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O Unicórnio Manco

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O Unicórnio Manco

Mensagem por ADM GabZ em Seg Dez 23, 2013 3:41 pm


Um tanto afastada do centro está a popular, nas más línguas, casa noturna O Unicórnio Manco. Por fora parece apenas uma taberna mal frequentada, mas seu interior esconde um bar bastante requintado, frequentado por criminosos ou aventureiros em busca de diversão. A verdadeira entrada é por uma porta dos fundos que leva para o subsolo enquanto a principal dá apenas para um salão mal arrumado, útil para despistar guardas. Ainda que proibido, garotas de programa são bastante populares por aqui, seja apenas para acompanhar o cliente numa bebida, seja para passar uma noite ou duas. Também é neste lugar aonde muitos criminosos planejam crimes requintados como assaltos planejados e assassinatos. O preço de tudo é altíssimo, mas vale a pena pelo luxo e pelo anonimato. Alguns quartos garantem o conforto e a noite de qualquer um disposto a pagar.

O dono do lugar é um anão chamado Bjorn Barbaruiva, sua aparência comum ajuda bastante a não levantar suspeitas fora dali. Ele possui uma barba ruiva longa e trançada e um rosto carrancudo, característico dos anões. Além disso Bjorn é talvez um dos melhores anfitriões: não quer saber, não pergunta e nada sabe sobre o que é negociado embaixo de seu teto. O cliente pagando em belos e gordos sacos de moeda já é motivo suficiente para ele esquecer facilmente o que não é de sua conta. Só é possível entrar caso você seja convidado por alguém mas, uma vez lá dentro, pode-se voltar sempre. Pagando bem, é claro.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:05 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Sab Maio 31, 2014 2:46 pm

Não demorou muito para Zato percorrer o relativamente curto caminho da periferia da cidade até ao estabelecimento do unicórnio manco. O garoto já tinha ouvido falar daquele nome alguma vezes e pensou em visitar o local. Eram poucos os lugares famosos da ilha os quais o rapaz nunca havia visitado e aquele era um deles. Mal podia esperar para ter uma boa cama e um bom banho.

Chegando a porta desmontou de Plue e se esticou. Iria levar o cão para dentro de qualquer modo, mas geralmente montarias são proibidas, cães são animais de estimação. E ter um cão gigante andando atrás dele como guarda costas parecia muito mais legal do que entrar la montando um. Zato coçou a cabeça e ficou alguns longos segundos preso a um demorado bocejo mas em seguida abriu a porta e entrou.

Era realmente uma cena de se chamar atenção, sempre que o rapaz entrava em algum lugar. O garoto vinha sem armadura, tinha uma cicatriz em formato de cruz no lado do rosto e a franja caia sore seus olhos. Não parecia alguém muito amigável e ainda carregava uma espada embainhada nas costas, mas com certeza o fator que mais impactava era o cão gigante que andava logo atrás dele, a aparência dele já se assemelhava a de um lobo, mas toda aquela altura tornava ele assustador.

Se dirigiu até o balcão.

-Quero um quarto com direito a banho e uma boa cama.- Comunicou ao atendente. -E aqui estão 50 Lodians. Tem como dar um banho no meu cão?- Apontou para Plue sorrindo -Fique tranquilo, ele não morde sem que eu mande, mas cuidado com o pelo dele, não é fácil de se mexer-

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NR Kamui Black em Sex Jun 06, 2014 9:47 pm

@ Zatoichi

Na mente de Zato, ele certamente iria impressionar muitas pessoas - e possivelmente algumas mulheres - com sua entrada. E realmente isso seria a mais pura verdade, pois não é todo dia que um rapaz com uma espada bastarda de tão grande qualidade e com um cachorro gigante de companhia entra no Unicórnio. No entanto a cena foi estragada por uma súbita dor no peito e pelo sangue sujando a frente de sua túnica. E Zato sabia muito bem o que isso significava.

O espadachim procurou pelo demônio no ambiente e não demorou muito para encontra-lo. O sujeito estava trajando couro e cota de malha e havia um machado pousado ao seu lado. Sua pele era marrom escura e ele possuía dois pequenos chifres em sua testa. Suas unhas eram negras e os olhos estreitos e verdes escuro. Ele estava sentado em uma cadeira de maneira bem desinibida. Suas pernas estavam bem abertas e suas costas bem para trás. Um de seus braços estava pousado displicentemente na mesa e ele assediava todas as mulheres que passavam perto dele.

- E aí gostosa! Vamos lá para cima? Que tal, hein? E sei que você não vai me cobrar nada.

Naquele momento ele estava agarrando o braço de uma das moças que serviam as bebidas. Ela usava um vestido colado ao corpo e um tanto quanto curto e isso certamente acenderia o desejo da maioria dos homens. Mesmo assim ele agia de maneira inadequada, puxando a moça e obrigando-a a sentar em sua perna. Ela gritou e a bandeja que ela carregava caiu, derramando todas as bebidas contidas nas canecas e cornos.

Imediatamente um taberneiro apareceu para ajudar a moça. Ele era alto e bem corpulento e puxou o braço do demônio que segurava a moça. Esta, por sua vez, desvencilhou-se do aperto e correu para longe. O demônio, então, olhou para o homem de maneira furiosa e desdenhosa. Levantou-se e demonstrou que era mais alto do que aparentava quando estava sentado. Com um movimento rápido esbofeteou o homem com as costas de sua mão. O taberneiro, surpreso, caiu para trás como se fosse um saco de batatas. O demônio, então, passou a mão pelo cabo do machado e o brandiu contra o homem.

- Humano insolente! Como atreve por estas mãos imundas em mim?

E agora, o que Zato fará? Será que ajudaria o homem contra o demônio ou deixaria que ele fosse morto sem nenhuma chance de se defender?

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Sab Jun 07, 2014 7:07 pm

Zato não estava prestando muita atenção ao seu redor mas não teve outra opção ao sentir a marca da maldição começar a arder mais uma vez. Não era uma dor intolerável, nunca foi, mas agora algo chato de se suportar e depois de tanto tempo sofrendo com aquilo começou a desgostar cada vez mais de demônios. Já tinha certo desprezo, algo que cresceu e se tornou quase que ódio. O garoto pensou em ignorar aquilo. Começar uma briga em plena cidade de Paramet, não seria bom mesmo. Por mais que tivesse seus contatos no exército ele não queria correr riscos de se encrencar.

Suspirou tentando voltar a falar com o atendente no balcão, porém aquele demônio continuou a provocar a baderna. Olhando de lado Zato pode ver ele derrubar um homem no chão e se preparar para sacar sua arma. O espadachim sorriu. O medo de se encrencar não seria mais um problema, se não foi ele que começou a confusão não teria motivos para se preocupar. Se virou enfim para aquelas pessoas e começou a andar em passo acelerado ignorando os espectadores e passando ao lado do taberneiro agora caído. Era um ótima oportunidade, não apenas para melhorar um pouco seu nome como testar sua arma, e quem sabe, fazendo um favor para o pessoal ali ele não conseguisse uma noite gratuita. Seria bom.

O espadachim trouxe a mão direita para as costas segurando o cabo de Lullaby e fez o movimento simultaneamente ao demônio. Os dois sacaram as armas ao mesmo tempo e quando o demônio brandiu seu machado se preparando para atacar o velho funcionário Zato apertou o passo. Nesse momento o semblante do rapaz ficou extremamente serio.

-Vem pra mim, demônio filha da puta!-

Engrossou a voz irritado, não tinha certeza do por que havia dito aquilo, mas seu tom era serio e continha um misto de ódio e animação. O sangue que marcava as roupas do rapaz parecia mais um ferimento e o garoto talvez parecesse um idiota machucado tentando lutar com um demônio, principalmente o ofendendo dessa maneira antes de qualquer coisa. Então correu em seus últimos dois passos e entrou na frente do golpe com a espada recém comprada na horizontal a frente do corpo com o intuito de aparar o machado do demônio e refletí-lo alguns centímetros para trás. Em seguida não pensou muito. Apenas travou o pé esquerdo no chão e levantou o direito em um chute reto diretamente no peito de seu novo oponente tentando o lançar contra a mesa onde poderia muito bem se ferir caindo contra as canecas de vidro, louças e até mesmo talheres.

