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Floresta Allgreen

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Floresta Allgreen

Mensagem por ADM GabZ em Sab Fev 22, 2014 1:41 pm

Relembrando a primeira mensagem :


A Floresta Allgreen é um das florestas agregadas de Hirt e próxima à Estrada Principal da ilha. A partir dela, segue-se uma longa trilha bem rasa com poucos arbustos e árvores pequenas, onde é o começo da tão maravilhosa floresta. Allgreen tem uma aparência bem mais convidativa do que Endless e é constantemente visitada por caçadores e até mesmo aventureiros que buscam um lugar tranquilo. Conforme se avança pela floresta nota-se um crescimento progressivo de árvores e a quase inexistência de arbustos que dão seu lugar às plantas, raízes e uma terra úmida cheia de vida. O que também é bem notável é o silêncio que Allgreen consegue emanar. É praticamente somente o vento que agita as folhas no alto das copas das árvores fazendo os movimentos de sombra característicos.

Allgreen também é mais inofensiva do que Endless, porém não é correto subestimar a floresta. Mesmo sendo raro, já houve casos de misteriosos desaparecimentos no lugar. Porém, um vez que tais coisas raramente ocorrem, acabam virando lendas e boatos, deixando visitantes, caçadores e aventureiros desacreditados diante de tal magnitude da floresta. Mesmo sendo menor que Endless, Allgreen ainda se torna um lugar fácil de se perder sem um mínimo conhecimento. Para melhor direcionamento, existem diversas trilhas que levam a diferentes lugares da floresta. Mas é sempre bom ter cuidado, pois certas trilhas menos utilizadas têm destinos incertos. Seu interior é bem verde e ao fundo apresenta uma suave cadeia de montanhas.

Serpenteando a floresta de forma majestosa, o que muitos consideram sua obra prima, O Rio Kellsea esbanja vida e mantém Allgreen viva e verdejante. Mas a floresta não esconde somente o rio por entre suas altas e espessas árvores verdes – daí seu nome conhecido: em seu interior residem diversos animais e criaturas mágicas, muitas vezes raros e logicamente difíceis de encontrar. Diz-se que ficam nos lugares mais remotos da floresta onde quase nunca se consegue chegar devido à densidade da mata. Tudo isso contribui para envolver Allgreen em uma constate aura de mistério e beleza que fascina muitos.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:15 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por NT Hrist em Seg Jun 29, 2015 12:28 am

Ligeiro preferiu optar por não seguir exatamente na trilha, mas mantê-la dentro do campo de visão da dupla. Queria evitar armadilhas e emboscadas. Ele se manteve fungando o ar sempre que andava, provavelmente com o cheiro daqueles homens gravado em sua mente. Por estar guiando, ele andava a frente, com cautela. Evitava pisar em galhos para que o som do quebrar deles não atraísse atenção indesejada.

O silencio estava começando a se tornar incomodo... Para uma floresta, Allgreen estava até que mais silenciosa do que o esperado. Eles não avistaram nenhum animal, nem os pequenos... Talvez fosse um bom sinal, eles poderiam ter fugido dos humanos que passaram ali há pouco tempo. E depois de algum tempo de caminhada, Ligeiro fez um sinal para que parassem de andar. Ele apontou em uma direção e seguiu mais um pouco, atento e com a mão no cabo de sua espada. Após mais alguns passos, os dois viram sangue manchando o chão e, alguns passos a frente, três homens estavam caídos.

-
Sinto o cheiro deles, mas... – ele sussurrou - Não está tão forte, não acho que eles estão aqui, mas é melhor verificarmos.

Ligeiro indicou para que Ho ficasse esperando e se aproximou de um deles... Olhou ao redor, evidentemente preocupado com uma emboscada, e sacou sua espada; com a ponta, ele tocou no corpo do homem que estava mais próximo e, quando este não deu sinal nenhum de vida, Ligeiro o virou.

Os três corpos estavam com uma aparência estranha, o rosto estava pálido, os olhos esbugalhados e havia sangue escorrendo pela boca; mas seus corpos não carregavam nenhum tipo de ferimento. Todos eles estavam usando suas roupas e eram fortes.

-
Eu aposto que eram os verdadeiros soldados. – ele passou a mão pelos olhos de um deles, fechando-os – Acho que foram envenenados... Tsc. Isso é tão sujo... – e a expressão dele se fechou em claro desgosto.

Os três guerreiros estavam mortos e seus corpos jogados em uma vala qualquer como se não significassem nada. Ligeiro pareceu hesitar enquanto fitava os corpos, fechando os olhos de cada um deles.


- Vamos voltar para enterrá-los depois. – embora falasse baixo, a voz soou firme - Eles lutaram pelo bem do Reino, não merecem apodrecer em um lugar como esse.

