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Vilarejo de Calm

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Vilarejo de Calm

Mensagem por ADM GabZ em Sab Fev 22, 2014 4:56 pm


O Vilarejo de Calm é um lugar pacato e pode-se dizer: de grande coração. O ambiente é naturalmente bastante frio e as vestimentas comuns são casacos de pele bem reforçados e manufaturados pelos próprios moradores do Vilarejo. Inúmeras árvores cercam o local, acabando por ser uma barreira natural que protege o vilarejo contra o vento cortante e impiedoso. Graças a isso Calm consegue se manter resistente contra o frio, mas apesar disso seus moradores são calorosos. Viajantes são sempre bem vindos e é comum moradores hospedarem visitantes em suas próprias casas se necessário. Mas não pensem que por isso eles são despreparados ou tolos — más intenções são facilmente notadas e logo erradicadas. Simples o bastante.

Além disso, Calm é o um Vilarejo que vive de sua própria subsistência e cooperação entre os moradores. Uma mina próxima garante bons ganhos a todos, mantendo a economia forte e sustentável. O local também é extremamente receptivo e acolhedor, sendo um dos poucos que não mudou depois de um ano com o novo Rei no poder. Suas pousadas aconchegantes e o bom tratamento que muitos aventureiros recebem ali deixam todos com uma satisfação sem igual, fazendo Calm ser constatemente movimentada para requisito de serviços e hospedarias, rendendo o suficiente para pagar os impostos do Reino.

Incomum também não é ver que a militarização do local começou a ficar mais severa. Mais soldados patrulham o local procurando manter a segurança prometida e a ordem caso algo saia errado, o que é bastante raro. Da mesma fora a Arena, que fica a poucos quilômetros de Calm, se tornou bastante movimentada, servindo como ponto de encontro e treino das milícias que circulam pelo Vilarejo. Apesar de toda essa mudança, o lugar ainda continua sendo um dos mais visitados e acolhedores de toda ilha.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:06 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por ADM GabZ em Sab Fev 22, 2014 7:07 pm

<Arquivo de últimas postagens do tópico anterior. Foi necessário criar um novo por motivos de atualização. Caso precise consultar posts anteriores, me envie uma PM>

@ Camille W.
Spoiler:

Camille W. escreveu:
Ja fazia um bom tempo que Camille e Aslan estavam andando pelas estradas, mas foi quando percebeu o clima e paisagem começarem a mudar que percebeu estar mais próxima de seu objetivo. O frio logo começava a se intensificar e a paisagem outrora verde e viva, se tornava branca e mórbida, mas ainda assim, linda como quase tudo que havia encontrado até o momento em suas andanças pela ilha de Lodoss. Eles avançavam pela estrada até chegarem ao vilarejo Calm, famoso por sua tranquilidade e hospitalidade, o vilarejo era tão belo e aconchegante em vista quanto Camille poderia imaginar. - Pare de reclamar Aslan, você sabe muito bem porque estamos aqui, viemos atrás de um bandido. Este homem merece ser punido por seus atos de maldade e injustiça. - Disse a jovem com convicção em sua voz, estufando um pouco o peito enquanto encarava seu parceiro. Aslan não fazia muito bem o tipo de pessoa que gostava de correr atrás de bandidos, mas uma vez que estava ao lado de Camille, já estava se acostumando com o seu senso de justiça e altruísmo excessivos.

- Sim, exatamente, por isso você deve me ajudar a encontra-lo logo, quanto mais cedo o encontrarmos, mais cedo sairemos daqui. Sugiro procurarmos uma taverna ou estalagem, nesses lugares costumam saber mais das coisas pois o fluxo de pessoas é bem maior. - E dito isto, ela seguiu em frente entrando de vez no vilarejo. Seguindo seu próprio conselho, procurou pela estalagem ou taverna mais próxima, onde poderia conseguir qualquer informação sobre a aparição do indivíduo. Tentou ignorar a ultima frase de Aslan, mas quando viu sua expressão, não pode deixar de achar um pouco de graça no rapaz, demonstrando um sorriso tímido em seu rosto e ficando corada de imediato.

@ GM Darkar
Spoiler:

GM Darkar escreveu:
Off: Antes de tudo, bem vindos a Lodoss e.... vou rir muito de vcs...xesus UAHHAUUHA. Mas sendo um pouco mais profissional, gostaria que colocassem o link da ficha de vcs na assinatura, facilita a vida dos Gms, e Aslan, se possivel bote uma imagem, ficar lendo a descrição de como seu personagem é torna as coisas mais demoradas. Até o momento é só isso, qualquer dúvida e critica só falar e claro...FELIZ ANO NOVO :DD

@Todos

Talvez pudessem considerar-se com sorte por chegarem a uma época como a que estavam presenciando naquele momento, um local cheio de pessoas transitando por todos os lados carregando coisas de todos os tamanhos, outros podiam ser encontrados enfeitando ou arrumando alguma parte de casas quebradas, ruas com canteiros tortos ou simplesmente amenizando a quantidade de neve presente no chão em qualquer lugar que fosse. O ambiente estava com um sol agradável amenizando o grande frio que se faz por ali, pelo menos nas áreas em que ele alcançava, mas até mesmo nas sombras poderia sentir o calor que ele emitia. Tudo aquilo tornava a cidade muito mais chamativa e receptiva para os visitantes de primeira viagem, até mesmo os que não gostavam de frio poderiam mudar de opinião após divertir-se e apreciar algumas horas no local.

Enquanto andavam, não tão distante deles, puderam escutar um baque de algo caindo, um som de madeira meio oca colidindo com outra de mesmo material, sendo seguido de barulhos metálicos com intervalos de tempos e de lugares. Quando viraram a cabeça, viram um balde rolando na direção deles, uma escada atravessada de uma casa a outra, por elas serem quase coladas, e uma pessoa pendurada no local mais alto da casa se segurando na borda do telhado. Até mesmo se um jovem com saúde caísse de lá, poderia não morrer na hora, mas suas feridas o matariam depois.

-- SOCORRO... – Gritava o homem com uma voz um pouco desgrenhada, que para um bom ouvinte diria ser de um tenor. – POR FAVOR ALGUÉM ME AJUDE...SOU JOVEM DEMAIS PARA MORRER – Seguindo o final da frase com soluços e choramingo bizarro por conta da voz.

@ Camille W.
Spoiler:

Camille W. escreveu:<Podia jurar que já tinha mudado minha assinatura, de qualquer forma, tudo adicionado como pediu.>

O vilarejo parecia bastante aconchegante e convidativo, o sol luzia forte aquela tarde em especial, e mesmo com a neve ainda presente cobrindo quase tudo, o clima estava de certa forma, confortável para Camille. A jovem seguiu caminhando pelo vilarejo maravilhada, era a sua primeira vez em um lugar como aquele e ela sentia como se fosse um mundo novo, durante anos tudo que vira foi o céu escuro e sombrio de Takaras. Suas viagens por Lodoss estavam rendendo a jovem adolescente muito aprendizado e boas lembranças, e sua visita a Calm não poderia ser diferente. Os habitantes do local estavam bastante ativos aquela tarde, arrumavam as casas, reparavam telhados e cercados tortos, carregavam objetos dos mais diversos tamanhos e limpavam a neve das ruas. O casal seguiu adiante em sua busca por informações, mas foram interrompidos por um fato um tanto inusitado. Camille ouviu os sons de madeira batendo e metais, e logo em seguida, um homem gritava por socorro. - Aslan! Tem alguém em perigo, vamos lá ajudar, rápido! - Camille com seu enorme coração e senso de justiça, não conseguia simplesmente ignorar um pedido de ajuda vindo de quem quer que fosse, e quando chegou ao local para ver a situação, levou um breve susto.

