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Subúrbio

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Subúrbio

Mensagem por ADM GabZ em Sab Fev 22, 2014 2:05 pm

Relembrando a primeira mensagem :



A orla norte da cidade de Hilydrus é onde se localizam os subúrbios, lar dos menos afortunados e daqueles que não se dão muito bem com a lei. As moradias são geralmente construídas em madeira e de forma irregular, resultando na formação de becos e vielas perigosos. É o lugar preferido para foras-da-lei se esconderem, e também para abrigar quem tem pouco dinheiro sobrando. Comprar ou montar um barraco é fácil, mas é difícil ter alguma segurança ou tranquilidade quando se mora por aqui. O lugar é extenso, tendo centenas de casas mal-acabadas e becos escuros. No centro, onde o acesso é mais difícil, é onde líderes de gangues se reúnem em barracos secretos e montam seus planos.

Soldados evitam patrulhar muito à fundo nas vielas, já que são lugares fáceis de criar emboscadas. Ao invés disso patrulham as ruas mais largas, mesmo sabendo que dificilmente poderão fazer algo caso um criminoso se esgueire pelos becos. Por conta disso o lugar acaba se igualando a Takaras no que diz respeito a fazer justiça com as próprias mãos: líderes de gangues chegam a enforcar quem não segue suas regras, e os corpos ficam pendurados durante dias até que os soldados resolvam retirá-los. Apesar da aparente dominação do crime, é cada vez mais constante uma frota de soldados se organizar e invadir o subúrbio atrás de foras-da-lei. E em geral conseguem fazer uma limpeza invejável. Quando não são mortos os criminosos encontrados vão diretamente para os calabouços do castelo cumprir suas penas.

É preciso ficar atento ao se aventurar por aqui, a não ser aqueles que façam parte do submundo do crime.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 6:53 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Subúrbio

Mensagem por NR Fury em Ter Mar 24, 2015 11:46 am

ALDARION E SABRINA
 

O anão verde e esquisito engoliu seco. Ele estava numa situação difícil agora. Tinha que fazer o que quer que fosse que aqueles dois mandassem ou correria o risco de ser esmagado, na melhor das hipóteses. Depois ele levou a mão até o ombro. Parecia bastante machucado, embora apenas internamente. Em seguida, acenou positivamente com a cabeça para Sabrina quando esta ordenou que ele os guiasse até o tal tesouro.

[???] — ... p-p-por aqui.

Começou a caminhar na direção em que corria. Ele era bem lento, já que suas pernas eram curtas, então era muito fácil acompanhar. Quando ele caminhava, balançava seu corpo de um lado para o outro, um pouco desequilibrado. Eventualmente ele olhava de canto para o martelo de Aldarion apenas para se lembrar do porquê obedecia fielmente à dupla.  

[???] — Meu tesouro muito bem escondido. Ninguém encontrar se eu não mostrar. Hihihihi! Ninguém encontrar! — Ele tagarelava no caminho com sua voz anasalada.  

O grupo seguiu através dos tuneis. Primeiro em linha reta, depois à esquerda e à direita. Era preciso manter um olho atento, senão correriam o risco de se perder no emaranhado de caminhos que se abria em sua frente. Todos os dutos dali para frente eram permeados por um córrego putrefato que percorria o seu centro. Em alguns pontos, ele se tornava um verdadeiro alagado que se estendia por todo o caminho e era impossível passar sem que se mergulhasse pelo menos os pés na imundície de Hylidrus. Para o pequeno, o líquido repleto de dejetos alcançava até a cintura, nos pontos mais fundos, mas ele sabia estrategicamente por onde passar para não pisar nas partes mais profundas onde certamente se submergiria. Isso provava que ele conhecia muito bem aquele lugar, o que era, de fato, esperado.

[???] — Não encontrar muita gente nos esgotos. Só coisas estranhas. Coisas estranhas não gostar. Vocês vir atrás de coisa grande ou coisas estranhas? Ou se esconder?

Por fim, quando a dupla já poderia estar apresentando os primeiros sinais de tédio ou irritação, o anão para frente a uma parede onde um limo liso escorria do teto ao chão, embebido no líquido de uma infiltração que por ele descia. Era como a baba empesteada de um troll, pegajosa, mal cheirosa e esverdeada, mas, sem recear, o pequeno o toca.

[???] — Aqui, aqui! Hihihi!

Os dois poderiam pensar terem sido enganados quando o pequeno afasta o limo e revela uma passagem por trás dele. Era como uma cortina verde e natural, além de muito nojenta, é claro. Por trás dela se revelava uma passagem grande o suficiente para que qualquer um dos dois passasse em pé. Logo adiante não havia saída, mas um baú de madeira. Ele era grande, maior do que o próprio anão. Estava fechado, porém, não cadeado. Um feixe de luz penetrava por uma fissura no teto e se despejava de maneira fortuita sobre o tesouro. O que será que haveria em seu interior? O pequeno se manteve segurando a "cortina" para a passagem da dupla.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Sassa em Qui Mar 26, 2015 11:53 am

O baixinho parecia bastante solicito a nos ajudar, Aldarion tomou a dianteira ameaçando o pequeno com seu martelo enquanto eu seguia logo atrás observando o caminho. Não que houvesse muito a se observar naquele lugar podre e fedido. As poças de sujeira só aumentavam, e chegamos num ponto onde o canal do esgoto alagava a área onde era possível caminhar, fazendo com que fôssemos obrigados a andar na lama. O monstrinho pulava de cantinho em cantinho, já sabia de cor os locais onde o canal era mais raso e assim evitava se afundar na sujeira e morrer afogado. – Viemos atrás da coisa grande... - Seguindo ele, fiz os mesmos passos na hora de seguir em frente, tentando evitar o máximo possível aquela imundice. Caminhamos por umas boas horas e nada de novo aparecia à nossa frente, e eu já cogitava a ideia de chutar mais um pouco o traseiro daquele coisinha verde por conta disso. De repente paramos em frente a uma parede musgosa, parecia uma baba esverdeada e molhada que cobria toda a parede, sem deixar nenhum pedaço à mostra. O pequenino apontou para a parede com musgo e então descobriu-a como se o musgo fosse uma cortina, revelando então uma passagem até então secreta, e no fim dela um baú misterioso. – O que há dentro do baú? – Perguntei inquisidora. Queria saber antes de ir até lá para pega-lo, mas caso ele não respondesse, ou não soubesse o do que se tratava, eu iria lá ver com meus próprios olhos.

- Espere aqui, Aldarion. Cuide para que este pequenino não faça nada de errado. – Disse ao guerreiro enquanto caminhava devagar e cautelosamente até o baú. Era bem provável que aquele véu de musgo gosmento não fosse a única “defesa” daquele tesouro. Então tomei o maior cuidado possível com possíveis armadilhas. Olhando para todos os lados, atenta ao menor dos ruídos, e quando chegasse ao baú, também não o abriria de primeira. Daria alguns pontapés para averiguar, caso sentisse segurança, abriria o baú com um movimento rápido e evasivo. Puxando com força a tampa para trás e depois saindo de perto dele. Caso nada acontecesse, só então eu olharia o que havia dentro do baú.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Dom Mar 29, 2015 9:34 pm

Aldarion seguida logo atrás do anão verde, sempre atento a tudo ao seu redor, ao contrário de Sabrina ele pouco se importava com a sujeira do local e atravessava sem hesitação qualquer barreira por mais imunda que fosse. O único olho do guerreiro estava arregalado, atento a tudo, a expressão em seu rosto não era nada amigável, parecia que a qualquer momento ele esmagaria a primeira coisa que visse a sua frente.

O trajeto fora complicado, cheio de curvas e desvios, por várias vezes ele e sua amada se viam atolados no lodo fétido do esgoto, mas Aldarion o tempo todo se mantinha muito esperto, seguindo a risca os passos do anão e o mais importante, auxiliando Sabrina a passar pelos maiores obstáculos. Em alguns momentos ele chegava até mesmo a carregar a garota sobre os ombros pra ter certeza de que ela não entraria em contato com aquela água. Durante o trajeto a coisa verde falava, parecia querer descontrair um pouco.

[???] — Não encontrar muita gente nos esgotos. Só coisas estranhas. Coisas estranhas não gostar. Vocês vir atrás de coisa grande ou coisas estranhas? Ou se esconder?

Viemos atrás de um monstro, a coisa grande. E por falar nisso, me chamo Aldarion, como você se chama? — Perguntou tentando descontrair um pouco.

Finalmente depois de um tempo o trio chegou ao tal do tesouro que ficava escondido atrás de uma parede de musgo. Sabrina se adiantou e entrou antes dando ordens claras para Aldarion ficar na entrada vigiando, coisa que ele fez sem questionar.

