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Praça Central de Comércio

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Praça Central de Comércio

Mensagem por ADM GabZ em Seg Dez 23, 2013 2:32 pm


Ao centro de Paramet encontra-se nada menos do que o principal ponto de trocas, vendas e compras de Hilydrus. Localizado próximo ao Porto Real, o lugar é frequentemente visitado por mercadores de dentro e de fora da ilha, sendo assim existem especiarias do mundo todo por aqui. Muitas lojas são em construções fixas, mas a magia mesmo está nas centenas de barracas organizadas todos os dias pela manhã. Frutas, peixes, carnes, utensílios, facas, cordas, poções, rações, celas, jarros, mochilas, tochas, barris, adagas, espelhos, cães de caça, roupas e muito mais podem ser encontrados com facilidade e os preços variam bastante. Como sempre mudam os vendedores e compradores, o que não falta é um preço inconstante, mas ainda assim é certo que encontrará o que procura.

Também é possível vender qualquer coisa por aqui quase sempre existem pessoas interessadas em comprar algo. Dizem as más línguas que, em algum lugar da praça, existe um mercado negro oculto. Apesar do grande movimento de pessoas o lugar é bastante vigiado por guardas que fazem patrulhas constantes.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:05 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Knock em Dom Jul 13, 2014 3:45 pm

A viagem prosseguia. A estrada estreita e insegura não demorara a ser substituída por um caminho mais bonito, o qual confirmava a nossa fé de que estávamos indo na direção certa, rumo à Paramet. Ao amanhecer já estávamos perto da cidade—pelo menos eu achava isso.

A viagem fora mais cansativa que o preconizado em minha mente, pois estávamos com o dobro de carga e talvez o triplo de preocupação. Mesmo que os goblins estivessem muito bem amarrados e amordaçados, não conseguia relaxar. Eu sempre estava vigilante. Estava tudo calmo e silencioso, somente o vento da estrada nos acompanhara.

Darius e Rio Ligeiro não falavam muito e, mesmo eu também não falando, eu queria conversar, mas a tensão do local era alta, pelo menos eu pensava assim... talvez Darius estivesse pensando na morte... em como as coisas estavam correndo. Estava sendo tudo muito rápido, desde que nos propomos a nos alistarmos. Desde o teste de ingresso no exército, ainda não tínhamos tido descanso. Talvez não teríamos. Talvez esse fosse um preço a ser pago.

Enquanto o ambiente estava calmo, minha mente estava barulhenta. Eu tocava na armadura e pensava que não mais usaria armadura leve. Tocava em minhas presas e percebia que estavam crescendo, assim como eu. Eu me sentia mais alto. “Mais orc”. E me perdia em meus pensamentos. Entretanto meus pés estavam firmados naquela realidade, da qual eu não queria me afastar. Realidade escolhida.

Ao entardecer, pude ouvir o barulho da cidade-comércio de Lodoss. Estávamos perto de cumprir a metade da missão. Então propus a Rio Ligeiro para que entregássemos os goblins ao posto de Hilydrus, como ele havia proposto anteriormente, e depois que nos alimentássemos e pegássemos a carga.

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por NR Kamui Black em Qua Jul 23, 2014 10:54 pm

@ Knock

Fizeram conforme o que Ho sugeriu e levaram ambas as cargas e o prisioneiro diretamente para a base de operações que o exercito de Hilydrus mantinha em Paramet. Lá, Rio Ligeiro explicou o que acontecera na viagem para o oficial, que Ho pode reconhecer ser um general devido ao simbolo que ele trazia cozido na vestimenta ao lado do simbolo do país ao qual servia. O general ordenou que escoltassem os prisioneiros para serem interrogados e a carga para ser avaliada, em seguida, agradeceu aos três ali presentes.

- Vocês fizeram um ótimo trabalho! É de soldados assim que nossa nação precisa. Esses goblins podem estar envolvidos com algum esquema de desvio de suprimentos ou espionagem. Isso iremos descobrir em breve. Aqui esta o soldo de vocês desta semana.

O general era alguém baixo para um humano, e bastante magro, também. Apesar disso, tinha um olhar sagaz em seus olhos castanhos que eram quase encobertos pela franja dos cabelos dourados. Não utilizava nenhuma armadura além de um corselete, ombreiras e abraçadeiras de couro batido. Em seu cinto haviam muitas adagas de arremesso e duas presas a lateral esquerda de seu cinto pareciam ser muito especias e de algum material raro. Ho podia perceber que o estilo de combate dele devia ser muito diferente dos ali presentes. O general entregou um envelope para cada um, mas para Darius ele disse algumas palavras a mais.

- Você se separará do grupo, Darius. Temos uma missão diferente para você aqui em Paramet. Mas vocês dois escoltarão outra carga de volta para Hilydrus logo de manhã. Descansem bem, os alojamentos aqui não são muito espaçosos, mas são bem confortáveis.

Após se alimentarem e jogarem um pouco de conversa fora, o trio foi dormir para se preparar para o que viria no dia seguinte. Assim que acordaram e vestiram seus equipamentos, puderam visualizar uma carroça bem alta coberta com uma lona branca. Não lhes foi informado o que havia naquela carroça, apenas que deveriam levá-la em segurança para Hilydrus. Ao lado daquela  havia uma outra carroça menor um pouco, também coberta com uma lona branca. Tanto Rio Ligeiro quando Ho sentiram-se confusos. Eles não sabiam qual delas eles deveriam levar até Hilydrus. Mas, para a sorte dos dois, um soldado apareceu meio que apressado e afobado enquanto checava uns papéis.

- Desculpe a pressa, mas o General Kalt está ocupado e não pode vir passar a informação pessoalmente. Ele deixou a mensagem escrita para mim. Vocês devem levar a carroça mais alta para a capital. Tomem cuidado com emboscadas de bandidos, certo?

