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Porto Real

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Mensagem por ADM GabZ em Seg Fev 24, 2014 12:59 pm

Relembrando a primeira mensagem :


O Porto Real é certamente um dos lugares mais movimentados de Hilydrus. O comércio naval de todo o reino concentra-se neste ponto, e navios de todo o mundo são recebidos com suas propostas e especiarias. Metais, animais de corte, pedras, madeiras, tecidos, vestimentas, armamentos e tudo mais que você puder encontrar é comercializado aqui a céu aberto. Graças ao movimento intenso o lugar é pesadamente fiscalizado, com soldados rondando a todo momento. Geralmente o comércio é localizado, de forma que os navios mercantes já possuem compradores fixos em Hilydrus e vice-versa, mas ainda assim é possível comprar uma coisa ou duas das quais você precise.

Além de movimentado o porto é extenso, tendo alguns quilômetros de comprimento, percorrendo pelo menos um quarto da face norte da península. Isto porquê o trânsito de embarcações não pára, e elas são dos mais variados tipos e tamanhos. Lordes vindos de fora costumam utilizar navios gigantescos e luxuosos, e fazem questão de um espaço só para eles. Outros navios carregam dezenas de famílias que buscam uma nova vida em Lodoss, deixando para trás histórias doloridas e cicatrizadas. Em maior parte o trânsito de embarcações se dá com acordos comerciais com o reino de Hilydrus, principalmente troca de especiarias. A ilha é extensa, fértil e repleta de riquezas, e exportá-las é um dos principais motivos que torna Hilydrus um reino próspero e seguro.

Também é possível conseguir empregos dos mais variados tipos e pagamentos, pois sempre se precisa de mão-de-obra. Vagas como carregadores, grumetes, cozinheiros, marujos e até quem sabe uma vaga de capitão podem pintar facilmente por estas bandas. Alugar e comprar embarcações também é possível, mas nem sempre tão barato. Basta ter cuidado com os vigaristas.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:19 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sex Maio 09, 2014 3:47 pm

Havia conseguido apaziguar a situação. Deu um suspiro aliviado, esfregando o braço que o homem segurara, enquanto observava ele sair. Não tinha sido a melhor das resoluções, mas pelo menos ninguém tinha se machucado, era bom o suficiente! Depois de sorrir e se desculpar pela confusão para o resto dos clientes, Eric explicou a situação para Thalia, não conseguindo se segurar em sentir pena pela garota. Era bastante tímida, devia estar apavorada com tudo aquilo, e o loiro só trazia mais problemas pra ela. Sorriu quando ela terminou de falar.

- Está brincando? Não viu meus dotes diplomáticos excepcionais agora pouco? Acho que eu consigo lidar com um ou outro baderneiro, enquanto entrego comida e bebida nas suas mesas. - Brincava, mas sabia que a situação era séria. Colocou uma mão no ombro da garota e tentou assegurá-la com suas palavras. - Fique tranquila, a Luz está comigo, e juntos vamos achar um caminho pra resolver essa situação. Pode contar com a minha ajuda pra cobrir seu posto aqui, vá sem preocupações. - E com isso, se virou, com o prato do bagunceiro ainda em mãos, seu destino provavelmente seria o lixo, então aproveitou para experimentar e ver se a comida estava tão ruim quanto falavam. Voltou a cabeça para Thalia, chamando-a novamente, quando se lembrou de algo. - Ah! Avise Haldric que você está indo, e que eu vou ajudar aqui embaixo por algum tempo, ou ele vai ficar preocupado!

E foi em direção a cozinha ver se haviam pedidos para serem entregues, e pra observar a situação dos cozinheiros.

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Re: Porto Real

Mensagem por NR Lima Limão em Ter Maio 13, 2014 12:35 am

@ Bluesday

Seu próximo post será feito no Mar Baylen, pelos posts feitos até o momento, você recebeu 200 EXP.

@ Yokan

A medida que o garoto falava, Thalia parecia ficar mais e mais corada, era como se o carisma natural que Eric tinha, deixasse a jovem ainda mais envergonhada, mas no fim da frase uma surpresa, um lindo sorriso brotou no rosto da garota, um sorriso lindo e inocente. – M-Muito obrigada. Eu agrad-deço muito. – Thalia então tirou seu avental e entregou-o nas mãos de Eric, que ficou alguns segundos sem saber o que fazer, ainda meio hipnotizado pelo belo sorriso da jovem, tanto que quase esqueceu-se de um ultimo detalhe, tendo que chamar a jovem novamente antes que ela saísse do restaurante. – E-EI! Espere... – Thalia virou com uma expressão assustada e fitou diretamente os olhos de Eric. Este se aproximou e com seu cumprimento típico de um cruzado da luz, este se apresentou. – Me chamo Eric, muito prazer. – Thalia sorriu novamente e recebeu de bom grado as ultimas recomendações de Eric, correndo para ir falar com Haldric.

A situação estava tomando um novo rumo, e tudo indicava que os ventos estavam a favor de Eric naquele dia. Mesmo tendo uma manhã bastante corrida e cansativa, o garoto mantinha sua fé de que resolveria os problemas daquele homem, e isso o motivava a continuar. Enquanto vislumbrava o amanhecer de um novo tempo para aquele restaurante, mal percebeu enquanto um dos funcionários o abordara por trás. Era um homem de cerca de 25 anos, alto, magro e não muito forte. Em seu rosto, barba e bigode bem feitos de cor castanho escuros, e seus cabelos eram curtos, arrumados e de igual coloração. Ele trajava roupas de couro, mas por cima de tudo, usava um avental muito parecido com o de Thalia, com exceção é claro dos babados e enfeites que deixavam a peça bem mais feminina. – Ei... Você é quem vai ficar no lugar da Thalia? Tem dois pedidos te esperando bem ali... – E ele apontou para trás de si, onde no balcão, duas bandejas esperavam cheias para serem entregues. – O peixe é para aquela mesa ali... – Apontou para uma mesa quase no inicio da taverna, entre a escada e a porta de entrada, onde um senhor de chapéu e capa pretos esperava sozinho. - ...As sopas de siri são para aquela ali... – E ele apontou então para o outro lado da taverna, onde 2 homens esperavam com uma cara não muito amigável. O serviço estava dado, restava ao cruzado atender aos pedidos feitos, mas uma grande duvida agora assolava sua mente... Ele deveria ou não usar o avental da jovem Thalia?