Amigo não tenho nada contra você, mas se comporte ok? Não quero ter que usar meu martelo de novo... — Disse o guerreiro exibindo o martelo.

Amor toma cuidado... Por favor muito cuidado. — Disse para Sabrina, com as palavras claramente carregadas de preocupação.

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Re: Subúrbio

Mensagem por NR Fury em Ter Mar 31, 2015 10:40 am

ALDARION E SABRINA
 

[???] — Chamar Olaf. — Respondeu o pequeno com um sorriso satisfeito e orgulhoso no rosto. Olaf. Aquela era a primeira vez que a dupla ouvia falar naquele nome, mas não seria a última.

[...]


Ironia. Ironia é uma megera com um rosto de anjo sentada sobre uma fera e que estende uma mão vestida numa luva de ceda, trajando um sorriso amistoso e convidativo, cínico. Ironia; quando a feiticeira desconfiada adentrou à câmara do tesouro, não foi capaz de evidenciar um indício sequer de alguma armadilha. Não havia defesa. Não havia ruído ou pedra que rolava, nem alçapão no chão ou flechas envenenadas que emergiam das paredes. Não. Nem mesmo um cadeado. Nem mesmo um servo de dentes afiados. Sabrina abriu o baú num movimento evasivo. Ele não explodiu. Uma suave luminescência emergiu de seu interior: a prova de um valoroso tesouro! Ela se aproximou. Seus olhos reverberaram em alegria e contentamento. A ganância fez surgir água em sua boca quando ela viu uma pedra, não, uma gema preciosa e enorme, do tamanho de um coração humano. Quanta beleza! Ela emitia luz própria, como uma estrela que havia se descolado do céu. Dava pra imaginar o seu valor? Ou melhor, as magias e mistérios que ela continua, os segredos arcanos da fonte de sua luz e sua origem, seria possível imaginar?

Sabrina se aproximou novamente do baú. A gema estava solitária, não havia detalhe naquela caixa de madeira, apenas a presença mágica da pedra. Ela se abaixou e a pegou nos braços como uma mãe segura uma criança, sentindo o toque cálido e aconchegante. Ironia; quando ela cruzou o limite do baú com a pedra, de súbito inscrições arcanas se revelaram em todo o contorno da caixa, depois na gema, mas antes que ela pudesse derrubar a preciosidade e se livrar dela, a pedra se rompeu, como se não fosse nada além de uma fina casca e emitiu um flash forte e silencioso de luz, como relâmpago distante. A ironia havia mostrado sua outra mão, a que estava escondida, vestida numa luva de ferro e que trazia uma adaga preparada para esfaquear os desavisados. Ironia...

O tempo parou. Não para o mundo, mas apenas para Aldarion e Sabrina. Depois de um longo período as memórias voltaram a fluir por suas mentes, mesmo que fosse com um atraso. Aquela luz havia os paralisado. Havia atingido não apenas a feiticeira, mas também ao guerreiro logo atrás que a guardava tão fielmente com seu único olhos. Havia paralisado não seus corpos ou seus músculos, mas suas mentes. E Olaf? O maldito diabrete, ciente de sua armadilha, fechara seus olhos para que não fosse por ela atingido. Mas o pior veio depois, conforme as memórias foram retornando e revelando: eles haviam sido roubados! E o desgraçado teve todo o tempo do mundo, até mesmo para fazer mais de uma viagem. Roubados! Deixados apenas com a roupa do corpo no escuro e podridão do esgoto.
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Adicional:

Bom, pessoal, vocês caíram na armadilha de Olaf, o Diabrete. Essa armadilha, conforme conversei com a Gabz, não tem um teste de resistência justamente por ser uma armadilha, portanto, não está ligada diretamente ao poder do diabrete. Sabem por que tanta "ironia"? Porque o diabrete não tem mais que level 5. Na verdade, ele era tão fraco que acho que dava para matar com um chute. E ele também é um metamorfo. Então vocês poderão algum dia de novo cruzar por ele e cair na armadilha... nunca se sabe.

Vocês perderam tudo que listaram para trazer na aventura. Exceção apenas do que vestiam e dos itens que não podem ser roubados, como o colar e a espada do Aldarion. Além disso, o diabrete não levou o martelo. Ele até tentou, mas era muito pesado, então ele abandonou logo adiante. Até que nem perderam tanto. u.u Como Sabrina não mencionou o dinheiro, este está a salvo.

Essa experiência, mesmo sendo negativa, vai render a vocês 100xp, porque eu considero que se aprende mesmo com as coisas ruins. Mas eu vou dar essa xp no próximo post, no 10, quando fizer a distribuição, só pra ficar tudo junto, blz?

Agora vocês estão no escuro, só tem a luz que caia sobre o baú. Vocês ainda tem a missão. E lembrem-se: Olaf não era a única coisa no esgoto. No escuro, é muito mais provável de se cruzar com os outros habitantes do subterrâneo.

Por último: sim, havia um jeito de evitar a armadilha. Seria fazer com que o Olaf abrisse o baú. Ele insistiria, dizendo que não era capaz e, caso não convencesse, provavelmente a armadilha estaria comprometida. Ou se tivessem matado ele antes de abrir...

Vocês estão com um leve torpor, sentindo o corpo formigando. Isso vai passar nesse mesmo turno, conforme seus sentidos voltam, então digamos que vai durar meio turno.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Ter Mar 31, 2015 3:32 pm

Sabrina havia entrado na passagem e Aldarion ficara de vigia encarando o anão com seu único olho, queria ter certeza de que o pequenino não iria fugir ou acionar alguma alavanca ou botão escondido para dar fim a sua amada que estava se arriscando lá dentro. Mas nada do que o guerreiro esperava aconteceu de fato, pelo menos não da forma como ele imaginava que aconteceria. Sem nenhum aviso um clarão branco tomou conta de todo o lugar como se um relâmpago tivesse explodido ali dentro porém sem descarga elétrica ou barulho. Tomado pelo susto, Aldarion olhou para Sabrina apenas para ele próprio se ver pego por aquela luz cegante e paralisante.

A dupla de aventureiros havia caído na armadilha de Olaf o diabrete e agora estavam a mercê dele. Se ele quisesse simplesmente matá-los ele assim o faria sem qualquer dificuldade, mas não eram suas vidas que o pequenino verde queria tomar mas sim seus pertences. Talvez ele fosse somente um ladrão, ou talvez ele resolvesse poupar o casal pelo fato de Aldarion ter sido amigável com ele, seja qual forem as razões ele só iria roubar os pertences do casal.

Com Aldarion e Sabrina paralisados, a primeira ação do diabrete foi tomar o martelo da mão de Aldarion, mesmo o guerreiro paralisado a visão dele imóvel empunhando a arma ainda era ameaçadora e por isso só para ter certeza Olaf decidiu desarmá-lo primeiro. Quando pegou o martelo dos dedos duros porém maleáveis de Aldarion, sentiu o peso da arma, ele poderia carregá-la mas não usá-la, pensou que talvez pudesse trocá-la por alguma coisa em algum outro lugar e por isso prendeu o martelo em seu cinto. Futuramente ele o largaria a poucos metros de distância após se incomodar com o peso da arma que quase lhe puxava as calças para baixo.

Porém esse futuro não aconteceria, Olaf não seria bem sucedido em sua empreitada. A ironia que outrora lhe fora sua amiga, agora era sua inimiga traindo-o da mesma forma como o fez com os aventureiros. Em um momento de distração, enquanto Olaf se preparava para pegar os outros pertences dos aventureiros ele sentiu uma mão poderosa agarrar seu pescoço como uma tenaz de ferro. Com uma força brutal Olaf foi jogado contra a parede mais próxima, o baque de suas costas contra a rocha fez escapar todo o ar de seus pulmões e enquanto ele se recuperava viu um par de pés se posicionar a sua frente.

Assustado e surpreso ele subiu os olhos apenas para ver Aldarion, de pé o encarando com um sorriso no rosto de orelha a orelha.

Ora essa seu vermezinho, por Mask você conseguiu pegar a nós dois. — Disse esfregando os punhos um no outro e em seguida pisando em Olaf de forma a mantê-lo no chão. — Essa sua armadilha foi muito bem feita, certamente você poderia pegar o mais forte guerreiro desta terra e até mesmo matá-lo se quisesse. Eu não sou o mais forte que existe, mas não sou qualquer um, da onde eu venho me chamam de o IMPARÁVEL JUGGERNAUT! — E com forte entonação nas palavras finais ele começou a chutar Olaf com força sem deixar o anão se levantar, ele não o mataria mas o espancaria até que o mesmo não conseguisse mais correr, no máximo andar. Aldarion se limitaria a guardá-lo para Sabrina para que ela também tivesse sua vingança que com certeza seria muito pior que a do guerreiro.