Camille ficou apreensiva, não sabia o que fazer para ajudar aquele homem, olhou para todos os lados em busca de uma solução, uma queda daquela altura seria bem dolorosa, e a jovem sentia que o homem não aguentaria ficar pendurado ali por muito tempo. - AGUENTE FIRME! VAMOS TENTAR AJUDA-LO! - Tentou acalmar o rapaz enquanto ainda procurava por uma solução, procurava por algo macio o suficiente para por em baixo do rapaz para amenizar sua queda, mas caso não encontrasse, tinha um plano B em mente. Camille foi atrás de ajuda para por seu plano em pratica, precisava de um pedaço de pano grande, um lençol ou tapete talvez, se fosse necessário, pediria a ajuda de algum morador ou transeunte. - Por favor, precisamos de ajuda, o senhor não teria um lençol, tapete ou qualquer coisa parecida para ajudar? Tem um homem em perigo logo ali, precisamos salvar a vida dele. - Se qualquer pessoa concordasse em ajudar, levaria o lençol até o local onde estava o homem pendurado, estenderia bem abaixo dele segurando a certa altura do chão, com Aslan e Camille de um dos lados e o senhor que nos ajudasse do outro, ou caso ninguém viesse, ficaria cada um de um dos lados do pano segurando.

@ Aslan
Spoiler:

Aslan escreveu:
Aslan continuava andando atrás de Camille pensando o quanto seria gostoso terminar o dia em um leito junto a ela. Ele se considerava com sorte por estar nas graças de uma mulher como Camille, apesar de achá-la uma molenga nas questões que envolviam o certo e errado, mas era o jeito dela e ele havia aprendido a respeitar.

Repentinamente, sem aviso nenhum, uma série de sons e gritos roubaram a atenção de Aslan, quando olhou para ver o que causava tanto alvoroço, viu um homem jovem se segurando na borda do telhado de uma casa alta. Enquanto tentava assimilar o que acontecia, Camille se adiantou para socorrer o pobre coitado.

- “Não vamos ter tempo de chegar até o telhado para tirá-lo de lá. Acho que seria uma boa ideia usar algo para amortecer a queda dele.” - Pensou.

Quando olhou para sua mulher, percebeu que ela parecia ter pensado a mesma coisa que ele, pois ela corria e gritava pedindo por um grande pedaço de pano.

- “Até nisso você é molenga? Tesc... Sua molenguinha linda.” - Pensou antes de tomar uma atitude.

Enquanto Camille tentava conseguir o tecido de forma educada, Aslan tomou uma atitude mais drástica, correu para o primeiro toldo de loja, lona de barraca ou qualquer coisa desse gênero e tomou para si usando sua faca para cortar o tecido e desprendê-lo da onde estivesse tomando sempre o maior cuidado para não inutilizá-lo.

- Camille! Venha aqui, eu consegui um pano, vamos rápido! - Gritou para a garota enquanto ele próprio corria para baixo da onde o rapaz estava se segurando.

- Abra seus braços e segure de uma ponta a outra bem firme, mantenha o tecido esticado e alto, não podemos impedir que ele se machuque, mas pelo menos podemos garantir que sobreviva. - Explicou para Camille. - EI VOCÊS AI! AJUDEM AQUI! - Gritou para quem quer que estivesse próximo.

@ GM Darkar
Spoiler:

GM Darkar escreveu:Off: galeres, mil perdões pela demora, mas precisava de umas ferias pra me organizar. Desculpa pelo post pequeno, mas não queria me atrasar mais com vcs. Vlw a compreensão.

@Camile

Sabia que ele não duraria muito pendurado e seu pensamento fora rápido e afiado a fez agir tão rápido quanto. Eles estavam no meio, entre o caminho até a casa e alguns poucos comerciantes, o que dificultava as coisas para serem ainda mais rápidas, ainda mais com a atitude educada de Camile.

Pelo ambiente ser frio, pela sorte deles, a maioria dos comerciantes lá vendia comida ou tecidos bem pesados para aguentar frios de montanha. No primeiro em que foi, o comerciante somente olhou a garota de forma despreocupada e desinteressado no que ela havia falado. Quando ela pegava no pano ele somente dizia o preço do tecido. Quando apontou para a casa com o homem pendurado ele bufou.

-- Garota... olho de novo, se está tão preocupada é melhor fazer como seu amigo que já está indo em direção a ele. -- Apontando para Aslan levando consigo uma lona de couro, aparentando ser pesada. Nesse mesmo momento o homem pendurado, não aguentara e se soltara.

@Aslan

Não precisa nem pensar direito para saber o que fazer, Aslan simplesmente o fez. Quando observava Camile e as pessoas com quem ela conversava, sentia a ignorância delas sem precisar olhar por muito tempo, e como já tinha os atos em mente simplesmente os ignorou. Quando estava quase chegando para melhor se posicionar, viu o homem cair e gritar por sua vida. Não adiantava muito Aslan fazer todo o serviço sozinho e Camile estava distante para fazer qualquer coisa. Se em algum momento pensou em agarrar o homem enquanto caia, ia se deparar com um homem de estatura alta que quase tampava o sol completamente para os mais baixo do que ele.


@Todos

Olhando-o mais de longe, aquele homem era realmente mais alto do que imaginava e havia salvo o senhor que havia caído, e estava segurando-o como se fosse um cachorro, pendurado na mão do homem preso por suas vestias que estavam entre os dedos do rapaz.

-- Ainda falei para o senhor não fazer mais isso...pai

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por Aslan em Dom Mar 02, 2014 8:12 pm

Aslan corria o mais que podia, mas logo percebeu que não chegaria a tempo. Viu o rapaz pendurado no telhado despencar para a morte o que o fez parar de correr e virar o rosto para não ver a queda. Esperou alguns segundos aguardando ouvir os sons de ossos se quebrando, mas não ouviu nada. Olhou novamente e viu que o rapaz estava sendo segurado por um homem muito alto, quase tão alto quanto um gigante.

Aslan olhou ao redor e percebeu que ninguém além dele e Camille pareciam se importar com o que acontecia, ele poderia pensar que aquelas pessoas tinham pouco apresso pela vida alheia, mas ao ouvir a forma como o “gigante” falava com o jovem que havia salvo, Aslan logo deduziu que aquilo deveria acontecer corriqueiramente.

Sem mais motivos para se preocupar, Aslan levou o tecido que havia pegado de volta para o seu dono e o devolveu com um agradecimento singelo. Então caminhou até Camille e ao lado dela sussurrou.

