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Baía dos Pescadores

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Baía dos Pescadores

Mensagem por ADM GabZ em Seg Fev 24, 2014 10:17 am

Relembrando a primeira mensagem :


Localizada no extremo sul da Península de Ruff, a Baía dos Pescadores é um enorme lugar e perfeito para fisgar os mais variados tipos de peixes. Três rios da ilha deságuam aqui, e ainda por cima existe uma entrada para o mar. Graças a isso a diversidade embaixo d'água é incrível, atraindo pescadores de todos os cantos do mundo. A baía já possui pontos certos para pesca, principalmente nas enormes rochas que repousam em meio à água. Muitos pescadores moram por perto e conseguem ganhar a vida com a riqueza de peixes oferecidas pela baía, sendo considerada até mesmo um lugar sagrado para alguns. Até mesmo monges, magos e feiticeiros eventualmente aparecem na baía para beber de sua água ou para levá-la em pequenas jarras.

Um dos pescadores mais veteranos dali e que pode certamente lhe dar algumas dicas e iscas é Fergus, um humano corpulento de um bigode espesso e careca lisa. Ele está sempre disposto a ensinar novatos apesar de sua aparência bruta, sendo um ótimo mestre na arte da pesca. Ele também conhece cada pedaço da baía — acima d'água, claro. O que não faltam são lendas a respeito de criaturas que se escondem nas profundezas, e na verdade ninguém sabe o quão fundo é o lugar. Alguns dizem que existem túneis levando a gigantescos lagos subterrâneos por toda Lodoss, e que algumas criaturas de lá as vezes se aventuram por estes túneis. A viagem é longa demais para qualquer um que não respire debaixo d'água, e ninguém ali tem certeza da veracidade destas informações.

Claro que a fartura também atrai predadores naturais. Ursos e panteras algumas vezes se aventuram, mas não representando perigo aos pescadores. Há quem diga que, durante a noite, alguns wyverns e dragões jovens vêm tentar a sorte, sobrevoando poucos metros sobre a água e por entre as rochas. Eventualmente caem na água com seus corpos desajeitados, enroscando-se nas linhas e redes deixadas pelos pescadores, as arrebentando para fugir. Fergus adora contar sua história de como salvou um pequeno wyvern — do tamanho de um cão adulto — e que o criou por algum tempo. Na época ele era jovem e não haviam muitos pescadores, por isso ninguém pode confirmar sua história. Quem sabe. Pode ser apenas mais uma história de pescador.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:19 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Qui Abr 30, 2015 3:10 am

Sérpico & Mr. Death


Ahhh se não fosse esse mago habilidoso. Talvez Sérpico se tornasse o primeiro Sushiman dessa época. E Arlidem poderia ser o primeiro a gritar " Não contavam com minhas astucias! ".

Bom, o peixe veio como um predador louco por sua presa. Porém sua desvantagem era exatamente por ele ser um peixe fora d'guá. Baita azar. Arlidem com suas magias combinadas conseguiu segurar a criatura marinha e o manteve fora do mar. A principio o desgraçado tentou fugir, porém a água não era como ele conhecia. Tão suave e fácil de nadar. Ela era uma cúpula aquática em formas de mãos gigantes que o prendiam e esmagava-o. Ele tentava se debater e nada. Entretanto ele era resistente suficiente para aguentar toda aquela pressão massacrante. E por incrível que pareça, seus dentes continuavam naquela forma risonha desagradável. No entanto, Fergus notou algo na criatura, e assim que o mago lançou os dois rapazes pra dentro do barco, o pescador falava em tom sério.

Parece que encontrou sua forma de pescar, meu caro aprendiz. Não podia estar mais orgulhoso. Mas temos algo a fazer e eu tenho uma ideia — Seus olhos se voltaram para Sérpico — Hey rapaz, se posicione de frente para o peixe e junte as mãos. irei correr em sua direção e me impulsionar nas palmas de suas mãos. E quando eu estiver com a perna quase esticada, você usa toda força para me lançar em direção a essa coisa monstruosa. Entendido?

Não esperou a resposta e saiu correndo em direção ao loiro que deveria se apressar para fazer como Fergus mencionou. Por não haver instruções para Arlidem, ficava a sensação de que ele deveria manter a pressão no peixe, deixando na altura em que estava.



Kaede


HAHAHAHAHA — Gargalhadas de ao menos quatros marinheiros — Ouça garoto, não conte história de pescador — Mais gargalhadas — Já estamos bem velhos para saber no que acreditar.

E ele se virava e continuava com seus afazeres. Entretanto um sujeito alto e forte, com cabelos curtos e negros, blusa branca e um colete de couro marrom e calçar verdes escuras. Devia ter uns trinta e tantas anos, ou talvez já devia estar quase em seus quarenta, saia do barco e ia caminhando lentamente até o rapaz.

Não façam menos do garoto, vocês não sabem o que ele deve ter visto, ou já esqueceram sobre os rumores do monstro marinho? — O tom de voz demonstrava que ele era alguém respeitado entre os presentes.

Mas senhor... Isso já fazem meses e até hoje nada.

Não importa — Finalmente estava frente a frente com Sollrac — Vamos rapaz, me leve até o lugar que você viu tal criatura — O homem dava meio giro pro lado e ordenava — Jonas, me traga três lançar e duas redes e venha junto conosco.

Sim senhor! — Respondia uma voz de dentro do barco

Pronto, podemos ir?

Assim que questionava, um rapaz loiro e magrelo, com vinte dois anos de idade, usando roupas surradas e brancas. Possuía dois brincos na orelha esquerda e uma cicatriz no pescoço. Ele saia do barco com as redes apoiadas nos ombros e três lançar agarradas no braço. Ele seguiria os dois e o sujeito que não apresentava seu nome, esperava que o rapaz o guiasse.


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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Sex Maio 01, 2015 12:36 am

mago • magician • majishan
O pensamento filosófico clássico nos leva a acreditar que nossa mente pode ser dividida em duas partes distintas, mas sumamente relacionadas. A primeira se chama ‘Consciente’, a nossa parte desperta, a qual normalmente é usada ao efetuar as tarefas simples em nosso cotidiano dia-a-dia. A segunda parte é mais profunda e complexa, tema de diversas teses e divagações por parte de estudiosos, e se chama ‘Inconsciente’. Ou mente adormecida.

A lembrança das palavras introdutórias de seu mestre fez um sorriso tímido roçar os cantos dos lábios de Ari, mesmo estando envolto na característica impassibilidade e calma desapaixonada que normalmente o envolviam quando usava a totalidade de sua mente. A verdade é que a habilidade necessária para controlar plenamente um único elemento, assim como o nível de compreensão requerido para tanto, beirava o impossível. Mesmo um mago talentoso e poderoso, apenas teria a esperança de dominar por completo, conscientemente, no máximo dois elementos, após muitos anos de estudo.

Mas, mesmo sendo incrivelmente jovem, sequer tendo completado quinze ciclos de vida direito, Ari já conhecia o nome de uma grande quantidade de elementos. Sabia seus nomes ocultos e, portanto, os elementos lhe obedeciam. No entanto, ele não sabia dessas coisas com sua mente consciente. Essas informações eram simplesmente demasiadamente complexas e numerosas demais para que ele tivesse a mais vaga esperança de compreendê-las. Contudo, todos os nomes ocultos e eternamente mutáveis dos elementos que compunham o universo ao seu redor estavam seguramente guardados em sua ‘mente adormecida’. A parte mais madura e mais sábia de sua mente, do que sua normalmente usada ‘mente desperta’, seu lado inconsciente.

Ouviu as palavras de Fergus e intuiu o que o velho pescador planejava fazer e, mesmo sendo uma decisão aparentemente imprudente e desnecessária, não parecia que ele o ouviria mesmo se tentasse dissuadi-lo de sua decisão. Então apenas restava cooperar. Concentrou parte de sua mente em manter a criatura aquática exatamente onde estava posicionada, usando a densidade e pressão da água para mantê-la fixa, mesmo contra a vontade do monstro.