E enquanto era pisado pelo guerreiro enfurecido, Olaf imaginava o que havia dado errado, como sua irresistível armadilha havia falhado em parar aquele homem?

Informações:
Spoiler:
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Nível: 3
Descrição: Aldarion recebeu de seu mestre um treinamento árduo e brutal o que o tornou muito mais resistente e capaz de tolerar esgotamento físico e ferimentos por mais tempo.
Efeitos:

- Ironwill: Em um mundo onde a magia está presente em todo lugar, alguém que nunca desenvolveu poderes mágicos corre um sério risco ficando a mercê de magos e feiticeiros. Muitas são as histórias de guerreiros poderosos que foram derrotados com apenas uma magia simplesmente por não terem preparo para resistir a elas. Aldarion no entanto ultrapassou os limites normais de um guerreiro a ponto de fortificar sua mente, seu corpo e seu espírito para resistir à efeitos mágicos usando pura e simplesmente sua resistência. Sempre que Aldarion for alvo de uma magia que possa ser resistida com o atributo Energia, Aldarion resistirá usando o atributo Vigor no lugar de Energia. Ele pode ainda anular quaisquer efeitos mágicos que o estejam afetando consumindo 30% de PE, a anulação desses efeitos se aplica única e exclusivamente à Aldarion. Por exemplo, se Aldarion entrar em uma zona afetada por uma magia de área, ele poderá ignorar os efeitos daquela magia sem que a mesma seja anulada da área onde está.

É isso ai Katsuo, Aldarion uso sua habilidade especial Juggernaut para anular completamente os efeitos da paralisia. Mesmo não tendo resistido a ela ele ainda pode suprimir os efeitos. Por favor atualize minha MP e desconte 30%.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Sassa em Ter Abr 07, 2015 12:23 pm

Existe uma frase muito popular entre os moradores de Hilydrus, a qual acabei aprendendo por acidente enquanto permanecia nessa cidade. “Todo o cuidado é pouco...” E realmente, eu não havia entendido o real significado daquelas palavras até ter certeza que algo estava muito errado com toda aquela historia de tesouro. Por mais que o pequeno ser esverdeado fosse indefeso em comparação a mim ou a Aldarion, estávamos em seu território, e andar por território inimigo, sem saber onde estávamos pisando era um erro que costumava ser fatal. Alice parecia se revirar em minha cabeça com alguma coisa, mas ela não queria dizer do que se tratava. Ela estava inquieta, mas desde que havíamos aprendido a ser independentes uma da outra na Academia de Magia, ler seus pensamentos havia se tornado uma tarefa impossível.

Nós seguimos ao lado do pequeno ser até o tal esconderijo, apensar de não gostar da ideia de tê-lo como companhia, insisti para que Aldarion o mantivesse por perto para caso algo desse errado. Entrei no esconderijo, tomando todo o cuidado possível, de olho em qualquer canto, qualquer fresta por onde pudesse passar uma flecha, uma lamina oculta, ou ate mesmo uma agulha envenenada. Tudo era possível vindo de algo que morava no esgoto. Mas uma coisa que eu não esperava de alguém como aquele pequeno verme, era magia, e uma magia bastante poderosa. A armadilha não estava no túnel, não estava no baú, estava em seu conteúdo. Mas minha ganancia novamente havia provado que o dito popular, era a mais pura verdade. Todo o cuidado é pouco. A gema dentro do baú reluziu, brilhava como se fosse um objeto mágico, e talvez fosse, realmente era. Assim que tomei aquela maravilhosa pedra em minhas mãos, o objeto se fragmentou, e em questão de pouquíssimos segundos, uma explosão de luz saiu da pedra estilhaçada.

[...]

Torpor. Era só o que eu sentia naquela momento. Meu corpo estava dolorido, como se meus músculos tivessem sido surrados um por um. Minhas juntas estavam endurecidas e imóveis, e eu sentia como se estivesse dentro de um bloco de cimento. Mal conseguia puxar ar para meus pulmões, meu coração era a única coisa que batia com tamanha força, que era possível senti-lo ressoando por todo meu corpo. “GAROTA IMPRUDENTE E BURRA! EU SABIA QUE ISSO IRIA ACONTECER! COMO PÔDE CAIR NUMA ARMADILHA TÃO ÓBVIA? A ganancia é a sua ruína, Sabrina. Enquanto você mantiver este espírito ganancioso e famigerado por bens materiais, seu fim será tão doloroso quanto o meu...” E essa fora uma das poucas vezes em que pude testemunhar a ira de Alice se voltando contra mim. Ela era quase sempre muito fria, mas também muito cuidadosa com relação a mim. Ela me protegia, à sua maneira claro, mas me mantinha afastada das más influencias e escolhas ruins. Mas talvez dessa vez, ela tivesse deixado que eu mesma percebesse o erro que estava cometendo. Era como educar uma criança, se a criança não aprendia por bem, aprenderia por mal...

Não deu para contar quanto tempo se passou comigo naquele estado. O mal estar era tamanho, que eu sentia que iria morrer em breve por falta de ar. Mas aos poucos eu comecei a sentir novamente meu corpo. Meus músculos voltaram a responder meus comandos, e aos poucos minhas juntas começaram a relaxar. Eu ainda sentia uma sensação muito estranha de formigamento, principalmente nas extremidades das mãos e pés, mas ao menos era melhor do que não conseguir respirar direito. Eu abri os olhos novamente, me adaptando à luz, que não era muita. Estava deitada sobre o chão sujo do esgoto, de frente para mim estava o baú da armadilha, então me lembrei de tudo. A gema era uma armadilha, uma magia ardilosa que paralisava seus alvos. Mas como eu estava viva então? Aldarion! Não sei como, talvez o clarão não o tivesse alcançado, ou talvez o alvo da armadilha fosse apenas quem tocasse na gema. Seja como for, eu não precisava saber dos detalhes, só o que precisava saber era que ele havia salvo minha vida novamente.

Enquanto me levantava, escutei sons esquisitos vindos de trás. Era uma mistura de guinchos agudos, com sons surdos de impactos. Alguém estava apanhando, e eu já imaginava quem era. Me levantei com um pouco de dificuldade, e fui até onde estava Aldarion, e lá estava ele, surrando o pequeno diabrete. – Ótimo trabalho, Querido. Deixe isso comigo agora... – Olhei para o verme verde no chão, já estava bastante surrado, mais um pouco e talvez ele não sobrevivesse, mas antes de mata-lo e terminar com seu sofrimento, resolvi tirar a ultima gota, refinada e concentrada de seu desespero. – Venha cá, verme inútil! – Segurei-o pelo pescoço e o joguei contra a parede, apertando-o com força e com a mão esquerda comecei a socar sua cara. – Vamos lá, quero que você me diga a verdade agora. QUEM É VOCÊ E O QUE FAZ NESSA MERDA DE ESGOTO? HEIN? ESSE É SEU ÚNICO PASSA TEMPO, OU VOCÊ TEM ALGO QUE REALMENTE IMPORTA NESSA ESPELUNCA QUE VOCÊ CHAMA DE LAR? – E eu só cessaria a sessão gratuita de violência caso ele falasse, ou quando já estivesse morto, o que viesse primeiro.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Seg Abr 27, 2015 5:52 am

...

Pode apagar esse post.

Me desculpem por isso.

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Re: Subúrbio

Mensagem por NR Fury em Qua Abr 29, 2015 10:22 am

ALDARION E SABRINA
 

Olaf estava surpreso. Seus olhos se arregalaram como dois besouros gordos prestes a explodir. Ninguém deveria ser capaz de resistir à sua armadilha. Ninguém! Bem, e, de fato, não foi. Mas o fato de não ser capaz de resistir ao efeito inicial, não significou que este não pudesse ser repelido por Aldarion. A sorte, que até mostrava seu sorriso malicioso para o anão, agora o abandonava e ria para o lado oposto. Olaf fora derrotado em seu próprio jogo. Ferido e imobilizado, não lhe restou opção outra a não ser esperar. Toda vez que ele levava um chute, o pequeno verde gritava, demonstrando o quão frágil era — ou parecia.

Levou um bom tempo até que Sabrina se livrasse da prisão mental da criatura. Quantos minutos? Difícil dizer. Para ela, não foi mais que um segundo sobrecarregado com uma torrente de memórias que pareciam confusas. Para Aldarion, o tempo pareceu maior do que realmente foi. Quando ela despertou, sua mente ainda estava lenta, então suas primeiras palavras também o foram. Ela precisou retomar seu fôlego por um momento, mas então seu foco permitiu que ela retomasse por completo sua consciência.