Plue seguiu seu mestre durante todo o movimento. Se manteve atrás de seu dono rosnando apartir do momento em que o guerreiro citou a primeira palavra até o chute. Plue era acostumado com isso, a mão do garoto no cabo da arma era um sinal e Zato não se incomodava nem um pouco com a ferocidade de seu cão. A companhia do animal ali não só lhe atribuía algum respeito como também prevenia ataques indesejados pelas costas, afinal mesmo se o bêbado tivesse amigos eles não teriam como atacar o garoto sem que seu cão lhe defendesse ou o alertasse.

Quando obtivesse a vantagem não iria parar. Não usaria o encantamento da arma ainda, não precisava gastar de sua energia para ganhar aquela luta e por tanto apenas continuou seguindo reto. Segurava a bastarda apenas com uma mão e a manuseava sem dificuldades. Continuou na mesma direção pressionando o oponente e tentando não abrir espaço entre ele e o demônio. Ainda com cautela para não receber golpes estendeu a espada à frente de seu corpo, calculando a distancia e esperando a reação de seu oponente.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Kaien S em Dom Jun 08, 2014 1:45 pm

Sonhou um sonho antigo, estava junto ao seu irmão, sua mãe e... seu pai, apesar disso, seus rostos não eram distinguíveis e não conseguia saber como era seu pai, ou se lembrar direito como era sua mãe e seu irmão, Leonard se aproximou deles e eles se desfizeram desaparecendo numa misteriosa névoa. Então acordou. Levantou a cabeça e estava em uma mesa mais afastada das outras onde ninguém notaria sua presença... Não havia dormido bem, mas ele já estava acostumado.

O garoto ruivo olhou por debaixo da mesa e viu os olhos dourados de seu lobo gigante o observarem, estava deitado sobre os pés de Leonard. Não se lembrava de como havia entrado com o lobo, mas o importante é que Astaroth estava lá. Esticou o braço e afagou os pelos negros do lobo, então se ajeitou na cadeira, decidiu que não tinha mais nada para fazer ali, mas algo chamou sua atenção.

Um homem entrou no estabelecimento com um cão gigante, tinha também em suas costas uma espada ... Zatoichi , a única pessoa que ele conhecia a qual tinha um animal parecido com o seu. Era divertido conhecer alguém tão parecido, e ao mesmo tempo tão diferente, a última vez que tinha visto Zatoichi havia sido em situações extremamente desconfortáveis, era capaz de se lembrar das dores só de pensar... pretendia se levantar e ir até ele, mas em alguns segundos ele estava lutando contra um demônio.

Puta merda, para onde ia parecia atrair confusão, poderia ficar sentado e assistir mas já tinha se estressado por motivo algum. Leonard se aproximou lentamente, aproveitaria o fato do demônio não saber de sua existência e quando houvesse oportunidade ele atacaria usando sua espada, sempre tomando cuidado para não ser acertado por Zato ou acertar ele. Astaroth havia notado que Leonard se levantou e começou a se movimentar, então o seguiu e se posicionou atrás dele.

OFF: Oe tio Kamui, to invadindo a sua área e a aventura do Zato <3

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NR Kamui Black em Qua Jun 11, 2014 9:23 pm

@ Zatoichi, Kaien

Como esperado do rapaz, Zato não ficou parado vendo a possibilidade de uma sangrenta morte acontecer e se adiantou contra o demônio. Ele não queria saber de onde aquela criatura vinha ou o que pretendia naquele local. Naquele momento, devido a maldição que lhe afligia, era bem provável que Zato odiasse os demônios apenas pelo fato deles existirem.

O espadachim avançou enquanto Plue apenas lhe dava cobertura. O machado vinha com força contra ele, mas a espada se chocou contra o mesmo fazendo com que o aço cantasse quando ambas as lâminas se chocaram. Com força e habilidade, Zatoichi conseguiu abrir a guarda do oponente e chutou-o no estomago, fazendo-o colidir com uma mesa.

As coisas foram todas para o chão e a mesa tombou, mas isso não foi o suficiente para desestabiliza-lo completamente e ele ainda estava apto ao combate. Zato iria para cima dele, mas, antes disso, Leonard se adiantou e tentou uma investida fulminante contra o ser infernal. Mesmo surpreso, o demônio conseguiu brandir seu machado com pericia o suficiente para afastar a arma do humano, que viu-se obrigado a dar um passo para trás para se equilibrar.

- Malditos vermes! Acham que podem comigo, o grande... mas hein?

O demônio esbravejava e partia para cima de Zatoichi quando percebeu que sua velocidade estava bem reduzida. Os dois guerreiros perceberam que o causador disto só poderia ser o elfo de aparência jovem que eles viam murmurando alguma coisa ininteligível e apontando sua mão de palma aberta para o ser das trevas.

- Acabem com ele rápido! Não sei por quanto tempo mais poderei segura-lo!

E será que o que eles viam no rosto do demônio era medo?

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Kaien S em Sab Jun 14, 2014 11:00 pm

O ataque não havia sido totalmente bem sucedido, recuou sorrindo, a habilidade que o demônio demonstrou ao defender-se havia sido impressionante, nunca havia lutado contra demônios antes, talvez em seus tempos de prisão tivesse batido em um ou dois, mas não se lembrava. Na verdade, naquele momento Leonard se perguntava como seria o inferno? o demônio sabia lutar, então se perguntava se eles treinavam soldados ou algo do tipo, se perguntou também como ele sairá de lá e se ele podia, por que outros mil não?, de qualquer jeito não pretendia descobrir tão rápido e não podia ficar pensando naquele momento, o rapaz já se preparava para atacar novamente.

Antes de ir contra o demônio mais uma vez ouviu um elfo murmurando algumas coisas, provavelmente magia, caso fosse em linguagem élfica conseguiria entender o que ele falava, afinal, havia aprendido Élfico a alguns anos, talvez nem assim conseguisse entender por ele estar murmurando, não importava, a chance era única e precisava atacar antes que o efeito da magia do elfo acabasse, ao invés de ir contra ele, Leonard olhou para Astaroth e disse: - Vai amigão.

O lobo gigante não demorou para entender, correu contra o demônio com toda velocidade que pode e pulou contra ele tentando derrubá-lo no chão e fazer com que ele perdesse as armas, em seguida ficaria o prendendo no chão, esperava que por estar enfeitiçado pelo elfo não conseguisse reagir a tempo de fazer algo contra Astaroth.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Qua Jul 23, 2014 5:53 pm

Zato teve o suficiente para calcular a força do demônio. A criatura infernal era bem mais forte do que ele e se estivesse sóbrio, o garoto tinha certeza, aquela luta seria uma vitória fácil para seu oponente. O espadachim tinha consciência de que precisaria abusar da falta de reflexos e da desatenção do inimigo. Inimigo? Talvez não. Ele apenas queria economizar uns trocados para poder aproveitar melhor a noite e não se importava em passar por cima de um bêbado para isso. Ia tentar uma estocada para acabar logo com aquilo. Mas alguém se enfiou na frente.

Por que raios alguém tinha que se meter ali? O semblante de Zato fechou em sinal de raiva. Ele podia lidar com aquilo sozinho, mas algum besta metido a herói queria aparecer ali. Era muito azar e quanto mais tentava converter aquilo em sorte piorava. Quis ignorar tudo, simplesmente passar por cima do garoto ali atropelando ele e terminar a luta, mas reconheceu o estilo do rapaz que se metera na sua frente, ao ver o companheiro animal dele a explicação foi óbvia.

Não se tratava de um pirralho metido a herói, mas um amigo querendo ajudar. Talvez a palavra aliado se adequasse melhor, dar moral para os outros não era muito do feitio de Zato e há um bom tempo a palavra amigo não aparecia muito em seu dicionário.

Leonard havia ajudado em algo. Ao menos ganhado tempo e distraído o demônio. Zato esboçou um sorriso no canto do rosto e reconheceu a utilidade do garoto. Nesse meio tempo mais alguém se meteu na confusão. Por que diabos um mago agora tentava ajudá-lo? Ele não havia pedido por nada disso. Bufou em sinal de confusão. Não sabia se estava feliz ou incomodado naquela posição e podia lidar com aquilo sozinho, mas agora não faria muita diferença. Astaroth já avançava contra o oponente e o espadachim não hesitou em dar o sinal para que Plue acompanhasse. Por mais que o lobo fosse grande Plue era maior e mais forte, porém era treinado para só imobilizar quando recebesse uma ordem explicita.

O cão disparou e em segundos já se encontrava mordendo a parte trazeira da perna do demônio. Tentava rasgar um musculo ali e impedir a movimentação do oponente dando a Zato uma clara vantagem de combate. Agora não tinha por que hesitar. Ignorou Leonard na sua frente e avançou sem pensar duas vezes para cima do demônio. Queria estrear o novo poder de sua arma e não pensou nas consequências para isso.

