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Baía dos Pescadores

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Baía dos Pescadores

Mensagem por ADM GabZ em Seg Fev 24, 2014 10:17 am

Relembrando a primeira mensagem :


Localizada no extremo sul da Península de Ruff, a Baía dos Pescadores é um enorme lugar e perfeito para fisgar os mais variados tipos de peixes. Três rios da ilha deságuam aqui, e ainda por cima existe uma entrada para o mar. Graças a isso a diversidade embaixo d'água é incrível, atraindo pescadores de todos os cantos do mundo. A baía já possui pontos certos para pesca, principalmente nas enormes rochas que repousam em meio à água. Muitos pescadores moram por perto e conseguem ganhar a vida com a riqueza de peixes oferecidas pela baía, sendo considerada até mesmo um lugar sagrado para alguns. Até mesmo monges, magos e feiticeiros eventualmente aparecem na baía para beber de sua água ou para levá-la em pequenas jarras.

Um dos pescadores mais veteranos dali e que pode certamente lhe dar algumas dicas e iscas é Fergus, um humano corpulento de um bigode espesso e careca lisa. Ele está sempre disposto a ensinar novatos apesar de sua aparência bruta, sendo um ótimo mestre na arte da pesca. Ele também conhece cada pedaço da baía — acima d'água, claro. O que não faltam são lendas a respeito de criaturas que se escondem nas profundezas, e na verdade ninguém sabe o quão fundo é o lugar. Alguns dizem que existem túneis levando a gigantescos lagos subterrâneos por toda Lodoss, e que algumas criaturas de lá as vezes se aventuram por estes túneis. A viagem é longa demais para qualquer um que não respire debaixo d'água, e ninguém ali tem certeza da veracidade destas informações.

Claro que a fartura também atrai predadores naturais. Ursos e panteras algumas vezes se aventuram, mas não representando perigo aos pescadores. Há quem diga que, durante a noite, alguns wyverns e dragões jovens vêm tentar a sorte, sobrevoando poucos metros sobre a água e por entre as rochas. Eventualmente caem na água com seus corpos desajeitados, enroscando-se nas linhas e redes deixadas pelos pescadores, as arrebentando para fugir. Fergus adora contar sua história de como salvou um pequeno wyvern — do tamanho de um cão adulto — e que o criou por algum tempo. Na época ele era jovem e não haviam muitos pescadores, por isso ninguém pode confirmar sua história. Quem sabe. Pode ser apenas mais uma história de pescador.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:19 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Ter Fev 17, 2015 9:39 pm

“Não devo dormir muito”. Que nada. Sérpico deitou e esqueceu da vida durante horas na bruma do sono. Um dos melhores sonos que já teve, do tipo revigorante, do tipo nostálgico. Quando acordou, ainda sentia câimbras, mas se sentia bem. Saudável.

Foi ter com Fergus e aceitou a bebida, assim como a ida para o mar.

Irei com vocês, sim.

Até porque, não via muito o que fazer ali. Bom, era noite, as pessoas nas redondezas iriam dormir, ele não encontraria nem Beremiz nem ninguém disposto a lhe dar informações. E ficar com Fergus agora poderia ser útil, mais tarde, quando Sérpico começasse a pedir coisas.

Vai deixar redes no mar durante essa noite? Ou vai retirar alguma que já esteja lá?

Ou talvez fossem pescar com varas mesmo. Isso se realmente iam pescar. “Ora, o que mais seria, Sérpico?”

Tomou seu café.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Qua Fev 18, 2015 12:29 pm

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Uma boa hora de trabalho. O ruivo começou tendo que voltar até a casa para buscar algumas varas de bambu e de aço. Ele carregou todas sem reclamar, e então refez o caminho para buscar o balde com terra que seu mestre em pescaria havia lhe pedido. Foram apenas duas viagens rápidas, mas já ofegava ligeiramente. Então continuou ajudando o restante do tempo em tudo o que lhe era solicitado.

No entanto, mesmo sendo o mais prestativo possível, e sempre tentando esconder seu cansaço que se tornava cada vez mais aparente, o rapaz ainda acabou sendo mandado de volta para casa, a fim de descansar. Iriam ter trabalho aquela noite, então talvez realmente fosse o melhor, por mais que ainda quisesse ficar e aprender mais. Mas no fundo sabia que era a melhor decisão. Uma decisão sábia.

Então voltou. Refez seus passos mais uma vez e encontrou um lugar com pouca luz. Aninhou-se em sua capa e adormeceu em dois tempos. Aparentemente muito mais exausto do que havia imaginado. Dormiu. E apenas acordou horas mais tarde, já sentindo o cheiro do café no ar. Levantou-se passando a mão pelo rosto, novamente colocando sua capa nas costas, e caminhou até a cozinha.

Era noite. — Irei aceitar também. – Não era sempre que tinha chance de tomar. E realmente iria ser bom, se precisasse ficar de vigília durante toda a noite. Serviu uma caneca para si. Tomou o café. Soprando e tomando, em silêncio.
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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Sab Fev 21, 2015 11:37 am

O líquido negro, descia pela garganta de ambos, como um néctar dos deuses. Era realmente boa e quente. Conseguia aquecer até mesmo um iceberg, se duvidasse. Mas apesar disso, não queimava a língua de ninguém. Estava no ponto certo para ser apreciada.

Os jovens então davam suas respostas. Obviamente iriam acompanhar o pescador, que não conseguia esconder a satisfação de ter companhia essa noite. Seus dentes amarelados e reluzentes, o denunciava.

MAS QUE ÓTIMO! HAHAHA! — Estava feliz e comentava logo em seguida com Sérpico — Então já tem experiencia? Maravilha. Mas respondendo sua questão. Sim, tem algumas redes que deixo armadas em pontos estratégicos. Mas também vamos nós divertir, não é mesmo? Vou ensinar a vocês a usarem a rede e vamos desfrutar de uma pequena competição depois... — Fergus não mencionava que tipo de competição seria. No entanto, ele parecia esconder algo — Vamos garotos, não temos tempo a perder. A lua caiu e é hora de ganhar a vida. Simbora!

E o pescador se mandou pro pequeno cais e se dirigia até o barco, que estava devidamente preparado, apenas esperando seu navegador por ele em movimento. Os rapazes vieram logo atrás, e quando chegaram no barco, Fergus lhes apresentou seu companheiro.