[Olaf] — Não, nãããão! — Dizia ele, tentando se proteger quando a feiticeira o segurava pelo pescoço. Então ele percebeu que seus gritos e choros não surtiriam efeito. Ele viu o olhar na face da mulher e sabia que ela seria capaz de matá-lo. Foi aí que se calou. Se calou e seus olhos mudaram de preto profundo para vermelhos e sanguíneos. Mas não foi só isso. Uma boca enorme e cheia de dentes se rasgou em sua barriga e disse, com uma voz gutural:

[Olaf, O Diabrete] — Da próxima vez COMER vocês. — As chamas das tochas tremeluziram. O ar ficou, de súbito, mais frio. Sim, Olaf era uma prole maldita do inferno. Apenas um demônio puro poderia produzir uma aura daquelas capaz de ser percebida até mesmo pelo guerreiro.

Surpresa, Sabrina largou o pequeno e se afastou dois passos. Aldarion se preparou com seu martelo. Mas, apesar da mudança, Olaf ainda estava ferido e encurralado. Ele não sairia fugindo. Mas era bom manter todos os olhos abertos. Nunca se sabe, não é?

Em seguida, o corpo dele se desfigurou. Uma fumaça negra emergiu do mesmo e o cheiro de enxofre enfestou o esgoto pestilento. Olaf agora exibia sua verdadeira forma. Corpo arredondado e olhos vidrados e doentios, dentes enormes e uma boca que sorria mesmo que não quisesse. Ele era sinistro, capaz de fazer uma pessoa comum paralisar do terror de sua imagem. Exalava trevas em forma de fumaça que desaparecia poucos centímetros acima de seu corpo. Pequeno, mas assustador, digno de um pesadelo: este era o verdadeiro Olaf. Como era um metamorfo, havia se camuflado perfeitamente, não engando apenas os sentidos, como poderia fazer a feiticeira, mas assumindo verdadeiramente a outra forma. Por isso não pôde ser detectado.

[Olaf, O Diabrete] — Olaf enganar muitos. HAHAHA! Olaf nunca mostrar o verdadeiro tesouro! Mas vocês vir atrás de coisa grande. Olaf ser único que conhecer coisa grande! HAHAHA! Sem Olaf coisa grande ESMAGAR! HAHAHA!

10

XP:

Bom, vocês tem 100xp pela aventura, 250xp de bônus de narração, 200xp para o Aldarion por ter dado a volta no Olaf, 100xp para a Sah por ter caído na armadilha, 150xp para cada um pelo atraso de três semanas (contando depois do último post, que foi da Sah).
Total:
Aldarion: 700xp
Sabrina: 600xp
Deu bastante. D:

Situação:
Olaf mostrou a verdadeira face, literalmente. Lembrando que ele é um demônio puro e altamente resistente à dor. Logo, ele estava fingindo. Mesmo assim, ele está machucado, o que vocês podem ver claramente. Agora vocês podem decidir o que fazer com ele. =3 Ah, e caso não tenham percebido, a imagem que usei pro Olaf é o Gengar em forma realista! *w*

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Re: Subúrbio

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Seg Maio 04, 2015 10:56 pm

Aldarion ficou observando a reação de Sabrina, nada fora do esperado, ele chegou até mesmo a sentir pena da criatura que apanhava inclemente da feiticeira enfurecida. Até que subitamente a criatura mudou revelando ser na verdade um monstro, uma criatura dos planos inferiores.

Pelas tetas peludas de Lilith! — Disse surpreso.

No passado em suas aventuras por Faêrun, Aldarion havia enfrentado muitos demônios e sabia muito bem como lidar com eles. A primeira ação do guerreiro foi puxar Sabrina para trás ao mesmo tempo que ele mesmo se interpunha entre a feiticeira e o diabinho.

Muito bem coisinha feia, eu reconheço, nós só caímos nessa armadilha porque fomos NÓS que queríamos roubá-lo desde o começo não é mesmo? Você apenas estava dando o troco. Então se acalme, podemos chegar a um acordo... — Falou encarando a criatura.

Olaf, você é um demônio ganancioso, podemos fazer uma troca. Você pode ficar com seu tesouro, não o queremos, queremos apenas saber sobre a tal coisa grande. — Disse Aldarion fitando a criatura, ele desta vez não parecia ameaçador como antes. — Se você nos ajudar, vamos te dar 1/5 de tudo que a gente conseguir pilhar, se não nos ajudar, bom pode ir embora numa boa. Como pode ver, estou te oferecendo um acordo que você pode ou não aceitar. — Disse o guerreiro estendendo o braço pra um caminho no esgoto demonstrando que o demônio poderia ir embora se quisesse.

Então, qual vai ser sua escolha?

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Re: Subúrbio

Mensagem por Sassa em Qui Maio 07, 2015 9:39 am

Após ter descontado boa parte da minha raiva naquele ser inútil, esbravejei com ele, até que enfim as coisas mudaram um pouco de figura. A criatura verde começou a mudar de forma, ele não era quem realmente parecia ser. Ele era um demônio puro, um diabrete como Alice chamava. Ele era mais horrível ainda em sua nova aparência que na antiga, mas poderia ser um outro truque, nunca se sabe. De imediato eu o soltei e me afastei dois passos, mas não por medo, apenas por precaução. – Então essa é sua verdadeira forma? Você é horrível! – Fiz questão de despejar as palavras com todo o nojo que podia carregar. Mas Aldarion tomou uma atitude a qual me deixou um tanto chocada. Ele começou a negociar com a coisa.

- C-Como é? Perai, você está negociando com essa COISA? VOCÊ ENLOUQUECEU?! MATE ESTA PORCARIA DE UMA VEZ ANTES QUE PONHA MAIS OVOS! NÃO TEMOS QUE NEGOCIAR COM ELE, ELE TENTOU NOS ROUBAR AGORA POUCO, VOCÊ ACHA MESMO QUE ELE VAI QUERER NOS AJUDAR?! – Me exaltei bastante com a ideia de pedir ajuda a ele, mas mais ainda com a ideia de ter que dividir algo com ele depois do que tinha feito conosco. Pra mim pouco importava se tínhamos culpa no cartório ou não, ele não merecia tesouro algum.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Qua Maio 13, 2015 3:55 pm

A reação de Sabrina não surpreendeu o espadachim que apenas meneou a cabeça negativamente.

As vezes eu me pergunto, por que os deuses deram o dom da fala as mulheres? — Comentou em um tom divertido. — Amor não se esqueça que não viemos aqui atrás de tesouros e sim para uma missão importante. Esta criaturinha se morta não vai nos dar nenhuma informação, e por ser um diabrete, se a gente tentar achar o tesouro dele pode ser que caiamos em outra armadilha. Ele só vai nos dar algo se dermos algo para ele em troca, é assim que funciona no Inferno e no Abismo. — Explicou o guerreiro revelando uma experiência fora do comum com seres das profundezas.

Mesmo explicando a situação para Sabrina, Aldarion em momento algum desviou seus olhos do diabrete sempre se mantendo em alerta.

Então, meu amigo "cheirosinho", aceita a minha proposta? — Disse agora novamente se dirigindo à Olaf.

Informações: Aldarion não é mago, não é um homem estudioso, mas ele tem muita experiência sobre monstros porque antes mesmo de vir pra Lodoss ele já passou por muitas aventurias.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Sassa em Qui Maio 14, 2015 11:11 am

Continuei incrédula em como Aldarion poderia estar mesmo negociando com aquela coisa. Em tese, ele estava certo em sua lógica, e este foi o único motivo para eu não ter aniquilado de vez aquela coisa. Mas a questão era, ele realmente nos ajudaria? Ou mentiria para nós a fim de ganhar algo e depois se vingar? Eu não confiaria mais naquele ser, nem mesmo que ele me pagasse com todo o tesouro escondido naquele esgoto, que não deveria ser muito. – Eu... Não... Acredito... Está bom, faça como quiser, mas não reclame depois quando estiver com uma seta enfiada no seu traseiro. – Falei com uma cara mais emburrada. A essa altura eu já havia me distanciado um pouco da coisa, e já não prestava tanto atenção nele, a não ser é claro, que ele tentasse algo direto. Mesmo não estando totalmente focada na coisa, ainda contava com minha visão periférica para “vigia-lo” em caso de algum ataque direto.