Ergueu a arma apoiando ela no ombro enquanto saltava para ganhar ainda mais momento e força no impacto. Girou a espada na vertical segurando ela com ambas as mãos e viu a mágica acontecer. Sentiu o peso da espada aumentar significativamente e de uma vez só. 88 quilos somados ao peso do humano superava com facilidade 150. Era um impacto e tanto para alguém imobilizado aguentar.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NR Kamui Black em Seg Ago 04, 2014 10:58 pm

@ Kaien, Zatoichi

A luta terminou muito mais rapidamente do que eles poderiam  imaginar. Com o elfo mago impedindo os movimentos do demônio, foi fácil para Astaroth e Plue avançarem e morderem cada qual uma das pernas do inimigo. Eles seguraram-nas como se fossem um osso a ser roído e um gemido de dor foi abafado pelo ser abissal. Uma coisa eles não poderiam negar: o demônio tinha coragem e bravura, pois não é qualquer um que aguenta aquele tipo de dor sem gritar e implorar feito uma menininha.

Mas Zatoichi não demonstrou clemencia alguma. Enquanto seu peito vertia sangue e doía, ele avançou contra seu oponente vulnerável. Em um esforço titânico ele ergueu sua arma em uma tentativa de amparar o golpe dirigido contra sua cabeça. Mas o espadachim estava ansioso para testar as habilidades de sua nova arma e entregou-lhe uma fração de sua energia para aumentar o peso de sua arma a níveis absurdos. O peso unido a força do guerreiro foram mais do que suficiente para quebrar o aço da arma do demônio, mas isso não foi tudo o que conseguiu. Ossos e carne pareciam manteiga perante a enorme força daquele golpe. Pouco a pouco Zatoichi sentiu sua espada bastarda se enterrando no corpo de seu inimigo, fazendo com que sangue e entranhas se espalhassem pelo chão e respingassem no próprio espadachim.

Todos os que assistiam ficaram estupefatos com a brutalidade com o qual o demônio foi dilacerado, mas após isso os músicos voltaram a tocar para distrair os presentes e algumas faxineiras entraram para limpar o que restou do cadáver. Como Zatoichi não deixou que sua espada tocasse o chão, em alguns minutos não havia marca alguma do que havia acontecido ali. Aparentemente os donos do estabelecimento queriam fazer parecer que nada havia acontecido, embora hora ou outra alguém dispensasse um olhar desconfiado para os três, principalmente para Zato.

- Foi um bom trabalho em equipe aqui. - o elfo falou. - Eu me chamo Arlienor e sou um caçador de demônios. - o elfo estendeu a mão aos dois que haviam lhe ajudado a combater o demônio, esperando que eles também se apresentassem. - Eu já estava de olho neste aí, mas ele era bem forte para mim enfrentar sozinho, então quando eu vi vocês se movendo para impedir as atrocidades que ele estava cometendo eu percebi que era a hora perfeita.

O elfo tinha os cabelos castanhos claro que chegavam pouco abaixo de suas orelhas. Não trajava nenhuma armadura, apenas um robe verde e azul que demostrava certo valor, talvez aquela veste possuísse algum encantamento que protegia seu usuário. Além disso ele trazia uma adaga embainhada na cintura e um anel ostentoso em seu dedo médio da mão direita. E ele olhou para Zato e encarou a marca vermelha na camiseta do espadachim. Em seguida, dirigiu suas palavras exclusivamente para ele.

- Este sangue em seu peito... por acaso seria uma maldição? Havia um amigo meu que sofria deste mal, foi muito trabalhoso ajuda-lo a se curar deste macula que o afligia.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Ter Ago 05, 2014 12:06 am

O combate acabou tão rápido quanto começou. Zato evitou que o sentimento de surpresa se mostrasse aparente com o golpe final dado. Olhou para a espada banhada em sangue e num misto de curiosidade e felicidade não soube muito bem o que dizer o fazer em seguida, a compra tinha sido muito boa. Olhou o corpo no chão manchando com o sangue que escorria tudo a volta. Se abaixou e limpou a lamina da espada nas roupas do sujeito morto. Não é mais como se ele precisasse mais delas.

Ao menos o combate ali tinha acabado. Curioso ter encontrado Leonard e seu lobo ali. Zato assentiu como se dando boa noite e se aproximou conforme embainhava a espada novamente. Olhou ao seu redor vendo os olhares tortos que o encaravam, ignorou. Não é como se não estivesse acostumado com essas coisas. Assoviou e Plue correu para seu lado.

-Leonard, bom trabalho...-

Foi o mais breve que podia. Zato não fazia questão de cerimonias, mas achou justo agradecer, mesmo que indiretamente alguém que se dispusera a apoiá-lo sem um pedido de socorro merecia algum crédito. Bom, não era como se ele precisasse de socorro. Mas quem era aquele outro homem que lhes ajudou? O espadachim ficou curioso com as habilidades dele. A imobilização completa de um oponente. Aquilo era útil. Muito útil...

De qualquer modo parecia que sua pergunta seria respondida logo. O homem veio e se apresentou. O espadachim não deu tanta atenção a principio, caçadores de demônios são algo até comum em Lodoss, mas uma frase foi o suficiente para mudar tudo. Havia um primeiro passo que o garoto deveria tomar antes de buscar seus objetivos. O elfo realmente lhe oferecia aquilo? Durante um ano buscando saber Zato não teve pistas de como se livrar da maldição, agora a oportunidade vinha. Era de fato irrecusável. Não conseguiu conter o sorriso e a felicidade ao saber que poderia sim se curar.

-Arlienor, você disse? Meu caro, você tinha minha atenção, Agora tem meu interesse. -

Estendeu o braço cumprimentando o elfo com um estranho e incomum bom humor. Aquele dia começava a melhorar de novo.

-Henry Van Zatoichi. Esse é Plue, meu cão de guarda, fiel companheiro e amigo. Acha que pode me ajudar com esse pequeno...- Hesitou um pouco -incomodo?-

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Kaien S em Ter Ago 05, 2014 3:17 pm

Sangue e mais sangue, definitivamente aquilo impressionou Leonard, havia feito o demônio em dois e sua espada também, chegou a conclusão de que a espada podia ser mágica, tinha de ser. da ultima vez que havia visto Zatoichi ele ainda não tinha aquela espada.
-Gostei do brinquedo - Disse apontando para ela com um sorriso, se perguntou se ele havia evoluído mais que aquilo em tão pouco tempo. O elfo se apresentou como "Arlienor" um elfo caçador de demônios, isso era novo para Leonard, não havia visto muitos, na verdade, não havia visto nenhum.

Sorriu com o elogio de Zatoichi

- É, você também.

Leonard tinha uma grande simpatia com os elfos, já que esses uma vez haviam até mesmo salvo sua vida em Allgreen. Astaroth abandonou os restos de demônio e caminhou de volta a Leonard se sentando nos seus pés como uma sentinela, em quanto olhava para Plue, talvez fosse algum tipo de respeito, certamente o lobo não estava acostumado a ver algo parecido que era maior e mais forte que ele, mesmo que já conhecesse o cão. O garoto deu carinho a Astaroth e este retribuiu com lambidas em sua mão.

Zatoichi começou a conversar com o elfo, e Leonard não tinha muito o que fazer então ficou ali parado ao lado dos dois, pensando em como era estranho ver Zato com algum sentimento além da quietude e frieza.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NR Kamui Black em Dom Ago 17, 2014 1:27 pm

@Zatoichi, Kaien

O clima já estava bem mais ameno no Unicornio. Em retribuição ao que haviam feito, o trio recebeu uma mesa bem próxima ao show um tanto quanto erótico que ocorria naquele ambiente e também bebidas de sua preferencia por conta da casa, um pernil assado acompanhado de batatas também foi servido em uma quantidade que seria suficiente para seis pessoas. Arliendor pediu hidromel e serviu-se apenas de batatas assadas em detrimento da carne que parecia bem suculenta.

- Eu mesmo não sou capaz de curar essa sua maldição. Minhas habilidades como mago não são assim tão formidáveis, uma vez que me especializei em lutar contra demônios. Contra eles eu posso ser bem efetivo. Mas, voltando ao assunto principal de nossa conversa, eu sei como cura-lo.

Fez uma pausa para tomar um gole de sua bebida e esperar que os outros dois se servissem.

