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O Unicórnio Manco

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O Unicórnio Manco

Mensagem por ADM GabZ em Seg Dez 23, 2013 3:41 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Um tanto afastada do centro está a popular, nas más línguas, casa noturna O Unicórnio Manco. Por fora parece apenas uma taberna mal frequentada, mas seu interior esconde um bar bastante requintado, frequentado por criminosos ou aventureiros em busca de diversão. A verdadeira entrada é por uma porta dos fundos que leva para o subsolo enquanto a principal dá apenas para um salão mal arrumado, útil para despistar guardas. Ainda que proibido, garotas de programa são bastante populares por aqui, seja apenas para acompanhar o cliente numa bebida, seja para passar uma noite ou duas. Também é neste lugar aonde muitos criminosos planejam crimes requintados como assaltos planejados e assassinatos. O preço de tudo é altíssimo, mas vale a pena pelo luxo e pelo anonimato. Alguns quartos garantem o conforto e a noite de qualquer um disposto a pagar.

O dono do lugar é um anão chamado Bjorn Barbaruiva, sua aparência comum ajuda bastante a não levantar suspeitas fora dali. Ele possui uma barba ruiva longa e trançada e um rosto carrancudo, característico dos anões. Além disso Bjorn é talvez um dos melhores anfitriões: não quer saber, não pergunta e nada sabe sobre o que é negociado embaixo de seu teto. O cliente pagando em belos e gordos sacos de moeda já é motivo suficiente para ele esquecer facilmente o que não é de sua conta. Só é possível entrar caso você seja convidado por alguém mas, uma vez lá dentro, pode-se voltar sempre. Pagando bem, é claro.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:05 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Kaien S em Dom Ago 16, 2015 6:20 pm

Do lado de fora do quarto as coisas eram ainda mais tensas, não sabia exatamente que horas eram mas o sono indicava que não fazia tanto tempo de que haviam dormido, talvez algumas horas... Talvez. A percepção de tempo de Leonard sempre fora horrível mesmo. Continuou caminhando atrás de Plue, Astaroth ao seu lado e a mão sobre o cabo da espada, em caso de surpresas, estava meio irritado com tudo aquilo, de repente descansar havia se tornado algo difícil, Leonard se deu conta de que estava seguindo um cão no meio da noite, e apesar de ser o cão de Zato, a situação continuava estupidamente estúpida.

O elfo e o garoto finalmente chegaram ao local onde Zato estava. Ouviu o rosnado de Astaroth ao seu lado, e notou o sangue no peito do companheiro - Que houve aí? - Lembrou-se então do diálogo do elfo com Zato quando haviam se conhecido, alguma coisa sobre uma maldição que precisava ser curada. Leonard olhou para a mão enluvada, que agora repousava no cabo da lâmina, a marca amaldiçoada do símbolo de Takaras que residia em sua mão, deu-se conta de que podia se livrar dela tanto quanto Zato podia se livrar da dele, mas por mais estranho que fosse... Leonard não queria.

Tinha aprendido a controlá-la e a transformou em uma magia. Ele precisava dela. Ou talvez não precisasse, odiava aquela porra de corvo na mão mas apesar de tudo tinha sua parte boa... Talvez Zato também pudesse controlar a marca amaldiçoada em seu peito. Ou não, vai saber. Bocejou e voltou sua atenção a situação. Dois humanos, um elfo, dois lobos e três caras sentados. Até aquele momento não entendia o por que dos companheiros verem algo de errado com ele, mas aquilo certamente iria dar merda.

- Aham, claro - Disse para Zatoichi em quanto se posicionava ao lado dele, quase sacando a lâmina élfica agora. Ouviu o que ele dizia sobre o homem que era muito mais do que deixava transparecer, mas Leonard era idiota, e teimoso - Ele é? Vamos ver isso aí - Abriu um sorriso, aquela era a segunda batalha que provavelmente teria em pouco tempo, mas se pudesse impedir aquilo naquele momento... Ordenou que Astaroth ficasse e tentou alcançar Arlienor e por a mão sobre o ombro dele, antes que ele pudesse atacar os demônios, caso conseguisse sussuraria a ele " Não podemos esperar até eles irem embora? Não parecem estar causando problemas por agora, uma luta lá fora seria melhor. " Dessa vez não entendia o por que tinham de brigar, mas o faria se necessário, se não alcançasse o elfo a tempo, o daria cobertura, assim como Zato. A reposta para a sua pergunta veio em seguida... Por mais que gostasse de Arlienor... Iriam brigar por que o elfo era retardado.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NT Hrist em Ter Ago 18, 2015 1:18 am