Este, é o Golfo da Noite. Digam seus nomes a ele e embarquem — Finalizava, com ele próprio já saltando para dentro do barco e iniciando uma oração — Agradecemos por mais esta grande noite, o grande Elune. Iluminai nosso caminho e nós abençoais com um mínimo de fartura. Prometemos não pegar mais do que precisamos. E seremos gentis com o mar.

Após sua prece, o pescador voltava a ficar animado. Corria até as velas e as soltava. O barco começava a se mover bem de vagar, e deixava Arlidem e Sérpico para trás.

Como é? Vão ficar parados? HAHAHA!! — Quando os dois jovens pulassem pra dentro, o pescador logo daria suas primeiras ordens — Os dois. Vão até aquele remo a estibordo e unam suas forças em um movimento sincronizado. Precisamos tirar o barco daqui com nossas próprias forças, pois o vento está fraco aqui. Eu ficarei ao lado contrario, a bombordo e ajudarei a remar. Se entenderam, corram!

E Fergus logo ia se adiantando e sentando numa saliência que havia naquele local dos dois lados do barco, que ficava a esquerda. Os novatos poderiam logo perceber o que significava os nomes citados pelo pescador, na qual ele não explicava o que era. O pescador ficando de costa pra proa e esperava os rapazes se posicionarem para iniciarem os movimentos. Parecia que com Fergus, se aprendia fazendo, e não com meras explicações. Tirando o fator culinária, na qual ele fazia questão de contar os mínimos detalhes que sabia.

Estão prontos? — Esperaria a resposta e contaria — Três, dois, um... REMEM!

E nisso ele esperava que todos começassem a fazer o movimento.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Ter Fev 24, 2015 4:19 pm

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O jeito animado do velho pescador era realmente contagiante. E antes que pudesse notar, Ari estava sorrindo novamente. O café estava delicioso. Era bom poder desfrutar desse tipo de coisa de vez em quando, já que geralmente não tinha dinheiro nem mesmo para comer, quanto mais uma especiaria como os grãos de café. Ainda assim, era realmente bom. Estava doce e deixou uma sensação calorosa em seu estomago.

Após terminar a caneca e ouvir as palavras de Fergus, o jovem aprendiz de pescador se pôs a seguir os passos do velho lobo do mar. O jovem mago estava determinado a aprender a pescar descentemente, e Fergus era definitivamente sua melhor chance de conseguir isso. Seguiu o capitão da embarcação até o tal navio que iriam usar naquela noite. Era um barco bem impressionante, assim como havia constatado da primeira vez que o viu. E o nome parecia ser bastante apropriado.

Ari sorriu ao ouvir o comando de Fergus, pedindo para que eles se apresentassem para a embarcação. Deu de ombros, sem querer contrariar ou criar caso a toa. — Será uma honra navegar com você, Golfo da Noite. Meu nome é Arliden, filho de Johar. – Era estranho dizer o nome de seu pai após tanto tempo. Mas nem de longe tão doloroso quanto imaginou que seria. E isso era nada mais que o apropriado.

Embarcou correndo, tomando cuidado para não acabar caindo no mar por acidente. Tão logo ouviu as ordens, avançou na direção do remo e se posicionou para somar sua força física quase inexistente à de Sérpico. O qual, com uma armadura daquelas, certamente era um guerreiro dez mil vezes mais forte que ele.

Esperou pelo guerreiro e tão logo a contagem alcançou o três, começou a remar. Puxa, levanta e empurra, abaixa e puxa. Levanta e empurra, abaixa e puxa. Levanta e empurra... E assim foi remando, fazendo o melhor uso de seus músculos que pôde. É claro que seria mais fácil usar magia. Certamente ficaria com algumas bolhas nas mãos, mas tem coisas que temos que fazer com nossas próprias mãos. Simples assim.

E mesmo com o esforço, incrivelmente, Ari ainda sorria.
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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Ter Fev 24, 2015 7:35 pm

Sérpico fez um sinal vago que poderia significar “mais ou menos”, sobre ter ou não experiência no mar. Na verdade, não tinha coisa nenhuma. Apenas de ouvir falar. Na prática mesmo, seria sua primeira vez.

Então iam aprender a usar redes e depois fariam uma competição... Se seria divertido? Bom, Sérpico fingiu tomar um café que já não existia no fundo da caneca, pra não correr o risco de demonstrar qualquer coisa, pois sabia que sua boca deveria estar se curvando pra baixo com aquele papo todo de se divertir enquanto uma missão urgia.

Ele não tinha muitas escolhas então seguiu o pescador e o rapaz... E agora ele deveria se apresentar à um... barco. Coçou a cabeça enquanto ouvia Arliden saudar a madeira. Na sua vez, disse, meio relutante:

Sou Sérpico, prazer.

Entrou, achou o seu lugar e acenou um positivo. Sim, estava pronto. Então começou. Inicialmente, meio desacostumado a usar força. Mas logo os braços pegaram o jeito enquanto seus olhos espiavam o barco com certa... ambição. "É... Golfo da Noite, você parece ideal". Mas não. Ainda não.

Iriam para o mar ─ e só agora pareceu cair a ficha, memórias voltando para atormentar Sérpico, acendendo um alarme em sua mente. Ele deixou de olhar para o barco com ambição e agora parecia mais concentrado em procurar algo especifico: armas ou coisas que pudessem servir como tal.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Seg Mar 02, 2015 4:12 pm

Um animado ao extremo e o outro nem tanto. Mas fazia dupla no remo, enquanto Fergus ficava sozinho em outro. Os jovens começaram a remar e o pescador também. Foi lento o processo. O barco estava parado e precisava de um belo impulso para chegar na região aonde se pudesse navegar com ajuda do vento. Mas aos poucos eles iam tirando o barco do cais e seguiam em frente. Os dois garotos podiam notar que o barco parecia virar pro lado deles e quando olharam pro lado, percebiam que a causa daquilo era Fergus, que com sua força bruta, remava três vezes mais rápido que os dois juntos. Aquilo meio que deu animo prós dois pra aumentar o ritmo. Porém não demorou para o barco voltar a se alinhar, pois o marujo experiente também notava a inclinação e diminuía sua velocidade nos remos.

Após uns quinze minutos, finalmente o vento soprava e o velho pescador gritava exaltado.

GUARDEM OS REMOS!! — Instruía os aprendizes, enquanto ele próprio puxava o remo para dentro — Muito bem rapazes. Primeiro passo concluído. Hora saber para onde temos que ir. Nós temos que ir pra sudeste, mas pra que possamos trazer a melhor rota. Precisamos identificar o norte. Bom, eu sei de cabeça, mas existem momentos na vida que não sabemos aonde estamos. Então guardem o que eu lhe diria agora, isso pode salvar suas vidas um dia — O velhote olhava para cima, em direção as estrelas e apontava para algumas em especificas — Estão vendo aquelas quatro estrelas — Apontava para cada uma delas — Que parecem até formar um tipo de cruz ou X?