- Existe, em Endless, algumas ruínas muito antigas. Essas ruínas são de um templo há muito esquecido. Aquele templo, segundo o que consegui descobri sobre ele, era devotado a um deus muito antigo e esquecido que tinha como arqui-inimigo um demônio chamado Hirshin. Seus acolitos eram monges especializados em combater as hostes demoníacas desse demônio poderoso e haviam criado inúmeros artefatos para combater esses seres malignos.

Fez mais um pausa em seu relato para saborear algumas batatas. Seus modos não eram o que se esperava de um elfo e ele comia de maneira bem voraz. -
Esta muito bom isto aqui, não? - disse com a boca cheia. Depois que comeu algumas garfadas voltou a falar com os presentes.

- Na verdade, a maior parte destes artefatos já não funcionam mais, mas ainda existe um que funciona e sua utilidade é remover maldições, que são uma arma muito usada pelos seres das trevas. Se estiver interessado, podemos partir amanhã mesmo para a Floresta Endless. Mas, como você deve saber, nada nesta vida é de graça e pedirei sua ajuda em troca da minha. Existe um demônio que venho caçando há muito tempo e, depois que te curarmos desta agonia que lhe aflige, gostaria que me ajudasse a derrota-lo. Se você quiser vir também será muito bem vindo, pois nenhuma das duas será uma tarefa fácil. E então, o que me dizem? - Agora o mago elfico aguardava a resposta de ambos os presentes ali na mesa.



Off - Sorry pelo atraso, tentarei não fazer mais isso. Tomai 50 de xp pra cada um em compensação.

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Dedico este espaço ao mais corajoso GM da Lodoss, Zato, que leu a ficha inteira do Blues.

Zato, você tem o meu mais sincero respeito.
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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Dom Out 12, 2014 10:08 pm

Zato gostava cada vez mais daquele elfo, ele lembrava o garoto de alguma forma de si próprio. Caçar demônios, a forma voraz como agia e o animo e empolgação em suas palavras. O rapaz sorriu. Não tinha por que negar que comida estava de fato boa assim como concordava com todas as perguntas e afirmações do homem. Bebeu um gole do hidromel que estava a sua frente e estalou os dedos em sequencia apontando para o homem.

-Não tenho como negar. Eu gostei de você. Saímos amanhã de manhã, o que me diz? Mas aviso logo, se andaremos em grupo não sou de mandar ou pensar pelos outros, mas perante a qualquer risco eu gostaria que minhas ordens fossem seguidas. Se eu disser para matar mate e para correr corra.-

Sorriu dando mais um gole na bebida. Zato sabia que era um bom estrategista e um soldado melhor ainda, caso contrario não teria feito metade daquilo que completou em toda sua vida de aventureiro e soldado. Leonard sabia como ele agia após já terem se encontrado lado a lado em campo de batalha, mas para o elfo seria novidade. O espadachim bateu no ombro de seu velho conhecido, mas ainda olhando para o elfo.

-Pode perguntar pra esse cara aqui, sei quase tudo o que faço...-

Houve uma estranha ênfase na palavra "quase", ao menos ele era consciente de que errava bastante também. Sorriu e se levantou da mesa batendo o copo com certa força, nada alarmante. O álcool devia estar lhe subindo um pouco a cabeça. Olhou ao redor parecendo procurar alguém.

-Onde ela está?-

Perguntou a si mesmo em voz alta.

-Então, estamos de acordo? Se me permite tenho que conversar com nossa donzela em apuros de hoje, vamos ver se é ou não meu dia...-

Esboçou um sorriso cômico de garoto levado. Plue ameaçou se levantar também mas seu dono logo fez sinal com a mão para que o cão permanecesse deitado onde estava, sem incomodar nem assustar muito mais fregueses. Já havia tido o suficiente de confusão aquele dia. Iria direto a garota quem haviam "salvo", perguntar se ela estava bem poderia ser um bom começo, não? Ah, como estava enferrujado nisso, matar demônios era mais fácil...

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Kaien S em Seg Out 13, 2014 5:38 pm

Se sentia vivo novamente. Fazia alguns dias que Leonard não comia direito como comeu naquela hora, achou até que havia sido um exagero tudo aquilo em forma de agradecimento mas ele não recusaria nunca, em quanto comia ele ouvia a conversa do tal elfo com  Zatoichi, não era algo que o dizia respeito então ele não tinha nada para falar ou comentar, apenas escutou atentamente em quanto divida alguma comida com Astaroth que descansava nos seus pés.

Se Leonard não tivesse lutado com Zatoichi muitas vezes antes ele duvidaria do que o espadachim falaria, e ainda o acharia meio arrogante, mas sabia que era tudo verdade. - É, ele sabe de quase tudo que faz - Concordou em quanto ria amigavelmente. Então comentou com o elfo quando Zatoichi já tinha se levantado - Isso realmente não parece que vá ser fácil, e eu acabei de vir de alguns trabalhos que foram bem chatos... Mas mesmo assim eu acompanharei vocês, não tenho lugar para ir nem muitos amigos pelo continente, tenho algo que um dia terei de fazer mas tempo é o que não me falta... Alias, conte-me como virou um caçador de demônios? Quer dizer, é o primeiro que eu vejo.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NT Hrist em Dom Jan 04, 2015 12:43 am

Pela parte que foi narrada pelo Kamui, cada um dos jogadores recebe 400 de XP por atraso. Pelo combate, Zato recebe 100 de XP e Kaien 200. [XP dada pela Gabz]

Estarei assumindo a aventura de vocês agora e já tive algumas idéias para assassinar uns totós por ai e [brinks]...  Espero que se divirtam! xD Qualquer duvida me procurem pelo skype!







@Zato e Kaien

-
Se vamos ser tão honestos assim um com o outro, devo admitir que não sou bom em seguir ordens. – e o elfo abriu um sorriso um pouco torto, sem jeito – Costumo ser bastante impulsivo, mas posso prometer que vou tentar! – e o sorriso se alargou.

Quando Zato se levantou repentinamente, um pouco cambaleante, o elfo deu um pequeno salto, surpreso. Ele observou Zato olhar ao redor e em seguida sair andando pelo local em busca de algo ou alguém.

@Kaien

-
Seu amigo parece bem bêbado. –  Arlienor comentou, parecendo um pouco preocupado – Ah... A minha história? – o rapaz coçou o pescoço de leve e desviou o olhar, parecendo ponderar por um instante – Eu sou órfão... Não tenho irmãos nem uma família. A minha vida começou quando eu tinha 10 anos... – ele deu um gole em sua bebida – Eu não tenho memórias de antes disso. Acho que posso dizer que quando eu me dei conta da minha existência, eu estava sendo criado por um sacerdote em uma pequena igreja de Hirt. Foi ele que me ensinou a ser o que eu sou; ele era um homem bastante devoto e disse que poucos tinham coragem para caçar demônios, mas que era um trabalho importante e necessário. Eu nunca tive outro sonho ou objetivo na vida, então acabei aceitando esse destino. Foi ele quem me ensinou o que eu sei... – o tom se tornou um pouco mais distante e o semblante dele perdeu o animo, tornando-se um pouco melancólico – Ele faleceu há alguns meses, ele já era velho. Eu costumava sempre voltar para visitá-lo, mas... Agora eu só viajo pela ilha. Com exceção de Takaras, claro – e ele riu, breve – Seria loucura caçar demônios naquelas terras. E você? Por que acabou vindo parar em um lugar como esse?



@Zato

Aparentemente disposto a ter uma noite de diversão, Zato foi em busca da mulher que havia salvado na esperança de conseguir tirar algum proveito da situação. Encontrá-la não foi uma tarefa difícil, afinal, ela era uma das mulheres mais chamativas que trabalhava no local. Ela estava próxima ao bar.

Sendo capaz de olhá-la melhor agora, Zato notou que ela possuía um corpo bem avantajado e cabelos vermelhos longos. Quando Zato se aproximou, ela se virou para observá-lo e ele conseguiu notar que os olhos dela possuíam um tom azul claro.

-
Ah... – ela pareceu surpresa ao ver que o espadachim veio até ela, o rosto dela ficou visivelmente vermelho – Eu... Eu me chamo Bianca. – se apresentou, o tom de voz um pouco sem jeito.

Zato estava alto, então ele não conseguia realmente notar o quanto a postura dela era proposital ou não. Mas com o decote que ela usava, ao encolher os ombros, os braços dela acabaram pressionando um pouco seus seios, expondo-os ainda mais. Foi repentino, mas logo aquele par de seios estavam encostados contra seu peito. Bianca havia dado um passo a frente e abraçado Zato e... Bem, querendo ou não era inevitável que ele sentisse o calor do corpo dela com aquele gesto, além de poder sentir as curvas dela.