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Re: Subúrbio

Mensagem por NR Fury em Sex Maio 15, 2015 10:54 am

ALDARION E SABRINA
 

O demônio sorriu ainda mais, fazendo sua boca arquear-se para cima, rasgando através de seu corpo inteiro. Ele sentia prazer na simples ideia do conflito entre os dois aventureiros, mesmo que fosse passageiro, mas também se interessava pela proposta, ao que parecia. Seus olhos, que emitiam uma suave luminescência avermelhada, brilharam ainda mais.

[Olaf, O Diabrete] — Aceitar o trato! Hihihihi! Tesouro agradar Olaf! — Ele pensou não mais do que por um breve instante. Será mesmo que Olaf sabia contar? Um quinto poderia não ser uma quantia tão sedutora.  

Aceitar, ou melhor, trazer um diabrete para o grupo era um ato que faria muita gente duvidar da sanidade daqueles dois. Aquelas criaturinhas vis eram conhecidas por serem trapaceiras e imprevisíveis, capazes de atos terríveis que faziam as crianças terem pesadelos em seu leito noturno — ou até muitos adultos. Cruzar com um diabrete era incomum, sobreviver à sua armadilha depois de cair nela era muita sorte, mas confiar nele, não seria abusar? Mas Aldarion parecia confiante. Ele sabia o que estava fazendo. E talvez fosse mesmo melhor ter Olaf como um aliado do que como inimigo, mesmo que morto. Afinal, ele era o único que conhecia a tal coisa grande e, contanto que se sentisse em vantagem, seria improvável que causasse algum mal — era o que o guerreiro pensava.  

[Olaf, O Diabrete] — Coisa grande levar muitas pessoas. Bolsos de pessoas sempre ter moeda brilhosa. Hahahaha! Nós ter que voltar.

O que ele falou deveria ser óbvio: o grupo teria que voltar ao ponto de início, até a interseção do túnel onde cruzaram pela primeira vez com o diabrete.  

Olaf estava desconfiado. Seus olhares demonstravam isso. Ele parecia se preocupar especialmente com Sabrina. Novamente, se prontificou a guiar o caminho. Afinal, ele parecia conhecer aquele lugar imundo como a palma fétida de sua própria mão. Segui-lo desta vez era diferente: a nuvem de fumaça escura que ele deixava tornava a tarefa mais complicada porque, às vezes, ele quase se mesclava com a escuridão, dando a impressão de que iria escapar. Novamente, ele tagarelava pelo caminho.

[Olaf, O Diabrete] — Quando Olaf chegar, coisa grande não existir. Olaf vir por causa da dor e magia. Coisa grande vir da dor e magia também, mas ser diferente...

Afinal, o que estava acontecendo naquele lugar? Coisa boa não poderia ser. O casal tinha um péssimo pressentimento sobre aquilo.  

Tão cedo chegaram no ponto de início, Olaf fez uma pausa. Ele encarou o fluxo d'água com sangue e depois voltou a mira para o túnel coberto de teias. Ele parecia pensar profundamente sobre qual lado seguir.
02


Nota: Como vocês postaram duas vezes, vou contar esse como post número dois.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Sassa em Qui Maio 21, 2015 11:26 am

Não era do meu feitio aceitar a ajuda de seres suspeitos, ainda mais se tratando de um demônio como aqueles. Ele era asqueroso, fedido e medonho. Não que eu sentisse medo daquela coisa, pois pela forma como abordava as suas vitimas, seu único trunfo deveria ser sua capacidade de disfarce e suas armadilhas ardilosas. Fora isso, ele era um fracote comparado a mim. Mas Aldarion estava teoricamente certo, nós não estávamos ali pelo tesouro, e sim por uma missão maior. Eliminar a tal “coisa grande” que o diabrete tanto dizia. Olaf nos instruiu a voltar para o ponto de inicio, e quando o fizemos, ficamos algum tempo parados esperando enquanto ele pensava sobre algo. Mas minha paciência já havia se esgotado bem antes, então não quis esperar muito e já tomei a iniciativa novamente, imperativa como sempre, lembrei-me do que ele havia dito assim que chegamos, quando eu o havia questionado sobre o túnel.

- O que está pensando? Você mesmo disse que a tal coisa grande vinha dali... – Apontei para o túnel de onde vinha o rastro de sangue. – Apenas siga em frente. – Disse a ele para que seguisse, mas eu mesma não iria na frente. Se houvesse algo perigoso ali, Olaf seria o primeiro a ver. Olaf era um tagarela, já havia notado isso quando ele começou a falar e não parou mais, mas eu não sabia dizer o quanto de tudo que ele dizia era verdade. O diabrete estava tão desconfiado quanto eu, podia ver isso em seus olhos esbugalhados, e seres nessa situação são capazes de tudo. Mas dessa vez eu não cairia mais em suas armadilhas, então antes de acreditar 100% em tudo que ele dizia, eu resolvi que iria questionar antes, ou simplesmente ignorar e absorver a informação para tirar minhas próprias conclusões.

- Aldarion... Não percebeu nada errado nessa missão? – Perguntei a ele em tom mais baixo e calma. Com as informações que já tinha sobre Lady Ophelia, mais as informações que recebia agora de Olaf, um imenso quebra cabeças parecia estar se montando em minha mente. – Lady Ophelia nos enviou aqui para eliminar essa tal coisa grande, alegando que esta era uma das muitas ameaças que moravam sob os pés da cidade, e bla bla bla. Mas porque enviar tantos guardas para eliminar uma ameaça em especifico, sendo que existem tantas? – Olhei para ele para ver se estava compreendendo minhas palavras. – Você ouviu o que o diabinho ali disse? A tal coisa grande surgiu da “dor e magia”, o que significa que algum evento aconteceu que trouxe ele para cá. Minha teoria é que a tal da Ophelia, ou o grupo o qual ela faz parte, tem alguma coisa a ver com essa tal “dor e magia”, e que essa experiência que eles fizeram deu errado e a coisa se refugiou aqui, ou até mesmo foi jogada aqui por eles próprios, para esconderem as provas de suas falhas. Então agora, eles estão desesperadamente tentando eliminar as provas disso, mas estão falhando, e por isso nos enviaram. Só que essa coisa, pode ter levado junto consigo, um pedaço do que eles querem, o tal artefato que Ophelia nos falou que encontraríamos aqui.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sab Maio 23, 2015 4:34 pm

Olaf havia aceito o acordo e agora os estava ajudando, logicamente o guerreiro não confiava no monstrinho mas querendo ou não ele era a única fonte de informação presente ali. Sabrina seguia junto deles, dava para notar na face dela a cara de desgosto perante aquela situação. Durante o trajeto, Sabrina comentou algumas coisas com ele, o que ela estava falando fazia um certo sentido, mas Aldarion ainda tinha suas dúvidas.

Demônios só vêm ao nosso mundo de duas formas, quando uma pessoa vira um demônio ou quando eles são invocados. — Explicou. — Eu já enfrentei muitos magos em minha terra nata, sei que eles são muito preguiçosos e jamais vão realizar tarefas simples como varrer, limpar a casa e etc. Pra isso eles contratam servos, comprar escravos ou invocam demônios menores e fracos, como Olaf. — Aldarion deu uma pausa, ora encarando Olaf, ora olhando os olhos esmeralda de Sabrina.

O que eu quero dizer é: Olaf foi invocado para servir como escravo, mas de alguma forma conseguiu escapar. O que quer que venhamos a enfrentar, será um demônio também. — Então se voltando para o pequeno demônio. — Ei Olaf, o que acha disso? Vamos matar seus antigos mestres para que você fique livre deles para sempre. — Sorriu o guerreiro.

Finalmente eles chegaram à bifurcação do começo e ali Olaf pareceu estar em dúvida sobre qual caminho seguir.

Vamos por ali. — Apontou Aldarion, para o caminho da onde o sangue vinha. — Se alguma coisa está andando por ai, certamente não foi pelo caminho das teias porque se tivesse ido por ali, não haveriam teias.

Assim era Aldarion, não podia ser o mestre dos maiores planos, mas sua perspicácia mais afiada que sua própria espada, sempre surpreendia. Decidido de qual rumo tomar, o espadachim começou a caminhar em direção ao caminho da onde o sangue vinha.

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Re: Subúrbio

Mensagem por NR Fury em Ter Jun 02, 2015 10:40 am

ALDARION E SABRINA
 

[Olaf, O Diabrete] — Olaf não ter mestre. Mestre de Olaf morrer em acidente. Hihihi...

O diabrete pensou por um instante mirando o túnel que deveria ser o lar de uma aranha gigante. O que será que haveria lá? Mas antes que pudesse sugerir qualquer coisa, ambos os aventureiros decidiram por qual caminho seguir. Olaf receou, pensou em dizer alguma coisa, cortando a primeira palavra ainda em seu início. Ele optou por acatar aquela decisão. Seja lá o que o demônio pensava, ele havia mudado de ideia.  