Diferente de Arlienor e Zato, Leornad parecia ser sensato. O demônio parecia estar sendo servido normalmente e não parecia estar causando problemas... O elfo chegou a hesitar por um instante após as palavras de Leornard, mas não demonstrou estar disposto a desistir de seu alvo.

-
Todos os demônios são sujos... – ele sussurrou em resposta - E se ele for ficar aqui? Quantas noites levariam para que tivéssemos a chance de eliminá-lo? É melhor fazermos isso aqui, agora. Essas pessoas não se importaram que tenhamos feito isso antes... Não vão se importar agora.

Já para Zato, cada passo que o aproximava daquele demônio fazia sua marca doer mais. Ele podia sentir o sangue escorrendo em uma quantidade cada vez maior; a visão do guerreiro se tornou levemente turva por conta da dor. Mas, por sorte ou azar, dependendo de qual era o verdadeiro desejo do guerreiro, alguém se colocou na frente deles.

O responsável pelo bar interrompeu a caminhada do trio. O homem que cuidava do bar, o mesmo que havia oferecido a eles o banquete em agradecimento anteriormente agora se colocava entre o trio e o alvo deles.

-
Eu sugiro que tirem as mãos dos cabos das espadas, senhores. – a voz soou seca – Aqui não é um campo de batalhas. Nós estamos em um estabelecimento.

- Mas ele é um demônio... – murmurou o elfo.

-
Eu acredito que os senhores conhecem bem a fama do Unicórnio Manco, somos reconhecidos por receber qualquer tipo de pessoa ou... – fez uma breve pausa, parecendo buscar a palavra correta - Criatura. O incidente anterior foi perdoado, mas não iremos tolerar que vocês continuem tendo esse tipo de comportamento aqui. É ruim para os negócios.

- O que...? – o elfo pareceu confuso com aquela conversa, talvez por não entender a atitude anterior daqueles no estabelecimento.

-
Ora... – uma voz masculina grave soou alta. O demônio, ocultado sob sua aparência humana, agora observava os três - Os três justiceiros já estão tentando arranjar briga novamente? É melhor que você não deixe mais pessoas desse tipo entrarem aqui, Alfred. – e ele olhou para três, parecendo dedicar alguns segundos a mais em Zato e Leonard.

Arlienor não se moveu, apenas encarando ora o demônio e ora Alfred, o homem que havia se colocado no caminho.  Parecia confuso com aquela situação, mas logo suspirou.

-
Por um instante eu havia me esquecido, eu sinto muito. – o elfo afastou a mão do cabo da espada e recuou os primeiros passos, já indicando que se afastaria.

-
Todas as despesas de vocês já estão pagas. Vocês podem se retirar do estabelecimento assim que estiverem prontos. – e o homem deu as costas, voltando aos seus afazeres.

-
... É melhor irmos mesmo. – disse o elfo, olhando de soslaio para o demônio – Temos que lidar com essa sua marc—

- Eu sugiro que não me aguardem do lado de fora. – disse o demônio bebendo um bom gole de seu vinho, sem sequer direcionar seus olhos para os três – Mesmo juntos, vocês não tem a capacidade para me derrotar, o garoto da marca sabe bem disso. – e os olhos dele fitaram Zato por um instante – são apenas crianças.

O elfo ficou claramente zangado com aquelas palavras. Arlienor encarou aquele demônio de cabelos negros com um olhar estreito em ódio e desprezo. Mas, embora ele parecesse ter uma imensa vontade de atacar aquele demônio, ele respirou fundo e soltou o ar pelo nariz.

-
Vamos embora.
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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Qua Ago 19, 2015 12:17 am

-Obrigado, era exatamente o que eu estava tentando evitar...- Seria estupidez demais discordar daquele homem. Primeiro por que não queria morrer, segundo por que ele estava certo, derramar mais sangue desnecessariamente era estupidez. Graças a deus foram parados antes que a situação tomasse um rumo ainda pior. Henry revezou o olhar para aquele que lhe dirigia a palavra a cada momento. Por vezes, sarcasticamente sorriu.

