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Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 12:44 am

Aqui se encontram as fichas migradas consideradas ativas e in-game. Foram exportadas logo após o fechamento do fórum antigo de modo que estão mais atualizadas o possível. Link para as fichas no fórum antigo.

Haseo Kuroi
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Haseo Kuroi
[b]Idade:[/b] 18
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,75
[b]Raça:[/b] Meio-demônio
[b]Nível:[/b] 5 [b]Exp:[/b] 420/1000
[b]L$:[/b] 0
[b]Profissão:[/b] ---
[b]Salário:[/b] ---
[b]Aparência:[/b] Cabelos brancos e olhos vermelhos, costuma usar uma armadura leve ou roupas escuras.
[b]Personalidade:[/b] Frio e ás vezes cínico, irrita-se com facilidade.
[b]Terra Natal:[/b] Hilydrus.
[b]História:[/b]  Como estou usando a mesma fixa do Lodoss 1, vai a história que passei lá mesmo.

  Diz que não conheceu seus pais, e que foi criado pelos avós até os 15 anos, quando ambos morreram. Após isso decidiu virar-se por si próprio. Viveu de bicos por dois anos, até que conhecera uma garota youkai loba, de nome Ayame, por acaso. Trabalharam juntos no Rancho Eldest por um tempo, brigando entre si com frequência, e com isso foram se aproximando cada vez mais, até Haseo sentir-se na prioridade de protegê-la, mas havia um problema: era fraco, apenas um rapaz qualquer. Frustrado, tentou encontrar um meio de se fortalecer, até que conhecera Balmung, um cavaleiro que prometeu fazer de Haseo alguém muito forte para que pudesse proteger quem quiser.

  Convencido, Haseo aceita e começa o treinamento com Balmung, o que realmente fortalece o rapaz em pouco tempo. Porém, durante o treinamento, é ferido gravemente nas costas, formando uma cicatriz, um símbolo que indicava alguém banido de Takaras e Hilydrus. Á beira da morte, Haseo foi levado até o rancho, onde recebeu os cuidados de Ayame. Ao curar-se um pouco, discutiu com a garota e voltou a treinar com Balmung, só que desta vez seu treino foi interferido por um grito da garota, e Haseo, portando a espada de Balmung, foi socorrê-la.
Ao chegar no local, soube que um soldado de nome Nick havia roubado um dos filhotes de lobo da garota, dos quais ela cuidava. Aparentemente algo sem importância para Haseo parecia algo valiosíssimo para Ayame, já que ela quase chorava, e o garoto irritou-se com isso. Com a espada negra, seu corpo emanava certa aura, e foi assim que seguiu os rastros de Nick até chegar na Taberna do Macaco Caolho, onde encontrou-o e travaram uma luta de espadas violenta. Porém Haseo não tinha habilidade com espadas, e Nick era um soldado treinado, logo o garoto tomara muitos golpes, com algo peculiar: cada corte que levava curava-se no mesmo instante, porém Haseo perdia vitalidade cada vez que isso acontecia. Quase derrotado, sentiu que as trevas tentaram controlá-lo, causando uma grande dor, mas conseguira resistir, acabando com suas forças por completo. Foi a primeira de uma série de tentativas das trevas dominá-lo. Após isso, foi levado por Nick até o rancho, e o garoto foi tratado por Ayame novamente. Quando seu estado melhorou, tentou encontrar formas de acabar com a maldição, e uma das tentativas foi fazer cortes profundos sobre as marcas nas costas, a fim de deixá-la ilegível: o que não funcionou, a marca queimou e sobrepôs-se às outras.

  Não muito depois Haseo acabou por ceder ao poder das trevas e transformou-se num demônio, com garras e uma força descomunal, porém não raciocinava, era simplesmente uma fera qualquer. Além disso Balmung havia cedido-o duas espadas pesadas, que poderia usar quando quiser. Enquanto vagava por Lodoss destruía o que estivesse no caminho, até travar uma luta violenta contra o príncipe Kite na Floresta Endless. Se fosse um combate normal, Haseo perderia facilmente, porém estava fortalecido pelas trevas, além das armas cedidas serem poderosas. A luta foi difícil, e o garoto deixou o príncipe à beira da morte.
Ao fugir, já fraco, Haseo ainda na forma de demônio luta contra Keyaki, um mestre habilidoso que usava uma foice como arma. Logo o demônio foi derrotado, voltando à forma humana. Aproveitando a deixa, Keyaki levou-o até a prisão, onde Haseo foi encarcerado, deixado á deriva pelos próprios guardas, maltratado por eles, mas vez ou outra recebendo visitas de Ayame, o que aliviava-o.

  Certa vez, quando um dos guardas foi socá-lo por diversão novamente, passou dos limites, e Haseo irritou-se o suficiente para transformar-se outra vez, quase matando o guarda não fosse magos da Torre de Magia que ajudaram-no. Mesmo atrás das grades, Haseo na forma de demônio estava ainda mais inquieto, arrebentando as grades com um certo esforço, mas os magos impediram-no de fugir, atacando-o mesmo que ele não tivesse ferido-os ou tentado atacá-los. Derrotado, a última coisa que conseguiu fazer foi abraçar Ayame e assim voltar à forma humana. Nisso os soldados da alta elite de Hilydrus o capturaram, e o levaram a julgamento.

  No castelo Trutzburg, em Hilydrus, o julgamento teve início. Após uma discução severa entre o mago, que defendeu Haseo, e um advogado, que o culpava, o garoto foi setenciado a cumprir pena na Torre de Magia Branca, de onde não poderia sair, e onde sua maldição poderia ser erradicalizada. Lá, deveria ficar maior parte de seu tempo em uma cela especial e acorrentado, porém o mestre da torre permitiu que ficasse livre pelo lugar. Foi aprendendo a se controlar um pouco.

  Porém certo dia coisas estranhas começaram a ocorrer na torre: espíritos possuídos infernizavam o local, e por fim a torre começou a pegar fogo. Por sorte quem estava na torre, Ayame, Haseo, Kite e Thomas conseguiram sair quase ilesos.

  Ayame já ia levando Haseo à floresta Endless, onde estaria seguro e não seria encontrado, porém Balmung aparece, cravando sua espada ns costas de Aaseo, atravessando-o, por pouco errando seu coração. Thomas ataca Balmung com ferocidade, e uma luta da qual Haseo não assistira, apesar de estar presente, começou.

  Após horas, talvez dias, conseguiu recobrar conciência, vendo Ayame tratando-o. Imaginou se foi milagre ainda estar vivo. Por meses não conseguiu se levantar, já que suas costas fora perfurada, no entanto foi bem tratado pela youkai na Floresta Endless, nem se tocou que, enquanto isso, uma guerra na ilha era travada.

  Ficara 6 meses até conseguir levantar-se, e levou um bom tempo, com a ajuda de Ayame, para andar como antes e fortalecer os músculos das pernas. A recuperação dos demais estragos foi relativamente curta, porém Haseo não poderia arriscar sair da floresta por enquanto. Além disso, ele e a garota passavam os dias explorando o local, as vezes encontrando feras, as vezes encontrando os filhotes de lobo que haviam cuidado no rancho. Frequentemente Ayame ia à cidade comprar suprimentos em áreas não afetadas pela guerra, e trabalhava também, logo nada faltava para os dois, até mesmo uma cabana fora construída. A cada dia o casal ficava mais íntimo, afinal estavam sozinhos ali. Brigando sempre também, claro, fazia parte. Após passarem pouco mais de um ano por lá, decidiram arriscar-se fora dali, afinal a esta altura poucos ainda reconheceriam Haseo.



Atributos:
[b]Força Física:[/b] 5 +1
[b]Força Mágica:[/b] 2
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 5
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 3 +1
[b]Precisão:[/b] 3 +1
[b]Vitalidade:[/b] 4

[b]Habilidades:[/b]
- Demon Skin lvl 1
Usando a maldição a seu favor, e com o passar do tempo, Haseo começou a dominar parte de seu lado demônio criado pela maldição. A habilidade permite que se transforme para a forma de meio-demônio, mas mantenha parte de sua sanidade. Agirá como animal selvagem, pensando como um, mas distinguindo amigos de inimigos. Recebe 1 ponto em Força Física e 1 ponto em Velocidade de Movimento.
Custo: 80% PM
- Demon Skin lvl 2
Mais forte que a anterior, esta habilidade aumenta a Força Física e a Velocidade de Movimento em 2 pontos cada, e Velocidade de Ataque em 1 ponto. Sua sanidade mantém-se como a da habilidade em lvl 1, mas sendo capaz de dizer algumas palavras.
Custo: 100% PM
Haseo apenas volta ao normal quando bastante cansado ou ferido (35% de HP ou menos).

Ayame Minami
Spoiler:
Código:
[b][color=gray]Nome:[/b] Ayame Minami Souma
[b]>Idade:[/b]18
[b]>Sexo: [/b]Feminino
[b]>Altura: [/b]1,68
[b]>Raça:[/b] Youkai loba
[b]>Nível: [/b]6 exp: 470/1000
[b]>L$: [/b]
[b]>Profissão:[/b] Ex- domadora
[b]>[/b]Salário: -
[b]>Aparência:[/b] Cabelos longos e ruivos, olhos iguais aos de um felino e verdes, pele clara e usa um lírio roxo nos cabelos.
[b]>Personalidade:[/b] Uma Youkai-loba muito fria, seu passado a fez ficar assim, fora muito doloroso para ela ter que passar pelo que passou, a transformando-o por inteiro. Fala só o necessário com as pessoas, sempre está com um olhar frio do mesmo modo como fala, poucas vezes sorri, demonstra bastante o que sente em cada momento pelo seu rosto e gestos. É um ser com pouca paciência, mas nunca rude.
[b]>Terra Natal:[/b] Hirt
[b]>História:[/b]

Quando seus pais e sua alcatéia foram mortos e massacrados por outros Youkais, Ayame foi criada a partir dos 11 anos por um velho até que ele morresse. Ele soube ensiná-la muito bem, mais do que ela mesma já sabia; aprendeu a se controlar, mas foi a única coisa que não deu certo com Ayame em seu treinamento, afinal ela tem um gênio um tanto difícil de controlar. Quando o velho morreu, Ayame não se viu mais no direito de ficar com sua casa, então resolveu sair dali e procurar os seres que mataram seus pais. Vagou por muito tempo, muitas terras desconhecidas, aprendendo muito à cada dia, até parar em Hirt, lugar onde pensou que teria paz e sossego, o que mudara a partir do momento que conhecera Haseo, em uma taberna onde começou a trabalhar. Dias depois que estava ali resolveram aventurar-se por algumas outras terras e acabaram por começar a trabalhar em um rancho, o rancho Eldest. Trabalhou ali como domadora, afinal adora animais e principalmente cavalos, o que ajudou bastante em sua escolha, trabalhando assim por muito tempo. Quanto mais os dias passavam, mais ela e o garoto se aproximavam, apesar de sempre brigarem, parecendo até rotina e um certo divertimento para a garota ao vê-lo sempre irritado com ela.

Em um dos dias em que trabalhou no rancho, Haseo, sem ela saber o motivo, saiu do rancho e passou alguns dias fora, não fez muita diferença para ela, afinal ele sempre saia para comprar alguns alimentos e objetos para o rancho; mas ela acaba se surpreendendo com o resultado: Haseo chegando à cavalo, banhado em sangue, com Balmung lhe carregando em cima de seu cavalo. Ayame tratou de Haseo por um tempo até que ele ficasse realmente curado, não deixando de notar, enquanto cuidava de seus ferimentos, um corte em um formato estranho em suas costas, o que a preocupou e pediu para ele explicá-la o que havia ocorrido, mas já era tarde de mais. Ayame não aprovou o que Haseo havia feito, pois sabe se cuidar muito bem sozinha, e não entendia o porquê de Haseo querer tanto protegê-la.

O tempo passou, e com isso seu ferimento virou uma cicatriz que preocupava todos, Haseo saia para treinar mesmo sabendo que Ayame desaprovava, chegando à ponto de quase terem uma briga grave, que logo foi esquecida quando este resolveu sumir do rancho por um tempo.
Enquanto ele estava fora, em uma noite de lua cheia, Ayame escuta alguns uivos, eram filhotes de lobos. Descobriu que fora Haseo que matara a mãe deles, e ficou muito brava com ele, deixando até uma pequena mágoa por isso, e mesmo assim, o ignorou e passou a cuidar dos filhotes até que pudesse levá-los para a Floresta Endless e os deixar ali para que tenham suas próprias vidas.

Mas não durou muito, enquanto cuidava deles, Nick, um cavaleiro de Kite, levou um dos lobos embora, fazendo com que Ayame se descontrolasse e gritasse, despertando a atenção de Haseo que chegou rapidamente ao rancho. Quando Ayame o viu, ele estava diferente, tinha um cheiro diferente, ela não conseguiu reconhecê-lo, até ver suas espadas e o jeito com que ficou, despertando um certo medo nela sobre ele, que ele logo notou e tentou se aproximar da garota mas esta o impediu. Assim, Haseo foi atrás de Nick e conseguiu recuperar o lobo que havia pegado e trouxe de volta para Ayame, que cuidou de todos e levou-os para a floresta, deixando-os definitivamente, o que a deixou balançada, afinal havia sido mãe deles por instinto. Nesta floresta, enquanto voltava, conheceu um pequeno lobo, Fenrir, que sempre a visitava, ele era bem valente, gostava de todos inclusive de Kite quando visitou o rancho e acabou ferido gravemente, mas Ayame cuidou dele até que melhorasse, às vezes ela se sentia mais enfermeira do que uma própria domadora que era, o que a deixou intrigada muitas vezes mas não deu a mínima importância.

Em uma das noites que estava vagando pelo rancho, ouviu um uivo alto e minutos depois Fenrir se aproximou do rancho, ensangüentado, parou em seus pés e ali morreu.
Ficou chocada com isso e resolveu enterrá-lo, fazia tempo que não via Haseo depois do dia em que ele saiu atrás de Nick, mas Ayame sabia que ele estava treinando com Balmung. Adentrou na Floresta Endless e ali começou a cavar um pequeno túmulo para o filhote de lobo, até sentir uma presença estranha e ver um jovem, Nemesis, andando pela floresta. Conversou com ele por alguns minutos mas logo voltou ao rancho, lugar onde recebeu a notícia de que Haseo tinha se transformado em um demônio e que havia atacado maior parte da cidade de Lodoss, acabando por parar em um calabouço. Quando escutou esta notícia do jovem, Ayame saiu do rancho às pressas e seguiu para o calabouço, que foi onde encontrou Haseo desmaiado dentro de uma cela. Conversaram e ficaram um bom tempo juntos na cela conversando; Ayame sempre levava comida para ele, porque nenhum dos guardas davam-lhe comida por ele ser um demônio e terem muito medo dele.

Ayame havia voltado a sua rotina de sempre, fazia tudo no rancho além de visitar Haseo quando podia para matar as saudades do amigo e levar-lhe algum mantimento. Porém é surpreendida por Nemesis, que novamente se encontrava no rancho, mas desta vez estava diferente, estava ali para buscá-la. Haseo havia se transformado em demônio dentro da cela. Novamente Ayame não conseguiu se controlar e seguiu para o calabouço, que foi onde encontrou alguns magos que viviam na Torre de Magia Branca. Eles a ajudaram a manter Haseo ocupado e cansá-lo até que ele pudesse voltar ao normal, e foi o que aconteceu: após muito tempo de brigas com Haseo para ele se cansar, Ayame entra na cela dele, mesmo com ele transformado, e o abraça forte, acabando assim com o sofrimento do garoto que já estava um tanto cansado, e assim aos poucos voltou ao normal em seus braços.

Mas, no dia seguinte, soldados do exército real de Hilydrus apareceu no calabouço e levou Haseo a julgamento no castelo de trutzburg. Sua sentença acabou sendo ficar na Torre de Magia Branca para tentar achar uma cura e ficar longe dos moradores de Lodoss.

Foi aí que Ayame se viu em uma encruzilhada, ou ela ficava no rancho, lugar onde ela se identificava por amar lidar com cavalos, ou ela iria para a Torre de Magia ficar com Haseo para ajudá-lo a se curar. Decidiu assim ir até o rancho e pedir suas contas, indo morar na Torre de Magia junto com Haseo, deixando para trás o que queria ser. Enquanto esteve na torre ficou cuidando de Haseo, além de ter suas desavenças com o garoto e, como sempre, discutir com ele por algum acontecimento.

O mestre da Torre, Chronos, que havia chegado a pouco tempo, perguntou se Ayame gostaria de tornar-se aprendiz dele, e foi o que ela fez, tornou-se uma maga, e aos poucos foi desenvolvendo o poder da terra até Chronos partir e ela cessar suas “aulas”.
Um novo mago havia entrado no castelo, um terceiro feiticeiro começou a tomar conta da torre, e no mesmo dia Ayame conheceu Thomas, o bardo, e junto com eles os problemas novamente começaram. Dentro da torre, surgiram espíritos que começaram a assombrar todos os moradores, algo que logo todos, com a ajuda de Balthazar, conseguiram destruí-los; mas isso não foi o bastante, depois de tudo acabar, a torre ficou em chamas e todos saíram dela, Haseo, para proteger Ayame pulou com ela da janela, ferindo-se em seguida. Ayame, começou a cuidar dos ferimentos dele enquanto eles tiveram a idéia de seguir para a Floresta Endless, afinal Kite queria matá-lo, e ficando um bom tempo longe de todos seria o mais apropriado a fazer. No momento em que fugiam, Balmung apareceu e fincou sua espada no meio das costas de Haseo, perfurando-o, Ayame não acreditou no que viu e avançou na direção de Haseo a tempo de pegá-lo enquanto caia no chão e assim o levou para um canto e começou a tratar dele, enquanto que, sem ao menos saber, uma batalha começou a ser travada entre Balmung, Kite, Balthazar e Thomas, que logo saíram dali e seguiram para outro lugar, deixando Ayame e Haseo sozinhos.

Ayame levou Haseo para a Floresta Endless, onde passou meses junto à ele cuidando para que seus ferimentos cicatrizassem rápido e que aos poucos voltasse ao normal. Assim, ela voltou a trabalhar no rancho, e todas as noites, sem ninguém perceber, seguia para a Floresta aonde encontrava Haseo. Passavam muito tempo na floresta, explorando-a cada vez mais, encontrando, muita vezes, até os lobos que eles tinham cuidado. O casal tornava-se cada dia mais íntimo, como todo casal tinham suas intimidades, afinal estavam juntos ali à muito tempo, apesar de brigarem como sempre, pois era o que mais faziam e se divertiam por isso muitas vezes, pelo menos pelo lado de Ayame.

Ayame além de trabalhar no rancho, visitava a cidade em busca de alimentos e de remédios para Haseo, não deixando que nada faltasse para ambos e principalmente para ele. Depois de passarem muito tempo ali, quase um ano e meio naquela floresta, sabiam que poucos iriam lembrar-se deles e foi então que decidiram sair da floresta e se aventurar-se por Lodoss, afim de conseguirem uma vida melhor para ambos sem que ninguém os atrapalhasse.

[b]>Atributos:[/b]

[b]Força Física: [/b] 4+1
[b]Força Mágica: [/b]2
[b]Velocidade de Ataque: [/b]4 +1
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 5 +1
[b]Precisão: [/b]4
[b]Vitalidade: [/b]5

[b]Habilidades:[/b]

[b][u]Vampire-Wolf[/u][/b]
[b]Nível 1[/b][/color]
[spoiler][color=gray]

O usuário desta habilidade consegue roubar a habilidade de seu adversário, passando-a para si mesmo à partir de um único e certeiro toque em sua pele, não importando de que ela seja feita. Por cima de roupas não funciona. Ao ser ativada, Ayame fica com seus olhos vermelhos por todo o tempo que usa a habilidade como se ela fosse sua. Quando toca em seu adversário e rouba-lhe a habilidade, causa-lhe fadiga e perda de pontos em atributos dependendo da potência da habildade — Pois existem habilidades que aumentam pontos em atributos, o que, no caso, aumentariam os dela se pegasse uma desta forma.

Em um nível mais alto, Ayame consegue roubar todas as habilidades do adversário. Logo, em nível 1 a loba apenas consegue roubar uma das habilidades do indivíduo, subindo o número à cada level.

Custo: 40% de MP por tentativa de sucesso. Caso erre o MP será dispersado. O acerto depende da Velocidade de Movimento e de Ataque.[/color][/spoiler]
[color=gray]
[b]Nível 2[/b][/color]
[spoiler][color=gray]
O usuário desta habilidade consegue roubar a habilidade de seu adversário, passando-a para si mesmo à partir de um único e certeiro toque em sua pele, não importando de que ela seja feita. Por cima de roupas não funciona. Ao ser ativada, Ayame fica com seus olhos vermelhos por todo o tempo que usa a habilidade como se ela fosse sua. Quando toca em seu adversário e rouba-lhe a habilidade, causa-lhe fadiga e atordoamento. [b]Caso as habilidades já estejam ativas pelo alvo elas serão imediatamente canceladas devido ao furto e será necessário um novo gasto de MP por parte do mesmo para a reativação pós toque.[/b]

Em um nível mais alto, Ayame consegue roubar todas as habilidades do adversário. Logo, em nível 1 a loba apenas consegue roubar uma das habilidades do indivíduo, subindo o número à cada level.

Custo: 40% de MP por tentativa de sucesso. Caso erre o MP será dispersado. O acerto depende da Velocidade de Movimento e de Ataque.[/color][/spoiler]

Shaorin Kazami
Spoiler:
Código:
[color=blue][b]-Nome:[/b] Shaorin Kazami
Idade:17
Sexo:feminino
Altura: 1,65
Raça: Humana
Nível: 10
L$: --
Profissão: -
Salário: -
Aparência: Avatar/sain

Personalidade: É uma garota meiga, amável e muito gentil com as pessoas, porém muito esperta, pessoas que tentam usufruir de sua gentileza e bondade acabam mal, pois ela, por dentro, é muito vingativa. Nunca desiste de seus objetivos e tudo que faz é com muito amor e carinho. Algumas vezes ela fica pralizada, sonhando acordada, por muitos minutos, e muda radicalmente de personalidade após isso, porque talvez ela, aos poucos, tenha lembrado de seu passado, o que ela não conta para ninguém, nem para seus pais adotivos, ficando assim por um tempo sozinha para que volte a ser como sempre.

Terra Natal: Não se sabe, mas diz que nascera em Hirt.
História: Não sabe nada de seu passado pois perdera a memória desde que foi encontrada em uma das ilhas de Lodoss com a cabeça sangrando em cima de uma pedra. A partir deste dia ela diz que nasceu de novo, e em Hirt. Algumas vezes parece que ela lembra de seu passado e fica diferente, mudando sua personalidade, coisa pouca, mas não conta a ninguém.

Atributos:
Força Física: 5
Força Mágica: 7 +1
Velocidade de Movimento: 5
Velocidade de Ataque: 4
Vitalidade: 5 +1
Precisão: 6 +1

~Habilidades:

~ Magias:

[u]Impulso ''Corpis impulsionates''[/u]
Efeito: O usuário cria um grande deslocamento de ar, o impulsionando em qualquer direção. Pode ser usada para grandes saltos, esquivas brutas, flutuar por alguns segundos, correr mais rápido e etc. O deslocamento de ar dura apenas alguns segundos, dando uma explosão de velocidade, por isso, não é possível voar ou percorrer grandes distancias com essa habilidade. A habilidade pode ser usada sob a água, mas obviamente, não pode ser usadas em lugares sem oxigênio.
Custo: 30% por impulso[/color]

Kite.
Spoiler:
Código:
[color=green][b]Nome:[/b] Azure Kite.
[b]Idade:[/b] 21
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,78
[b]Raça:[/b]  Humano
[b]Nível:[/b] 15 [b]Exp:[/b] 00
[b]L$:[/b] --
[b]Cargo:[/b] Príncipe de Média Lodoss
[b]Salário:[/b] --
[b]Aparência:[/b] Kite costuma usar roupas casuais, pois detesta usar vestimentas da nobreza. Possui cabelos esverdeados e olhos azuis, os quais geralmente são sérios e profundos. Seu braço direito é de uma cor cinzenta, o qual oculta com faixas de pano.
[b]Personalidade:[/b] Determinado, Kite carrega uma personalidade forte de forma que afasta as pessoas de si. É sério e irrita-se com facilidade, mas apesar de arrogante costuma fazer o possível pelo bem dos demais.
[b]Terra Natal:[/b] Takaras - Média Lodoss[/color]

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 9 +1
[b]Força Mágica:[/b] 6
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 10
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 5 +1
[b]Precisão:[/b] 8 +1
[b]Vitalidade:[/b] 6

[b]Habilidades:[/b]
[b]Teletransporte lvl 2:[/b] Custo 10% PM para lugares num raio de até 100m². Custo de 30% PM para outras áreas.

[b]Ap Vak Corv lvl 3:[/b] Custo 10% PM para invocar, mais 5% por turno. Envolve qualquer arma em chamas, e aumenta a força física e velocidade de ataque em +3.

[b]Twin Darkness lvl 2:[/b] Custo 40% PM 10% HP. Instant cast. Kite envolve as duas blades em chamas negras, atacando o inimigo de frente, dando a impressão de atravessar seu corpo numa fração de segundo. O peito e costas do inimigo sofrem grande dano por queimadura e cortes, chance de hemorragia interna.

[b]Reph lvl 2:[/b] Habilidade de cura. Pode estancar sangramentos, religar nervos, trazer alguém devolta à consciência, curar hematomas e curar algumas maldições.
Com custo maior de MP pode curar feridas internas dependendo do grau do ferimento.
Custo de PM definido pelo GM.


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:22 pm, editado 2 vez(es)
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Título:
Lvl: 20
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 12:48 am

Alkaid Konnan
Spoiler:
Código:
[color=red]-Nome: Alkaid Konnan
-Idade: 19
-Sexo: feminino
-Altura: 1,67
-Raça: Meia-Vampira
-Nível: 1
-L$:0
-Profissão: nulo
-Salário: 0
-Aparência: Cabelos curtos até os ombros, ruiva, pele clara, olhos castanhos escuros e tem uma tatuagem de dragão nas cores: prateado, preto e vermelho nas costas. Costuma usar uma calça, uma blusa de alsa e um sobretudo preto. Gosta de roupas um tanto escuras, mas nestes estilos, pois acha que combina com sua personalidade.
-Personalidade: Fria e séria. Não tem muita paciência para lidar com as pessoas, principalmente aquelas que lhe atormentam.

-Terra Natal: Desconhecido, mas afirma ser Península de Ruff.
-História: Nasceu em um vilarejo afastado da cidade e ficou lá até seus 16 anos, após isso, saiu do vilarejo e começou andar mundo à fora, à procura de aprender algo novo, tentando tornar-se mais forte para poder um dia voltar à sua terra natal e ajudá-la a se defender de outras pessoas que queiram tomá-la. Depois de andar muito, acabou por surgir em Lodoss, em sua parte litorânea, onde morou por alguns anos e depois resolveu mudar-se, começando a explorar toda a ilha de Lodoss para atingir seu objetivo.

-Atributos:
Força Física: 3 +1
Força Mágica: 1
Velocidade de Ataque: 3
Velocidade de Movimento: 3
Precisão: 3 +1
Vitalidade: 3 +1


Add:
Arma: espada negra capaz de absorver energia (mana) e vitalidade (sangue) de humanos e demônios.
A capacidade de roubar o mana é sempre o dobro da vitalidade roubada, valendo por turno [ Quantidade determinada pelo GM, levando em conta a força da espada ]. Em seres já fracos, a taxa de roubo é ainda maior. Pode ser tanto sangue ou mana, ou até mesmo os dois ao mesmo tempo. Isso é determinado pelo usuário. A espada toma a coloração avermelhada quando é para sangue; azulada para mana, e negra para ambos. O objeto absorvido vai direto para a espada.

Conforme o tempo, com o auxilio de habilidade, o portador consegue passar o mana/sangue para si próprio quando desejar, sendo ele uma quantia razoável.


[spoiler][img]http://www.fondosgratis.com.mx/archivos/temp/10898/400_1295053943_67676-1024x768-mysticsword.jpg[/img][/spoiler]
[/color]

Ree/Chiiro Hatsuia
Spoiler:
Código:
[color=white]
[right][font=Monotype Corsiva][size=29]Status . [/size][/font][/right]
[right]----------------------------------------------------------------------------------------------------------[/right]
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
[font=Trebuchet MS]
[center][color=#cd0000][b]Nome:[/b][/color] Chiiro Hatsuia // [color=#cd0000][b]Apelido:[/b][/color] Ree // [color=#cd0000][b]Raça:[/b][/color] Humana // [color=#cd0000][b]Sexo:[/b][/color] Feminino

[color=#cd0000][b]Idade:[/b][/color] 17 (aparenta 25)// [color=#cd0000][b]Altura:[/b][/color] 1,72 m // [color=#cd0000][b]Nível: 7[/b][/color] // [color=#cd0000][b]Exp:[/b][/color] 600/1000

[color=#cd0000][b]L$:[/b][/color] 0 // [color=#cd0000][b]Profissão:[/b][/color] // [color=#cd0000][b]Salário:[/b][/color] // [color=#cd0000][b]Terra Natal:[/b][/color] Hilydrus

[color=red][b]Força Física:[/b][/color] 1
[color=red][b]Força Mágica:[/b][/color] 9 (+1)
[color=red][b]Velocidade de Ataque:[/b][/color] 4
[color=red][b]Velocidade de Movimento:[/b] [/color]4
[color=red][b]Precisão:[/b][/color] 4 (+1)
[color=red][b]Vitalidade:[/b][/color] 4 (+1)[/center]
[/font][/color][color=white]
[right][font=Monotype Corsiva][size=29]Look .[/size][/font][/right]
[right]----------------------------------------------------------------------------------------------------------[/right]
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------[/color]

[center][img]http://img197.imageshack.us/i/reenvv.jpg[/img]

[font=Trebuchet MS][color=white]Ree após sua transformação possui longos cabelos negros, quase 1,50m só de cabelo lisos. Seus olhos são vermelho carmim, ferozes e sagazes.

 É esguia, de corpo levemente moldado, com busto e quadris médios. Sua pele é branca como leite, que se destacam do seu cabelo e olhar.

 O rosto é fino, de feições delicadas, mas que constratam com sua atitude e arrogância. Possui um olhar mais sério, sempre pensativo e superior.

  De vestes, usa sempre um longo casaco negro de couro, que se adaptam as curvas de seu corpo. Usa botas também de couro. Por baixo do casaco, um vestido preto com detalhes em dourado. Mangas soltas, e um cinto de couro na cintura.[/color][/font][/center]
[color=white]
[right][font=Monotype Corsiva][size=29]Behave .[/size][/font][/right]
[right]----------------------------------------------------------------------------------------------------------[/right]
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------[/color]

[center][font=Trebuchet MS][color=white]Toda boa garota sorri ao ser cumprimentada e aparenta compostura e delicadeza com os outros.

Ree não é uma delas.

Aliás, ela tem sérios problemas com relacionamentos humanos.Sempre é muito quieta, pensativa. É facilmente irritada pelos
detalhes mais insignifcantes,e sua única companhia verdadeira, é Clock Bunny.É orgulhosa e vingativa,
mas também indiferente com quem não lhe interessa. Não gosta de se sujeitar aqualquer esforço físico, deixando isto sempre
para seus servos. Possui uma aversão, tanto á Takaras, quanto á família real de Hilydrus.
Um paradoxo, de fato. Talvez seja uma boa palavra para descrevê-la.
Afinal, também pode ser tímida e fraca emocionalmente.[/color][/font][/center]
[color=white]
[right][font=Monotype Corsiva][size=29]Tell me your history .[/size][/font][/right]
[right]----------------------------------------------------------------------------------------------------------[/right]
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------[/color]

[right][font=Monotype Corsiva][size=20]1. Doença e Solidão[/size]
[size=13][i]i'm sick of being alone[/i][/size][/font]
[img]http://img22.imageshack.us/img22/7919/chap.png[/img][/right]
[justify][font=Trebuchet MS][color=white]As ruas de Hilydrus sempre foram apressadas. Mercadores, crianças, guardas. Pessoas com todo e qualquer tipo de preocupação em sua mente. Tão apressadas, que nunca notavam uma singela figura. Por uma janela grande, mas embaçada por sua respiração, uma menina assistia, atônita, a tudo aquilo. Chiiro Hatsuia. Diziam as crianças das redondezas que ela era uma garota estranha. Nunca saia. Nunca falava com ninguém. Passava o dia inteiro, atrás daquela janela, olhando com um misto de tristeza, medo, admiração e inveja para o mundo.