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Ter Maio 20, 2014 6:11 pm

Ainda meio embasbacado, observou a jovem ir embora, não demorando muito pra um magrelo se aproximar e tirar o rapaz de seus devaneios. - Certo... Pode contar comigo! Me chamo Eric. - Não sabia se o funcionário se importava de saber o nome do loiro, mas ofereceu mesmo assim, olhando para o avental extremamente feminino de Thalia e pensando se valia a pena arriscar sujar sua roupa em nome do orgulho masculino.

Ele não tinha como lavar suas roupas.


- Desculpe pela demora, aqui está o seu peixe. Se precisar, só chamar. - Tentava sorrir, tentava não se sentir miserável, o problema é que um rapaz com suas feições e com aquele maldito avental não tinha muita credibilidade em provar que era um rapaz, afinal. Se concentrava ao máximo no próprio trabalho, servindo o homem solitário com um comentário breve antes de voltar pra pegar as sopas e encarar os dois mau encarados da outra mesa. Já conseguia até ouvir as piadas...

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Re: Porto Real

Mensagem por NR Lima Limão em Ter Maio 27, 2014 2:45 pm

Eric optou por não arriscar suas roupas, uma vez que não teria como lava-las por um bom tempo enquanto estivesse ajudando Haldric. Com um pouco de hesitação ele vestiu rapidamente o avental de Thalia e pôs-se a servir as mesas que faltavam. O primeiro deles foi o senhor de chapéu, que recebeu seu prato com um sorriso um tanto zombeteiro, mas gentil, Eric não deixou de ficar sem graça com aquilo, pois sabia o motivo, mas deixou seu orgulho de lado por mais algum tempo e partiu para a segunda mesa. Esta certamente seria a mais difícil, mas ele se concentrou e manteve seu espírito preparado para qualquer tipo de escárnio por parte dos homens. A dupla mal viu o rapaz chegando com seus pratos e abandonaram suas carrancas de mal humor, substituindo-as por expressões de riso e escárnio, um deles mal conseguia se conter e colocava a mão a frente do rosto para não “demonstrar” que estava rindo do rapaz. Assim que Eric chegou a mesa e os serviu, um deles não pode deixar de soltar uma brincadeira de mal gosto, mas ficou apenas nisso, para sua sorte. – Ei, gracinha! Se der mais um pouco de sopa eu te pego também... HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!

O dia passou com Eric atendendo aos clientes no lugar da jovem, usando seu avental e tendo que aturar todo tipo de brincadeirinha sem noção possível. Mas... De uma coisa ele poderia se orgulhar pelo menos, sua fantasia do dia havia sido motivo para que muitas caras de mau humor se transformassem em risadas, e isso esse mérito ninguém poderia tirar do rapaz. Algumas horas depois, no fim do dia, Thalia voltava, acompanhada de um senhor roliço e de bigode volumoso, provavelmente o cozinheiro que havia saído do restaurante.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Qua Jun 04, 2014 5:59 pm

A primeira sempre doía mais. Segurou-se pra não responder o desgraçado, engoliu o restinho de orgulho que ainda tinha, e continuou a servir mesas. O dia não passou sem mais provocações, mas - eventualmente - Eric percebeu que talvez fosse melhor entrar na brincadeira, e rir de si mesmo, do que alimentar seu ego e estragar o progresso que fizera até ali.
E assim se foi, toda a raiva, todo o sentimento de vingança passiva-agressiva que ele planejava, e o dia passou de forma bastante agradável, até. Trabalhoso, um pouco corrido, mas agradável. O rapaz encostou numa bancada, olhando a taverna e esperando alguém levantar a mão para chamar-lhe. Olhando aquele cenário, algumas pessoas sorrindo, sem mais brigas ou gritaria, e o Sol iluminando a porta. Fechou os olhos e respirou fundo, sentindo seu interior encher-se de satisfação. Quando abriu os olhos, a porta da taverna jazia aberta, e os raios de luz traziam Thalia de volta, assim como um homem gorducho. Agradeceu silenciosamente o Sol e a Luz, por terem abençoado seu dia de tal forma.

Esperou que ambos se aproximassem e ofereceu um sorriso, tirando o avental.


- Bem vindos de volta.

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Re: Porto Real

Mensagem por NR Lima Limão em Sex Jun 20, 2014 12:07 pm

O dia passou arrastado, suado, trabalhoso, mas de certa forma, Eric sentia-se bem com que o que estava fazendo por aquelas pessoas. Não só por Haldric, mas por todos que estavam ali. Se aquela taverna fechasse, certamente Haldric não seria o único prejudicado, os que permaneceram naquele lugar, mesmo após tantos problemas, certamente precisavam muito daquele trabalho. Em um de seus momentos de descanso, quando o horário de pico finalmente terminou e o movimento começou a baixar, Eric se pôs a pensar nas famílias daqueles que ali trabalhavam. Observou atentamente cada um deles tentando olhar através de seus uniformes, de suas mentes, que tipo de pessoas eram aquelas que estavam ali. Varias coisas passavam em sua mente, mas de todas, a maioria eram pensamentos do tipo “Eles tem um lugar para onde ir?” Do lado de fora, pela porta aberta, os raios alaranjados denunciavam o fim do dia, e logo, a taverna estaria cheia d novo, mas desta vez para o turno da noite, onde a bebedeira predominava. “Essa parte será complicada...” Se lidar com gente faminta já era difícil, imagina ter que lidar com gente bêbada? Uma sombra surgiu na porta, e por ela entrou a salvação do dia. Thalia, acompanhada de um alto senhor bigodudo.