Imagem Estrelas (muito grande):

Esperava a resposta dos rapazes...

Pois então. A ponta de cima dele (primeira estrela) indica para o norte!! — Que no caso, é a estrela rosadinha que esta na direita — Assim que você encontrar essa formação. Logo vai saber pra onde se indica o sul, não é mesmo? — Esperava a respostas dos dois.


Info:
Sorry a demora, ando meio desanimado pra postar em todo canto. Acho que estou naquelas fases. Enfim, 50 xp pra cada.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Qua Mar 04, 2015 7:03 pm

Sérpico se distraiu das preocupações quando viu a força do pescador. Aquilo o surpreendeu um bocado. Atualmente parecia estar aprendendo que as pessoas são mais do que parecem.

Logo parou de remar, a mando de Fergus. Puxou o remo pra si e passou a escutar as orientações.

Sim ─ disse, sobre estar vendo as estrelas. O céu de casa parecia diferente daquele que via agora, sobre Ruff, de modo que ele não identificou logo de cara as estrelas. Ou talvez ele estava a um bom tempo sem contemplar um céu noturno a ponto de estar desorientado quanto a posição dos luminares.

Olhou para o homem.

Sim, Fergus. ─ Depois, olhos de volta ao céu. ─ Norte, sul. Fácil. ─ Fez uma força enorme para se lembrar, mas não conseguiu, resolvendo perguntar de uma vez: ─ Como se chamam?

Spoiler:
De boas Blues, sem pressão. Sei como é essa fase aí.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Seg Mar 09, 2015 2:51 pm

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Estrelas, norte e sul. Para um jovem que havia crescido na estrada com uma trupe itinerante, junto de seus pais e sua família, seria impossível viajar constantemente se não soubesse o mínimo sobre orientação. E Ari sabia, não apenas um pouco. É claro, ele não era um cartógrafo especialista, mas conhecia algumas técnicas, assim como aquela que Fergus lhe apresentava. Seu pai havia lhe ensinado alguns anos atrás. Foi uma lembrança agridoce, e Ari ficou indeciso se era boa ou ruim. Mas foi agradável relembrar.

Terminou de puxar o remo para o interior do convés com dificuldade, então se reclinou na beirada para olhar as ondas. Felizmente não era do tipo que ficava enjoado com facilidade, mas todo aquele bamboleio era realmente diferente. Não era nada parecido com andar na parte de trás de uma carroça ou em cavalgar. Era uma sensação completamente diferente de desequilíbrio e movimento sob seus pés. Não havia padrão. Ou melhor, havia, mas era um padrão composto de infinitos padrões mutáveis a cada onda. Tão complexo; tão belo.

Fechou sua mente adormecida e voltou a se concentrar naquele momento. Ouvindo a pergunta de Sérpico, subitamente interessado na resposta de Fergus, pois também não se lembrava do nome daquela formação de estrelas, por mais que já soubesse de antemão que poderia usá-las para se orientar durante a noite.

“Afinal, nunca se sabe quando algo assim vai salvar sua vida...” Refletiu consigo mesmo, sombrio.
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Última edição por Mr. Death em Sex Abr 17, 2015 4:11 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Ter Mar 10, 2015 12:24 am

Era noite e o céu estava iluminado pela linda lua e as brilhantes estrelas que eram refletidas na água do mar, que criavam calmas ondas que terminavam nas areias da praia. Sollrac estava sentado perto de uma árvore onde no passado fizera com uma faca, o desenho de um coração com as letras S&M dentro.
O jovem observava as tranqüilas ondas e se lembrava dos dias que desfrutara com a sua amada Melanie, os dias em que ambos ficavam ali na areia da praia procurando conchas e estrelas marinhas para as devolverem ao mar...

_Bons tempos..._ O jovem se levantava olhando a lua prateada e seguia em direção as águas quando uma voz lhe chamara.

_Filho? Venha jantar, antes que esfrie. Só falta você!_ Era a sua mãe, Edithe. Uma mulher humana, que no passado foi uma enfermeira residente do exercito de Hilydrus.

O jovem voltou à atenção para a sua mãe balançando a cabeça de forma positiva e a seguiu para o caminho de sua casa...
Após o jantar Sollrac se retirou para o seu quarto, olhou para a sua escrivaninha e viu a ultima carta que Melanie lhe escrevera. O jovem se lembra do que vivenciou na Baía dos Pescadores em suas ultimas semanas e pensa em seu futuro na academia de magia de Cobernick e se o mestre máximo da magia de Lodoss o aceitaria.
Ele se senta, pega uma pena e papel e decide escrever a sua resposta, porém nada lhe vinha em mente.

_Ainda é cedo para lhe dar uma resposta, minha amada._ O jovem falava em voz baixa e decide que é melhor ir deitar e esperar pelo dia seguinte. Ele queria um viver algo antes de seguir seu caminho para a academia, queria saber mais sobre seus poderes por si mesmo, ter uma aventura antes de partir do lugar que chamava de lar.
Nesse momento Garou, seu lobo de estimação estava próximo a janela do quarto e uivava para a lua, era um uivo agudo e continuo que terminava conforme com um tom fino, isso era o modo dele dizer que mais um dia se encerrava na Baía dos Pescadores.
Na manhã seguinte ao acordar e antes mesmo de sua refeição matinal, o jovem decide dar uma corrida pelas areias da praia, pois é um dos pouco horários em que a praia ainda está vazia. Ele troca de roupa e cutuca Garou com leves chutes.

_Vamos garoto. A praia é somente nossa pela manhã!_ Falava animado e com um leve sorriso no rosto.

Pulando pela janela do quarto o lobo e seu dono seguem correndo em direção a praia...

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Qui Mar 12, 2015 9:37 am

Sérpico & Mr. Death

Fergus sorriu ao ouvir a resposta de Sérpico, como se ele já soubesse que um dos dois afirmaria sua sua pergunta.

Errado rapaz. A estrela aponta pro sul, mas ela não indica pra onde realmente fica o sul. Pra que você possa determinar com precisão a direção do sul, você tem que traçar uma linha imaginaria de frente pra você e ai você irá conseguir saber pra onde realmente fica o sul. O nome dessa formação estrelar eu não sei, mas eu a chamo de Arco Lunar. Porque apesar de parecer uma cruz, me lembra também um arco retesado, não é mesmo? — Esperaria os comentários e responderia a seguir — Bom marujos, agora que sabemos pra onde ir, hora de partir!