Passava a maior parte do dia lendo. Era sua paixão, e também um modo de passar o tempo. Não podia sair. Jamais. Logo cedo foi diagnosticada com sérios problemas psicológicos, que logo foi resolvido trancando-a dentro de casa. Não era louca ou qualquer coisa do tipo, veja bem. Era inteligente, e adorava ler. Tanto, que provavelmente fora a primeira criança, que, com 12 anos, já havia lido e absorvido boa parte das informações que vira na coleção de livros médicos de seus pais.
Ha muito desistira de tentar discutir seu problema com os outros. Diziam que ela era paranóica, tinha síndrome do pânico, e alucinava constantemente. Mas Chiiro tinha outra visão de tudo aquilo... Desde de pequena. Desde de cedo, ela foi exposta á verdadeira natureza humana. Ela podia ver, ela podia sentir. Cada mudança de humor, cada pensamento de ódio.... Ela assistia tudo de camarote. O fato, era que os olhos dela iam além das aparências. Chiiro enxergava a verdadeira essencia de cada um, suas almas. Mas sempre fora desacreditada. Como poderia explicar, quando visse alguém com pensamentos tão distorcidos que afetavam sua alma, a tal ponto, que a pequena não podia fazer mais nada, a não ser chorar, e clamar por ajuda?

Que por trás daquele senhorzinho, tão bem conhecido por todos, sofria com problemas na família, tão grave, que o impeliam a desejar seu suicídio e a morte dos familiares? E não importa o quanto procurasse, nenhum daqueles livros a ajudavam. E assim, seus dias iam seguindo. Sempre atrás da janela embaçada... [/color][/font][/justify]

[right][font=Monotype Corsiva][size=20]2. Guerra[/size]
[size=13][i]She closed her eyes, and bloodily cried[/i][/size][/font]
[img]http://img29.imageshack.us/img29/9130/warwei.png[/img][/right]
[justify]
[font=Trebuchet MS]Mas mesmo a vida de Chiiro não cheirando a rosas, todas aquelas memórias iriam se tornar doces, comparado a tudo que viria em seguida. A Guerra eclodiu, e o caos tomou conta das ruas. As tardes tranquilas observando pela janela se transformaram em dias trancafiada em casa, se escondendo toda vez que um som de explosão se fazia ser ouvido, ou tropas inimigas cruzavam ali perto. Os pais, longe, nos campos de batalhas, ajudando com os feridos. Chiiro, considerada inválida e um fardo, teve que ficar, com uma babá, que a abandonara no décimo dia, em pavor, após as tropas inimigas tomarem conta de Hilydrus. Para a garota de 12, era o verdadeiro inferno, chorando todas as noites, ali, sozinha. [/font][/justify]
[justify][font=Trebuchet MS]Quando a guerra estava no auge, e Takaras andava tendo a melhor, os generais montaram postos e tendas perto da casa de Ree. A este ponto, a casa já era ruínas, e a menina só sobreviveu por ter corrido de lá momentos antes da destruição. Ela agora vivia nos esgotos, e já estava quase sucumbindo. Foi quando um dos generais sentiu. Não era algo forte, ou muito claro. Mas ele sentia um poder claramente obscuro, vindo do chão. Apesar de ser fraco, era embriagante, e sem querer, motivava as tropas de Takaras. Uma busca foi montada, a procura de tal energia. E com o que voltaram? Uma menina, usando trapos, desmaiada, provavelmente de fome. O inferno de Chiiro estava só começando.[/font]
[/justify]
[right][font=Monotype Corsiva][size=20]3. Inferno[/size]
[size=13]Learn to swallow all your pain, without a single tear[/size][/font]
[img]http://img130.imageshack.us/img130/5750/infernon.png[/img][/right]

[justify][font=Trebuchet MS]Escrava. Esta era agora sua função. Nos primeiros dias,o general usou do poder emanado pela garota para motivar suas tropas. Ela estava tão fraca que mal acordava, e quando o fazia, era para se alimentar da comida, que era pouca e velha, e voltava a dormir, em sua gaiola, presa como um animal. Assim, quando a alta patente do exército de Takaras chegou até Hilydrus, Chiiro foi oferecida, em troca de um melhor posto para o cruel general. Ganhou uma lança no coração em troca, e a menina, foi levada para Takaras, como presente para Hellger, o rei da época.

Ali, a situação não era melhor. Virou um brinquedo nas mãos da nobreza. Além do poder que era embriagante para as criaturas, era constatemente humilhada e agredida. Chiiro já não tinha esperanças, e se tornava a cada dia uma pessoa mais depressiva, e sem esperanças. Deixou-se ser controlada por Hellger. E ele aproveitava, depois de descobrir o potencial daquele poder.Com crueldade e punho de ferro, todos os dias ele torturava a garota, tentando extrair a essência daquele poder. A única coisa que conseguia em troca, era a fúria da garota. Mas parecia estar funcionando. Com a fúria, os poderes de Chiiro despertavam ainda mais. Até o dia que ela conseguiu paralisar a mão de Hellger segundos antes de uma nova chicotada.

A única reação dele, foi rir. Ela estava pronta.[/font] [/justify]

[right][font=Monotype Corsiva][size=20]3. Fuga[/size]
[size=13] Just run, Forward and away [/size][/font]
[img]http://img130.imageshack.us/img130/8817/reez.png[/img][/right]

[justify] Ree foi mandada as linhas de frente, como uma arma. Tratada como um vira-lata, sua principal função era capturar inimigos que conseguissem cruzar a fronteira. Ree já não tinha vontade de viver, e não tinha mais força de vontade. Havia aceitado que seu destino fosse ser um vira-lata, nada mais.

 Até que houve um certo caso que a fez acordar. Chiiro estava sozinha, de pé, observando a fronteira. Parecia mais um boneco do que um humano. Sentiu alguma movimentação mais a frente, e sem qualquer tipo de apreensão ou medo, Chiiro simplesmente caminhou. Talvez, algum dia, ela também poderia ser morta no campo de batalha e aquilo tudo acabaria.

 A verdade é que ela mesma poderia morrer mais cedo do que pensava. A exaustão e tortura psicológica estavam acabando com ela, e seus poderes. O alcance já não era o mesmo, e por mais que se esforçasse, ela só conseguia controlar no máximo duas almas, em contrapartida as 6 que conseguia na semana anterior. Ela podia sentir que todos em volta dela estavam furiosos. Nem mesmo o seu poder agora motivava todos.

 Ela sabia que seria descartada em breve. Por muito tempo, ela imaginou que talvez assim, ela poderia acabar com tudo. Mas... Desde que tinha voltado ao lado de fora, livre da prisão de Hellger, ela voltou a ter contato com os humanos, mesmo que tivesse que matá-los. As lágrimas escorriam a toda noite, pelo remorso do que fazia. Aquilo provava, que de uma certa maneira, ela ainda não havia se tornado um ser vazio.

 A lista de mortes ia aumentando, e Chiiro ia acordando. Ela sentia uma necessidade de se livrar daquelas correntes, daqueles demônios. Mas se rebelar não serviria, estava fraca. Resolveu fugir. Com o seu comportamento das últimas semanas, todos haviam relaxado em sua patrulha. As vezes eles mandavam ela mesma repor as correntes na hora de dormir, um dia, Chiiro se aproveitou disso.

 Era tarde, e haviam recebido um ataque noturno. Com toda a bagunça dos corpos sendo empilhados, Chiiro foi mandada de volta a sua gaiola. Se fossem outros tempos, ela até obedeceria, afinal, para onde iria? Mas ela havia acordado... Ansiosa e apreensiva, fez o caminho até a gaiola, e jogou algumas toras de lenha e as cobriu, imitando um corpo deitado. Depois, era só uma questão de tempo escapar das vistas. Seu poder agora estava tão baixo, que eles nem sentiam mais sua presença.

 E assim, em plena madrugada, Chiiro sozinha corria pela fronteira, sem rumo, com medo e exausta.[/justify]

[color=white]
[right][font=Monotype Corsiva][size=29]Slaves . [/size][/font][/right]
[right]----------------------------------------------------------------------------------------------------------[/right]
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------[/color]

[right][font=Monotype Corsiva][size=20]Clock Bunny .[/size][/font]
[spoiler][img]http://img13.imageshack.us/img13/4853/10769303.png[/img][/right]

[right][color=black][font=Trebuchet MS]Seu melhor e preferido servo. É hiperativo, mexe com todos,
ri por qualquer motivo, e simplesmente o cheiro de sangue é capaz de atiçá-lo.
Um verdadeiro demônio de 73 cm, com garras afiadissimas, e uma mandíbulas
com uma força anormal.[/font][/color][/right]
[/spoiler]
[right][font=Monotype Corsiva][size=20]Jesty .[/size][/font]
[spoiler]
[img(187px,182px)]http://img198.imageshack.us/img198/9546/jester.png[/img][/right]

[color=black][font=Trebuchet MS]Uma alma melancólica, triste e vingativa. Insanamente forte, é capaz de recitar
uma frase digna de um poeta sueco, enquanto esmurra a face de um inimigo.

[b]Força Física:[/b] 4
[b]Força Mágica:[/b] 1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento: [/b]2
[b]Precisão:[/b] 2
[b]Vitalidade:[/b] 2[/font][/color][/spoiler]
[color=white]
[right][font=Monotype Corsiva][size=29]Powers .[/size][/font][/right]
[right]----------------------------------------------------------------------------------------------------------[/right]
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
[/color]

[font=Monotype Corsiva][size=20]Soul Puppet .[/size][/font]
[font=Monotype Corsiva][size=13]Level 1[/size][/font]

[spoiler][color=white][font=Trebuchet MS][color=black]O usuário desta técnica consegue levar a alma do adversário para dentro de objetos inanimados — apenas inanimados —, e a cada turno a pessoa absorve 10% de sua PM para manter-se ali; não podendo se distanciar muito de seu mestre, ficando à sua mercê. Ao fazer isso, deverá distribuir os atributos de seu escravo com 10 pontos. Se por um acaso sua PM acabar, a pessoa volta ao normal e a seu corpo. Em lvl superior, poderá transferir a alma para seres vivos e até humanos.

Duração: 2 turnos
Pode roubar almas das pessoas e colocá-las em seres inanimados.
Custo de 60% de PM.
Depois que acabar os turnos, Ree ficará com fadiga e cansaço por mais 2 turnos[/color].[/font][/color][/spoiler]

[font=Monotype Corsiva][size=13]Level 2[/size][/font]

[spoiler][justify][color=white][font=Trebuchet MS][color=black]Conforme Ree adquiri e treina seus poderes, as almas incorporadas em objetos inanimados agora ficam mais forte, distribuindo 14 pontos em sua ficha. Ás criaturas já existentes, é adicionado um ponto na ficha quando Ree upa de level (estas criaturas são provenientes de almas que foram roubadas, e que seu corpo original foi morto, passando entao a ser propriedade de Ree).
Clock Bunny permanece o mesmo, sendo o único a não perder sua forma, quando desativado, sendo também o mais forte de todas as criaturas.
Á todas as outras, quando Ree atinge 20% de MP, elas voltam á sua forma original. Isto não significa que Ree as perdeu. As almas continuam lá, mas Ree não tem mais poder para mantê-las. Se ree se recuperar, suas criaturas voltam.

Ree também pode optar por usar sua habilidade não para roubar, mas para alterar o estado de alguem, incapacitando-a de fazer alguma ação a escolha de Ree, por 2 turnos. O custo varia conforme o que Ree vai alterar, ficando a cargo do GM.


Efeito 1: Retira a alma de um ser e põe em qualquer objeto inanimado,totalmente obediente a Ree. Para escravisar um espirito o seu corpo deve ter morrido, caso contrário assim que Ree perder seu MP o espirito voltará ao seu corpo de origem,somente espiritos escravisados ganham pontos. Espiritos de criaturas mortas tem direito a resistir a decisão do GM. Para criaturas vivas, primeiro deve haver um teste de força mágica contra força mágica e se a vitima tiver sua força magica maior que de Ree,é automaticamente imune. Apenas uma criatura incorporada é admitida de cada vez sem contar com Clock bunny, outros espiritos podem segui-la mas não terão forma fisica.

Efeito 2 : Prende o espirito de um ser o paralisando monentaneamente, o fazendo perder o movimento.
Custo: 40% MP para roubar a alma e incorporar 10% por turno para manter; 20% para paralisação 15% para um segundo turno paralisado (máximo permitido[/color])[/font][/color][/justify]
[/spoiler]

[font=Monotype Corsiva][size=20]Soul Shield.[/size][/font]
[font=Monotype Corsiva][size=13]Level 1[/size][/font]
[font=Trebuchet MS]
[color=white]Custo: 55% ativação 10% turno extra.

[spoiler][color=black]Obtendo uma melhora em suas habilidades de manipulação da alma, Ree conseguiu desenvolver sua própria técnica defensiva, que consiste em estender sua alma ao redor do corpo, criando um escudo, capaz de deter qualquer tipo de ataque físico, seja ele corpo a corpo ou mágico (ex: bola de fogo, etc etc~)

A absorção é feita comparando-se a força fisica do inimigo com a força mágica de Ree.

º[b] Caso a Força física seja menor[/b], o escudo absorve 80% do dano.
Se a diferença exceder 3 pontos, Ree absorve tudo e o escudo pode durar mais um turno. Pode ou não refletir o ataque, ficando a cargo do GM.

º [b]Caso seja igual[/b], ela absorve 50%

º [b]Caso seja maior[/b], a menina absorve apenas 25%. Se a diferença exceder 3 pontos, não absorve absolutamente nada.

Demora 3 turnos para se usar novamente esta tecnica. Caso seja um ataque mágico, a unica mudança é que será comparado força magica X força magica[/color][/color][/font][/spoiler]

Gin
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b]Gin
[b]Idade:[/b]17 anos
[b]Sexo:[/b]Masculino
[b]Altura:[/b]1,83m
[b]Raça:[/b]Humano
[b]Nível:[/b] 1 [b]Exp:[/b]0/1000
[b]L$:[/b]--
[b]Profissão:[/b]--
[b]Salário:[/b]--
[b]Aparência:[/b]Gin é um cara alto, tem cabelos negros um tanto curtos e meio espetados e olhos castanhos..tem feições muito bonitas e isso sempre chamou a atenção de todos que viessem a conhecê-lo. Usa sempre essa roupa aí que ta nu avatar..mas muda quando treina. [u][color=white]Vide Avatar[/color][/u]
[b]Personalidade:[/b]"Determinação" essa é a melhor palavra para descrever Gin, é forte e objetivo, gosta das coisas no seu devido lugar (nem sempre)...Gin tem um jeito sempre inesperado de agir. Ele é um pouco rebelde, carismático e também demonstra ter uma grande força. Também é muito leal..principalmente com os amigos
[b]Terra Natal:[/b]Hirt
[b]História:[/b]Os pais de Gin simplesmente sumiram quando ele era uma criança(mais ou menos aos 12 anos), e, desde então, ele teve meio que se virar para sobreviver no mundo hostil. A sumida de seus pais o deixaram abalado..mas como ele foi criado por seu tio, o trauma não foi grande.
  Sempre trabalhou nos vastos campos de Hirt ajudando o seu tio a comprar comida para a mesa. Apesar de nunca faltar alimento, os dois tinham que trabalhar para conseguí-lo. Apesar de ter uma vida um pouco sofrida, ele era feliz com o tio, que sempre o tratou como um filho.
  Já com os seus 17 anos, houve um terrível acidente na casa onde moravam Gin e seu parente. No meio da noite, quando os dois estavam durmindo, uma enorme explosão atingiu a casa onde eles estavam..essa explosão foi tão grande que simplesmente espatifou a casa inteira e a deixou em pedaços. Essa horrível explosão acabou matando o seu tio e deveria ter matado Gin também...mas algo aconteceu.
  Quando Gin pensava que com certeza já estava morto..alguma espécie de luz passou sobre ele, curando-o de todos os ferimentos. Isso o intrigou muito e era um fato, pelo menos, curioso.
  Depois de alguns dias, Gin percebeu que um forte poder tinha se alojado dentro dele..parecia alguma espécie de força espiritual oculta..ele podia sentir esse poder, mas não manifesá-lo por completo. Decidiu tentar treinar esse novo poder que havia dentro dele. Treinou durante algumas semanas e finalmente consegiu controlar um pouco o poder..até criou uma habilidade..decidiu chamá-la de Lei-Gun..

 característica marcante: Gin não utiliza armas, prefere usar sua ''força interior'' e exterior

____________________________________________________________________________________________________

[b]Habilidades:[/b]

[i][color=red]Lei-Gun:[/color][/i]
               
[color=red]Lvl 1:[/color] Gin concentra energia espiritual em seu dedo indicador para disparar rajadas de poder espiritual contra os adversários. Esse poder é muito forte e poderoso. Gasto de 40% de MP e 10% de HP, sendo o dano igual a 15% se acertar em cheio. O jogador pode usar mais de seu próprio HP para resultar em dano extra ao inimigo (sempre Custo de HP +5).
Exemplo: 10% de HP é o custo comum para dar 15% de dano. Se o custo subir para 20%, o dano será de 25%. Não há limite para uso de HP para a habilidade, mas isso poderá levar o personagem à morte.

[color=red]Lvl 2:[/color] Com sua evolução espiritual, seu golpe fica mais poderoso e o controle de seu poder interno aumenta. Pode, agora, lançar o ''Lei-Gun'' por qualquer dedo, ao invés só do indicador. Não há limite para o número de tiros, contanto que tenha MP para tal. Os gastos diminuem e o dano aumenta de acordo com a reavaliação feita:
 
- 30% de MP ao invés de 35%
- 5% de HP

Gin agora consegue controlar mais o golpe depois de lançado, escolhendo movimentos para ele, como locomover o tiro, por exemplo, para o lado ou para cima. Não consegue, porém, fazer movimentos muito complexos com ele como rodar o inimigo. Não há custo nem limite para essa movimentação.

Para finalizar o golpe dá mais dano. Desse modo a habilidade fica dessa maneira:

Gasto de 30% de MP e 5% de HP, sendo o dano igual a 25% se acertar em cheio. O jogador pode usar mais de seu próprio HP para resultar em dano extra ao inimigo (sempre Custo de HP +5 resulta em +5% de dano). O tiro pode ser movimentado depois do lançamento sem limites para tal e sem custo de MP para o mesmo. O tamanho do tiro depende da quantidade de HP aplicada nele, podendo chegar a uma enorme esfera de energia.

[color=red]Lvl 3:[/color]O controle crescente sobre seu poder espiritual permite que Gin atinga novos limites para sua habilidade. Devido ao tempo passado e pela experiência adquirida consegue sentir e extensão do seu poder interno, tranformando-no e moldando-no em um Lei-Gun muito mais eficiente que antes.

O custo de MP de sua habilidade diminui enquanto o dano aumenta. Adicionalmente, o custo inicial de HP para lançar o golpe é eliminado, porém o custo para aumentar o dano da habilidade ainda persiste (sempre custo +5 HP para +5% de dano). Adicionalmente, mais como uma evolução do que uma característica do golpe, sua energia interna forma uma fina camada azul em volta de Gin antes do golpe ser lançado. Logo, a habilidade fica dessa maneira:

Gasto de 25% de MP, sendo o dano igual a 30% se acertar em cheio. O jogador pode usar mais de seu próprio HP para resultar em dano extra ao inimigo (sempre Custo de HP +5 resulta em +5% de dano). O tiro pode ser movimentado depois do lançamento sem limites para tal e sem custo de MP para o mesmo. O tamanho do tiro depende da quantidade de HP aplicada nele, podendo chegar a uma enorme esfera de energia. Adicionalmente, uma fina camada de energia espiritual azul envolve Gin cada vez que ele concentra seus poderes para o lançamento da habilidade. Essa aura também varia de acordo com a força do tiro.



____________________________________________________________________________________________________

Atributos:
[b]Força Física:[/b]3
[b]Força Mágica:[/b]2[color=red]+1[/color]
[b]Velocidade de Ataque:[/b]2
[b]Velocidade de Movimento:[/b]2
[b]Precisão:[/b]2[color=red]+1[/color]
[b]Vitalidade:[/b]3[color=red]+1[/color]

Montaria: Choudon
[spoiler][img]http://illiweb.com/fa/pbucket.gif?t=1270663826[/img][/spoiler]
[b]Força Física:[/b]5[color=red]+1[/color]
[b]Força Mágica:[/b]1
[b]Velocidade de Ataque:[/b]2
[b]Velocidade de Movimento:[/b]4
[b]Precisão:[/b]3
[b]Vitalidade:[/b]5[color=red]+1[/color]

Vermillion
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b]Vermillion FlameEyes
[b]Idade:[/b]22
[b]Sexo:[/b]Masculino
[b]Altura:[/b]1,85Cm
[b]Raça:[/b]Demônio
[b]Nível:[/b]5
[b]Exp:[/b] 240/1000
[b]L$:[/b]0
[b]Profissão:[/b]-‘’-
[b]Salário:[/b]-‘’-

[b]Aparência:[/b]Vermillion é um homem magro com poucos músculos porem bem alto e bem vestido o que esconde sua verdadeira natureza. Seus cabelos negros são longos e lisos e chegam a bater nas costas, sua principal característica é seus olhos vermelhos, seus olhos são uma massa avermelhada sem nenhuma forma dentro apenas vermelho sangue que faz o mesmo enxergar apenas esta cor. [URL=http://img360.imageshack.us/my.php?image=animenj3.jpg]imagem de apoio[/url]

[b]Personalidade:[/b]Vermillion é um legitimo e verdadeiro Demônio. Frio, Cruel,Sarcástico e Sagaz existe apenas para influenciar mais e mais pessoas a seguir o caminho do mal e se divertir com isso.Adora deixar suas vitimas o acertarem para rir de seus golpes e causar pânico nas mesmas antes de despedaçá-las.

[b]Terra Natal[/b]:Hilydrius

[b]História[/b]:A muito tempo atrás existia um jovem soldado chamado Vermillion FlameEyes que era portador dos olhos mais chamativos da cidade de Hilydrius.Certo dia o jovem foi mandado em uma missão de reconhecimento junto a sua tropa. Chegando a seu destino o jovem soldado encontrou apenas destruição e cinzas do que era para ser um vilarejo agrícola. Após a visão horrível que teve sua tropa foi cercada por um esquadrão de batalha orc que atacou eles de imediato, o jovem lutou porem aos poucos suas forças acabavam e seus amigos de tempos morriam um a um naquele campo. Antes de ser golpeado por um machado na espinha o jovem implorou por mais poder para poder vencer aquela batalha porem não teve resposta alguma e a morte lhe foi concedida fria e dolorosamente.
Assim que sua alma estava vagando para o reino dos mortos a mesma começou a pegar fogo e foi parar no inferno de imediato. Lá ele apenas viu um olho vermelho coberto por chamas do tamanho de um dragão que rapidamente e de forma surreal falou:
Olho: - Você pediu poder e eu estou disposto a lhe concede-lo, junto ao poder ofereço-lhe outra chance de ‘viver’ no mundo que já foi o seu mais uma vez, porem, desta vez para me servir. Em troca do poder e da vida quero que você vague pelo mundo e cause dor e sofrimento a todos a seu alcance, humilhe,ria,faça suas vitimas implorar por ser mais forte como você fez, e depois cruelmente você os mata. Eu exijo um sacrifício de sangue seu a cada um mês, caso não mate nenhum ser vivo durante esse prazo eu lhe retirarei o poder e lhe jogarei para sempre no inferno. Aceita meu Pacto Vermillion?!
Vermillion: - Sim!
O olho disparou uma rajada de chamas em Vermillion que no mesmo instante retornou ao mundo dos vivos porem numa cidade completamente diferente de onde estava antes, uma cidade ‘negra’.
Seus olhos se tornaram duas ‘poças de sangue’ enquanto seu corpo estava completamente nu no meio da praça da cidade. Vermillion correu para um beco onde encontrou um velho homem vestindo trajes diferentes e como por instinto o golpeou com uma garrada. Neste momento o jovem demônio reparou que em suas mãos tinha garras de 1,5 Centímetros que eram de certa forma bem afiadas pois rasgou o rosto do velho em um único golpe arrancando do mesmo sua mandíbula. Roubou suas roupas porem teve a mesma rasgada logo em seguida pois de suas costas saíram um par de asas negras porem as mesmas eram escamosas e feita de pura cartilagem e ossos que se estenderam do corpo do rapaz dando um aspecto assustador ao mesmo. Agora ele se encontra perdido na cidade de Takaras apenas cumprindo com sua nova obrigação e se divertindo voando por horas pelo cemitério da cidade onde o mesmo se refugia.

Atributos:
[b]Força Física:[/b](5+1)=6
[b]Força Mágica:[/b]1
[b]Velocidade de Ataque:[/b](4+1)=5
[b]Velocidade de Movimento:[/b](4+1)=5
[b]Precisão:[/b]3
[b]Vitalidade:[/b]5

[b]Habilidades:[/b]

Forma Demoníaca Lvl 3

Nesse nivel a criatura não muda muito porem ao invés de pelo seu corpo é coberto por escamas avermelhadas e sua face muda esticando para frente e tomando uma forma animalesca coisa que não existia antes. Ainda tem o rosto coberto por sombras como se o mesmo não existisse apenas tivesse uma forma. Roupas e objetos vistidos agora não rasgam, eles 'somem' durante a transformação e retornam ao termino dela(isso se refere apenas a roupas e equipamentos que sejam vestidos, armas e outros itens que são normalmente usados ou carredos nas mãos não somem).

Custo 100% de PM, afinal vira um demônio completo. Em lvl 3, tem a conciência bastante prejudicada, pensando como um animal. Diferencia amigos de inimigos, ganhando +3 em Força Física e +3 em Vitalidade. Duração de 5 turnos, onde perde 10% de HP por turno. Terminando isso volta à forma humana e fica inoperante por 1 turno, mais outros 3 turnos para voltar a se transformar (isso se recuperar a PM gasta por meio de poções e outros, caso contrário apenas descansando para recuperá-la). A transformação não pode ser impedida!


Edit:
Arma: espada negra capaz de absorver sangue humano.
Dano: +2


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:11 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 12:52 am

Seishirou Ryuumizu
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[b]Idade:[/b] 25
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1.85m
[b]Raça:[/b] Light Elfo
[b]Nível:[/b] 1
[b]Experiência:[/b] 120/1000
[b]L$:[/b] 15,00
[b]Profissão:[/b] Nenhuma Ainda
[b]Salário:[/b] L$0,00 por mês ou semana
[b]Aparência:[/b] Pele alva, cabelos louros e olhos verdes, que ficam negros quando este entra em combate. Corpo esguio, como de todo elfo. Mas não pense que sua constituição é delicada, porque não é não.
[b]Personalidade:[/b] Bondoso, leal a seus interesses e gosta de uma boa batalha, apesar de não gostar de ver ninguém ferido.
[b]Terra Natal:[/b] Floresta Endless, em Hirt. Seishirou sempre teve empatia com animais e é um elfo da floresta.

[b]História:[/b] Nasci entre as árvores da Floresta Endless. Meu pai, Eöl Elanessë e minha mãe, Ireth Elendil, me ensinaram a amar a natureza e meu próximo... Eu vivi em paz minha infância inteira... Até que, quando eu contava com 15 anos, uma horda maldita de orcs invadiu nosso vilarejo, sem dar tempo de reação para ninguém, exceto meus pais. Enquanto meu pai atrasava um grande número deles combatendo em nível épico, minha mãe me trancou numa passagem secreta nossa...

Quando eu pude sair, eu vi o caos. Os orcs já haviam ido embora, e o rastro de destruição se fez entre todas as árvores, agora manchadas de sangue. Até hoje, naquela região, é difícil que alguém passe por lá. Antes que eu pudesse pensar em alguma coisa, meus olhos mudaram de verde-vivo para negros, escurecendo tudo o que eu vira, mas como eu não era treinado, destruí mais do que já estava destruído.

Perambulei um ano sem rumo, até que consegui sair da ilha de Lodoss, onde ocorrera tudo aquilo. Numa outra ilha fora dali, Fallen, encontrei meu mentor, Elrohir Súrion. Elfo poderosíssimo na arte da cura e do combate, me encontrou e me treinou... Mas não pensem que foi fácil o treinamento por causa que ele estava sendo bondoso comigo. Foi realmente duro, mas agradeço a ele até hoje. Inclusive ele me treinou a domesticar o meu lado sombrio, com quem eu nem converso para não dar-lhe o controle.

Dez anos depois de eu conseguir finalizar meu treinamento e deixando Súrion orgulhoso, parti em direção a Lodoss novamente, para encontrar mais de seus parentes que tenham escapado da fúria dos orcs e para obter vingança...


[u][b]Atributos: [/b][/u]

[b]Força Física:[/b] 2
[b]Força Mágica:[/b] 3
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 2
[b]Precisão:[/b] 2
[b]Vitalidade:[/b] 2

[b]Habilidades:[/b]
[u]Raio de Luz[/u]
Concentrando-se com seu cajado, Seishirou dispara um raio de luz que pode realizar dois tipos de resultados: Em seres vivos, fortalece a vitalidade para que se recuperem com mais rapidez (recupera até 10% de HP), e em mortos-vivos ou em criaturas das trevas, causa dano severo (dano de 10% a 30% de HP).
Custo: 40% PM [/font][/color][/i]

Nym/Buiu!
Spoiler:
Código:
[color=green][b]Nome:[/b][/color] Nym
[color=green][b]Idade:[/b][/color] 23
[color=green][b]Sexo:[/b][/color] Masculino
[color=green][b]Altura:[/b][/color] 1,57m
[color=green][b]Raça:[/b][/color] Demônio
[color=green][b]Nível:[/b][/color] 4 [color=green][b]Exp:[/b][/color] 560
[color=green][b]L$:[/b][/color] 300
[color=green][b]Profissão:[/b][/color] Assassino
[color=green][b]Salário:[/b][/color] Não expecificado
[color=green][b]Terra Natal:[/b][/color] Paramet

[u][size=18][center][color=green][b]Aparência:[/b][/color][/center][/size][/u]
Possui olhos cerrados com pupílas vermelhas opacas penetrantes, cabelos curtos negros e rebeldes...na maioria das vezes espetados, físico magro porem definido, normalmente coloca ataduras nos braços, vestimentas negras em geral em contraste com a pele branca, utiliza uma bata com calça amarradas por um cordão branco lembrando um kimono com cordão de capoeira e uma manta negra com uma gola branca comprida cobrindo tudo com dois bolsos nas laterais onde geralmente Nym permanece com as mãos dentro.
[img]http://www.deviantart.com/download/87035907/Hiei_Again_by_Washu_M.jpg[/img]

[u][size=18][center][color=green][b]Personalidade:[/b][/color][/center][/size][/u]
Nym mostra-se como um cara muito frio, arrogante, cínico, durão, que não se importa com os outros e capaz de tudo para conseguir o que quer. Está sempre de mau humor e mandando tudo para o inferno! Dificilmente escuta o que os outros dizem e prefere ficar sempre sozinho, seguindo suas próprias regras. O único sentimento que demonstra é o ódio!

[size=18][u][center][color=green][b]História:[/b][/color][/center][/u][/size]
Descendente de um Clã de assassinos demoníacos que atuavam pelas ruas de Paramet a história da vida de Nym foi dura e cruel, assim como gostaria que ele se tornasse. Nym acabou sofrendo muito cedo com a perda de seu pai. Tratava-se de um dos principais membros do Clã e já havia provado muitas vezes tanto sua capacidade quanto sua lealdade a causa dos assassinos. Contudo, nem tudo era muito bem controlado naquele Clã que sofria com rixas criadas por seus próprios membros. A falta de um líder pelo qual seguissem proporcionava tal situação desconfortante, pois era a tradição do Clã. A primeira moral que pregavam era manter o equilíbrio no mundo, era para isso que existiam e trabalhavam. Durante uma suposta missão de resgate de um dos membros do clã, os membros que queriam dar um golpe para se tornarem ditadores das regras dentro da sociedade mataram o pai de Nym juntamente com vários dos melhores guerreiros. Fora uma emboscada ardilosamente planejada, a missão foi realizada longe e sem o alerta geral do Clã. Todos covardemente assassinados, apesar da palavra “covardemente” quase sempre ser substituída por “inteligentemente”. Portanto, aos 14 anos de idade, Nym passou a ser protegido de um dos anciões do Clã chamado Kylle que conseguirá resistir à investida dos traidores e fugir com vida.

Kylle por sua vez, grande conhecedor do potencial do falecido pai de Nym e promoveu o treinamento do garoto a fim de tornar-lo substituto de seu falecido pai para o Clã. Tratava-se de um sábio ninja que já havia participado de muitas missões bem sucedidas e quase nunca comentadas. Quase todos os suicídios de governadores de alto posto e sumiços de vários líderes tinham suas treinadas mãos por trás. Kylle colocou Nym em um intenso treinamento, mesmo sabendo que devido aos constantes desentendimentos entre os membros o Clã não iria suportar muito tempo, como de fato ocorreu. Aos 17 anos Nym se viu sozinho e largado ao relento por um grupo de inimigos que a pouco se denominavam "família" para ele.

Depois de passar por tudo isso Kylle percebeu que seu pupilo não se comportava mais como uma criança normal, sendo muito difícil conviver com um ser tão fechado e reprimido. Essa personalidade era passada para o campo de batalha, onde Nym quase nunca reclamava de ferimentos ou até mesmo gritava de dor ou fornecia alguma reação mesmo que facial aos ataques sofridos. Irritava-se com facilidade e não conseguia lidar muito bem com erros e derrotas. Kylle podia compartilhar do sofrimento que o garoto passava dia após dia, uma verdadeira crise existencial tomou posse da mente de Nym, afinal, não lhe fazia mais sentido aquele treinamento muito menos lhe fazia sentido a própria vida. O sofrimento de não apenas perder a única coisa que lhe dava esperança de dias melhores, mas também de ser traído e enganado pelas pessoas que diziam lhe amar. Nym havia descoberto o lado mais podre e desgraçado dos demônios. E seu maior sofrimento e angústia se voltavam para um pequeno detalhe que lhe incomodava todas as noites. Ele faria a mesma coisa que seus inimigos. O simples fato de imaginar todas aquelas pessoas que um dia o traíram sofrendo lhe era reconfortante. Não somente sofrendo por si, mas por todas as suas preocupações. Famílias, amigos, todo e qualquer tipo de conquista que tiveram em suas vidas ínfimas ser destruído diante de seus olhos.