- E-Eric... Este é Alastor, nosso antigo cozinheiro... – O homem não aguardou que as apresentações fossem feitas e passou a frente da jovem, fitando Eric com um olhar analítico dos pés a cabeça. – Hum... Por que me chamas aqui, jovem? Nunca o vi por aqui antes, mas creio que seja amigo do “dono” deste lugar. – Eric notou uma mudança na entonação dada por Alastor a ultima palavra da frase. Thalia pegou de volta seu avental e voltou ao trabalho sem dizer mais nada naquele meio tempo.

<Foi mal a demora tio, receba ai 100 EXP pelo tempo de atraso.>

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sex Jun 27, 2014 1:19 pm

Com sua determinação reforçada, tanto pela alegria de ter melhorado os ânimos do lugar, quanto pela vontade que o resto da equipe demonstrou, Eric entregou o avental a Thalia com um leve ar de desapego. Não achou ruim a ideia de trabalhar num lugar como aquele, infelizmente, ele não era uma pessoa comum. Tinha deveres a cumprir. Ouviu Alastor e logo confirmou suas dúvidas de que seria difícil convencê-lo a voltar a trabalhar ali. Afinal, o que tinha acontecido entre os dois?

Com um sinal e um convite breve, Eric pediu ao homem para segui-lo para conversarem a sós. Ainda não o levaria a Haldric, queria ouvir a parte dele da história primeiro. Procuraria uma mesa vazia, mais afastada do resto, e aproveitaria o pouco tempo que tinham antes da taverna encher novamente. Sentado, coçou a cabeça e tentou organizar os pensamentos, respirando fundo.


- Vou começar do começo. Meu nome é Eric, sou um viajante e cheguei a Ilha hoje de manhã. Não conheço nada daqui, não sou amigo de Haldric e - na verdade - sequer conheço qualquer pessoa desse lugar. - Lembrou-se de manter sua história breve, e ir ao assunto. - Mas eu já estive em muitos outros paises, ilhas e continentes. E eu reconheço gente de bem quando conheço eles. Perdoe minha ousadia, sr. Alastor, mas porque você abandonou este lugar? A taverna morrerá sem o sr. aqui.

no problemino \o

meus primeiros 100xp ;--; mom, i did it

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Dom Jul 13, 2014 9:23 pm

O ex cozinheiro do estabelecimento ouvia atentamente Eric falar com ele. Por sorte o rapazinho não se demorou em seu pronunciamente e logo dizia o que queria.

O homem passava de uma expressão normal, para uma de indignação. Olhava com certo desprezo para o inocente rapaz que apenas queria o bem da taverna.

O que achas que estava fazendo moleque? Pensas que és quem para querer saber de minha vida? Não se intrometa aonde não é chamado, garoto.

Insatisfeito, o homem virava as costas e ia caminhando sem rumo e cabisbaixo. Se o garoto se virasse para trás e visse Heldric, veria que o mesmo fazia sinal com os ombros e com a cabeça de quem também estava confuso. O que Eric faria agora? Seguiria o ex funcionário da taverna, ou simplesmente deixaria as coisas esfriarem?

Spoiler:
E ai brow, como informado por pm (não se se viu), serei seu novo narrador a partir de agora. A Sabrina me passou tudo a respeito do que ela planejava e farei isso até o final da aventura.

E antes que eu esqueça, adicione 50xp de atraso por parte da antiga narradora.

E é isso. Até o próximo turno...

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Qui Jul 17, 2014 2:02 am

Eric não pensava que fosse ser fácil em nenhum momento. Convencer um homem a mudar de ideia, quando ele claramente já havia tomado uma decisão, nunca era uma tarefa fácil. Ainda mais quando nem se conhece o homem, ou os motivos dele!

Ainda assim, aquela negação imediata foi como um soco no loiro, que viu o gorducho se afastar e pensou no pior. Mas ele não saiu... Apenas tomou distância, como se estivesse pensando. Não parecia ter nenhum destino em mente, talvez não tivesse um lugar melhor pra estar. Vai ver ele estava tão entediado que só aceitou voltar a taberna pra matar tempo vendo as pessoas implorarem pra que ele volte, vai ver era isso que alimentava o ego dele. Naquele momento, Eric não tinha ideia do tipo de homem que o cozinheiro era, e isso dificultava muito.


- Mas eu fui chamado, vê? - Ele se aproximou alguns passos, tentando chamar a atenção do homem. - Eric, o Chamado da Luz. Venho de Rohan, Alastor. A terra da Grande Igreja do Sol. Fui doutrinado e treinado como cruzado desde que me entendo por gente, e minha missão, aonde quer que eu esteja, é trazer a iluminação divina para a nossa terra. - Ele sorria, seu sorriso de poucos inimigos. Seu sorriso de simpatia. - Isso nem sempre se faz através de evangelismo, essa taverna... Sem o senhor, ela cairá aos pedaços. Eu quase tive que usar de força contra uma pequena multidão só pra evitar que Haldric se machucasse! Tenho certeza de que o senhor sabe o significado que esse lugar tem. Mas eu só ouvi um lado da história.

