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Arredores da Cidade

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Arredores da Cidade

Mensagem por ADM GabZ em Seg Dez 23, 2013 2:21 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Em torno da movimentada cidade de Paramet existem algumas trilhas e estradas de terra. Alguns viajantes as tomam para cortar caminho e não terem de passar pela tumultuosa cidade, principalmente em dias aonde o comércio é mais intenso. Bastante tranquilo, os campos daqui possuem grama alta e algumas árvores. Algumas casas abandonadas esquecidas pelo tempo apenas assistem os dias passarem. Bastante calmo, o lugar traz tranquilidade, mas uma pequena fração de insegurança por ser costumeiramente deserto.

É comum, também, encontrar alguns vendedores ocasionais e misteriosos. Pode-se conseguir algo por uma pechincha pois, muitas vezes, vendedores expulsos de Paramet por algum motivo — ou que não possam entrar — acabam tendo de fazer seus negócios nos arredores. Um deles é Gronk, um orc carrancudo criado por goblins e, por conta disso, possui uma enorme habilidade como ferreiro. A lateral direita do seu rosto é totalmente queimada e até sua orelha se foi, sem contar ainda seu corpo que era coberto de cicatrizes. Sua aparência faz com que os guardas não permitam sua entrada em Paramet, portanto é comum ver o orc estacionar sua carroça nos arredores e montar sua oficina "portátil" para ficar alguns dias. E tudo aquilo era puxado por um enorme lagarto que vestia uma pesadíssima armadura de ferro, habilmente feita para encaixar-se no animal como se fossem escamas.

O principal diferencial dos equipamentos e armas feitas por Gronk é que elas são feitas sob medida, do jeito que o cliente bem entender. Além disso ele costuma trabalhar com materiais diferenciados, nem sempre usando o ferro e a madeira, muitas vezes pedindo de seus clientes alguns materiais especiais para fazer equipamentos perfeitos. Seu preço é um pouco salgado, mas certamente vale a pena ter uma arma ou qualquer outro equipamento forjado por Gronk.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:05 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Arredores da Cidade

Mensagem por Praquenome em Qua Jul 06, 2016 4:42 pm

Depois daquela ótima viagem de noite, junto do ,meu nectar dos deuses, e melhor, sem o Rothgar falando, finalmente cheguei no acampamento. Como prometido dei um pedaco de queijo para o lorde-ferrado-demonio, estava feliz e aproveitei pra comer um pedaço também. Segui o Louie por entre aquelas barraquinhas, tão pequenas, tomei cuidado para não esbarrar em nenhuma delas. Até que derrepente a porra do sol nasce - Arrgh, maldito sol! - Putz, será que os vampiros se sentem? Tentei tapar ele com a minha mão até que meus olhos se acostumassem com a tão recente iluminação. Alguns segundos depois, entre algumas piscadelas eu já havia me acostumado. E aí percebi a real extensão do acampamento, junto do grande barracão. Louie indicou que aquela era a barraca do tão famigerado Baltimore, e como não tinha muita coisa para se fazer por ali, minha única opção de caminho era essa.
Quem poderia imaginar... Até que o rei goblin tinha grana... Quando adentrei o recinto, e vi todo aquele dinheiro dando sopa, não tinha como resistir. Ahhh, joguei a gaiola do lorde capeta no chão e comecei a pegar o máximo que minhas mãos podiam daquele tesouro e comecei a enfiá-lo nos bolsos da minha roupa repetidamente. Talvez meus olhos tenham brilhado quando avistei toda essa grana, nem percebi que mais a frente tinha o tal rei da cocada dourada, Baltimore. Quando Louie falou com ele e parei para reparar a minha frente, na mesma velocidade de um goblin me levantei puxando a gaiola do Rothgar junto comigo, dando uma agitada nele. Tentei esconder as jóias e o ouro que haviam ficado visiveis enquanto Baltimore acordava do seu sono de princesa. Não pude conter uma risada sacana, já tinha tido um ótimo lucro com essa viagem!
Baltimore parecia um velho beberrão, tipo que eu conheço muito, não parecia ter muita força. Mas aíme enganei quando ele finalmente se recobrou. O nanico segurava o cetro real com uma boa dose se força para um goblin velho. E então começaram as ofensas... Me xingou, Rothgar riu. Xingou Rothgar, eu ri mais alto ainda - Hahahahahah!! Não se "prenda" a essa atitude agressiva, Rothgar! Você é "maior" que isso! - Depois desse belo momento de descontração familiar, começou a conversa entre eu e Baltimore. Ele explicou o que queria e o porquê do lorde infernal ter ficado tão fraco, e que queria o meu sangue para poder fazer um ritual mais poderoso, em troca me daria aquela belíssima quantia de ouro... Me senti tentado a aceitar, mas algo de errado não estava certo, contudo. Só não sabia o que. Em meio as palavras de Baltimore, tentei me lembrar de algo, o que remetia a minha sensação de estranheza, afinal ganhar aquilo tudo de ouro de forma tão facil... Sim! Os contratos de Rothgar eram baseados nos 7 pecados que ele falou, e em troca do serviço ele ficava com a alma de quem fez o pacto. Eu iria fazer o pacto, o rei ia conseguir o que ele queria e eu teria de servir a um lorde demônio que, bem, não tratei da melhor forma. Goblin idiota esse Baltimore... Fiquei em fúria por aquele verme ter tentado me enganar, mas não deixei transparecer. Sorri de imediato com a minha descoberta, um sorriso sarcástico, mas Baltimore com certeza acharia que era por causa do ouro. Queria ver se ele era bom em inventar respostas - Por que você mesmo não faz o contrato, ò majestade? Seu sangue real deve ser bem melhor do que o de um.. "mestiço". - disse fazendo uma leve reverência, rindo um pouco quando meus cabelos incobriram qualquer visão. Ele invetaria um motivo fútil e eu falaria - Bem, vossa alteza real, acredito que eu não seja digno de fazer esta tarefa para ti. Maaaas, eu lhe devolverei o lorde Rothgar, lorde dos lordes demonios, em troca desse punhado de ouro - Ia onde o brutamonte estava despejando aquele ouro todo e enchia a minha mão. Antes de qualquer reação do rei dos nanicos eu dizia jogando a gaiola de Rothgar diante dos pés reais - Foi bom conhecer todos vocês, mas tenho que ir! Adeus! - Dei um tchau pra todo mundo e me dirigi em direção a saída.