Afinal, dominar os elementos não se tratava apenas de conhecimento. Não era simplesmente saber o nome do vento, da água ou da pedra. Deixe-me esclarecer. Pegue uma pedra. Uma pedra qualquer, comum, de um tamanho e peso qualquer. O peso dessa pedra, a textura, o seu diâmetro, o modo como à luz solar se reflete em sua superfície, o modo como o vento a contorna... Essas informações e outro milhão de pequenas características como essas compõe o nome dessa pedra. Uma simples pedra. Mas vamos imaginar que você a compreenda. Assim como nosso querido jovem aprendiz de mago, Ari, também a compreende até a alma.

O que falta para que possa controlá-la? Era exatamente como dizia Salatiel, o mestre em magia de Arliden: nove décimos da denominação, que se trata nada mais do que da arte de denominar os elementos que compõem o universo eram a magia. E nove décimos da magia eram conhecimento.

E a outra parte? Aquele décimo fininho de um décimo? O coração da denominação era algo que Ari havia aprendido fazia muito tempo. Ele o havia estudado antes de compreender a verdadeira forma do mundo. Antes de conhecer a chave de ser um mago. Ah, sim. Há diversas maneiras astutas de falar com o mundo. É como uma espécie de negociação. Um apelo. Um clamor. Um grito. Mas, por baixo, há um segredo nas profundezas do coração oculto das coisas. Seu mestre nunca lhe dissera isso. Ari achava que ele não sabia. Havia descoberto esse segredo sozinho. Ele conhecia a verdadeira forma do mundo. Tudo o mais era sombra e som de tambores distantes.

E, a partir daquele dia, Arliden nunca mais fora o mesmo. Ari sabia os nomes de todas as coisas, de modo que todas as coisas estavam sob o seu comando.

Sua vingança estava próxima. Ele podia senti-lo. O reinado do tirano Rei de Takaras se aproximava do fim. E seria por suas mãos jovens que ele cairia.

Mas, até lá... Precisava continuar a se fortalecer.

Precisava de mais poder.
Pick a card, any card~



Habilidade Especial:

Spoiler:
Nome: Controle sobre a Mente Adormecida.
Nível: 3
Descrição: Cada um de nós tem duas mentes: a mente desperta e a mente adormecida. Nossa mente desperta é a que pensa, fala e raciocina. Mas a mente adormecida é mais poderosa. Enxerga fundo no cerne das coisas. É a parte de nós que sonha. Ela se lembra de tudo. Dá-nos a intuição. A mente desperta não entende a natureza dos homens. A mente adormecida, sim. Já sabe muitas coisas que a mente desperta não sabe. A mente adormecida é ampla e não cultivada o bastante para conter os nomes das coisas.
Essa parte de nossas mentes é capaz de compreender a essência dos elementos que compõe o universo com maior profundidade, e de captar sinais muito sutis que normalmente passam despercebidos por nossas mentes despertas. A mente adormecida está constantemente criando novas conexões entre conhecimentos previamente adquiridos, sempre se fortalecendo e crescendo infinitamente a cada instante.
E Salatiel, o Mestre em magia de Arliden, ensinou o menino como despertar e controlar sua mente adormecida. Assim abrindo as portas da mente de Arliden para a compreensão dos elementos e de seus nomes ocultos.
É exatamente como dizia Salatiel: nove décimos da denominação, o estudo dos nomes, é a magia. E nove décimos da magia é o conhecimento. Mas e a outra parte? Aquele décimo fininho de um décimo? O coração da magia é algo que Ari aprendeu não faz muito tempo, mas isso mudou completamente seu modo de ver e se comunicar com o mundo. Ah, sim. Até então sua magia era uma espécie de negociação. Um apelo. Um clamor. Um grito.
Mas, por baixo, havia um segredo nas profundezas do coração oculto das coisas. Salatiel nunca lhe dissera isso. Ari achava que ele não sabia. Havia descoberto esse segredo sozinho. Ele conhecia a verdadeira forma do mundo. Tudo o mais era apenas sombra e som de tambores distantes.
Arliden sabe o nome de todos os elementos, de modo que todos os elementos estão sob o seu comando. Com pleno acesso ao conhecimento guardado em sua mente adormecida e usando a quantidade certa de energia mágica, Arliden é capaz de impor todo o peso de sua vontade ao mundo. Sacudi-lo em seus próprios alicerces. E os elementos reconhecem sua vontade. E todos eles se curvam para agradá-lo.
Efeitos: Habilidade de controlar os elementos existentes na natureza. Consegue controlar apenas os elementos existentes numa área de 50 metros de raio à volta do usuário, podendo molda-los e utiliza-los da forma como desejar. Seu controle nesse nível já é um pouco menos limitado, mas caso Arliden tente ultrapassar seus próprios limites, sua habilidade pode ser encerrada antes do tempo e a energia perdida no processo.
Custos: Dependendo do uso e quantidade do elemento controlado. Quantidades pequenas como uma fogueira, um copo d'água e similares = 1% PEs. Quantidades médias como uma arma feito do elemento, um escudo e similares = 8% PEs. Quantidades maiores como uma barreira de terra, uma bola de fogo e similares = 15%.
Duração: Controle elemental: Até que a energia acabe ou o próprio usuário cancele.
Objetos criados com o elemento: até 6 turnos.
Tempo de Conjuração: Instantâneo.
Alcance: 50 metros de raio a partir do usuário.
Área de Efeito: 50 metros de raio a partir do usuário.



Última edição por Mr. Death em Sex Maio 08, 2015 12:46 pm, editado 9 vez(es)

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Sex Maio 01, 2015 8:11 pm

Como é que é? ─ Não, não tinha entendido.

Sérpico estranhou mais a ação de Fergus do que o fato do peixe flutuar numa bolha bem na frente dos seus olhos. Estranhou mais do que o fato de ser cuspido do mar e ter caído precisamente no barco. Não se voltou para o menino ruivo, mas de alguma forma soube que era ele o cantor desse refrão. Belo truque. Mas Sérpico não ia agradecer. Caiu de mal jeito, a rajada fora muito forte. Estava pensando que Ari fizera de propósito, hm.

Também não teve muito tempo para se preocupar com o pescador desesperado, agora salvo. Estava muito confuso com o senhor Fergus e o seu pedido inusitado. Tanto que:

Como é que é? ─ perguntou novamente, mas aí já estava acontecendo.

O pescador vindo, Sérpico juntando as mãos automaticamente, embora confuso. O pescador atlético e pesado saltando, Sérpico trincando os dentes, deixando do lado de dentro a mensagem “você está louco, escorregou e bateu a cabeça?” Então flexionou os joelhos e aguentou o peso do homem. Os dentes se soltaram para dar passagem a um rugido ─ de quando foi preciso força para alçar Fergus.

Que ele tivesse sorte.

E se não tivesse... bem...

Golfo da Noite certamente não ficaria sem dono...

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Sab Maio 09, 2015 2:28 am

Assim que todos estavam armados, prontos e convencidos, fui com eles mostrando o caminho até o local onde eu tinha encontrado tal criatura.
Durante o caminho fui dando detalhes de tudo que tinha presenciado, desde o tubarão ferido a beira mar e a chegada da enorme criatura, marinha.

_Foi aqui senhor!_ Falava apontando para o local onde encontrou o tubarão sendo devorado pela tal criatura marinha escura.

Spoiler:
*1: Caso não tenha vestígios algum do que tenha ocorrido:
Procurei me explicar da melhor maneira possível e dando os detalhes da criatura, demonstrando seriedade e que talvez a criatura poderia voltar em breve.

*2: Caso ainda tenha vestígios do ocorrido:
Observava melhor o local e indicava as provas da presença da criatura.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Qui Maio 28, 2015 3:50 am

Sérpico & Mr. Death

Os rapazes entenderam, ou melhor dizendo. Executaram mesmo sem entender. Você está entendendo o que estou tentando fazer vocês entenderem?