Durante um ano, Nym passou a tratar do velho Kylle que depois de tudo que passaram veio a adoecer. Uma vida pacata e de constates viagens atrás de curandeiros e feiticeiros. Gente com a qual Nym nunca foi capaz de se dar bem, aliás, era difícil achar alguém que conseguisse compreender seu gênio agressivo e conturbado. Nym sempre se apresentava com novas pessoas ou até mesmo métodos de cura para seu mestre e não obtinha resultados positivos, não tinha experiência nenhuma com aquilo tudo. Fora treinado e criado para matar e promover o equilíbrio entre as coisas. Manter seu antigo mestre vivo era contra seus princípios, mas simplesmente não conseguia largar o velho que um dia lhe fora como um pai. Porem o velho não se sentia confortável com o tratamento forçado que o pupilo se propunha a fazer. Kylle via todos os dias, à vontade, nos olhos profundos de Nym, de experimentar a liberdade e tudo que havia aprendido. Assim uma noite o velho Kylle resolveu acabar com seu próprio sofrimento e tentar aliviar o fardo de Nym que aos 23 anos desejava seguir com sua vida, deixou-lhe a lâmina que o acompanhou a vida toda e uma trouxa de viagem para seu pupilo, que ao encontrar seu mestre em sono eterno recolheu-o e deu a ele o devido funeral partindo sem demora para a cidade de Hilydrus onde tentaria vida nova.

O agora ex-assassino chegava a Hilydrus perdido e completamente sem rumo. Fora o acaso que o guiou por entre aqueles muros de pedras e casas até que encontrava o que fazer. Realizar um entrega em um Rancho, não muito distante. Caminhou sossegado por um período longo de tempo até que encontrou com Gin. Um humano irreverente e de personalidade agregadora, acabou por acompanhá-lo e seguiram viagem. Gin possuía poderes impressionantes e de grande potencial, isso interessava muito Nym que gostaria de aprender a controlar a magia como tal humano fazia; contudo com grandes dificuldades.

Foram parar na Península de Ruff onde outro fato inusitado ocorreu. Uma humana, uma criança insignificante acabou por colocar o pequeno demônio em uma grande jornada que o levaria a testar seus limites e sua paciência. Juntamente com Roswell e Ree desbravaram o Mar Baylen onde enfrentaram um enorme Kraken que possivelmente ainda habita o local. E por fim perambularam pelo imenso Continente Shane, enfrentando a sede, a fome e o calor do deserto. Uma terra de clima árido, assim como os corações traiçoeiros de quem lá habita. Foram presos e tratados como gladiadores. Enfrentaram grandiosas criaturas, completamente distintas das que existem em Lodoss e por fim, Dragões colossais e perigosos. Conseguiram voltar para Lodoss á final e então o grupo se separava por completo.

Nym não gosta de participar de grupos por muito tempo, e aquele já não era mais de seu interesse. O youkai segue seu rumo pelas terras de Lodoss, ainda existe muito para ser feito e o youkai ainda possui um objetivo maior que está longe de ser cumprido.


[u][center][color=green][b]Atributos:[/b][/color][/u]

[i][b]Força Física:[/b][/i]2+1
[i][b]Força Mágica:[/b][/i] 1
[i][b]Velocidade de Ataque:[/b][/i] 5+1
[i][b]Velocidade de Movimento:[/b][/i] 5+1
[i][b]Precisão:[/b][/i] 4
[i][b]Vitalidade:[/b][/i] 3[/center]

[u][center][b][color=green]Habilidades:[/color][/b][/center][/u]

Demon's Blood

Devido a sua origem demoníaca herdou a velocidade característica de sua espécie promovendo a ele a capacidade de elevar sua velocidade de ataque e movimento a níveis muito superiores.
Em principio sua capacidade é restrita a sobrepor alguns golpes de seus inimigos, isto é conseguiu formular um contra ataque antes mesmo de seu oponente terminar seu movimento ou promover desvios sobrenaturas aos mesmos.
Uma aura negra envolve o youkai quando esta habilidade é ativa, deixando bem evidente sua natureza demoníaca e maléfica.
Velocidade de Movimento +4, Velocidade de Ataque +2
Custo de 60% de MP


Demon Rage: [Passiva]

Nym possui uma agressividade que é fora do comum. Sua capacidade de gerar ódio é infindável e até hoje não se sabe os limites dela, nem do youkai que é capaz de tudo para destruir seu adversário. Essa raiva no entando é acrescida sempre que Nym é atingido, seu corpo é o que ele mais preza neste mundo e não gosta de ferí-lo em combate. A força e a brutalidade com as quais Nym ataca são proporcionais aos seus ferimentos. Conforme seu corpo é ferido Nym se torna mais selvagem e mais perigoso diante do inimigo.
Sempre que a vida de Nym é consumida, seu corpo se tornará mais forte proporcionalmente. Sua vontade de vencer será maior. Sua velocidade irá romper os limites do impossível para atingr seu adversário e por fim aquela batalha. A fúria do demônio é incontrolável.
+2 em Velocidade de Ataque, +1 Velocidade de Movimento e Força quando retirados 50% de HP de Nym. Ainda sendo necessários outros 50% de MP para ativação. A habilidade continuará ativa até que a vida seja recuperada.

Henry Van Zatoichi
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Henry Van Zatoichi
[b]Idade:[/b] 19
[b]Sexo:[/b]Masculino
[b]Altura:[/b] 1.81
[b]Raça:[/b] Meio-Elfo
[b]Nível:[/b] 5
[b]Exp:[/b] 830/1000
[b]L$:[/b] 25.400
[b]Profissão:[/b]--
[b]Salário:[/b]--
[b]Aparência:[/b]Avatar
[b]Personalidade:[/b] Costumava ser amigável e gentil porém ao se deparar com um grande desafio em sua vida e testemunhar a morte de queridos amigos mudou. Zato passou a ser mais frio, ligar menos para o mundo e se importar mais com apenas ele e claro seu fiel amigo Plue, uma das únicas criaturas que ainda tem a confiança de Zato.
[b]Terra Natal:[/b]Hirt,media lodoss
[b]História:[/b]Filho de mãe elfa, uma sacerdotisa chamada Katerinne, e pai humano, Henry, de quem recebeu o nome, Zatoichi não tinha permissão de visitar a vila de sua mãe, não podia entrar lá, e ela mesmo só não foi banida por ser uma sacerdotisa. Felizmente o que sua mãe sentia pela família era maior. Todos os dias ela vinha visitar seu marido e filho. Sempre comentavam com Zato sobre suas irmãs, o menino era um temporão. Leila e Lyndis. Não conhecia suas irmãs até então, na verdade veio a conhecê-las há pouco tempo.

Os pais do garoto viviam dizendo que planejavam uma viajem ao continente, que iriam encontrar as duas filhas lá, mas ele não se importava muito com isso, foi criado na floresta Endless. Numa pequena casa com seus pais, sua mãe o ensinou a ler, sua vida era simples, e na realidade não queria que ela mudasse. O pai de Zato começou a desaparecer as vezes. Só voltava dias depois. Era estranho, mas ele estava muito diferente do seu comum. Não parecia mais ser tão carinhoso ou gentil, mas tentava forçar as aparências e isso deixava o garoto indignado.

Deveria ter por volta de uns 13 anos de idade, Lembra-se apenas de um homem com uma grande armadura, o homem invadiu sua casa e começou a discutir com seu pai. Zato obedeceu, não queria realmente encrenca com o pai, viu que naquele dia, já estava estressado demais. Ouviu o som do metal batendo, naquele segundo soube perfeitamente o que acontecia em sua casa. Seu pai estava sendo perseguido por algo. Abriu a fresta da porta e viu seu pai, de pé segurando uma espada e o homem morto, decapitado no chão.

Entrou novamente no quarto e se trancou, mas novamente escutou um barulho estranho e ouviu uma voz familiar, era sua mãe, entrou em casa e começou a discutir com seu pai. Foi um dia que sempre ficaria na memória de Zato, afinal, o pior só aconteceu depois que a argumentação acabou. Estava na sala com seus pais quando uma chuva de flechas começou a entrar pela janela. Alguém queria matá-los, e os perseguiam, era por isso a vontade de ir ao continente, e por isso que suas irmãs estavam lá.

Saíram da casa, saíram correndo. Mas foi em vão, seu pai levou uma flechada nas costas e um homem, exatamente como o outro, apareceu, Atacou a família. O menino lembra-se apenas de ter levado um soco e ter acordado do lado de sua família. Morta. Queria encontrar alguém. Estava sozinho. Começou a viver por conta própria, caçava sua comida e vivia de baixo das árvores.

Após um ano vivendo assim resolveu sair da floresta, conheceu o mundo, viajou por praticamente toda Lodoss. Depois de 2 anos vivendo como nômade achou melhor procurar um emprego. Começou a trabalhar com dragões, não tinha muita experiência, mas aprendeu rápido. O rancho fire Ball se tornou seu lar.

Foi pro exercito, conheceu um grupo de amigos, formaram quase um clã. Se deram muito bem, mas por causa de uma paixão tola de um deles o clã se partiu. Os membros se dividiram. Conheceu diversas pessoas andando por toda Lodoss. E se meteu em encrenca quando decidiu brigar com o príncipe. O mesmo apagou Zato com um mata leão, não foi uma idéia muito boa brigar com alguém tão mais forte que ele. Mas isso deu ao menino um objetivo, treinar, ficar mais forte, e um dia, desafiar o príncipe para uma revanche, uma luta amigável, mais uma luta. Aprendeu a usar habilidades com a espada e foi para o do-jo.

Entrou no do-jo de Hilydrus, começou a treinar, Treinando junto com seu mestre fez varias missões, em uma delas obteve sua espada, Decaforce e com ela aprendeu a manipular sua habilidade, era como um dom, transformava a arma e essa aumentava seus poder .Por ser ao mesmo tempo membro do exercito foi convocado para a guerra. Teve um bom papel na guerra, tinha velocidade, gostava de lutar, aprendeu a brigar com estratégia. Mas por algum motivo, após a guerra, mudou todos seus objetivos, queria encontrar sua família, o que restava dela, suas irmãs. Foi pro continente.

No continente conheceu diversas Pessoas, passou um ano em busca de suas irmãs e as encontrou. Contou a elas tudo sobre sua vida e ficou sabendo tudo sobre elas. Ficou um ano lá, com a família, mas sentiu saudades de Lodoss. Alguma coisa o chamava para lá, era sua casa. Tentou ao máximo convencer suas irmãs de irem com ele. Não deu certo, mas essas lhe deram presentes. Deram um cordão com o qual sempre anda e um pequeno cão, se chama Plue, e se tornou grande companheiro de Zato. O menino com um enorme peso no coração voltou ao continente.


Atributos:

[quote][b]Força Física:[/b] [b]5[/b]
[b]Força Mágica:[/b][b] 1 [/b]+1
[b]Velocidade de Ataque:[/b][b] 5 [/b]
[b]Velocidade de Movimento:[/b] [b]5[/b]
[b]Precisão:[/b] [b]3 [/b]+1
[b]Vitalidade:[/b] [b]3 [/b]+1[/quote]

[b]Habilidades:[/b]
[color=red][b]Cursed Skill:[/b][/color]
Durante sua luta nas montanhas da neve eterna contra um dos servos de Dracula Zatoichi foi amaldiçoado com uma marca no peito. Desde então pode sentir a presença de criaturas demoníacas ou espíritos malignos e ver sua verdadeira forma a uma distância equivalente a sua força mágica +2 metros.
[spoiler][center][img]http://img217.imageshack.us/img217/1082/berserkcpia.png[/img][/center][/spoiler]
[b][color=red]Decaforce:[/color][/b]
[Nível Maximo: 3][Gasto de MP 50%+10% por turno][Efeito: O usuário pode alterar a forma de sua espada. Além de mudar a forma da arma as habilidades de luta deste melhoram. A habilidade só pode ser usada se o usuário ja tiver uma espada ou arma de lamina semelhante em mãos.]
[spoiler][color=black]
NIVEL 1:
Eisenmentor
Ao usar essa forma a espada passa a dar força ao guerreiro, toma uma coloração estranhamente avermelhada parecendo estar em brasa e cresce alguns centimetros.
Bônus:+3 Força física

Agilidade: Silfarion:
Ao usar essa forma a espada passa a dar velocidade ao guerreiro, ela fica mais fina, leve e ágil e torna o movimento muito mais fácil de ser executado. A espada toma uma cor meio azulada e mantem seu tamanho original, na lamina aparecem gravuras de tornado.
Bônus:+3 Velocidade de movimento

Defesa: Metaforce:
Ao usar essa forma a espada fica mais longa e resistente sua cor é prateada e o punho da mesma cor. Sua cor fica totalmente cinza e cresce um longo protetor tipico de uma armadura na mão e ante-braço do usuário. A espada aumenta a resistência do guerreiro.
Bônus:+3 de Vitalidade

NIVEL 2:

Gravitan:
A espada fica totalmente negra e pesada. Muito larga e grande A Gravitan tem sua base envolta por duas correntes que se cruzam perto do punho. Parece tornar dificil o movimento, mas depois de certo treino fica fácil para o usuário se acostumar com ela.
Bônus:+2 força física +2 Vitalidade +1 Precisão

Million suns:
A espada toma forma de uma espada de duas mãos comum, porém a arma tem uma coloração branca e emite uma luz extremamente forte. Não tem nenhuma vantagem contra inimigos normais apenas contra zumbis mortos-vivos, demônios e outros tipo de inimigos sombrios.
Bônus:+3 Força física +3 em vitalidade contra zumbis mortos-vivos demônios e etc.

NIVEL 3:

Blue Crimson:
As espadas também conhecidas como espadas dos dragões duplos. A arma se divide em duas praticamente idênticas. Tomam uma forma simples de espada longa de uma mão cada com uma cor negra. As laminas são envoltas por chamas negras, de modo a deixar a arma flamejante. O punho das espadas é bem decorado. Sua proteção tem o formato de um dragão serpente dourado que protege a mão de Zato.
Bônus: +3 Força física +2 Velocidade de ataque +2 Velocidade de movimento

[/color][/spoiler]

Jack Fry
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Jack Fry
[b]Idade:[/b] 20
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,75
[b]Raça:[/b] Vampiro Impuro
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b] 0
[b]Profissão:[/b] -x-
[b]Salário:[/b] -x-
[b]Aparência:[/b] Jack é alto e magro com pele levemente roseada de cabelos marrom escuro que chega ate mais ou menos metade do pescoço, seus olhos uma arma se bem utilizado são de cor vermelho esmeralda podendo variar a tonalidade para vinho escuro caso ocorra algo com sua personalidade, esta sempre trajado de forma elegante um galanteador nato, suas vestes são um terno e um colete por baixo que esta por cima de uma camisa branca e a gravata para dentro do colete, detalhe o colarinho é levantado e apenas nas pontinhas faz uma leve dobra formando pequenos triângulos...
[b]Personalidade:[/b] Personalidade fora de sua sede vampírica é calmo e pacifico sempre que possível em busca de alguma moça bela para ser cortejada por ele, em batalhas caso não tenha dominado lhe a personalidade fria e cruel quando suas presas estão na sede por sangue, bastante comunicativo sempre tentado achar modos de batalhar favorecendo ele para que sempre ganhe, mas vamos no caso ele esteja na fome por sangue sua personalidade muda de forma incrível visível qualquer olhar e a tonalidade de seus olhos muda para um vermelho vinho, com frieza e crueldade ataca seus inimigos sem se importar quem esta mordendo outra coisa é o sarcasmo dele perante as pessoas....
[b]Terra Natal:[/b] Hylidrus
[b]História:[/b]

Vivente da cidade Hylidrus a muitos anos atrás, mas Jack estava presente na cerimonia de coroamento do Rei de Hylidrus, misturado entre os nobres do local, idade nem mesmo Jack sabe direito, mas deduz que deve ter no mino uns 35 anos de idade e aparenta ter 20 somente, conhecimento de Jack da historia dessa cidade muito grande.

Família de Jack chegou nas terras de Hylidrus antes mesmo do atual rei conseguir o seu trono, os pais de Jack serviram o antigo rei daquelas regiões, se não me engano ouve uma proposta feita com rei de ajudar os vampiros com sangue e enquanto eles mantinham o rei protegido contra qualquer um que ousa-se querer mata-lo, assim foi ao longo dos anos apenas protegendo o rei e conseguindo sangue a vontade, então que surge Jack, nascimento do jovem vampiro gera felicidade entre os Fry que era somente o Pai e Mãe dele, é criado com muito amor e carinho que foi ensinado a doutrina vampírica em detalhes, uma coisa que não pode esquecer é que Pai de Jack é um vampiro impuro e então Jack nasceu de Mãe Pura e Pai Impuro gerando o Jack Impuro/Puro pouco da para saber se Jack é puro ou não.

Jack cresceu sobre cuidados de sua mãe a Vampira Sangue puro, então foi ensinado tudo que tinha de saber sobre os vampiros e que ela somente servia o rei por que sem ele ela podia ter morrido, a mãe de Jack é um tanto orgulhosa na questão de vampiro, ela sente vergonha por se redimir perante ao rei inferior a ela, ao longo dos anos Jack aprendeu sobre habilidade da transformação que é passada por gerações pelos Fry, treino muito para aprender pelo menos o primeiro nível da habilidade, notem que o pai nessa historia não é muito enfatizado devido ser impuro e a mãe de Jack trata ele como se fosse um vassalo/capataz dela.

Outros anos se passa agora Jack estava com seus 17 anos de idade, jovem no auge de sua força e velocidade tendo assim ganhado a independência poder se virar no mundo, mas uma coisa que Jack não aceitava é fato de sua mãe ter de ficar naquele castelo servindo o rei que estava bastante velho, mas se mantinha firme e forte na saúde por incrível que pareça, para não deixar sua mãe “sozinha” somente com seu pai também decide ficar com ela lá “servido o rei” na verdade não fazia por causa dele e sim por causa sua mãe. Finalmente nível 2 na habilidade de transformação conseguiu alcançar e agora é mais forte do que podiam imaginar, nisso Jack já saia do castelo para explorar a cidade pelo horário da noite por ser impuro tinha suas desvantagens, ia muito em locais onde havia bastante gente, mantinha postura perante a tanto humanos, se comportamento de forma correta com sua mãe havia lhe ensinado.

Atualmente Jack esta no castelo com sua mãe, mas infelizmente não posso dizer o mesmo do pai que foi morto por algum tipo de caçador ou outra coisa qualquer, a morte dele não tem explicação e que na verdade tem sim o que Jack não sabia que havia muitas outras raça alem da vampira e humana, serviu de motivação essa morte por causa disso Jack treino muito para alcançar o nível 3 da transformação assim se tornando um grande caçador noturno, e devido isso Jack se prepara para sair da cidade para investigar a morte de seu pai e queria explicação se não ira parar de procurar para acha-las....


Atributos:
[b]Força Física:[/b]2 [i]+1[/i]
[b]Força Mágica:[/b]1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 3
[b]Precisão:[/b] 2 [i]+1[/i]
[b]Vitalidade:[/b] 3 [i]+1[/i]

[b]Habilidades:[/b]
[b]Transformação. [i]Nivel 1[/i][/b]
[b]Descrição:[/b] Habilidade se transformar em morcego e vagar pelas planicies ou local de dificil acesso, devido ao seu tamanho, simples tranformação por ser util tanto para fuga como para surprender seu adversario ou vitimas.
[b]Bonus:[/b] -x-
[b]Custo:[/b] 15% MP por Turno.

[b]Transformação. [i]Nivel 2[/i][/b]
[b]Descrição: [/b] Nessa transformação o morcego pequeno agora ganha um porte maior e mais robusto assim podendo voar muito mais rapido do que qualquer coisa, so foi feito para isso mesmo, rapido e como, mas não é invisivel então facilmente persebivel ao olho nu ele voar e passar, somente para os destraidos não o vê devido a velocidad.
[b]Bonus:[/b] Velocidade de Movimento +1
[b]Custo:[/b] 30% MP por Turno

[b]Transformação. [i]Nivel 3[/i][/b]
[b]Descrição:[/b]Habilidade que Jack desenvolveu ao longo dos anos, essa habilidade consiste em jack se transformar em morcego, mas não é qualquer morcego e sim um gigante, na qual deixa sua aparencia horripilante causando um certa tenebrosidade no ar isso inflige para quem olhar para ele, tem certo pavor correr pelas veias, isso somente acontece com aqueles que são puros de coração e "bonzinhos".
[b]Bonus: [/b] Velocidade de Movimento +2, Força +2 e um adicional de bônus no dano final +2.
[b]Custo:[/b] 60% MP por turno.


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:11 pm, editado 1 vez(es)
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GM Zato

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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 12:57 am

Altrouge Brunestud/Ivy-chan
Spoiler:
Código:
[color=red][b]Nome:[/b][/color] [color=violet] Altrouge Brunestud [/color]
[color=red] [b]Idade:[/b] [/color] [color=violet]Aparenta ter entre 17 e 20 anos. [Idade real desconhecida, estima-se que seja mais de 217 anos.] [/color]
[color=red] [b]Sexo:[/b] [/color] [color=violet] Feminino [/color]
[color=red] [b]Altura:[/b] [/color] [color=violet] 1,62m [/color]
[color=red] [b]Raça:[/b] [/color] [color=violet] Vampira Impura [/color]

[color=red] [b]Nível:[/b] [color=violet] 2 [/color]
[b]Exp:[/b] [/color] [color=violet] 540/1000[/color]
[color=red] [b]L$:[/b] [/color] [color=violet]0 [/color]
[color=red] [b]Profissão:[/b] [/color] [color=violet]??? [/color]
[color=red] [b]Salário:[/b] [/color] [color=violet] ???[/color]

[color=red] [b]Aparência:[/b] [/color] [color=violet]Seus cabelos são longos, terminando pouco abaixo do joelho. Lisos com leves ondulações que têm inicio pouco acima das pontas. De cor negra. Seu cabelo, possui ainda uma franja que termina cerca de dois dedos acima do nariz. Geralmente, seu cabelo é um pouco dividido para o lado, lembrando, de leve, a curva francesa.
Seus olhos possuem a íris de cor vermelho sangue e suas pupilas são finas e na vertical, lembrando a de um felino.
Sua pele é clara, pálida, deixando óbvia a sua “falta de vida”.
A roupa que mais costuma usar é um vestido estilo vitoriano, de cor negra. Ele possui mangas longas e uma “ombreira” grande e afofada, formando um balão. Seu colo e costas ficam à mostra.
Além dos sapatos de salto alto.
Seu corpo é esbelto, com curvas “perfeitas”. Altrouge é bastante proporcional. Possui seios, coxas e o “bumbum” em tamanho proporcionais. Nada exageradamente grande, porém, nada pequeno também.
Seus dedos longos, lembram a mão de um pianista. E seu semblante sério e calmo, de alguma maneira, lembram um pesquisador.

[spoiler]Uma imagem de como ela é, pra que possa ter uma idéia melhor.
>> [url=http://img512.imageshack.us/img512/4317/dibujo1copia1zv3.png]Aqui.[/url] <<[/spoiler][/color]
[color=red] [b]Personalidade:[/b] [/color] [color=violet]Altrouge não [u]era[/u] uma má pessoa. Calma e gentil, ainda mostra seu semblante de “boa menina”, quando está no seu humor normal. Mas por detrás desta aparência de boa moça, Altrouge esconde o seu “novo”[vide história] verdadeiro eu.
Cheia de segundas intenções, a vampira não se incomoda em pisar nos outros para conseguir o que precisar. Quanto mais “otários” usar, melhor para ela.
Cruel, fria e calculista; Altrouge engana com a mesma perspicácia de um demônio; assim como faz quando mata.
Embora ela seja tudo de ruim, não se esqueceu de seu passado; guardando, na memória, as boas lembranças e, até mesmo, os bons sentimentos.
No entanto, fazê-la sorrir de alegria – sem que seja quando ela estiver matando ou se alimentando –, é algo bem difícil nos dias de hoje.[/color]
[color=red] [b]Terra Natal:[/b] [/color] [color=violet]Acredita-se que seja a Montanha Encantada [/color]
[color=red] [b]História:[/b] [/color] [color=violet]
[right] Seculo X
Ano X[/right]

[left][img]http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/imagens/layout/icones/seta-peq.png[/img] O Inicio [/left]

[center]      Eram tempos difíceis, toda aquela confusão que ocorriam todos os dias. Lutas, lutas e mais lutas; e como conseqüência... mortes!
      Mas, enquanto de um lado reina o caos, do outro, reina a esperança.

      Naquela noite, nascia a prova do amor que existia entre o casal [url=http://2.bp.blogspot.com/-xkpahyyAzFg/TWWtXrYZQzI/AAAAAAAAJlU/MnLUhgjg0-4/s1600/anime.jpg]Alana[/url] e [url=http://images2.fanpop.com/images/photos/4800000/Anime-Guys-anime-guys-4883750-1024-768.jpg]Thomas[/url] e, para eles, surgia a esperança de uma vida nova e melhor. Altrouge fora o nome dado ao pequeno fruto de seu amor. Infelizmente, devido a alguns problemas durante o parto, Alana não resistiu e acabou por falecer. E com dificuldade, a parteira conseguiu trazer a criança ao mundo, viva e com saúde.
      Altrouge foi entregue ao pai que jurou para a falecida esposa, que cuidaria de sua filha, sem fraquejar. E assim, dedicou os próximos anos, apenas à Altrouge.
      Por amar Alana, incondicionalmente, e também Altrouge; Thomas jurou que ambas seriam as únicas mulheres de sua vida.

      Para manter-se perto de Altrouge, Thomas abriu um negócio próprio. A loja A&A [Alana & Altrouge] – apenas ele e a filha sabiam o significado -, que, graças a seu conhecimento, a loja prosperou bastante. Era uma espécie de “loja de utilidades”; tinha de tudo mesmo, até forjar, ele forjava.
      Sendo pai solteiro, Thomas tomou os devidos cuidados para não “masculinizar” Altrouge. Como homem, ensinou a filha a se virar. Ela era capaz de lutar com quase todas as armas conhecidas, embora não fosse especialista em nenhuma. Mas como “mãe”, Thomas ensinou-o o que podia, sempre usando Alana como base. Poucas vezes, necessitou de alguma ajuda feminina.[/center]

[right] Seculo X
Ano X¹[/right]

[left][img]http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/imagens/layout/icones/seta-peq.png[/img] O Abraço [/left]

[center]      Altrouge comemorava, com seu pai e alguns poucos amigos, o seu 9º aniversário. Fora um dia bom, divertido e relaxante.
      Muito tempo se passara desde seu nascimento, seu pai sempre dizia que ela era idêntica à mãe.
      Altrouge era inteligente, gentil, meiga e doce; embora pequena, mostrava-se ainda, paciente e até mesmo compreensiva. Até aquele dia...
      Os dias estavam calmos, as batalhas praticamente não existiam, ao menos, não como há 17 anos atrás. Os negócios na A&A já não iam tão bem como antes e, para manter Altrouge bem, Thomas passou a pegar empréstimos. Geralmente, ele pagava sem problemas, até que pegou uma doença desconhecida e mal tinha forças para sair da cama.
      Era noite, Altrouge estava voltando para casa, junto de [url=http://i.animecrazy.net/sexy-ken.jpg ]Gale[/url], seu melhor amigo. Ao adentrarem o local, viram um grupo de homens que batiam em Thomas. Cobradores.
      Altrouge não podia deixar que maltratassem seu pai, obviamente tomou a frente do mesmo e, se não fosse por Gale – que mostrou o quão forte era --, Altrouge teria apanhado também. Após este ocorrido, Gale insistiu para que passasse a noite com eles, apenas para garantir a segurança de ambos. Sem querer incomodar ninguém, Altrouge o dispensou, alegando não ser necessário.  O erro de Gale, foi não ter insistido mais.
      Poucas horas se passaram, ainda era noite quando os homens voltaram. Invadiram o local, saquearam e acharam os 2. Espancaram Thomas, até que o mesmo desfaleceu. Quanto à Altrouge, foi violentada por cada um dos 5 homens e, no final, espancada até que ficasse ainda pior que Thomas. Após isto, atearam fogo na casa, de dentro para fora, usando o corpo de Thomas como “principio”.
      Gale chegou em tempo apenas de ver os 5 homens saindo do lugar, já com a casa em chamas; cerca de 5 minutos depois que tudo havia ocorrido. Não pensou duas vezes, “mergulhou” para dentro da casa e procurou por pai e filha. Achou Thomas primeiro, mal conseguiu reconhecê-lo. Foi encontrar Altrouge arrastando-se na cozinha. Pegou-a no colo e saiu da casa.
      Agora fora de casa, ignorou as chamas que consumiam o imóvel e sentou-se na grama, ajeitando Altrouge em seu colo. Agora de perto, via o estado da jovem. Ensangüentada e completamente machucada. Ao que tudo indicava, deveria ter ainda, alguns ossos quebrados e, por fim, notou que havia algum objeto cravado em seu pulso.
      Gale sabia que Altrouge não iria sobreviver. A mesma, ainda consciente, olhou para o amigo e, com um sorriso fraco no rosto, e muito esforço, ergueu os braços na tentativa de abraçá-lo.
      Aquilo fora demais para o rapaz. Ele ajeitou-a em seu colo e, ouvindo-a chamar por ele, como se fosse seu ultimo suspiro. Gale não se conteve, naquele momento “mostrou” quem realmente era e, antes que tudo acabasse, Altrouge pôde ouvir o “Desculpe...” que o rapaz pronunciara, seguido de uma dor fina no pescoço. Logo depois, tudo ficou escuro.[/center]

[right] Seculo X
Ano X²[/right]

[left][img]http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/imagens/layout/icones/seta-peq.png[/img] Adaptação [/left]


[center]      Exatamente como você, caro leitor, deve estar imaginando agora! Gale é um vampiro puro sangue, e de linhagem nobre!
      Gale Brunestud, membro da família brunestud; nobres pouco conhecidos por humanos – mas com terríveis lendas espalhadas para os que os conhecem – e muito conhecidos entre os “não vivos”. Como puro sangue, os Brunestud têm muito orgulho do que são. Não abraçam ninguém, afinal, não querem manchar sua linhagem, com impuros.
      A história sobre Gale ser um vampiro de linhagem nobre, Altrouge aceitou perfeitamente bem. O que estava difícil de fazer ela entender, era que, agora, Altrouge é um deles. Um vampiro também.
      Altrouge ainda sentia os efeitos da transforçaão, embora se negasse.

[quote]Gale: Altrouge..desculpe esconder isso de você...

Altrouge: Não..Gale! Tudo bem. Eu entendo o seu...