Conforme o grupo seguia pelo túnel, o fluxo de sangue parecia ficar mais intenso. A corrente de resíduos putrefatos se estendia diante deles como um  bizarro tapete vermelho, cada vez maior, mais convidativo, mais perigoso. Sim, a fonte daquilo poderia apenas ser a morte.  

A morte.

Quantas vezes Aldarion e Sabrina já a haviam enfrentado?

Quantas vezes haviam saído ilesos?

E quantas vezes não?  

Enfrentar a morte era sempre imprevisível. Sempre fazia surgir um estranho aperto no peito, uma mistura se expectativa e emoção.  

Então eles encontrar um corpo — ou que que deveria ter sido um. Os pedaços estavam espalhados por todo o túnel ao longo de alguns metros. Não dava para dizer o que era o quê. Se eram membros ou ossos internos, um homem ou uma mulher e nem mesmo se era humano: o cadáver estava tão espalhado que não passava de retalhos. Ele havia sido esmagado, mas não era ele a única fonte do sangue. Eles sabiam.

[Olaf, O Diabrete] — Estar perto agora... — Anunciou.

O grupo chegou numa câmara onde diversos túneis se encontravam. Ela não era muito mais alta ou mais larga que o anterior, mas era definitivamente um lugar diferente. Havia algo estranho ali. Um clima de suspense no ar, como se fosse uma armadilha. Alguma coisa pingava do alto em grande frequência. Alguma coisa sórdida e maligna. Uma gota caiu sobre a face de Sabrina: era sangue — fresco como se tivesse acabado de sair de dentro de um coração pulsante.

Enquanto ela descobria o que era aquilo, um momento de silêncio foi interrompido por um abalo intenso, um baque surdo que fez as paredes do esgoto tremerem de medo. Depois ele se revelou, saindo debaixo de um véu de escuridão. Era grande, muito grande, mais de três metros, talvez beirando quatro. Quando ele apareceu, o fedor da morte se tornou  intenso e sufocante, como uma cortina de vapor oculto que se levantava e com seus dedos finos penetrava por debaixo da pele.

[Coisa Grande] — GWAAAAAAAAAAAAAAR!

Ele urrou e partiu numa rápida investida conta o grupo de aventureiros. Mas espere: ele era um orc?! Não, era dois orcs. Ou melhor, dois orcs em um. Uma monstruosidade de duas cabeças. Uma criatura que não era natural. A costura que o unia ainda parecia, de alguma forma, fresca, como uma ferida mal cicatrizada e dava para sentir a dor impressa nela. Dava para sentir o horror daquela abominação. Em cada uma das mãos ele carregava uma maça pesada que deveria ter sido desenhada para se segurar com duas mãos — ele era muito forte. Nos espinhos de metal gelado das mesmas havia pele e sangue, tecidos vivos e frescos.

Não havia mais tempo para pensar nos detalhes, apenas na própria vida!

03

Coisa Grande:

 

Enorme e grotesco, a origem desta criatura fede à magia. Medindo quase quatro metros, possui musculatura robusta mesmo para um orc. Cada lado de seu corpo é mais grotesco que o outro. A metade direita é de um orc de pele verde e tatuagens tribais com aspecto de um guerreiro ou um caçador. Já o lado esquerdo tem a rara pele vermelha, dos mais temíveis da espécie, e com traços demoníacos, deformidade fruto da magia aplicada sobre ele. A fúria é a alma desta criatura e os adornos humanos mostram que ele não veio para brincadeira. É melhor tomar cuidado.
Adicionais:

Pensem na maça que ele segura, só que maior. Ele tem duas, uma em cada mão. Olaf está com vocês, mas ele ainda não fez nada.
Vocês dois tem 50xp de bônus por atraso.


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Re: Subúrbio

Mensagem por Sassa em Sex Jun 05, 2015 9:22 am

Olaf não parecia muito confiante em seguir pelo caminho, mas depois que insistimos, ele o fez, nos guiando a frente pela trilha de sangue. E quanto mais seguíamos em frente, mais sangue parecia brotar. O cheiro de morte fazia-se presente agora com mais intensidade, e a tensão aumentava cada vez mais. Mais a frente, um corpo abandonado e destroçado, a carcaça estava tão destruída que era impossível até mesmo dizer se era um ser humano ou não, e aquilo me deixou bastante intrigada. Seja lá o que for que fez aquilo, era feroz como um urso e forte como um ogro. - Fique esperto, Aldarion. - Disse agora olhando para frente com o dobro de atenção, mas não foi preciso muito para chegarmos ao local que queríamos.

Era uma câmara um pouco maior que aquela onde encontramos Olaf, ela tinha um formato mais hexagonal e vários outros tuneis se intercediam ali. O cheiro de podridão naquele ponto era terrivelmente forte, e alguma coisa viscosa pingava do teto. Uma gota caiu sobre minha testa então eu me dei conta que era sangue. Ainda quente e fresco, como se saísse de uma ferida recém aberta, mas eu não tive tempo de olhar para cima.

Quando um baque e um grande barulho, seguido de uma onda de fedor inundaram todo o salão, me deixando enjoada ao ponto de perder toda a concentração no que fazia ou pensava. Uma monstruosidade surgiu do outro lado da câmara, era uma espécie de orc com duas cabeças. Ou pior, a união do corpo de dois orcs num único. Uma verdadeira monstruosidade, e que certamente, deveria ter sido criado propositalmente. As costuras que uniam seus corpos ainda estavam frescas, e imaginei que este seria um dos seus pontos fracos, mas ele não me daria tempo para pensar muito, pois já estava investindo contra nós.

Sem pensar muito, usei a habilidade da telecinese para tentar empurra-lo de volta para trás, com um movimento do braço imitando um soco potente de esquerda. Em seguida, se a ideia de afasta-lo realmente funcionasse, mesmo que por pouco tempo, daria uma boa olhada no local em volta em busca de algo maciço, que eu pudesse usar como uma arma para atacar o monstro. Se não fosse possível para-lo com uma única onda de choque, ao menos faze-lo cair eu faria, e na segunda onda, usaria focando somente suas duas pernas.


<Usando a H.E Telecinese para dar um encontrão no monstrão. Energia Rank S, -12% por uma ação isolada de grande porte.>

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Re: Subúrbio

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Qua Jun 10, 2015 4:48 pm

Aldarion seguia adiante sem se deixar intimidar pelo lugar, nem mesmo quando os pedaços de corpos começaram a aparecer. O guerreiro continuava em frente, com as orelhas em pé e os nervos a flor da pele em total estado de alerta. Finalmente o trio alcançou uma câmara mais larga onde mais passagens se abriam, aqui sangue fresco pingava do teto e o fedor de podridão assaltava as narinas.

Hargh! Parece que a prostituta do inferno abriu as pernas aqui! — Reclamou escarrando para o lado com nojo.

Aldarion analisava o lugar, quando um estrondo seguido de um abalo tremeu paredes e fez mais sangue gotejar do teto. Enquanto se questionava o que poderia ter causado aquilo, um rugido brutal e assustador ressoou da escuridão e saindo dela uma criatura disforme, uma espécie de orc de duas cabeças surgiu carregando uma clava em cada mão e com ele o fedor se tornou mais intenso ainda.

Pelo nariz delicado de Sune! — Exclamou surpreso. — Parece que temos um amigo cheirosinho para nos recepcionar. — Comentou Aldarion já se preparando para o combate.

Mas antes que tomasse qualquer ação, Aldarion sentiu a energia de Sabrina se exaltar e antes mesmo da jovem executar sua ação ele já sabia o que ela iria fazer. Isso deu ao guerreiro tempo para pensar em uma estratégia. Analisando a situação parecia que o monstro era uma aberração morta viva, talvez uma espécie de golem de carne, por possuir duas cabeças, era provável que as duas conseguissem usar cada clava com grande maestria o que tornava extremamente mortal ficar na frente. A melhor alternativa era circundar o monstro e atacar pela lateral.

No mesmo momento que Sabrina atacou, Aldarion arremessou seu martelo com toda a força e precisão mirando uma das cabeças do monstro, uma vez o ataque inicial tendo sido executado o espadachim se prepararia para se mover lateralmente usando suas habilidades para sacar sua espada e atacar em um golpe lateral poderoso mirando um dos braços da criatura para depois se defender de qualquer contra-ataque.


Informações: Usando Throwing Art para arremessar o martelo com precisão e Quick Draw para sacar a espada e golpear com +10% de Bônus em Força.