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Re: Arredores da Cidade

Mensagem por NT Bird em Dom Jul 10, 2016 9:38 am



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Definitivamente o brilho do ouro estava hipnotizando o meio-demônio. Normalmente qualquer um estaria muito incomodado de estar naqueles aposentos, uma carroça meio apertada para caber seus quase um metro e noventa, somado a suas grandes asas. O cheiro dentro da carroça também era péssimo; um misto de bebida com urina sem contar no cheiro de coisa morta. Ah, esse vinha direto de Baltimore. Arkin sentiu bem quando se aproximou pra recolher mais ouro enquanto dispunha da gaiola de Rothgar na frente do "pequeno trono".

Indignado com a resposta do mestiço, o Goblin Rei chutou a gaiola com certa violência, exaltando-se.

— KU-KU- NGGG...kU! — Os gemidos do pequeno lorde-demônio ecoaram na carroça conforme a gaiola rolava no chão até bater numa pilha de cálices de ouro e outras joias. Louie tomou certa distância também, acuado. Arkin de joelhos, enchia a mão de ouro quando a sombra do Goblin Rei - apesar de não muito grande - encobriu-lhe o rosto. O Rei dos Nanicos, como Arkin o chamava, colocou a ponta de seu cetro abaixo do queixo do meio-demônio, forçando-o a erguer o rosto e encará-lo nos olhos, apesar da embriagues.

— Você é mesmo muito engraçado, mestiço. Sempre mostrando seus dentes, falando muito, eu diria um falastrão dos bons... — Murmurou, deixando um meio sorriso ganhar-lhe o rosto. Em seguida semicerrou os olhos como se buscasse por alguma coisa na extensão da face de Arkin. — Eu fico aqui me perguntando, como é que você não tem nenhum hematoma ou cicatriz? Se me lembro bem, o Ferreiro era do tipo que prefere bater ao invés de falar. Pavio curto, entende? Mas eu não vejo como você, um mero subordinado, não tem nenhum vestígio disso? — Completou.

Touchê

Louie, que não era dos mais inteligentes, demorou a entender aquela indagação feita pelo Rei. Coçou o queixo como quem tenta entender o que estava acontecendo ali. Rothgar, por sua vez, percebeu que a situação não ia acabar bem, então resolveu intervir, chacoalhando a gaiola e chamando atenção para si. O barulho quebrou o silêncio constrangedor.