- E ele se aproximou mais, tentando deixar a conversa mais direta e particular.

- Tudo que eu quero é ajudar, mas pra isso preciso entender. Independente da sua decisão final, Alastor, por favor, me conte seu lado da história. Porque abandonou tudo isso?

Bem vindo, haha!

Você vai se acostumar, mas só pra deixar avisado de antemão, eu sei que você tem uma cadência de postagem bastante consistente e rápida, por isso queria falar que não precisa se preocupar comigo, porque eu não tenho auhauhauh. Sou mto de lua pra postar, as vezes fico bastante tempo sumido, mas fica tranquilo que um dia eu dou a graça da presença! Por isso não precisa se apressar pra postar pra mim tb, pode ficar bem a vontade \o

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qua Jul 23, 2014 11:45 am

Hã? Iluminado? Doutrina? Tcs... Porque não volta pro convento então? Nossos problemas não são tão grandiosos pra trazer a igreja para nós ajudar — O ex cozinheiro era bem grosseiro e concluía — Não existe história rapaz. Estou farto meu rapaz, não conseguo mais trabalhar aqui. É muita... Pressão pra mim — O homem de alguma forma falava com o tom de voz diferenciado, como se houvesse algo por trás daquelas palavras — E a taverna vai conseguir se virar como sempre fez.

E assim o homem ia se retirando. Assim que ia caminhando, algumas crianças passavam e cumprimentavam o homem, que diferente da grosseira que fora feita com Eric, ele esboçava um sorriso gentil, porém melancólico. E assim ele ia seguindo em frente, saindo da taverna e virando a esquina mais próxima. Em seguida o atual dono da taverna falava

Se quiser ir atrás dele, pode ir Eric. Não estamos com tantos serviço por hora.

Uma decisão simples, ficar ou ir atrás do sujeito. Eric tinha notado uma alteração no comportamento daquele homem, talvez fosse uma boa hora para tentar descobrir algo a mais.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sab Ago 09, 2014 12:43 pm

Eric era bom, gostava de ajudar, mas havia aprendido fazia algum tempo que de nada adiantava tentar ajudar quem não queria ser ajudado. Quando o homem concluiu que não tinha intenções de voltar, o loiro estava pronto à deixá-lo em paz. Mas havia algo na voz dele, alguma coisa que atiçou a curiosidade de Eric, talvez no modo como ele era bem recebido pelas crianças dali? Com um olhar, ganhou a confirmação que precisava de Haldric.

- Não demoro a voltar, prometo que estarei aqui quando a taverna encher novamente!

E saiu, a tempo suficiente de ver o homem virar uma esquina próxima. Tomou coragem e partiu a segui-lo. Não tinha um plano em mente, por enquanto só iria atrás dele, sem se esconder nem tentar ocultar o fato de que estava - bem obviamente - atrás dele. Queria confrontá-lo mais uma vez, tinha mais nessa história do que parecia.

Se ele parasse para falar com Eric mais uma vez, o garoto recomeçaria.


- Você aceitou vir aqui por um motivo, Alastor. Só tem um motivo pelo qual te chamariam para vir a taverna, e você sabia esse motivo. Não sente falta de trabalhar lá, de fazer algo bom para a vida das pessoas desse cais, mesmo que só por um momento? - Daria tempo a ele pensar, ou responder, mas concluiria sem muitas demoras. - As crianças sentem... E não só elas. O pessoal todo da taverna sente sua falta.

Se Alastor não se virasse pra conversar, Eric apenas continuaria a acompanha-lo, em silêncio.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qui Ago 14, 2014 9:24 pm

Decisão tomada, pé na estrada. Sem se intimidar com o sujeito, Eric apenas ficava mais empolgado em poder ajudar aquela taverna e o senhor cozinheiro.

O rapaz seguia em frente para mais uma tentativa. Ia no encalço do homem e logo se aproximava na primeira oportunidade. O velhote via ele a seu lado e esboçava um desanimo.

Ahh não, você de novo? — O sujeito deslisava a mão sobre o rosto e balançava negativamente a cabeça — O que quer agora garoto?


E assim Eric o fez, argumentando bastante, falando a respeito do que acabará de ver e etc. Mas Alastor ficava calado e seguia em frente, sem demonstrar nenhuma reação. Apenas seguia reto até o porto. Caso Eric seguisse o homem até o porto, veria Alastor indo até o cais da ponta e la se sentaria e ficaria observando o balançar das ondas do mar. Eric não sabia se suas palavras tinham afetado o homem, mas ele parecia mesmo calado, trocar seu coração, por uma rocha bem dura, que aparentemente não conseguia fazer com sucesso, deixando pistas de algo a mais. Quais seriam as novas palavras de Eric para Alastor?


~x~X~x~

oFF - A Sabrina não tinha posto uma foto do Alastor, e eu esqueci de por no último post que fiz, então aqui está a aparência dele e seu bigodão.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Dom Set 21, 2014 9:56 pm

Eric acompanhou o velho até o limite do porto, onde ele se sentou e observou as águas. Ouvindo o som da maré se quebrando contra a pedra trazia uma estranha paz, e o loiro - silenciosamente - rezou. Pediu, em sua insignificância, que a Luz lhe trouxesse sabedoria. Sentou-se também, ao lado do cozinheiro, e por algum tempo se limitou a ficar quieto, escolhendo suas palavras, pensando no que poderia dizer para alcançar o coração dele.