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Re: Subúrbio

Mensagem por NR Fury em Seg Jun 22, 2015 10:53 am

ALDARION E SABRINA

 
A criatura avançou com agilidade e fúria.

O baque telecinético de Sabrina não só foi suficiente para parar o monstro, como também o forçou a recuar aproximadamente um metro. Isso fez a criatura se enfurecer. A cabeça verde — que era a mais mal humorada — ranger os dentes. Mas não que a dupla pudesse ver.  

Não mesmo.

O choque entre a força telecinética da feiticeira e do grandalhão foi intenso. O som abafado, como de um trovão distante, se espalhou pelos dutos do esgoto e depois voltou algumas vezes. O problema é que o impacto não só fez a aberração recuar, como também gerou uma explosão de detritos, uma onda circular de pura imundície e podridão. Ele estava dentro do esgoto, afinal. E tudo aquilo que corria em meio metro de profundidade de líquidos pútridos agora havia sido lançado pelos ares.

O movimento de Aldarion, por outro lado, foi um completo insucesso. Quando a aberração recuou, graças à Sabrina, ele mudou de posição, o que fez o martelo errar. Não era pelo fato do guerreiro ser ruim de pontaria; pelo contrário: ele errou por ter tido boa mira. Como o impacto mental percorreu o espaço antes da arma pesada, ela chegou lá tarde demais. Por sorte, não era a única arma que o humano possuía.  

Um segundo.

Um mísero segundo. O ínterim entre um piscar de olhos ou o pequeno grão de areia na ampulheta que cai inconsciente de sua trajetória. Esse era o tempo que o grupo tinha para pensar sem que pudessem realmente visualizar o inimigo. Será que Sabrina se defenderia da onda de podridão? Será que Aldarion avançaria por ela contra a aberração?
 
E o pequeno Olaf?  

O diabrete astuto, percebendo o que vinha, se colocou atrás de Sabrina, usando o próprio corpo da feiticeira como proteção. Não que ele tivesse nojo daquela sujeira, mas nunca se sabe, não é?

04



Notas:

Ei, Gold. Vou precisar da descrição da tua espada. Tipo metragem, peso, forma, qualidade referente à tabela do fórum e também as propriedades mágicas que ela possui. Como eu não sabia nada disso, eu meio que ignorei por esse instante o teu movimento de ataque - até porque tu tem algo a mais para pensar antes dele. Se optar por continuar com ele em movimento, blz. Por enquanto, considerei como se o monstro estivesse fora de alcance. Lembrando que ele está do outro lado da câmara e agora um pouquinho mais longe.

Sah, você pode se proteger da sujeira fazendo um "casulo" telecinético. Ou não. A escolha é sua. Pode ter outras ideias também, claro.  

Considerem a explosão de sujeira como muito esgoto indo pelo ar, até impedindo de ver claramente do outro lado. Não como um grande tsunami de bosta. Só como muita bosta mesmo.

Vocês dois tem +50xp por atraso.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Sassa em Qua Jul 01, 2015 11:22 am

O choque da minha energia contra a criatura fora tão poderoso, que o monstro recuou, e um som como o de uma explosão abafada ecoou pelo esgoto. Mas a onda de choque, essa sim foi a mais preocupante, e naquele espaço de tempo em que a criatura recuava alguns passos, e a onda de podridão se levantava, minha mente produziu um lampejo de informações, como um raio descendo dos céus em segundos. E Aldarion viu que a onda nos atingiria e parou sua investida, ele olhou para trás, procurou auxilio em mim, e eu entendi o que ele queria, e ao mesmo tempo, já planejava como iria escapar daquilo.

Contudo, Olaf também não era nada burro, se escondera atrás de mim a espera que eu protegesse ele também, mal ele sabia o que estava prestes a fazer. E novamente ativando a habilidade, dessa vez não para uma ação isolada, mas para usa-la continuamente, e com um movimento simulando um salto, usei da telecinese para erguer a mim e a Aldarion do chão, nos colocando acima da onda de podridão, deixando que esta passasse direto por baixo de nós. Depois que a onda passasse, voltaria ao chão, e aproveitaria a habilidade já ativa, para iniciar meus movimentos.

- Mas antes... Alice, venha! - E estendendo a mão em direção à câmara, invoquei meu pequeno parceiro, o corvo de vento, Alice. O nome era meramente sugestivo, uma vez que era uma invocação elemental, havia lhe dado este nome em homenagem à bruxa. Mas sua presença era mais do que necessária naquele momento, pois ele era o ponto chave para potencializar minhas magias, e assim, tornar tudo ainda mais interessante. Ordenaria que Alice voasse até onde o martelo de Aldarion estava, uma vez que o guerreiro estava usando sua espada, eu usaria da telecinese para controlar a outra arma e ataca-lo por trás, de preferência um golpe na região das pernas, para lhe quebrar os ossos e faze-lo cair de joelhos diante do meu poder.

Telecinese para nos erguer do chão, eu e Aldarion. Energia Rank S, -12% para ativar o uso continuo da HE.>

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Re: Subúrbio

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Ter Jul 07, 2015 2:49 pm

O ataque inicial de Aldarion falhou, não por culpa dele, mas por causa que o poder assustador de Sabrina havia produzido um efeito muito mais agressivo do que ele havia imaginado. Isso fez com que seu martelo arremessado voasse longe até atingir uma parede e cair. Agora por causa do poder de Sabrina, uma onda de bosta voava em direção ao guerreiro, Aldarion não se importava com aquilo, tomar um banho de bosta não era algo que o incomodava, não que ele gostasse, mas fazia parte de sua profissão de aventureiro. Lutar em um campo de batalha a céu aberto poderia ser até mais nojento, com pedaços de tripas e órgãos voando e banhando o guerreiro conforme ele fatiava seus inimigos. Mas o problema naquela merda toda, era a cegueira, se seus olhos fossem atingidos ele estaria em sérios apuros. Por isso apenas levou a mão aos olhos para proteger sua visão.

Foi então que ele pressentiu as ações de Sabrina, estar com sua alma em posse da maga estava sendo vantajoso ali porque ele podia sentir o que ela ia fazer antes mesmo de acontecer. Por isso ele percebeu que Sabrina o ergueria por cima da onda de fezes. Por essa razão ele se preparou para já descer atacando. Quando colocou os pés no chão a primeira coisa que o guerreiro fez foi avançar contra a fera e assim que estivesse próximo o suficiente, sacaria sua espada em velocidade relâmpago e com um golpe poderoso procuraria decepar um dos braços do monstro.


Informações: Estou usando Quick Draw pra sacar a espada em velocidade relâmpago e ganhar +10% de dano. Estou mirando um dos braços da fera. Quanto a minha espada, considere que é uma arma de altíssima qualidade, ela tem 2,7m de tamanho sendo 30cm apenas o cabo da espada, sua lâmina é larga tendo 20cm e também espessa tendo 5cm. Ela pesa aproximadamente 300kg. Ela é encantada para ser mais resistente que o normal e se alguém tentar segurar ela sem a autorização de Aldarion, ela vai se tornar insuportavelmente pesada e impossível de ser carregada.

Depois eu coloco os dados dela de forma mais detalhada.

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Re: Subúrbio

Mensagem por NR Fury em Ter Jul 21, 2015 9:37 am

ALDARION E SABRINA

Uma onda de putrefação e corrupção: toda a sujeira que a tão famosa Hylidrus varria para debaixo do tapete*, de repente, jorrava contra Aldarion e Sabrina. Mas a feiticeira não permitiria que ela os alcançasse — ou ao menos tinha um plano para isso.

A bruxa e o guerreiro se ergueram ao alto, através da magia, tocando o teto daquele lugar infecto. O sangue que pingava de lá escorreu sobre os seus cabelos junto de um muco pegajoso de origem incerta. Eles viram, enquanto a onda tocava apenas seus pés, que a origem do líquido carmesim ficava em um nível acima do esgoto, mirando através de grades por onde ele escorria e descia. O que será que existia lá em cima?

Olaf bem que tentou segurar nas pernas de Sabrina. Entretanto, seus braços eram pequenos e frágeis demais. Antes que conseguisse se agarrar, ele escorregou e ficou para trás. A onda o varreu para longe, rolando com seu corpo rotundo esgoto a fora.  

Um instante apenas e eles já estavam de volta à batalha. Um instante e seus pés tocaram novamente o solo imundo e a besta estava sobre eles — porque ela havia se deslocado em meio à onda.