— Eu protegi o mestiço. — Afirmou, desta vez sem gaguejar nem soltar aqueles seus barulhinhos engraçados. Falou sério. — Ele me dava queijo de vez em quando, e eu cuidava de suas feridas. O Ferreiro é burro demais, como você mesmo sabe, então nunca percebeu. Agora deixa logo o pirralho ir embora antes que ele roube todo teu ouro, Baltimore. — Os olhos do pequeno-lorde-demônio foram de encontro aos de Arkin, cheios de mistério, difícil entender o que realmente se passou ali. Ao menos convenceu o Goblin Rei.

— Err... isso também não me importa. Se não for de bom grado também não vai servir pra nada esse mestiço. Leva logo ele embora daqui, Louie. — Entortou a cabeça, dispensando Arkin.

Nesse meio tempo o meio-demônio conseguiu recolher moedas de ouro e tesouros equivalentes a 2.000 Lodians.

— Carroça do Arkin, lá fora, n'árvore. — Explicou Louie, meio tímido na frente daquela situação toda. Segundo as instruções do pequeno Goblin era só sair e fazer o contorno pela esquerda, onde encontraria duas árvores secas atrás de uma pequena cabana que pertencia a Louie. Os cavalos estavam amarrados lá junto da carroça, depois bastava seguir pelo caminho de terra que cortava o acampamento e logo voltaria para a estrada.

Rothgar ficando para traz, discutindo com o Goblin Rei.

— Vocês são gananciosos, mesquinhos! A alma de vocês ainda vai ser toda minha e eu vou devorar cada pedaço com muito gosto, ku-kukukuku! — Debochou Rothgar.

— Mas até lá, seus poderes serão meus até a última gota. Nem que seja necessário todo seu sangue pra esgotar o encantamento daquela montanha! Huehueheueheueh! — E o rei chutou a gaiola mais uma vez, calando Rothgar. — A Joia do Espírito logo estará nas minhas mãos, e depois, Hilydrus vai se curvar diante de mim. — As últimas palavras ecoaram meio de longe, ainda audíveis para Arkin que preparava-se para sair.

Afinal de contas, qual era o plano do Goblin Rei para essas montanhas?

Obs:
Arkin, você pegou os 2.000 Lodians em moedas de ouro e tesouros tipo joias, você que decide como vai estipular isso se vai ser tudo em joias, se vai ser tudo em ouro, você que sabe. Está tudo dentro de um saco de pano mediano, todo seu como pagamento pelo Rothgar.