- O senhor estava errado, lá atrás. - Não o olhava, sentado no chão, abraçado aos próprios joelhos, Eric refletia na sua própria vida enquanto falava. - É um engano comum, muita gente pensa que a Igreja é feita apenas de cruzadas e guerras santas. Em alguns lugares, isso é verdade, meu povo luta, mata, sangra e morre em algum lugar, combatendo a escuridão, enquanto eu - aqui - observo o mar.

- Ele ergueu a mão enluvada de metal, e contemplou a luz que dançava dentro do cristal da manopla.

- E, pela Luz, um dia me juntarei a eles. - Fechou o punho em um estalo de metal, e abaixou a mão depois, virando o olhar para Alastor. - Mas todo problema é grande o suficiente pra minha Igreja. Não lutamos só contra demônios, também lutamos contra a escuridão dentro do coração cotidiano do nosso povo. E, agora, eu tenho a oportunidade de aliviar os seus problemas, de resolvê-los. - A voz cheia de empatia do garoto carregava uma melancolia especial, afinal, apesar de seu juramento, ele não podia - oficialmente - se juntar às linhas sagradas da Igreja nas grandes cruzadas.

- Ao menos deixe-me ouvir suas preocupações, Alastor. Se é tudo que eu posso fazer pelo senhor, ouvirei e irei embora de bom grado. Mas dê-me a chance de lutar como posso pelos meus irmãos que sangram em outros continentes. Deixe-me lutar com minhas armas de agora, que são meus ouvidos e meus conselhos. - Parou, novamente, antes de finalizar. - De qual pressão falavas?

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qua Out 01, 2014 10:42 am

A água balançava e ao colidir nas pernas do cais, faziam gotas de água voarem alto criando uma chuva inexistente que caia sobre os dois.

Alastor ficava observando o horizonte, olhava sua extensão em um todo e sua mente ia longe, tão longe quanto se pode imaginar.

Eric falava e falava, mas parecia que nada daquilo chegava no sujeito. Um silêncio se formou e o garoto pode finalmente entender as maravilhas de ficar em paz. Passou cinco minutos assim.

Garoto... És jovem, mas... — Alastor procurava as palavras — Já teve um amigo. Aquele amigo que sempre esteve a seu lado. Que não era apenas amigo, e sim um irmão sem relações de sangue — Os olhos do sujeito começavam a ficar marejados — Que você depositava toda sua confiança nele e o admirava. Que brigava e se divertia juntos — Uma lágrima escorria pela face de Alastor — E então simplesmente quando você acorda, descobre que tudo aquilo não vai mais existir. Que virou apenas história.

O homem abaixava a cabeça repentinamente e começava a deixar várias lágrimas fugirem de seus olhos. Estava emocionalmente abalado e precisava deixar isso fluir.


Coment:
Vei, não lembro de ter ficado tão triste fazendo um post T.T

Espero que eu consiga transmitir a mesma cena que eu imaginei na mente.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Seg Out 06, 2014 9:09 pm

Enquanto suas palavras pareciam ser tão inúteis e fracas como aquelas ondas que quebravam na costa, sem causar nenhuma mudança na face da rocha, Eric soube que ao menos seus sentimentos haviam sido transmitidos ao velho, que depois de um longo silêncio começou a falar um pouco, e chorar muito.
Eric não podia dizer que conhecia aquela melancolia de perder um grande amigo. Viajava demais, nunca tivera alguém que considerasse a tão alto patamar de amizade, mas entendia como devia ser difícil. Se pegou pensando em Rohan novamente, e em seu avô, talvez o mais perto que ele chegaria à sentir algo assim foi quando se despediu pela última vez da Grande Igreja.

Não falou nada, não sabia por onde começar. O loiro sabia que um homem precisava de um espaço pra chorar, e - diferente das mulheres - não precisava de abraços ou palavras de conforto nessas horas. Saber que havia alguém ali, que não o julgava nem se importava com aquela demonstração de "fraqueza", já era o suficiente. Eric esperaria. Esperaria Alastor se recompor do desespero que afligia seu coração naquele momento, e então deixaria que ele falasse, se quisesse falar.

Um dos ensinamentos da Luz é que o indivíduo deve crescer e se desenvolver sozinho, e ter a sabedoria para estender a mão é tão importante quanto ter a sabedoria para se calar e observar. Um indivíduo que cresceu sempre nas costas de outro não é tão iluminado quanto o que alcançou a glória com esforço próprio.
E se Alastor não quisesse mais falar, não havia nada que o Cruzado podia fazer quanto a isso. Ele havia estendido a mão, agora faltava que o cozinheiro decidisse pegá-la.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Dom Out 19, 2014 2:31 am

Tão próximos e tão distantes. A barreira que dividia Alastor e Eric era gigantesca. Um rapaz sem vínculos e com ensinamentos que poderiam ser um tanto radicais demais e um homem com o peso da perda em seus ombros.

O sujeito chorava a morte do amigo como se ainda não o tivesse feito com sinceridade. Ficou ali por vários minutos ressentido com as lembranças que insistiam em surgirem do nada. Depois de algum tempo ali em silêncio, Alastor parava de chorar e ficava observando o oceano. Foi quando ele rompeu o silêncio e foi breve e direto com o rapaz.

Está com fome? — E não disse mais nada.


Info:
Demorei um bocado pra postar hehe. Estava pra São Paulo no evento que rolo lá. Então fiquei sem tempo.

100 xp pelo atraso.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Dom Out 19, 2014 4:34 pm

Nos longos momentos de lamúria, Eric não tirou o olhar do oceano. O que ele faria, afinal? Sentia-se mal por não poder fazer nada mais para ajudar o cozinheiro, e agora sentia-se mal por não poder lutar lado-a-lado com seus irmãos nas grandes cruzadas. Começou a duvidar de si mesmo, se perguntando se deveria mesmo estar ali, afinal não havia feito bem algum - e agora a tristeza de Alastor se arrastou um pouco para o loiro, também.