A expressão do Lupino agora carrancuda, ele parecia irritado com o que acabara de ver.  Segurara com força o cabo de sua espada e passou a andar com ela já desembainhada. E depois de mais algum tempo caminhando, embora Ho não pudesse ver ou sentir o cheiro deles, ele pode ouvir vozes. Vozes masculinas conversando e rindo.

Ligeiro fez um sinal para que parassem de andar e se aproximou com ainda mais cautela do que antes. Distante, Ho conseguiu avistá-los; ainda usavam as armaduras dos exércitos (agora desprovidos dos elmos). Do lado deles estavam duas caixas médias, provavelmente a tal mercadoria que havia sido roubada. Uma delas estava aberta, mas era impossível ver o interior e a segunda parecia ainda estar lacrada. Eles não conseguiam escutar sobre o que conversavam; só conseguiam ouvir os murmúrios e o som das risadas.

O Lupino continuou observando, parecendo decidir em como proceder. Ele fez um sinal para Ho e, embora não fosse um expert nos sinais usados pelos militares, o orc entendeu que Ligeiro havia decidido esperar para que pudessem atacar em um momento mais oportuno e que por agora, deveriam segui-los com cautela. E não parecia uma decisão tão ruim... Os 3 usavam armaduras e lutar contra eles em desvantagem poderia ser perigoso.
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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por Knock em Ter Jun 30, 2015 2:44 pm

Rio Ligeiro voltou e prendeu os cavalos, logo após a minha advertência, então continuamos o caminho. Rio Ligeiro ia na minha frente, pois com o seu olfato apurado, o trabalho poderia ser mais fácil, mas depois de alguns passos, ele decidiu sair um pouco da trilha  que já estava formada, mas a uma distância que nos permitia ve-la.

Por incrível que fosse, eu estava conseguindo ser silencioso e os meus pés buscavam ao chão como se pudesse se abrir com a mais aguda e rápida pressão sobre ele exercida, mas algo a mais estava começando a nos incomodar... A floresta estava em profundo silêncio. Silêncio no qual até mesmo os pequenos insetos pareciam mergulhar... como se todos estivessem em um sono profundo. Eu pensava superficialmente que era por conta da noite que se anunciava, mas isso me chamava a atenção, uma intuição estranha, mas eu não a desprezei. Tentei ficar mais atento ainda e me concentrava a fim de não fazer barulho.

Alguns passos a diante, estavam três corpos jogados ao chão... confesso que uma cena inesperada, mas que não me assustara. Rio Ligeiro sacou uma espada longa e fez sinal para que eu esperasse, então me abaixei mais um pouco e ele foi revistar os corpos... Talvez com receio de que fosse uma emboscada, mas quando mexera no corpo, pude perceber a quantidade de sangue e a aparência sinistra daqueles homens... Então, Ligeiro voltou ao meu encontro de punhos cerrados envolvendo a espada.

Mais uma vez: raiva, entretanto agora era diferente. Aqueles homens haviam sido envenenados... e creio que suas mortes tenham sido demoradas e bastante sofridas... Aqueles pareciam ter sido os verdadeiros soldados, mas agora eram corpos cujas almas repousavam no silêncio da floresta. No seio sem honra plantado para eles. Entretanto não ficariam daquela forma, o lupino me observara que voltaríamos para enterra-los e acenei positivamente com a cabeça.

Continuamos, com o lupino cheirando normalmente, mas carrancudo, assim como, no começo da viagem e eu observando o que podia. Depois de uns metros, ouvi vozes, risos... eram os desgraçados sob os quais recuperaríamos a mercadoria e obteríamos a honra dos que haviam sido mortos.

Rio Ligeiro me mandou parar e ficamos os observando. Eles estavam com duas caixas, ainda vestidos com as armaduras... creio que queriam fazer outros golpes como o que nos haviam feito, mas eu e Rio Ligeiro iríamos frustrar os sonhos deles. A ordem era esperar e atacar em um momento mais adequado, então fiquei lá, enquanto Rio Ligeiro observava o melhor momento de atacar ou seguir mais uma vez. Eu só sabia que eu os faria sofrer... Talvez eu cortasse primeiro os tendões... mas talvez aquele não fosse o momento para isso, então parei de pensar de que forma eu os atacaria e observaria o momento de atacar. Talvez eles ainda tivessem algum veneno, então temi pelo meu companheiro, mas não por mim, por conta de minha habilidade. Os observava e procurava alguns pontos vulneráveis na armadura dele e características do terreno e vegetação que pudessem nos ser favoráveis.

Eu buscava Rio Ligeiro com os olhos; esperava algum sinal de ataque. A sede de Rio Ligeiro se transformava na minha ansiávamos aqueles homens presos, e talvez algo pior naquele momento.