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Re: Arredores da Cidade

Mensagem por Praquenome em Sab Jul 23, 2016 10:51 am

Talvez eu tenha subestimado a inteligência do Baltimore. Fui um pouco precipitado achando que só porque ele fedia tanto quanto a carroça-casa dele, que ele era um conpleto idiota... Quando ele pegou me levantou com o cetro e começou a falar toda aquela ladainha, a minha expressão facial foi de 100 a 0. O meu sorrisinho sacana foi por água abaixo, só sobrando uma cara de preocupação. Maldito ferreiro que bate nos outros... Enquanto eu encarava olho com olho o rei, tentei arrumar alguma desculpa à altura mas, putz, não me vinha nada em mente! Não conseguia pensar em como eu não tinha cicatriz ou machucados.. Maquiagem? Não, era muito facil desmentir isso, só precisariam de água.. Talvez... Não.. - Err... É que o.. o ferreiro... é que.. - Minha tensão não me deixava falar, nem pensar. Maldito cachaceiro Baltimore. Pensei que não teria mais volta, que a situação iria piorar e o confronto seria inevitável. Baltimore tinha sido mais astuto que eu. Minha mão esquerda já ia em direção a adaga escondida nas minhas vestes. Se fosse para eu morrer que esse goblin idiota fosse junto comigo. Mas derrepente, Rothgar nos tirou a atenção. Começou com um papo de que tinha me ajudado em troca de queijo... Eu encarei aquele capetinha, meio incrédulo. Por que ele estava me ajudando afinal? Só por causa do queijo? Não, não era possível. Lordes demônios não ajudavam outros seres! Eu querendo ou não ele salvou a minha pele - É... é isso mesmo! Eu dava alimento em troca de cura.. Você sabe, ficar machucado dói, não é? - Dei uma risadinha nervosa enquanto voltava a olhar pro Baltimore. Olhei de relance Rothgar. Era isso, eu vendi ele por um punhado de ouro, mas ele mesmo assim me ajudou. Que desgraçado...
Enquanto eu seguia Louie, não dava para não ouvir aquela discussão. Aquele papo de devorar almas não era algo que eu gostasse muito, mas o que era mais interessante foi o que o rei dos goblin disse. Já estava dentro da carroça, pronto para partir quando o ouvi... Fazer Hilydrus ficar diante dos pés dele só com uma jóia? Ela deveria ser muito poderosa. Sim, muito poder... Talvez Baltimore não quisesse a ajuda de Rothgar só para construir o castelo, talvez ele quisesse tirar o encantamento da montanha por que essa tal Jóia do Espírito estava lá, protegida pelo encantamento. Talvez eu pudesse me apossar dela, mas para isso eu teria que enganar o rei, que era bem inteligente no fim das contas.
Eu tinha que tentar, não era só essa tal jóia que me interessava, talvez eu pudesse obtê-la e de quebra soltar Rothgar. Eu estava devendo ele no fim das contas! Guardei  a quantidade de 1500 lodians na carroça e fiquei com os outros 500 em jóias, como aneis de ouro e cia. Coloquei 2 nos dedos da mão esquerda e um no da mão direita, ambos no indicador e um colar leve de ouro. Fiquei bem estiloso, admito, mas meu foco era Baltimore agora.
Entrei na cabana com uma postura séria, agressiva, e ia em direção a gaiola do lorde demônio, ignorando por completo Baltimore. Pegava ela e sacudia berrando com o coitado - CADÊ AQUELE ANEL, DESGRAÇADO!!??? VOCÊ PEGOU NÃO É??! DIGA!!!!!!! - Dava um chute na gaiola para que ela rolasse para fora da cabana do Baltimore - Perdão, majestade, já lhe devolvo esse idiota! Primeiro eu vou resolver um problema com ele! - Do jeito que ele adorava bater no lorde demônio, talvez ele apreciasse essa violência. Saía da cabana e antes que qualque goblin pudesse observar, falava - Vou tentar te ajudar, me diz como funciona o seu contrato! Acho que posso enganar o Baltimore. - Berrava um pouco com ele de vez em quando para não causar desconfiança no maldito rei.
Spoiler:
Bird, 2000 lodians é muito ou pouco? Tô levand em conta que 1000 são moedas e 1000 são jóias.

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Re: Arredores da Cidade

Mensagem por NT Bird em Ter Jul 26, 2016 9:22 pm



Arkin Cerbus



— Rothgar morrer? — Indagou Louie, lá dentro da carroça/abrigo. O Rei bateu nele com o cajado, acertando-lhe a cabeça. O Goblin ficou meio recuado, segurando a cabeça como se resmungasse um; Ai!

— É claro que ele vai morrer, seu burro! — Gritou em contrapartida, mas então sentou-se novamente e deixou uma risada escapar. — Mas até pode ser divertido ver ele sofrer um pouco mais na mão daquele que ele tentou ajudar. Demonio trouxa mesmo, Hueheueheueh! — Gargalhou largamente, e ficou esperando.

Esperaram...

...

Não havia anel nenhum afinal. Aliás até havia, dois, nos dedos de Arkin. Muito brilhantes afinal, renderiam bastante se um dia resolvesse vender. Parecia material de qualidade, coisa forjada nas grandes cidades, hmm? Mas o foco era outro. Aliança! Sim, uma provável aliança entre o meio-demonio e o lorde-demonio. Mais especificamente um pacto com Rothgar.

— Kuku! Juro que se me chutar de novo desse jeito eu vou queimar até sua al- — De repente parou seu chilique quando ouviu bem as palavras de Arkin. Arqueou aquilo que deveria ser uma sobrancelha direita - mesmo sendo um crânio - e encarou o meio-demônio meio incrédulo. No fim virou a cara, como que sabendo que não tinha outra opção senão cooperar. Agarrou as grades da gaiola com as garrinhas enquanto sussurrava;

— Você precisa me deixar desenhar no seu peito o meu símbolo. Depois disso já estará feito. — Falou enquanto esticava a garra da mão direita, indicando o local onde deveria fazer o tal desenho.