Quando estava prestes a levantar e continuar sua jornada, o homem falou. E que palavras lindas. Aquele convite, por mais simples que fosse, carregava um enorme significado por trás. O sorriso de Eric se abriu, e seus olhos voltaram a brilhar, sentiu como se pudesse chorar.


- Faminto! - Disse, se levantando quase que num salto. Ele sabia muito bem o que aquele convite significava.

- E eu conheço uma taberna excelente perto daqui. Ousaria dizer que é a única que poderia nos satisfazer, agora. - Disse, se colocando na frente do homem e esticando sua mão metálica pra ele. Seu sorriso era contagiante, assim como a energia calorosa que emanava de seu espírito. Quase sobrenaturalmente pacífica. - Vamos?

Sem problemas! \o espero que tenha se divertido lá

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Dom Out 26, 2014 4:09 pm

O rapaz mostrava sua disposição para comer. Sua fome falava mais alto agora do que ele propriamente dito. Comentava também de uma taverna boa, sabe Deus qual seria, pois Alastor dava de ombros e resmungava com seu jeitão carrancudo de ser.

Taverna? Rhul!! Quem falou em taverna? Vamos até minha casa. Farei algo para comermos.

O homem se levantava e ia seguindo com a coluna inclinada e seus ombros curvados. Dava passos lentos, igual de um camelo. Eric ficava para trás. O sujeito notava isso e pausava seu caminhar e se virava, perguntando.

Vai ficar parado ai a espera que um tubarão venha lhe devorar? — E voltou a caminhar seguindo por uma rua movimentada.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sab Nov 01, 2014 7:34 pm

Quando seu convite foi negado, Eric mostrou sua decepção com a expressão facial, derrubando o sorriso e abaixando levemente a mão. O homem passou pelo Cruzado e seguia seu caminho a passos lentos, a essa altura, o loiro já não pensava que fosse conseguir convencê-lo a voltar a trabalhar. Mas não tinha porque negar uma refeição de graça, ainda mais com sua falta de dinheiro, então decidiu segui-lo e ver aonde aquilo o levava. Quem sabe a Luz não tinha planos maiores para aquela situação?

A sabedoria humana é pequena demais para entender o que o destino nos reserva.

Com passos igualmente lentos, e mãos enfiadas nos bolsos, Eric seguiu Alastor enquanto observava o Porto Real. Aquele lugar era realmente animado, a ponto de onde quer que você olhasse, veria alguém alegremente ganhando seu pão naquele final de tarde. Era uma visão humilde, de felicidade nas coisas pequenas, que encheu o coração do garoto de alegria.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qui Nov 06, 2014 2:21 am

Enquanto os dois caminhavam, Alastor parecia estar mais animado do que antes, isso, pois o homem que iniciava a conversa com o garoto.

Hey garoto. O que tu gosta de comer? Uma bela sopa? Ou um bolo bem cheio de chocolate? Se preferir posso fazer um excelente jantar que deixaria qualquer rei a ponto de vomitar de tanto que ele iria repetir de tão boa que seria a comida. E ai, o que me diz? — Esperava uma resposta do garoto, mas não antes de concluir — Você bem que podia me ajudar na preparação. Afinal ta trabalhando na taverna, seria bom saber cozinhar alguma coisa, pois nunca se sabe quando vai ser requisitado pra preparar o rango dos cidadãos esfomeados.


Spoiler:
Post curto, mas objetivo. Quanto mais objetivo e curto for meus posts, mas rápido eu venho a fazer o post do próximo turno.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sab Jan 17, 2015 7:09 pm

Algo mudou. Tinha suas suspeitas, mas não sabia com certeza. Vai ver Alastor só precisava, realmente, de um amigo - de alguém pra conversar. Eric se distraiu com o céu e suas poucas nuvens, enquanto pensava no que gostaria de comer.

- Pra ser honesto, faz um tempo que eu não como carne bem feita. E a Luz sabe que eu preciso de algumas dicas de como cozinhar uma bem, a estrada as vezes é um lugar horrível, Alastor! - Riu, e usou uma boa parte da caminhada pra explicar de onde viera e das várias histórias que tinha de carnes mal-assadas que teve de comer em viagem, por não ser o melhor dos cozinheiros e sempre estar sozinho.

Sentia que, se tivesse mais tempo, podia realmente aprender muitas coisas com aquele velho. Infelizmente, o tempo lhe fugia por entre os dedos.

Uma lástima, sempre quis aprender a fazer bolo de chocolate! Uma iguaria difícil de se encontrar na maioria dos lugares.


Mais de dois meses, Jesus! Espero que não tenha esquecido o que planejou pra essa aventura, caro Blues. Me desculpe se causei isso iheauhshsh

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Re: Porto Real

Mensagem por Sigurd em Seg Jan 26, 2015 1:52 pm

Clima úmido, quente e uma pequena garoa de fim de tarde... Sim, finalmente haviam alcançado os arredores da Península de Ruff. A viagem, em um contexto geral, havia sido muito boa: sem assaltos, sem imprevistos e sem confusões. Uma viagem não muito comum, de fato, afinal era habitual ter que lidar com tais complicações na maioria das jornadas. Talvez um único homem, apenas com algumas provisões para si e um cavalo, não chamasse muito a atenção dos ambiciosos. Além do fato que homens poderiam morrer e sempre há aquela chance da empreitada não funcionar, talvez não valesse risco algum.