Gale: Eu não podia vê-la morrer daquele jeito... Entenda, Altrouge…![/quote]

      Com o tempo, Altrouge acostumou-se com o fato. Ser um vampiro não era tão ruim afinal. Gale ensinou-a tudo o que precisava saber.
      Mais tarde, Altrouge veio a assumir o nome Brunestud, como esposa de Gale.
      Obviamente não é preciso mencionar o rebuliço que fora criado, assim que a noticia “pousou” nos ouvidos da família Brunestud, que descobriu todo o ocorrido. [/center]

[left][img]http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/imagens/layout/icones/seta-peq.png[/img] Rebelião [/left]


[center]      Como são orgulhosos por terem apenas puros na família, ao descobrirem que Altrouge fora o fruto da “fraqueza” de Gale, a família não aceitou a ocasião. Ódio que sentiam era tanto, que não estariam satisfeitos em expulsá-la; precisariam eliminá-la e recuperar a honra da família.
      Obvio que Gale não permitiria isso, e com o tempo, os membros mais novos da família – alguns, ao menos --, foram se rebelando e mostrando estarem ao lado de Gale. E assim, surgiu o conflito interno da família.
      Agora os Brunestud estavam divididos e manchados com vários membros impuros. Frutos dos “jovens” que, como Gale, resolviam dar uma 2ª chance aos humanos imundos, pessoas que eles consideravam especiais. Agora, com uma divisão familiar, os membros ficaram divididos em:

Brunestud – os Puro Sangue
Brunestud – Os Piedosos

      Com a família dividida, um lado ignorava o outro. Enquanto “Os Piedosos” agradeciam Altrouge por ela tê-los liberto daquela “prisão; os “Puro Sangue” queriam-na morta. E foi assim que Altrouge perdeu a última pessoa que lhe era importante; a única que lhe dava gosto de “viver”.
      Gale morreu para salvar Altrouge e, como ela havia prometido à ele, fugiu para longe, para poder continuar vivendo.
      De inicio, pensou em mudar seu nome, assim talvez não a encontrassem; no entanto... “Altrouge” era tudo o que tinha de seus pais e, “Brunestud” era tudo o que tinha de Gale. Por isso, resolveu não mudar seu nome.[/center]


[right] Seculo Y
Ano Y¹[/right]

[left][img]http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/imagens/layout/icones/seta-peq.png[/img] Memórias Brunestud [/left]

[center]      Anos se passaram, e com eles, muitos fatos viraram história. Como por exemplo, a guerra que teve entre os Brunestud. Atualmente, Altrouge era um dos “poucos” membros sobreviventes da família. Obviamente, o lado impuro ainda era o maior. Não se sabe ao certo quantos membros sobraram, mas estima-se de que eles continuem a crescer.
      Altrouge conhece alguns poucos, mas não tem contato com nenhum deles, não mais. De todos os que conhece, apenas 6 deles, ela tem certeza de estarem vivos.
      Com o passar do tempo, Altrouge acreditava que havia caído no esquecimento. Afinal, tanto tempo sem dar noticias e tantas confusões, poderiam dá-la como morta.
      Vagando, como sempre, Altrouge visitou muitos lugares, conheceu pessoas, culturas, participou de festas grandes e pequenas. A última delas, fora um grande baile em uma mansão, e lá, viu que haviam, pelo menos, 5 membros puros da família, 2 ela conhecia.
      Altrouge escapou por pouco de ser morta ali, mas só então ela entendeu... “Não importa quantos séculos se passem, Altrouge Impura será lembrada e caçada até a morte; assim como aqueles que se opuserem à nós, e todos os impuros! A dignidade da família será restaurada...”, foram as palavras de Arkueid, para Altrouge.[/center]

[left][img]http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/imagens/layout/icones/seta-peq.png[/img] Mudança de “Vida” [/left]

[center]      Altrouge sempre foi o tipo de pessoa boa, um exemplo de bondade. De fato, seu jeito inocente e esperançoso era o que chamava a atenção em Gale, era o que ele mais gostava nela. Por isso, a vampira fez o possível para manter este seu lado, “vivo”.
      Conforme o tempo passava, Altrouge ia descobrindo o lado “podre” da vida. Foram diversas perdas e muitos danos causados por estas. Mudanças; e verdades que antes estavam ocultas. Altrouge era uma criatura amaldiçoada, afinal. Amaldiçoada com a eternidade, e por mais que isso doesse, ela preferia manter-se “viva”. E assim, manter as lembranças boas, as únicas. O tempo em que esteve com seu pai, e o tempo que passara com Gale.
      No fim, após séculos de “vida”, a antiga Altrouge se extinguira...[/center]

[right] Seculo Z [Seculo Atual]
Ano Z[/right]

[left][img]http://www.centropaulasouza.sp.gov.br/imagens/layout/icones/seta-peq.png[/img] Altrouge, a Dama das Trevas [/left]


[center]      Até o momento, não existiu mais ninguém que fosse capaz de fazer Altrouge voltar a ser quem foi um dia. A mesma assumiu a postura exata, perfeita para um vampiro. Assim, ela mantinha todos afastados, e aproximava-se apenas quando ela bem quisesse.
      Altrouge perdera o seu foco. Agora, apenas vagava pela terra. Em sua mente, mantinha a lembrança de seu pai e de Gale e, junto de suas lembranças, os seus sentimentos. No entanto, por fora, mostrava apenas a besta que habitava o seu corpo e mente. Aquela fera faminta, cruel, impiedosa e temida; do qual os humanos tanto sentem pavor.[/center][/color]



[font=Blood Of Dracula][size=15][color=red]Atributos: [/color][/font][/size] [color=violet]3 [Bônus de raça] + 16 = [b][size=20]19[/size][/b] [/color]

[color=red] [b]Força Física:[/b] [/color] [color=violet] 2 + 1 [Bônus de raça] [/color]
[color=red] [b]Força Mágica:[/b] [/color] [color=violet] 4 [/color]
[color=red] [b]Velocidade de Ataque:[/b] [/color] [color=violet] 3 [/color]
[color=red] [b]Velocidade de Movimento:[/b] [/color] [color=violet] 3 [/color]
[color=red] [b]Precisão:[/b] [/color] [color=violet] 2 + 1 [Bônus de raça] [/color]
[color=red] [b]Vitalidade:[/b] [/color] [color=violet] 2 + 1 [Bônus de raça] [/color]


[color=red] [b]Habilidades:[/b] [/color] [color=violet] [b] Nome: [/b] Roubar Vida

[b] Descrição: [/b] Altrouge é capaz de sugar a vida de suas vítimas de forma eficiente e fatal. Sempre que encontrar uma preza de sangue quente, Altrouge pode focar seu olhar nela concentrando-se no sangue que corre dentro de seu corpo fazendo com que este, saia pelos poros da pele da vítima flutuando pelo ar em direção à boca da vampira na forma de esferas vermelhas.

[b] Efeito: [/b]  Para usar esta habilidade Altrouge precisa estar vendo seu alvo, então ela pode começar a drenar a vida de sua presa a distância. Altrouge é capaz de sugar 2% de HP para cada 1 ponto de Força Mágica que tiver menos a metade da Vitalidade do alvo. Cada 2% de HP drenados desta forma regeneram 2% da HP da própria vampira.
Por exemplo, se Altrouge tiver FM 5, e tentar drenar um alvo de Vitalidade 3, ela sugará 6% de HP, FM - (Vit/2) x 2 = X.
Esta habilidade só funciona em inimigos que estejam a uma distância equivalente à FM de Altrouge x 5 metros.
A vampira pode usar essa habilidade e realizar quaisquer outras ações normalmente, no entanto ela só pode drenar o sangue de criaturas de sangue quente e que estejam em seu campo de visão e do raio de alcance da habilidade, qualquer barreira física que não seja impermeável será ignorada porque o sangue roubado escoará, atravessará e/ou contornará todas elas.
Se Altrouge não puder ver sua vítima seja por meio de barreiras, distância ou escuridão, ela não poderá usar a habilidade.
A vampira pode usar essa habilidade simultâneamente em vários alvos, mas cada alvo exigirá seu próprio custo de ativação.

[b] Custos: [/b] A habilidade custa X% de MP e dura uma única rodada.

[b] Progressão: [/b]

[b] Nível 1: [/b] Pode drenar 2% de HP por ponto de FM.
[b] Nível 2: [/b] Pode drenar 4% de HP por ponto de FM.
[b] Nível 3: [/b] Pode drenar 6% de HP por ponto de FM.
[b] Nível 4: [/b] Pode drenar 8% de HP por ponto de FM.
[b] Nível 5: [/b] Pode drenar 10% de HP por ponto de FM.[/color]

[color=violet][b]Bônus[/b]
Abaixo, seguem os membros da família Brunestud, que Altrouge conhece e sabe que estão vivos.
[b][color=red]Os Puro Sangue[/b][/color]
[spoiler]Arkueid Brunestud >>[ [url=http://static.zerochan.net/full/15/11/205565.jpg]Foto[/url] ]<<
[center]É a irmã mais velha de Gale. Odeia a Altrouge e a culpa por ter “corrompido” o seu irmão. Quer ter o prazer de matá-la com suas próprias mãos e, todos da família sabem disso. Arkueid é a atual “líder” da família.[/center]

Roa Brunestud >>[ [url=http://static.zerochan.net/full/46/40/384546.jpg]Foto, o de cima[/url] ]<<
[center]Parceiro de Arkueid. Odeia Altrouge e a culpa pela divisão da “familia perfeita”[/center]

Crimsoon Brunestud >>[ [url=http://static.zerochan.net/full/46/40/384546.jpg]Foto, o de baixo[/url] ]<<
[center]O membro mais velho da família – ao menos, ainda vivo--. Dizem que foi um dos que deram origem aos Brunestud. Obviamentye, odeia Altrouge.[/center][/spoiler]

[b][color=red]Os Piedosos[/b][/color]
[spoiler]Ignis Brunestud >>[ [url=http://static.zerochan.net/600/05/16/193305.jpg]Foto[/url] ]<<
[center]Irmã mais nova de Gale, sempre o teve como exemplo. Apoiou-o até o dia de sua morte, quase morreu também. A única que, vez ou outra, procura por Altrouge, que foi o que “sobrou” de seu irmão.[/center]

Nero Brunestud >>[ [url=http://static.zerochan.net/600/01/46/394801.jpg]Foto[/URL] ]<<
[center]Amigo de Ignis. Dizem que ele tem uma “paixão sevreta” por ela. Outros dizem que eles estão juntos. Mas ninguém, além deles, sabe a resposta verdadeira. Altrouge proporcionou dias dolorosos à Ignis, e por este motivo, Nero não gosta muito dela.[/center]

Salazar Brunestud >>[ [url=http://static.zerochan.net/full/01/43/69651.jpg]Foto[/url] ]<<
[center]Impuro, foi abraçado por Ignis, por quem tem grande gratidão e apreço. Tem por volta dos 100 anos apenas. Alguns dizem que ele gosta de Altrouge, mas ninguém sabe ao certo.[/center][/spoiler]

[b]Bônus 2[/b]
[spoiler]Quem conhece o anime/mangá/jogo.. Não me mate D:
Sou tão viciada neles, que tive de usá-los @3@

Só isso ‘u’[/spoiler][/color]

Haar/Elianzer
Spoiler:
Código:
Nome: [b]Haar[/b] (Haar Von Eür Lanzer)
Idade: 30
Sexo: Masculino
Altura: 1,85
Raça: Humano
Nível: 1
L$: 0
Profissão: #
Salário: #
Aparência:
[justify]Alto, robusto, de porte altivo e olhar indiferente para os outros a sua volta. Haar sempre utiliza um tapa olho sobre o olho direito que perdera de forma oculta e ao qual jamais revela a causa.[/justify]
[center][img]http://img809.imageshack.us/img809/1582/haarficha1.jpg[/img][/center]
Personalidade:
[justify]Haar guarda um enorme rancor e angústia dentro de si, sentimentos aos quais ele não consegue abandonar ou matar, pois perdeu tudo para algo que não pode ser visto nem machucado. Haar ao mesmo tempo em que amaldiçoa o mundo a sua volta, amaldiçoa a si mesmo por não ser poderoso o suficiente para mudar as coisas.
Haar perdeu aquilo que lhe dava freios e humanidade, e fará qualquer tipo de tarefa de modo frio e calculista, de forma que os fins sempre justificam os meios.[/justify]
Terra Natal: Takaras
História:
[justify]Haar é o primogênito de uma longa linhagem de nobres de Takaras, com uma vasta quantidade de terra e vilarejos sobre o seu poder.
Haar foi criado dentro de um castelo e atrás de enormes muralhas de pedra que o protegiam do caos e escuridão de Takaras. Sua arrogância e prepotência aumentavam à medida que crescia e sua riqueza se expandia. No entanto, do lado de fora de sua muralha de pedra, os aldeões passavam fome e eram assolados por todo o tipo de abominação. Como representante dos aldeões a bela, impetuosa e jovem Jill fora enviada para negociar as necessidades de seu povo com Haar, que recentemente assumira o poder com a morte de seu pai. Haar então com vinte e cinco anos, conhecia aquela que viria a ser sua esposa um ano depois.
Jill conseguira colocar humanidade na alma de Haar, que dava para os aldeões enfim uma vida digna. Durante os três anos de felicidade do casal, o território de Haar foi um dos mais prósperos e seguros em uma terra amaldiçoada como Takaras, no entanto, tal felicidade não duraria mais que isso, pois uma estranha epidemia alastrou-se por todo o seu território. Noventa por cento da população perecera com a epidemia, denominada “mão do diabo”, incluindo Jill que no momento estava grávida.
A história se confunde a partir daqui, alguns dizem que Haar recebera a visita do próprio demônio, e que em troca da vida de sua esposa alguns sacrifícios deveriam ser feitos; O primeiro reza a lenda que foi entregar o seu próprio olho direito; O segundo seria queimar todo o seu território, bem como qualquer vida que ainda existisse nele; E o terceiro que Haar fosse para Hilydrus cumprir qualquer missão que lhe fosse atribuída, tornando-se um novo arauto das trevas em Lodoss.
Toda essa história não passa de um grande boato difundido e aumentado ao ponto de tornar-se uma lenda, no entanto, até onde isso deixa de ser uma lenda? Verdade seja dita Haar agora vaga como um mercenário por Hilydrus, conhecido por seu porte altivo, o machado gigante que empunha, seu tapa olho e o medo que impõe sobre aqueles que cruzam seu caminho.[/justify]
[right][img]http://img217.imageshack.us/img217/3518/haarficha2.jpg[/img][/right]
Atributos:
Força Física: 6
Força Mágica: 1 [b]+1[/b]
Velocidade de Ataque: 1
Velocidade de Movimento: 1
Precisão: 1 [b]+1[/b]
Vitalidade: 4 [b]+1[/b]

Habilidades:
[b][quote]Aura dos condenados - Em uma luta contra Haar, diversas pessoas juram ver a alma de dezenas de condenados lutando ao seu redor, borbulhando do próprio pântano infernal. Sendo realmente almas ou apenas o medo imposto pela pressão de seu espírito de combate...Haar consegue ativar uma aura que impõe medo aqueles que estão em uma área de cinco metros ao seu redor, incluindo uma penalidade de -2 na precisão de seus oponentes.
Para cada turno utilizando a habilidade Haar gasta 10% de seu HP, e usa-se 40% de MP para invocar a ilusão.[/quote][/b]

Hayate Kennel
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Hayate Kennel
[b]Idade:[/b] 23
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,82
[b]Raça:[/b] Lobisomem Impuro
[b]Nível:[/b] 1 [b]Exp:[/b] 0/1000
[b]L$:[/b] 225
[b]Profissão:[/b] -
[b]Salário:[/b] -
[b]Aparência:[/b] Hayate costuma usar roupas feitas de pêlos de lobo, especialmente feitas para ele por uma tribo a qual pertence. Trata-se de um sobretudo negro, calças de mesma cor e botas feitas do próprio couro do animal. Possui cabelos da cor vinho, caindo pelo rosto, e também um rabo-de-cavalo longo. Na lateral de sua cabeça fora fixada em seu cabelo uma pena de água, sutilmente misturando-se aos fios, simbolizando seu clã. Seu rosto também possui marcas deste clã, feitas com tintas da tribo. Seus olhos são dourados e geralmente carregam um olhar sério. Seu corpo, devido à necessidade de sobrevivência à qual fora submetido, é forte e ágil, além de resistente para longas corridas e lutas. Em sua forma lupina, transforma-se em um grande lobisomem de pelagem negra e corpo sutilmente humanóide, olhos vermelhos e cerca de dois metros de altura. Move-se tanto sobre as quatro patas quanto sobre duas.

[b]Personalidade:[/b] Apesar da aparência robusta e do olhar sério, Hayate é bastante curioso e ingênuo. Uma vez que vivera maior parte de sua vida afastado da sociedade, mal sabe relacionar-se com as pessoas, não possui malícia necessária e geralmente é enganado com facilidade. Também não sabe ler ou escrever, e desconhece o valor do dinheiro, logicamente por não saber contar e desconhecer seu uso exato. Tudo que sabe fazer bem é lutar e usar a natureza ao seu favor. Apesar destes aparentes "defeitos", Hayate ainda é um rapaz com senso de justiça, possui certa gentileza em suas ações e está sempre disposto a ajudar quando pode. Mesmo sentindo-se perdido no mundo civilizado, esforça-se ao máximo para ser reconhecido e aprender o que for necessário.

[b]Terra Natal:[/b] Fora de Lodoss

[b]História:[/b]

[justify]Hayate tinha uma vida equilibrada, morava em uma vila comum do interior onde passava o cotidiado brincando com seus amigos, indo à pequena escola que lá havia e ajudando seus pais a trabalhar no campo. Nada muito parado e nem muito empolgante, apenas uma vida simples a qual ele sempre dava um jeito de mudar. Eventualmente desafiava as outras crianças a estranhas competições, como ver quem conseguia fugir de um texugo enfurecido ou uma corrida de camundongos de horta. Nas brincadeiras normais se destacava, pois considerava-as fáceis, e por isso era admirado por alguns e odiado por outros. Todos da vila conheciam o tal garoto que sempre inventava moda e nunca penteava o cabelo.

Quando tinha 14 anos, certa vez, aventurava-se à noite querendo caçar uma coruja. Sabia que eram animais noturnos e muito belos, mas não queria matá-la: apenas mostrá-la aos garotos que sim, era possível pegar uma. Avistou então um bufo-real, uma grande coruja com penetrantes olhos laranja, o olhando com extrema atenção. Isso arrepiou levemente os pêlos na nuca de Hayate, mas era corajoso o suficiente para ignorar. Preparou seu estilingue reforçado com tiras de borracha, e então sentiu um forte bafejar sob sua cabeça. Ao virar-se, deparou-se com uma criatura horrenda.

Tudo acontecera rápido demais: o garoto tentando fugir, o bufo-real batendo as asas fortes ao levantar vôo e sair dali, garras cortando a carne, presas puxando e jogando o pequeno indefeso, o sangue escorrendo. O que parecia ter sido horas não durou mais que alguns instantes, pois a criatura que o atacou logo uivou alto e correu dali.

A dor deixava o garoto alucinado. Não entendia o que acontecera, nem porquê. Só entendia que sangrava e que precisava de ajuda. Arrastou-se em direção à vila, inexplicavelmente conseguindo apesar da perda de sangue constante e do estado alarmante e assustado. Porém, assim que chegou à vila, seu corpo começou a tremer. Apoiado nos cotovelos, começou a sentir seu sangue queimar nas suas veias, ao mesmo tempo que ouviu um grito de uma mulher que veio ajudá-lo. Ninguém mais poderia ajudá-lo.

As outras pessoas foram atraídas pelo grito e avistaram o garoto ensangüentado, a tempo de ver a terrível cena seguinte: Hayate se contorcendo, gemendo de dor enquanto seu corpo começava a crescer e mudar e suas roupas rasgavam. Todos se distanciaram, mas não a tempo. Logo um lobisomem de olhos vermelhos os encarava, louco de dor e confuso. As horas seguintes foram repletas de gritos, dor, sangue e mortes.

Hayate acordou com o primeiro raio de sol.

Não sentia mais dor, seu corpo apenas estava estranhamente pesado de cansaço. Levantou-se, reparando que estava nu e deitado na grama. Foi quando se deu conta do que havia à sua volta: corpos de todas as pessoas da vila, mutilados, ensanguentados, alguns irreconhecíveis. Fogo havia atingido uma das casas, e agora estava negra com alguma fumaça ainda saindo. Vidro quebrado, foices e martelos jogados ao chão ao lado dos corpos. A lembrança de tudo aquilo veio de uma vez na cabeça do garoto.

Havia matado, com suas próprias mãos, todos da vila.

Tremia, quase enlouquecia. Porque aquilo aconteceu? Porque justo com ele? Agora estava sozinho, não tinha ninguém, não havia mais lugar para onde voltar, e tudo por culpa dele. Seus pais... os corpos destes jaziam tão próximos, e Hayate só os reconheceu devido ao cheiro. Seu olfato estava atiçado, sua audição melhorada, inexplicavelmente o mundo à sua volta ficou mais nítido e estranho. Toda aquela cena de horror estava nítida e cravada em sua memória.

Desde então, vivera como um animal selvagem. Passava maior parte do tempo longe de qualquer vila, cidade e até mesmo raras casas em meio à floresta. Desconheciam sua existência, exceto alguns caçadores que descobriram sobre Hayate, que se tratava de um lobisomem, graças à uma segunda transformação involuntária. Agora sobrevivia, mais do que nunca. Também não era difícil notá-lo, era diferente de qualquer pessoa.

De fato, não era muito bem vestido. Mal cortava o cabelo, que uma vez prendera com uma tira de pano e não conseguiu mais tirar. Também não fazia diferença, continuava sendo um lobisomem sem-teto, vestindo-se com eventuais trapos que sempre se rasgavam quando se transformava. Certa vez começou a aventurar-se pelas cidades, surpreso com tanta coisa que desconhecia, e tanta coisa que esquecera. Mesmo assim não havia quem o ensinasse, muita coisa era dedução, mas tinha uma inocência enorme e naquele lugar era necessária malícia para aprender as coisas rapidamente, o que ele não tinha.

Percebera que, apesar de diferente das outras pessoas, tinha um talento nato para lutas: o que adquirira de tanto sobreviver lutando contra grandes animais e caçadores. Além disso seus reflexos eram aprimorados, tinha um corpo ágil e forte, e coragem corria em suas veias. Decidiu dedicar-se a isso, era bom ao menos nesta parte, e queria fazer a diferença. Apesar de seus esforços, era mais difícil do que aparentava, tanto pela sua raça quanto pela sua aparência e ingenuidade. Era isolado e rejeitado com facilidade, raras vezes recebendo cortesias de boas pessoas que encontrava. Quanto a isto, era eternamente grato. Quem o conhecia sabia que o rapaz nunca fazia mal a ninguém, e tinha um grande coração lupino. Mas nunca podia ficar no mesmo lugar por muito tempo, era este seu carma.

Alguns anos se passaram, sem que Hayate encontrasse qualquer lugar ao qual pudesse pertencer. No entanto tudo mudou quando reencontrou uma velha amiga de infância: Talya. Na realidade, ela quem o encontrou. Quando vivia na sua antiga vila, Hayate tinha poucos amigos e muitos o admiravam de longe. Talya era uma delas, e só conversaram poucas vezes graças a isso. A garota mirrada que só andava de vestido com babados hoje era uma belíssima mulher com um estranho ar macabro, porém provocante. Hayate lembrou-se desse cheiro, o qual já havia sentido tempos atrás: o insuportável odor de um vampiro. Nunca teve o porquê de odiá-los, não se sentia na razão disso, apenas o cheiro o incomodava. Mesmo assim sorriu ao reconhecer a velha amiga, mas esta não sorriu devolta, e Hayate se deu conta do porquê.

Em sua primeira transformação em lobisomem havia matado todos da vila, usando suas próprias garras e dentes, tinha quase certeza de que ninguém sobrevivera. Então porque Talya estava ali em pé à sua frente? O diálogo entre os dois não era algo fluente, constantemente o silêncio se assolava, pois Hayate não tinha o que dizer e Talya possuía toda a razão: O garoto-lobo havia matado a todos da vila enquanto a menina, num desespero dos pais, fora jogada em um porão velho e fedorento que esconderia seu cheiro. Ela ouvia gritos e berros, o nome do garoto sendo proferido como se fosse uma maldição. E horas depois, o silêncio.

"Você é um demônio, Hayate", dissera ela, os olhos em chamas. "Seu erro custou a vida de toda vila, e me tornou neste monstro que sou hoje". Dominada pelo enorme desejo de vingança, Talya havia buscado por fontes de poder fortes o suficiente para acabar com Hayate. Havia treinado seu corpo e alma, passado por insuportáveis torturas, tudo para pôr um fim na vida daquele que acabara com a sua própria. Se ele não tivesse se distanciado tanto da vila aquela noite, na procura de uma coruja estúpida, nada disso teria acontecido.

Hayate não respondia. Durante toda sua vida carregara o fardo desta verdade, tão pesado que deveria tê-lo matado, não fosse sua incrível vontade de viver e reparar o seu erro. Se ao menos fosse possível. Mesmo assim nunca desistia, esta palavra não existia em sua cabeça, mas jamais deixava de se culpar. Sentia a todo momento que pagava pelo que fez, e agora aquela mulher lhe faria pagar ainda mais.

Talya era tão forte quanto o lobo, e possuía em seu sangue uma ira incontrolável. Lutaram durante horas, ambos de mãos limpas, na qual a maior parte do tempo Hayate apenas defendia e se esquivava. Se em qualquer momento vacilasse, perderia a vida ali mesmo, e não queria isso. Ainda não havia compensado pelo seu grande erro, todos os dias lembrava dos gritos de desespero e o som da carne sendo cortada.

Foi pensando nisso que, próximo a um penhasco, teve seu primeiro vacilo.

Em uma fração de segundo, Talya o atingiu com suas garras num fortíssimo golpe debaixo pra cima, rasgando Hayate desde seu abdômem até por sobre o ombro. Foi um corte profundo, sangue escuro escorria rapidamente enquanto o rapaz dava passos para trás, inutilmente com a mão no peito tentando conter o sangue. Ofegava forte, sua visão começando a se turvar enquanto olhava a vampira que sorria pela primeira vez em anos. Mas era um sorriso frio, vazio, pois nenhum dos dois havia realmente ganhado naquela luta: ela ainda carregaria uma maldição, e Hayate perderia a vida.

"Me pergunto", Talya começou, "se nós monstros vamos para o mesmo céu". E deu o golpe final, uma forte investida contra o lobisomem, que o jogara penhasco abaixo.

Hayate caía, e sentia como se tudo passasse tão lentamente que via as gotas de sangue sendo deixadas para trás uma após a outra, enquanto mergulhava em queda livre. Por fim atingira a fria e cortante água do rio, que o golpeava como a centenas de touros, jogando-o por pedras e pedras enquanto era arrastado rio abaixo. Queria perder os sentidos, queria não ter de sentir o frio cortante e as pedras afiadas lhe machucarem, queria morrer enfim. Por um instante, naquele turbilhão de água e rochas, ouvira os gritos das pessoas que havia matado, aquelas com quem vivera toda sua infância.

Por fim, tudo escurecera.

Naquele momento Hayate ainda tinha dez anos de idade. Estava conversando com outros garotos, desafiando-os a caçar a maior lebre e dando a idéia de montar em porcos selvagens. De fato, nunca fora muito comum, sempre ansiava por desafiar a si mesmo, e gostava de tentar coisas novas. Enquanto ria, sua mãe o chamava para cortar o cabelo. "Você poderia pelo menos passar uma escova nessa coisa de vez em quando!" Dizia ela com uma tesoura, aparando aquele cabelo curto e liso que o garoto insistia em deixar desarrumado. "Ah, mãe!" dizia ele rindo, um dente de leite faltando pelo tombo que levara quando caíra de um porco selvagem, "Ser igual aos outros não tem graça!".

Acordou.

Os olhos ainda ardiam. Levou um tempo para abri-los, e aos poucos foi olhando em volta. Achava que estaria na beira do rio, encharcado e em meio à lama, terminando de morrer. No entanto sentia um calor reconfortante, estava seco, e não mais sentia o forte cheiro de seu próprio sangue. Quando se deu conta, estava deitado no chão de madeira de uma tenda, feita com ossos e pele de animais, uma estrutura forte e que passava a Hayate a estranha sensação de proteção. Um cobertor o mantinha aquecido. Sentou-se, só então percebendo que estava nu, e todas as suas feridas estavam tratadas. Passou a mão pelo grande corte no peito, que fora costurado habilmente, e que agora era apenas uma marca. Quanto tempo havia ficado desacordado?

"Finalmente acordou, meu rapaz" uma voz soou forte e ao mesmo tempo tranquila, do outro lado da tenda. Hayate fitou um homem com no mínimo o dobro de sua idade, vestindo pesadas roupas e mantos, o rosto e braços pintados com estranhas figuras e um olhar bastante sereno. "A três luas que você não acorda. Mas eu tinha certeza de que você voltaria". Hayate não entendia muito do que o homem falava, não fez muito sentido no início. Apenas tinha a estranha sensação de tranquilidade, o que não sentia em muito tempo.

Lhe foi oferecido roupas típicas: calças feitas com pêlo e couro de rena e uma camisa cuidadosamente tecida com um tipo de planta que Hayate desconhecia. As botas eram de couro e pêlos de lebre, bastante confortáveis, e aqueciam bem. Seu cabelo fora cortado, estava curto mas tão desarrumado quanto costumava ser quando criança. Apenas um curto rabo-de-cavalo fora deixado, que cresceria com o tempo.

Hayate foi então apresentado àquelas curiosas pessoas, que nomeavam sua "vila" como Clã da Águia. Para ele era estranho: ninguém vivia em casas, apenas em tendas feitas com peles, ossos e chifres de animais. Além disso estavam densamente dentro de uma floresta, distante apenas cem ou duzendos passos do rio. Não haviam carroças, vendas, nem nenhuma parnafenalha que havia conhecido no tempo que vivera nas cidades. Aquilo tudo era tão natural que dava a impressão de fazer parte da natureza. Hayate aos poucos entendia o porquê de sentir-se em casa.

Com o passar do tempo, foi ensinado a Hayate tudo sobre as crenças da tribo: O Espírito Mundo, o qual rege todos os seres vivos, que faz tudo funcionar e que nos protege contra os demônios. Os outros clãs, cada um com um animal guardião, espalhados pelo mundo. O uso completo de toda a caça abatida, desde os dentes do animal até o último pêlo, para que desta forma nada seja desperdiçado. Também aprendeu que todo ser vivo possui três almas, as quais nos completam e a falta de uma delas nos torna perversos e destruidores. Isso e muitos outros aprendizados. Hayate jamais ficara tão feliz em aprender, sentia-se como se todo esse tempo vagasse para chegar até ali e aprender tudo aquilo. Talvez fosse ali, de fato, o lugar aonde pertencia.

Aprendeu a contar o tempo no modo deles, e consequentemente aprendeu sobre fases da lua, estações do ano, a atitude dos animais que migram ou hibernam, entre outros. Uma lua equivalia a um mês, desde a lua nova até passar pela lua cheia e voltar, outra vez, à negra lua nova. Um verão equivalia a um ano, e todos referiam-se à sua idade desta forma, pois não possuíam calendário e tudo era sentido diretamente com a natureza. A sede de aprender de Hayate ficara satisfeita ao mesmo tempo que sempre queria aprender mais. Todos da tribo eram amistosos, seus olhos penetrantes e bastante atentos, como os de seu animal de clã. Muitas luas se passaram, Hayate foi aos poucos se tornando um deles, aprendendo tudo que podia, até que certo dia aceitaram-no como membro do clã.

Ser aceito, ser reconhecido, ser alguém. O que Hayate mais desejava aconteceu, quando houve o ritual necessário onde toda a tribo se reunia para presenciar o nascimento de mais um membro do Clã da Águia. O rapaz recebeu as tatuagens de clã que o definiam como um Águia: uma asa em cada bochecha, e garras sob o queixo. Junto disso, uma pena de águia na cor vinho com detalhes brancos foi cuidadosamente fixada no seu cabelo, entre os fios agora longos pouco acima da lateral direita da cabeça. Agora era do Clã da Águia, e não apenas conhecido pelo seu nome, mas também pelo título Irmão Lobo. Tal nome foi lhe dado pelo seu melhor amigo da aldeia, Torak, um rapaz com a mesma idade que a sua, e que conhecia a fala dos lobos e sentia sem alarme que Hayate era um lobisomem. De fato, ninguém da tribo se importava com esta característica dele, pois fazia parte de seu ser. Era seu lugar perfeito.

"Sabe, Hayate", uma vez Torak lhe dissera, "um espírito livre não aguenta ficar muito tempo num mesmo lugar." Ele então lhe deu um olhar firme, com um sorriso. "Tenho certeza de que este é o seu caso." De fato, desde criança Hayate nunca ficava muito bem no mesmo lugar. Por este motivo sempre tentava fazer algo novo, se desafiar, ir mais além do que fazia, escapando de uma rotina que certamente seria mortal para ele. Apesar de sentir que a tribo era seu lugar, já havia aprendido tudo que podia após quase três verões vivendo ali, e precisava continuar em frente.

"Voltarei para vê-los todo verão, irmão" Hayate lhe respondeu, o punho fechado sobre o peito em sinal de amizade. "Mesmo que mudem o acampamento de lugar como fazemos a cada seis luas, seguirei o cheiro de vocês." E ambos bateram o punho um contra o outro, cumprimento este que Hayate trouxera da cidade, e que usava apenas com seu amigo.

Assim como Torak, toda a tribo tinha ciência do espírito livre e errante de Hayate. Todos lhe deram recomendações extras sobre como agir em certas áreas como gelo e neve, ou modos mais fáceis de encontrar os acampamentos novos. Além disso as mulheres da aldeia teceram para ele roupas ao estilo da cidade, que se encaixaram perfeitamente no rapaz: Um sobretudo negro, da mesma cor das calças meio largas e botas escuras. Tudo fora feito com couro e pêlo de lobos, trazidos pelo Clã do Lobo, certamente de animais que já haviam morrido, uma vez que era lei dos clãs jamais matar um caçador. Além disso, uma magia fora fixada às vestes: se Hayate se transformasse em lobo, estas sumiriam anexando-se à sua pele, não se rasgando, e voltariam uma vez que ele estivesse novamente em sua forma humana. Este fora o melhor presente que recebera em muito anos.