Parece que tivemos todo um trabalho por nada, menos mal. Vamos andando? – Disse ele.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por Camille W. em Qui Abr 10, 2014 4:20 pm

Camille olhava de longe enquanto via o homem despencar da altura, olhou para baixo e viu Aslan tentando ajuda-lo sozinho, mas não conseguiria chegar a tempo. A jovem fechou os olhos e cerrou os dentes, não queria ver aquela cena, mas o que ela esperava, felizmente não aconteceu. Ao olhar novamente, viu um homem grande e forte, segurando pelas vestes e senhor que caíra do telhado. Camille ficou impressionada de inicio, mas logo correu para perto do local dos acontecimentos para averiguar se ele ainda precisava de alguma ajuda. - Aslan! Não seja mal educado... - Sussurrou ela dando uma cotovelada de leve no braço de seu parceiro, em seguida se dirigindo ao homem alto. Camille teve um pouco de dificuldade até mesmo para ver seu rosto, uma vez que em comparação, a jovem parecia uma criancinha perto daquele indivíduo. - Nossa, o senhor é muito alto mesmo, impressionante! Estávamos passando e vimos quando ele ficou pendurado na escada, tentamos salva-lo, mas não conseguimos a tempo. Que sorte que você estava por perto. - Disse Camille com um sorriso inocente no rosto.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por NR Darkar em Sab Abr 19, 2014 5:09 pm

@Todos

O jovem alto ria das palavras de Camille de forma gentil, não querendo transpassar nenhum sentimento ruim. Deixou o velho no chão delicadamente, ajeitou as roupas do mesmo e entregou um objeto que guardava em um bolso de dentro da roupa.

-- Aqui senhor, o que havia pedido antes.... E já lhe disse que quando for assim é para me procurar. – Mexendo no cabelo do velho ao terminar suas palavras. Levantou-se e virou para Camille e Aslan. Aquele ser estupidamente alto parecia um pouco envergonhado ao olhar Camille, e parecia tentar se expressar da melhor forma, mas gaguejava, ria envergonhado e passava a mão nos cabelos.

-- Bem...é...obrigado por se preocupar com a situação, o que é difícil encontrar nas pessoas por aqui....desculpem por desperdiçar o esforço de vocês....hum...é...de recompensa, posso lhes oferecer uma xícara de chá?

Dizia um pouco apressado e atropelava as palavras, mas por fim deu para entender alguma coisa, mas em seu rosto ainda encontrava muita vergonha de falar com eles.

[off: desculpem o post ruim, muito tempo parado...e perdi o posts prontos de vcs ._. . Vlw]
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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por Camille W. em Sex Abr 25, 2014 12:30 pm

Camille sorria em conjunto com o "homem alto", o apelido que havia dado mentalmente ao herói do dia. Ela sorriu mais ainda ao ouvir a oferta do homem, mas rapidamente se lembrou de um detalhe muito importante que faltava naquela conversa, o que a deixou um pouco sem graça bem na hora. - Ah! Seria um praz... Desculpe, como fui mal educada, nem mesmo me apresentei. Muito prazer, me chamo Camille Wither. Este que me acompanha é Aslan, meu fiel escudeiro. - Aslan provavelmente zombaria dela depois, mas ela não se importava, gostava de apresenta-los desta forma, como a dama e seu cavaleiro, e era assim que ela os via mentalmente. - Será um prazer acompanha-lo em uma xícara de chá, não é, Aslan? - Cutucou o rapaz com certa força para que ele entendesse o recado e concordasse, enquanto ela própria sorria alegremente com a conversa.



<Sem problemas, to na mesma vibe que você, Darkar. rs>

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por Aslan em Sex Maio 02, 2014 10:49 am

Aslan observou calado a conversa que se desenrolava entre Camille e o gigante. Ficou surpreso em ver que o homem parecia envergonhado diante da dupla de aventureiros, uma vergonha que suplantava somente seu tamanho natural.

Durante o diálogo Camille apresentou Aslan como sendo escudeiro dela, Aslan bufou e pensou que ela estava começando a se tornar um pouco mandona e folgada. Pensou em protestar mas se lembrou o quanto Camille ficava irritada quando ele a contrariava em público, preferiu então guardar sua revolta para a privacidade de uma tenda ou as paredes de um quarto. Quando o homem fez o convite Aslan pensou em recusar mas Camille foi mais rápida e respondeu antes dele, não satisfeita ela ainda o incitou a concordar.

Aslan balançou a cabeça negativamente, assim que Camille viu aquilo reagiu rapidamente dando um pisão no pé de Aslan que se segurou para não gritar. Sua cabeça continuou balançando negativamente mesmo quando ele abriu a boca.

SIM! SIM SIM SIM SIM! – Disse em contradição ao gesto que fazia com a cabeça, quase lacrimejando de dor por sentir seus dedos sendo pisados.

Dando-se por satisfeita, Camille parou de pisar no pé de Aslan.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por NR Darkar em Dom Maio 04, 2014 5:55 pm

@Todos

O gigante ria um pouco da forma como eles conversavam entre si e acabou percebendo na apresentação deles, se surpreendendo, que também não tinha feito o mesmo, mesmo antes de chama-los para sua residência.

-- O sim, prazer em co-conhece-los....m-me chamo Bejamim Rosfotfeler Ignald terceiro...mas pode me chamar só....por I-Ignald mesmo... – Coçando a cabeça e o rosto meio avermelhado. – B-bem...se puderem me acompanhar...— Erguendo o braço direcionando a saída da residência do senhor e o caminho para a dele.

Caminharam durante um curto tempo calado, pois Ignald os olhava e virava o rosto ainda envergonhado, ainda mais com Camille. Antes que alguém tomasse a iniciativa de começar a conversa, Ignald entrou sem aviso em uma das residências a sua direita e pegou algumas caixas grandes sem dificuldade e rapidamente voltou para o lado deles, mas a volta dele acabou sendo diferente, ele havia mudado de alguma forma.

-- Pois então meus caros, o que os trazem por essas redondezas pacatas e frias? São casados? Ou vieram a procura do casamenteiro William? Bem, espero que não se incomodem com o meu recinto, estou tentando ampliar uma parte dele que está me dificultando muito, ainda mais com esse frio forte que vem fazendo a noite. – Parecia que não iria parar de falar tão cedo.

Caminharam por um tempo e em direção a uma casa que era meio distante do centro da cidade, mas aquela área ainda fazia parte mesmo que não parecendo. A casa não era tão grande, em consideração ao tamanho de Ignald, sem contar que a palavra do grandalhão coincidia, havia uma parte inacabada nos fundos e eram escondidas por algumas arvores amontoadas naquela área. A casa era velha e parecia estar a ponto de cair, pelo menos do lado de fora. Ao abrir a porta, puderam ver que ela era muito maior por dentro sem contar a bela aparência em que tinha e como aquecida estava. A maior surpresa deles não foi a casa em si, mas a quantidade de pessoas e animais que lá se encontravam, sendo mais específico: pessoas idosas, animais machucados, doentes, velhos ou recém-nascidos. Ao verem Ignald passar pela porta, alegraram-se de forma que parecia estarem pronto a começarem uma festa. Reuniram-se em volta dele e o acompanharam para onde estivesse indo, contando e perguntando coisas para ele. Camille e Aslan ficaram soltos e parados na porta, a deriva de segui-lo ou não. Pelo jeito que ele estava demonstrando a ser, aquele ato queria dizer que poderiam ficar a vontade enquanto se organizava.

Um senhor que não acompanhou Ignald, lhes puxou para dentro e fechou a porta com força e os encarou com um dos olhos fechados, com algum tipo de tique nervoso no aberto. Era um senhor baixo, um pouco corcunda portando consigo uma bengala de madeira bem refinada, diferente de suas roupas que pareciam mais esfarrapadas do que um animal maltratado. Analisou dos pés a cabeça os dois e quando parou de encara-los, com uma voz bem arranhada, virou e caminhou para um outro recinto.