Fergus retirava do bolso um mapa da Lodoss, um tanto surrado e rasgado, mostrando apenas a região da Península de Ruff e a fronteira de Takaras e as proximidades de Hilyndrus. Ele apontava com o dedo pros dois aventureiros, o ponto exato em que estavam e onde eles teriam que ir.


Veem? Temos que ir pra la. É onde estão minhas redes. E espero que não tenha a de outros pescadores HeHe. Mas acredito que não, já que fica um pouco distante da baia e os pescadores tem preguiça de se distanciarem tanto. O que eu acho completamente satisfatório pra mim HAHAHAHA! — Obvio, o lucro era todo dele daquela região — Pois bem. Vocês dois. Puxem aquela corda no canto para o oeste, para podermos irmos a leste. Afinal estamos com a proa em direção a sul.

Assim que os dois fizesse como pedido pelo pescador, o barco começaria a virar pra leste e então seguiriam rápido até a região com precipícios, e ao lado delas, várias pedras grandes e pontiagudas.


Era uma paisagem sem igual e de tirar o folego, que por sorte a lua iluminava bem e dava pra captar com os olhos, alguns detalhes que só veriam de dia.


~x~x~X~x~x~



Kaede

A noite para o jovem Sollrac fora bem relaxante e gostosa. Mas no meio da madrugada, o rapaz começou a ter um sonho. Ele se via em frente a um caldeirão, e dele surgia um arco. Ele era simples, mas parecia esconder um grande mistério. Em seguida o sonho fazia uma transição e agora ele estava sentado na praia e um cheiro de peixe fresco e comida boa vinha em seu olfato. Essas cenas foram as únicas que o garoto lembraria no dia a seguir, pois o que veio na continuação daquelas visões, eram embaçadas e estranhas.

A noite passou e o rapaz foi respirar ar puro e sentir o sol batendo em sua face enquanto corria pelas areias da praia. Ao correr, avistava de longe um corpo jogado no areia. Era grande e parecia estar de costas. Não se mexia, quer dizer, parecia tremer a longa vista, mas era incerto. O jovem tinha uma decisão a tomar, seguir em frente em sua caminhada, ignorando aquilo, ou ser tomado pela curiosidade ou preocupação, e ir ver de perto o que estava ocorrendo.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Qua Mar 18, 2015 12:46 am

Durante a sua corrida matinal pela praia, Sollrac se perguntava mentalmente sobre o sonho que tivera.

_ Caldeirão? Arco misterioso? Aroma de comida?... Bem, estranho isso. Melhor não me importar tanto assim... _ Pensava o jovem que estava a correr pelas areias da praia com sua mascote, Garou.

Enquanto praticava seus exercícios, perdido em seus pensamentos, o jovem avistava algo que, de costume não era daquele lugar. O garoto fora criado naquelas terras, então sabia que aquilo não era algo que aparecia todo dia naquele lugar, tomado pela curiosidade decide checar o que seria.

_ Parece um corpo, talvez alguém precisando de ajuda. Chegar perto não deve fazer mal. Certo Garou? _ Falava o jovem com seu amigo lupino, que também parecia demonstrar certa curiosidade por tal figura.

Tomado a decisão, Sollrac decide ir se aproximando da estranha figura que lhe chamou a atenção. A cada passo que dava podia ver que era grande e parecia tremer, mas era incerto e sua visão poderia estar lhe enganando, como se fosse uma ilusão de ótica...

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Qua Mar 18, 2015 12:19 pm

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Seus olhos vagueavam de onda em onda, sem rumo, quase como se buscasse algo, mesmo sem saber ao certo o que procurava. Suas roupas agitavam-se ao menos sussurro do vento, e isso apenas tornava tudo ainda mais incrível. Seus olhos fechados por um instante, sentindo a brisa em sua pele pálida, os lábios se moldando em um sorriso. Piscou, ouvindo com um ouvido atento as palavras de seu mestre em pescaria.

E assim que teve suas novas ordens, tratou de partir na direção da tal corda, apenas esperando por Sérpico, já que dificilmente conseguiria puxar sozinho todo aquele peso. Ao menos não sem usar magia. De qualquer forma, puxaria na direção indicada.

O rapazote de cabelo vermelho feito a chama e brilhantes olhos esverdeados, estava mais animado do que havia pensado que estaria, para uma viagem de pesca. Na verdade, sequer havia imaginado que seria tão interessante viajar por mar. E, mesmo sendo sua primeira viagem desse tipo que se lembrava, estava realmente adorando. Ainda assim, tinha trabalho a fazer, e não queria atrapalhar mais do que ajudava. Então tratou de se concentrar.

Fergus parecia ser exatamente o que havia previsto: Um pescador experiente e sábio. Corajoso o bastante para seguir seus instintos e ousado o suficiente para não se deixar ser impedido por comentários de seus vizinhos. Com certeza a melhor opção para um professor. Afinal, era realmente satisfatório ser ensinado pelo melhor. E, contudo, não pode deixar de ficar um pouco apreensivo com todas aquelas pedras afiadas tão próximas da embarcação. Ainda assim não disse nada. Fergus certamente sabia o que estava fazendo.
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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Qui Mar 19, 2015 2:55 pm

“Errado?”, Sérpico franziu o cenho. Mas logo relaxou ao ouvir as explicações.

Depois foi puxar a corda para virar o barco. Estava meio absorto, longe até de notar aquela paisagem que o cercava. Por que demônios estava demorando ali? Coisas ocultas aconteciam no mundo, e ele ali, indo retirar redes de pesca... Era difícil se concentrar em qualquer coisa com esses pensamentos pairando. Ao menos ele foi capaz de notar o brilho da lua e ficou extremamente satisfeito com aquela luz ─ veria outro barco ou qualquer outra coisa sobre o oceano a muitos metros de antecedência.  

Fergus ─ chamou, tentando se distrair dos próprios pensamentos com uma conversa qualquer ─, você costuma velejar sozinho? Pode ser um trabalho complicado para um único homem erguer as redes, por mais experiente que seja.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Ter Mar 24, 2015 4:26 am

Sérpico & Mr. Death

Outros barcos. Sim, havia um outro pequeno barco pesqueiro a alguns metros dali. Sérpico pode notar que havia dois homens pescando com suas varas. Nada vinha no anzol deles, mas lá estavam os dois aproveitando o luar e a paz. Entretanto o loiro tinha outras coisas em mente e expôs isso a Fergus.