Despediu-se da tribo, agradecendo-os intensamente de todas as formas possíveis. Nunca havia sido tão bem inserido em uma sociedade, nem tão bem instruído. Sentia-se muito mais confiante de si mesmo, pois possuía conhecimento sobre muita coisa, e agora tinha um lugar para o qual voltar. Por fim partira, em busca de novas idéias, aventuras e fortalecimento mental e físico.[/justify]


Atributos:
[b]Força Física:[/b] 3 +1**
[b]Força Mágica:[/b] 1 +1*
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 3
[b]Precisão:[/b] 1 +1
[b]Vitalidade:[/b] 3 +1

* Considerar apenas em forma humana
** Considerar apenas em forma lupina

[b]Habilidades:[/b]

Licantropia lvl 1- Transforma-se em um lobisomem negro expontaneamente, ou quando extremamente irritado e até mesmo em situações críticas. Fica maior e consequentemente sua força e resistência aumentam. Não possui muito raciocínio, mas o suficiente para diferenciar amigos de inimigos, sem capacidade de fala, como qualquer animal. Em lua cheia, se transformar-se ataca qualquer um. FF+1 Vit+1
Se transformar-se expontaneamente, 50% PM. Por estar nervoso ou em situação crítica, 80%PM. Em lua cheia, 100%PM e não possui raciocínio lógico. A transformação se mantém, nos dois primeiros casos, até o HP de Hayate chegar a 20%. No último caso, apenas quando seu HP chegar a -20%. Ou seja, ele continua lutando mesmo com o HP zerado.

Lily Ushoa
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Lily Uchoa
[b]Idade:[/b] 8
[b]Sexo:[/b] Feminino
[b]Altura:[/b] 89cm
[b]Raça:[/b] Elfo
[b]Nível:2[/b][b]Exp:[/b] 200/1000
[b]L$:[/b]
[b]Profissão:[/b]
[b]Salário:[/b]
[b]Aparência:[/b] Mirrada, de olhos bem verdes e cabelos ruivos. Usa normalmente um vestido branco de mangas muito maiores do que seus braços, e que possuem detalhes em vermelho. Usa botas também brancas. Seu cabelo é médio, com uma faiza branca de seda.
[b]Personalidade:[/b] Lily é uma criança muito tímida e quieta, mas que carrega uma curiosidade infantil tremenda. Apesar de sua pouca idade, algumas vezes ela surpreende a todos com um compreendimento da atmosfera ao redor dela muito maior do que de uma criança. Carrega um olhar as vezes triste e vazio.
[b]Terra Natal:[/b] Calm
[b]História:[/b]
  Lily nascera na primeira quinzena do inverno, quando ainda a crueldade do frio era camuflada pela gostosa sensação de pureza e leveza dos primeiros flocos de neve.

 Foi logo antes do fim da guerra em Lodoss, onde tudo era incerteza. Logo que nascera, seus pais decidiram sair dali, ir para um lugar longe, onde a guerra não seria tão cruel. Calm.

 Entretanto, o grupo em que eles estavam cairam numa emboscada. Seu pai era um soldado, e portanto se prontificou a lutar, em prol da fuga do grupo. O grupo escapou, mas ele jamais conseguiu.

 Sua mãe por outro lado saiu ilesa, com Lily recém nascida nos braços. SUas lágrimas se misturavam com a da filha, a qual não se sabia se naquele instante, chorava de fome, ou pela perda.

 Em Calm, sua mãe abrigou-se na casa de seu avô, outrora grande mago e herói. Hoje era apenas um estranho senhor que vivia isolado perto das montanhas. Mas sua perda fez com que a mulher perdesse sua fé, sua vontade de viver. Apesar da filha, seu coração afundava em solidão e desespero. Ficava fraca a cada dia, e após alguns meses, morreu. De desnutriçâo, e solidão.

 Assim, por oito anos Lily viveu apenas com seu avô. Este carregava a cicatriz de ver sua própria filha falecer embaixo de seu teto, e por mais que tentasse esconder, Lily sentia a tristeza que o mesmo carregava. Não era a toa que a menina se tornara como ele, quieta, e com um olhar as vezes vazio, perdido em pensamentos que nem dela eram. Em contrapartida, sua face se alegrava, quando seu avô se dispunha a lhe mostrar sua magia. Era fascinante para a pequena, e ela mostrava um dom mágico que se fosse bem polido, se igualaria ao dele.

  E foi numa manhã de inverno, na mesma época em que sua vida começara, que ela também mudaria. A alguns tempos seu avô podia sentir. As dores no corpo, a falta de disposição... Ele temia pelo pior. Pior dele, e pela garota. Não queria que a menina soubesse de mais um ente que faleceria, se não naquele dia, muito em breve.  Começou a ensinar a garota uma magia valiosa, o poder da cura. Um poder de sobrevivência, num mundo em que a força era tudo. Ensinou-lhe como usar seu cajado, assim como dera algumas aulas de cartografia, com ênfase em leitura de mapas.

 E naquele dia, quando Lily voltava da escola, encontrou vizinhos em sua porta. Todos susurravam, surpresos e desolados, alguns chorando. Alguém lhe contou então, que seu avô havia ido para o céu. Ela não entendia, mas a tristeza que reinava fazia seu coração apertar, e lágrimas saltaram de seus olhos.

 Naquela noite, Lily foi para a casa de uma vizinha, que cuidaria previamente dela. Tentava dormir, mas sua tristeza e saudades não a deixavam. No meio da noite, levantou-se, descendo as escadas, como se procurasse por seu avô.

 Encontrou sua vizinha e alguns outros adultos conversando. Discutiam preocupados, sobre quem ficaria com Lily. Reclamavam do peso financeiro, de sua estranha postura, de tudo.

 Lily não queria aquilo. Ela queria seu avô. Com um truque magico que tinha aprendido, destrancou a porta, e voltou. Voltou para sua casa.

 Lá dentro era tudo vazio, escuro, quieto. Ali ela sentia mais vontade de chorar. Correu para o quarto do avô, como se esperasse por ele ali, dormindo tranquilo. Mas o quarto estava vazio, iluminado pela lua cheia. Ali, ela chorou. Porque ela finalmente compreendia o que se passava. Chorou só naquela noite  clara e fria, até cair no sono.

 Acordou com o amanhecer, seus olhos sensíveis a luz. Procurando pelo escuro, foi se abrigar debaixo da cama, como sempre fazia quando queria escapar de acordar cedo. Lá, ela esbarrou com um grande embrulho. Ela não se lembrava dele ali. Puxou para fora, e abriu. Lá dentro, um mapa, duas cartas, e o velho cajado de seu avô.

 Uma das cartas estava endereçada a ela. Com um pouco de dificuldade, conseguiu ler tudo. Seus olhos lacrimejaram, mas ela fez um aceno solitário.

 Pouco depois Lily foi reportada como desaparecida. A marca de seus pés pequenos apagados da neve, tão logo partiu.
 

Atributos:
[b]Força Física:[/b]1
[b]Força Mágica:[/b]4 [+2]
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b]4
[b]Precisão:[/b] 3
[b]Vitalidade:[/b]1 [+1]

[b]Habilidades:[/b]
 White Flow
 [spoiler][color=gray]A única magia que Lily consegue fazer sem ajuda de um livro. Lily é capaz de curar qualquer ser vivo que esteja ha uma distância de X metros x FM dela. Quando usa sua habilidade Lily pode escolher 3 dos seguintes efeitos.

*Neutralizar venenos ou doenças - NÃO restaura HP. Só evita que o veneno e a doença continue fazendo efeito. Custo 20 a 80% PM dependendo da força do veneno e do quanto ele está espalhado pelo corpo, assim como depende da natureza da doença. Não funciona em todos os venenos e doenças.

*Curar HP. Custo: 10% PM para cada 10% de HP Curado

*Regenerar membros - regenera um membro perdido como um braço ou perna, e restaura HP. Custo: 100% PM e 20% de HP, resulta em fadiga e enorme cansaço. Para regenerar o membro amputado é necessário ainda ter o mesmo por perto para religá-lo ao corpo.

Cada um desses efeitos tem um custo diferenciado. Lily é capaz de usar esta habilidade simultâneamente em todos que estiverem próximos a ela, porém cada cura terá seu custo cobrado individualmente[/color][/spoiler]

Espírito Elemental
[spoiler][color=gray]Depois dos treinos obtidos na academia, Lily é capaz de invocar um animal elemental. Para isso, gasta 40% de MP para invocar e 10% para manter. Se não estiver em combate, pode invocar o animal sem custo para sua diversão, ou ajuda em pequenas tarefas.[/color][/spoiler]


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:11 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 1:01 am

Admiral Skulley/Captain Skull
Spoiler:
Código:
Nome: Admiral Skulley
Idade: 18
Sexo: Masculino
Altura: 1,90
Raça: Humano (puro)
Nível: 1
Exp: 0/1000
L$: 0
Profissão: nula
Salário: nada
Aparência: olhos vermelhos, cabelos castanhos
Personalidade: Calado, pensa muito antes de agir, misterioso, nao tem muitos amigos, mas os que tem os valoriza e muito cuidadoso quanto se trata de lutas
Terra Natal: Não se sabe ao certo.
História: Sempre viveu no mundo onde se criou, a vida lhe ensinou tudo que sabe. Rotciv, um companheiro de aventuras, foi seu melhor amigo, junto com Vicent, viajavam sempre juntos, porem quando foram para um porto abandonado, sua vida muda, quando fora raptado por um navio de piratas fantasmas, onde aprende a lutar e ganha habilidades próprias, que são ensinados pelo capitão deste navio, que se interessava por um herdeiro ao navio, porem Admiral Skulley recusa, e o capitão com sangue nos olhos, joga o jovem pirata em alto mar, abandonado a própria sorte, luta pela vida, chegando já desacordado a Lodoss.

Atributos:
Força Física: 4
Força Mágica: 2  (+1)
Velocidade de Ataque: 2
Velocidade de Movimento: 2
Precisão: 2 (+1)
Vitalidade: 2  (+1)

Habilidades:

Maldição Pirata:

Esta habilidade permite que Admiral Skulley se transforme em um esqueleto e sua espada fica envolta em chamas azul claro (estas chamas são a aura dele).Como consequências desta transformação, o usuário não sofre danos por corte ou perfuração, somente causados por ataques físicos de impacto e magico, e também não sente nenhum tipo de dor (já que não tem nervos) e as chamas de sua espada dissipam 20% de mana de todo dano que é efetuado,ou seja, se Admiral realizar um dano de 10%, 2% de mana serão drenados do inimigo. Admiral Skulley na forma normal segura a espada com apenas uma das mãos, já nesta transformação segura-a com as duas fazendo com que seja mais atribuídos 2 pontos de força física apesar de perder 1 em velocidade de movimento e 1 em velocidade de ataque. Nesta forma ele não sofrerá quaisquer efeitos que envolvam cansaço. Essa habilidade possui um gasto de 80% de MP para ser realizada e demora 1 turno completo para ser finalizada. A transformação perdura até que o usuário decida trocar ou fique inconsciente. A transformação de volta também demora 1 turno.

*Atualização(habilidade)

Kalahan Darkstorm
Spoiler:
Código:
[color=orange][color=#b35f5f][b]Nome:[/b][/color] Kalahan Darkstorm
[color=#b35f5f][b]Idade:[/b][/color] aparentemente 19 anos
[color=#b35f5f][b]Sexo:[/b][/color] Masculino
[color=#b35f5f][b]Altura:[/b][/color] 1,88 metros
[color=#b35f5f][b]Raça:[/b][/color] Humano
[color=#b35f5f][b]Nível:[/b][/color] 2 [color=#b35f5f][b]Exp:[/b][/color] 600/1000
[color=#b35f5f][b]L$:[/b][/color] 0
[color=#b35f5f][b]Profissão:[/b][/color]
[color=#b35f5f][b]Salário:[/b][/color]

[color=#b35f5f][b]Aparência:[/b][/color] Kalahan é um jovem alto de porte mediano, cabelos vermelho escuro lisos lhe caindo até a altura dos olhos, estes também vermelhos. Ostenta uma expressão séria e pensativa, muitas vezes parece estar perdido em pensamentos.  Costuma usar vestes leves e nem muito justas nem muito largas. Roupas simples, como camisetas, calças, nada que chamasse muita atenção. Ocasionalmente veste um manto ou capa.

[color=#b35f5f][b]Personalidade:[/b][/color] Determinado, ele não mede esforços para alcançar seus objetivos. Costuma ser prático, direto e não costuma falar muito com os outros, exceto quando necessário. No dia a dia trata todos com educação, mas sabe agir com crueldade se necessário. Não age impulsivamente, sempre calcula suas ações antes de tomar qualquer atitude e é indiferente quanto aos problemas alheios. Porém, sabe muito bem disfarçar sua personalidade, agindo completamente diferente quando quer.

[color=#b35f5f][b]Terra Natal:[/b][/color] Desconhecida. A primeira que se lembra é a Península de Ruff.

[color=#b35f5f][b]História:[/b][/color] Uma sensação estranha atingia o corpo do jovem, algo gelado, molhado percorria parte de seu corpo em alguns intervalos de tempo. Uma luz fraca forçava Kalahan a abrir os olhos lentamente. Devagar, se ergue, sentando. Estava em uma praia na Península de Ruff, caído na areia sendo atingido ocasionalmente pela maré. Olhando para o horizonte, via o sol nascendo e refletindo na superfície cristalina da água, pedaços de um barco de madeira boiavam pela água, aparentemente um acidente havia acontecido ali.
Do nada uma dor intensa aparece na cabeça de Kalahan. Ele põe a mão no local e sente algo viscoso, e quando olha para sua mão, vê um líquido vermelho escuro, sangue. Se levantando e indo para um pouco mais adentro da água, o jovem abaixa a cabeça na água, limpando o ferimento, soltando um alto grito, pois o ferimento ardeu muito em contato com água salgada. Após limpar o ferimento, que aparentemente estava estancado, ele encarou seu reflexo, que não reconhecia. Seus cabelos lisos e emaranhados, vermelhos como seu sangue, seus olhos vermelhos também, vivos. Não tinha a menor noção de quem era, o que fazia ali, de onde viera, o que aconteceu. Apenas tinha um nome em mente, “Kalahan Darkstorm”, que lhe era muito familiar, como se fosse o seu próprio.
Junto dos destroços do barco, encontrou uma espada. Estava sozinho, precisaria de algo para caçar, se defender. Começou então a caminhar, sem saber exatamente para onde, passou dias dormindo nas matas, se alimentando de pequenos animais silvestres, até que chegou a uma cidade, Hilydrus. Por incrível que pareça, conseguiu atravessar essa extensa área por tanto tempo e não sofreu sequer um ataque de alguma criatura muito poderosa, porém os últimos dias de viagem foram os mais difíceis, cansativos, sem ter o que comer e debaixo do sol. Quando chegou à cidade, estava exausto, com fome, passando mal, mal acabara de cruzar os portões e caiu de cara no chão, desmaiando.  Assim que acordou, viu-se em uma cama em um quarto simples, sua cabeça estava enfaixada e tinha um prato de sopa em uma mesa ao lado da cama. Estava em uma hospedaria, os donos o haviam encontrado e levaram-no para cuidar dele, não quiseram cobrar nada pelo que já haviam feito, mas ofereceram um quarto e comida se ajudasse trabalhando naquele local, e o jovem aceitou.
Fazia de tudo, desde limpeza até a parte “administrativa” da hospedaria. Vinham pessoas dos mais diversos lugares de Lodoss, das mais diferentes raças e profissões, e grande parte do entretenimento de Kalahan era conversar com os hóspedes. Se interessou em particular pelos magos, alguns lhe fizeram exibição de seus poderes, atiçando o interesse do rapaz, que decidiu trilhar esse caminho. Agradeceu a estadia e saiu da pousada, iniciando assim sua nova aventura.

[color=#b35f5f][b]Atributos:[/b][/color]
[color=#b35f5f][b]Força Física:[/b][/color] 1
[color=#b35f5f][b]Força Mágica:[/b][/color] 6 +1
[color=#b35f5f][b]Velocidade de Ataque:[/b][/color]  3
[color=#b35f5f][b]Velocidade de Movimento:[/b][/color]  2
[color=#b35f5f][b]Precisão:[/b][/color]  1 +1
[color=#b35f5f][b]Vitalidade:[/b][/color]  3 +1

[color=#b35f5f][b]Habilidades:[/b][/color]
[color=#b35f5f]- Olhos Arcanos:[/color] Sem saber exatamente o porquê, Kalahan possui uma familiaridade nata com a Magia, com sua essência, e isso se reflete em seus olhos que são vermelhos, diferente do resto da raça humana. Quando diante de alguma magia (tanto sua quanto de outros) seus olhos brilham intensamente e ele consegue ver como ela é criada e utilizada, podendo até mesmo interferir em sua execução.
OBS: Essa habilidade não faz com que Kalahan possa aprender magias apenas olhando.
[color=#b35f5f][b]Nível 1 – Gastando 30% de MP – Desvia o curso de uma magia, alterando sua trajetória sutilmente.
Nível 2 – Gastando 45% de MP – Para completamente o avanço de uma magia.
Nível 3 – Gastando 40% de MP – Cancela a criação da magia.[/b] (habilitados)[/color]
Nível 4 – Gastando 40% de MP – Usa a magia como se ele a tivesse conjurado.

[color=#b35f5f][b]Magias:[/b][/color]
[color=#b35f5f]- Espírito Elemental:[/color] Com um treinamento intensivo, Kalahan conseguiu liberar de seu corpo o seu próprio espírito elemental. Tomando a forma de uma pantera de fogo, o espírito pode se manter tanto nesta forma quanto voltar para dentro do corpo de seu mestre. Não existe custo para invocá-lo ou para mantê-lo fora do corpo. Mas nas lutas gasta-se 10% MP por turno para manter o espírito em modo de luta. Os atributos do espírito são os mesmos de seu mestre, e podem conseguir habilidades conforme o mestre passa de nível.

[b]Lvl 1 -[/b] Usando o oxigênio a sua volta, Ifritah consegue expandir seu fogo pela área controlando seu percurso. Usando mais força para essa habilidade, ela pode queimar muito mais oxigênio por vez, aumentando muito em pouco tempo o tamanho e o poder do fogo. Com essa habilidade, pode aumentar seu tamanho e/ou controlar parte de seu fogo para seguir uma trajetória, aumentando a distância que pode atingir.
Custo: 15% PM por turno (+10% do custo normal). Ifritah dobra de tamanho e ganha FF+3, VM-2.
ou
10% de PM para cada 30 metros que o fogo pode alcançar (+10% do custo normal).[/color]

Lord Malleus/Vcromeiro
Spoiler:
Código:
Nome: Lord Malleus

Idade: 27

Sexo: Masculino

Altura: 1,88cm

Raça: Licantropo

Nível: 1

L$: 0

Profissão:

Salário:

Aparência: Uma pessoa alta, com musculos trabalhados e bem definidos. Algumas sicatrizes aqui e ali, cabelos negros, com uma pele morena, olhos verdes.
Um humano aparentemente normal, um rosto sério. Ombros largos, tornando assim suas costas grandes.
Cabelo arrepiado para cima, como se fossem chamas.

Personalidade: Uma pessoa muito calma, sua mudança de humor é quase que uma coisa impossível de ser provocada. Também é muito justo, o que o torna uma pessoa de grande confiança. Seu maior desejo é de descobrir as respostas para suas perguntas, o que havia acontecidos com Travis? Quem era seu pai? Encontraria novamente aquele cruel lobo e teria sua vingança?

Terra Natal: Hilydrus

História:
[size=18]L[/size]arah sempre fora uma mulher simples e respeitável. Sua família sempre havia sido nobre e como vivia com seus pais, havia fartura em dinheiro e ouro, afinal, seu pai era Lord Artymus. A filha, nunca dera dores de cabeça, sempre estudiosa e sensata, até aquele dia.
Fora a missa acompanhada de um dos filhos dos empregados de Lord Artymus, afinal não saia de casa sem proteção.

[size=18]H[/size]oras e horas passaram-se e nada de seu retorno. Quando finalmente chegou, suas vestes estavam rasgadas e seus olhos tristes e sombrios. Fora violentada, abusada. O filho do empregado havia desaparecido, seu pai fora castigado e severamente condenado.
Alguns meses passaram-se, e após certas dores, Larah descobrira, estava grávida. Sua vontade era de abortar o filho, mas seu lado humano lhe dizia severamente que a criança não tinha culpa. Assim, nove meses se foram e a criança nasceu, forte de saúde. Porém, Larah não resistira ao parto, fora um tremendo esforço para a pobre mulher, e assim, morrera.

[size=18]S[/size]eu avô o criou da melhor forma que lhe foi possível, tornando-o sábio, decidido e capaz. Fora nomeado de Malleus, nome que sua mãe sempre adimirou. Quando criança, Malleus possuía um único amigo, Travis. Eram realmente bons amigos, viveram anos juntos, consideravam-se irmão. Dispunham de várias histórias e aventuras nos campos para se recordar.

[size=18]C[/size]erto dia, já adolescentes, os amigos resolveram aventurar-se em meio a floresta durante a noite. Haviam rumores de que um lobo rondavam os campos e assustava os animais das redondezas. Decididos e encorajados, arranjaram duas velhas espadas, fizeram uma lança de madeira para cada e, secretamente, se aventuraram. A caminhada no escuro era árdua e não arriscavam a ascender uma tocha, afinal poderiam espantar o animal. Caminharam horas e horas, já não sabendo mais por onde iam, até que chegaram a um pequeno riacho. Pararam e refrescaram-se com água corrente. Assim que Travis acabou de beber água e levantou os olhos, percebeu duas pequenas bolhas flamejantes queimando do outro lado do riacho. As bolas tornaram-se olhos enfurecidos de ódio. A criatura saltou o riacho, derrubando Travis de costas no chão, segurando seus braços. Malleus virou-se rapidamente e o tempo pareceu estender-se, não conseguia se mexer, apenas assistiu a criatura se endireitar e com suas temíveis garras rasgar o peito de seu amigo. A cena queimou seus olhos, voltando a si, puxou a lança que estava a seu lado e estocou a criatura. Acertara por entre suas costelas e a criatura gritou de dor. Malleus saltou e pôs-se a correr. Correu e correu, sem conseguir olhas para trás, o mais rápido quanto possível. Mas não era suficiente, a criatura sem esforços o alcançou e em um salto o derrubou. Malleus ergueu seu ante-braço para cobrir o rosto e a criatura o mordeu. Com a mão esquerda livre, Malleus puxou a pequena espada e novamente atacou as costelas da criatura. Esta afrouxou sua mordida e saltou para o lado. Malleus rolou, levantou-se de um salto e correu, desta vez com os olhos cravados no enorme lobo, que não fazia qualquer movimento. Apenas começou a uivar, um uivo de triunfo.

[size=18]M[/size]alleus foi imediatamente socorrido e curativos feitos. O corpo de Travis não fora encontrado e a dor cravou-se em Malleus. Passaram-se algumas semanas e ele passou a ter terríveis pesadelos, pesadelos que pareciam ser vistos por outros olhos, como se estivesse em outro corpo. Tornaram-se sua tormenta.

[size=18]V[/size]iveu com seu avô durante anos e anos, já era adulto quando seu avô pegara uma grave pneumonia. Não possuía idade suficiente para superar a doença, em seus últimos esforços passou seu título a seu neto, tornando-o um Lord, e assim faleceu.

[size=18]M[/size]alleus viveu ainda alguns anos naquela enorme casa, porém, cheio de lembranças e pensamentos ruins, partiu em viajem. A casa, deixou a cuidado dos servos que ali trabalhavam. Eram grandes amigos de Malleus e o tinham como irmão, assim prometeram cuidar de tudo para ele.

[size=18]T[/size]ornou-se um andarilho, vagando por estas desoladas terras, cheio de dúvidas e ódios, tormentas e lembranças. Agora é movido pela dúvidas e sua incrível piedade.

Atributos:
Força Física: 3+2
Força Mágica: 1
Velocidade de Ataque: 3
Velocidade de Movimento: 3
Precisão: 2
Vitalidade: 2+2

Habilidades:

- Blade of Fire: Utilizando seu poder Malleus cria uma espécie de chama na lâmina de sua arma, utilizando-a assim para aumentar a potência e velocidade da arma.
Efeito:Cria uma chama magica na lâmina da arma que estiver empunhando, que aumenta sua força e velocidade da arma. Ela não queima mas corta melhor e com mais facilidade.
Custo: 50% do MP por turno

Hope Estheim
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] [i]Hope Estheim[/i]
[b]Idade:[/b] [i]14[/i]
[b]Sexo:[/b] [i]Masculino[/i]
[b]Altura:[/b] [i]1,68[/i]
[b]Raça:[/b] [i]Elfo[/i]
[b]Nível:[/b] [i]0[/i] [b]Exp:[/b] [i]300/1000[/i]
[b]L$:[/b] [i]0[/i]
[b]Profissão:[/b] [i]Nula[/i]
[b]Salário:[/b] [i]Nulo[/i]
[b]Aparência:[/b]
[spoiler][img]http://illiweb.com/fa/pbucket.gif?t=1254321265[/img][/spoiler]
[b]Personalidade:[/b]
  [i]Não é uma pessoa facil de lidar, a menos, que você o conheça a um bom tempo, fica nervoso muito facilmente sempre foi muito mimado e quando dá uma ordem não suporta que a desobedeçam, mas ele não é uma pessoa ruim por completo quando conheçe alguem é amavel, adora ajuda-la  e faz qualquer coisa por ela, pelo simples motivo de ter poucos amigos[/i]
[b]Terra Natal:[/b] [i]Hirt[/i]
[b]História:[/b]
 [i]Hope nasceu em uma floresta, localizada em Hirt, conhecida como a floresta Endless, lá foi criado por seus pais, que eram os grandes lideres dos elfos na floresta e por isso sempre foi muito mimado tendo tudo que queria, mas a realeza não é só isso, sendo assim Hope também aprendeu a ser um nobre cavaleiro lutando com arco e flecha e espadas, ele  também deveria aprender magia mais nunca foi muito bom com isso e por isso foi mandado a academia de magia[/i]

[b]Atributos:[/b]
[b]Força Física:[/b] [color=red]3[/color]
[b]Força Mágica:[/b] [color=red]2[/color] [color=green]+ 2[/color]
[b]Velocidade de Ataque:[/b] [color=red]3[/color]
[b]Velocidade de Movimento:[/b] [color=red]2[/color]
[b]Precisão:[/b] [color=red]2[/color]
[b]Vitalidade:[/b] [color=red]2[/color] [color=green]+1[/color]

[b]Habilidades:[/b]

[quote]Nome:Corte prolongado
Custo PM: 30% por golpe
Descrição: Hope através dessa habilidade consegue cortar algo a distancia, com a utilização de sua espada, claro.[/quote]


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:12 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 1:06 am

Alafiz
Spoiler:
Código:
Nome: Alafiz
Idade: 17
Sexo: Masculino
Altura: 1,60
Raça: Meio-elfo
Nível: 0 Exp: 5/1000
L$: 0
Profissão: Nula
Salário: Nulo
Aparência:Loiro, cabelos compridos, olhos verdes, corpo esbelto,tem as orelhas pouco mais pontudas que a dos humanos, carrega consigo uma adaga, e um cajado.Usa uma calça velha verde, meio desbotada, e uma camisa branca de botões abertos.Tem um bracelete no braço direito em forma de dragão.

Personalidade:
É calmo, porém não gosta brincadeiras.É muito fiel aos seus poucos amigos.Sente ódio por traidores.Por alguma razão odeia os humanos e os vampiros.Principalmente os bandidos.Sorri muito pouco.Não sente problema em ser solitário, mas não despensa uma boa e verdadeira companhia.Gosta de amizades leais.
Terra Natal:Floresta dos elfos
História:Não se lembra muito bem do passado, apenas tem uma vaga lembrança de sua mãe, a elfo Nyx, que foi violentada por humanos, ficando grávida dele.E logo que esta deu a luz, veio a falecer.Alafiz foi então criado por seu tio, o elfo Eros como se fosse um filho.Seu tio o ensinou a usar alguns tipos de magias ligadas a natureza,que ele aprendeu facilmente,porém pouco usa magia, preferindo usar da maioria das vezes a adaga deixada de herança por sua mãe.Seu tio foi assassinado por um grupo de vampiros quando saia para caçar.Agora, Alafiz busca vingança por sua amada mãe, e também por seu querido tio.Não se considera muito forte, mas quando enraivecido pode lutar até a morte.

Atributos:
Força Física: 3
Força Mágica: 2(+1)
Velocidade de Ataque: 2
Velocidade de Movimento: 3
Precisão: 2(+1)
Vitalidade: 2 (+1)

Habilidades:Luta muito bem com adaga, e com sua magia, consegue criar pequenos redemoinhos, invocar pequenos pássaros e peixes, pode se comunicar com pequenos animais, e também pode tem  um assopro mágico, que libera um pó sonífero nos olhos do inimigo.
Mágia da natureza:
Com algumas palavras mágicas, Alafiz pode invocar e/ou controlar pequenos passáros, pequenos peixes, e até alguns tipos de insetos, como borboletas, libélulas, formigas, entre outros.Ele também é capaz de criar pequenas rajadas de vento e até redemoinhos de fraca intensidade.
Custo: 10% PM para controlar um pequeno grupo de 5 criaturas por 3 turnos. Acumulativo.

Ken Rodrick
Spoiler:
Código:
[font=Arial Black][b]Nome[/b][/font]:[color=cyan] [i]Ken Rodrick[/i] [/color]                    [font=Arial]  [b]Idade[/b][/font]:[color=cyan] [i]26      [/i][/color][font=Arial][b]Sexo[/b][/font]:[color=cyan] [i]Masculino[/i]  [/color]            [font=Arial]  [b]Altura:[/b][/font][color=cyan][i]1,75[/i] [/color]          [b]Raça[/b]:[color=cyan][i]humano[/i][/color]  [color=white] [b]Nível[/b]:1[/color]
[b]L$[/b]: [color=orange] 1.600                                        [/color]              [b]Profissão[/b]:[i] nula            [/i]            [b]Salário:[/b]---



                                            [font=Times New Roman][i][b]Aparência:[/b] [/i][/font]               

Cabelo curto e castanho, olhos verdes, óculos, corpo atlético, e uma leve expressão entre uma boa cara de safado e cínico.

[spoiler][img]http://www.pureanimegallery.com/d/12474-1/maes-hughes.jpg[/img][/spoiler]

[b]Personalidade[/b]: Apresenta indícios de humor e sarcasmo em quase toda frase e palavra dita, zomba dos inimigos, flerta qualquer ser do sexo feminino, embora não tenha grande apego por outras pessoas , é incapaz de ser cruel, machucando ou matando apenas em ultimo caso e pode ser considerado até bondoso; é especialista em correr, correr muito.
[b]Terra Natal[/b]:[color=cyan] local desconhecido [/color]
[b]
História:[/b]
[i].
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[color=cyan][size=18]"[b]Início[/b]"[/size][/color]
[right][img]http://mulherde30.blogs.sapo.pt/arquivo/papai_noel_bebado.jpg[/img]
[/right] Sua vida é desconhecida até mesmo pelo próprio personagem, a única coisa que lembra é de acordar em um beco escuro, com o nariz sangrando, uma foto na mão, de cueca e semi fantasiado de papai noel, aparentemente só sabia seu próprio nome!
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[color=cyan][b][size=18]-Vida Profissional e habilidades[/size][/b][/color]

[right][img]http://benditoassunto.com/wp-content/uploads/2011/06/enfaixado.jpg[/img][/right]Ken tentou trabalhos como coveiro, zelador, entregador de medieval-pizza, gogoboy, marinheiro e ginecologista, nesse ultimo, descobriu-se que não era médico legalizado e suas pacientes o espacaram até quase mata-lo. Após tal surra, já em um hospital, onde dava em cima de praticamente todas as enfermeiras, descobre que tem um lobo em seu corpo gravado como tatuagem em seu braço, acaba invocando-o sem querer e de repente começa a cuspir sangue e chegando a quase morrer gerando um tremenda confusão, não vê escolha e foge para longe ainda sangrando e se sentindo fraco.
A cada vez que usa sua habilidade Uma doença misteriosa avança, por isso o personagem evita ao máximo usar seu poder.
Levando ainda muitíssimo tempo para dominar sua habilidade, arranja um emprego trabalhando agora como caçador de recompensas e adquire vários inimigos, não pelo fato de ser forte (pois seria mentira), mas possuir uma língua incrivelmente grande e zombar de todo e qualquer ser que se apresente na sua frente,  além de uma terrível memória que nunca lembra de ninguém com quem já tenha lutado.
.
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[color=cyan][b][size=18]-Armas[/size][/b][/color]

[right]
[/right]Em um de seus trabalhos, acaba ferindo O famoso bandido Balas de prata; despercebidamente jogava pedras em uma parede pra ver se acertava uma vidraça de um casebre abandonado pois tinha apostado um pirulito com uma criança que brincava na rua, para o azar do criminoso, que passou exatamente no momento que que joga uma das grandes, acertando exatamente em sua cabeça. Achando que tinha matado sem querer um inocente, ken pega suas 2 pistolas (muito vagabundas, nem de prata eram) e foge, agora as usando como principais armas, já que é uma desvantagem usar constantemente sua habilidade.