-
Obrigada! Eu... Se você não tivesse aparecido...
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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Kaien S em Dom Jan 04, 2015 5:16 am

Riu ao ver Zatoichi um pouco fora de si. - Nanyë mára ( Ahh... Ele vai ficar bem ) - Disse sorrindo em quanto dava um pedaço de carne para Astaroth que estava de baixo da mesa deitado. Tinha falado em Élfico, o Élfico que tinha aprendido a muito tempo atrás, em seguida ouviu atentamente a história de Arlienor, e era realmente interessante. - Meus pêsames ... E caçar demônios em Takaras é quase a mesma coisa do que caçar Demônios no inferno. - Disse, assim que recebeu a pergunta de como havia ido parar ali ele riu. - Na verdade nem eu sei - Tomou um gole e continuou, mas agora falava em élfico e mais baixo para que somente Arlienor entendesse caso houvesse alguém ouvindo a conversa.

- Eu nasci em Takaras, passei parte da minha vida lá com a minha família... Nunca conheci meu pai, tinha um irmão e uma mãe, e certo dia eu fiz uma coisa estúpida e passei a outra metade da minha vida em Furnace... Enfrentei muitas coisas lá dentro, mas a pior delas era a minha própria mente alucinando coisas. Quando finalmente saí de lá meu irmão e minha mãe tinham sumido e a única pista que eu tenho deles é Hilydrus... Então cá estou, Zato é um amigo meu... Eu provavelmente estaria morto a muito tempo se não fosse por ele.

- Tomou outro gole depois de terminar a história, e por mais que ela fosse triste e problemática ele a contou rindo, existiam poucas pessoas que sabiam de seu passado e Arlienor já deveria saber que não simplesmente se sai de Furnace. E Leonard confiava no elfo, não sabia o por que e provavelmente nem deveria, só tinha ido com a cara dele. Direcionou sua atenção para Zato por alguns segundos achando engraçado, ninguém naquele bar realmente não se importava com um demônio ter sido morto ali naquele momento? ninguém sentia falta dele? Deu de ombros, não queria pensar nisso.

OFF: Eu usei um élfico ali no começo a tradução correta seria " eu estou bem " mas como é o mais próximo de "ele vai ficar bem" eu usei isso mesmo xD, só googlar " frases quenya " e tal que aparece uma caralhada iheaeahaeuhae.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Dom Jan 04, 2015 11:25 pm

Sentiu o álcool subir de vez. Estava bêbado. Definitivamente. A quanto tempo mesmo ele não fazia isso? Uns dois anos pelo menos. É claro que achou que seria mais fácil, não tinha prestado atenção de verdade no corpo daquela mulher e quanto mais bonita mais fácil é ser um idiota para ela. Ah, mas homens são burros. Agem como um monte de abelhas atraídas por mel e Zato não era diferente da maioria. Belas curvas eram o suficiente para tornar o capitão da guarda real em um ser estúpido e babão. Como se não bastasse o belo corpo e adorável rosto ela era ruiva. Por que sempre tinham que ser ruivas? Novamente, Zato era como a maioria dos homens, e cabelos vermelhos lhe atiçavam a curiosidade quase que instantaneamente.

O espadachim suspirou. Ficou alguns segundos sem saber o que dizer. É, não parecia estar "enferrujado" nessa brincadeira, agia como se nunca tivesse feito isso antes. Esboçou um largo sorriso tentando parecer frio mas não conseguiu resistir e olhar para baixo. Fitou os seios da mulher de imediato. Aqueles segundos pareceram horas enquanto ele tentava com todas as suas forças levantar a cabeça, olhá-la nos olhos. Não que seus olhos não fossem admiráveis. Azuis, um azul claro profundo. E tudo só tendia a piorar. Tentou abrir a boca para falar, mas graças a uma força maior ela tomou a iniciativa.

Então seu nome era Bianca. O nome de verdade? Não importava ele estava alto demais para pensar nisso e se estivesse sóbrio não ligaria mesmo. O rosto da garota pareceu corar. Bom sinal, se ele estava envergonhado ao menos ela também estava. Tentou se apresentar também, mas antes que ele pudesse começar uma frase ela o abraçou ali no meio da taberna. Zato sentiu os seios de Bianca pressionando contra seu corpo e o calor do corpo dela. Imediatamente seu rosto ficou vermelho e não teve ideia do que fazer, apenas retribuiu o abraço. É, ele não parecia. Era um idiota mesmo...

-Bom... eu não fiz tudo sozinho.-

Riu trazendo uma das mão para trás da cabeça meio sem jeito enquanto que manteve a outra abraçando a mulher. Não tinha ideia de como responder aos agradecimentos da garota e se estivesse um pouco mais consciente de seus atos veria o quão forçada aquela cena era. Mas novamente, ele não ligava. Zato não se importava com quase nada, era arrogante, impaciente e chato, mas quando bêbado toda sua antiga personalidade estúpida voltava a tona.

-Então...- Voltou a falar ainda sem jeito. Parecia não ter ideia do que estava fazendo -Eu precisava de um local para passar a noite. Vocês tem quartos disponíveis, não?-

De novo: Um idiota...

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NT Hrist em Seg Jan 05, 2015 9:18 pm

@Kaien

O Elfo tinha uma expressão relaxada e, embora suas mãos se movessem e ele mastigasse um pedaço de carne de vez em quando, seus olhos não se desviaram de Leonard enquanto este falava. Ele demonstrou clara surpresa quando o jovem revelou que era nascido em Takaras.

Em aparente respeito pela privacidade de Leonard, Arlienor não o questionou quando ele pareceu querer ocultar a razão para ter ido embora de Takaras.

-
Puxa, você tinha alucinações? Deve ser... Complicado. – e ele enfim desviou o olhar, pegando sua caneca e dando um gole em sua bebida – Seus parentes sumiram...? Hm, sua única pista é o nome de uma área enorme como Hilydrus? Nossa, deve ser uma busca complicada... Você não tem mais nenhuma informação mesmo? Se você tiver algo mais concreto, talvez possamos tentar descobrir mais... – ele ponderou – Eu tenho alguns contatos, mas sem nenhuma informação fica difícil saber o que devo perguntar.

Ao olhar para longe, Leonard pode avistar Zato conversando com a mulher ruiva que ele havia salvo do demônio. A breve paranoia dele em relação ao demônio não era totalmente inútil...  De fato, era estranho que eles estivessem recebendo um banquete depois de terem iniciado uma luta lá. Aquele lugar não era um lugar comum... Era uma taberna especial onde pessoas ruins se encontravam por diversos motivos, seriam eles adversos a presença de demônios ali? Uma coisa era expulsar um cliente que causava problemas, outra era permitir que ele fosse assassinado dentro do estabelecimento e ainda recompensar os assassinos. Olhando brevemente ao redor, as coisas pareciam normais no ambiente. Talvez normais até demais.




@Zato

Com ela próxima daquele jeito, Zato conseguia sentir o cheiro doce do perfume dela... O jovem sentia-se quente e, inevitavelmente, seu corpo respondeu por si só e os sinais de sua excitação eram evidentes para ele. Se a jovem havia notado ou não, ele não sabia, mas o modo com ela parecia suavemente esfregar seu corpo ao dele durante o abraço serviam apenas para incitá-lo ainda mais.

-
Mas... Se você não tivesse tomado a iniciativa, eu não sei se os outros teriam ajudado...

Como ele manteve a mão na cintura dela, Bianca não se afastou, apenas moveu o rosto para poder ficar de frente para ele. O rosto de ambos estava perigosamente perto e, se desejasse, ele podia tomar os lábios vermelhos dela com um simples movimento.

-
Eu posso te mostrar os quartos... – o tom dela era sedutor e, ao dizer isso, ela fez um leve balanço no corpo e mais uma vez, Zato pode sentir os seios dela pressionados contra seu peito – Isso é, se você quiser...
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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Kaien S em Qui Jan 15, 2015 1:14 am

Leonard colocou as bebidas de lado, não sabia exatamente se aquilo era alcoólico então preferia não beber muito para não acabar como Zatoichi. - Talvez. Acho que eu ainda tem alguém da família em Hilydrus, na cidade sabe?, pelo que minha mãe me contou, os pais dela eram importantes lá, talvez ainda estejam vivos ou algo assim... E talvez eles tenham ido para lá - A ideia o agitou e o deixou ansioso, fez com que ele quisesse sair dali agora e ir em busca de informações, mas não era maluco... E isso ficaria para depois. - Se quiser me ajudar, não recusarei - Ele comentou rindo.