Sim, meu rapaz. Sempre exploro o mar sozinho. Já tive companheiros antigamente. Sempre estávamos juntos explorando o mar. Nós metemos em várias encrencas HaHaHa — Era notável a nostalgia que Fergus sentia ao relembrar de seus camaradas — Se quiser, depois conto alguma delas. Mas nossos tempos de aventura se acabaram e cada um seguiu seu rumo. Ainda tenho contato com eles. Não moram muito longe. Estão ali no Porto Real. Um deles abriu uma taverna a anos atrás e o outro virou cozinheiro do lugar. E eu bem... Sou o fornecedor de peixe deles. Mas gosto da minha vida pacata — Logo então o pescador parava o que fazia e ficava de costas pros dois e ia retirando sua blusa — Quanto ao esforço de trabalhar sozinho. Bom... Tire sua conclusão.


Abra após ler o conteúdo acima.:


Fergus ostentava seu porte físico avantajado. Era surreal um velho pra lá dos setenta ainda manter um corpo tão forte como aquele. Porém o mais chamativo em suas costas, eram a grande cicatriz que vinha do ombro direito e finalizava na região do osso da bacia no lado esquerdo.

Sabe... Anos e mais anos puxando as redes sozinhos, me deram a habilidade necessária para fazer isso sempre. Fora que também corto lenha para cozinhar e me aquecer. São diversos fatores que influenciam na melhora de puxar algo — Ele vestia de volta sua blusa — Você é um jovem forte. Se trabalhar mais seu corpo, conseguirá ter músculos que eu jamais terei HaHa!!

Ele ia posicionando o barco próximo a algumas pedras altas. Já dava para ver que entre as duas petras pontudas, havia uma rede enrolada. Era bem simples a ideia, mas muito eficaz. Estava claro que ali era um local aonde os peixes passavam e acabavam por ficarem presos na armadilha de Fergus. O cardume era bem variado, contendo peixes de escamas escuras e tamanhos pequenos, a peixes dourados e grandes.

Mas já que hoje é uma noite especial. Vocês irão me ajudar — O pescador pulava pra fora do barco e ficava em pé sobre uma pedra — Vamos ver do que são capazes juntos. Irie retirar a rede presa dessa pedra mais próxima e darei a vocês. Quando eu retirar a outra ponta da rede da outra pedra, vocês puxam, combinado? — O pescador esperava a resposta e assim que tivesse a afirmação de ambos, ele faria como dito anteriormente.

Fora isso, os dois rapazes podiam ouvir de longe um barulho de algo caindo dentro d'guá e um grito breve.




~x~x~X~x~x~




Kaede

A cada passo que Sollrac dava, mais perto da figura misteriosa ele ficava. Obvio, eram as leis naturais da vida. Mas ao se aproximar, seus olhos se arregalaram ao perceber o que era. Um tubarão. Sim, um dos grandes e se debatia por estar fora da água e por ter grande furos em seu corpo. O sangue escorria pouco a pouco, mas aquilo não impedia do tubarão de tentar dar uma mordida no lobo que se aproximou demais e acabou recuando assustado, indo pra de trás de seu dono, ficando entre as pernas do rapaz.

Mas o incrível era que o animal demonstrava uma tenacidade fabulosa por resistir tanto tempo fora d'guá e ainda mais ferido. Cabia ao jovem tomar uma decisão de: Acabar com o sofrimento do tubarão de uma vez por todas e garantir o almoço do dia, correr atrás de ajuda para mover o bicho pra dentro do mar novamente, ou simplesmente ignorar e seguir seu caminho.


Info:
Jovens. Estou viajando hoje (24/03), volto após uma semana.

Kaede. Você ganha 50xp por atraso meu, já que sua aventura não tem ligação com a do Sérpico e do Mr. Death. E aproposito. Não sei o que ta achando do começo, mas eu assumo que ainda estou sem boas ideias pra segurar o game até começar a reunir o grupo. Então eu apenas peço um pouco de paciência comigo até esse plot chegar.

Agradeço a compreensão de todos e boa semana.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Ter Mar 24, 2015 4:36 pm

Tá. Puxar uma rede cheia não era problema para aquele senhor, Sérpico concluiu.

Acho que prefiro apenas manter o meu corpo bem, e não trabalhá-lo. ─ E riu um pouco, ironicamente. Depois fez silêncio, lembrando de doenças e mortes. Fechou a cara.

Era hora de trabalhar. Fergus esperava o sinal e Sérpico esteve perto de fazer um aceno de positivo quando escutou.

Espere ─ disse, olhando Fergus. ─ Ouviu isso? ─ Olhou para o mar, olhou para Arliden ao seu lado. ─ Ouviu isso? Era um... grito?

Um grito interrompido? E tinha também o som na água. O que veio primeiro? Sérpico foi até a amurada, na direção em que acreditava ter escutado os sons. Observou, olhos semicerrados, esperando captar algo. Podia ser só impressão dele.

Mesmo assim, deixou a amurada e tentou subir um pouco no mastro, como que tentando ver mais ao longe estando mais elevado. Aquele oceano lhe trazia péssimas lembranças e ele não podia simplesmente acreditar que era uma “impressão”. As redes que esperassem, pois algo não estava certo.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Dom Mar 29, 2015 11:09 am

Após identificar a tal criatura, Sollrac se espantava e saltava para trás.

_Nossa, um tubarão?! Como tal criatura ...? Ah deixa pra lá, isso não importa agora._

Observando o predador marinho, Sollrac pensava em o que fazer, não podia simplesmente matá-lo por ser um tubarão. Sollrac se lembrava dos tempos com Melanie e de quando achou Garou na praia em uma situação parecida e sem fala nenhuma palavra observou o local e em sua face mostrava um semblante pensativo.

_Garou se afaste!_ Sollrac falava em um tom sério e começava a unir as suas mãos na altura de sua cintura e reunia forças para usar o flame-rá.

Ele se movimentava calmamente e calculava a distancia para desferir a sua onda de energia sem acertar o tubarão, mas que fosse suficiente para abrir um buraco ao lado da criatura na areia e fazê-lo deslizar para a água e assim voltar para o mar.
Com a distancia em mente calculada e a energia em suas mãos em ponto de fulgor o jovem lançava o flame-rá nas areias na esperança de fazer a criatura marinha voltar para o mar em paz...