Dito aquilo, o soldado saiu tão apressado quanto havia chegado e deixou os dois sozinhos. Sem muita escolha e sem querer perder muito tempo, eles colocaram-se em marcha enquanto Rio Ligeiro conduzia os dois cavalos, o que deixava um tempo livre para Ho. Mas desta vez o único espaço que ele teria era sentado ao lado de seu companheiro de equipe.


informações:
Ho ganhou 200 lodians pela missão concluída. Pode anotar em sua ficha.

Poste sua saída aqui e novamente nas Estradas.

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Dedico este espaço ao mais corajoso GM da Lodoss, Zato, que leu a ficha inteira do Blues.

Zato, você tem o meu mais sincero respeito.
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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Knock em Qui Set 25, 2014 2:43 pm



Fora feito tudo conforme eu havia sugerido: Levamos a carga e os prisioneiros à base que Hilydrus possuia naquela região. Quando chegamos às instalações, pude perceber a presença de um general– pela presença de um símbolo cozido na vestimenta que trajava. Era um humano, baixo, magro de olhos castanhos e cabelos loiros. Rio Ligeiro, então, relatou o que havia ocorrido durante viagem.

Vocês fizeram um ótimo trabalho! É de soldados assim que nossa nação precisa. Esses goblins podem estar envolvidos com algum esquema de desvio de suprimentos ou espionagem. Isso iremos descobrir em breve. Aqui esta o soldo de vocês desta semana
.

Eu já imaginava o que ele diria. Esperava que aquela fosse a atitude padrão a ser tomada pelo exército. Mas sinceramente eu não me importava como o destino daqueles prisioneiros. Eu só almejava ter minha missão cumprida e finalmente ser aceito.

Enquanto observava, tentando aprender algo a respeito de como as coisas funcionavam, percebi a falta de uma coisa que me acompanhava: temor. Ninguém naquela sala esboçou em momento algum, um receio ou mesmo estranheza. Por mais estranho que possa parecer, senti falta daquela sensação de ser odiado. Talvez de ser notado; fiquei pensando por algum momento na possibilidade de isso ser uma estranha forma de egocentrismo.

Saindo dali, fomos nos alimentar e pela primeira vez conversamos realmente. Falamos sobre nada –na verdade –mas talvez aquilo tenha sido uma forma estranha de nos despedirmos de Darius, que iria a outra missão no dia posterior. Não passado muito tempo, dormi e aparentemente passado menos ainda, acordei.

O dia estava calmo. Tranquilo. Diferentemente de uma noite atrás. Entretanto, logo a agitação despertaria, como se houvesse bebido na noite anterior. Embriagada não mais. De ressaca. Tomamos café da manhã nas instalações de Hilydrus e depois fomos ao pátio, no qual fora nos dada mais uma missão: levar uma carga a Hilydrus. Era uma carroça coberta com um enorme pano branco, cujo conteúdo não nos fora informado.
- Desculpe a pressa, mas o General Kalt está ocupado e não pode vir passar a informação pessoalmente. Ele deixou a mensagem escrita para mim. Vocês devem levar a carroça mais alta para a capital. Tomem cuidado com emboscadas de bandidos, certo?

Depois de dizer as palavras, o soldado que nos falara, saiu correndo. A Agitação teria começado?! Sim. Então nos sentamos à carroça, peguei as rédeas e partimos de volta a Hilydrus. Eu estava esperançoso.

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por ADM GabZ em Ter Mar 22, 2016 6:52 pm

@ Mikael / Pacificador / Near

Era meio-dia quando a caravana chegou em Paramet. E, como de se esperar, a cidade estava em plena atividade, com inúmeros comerciantes e compradores negociando pelas suas ruas. E o melhor lugar para isso, e também o lugar mais movimentado, era a Praça Central.

A caravana atravessou algumas ruas até chegar em uma área com mais espaço aonde pudessem parar. Uma vez as carroças devidamente arrumadas, foi a vez dos mercenários recém-contratados começarem a trabalhar de verdade.

— Ótimo! Descarreguem as caixas naquele espaço. Vou negociar alguns cavalos e depois de terminarem, esperem aqui. — Falou Barbafogo.

Haviam dezenas de caixas e barris nas carroças. Além dos três novatos, haviam apenas mais 4 homens para ajudar a descarregar. E eram caixas bem pesadas. Levariam provavelmente o dia todo para descarregar tudo.

[Ao trabalho!]

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Pacificador em Qua Mar 30, 2016 1:37 pm

Ele demostrou um enorme sorriso ao ver a cidade, era primeira vez que olhava tanta gente junta. - Oh, tantas pessoas! Qual o motivo delas? - Perguntou para seus colegas. Não demorou muito para a carroça parar e Barbafogo dar as ordens. Ele se manteve olhando para área ao redor incapaz de se decidir que deveria mesmo trabalhar, queria sair para olhar em volta conhecer novas pessoas, mas assim que percebeu os demais começando a se aproximar das caixas correu para ajudar.

Ele tentou dar o seu melhor e ajudar de alguma maneira, até mesmo tinha coragem de ergue um dos baris por conta propia e o deixando  cair rolando em direção de Mikael, claro de imediato começou a se desculpar, voltando para o trabalho. - O que tem dentro do barril? - Limpou o suor da testa ao descer o segundo. Voltou a tentar carrega uma das caixa, mas era particularmente dificil para ele , mas continuou segurando com grande dificuldade. - Alguém pode me ajudar? - Pediu segurando uma das caixas, pelo menos sabia que não podia deixar toda vez algo cair no chão ao segura-lo.

Continuo a descarregar as caixa sem perceber a mudança de cor nos nós de seus dedos ou até mesmo as farpas que estavam ali apenas continuando o serviço na maneira que podia. Parou por alguns minutos para aliviar o calor em seguida perguntou. - Quando Barbafogo volta?- Falou para um dos homens que havia ajudado a descarregar uma das caixas.