-- Venham para a cozinha comigo jovens, Bejamim logo estará conosco... Espero que ele não tenha sido envergonhado demais quando os chamou. Venham logo, sei que vocês tem perguntas para fazer.


Ignald:
"Ignald"]

Casa de Ignald:

Obs: as outras imagens, como a do velho, eu não como gostaria...vai na base da imaginação mesmo
;-;]
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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por Aslan em Ter Maio 13, 2014 7:14 am

Aslan seguiu o estranho grandalhão sem maiores protestos, mesmo não desejando ir, mas Camille havia decidido e o que ela decidia era feito, até porque em seu íntimo Aslan gostava de satisfazer as vontades da garota embora nunca demonstrasse.

Camille era pura demais, inocente demais, boa demais para o mundo, um mundo cruel cheio de pessoas interesseiras e mal intencionadas. Aslan de alguma forma havia pego alguma simpatia por ela e em seu íntimo criou uma espécie de código de conduta. Se alguém tivesse que sujar as mãos pelo bem de Camille, ele assim o faria.

Durante o percurso Aslan não pode deixar de notar a estranha mudança de comportamento no modo de agir e falar do gigante. Será que ele tinha algum tipo de dupla personalidade? Será que o lugar onde eles estavam antes havia alguém ou alguma coisa que o deixava daquela forma? Seja como for, continuou seguindo em silêncio.

Estava frio então discretamente se aproximou de Camille e a abraçou pela cintura com um dos braços de forma a usar seu próprio corpo para aquecê-la. Sabia que provavelmente ela ficaria tímida e que enrijeceria o corpo ao seu toque, Camille parecia que ainda nunca havia se entregue a ninguém e talvez tido seu primeiro beijo, era natural que ela ficasse assim, pensou Aslan.

Finalmente depois de andarem um pouco chegaram em uma casa que era uma contradição, por fora malcuidada e por dentro bem cuidada e aconchegante, não apenas a casa mas tudo dentro dela parecia ser uma contradição assim como o velho maltrapilho mas com uma bengala de classe.

Aslan não pronunciou nenhuma palavra, deixou-se apenas envolver-se pelo clima do lugar e passou a achar graça da forma como os animais e as pessoas daquele lugar conversavam com o gigante. Se alguém tivesse que dizer alguma coisa, esta pessoa seria Camille, afinal ele não era o escudeiro dela? Escudeiros não são pagos para falar.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por Camille W. em Qua Maio 14, 2014 2:37 pm

Camille estava encantada com o homem a sua frente, tanto que nem percebeu que ele não havia se apresentado. - Muito prazer. - A jovem, também um pouco corada, fez uma pequena reverencia e bastante animada, ela seguiu Ignald até sua residência. Durante o caminho o homem parecia estar bem tímido, tanto quanto Camille talvez, que insistia em revirar seus olhos observando Ignald de baixo. Inocente como ela era, mal notou a mudança de personalidade de Ignald, ainda mais sendo pega de surpresa pelas perguntas do homem, a jovem de pele alva acabou por ficar totalmente rubra com a situação. - N-N-Não! Quer dizer... Nós somos apenas err... bem... Amigos, isso, amigos! - Camille não sabia como se referir a Aslan, pois ela sabia que dentro de si, sentia algo a mais pelo garoto, mas não queria admitir ainda. - Na verdade nós estamos aqui numa investigação... Estamos caçando um mal feitor que espreita por estas terras. - Camille ficou um pouco mais séria ao se lembrar de seu real objetivo ali em Calm, mas agora que já havia aceitado o convite de Ignald, ela não voltaria atrás, para não lhe fazer uma desfeita. Chegando à casa dele, teve uma surpresa talvez não muito agradável. A situação da casa do lado de fora denunciava que talvez não tivesse sido uma boa ideia estar ali naquele momento, mas foi quando eles atravessaram a porta que tudo ficou diferente. - Nossaaaa... - Ela suspirou impressionada com a quantidade de pessoas e animais dentro da casa. Camille fez menção de perguntar algo, mas em meio a sua distração, Ignald os havia deixado na porta enquanto seguia casa a dentro, sendo rodeado por uma montoeira de pessoas. Camille olhou para Aslan com uma expressão de duvida e em seguida riu como criancinha boba.

- Ah... Sim, claro. - Respondeu meio sem graça quando o senhor os abordou na entrada e puxou-os para dentro. Ela segurou na mão de Aslan e o puxou consigo para seguirem até a cozinha. Camille não sabia o que encontraria por lá, nem o que estava acontecendo, mas estava de certa forma gostando daquilo. Aquela era uma situação nova e inusitada, e desde que saíra de sua terra natal, era esse tipo de coisa que ela buscava, a oportunidade de conhecer novas pessoas, e de poder ajuda-las de alguma forma.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por NR Darkar em Ter Maio 20, 2014 12:22 am

@Todos

Passaram por um corredor comprido cheio de quadros e pinturas abstratas, a maioria delas era de uma mulher de pele clara, cabelos longos com a cor em tom caramelo, sempre com um vestido longo grande escondendo seus pés. Podia ser considerada uma princesa feliz pela forma como se comportava nos quadros, mas isso não era o que realmente a destacava. A jovem mulher continha uma cicatriz de queimadura em forma de corte no rosto do lado esquerdo, e se observassem bem, podiam ver que suas mãos do lado esquerdo também estavam queimadas. Antes de passarem pela porta da cozinha, logo a cima da entrada tinha um retrato dela e com alguma outra pessoa de uma forma bem romântica, como querendo passar que eles finalmente eram uma família, mas este retrato estava cortado ao meio, mostrando só a mão do outro ser que deveria estar com ela.

Na cozinha o velho puxou sua cadeira encontrada na ponta da mesa e pediu para que sentassem, somente gesticulando com os braços, uma forma bem gentil e educada. Quando finalmente sentaram, ele cruzou os dedos, respirou fundo e os olhou profundamente.

- E então? O que vieram fazer por aqui? Não são jovens demais para festejar a lua de mel em um local como este? – Ria um pouco por já perceber como eles agiam, antes mesmo de terem entrado na cozinha.

- Sei que vocês têm perguntas, mas antes preciso ter a certeza. – dando uma leve pausa para respirar - Digam-me a verdade, o que querem por estas redondezas e como conheceram Bejamim? – O ambiente parecia ter ficado mais tenso no momento em que o senhor havia terminado. As mãos juntas pareciam bem rígidas e prontas para atravessar uma montanha se possível. Algumas veias no topo da cabeça dele começaram a ficar mais visíveis e tufadas. Não souberam dizer ao certo, mas logo atrás dele parecia surgir uma aura branca bem fina, quase invisível, e essas aura estava tomando forma de alguma criatura nunca vista antes.
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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por Camille W. em Qua Maio 28, 2014 10:08 pm

Camille estava um tanto entretida com toda aquela algazarra, tanto que mal conseguia suspeitar de qualquer coisa, para ela tratava-se apenas de uma festa a qual havia sido convidada por mero acaso, e tirando o fato de ter se transformado de branca como neve, para vermelha como pimentão, ela estava adorando tudo aquilo. Ao seguirem o senhor, passaram por um longo corredor o qual era adornado por dezenas de quadros, quase todos de uma mesma mulher. A moça era simplesmente linda e aparentava ser extremamente feliz pelo modo como posava para os retratos, Camille não deixou de notar as cicatrizes no corpo da mulher desconhecida, o que a levou a pensar como uma jovem tão bonita poderia ter ficado daquela forma. Enquanto andava pelo corredor, Camille contorcia o pescoço tentando cer todos os retratos, ao mesmo tempo em que fazia caras e bocas a cada novo quadro pelo qual passava seus olhos. No ultimo deles, a curiosidade a invadiu por completo, e certamente ela logo perguntaria quem era a bela moça naqueles quadros tão belos. Quando se sentaram a mesa, Camille deu uma ultima olhada para conferir se Aslan ainda a seguia, e aceitou o convite. Mas assim que o senhor os perguntou o porque de estarem ali, Camille se engasgou e ruborizou ainda mais (se é que isso ainda era possível).