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Seg Mar 30, 2015 3:38 pm

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O jovem de cabelos vermelhos ouvia a história do velho com certo pesar, triste por ver alguém naquela idade sem nenhum amigo. Talvez ele devesse se casar, quem sabe. De qualquer forma, após se exibir um pouco, o velho parecia voltar sua cabeça para o trabalho e dava as novas intruções sobre o que os garotos deveriam fazer. Arliden logo tratou de sobrar as mangas da camiseta e se preparou para puxar com toda a força.

É claro que ele sabia que não era forte sequer para puxar alguns poucos peixes, mas o que valia era a intenção, e de boas intenções o coração dele estava cheio. Principalmente com a lembrança tão deliciosa dos peixes assados envoltos em ovo e farinha que Fergus sabia cozinhar tão bem. Então, com todo esse incentivo em mente, se preparou para puxar a rede como se sua vida dependesse disso!

Concentrou-se e aguardou. Em sua mente não havia nada mais do que sua tarefa: Puxar. Puxar com força e com determinação. Não iria soltar a rede mesmo que morresse. Mas a ordem nunca veio.

— Huh? Grito? Que grito? – Ele pensou ter ouvido algo, mas bem poderia ser apenas um peixe ou coisa de sua cabeça. Apenas imaginação. Mas então havia tido mesmo um grito? Bem, ao que tudo indicava sim, já que não havia sido o único a ouvir. Então as chances de ser real eram bem maiores. — Agora que você disse... Eu pensei que tivesse sido apenas minha imaginação... Mas se você também ouviu...

Ari se aproximou do outro, se unindo a ele na beirada do navio e fitando a face do mar. Será que havia uma pessoa em perigo ali? “Ou será... O monstro?” Sentiu o coração bater mais forte e um sorriso leve insinuar-se em seu rosto. O que seria?
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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Sex Abr 03, 2015 7:56 pm

Sérpico & Mr. Death

Grito? Não ouvi nada. Sabem como é... A idade já afetou um pouco da minha audição.

De repente um clamor de socorro que vinha do outro barco. Todos ouviram dessa vez e voltaram seus olhos em direção a ele. O trio de pescador viam o barco daqueles sujeitos balançarem e por alguma razão só tinha um a bordo.

Parecem que estão com problemas.

Em seguida o outro pescador surgi de dentro da água, se agarrando na borda do barco deles e falando alto.

IRMÃO!! FUJA!! RÁÁÁPID...

Antes que terminasse sua frase, o corpo dele voltou pra dentro da água de forma muito bruta. A última coisa que viram, foram as mãos do rapaz indo pra cima e sumindo logo após. Um silêncio torturante se fez por alguns segundos, até que metade do corpo fora arremessado pra fora do mar e voava até o barco de Fergus, caindo a frente de Arlidem.

PELOS SETE MARES, QUE DIABOS ACONTECEU? — Fergus se assustava ao ver o que tinha acontecido — Precisamos ajudar aquele pobre infeliz ou acho que ele também irá sucumbir.

Eita boca maldita, foi o pescador falar e uma criatura marinha negra e com chifres saia do mar, subindo longos seis metros de altura e caindo em direção ao barco do infeliz e fazendo mil pedaços da embarcação ao colidir. O sujeito que estava nele agiu por instinto e pulou na água antes da colisão. Quando seu barco virou um monte de madeira boiando, o pescador se agarrou em um pedaço e gritava por ajuda, olhando diretamente para o barco de Fergus.

RÁPIDO, PEGUEM O REMO E VAMOS AJUDA-LO.

O velhote corria pro remo e começava a remar com toda força. O pequeno barco até começava a se mover bruscamente pra um lado, mas para seguirem em linha reta, precisava que os rapazes remassem juntos. Assim formariam uma ação simétrica. Mas como que o pequeno mago aspirante de pescador reagiria a aquele corpo morto?



~x~x~X~x~x~


Kaede

A surpresa por encontrar um tubarão a beira da morte era de fato inacreditável. Mas algo em sua consciência o fazia querer ajudar o predador dos mares. Concentrou sua energia e lançou sua magia elemental para de alguma forma criar um escorregador para fazer o animal retornar pra água. Mas aquilo não deu certo, afinal fogo e areia são coisas que não se misturam muito bem.

Entretanto, antes que o jovem rapaz pudesse fazer qualquer outra coisa, uma criatura que ele nunca viu antes surgia do mar e abocanhava metade do corpo do tubarão. Seus dentes eram enormes e sua escamas eram negras. O desgraçado até mesmo possuía chifres. Ele olhava para Sollrac e parecia que estava indo. Logo ele começou a movimentar sua nadadeira traseira para os lados e começou a puxar o tubarão de volta pra água. Era de fato uma criatura ainda mais terrível que um tubarão e sua expressão maligna denunciava isso.

O que Sollrac faria agora? Tentaria de alguma modo deter a criatura marinha ou correria dali e avisaria a vila da eminente ameaça a baia dos pescadores?


Criatura Marinha:
Sim, é a mesma criatura para ambas aventuras paralelas.


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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Seg Abr 06, 2015 3:38 pm

Eles não tinham escutado? Então foi só impressão mesmo?

Não! Agora era nítido! Sérpico não só escutou novamente como avistou a origem. Um barco ao longe, pânico bailando por lá, algo profano na água tragando um dos homens, uma visão chata, um silêncio muito errado vindo logo depois.

Sérpico teve vontade de falar “muito mais do que problemas” num tom de humor irônico, mas logo o homem afundado caiu no barco, pesado como um cadáver ─ o bicho o dispensara, o cuspira como se não fosse nada! Sérpico arfou no susto, descendo do mastro instantaneamente (quase caindo, um observador mais atento diria). Mas também não conseguiu checar a vítima, nem falar qualquer coisa pois as coisas estavam indo rápido demais. Não pensou, agiu: quando viu o monstro e o barco alheio sendo destruído, se teleportou pra lá no puro impulso.

Estivera esgotado, cansado até a morte. Mas se alimentara e dormira nas últimas horas, então talvez havia forças em Sérpico para usar a habilidade. Não estudou a si mesmo para ter certeza. Apenas manifestou a vontade de ir até o homem e contou com a sorte de ser capaz de fazer isso.

Se desse certo, aparecia na água ao lado do pescador. O seguraria pelo braço, gritando em seu ouvido:

Se segura em mim, irei lhe tirar daqui! ─ E teleportaria de volta para o barco de Fergus.