Em caso de Arkin permitir, ele faria com a própria garra, queimando na pele do meio-demônio e deixando-o "marcado". Explicou antes que, com a marca em seu peito, seu coração iria parar de bater por um curto período de tempo toda vez que a marca se ativasse. Ela só se ativaria sempre que Arkin deixasse-se dominar por alguma ambição suja, algum pecado, qualquer coisa muito negativa. Dessa forma, o meio-demônio sofreria com um pulso de energia que faria seu coração parar de bater e ele não precisar respirar. Seus poderes ficariam drasticamente aumentados e seus olhos acenderiam como brasa refletindo o mal por de traz de suas intenções. Isso lhe daria poder, lhe daria imortalidade enquanto essa marca estivesse ativada. No entanto, advertiu;

— Se você não conseguir suprimir sua ambição quando desejar voltar ao normal, ou perder o controle dela, será dominado eternamente por seu próprio "mal" e no fim, perderá sua alma e ela será toda minha, kukukuku. — Falou com certo deboche no fim, como se realmente esperasse por isso.

Talvez, mais uma das artimanhas do pequeno lorde-demônio? Mas isso ainda não explicava o motivo pelo qual Rothgar salvou Arkin momentos atrás. Se é que salvou é a palavra correta, talvez o meio-demônio até conseguisse matar o próprio rei com suas próprias mãos? Quem sabe!

Ali estava a sua chance, enfim, de ter o tal contrato com um demônio. A promessa da imortalidade enquanto puder controlar suas ambições. Arkin aceitaria ou não? Ao fundo, os passos de Louie podiam ser ouvidos se aproximando da entrada da cabana. Enquanto que, ao redor do acampamento, barulhos indicavam que os demais goblins estavam prontos pra acordar. Arkin tinha pouco tempo!

Contrato:
Contrato do Diabo

Descrição: Parte de sua alma está conectada com a do demônio que lhe ofereceu o pacto (Rothgar). Desta forma, ambos tem uma forte ligação que se ativa de acordo com um gatilho pré-estabelecido durante o contrato.
Ativação: Sempre que Arkin deixar-se levar por alguma ambição suja, algum pecado ou alguma emoção extremamente negativa ou semelhante.
Efeitos: Garante a imortalidade por um curto período de tempo. Seu coração para de bater e ele deixa de respirar, mas sem nenhuma consequência. Arkin age como um morto-vivo. Olhos ganham coloração incandescente como brasa, causando desconfiança e até medo aos demais. Ganha um buff de 50% em algum atributo a escolha do usuário quando ativado.
Consequências: Se permanecer com o contrato ativado por mais de 5 turnos, vai começar a perder 10% de PV(pontos de vida) por turno, e quando chegar a 0, vai perder sua alma para o demônio em questão, tornando-se um morto-vivo escravo do demônio para sempre.
Categoria: Magia das Trevas


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Re: Arredores da Cidade

Mensagem por Praquenome em Dom Ago 14, 2016 10:38 am

(OFF: Puff, antes tarde do que nunca Bird! Descupa a demora de 3 semanas, mas vamo que vamo! o/  ON)

O quê?! Pra fazer o contrato não é só oferecer o sangue em sacrifício? Tem que fazer isso?! - Porra, merda de contrato! Ele até que era bem tentador.. mas.. sim imortalidade e poder, ai viram as mulheres e.. Não, melhor não! Foco Arkin!
Isso estragava todo meu plano! Eu queria tentar de alguma forma fazer com que Baltimore me desse o sangue de bom grado, para assim, eu fazer um contrato com Rothgar usando o sangue dele  fazendo-o perder a alma para o nanico por fim! Falei sussurrando - Eu não quero fazer contrato nenhum, seu burro! Mesmo ele sendo bem tentador... É, esse troço de poder... caraca, foco Arkin! Sacudia a minha cabeça pra esvair essa ideia da minha mente e voltava a sussurrar pro capetinha - Não, meu plano era fazer com que o Baltimore fizesse um contrato com você e aí ele perderia a alma! Então você arrombava aquela montanha que tem a Jóia do Espírito e dava ela pra.. - Logo eu percebia a movimentação crescente no acampamento e passos vindos da carroça-castelo do rei goblin, reflexivamente eu joguei a gaiola almejando acertar a cabeça de quem estava vindo. Rothgar não ia gostar, mas quem liga afinal?
AHHHRG!!!! - Eu estava inspirado nesse dia! Esse teatrinho todo estava divertido no fim das contas, mas eu ainda estava com um pouco de raiva! Me virei bruscamente, afinal eu estava meio que de costas para a cabana do rei enquanto aproveitava o movimento do giro para dar mais força. Berrei com raiva enquanto arremessava o lorde-demônio na cabeça de seja lá quem for! No fim eu ainda estava com raiva daquele goblinzinho que me prendeu na armadilha, o tal do Galias!

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Re: Arredores da Cidade

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