.
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.
Ao decorrer do tempo, novas coisas se revelarão, sobre a vida do personagem
não percam, nesse mesmo horário, nesse mesmo post....[/i]
.
[quote]Um homem sem história, sem família, sem nada afinal...
PORÉM, SUPER BONITÃO!!onze![b]
 Ken Rodrick[/b] [/quote]

Atributos:
Força Física: 2
Força Mágica: 5 +1
Velocidade de Ataque: 1
Velocidade de Movimento: 3
Precisão: 1  +1
Vitalidade: 2  +1

[b]Habilidades[/b]:
[quote]Necromancia de corpos-

A habilidade se trata de controlar os mortos como marionetes. Para se apossar de um corpo, deve haver um ritual, em que ainda vivo, o corpo selado com custo de 10% a 90% de MP e HP (varia de corpo pra corpo), e logo após o óbito, é absorvido pelo seu corpo transformando-se em uma tatuagem, tal habilidade lhe permite batalhar sem se envolver diretamente, embora seja bastante desgastante invocar e permanecer controlando os corpos por muito tempo [uso de 10% a 90% de MP, variando de corpo pra corpo], a habilidade ainda faz avançar uma doença desconhecida, após seu uso, o personagem cospe sangue e fica debilitado por 1 rodada para cada rodada em que ficou ativada [/ perda de 10% de HP por cada rodada].Ken começa com apenas um lobo de tamanho normal, podendo capturar mais almas no decorrer do jogo.

Custo do LOBO: 40% de MP para invocar  10% de MP por turno para manter. Ao término da habilidade, perde 10% de HP para cada turno que manteve os corpos.
[/quote]

Kazama
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Chikage Kazama
[b]Idade:[/b] 25 anos
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1.78
[b]Raça:[/b] Hanyou
[b]Nível:[/b] 2 [b]Exp:[/b] 0/1000
[b]L$:[/b] 0
[b]Profissão:[/b] --
[b]Salário:[/b] --
[b]Aparência:[/b] Kazama possui cerca de um metro e setenta e oito centímetros de altura, pesando setenta quilos que são bem distribuídos em seu corpo, que é do tipo atlético. Possui cabelos loiros e curtos, sendo repicados em suas pontas. Seus olhos são de uma cor realmente chamativa, tendo uma cor comparada ao vermelho crepúsculo, que é a cor do sangue. Sua pele é bem clara, porém não chega a ser comparável a pele de um albino. Mesmo não vivendo nas melhores condições, ele ainda mantém o orgulho de um nobre comerciante, usando vestimentas de excelente material, sendo extremamente caras por isso. As suas vestimentas não foram compradas, na verdade foram roubadas de seu falido pai antes de sua fuga para Takaras. Quando ele se transforma em sua "verdadeira" identidade, ocorre algumas diferenças em seu visual. Seus cabelos, que antes eram loiros, se tornam completamente brancos. Seus olhos passam a possuir outra cor, passando do vermelho para um amarelo extremamente intenso, forte. Por fim, quatro chifres aparecem em sua testa, sendo dois grandes e dois pequenos. Fora disso, a aparência de Kazama permanece a mesma, pois como é um meio-demônio, não é capaz de se transformar totalmente.
[url=http://static.zerochan.net/watermark/40/25/173790.jpg][color=lightgreen]Kazama (Human Form)[/color][/url] / [url=http://illiweb.com/fa/pbucket.gif][color=red]Kazama (Demonic Form)[/color][/url]
[b]Personalidade:[/b] Extremamente arrogante, ganâncioso e orgulhoso, talvez essas sejam as principais características de Kazama. Amaldiçoado pelas escolhas de seu pai, a difícil infância do garoto foi de grande ajuda para formar a personalidade que ele possui hoje. Ele é o tipo de pessoa que fará de tudo para atingir seus objetivos, nem que para isso uma grande quantidade de obstáculos tenha que ser derrubada. Quando era pequeno, odiava ser quem ele realmente era, porém nos dias de hoje ele acha isso um fato agradável e bastante útil, pois aquilo lhe salvou de se tornar um simples e frágil ser humano. O seu ódio por essa raça também é facilmente percebido, tanto que ele se recusa a estar no mesmo lugar que um humano ou, quando luta contra um, fará de tudo para que este possa ter uma morte dolorosa e prolongada. Em batalha, dependendo do seu adversário ou da situação, Kazama pode simplesmente "brincar" com o oponente para justamente se divertir as custas dele, porém em caso de uma situação mais delicada ou diante de um forte adversário, Kazama pode lutar sério desde o começo. Ele é o tipo de pessoa que também não de jeito algum perder o combate, caso isso aconteça, caçará o seu antigo adversário até que possa encontrá-lo para assim dar um fim a sua existência, pois enquanto ele estiver vivo, a sua honra estará manchada. Fora a sua ganância, que parece não ter fim, sendo pior que até mesmo a dos humanos na qual ele tanto condena.

Outro fato que vale a pena ser comentado é que Kazama não aceitar estar abaixo de ninguém e, caso alguém queira acompanhá-lo, ele só aceitará essa pessoa caso ela se submeta a ele, virando assim seu novo(a) servo(a). Por fim, os objetivos de Kazama são um tanto diferentes dos outros, ele não procura se tornar mais forte, mais rico, mais sábio. Tudo que ele busca é apenas a influência dentro do lugar que ele esteja e o poder para manipular tudo conforme a sua vontade. Esse é o real motivo dele buscar fama e servos por onde ele passe, para que aqueles que se submeterem a ele ou até mesmo aqueles que sofreram em suas mãos, possam espalhar o seu nome por todos os cantos da ilha, para que todos conheçam o verdadeiro terror sobre a Terra.
[b]Terra Natal:[/b] Média Lodoss (Paramet)
[b]História:[/b] Luxúria, traição, desejo. Talvez esses são os sentimentos que são mais comuns entre os humanos. Em Paramet, o seu pai era considerado talvez um dos homens mais sortudos de Média Lodoss. Era um rico comerciante que só vendia e comprava tudo que era do bom e do melhor, possuía uma mulher extremamente bela e refinada, onde muitos matariam somente para tê-la, além de ter uma grande influência aos arredores de suas lojas e de sua casa. Apesar disso, todos olhavam somente para ele e não para sua mulher. Ela, no entanto, considerava-se infeliz. O seu amado Marido era tão ocupado com os seus negócios que quase não tinha tempo para ela, forçando-a a ficar sozinha em seu quarto ou na companhia de suas empregadas. Quando ela tentava lhe chamar a atenção, era imediatamente ignorada, pois ele logo dizia que estava muito ocupado, cuidado da economia de certos negócios que possuía. A mulher, desacreditada e sozinha, acabou entrando em uma leve depressão que quando parecia afundar cada vez mais, uma luz apareceu, iluminando a tudo. Porém, esta luz na verdade era a mais pura maldade. Quando estava sozinha em seu quarto, um homem de aproximadamente um metro e noventa de altura entrou. O mesmo vestia roupas pesadas e negras, que ocultavam seu corpo quase que por inteiro, deixando somente a sua face descoberta. A mulher inicialmente pensou em chamar pelos empregados, para que eles expulsassem o homem, afinal, ele poderia ser um assaltante ou qualquer coisa do tipo. Porém, assim que ela olhou para o rosto daquele homem por alguns segundos exitou diante de sua beleza. Vagarosamente, ele se aproximava e ao mesmo tempo seduzia aquela mulher. A mesma, totalmente carente, acabou caindo diante de seus encantos, entregando-se completamente para ele. Quando o seu verdadeiro marido chegou ao quarto, encontrou a mulher despida e aquele homem saindo pela sua janela. Em fúria, o mesmo pegou a espada que carregava para proteção e atacou aquele ser que rindo, deu um pulo para fora da janela. A mansão que moravam era enorme e provavelmente ele morreria com a queda, mas quando o mesmo olhou para fora viu grandes asas negras voando para longe. Sua mulher havia sido atacada por um demônio.

Apesar deste fato, ele estava com medo daquele boato se espalhar e assim acabar com a sua reputação. Então, inventou o falso boato que um ladrão havia tentado roubar as joias de sua mulher enquando dormia, espalhando inúmeros panfletos com falsos retratos pela cidade, levando inúmeros homens inocentes a serem presos e julgados. Porém, o fato havia sido abafado e isso estava ótimo para ele, mas somente por enquanto. A sua mulher descobriu que estava grávida nas semanas seguintes do fato, porém afirmou que o filho era do comerciante, afinal, aquele demônio por sorte não havia lhe tocado. O marido então acreditou, dizendo que o seu futuro herdeiro iria nascer. Nove meses depois a hora do parto havia chego, porém o que parecia ser um parto simples acabou se tornando mais complicado a cada minuto que se passava dentro do seu quarto. O melhor médico que aquele homem achou, junto com suas assistentes e alguns empregados da casa, tentavam o máximo que podiam fazer aquele parto que aos poucos matava tanto a mãe quanto o bebe. No final de horas de angústias, eles conseguiram tirar o filho com vida porém a mãe não teve a mesma sorte. Porém a maior surpresa e o medo de todos foi quando a criança nasceu. Ela possuía chifres, olhos amarelos e cabelos totalmente prateados. Todos na sala se afastaram de medo, temendo o que poderia ser aquela criança. Quando o dito pai chegou para ver o que eram aqueles gritos, junto com os guarda-costas que ele havia contratado depois daquele acidente, todos viram a criança e também tremeram de medo. Um dos guardas pegou sua arma e foi contra ela, mas logo aquele homem o impediu. Ele pegou a criança no colo e correndo foi levá-la até o quarto feito para ela, deixando-a no berço para dormir. Enquanto ela estava lá, gritos e xingamentos eram distribuídos na sala do lugar. O médico, os guarda-costas e os empregados exigiam ao homem que matasse aquela criança. Aquilo era longe de ser humano, deveria ser algo vindo de Takaras! Inclusive alguns apontavam que talvez o dito ladrão era o verdadeiro pai da criança, e que a falecida esposa arrumou um homem "melhor que o atual". Aquilo causou uma fúria enorme no comerciante que expulsou todos de sua casa, dizendo para nunca mais voltarem. No dia seguinte, várias pessoas armadas foram até a sua casa, todas temendo aquilo que estava lá dentro. Quando o homem saiu, todos exigiram a criança e então ele o fez. Foi até o quarto dela e a pegou, indo até a porta. Quando todos se preparavam para ir contra o homem, tudo que puderam ver era um pequeno garoto de cabelos loiros e olhos azuis, nada parecido com a descrição dada antes. Aquele homem então condenou ao médico, os guardas e aos funcionários que delataram que eles estavam tramando algo, e enganou todos da vila. Quem fora até lá, enfurecido, voltava até as suas casas, enquanto o homem sorria e voltava para dentro. Afinal, o que havia acontecido?

A resposta, era simples. Estranhamente, durante o dia aquele garoto mantinha a sua forma como humano, porém assim que a noite chegava, a sua estranha transformação começava e ele voltava a ser a dita aberração. Com isso, o garoto só estava apto a sair e ser visto por outras pessoas ao dia e, assim que começava a anoitecer, ele era imediatamente colocado e trancado em seu quarto. Esse estranho comportamento junto com o antigo rumor fazia as pessoas terem medo de se aproximarem daquele lugar, o que lentamente estava fazendo os negócios daquele homem caírem em um abismo que não parecia ter fim. Infelizmente, a ignorância humana é algo incompreensível, pois basta haver um indivíduo diferente de todos que ele é julgado como monstro, aberração, é atacado e ignorado pela sociedade. Isso acontecia com Kazama, que mesmo sendo aparentemente uma criança normal, era ignorado por todas as outras e, quando era visível aos clientes de seu pai, todos olhavam "torto" para ele, como se estivessem esperando ele mostrar a sua verdadeira aparência e afins. Percebendo isso, o garoto tentando ao menos se tornar mais querido, passava as suas noites de solidão tentando controlar aquela forma. A cada noite ele parecia obter um avanço, era algo mínimo quase impossível se considerar, mais ele conseguia. O que tornava aquilo realmente difícil era justamente a dor insuportável quando ele tentava negar aquela transformação, além disso cada vez que ele se aproximava de sua forma "verdadeira", o êxtase era algo indescritível. Esses dois fatores pareciam ser uma barreira insuperável, que o garoto não conseguiria jamais superar. Fora que ele não tinha praticamente nenhum apoio. Seu pai, mesmo o protegendo, só fazia aquilo para que sua reputação abalada pudesse se recuperar e fazer papel de bom pai, pois em nenhum momento ele tratou Kazama como seu filho, sendo que as poucas vezes que falou com ele, a frieza, o desprezo e o ódio eram tão grandes que parecia que o garoto era um grande inimigo seu. A única coisa que realmente lhe dava forças para fazer aquilo era a vontade de ser visto como um garoto normal, mas isto se tornava cada dia mais impossível.

Dez anos se passaram desde então e agora, Kazama possuía exatos dezoito anos. Após anos e anos de tentativa, o rapaz finalmente havia aprendido a controlar a sua real aparência, porém desta vez só continuou para terminar algo que já havia começado, pois agora ele não se importava mais com as pessoas ao seu redor. Ele agora sentia nojo de todo e qualquer ser humano, eram criaturas desprezíveis que apenas se preocupavam consigo mesmas, sem se importar com aqueles a sua volta. Seu suposto pai, por sua vez, estava a beira da loucura. Seus negócios, tudo que ele havia levado uma vida inteira para construir estava sendo destruído. O movimento se tornou tão fraco que produtos e mais produtos que antes acabavam em dias, eram postos em promoção por não serem mais comprados. Antes caixas e mais caixas de produtos chegavam diariamente, agora esse luxo era muito caro para se manter, além de que com tantos produtos sobrando, não precisaria comprar mais. E então, em seus últimos dias de sanidade, ele começou a achar que a culpa de tudo aquilo era somente de uma pessoa em especial: Kazama. Desde que aquele escândalo do seu nascimento aconteceu, as coisas deixaram de ser como eram antigamente. Então, ele pensou que se pusesse um fim aquele demônio e mostrasse a todos ali, ele talvez recuperasse o movimento e a fortuna que tinha antigamente. Então, ele contratou três homens para invadir a sua casa, simular um falso roubo e então atacar e espancar o rapaz, e assim os três fizeram. Quando a noite chegou, furtivamente arrombaram a casa e entraram pela sala, subindo as escadas e indo até o quarto do rapaz. Ao entrarem e virem Kazama, começaram o seu trabalho. Com pedaços de madeira, começaram a baterr no rapaz que mal podia se defender. Desesperado, conseguiu sair de seu quarto e desceu as escadas até achar algo bastante útil para se defender: A espada daquele homem. Quando a pegou tentava se defender do máximo número de golpes possíveis. Estava indo bem no início, mas como ele estava em desvantagem não conseguiu e logo caiu. Enquanto estava no chão, os homens riam e comemoravam um trabalho fácil e bem feito. Logo um quarto homem chegou que, após muito custo, o rapaz pode ver que se tratava de seu pai. O mesmo vinha com uma sacola cheia de dinheiro, provavelmente as economias que haviam restado para o homem. Ao ver aquilo, uma fúria gigantesca tomou conta de Kazama, pois ele iria esperar de tudo daquele homem menos aquilo. Já era algo baixo demais ele com certeza não deixaria o maldito sair impune daquela, não mesmo.

Os cabelos do rapaz imediatamente ficaram brancos, seus olhos se tornaram tão dourados quanto o ouro e por fim, chifres nasceram de sua testa. A forma que a muito tempo não era liberada havia reaparecido, devido a imensa fúria que ele sentia por uma traição daquele nível. Estranhamente, naquela forma as dores intensas que ele sentia pelos golpes que levou diminuíam gradativamente, ele sentia seu corpo se tornando mais forte, mais capaz de acabar com todos ali. E assim o fez. Quando se levantou, todos se assustaram por ele ainda estar vivo depois de receber tantos golpes, porém o que realmente fez eles tremerem foi a aparência que o garoto havia tomado, a mesma que ele tinha quando era apenas um garoto. Quando ele pegou a espada, fitou cada um de seus oponentes, esperando que eles o atacassem novamente. Quando um deles tomou coragem e atacou, Kazama rapidamente se esquivou e contra-atacou em um único golpe fatal, fazendo o homem cair sem vida no chão. Vendo aquilo, os outros dois também resolveram atacá-lo mas foram igualmente repelidos e mortos por aquele garoto. Naquela forma, ele possuía uma força física e uma velocidade de ataque e movimentação gigantesca, muito além da de um humano. O seu "pai", vendo aquilo, tentou fugir para não acabar com o mesmo destino. Inútil. Kazama com alguns passos o alcançou e por fim tirou-lhe a vida. A partir daquele momento, ele sabia que a sua antiga vida havia acabado. Ou melhor, sua vida finalmente começou! Pois o que ele sofria antes jamais poderia ser chamado de vida. Indo calmamente ao seu quarto, pegou alguns conjuntos de roupas que usaria dali em diante. Fora disso, ele iria para outro lugar longe de Media Lodoss, pois ele sabia que caso ficasse ali ele seria perseguido por mais e mais humanos, pelo mesmo motivo mesquinho de antes. E assim o fez, naquela noite, nunca mais se ouviu falar em Kazama em Paramet.

No dia seguinte acharam o corpo daqueles homens e do comerciante, além de Kazama ter desaparecido. Todos suspeitavam que havia sido o garoto que havia matado todos, porém como não tinham certeza e aquele comerciante não era mais tão influente, o caso logo caiu em esquecimento e jamais descobriu-se o que realmente aconteceu naquela noite. Cruzando toda Média Lodoss, Kazama teve inúmeros confrontos durante sua viagem, enfrentando reles bandidos ou aqueles que o desafiavam, não aceitando curvar-se diante de sua presença. A cada batalha o rapaz via que tinha grande aptidão ao combate - como esperado de um demônio - além do quão frágil era a existência humana. Então, ele só teve um único lugar para ir: Takaras. A sua escolha era óbvia por dois motivos, lá ele teria seus "semelhantes" e não precisava ficar fugindo e se escondendo o tempo todo, além de lá a noite ser praticamente eterna, portanto ele sempre teria a sua força total, jamais sendo prejudicada pela luz do dia. Irônicamente, ele herdou uma parte de seu falecido padrasto: A ganância. Kazama agora deseja se tornar o mais influente, mais rico e poderoso por onde ele passe, possuindo inúmeros servos para satisfazer o seu desejo por poder. E ele tinha certeza de uma coisa: Não descansaria até que finalmente pudesse cumprir com esse tal almejado desejo. Lodoss agora conheceria o verdadeiro demônio sobre a terra.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 3 [color=red][b]+1[/b][/color]
[b]Força Mágica:[/b] 1 [color=lightgreen][b]+1[/b][/color]
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 4
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 3 [color=red][b]+1[/b][/color]
[b]Precisão:[/b] 3 [color=gray][b]+1[/b][/color]
[b]Vitalidade:[/b] 2 [color=lightgreen][b]+1[/b][/color]

[color=lightgreen][b]Considerar em forma Humana.[/b][/color]
[color=red][b]Considerar em forma Demoníaca.[/b][/color]
[color=gray][b]Considerar em ambas as formas.[/b][/color]

[b]Habilidades:[/b] [list]
[color=darkred][b][*] Forma Demoníaca nv. 1:[/b][/color] Afim de esconder a sua verdadeira aparência, após muito sacrifício e esforço por parte de Kazama, o mesmo conseguiu controlar a sua transformação para que ela não aconteça sempre que ele se sentir irritado ou em perigo, sendo somente ativada quando o mesmo desejar. Quando isso acontece, o mesmo passa a ganhar uma força física e uma velocidade realmente assustadoras. Isso graças a força demoníaca que corre em seu sangue que quando é ativada, passa a vir com força total. Fora que, essa transformação torna-se mais forte caso seja feita durante a noite, porém caso seja feita durante o dia ela se torna mais fraca. Ela é ativada instantâneamente caso o personagem sofra risco de vida. +1 em Força Física e Velocidade de Ataque.
Caso transforme-se por sua vontade, 50% de MP gasto durante a noite +10% por turno para manter, porém sobe para 70% durante o dia, com os 10% habituais para se manter. Caso o personagem esteja em grande perigo de vida (10% de HP ou menos) a transformação acontece e não há gastos para mantê-la, mas em contra-partida ela irá consumir todo o MP restante. Quando o MP acabar e não houver mais como mantê-la, a forma de meio-demônio de Kazama continua, mas ele perderá o bônus descrito anteriormente da habilidade.[/list]


[list][*][url=http://img801.imageshack.us/img801/5593/kazama1.jpg][color=firebrick][b]Akahisui nv 1:[/color][/b][/url] [color=white]Forjada com a alma de milhares de demônios, essa espada demoníaca pertenceu a um grande e poderoso arcano da antiguidade. Esta era seu principal tesouro e por muito tempo permaneceu selada em seu túmulo, aguardando por seu próximo mestre. É uma espada com aproximadamente um metro e meio de comprimento, sendo bastante avantajado para seu estilo oriental. Precisamente, vinte centímetros de cabo e um metro e trinta centímetros de lâmina. Mesmo com a sua aparência frágil, é uma espada extremamente afiada e com uma resistência acima do comum, sendo capaz de suportar golpes devastadores.
No entanto, essa espada não possui só aparência. Cercada por uma aura extremamente maligna, que corrompe tudo que toca - pois é regada por todo o sofrimento e angústia das almas aprisionadas nela -, [u]ao cortar o adversário, o ferimento não irá coagular[/u], ou seja, o sangramento continuará até que a aura se dissipe, seja pelo tempo ou por outros fatores. Magias de cura também podem ser usadas para remover esse efeito, mas o tempo que levarão é baseado no domínio que o portador da espada tem sobre ela. Caso seja pequeno, magias brancas de baixo nível já serão capazes de remover essa aura corrosiva e assim sucessivamente.
O portador da espada também tem a [u]capacidade de controlar os espíritos que estão presos nela[/u], mas isso dependerá novamente do controle do seu portador, que além de influenciar na quantidade de espíritos que ele terá acesso (dos mais fracos aos mais poderosos), também determinará para quais fins eles poderão ser utilizados, podendo ir desde fontes de informação até invocá-los para a batalha (ao custo de MP, dependendo da quantidade de espíritos e o poder de cada um deles). Inicialmente, apenas duas criaturas acompanham o portador, sendo estas Tomáz e Halgoz. Por fim, sempre que alguém, não importa de qual raça seja, é morto pela Akahisui, seu espírito é imediatamente lacrado na espada, servindo para os mesmos propósitos acima e condenado a uma eternidade de sofrimento e agonia (válido somente para NPC's e monstros durante o jogo.)
É claro que todo esse poder tem um preço. O portador será atormentado por toda essa maldade que carrega, tendo terríveis e reais pesados, além de estar fadado a conviver com demônios pelo resto da sua vida, isto é, se é possível chamar de vida o destino que alguém, dono dessa espada maldita, terá que seguir pelo simples fato de ter firmado um contrato com ela.[/color]
[color=firebrick][b]Gasto:[/color][/b] [color=white]Para invocar a aura maligna da espada são gastos 70% de MP. A invocação dos espíritos é restrita ao ganho de informações com custo de 10% para cada turno.[/color]
[color=firebrick][b]Efeitos:[/color][/b] [color=white]Serão atreladas perdas de HP constantes proporcionais aos danos causados no inimigo por hemorragia. As feridas só serão estancadas com o uso de magia ou algum medicamento, sendo impossível a regeneração realizada pelo organismo do alvo atingido. A aura se manterá ativada durante 3 ataques bem sucedidos, sendo colocado 1 de HP perdido por golpe acertado (Max. 3 de HP por turno) Essa habilidade não pode ser utilizada mais de uma vez por combate.[/color][/list]

Selenna Walker
Spoiler:
Código:
Nome: Selenna Walker
Idade: 18 anos
Sexo: Feminino
Altura: 1,74 m
Raça: Youkai (Demônia raposa)
Nível: 1
Exp: 450/1000
L$: 50
Profissão: Soldada do Exército de Takaras
Salário: ? L$/semana [color=#00FFFF][algo muito próximo de zero, lol][/color]
Personalidade: Misteriosa, arrogante, patriota e orgulhosa, é uma boa cidadã de Takaras.
Terra Natal: Takaras

Aparência:
[quote][color=black]Selenna é uma bonita moça de 18 anos com cabelos vermelho cor [/color][color=red]sangue[/color][color=black], é bonita e tem traços finos, seus olhos são [/color][color=#00FFFF]azuis[/color][color=black]. Por ser uma youkai pode se observar orelhas tipicas dessa raça, que se aparentam a orelhas de raposa. Mesmo sendo muito bela pode parecer macabra por olhos não takarianos, e as vezes até mesmo para takarianos, por conta de seus habitos tais como o consumo de sangue. Usa belas roupas a não ser quando está no exército, quando tenta se passar por um homem para que isso não interfira no seu trabalho, por isso lá usa roupas simples, normalmente negras, que cubram a totalidade de seu corpo.

[spoiler]
[img]http://img62.imageshack.us/img62/415/maliceshinigamibywenm.jpg[/img][/spoiler]
[spoiler]
[img]http://th01.deviantart.net/fs5/PRE/i/2004/273/1/3/unknown_1_by_Wen_M.jpg[/img][/spoiler]
[spoiler][img]http://fc08.deviantart.net/fs31/f/2008/216/e/b/Hollow_Witch_by_asuka111.jpg[/img][/spoiler][/color][/quote]

História: [quote][color=black]
Guilbo Walker gritava ordens e incentivos para seus homens - que não eram poucos para um comandante tão jovem de apenas 20 anos - e esses continuavam seu treinamento com espadas e escudos, era um dia importante, seriam escolhidos os recrutas que seriam promovidos a cavaleiros, então estavam todos animados, lutando como nunca para mostrar que mereciam se tornar cavaleiros do reino.
Era claro que Guilbo já tinha seus favoritos, mas ainda precisava escolher alguns homens para se tornarem cavaleiros e por isso exigia de todos, animando-se com a resposta positiva dos recrutas que eram bem treinados. O dia ocorreria sem nenhum imprevisto até que um soldado veio falar com o Walker.
Tenho uma mensagem para o senhor, comandante Guilbo. - disse o homem, após fazer uma reverência. - Há uma prisioneira que sisma em falar com o senhor. Eu não lhe incomodaria, porém a moça tem causado muita confusão entre os detentos de Takaras.
- Não é uma hora própria, porém se a takariana quer tanto me ver diga a ela que irei ve-la assim que o sol se pôr.
- Obrigado senhor. - disse então o homem, fazendo outra reverência e indo embora.

O resto do dia seguiu bem, Guilbo escolherá alguns homens - que além das indicações que vinham diretamente do rei, era o único que nomeava cavaleiros em Hilydrus. Formaram um grande grupo de honrosos homens, que com certeza trariam muita felicidade para aquelas terras. Porém chegará a hora de ir ver a prisioneira, compromisso que Guilbo quase se esquecerá porém que fora lembrado por alguns de seus guardas.

Conduzido por seus guardas, Guilbo chegou a pequena sala trancada por portas reforçadas, como todas aquelas que prendiam prisioneiros. Entrou sozinho, com uma escolta do lado de fora da sala.

Quando a porta abriu-se a takariana se levantou rapidamente, estava assustada, seu nome era Maggie, tinha cabelos ruivos e era muito bela, embora tenha ficado alguns meses como prisioneira. Mesmo surpresa a takariana foi logo perguntando: Você que é Guilbo Walker?

- Até onde eu sei sim, - respondeu o comandante, boquiaberto com a beleza daquela mulher, - Mas porque você quer falar comigo? - perguntou educadamente.

- Eu não tenho certeza... É meio confuso - começou a explicar - Eu tive um sonho, um sonho em que Zaltar me disse que havia um homem, um homem que conseguiria me tirar dessa prisão.

- Ei! Você não está esperando fugir daqui! - exaltou-se o comandante. - Você vai servir de troca com os prisioneiros que Takaras fez, se estão mortos não é meu problema, os comandantes de Takaras é que deviam se preocupar com seus homens feitos de reféns!

- Mas, esse homem é você! - disse, com voz de choro, o que cortou o coração de Guilbo.

- Não importa o que Zaltar disse para você ou não, é loucura pensar que um comandante de Hilydrus ajudaria uma prisioneira a fugir. - E desapareceu por meio da porta, que foi trancada a seu passar pelos guardas.

Maggie foi levada até sua cela normal, que dividia com mais alguns prisioneiros e por lá ficou por um bom tempo, tempo que ficou tendo mais sonhos sobre sua fuga e sobre aquele Guilbo Walker.

Enquanto isso, o comandante Guilbo não conseguia parar de pensar na takariana, porém não demorou muito, fisgado pela paixão, o comandante pediu para ter outro encontro com a takariana. Nesse, descobriu seu nome e conversaram, porém demorou muito tempo até que a garota de cabelos ruivos o convencesse a fugir com ela.

As visões de Maggie se concretizaram em um plano, com alguns de seus contatos de Takaras, e com a ajuda interna de Guilbo, eles forjaram uma troca de reféns entre as duas nações inimigas e chegando o dia da troca, Maggie estava entre aqueles que seriam trocados, porém não havia reféns do lado Takariano para serem trocados, eram homens vestidos com trajes de Hilydrus que Guilbo conseguirá desviar por meio de espiões.

No dia da troca as forças dos dois lados eram iguais, como o planejado. Porém, ao trocar os reféns houve a quebra do pacto pelos takarianos e todos os soldados de Hilydrus foram mortos, restando apenas Guilbo, que trocou de vestes com um dos soldados e desconfigurou sua face com marteladas para que parecesse o comandante.

Estavam livres, e Guilbo, mesmo agora sendo um traidor teria glória e seu nome lembrado na sua terra natal, porém a contra gosto do amado, Maggie queria voltar a Takaras onde era comandante de exército takariano, o que demorou a convencer Guilbo, porém, não conseguiria viver sem ela, e Maggie estava decidida. Foi então para Takaras.

Chegando lá, Guilbo não foi mal recebido, principalmente porque não era conhecido por lá, o que era um alívio, era horrível imaginar o que aconteceria com ele no caso que o reconhecessem. Maggie continuou seu trabalho, sem grandes muitas comemorações depois que voltou pois teve que armar um rebelião para tirar o seu substituto do poder do exército. Porém tudo ocorreu bem e ela retomou seu cargo. Os anos se passaram a Guilbo ficará bem deprimido, contendo-se a companhia de Maggie e de sua espada, porém ele queria mais ação, e foi quando surgiu a oportunidade, Maggie estava gravida, e precisava de alguém de confiança que a substituísse em seu papel, e mesmo Guilbo tendo lutado por Hilydrus por tanto tempo, escolheu ele, pois era de extrema confiança e tinha bastante experiência como comandante.

Nasceu então a garota, Selenna, que tinha os olhos do pai e os cabelos e beleza da mãe. Foi criada com uma espada sempre a mão, pois os pais queriam que seguisse carreira militar. Era bem mimada e podia se dizer feliz, até que teve uma surpresa, seus pais a quem tanto amará, e a de quem tanto aprenderá a amar takaras tinham sido mortos. Aparentemente um demônio que sabia do segredo dos Walker decidiu abrir a boca mesmo tendo recebido propina de Guilbo, que foi reconhecido como ex-comandante de Hilydrus, e então morto. Maggie foi poupada da morte, porém não aguentando viver sem o marido matou-se.

Selenna cresceu sozinha desde então, teve os bens da família confiscados e ficou sem dinheiro algum, largada a própria sorte sua história foi esquecida, desde então viveu pelos becos e florestas a procura do que comer para sobreviver. Sem ninguém que cuida-se dela Selenna aprendeu a se virar, como um filhote de bicho selvagem, atacando com garras e dentes suas vitimas nas estradas e nos becos da cidade que um dia tanto amaria - Takaras. Cresceu com sofrimento e com muitas cicatrizes, tornou-se forte fisicamente e mentalmente. Em noites frias para resistir ao frio cortava seus próprios pulsos antes de uma caçada, então antes do sol nascer estaria alimentada ou morta, e isso se tornou um ritual, que seguia cegamente. Gostava de sangue, um liquido quente de sabor viciante, a qual se tornou adepta, tendo que caçar constantemente para manter-se satisfeita, aprendeu a esconder corpos para que sua carne durasse mais tempo e a conserva-los para que mantivessem um gosto próximo ao agradável.

Num desses dias de caçada, a luz da lua iluminava a estreita estrada, e comerciantes aproveitavam o luar para voltar para suas respectivas cidades trazendo muitas moedas e lucros, e Selenna sabia disso. Era um pequeno grupo, talvez o pai a mãe e os filhos mais velhos, caminhavam pela estrada satisfeitos após terem uma participado de uma das feiras da cidade. Selenna descansava sobre uma arvore e esperou até que o ultimo de grupo de mercadores passase por ela, esse previamente descrito, pensava que não teria muitos problemas, pois na hora do ataque estariam ocupados demais em proteger sua carga à suas próprias vidas. Então agiu, guiada pelo instinto que a mantinha viva naquelas nefastas terras, correu entre os mercantes, e um por um ia ferindo a todos com seus ágeis golpes de adaga. O grupo se desfez, deixando um de seus membros sozinho, era o que ela queria, não iria matar o grupo todo, só queria uma vitima para que pudesse se alimentar, o sangue que corria de seus braços cortadas a deixava ainda mais obcecada, o cheiro do que ela mais queria, o sangue. Avançou sobre o homem, que se defendia com uma foice de haste de madeira deforme, enquanto o resto dos sobreviventes fugia, houve gritos e choro de crianças, porém aquele homem não foi tão ágil quanto necessário e caiu morto.