Novamente olhou para Zatoichi, e realmente pareceu que ele estava prestes a conseguir alguma coisa, mesmo bêbado daquele jeito, não sabia se a mulher realmente havia caído nos encantos dele, se ela gostava de militares, se queria retribuir ou se... Deu uma boa olhada em volta mais uma vez, por que eles estavam sendo tão bem tratados? matar um demônio que parecia estar irritando tudo bem, mas ninguém assassina um deles ali no bar e é recompensado assim. Olhou por um momento para o elfo, e talvez até ele fosse suspeito ali, ou talvez Leonard estivesse paranoico.

- Ele definitivamente sabe quase tudo o que faz. - Comentou para si mesmo se levantando, olhou para Arlienor e disse - Já volto, vou bater um papinho rápido com ele - Antes de se afastar ele ordenou que Astaroth ficasse, se Arlienor fosse suspeito e os atacasse o lobo saberia o que fazer, se não fosse e também acabasse se dando mal Astaroth acabaria o protegendo... E se precisasse dele era só chamar... No fundo ele confiava um pouco no elfo, afinal, ele tinha ajudado eles a matar o demônio ali mas alguém com habilidades de paralisia poderia se tornar um problema.

Quando se aproximou de Zatoichi olhou para a moça e disse - Vou roubar ele só por um segundo - E o puxaria para o canto, então falaria baixo para que apenas ele ouvisse - Cara, você já viu onde a gente tá? desculpa interromper o que poderia ser um... Enfim. Você não acha anormal ninguém ter vindo meter uma espada por entre os nossos dentes?... Me diz que não tem ninguém me olhando feio em quanto eu to de costas, e mesmo se não tiver a gente não devia baixar a guarda, capiche? - Ergueu as sobrancelhas, Leonard rezou para que ele estivesse consciente o suficiente para poder lutar se necessário e que tivesse entendido o que ele queria dizer... Tinha quase certeza de que talvez ele não tinha escutado nem uma palavra... Ai ai, tava fudido mesmo.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Sex Mar 06, 2015 10:17 pm

Zato sorriu. Alto e vendo a chance de uma bela noite ele não hesitaria mais ali. O seios da garota pressionados contra ele faziam seu rosto corar um pouco e ele se esforçava para parecer menos nervoso. Tentava segurar a respiração, ao menos deixá-la mais devagar. Forçou mais o braço trazendo a garota para perto e assentiu em resposta. Sim, ele adoraria que ela lhe mostrasse os cômodos. No mínimo era homem. Seu rosto estava realmente perto dela e ele já se inclinava para frente. Podia sentir o calor dela contra ele quando: PUTA MERDA LEONARD!

O garoto puxou Zato que não teve opção além de se soltar da garçonete. Leonard começou a falar enquanto que Zato manteve aquela sua mesma expressão de raiva fixa na cara. A mesma expressão que fazia ao ser ferido em combate ou ser enganado por mais um mago sujo. Ouviu com calma o que seu "bom amigo" tinha a lhe dizer e quando esse terminou o soldado continuou fitando ele por um tempo. Respirou devagar, respirou fundo e levantou a mão dando um tapa na cabeça do garoto. Olhou para seu cão e assobiou. De imediato esse se levantou e foi ao seu lado.

-Plue, de olho no moleque, proteje ele como se fosse eu-

Terminou falar e se virou rapidamente para Bianca. Esboçou um sorriso de lado novamente sem jeito e buscou palavras. Novamente com hesitação aproximou a mão dela tocando sua cintura. Perguntou ainda envergonhado.

-Podemos?-

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NT Hrist em Sex Mar 20, 2015 5:45 pm

Quando Leonard pediu lidença, o elfo apenas observou o rapaz ir até Zato e puxá-lo para uma breve conversa. Zato, porém, decidiu ignorar as palavras de Leonard e aproveitar um pouco a situação.

@Leonard

Dando as costas para o companheiro, Zato passou a caminhar novamente até Bianca. Diante da situação, Arlienor se aproximou do jovem e colocou a mão no ombro dele.

-
Acho melhor você o deixar fazer o que quiser antes que ele se irrite. – comentou, com um leve sorriso – É melhor que ele aproveite um pouco quando tem a chance, se ficarmos atentos, podemos ajudá-lo caso aconteça algum problema. – e olhou ao redor, aproximando um pouco mais o rosto e diminuindo o tom da voz – Além do mais, se fossem fazer algo, acho que já teriam feito... Não passamos mal com a comida e ninguém veio nos importunar. Talvez você só esteja sendo paranoico. – e deu um tapa de leve no ombro de Leonard – Eu vou pegar um quarto, ok? Provavelmente vamos ter que esperar seu amigo mesmo... A noite deve ser longa para ele.

O jovem elfo se afastou e se aproximou do balcão. Para Leonard, as coisas começaram a ficar mais estranhas. Dominado por uma leve paranoia que parecia crescer nele, a impressão de que era observado se tornou constante. Ele olhava ao redor, mas não conseguia encontrar alguém suspeito; ou seriam todos os que cruzavam seu olhar com o dele suspeitos?

Arlienor, por outro lado, parecia razoavelmente tranquilo. Diferente de Zato, ele manteve certa atenção ao redor, mas não parecia estar realmente esperando que algo acontecesse. Não demorou para que o elfo voltasse com uma chave e, quando Leonard e ele começaram a ir para os quartos, Plue e Astaroth seguiram junto.

-
Bem, acho que podemos dormir tranquilos. – ele passou a mão pela cabeça de Plue – Animais parecem ter um sono mais leve, acho que estamos seguros. Se algo aconteces, eles devem começar a rosnar e... – e ele abriu um sorriso leve, um pouco sem graça - Fazer coisas de cachorros, você sabe. Eu não sei, sempre tive a impressão que animais tem algum tipo de sexto sentido... Um pouco estupido, eu sei, mas é o que eu sinto.

O quarto era confortável, não era tão pequeno e possuía duas camas, além de algumas cômodas e duas poltronas em um dos cantos. Quando enfim foram dormir, Arlienor pegou no sono rápido. Isso foi notável pela respiração pesada do rapaz. Astarosh e Plue deitaram no canto do quarto, próximos, e encostaram a cabeça sobre as patas para repousar.

Para Leonard, porém, a noite não parecia confortável. Hora ou outra ele ouvia passos no corredor, mas mesmo que fosse verificar, se tratava apenas de outro hóspede ou de funcionários do local. Ninguém parecia interessado naquele quarto. Levou algum tempo até que a mente do jovem cedesse ao cansaço e ao sono, mas esse sono não durou muito.

Um arranhar leve na porta foi escutado e um choro baixo de um animal pode ser ouvido... Abrindo os olhos, Leonard pode ver Plue passando suas unhas pela porta do estabelecimento e choramingando, parecia querer sair. Outra coisa que chamou sua atenção, foi Arlienor; o elfo estava ofegante em seu sono e ele se revirava na cama, inquieto.






@Zato

Para Zatoichi a noite seria divertida, ao menos o inicio dela. Retornando até Bianca, a jovem não demorou a guiá-lo até o corredor dos quartos.  E, dentro daquelas paredes, o guerreiro conseguiu saborear algo que não tinha já fazia algum tempo. Bianca não demorou muito a aproximar o rosto de Zatoichi, a princípio, com certa hesitação, provavelmente aguardando para saber se sua investida seria permitida ou não.

Zatoichi não estava em seu melhor juízo, alto e já disposto a ceder a tentação, seus instintos falaram mais alto e ele puxou o corpo de Bianca para perto do seu, tomando para si os lábios macios da ruiva. O cheiro dela o deixava ainda mais aceso e, já chegando ao limite de sua excitação, o rapaz passou a apalpar o corpo dela por cima do vestido enquanto a beijava. O tecido do vestido era fino, por isso era possível sentir a maciez da pede da jovem. Bianca passou a gemer conforme ele a apertava, a princípio gemidos contidos, um pouco tímidos, mas conforme Henry a estimulava ela parecia se soltar mais.

Naquela noite, a ruiva o serviu como ele desejou, atendendo aos pedidos dele e se preocupando em satisfazê-lo. E assim, Zatoichi foi levado pelos seus desejos e possuiu a ruiva durante um longo tempo, liberando toda a sua libido naquele ato sexual. Próximo ao final, a jovem já gemia alto, correspondendo as caricias e a penetração.

