na cadeira e pegou uma faca, cutucando uma das fatias e levando à boca, que usou pra morder e mastigar um pedaço daquilo.

E pela Luz, como era delicioso. Os sucos da carne enchiam a boca, e a consistência dela era macia e suave; coisa que ele não experimentava desde que abandonou o Castelo de Prata. Pra quem passou anos comendo carne seca, queijo duro e pão velho, uma carne bem servida era quase emocional.
Mesmo que Eric soubesse que aquilo era só um momento feliz, uma memória à ser construída. Porque na estrada, nunca conseguiria usar aquela experiência. Sorriu com esse pensamento e olhou pra sua luva metálica, apoiada numa mesa próxima ao lado do seu manto.

Naquele momento ele sentiu o cansaço da viagem, e seu corpo parecia ameaçar trair sua promessa. Terminou de comer e agradeceu a refeição com uma breve prece, levando os talheres e a tigela que sujou de volta pra cozinha.


- Me perdoe, Alastor, mas poderia trazer o resto da louça pra mim? Preciso fazer pelo menos isso pra te agradecer pela comida e pela hospitalidade, que eu adoraria aproveitar mais, porém preciso cumprir uma promessa à sua velha amiga na taverna. - Ele imaginava que se atrasaria um pouco, que o movimento já estaria intenso àquela hora, mas o importante era estar lá. Depois de lavada a louça, ele vestiria seu manto e sua manopla, caminhando até a porta antes de se virar pra se despedir com uma profunda mensura e um sorriso.

- Foi uma grande honra conhecê-lo, Alastor, e eu agradeço novamente pela sua bondade. Espero que as coisas melhorem de agora em diante, e que nos encontremos novamente! Se precisar de mim, basta me procurar, que mesmo que eu esteja longe a Luz dará um jeito de me guiar a você. Fique bem, e adeus!

- E iria, de volta a taverna e de volta aos seus ocupados afazeres, no que imaginou ser o último dos "dias ruins" daquele lugar. Na próxima manhã Alastor voltaria trazendo uma nova prosperidade atingiria a taverna, e na próxima manhã Eric partiria pois não seria mais necessário ali. Esse era o plano, pelo menos.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Ter Abr 21, 2015 2:26 pm

Alastor viu o rapaz e o observou enquanto pedia a louça. Seu jeito já estava mole ao andar e seus olhos pareciam estar sendo forçados a enxergar. O cozinheiro não imaginava onde o rapaz iria dormi, mas não deixaria o mesmo partir agora.

Deixe disso garoto. Não precisa limpar nada. Eu o convidei, eu me encarrego do resto — Foi pegando as coisas e indo pro lavatório — Mas se quer me agradecer mesmo pela refeição. Eu tenho uma proposta... — Deixava aquele ar de mistério — A taverna está com falta de frutos do mar e não temos quem ir buscar, pois quem fazia isso, era o dono da taverna e o filho. Preciso de alguém de confiança para ir junto do atual taverneiro, até a Baía dos Pescadores para buscar uma carroça de peixes frescos — Ele olhava para Eric nesse instante ao pausar de limpar um dos pratos — Conhece alguém que poderia fazer isso, meu caro? — Deixava a indireta e esperava a resposta — Preciso dessa tarefa pra amanhã quando eu for para a taverna. Portanto durma aqui hoje e amanhã faça o que bem entender. O que me diz?


Info:
Sem desculpas, esqueci mesmo de postar pra todos players.

100 xp de atraso.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Qua Abr 22, 2015 8:59 pm

Eric já estava de mala e cuia, pronto pra sair, quando foi parado pelo convite do cozinheiro. Estava de costas, então conseguiu esconder seu rosto que se fechou com uma pitada de suspeita. Se virou, sorrindo e mascarando seu momento de dúvida anterior. - Agradeço o convite, Alastor, mas como eu disse eu realmente tenho de ir agora. Não volto atrás em minhas promessas. - Pausou, dando alguma ênfase na última frase. - Mas posso tentar acordar cedo e vir te ajudar, se quiser. Não prometo nada, porém, porque só a Luz sabe o quanto vou dormir depois de hoje, hahahaha. - E se virou de novo, levantando uma mão num aceno de despedida e começando a descida para o nível da rua.