Selenna alimentou-se, fechou seus ferimentos e apanhou a foice. Poderia ficar com ela e vender as outras coisas para conseguir algumas moedas - pensou. Porém quando sua lamina escontou no pouco sangue que ainda escorria pelo seu braço, essa se transformou, obtendo a mesma coloração do sangue, e um dos rubis fincado em sua aste começou a brilhar, Selenna, curiosa, tocou-o e foi arremessada alguns metros a frente, era magia - pensou naquele exato momento, talvez com treino poderia se habituar a usa-la para desferir poderosos golpes, e com o tempo se habituou a habilidade da arma, conseguindo escolher o local em que iria aparecer depois do toque, e também mantendo-se em pé depois disso.

Porém como pode ser visto, ao passar do tempo Selenna deixou de ser a mesma menina de sempre, aquela inocente takariana que lutava apenas para manter-se viva e saciar seus vícios, era claro que a presença daquele objeto que obtivera mudara sua personalidade, agora ela era mais fria, passou a tramar para um dia tornar-se a comandante de Takaras começando por baixo, como simples soldada para depois ascender e dominar a todos! Sua sede de sangue nunca foi tão grande.[/color][/quote]

Atributos:
[quote][color=black]
Força Física: 4 +1
Força Mágica: 1
Velocidade de Ataque: 4 +1
Velocidade de Movimento: 2+1
Precisão: 2
Vitalidade:1[/color][/quote]

Habilidades:

[quote][color=black]Foice da lâmina de sangue:
Invoca uma foice com cabo de metal irregular e de lamina cor de sangue, - obtida em um ataque a um viajante nas estradas que levam até Takaras, a foice detém um mistério que aprisiona e controla Selenna. Ao passar do tempo, com o uso excessivo, Selenna passou a ser dependente da arma e do sangue derramado por ela. A foice demoníaca pode sem muito esforço causar graves estragos, ode também absorver o sangue tanto inimigo quando o da takariana a deixando cada vez mais forte, além disso, na base de sua haste há um rubi encantado que quando ativado pode teletransportar o usuário em até 6 metros (lvl1), em uma fração mínima de segundo.
Custo: 30% PM para invocar, não necessária PM para manter. A arma some quando não existe perigo.
30% PM para se teletransportar.[/color][/quote]


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:12 pm, editado 1 vez(es)
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GM Zato

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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 1:11 am

Rotciv
Spoiler:
Código:
[size=24][center][font=Pristina]Perfil[/font][/center][/size]
[hr]

[font=Footlight MT Light][center][sub][b]Nome:[/b]  - [b]Salário:[/b] Nenhum - [b]Idade:[/b] Desconhecida -
[b]Sexo:[/b] Masculino - [b]Altura:[/b] 1,68m - [b]Raça:[/b] Humano -
[b]Nível:[/b] 1 - [b]EXP:[/b] 0/1000 - [b]L$:[/b] 0[/center]

[b]Atributos:[/b]
[color=#38C700]Força Física: 1
Força Mágica: 3 + 1
Velocidade de Ataque: 2
Velocidade de Movimento: 4
Precisão: 2 +1
Vitalidade: 2 + 1[/color][/sub][/font]


[size=24][center][font=Pristina] Características [/font][/center][/size]
[hr]

[color=#3D6B42][size=11][font=Footlight MT Light]

[b]Estilo de Luta:[/b] Sem estilo definido
[b]Data de Nascimento: [/b]Desconhecida
[b]País:[/b] Desconhecido
[b]Tipo Sanguíneo:[/b] O
[b]Altura:[/b] 1,68 m
[b]Peso:[/b] 49 kg
[b]Hobbies:[/b] Nenhum
[b]Comida Preferida:[/b] Mel
[b]Esporte Favorito:[/b] Nenhum
[b]Coisas Importantes:[/b] Plantas
[b]Não gosta:[/b] Fofocas, pessoas tagarelas[/font][/size][/color]

[size=24][center][font=Pristina]Aparência[/font][/center][/size]
[hr]

[spoiler][center][img]http://illiweb.com/fa/pbucket.gif[/img][/center][/spoiler]

[color=#38C700][center][size=9]Yarrr, I'm gonna be a pirate king![/size][/center][/color]

[font=Footlight MT Light]Victor possui cabelos loiros escuros, são como o dourado sem brilho. Seus olhos são verde vivo levemente escurecido, profundos e provocantes.

Embora pareça atlético, ele é um pouco magro e de impressão alta, com músculos dos braços e abdome semi-definidos. Victor tem pele branca, mas, é descrito como pardo por passar muito tempo exposto ao sol e ficar corado.

O semblante de Victor permanece quase sempre sério, mas, ele é sorridente e bem-humorado. É pensativo e na maior parte do tempo está refletindo profundamente.

[/font]


[size=24][center][font=Pristina]História[/font][/center][/size]
[hr]

[center][blur][size=24][font=Monotype Corsiva]Laços[/font][/size][/blur][/center]

[font=Footlight MT Light][size=24][b]L[/b][/size]aços são como fortes relações que unem por algum motivo alguém. Victor tinha laços de amizade com seu irmão mais velho, Vincent. Tanto ele como seu irmão não se preocupam com a idade, Victor não sabe quantos anos tem, para ele é desnecessário saber quanto tempo faz desde quando ele nasceu, por isso sua idade é desconhecida. A origem dos dois irmãos é desconhecida da parte de Victor, viveu sempre ao lado do seu irmão mais velho e somente Vincent sabe o que houve com seus pais.

Eles eram uma espécie de viajantes que passavam de lugares em lugares se divertindo, embora Vincent sempre tivesse uma cara séria e preocupada ele também se divertia muito com seu irmão menor. Porém, quanto mais Victor se apegava a seu irmão, mais ele se afastava dizendo: "Não tenho tempo para você..." parecendo ter algo errado, ele ficava cada vez mais silencioso, sério, incompreendido e cada vez mais sem tempo.

Victor tinha admiração por seu irmão e gostava muito dele, eles eram próximos um do outro e Vincent era considerado além de um irmão, um amigo também.Mas, um dia Vincent quis abandonar seu irmão mais novo, em resultado houve um confronto e Vincent por ser superiormente forte, venceu. Decepcionado, ele disse a seu irmão: "Torne-se mais forte", e partiu em uma jornada de escuridão deixando para trás seu irmão mais novo com a ordem de tornar-se mais forte, Victor. 

Os laços de amizade se romperam, há no entanto laços de ódio.
 
[/font]

[size=24][center][font=Pristina] Habilidades [/font][/center][/size]
[hr]

[font=Times New Roman][center][size=18]Desconhecidas[/size][/center][/font]

Sorceress
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Sorceress.
[b]Idade:[/b] 19 anos.
[b]Sexo:[/b] Feminino.
[b]Altura:[/b] 1,67m
[b]Raça:[/b] Humana.
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] 0/1000
[b]L$:[/b] 0
[b]Profissão:[/b] Nenhuma.
[b]Salário:[/b] Nenhum.
[b]Aparência:[/b]

[spoiler][center] [img]http://img812.imageshack.us/img812/637/sorceressap11.jpg[/img][/center][/spoiler]

[b]Personalidade:[/b] Sorceress é uma pessoa feliz, quase sempre sendo vista sorrindo. Ela pode dá um sorriso mesmo estando ameaçando alguém. Ela geralmente fala bem dos outros e evita conflito. No entanto, quando está lutando, ela ainda é muito cruel. Ela também tem baixa tolerância com insultos à ela.
[b]Terra Natal:[/b] Nenhuma especificada.
[b]História:[/b]
Sorceress nunca teve um nome específico que se lembre ter recebido por seus pais, isso se deve ao fato dela ter vivido sozinha no mundo sem se quer saber da existência deles, se eles abandonaram-la ou não. Ela vivia em meio a uma sociedade mágica formada por magos, assim conseguiu adquirir conhecimento sobre magos.

Quanto mais ia crescendo, mais ia aprendendo, e essa era o hobby de uma garota totalmente solitária que que morava em uma pequena hospedaria para viajantes. Ao atingir certa idade, ela desenvolveu inclinações mágicas consideradas por magos experientes uma prodígio.

Uma maga alegre e sorridente ficou admirada e quis ensinar-la a desenvolver melhor suas habilidades. No final, a mesma mago ensinou a primeira mágica que a garota viria a ter, então a mestra que para a garota era como uma mãe, nomeou-la como Sorceress.

Mais tarde Sorceress foi chamada para se apresentar ao Conselho dos Magos para provar que estava equiparada para tornar-se digna de ser chamada de maga, o conselho a aprovou, mas Sorceress foi reprendida, mesmo não sabendo muitas mágicas ela arrumava muita confusão e causava destruição. Mias tarde Sorceress resolveu sair da sociedade dos magos para se aventurar na ilha, uma ilha conhecida como Lodoss.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 1
[b]Força Mágica:[/b] 9 + 1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 1
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 1
[b]Precisão:[/b] 1 + 1
[b]Vitalidade:[/b] 1 + 1

[b]Habilidades:[/b]

[b]Magias:[/b]

[color=orange][b]Labareda Incineratus[/b][/color]


Mágica do tipo fogo que não necessita expecificamente de um cajado para uso. Consiste em trans formar mana em chamas. Causa uma incineração na ponta do cajado, ou simplesmente incinera-se no ar caso use a mão, dependendo da quantidade de mana usada o fogo aumenta proporcionalmente. Ao estar na ponta do cajado o fogo pode ser controlado livremente, sendo moldado em várias formas. Com essas propriedades Sorceress pode atacar a distância com um jato de fogo enriquecido por sua mana, ou trocar para o corpo a corpo uma quantidade significativa a curto alcance, economizando mana. Além disso, pode controlar o fogo para elaborar emboscadas que possam no melhor dos casos causar queimaduras e no pior a morte.
Obs: Sem o cajado, apenas com o uso da mão, a potência das chamas caem para metade.

Custos: Com o uso do Cajado: 25% de MP por turno - Sustentável.
Sem o uso o Cajado: 30% de MP por turno - Sustentável.

Se usado com as mãos, o dano por fogo é reduzido pela metade. Risco de queimadura.

Khiëv
Spoiler:
Código:
[size=11][font=Tahoma][color=orange][b]Nome:[/b][/color] Khiëv
[color=orange][b]Idade:[/b][/color] Desconhecida.
[color=orange][b]Sexo:[/b][/color] Feminimo
[color=orange][b]Altura:[/b][/color] 1,65 em sua forma humana
[color=orange][b]Raça:[/b][/color] Youkai
[color=orange][b]Nível e [/b][b]Exp:[/b][/color] 1 | 300/1000
[color=orange][b]L$:[/b][/color] -
[color=orange][b]Profissão:[/b][/color] -
[color=orange][b]Salário:[/b][/color] -
[color=orange][b]Terra Natal:[/b][/color] Arredores de Hilydrus

[/size][size=20][color=orange][b][center][right]About ¿[/right][/center][/b][/color][/size]
[right]──────────────  [color=white]×[/color]×[/right]
[quote]Khiëv é uma youkai jovem, possui uma personalidade calma, paciente e amável. Mas também é uma brincalhona nata — gosta de "pregar peças" mas o faz de maneira inocente e inofensiva. Embora seu temperamento seja muitas vezes imprevisíveis, tornando impossível saberem quais são suas intenções, a kitsune age como uma guardiã e fiel amiga quando tem sua confiança conquistada. Espontânea, sempre a primeira a assumir seus erros a fim de consertá-los. Franca e sincera, buscando constantemente o conhecimento e priorizando sempre sua liberdade.[/quote]

[size=20][color=orange][b][center][right]Vanity ¿[/right][/center][/b][/color][/size]
[right]──────────────  [color=white]×[/color]×[/right]
[quote]Em sua verdadeira forma Kitsune, Khiëv possui apenas uma cauda. Por ainda ser uma jovem youkai seu porte também médio, no entanto, ela pode transportar com facilidade uma criança ou até mesmo um adolescente. Ao chegar na sua fase 'adulta' seu tamanho tende a aumentar brutamente Sua pelagem tem um leve tom creme, que destaca-se com um brilho majestoso sob a luz do luar.

Já em sua forma humanóide, ela possui a aparência de uma adolescente comum, embora seu corpo de curvas bem definidas passe a impressão de ter uma idade bem superior. Suas orelhas tendem a tornar-se mais pontiagudas e esbeltas, e sua cauda pode ou não esconder-se por de'baixo de suas vestes.
(Vide imagens)[/quote]
Forma humana *
[spoiler] [img]http://i51.tinypic.com/2uhaliq.jpg[/img] [/spoiler]
Forma Kitsune *
[spoiler] [img]http://i54.tinypic.com/2i7shvk.jpg[/img] [/spoiler]

[size=20][color=orange][b][center][right]História ¿[/right][/center][/b][/color][/size]
[right]──────────────  [color=white]×[/color]×[/right]
Meu nome de matilha era Khiëv, porém, em nosso bando dispensávamos nomes e alcunhas. Nasci na terceira linhagem do clã das nove luas, portanto era a mais respeitada como tal. Não digo tais palavras em tons de prepotência, em suma verdade, nosso clã se tratava com um respeito mútuo. Não diferenciávamos outras matilhas que contemplavam luas e deuses diferentes e não menosprezávamos raças, sejam elas quais fossem. Era uma convivência pacífica e equilibrada.

O conceito de matilha muitas vezes era questionado por outros seres que coabitavam conosco. A razão disso, é que vivíamos vidas particulares e caminhávamos individualmente. Mas estávamos sempre unidos pela mesma crença em um mesmo Deus. Bastava um silencioso chamado vindo por entre o sereno vento da noite, para honrarmos o clã das noves luas e fazer valer nossa matilha.

Com o passar dos tempos, percebíamos que o ar de nosso mundo tornava-se cada vez mais denso e arisco. E no final, presenciamos a grande guerra de Hilydrus que viria a assolar todo o nosso equilíbrio. Eu era uma youkai muito nova e mal compreendia minhas próprias habilidades ilusórias. Não era um bom momento para a terceira linhagem, mas mesmo assim, enfrentamos o problema prontamente. O clã da lua maior juntou-se ao exército, incentivando todos os outros clãs a se unirem também. As nove luas era um desses clãs, e embora estivéssemos em menor tamanho, batalhamos de igual vontade e coragem.

O exército travou uma longa e árdua batalha até conquistar a paz, por um certo período. Mas a calmaria logo foi interrompida por uma nova sucessão de acontecimentos. Bárbaros agora ocupavam a ilha. A chegada dos Yarkings não nos afetou diretamente, e a imensa perda dos membros de cada uma das matilhas, nos fizeram permanecer nos bastidores. Não nos manifestamos contra os tais, e passamos pelo início desse período de ocupação bárbara com certa indiferença. Pensávamos que nosso equilíbrio estava estabelecido novamente. Mas estávamos cometendo um grande erro...

Imponentes youkais kitsunes desfilando elegância, isto era o que fazíamos. Nossas pelagens reluziam sob a luz do luar e nossas caudas esbanjavam-se majestosas, dançando ao delicado toque do vento. Éramos um espetáculo noturno para quem tivesse a sorte de nos ver passar, éramos a alegria de pessoas que extasiavam-se com esta intensa fantasia.

Mas como seres tão sublimes, não passamos despercebidos. E foi esta exibição que nos levou ao fim de uma espécie toda. Logo nos tornarmos alvos da cobiça bárbara. Aqueles que tratavamos com indiferença, finalmente começavam a interferir em nosso mundo.

Inicialmente, matilhas começaram a ser caçadas na intenção de serem transformadas em deslumbrantes animais de estimação. Mas havíamos enfrentado uma guerra pelo equilíbrio e certamente não entregaríamos nossa liberdade sem uma nova revolta. Mostramos então o verdadeiro sentido de clã; matilha; liberdade e poder. Isso gerou frustração e revolta pela outra parte, que procurou outra função para nós. Descobriram que nossa pelagem lhe renderiam grandes fortunas, nossas caudas, amuletos de tamanha potência, entre outras muitas desculpas por trás de toda uma mutilação, para eles tudo era justificável. E assim, nosso equilíbrio foi mais uma vez afetado. Dessa vez, para sempre e de forma devastadora.

Travamos mais uma batalha, mas dessa vez, a luta anterior em Hilydrus havia fragilizado a todos nós e fomos cruelmente derrotados. Muitos conseguiram fugir e desapareceram em meio a poeira e destruição.

A grande descoberta dos Yarkings viria nessa grande disputa. Eles se surpreenderam ao se deparar com imensos youkais, que agora tomavam a forma semi-humana. E isso apenas os incentivou a manter prisioneiros e imaginar outras funções para nós.

Como raposas-yokais, mesmo que sempre equilibradas e amistosas, nos tornávamos violentas a termos nossa liberdade colocada em risco. Não éramos animais de estimações e muito menos amuletos. Lutaríamos enquanto a lua estivesse em cima de nossas cabeças. Lutávamos por ela, e muito mais por nós. E foi assim que eu permaneci. Enquanto o clã da lua maior tomava a frente, as nove luas auxiliavam os feridos e a fuga dos de menores linhagens e inaptos a lutar. O clã do fogo norte estava na linha de trás com sua imensa habilidade de manipular as chamas, em meio a outros clãs habilidosos e disciplinados. Nunca senti tanto medo em toda minha vida. Mas como eu contei há pouco, nós não vencemos. Lutei contra eles e contra um pavor tremendo, eu era apenas uma jovem kitsune perdida em meio a tanta violência. Mas no final, tudo que me restou foi fugir , assim como os poucos que sobraram. Minha pelagem estava opaca, e ela sugeria meu estado vital. A essa altura  os Yarkings já sabiam disso e eu só pude contar com minha agilidade. Corri, corri incessantemente sem olhar pra trás. Sem me deixar parar por um segundo sequer. E eu já nem me lembro se corri por horas, dias ou semanas... Mas corri até meu corpo cair inerte ao chão. O rubro tom que manchou minha pelagem agora coloria o local onde eu permanecia estagnada. Eu via minha vida se esvaindo pouco a pouco, mas deixei que meus olhos pesassem e descansassem. E assim aguardei pela minha lenta e dolorosa morte.

Acordei poucos dias depois, amparada por criaturas místicas oriundas do âmago da floresta. Permaneci junto a tais seres enquanto meus ferimentos cicatrizavam e desapareciam em meio a nova pelagem brilhosa que tomava o lugar da antiga. Muitas vezes assumia minha forma 'humanóide' para auxiliá-los na criação de ervas, e na proteção de seus lares. Era uma troca justa, e eu quase pude sentir que o mundo estava equilibrado novamente, e tudo não havia passado de um terrível pesadelo. Mas as cicatrizes permaneciam ali para me mostrar que o fato era real e meus chamados noturnos nunca obtiveram uma resposta sequer, isso me enchia da mais profunda tristeza.

Permaneci ali até saber que Hilydrus havia conquistado a paz novamente. Foi então que me decidi. Mantive uma fortaleza de respeito ao redor da vila daquelas fadas e pequenos outros seres que um dia me salvaram a vida. E parti rumo à uma jornada própria, uma reivindicação de um passado que nunca tive. Aprender as coisas que nunca pude, pois guerras e tormentas nunca me deixaram aprender. Honraria o clã das nove luas enquanto não encontrasse ninguém da mesma, e honraria nossas nove caudas. Eu as conquistaria cedo ou tarde, mas essa seria a consequência da tal jornada.

[font=arial][i]Essa é a história que deixo aqui, meu caminho é longo, mais posso mudar de direção tranquilamente hoje, porque sei que todo caminho novo que eu escolher, me fará melhor a cada dia.[/i][/font][/font]

[size=20][color=orange][b][center][right]Trick or Treat ¿[/right][/center][/b][/color][/size]
[font=Verdana][size=9][right]1. Habilidade[/size][/right] [/font][right]──────────────  [color=white]×[/color]×[/right]

[font=Verdana][size=18][center][color=orange][b]• Chamado ancestral[/b][/color][/center][/size][/font]__________________________________________________________________________________

Através do uso desta habilidade Khiëv pode também voltar a sua forma real, esta sendo a de Kitsune. Neste período o valor de sua velocidade de movimento e vitalidade são incrimentados em 2 pontos cada. A jovem youkai também pode permanecer nesta forma por tempo indeterminado, no entanto, a habilidade ofensiva por trás do Chamado Ancestral tem como requisito que ela esteja em sua forma humanóide. Trata-se da Telecinésia, Khiëv tem capacidade de mover ou levitar um objeto com sua força psíquica. É possível também que ela consiga interferir em mentes, mas as chances de sucesso variam de acordo com o nível desta habilidade, ou a condição da mente a ser abalada. Ou seja, a mente ser muito influênciável ou estar fragilizada; se a pessoa estiver em estado de torpor por conta de inúmeros ferimentos - exausto após batalha - ou outras variantes da mesma. Mas como foi citado, as chances de falha são altas por conta da falta de prática ou o estado da mente.

[b]Custo:[/b] 30% PM para transformar-se em raposa. Caso esteja exausta ou seu HP chegue à 30%, o bônus deixará de existir apesar da forma youkai se manter. Precisará de mais 30% PM para voltar à forma humana.
Custo de 10% PM para mover pequenos e médios objetos. 20% PM para tentar influenciar a mente de alguém. O custo pode variar dependendo da situação.
__________________________________________________________________________________






[font=Verdana][size=9][center]×× Atributos
───────────────[/size][/center] [/font][size=11][font=tahoma][center]
[b]F[/b]orça Física: 1[color=orange]+1[/color]
[b]F[/b]orça Mágica: 5
[b]V[/b]elocidade de Ataque: 1[color=orange]+1[/color]
[b]V[/b]elocidade de Movimento: 3[color=orange]+1[/color]
[b]P[/b]recisão: 2
[b]V[/b]italidade: 2 [/center][/font][/size]

Cassie Torsche/ifskyden
Spoiler:
Código:
Nome: Cassie Torsche.
Idade: Aparenta 18, porem criada há apenas 2 anos.
Sexo: Feminino
Altura: 1,87m
Raça: Homúnculo
Nível: 1
L$: 0
Profissão:
Salário:
Aparência: Olhos Verdes,Longos Cabelos Ruivos, pele Clara

[img]http://illiweb.com/fa/pbucket.gif[/img]

Personalidade: Personalidade Fechada, não confia muito nas pessoas devido ao que lhe foi contado por seu criador, por não compreender as emoções humanas, raramente as demonstra(ou as demonstra em momentos inapropriados), devido a machucado na cabeça(vide historia da personagem) passou a falar pouco, tendo dificuldade em lidar com palavras complexas, as vezes demorando a responder.

Terra Natal: Bristia.

[center][size=18]Historia[/size][/center]

   O ser que um dia atenderia pelo nome de Cassie nasceu em uma época conturbada, os três reinos daquele continente onde seu criador vivia estavam em guerra e Cassie ainda estava nos primeiros dias de formação física. Quando seu criador, perdendo a fé nos humanos, entrou em um navio para as terras recém descobertas do outro lado do oceano, sendo um homem inteligente ele logo restabeleceu seu laboratório no novo continente. Um ano se passou e Cassie finalmente acordara.

Dr. Torsche: Um fracasso, mais um fracasso!

Foram as primeiras palavras que Cassie ouvia, e ainda sem entender, ela olhava para o homem a sua frente.

Dr. Torsche: Você é mais um dos meus fracassos, eu tentava trazer de volta à vida a minha filha (aponta para um quadro, onde havia uma família), mas fracassei de novo.

Cassie: Co... Como... Assim?

Dr. Torsche: Você não é ela, você é um ser novo e isso eu já havia feito, você não é a primeira que nasceu neste laboratório.

O Dr. Aponta para um canto de seu laboratório onde vários corpos, alguns gravemente deformados, estavam empilhados, a pobre Cassie sentiu algo lhe apertando o peito, sentia que logo ela estaria naquele monte, sem se mexer, morta.

Cassie: Eu... Vou... Morrer?

Dr. Torsche: Não sei, a ultima durou dois dias, não sei quanto tempo você irá sobreviver .

Após aquele dia, Cassie lentamente aprendeu como falar normalmente, como andar e como viver entre os humanos, cada dia como se fosse o primeiro, mas toda noite temia que fosse amanhecer no monte. Um dia, o Doutor lhe pedira para pegar um barco na cidade próxima para ser levada de volta a Bristia para comprar mais materiais, pois ele tentaria mais uma vez, trazer a sua filha de volta. Pela primeira vez o Doutor lhe dera uma tarefa importante, ela iria sair do laboratório pela primeira vez e o Doutor lhe dera algo.

Dr. Torsche: Escute bem, pegue esta Caixa, com sorte você nunca precisara abri-la, mas se um dia durante a sua viagem você se encontrar em apuros não hesite em abri-la.

Cassie: Obrigado doutor.

Dr. Torsche: Pois bem, leve esta carta ao porto, um velho amigo meu vai lhe levar até Bristia, não espere grandes acomodações, o mundo lá fora não é como aqui, lá você não terá sempre onde dormir ou o que comer ouviu?

Cassie: Sim Doutor, mas se alguém me perguntar quem eu sou, o que devo responder?

Dr. Torsche: Não responda nada, seria difícil demais explicar para esses ignorantes o que você é.

Cassie: Sim Doutor.

E assim, Cassie foi ao Porto, onde um Navio de médio porte a esperava, dentro dele havia muitas pessoas suspeitas, eles a encaravam com um olhar estranho e Cassie sentia um aperto no Peito, o monte lhe parecia cada vez mais próximo.

-4 mêses de viagem -

o Capitão gritava que o porto de Vyron está a  2 semanas de viagem e que se tudo correr bem estariam logo em terra firme. Aquela voz cheia de álcool, obviamente embriagada, nunca lhe soara tão doce, afinal cinco já haviam morrido de doença e mais sete  em lutas entre tripulantes e por bem pouco não sobrou pra Cassie, porem a sorte não iria sorrir para ela desta vez, três dias depois da tão boa noticia, o navio foi pego em uma tempestade, tão forte que até mesmo os mais fortes entre os tripulantes tinham dificuldade para se segurar, e passadas algumas horas o navio estava afundando. Nesse momento, Cassie conhecera um novo sentimento, o desespero, suas pernas não respondiam, suas mãos tremiam sem parar e ela sentia o frio da morte se aproximando.

Um Mercenário então chamou sua atenção.

Mercenário: Garota, você sabe nadar?

Cassie: Não, nunca me ensinaram.

Mercenário: Pois bem, que nunca digam que a guilda dos Mercenários não tem coração, antes de sairmos do porto nos carregamos um pequeno barco como carga, eu vou te ajudar a por esse barco na água.

Cassie: Mas se a tempestade conseguiu afundar este onde nós estamos, vai virar um barco menor facilmente.

Mercenário: sim, mas agarre-se a ele, e talvez você sobreviva.

E assim, Cassie com a ajuda do mercenário foi ao mar e a tempestade não perdoou o pequeno bote, facilmente jogando Cassie na água, a ultima coisa que ela se lembra é de abrir o fecho, que mantinha a caixa fechada. Seus últimos pensamentos eram de profunda tristeza, pois fracassara na única tarefa que o Doutor lhe dera, a tarefa que poderia provar para o bom Doutor que ela não era um fracasso.

Esse não foi o fim de sua história, algum tempo depois Cassie acordou, não estava morta, mas provavelmente estava louca, pois via em sua frente uma pequena boneca usando um vestido de festa, estava de pé olhando para ela como se esperasse algo.

Boneca: Oi! Acorde! Vamos, a festa ainda não terminou.

Cassie: Festa? Mas... Do que você esta falando? Quem é você?

Boneca: Heidy olhe a cabeça dela e veja se tem algo dentro, pois acho que ela está mais burra.

Cassie sentiu alguma coisa lhe subindo a cabeça e pegou o que fosse, nessa hora teve a certeza que estava louca, pois o que ela pegara era uma segunda boneca, desta vez com roupas de Empregada carregando uma vassoura igualmente pequena.

Heidy: Sally, ela está bem, apenas não sabe quem somos nós.

Sally: Heidy, você é otimista demais, acho que ela nem se lembra de nós cinco puxando ela da água.

Cassie: Cinco?

Heidy: Sim! Cinco! Um, dois, três, quatro e cinco.

Cassie: Eu com certeza enlouqueci...

Nesse momento, Cassie notara que ela havia não só perdido a caixa que o Doutor lhe dera, mas também a lista de materiais, mas quando tentou se levantar para procurar um dos dois itens, ela mal conseguia se mexer.

Sally: Relaxe! Animar todos nós deve estar consumindo demais das suas energias, espere mais alguns minutos que os outros já devem estar chegando.

E assim como a boneca havia dito, três outros bonecos chegavam com a caixa e um deles carregava com esforço 2 papeis.

Boneco com roupas de Mordomo: Pegue, são a lista e uma carta do Doutor que estava na caixa com a gente.

Cassie: Carta do Doutor?

Cassie começou a ler a tal carta, que dizia:

      Se você está lendo isso temo que o pior aconteceu, mas você seguiu minhas recomendações como lhe ordenei, nesta caixa estão cinco bonecos, feitos do mesmo material bruto de que você foi feita, eles vão lhe servir bem tanto protegendo quanto ajudando você, então lembre-se, talvez você não seja a minha doce Catherine, mas de certa forma, você também é minha família, minha pequena Cassie.

Cassie: Então, meu nome é Cassie?

Sally: Meu Deus, ainda há esperança! Ela consegue entender o óbvio.

Cassie: O Doutor não me odeia...


Boneco com roupas de mordomo: Ola Senhorita, me chamo Lestat, Muito Prazer.

Boneco Carregando uma Lamparina apagada: Sou Walssen, Muito Prazer.

Boneco careca apenas de Calças: E eu sou Vilsken, Muito Prazer.

Cassie: Não consigo me levan...

Ela não chegou a terminar a frase, suas forças haviam acabado e ela desmaiara mais uma vez. Quando ela acordou, sentia cheiro de algo cozinhando e um homem estava com um prato surrado a sua frente.

Homem: Olha moça, num é um daqueles pratos chiques que a senhorita deve estar acostumada, mas enche a barriga.

Cassie Pegou o prato e começou a comer, ela não sabia o que era, mas era a refeição mais deliciosa que ela ja havia comido.

Cassie: Obrigado.

Homem: Hehe, nunca havia visto uma moça da cidade comer tão rápido, a senhorita devia estar com fome.

Cassie: Sim.

Homem: A Senhorita devia descansar, não sei como a senhorita foi parar na praia, mas pelo tamanho do machucado que a senhorita tinha na cabeça, teve sorte de estar viva.

Cassie se lembrou dos bonecos da caixa e começou a olhar em volta para ver se conseguia encontra-los, quando o homem apontou para um canto da sala.

Homem: A caixa que estava com você ao seu lado está ali, pensei que fossem suas coisas, mas só achei uns bonecos estranhos dentro, São da senhorita?

Cassie Com um leve sorriso, simplesmente respondeu:

Cassie: Sim, são sim.

Homem: Bem, quando a senhorita se sentir melhor, me avise.

Um dia se passou e Cassie finalmente conseguia andar de novo, sua cabeça parecia mais leve, mas as palavras voltaram a lhe parecer difíceis de sair e ela via o mundo de uma forma estranha, o homem que havia lhe salvado a vida, um pescador, parecia feliz de vê-la de pé.

Pescador: A Senhorita está se sentindo melhor?

Cassie: Sim, estou.

Pescador: Que bom, precisa de mais alguma coisa? Não tenho muito, mas posso lhe dar alguns peixes para comer durante sua viagem.

Cassie: Para onde é a cidade mais próxima?

Pescador: Bom, é pra lá. -- O homem aponta em direção a uma estrada que parecia não ter fim no horizonte.

Cassie: Obrigada por tudo.

E assim, Cassie parte em direção da cidade com um novo sentimento no Peito, Esperança.

[center][size=18]Atributos[/size][/center]
Força Física:            1+1
Força Mágica:       3
Velocidade de Ataque:    1
Velocidade de Movimento:    3
Precisão:          3
Vitalidade:          3+2

[center][size=18]Habilidades[/size][/center]

[b]Nome:[/b] Marionetista.
[b]Nível:[/b]  Nível 1.
[b]Descrição:[/b]  Cassie é capaz de animar marionetes feitos de materiais especiais para que estes desempenhem pequenas tarefas ou lutem por ela. Os bonecos apesar de serem leais a Cassie possuem personalidade própria e agirão conforme ela. Cassie guarda suas marionetes dentro de uma maleta mágica.

[b]Efeitos:[/b]  Cassie possui 5 marionetes diferentes, cada uma com personalidade e habilidades próprias. As marionetes são completamente leais a Cassie podendo até mesmo se sacrificar para salvar sua mestra caso seja preciso. Cada marionete possui atributos e habilidades próprias, Cassie é capaz de sustentar os 5 bonecos ativos ao mesmo tempo desde que nenhum deles e a propria Cassie não realizem nenhuma tarefa estressante ou que exija esforço para ser efetuada.

As marionetes são mágicas e possuem uma regeneração especial permitindo que recuperem sua HP como se fossem seres vivos comuns mas para isso precisam repousar dentro da maleta mágica de Cassie. Os bonecos não possuem nenhuma MP e caso venham a usar alguma habilidade que exija o consumo de MP esta será drenada diretamente de Cassie. Se a marionete for destruída tendo seu HP reduzido a zero, ela só começará a se curar após 24 horas.