Cumprido seu primeiro objetivo: chegar até a Península, vivo. Agora vinha a parte mais complexa: encontrar o tal homem e descobrir o que diabos estava acontecendo. Já era hora de bolar uma estrategia, até porque não é interessante chegar em um local dizendo, a qualquer um, que está a procura de alguém. Não é bem visto e chama atenção... Não era isso que queria.

- Vamos senhora. - Desmontou do cavalo, quando adentrou no porto de uma das vilas ao redor do mar. Segurando-a pelo cabresto, guiou ao seu lado, enquanto caminhava para o centro da bagunça. O correto, naquele momento, era encontrar um lugar seguro para ficar antes de começar a agir... mas algo o fez se distrair: a pedra, novamente. Todavia, dessa vez estava mais forte, como se estivesse agitada com algo. Seria algum indicador? Não sabia, mas não podia negar a ansiedade percorrendo suas veias.

Quando encontrou um estábulo, achou prudente recuperar as forças de sua companheira. Havia lhe forçado um bocado durante a viagem, era justo que descansasse enquanto resolvia seus negócios.

- Por favor... - Chamou o possível dono do estabulo, um homem gordo com apenas alguns fiapos de cabelo. - Um cavalo, um dia... Volto mais tarde. - Jogou uma moeda para o homem, enquanto um de seus garotos guiou a égua até o interior do local.

Pronto para começar, logo de cara, algo o incomodou. Um jovem na margem dos seus 20 anos o observava, interessado. Vestia couro, o que dava a ideia de um soldado, porém não ostentava brasão, diferente de Agro que, orgulhoso, mostrava no peito o lobo de Hilydrus. Também não possuía espada, mas mesmo assim julgou ser um soldado. O rapaz sorria disfarçadamente e não demorou muito para que se aproximasse.

"Que especie de soldado anda desarmado..." - questionou-se, enquanto o homem chegava mais perto. - "...mas não se engane, deve ter alguma faca escondida ali." - Sorriu de volta para o homem, quando por fim ficaram cara a cara.

- Obrigado. - Respondeu, receoso, à pergunta do rapaz. - Agro. - Simplesmente disse, apertando a mão do outro. Não que o homem não fosse simpático, na verdade esse era o problema: era muito e isso incomodava.

- Hmmm...- Começou, pensando nas palavras antes de deferi-las. - Venho a negócios... hmmm... - Deu outra pausa para pensar - e preciso seguir... - Disse com um sorriso de lado, como quem se desculpa.  Não era seguro abrir o jogo, ainda mais com estranhos que "milagrosamente" aparecem. Podia estar errado, mas aquele era seu jeito: cauteloso, receoso e calculista. Sua ideia, a principio, era sentar em algumas tavernas, ouvir algumas conversas e subornar alguns taverneiros como de praxe era feito nesses casos. Faria isso! Aquela não era uma pedra comum e um cavaleiro de dragões estava morto. Não podia se dar ao luxo de fracassar.

"Call Gustaff..." - Repetiu mais uma vez em sua mente. Então voltou atrás, talvez fosse mais sensato deixar o homem e seguir em frente, mas deixando sua curiosidade tomar conta, disse:

- É... - Deu outra pausa. - Mas...Se pudesse ajudar: onde um homem consegue beber e comer alguma coisa? - Perguntou para o rapaz. Não que realmente precisasse de sua ajuda, mas o interesse do homem também lhe interessou. Claro que aquela conversa de cavalos era apenas um pressuposto para alguma coisa. Se tinha relação com tudo que estava lhe acontecendo, não sabia. Porém, gostaria de ir mais a fundo para descobrir.


Blues, beleza? Não sei se a Sah falou com você, mas estou postando aqui porque faz parte da minha aventura, ok? Ela que vai continuar postando pra mim. Só passando pra avisar mesmo. \O

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qui Jan 29, 2015 6:14 pm

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Carne? Hum... Adoro carne. Sei fazer uma costela que da água na boca. Muito bem. Estamos chegando já.

Andaram mais três minutos e chegaram na casa do cozinheiro. Era simples, feita de pedra e precisava subir um lance de escadas com uns quinze degraus. O homem foi subindo e chegava até a porta. Olhava para os lados desconfiado, e então retirava uma chave de uma iluminaria presa a parede. Abria então a porta e adentrava.

Vamos entre — Convidava sem olhar para trás, e se dirigindo pra cozinha.

Quando o rapaz adentrasse no recinto, notaria um ambiente simplório. Não havia muitas coisas ali, apenas uma mesa no centro da sala, algumas cadeiras. Havia duas passagem, a que ia para a cozinha e outra que provavelmente deveria ser o quarto.

HEEY! Alguma preferencia de carne? Vai me ajudar aqui ou não? — Gritava de longe, esperando alguma atitude do rapaz.



~x~x~X~x~x~


Sigurd

Era quase fim de tarde quando Sigurd deixou Sara no estábulo aos cuidados do velho senhor. O sol já anunciava sua grande descida pelo horizonte, e o crepúsculo se aproximava. Mas diferente de muitos lugares, o porto real, durante a noite, era um lugar tão movimentado quanto ele é durante o dia, com a única diferença que as cargas e descargas de navios diminuem o ritmo, e passa a vigorar mais o Sigurd, que não conhecia muito bem o ritmo de um porto movimentado como aquele, poderia ficar confuso, e até mesmo um pouco perdido e deslocado, mas com sorte, parecia que alguém estava disposto a lhe ajudar. Fyr, um homem simpático e de boa aparência, surgira para deixar seu cavalo também no estábulo e agora puxava assunto com o recruta sem se preocupar muito. – Ora, um soldado de Hilydrus perdido no porto? Bastante incomum eu diria. Hehe – Falou ele em tom de brincadeira após ter visto o brasão na armadura de Sigurd. Olhando mais de perto, Sigurd não conseguiu ver nenhuma arma em posse daquele rapaz, aparentemente ele estava desarmado. Mas que sentido teria em vestir uma armadura leve de placas de metal, e andar sem uma arma ou um escudo para se proteger? Duvidas a parte, Sigurd parecia não confiar muito no desconhecido, mesmo com toda a simpatia do rapaz. O recruta estava focado em seu objetivo, e tinha certa urgência em descobrir o que estava acontecendo, pois desde que se aproximara da península, a pedra estava agindo de forma estranha. O recruta então se despediu de forma breve e seguiu seu caminho, e Fyr já se encaminhava na direção oposta a passos lentos, quando de repente, o recruta do exercito achou que o desconhecido talvez pudesse ser de alguma utilidade.