Fergus correu com tudo, Sérpico sentia seu punho pesar mais que toda sua vida e Arlidem assistia de camarote o grande salto do velho pescador que voou bonito em direção ao peixe. Se fosse um torneio de maior salto, talvez o velhote conseguisse ganhar... Com a ajuda do loiro aventureiro.

Mas deixemos o torneio de lado. Fergus ia de encontro ao peixe com chifres. Que ao vê-lo se aproximar, fez cara de mal e mostrou seus temíveis dentes. O pescador o encarou e quando faltava dois metros para a colisão, eis que um rugido por parte de Fergus foi emitido com uma simples frase.

MUROS GÊMEOS DO OCEANO!

E foi isso. Com quatro palavras mencionadas o pescador puxou seus braços para trás como se estivesse remando. Seus punhos se mantinham fechados. E quando finalmente estava cara a cara com o peixão. Eis que nosso querido velhote movimenta ambos os braços contra os dentes poderosos do peixe.

Assim que houve o contato, um barulho que lembrava um relâmpago era emitido do choque do soco. Ao atingir os dentes do alvo, o destroçava em zilhões de pedaços que voavam para todas as partes, inclusive para dentro do barco.

O peixe chifrudo se apavorava com o que havia acontecido e não podia fazer nada, pois sua única arma eram seus dentes terríveis, que agora não passavam de cacos e lembranças para render uma boa história de pescador.

Fergus após o golpe, caia no mar. E em seguida a magia de Arlidem executava o peixe de uma vez por todas, fazendo seu vento o reduzi-lo a nada. Apenas em um corpo boiando no mar próximo do pescador.

Agora os heróis podiam saborear o gosto da vitória. Fergus na água, ia nadando até o peixe e segurava-o em seu chifre. Em seguida ele ia nadando de volta para o Golfo da Noite com um braço, pois o outro estava arrastando o peixe. Arlidem poderia ajuda-lo se quisesse com sua magia. Era escolha dele.

Uma vez que o pescador estivesse dentro do barco novamente. Ele ostentaria um sorriso orgulhoso. Digna de um pescador que conseguir pegar o peixe mais perigoso que já havia visto. Ele segurava o animal com o braço erguido e esticado. Sua força era impressionante. Mas comparado ao soco que havia feito, segurar aquele peixe que aparentava ser pesado, não seria nada para o velhote.

HAHAHAHA!!! Muito bom rapazes. Fazemos uma bela equipe HAHAHA! — Ria com toda satisfação do mundo — Sabem... Aquele peixe é realmente perigoso. Se fosse dentro da água eu não teria chances. Mas as façanhas de meu aprendiz são realmente notáveis. Salvou os dois do mar e ainda pegou o inimigo em uma armadilha. Muito bom. Parece que descobriu seu estilo de pesca realmente HAHAHA. Mas sem a ajuda de Sérpico, eu não teria alcançado. Apesar que parece ser um magricela, força não lhe falta. E muito menos tenacidade. Bom... Com a ajuda de vocês pude ser a chave para abrir a porta que nós impedia de vence-lo. Embora a magia de Arlidem seja poderosa, a força e resistência que aquele peixe possuía em sua mandíbula e em seus dentes, eram duas ou três vezes superior. Ele conseguia se manter bem mesmo sobre toda aquela pressão elemental, apenas forçando seus dentes contra o outro. Mas se uma outra grande força for imposta contra seus dentes. Ele não teria como evitar o que aconteceu, pois sua concentração estava na mordida, e não no centro dos dentes. Então bem... Vocês conseguem me entender?

Fergus não sabia se estava explicando direito. Coçava a cabeça confuso. Porém que a verdade seja dita. Os rapazes estavam perante a um sujeito com força SS!!!

Sem saber mais o que falar, o pescador se virou e foi até o outro sujeito caído perto de um dos remos. Foi até ele e inclinou seu corpo. Tentava reanima-lo, mas nenhuma reação por parte do desconhecido. Fergus sabia que ele estava vivo, pois respirava. Mas tinha dúvidas sobre o que fazer com ele realmente.

O que acham que devemos fazer? Continuamos com a pesca ou voltamos?



Kaede


Eles chegaram na praia e encontravam o local exato. Havia rastros de sangue do tubarão na areia ainda. O homem analisava o local do sangue e depois avistava o mar. Estreitava os olhos quando olhava para as águas.

De-me uma lança e uma rede, Jonas. E entregue uma lança para o garoto. Sinto que a criatura ainda está por aqui.

Entendido! — Jonas ia até Kollrac e entregava uma lança e sussurrava — Não recuse, apenas aceite. O capitão não se da muito bem com rejeição.

E dava uma piscadinha. O capitão ia adentrando o mar. A água aos poucos ia invadindo suas botas e molhando sua calça. Atrás, mais a direita do homem, vinha Jonas. Ambos seguravam a lança com a mão direita e a rede com a esquerda. Pareciam acostumados com aquilo e se o rapaz notasse, veria que os dois mantinham uma posição de ataque e investigação. Entretanto ele também possuía uma lança, o que indicava que aparentava ele também era necessário na formação. Mas afinal, que tipo de posicionamento seria aquele? Se o jovem identificasse, iria seguir os dois naquela busca pela morte? Enquanto isso não era solucionado pelo rapaz, Jonas ficava questionando o capitão.

Senhor... Porque estamos fazendo isso mesmo? Não é problema nosso.

Como não idiota? Se tem uma criatura que devora tubarões. Imagine o que ele pode fazer com um cardume de peixes.

Entendi. Sem peixe, não temos como ganhar a vida. E assim acabamos mendigando nas portas das tavernas. Não queria que Thalia me visse pedindo esmolas.

Pois é rapaz. Se ama aquela garota, sugiro que me ajude a dar um fim nesse maldito. Afinal seja lá o que for, está pondo em risco a população de Ruff. E nós como homens do mar, não podemos permitir isso, correto?

Absoluta, senhor!

Então preste atenção e não morra. Não quero levar seus pedaços para sua mãe.

O senhor é muito amável capitão...

É, eu sei.

E eles seguiam, sem notar que na esquerda deles haviam algumas bolhas estranhas que Sollrac avistou com sua visão periférica.



Info:
Pois é cambada. Meu desktop deu problema a algumas semanas atrás e nas últimas duas semanas o problema se agravou. Meu processador não ligava, e consequentemente minha placa de vídeo. E pra piora a situação, minha mãe estava viajando com o notebook dela nesses duas semanas. Não sabem como foi chato ficar só vendo tv a cabo -.-''

Enfim... Atrasos não são perdoados e a paciência é retribuída. Então vamos aos ganhos de atraso para todos e o final da batalha contra o peixão cabuloso que vocês podem definir um nome para essa especie. Então decidam in-game isso se os personagem tiverem essa ideia xD

Mr. Death

Atraso: 200
Narrativa: 200
Batalha: 300
Aprendizado (pescaria e culinária): 100
Bônus de foder com meus planos com o peixe endiabrado: 100 ¬¬''
Total: 900xp

Sérpico

Atraso: 200
Narrativa: 200
Batalha: 300
Bônus de foder com meus planos com o pescador desesperado: 100 ¬¬'
Total: 800

Kaede

Por hora vou lhe atribuir apenas o de atraso, okay? Ainda está muito recente seu personagem. Após algumas situações jogadas, eu lhe bonifico adequadamente. Por hora então...

Atraso: 100xp

Todos

Espero que o post tenha servido de conforto pela grande demora. Mas se não for, tenho certeza que o xp foi.

Spoiler:

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Qua Jun 03, 2015 6:58 pm

Senhor Fergus era um maldito mentiroso. Nem a paulada que aquele sujeito era só um pescador modesto e coisa e tal. Agora Sérpico entendia o desdém do homem em relação aos mares ─ mares que Sérpico insistia em olhar com paranoia. Fergus, no entanto, olha um peixe enorme destruindo uma embarcação alheia, manda alguns comandos marotos para seus colegas de pescaria, e depois se joga para cima do animal preso pela magia do ruivo, nocauteando a besta com as... mãos. Saiu de casa como se fosse rotina topar com cenas de ação que nem essa todos os dias. Por isso não tinha armas no barco. O homem não precisava delas.