- NA-NA-NÃO! Não, nós não somos casados... ainda... QUER DIZER! NÃO SOMOS CASADOS ESTAMOS NUMA MISSÃO! – A pobre garota confusa em suas palavras acabou aumentando um pouco demais sua voz na hora do desespero, em seguida escondeu o rosto e desculpou-se pelo ocorrido. – Perdão. Estamos numa missão, viemos atrás de um malfeitor que ronda esta linda cidade. Conhecemos Benjamim por acaso quando estávamos salvar a vida de uma pessoa, ele nos ajudou.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por DoBer em Seg Ago 24, 2015 8:52 am

Quando Ang falou que os lobos estavam atrás de outra presa, Blaze respirou aliviado, mas seu coração continuava agitado. Ele sabia que alguma coisa ainda incomodava o monge. Enquanto Ang foi meditar, Blaze se sentou na cabana e tentou fazer o mesmo. Fazia tanto tempo que não fazia isso...

Blaze tentou sentir onde estava agora, o que tinha acontecido com ele desde que saíra do rancho e conhecera o monge Fu Ang. Ele tinha sentido alguma coisa no macaco desde lá, e tinha sido tão bom para ele desde então... De certa forma ele fazia lembrar seu mestre Zen, do templo lá da sua terra. "Ele já tinha falado que queria que eu fizesse alguma coisa pra ele, mas até agora não disse o que seria... Independente do que for, deve ser uma coisa boa... Mesmo que ele não peça, algum dia vou retribuir o que ele está fazendo por mim..." E então tentava sentir o que aconteceria a seguir, quando provavelmente iriam continuar a jornada pela montanha, em direção ao templo. Talvez, só talvez, ele lhe revelaria o que estava sentindo, o porquê daquela tensão.

Quando Ang acordou do transe, Blaze já tinha acordado a um bom tempo, e o estava observando, sem muita expressão, mas com cara de que não estava entendendo alguma coisa. Quando ele abriu os olhos, Blaze continuou olhando para ele, cheio de expectativa. Sentia que alguma coisa viria dali. Então o monge falou com ele, mais sério do que nunca, declarando que eles tinham que lutar, e que se o macaco perdesse, ele ficaria ali sozinho, na neve, e o monge voltaria para casa. Blaze encarou a súbita mudança de humor com  estranha familiaridade, pois sabia a postura que era exigida de um monge quando ele precisava lutar.

Lutar? Beleza! Não faço isso faz um bom tempo já. - falava, com um sorriso zombeteiro, alongando os músculos e se aquecendo. Ele respirava fundo e se preparava para receber o primeiro golpe, dando uma olhada em volta para reconhecer possíveis vantagens e desvantagens do terreno. Ainda estava um pouco escuro, mas o macaco já tinha estado ali por tempo suficiente para conhecer aquele terreno. Tentaria desviar dos primeiros golpes para conhecer a força do oponente, que ele já sabia ser muita, mas ele também sabia que tendo fé no seu deus e conhecendo a si mesmo e ao oponente, nada era impossível. Depois de desviar de alguns socos e chutes, Blaze se posicionaria de frente ao oponente e então usaria um chute frontal com a perna direita vindo de trás e a perna esquerda fixa de base para empurrar o adversário, com um pulo para um lado para escapar de um contra ataque e um chute semi-circular com a perna de trás atingindo o torso do adversário com o peito do pé direito e então voltando para a posição defensiva tentando desviar dos ataques.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por NR Lima Limão em Sab Ago 29, 2015 11:21 pm

Ang sorriu, satisfeito que seu companheiro havia compreendido a importância daquela luta. Mesmo que pego de surpresa, o feral tinha plena certeza que Ang jamais faria tal pedido se não tivesse um forte motivo por trás. No fundo, ele também havia aprendido a ser como Ang, treinado no templo pelo mestre Zen, ele aprendeu muito sobre si mesmo e sobre o mundo. E estava prestes a aplicar tudo que aprendera agora, testar seus verdadeiros limites.

A noite ainda era avançada, não fosse pela fogueira acesa, seria praticamente impossível enxergar algo naquela floresta. A tempestade já havia praticamente sumido, e agora a neve caía fraca, apenas alguns flocos de neve inofensivos para afagar o rosto dos dois lutadores. Ang deu dois passos para trás, preparando-se para a luta, seria um duelo limpo, e como mandava o costume dos dois, primeiro havia os cumprimentos.

- Blaze. Quero que de o seu melhor. Prove para mim que és digno de ser o escolhido pela folha de lótus. – Blaze não entendeu a ultima frase, mas certamente, se ele vencesse, descobriria o significado de tudo aquilo. Não só da luta, mas também de tudo, desde o momento que fora escolhido por Ang, até o presente momento. Bastava vencer.

Então os dois se reverenciaram, ao mesmo tempo. E a luta teve seu inicio, Ang foi o primeiro, ele era rápido, mas não tanto quanto Blaze. O feral com toda sua mobilidade, e seu tamanho ajudavam em muito, e desviar de seus golpes era algo fácil. Mas Ang, apesar de ser um pouco menos ágil, era mais forte, tinha o corpo mais desenvolvido e mais músculos. Era uma luta que poderia pender para ambos os lados, aquele que tivesse mais habilidade, venceria.

Blaze aproveitou-se de sua agilidade maior para então quebrar a defesa de seu adversário, mas logo percebeu que ele era bem resistente também, e mesmo sendo atingido pelo golpes do macaco, ainda continuou de pé. Quando o feral foi fazer seu segundo chute para finalizar sem combo, Ang veio preparado, segurando a perna de Blaze com as duas mãos, e com um belo puxão, o jogou para o lado, fazendo-o arrastar na neve até próximo de uma arvore. O monge então se ajeitou novamente, posição defensiva dessa vez, e aguardou.