Sigurd voltou atrás em sua decisão, e optou por dar uma chance a Fyr, chamando-o de volta para lhe pedir algumas informações. – Hoho, claro que posso lhe ajudar, meu bom homem. É uma grande coincidência, pois estava indo para a taverna nesse exato momento. Fica logo ali, do outro lado. – Ele apontou com o polegar para trás de si, do outro lado da rua, e então Sigurd percebeu que realmente havia uma pequena taverna, espremida entre outras duas casas e ofuscada por um pouco de limo e sujeira em sua fachada. – Se importa se eu lhe fizer companhia? Vou entender se não quiser, mas é sempre bom fazer alguns contatos quando se chega a algum lugar novo, você sabe não é? – Ele esboçou um novo sorriso. A julgar pelas palavras de Fyr e pela forma como chegara, deveria ser um viajante, assim como Sigurd, mas por não ter vindo da mesma estrada que o recruta, isso significava que ele poderia ser de qualquer outro lugar da ilha, que não fosse Hilydrus.

Info:
Yokan. Sorry por não ter postado antes. Juro que não tinha visto o teu post antes. Então fora os 100 xp de atraso que irá receber, vais ganhar mais 100 de brinde que dei pra todos os players, na volta as férias. Total 200 xp.

Sigurd. Como sabe, o post é feito pela NR Sah. Então se tiver alguma duvida, ou coisa parecida, pergunte diretamente a ela, pois não estarei acompanhando o desfecho da sua aventura.

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Re: Porto Real

Mensagem por Laser Beetle em Sab Jan 31, 2015 5:04 pm

Achou estranho o velho guardar a chave da casa numa luminária, e achou ainda mais estranho ele não se importar em mostrar isso para Eric. De verdade, o loiro sorriu ao pensar que a única explicação era que sua religião o abençoava com aquele tipo de... aura, que fazia as pessoa confiarem nele. Alastor tinha sorte de Eric não ser um charlatão, ou um bandido.

Ainda munido do seu simpático sorriso, entrou na casa dele e se deliciou na simplicidade do lugar. Ele gostava desse tipo de gente, pessoas da terra, do suor e da simplicidade! Afinal, no fundo, Eric sentia que tinha mais sangue plebeu que nobre. Perdido na sua leve admiração, não percebeu que o anfitrião já havia se afastado, e que o convidado deixara a porta aberta!

Com um leve empurrão, corrigiu ambos os erros.


- Alastor, preciso admitir que não sei o que é uma picanha, e por isso a curiosidade me é mais forte que a educação! Do contrário, podemos fazer uma simples carne de cordeiro, cervo ou boi. Apesar da minha ajuda ser bastante limitada. Tomou a liberdade de tirar o manto, a jaqueta e as luvas, inclusive a manopla mágica. Não precisaria dela ali. O artefato - caso Alastor prestasse atenção - pareceu "apagar" o brilho singular que ostentava, tão cedo quanto saiu da mão do rapaz.

Deixando suas roupas mais pesadas de lado, seguiu o homem até a cozinha. Hora de aprender a fazer algumas carnes, com sorte.

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Re: Porto Real

Mensagem por NT Blues em Qua Fev 04, 2015 7:15 pm

A porta se fechou, e uma brisa leve entrou junto com o selamento da entrada. De longe o rapaz admitia seu interesse em um certo tipo de carne. PICA... NHA!! Ohh Yeh! Ele queria picanha. Alastor ouvia o desejo do garoto e la na cozinha ele esboçava um sorriso.

Rhul!! Bela escolha, garoto. Que tal assarmos ela na grelha e comer com tomates e um pouco de arroz e batatas. É simplesmente suculento.

O sujeito ficava com água na boca, só de imaginar o prato feito. Ele ia até um compartimento e de la retirava a carne e jogava sobre a mesa. Ia até uma gaveta e pegava uma marreta diferente das usadas pra ser usadas em batalhas ou pra pregar um prego. Era feita totalmente de aço e a região de impacto, continha várias deformações, ficando várias especias de pontas grossas.

Olha rapaz. Primeiro temos que amaciar a carne. Essa ferramenta ajuda nisso. Ela não destrói a carne, como faria uma marreta comum. Ela vai amaciando pequenas regiões, sem danifica-la. Vamos, tente fazer comigo — O homem pegava outra marreta igual e um facão. Cortava a carne em dois e entregava o pedaço para Eric, juntamente da outra marreta. Estavam em tamanhos iguais os pedaços divididos — Bora, manda ver nessa carne ai. Só não quebre a mesa HeHe...

Logo que completou a brincadeira pra descontrair, o cozinheiro logo deu uma leve marretada na carne. Acertou o centro da mesma. Logo em seguida golpeou novamente com a mesma força. Porém foi mais ao lado. Continuou com sua sequencias de baques na carne, acertando aleatoriamente a carne.


Info:
Vamos virar mestre cuca o/

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