O homúnculo se manteve em um estado de euforia pois logo iria receber ajuda para aprender montaria e isso o animava a dar o melhor de si no trabalho.

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Mikael.O.V em Qui Abr 07, 2016 5:11 pm

Enfim chegou a hora de mostrar trabalho. De certa forma, Mikael não queria estar ali, se mostrava sempre educado e prestativo mas era mais como forma de agradecimento por ter sido acolhido daquela forma. Queria pagar logo o favor do anão e tocar seu rumo o quanto antes. Encontraram o local para a parada e o trabalho começou... tai uma coisa que não gostava, trabalho manual pesado, sua força era mínima para comparado a muitos então provavelmente precisaria da ajuda de outros e resolveu aproveitar do garoto curioso. Sempre ajudando ele a descarregar as mercadorias e não podia deixar de notar ainda tantas perguntas assim.

Mikael fez questão de descarregar apenas as coisas que ele estava carregando também para não pegar nenhum peso sozinho e forçar demais.

- Eim, não é por nada não, mas enquanto trabalhamos, não são muitos que gostam de conversar. Vamos tentar focar toda nossas forças e energias apenas em descarregar que tal? Vai facilitar bastante pra mim. -

Mikael sempre disposto e educado.. não deixava de fornecer ajuda para os outros também não. Ele sabia que não conseguiria descer nada sozinho.

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por ADM GabZ em Qui Abr 07, 2016 10:10 pm

@Pacificador / Near / Mikael

Paramet, como sempre, estava abarrotada de comerciantes. A Praça Central era o maior trunfo, aonde era possível comprar e vender quase tudo. Havia desde senhoras comprando temperos até mercenários em busca de equipamentos.

Demorou um tempo para que o grupo descarregassem todas as caixas. Apesar de Baltier ter derrubado um barril, ele não se quebrou, portanto o conteúdo do carregamento continuou um grande mistério. Assim que terminaram o trabalho, os anões permitiram que os empregados pudessem andar pelo lugar, desde que voltassem ao fim da tarde. Como Mickael deveria ficar perto de Near e Baltier, não teve muita escolha senão seguí-los.

A certo ponto do "passeio", perceberam uma enorme comoção próximo às docas. Várias pessoas se aglomeravam ao redor de um palco improvisado e demorou um pouco para que o trio conseguisse se aproximar para ver do que se tratava. Ali, à vista de todos, estava uma criatura assustadora. Parecia uma armadura feita de corais, era até mesmo possível ver que haviam plantas marinhas ainda vivas presas à "coisa". O mais assustador era que aquela armadura tinha vida! Vez ou outra ela olhava ao redor, parecia curiosa em relação a tudo aquilo. Isso explicava as correntes prendendo suas pernas e braços.

Spoiler:

— Venham todos! Esta é uma oportunidade única! — Um homem baixinho, com roupas de pescador, falava alto no palco. — Um golem de corais, algo tão raro que imagino que ninguém aqui tenha visto ainda! E ainda por cima é natural! Perfeito para treinar ao seu dispor!

Todos pareciam curiosos, mas ninguém parecia querer pagar o valor dele: 20 mil lodians! Aparentemente o pescador sonhou alto com o peixe grande.


@Nemu

[Considere a mesma situação acima. Você foi capturado por pescadores e levados ali. Por enquanto considere que está curioso com o seu redor, mas cabe a você colocar a reação definitiva]

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Nemu em Sex Abr 08, 2016 1:35 pm

Pessoas se aglomeravam ao redor de Nemu, e o cavaleiro coralado estava estupefato com quantas criaturinhas de carne conseguia ver em sua frente, tudo aquilo era novo para ele, era fantástico, ele via coisas que nunca imaginara ver, arvores que nasciam do chão e não pareciam ter raízes nem folhas, e seus galhos pareciam estar alinhados em um certo padrão para deixar com que uma cobertura fosse montada sobre elas, os humanos pareciam estar usando essas arvores como forma de guardar comidas e outros mantimentos.Em alguns lugares era possível ver coisas ainda mais maravilhosas, como rochas que num padrão coeso formava uma espécie grande de caixa com algumas aberturas, e aparentemente oca, Nemu constatou que foram as frágeis pessoas a sua frente que construíram tal feito, talvez para poder se proteger do relento nas frias noites, ou se esconder dos temíveis brilhos do céu noturno durante o sono.

O golem virou a cabeça, o ranger dos corais de seu pescoço fez um pequeno barulho meio borrachudo, que talvez tenha se abafado no meio da multidão. Nemu olhou a redor ainda estupefato das maravilhas que havia descoberto, mas ainda sentia que dava para aprender muito mais. Um brilho verde azulado pode ser percebido nas aberturas dos olhas da armadura, porem apenas por um breve instante.- Magnifico!- Falou Nemu com sua forte voz, ainda alheio a conversa dos outros seres.

Logo percebeu que possuía algo limitando seus movimentos dos braços e pernas, não era madeira, era algo menos duro e flexível, "Metal...", foi como se a palavra e o significado dela viessem devagar a sua cabeça, que começou a fazer algumas conexões de outras novas palavras, que fez com que ele ficasse um tanto introspectivo.

[off] E ai galera, vou me juntar a vcs, qualquer duvida/conselho sobre a narração ou o personagem podem me perguntar. ^^

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Pacificador em Sab Abr 09, 2016 8:34 pm

Ele entendeu o pedido de Mikael mas logo continuou perguntando. - Você não gosta de conversar enquanto trabalha? Você não consegue carregar sozinho? Eu tambem não. - Concluiu e ficou calado.