Durante a caminhada, pensaria um tanto quanto pesaroso no porque Alastor queria tanto manter Eric como um hóspede. Era possível que fosse só um velho solitário, procurando qualquer conversa na figura simpática do loiro? Ele parecia ser mais orgulhoso e emocionalmente firme do que isso, mas aparentemente a idade e o cansaço do espírito chegam a todos...

Faria questão de memorizar o caminho com mais afinco, dessa vez. Realmente pretendia voltar ali na manhã seguinte pra ajudar o chef, ou pelo menos explicar o caminho pra um dos ajudantes da taverna, caso não tivesse condições de ir ele mesmo. Uma vez chegando no estabelecimento, cumpriria sua palavra de ajudar a servir as mesas na ocupada hora do jantar - e então tentaria conseguir um quarto pela noite e em troca da ajuda que deu.
Eric era bom, era honesto e sincero, mas não era tão bobo. Tinha experiência em viagens, e sabia como conseguir um teto pra não dormir ao relento. Mas dormiria em qualquer viela ou ponte, se fosse necessário.


Blues-mano, não tenho certeza se você tava buscando um timeskip da noite nesse teu próximo post, mas me pareceu que tava, então pode ir fundo. Não acho que precisamos de detalhes no resto da noite \o

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qui Abr 30, 2015 2:27 am

A decisão de um homem era algo sagrado. E alastor respeitava isso. Não iria insistir com o garoto e deixaria ele ir, afinal tinha um trabalho pela frente. Mas o cozinheiro adoraria ter uma bola de cristal para poder ver e acompanhar o futuro do rapaz.

Andou alguns metros e em uns cinco ou sete minutos o aventureiro retornou a taverna. Quando entrou naquele lugar, notou que estava bem cheio. Diversos trabalhadores lá jantando, como pescadores da região e ferreiros. Alguns mercenários estavam lá com seus saquinhos de ouro bebendo rhul vindo de mar a fora. Porém um deles, o mais feio e esquisito, deixava de beber para ficar contando moeda por moeda. Em um canto mais reservado jazia um casal flertando o romance precoce e logo no meio estava a garota que servia os pratos.

Mas aquela noite em especial estava um caos. O auxiliar da cozinha não conseguia sozinho dar conta da demanda de clientes, e acabava por fazer tudo as presas e um pouco mal feito. Mas o problema não era esse, pois todos estavam famintos e comida com um tempero errado e uma batata faltando, não faria diferença. A questão era que a garota não aguentava tudo sozinha. E assim que Eric entrou e deixou a porta fechar, ela voltou seus olhos e arregalou como nunca, esboçando um sorriso terno e correndo em direção a ao jovem toda animada.

Eric, Eric. Que bom que voltou. Seja bem vindo de volta — Ela olhou para um lado quando um bêbado exigia mais bebida — CALMA LÁ POÇO SEM FUNDO — E ela voltava sua atenção para Eric — Estamos com a casa lotada. Não estou dando conta de servir tudo sozinha. Pode me ajudar Ericzinho? — Ericzinho? Hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmm


Info:
50 xp Enrolei por enrolar e ai quando fui postar, achei melhor esperar um pouco pra te dar um xp básico.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Dom Maio 03, 2015 6:39 am

Durante a caminhada, Eric teve bastante tempo pra pensar nos acontecimentos do dia. A noite caía, e o crepúsculo trazia consigo uma melancolia silenciosa para o Cruzado - mas não para os trabalhadores do Porto Real. Só então caiu a ficha de que era real. Ele chegara a Lodoss. O Porto Real de Hilydrus era só o primeiro degrau na longa escada que o levaria à coisas incríveis naquela ilha, e o trabalho árduo dos marujos terminando de descarregar os navios, dos soldados patrulhando a área e dos comerciantes finalizando o dia só fazia isso se tornar mais claro.