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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por NT Hrist em Ter Jul 07, 2015 2:38 am

Ter que ficar em silencio parecia incomodo. Ho sentia certo desconforto com aquela situação. Missões de espionagem, de repente, pareceram complicadas. Se mover pouco e ter que saber o tom exato para falar sem que inimigos o escutassem parecia complicado... Por sorte os homens conversavam entre si, então sons externos provavelmente não seriam escutados com tanta facilidade. Ligeiro parecia habituado a esse tipo de coisa, talvez fizesse parte de seu treinamento, mas ainda sim, era possível notar certo tremor nele... A mão dele agarrava o cabo de sua espada com firmeza. Era difícil saber se ele estava tremendo um pouco por conta da ansiedade ou se era um efeito da raiva que ele sentiu há pouco.

Algum tempo se passou, talvez uma ou duas horas; o sol já estava quase posto e mesmo o verde intenso das folhas agora estavam cobertos pelo alaranjado do céu. E aqueles homens não demonstravam sinais de que estavam se preparando para sair dali. Talvez houvessem decidido montar acampamento e dormir ali mesmo ou estavam esperando por algo. A inércia deles estava incomodando Ligeiro, que parecia estar ficando mais e mais desconfiado de tudo aquilo.


- Talvez estejam esperando reforços...? – chegou a murmurar e levar a mão até o queixo, falando consigo mesmo.

O tempo que se passou não havia sido completamente inútil para Ho. Já preparado para o combate difícil que viria, ele tentou estudar a armadura daqueles homens e, sim, haviam alguns pontos vulneráveis, mas pareciam exigir uma precisão excelente para que fossem atingidos. Ho era forte... Para ele a melhor tática talvez fosse usar sua força bruta contra a armadura, afinal, o impacto de seus golpes certamente seria o suficiente para derrubar um daqueles homens. Era difícil ver o corpo deles por debaixo da armadura, mas eles não pareciam tão fortes, ao menos não o suficiente para que fosse evidente. O ambiente de batalha, por outro lado, parecia um tanto quanto complicado. Embora os três estivessem em uma clareira pequena, o lugar era estreito e o chão não era tão uniforme, com pequenas elevações que poderiam atrapalhar a movimentação de ambos... Talvez mais do inimigo e de Ligeiro por conta da armadura pesada, mas para Ho talvez não fosse um problema. O ambiente favorecia um ataque surpresa.

E Ligeiro decidiu atacar.

-
É melhor irmos... Eles podem estar esperando reforços.

O jovem desembainhou sua espada com cuidado. Por um instante ele pareceu indeciso por alguma razão desconhecida... Mas ele deu a ordem de qualquer modo e saiu de onde estava em direção aos inimigos.

Obs: Vocês tem a vantagem por ser um ataque surpresa, narre como você pretende fazer seu ataque. Se você tiver dúvidas sobre como o Ligeiro vai agir ou quiser falar/sugerir algo antes, é só me avisar que resolvemos as coisas. o/
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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por Knock em Sex Jul 10, 2015 6:38 pm

Estávamos alí, parados, imóveis, mas o tempo não; o tempo corria; era lebre era cão, mas... o mesmo tempo que dançava, corria e se esvaía... não se comparava ao furor que bravejava em nossos corações e transbordava, fazendo de nossas mãos quietas e sedentas por paz, uma grande comoção que transformava-se de uma leve brisa a turbilhão.

Rio Ligeiro pensava e eu podia ver claramente, pelas expressões que fazia. Até que decidiu atacar... parecia duvidar de que aqueles três infelizes esperavam por reforços, então concordei, pois além de já estar entediado de ficar naquela posição, estava sedento por ação, entretanto, antes disso, falei a ele (sem pronunciar som, só com mímicas) para dar prioridade às caixas que pareciam ser a nossa mercadoria. Então o deixei ir à frente a fim de que eu pudesse ver o primeiro passo de Rio Ligeiro, a fim de formar uma espécie de ataque combinado.

Se Rio Ligeiro fosse a um dos lados, eu pensava, eu iria ao lado oposto, aproveitando a falta de reação dos três, assim, eu atacaria o mais rapidamente possível a fim de imobiliza-los, enquanto Rio Ligeiro pegava a mercadoria. Eu os imobilizaria jogando o meu corpo em cima deles, usando se socos a fim de deixa-los desmaiados ou pelo menos muito desorientados.

Rio Ligeiro saltou, quando percebi a reação de surpresa e assim que eles viraram para vê-lo, saltei como havia planejado. Era o fim daqueles miseráveis.


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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por NT Hrist em Qui Jul 16, 2015 7:55 pm

Ho já conseguia seu coração batendo alto com o sinal de que iriam iniciar o combate. Ligeiro foi o primeiro a sair do meio da floresta e saltar na direção do inimigo e Ho seguiu seu movimento com um leve atraso proposital, mas indo indo pelo lado oposto.