Depois de se satisfazer, Zatoichi sentia seu corpo suado e exausto. Mas, apesar do cansaço, ele se sentia relaxado... Toda a tensão havia abandonado seus músculos e ele acabou adormecendo ali, na grande cama que havia naquele quarto, ao lado de Bianca.

Mas o descanso não fora longo para o espadachim. Em um estranho sonho, ele viu um homem... Alguém que ele nunca tinha visto e, em um piscar, o homem segurava uma espada que estava cravada no peito de Zatoichi; o jovem olhou para baixo e pode ver seu próprio sangue escorrendo pela lâmina da espada que rasgou seu peito, bem no centro da marca amaldiçoada que ele carregava.

Zatoichi despertou com um salto e sentindo uma dor excruciante no peito; ele podia sentir como se sua marca estivesse pulsando e o incomodo era grande. A marca sangrava e seu desenho parecia ter se tornado uma ferida aberta; era estranho, mas ela parecia estar rasgando a pele do espadachim, se tornando mais larga e mais profunda. Haveria algum demônio perto? Ao seu lado, Bianca dormia profundamente.
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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Ter Abr 28, 2015 9:18 pm

"Aquela dor excruciante, todo aquele prazer havia sido trocado por agonia de um segundo para outro. Um mal estar como nunca sentira e o gosto do sangue subindo da garganta à boca. Não, ele havia sentido um ferimento assim uma vez, lembrou-se claramente como foi que sofreu sua maldição. Era psicológico. Ele sabia muito bem como era a dor física e aquela ali era apenas psicológica, sua mente sabia disso ele reconhecia, mas não conseguia se controlar, era como se seu corpo e mente não fossem um. Rosnou olhando para suas mãos cobertas em sangue. Era dele, não tinha duvidas.

Encarou aquela mão que segurava a espada e seus olhos se arregalaram, a arma vinha direto para seu peito e ele de joelhos nada podia fazer. Havia sido derrotado, vencido. Mas como chegou ali. De onde? tonteou e ao ver a marca da maldição perfurada e distorcida em seu peito agora aberto ele sentiu ardência e o calafrio. Aquela dor, ela era real demais. Seu corpo clamava por piedade e nada vinha a sua mente. Talvez agora sua vida tivesse chegado ao fim. Tanto ainda por fazer. Seu legado, para quem seria passado?"

Acordou bruscamente levantando o tronco e respirando com força. Seu corpo ainda doía. Aquilo parecia ser mais do que um sonho, muito mais do que um pesadelo e ao levar a mão ao peito sentiu o calor do sangue por entre seus dedos. Tentou se acalmar. Levou alguns segundos para juntar os pontos e perceber o que acontecia ali. O sonho ainda lhe confundia. Aquilo era um pressagio, apenas mais um efeito da maldição ou quem sabe só uma memória de quando sua vida se tornou aquele inferno.

Zato se levantou da cama com cuidado para não acordar Bianca, mas a resposta para aquilo era obvia. Havia um demônio ali, e um demônio forte para fazer sua marca reagir daquele jeito. Pensou na vaga possibilidade de Bianca ser esse demônio. Era muito difícil. Não, parte da maldição era enxergar a verdadeira forma deles. Para se camuflar até daqueles poderes deveria ser algo muito pior do que tudo que o garoto havia enfrentado até então.

Zato bufou. Precisava descobrir o que estava havendo. Leonard e o elfo, será que eles sabiam de algo? Merda, precisava correr. Se vestiu com cuidado para que a mulher não notasse sua saída e pegou suas coisas. Espada em mãos, passos leves, agora era hora de agir com cautela e torcer para que a dor da maldição não lhe atrapalhasse tanto. Ainda estava cansado e soado, mas não podia se dar ao luxo de não fazer nada. O garoto lhe alertou mais cedo. Agora mais sóbrio Zato podia perceber. Fez merda.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Kaien S em Ter Abr 28, 2015 11:15 pm

Leonard

- É, você provavelmente está certo - Concordou, afagando os pelos de Plue, que agora estava acompanhando ele. Era estranho a forma como o cão gigante o entendia e obedecia, certas vezes Astaroth não era obediente daquele jeito. Tenho que lembrar de pedir pra ele me falar como o ensinou. Sentia-se mais calmo com as palavras do elfo, Leonard era convencido muito facilmente. - Certo - Respondeu quando o elfo se afastou para pegar um quarto. Se perguntou como Zato mesmo bêbado conseguia garotas, talvez fossem os status, talvez fosse o cabelo prateado. É, provavelmente era o cabelo.

Mas a paranoia retornou assim que o elfo se afastou, olhou de relance para Astaroth que estava sentado debaixo da mesa, como se procurasse alguma resposta para tudo aquilo no companheiro, mas o lobo não reagiu, apenas ficou esperando que Leonard o alimentasse mais uma vez. - Vai acabar ficando gordo - Disse a ele, tentando se distrair. Observou mais uma vez o local a sua volta, e mais uma vez, não encontrou nada.

Quando Arlienor voltou Leonard chamou Astaroth que quase derrubou a mesa se locomovendo até ele, não precisou se dar ao trabalho de chamar Plue, ele estava sempre atento. - É, isso pode ser verdade - falou relacionado ao que ele tinha comentado sobre os animais serem mais sensíveis, e talvez realmente fosse, não duvidava disso. Desequipou a espada e a pôs sobre a poltrona no quarto, despiu as luvas e botas e as pôs sobre a cômoda próxima a ele, então deitou-se. Mas por mais que tentasse ficar confortável, ele não conseguia. Na maior parte do tempo Leonard ficava com os olhos abertos olhando pelo vão debaixo da porta, vez ou outra sombras passavam perto dali, indicando presenças nos corredores. No meio da noite levantou-se para verificar, mas não achou nada, e sentiu-se aliviado por causa disso.

Então dormiu. Geralmente Leonard não demorava muito para dormir, tinha uma grande facilidade para fazer isso em qualquer hora ou lugar, mas naquela noite... Era como se não devesse dormir, não sabia o por quê, mas sabia que não devia. Mas ele não era um robô, quando a mente começou a ficar enevoada ele cedeu. Não houveram sonhos naquele tempo, nem mesmo teve tempo para isso, despertou um tempo depois, com um barulho. Não sabia se haviam se passado horas ou minutos, havia perdido a noção do tempo... Já era de manhã?. Duvidava muito.

O arranhar suave e constante na porta o fez se erguer e sentar-se na cama, e lá estava Plue, incomodado. O primeiro pensamento que veio a cabeça de Leonard era o de que ele queria seu dono... Não, não era isso. Se aquela noite desse errado poderia falar para Zato " Eu avisei " Se não, teria se sentido incomodado todo esse tempo por nada. O que o levou a crer que algo realmente estava errado era Arlienor, coincidentemente incomodado, provavelmente estava tendo algum pesadelo.

- E lá vamos nós - Disse baixinho para si mesmo se levantando, caminhou até o elfo e o balançou algumas vezes, com o intuito de despertá-lo. - Ei, acorda, tem algo errado - Avisou. Tinha medo de tudo ser apenas uma paranoia, mas tinha que verificar. Leonard calçou as botas, as luvas e equipou a espada. O peso do metal pendurado em seu corpo era incômodo, já deveria ter se acostumado depois de tanto tempo. Iria ver o que era, com ou sem Arlienor.




ASTAROTH

O sabor era bom. Sentia-se feliz toda vez que o dono o alimentava com alguma daquelas comidas na mesa, poucas vezes comia bem assim. Soube que algo não estava certo, mas não sabia dizer onde. Viu o homem de cabelos prateados ( Zato ) se afastar para falar com uma fêmea, e o irmão branco ( Plue ) estava com ele. Tudo naquele local tinha um cheiro único, já estava acostumado com aquelas sensações, tinha frequentado muitos locais parecidos com aquele, recordava-se de um perto de uma praia, e do perigo que passou por lá ( Referencia à primeira aventura que tive, na estalagem stallion ), desde aquele dia se manteve atento em todos os lugares parecidos.

E existiam centenas deles, durante toda a viagem já tinha frequentado tantos que achava serem infinitos. E a maioria tinha cheiros e sons iguais, pessoas se embebedando, batendo as canecas e comida, muita comida, principalmente carne... Pensar na carne trouxe água em sua boca. Mas ali sentia um cheiro único: O cheiro de sangue e o fedor que emanava do ser que eles haviam derrubado antes. E não gostava daquele cheiro, daquela sensação.