Ele tinha chegado! Sorriu com o pensamento, e alcançou a taverna antes do que esperava, logo entrando e sendo golpeado pelo barulho das pessoas. Assim que a porta fechou sozinha atrás de si, a garçonete de antes travou olhares com o loiro - que já sorria antes mesmo de ela o reconhecer. Pela Luz, qual era o nome dela mesmo?
- Hahahaha, eu disse que voltaria. Mãos à obra! - Disse, tirando o manto que usava por cima da camisa regata e largando suas coisas num canto escondido atrás do balcão.

Estava cansado, seus músculos jovens lhe lembravam disso o tempo todo, mas se sentia feliz. Estava em Lodoss! E tinha gente que precisava de sua ajuda, o que ele daria de bom grado. Decidiu ajudar com a entrega de pedidos, já que tinha confirmado ser uma negação na cozinha, e em um dos momentos que passou ao lado da garçonete, fez questão de quebrar as boas notícias.
- Alastor prometeu voltar aqui amanhã de manhã. - Disse com um sorriso. - Ao menos não deixei vocês sozinhos por nada! Hahaha. - De súbito lembrou o nome: Thalia! Como podia ter esquecido da doce Thalia. Se amaldiçoou silenciosamente, agradecendo por ter conseguido disfarçar a gafe.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Sab Maio 16, 2015 6:37 pm

Certamente o Deus Azul agradece por lembrar o nome da garota. Que por sua vez logo virou as costas e voltou ao trabalho lançando um charminho para Eric, ou melhor dizendo. Ericzinhuuuuuuuuu >.<

Ela foi pegar bebidas para os embriagados. Eric notava que algumas mesas estavam esperando e logo foi até o balcão pegar uma bandeja e entregar os pratos com um pedaço de madeira marcado com um número. Este era a 8, o que significava que a mesa 8 era o destino daquelas bebidas. O rapaz logo foi entregar. E ao passar pela garota, comentou as novidades. Ao ouvir tais palavras, a garota que ia entregar uma caneca para um cliente da mesa 7, acabou por vibrar e jogar toda a bebida para cima, caindo em cima dos embriagados.

HEEY VAGABUNDA. OLHA O QUE TA FAZENDO PORRA!

A garota olhou para ele com olhos de um predador e o bêbado arregou o cu entre as pernas.

Fique calado seu estupido, porque é UMA RODADA POR CONTA DA CASA!!!

WHEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE — Gritava todos na taverna — VIVA THALIA!! A GAROTA MAIS AMADA DO PORTO!!

Eric sentia que realmente era verdade o que falavam. Não era apenas empolgação pela bebida de graça. Mas entre um pulo e outro, dois sujeitos acabavam se estranhando e caiam no braço no canto da taverna. Um com roupas de couro, era pressionado pelo sujeito com vestimentas de pescador. Eles colidiam na parede e logo o homem que bateu na parede, revertia a situação e lançava o pescador no chão, indo junto ele também. Começava ali uma típica briga de bar, pois logo outros mercenários amigos do rapaz de couro, iam para cima dos pescadores e a zona estava formada. Alguém precisava dar um jeito naquilo. E quem seria?
Info:
Aqueles 100 xp de atraso...

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Dom Maio 17, 2015 12:39 am

Eric riu enquanto todos ovacionaram a rodada grátis. Penso se era uma boa ideia, levando em consideração as finanças do lugar, e por fim concluiu que sim; ao menos faria as reclamações pararem por hora. Sentiu uma coisa tão boa no seu coração, um calor quase caseiro, uma felicidade tão pura e bonita, que não conseguiu não perder-se em pensamentos. Thalia devia ser realmente a mulher mais amada do porto, e não só pela sua generosidade com a bebida.