Os três homens foram surpreendidos e observaram aqueles que saíram do mato com espanto e tentaram buscar suas armas, mas certamente seriam lentos demais... Mas foi ai que algo um pouco estranho aconteceu. Embora Ho não tenha cessado sua movimentação, enquanto ele jogava seu corpo para cima do oponente ele notou que Ligeiro pareceu ser lento.

Se fora proposital ou não, era difícil saber. Mas os dois oponentes que enfrentariam Ligeiro pareceram ter tempo o suficiente para alcançar suas armas. O lyncan parecia ter esperado que eles fizessem isso antes de atacá-los.

Ho jogou o corpo contra um deles e esse não teve tempo para alcançar sua espada, o peso do Orc fez com que o bandido caísse no chão e sua espada deslizasse um pouco mais para longe. O homem levou um soco bruto no rosto e por reflexo ele sacou uma adaga e a balançou a frente do corpo para afastar Ho... E, sabendo que aquela arma poderia estar envenenada, o Orc se afastou instintivamente. Um filete de sangue estava escorrendo pela testa daquele homem.

Ali do lado, Ho conseguia escutar o som das espadas se chocando e o que parecia ser o som da espada se chocando contra a armadura sem perfurá-la. Mas, com seu próprio oponente, Ho não podia se dar ao luxo de desviar a atenção dele. Ligeiro era um soldado bem treinado e tinha uma armadura, mesmo contra dois inimigos talvez estivesse em menos desvantagem do que o Orc talvez imaginasse.

O homem a frente do Orc esperou pelo avanço, segurando sua adaga em mãos. Os olhos por vezes corriam para a espada, provavelmente pensando em algo para tentar alcançá-la.
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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por Knock em Sex Jul 17, 2015 10:41 pm

Saí como eu havia planejado. Enfim, saímos daquela posição eagora os inimigos pereceriam.

Assustados, os inimigos procuravam as armas, tal como andarilhos no deserto em busca de água. Entretanto, quando Rio Ligeiro pulara para atacar tive a impressão de que tivesse dando tempo para que os inimigos pegassem as armas... talvez fosse uma questão de honra. Algo que não parei para pensar; sobrara um dos homens à minha frente,o qual logo caíra a minha frente com a minha primeira investida, a qual havia sido bem sucedida.

Ele estava a minha frente; o escorão que havia dado lhe causara um sangramento na cabeça. Saquei rapidamente a espada longa e ele uma adaga, a qual investiu contra mim e institivamente recuei, pois poderia ter veneno. Fiquei olhando o individuo por um breve tempo. Vi que olhava muito para o lado, então percebi que seus olhos buscavam a espada jogada ao chão um pouco distante dele. Creio ter percebido medo.

Eu ouvia o que estava acontecendo ao lado, mas não olhei; sabia que meu companheiro de missão poderia resolver a situação, mas infelizmente eu ainda não era tão nobre, quanto ele. Nesse instante pensei um pouco: Tenho 2,5m de altura, musculoso, sou um orc... aquele cara me ameaçaria com uma adaga somente se estivesse envenenada (no mínimo), porém então lembrei do meu dom, então cria que talvez me fosse útil e investi contra o inimigo.

Dei uma passo na diagonal na direção da espada do inimigo, a fim de frustrar qualquer tentativa de que ele a pegasse e com a finalidade de faze-lo recuar, sempre com a espada apontada ao adversário e após isso desferi um ataque nas mãos do adversário a fim de que a adaga se perdesse na floresta. Se obtivesse sucesso, eu bateria nele até que desmaiasse e após isso, iria ajudar Rio Ligeiro.

Sinceramente se fosse em outra ocasião, pensei em quebrar as pernas e mãos dele, mas pensei que como teria de transportá-los, eu não gostaria de ficar ouvindo gemidos no caminho todo, nem ouvir nada a respeito de honra por quem não tem e não teve honra. Força, técnica e brutalidade?! Sim. Eu sabia o momento de me portar, mas em batalhas, eu era assim. Fora o que havia aprendido com o meu mestre e só não tinha dado certo uma vez. Mas talvez isso estivesse prestes a mudar ou não, já que o que importaria seria cumprir a missão. Bem... isso eu só pensei depois... eu queria ter surpresas positivas com Hilydrus em relação a me moldar... "SHAUSHAUS" (risos), "será que dará certo?"

Eu já sentia a tarde findar e não ficaria na enrolação. Seria profissional. Pontual. Rápido e eficaz.

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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por NT Hrist em Qua Ago 05, 2015 5:56 pm

Off: Eu estou sem computador e o word aqui não tem corretor, então se tiver erros, foi mal :’c

Embora Ho fosse evidentemente mais forte e ameaçador que o pobre homem que segurava apenas uma adaga em suas mãos, o Orc ainda teria que aprender que nem sempre tamanho e força implicam em uma vantagem. Com o passo dado na diagonal, o orc se colocou entre a espada e o oponente.