Se não desse certo ─ se simplesmente a habilidade não o levasse a lugar algum ─ Sérpico seguiria as ordens de Fergus, remando com vontade dobrada.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Sab Abr 11, 2015 2:08 am

Após a tentativa de salvar o tubarão falhar, como uma criança perdida, fiquei meio que sem saber o que fazer. E enquanto eu estava perdido em meus pensamentos, ele surgiu. Uma criatura nunca antes vista, surgiu no mar e devorava o tubarão como se fosse um simples peixe de pequeno porte.

_ Abissal das águas... _ Foram as palavras que me vieram em mente ao ver tal criatura, e como uma caça a ser devorada pelo caçador, eu dei um longo salto para trás e pude rapidamente estudar melhor aquele ser.

Após alguns segundos, ele arrastou o tubarão de volta para o mar para terminar o abate. Eu sozinho não teria como enfrentar tal criatura, pior se ainda tivessem mais delas aos arredores. Resolvi que deveria avisar alguns dos pescadores sobre o ocorrido e pedirem para se manterem afastados até darem uma solução.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Sex Abr 17, 2015 4:24 pm

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No instante em que o corpo bateu na madeira do convés na frente do garoto de cabelos vermelhos, ele apenas pode pensar em quão sortudo era. “É real.” Então os boatos eram verdadeiros. O monstro era real. Seus olhos se aguçaram e ele voltou sua atenção para o barquinho sob ataque no momento em que a criatura saltou para fora da água. Um peixe negro gigante com o que pareceram ser chifres.

Nesse momento Fergus dizia algo sobre começarem a remar, mas ciente de suas limitações físicas, Arliden não tinha a menor intenção de se mover na direção dos remos a não ser que Sérpico fizesse o mesmo, já que obviamente não seria capaz de acompanhar o ritmo de Fergus e só acabaria atrapalhando. Então, se o loiro fosse pros remos, também iria. Caso contrário, talvez estivesse na hora de começar a usar um pouco de magia.

“Mas antes, tenho que encontrá-lo.” Onde estava o monstro? Vasculhou a água com seus olhos atentos. Procurava um vulto negro na escuridão... Tarefa fácil. Mas tinha que continuar a tentar. Estendeu sua mão na direção do rapaz na água. Assim que ele estivesse dentro de seu alcance poderia trazê-lo em segurança pelo ar até o navio.

Mas a que distância ele se encontrava? — Senhor Fergus, qual a distância entre nós e aquele rapaz? – Gritou por sobre o ombro, ainda vasculhando a água em busca do monstro.

Ainda procurando. Por uma chance para captura-lo.
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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por NT Blues em Ter Abr 21, 2015 3:13 pm

Kaede

A espantosa criatura logo era nomeada pelo rapaz, que incrédulo daquilo, rumou imediatamente para a Baía dos Pescadores, aonde se encontrava a maioria dos barcos e pescadores da região. Assim que chegou lá, avistou um grupo de pescadores preparando um barco grande para uma pesca matutina. Eles iam e vinham de uma residência aonde guardavam seus equipamentos. Sollrac sabia que precisava falar com eles, afina eles poderiam ser a próxima vítima daquele monstruoso peixe. Mas como ele faria a abordagem nos pescadores?


Sérpico & Mr. Death


Sérpico não havia pensado duas vezes e logo sumiu do barco sem nem mesmo Arlidem perceber. O loiro reaparecia ao lado do sujeito desesperado que mal ouvia Sérpico. Mas ele conseguiu se acalmar um pouco e juntos fizeram um teleporte. No entanto... A energia de Sérpico não era suficiente para ele realizar a distância que pretendia, e acabou ficando a cinco metros de distância do barco de Fergus.

AHHHHHHH! — O rapaz desesperou novamente por se encontrar mais uma vez dentro d'guá. Mas ao ver a criatura colocar sua barbatana para fora da água como se fosse um tubarão, ele enlouqueceu e começou a agarrar Sérpico, o afundando pra dentro do mar e ficava gritando — SOCORRO!! ELE VAI ME COMEEER!

Arlidem nesse momento descobria a posição da criatura. Quanto a Fergus, ele não ouviu nada que o pequeno mago havia falado. Quando todos se deram conta, o peixe enorme saltava novamente com aquele sorriso maligno. Ele mais uma vez atacava suas presas por cima em direção a Sérpico e o desconhecido, que por sua vez o viajante estava imerso na água. Como eles enfrentariam aquela situação?
Info:
Malz a demora, esqueci de postar mesmo pra geral e o Death enrolo por causa das provas.

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Kaede 50xp

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Mr. Death em Ter Abr 21, 2015 9:01 pm

mago • magician • majishan
Ele havia conseguido mesmo! O rapaz, Sérpico, parecia possuir a habilidade de se teleportar e conseguiu chegar até o pescador antes que ele fosse devorado pelo monstro. Arliden soltou um suspiro de alívio ao ver ambos desaparecerem novamente, já esperando que eles reaparecessem bem ao seu lado. Mas isso não aconteceu. O queixo do ruivo caiu e seus olhos quase caíram de surpresa ao ver ambos ressurgirem tão próximos do navio, mas ainda em perigo de serem devorados.

Principalmente quando o idiota do pescador começou a entrar em pânico. Ari soltou outro suspiro, dessa vez de puro escárnio.

— Maldito cabeça de areia, se vai dar uma de herói, ao menos faça direito! – Resmungou entre dentes com uma expressão divertida. Então respirou fundo e correu na direção da mureta do navio, e foi como se a mascara de diversão que o menino usava até poucos instantes jamais houvesse realmente existido. Sua face possuía uma expressão plácida, imperturbável. Então Ari saltou sobre a amurada do navio e... Começou a caminhar no ar.

— Aerlevsedi. – O nome do vento. Plataformas de ar pequeninas e invisíveis se formavam sob os pés do menino a cada passo que ele dava. Eram como pegadas de ar. Literalmente. Seus lábios formaram a palavra, então seus braços se voltaram para a direção da bocarra da criatura, com dedos crispados, feito garras ameaçadoras. E ele esperou. Seu alcance era de apenas mais ou menos quinze metros. Tinha que envolver a criatura por completo, não podia errar.

Não queria ter o sangue daquelas pessoas em suas mãos.

Usar o ar para tentar prender o monstro seria a resposta mais óbvia. Arliden já estava habituado a usar o ar e a terra em combates. Esses eram os elementos que ele geralmente possuía a sua disposição. Mas não era como se apenas pudesse controlar o ar e a terra. Na verdade, não havia nenhum elemento que ele não pudesse controlar.

Arliden conhecia o nome de todas as coisas e por isso todas as coisas estavam sob o seu controle. Tudo era seu. E, sendo assim, não hesitou em enunciar o nome de água.