Ao terminar de descarregar esticou o corpo sentindo tudo um pouco estranho talvez um pouco dolorido ou algo assim. Para ele era a primeira vez que se esforçava em algo. Seguiu para o tonel de agua para se refrescar um pouco, jogou agua no rosto e molhou o pescoço e se virou olhando a comitiva curioso, não havia visto barbafogo e o homunculo ainda estava esperando pela montaria, mas na realidade estava um pouco preocupado, estava ali para trabalhar e aprender  montar ele nunca pensou que pudesse ter sido enganado pelo anão, se  algo do tipo acontesesse não sabia como iria reagir, talvez apenas ficasse quieto, mas naquele momento deveria procurar por outra coisa para pensar e se distrair. Assim falou para Near e Mikael.- Vamos, vamos! - E guiou a dupla, não sabia para onde seguir então apenas seguiu a multidão.

Tantas coisas e pessoas ao seu redor, tantos objetos interessantes mas sabia que aquilo era um mercado e que so se podia conseguir as coisas com dinheiro, talvez devesse pedir dinheiro a barbafogo, ele ja tinha trabalhado um pouco, certo? Em todo caso continuou olhando ao redor pensando.

Ao chegar a um determinado ponto do passeio não conseguiu ver nada, apenas uma aglomeração  de pessoas mas apesar de tudo compreendia que algo estava sendo exibido uma coisa gigantesca. Imediatamente se abaixou e seguiu em direção do palco, apenas queria ver o que chamava atenção de todos ali. Ao chegar próximo pode escutar a criatura falando e isso para o Balltier era incrível!

Se aproximou tendo de ergue a cabeça em um ângulo que o incomodava mas até o momento não parou para dar atenção a isso. - Qual seu nome? De onde vem? Você é um golem de Coral como o moço disse? Você precisa de dinheiro por isso está se vendendo? Eu sou Balltier El Raizel. - Continuou parado olhando para o gigante e se virou para o pescador. - Ele é perigoso? Qual o seu nome? Tem diferença entre um golem natural e não natural?- Olhou ao redor procurando por Near e Mikael, se perguntava se ambos sabiam alguma coisa sobre golem.

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Mikael.O.V em Seg Abr 18, 2016 1:31 pm

Após todo o trabalho pesado, teve seu merecido tempo de descanso. Barbafogo demorava a voltar e então com a permissão dos anões, eles foram liberados para passear pelo local. Mikael ficava de olho em qualquer comerciante que vendesse vestimentas. Sentia falta do seu sobretudo e seu estilo diferenciado. Até agora o garoto não tinha falado tanto. Mas tudo mudou quando viu aquela multidão e mais e mais pessoas indo se juntando no aglomerado. Isso serviu para atrair Baltier como um imã. Mikael intrigado e um pouco curioso apenas acompanhou em silêncio.

Lá eles descobriram o motivo, seria bem difícil não notar devido a dois fatos. O histérico apresentador tentando ganhar fortunas de..... ''pescadores'', e aquela imensa e criatura que fez o sorriso de Mikael sumir por alguns instantes enquanto ele encarava de forma bem neutra e séria o monstro.

''Um golem? Eu lembro de muitos alquimistas que não podiam se defender e não tinha ou não queria gastar com guarda costas, então criavam golens para sua própria proteção e de sua mercadoria. Tive a chance de ver um ou outro golem natural mas... é a primeira vez que eu vejo um de coral.  ''

Mikael se aproximou apenas para não se afastar muito do pequeno perguntador. Ficava com o pé atrás e a cada passo ele ficava cada vez mais cauteloso. Golens são criaturas extremamente fortes independente do recurso utilizado para cria-lo.

''Se ele quisesse ele poderia romper essa gaiola e as correntes facilmente. Porque ainda está preso? Será ele um recém-criado?''

Pensava enquanto ponderava algumas questões. Baltier só não era mais engraçado tentando se comunicar com o golem do que o preço que o pescador pedia.
Olhava ao redor para ver se encontrava alguém que demonstrasse um certo... ''poder economigo'' maior, observava para ver se via alguma joia, roupa de tecidos finos... e etc. Uma observação apenas para ter informação no caso precisar em breve.
Como ninguém se manifestava, o que era mais do que o esperado, Mikael resolveu então tomar a frente e... ''conversar'' com o homem. Antes de sair da multidão e tomar voz, invocou algumas Borboletas negras, 4 delas seria o suficiente, faria isso ainda oculto pela multidão, faria as borboletas subir aos céus agindo naturalmente como borboletas comuns.

- Com licença senhor. Mas você não está querendo cobrar um valor muito alto por um golém que o senhor não tem nem como provar que é natural? Eu vejo tanta coisa errada na ''mercadoria'' e na sua proposta que a única coisa que eu consigo ouvir de sua boca, é o senhor chamando a mim e a todos nós aqui de ''idiotas''. -

Seu sorriso havia voltado. Aquele sorriso traiçoeiro e simpático ao mesmo tempo. Um sorriso misterioso que o tornava quase impossível de se ler. Com a devida atenção voltada para si, deixaria as borboletas ainda voando sobre a multidão como insetos normais. Não falou mais nada, esperou e estudou tanto a reação do homem que tentava vender o golém quanto todos ao seu redor, a ideia mesmo era instigar a duvida e a intriga nas pessoas ao redor quanto a sua colocação e usa-las ao seu favor.

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por ADM GabZ em Qui Abr 21, 2016 11:13 am

A multidão não parecia interessada em comprar o golem de fato, apenas estava curiosa. Afinal não é algo que se vê todos os dias. A criatura, de fato viva, era uma grande atração. Só faltava o pescador ter alguma sorte de encontrar alguém para comprá-lo.

— Chispa daqui, garoto! Se não vai comprar, sai fora! — Falou o pescador, enxotando Baltier. Quando Mikael lhe dirigiu a palavra, o homem fechou a cara, irritado. — Engomadinho, não é? Pode trocar de roupa mas o jeito de vocês nobres é sempre a mesma nojeira! Fingem saber de tudo! Sim é um golem natural, pescamos ele nesta manhã, nem mesmo sabe falar direito! Agora se não vai comprar, suma daqui, vá apostar em corrida de cavalos ou algo assim.