“Se ele é só um pescador, eu sou apenas o herdeiro do trono”.

E então desandou a falar. Sérpico franziu o cenho, não concordando muito com a parte de ser magricela... Franziu mais ainda o rosto conforme o homem tentava explicar o que tinha acabado de acontecer. Mas o "pescador" enfim cansou, fazendo uma pergunta que Sérpico se apressou em responder.

Temos de voltar! O cara ali deve estar precisando de ajuda. Ajuda medicinal. E o irmão daquela fera pode estar aqui por perto. ─ Ele olhou sobre a amurada. ─ E de qualquer forma, com toda essa confusão, todos os peixes devem ter se afastado. Acho que a pesca acabou.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Sex Jun 05, 2015 3:26 pm

Assim que Jonas me entregou a lança, balancei a cabeça de forma positiva concordando com as palavras do rapaz. Alguns segundos se passaram, quando o que parecia ser o líder deles entrou na água acompanhado dos outros, percebi que eles estavam em uma espécie de formação de ataque...ou talvez defesa, bem...não sei ao certo.

Demorou um pouco para eu perceber que deveria ir com eles, então tirei a minha camisa e com a lança em punho, entrei no mar tentando acompanhar a formação deles, enquanto o jovem questionava o seu líder. Eles pareciam estar em um tipo de ataque e ao mesmo tempo procurando pela criatura, então procurei dar o melhor de mim nessa empreitada.

Demorou um pouco mas percebi que a nossa esquerda  haviam bolhas de ar que emergiam da água, então com a lança em mãos, levemente cutuquei o que parecia ser o líder e indiquei com a própria lança as bolhas que estavam a emergir.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Qui Jun 11, 2015 7:54 am

Sérpico

Excelente observação Sérpico. Por um momento eu esqueci que quando puxei a rede, senti ela mais leve do que o normal. Este maldito peixe devorou toda minha pesca. Com sorte isto não se agravará, afinal os cardumes podem começar a evitar águas perigosas. Enfim, vamos retornar. Conheço uma mulher na baía que cuida dos feridos e sabe tratar de traumas. Afinal, depois disso tudo eu duvido que este ai volte a navegar novamente HAHAHA.

O bom pescador logo foi tratando de ajeitar as coisas no barco ao seu ritmo. Dessa vez não pediu ajuda. Já Arlidem parecia um pouco cansado, nem mesmo falou nada após retornar para o barco. Talvez tivesse usado mais energia que o esperado e resolveu se sentar. Sérpico tinha a disposição três decisões a tomar.

* Ajudar Fergus com o barco. *

* Checar se Arlidem estava bem. *

* Presta socorro e ficar com o pescador naufragado. *



Kaede


Aquela posição em três homens, era chamada como posicionamento triangular. A forma mais vantajosa para três atacantes avançarem ofensivamente, pois sempre cada um teria dois na retaguarda, e obviamente cada um seria a ponta do triângulo para seguir na frente quando precisasse e ser a isca para os inimigos virem e os dois atrás flanquearem os oponentes.

Sollrac não tardou em avisar o marinheiro que havia notado algo estranho. O homem virou e olhou para o local. Ele fazia silêncio, embora se mover dentro da água não ajudasse em nada. Ele virava seu rosto para Jonas e apontava o local. O aspirante a marinheiro fazia um sinal de positivo com a cabeça e ia perfurando o posicionamento, passando entre o capitão e o próprio Sollrac. Apesar do rapaz ter entrado na formação sem ninguém pedir, os dois pescadores tinham consciência que não poderiam arriscar demais a vida do desconhecido.

Jonas foi avançando. Lentamente. Passo a passo. A água não ajudava muito na locomoção, então paciência era tudo ali. Os três iam em direção as bolhas. E quando faltava três metros para Jonas chegar no local, as bolhas cessavam.

Hã?

Não deu muito tempo e o peixão saltou da água contra Jonas. Ele só teve tempo de arregalar os olhos e mover a lança horizontalmente e bloquear a imensa boca da criatura marinha. Ele resistiu o quanto pode, mas o bicho deu uma nova mordida e partiu a lançar em três partes, deixando um pedaço em cada mão do pescador e uma engolindo por completo. Em seguida a criatura deu um salto mortal para trás rindo da burrado do marinheiro mirim. Quanto ao capitão ele arremessava a lançado precisamente, no peixe. No entanto ela passava direto, cortando apenas um pouco da nadadeira traseira.

Ele sumia por um leve instante e reaparecia. indo na direção de Sollrac com os dois chifres para fora d'guá. O capitão tentava se aproximar para ajudar o garoto, mas era evidente que ele não chegaria a tempo e também poderia não ser de muita ajuda, pois ele fez a burrice de desfazer de sua lança em uma arremesso improvável. Mas agora era a vez de Sollrac atacar ou fugir, como ele decidiria isso?


Info:
Sérpico e Kaede: 50 xp

Não sei porque o Mr. Death não postou. Ele anda sumido mesmo.

Sollrac. Fique atento a detalhes que parecem bobagens ou de fato estão com certo destaque no post do narrador. Estas coisa podem render bônus de interpretação, igual o Sérpico e o Mr. Death conseguiram ao me surpreender com as habilidades deles e acabar com meus planos malignos.

Digo isso, pois você perdeu uma oportunidade de bônus. No teu caso foi a questão do posicionamento triangular. Em suma era quase algo a se adivinhar, mas na real uma suposição já é válido.

Um exemplo que posso usar, é o meu próprio na campanha do Katsuo. É uma colmeia gigante de vespas. Os aventureiros poderiam seguir de dia ou de noite. Meu personagem supos que poderia haver inimigos distintos e mais perigosos em determinado turno (noite), porém que no outro turno não seriam tão perigosos, mas que seria mais numerosos (dia).

Enfim, acho que conseguiu ter uma ideia né? Fique atento que mesmo as vezes o gm nem pretendendo dar bônus, pode acontecer do jogador surpreender, igual os dois safados ai conseguiram.

Beleza? Continue assim brow. Não está cometendo nenhum erro até agora. Quanto ao bônus, não se chateie, haverá mais oportunidades e isso é apenas um mimo dos gms xD

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Ter Jun 16, 2015 1:43 pm

mago • magician • majishan


— Ufa! Que doideira. – O menino sorria como se tivesse contado uma ótima piada. Sentado no convés do navio, ele ainda não conseguia bem acreditar no que havia acabado de presenciar com seus próprios olhos. Então, no fim, todos tinham seus segredos, certo? Ele tinha a magia e, Fergus um poder físico tão grande, tão incrível, que era capaz de destruir poderosas arcadas dentarias que sua magia sequer havia sido capaz de arranhar.

Arliden sorria. Um sorriso largo, preguiçoso e satisfeito. Sentia-se cheio de energia, no sentido figurado, é claro. Ainda iria precisar de algum tempo para se recuperar daquela brincadeira, mas estava animado com o quão mais forte poderia se tornar no futuro. E, o quão poderoso teria que se tornar, antes de ser capaz de concretizar sua vingança?

Levantou-se e caminhou na direção de Sérpico, tentando fingir que não via o velho Fergus atarefado com os preparativos da viagem de volta.

— Yo, Sérpico! – Levantava a mão em uma saudação, sorrindo amigavelmente. — Não sei se estou me intrometendo muito em seus assuntos – Não que se importasse. Não de verdade, mas fingia muito bem. — Mas, se quiser, eu gostaria de me juntar a você em sua jornada. Por algum tempo.

Aquele cara parecia ser forte. Afinal, foi capaz de suportar o peso de Fergus, e a força de seu impulso sem ter os braços arrancados na altura dos ombros. Mas esse não era todo o motivo para Arliden pedir algo assim. É claro que Sérpico também deveria ter muito mais experiência e conhecimento a respeito do mundo em que viviam, e isso seria de grande ajuda. Mas nem isso era seu motivo. Na verdade, Arliden não tinha um motivo muito bom. Era mais uma... Sensação. Um pressentimento. Então, caso Sérpico o aceitasse, ficaria feliz em seguir seus instintos.