Aldarion sacou rápido sua espada. Entretanto, não foi num movimento ofensivo e sim defensivo, pois naquele exato momento o orc duplo descia ambas as maças num ataque fulminante, com o peso que era como o de uma montanha soterrando o guerreiro. O choque das armas soou como um sino e retumbou fundo nos ossos de cada um presente ali.  

Enquanto isso, a feiticeira erguia um martelo com sua mente. Mas será que Sabrina já havia manuseado um martelo de guerra antes? Será que ela sabia a forma como o peso pendia ora para um lado, ora para o outro e como ele tomava velocidade ao ser embalado? Por mais que sua mente fosse forte, ainda lhe faltava a destreza de um guerreiro**. O martelo pendeu para um lado, depois para o outro, como um guerreiro medíocre e cambaleante.  

O orc duplo manteve ambas as maças sobre a espada de Aldarion. Sem o movimento, a criatura parecia ainda mais forte naquele embate, de forma que pressionava e mantinha a espada com pouca oportunidade de movimento. Ele sorriu com a cara esverdeada  —  sim, ele sorriu! E isso indicava que ele não era apenas uma pilha de carne e músculos magicamente guiada, mas um  — ou dois  — orc genuíno!  

"Coisa Grande" ergueu um de seus braços. Ele se preparava para um ataque. Naquela distância, localizando na metade da extensão da espada do guerreiro, ele teria o alcance necessário. Levaria mais um instante para o martelo o atingir. Antes disso, era mais provável que ele atacasse.  

E então, o que fazer agora?

05



Notas + XP:

*Não só o esgoto, como também tudo que é obscuro e que habita os túneis.
**Estou considerando que é uma arma de difícil manuseio. Geralmente os martelos exigem apenas força e bater é fácil, mas controlar pelo ar atrás de um orc duplo gigante é outra coisa. Entretanto, a cada turno a Sabrina vai se acostumar um pouco mais com o martelo. Lembrando que o corvo estende o alcance do poder, mas não a visão.

Aqui 100xp bônus pelo atraso.

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Re: Subúrbio

Mensagem por Sassa em Ter Jul 28, 2015 12:11 pm

Pegar o martelo e ergue-lo era fácil. Para minha mente, ele era leve como uma pluma. Mas manusear aquilo é que era o problema. Seu centro de gravidade era instável, ou ao menos eu não estava sabendo usa-lo da forma correta. O fato era que ele não estava servindo para o propósito que eu queria, e isso me irritava consideravelmente. Aldarion estava num embate com a criatura, mas não estava nem perto de vence-lo, muito pelo contrario.

“Vou usar seu próprio peso contra ele...” Pensei quando o martelo pendeu novamente para um dos lados. E assim, aproveitei e girei o martelo na horizontal, como se eu estivesse segurando ele pelo cabo, e girando o corpo, usando do próprio peso da arma para adquirir mais velocidade e força, além de estabilidade. E assim que chegasse perto do orc, eu o atingiria com toda a força na lateral, bem no meio do tronco.

<Aqui um vídeo de referencia do movimento que quero fazer. Está em 1:02. Vou girar o martelo daquela forma, só não vou arremessar ele. Telecinese ainda ativa, -4% PEs>


Última edição por Sassa em Ter Ago 25, 2015 1:07 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Subúrbio

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Qui Ago 06, 2015 4:23 pm

Assim que Aldarion aterrissou após ser salvo por Sabrina da onda de bosta, o guerreiro se viu forçado a sacar sua espada em um ato de defesa. A fera havia aproveitado a movimentação e avançado para atacar Aldarion enquanto este estava fora de ação, quando se deu conta era tarde demais, o guerreiro agora se via preso em uma disputa de força. As veias do seu corpo saltavam e seu rosto se moldava em uma careta, os labos retesados, os dentes rangendo furiosamente. O peso e a força do ataque do monstro era descomunal e teria partido facilmente a coluna de qualquer pessoa normal, mas Aldarion não era uma pessoa normal.

E foi naquele momento de fulgor que ele ficou quase cara a cara com a monstruosidade, e ele a viu sorrir, sim, aquele monstro era inteligente, ou estava servindo de recipiente para alguém. Seja o que for aquilo inflou o fogo da batalha no coração de Aldarion. O guerreiro pensou em forçar seus músculos contra a força do monstro em uma disputa brutal, ele sabia que iria vencer ou pelo menos tinha muita confiança nisso. Mas havia um problema, a fera pretendia atacá-lo com o outro braço, até que Aldarion conseguisse vencer a disputa de força ele seria acertado por aquele ataque.

Ele precisava agir, e agir rapidamente. Em um único movimento, Aldarion dobrou levemente as costas para trás fazendo o peso sobre si jogá-lo para trás, usando de suas habilidades ele se recompôs e manteve-se na defensiva novamente, bloqueando os ataques que estavam por vi, o objetivo era primeiro medir o quão forte e rápido o inimigo era para depois tomar uma atitude ofensiva. Aldarion não se deixaria enganar pelas aparências novamente.


Informações:
Spoiler:
Estou ativando minha HE Quick Strike por 1 rodada para ganhar +25% em Destreza e +15% em agilidade ao custo de 12% de PE.
Estou usando a HE Improved Parry: - Improved Parry: esta habilidade permite a Aldarion efetuar bloqueios e aparas muito mais eficientes que o normal. Quando usa Improved Parry, Aldarion pode usar qualquer arma que esteja segurando para bloquear projéteis ou ataques corpo a corpo usando sua DEX no lugar de sua AGI, mas na rodada em que faz isso, todos os seus ataques sofrem um redutor de -10% em FOR e em DEX.
Estou usando HE - Lightining Blow: quando utiliza esta manobra, Aldarion sacrifica a força de seu ataque para aumentar a velocidade e precisão podendo remanejar até 30% de FOR para DEX. Essa mudança nos atributos conta só para fins de ataque e defesa não sendo portanto, uma mudança real. Tirando 25% da For e colocando em Dex.

Total: +50% em Dex, - 25% em For, +15% em Agi, - 12% PE e usando Dex na defesa no lugar de Agi.

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Re: Subúrbio

Mensagem por NR Fury em Ter Ago 18, 2015 9:53 am

ALDARION E SABRINA

Monstro.

Aquela aberração dupla era forte, muito forte. Até mesmo mais que Aldarion, o que ele percebeu porque não importava sua concentração, ele estava perdendo. Entretanto, a diferença não era muito grande.  

O guerreiro jogou seu corpo para trás, recuando, mas foi em seguida alcançado pelo ataque da besta. Seus reflexos ágeis o permitiram se defender, mas a queda em sua força o deixou em maior desvantagem, forçando sua arma a recuar ameaçadoramente. A situação, porém, só poderia se agravar.

Sabrina não era hábil com o uso de armas como um guerreiro poderia ser. Mas ela era inteligente. Essa característica sua a permitiu sobrepujar sua falta de habilidade através do uso da própria desvantagem do peso do martelo. A arma de guerra girou algumas vezes com a criatura inconsciente disso e quando a bruxa finalmente a liberou, se chocou com toda a força contra a monstruosidade.

Um impacto daqueles gerou um som alto e abafado na carne da criatura. Coisa Grande foi jogado para cima de Aldarion. Fosse qualquer outra coisa — um humano, por exemplo — e seus ossos estariam esmigalhados, mas não havia como prever como seria a estrutura interna daquela aberração. Sua pele grossa e sua resistência sobre-humana eram evidentes, mas não havia dúvidas de que os danos seriam graves.

O peso descomunal da besta adicionado á sua investida e agora ao impacto do martelo a jogaram sobre o guerreiro que acabava de executar sua defesa. O golpe fez com que o orc-duplo terminasse sobre o guerreiro a um passo de distância de Sabrina. Uma de suas cabeças — a verde, para ser mais preciso — estava nitidamente atordoada, mas a outra ainda parecia bastante ativa e enquanto o primeiro braço o manteve apoiado no chão com a clava sobre Aldarion, o segundo buscou pelo pé de Sabrina agarrando tão forte que fez seu calcanhar doer como se fosse quebrar.

No entanto, naquele momento aconteceu uma coisa inusitada.

[Olaf, O Diabrete] — Olaf com raiva. Olaf QUEIMAR!

O diabrete estava de volta e enfurecido. Ele conjurou uma rajada cinza escuro contra ambas as faces da criatura e a estranha fumaça pareceu se fixar nelas e ocasionar queimaduras. Coisa Grande se levantou e recuou, tentando afastar a magia de Olaf com a mão livre de suas caras. Ele estava nitidamente desequilibrado por causa do golpe de Sabrina e agora vulnerável. Talvez fosse a melhor oportunidade.

06

XP:

Dessa  vez foi só 50xp de atraso. D:

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Gold
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