O homem sorriu e, aparentemente já recomposto, não parecia ter medo do orc vermelho. E, mesmo com todo aquele tamanho, na verdade, talvez por conta de todo aquele tamanho, Ho não foi mais rápido que o inimigo. A investida não foi um sucesso, ainda mais quando Ho tentou atingir um ponto tão especifico e com uma mobilidade tão alta quanto as mãos do adversário... Sem estar segurando peso, o rapaz rapidamente tirou as mãos do alcance da espada de Ho.

O homem aproveitou a deixa e antes que Ho pudesse voltar sua espada ou até mesmo completar a movimentação da sua arma para atingir o homem na volta. Ele já havia furado o Orc. Quando a espada se moveu para frente e o homem se esquivou, ele deu um passo para a lateral e fez um corte leve no pulso do Orc.

Por pouco o rasgo não foi mais fundo, pois o movimento de volta da espada foi o suficiente para empurrar o adversário, que cambaleou para trás e sua guarda estava aberta.
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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por Knock em Qui Ago 13, 2015 2:56 pm

Aquele cara era bom. Quando dei o primeiro movimento, ele se recompôs e contra-atacou, quase cortando pontos importantes do meu pulso com a adaga que portava, mostrando que eu ainda tinha de aprender... que eu era pequeno.

Então eu decidi tirar informações dele, a fim de ganhar informações e porquê não distraí-lo, a fim de ganhar tempo para que Rio Ligeiro viesse me ajudar. “Então, vocês foram contratados para isso, ou estão por conta própria nesse negócio?”

Eu olhava para ele, não perdia a noção de que era uma batalha; eu estava esperto “O que vocês viram dentro das caixas? Tem tanto valor? Quer negociar?”

Não baixava a guarda; se ele tentasse atacar, iria tentar me basear em alguma brecha do ataque dele, me desviando e atacando de volta... Um jogo de paciência, cria eu. Talvez eu pudesse surpreendê-lo com algo, ou eu aprendesse mais alguma coisa.

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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por NT Hrist em Ter Ago 18, 2015 1:04 am

Quanto Ho abriu sua boca e começou a falar, o homem não baixou sua guarda e nem atacou. O olhar se estreitou em evidente desconfiança... Agora que o calor da batalha havia se passado, mesmo que por um instante apenas, ambos conseguiam ouvir o som do metal se chocando ao lado deles, provavelmente a outra batalha, mas nenhum dos dois desviou a atenção do inimigo a sua frente.

A indagação inicial não teve resposta, mas diante das outras perguntas, o homem abriu um sorriso nervoso e chegou a demonstrar uma leve surpresa.

-
V-você não sabe? Ha... haha... É claro que não sabe... Agora eu entendo porque o roubo foi tão fácil... Heh... Hah... Que se foda... Isso ai, seu orc nojento... É a prova de que seu exército não é tão bom como você pensa...

E do lado deles, um grito agonizante pode ser escutado. Como ninguém veio atacar Ho, era de se deduzir que um dos bandidos havia sido morto por Ligeiro.

-
Que se foda essa merda... Nós já falhamos... Eu não vou implorar por porra nenhuma...

E outro grito agonizante pode ser escutado... Provavelmente Ligeiro havia terminado seu combate rapidamente, mesmo estando contra dois adversários. O homem que estava a frente de Ho, porém, assim que ouviu o grito da morte de seu último companheiro, ergueu sua adaga. O orc se colocou em posição de defesa, já prestes a contra atacar através de uma brecha dentro do ataque inimigo.

Mas que o veio não foi um ataque.

O homem fincou sua própria adaga por entre uma fresta da armadura, um corte profundo que fez sangue jorrar em pequena quantidade quando a adaga foi removida; depois ele pareceu mastigar algo e o corpo dele cedeu, caindo no chão. O corpo do bandido se contorceu enquanto ele agonizava, vítima de seu próprio veneno... O ar pareceu lhe faltar e sangue passou a escorrer de sua boca.

Ligeiro se aproximou e observou com desprezo o corpo do homem, que ainda se contorcia. A morte por aquele veneno parecia ser lenta e bastante dolorosa.
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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por Knock em Ter Ago 18, 2015 2:12 pm

Ao terminar de falar, meu inimigo franziu os olhos, claramente confuso, desconfiado da minha postura quanto soldado. Ficou claro para mim que soldados não agiam daquela forma perante um adversário, mas eu, mesmo vestindo uma armadura, ainda era um mercenário ou alguma coisa tal como um.