Reconheceu a voz quando o mestre o chamou, e ele começou a se mover, sentiu a mesa em cima de si vacilar quando a empurrou e notou que o irmão branco continuava com eles. Ele era branco como a neve, exatamente o contrário de si, um cão branco e um lobo preto caminhando lado a lado, tinha certeza de que se fosse qualquer outro cão acabariam brigando, mas o afeto era tão grande pelo amigo que o considerava um irmão, um que nunca teve.

Atravessou uma porta e chegou a um quarto, o elfo tinha cheiro bom. Sabia que ele não era humano, ele parecia emanar uma essência totalmente diferente, mas ainda sim, não era " ofensiva ". Deitou-se no canto do quarto e adormeceu, próximo a Plue. Sonhou que estava correndo em uma grande floresta, com centenas de outros lobos gigantes... Não tinha realmente um destino, ou talvez tivesse, não sabia dizer. De repente estava acordado de novo, desperto como o irmão branco que tentava escapar daquele quarto, mas não conseguiria, talvez estivesse tentando apenas chamar a atenção. Mas a sensação que sentia antes, o incômodo, agora era muito mais forte, estava quase rosnando. Ergueu-se e se preparou para seguir Leonard.

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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por NT Hrist em Qui Maio 21, 2015 10:25 pm

Off: Caralho, atrasei feio. Da próxima vez me cobrem. @_@ 100 de XP para ambos.



@Zato

A dor em seu peito era forte e incomoda, embora não impedisse seus movimentos, forçava sua expressão a se contorcer levemente. A ruiva ao seu lado apenas se remexeu um pouco quando Zato se levantou, mas não chegou a despertar. Um sentimento de paranoia o fez suspeitar da jovem, mas ele sabia que um demônio não conseguiria esconder sua verdadeira face. Não enquanto ele carregava aquela marca irritante em seu peito.

Saiu do quarto as pressas com a espada em mãos. Os corredores dos quartos estavam vazios e não parecia haver sinal algum de violência ali. Outros possíveis hóspedes provavelmente estavam em seus quartos e Zato não sabia onde Leonard e o Arlienor estavam. Zato não sabia quanto tempo havia se passado, mas cogitou a possibilidade que talvez seus companheiros ainda estivessem bebendo e comendo no primeiro andar.




@Leonard

O despertar de Arnielor foi um tanto quanto curioso. Assim que a mão de Leornard o tocou, o elfo a segurou com firmeza e a afastou um pouco. Os olhos dele se encontraram com o de Leornard... Os olhos esbugalhados se fixaram no rapaz por alguns instantes até que ele soltou um longo suspiro e sua expressão relaxou.

-
Você me assustou... – comentou, soltando a mão e se sentando na cama – O que foi? – o elfo olhou para Plue, que continuava arranhando a porta e choramingando.

O elfo olhou para a cena com estranheza durante alguns segundos, mas acabou por se levantar ao ver Leornad se preparando para sair dali. Vestiu seus equipamentos com certa pressa também, guardando sua espada na cintura e vestindo seus equipamentos com pressa. Assim que se aprontou, Leonard foi até a porta e a abriu.

Plue pareceu aliviado e saiu do quarto. Ele não correu rapidamente como imaginava-se que faria, ao contrário, ele até que foi devagar. Farejava o chão e choramingava, talvez estivesse tentando encontrar o cheiro de seu dono para que pudesse segui-lo. Levou alguns instantes até que captasse algo de verdade e foi ai que ele correu.

Arlienor pareceu um pouco confuso e lançou um olhar hesitante para Leonard, mas acabou dando os ombros e seguindo o cachorro. O elfo parecia um pouco tenso e já tinha a mão no cabo de sua espada. Os corredores por onde a dupla passava estavam vazios e quietos, em algumas portas por onde passavam eles podiam ouvir gemidos de casais, mas Plue não parou em nenhuma delas.




@Zato & Kaien

Zato foi o primeiro a chegar. Ele voltou até o lugar onde haviam sido bem recebidos, onde haviam tido seu banquete e sido bem tratados. Para a surpresa dele, o local parecia como antes. A movimentação parecia um pouco menos devido ao horário, mas o local estava normalmente ativo, não havia sinais de conflito ou de qualquer coisa errada.

A marca em seu peito continuava pulsando... Na verdade, a cada passo que ele havia dado em direção àquele local a dor se tornava pior. Fios de sangue escorriam através de sua marca e manchavam as roupas dele e, olhando para as pessoas presentes, ele não demorou em encontrar quem causava aquilo.

Um homem forte e de cabelos negros estava sentado em uma mesa, seu rosto tinha feições fortes e algumas garotas cochichavam ao olhar em sua direção, falando sobre a beleza dele. Mas Zato conseguia ver. Ocultado sob a face de um homem jovem e belo se escondia um demônio... A verdadeira face daquele demônio era visível. Como um borrão, Zato conseguia enxergar os chifres e a pele avermelhada daquela criatura.

Ele estava acompanhado de outros dois demônios que estavam junto dele, em pé próximo a mesa. Talvez o guardando. O homem de cabelos negros tinha uma boa refeição na mesa diante de si. Uma das garçonetes se aproximou, servindo-lhe uma taça... Sussurros e ela se sentou ao lado dele.

Zato teve sua atenção chamada por algo úmido em sua mão e, quando se deu conta, Plue estava ao seu lado lambendo sua mão e choramingando um pouco, parecia preocupado com seu dono. Logo atrás, Leornard e Arlienor chegaram.

-
Seu cachorro começou a choramingar. – o elfo disse – Ei, você ainda está sangrando...? – ele estreitou os olhos ao ver a mancha vermelha no peito de Zato, o vermelho era vivo e intenso e a marca parecia pulsar enquanto expelia sangue. Alerta, ele olhou ao redor, já imaginando que aquilo significava que havia um demônio por perto.

Seguindo o olhar de Arlienor, Leornad pode ver o homem de cabelos negros conversando com uma garçonete, ambos sentados em uma mesa mais ao canto do estabelecimento. O elfo ao lado dele já havia sacado uma parte da sua espada e começou a dar passos na direção daquele homem.

Para Astaroth e Plue, aquele lugar parecia repentinamente perigoso. Aquele homem parecia exalar um cheiro ruim.
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Re: O Unicórnio Manco

Mensagem por Henry em Dom Ago 09, 2015 3:34 am

-Plue...-

Zato sentiu uma enorme sensação de alivio. Por mais perturbadora que aquela dor fosse ele conseguiu sorrir. Entre os pulsos latentes de suas veias que transbordavam cada vez mais sangue ele conseguiu esconder um breve sorriso. A principio ignorou Arlienor, mas após alguns segundos assentiu em resposta. Apenas sacudiu a cabeça. Sua mão repousou sobre o cabo de sua espada, aquilo não precisava ficar feio.

Ah não precisava mesmo, mas puta que pariu, por que tinha feito amizade com um elfo metido a justiceiro mesmo? Ele sequer conhecia o indivíduo, não poderia lhe chamar de amigo e se o maldito morresse não era problema de ninguém.

Antes as coisas fossem simples assim, não é mesmo? Respirou devagar tentando aceitar aquela situação e pensar no que fazer. Precisava do elfo, afinal ele tinha a cura para a maldição que tanto incomodava o espadachim já há anos. Para sentir aquela dor, sangrar a tal ponto, o demônio não era qualquer um. Esse seria bem mais difícil do que o ultimo. Ao menos tinha colocado seus equipamentos antes de sair do quarto.

-Plue e Astaroth, fiquem atrás. Leonard você também. Essa não é uma luta que você deva entrar. Esse homem é muito mais do que deixa transparecer. -

Aquela pele vermelha, aqueles chifres, tudo naquela criatura trazia desgosto a Zato que naturalmente criou um grande ódio por aquela raça, não fossem eles o soldado nunca teria de se preocupar com a marca da maldição, mas por um bom tempo ela veio piorando.

-Se a situação ficar feia eu quero que corra. Corra e não olhe para trás.-

Zato sacou a espada. Não era hora de investir contra o demonio, ele não iniciaria aquilo, mas daria cobertura para o elfo. Se visse o golpe do demônio vindo ele se adiantaria e tentaria aparar. O demônio não começaria atacando com tudo, disso ele tinha certeza e Zato esperava ser ágil o suficiente para correr e bloquear um golpe obvio. Mas e aquele ambiente? Era um ótimo lugar para lutar, mas não sabia das pessoas que se encontravam a sua volta. Podiam estar em desvantagem. Ah, se ao menos pudesse levar aquele combate para o lado de fora...

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