E cuspiu no chão. Voltou a anunciar o valor do golem, fazendo a melhor propaganda que um pescador poderia fazer. Até que ouviu alguém dizer:

— Pago dois mil nele. — Era Barbafogo. O anão estava ao lado de Mikael, um sorriso podia ser distinguido por debaixo de sua barba espessa. — Não vale mais do que isso.

Certamente o pescador não queria esse valor, por isso ignorou e continuou gritando o preço que queria. O anão cruzou os braços, esperando. Conforme o tempo ia passando, as pessoas iam se dispersando. Era um valor que assustava afinal. A não ser que um mago rico estivesse por acaso passando por ali, dificilmente ele venderia por vinte mil. Após quase quarenta minutos, o pescador bufou e foi até Barbafogo.

— Cinco mil.

— Três. — Retrucou o anão.

— Oras. Três e quinhentos!

— Fechado.

Os dois fecharam um acordo com um aperto de mão. Barbafogo tirou de um de seus bolsos uma bolsa de moedas, removeu dali cinco moedas de ouro e entregou ao pescador.

— Ótimo. O transporte é por sua conta, se vire. Bom proveito! — O homem se despediu, chamando os demais pescadores e saindo dali, deixando o Golem e seu novo mestre.

Barbafogo chamou Baltier e Mikael para se aproximarem do golem. Soltou-a das correntes e ficou na frente dela, a olhando. Era uma criatura bem alta se comparar com o anão.

— Me chamo Baelgun Barbafogo. Qual seu nome? — Perguntou o anão em alto e bom som. — Gostaria de seguir viagem com a gente?

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Nemu em Seg Abr 25, 2016 8:49 pm

Nemu estava lá parado servindo de produto sem nem entender direito sobre o que aquilo tratava, ou talvez até entendesse se prestasse atenção, mas estava muito distraído com tudo que ocorria a sua volta, quando um rapaz veio a multidão, era um jovem que era mais baixo que o golem, ainda mais pelo fato de Nemu estar em um local mais elevado, se não o jovem  de cabelos castanhos não fosse tão espevitado e tomasse a frente dos demais o golem nem mesmo o teria notado no meio daquela gente.

Tão logo se aproximou o suficiente o garoto lançou uma enxurrada de perguntas ao golem que a cada momento que começava a responder uma era atacado impiedosamente com outra, algumas eram mais simples de responder porem outras demandavam certo esforço do ser de corais.

-Nemu...-Disse respondendo a primeira pergunta, o modo como o golem fala faz parecer que cada palavra é maior do que deveria soar, ainda não estava acostumado a se comunicar com outras pessoas, sua  voz era bem dura como se os próprios corais de sua garganta se contorcessem a cada silaba.-Oceano...é de lá. Corais... sim. Acho que sim...- A ultima pergunta do garoto chamou mais um pouco a atenção de Nemu que parou para pensar por um tempo, por fim só pôde devolver ao garoto outra pergunta ainda mais cheia de curiosidade do que a do garoto em si.

- Dinheiro? O que é?

Enquanto o recém conhecido conversava com o captor de de Nemu ele viu outra figura se aproximando mais, um rapaz de cabelos escuros e olhos cor de ouros se aproximar, era bons centímetros mais alto que o anterior, talvez algum conhecido .Este também se dirigia ao pescador, mas este também não foi tratado com muita amistosidade.

Dali em diante tudo tinha voltado ao que era, o pescador gritando as pessoas vendo, até que outro gritou de volta da multidão, era um homem tão diminuto que Nemu teve dificuldade de acha-lo, isso levou o golem a se perguntar o que deixara o homem assim, lances vão e vem e Nemu não entende coisa alguma, mal reconhecia a quantia que aqueles valores simbolizavam, ainda menos sobre a fortuna que eles valeriam pelo preço do ouro.

Após isso o pescador foi embora, primeiro pensou Nemu que aquilo era uma briga por território, que o caçador estava desafiando o anão, mas por fim percebeu que a ideia era ridícula.O anão se aproximou e junto dele os outros dois que haviam vindo anteriormente, Barbafogo se apresentou e perguntou o nome de Nemu que prontamente respondeu, mas a pergunta seguinte era mais complexa, pensando na resposta Nemu encarou o anão, por um momento o golem=em estava altivo e imóvel, como se fosse apenas uma armadura de um material exótico, sem vida, em seguida seus olhos brilharam uma fraca luz verde azulada e Nemu assentiu com a cabeça, ele seguirá viagem com o anão.

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Pacificador em Ter Abr 26, 2016 1:14 am

O garoto formou um enorme sorriso ao ouvir a grave voz do golem, mas ao se deparar com os gestos do pescador ficou por breves segundos chocado com os olhos arregalados, então se afastou, sendo incapaz de responder o golem.

Não entendia como pode ter irritado aquele homem, pensou por algum tempo estudando as palavra que o homem usava para conversar com Mikael, parou para refletir então ficou quieto.

Ele continuou próximo de Barbafogo enquanto ele esperava. Depois de apenas cinco minutos de espera foi procurar por Mikael, em seguida iria tentar puxar sua camisa chamando sua atenção . - Engomadinha é um apelido, posso chamar você tambem disso? - Ele certamente tinha entedido o termo como algo pejorativo mas nao tinha tanta certeza, entao decidiu ver por si mesmo. Em todo caso não ficou muito feliz em fazê experiências com Mikael não deveria testar esse tipo de coisa, mas deveria começar a aprender com seus erros.

Ficou apenas mais alguns minutos e trocou novamente de lugar e mais uma vez, mais uma. Na quinta troca percebeu a multidão começando a ir embora e Barbafogo finalizando a compra.