O furor da minha luta passara, entretanto Rio Ligeiro continuava sua batalha perto de mim, mas eu não virara para ver o que acontecia, pois meu inimigo continuava me fitando e falava, mas não em resposta às minhas perguntas, mas, como se falasse sozinho, ele direcionava as afirmativas para mim... Aquilo me cheirou mal... Ele não parecia ser de Tákaras... mas senão isso, de onde mais seria?! Falar com menosprezo do exército, mas se referir à minha raça com tanto... “nojo”... Ou será que os meus também eram tratados dessa maneira em Tákaras?!

No meio do meu pensamento, ouvi o bater dos metais ao meu lado, assim como dois agonizantes gritos, um seguido do outro. Rio Ligeiro terminara com os dois. Depois disso, meu inimigo ergueu a adaga e enfiou em si mesmo e após isso pareceu morder algo e sucumbiu em dor... Aquilo me pareceu estranho, pois era como se simulasse que a adaga estivesse envenenada, mas eu sabia que não estava, pois não sentira nada anteriormente quando ele me desferira o ataque no pulso. O lupino se aproximou de mim; honrarias a ele; vergonha a mim, entretanto não me importei.

Meus olhos procuraram as caixas, mas eu achava que Rio Ligeiro já as tinha pegado, mas se não estivesse, pegaria e as entregaria a ele, então falei com Ligeiro “Me perdoe por não ter ido lhe ajudar, mas acabo de ver que não tenho tanto preparo” Então fui aos inimigos caídos, me certifiquei de que estavam mortos e continuei falando “Não sei qual a sua opinião, mas vou procurar rápido umas pistas neles”, então, se estivessem mortos, procuraria rapidamente algum tipo de tatuagem, alguma sacola de dinheiro com algum símbolo de algum lugar, pois poderia indicar um contratante ou então algum padrão nos corpos, como algo que indicasse algum grupo que eu não conhecia; alguma arma que não parecesse do exército, algum detalhe, como um anel, um cordão com um símbolo, ou seja, algo que pudesse indicar a raiz daquilo, ou os amarraria, a fim de fazer a mesma coisa.

Vi o olhar de desprezo do Lupino direcionado ao inimigo... Eu queria saber o que estava pensando, mas não conseguia imaginar.

“Nós já falhamos... não vou implorar por porra nenhuma” A última palavra do meu inimigo... Deveriam ter sido contratados e cria que Rio Ligeiro tinha razão quanto a estarem esperando reforços, então fiz o trabalho sujo que me propusera a fazer o mais rápido que pude, até abri a boca deles, a fim de tentar encontrar alguma coisa, até tentei abrir a boca do envenenado, se fosse possível...

“Rio Ligeiro, senhor, estou curioso desde que lhe vi... O senhor é mesmo um lobisomem?” enquanto procurava, perguntei por curiosidade mesmo, pois de fato não havíamos sido apresentados e aqueles olhos dele eram uma das poucas coisas que de fato indicavam isso. Sorri.

“O senhor prefere sepultar os três soldados aqui mesmo, ou levar à Hilydrus?! O senhor quer levar os corpos dos ladrões ou deixa-los aqui?” As perguntas eram muitas, após a verificação dos corpos, pois eu achava bom que os corpos, assim como todo o resto, fosse investigado. Pensando nas perguntas que eu estava fazendo, veio a minha mente a carta que os ladrões usaram a fim de nos enganar, então fui atrás dela, a fim de mostrar como prova do nosso possível relatório de missão... “Por quê não; não custa nada”.

Eu já sentia que estava prestes a escurecer, mesmo podendo não estar, pois era como se tivéssemos demorado muito naquela floresta; eu esperava ordens de Rio Ligeiro, mas continuava pensando como proceder. Eu via as armaduras e as armas, sinceramente, achava um pouco de desperdício deixa-las ali, mas nossa carruagem era pequena... mal dava para mim e Rio ligeiro, então achei que Rio Ligeiro saberia melhor o que fazer.

Missão concluída. Sorriso menos preocupado no rosto.

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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por NT Hrist em Qui Ago 20, 2015 8:25 pm

Ho estranhou que o homem tivesse se perfurado com sua própria adaga e, como seu corpo não demonstrava sinais de envenenamento, ele chegou a suspeitar que fosse apenas um blefe do adversário. Mas, independente disso, o homem cometeu suicídio.

O bandido agonizou na frente de Ho enquanto era observado tanto pelo orc quanto pelo lupino. Ambos observaram enquanto ele se contorcia no chão, parecendo lutar para respirar enquanto sangue fluía de sua boca... Embora tenha durado apenas por volta de um minuto, a cena pareceu longa. Era como se estivessem assistindo a morte ceifar a vida de uma pessoa que lutava para sobreviver e escapar do fim inevitável. Mas aquele homem morreu e sua aparência ficou semelhante ao dos corpos que eles haviam encontrado no caminho; os olhos esbugalhados e sangue escorrendo pela boca.