○ ○ ○

OFF: Malz a demora! E o sumiço. Última semana de aulas e correria pra entregas de artigo, mas terminou e estou de férias. Então, posts normais de minha parte. xD
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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Qui Jun 18, 2015 7:51 pm

Sérpico tentou rir de volta, acompanhando Fergus. Ainda estava um pouco tenso e talvez se sentisse melhor apenas quando retornasse para terra firme. Então depois teria de ir para o mar novamente. Sua missão exigia isso. Droga.

Fergus estava mandando bem, não parecia precisar de ajuda. E estava de bom humor, como se a pesca tivesse sido um sucesso pleno. Então Sérpico ignorou o velho, mais ou menos como Arliden ─ que, aliás, veio até ele antes que Sérpico pudesse ir até o pescador atordoado. Sérpico poderia achar naquele pescador um jeito de ir até as Gêmeas, hm. Mas antes, o jovem feiticeiro:

Olha ─ coçou a cabeça, pensando nas palavras. ─ Meu caminho talvez fique arriscado. Devo cruzar esse mar até as Gêmeas. Outros peixes como o de hoje podem aparecer. Ou coisa pior, não sei. Você pode estar se arriscando indo comigo...“Pensando bem, ele seria bem útil indo comigo. Ao menos mais útil do que ficar aqui, pescando com Fergus”, ponderou, mas não tinha como falar isso tão abertamente, ao menos não com essas palavras. Resumiu: ─ Bom. Pode vim, sim. Digo. Caso queira... Não é uma simples jornada. Creio ser mais importante do que tudo que já fiz até aqui. Não que eu tenha feito muitas coisas... Enfim... Vou falar com aquele homem. Talvez ele me ajude. Nos ajude.

Após isso, Sérpico iria até o pescador salvo. Não tinha ideia de como abordá-lo, de como pedir um favor em troca do que fizeram por ele naquela noite... começou do jeito simples.

Tudo bem aí camarada? Estamos voltando agora, o senhor Fergus ali tem algumas ideias de como cuidar de você... Sou Sérpico. ─ Então saltou para o jeito difícil, sem mais rodeios: ─ Não gostaria de ser rude... mas preciso de um favor e, bem, acabamos de salvar sua vida... Se pudesse retribuir me fornecendo um barco ou apontando alguém que esteja indo para as Ilhas Gêmeas eu ficaria agradecido. ─ Sérpico resolveu jogar com todas as cartas ao meter a mão no peito, por baixo da camisa, e puxar o pingente. ─ Não sei se já ouviu falar do Conselho de Lodoss... bom, eu sou um membro, ou ao menos fui, um dia. Mas tenho essa identificação, esse pingente, que não consigo remover... No momento estou resolvendo algo importante. Se você me ajudar a chegar nas Gêmeas, estará ajudando a Ilha toda, acredite.

Quem sabe, né?

Sérpico falou alto o suficiente para que Fergus escutasse. Até agora não teve a chance de dizer aos companheiros de pesca que fazia parte de algo secreto e importante, como o Conselho. Pois bem, enfim revelado. Já era mais que o momento de usar aquele status oculto para alguma coisa.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Ter Jun 23, 2015 7:40 pm

Com a criatura vindo em minha direção, ostentando os seus chifres, a minha reação foi passar a lança para o capitão que estava próximo a mim, para que ele pudesse a usar junto de sua rede contra a criatura, a flanqueando já que eu era o alvo da criatura.

Nesse tempo assoviei para chamar a atenção de Garou, para que ele ficasse alerta. Talvez latindo para chamar a atenção da criatura, enquanto a mim, bem... encarei seriamente a criatura marinha que vinha em minha direção.
Minha intenção era distrair a criatura para que o capitão pudesse ataca la de modo inesperado e assim eu usasse o Flamerá dentro da boca da criatura para que o queimasse de dentro para fora, mas para isso ela teria que abrir a boca primeiro, e minha locomoção não seria rápida o suficiente para se esquivar da criatura marinha.

off:
Malz a demora gente. Sem tempo e imaginação para um post porreta XD

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Dom Jul 12, 2015 1:43 pm

Kaede

Em meio a um momento importante, Sollrac fez algo que não deveria. Suas opções eram atacar ou fugir, mas infelizmente ele não fez nenhuma das duas e lançou sua lança para o capitão que não poderia ajuda-lo imediatamente.

O peixe veio com ferocidade e reapareceu para fora da água. Ele voava com seu sorriso sinistro e ia de encontro com o tórax do rapaz, acabando tendo o ombro esquerdo perfurado pelo chifre direito do peixe.

NÃÃÃO!! — Gritava o capitão.

Mas que dessa vez ele tinha um alvo travado e arremessava sua lança agora na lateral do peixe. A ponta da arma atravessava a criatura. Mas parecia que ele não havia sentido dor. A cara de deboche continuava. Jonas veio em seguida e usava sua rede, jogando contra o bicho e a puxando em seguida. Mas o peixe era forte e nadava contra Sollrac ainda e ia abrindo sua boca para tentar abocanhá-lo. Entretanto, ninguém ali esperava que o jovem rapaz tivesse dons além do comum. Sem hesitar, ele enfiou seu braço para dentro da boca do peixe quando abriu a mesma e quando estava prestes a perder seu braço e entrar para o clube dos manetas de Lodoss, o rapaz ateou fogo pela sua mão, queimando todo o organismo interno da criatura. Ela grunhia, afinal não da para treinar a parte interna do corpo. O capitão se aproximava e segurava a lança, erguendo a ponta para cima e tirando o bicho de perto do rapaz.

Quem diria... — Comentava Jonas.

HAHAHA! Em todos esses anos nos mares e eu ainda me surpreendo com certas coisas. Parabéns garoto. Já pode virar um cozinheiro especialista em churrasco de peixe HAHAHA.

Os dois marinheiros elogiavam o rapaz. Mas esqueciam que Sollrac estava com o ombro sangrando. A dor era grande, pois o chifre era um pouco grosso. De que forma o rapaz resolveria este novo problema?


Mr. Death & Sérpico


Fergus ficou lidando com suas coisas enquanto os dois protagonistas concordavam em seguir juntos a uma jornada desconhecida. Mas logo Sérpico deixou seu mais novo companheiro descansado e foi até o sujeito na qual salvou a vida. Em resposta o homem falou.

Olha... Sou muito grato por tudo que fizeram. Mesmo meu companheiro... — Ele segurava o choro. Estava emocionado, mas limpava a mente de sentimentos e continuava — Eu retribuiria o favor se pudesse. Mas tudo que restou de meu barco, é o que vocês podem ver ali boiando no mar.

Mas o loiro estava determinado e usou pela primeira vez os frutos de sua incrível aventura que teve alguns anos atrás. Fergus dava uma olhada breve e voltava a seus afazeres. Já o homem novamente dava respostas desmotivantes.

Me desculpe. Mas nunca ouvi falar desse tal conselho. Não duvido de sua importância, mas é a primeira vez que ouço falar disso. Por acaso você é algum servo da corte real? Ouvi dizer que tem cavaleiros "especiais" no exército que ninguém ainda testemunhou, mas que suas façanhas são tão grandiosas, que fariam até mesmo Balmung hesitar.

Ta ai um nome que não se ouve todo dia. O maior procurado da Lodoss, que embora tenha a maior recompensa, ninguém sabe seu paradeiro. Alguns dizem que não se pode encontrar Balmung, e sim ele que escolhe quem ele quer ver. Um sujeito misterioso realmente.

Mas olha. Conheço alguns pescadores. Uns deles me devem favores. Posso tentar convence-los de o levarem até as Ilhas Gêmeas.