- És muito ágil, mas tem pouca força. Deve trabalhar melhor seus golpes. Atingir qualquer ponto não efeito se não usares bem seus pés e punhos. Foque num ponto que você saiba que é vulnerável, e terás mais sucesso. – Era estranho, Ang parou para dar dicas a Blaze, como se quisesse que ele vencesse a luta, mas ainda assim, manteve-se em sua posição, e lutava como um verdadeiro mestre nas artes marciais que era.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por The Lawrence em Seg Ago 31, 2015 7:29 pm

* A despedida do templo, onde Lawrence passara vários anos desenvolvendo sua nova personalidade , fora uma mistura de felicidade, tristeza e outros sentimentos confusos. Lágrimas escorreram pelo seu rosto, molhando de leve uma pequena porção de sua barba. Abriu um sorriso ao abraçar seu mestre, que sorriu com o maior amor do mundo, com seus dentes brancos até demais. Lawrence se intrigou no primeiro dia que vira os dentes de seu mestre, mas nunca teve grande interesse em perguntar desde então. *

* Após uma árdua, porém tranquila, caminhada pela madrugada, passando por caminhos estreitos e perigosos, subindo e descendo as Montanhas da Neve Eterna, seus passos tranquilos e seguros do que faziam, fizera o caminho se tornar prazeroso. Descendo a última montanha, avistara ao longe um belo vilarejo. Mesmo que pequeno, tendo uma visão ampla da mesma, era possível observar seu padrão de estrada perfeitamente balanceados e planejados. Lawrence parou por alguns minutos naquele declive, observando a bela paisagem. *

* Nenhum pensamento o incomodava. O que passava em sua mente era simplesmente observação e plena quietude. *


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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por NR Lima Limão em Qui Set 10, 2015 3:15 pm

Mais um belo dia estava nascendo na maravilhosa ilha de Lodoss. E ao raiar de um novo sol, muitas novas historias começavam, muitas aventuras tinham inicio, e uma dessas historias, era a de Lawrence. O monge que agora partia de seu exílio nas montanhas rumo ao desconhecido. As lágrimas molhavam seu rosto, que num sorriso de felicidade e satisfação, se encontravam com os olhos carinhosos e também felizes de seu mestre.

A despedida calorosa dos dois acompanhou o recém aventureiro em sua descida árdua pela cordilheira nevada do norte. Aquecendo seu coração em meio ao frio cortante, mesmo o sol não era tão quente a ponto de impedir que a brisa gelada daquela manhã o fizesse se arrepiar.

Alguns dias se passaram naquela jornada, até que finalmente Lawrence alcançou o vilarejo. Calm com toda sua simplicidade e clima hospitaleiro, conseguia ser linda até quando vista de longe. Ali daquela colina era possível ver praticamente tudo. O céu estava limpo, nem sinal de nuvens ou neve para aquele dia, mas o vento gelado acariciava seu rosto e balançava seus cabelos levemente. Uma vista maravilhosa. Tudo aquilo ao som da natureza. As folhas das arvores se remexendo de leve, o vento soprando e assoviando por entre as curvas das rochas e troncos.

Mas um som destoou toda aquela harmonia. Um grito que não fazia parte de toda aquela natureza, ecoou pelas arvores como um sinal de alerta para o perigo. Um grito alto e estridente, certamente de uma mulher. Ela gritou novamente, dessa vez um grito entrecortado, como se algo a tivesse interrompido no meio de seu pedido de socorro e a fizesse se calar. Estava próxima, mas não era possível ver onde.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por The Lawrence em Dom Set 13, 2015 10:37 pm

* Lawrence ouvia o som natural dos pássaros, gravando os padrões inconscientemente, sentia o vento gélido balançar levemente seus cabelos, o delicioso som das folhas dançando junto ao vento e outros pequenos barulhos até então desconhecidos. De repente, um grito ecoou por entre as árvores. Um grito agudo e feminino, aparentemente. Instintivamente Lawrence levantara e correra na direção de onde o grito viera. *

'Eu posso estar caindo em uma armadilha mas não posso ficar parado e não fazer nada, pois as possibilidades são infinitas.'

* Ela gritou novamente, dessa vez um grito entrecortado, como se algo a tivesse interrompido no meio de seu pedido de socorro e a fizesse se calar. Ainda correndo, Lawrence pensara na possibilidade mais óbvia: O que o que quer que fosse, estava sendo atacado e/ou sequestrado. Com ou sem motivo. Mesmo sentindo que era necessário seguir em frente, observava onde pisava, analisava seus arredores, as copas das árvores, e os pequenos animais que estariam possivelmente fugindo ou se escondendo perante a situação. *

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por NR Lima Limão em Qui Set 17, 2015 1:19 pm

Lawrence correu pelas arvores como se sua própria vida dependesse daquele ato de heroísmo. Mesmo sem saber o que o aguardava, ele abraçou a causa de salvar, mesmo que a vida de uma completa desconhecida, o que poderia lhe causar risco a sua própria vida. Mal deu três passos e um revoada de aves mais ao longe indicou que algo perturbou a harmonia da natureza. Uma fuga, talvez? Vinha da direção que o grito viera.

Lawrence não precisou avançar mais do que 20 metros mata a dentro para encontrar os primeiros sinais suspeitos. Pegadas, muitas delas, profundas na neve haviam sido feitas recentemente, e pelo espaço entre as passadas, estavam correndo. Ele avançou mais, e 20 metros após, uma nova pista, esta mais preocupante ainda. Sangue. Pequenas manchas de sangue se faziam presentes junto com as pegadas. E mais ainda que isso, havia um grande buraco não natural na neve, como se algo pesado tivesse caído na neve, e depois se retirado. E pelo formato, somado ao sangue presente no ambiente, Lawrence poderia chutar que era o corpo da vitima.

Porem o corpo não estava ali, seja quem for, sobreviveu ao ataque. Ela se levantou, caminhou mais alguns metros e então... La estava ela. Cerca de 5 metros depois da cena do crime. As manchas de sangue acompanhavam as pegadas vacilantes na neve até chegar no corpo caído da moça ao lado de um grande pinheiro. Lawrence olhou em volta, mas não havia mais ninguém, apenas ele e a vitima, que inclusive, poderia estar morta. Ou não. Ela se moveu, parecia tentar se levantar, mas não tinha forças, cedeu novamente ficando imóvel. - Socorrr... - Ela mal tinha forças para gritar, sua voz saiu quase como um gemido sofrido. Um ultimo suspiro.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por DoBer em Sab Set 19, 2015 10:54 pm

off: Desculpa pelo atraso =P muito trabalho da faculdade -.-
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Estava muito escuro, mas a luz da fogueira era o suficiente para ver o que precisava. Ambos os monges se prepararam para o combate, fizeram o cumprimento formal e se concentraram em suas bases de luta. Ang falou uma frase que Blaze não entendeu, mas não deu muita importância no momento. Em seguida, ele começou mais defensivo e graças à sua grande agilidade conseguiu esquivar dos ataques do seu oponente. Ele era bem forte, isso podia sentir, mas não era tão rápido quanto o feral. Aquela neve o atrapalhava muito, aquele frio... E o macaco não era do tipo que gostava muito de escuridão. Mas a batalha seguia, e ele tinha um objetivo bem claro à sua frente, que era chegar ao templo das Orquídeas para se aquecer e descobrir o que estava acontecendo ali. Tinha motivações bem fortes também, e para isso precisava vencer Ang. Quando começou a atacar, porém, percebeu que seus ataques não estavam tendo o efeito desejado. O adversário era muito resistente, e talvez ele tivesse que mudar de estratégia.

Foi então, na continuação do combo, que o oponente o pegou desprevenido, lançando-o pela neve para perto de uma árvore. E algo inesperado aconteceu. Fu Ang parou diante de seu adversário caído e começou a dar-lhe dicas: dizia que como não tinha tanta força, deveria mirar os seus golpes em pontos frágeis, de modo a ter a eficiência desejada.

Blaze aprendeu alguma coisa sobre pontos mais frágeis do corpo no templo, ele se lembrava. Parece que era sobre acertar as dobras, como ombros, cotovelos e pescoço. Tentaria algo assim da próxima vez.