Quando aquele homem finalmente pereceu, Ligeiro pegou um pequeno pano que estava por entre as suas vestes e limpou o sangue que escorria pela lâmina da sua espada antes de embainhá-la.

-
Não se preocupe, eu tenho uma armadura, você ainda não tem a sua.

Sem dar mais atenção aos corpos, Ligeiro foi em direção as caixas enquanto Ho queria verificar os corpos dos adversários. Os três estavam mortos, mas apenas o que ele próprio havia enfrentado demonstrava sinais de que havia sido envenenado; os outros dois foram mortos por golpes fatais desferidos por Ligeiro, um deles sangrava por uma dobra da armadura enquanto o outro teve sua armadura varada na região do peito.

Para procurar por uma tatuagem, Ho teve que remover a armadura de um deles. Não havia marca alguma no corpo dos homens e havia pouco dinheiro em uma sacola simples, mas certamente não o suficiente para ser considerado o pagamento de algum serviço. As armas e armaduras utilizadas pertenciam ao exército, provavelmente furtadas dos homens encontrados anteriormente, então era difícil ligar aquilo à alguma facção. Enfim, o orc não encontrou nada que lhe indicasse de onde eles vieram ou para quem trabalhavam. A única coisa encontrada que parecia interessante era um liquido, era levemente esbranquiçado e se olhado com desatenção poderia ser confundido com água, além de outro frasco com um liquido esverdeado.

Ele abriu com cuidado a boca do adversário a fim de encontrar vestígios do veneno e ele encontrou. O sangue que escorria pela boca dele tinha marcas junto, talvez fosse algo que ele tivesse ingerido para dar fim a própria vida. A cena fez com que a visão do orc ficasse um pouco turva, mas foi apenas por um instante, quando ele se afastou já parecia estar bem novamente.

-
Hm? Sim, eu sou. Por que está perguntando isso? – ele perguntou, genuinamente confuso com aquela pergunta – As caixas estão estouradas, não dá mais pra usar direito... Tinha uma pedra dentro de cada uma, eu as embrulhei, vamos ter que levar assim. – e ele ergueu um pouco uma bolsa, provavelmente onde havia as colocado – Não entendo porque uma caixa tão grande pra isso... Mas que seja não é meu papel ficar questionando. Sobre os corpos deles, vamos deixar ai, não é como se eles merecessem algo melhor, além do mais, estamos longe de Hilydrus, vão acabar se decompondo durante o caminho. Sobre os soldados...

E ele deu as costas, prendendo a bolsa em sua armadura. Pareceu pensar um pouco sobre o assunto e sua expressão se tornou descontente.

-
Infelizmente, também vão acabar se decompondo... Vamos enterrá-los. Embora a aparência deles não esteja das melhores, eu não quero que eles tenham que ser enterrados em um estado deplorável. Vamos devolver as armaduras a eles...

Antes de ir, Ho pegou o documento que os homens carregavam. A carta agora estava manchada de sangue, mas várias partes ainda eram legíveis e o selo ainda estava lá.

Ligeiro voltou até o corpo dos três. Aquilo levou algum tempo; retirar as armaduras e recolocá-las nos corpos de seus verdadeiros donos. Mas Ligeiro não parecia se importar em fazer isso, naquele momento ele parecia paciente e sério. Fazia aquilo sem hesitar ou pestanejar, talvez encarando aquele gesto como seu dever.

Ligeiro utilizou uma pá que estava na carruagem e cavou as três sepulturas na lateral da estrada. Todo o trabalho levou um tempo razoável e Ho chegou a ver o céu tingido de um laranja avermelhado enquanto Rio Ligeiro cavava e ajeitava os corpos. Quando tudo estava pronto, ele pediu a ajuda do orc para colocar os homens dentro dos túmulos junto de suas armas e armaduras. Cada um dos três foi colocado dentro do túmulo vestindo sua armadura e com as mãos segurando o cabo da espada próximo ao peito enquanto a lâmina descia acompanhando o tronco. O lupino fechou os olhos por um instante e, embora não tenha dito nada, os lábios dele se moveram um pouco, provavelmente fazendo alguma homenagem silenciosa aos três.

Conforme a noite chegava, Ligeiro terminava de cobrir os corpos com terra até que o chão ficasse nivelado novamente.

-
É melhor irmos... Talvez parar em uma pousada, vamos ser alvos fáceis se seguirmos pela estrada durante a noite.
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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por Knock em Sex Ago 21, 2015 1:24 pm

Meu inimigo agonizava ao chão, Rio Ligeiro estava ao meu lado e olhava a cena horrenda, entretanto eu não tomei a iniciativa de amenizar a dor daquele ladrão... Bem... Na verdade só fui pensar nisso mais tarde; naquele momento acho que só ficava me perguntando o que meu, até então, companheiro de missão estaria pensando.