Não era bem o que Sérpico havia pedido, mas já quebrava um galho. Afinal seu objetivo era atravessar aquela parte do oceano e quem o levasse, não importava muito.

Algum tempo se passou e eles chegavam na baía novamente. Estavam já atracando no pequeno cais da casa de Fergus. Assim que o fizeram, o pescador convidou o outro pescador a dormi em sua casa e que no dia seguinte o levaria até uma certa pessoa para cuidar dos ferimentos que pudesse ter. E inclusive levar os rapazes para conhecer melhor a cidade e apresentar algumas pessoas, quem sabe.

O bom pescador preparou os lugares para todos dormi. Ele deixou todos a vontade para fazerem o que quisessem no momento, pois ele em si rumou para sua cama e em menos de cinco minutos, já estava roncando, baixo e sem incomodar ninguém.


Info:
Desculpe o atraso. Não foi por falta de tempo, e sim pq estou meio meh e calculo pra sincronizar as aventuras estavam me perturbando. Porém creio que irei conseguir fazer tudo tranquilo.

E quando ao Carlos. Lembra que falei que não tinha ideias sobre seu futuro na jornada? Então cara... Percebi um detalhe bem simples na tua ficha que me fez transbordar de novas ideias e que até me deixou arrepiado ao pensar nas cenas que poderei fazer com essa simples coisinha que notei. Então poderei explorar isso profundamente.

Você tomou 30% de dano Kaede. E perderá mais pelo sangramento a cada turno. A quantia eu estipularei na hora. Precisa tratar disso o quanto antes. Se atente mais a alguns detalhes do post, principalmente em batalha. Eu costumo deixar claro o que o personagem pode fazer, ainda mais quando se esta lvl 1. Claro que em algumas situações o jogador pode surpreender com algo que eu não pensei, mas tem horas que a situação que eu quero que o jogador tente resolver a parada com as próprias mãos. Como foi o caso deste último turno.

Mas tranquilo. Cabeça erguida que tem muita coisa pela frente ainda.

E claro, não pode faltar o xp de atraso. Partiu 150 pro Sérpico e o Mr. Death e 100 pro Kaede.

Por fim, Sérpico e Mr. Death. Estou enrolando vocês um pouco pra sincronizar a aventura do Yokan que está um pouco atrás em meus cálculos. Nada muito pertinente.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Qua Jul 15, 2015 12:13 am

Com o ombro perfurado e ainda dentro do mar, Sollrac se abaixava e lavava o ferimento com a água salgada. A dor era enorme conforme a água do mar lavava o ferimento e Sollrac resmungava algo sobre a dor.

_Argh... Aquele monstro não poderia fazer um ferimento maior? _ Resmungava o jovem enquanto sentia a dor de seus ferimentos e caminhava de volta para a areia.
Depois de um tempo ofegando e já sentado na areia com Garou ao seu lado, Sollrac olhava para os pescadores e falou.

_E então, o que faremos agora? O senhor pode me ajudar com isso?_ Apontava para o seu ferimento. _É que não quero que a minha mãe veja isso logo pela manhã. Sabe, ela é super protetora..._ Falava com um sorriso no canto da boca.

Sollrac pegava a sua camisa, e a usou como uma espécie de atadura improvisada em seu machucado aguardando os pescadores.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Sex Jul 17, 2015 10:39 am

Não, corte real não... ─ E acabou desistindo de explicar antes mesmo de começar. Bom, talvez o homem ainda pudesse lhe ajudar, com os favores dos colegas. ─ Agradeço camarada. Bom, apenas descanse agora.

E se afastou. Voltou para perto de Arliden querendo acreditar que ele ouviu a conversa.

Por um acaso você... com esse lance mágico... consegue nos transportar pelo mar? ─ Mas não estava muito confiante nisso, hm.

Depois iria ajudar Fergus em alguma coisa, caso precisasse. E por fim, ficaria quieto num canto.

Spoiler:
Então cara, pode deixar meu personagem pausado enquanto não tem jogo. E quando tiver, você me dá um toque que eu volto a postar.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Sex Jul 31, 2015 12:17 pm

mago • magician • majishan


O garoto sequer tentou esconder sua satisfação, quando ouviu as palavras de concordância do loiro sobre seguirem jornada juntos por algum tempo. E, quanto mais perigosa e difícil, maior seria a experiência adquirida para quando finalmente seguisse viagem rumo a Takaras. Na direção de seu verdadeiro objetivo. Agora, porém, apenas lhe restava repousar, se recuperar e conservar forças... E foi quando seus ouvidos de bisbilhoteiro inveterado captaram as palavras de Sérpico e seu rosto se virou na direção do companheiro de viagem, os olhos se estreitaram muito ligeiramente, mas durou apenas um momento.

“Conselho, hum...” E tornou a subir a prancha, com um sorriso mais tranquilo no rosto, indo oferecer ajuda para o velho Fergus com o que quer que fosse, contanto que isso ajudasse a voltarem mais rapidamente para a casa, onde poderiam comer algo, talvez. Mas, pela pressa de seguir viagem até as ilhas gêmeas que Sérpico demonstrava possuir, talvez acabassem tendo que partir muito antes da hora do almoço, se eles tivessem sorte, é claro. Sorte. Mesmo enquanto ajudava o velho pescador, caso ele precisasse de ajuda, a mente do garoto se perdeu na distância, regressando até vários anos atrás.

Ele se lembrou sobre os anos viajando na companhia de sua família. Lembrou-se das aulas com seu único mestre em magia, e sentiu o coração encher-se de um sentimento familiar, mas estranho, ao pensar na possibilidade de não seguir viagem sozinho. E, sem qualquer motivo além da mais pura alegria, ele deu um risinho leve e natural, divertido. Seus olhos brilharam de animação e ele fitou o mar, quase esperando poder ver as ilhas gêmeas à distância, enquanto sua mente tentava antecipar alguns dos desafios que poderiam estar os esperando naquela parte do mundo. Talvez mais monstros marinhos? Quem sabe...

“Mas só há um modo de descobrir.” E tornou a sorrir. Uma aventura!

○ ○ ○

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Sex Out 02, 2015 11:14 am

Não se preocupe rapaz. Conheço uma mulher que pode resolver isso. Pelo que vejo consegue aguentar uma caminhada rápida. Vamos, não temos tempo a perder. Jonas. Leve as coisas para o cais. Irei acompanhar o jovem aqui. Nós vemos depois.

Certo capitão!

Cada um pegou seu caminho e foram. Entretanto, Sollrac podia perceber que o caminho que ele fazia era um tanto... Familiar. E quando menos percebeu, estava diante sua própria casa. O capitão batia na porta com força e comentava com o rapaz.

Olha garoto. Aqui mora uma mulher que foi ou ainda é uma curandeira. Ela saberá o que fazer contigo hehe.

Que situação. Como Sollrac resolveria isso?

Enquanto ele se decidia o que fazer. O dia começava para Sérpico e Arlidem. Sim. Os dois após toda aquela confusão. Resolveram dormi. Não tinham muito o que conversar afinal. Então a noite se passou tão rápido, quanto um passe de mágica ou porque simplesmente alguém queria que fosse assim.

Fergus acordava tão animado, quanto nunca. Fazia um breve café da manhã e servia a todos. E todos se serviam. A próxima etapa daquela manhã, seria ajudar o sujeito que quase perdeu a vida na noite passada. Com a ajuda de Sérpico, Fergus levou o homem até a cidade. Arlidem apenas acompanhava.

Andaram por algum tempo e logo se aproximavam de uma casa na qual havia um homem com roupas de marinheiro e um rapaz que aparentemente estava ferido. O trio se aproximava e Fergus tomava a iniciativa.

Parece que não foram apenas nós que tivemos uma noite cheia HAHA.

Oh... Fergus!! Que honra. Mas não. Acabamos de voltar de uma bela batalha contra um peixe estranho.

Oh céus!! Enfrentamos um peixe estranho noite passada também. Aposto que eram da mesma espécie HAHAHA

Não duvido.