O fato é: eles eram contraditórios. Depois de pensar um pouco realizou que não tinha nada a ver com matar demônios. Provavelmente tinham recebido bom trato ali para que não se irritassem e causassem mais encrencas. Quando o demônio terminou seu discurso demonstrando clara intimidade com o dono do local Henry se viu no direito de falar.

-Novamente, concordo, mas não somos bem justiceiros.- E o dialogo seguiu como se ninguém tivesse ligado para suas palavras. Ele manteve então os olhos no demônio. Por vezes se encararam até que ele escutou as palavras que queria.

-Façamos o seguinte...- Zato deixou o elfo começar a andar para fora dali e desembainhou a espada sem jeito e a fincou no chão em sinal de paz. Em seguida se sentou atrás da arma ficando com ela entre ele e o demônio. Acreditava que não fosse a posição mais respeitosa para um capitão da guarda de Hilydrus, mas o fato é ninguém sabia quem ele era ali. Talvez nem mesmo na capital soubessem após tanto tempo ausente de seu dever, anos, quem sabe? E mais, podia não parecer, mas qualquer emergência era uma posição rápida para equipar a arma.

-Não tenho uso para uma arma contra você. Só a sua presença já é mais do que o suficiente pra me foder completamente, imagine só um combate. Seria sangue demais desperdiçado- Arqueou a sobrancelha e voltou a falar -Mas como eu disse não sou um justiceiro, uma criança talvez. Cada ação minha é pura e simplesmente ligada a meu interesse- Respirou fundo ainda encarando o demônio.

O que mais Henry ia fazer? Puxar saco do demônio? Não ele não estava fazendo isso, só estava falando verdade ali, até mesmo sua “aliança” com o elfo era fruto de seu interesse. E o pior, não era dificil identificar em sua expressão a verdade com que falava. Nem ao menos tentou parece inigmatico ou confuso. Só queria uma coisa: se livrar daquela marca de merda. E finalmente alguém ali para "ajudar". O demônio parecia saber exatamente do que se tratava.

-Sei como ganhei essa porcaria e sei que não a quero, mas é tudo que sei. Você parece saber bem do que se trata. Não peço que perdoe minha curiosidade, já começamos mal demais pra isso, mas...- Pareceu procurar as palavras certas -O que essa merda significa?- Fez questão de dar ênfase pra palavra e esboçou uma expressão de desgosto. Era difícil se manter calmo com tanta dor lhe afligindo ali. Também não fazia questão de rodeios, já tinha se metido em tanta merda que aquele demônio não viria a ser a pior coisa. Ou ele achava...

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Kaien S em Ter Ago 25, 2015 7:37 pm

Respirou fundo de alívio. Não achava que teria conseguido parar Arlienor, e deu uma puta sorte. O homem que os parou começou a explicar, e Leonard não queria realmente ouvir, apesar de estar agradecido pela situação ter sido interrompida. Ouviu atentamente as palavras de cada um deles. " Novamente? " Pensou quando o demônio começou a falar. Então ele estava ali observando eles mais cedo? e como não tinham notado antes? É. Parece que ele realmente não era qualquer um. Leonard respirou fundo, pôs a mão sobre o ombro do elfo e sinalizou com a cabeça de que estava tudo bem.

Sentou-se ao lado de Zato, algo como uma posição estratégica, e esperava que Arlienor se sentasse do outro, caso o demônio ali quisesse disparar contra eles. Não achava que Zato precisava realmente tentar obter resposta daquele ser ali, se nem o próprio diabo estava tentando arranjar briga... Ficar parecia uma ideia idiota. E Zato devia ter notado a ansiedade que Leonard tinha para sair dali. Vez ou outra encarava Arlienor para tentar acalma-lo, o elfo não era obrigado a ficar ali, mas o garoto ruivo esperava que ele o fizesse.