Ele voltou para o lado do anão, finalmente tinha entendido que a paciência era essencial para negociar e isso era algo inesperado para ele, ate entao nao tinha conseguido ser paciente. Ele apenas esperava que ter a quantidade certa de dinheiro era o bastante para concluir as negociações.

Olhou ao redor e perguntou baixinho para o anão. - Vinte mil moedas dá para comprar quantos cavalos?- Ele queria aprender o valor da moeda local, mas até o momento não tinha nada a comparar.

Então lhe ocorreu uma ideia aleatória quando olhou para as correntes. - Eu posso ficar com ela?- Ele tinha uma ideia para por em pratica. Iria tentar negociar como Barbafogo fizera iria usar aquelas correntes para conseguir dinheiro, mas não naquele momento, ele tinha algo mais interessante para fazer aprender e tentar.

Entao mudou o foco. - Ele vai se juntar a caravana? - Comentou por comentar, ele sabia que o anão era uma das pessoas mais legais que já havia encontrado e para Nemu era sua boa sorte sorrindo.

Se aproximou erguendo o pescoço olhando para Nemu. - Bem vindo. Meu nome é Balltier sou um homunculo . àquele ali é o Mikael ele é...Não sei.Humano? Ele nao conversa muiro comigo E ali é o nosso patrão Barbafogo. Um anão.- Estava querendo ser erguido pelo golem mas não sabia como prosseguir. Então sem pensar nas consequência e tendo o pensamento de ter a vista do alto.

- Faz assim Ó.- Demonstrou para que o golem agachasse. - Eu vou te explicar sobre o dinheiro. - Ele não tinha plena certeza que sua explicação fosse boa mas já estava pensando em chegar no acampamento mostrando o novo integrante, já estava ate sorrindo pensando na cena.

Então se o golem aceitasse ele iria tentar sentar nos ombros de Nemu e começaria apontar para as coisas explicando. - Aquele é o céu quando está claro chamamos de dia, quando fica escuro chamamos de noite e as estrelas aparecem. Ah, dinheiro. Moedas! Nos usamos para trocar por serviços ou objetos. Barbafogo existe diferentes tipos de moedas? - Entao seguiu tentando explicar da melhor forma que conseguia.

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por ADM GabZ em Sex Maio 06, 2016 2:27 pm

[Desculpem o atraso, esperei pelos dois jogadores e eles não postaram. Vamos seguir viagem com vocês por enquanto =)
São 100 pontos de experiência pelo atraso para vocês dois]

A negociação, apesar de curta, foi valiosa. O pescador não conseguiu nem metade do valor absurdo que queria, mas era melhor do que voltar para casa de barriga vazia. Barbafogo, no entanto, parecia satisfeito.

— Quantos cavalos? Depende do cavalo. Um comum consigo por 500 moedas e é exatamente um desses que você vai ter. — Respondeu Baltier. Quando viu o homúnculo respondendo as perguntas de Nemu e o ensinando sobre todo o resto, ficou aliviado. Pelo menos o garoto servia pra alguma coisa afinal. — Ótimo, me esperem na caravana, vamos partir ao anoitecer.

Nemu não entendeu o pedido de Balltier de começo, mas quando o garoto subiu em seu ombro pôde entender que ele queria ser seu guia. Uma criatura recém-criada sendo orientada por uma outra recém-criada. Poderiam se dar bem afinal. Durante o caminho até a caravana, Balltier explicava tudo que ele já sabia.

— Em Lodoss, só nossa moeda, garoto. — Respondeu o anão. — Mas você pode trocar por outras coisas. Bem, vou ir buscar os cavalos. Vocês coloquem os carregamentos nas carroças.

E se despediu. Uma vez que os três — Balltier, Nemu e Mikael — chegaram nas carroças, notaram várias caixas e barris novos, provavelmente as novas mercadorias. E eram bem mais pesados. Com a ajuda de Nemu porém, o trabalho foi bem mais fácil: o golem era incrivelmente forte e levantava as caixas com facilidade. Balltier teve que ensiná-lo a pegar as caixas de forma a não destruir o que tem dentro, mas basicamente foi uma tarefa sem problemas. Ao terminarem de carregar tudo, viram que ainda faltava bastante espaço em uma das carroças. Talvez para levar Nemu.

Já haviam se passado algumas horas e o sol havia começado a se pôr quando Barbafogo chegou, acompanhado de outros dois anões e trazendo três cavalos. Todos tinham celas e carregavam alguns suprimentos amarrados, como saco de dormir e outros utilitários. Eram animais comuns, cada um com uma pelagem diferente: marrom, bege e um malhado. Pareciam bastante dóceis.

— Muito bem, agora vocês vão viajar nos cavalos, quero que possam se locomover sem depender das carroças. Olhos para todos os lados, pois vamos atravessar o Deserto de Ossos. Temos que levar esses suprimentos até Takaras, vamos pegar um bom dinheiro com isso e se atravessarmos em segurança, uma parte do lucro é de vocês. Depois disso podem ir embora se quiserem. Você, Nemu, desculpe mas vai ter que ir a pé. Caso se canse pode subir na carroça. Não vamos rápido então acredito que não vai ser problema para você.

Deixou que cada um escolhesse o seu cavalo. Em seguida ensinou Balltier a montar em um.

— Monte sempre pelo lado esquerdo. Isso mesmo, ponha o pé no estribo e suba. Essas são as rédeas, você puxa para o lado que você quer que ele vá. Se quer que ele pare, puxe as rédeas para trás. Para ele andar, bata de leve com as pernas na barriga dele. Se bater forte demais ele vai correr. Bem, o resto você vai aprender fazendo. Vamos indo, no caminho você pratica.

Uma vez passadas as instruções, a caravana partiu. Barbafogo explicou que viajariam de noite agora para irem acostumando, pois só atravessariam o deserto durante a noite. Chegariam lá em três dias.