Ang ainda estava em posição defensiva acima dele, como que esperando Blaze se recuperar para continuar a luta. Blaze então se levanta, ainda tonto, quase caindo novamente. Então tira a neve da cabeça e dos ombros, se colocando na base de luta para lutar novamente. Tentaria usar a seguinte estratégia: daria um soco rápido no lado do corpo do oponente, então pularia para o outro lado, tentando ficar atrás dele e daria um chute frontal atrás dos joelhos na intenção de derrubá-lo e, como achava que não seria suficiente, também iria empurrá-lo para baixo se apoiando em seus ombros e caindo com o cotovelo sobre a ligação do ombro.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por The Lawrence em Qua Set 23, 2015 2:11 am

* Após um curto espaço de tempo, Lawrence observa pegadas, enquanto corre. Quase que instantâneamente, deixa de se impulsionar ao máximo, adquirindo sua velocidade média. Mas não significa que deixou de correr. Lawrence ignorou grandes detalhes nas pegadas e continuou seu caminho, seguindo-as. Observava atentamente o seu redor. Desde que encontrara as pegadas, seu coração estava mais rápido, demonstrando adrenalina sendo produzido constantemente em seu corpo, deixando sua mente e cérebro em constante alerta. *

* Alguns metros mais a frente, encontra sangue na neve. Por falta de prática em campo, notara o buraco não natural da mesma maneira que observara as árvores, folhas e animais, ou seja, não deu importância. *


' Tudo era possível '

* Torcia para que a vítima estivesse escapado a tempo, apesar das circunstâncias não serem favoráveis, além do fato de que a voz da mulher fora abafada por algo ou alguém durante os gritos anteriores. Lawrence voltou a seguir o sangue e as pegadas até encontrar o corpo da vítima imóvel. Até então tudo levava a crer que estava morta, até ela se mover tentando se levantar mas caiu novamente voltando ao estado original. *

- Socorrr... -

- Permaneça imóvel. Vou te carregar até a cidade. -


* Ao ouvir o último suspiro, fechou os olhos e apertou ambos os punhos com força, sentindo uma mistura de raiva e pena. Abriu seus olhos de cenho cerrado. Enquanto olhava para frente, sem objetivo, analisava todo e qualquer barulho que era transmitido para suas orelhas. *

'Só havia uma pegada: A da moça. O que significa que o que quer que estivesse atrás dela, não se locomovia pelo solo. O ser que a atacou, aparentemente não terminou o que quer que queria fazer. A mulher não morrera de imediato e suas roupas ainda estavam nela. Talvez o ser tenha se escondido ao ouvir meus movimentos.'

* Lawrence permaneceu imóvel, concentrado em sua audição. Pretendia ficar assim por alguns minutos até ouvir qualquer coisa suspeita. Caso qualquer barulho suspeito aparecesse, passaria a contrair seus músculos fazendo o possível para não se mover muito, além de mover a cabeça para a fonte do barulho. Se o mesmo fizera tal som para atacar, instintivamente Lawrence se impulsionaria para trás, fazendo o possível para desviar, enquanto levava o ante-braço flexionado como um escudo para o rosto. Se durante esses minutos o silencia reinasse, Lawrence iria na direção da moça no intuito de levantá-la, apoiando sua mão esquerda nas juntas das pernas e a direita em suas costas. De maneira calma e impassível, se colocaria em movimento carregando a moça na direção da cidade. Seu coração batia de maneira frenética. Adrenalina ainda era presente, pois perigo ainda era um provável futuro. *

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por NR Lima Limão em Qui Set 24, 2015 12:28 pm

@ Dober

A investida de Blaze agora era focada em desabilitar o oponente. O primeiro golpe foi rapidamente bloqueado pelo monge, mas assim que Ang tentou um contra-ataque, o macaco já estava fazendo seu segundo movimento. Com uma agilidade impressionante, e uma flexibilidade de dar inveja, o feral conseguiu chegar às costas de Ang e executar seu plano. O monge da lótus ficou bastante desestabilizado com aquela rasteira, mas não chegou a cair, o que atrapalhou os planos de Blaze para seu ultimo golpe. O empurrão de Blaze acabou por não produzir muitos efeitos, fazendo com que Ang apenas se afastasse alguns passos cambaleando, mas conseguiu manter-se de pé.

O monge logo que se recuperou da investida foi em direção ao feral. A batalha estava tomando um rumo bem sério naquele momento. Os golpes de Ang agora eram mais precisos e lentos, porem mais fortes. Primeiro uma sequencia de golpes com as mãos, palmas e socos, e em seguida para finalizar o chute, que penetrou a guarda da Blaze o jogou  na neve novamente, dessa vez mais dolorido que antes.

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@ Lawrence

- Por favor... Me ajude... Ele quer... - Ela estava sem forças para falar, sua respiração era pesada, e ela já não conseguia mais se mover. Ela estava vestida com roupas de couro e de peles, certamente deveria ser uma caçadora. Mas os motivos para tal ato hediondo contra a vida de uma pessoa ainda permaneciam desconhecidos. O agressor não estava por perto, ou talvez não a vista pelo menos. Lawrence olhou à sua volta e não conseguiu ver nada. Apenas as copas das arvores e o branco da neve preenchiam tudo a sua volta. Ele permaneceu alerta por mais um tempo, até que do alto veio a resposta. Uma adaga. A arma passou cortando fino, tirando um filete de sangue do rosto de Lawrence, que por puro reflexo, não foi atingido em cheio pela mesma.

Em seguida, foi a vez do perigo real se revelar. Como Lawrence bem suspeitava, o assassino estava escondido, saindo da mesma arvore que havia atirado sua adaga, ele surgiu de cima de um dos galhos pousando na neve fofa abaixo. Trajava roupas em tons de cinza e branco, provavelmente para conseguir se camuflar melhor em meio à neve. Ele usava uma mascara que cobria todo seu rosto, e suas roupas eram pesadas e fechadas. O homem nada disse quando se revelou, apenas esticou os braços, e das mangas de seu casaco, duas garras saíram, grandes como facas. E ele partiu ao ataque, não esperou sequer que o monge dissesse algo em sua defesa. Não poderia haver testemunhas para seu crime.

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por The Lawrence em Qui Set 24, 2015 10:10 pm

- Por favor... Me ajude... Ele quer...

' Então, ela ainda está viva... '

*        A moça estava vestida com roupas de couro e peles que, provavelmete, protegeram-na contra algum tipo de ataque fatal. Ela apenas moveu a boca durante e após a fala anterior, permanecendo imóvel. Possívelmente quebrara algum osso ou perdera muito sangue, mas Lawrence não estava preocupado com ela, ainda. *

*        Permanecendo parado e alerta, ouvia apenas o som das folhas dançando ao vento em unisom, ou não. Após um certo tempo estático, repentinamente Lawrence ouvira algo  acima de sua cabeça, se impulsionando para trás por instinto. Mas seu movimento não não impediu algo, que Lawrence ainda não tivera tempo para determinar, de cortar por raspão seu rosto. Desinteressado em olhar para o chão para ver o que era, olhou para cima observando o ser mascarado caindo dos galhos, atingindo a neve fofa logo abaixo, criando um som abafado e confortável. Sentira o leve vento do ar se deslocando, abrindo espaço para o mesmo se ocupar. Lawrence observava cada movimento, atentamente. Seu coração pulsava ainda mais forte e rápido. Lawrence tentava controlá-lo com respirações lentas e profundas, fazendo sua mente acalmar aos poucos como aprendera nas montanhas. Repentinamente, surgiram duas grandes garras de suas mangas. Tão rápido quanto, o ser partira para o ataque. Nada passou na mente de Lawrence, que esperava pacientemente por esse momento. Deixaria para analisar o motivo do ataque do ser para com a moça, se a batalha for bem-sucedida. *