Queria perguntar a Zato como ele tinha conseguido aquela marca em seu peito, mas ele provavelmente não responderia e aquela não era exatamente a melhor hora. - Você tá bem? - Perguntou para o caçador de demônios, não sabia como ele reagiria a aquela situação... Mas se tivesse de segurá-lo, estava preparado.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NT Hrist em Qua Set 02, 2015 1:51 am

Diante das ações de Zato, o demônio apenas o observava com certo desdém. Quando ele fincou sua espada no chão, sem se importar, a criatura pegou a taça de vinho que estava na mesa e bebeu um gole lentamente. A mulher ao lado dele, que estava com os braços agarrados ao do demônio, apenas olhou para Zato com certo desprezo e soltou uma breve risada, em segura sussurrando algo para o demônio ao seu lado e este riu brevemente.

Arlienor cessou sua movimentação quando Zato se aproximou e apenas observou com confusão as atitudes do espadachim. Ele parecia aborrecido, mas quando Leonard tocou seu ombro, o elfo respirou fundo e pareceu tentar se acalmar. Ele parecia claramente incomodado com a atitude de Zato e olhou para as costas deste com certa reprovação.

O demônio fez uma longa pausa e balançou a cabeça negativamente, com um sorriso malicioso nos lábios.

-
Sim, eu sei sobre sua marca. E daí? – foram as primeiras palavras que saíram da boca dele, palavras pronunciadas com certo descaso – Você não é o único que se move pelos seus próprios interesses. E eu não tenho interesse algum em lhe ajudar, seja com informações ou qualquer outra coisa. O que você tem para me oferecer?

O elfo não se sentou ao lado de Zato e Leonard, ele permaneceu de pé mais atrás de ambos. Com a indagação do humano, o elfo fez certa expressão de desgosto e confusão, sem entender porque Zato estava se abaixando e indiretamente pedindo ajuda a um demônio. Felizmente não parecia haver a necessidade de segurá-lo, mas a insatisfação dele era visível.

-
O que ele pensa que está fazendo? Pedindo ajuda a um demônio... – sussurrou para Leonard.
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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Kaien S em Ter Maio 10, 2016 9:39 pm


Leonard se permitiu sorrir enquanto assistia a conversa. O coração batia em uma velocidade surpreendente, estava nervoso? talvez com medo. É, devia estar com medo, certa vez haviam dito a ele que sentir medo era bom, mantinha-no vivo mas o ruivo com frequência se perguntava sobre a veracidade dessas palavras. Algumas pessoas tremiam, ou travavam diante dele, Leonard não. Leonard fazia dele a sua arma e aquela era a sensação que sentia sempre antes de começar uma batalha.
Já podia sentir a adrenalina preparando-se para correr no sangue. Mas ele se manteve quieto e tentou parecer calmo, tão calmo quanto podia, se começassem uma batalha ali dentro certamente teriam problemas, tinha de arranjar um jeito de levar a conversa para fora, mas como?. Os olhos correram por cima das mesas e pessoas procurando algum motivo para isso, exatamente como se estivesse planejando algo.

Não, Leonard não queria brigar mas as chances de aquilo terminar bem eram mínimas de qualquer jeito e estar pronto sempre era bom. Isso era Zato quem havia lhe ensinado ... Sempre estar em alerta. Leonard se esticou na cadeira tentando perder a rigidez. Olhou para o elfo atrás de si - Calme lá. Nenhum de nós três é simpatizador de demônios, mas se você souber como usar as palavras elas podem ser tão úteis quanto armas - Proferiu as palavras como Zato tinha feito dias atrás para ele em uma situação bem pior. Bem, esperava que ele entendesse, de verdade, não podiam perder a simpatia do novo amigo.

O demônio à sua frente pediu algo em troca pela informação, Leonard começou a pensar no que oferecer ... Esperava que Zato tivesse algo que ele quisesse por quê o ruivo não tinha idéia do que fazer, pôs uma mão sobre a cabeça de Astaroth, o lobo sabia que a situação estava tensa, ele farejava o sangue no peito de Zato e o fedor do demônio, Leonard o conteve antes que começasse a rosnar.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Seg Maio 23, 2016 10:20 am

Tinha prazer em ter aquele tipo de dialogo e mais prazer ainda em ver o quanto isso causava desagrado nos outros. Talvez tanto tempo longe da ilha tenha o tornado um idiota, mas ele adorava o modo como as coisas aconteciam para ele recentemente. Era rico, tinha contatos, se considerava minimamente poderoso, não como combatente, mas como pessoa. O interessante é que o ser ali sentado parecia ter tudo isso também.