Enquanto os dois homens do mar conversam. Os três rapazes se entre olhavam. Diriam algo?


Info:
POIS É! Finalmente post para vocês.

Não peço perdão por isso. Andei desmotivadão e com preguiça e distrações para me atrapalhar. Tava até cogitando sair da Staff por ser um péssimo gm. Mas eu iria ter que fazer um último post para vocês também e toda minha má vontade não ficaria impune. Então né... O que tenho planejado para vocês, são grandes e me anima pensar no quão bacana e épica eu quero que seja a aventura de vocês. Isso e motiva um pouco e um char secundário que estou ansioso e criar também, e não sendo gm, eu não poderia bowahahaha

Mas então. Como notaram. Dei uma super acelerada. Não queria fazer dessa forma e ficou esse post ruim ai. Mas evitamos as partes mais entediantes e já consegui reunir os três heróis. O último em breve devera aparecer. Vamos ver no que da.

Kaede e Sérpico 550 xp de atraso

Mr. Death 450 xp de atraso

(será que compenso o atraso?)

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Sex Out 02, 2015 9:33 pm

Acordou meio sobressaltado, viu que ainda não tinha chegado e dormiu de novo. Na acordada seguinte, a viagem terminou e ele se levantou, tomou café da manhã. Depois saiu fora do barco do Fergus ajudando o pescador resgatado.

Logo apareceram outros. Um deles ferido. Fergus conversava e Sérpico entrou:

O que será que atraiu esses peixes para cá? Digo, vocês sempre pescaram por aí sem problema nenhum, certo? Então esses peixes são novos na área. Sabem dizer por quê? ─ E olhou para o ferido: ─ Colega, como foi que o peixão te pegou?

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Ter Out 06, 2015 12:15 am

Não tendo para onde correr, deu de ombros e decidiu encarar o que já estava por vir... um abissal das águas e agora um “big boss”, a sua mãe.

_Quando o caminho é sem volta, não existe razão para olhar para trás. Certo capitão?!_ Falava o jovem para o senhor que estava ao seu lado batendo na porta de sua casa.

Enquanto não eram recebidos outros três foram chegando, e uma prosa começou entre os presentes. Então um dos jovens observou Sollrac e logo o perguntou como ocorreu.

_Eu estava meio que distraído e dentro das águas. Se não fosse a ajuda do capitão, creio que estaria em piores condições... _ Assim que terminava de falar olhava a atadura que tinha improvisado com o que antes era a sua camisa e devagar movimentava o braço. Ainda aguardando abrirem a porta, sorriu e falou...

_Belo café da manhã, não?!_

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Qua Out 07, 2015 4:13 pm

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Após dormir, acordar e comer uma refeição agradável, o velho pescador e Sérpico seguiram rumo a cidade para ajudar o outro pescador que haviam salvado do ataque do peixe estranho. Ao chegarem ao destino, porém, encontraram uma dupla na frente da casa, ao que parecia não haviam sido os únicos a terem problemas com peixes monstruosos, e certamente não seriam os últimos, se é que era um bom juiz desse tipo de coisa. Ao ver o braço ferido do rapaz, a mente do jovem musicista se abriu para uma nova possibilidade, no dia anterior havia estado cansado demais para tentar qualquer coisa, ou mesmo para pensar com clareza o bastante para ter uma ideia descente que fosse, mas hoje era um novo dia.

— Desculpe, sou um mago, - Se apresentou sem preâmbulos — Posso dar uma olhada no seu ferimento? Talvez eu possa ajudar. - Sem um átimo de hesitação, abriu sua mente para a imensidão de nomes que o cercavam, o poder mágico fluiu através de seu corpo, e após um mero aceno positivo do outro rapaz, ou a menor menção que fosse a uma permissão, ele prosseguiria. Sussurrou o nome verdadeiro da luz entre dentes, e imediatamente começou a tecer fios de ouro com a luz solar, o garoto extraiu toda a vida e os nutrientes, formando fios ainda mais finos e quase invisíveis ao olhos nus e os tornando em uma torrente curativa que envolveria o braço do rapaz lentamente em uma luz dourada morna e agradável, que deveria fechar os ferimentos e restaurar a carne.

Arliden conhece o nome de todos os elementos que compõem o universo, e por isso todos eles lhe obedecem.

○ ○ ○

OFF: Malz a demora!
Pick a card, any card~



Habilidade Especial:

Spoiler:
Nome: Controle sobre a Mente Adormecida.
Nível: 3
Descrição: Cada um de nós tem duas mentes: a mente desperta e a mente adormecida. Nossa mente desperta é a que pensa, fala e raciocina. Mas a mente adormecida é mais poderosa. Enxerga fundo no cerne das coisas. É a parte de nós que sonha. Ela se lembra de tudo. Dá-nos a intuição. A mente desperta não entende a natureza dos homens. A mente adormecida, sim. Já sabe muitas coisas que a mente desperta não sabe. A mente adormecida é ampla e não cultivada o bastante para conter os nomes das coisas.
Essa parte de nossas mentes é capaz de compreender a essência dos elementos que compõe o universo com maior profundidade, e de captar sinais muito sutis que normalmente passam despercebidos por nossas mentes despertas. A mente adormecida está constantemente criando novas conexões entre conhecimentos previamente adquiridos, sempre se fortalecendo e crescendo infinitamente a cada instante.
E Salatiel, o Mestre em magia de Arliden, ensinou o menino como despertar e controlar sua mente adormecida. Assim abrindo as portas da mente de Arliden para a compreensão dos elementos e de seus nomes ocultos.
É exatamente como dizia Salatiel: nove décimos da denominação, o estudo dos nomes, é a magia. E nove décimos da magia é o conhecimento. Mas e a outra parte? Aquele décimo fininho de um décimo? O coração da magia é algo que Ari aprendeu não faz muito tempo, mas isso mudou completamente seu modo de ver e se comunicar com o mundo. Ah, sim. Até então sua magia era uma espécie de negociação. Um apelo. Um clamor. Um grito.
Mas, por baixo, havia um segredo nas profundezas do coração oculto das coisas. Salatiel nunca lhe dissera isso. Ari achava que ele não sabia. Havia descoberto esse segredo sozinho. Ele conhecia a verdadeira forma do mundo. Tudo o mais era apenas sombra e som de tambores distantes.
Arliden sabe o nome de todos os elementos, de modo que todos os elementos estão sob o seu comando. Com pleno acesso ao conhecimento guardado em sua mente adormecida e usando a quantidade certa de energia mágica, Arliden é capaz de impor todo o peso de sua vontade ao mundo. Sacudi-lo em seus próprios alicerces. E os elementos reconhecem sua vontade. E todos eles se curvam para agradá-lo.
Efeitos: Habilidade de controlar os elementos existentes na natureza. Consegue controlar apenas os elementos existentes numa área de 50 metros de raio à volta do usuário, podendo molda-los e utiliza-los da forma como desejar. Seu controle nesse nível já é um pouco menos limitado, mas caso Arliden tente ultrapassar seus próprios limites, sua habilidade pode ser encerrada antes do tempo e a energia perdida no processo.
Custos: Dependendo do uso e quantidade do elemento controlado. Quantidades pequenas como uma fogueira, um copo d'água e similares = 1% PEs. Quantidades médias como uma arma feito do elemento, um escudo e similares = 8% PEs. Quantidades maiores como uma barreira de terra, uma bola de fogo e similares = 15%.
Duração: Controle elemental: Até que a energia acabe ou o próprio usuário cancele.
Objetos criados com o elemento: até 6 turnos.
Tempo de Conjuração: Instantâneo.
Alcance: 50 metros de raio a partir do usuário.
Área de Efeito: 50 metros de raio a partir do usuário.


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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Seg Nov 23, 2015 3:21 pm

O trio conversava, mas não dava para seguir em frente com o dialogo, pois a porta se abria e uma mulher ainda com uma expressão sonolenta abria a porta com certo desânimo.