Revirei os corpos, porém nada fora encontrado, apenas uma pequena sacolinha de dinheiro, a qual creio que não era algum pagamento pelo serviço, pois a quantia era muito baixa para uma tarefa tão arriscada e teoricamente difícil... Cheguei à conclusão de que estavam por conta própria, mais ainda assim, a indagação do envenenado não me saía da cabeça. Além do dinheiro, peguei a carta e encontrei dois frascos... Acho que um era o veneno e o outro, algo que pudesse conte-lo ou algo do tipo... Não sei ao certo. Depois entreguei tudo a Ligeiro.

Rio Ligeiro estava sério novamente, tão sério quanto no início da viagem, fato que me fizera pensar no que havia ocorrido antes de sairmos de Hilydrus; a instabilidade emocional do lupino variava tanto quanto as caras da lua... Realmente, seria difícil me acostumar rápido com aquilo, mas eu continuaria a respeita-lo.

Quando perguntei se ele era de fato um lobisomem, fui respondido de forma fria, então entendi e sorri, como se não houvesse ouvido a pergunta que me fizera, como eu fazia para que pensassem que eu era um orc comum; “tolo”; “babão”.

Continuamos, deixamos os corpos dos ladrões apodrecendo lá mesmo na floresta; Rio Ligeiro tirou as armaduras deles e colocou novamente nos corpos dos proprietários, coisa que demorou; ele também cavou... Eu queria fazer isso, eu queria ajudar e até procurei uma outra pá na carroça, entretanto não havia e Rio Ligeiro não falara nada, só fazia o que tinha de fazer; parecia me evitar, como se eu fosse profanar aqueles soldados, mas fiquei ali, nem longe, nem perto, até que o lupino precisou da minha ajuda para coloca-los nas covas; fiz com respeito e até mesmo tentando ser “delicado” no gesto; após isso, Rio Ligeiro tapou as covas. O céu parecia não notar; O vento parecia celebrar algo que não se conseguia ver. O sol não viu, a lua também não viria, entretanto perante as palavras silenciosas ditas por um lupino, aquelas almas descansariam.

Subimos à carroça, enquanto a noite chegava. Rio Ligeiro preferia parar para descansar em alguma vila. Eu não tinha nada a propor; acenei positivamente com a cabeça. Naquele momento, meus olhos se fixaram no caminho e minha atenção voltava a ser da missão.


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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por NT Hrist em Qua Ago 26, 2015 2:25 am

Quando recebeu os frascos que Ho havia encontrado nos corpos, Ligeiro teve a mesma opinião que o Orc. Talvez um dos fracos tivesse o antídoto... Aquilo era bom.

-
Você foi ferido não é? – ele perguntou, o tom levemente preocupado enquanto ele guardava os frascos – É bom ficarmos de olho em você, mesmo que você não sinta nada agora, talvez o efeito demore, já que você é... Grande. Se sentir qualquer coisa estranha me avise.

Com a sepultura encerrada, os dois voltaram para a carroça e seguiram a viagem. Ligeiro parecia mais calmo depois de tudo, talvez ele realmente tivesse um humor instável. Ficava tenso facilmente, mas assim que a razão para isso sumia, ele se acalmava rapidamente.

Ho manteve os olhos fixos na estrada que percorriam... A noite finalmente se instalou por completo e o céu estava escuro naquela noite, com poucas estrelas iluminando o caminho para os viajantes e mercadores.

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Re: Floresta Allgreen

Mensagem por Knock em Qui Ago 27, 2015 2:28 pm

A noite. Aah noite. Finalmente um clima um pouco ameno.

Meus olhos se focavam no caminho. Rio Ligeiro mais sereno. Barulho das rodas atritando à estrada; cavalos recém alimentados. A floresta ficava para trás. Algo novo a frente.

- Acho bom, senhor, mesmo não sabendo o que essas coisas podem fazer ou o que são, mas é melhor continuarmos tendo cuidado, pois se encontrarmos um... “gatuno”, podemos perder novamente a carga- respondi à pergunta... Não sabia o que poderíamos encontrar, mas acho que eu só conseguiria descansar quando me livrasse daquela missão. Não sei se por todas as coisas que aconteceram, mas estava claro que não seria fácil me tornar um soldado, menos ainda crescer dentro do exército. Não seria fácil, a convivência com os cidadãos...

-Será que me deixariam como um guarda na Praça Central?! Não, acho que me mandariam para um lugar isolado; uma missão longa talvez... Talvez minha vida seja resumida a ir e vir com cargas... Talvez eu tente ser um cavaleiro alado... Risos – Devaneio terminado.


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