-Não há nada que você possa fazer que não possa ser feito- Henry sorriu -Nenhum lugar a ir que não se pode chegar- O espadachim olhou torto para o demônio, Apoiou o peso da cabeça na mão e apertou as pálpebras. -Sabe, a triste verdade é que ninguém pode oferecer algo que só essa pessoa tem. Ninguém é tão especial.-

Henry olhou ao seu redor observando as reações de cada um ali. Enquanto que o elfo parecia extremamente nervoso e desgostoso com a situação Leonard se mantinha calmo, tinha aprendido bem a se portar em publico e não demonstrar emoções demais. Talvez uma das coisas que o capitão tivesse ensinado certo. Ele se julgava bom professor, ao menos se achava um e como guerreiro, sentado ali, esbanjava confiança. Já tinha matado um demonio e apesar de querer evitar um confronto desnecessário ele não fugia de um.

-Vamos por partes?- Ele apoiou sua mão sobre o cabo da espada como se fosse sacar a mesma -Farei uma oferta e essa apenas.-

Seus olhos após muito tempo pararam de vagar pelo lugar, há muito estavam analisando o terreno, as pessoas e o que mais fosse que frequentava aquele estabelecimento. Sentou novamente em sua pose original soltando o cabo da arma e relaxando.

-Quando Balmung me disse essas mesmas palavras achei um tanto quanto irônico, ele era o ser mais poderoso da ilha, quando Kite as repetiu para mim achei cômico.- Suspirou e continuou a falar -"Se não há algo que possa oferecer é por que há algo que se possa tirar."-

Definitivamente não seria difícil para Henry descobrir informações sobre quase ninguém na ilha, dado o posto que ocupava e as pessoas que conhecia. Suas palavras tinham fundo e qualquer um que escutasse ele falar com tamanha naturalidade saberia disso. Ele treinou no exército sob comando do então rei e se recusava a chamá-lo pelo nome que reivindicou após a guerra, Azure. Achava patético, para ele seu general era Kite e continuaria sendo Kite. Sentou-se em uma praça e dialogou com Balmung. Caçou o desgraçado por anos e lutou um contra um com seus servos algumas vezes. Talvez das existências mais temidas da ilha não conhecesse apenas o rei de Takaras.

-Não confunda com uma ameaça, ainda não a fiz e não tenho intenções de fazer, mas pense bem sobre inimizades antes de me dar sua resposta...- Ele sorriu com o canto da boca e esperou o que estava por vir. Qualquer movimento errado do demônio e sua espada estava ali, a centímetros de sua mão.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NT Hrist em Ter Maio 31, 2016 1:49 am

O demônio apenas observou Heny, sem muito interesse. A expressão dele demonstrava certo... Tédio enquanto o jovem falava. O olhar carregava uma certa arrogância e ele não se importava em demonstrar o quão tolo achava que o espadachim era.

A maioria das pessoas ao redor não pareciam se importar. A comida continuava chegando nas mesas e para o demônio, o único que parava observando Henry com certo desgosto era o responsável pelo local naquele momento. Parecia não gostar da ideia de que se arranjasse brigas. Alguns dos guardas locais mantinham os olhos fixos no trio, provavelmente esperando que eles causassem problemas novamente.

-... – ele riu e olhou para a moça ao seu lado – Vê por que guerreiros não são nada além de guerreiros? Tudo o que sabem fazer é balançar a espada a frente do corpo e tentar conquistar tudo com força bruta. – a mulher também riu, lançando um olhar de deboche para Henry – Só vá embora, garoto. – e balançou a mão no ar, sem se importar – Antes que faça um papel ridículo tentando erguer essa espada.

- Peço que se retirem, Senhores. – o responsável do local se aproximou novamente, com uma expressão nada feliz – Vocês parecem mais cães selvagens, que rosnam para qualquer um que aparece na frente de vocês. Saiam.

-... – Arlienor não parecia confortável com a situação, olhava com reprovação para Zato, mas por razões diferentes, provavelmente incomodado que ele havia tentado falar com um demônio... Mas de vez em quando, lançava um olhar odioso na direção do demônio.
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Re: O Unicórnio Manco

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