Hum...? Boa dia senhores. O que desej... — Ela não conseguiu terminar de falar quando viu seu filho ferido — O que houve Sollrac? — Corria até ele para abraça-lo — Aonde esteve se metendo?

O restante dos homens ficava apenas observando aquela cena típica de mãe, que agora puxava a orelha do rapaz e o levava para dentro.

Não sei o que aconteceu, mas entre logo todos. Aposto que estão todos envolvidos nisso. Quero uma explicação. Agora!

O capitão do navio ficava sem fala e Fergus igualmente quieto. A mulher demonstrava ser um desafio maior que o peixe chifrudo. Todos entravam e iam se acomodando. A mulher corria para o quarto em busca de equipamentos médicos para tratar o garoto. Enquanto isso Fergus comentava.

Senhora, também temos um homem aqui bem ferido, se possível, ajude ele. O pobre coitado quase virou frutos do mar essa noite.

Certo, já vejo isso. Se não morreu até agora, não vai morrer se esperar mais um pouco — Curta e grossa.

Senhorita, o seu filho é um rapaz de muita coragem. Se não fosse por eles, muitos da cidade teriam virado comida de peixe — Dizia o capitão.

Que seja. Ainda sim ele é apenas um garoto. Não deveria estar lutando contra essas coisas.

Perdão senhorita, eu que acabei incluindo ele em nossa batalha. Não deveria ter feito isso.

Acho bom que saiba mesmo. Mas tudo bem, ao menos ele esta saudável.

Não imaginava ver isso hoje — Cochichava Fergus para Sérpico e Mr. Death, e uma leve cotovelada no loiro.

O tempo se passava e logo a mulher tratava do outro homem também. Deu os medicamentos para ambos e enfaixou as áreas feridas.

Bom, parece que está tudo em ordem agora. Acho melhor irmos, Jones.

Vão para onde dessa vez?

Bom, iremos para Shane. Mas antes preciso dar uma passada nas Ilhas Gêmeas.

Nas ilhas? Ora, ora... Isso pode vir a calhar. Não acha Sérpico? — O velhote deixava a indireta para o aventureiro.


Info:
Sérpico e Kaede: 350 xp de atraso
Mr.Death: 300 xp de atraso

Malz a enrolação novamente. Post sem muito o que fazer. Estou apenas tentando ajeitar o caminho de vocês para irem logo pra aventura.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Dom Dez 06, 2015 8:45 pm

Sérpico entrou e ficou de boa. Recebeu a cotovelada do Fergus e não entendeu direito o que ele quis dizer. Estava meio absorto, verdade seja dita. A hospitalidade era bacana e tal, mas ele não queria estar ali.

Então o sujeito mencionou sua viagem. Sérpico não perdeu tempo:

─ Senhor, você precisa me levar nessa viagem! Digo, para as Gêmeas. Tenho ─ se lembrou que Arliden queria se meter nisso e corrigiu: ─ Temos, eu e o Arliden aqui, assuntos urgentes a tratar por lá. Se me ajudar, estará ajudando a todos nós.

Não tinha dinheiro para barganhar, então nem tentaria perguntar qual era o preço da jornada. Melhor jogar a real de uma vez, pois não se tratava de uma simples carona.

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Senso de distância: pode julgar distâncias exata e automaticamente.
Sentido temporal: sempre sabe que horas são, e pode cronometrar eventos como se tivesse um relógio exato.

Itens: Faca (nível 1), Sobretudo de couro rígido (nível 1), Amuleto do Conselho
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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Ter Dez 08, 2015 1:55 pm

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Sem a chance de usar sua magia para ajudar, Ari ficava tão absorto em seus pensamentos quanto o próprio Sérpico parecia estar, e não deveriam estar pensando em coisas muito diferentes, afinal, como fariam para chegar até as ilhas gêmeas sem um navio?

Contudo, logo após toda a confusão com a mãe de um dos rapazes feridos, o outro pescador disse ter algum assunto urgente justamente onde Sérpico e Arliden gostariam de ir. Uma tremenda sorte!

Ari, porém, permaneceu em silêncio, mas nada distraído, agora olhava o pescador com os olhos atentos, dando maior força as palavras de Sérpico ao demonstrar em sua face a necessidade que ambos tinham em chegar até aquele destino o quanto antes. E, claro, se o velhote havia ouvido algo sobre a façanha deles contra o peixe, provavelmente veria que tê-los a bordo seria uma boa barganha.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Sex Dez 11, 2015 1:00 pm

Assim que a minha mãe abriu a porta e me viu em tais condições e sem tempo de lhe dar as respostas de suas perguntas, fui levado por ela para dentro de casa com um puxão de orelha para ela poder cuidar de meus ferimentos.

O capitão tentava aliviar a tensão de minha mãe tentando lhe explicar do ocorrido, mas ela foi curta e grossa, também era o filho dela que estava ali meio debilitado...

Após passar um pouco de vergonha e minha mãe cuidar dos ferimentos, alguém falou sobre uma viagem para Shane e as Ilhas Gêmeas.

Fiquei interessado, pois assim poderia saber mais sobre os abissais das águas e saber o que se passava por trás deles e enfim ir para a academia de magia, mas como será que minha mãe iria reagir ao saber de minha vontade? Se ao menos o vovô aparecesse nesse momento, aposto que ele iria deixar!

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Ter Fev 16, 2016 4:39 pm

O capitão recuava a cabeça surpreso ao ouvir as intenções dos rapazes.

Bom... Estamos com alguns homens a menos realmente. Motivo que nós leva até as ilhas. Seria um desafio ir até as ilhas com menos dois marujos, caso houvesse uma tempestade. Eu não cobraria uma carona para lá, mas serviços prestados ao navio, iria vir a calhar. O que me dizem?

Esperava a resposta. Nesse meio termo, Fergus se intrometia.

Ora, faz tempo que não navego em um navio de verdade. Pretendia acompanhar os garotos até a ilha. Então irei junto para reforçar a tripulação. Os rapazes aqui são homens da terra. Viajantes desbravadores. Ficariam um pouco perdido no agito de uma tempestade. O que me diz?

Toda ajuda é bem vinda, meu caro Fergus. Bem vindo a tripulação.

Eu que agradeço — O velhote parecia realmente satisfeito — E quanto a você Sollrac. Não quer vir junto? Aposto que nunca saiu da baia. Uma viagem rápida faz bem para jovens em fase de crescimento. O que me diz?

A mãe do rapaz ouvia tudo e a expressão não era muito agradável.

O que pensa que está fazendo? Meu filho quase morre e você já está chamando ele para por a vida em risco novamente?

O velho nada respondeu, pois sabia que ela estava certa. A única decisão era de Sollrac. Era o momento de enfrentar o maior desafio de sua vida. Mostrar que tinha voz e convencer sua mãe de suas intenções verdadeiras.


Info:
200 xp pra todos

Post voltado para o Sollrac. Sérpico e Mr.Death não tem obrigação de postar nesse turno. Apenas se quiserem.

Bjus e abraços. Encomendas, elogios, críticas, marcar uma pizza, favor enviar recado no Ruffedex.

Endereço: Tower of GM.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Seg Fev 22, 2016 1:39 pm

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Em um golpe de sorte eles conseguiam a carona que precisavam, e, sem conseguir conter sua animação, Ari dava uma cotovelada de leve em Sérpico, com um sorriso amigável e sincero a moldar seus lábios, teve até vontade de soltar uma gargalhada, mas decidiu que era cedo de mais para comemorar. Afinal, a jornada que eles teriam de enfrentar estava apenas em seu inicio, e os perigos de verdade ainda estavam por vir.

Contudo, antes de poderem ir, o rapaz que havia acabado ferido na luta contra o peixe monstro tinha que tentar convencer a mulher mais velha, que, por acaso, parecia ser a mãe dele, pelo que Arliden havia conseguido captar até então. Mas não era mesmo como se o menino de cabelos avermelhados se importasse minimamente se o garoto conseguiria convencê-la ou não.

Por mais divertido que fosse assistir, queria mesmo era partir o quanto antes.

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