Mas um barulho acima das risadas chamou a atenção da taverna pouco-a-pouco. No começo, Eric achou que era uma gritaria comum de agradecimento, mas o som de uma caneca caindo, de mesas sendo empurradas e o baque surdo característico de golpes o fez virar a cabeça. Viu dois homens emaranhados em socos e ofensas, cuspindo um pro outro, e riu com uma pitada de nervosismo. Era comum, ele já presenciou e até protagonizou uma briga de bar antes, mas agora ele não era só um cliente aproveitando o entretenimento. Ele era responsável por limpar a porcaria da sujeira que eles fariam com cerveja, carne e sangue; então decidiu agir.
Deixou sua bandeja de lado e viu que mais homens entravam na briga. Parecia que dois lados estavam claramente divididos ali, quase como gangues, e isso podia ser mais sério do que uma simples briga de bar.

E essa prospecção de um perigo maior que fez o loiro subir numa mesa e inspirar fundo e arremessar uma lança fina, curta, que acabara de invocar com um flash dourado. Era semelhante à uma flecha longa. A arma foi mirada em um brigão qualquer, e não tinha ponta.
- Se querem brigar, fora. Se querem beber a rodada grátis, parem e sentem. É simples. - Tentou não ser sombrio, afinal ele não desgostava daquela gente comum e das suas formas não-ortodoxas de se divertir. Fizera grandes amigos em bares antes, e alguns deles à base de pancadas, mas não estava se sentindo disposto a limpar toda a bagunça que uma briga de gangues traria. - A próxima não vai ser cega. - Advertiu à todos, mas em especial à algum deles que parecesse querer desafiá-lo. Dizia isso com a mão esquerda já segurando três outras lanças finas, e a mão direita girando uma entre os dedos.

Apesar da ameaça, porém, não os mataria se eles continuassem. Arremessaria as lanças, sim, mas elas não teriam ponta novamente e serviam apenas para atordoar os bêbados com seu impacto poderoso devido à curta distância. Esperaria que Thalia fosse busca a guarda enquanto tentava manter a paz, na pior das hipóteses.

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Re: Porto Real

Mensagem por Sigurd em Seg Maio 25, 2015 10:01 am

Com a partida de Fyr, seria insincero de minha parte negar certa descontração, porém não tanto assim como possa imaginar, veja bem. Se me perguntasse, não saberia dizer o que realmente me incomodava no rapaz. Por um lado até gostava dele, era animado e tagarela, mas meus instintos gritavam à sua presença e como não costumo ignora-los, após alguns minutos depois da despedida, expandi meu sonar para confirmar. Nesse caso eu tinha duas situações possíveis e prováveis: ou ele queria me enganar, ou só estava sendo amigável com um desconhecido... Convenhamos, em que mundo essa segunda opção parece real?

Ponderando o principio de movimento e o fato que apenas alguns minutos não o tiraria de meu alcance, conclui: se ele estivesse caminhando em movimentos constantes, para longe da pequena estalagem, consideraria seguro e almoçaria; se estivesse hesitante, ou estivesse parado em algum lugar, longe de outras presenças... Bom, nesse caso eu não almoçaria e provavelmente teríamos uma conversa.  A utilização de venenos por ladrões não era muito comum, mas extremamente famosa pelos quatro cantos do mundo.  Quase sempre eficiente e limpa na maioria dos casos. O custo, entretanto, era alto o que explicava sua utilização atípica. Todavia seguir por essa linha de raciocínio indicava uma nova perspectiva, um pouco diferente da que tivera quando a ideia formou-se em minha mente, pois nessa situação não poderia considera-lo totalmente inofensivo.  Se esse fosse mesmo o caso, melhor seria agir com cuidado. Dei uma pausa e cheirei meu prato em busca de alguma substancia hostil conhecida.  

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{FICHA}

Atributos
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Agilidade: D
Destreza: E
Vigor: D
L$: 200



Viribus Sensitivis: pode sentir presenças que reproduzem calor (pelo ar), vibrações (pelo solo, água e até ar dependendo da situação), odor, som e energia. Não é possível identificar posições, mas caso sinta alguma presença conhecida é possível identifica-la. Sua percepção é automática sem necessidade de ativação.
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Re: Porto Real

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