— Hydrakforz. – Disse, e havia ferro em sua voz. Arliden comandou a água em um raio de até quinze metros ao seu redor. Deixou-se inundar com poder. Sentiu seu corpo irradiar energia mágica e capturou o monstro com mãos aquosas sólidas. Não gelo. Apenas aumentou a densidade da água, concentraria a pressão ao redor do monstro por todas as direções assim que ele adentrasse em seu alcance. Iria esmagá-lo. Acabar com isso de uma vez por todas.

Caso conseguisse capturar a criatura a seguraria com firmeza e ergueria o corpo sem vida acima do nível do mar com a mão gigante feita de água. E em seguida, com um movimento displicente, faria um jato de água surgir logo abaixo de Sérpico e do pescador a fim de jogá-los no convés do navio. Então caminharia no ar na direção da embarcação, arrastando o monstro junto consigo.

— Senhor Fergus, acho que finalmente estou pegando o jeito desse negócio de pescaria. – Diria com um sorriso convencido de moleque.
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Habilidade Especial:

Nome: Controle sobre a Mente Adormecida.
Nível: 2
Descrição: Todo ser tem sua mente dividida em duas partes. A primeira é aquela que todos aprendem a usar de maneira natural, desde o nascimento. E se chama Mente Desperta, ou Consciente — como é popularmente conhecida. Tal parte é responsável por todas as nossas ações cotidianas, além de ser possível desenvolve-la, mas apenas até certo ponto. Entretanto, essa é apenas uma pequena fração do verdadeiro potencial que possuímos. A segunda parte de nossas mentes, porém, é naturalmente mais poderosa e desenvolvida. E chama-se Mente Adormecida, ou o dito Inconsciente. Essa parte é capaz de compreender a essência dos elementos que compõe o universo com maior profundidade, e de captar sinais que passam despercebidos por nossa Mente Desperta. A Mente Adormecida está constantemente criando novas conexões entre conhecimentos previamente adquiridos, sempre se fortalecendo e crescendo infinitamente a cada instante. E Salatiel, o Mestre em magia de Arliden, ensinou o garoto como despertar e controlar a mente adormecida, assim abrindo as portas de sua mente para a compreensão dos elementos que formam o universo.
Com o crescimento de Arliden, sua Mente Adormecida adquiriu uma compreensão ainda mais apurada e profunda sobre a verdadeira natureza dos elementos que compõe o universo, de forma que agora ele é capaz de ir ainda mais além, e manipular não apenas os elementos tangíveis (ar, água, fogo e terra) como também os elementos intangíveis (trevas e luz) e aqueles que nasceram da combinação de outros elementos (madeira, metal, relâmpago e magma) existentes no cenário ao seu redor.
Efeitos: Habilidade de controlar os elementos existentes na natureza. Consegue controlar apenas os elementos existentes numa área de 15m de raio à volta do usuário, podendo molda-los e utiliza-los da forma como desejar. Seu controle nesse nível é um pouco mais limitado, caso Arliden tente ultrapassar seus próprios limites, sua habilidade pode ser encerrada antes do tempo e a energia perdida no processo.
Custos: Dependendo do uso e quantidade do elemento controlado. Quantidades pequenas como uma fogueira, um copo d'água e similares = 5% PEs. Quantidades médias como uma arma feito do elemento, um escudo e similares = 15% PEs. Quantidades maiores como uma barreira de terra, uma bola de fogo e similares = 18%.
Duração: Controle elemental: Até que a energia acabe ou o próprio usuário cancele.
Objetos criados com o elemento: até 5 turnos.
Tempo de Conjuração: Instantâneo.
Alcance: 15m de raio a partir do usuário.
Área de Efeito: 15m de raio a partir do usuário.

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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Sérpico em Ter Abr 21, 2015 9:33 pm

Cinco metros! Na ocasião, uma distância assassina. Mas calma. Cinco, talvez seis braçadas e estaria a salvo, alcançaria o barco, salvaria o rapaz. Mas isso não seria possível se este continuasse a agir como uma ancora estúpida.

Ei, calma ─ Sérpico ia dizendo, mas foi interrompido quando água salgada entrou em sua boca o fazendo engasgar. O cara estava assustado demais, deixando escapar todo o ar e afundando profissionalmente. E puxando Sérpico! Daquele jeito os dois seriam tragados pelo bicho, que vinha de cima. Não havia tempo para cinco ou seis braçadas. Não mais.

Então mergulhou. Chutou a água com toda força que tinha para sair do lugar e puxar o pescador, que já estava submerso, junto consigo numa tentativa de esquiva. Em meio o movimento ele sacaria instintivamente a espada, simplesmente para tê-la a mão ─ se fosse engolido, o peixe safado se cortaria um pouco no ato da mordida.

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Senso de direção: sempre sabe para onde é o norte, e sempre sabe voltar por qualquer caminho que tenha feito.
Senso de distância: pode julgar distâncias exata e automaticamente.
Sentido temporal: sempre sabe que horas são, e pode cronometrar eventos como se tivesse um relógio exato.

Itens: Faca (nível 1), Sobretudo de couro rígido (nível 1), Amuleto do Conselho
Itens (UAOM): Cinto com (8) adagas (nível 1), Espada curta (nível 1), Faca (nível 1), Sobretudo de couro rígido (nível 1), Amuleto do Conselho, Berrante, Poção de cura menor.
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Re: Baía dos Pescadores

Mensagem por Kaede em Qui Abr 23, 2015 12:25 am

Assim que fui avisar a população ribeira sobre a tal criatura marinha que parecia estar dominando os mares da região, me deparei com um grupo de pescadores. Eles ainda pareciam estar se preparando para ir a pesca, então gritei em alto e bom tom para eles poderem me ouvir.

_Senhores, por favor, me ousam. _ Falava enquanto apontava para a direção de onde viera. _ Naquela direção, logo a beira mar... Eu encontrei uma criatura marinha, de dentes e chifres enormes e também escamas negras, negras como a escuridão. _

Ainda no mesmo local, fiquei desconfiado que alguém não me desse atenção e fizesse pouco caso de mim. Afinal quem poderia acreditar em mim? Tantas vezes visto de lado, poucos eram os que me davam atenção. Mesmo assim isso não era motivo para deixar de avisar a população sobre o ocorrido.
Insisti mais um pouco em alertá-los sobre o ocorrido, até que alguém me desse uma atenção positiva. Quem sabe, por ali, alguém já teria encontrado algo parecido...

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Re: Baía dos Pescadores

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