*        Lawrence sabia que não era rápido o suficiente para um ataque corporal com possível destreza e velocidade maior que a sua, logo, ao invés de tentar esquivar, mirou seu punho, que já estava pronto para o ataque, no pulso mais próximo do inimigo com força total, no intuito de incapacitar o braço do oponente além de bloqueá-lo. Logo após, recuaria seu braço e punho, abrindo espaço para seu ataque utilizando seu outro punho, de baixo para cima, mirando o queixo do oponente. Ao mesmo tempo contraia suas pernas para impulsionar o corpo, aumentando ainda mais a intensidade de seu ataque. Se o seu bloqueio não tivesse sido bem sucedido, aguentaria a dor e faria o ataque de qualquer maneira. *

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por NR Lima Limão em Seg Out 05, 2015 9:49 am

O algoz avançou com seus braços para trás, para gerar mais aerodinâmica em sua investida, e que investida, como ele era rápido. Em poucos segundos ele atravessou os mais de 10 metros que separavam os dois, e lá estava ele, frente a frente com Lawrence. Silencioso até em seu ataque, tudo que Lawrence consegui escutar era o som da respiração do homem, enquanto este, agora a centímetros de seu corpo, usava seu braço esquerdo para gerar uma defesa e ataque ao mesmo tempo. A vantagem de se estar com as garras, era que a mesma mão que bloqueava, poderia ser usada para atacar. Seu braço esquerdo veio a frente do corpo com o intuito de produzir um bloqueio e também mirando o flanco de Lawrance, enquanto que seu braço direito, ainda esticado atrás do corpo, se descrevia num arco mortal em direção ao peito do monge.

O guerreiro teve pouco tempo para reagir, ou se defendia do primeiro ataque, ou do segundo, os dois não daria tempo. Ele escolheu então o segundo, pois este parecia ser muito mais perigoso, e assim que a lamina gelada passou rente a seu peito ele pode sentir a dor, mesmo que pouca mediante sua condição como homúnculo, mas a sentiu e sabia que havia se ferido. Mas seu movimento de certa forma o ajudou a prevenir maiores danos, fazendo com que o corte não fosse profundo, apenas extenso, indo de um lado a outro do seu tórax. Quando a mão direita veio para abraçar o peito de Lawrence com a morte, o guerreiro executou seu golpe, afastando a mão que o atacava, e aproveitando a chance para um gancho de direita no queixo do assassino.

O mascarado recuou cambaleante, por pouco não perdeu o equilíbrio, mas com certo esforço se manteve de pé. Apesar de não ser tão rápido, Lawrence notava ser bem mais forte. E ele poderia usar isso a seu favor, não fosse a falta de uma arma, estaria em vantagem clara contra aquele assassino. Um covarde que apenas atacava vitimas mais fracas e indefesas aparentemente. O homem permaneceu parado por uns instantes, se recuperava ainda do golpe, a chance perfeita para um contra ataque por parte de Lawrence, o que o homúnculo faria? Apesar de perceber que não seria tão fácil assim, o assassino não recuou, nem deixou transparecer que o faria tão cedo.

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<Desculpe o leve atraso, pode adicionar 50 exp. a sua ficha por isso. Além disso, gostaria de pedir 2 favores. Primeiro que de uma revisada no seus atributos, pois acabei de perceber que estão no padrão antigo do fórum. Aconselho que dê uma lida no tópico que fala sobre os novos atributos para melhor orientação. Segundo, gostaria que colocasse um link para sua ficha assinatura, pois facilita assim a consulta, e aproveitando pode editar também a assinatura ara corrigir os atributos assim como na ficha.>

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por DoBer em Seg Out 12, 2015 9:40 pm

Os ataques de Blaze não tiveram tanto efeito quando ele pensou, mas já conseguiu desestabilizar o oponente, o que já era bom. Em seguida Ang realizou uma sequência de socos e ataques com a palma da mão, que já eram bem conhecidos do macaco, mas difíceis de desviar. Ele prendeu bem os pés no chão, desviando a cabeça para os lados para desviar dos ataques, usando a defesa média com a mão aberta para desviar os ataques que chegavam muito perto. Em um instante, porém, quando parou para pensar que golpe usaria na sequência, um chute o pegou desprevenido e lá se foi o macaco de encontro à árvore de novo.

Blaze estava novamente cheio de gelo, nunca estivera tão gelado em sua vida, mas estava começando a pegar o calor da batalha e estava gostando. Um leve ferimento ardia em sua cabeça por causa do frio, mas isso não importava agora. Se levantou, tirando a neve do corpo e analisou a sua situação. Ainda estava escuro, a fogueira já estava quase se apagando, podia-se dizer que sua cabeça iluminava mais o local do que a própria fogueira. Ang esperava a uma distância maior que antes, quase sem expressão, em posição de defesa. Era hora de agir.

- Tá frio aqui, vamos esquentar um pouco as coisas. - enquanto Blaze falava com um sorriso zombeteiro, suas chamas brilhavam mais que o normal.

Blaze correu com toda velocidade em direção ao adversário, com a guarda fechada, desferindo um soco no último momento e prosseguindo quase no mesmo instante com uma sequência de golpes de punho, bloqueando ou desviando dos ataques do adversário sempre que podia e tentando quebrar a guarda do outro, mirando de preferência no ombro, no queixo ou no estômago do outro. No fim do combo, tentaria empurrá-lo com um chute lateral com a perna da frente, puxando para trás e então liberando o impulso na planta do pé na altura da sua cabeça aproximadamente.

"Devo procurar os pontos fracos" era o que tinha em mente.


Última edição por DoBer em Sab Out 17, 2015 7:07 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Vilarejo de Calm

Mensagem por The Lawrence em Seg Out 12, 2015 10:54 pm

De maneira extremamente veloz, o inimigo atravessou os 10 metros aproximados de distância chegando próximo de Lawrence o suficiente para ouvir a respiração do mascarado durante os segundos seguintes. Vira que o perigo iminente era duplo, logo decidira bloquear o ataque mais perigoso da mesma maneira: atacando.

O foco de Lawrence estava completamente centrado no braço direito do inimigo, pois este poderia trazer suas lâminas para algum ponto vital de Lawrence, como o coração. Enquanto impulsionava o seu punho, sentia uma fincada de dor. Sabia que se feriu pelo segundo mas obteve hesito em ignora-la. O bloqueio fora bem sucedido, afastando o braço do mascarado. Criou-se tempo suficiente para um gancho impulsionado pelas pernas. Acertara em cheio o queixo do assassino, que cambaleou para trás logo em seguida.

O instinto antigo de batalha de Lawrence, antes escondido por anos, submergia aos poucos criando uma ansiedade crescente em seu peito. Consequentemente, Lawrence não conseguiu ficar parado. Terminando o golpe, se impulsionaria para frente preparando uma joelhada com a perna direita. Terminaria com um segundo gancho utilizando seu punho esquerdo. Miraria a face do oponente caso este tenha se encolhido de dor no estômago pela joelhada ou em seu queixo caso tenha conseguido desviar do primeiro ataque.

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