[Agora preciso que vocês narrem os três dias, considerando que viajavam apenas de noite e que pouco antes do amanhecer, montavam acampamento. No próximo post estarei continuando a aventura no Deserto de Ossos. Qualquer dúvida basta me enviar uma PM. Podem interagir entre si, Postagem Livre, caso achem necessário.]

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Mikael.O.V em Seg Maio 09, 2016 5:00 pm

Havia chegado onde queria. Bem, parcialmente, estava prestes a continuar sua abordagem no homem e tentar fazer aquele preço diminuir e até fazer ele passar vergonha apenas para se divertir um pouco. Mas antes que pudesse falar qualquer coisa a mais, eis que Barba-Fogo aparece e acaba com a diversão. Bem, pelo menos tentou.
Deu de ombros e suspirou, não ligava mais para aquilo, mas ficou impressionado que o anão tinha aceitado uma quantia mesmo que elevada apenas por causa de um golem desses. Não que ele não fosse exótico e belíssimo, mas ainda assim era bem impressionante tal atitude.

De toda forma, viu agora Balltier ir interagindo com o golem. Nossa... é como se a peça tivesse encontrado seu encaixe. Os dois pareciam que iam se dar muito bem, Pela gloria de tudo que é mais sagrado, pelo menos agora estaria mais em paz. Não que não tivesse gostado de Balltier, mas é que suas perguntas e sua inocência era um tanto quanto.... incomoda. Se ele fosse menos falador, quem sabe? Logo ouviu a indagação dele sobre se Mikael era um humano. E respondendo simpaticamente com um sorriso no rosto Mikae falava.


- Sim, sou um humano. Nada além disto. -

Vendo que Barbafogo tinha tanto dinheiro, e ainda iria comprar cavalos para eles. Mikael teve uma certa ideia. Já que ele tinha dinheiro poderia dar um jeito de conseguir suas roupas antigas ou algo semelhante a elas e depois acertaria com o anão.
Numa conversa com Barba-Fogo, resolveu fazer um pedido, queria suas roupas de volta, sentia-se praticamente nu sem elas, ou sem algo daquele estilo. Explicou para ele o que queria, e o anão sorrindo como quem tinha acabado de ganhar o dia disse que poderia sim comprar, desde que Mikael compensasse com serviço.

'' Eu vou ficar servindo esse maldito e fedorento anão por mizeras... e insignificantes ROUPAS?!?!? De jeito nenhum, olha o tanto que estarei devendo. Vou recusar neste momento? Quem eu estou achando que eu sou??''

- Claro senhor Barba-fogo, eu não ligo de continuar trabalhando para o senhor. Mas eu preciso disso! -

''Uma puta, sim, é isso que eu sou. Desisto.''

Aceitando o acordo. Barba-fogo tinha agora um servo humano para si, mas em compensação. Lá estava ele, novamente com as roupas com que ''veio a o mundo''. Com um alivio tremendo agora vestindo aquilo que se sente mais a vontade, com direito até uma bengala para caracterizar ainda mais.

REFERENCIA:

Os Três dias que se seguiram para se acostumarem, Mikael tentou se aproximar mais de Barba-fogo e explicar melhor o que veio fazer ali e como veio parara ali. Assim como contou sobre seus poderes e o que fazia antes de chegar ali, tudo que ele queria era passar confiança para o Anão. Deixou bem explicito que não tinha a intenção de trai-lo nem nada disso, que a cima de tudo, respeitava uma divida e não iria fazer nada para contraria-lo nem contra ele. Admitiu que ele não é de procurar encrenca, mas é um tanto quanto vingativo, então ele não quer problemas com ninguém, principalmente alguém que ofereceu tanta ajuda e hospitalidade para ele, mesmo ''cobrando'' por isso.

Oferecia auxilio a Balltier e ao Golem sempre que precisar, afinal, ainda tinha que tomar conta do garoto. Não faria muito, apenas conversaria o que pudesse com quem quisesse. O segredo de seus poderes no entanto é de conhecimento apenas de Barba-fogo.

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Pacificador em Seg Maio 09, 2016 5:37 pm

Ele estudou e pensou sobre o golem por um longo momento. Será que ele enxergava os humanos como uma equação sem resposta? Não tinha como saber. Então retornou a pensar sobre ensinar. - Estamos em Lodoss, Hilydrus, Paramet. Uma ilha, reino, cidade comercial... Complicado? eu também acho, mas logo fica acostumado. - concluiu.

Seguiu para o chão e explicou de maneira simples como levar as caixas. - Não podemos quebrar as caixas, então eu faço assim.- Ergueu uma lateral da caixa em seguida lançou a mão embaixo da caixa, juntou os pés e ergueu com um enorme esforço, mas conseguindo ergue-la até a carroça. suspirou então se virou para Nemu. - Viu? vou fazer de novo, mas agora você me ajuda tudo bem?- Moveu a caixa até sua cintura e assentiu para o golem segurar, desta maneira Nemu não precisava se agaichar para pegar a caixa, iria continuar seguindo assim até alguém o ensinar um jeito melhor.

Ele sentiu seu rosto e bochechas enrubescerem, estava com calor agora. -  Venha, Nemu... Isso se chama carroça, isso redondo é a roda. - Continuou explicando sobre a caravana e algumas das raças 'comuns' na cidade em que estava e da caravana.

Ao fim da tarde já tinha perdido o ímpeto de explicar tudo, estava satisfeito com tudo que havia falado e sempre era bom para ele ter alguém que prestava atenção enquanto falava. Com a chegada dos cavalos e o novo destino tinha recebido uma nova carga de perguntas para qualquer desavisado que estava a próximo.(Nemu or Mikael, Barbafogo. hehe.)

-  Deserto dos ossos, qual motivo desse nome? É verdade que o dia no deserto é muito quente e a noite é muito fria? Parece ser perigoso não tem um outro caminho? Podemos pegar ossos do deserto? Zumbis vivem lá? Fantasmas também? - Esperou pela resposta saltitante em seguida já estava atrás de Barbafogo.  De imediato escolhendo o cavalo bege.

- Ele come carne, bebe cerveja? Posso montar pela direita? - Ao começo montou sem dificuldade, pé esquerdo, impulso, sentado arregalou os olhos, era alto,  não tanto como Nemu mas ainda sim alto. Em seguida um simples toque na barriga do animal, estranhamente dócil seguiu em frente; não experimentou a corrida, apenas seguiu tentando acompanhar a caminhada de Nemu. - Nemu! Escolha um nome! Mikael também. -Gritou sorrindo, estranha animação.

Respirou fundo enquanto agarrava à rédea. Era uma noite clara, sem lua, e após todos aqueles longos meses no subterrâneo, a vista de todo aquele céu era estonteante. E tantas estrelas; uma massa brilhante e emaranhada que parecia perto o suficiente de ser tocado. - Sabe como é estranho. É como se a gente fosse um pequeno grão. Para ser criado era algo como um milagre, então eu olho ao redor  e fico confuso. -  comentou.

Ele dormiu por seis horas. A viagem a noite, aprender a montar e ensinar Nemu começava a demonstra uma tarefa exaustiva, mas de fato divertida.

Assim no segundo dia praticou montaria, o trote. Tentou mostrar a Nemu como escrever o nome e contar até dez, começava a percorrer algumas dezenas de metros a frente da caravana como batedor, no entanto fazia apenas quando podia enxergar o sol no horizonte, percorrer a noite, não era uma boa coisa.

No terceiro dia, dormiu menos ainda. Tres horas. Estava inquieto, a viagem para o deserto era algo novo, de certo não importava o quanto sabia sobre a região, nada era comparável a coisa real. Pela manha aprimorou ainda mais o básico da montaria, como montar, desmontar. O homúnculo gostava de acaricia a criatura, sentir o calor e a respiração, algumas vezes podia entender que ela estava irritada pelo longo tempo que passava com ela, deveria deixar descansar e assim o fez. A tarde andou alguns metros longe do acampamento, absorveu a energia que necessitava e até mesmo um pouco a mais, não sabia quando teria oportunidade de fazer-lo novamente. Assim chegou o momento de entrar no deserto.


Última edição por Pacificador em Dom Maio 15, 2016 1:19 pm, editado 1 vez(es) (Razão : Sem interação então :v)

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Re: Praça Central de Comércio

Mensagem por Nemu em Seg Maio 09, 2016 11:50 pm

Era como se Baltier e Nemu tivessem uma certa sinergia em suas interações, ambos eram relativamente novos e pouco sabiam sobre o mundo, porem interagiam com ele de formas bem distintas, enquanto Baltier falava, ensinava e explicava, Nemu só absorvia as informações, sua vista movia-se, mesmo que lentamente, de um lugar para o outro, olhava para o céu, paras nuvens e a direção do vento, olhava às plantas e as vegetações do lugar, e, principalmente, aos seres.

Nemu ajudou a descarregar as caixas, não demorou muito para entender a forma de correta de se pegar uma, e parecia ser razoavelmente bom nesse tipo de coisa.

Conforme o dia foi passando o homúnculo ensinava diversas coisas, algumas ele já sabia e outras pareciam aparecer em sua cabeça de tempos em tempos, sua memória, ou pelo menos o que acreditava ser ela vinha a ele como ondas em uma praia, "pequenos pacotes" de informações por vez.

Ao final do dia Nemu pareceu não o único a ter duvidas.-Talvez ... tenha muitos ... ossos.- respondeu Nemu, apesar da resposta parecer não fora um tipo de piada ou brincadeira, estava mais para inocência. Nemu não se incomodou ao fato de ter de ir andando, aquele amontoado de corais não sabia o significado da palavra cansaço, literalmente inclusive.

Se acostumar em ficar acordado a noite foi outra coisa que o golem não precisou se preocupar em ter de descansar e nem mesmo de comer, quando se sente abatido Nemu apenas absorve um pouco de água por alguns minutos, ou em casos mais extremos se funde a mais corais, mais sera que água e corais seriam fáceis de se encontrar nos dias que estavam por vir?

A noite deixava Nemu desconfortável e ele se sentia melhor próximo a uma fogueira, mas não era o frio, nem a escuridão que o perturbava, O golem estava acostumado com o oceano profundo, lá era de um frio bem mais gélido que ali, e tão pouca era a luz que nada conseguia se ver, era o desconhecido que o abalava, era olha para o céu e ver milhares de olhos brilhantes o observando onde quer que fosse, era o fato dele não conseguir velos antes do sol se por. Viajar a noite a noite não era problema para Nemu.

No dia seguinte seu amigo foi lhe ensinar a escrever, porem qual não seria sua surpresa ao ver que Nemu já sabia como faze-lo, toda a palavra que Nemu conhece-se ele sabia escrever e ler, apesar de sua letra ser bruta e mal feita, mas isso em parte devia-se a própria mão do Golem, que em era grande e bruta.

O resto do dia continuou com as perguntas ocasionais a Baltier sobre as coisas comuns do dia, pensou em puxar conversa com outros na caravana, porem não possuía muito sobre o que falar.E o segundo dia correu muito como o primeiro dia, talvez a unica pergunta importante de Nemu seria sobre o que se encontra após o Deserto de Ossos, essa terra que chamaram Takaras.

O terceiro dia se passaria muito com os anteriores se as coisas continuassem nesse ritmo e ninguém fizesse algo de diferente, Nemu estava começando a se acostumar com a companhia e com as estreladas noites.

OBS:dei um pequeno edit corrigindo algo que estava errado no 6º paragrafo, ultima frase.

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Re: Praça Central de Comércio

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