Caso seja preciso Cassie pode acelerar o processo de cura de suas marionetes usando sua MP para isso, cada 1 ponto de MP irá curar 3% de HP da marionete alvo, essa cura pode ser realizada em combate mas só poderá ter uma única marionete por vez como alvo.

Se desejar dar ordens para suas marionetes Cassie precisará dar comandos verbais ou gestuais para as mesmas, devido a forte ligação dos bonecos com sua criadora eles possuem uma extensa linguagem de sinais que podem usar livremente desde que tenham contanto visual. Se nenhuma ordem for dada para suas marionetes elas agirão da melhor forma possível para atender a todas as necessidades de sua mestra.

Enquanto nenhuma ação que exija grande esforço for realizada todas as 5 marionetes permanecerão despertas e ativas mas neste estado todos os seus atributos serão igual a 1. Em casos de necessidade Cassie pode energizar uma de suas marionetes melhorando seus atributos, se fizer isso todas as outras marionetes irão adormecer. Cada marionete possui 14 pontos de atributos +1 para cada ponto de Força Mágica de Cassie, esses atributos não podem ser remanejados sendo permanentes. Assim que a marionete energizada volta ao normal todas as outras despertam imediatamente.

As marionetes nunca poderão se afastar muito de sua mestra e caso o fação serão teletransportadas magicamente para dentro da maleta de Cassie, isso também acontecerá se a marionete adormecer ou tiver seu HP reduzido a zero.
Cada marionete possui meio metro de altura e ao serem guardadas dentro da mala mágica de Cassie se dobram reduzindo seu tamanho a metade.

[b]A maleta mágica:[/b] Cassie possui uma maleta mágica que usa para guardar e cuidar de suas marionetes, essa maleta regenera e limpa as marionetes danificadas recuperando seu HP. A maleta é muito resistente, mais do que o normal para os materiais de que é feita podendo ser usada como um pequeno escudo caso Cassie precise.

A maleta mágica possui ligação com a dona fazendo com que Cassie sempre saiba a localização da mesma não importando a distância entre elas. Se for danificada a maleta pode ser reparada mediante a utilização de igrendientes especiais mágicos encontrados em qualquer loja de magia, cada ponto de HP perdido pela maleta custarão 3 moedas de ouro para ser recuperado. Se a maleta for destruída ela ainda assim poderá ser concertada mas Cassie não poderá mais curar suas bonecas com a cura normal. Sem a maleta as bonecas adormecidas, destruídas ou que se distanciarem além da zona de controle de Cassie se teleportarão para os pés da dona.

[b]Walssen o Vigia:[/b]
Um pequeno Boneco carregando uma velha lamparina, é o mais fraco fisicamente dos 5, mas também é o mais ligeiro. Utiliza-se de uma pequena lamparina alimentada por uma quantidade infima de energia magica, para zelar pelo sono de Cassie, sendo seu pequeno protetor. Em combate Walssen ataca balançando sua lamparina arremessando pequenas esferas de fogo a até 10 metros, o fogo é mágico e se dissipará causando dano no primeiro corpo que encontrar sem causar nenhum incêndio mesmo que seja um material inflamável.

Força Física: 1
Força Mágica: 3
Velocidade de Ataque: 4
Velocidade de Movimento: 4
Precisão: 3
Vitalidade: 2

[b]Lestat o Mordomo:[/b]
Este pequeno boneco, é a voz da razão, o mais calmo dos 5, costuma pensar bem antes de agir, a unica coisa maior do que sua educação, é sua preocupação com a Jovem Cassie. Lestat considera seu dever que Cassie se comporte devidamente, chegando a lhe dar broncas, caso a mesma comece a se portar de forma indevida. Em combate Lestat usa uma pequena besta de mão que dispara virotes magicos, os virotes desaparecem assim que atingem o alvo causando dano. Os virotes de Lestat são infinitos e sempre que ele efetua um disparo um novo virote surge no lugar do antigo.

Força Física: 2
Força Mágica: 2
Velocidade de Ataque: 3
Velocidade de Movimento: 3
Precisão: 4
Vitalidade: 3

[b]Heidy a Empregada:[/b]
A pequena boneca que é praticamente o simbolo da inocencia e do otimismo, ve sempre o lado bom das coisas, a unica coisa que a incomoda, é a sujeira, usando a pequena vassoura que carrega para tentar limpar as coisas sempre que pode, suas frases favoritas são: "Uma casa limpa é uma casa feliz." e "Não se preocupe, veja o lado bom.". Em combate usa uma vassoura que causa dano mágico podendo ferir inclusive criaturas que só possam ser atingidas por tais ataques.

Força Física: 2
Força Mágica: 3
Velocidade de Ataque: 4
Velocidade de Movimento: 3
Precisão: 3
Vitalidade: 2

[b]Sally a Dama:[/b]
Uma boneca de longos cabelos e vestido de festa, por ironia, a mais agressiva entre os bonecos. Sally não tem medo de falar o que pensa, mesmo que vá ofender alguém, se algo está por terminar sempre diz "Vamos, a festa ainda não terminou.". Em combate ela dispara pequenos projeteis de magia para se defender.

Força Física: 2
Força Mágica: 4
Velocidade de Ataque: 3
Velocidade de Movimento: 3
Precisão: 3
Vitalidade: 2

[b]Vislken o Arruaceiro:[/b]
Este boneco, ao contrario dos outros que se vestem para trabalhar, veste apenas um par de calças deixando seus musculos a mostra. Dos 5, é o mais propenso a brigar fisicamente com outros, usando sua força para muitas vezes tentar convencer os outros de seu ponto de vista por meio da intimidação. Apesar das aparências, por baixo do seu exterior rude, se esconde um coração e tanto, sendo aquele que vai tentar te consolar em seus momentos de tristeza. Todos os ataques físicos de Vislken contam como mágicos podendo afetar criaturas e adversários que só podem ser atingidos por tais ataques.

Força Física: 4
Força Mágica: 1
Velocidade de Ataque: 3
Velocidade de Movimento: 3
Precisão: 3
Vitalidade: 3

[b]Custos:[/b]  50% de MP para energizar uma marionete tornando-a ápta para o combate e 10% de MP para sustentá-la.
[b]Duração:[/b]  Uma rodada, sustentável.
[b]Tempo de conjuração:[/b]  Uma rodada de concentração parcial.
[b]Alcance:[/b]  Uma marionete.
[b]Área de Efeito:[/b]  10 metros.


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:12 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 1:17 am

Álkemo/pusso
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Álkemo
[b]Idade:[/b] 19
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1.97
[b]Raça:[/b] Meio-Elfo
[b]Nível:[/b]1
[b]Exp:[/b] 0
[b]L$:[/b]0
[b]Profissão:[/b]
[b]Salário:[/b]
[b]Aparência:[/b] Álkemo é um Meio-Elfo bastante alto, com uma aparência forte, intimidadora.
Transmite um ar de seriedade com um cabelo curto e negro, que se junta a uma barba mal feita. Não se preocupa muito, ou quase nada, com a aparência, costuma usar qualquer trapo que lhe sirva.
[b]Personalidade:[/b] Um homem solitário por opção, gosta de viver sua própria jornada, o mundo lhe fez assim. Não ri, não chora, não se abala por pouco. só se sociabiliza quando necessário.
[b]Terra Natal:[/b] Uma pequena fazenda em Hirt.
[b]História:[/b] Álkemo nasceu e cresceu no campo, nunca sonhou alto, apenas vivia o que a vida lhe reservava. aos seus 14 anos começou a trabalhar em uma fazenda vizinha, todo o dinheiro que ganhava ia para a família. Tudo o que ele tinha que fazer era proteger o milharal de furtos, para isso, lhe foi dado pelo dono da fazenda um arco velho e algumas dúzias de flechas. Nunca havia sido trabalhoso, poucos se atreviam a roubar a fazenda, porém, em um dia comum, Álkemo avistou ao longe um homem roubando uma cesta de milhos, o homem não parecia perigoso, pelo contrário, estava desarmado, sujo, parecia de fato carente.
Álkemo pensou em disparar flechas no ladrão, porém não seria necessário, tão pouco algo decente.
Em vez disso, foi falar com o homem.
- O que fazes aí homem? Não vê que posso matá-lo?- perguntou Álkemo com um tom de quem quer ajudar.
- Por favor, não queria ter que roubar, porém minha família passa fome, todos me negam emprego, e esta foi minha ultima opção. Ou levo este milho, ou milha família passará fome, por favor meu jovem só te peço que me deixe partir. - homem estava agachado, suplicando.
O jovem Álkemo não pode fazer nada. Esse é um pedido a que não se pode negar.
-Está bem. Pegue sua cesta e saia logo daqui, antes que alguém o veja.
No momento em que o ladrão pegava sua cesta para fugir, o dono da fazenda avistou-os, e logo entendeu o que se passava ali.
O pobre homem saiu correndo de lá, não estava disposto a mais encrenca.
- VOCÊ ACHA QUE EU NÃO SEI O QUE VOCÊ FEZ AQUI? ESTÁ DESPEDIDO! - Deu-lhe um tapa com uma brutalidade sem igual.
O jovem meio-elfo ficou estirado no chão por alguns instantes, voltou à si, e se levantou.
- E você acha que eu me importo com esta JOÇA DE MILHARAL? - no mesmo instante, pegou seu arco, uma flecha, e atirou. sem pensar, sem mirar, atirou com toda sua força, e a flecha acertou em cheio o peito do homem.

Álkemo ficou lá, parado, ofegante, tentando entender o que acontecerá. Não poderia olhar nos olhos de seus pais de novo, e também não acharia emprego por perto. assim que achassem o corpo do dono da fazenda, seria preso, e talvez morto.

Tomou uma decisão: pegou as flechas restantes, seu arco, e foi embora, o rumo era o mais longe possível.

Passou anos vivendo sozinho, apenas ele e seu arco. fazia flechas com madeira da floresta, e caçava pequenos animais para comer. tudo era tranquilo, até que seu arco ficou velho demais e se quebrou.

Naquele dia Álkemo teve de ir à cidade.

- "Arranjar um emprego temporário, comprar uma besta nova, e voltar a explorar o mundo." pensava ele.


Atributos:
[b]Força Física:[/b]1
[b]Força Mágica:[/b]1+1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 4
[b]Precisão:[/b] 4+1
[b]Vitalidade:[/b] 1+1

[b]Habilidades:[/b]
Sniper:
Quando necessário, Álkemo pode se concentrar e disparar uma flecha com incrível precisão, habilidade que aprendeu sozinho, em anos de caça.
Custos: 1 rodada para concentração e mira, 10% MP por flecha lançada.
Efeito: precisão dobrada.
Alcance: 500 m

Klaus Walker
Spoiler:
Código:
[b]Nome: Klaus Walker[/b]
[b]Idade: 23[/b]
[b]Sexo: Masculino[/b]
[b]Altura: 1.88m[/b]
[b]Raça: Meio-Dragão[/b]
[b]Nível: 2 [/b][b]Exp:[/b] 1500/2000
[b]L$:0[/b]
[b]Profissão:----[/b]
[b]Salário:----[/b]
[b]Aparência:[/b] Cabelos curtos e pretos, olho azul escuro e caucasiano esta e aparência de  Klaus, sempre usa uma camisa branca e por cima um sobretudo azul escuro, usa uma calça azul escura também feita de um tecido bem leve e um tapa olho para esconder seu olho esquerdo. As únicas partes que revelam que o jovem seja um não-humano é seu braço esquerdo que é coberto por escamas parando no pulso e as suas costas, ambas escamas azuis variando entre escuro e marinho.

Recentemente suas escamas cobriram totalmente o braço direito e o punho, as mesmas são da mesma tonalidade que a do braço esquerdo porem em meio as escamas possui uma inscrição em uma língua morta: "Oceanus Crasher", nome deixando pelo seu pai verdadeiro após uma visita inusitada.

[b]Personalidade: [/b]Diferente dos outros piratas Klaus segue uma linha de conduta própria e não aprova violência desnecessário, exceto logicamente quando é ele que esta nervoso. Muito fã do sexo feminino é um galanteador nato, o problema é que ele se acha um galanteador, mas nem sempre é bem sucedido, levando a maioria das vezes uns belos tapas, tirando esse pequeno defeito Klaus é calmo, às vezes brincalhão e a maioria das vezes muito sem noção fazendo aos coisas mais inoportunas nas piores horas.

[b]Terra Natal: [/b]Desconhecida
[b]História:[/b]

[b][center]Prólogo[/center][/b]

Era uma noite chuvosa e o capitão Zarrom Walker tinha acabado de fazer um pelo de um saque em uma das cidades portuárias de algum país e estava saindo de cena junto a sua tripulação do navio “caveira dourada” quando seu imediato chamou seu capitão para ver uma coisa.

- Ei capitão olhe ali!
- Hmm curioso, Kairon vá pega-lo e veja se ainda esta vivo.
- Sim senhor!

O imediato de Zarrom mergulhou no mar e resgatou um recém nascido que estava boiando em uma pequena canoa.

- Capitão ele ainda esta vivo!
- Hehehe isso sim é uma criança dos mares! Muito bem estava precisando mesmo de um herdeiro, acho que isso é um sinal do senhor dos mares para mim. Escute Kairon sua mulher não tinha acabado de dar a luz?
- Sim senhor, mas infelizmente a criança morreu.
- Hmm muito bem, de esta criança para ela cuidar, irei cuidar dele até atracarmos no nosso esconderijo de lá vamos para o porto onde sua mulher esta e ela subira a bordo.
- Capitão?
- Calma fique tranqüilo, enquanto ela estiver nesse navio o único que poderá tocá-la será a criança e você.
- Fico mais aliviado assim capitão.
- Kairon esqueceu que eu conheço muito bem meus homens hahahahahaha.
- Mas senhor já tem um nome para o garoto?
- Sim, um nome que estava pensando a muito tempo.
- E qual vai ser?
- Na hora você ira descobrir Kairon, só na hora hahahahaha.

[b][center]Criança do Oceano[/center][/b]

A mulher de Kairon cuidou de Klaus como se fosse seu próprio filho e aos poucos que o jovem ia crescendo escamas azuis escuras começavam a surgir nas costas do bebe, claro que isso só ficou entre Kairon sua mulher e o capitão e pai adotivo do garoto. Zarrom pensava muito diferente de qualquer pessoa, em vez de jogar a criança ao oceano onde tinha a encontrado ficou mais feliz ainda sabendo que seu filho adotivo era especial, único talvez.

Ao completar 8 anos Klaus já trabalhava no navio, limpando o deque e fazendo outros serviços pesados. Sua força fora do normal ajuda, afinal Zarrom tirrou bastante proveito disso, pois Klaus também ajudava nos saques, ele não lutava, mas depois que todos os guardas estavam mortos Klaus empilhava os tesouros e levava para o navio.

E essa foi a rotina de Klaus até os 14 anos de idade, pois quando completara 15 seu pai adotivo lhe deixou para treinar com um velho ancião que tinha os olhos puxados. Este mesmo ancião na verdade fui tutor de Zarrom, a idade dele era desconhecida mas de uma coisa o jovem Klaus tinha certeza, se ele achava ruim o barco, ali seria pior ainda.

De dois em dois meses Zarrom passava para ver o progresso do filho, este que já lutava muito bem e que desenvolveu certa habilidade com uma espécie diferente de espada, a katana. Klaus treinou com seu mestre Agill em terra durante dois anos e depois Zarrom vez uma proposta para seu antigo tutor, treinar Klaus no navio dele e por dia ele lhe pagaria uma quantia equivalente a 1000 L$. Agill não ligou muito para o dinheiro, mas sim pela vontade de há anos querer descobrir todos os mistérios do mar.

Klaus começava a participar dos saques, não apenas com um mero ajudante, mas também como pirata! Alguns falavam que ele era a imagem cuspida e escarrada do pai, pois tinha o mesmo talento para pilhagem e roubos. Não demorou muito e quase todos os companheiros de seu pai já gostavam do rapaz... quase todos.

[b][center]A face da morte.[/center][/b]

Klaus já possuíra 19 anos e tinha a aprovação de todos os membros do navio “caveira de ouro” pelo menos era o que dizia o velho imediato do Capitão Zarrom, mas na verdade um único sujeito desprezava o rapaz, talvez por inveja, ou por outro motivo banal, não se sabia ao certo, só erra de conhecimento de alguns que há tempos Adamastor estava preparando uma surpresa para o jovem, e quando chegasse à hora certa ele iria matá-lo!

Existem os homens que vivem pouco e aqueles que vivem muito, este ultimo era Agill o atual tutor de Klaus. Ele o ensinara a lutar com e sem armas e muitas outras coisas como filosofia, geografia, e tudo que ele possuía de conhecimento, porem Klaus nunca foi muito chegado no estudo e aos 19 anos nem ligava pra isso só pensava em saquear e ser tão bom como seu pai, porem os anos iam castigando Agill e Zarrom percebia isso, afinal ele também fora aluno de Agill. Antes de falecer Agill pediu a seu atual aluno que o cremasse em terra e joga-se suas cinzas no lago da sua terra natal, isso seria um problema, pois na terra natal de Agill era terminantemente proibida a entrada de qualquer estrangeiro. Zarrom também estava presente quando seu antigo mestre pediu isso a seu filho e juntou o útil ao agradável, pois na cidade de Agill haviam grandes riquezas e agora possuía homens o suficiente para saqueá-la ou pelo menos assim pensou.

Agill morreu quando o seu aluno possuía 23 anos, e assim como prometido Klaus foi à terra natal de seu tutor. Chegando lá teve uma bela surpresa, pois muitas coisas tinham mudado, ou pelo menos não estavam como seu mestre tinha lhe contado e o povo de lá estava muito mais hospitaleiro. Klaus conversou com o chefe da cidade e o mesmo entendeu sua situação e assim realizou o desejo de seu mestre falecido porem o jovem não estava ciente do plano de seu pai de atacar a cidade ao anoitecer e por isso aceitou o convite de passar a noite naquela cidade.

Foi uma catástrofe, Klaus ao contrario de ajudar seu pai foi totalmente contra ao saque a cidade e ajudou a defende-la, seu pai ficou furioso quando viu que seu próprio filho estava ajudando a deter a invasão que ele organizara, Klaus foi desacordado e levado até o navio, o plano de Zarrom foi por água a baixo e muitos homens morreram.

Assim que Klaus acordou teve uma discussão feia com seu pai e infelizmente no calor do momento Zarrom sacou sua pistola e tentou atirar em seu próprio filho. Klaus tentando se defender arremessou um tinteiro nos olhos de Zarrom que se desviou para o lado e acertou sua cabeça em uma das espadas que tinha pendurada na sua cabine, Klaus chamou por socorro, mas já era tarde demais para Zarrom.

Uns falavam que Klaus matou seu próprio pai para ficar com o navio outros tinham especulações piores e assim Adamastor deve a oportunidade que queria, propôs a seguinte idéia, que ouve-se um desafio entre ele e o jovem Klaus, este que não recusou o embate.

O duelo ocorreu no meio do convés e todos os piratas sobreviventes do “caveira de ouro” assistiam. Klaus era forte, mas não era muito ágil, ao contrario de Adamastor que era o melhor homem que seu pai tinha a bordo para combates à curta distancia e mesmo assim este estava com dificuldades para enfrentar o jovem, foi quando uma pequena faca mudou o curso da situação, ninguém sabe quem a atirou, mas Klaus ao desviar dela Adamastor encontrou uma falha em sua defesa e desferiu um golpe certeiro em seu olho esquerdo. Klaus daquele momento em diante ficou em desvantagem, pois tinha um ponto cego e vai saber quem mais estava ao lado de Adamastor. Klaus perdeu o combate e quase perdeu a vida, pois Adamastor acertou em cheio seu peito e o jovem caiu no mar...

[b][center]Nova terra, novas aventuras![/center][/b]

Klaus ficou vários dias desacordado e beirando a morte quando a correnteza do mar o levou em direção a terra de Lodoss, mais precisamente a Península de Ruff. Um dos senhores de uma estalagem o encontrou e lhe deu abrigo, notou também que o rapaz era especial, pois possuía escamas azuis nas costas e no braço esquerdo quase que completamente parando na região do pulso, seu olho direito que não estava ferido era de um tom de azul escuro e era possível ver uma espécie de desenho em sua íris, mas irreconhecível.

Quando o jovem acordou perguntou onde estava e após o homem lhe explicar nas condições em que fora encontrado Klaus ficou muito sem jeito lhe agradeceu pela hospitalidade e como forma de retribuição durante alguns meses o ajudou na estalagem, nesse meio tempo o jovem fazia perguntas do tipo “Como se chama esse lugar”, “Me conte um pouco da historia daqui.” Aos poucos Klaus ficava fascinado com tudo que o senhor ia lhe contando e ficava com mais vontade de explorar aquela região. Após um período de trabalho na estalagem Klaus agradeceu novamente ao senhor por ser salvo sua vida e agora estava indo explorar todo esse fascinante continente chamado Lodoss.


Atributos:
[b]Força Física: 3+2[/b]
[b]Força Mágica: 2[/b]
[b]Velocidade de Ataque: 3[/b]
[b]Velocidade de Movimento: 3[/b]
[b]Precisão: 3[/b]
[b]Vitalidade: 2+1[/b]

Habilidade:
Regeneração: Regeneração é uma habilidade usada automaticamente quando Klaus esta abaixo dos 25% de HP. Graças à força mágica draconiana que corre em suas veias, quando Klaus esta a beira da morte uma espécie de energia mística começa a ser gerada regenerando tecidos danificados ou substituindo-os, em contato com a água seu efeito é aumentado.

[b]Custo:[/b] 50% PM independente da vontade de Klaus, recuperando 50% de HP. Em contato com a água o custo se mantém, mas cura-se 75% de HP. Não pode ser reutilizado no mesmo dia.

[b]Nome:[/b] Oceanus Crasher
[b]Nível:[/b] 1
[b]Descrição:[/b] Klaus é capaz de energizar seu braço direito fazendo com que seu próximo ataque seja ele desarmado ou não fique mais poderoso. Sempre que utiliza esta habilidade o braço de Klaus fica contornado por uma aura brilhante de cor azul escuro.
[b]Efeitos:[/b] quando utiliza esta habilidade, Klaus energiza seu braço direito fazendo com que seu próximo ataque cause um dano adicional igual Força + Vitalidade/2 arredondado pra cima, esse ataque energizado pode ser feito com as mãos limpas ou através de armas que tenham sido tocadas pela mão direita de Klaus incluindo objetos arremessados tais como lanças, machadinhas e facas. Flechas também podem ser energizadas.
Esta habilidade não pode ser usada em conjunto com bestas, armas de fogo ou qualquer tipo de arma com a qual a munição não entre em contato com o braço direito de Klaus.
Quando utilizada perto de corpos de água tais como rios, lagos, oceanos e etc, a habilidade funcionará de maneira mais eficiente causando mais dano de acordo com o tamanho do corpo de água presente nas proximidades.
Para ganhar o incremento de dano devido a proximidade à um corpo de água, Klaus precisa estar a uma distância máxima de 10xForça metros.
[b]Custos:[/b] 30% de MP para ativar.
[b]Duração:[/b] 1 rodada.
[b]Tempo de conjuração:[/b] Uma rodada de concentração parcial.
[b]Alcance:[/b] pessoal.
[b]Área de efeito:[/b] pessoal ou objeto tocado.

Kinpatsu
Spoiler:
Código:
[b]Nome[/b]: Kinpatsu
[b]Idade[/b]: Aparentemente 20 anos, porém sua idade é desconhecida.
[b]Sexo[/b]: Masculino.
[b]Altura[/b]: 1,70m
[b]Raça[/b]: Youkai - Karasu Tengu
[b]Nível:[/b]1[b]Exp:[/b] 250/1000
[b]L$[/b]: 0
[b]Profissão[/b]: x
[b]Salário[/b]: x
[b]Aparência[/b]: Tem cabelos longos lisos e dourados, olhos azuis celestes, pele clara, porte esportivo. Veste uma armadura no peito até o abdômen e uma calça social preta e um sobretudo vermelho com capuz cobrindo uma katana em sua cintura, e uma bota de couro até o inicio do joelho. Tem uma forma demoniaca que é normalmente usada pra voar e em lutas dificeis, e tem uma forma humana que sempre está usando. Na forma demoniaca, seus cabelos ficam negros, seus olhos ficam vermelhos na iris, em sua face aparece uma mascara em forma de bico e em suas costas surgem um par de asas negras.
[b]Personalidade[/b]: Sempre expressa tranquilidade, embora seu olhar seja frio e raramente haja por instinto. Não gosta que sejam mal educados, isso o irrita muito. Não é muito de conversar, na verdade não gosta de falar e sempre fala o extremo necessário. Não gosta de tagarelice, pois não consegue pensar direito e isso também o irrita. Não é muito amigo de humanos, somente os ignora.
[b]Terra Natal[/b]: Morava em um reino acima das nuvens, porém este foi destruído e ele foi um dos poucos sobreviventes da nobreza.
[b]História:[/b] Kinpatsu era o filho mais velho do rei que comandava o reino das nuvens, foi treinado desde pequeno na arte da espada e magia. Desde criança foi prometido a uma tengu da nobreza para que seus sangues se fortalecessem, porém pelo seu jeito de ser era difícil alguém gostar dele. Depois que atingiu a maturidade participou de um ritual típico de todo jovem tengu em sua sociedade, e logo após fez um teste para se tornar um general do exercito de seu pai. Por ser um ótimo lutador passou no teste e foi promovido a general, tomando conta assim da guarda do reino. Muitos outros tengus tentaram desafiá-lo, porém todos perderam facilmente e sofreram graves ferimentos. Ajudava também na caça, adorava caçar, era algo que o acalmava e se orgulhava, pois ajudava na prosperidade do reino. Por mais frio que fosse, ou aparentasse ser, ele se preocupava com os seus e fazia de tudo pra protegê-los. Depois de algum tempo sem ver sua prometida, esta voltou completamente matura, mudada, e se apaixonou perdidamente por ela. E foi justamente por conta deste amor que um dia por falta de atenção, Kinpatsu não viu um espião inimigo e o reino foi atacado estrategicamente. Não teve como revidar, pois conseguiram pegar o ponto mais fraco do reino e logo tudo estava destruído e a caminho do esquecimento. Tentou lutar com o seu máximo, matou muitos inimigos e também foi ferido, porém ficou em choque quando viu sua pretendente e amada desmaiada ou morta nas mãos do inimigo.
-[color=red]Akira!![/color] -Gritou demonstrando um pouco de seu desespero pelo olhar e ódio estampado em seu rosto.
Nesse instante foi tomado pela ira, e então não se lembra mais. Quando acordou estava em terra firme, onde raramente havia pisado e não tinha mais como voltar pro reino, pois este estava destruído. Tentou se comunicar com ela, porém foi em vão, mas ficou tentando na esperança dela responder durante uma semana, enquanto andava perdido pelo local. Constatou então que ela estava morta e desistiu de encontrá-la, porém estava na sede por vingança. Sabia que não era o único sobrevivente, só teria que achá-los, ou talvez nem isso, pois seu orgulho queria se vingar sozinho. Desde então começou a vagar pela terra firme à procura de pistas que pudessem levá-lo até os alados, até que chegou ao mar. Não teria como atravessá-lo se não voando, então, sem alternativas, se transformou e voou mar adentro. Por conta de seu senso de direção aérea, por ser um youkai corvo, voava na direção da unica terra firme que sentia por perto.


Atributos:
[b]Força Física: 3+1[/b]
[b]Força Mágica:2 [/b]
[b]Velocidade de Ataque: 3+1[/b]
[b]Velocidade de Movimento: 2+1[/b]
[b]Precisão: 2[/b]
[b]Vitalidade: 2[/b]

[b]Habilidades:[/b]
[quote]Nome: Crow Form
Nível: 1
Descrição: É uma transformação que ocorre somente quando Kinpatsu se encontra em estado crítico.
Efeitos: Seu cabelo se torna negro e seus olhos vermelhos. Uma máscara em formato de bico ganha a face e grandiosas asas negras surgem em suas costas, além de garras para seus pés e mãos. Depois de encerrada gera grande exaustão em Kinpatsu. Kinpatsu não poderá falar devido ao bico. Recebe um ponto em força, velocidade de movimento e precisão.
Custos: Necessita de uma perda de pelo menos 75% do HP, mais 100% do MP
Duração: Permanece até que Kinpatsu julgue que não sofre mais ameaça ou risco de morte.
Tempo de conjuração: 1 turno
Alcance: -
Área de Efeito: -[/quote]

Gambatein
Spoiler:
Código:
    [b]Nome:[/b] Caliari Caglimanti, vulgo "O Gambantein"
    [b]Idade:[/b] 17
    [b]Sexo:[/b] Masculino
    [b]Altura:[/b] 1,86
    [b]Raça:[/b] Humano
    [b]Nível:[/b] 1 [b]Exp:[/b] 150/1000
    [b]L$:[/b] 0
    [b]Profissão:[/b]
    [b]Salário:[/b]
    [b]Aparência:[/b]
Um jovem de considerável altura e porte físico entre um mediano e fraco. Seu corpo, apesar de não estar entre os mais robustos, apresenta maior resistência e vigor que a maioria dos magos. Seus cabelos são negros como a peste e seus olhos de um azul bem profundo. Apesar de possuir uma belíssima face, costuma mantê-la oculta por uma máscara de madeira pouco trabalhada. Comumente visto portando uma indumentária azul de várias camadas e um chapéu pontudo de abas largas.
    [b]Personalidade:[/b] Brincalhão, repleto de humor negro. Possui ânsia pelo poder e em dominá-lo, mas não poder político ou social: o poder de sua magia. De espírito livre, não possui afinidade alguma em assumir compromissos e não se esforça demais para cumprir os poucos que faz. É bem sedutor, no quesito social, devido a sua constante polidez e facilidade em elogiar e mentir. Misterioso, não possui a mínima vontade de falar sobre si mesmo, mas está mais que confortável em ouvir outros o fazendo. Gosta de resolver tudo da forma mais rápida e prática, de obedecer sua preguiça e de nozes.
    [b]Terra Natal:[/b] Calm
    [b]História:[/b]
Nascido na família Caglimanti, uma que vivia um tanto afastada das outras habitações em Calm, Caliari demonstrava, dentre seus irmãos, todos mais velhos, a maior capacidade de suceder o título de honra de seu pai. A história sobre este, porém, é um tanto complicada.
Dizem as lendas, passadas oralmente de mestre à discípulo, que tudo originou-se na tradição draconiana: um membro da raça era possuidor de enormes poderes mágicos decidiu em sua arrogância manter-se vivo para todo o sempre. Assim sendo, arrumou um aprendiz de sua própria raça, um muito jovem dragão, equivalente a uma pequena criança humana. E a este deu sua marca e contou-lhe sua história, e através dos anos o treinara em desenvolver a maior quantia de poder mágico bruto que conseguisse.
Não lhe importava que tipo de mágica usasse, apenas lhe importava como: de uma certa forma tinha a capacidade de notar quais crianças eram mais perspicazes e com maior tino para a magia. E nomeou a tradição com o antigo apelido que lhe fora designado, 'Gambantein, o Cajado Ancião'.
E então, todo Gambantein deve escolher um jovem aprendiz e passar-lhe o legado da missão: produzir magos cada vez mais fortes e capazes. Séculos depois, um dos sucessores dracônicos feriu a tendência de se eleger um membro da mesma raça: escolheu um jovem elfo para honrar seu nome, e os elfos passaram aos humanos e assim sucessivamente até chegar a humanos.
Quando um viajante já envelhecido e doente foi acolhido na residência dos Caglimanti para proteger-se do frio, entregou à família sua máscara, assim como um grosso livro e falou-lhes:
"O destino e a providência me trouxeram a esta casa, onde sinto que minha jornada com o Cajado Ancião deve terminar. Fiquem com isto. A máscara indicará aquele desta casa que herdará a honra do Gambantein. Quando este momento chegar, dêem-lhe este tomo de sabedoria passado por eras através de nossa geração."
E através dos anos a máscara, que havia enfeitado a sala da família, esperou, até que Caliari tivesse sete anos de idade quando um dia, inexplicavelmente, acordou com a máscara sobre sua face, o que o assustou deveras. Levantou correndo e foi-se apressado ao quarto de sua mãe que, chocada, contou-lhe a história de que ele seria um grande mago. Deu-lhe o livro, que começou a ler.
Algo empolgava em demasia o garoto ao pensar que poderia ser um grande mago: durante toda sua vida fora um garoto muito doente, castigado pelos climas hostis de Calm. Entristecia-o saber que jamais poderia tornar-se um combatente por sua saúde fraca, mas agora novas opções se abriam a ele. Não só isso, mas sentia também que o treino da magia tornava seu corpo cada vez mais resistente.
Até um de seus irmãos, irritados pelo distanciamento do garoto, jogaram-no ao lago como forma de diversão. A tinta borrou-se e o livro foi perdido, e desde então o rapaz planejou sua saída daquela casa. Não somente por se sentir ofendido, mas também porque o livro lhe ensinara os princípios de um grande mago e d'O Gambantein, e para cumprí-los ele deveria fazer seu melhor para conhecer o mundo. Desta forma, ao completar doze anos, saiu em sua jornada por poder e conhecimento, levando consigo apenas um cajado por ele entalhado e seu livro, agora sem valor algum. Partiria em busca não só de poder, mas também do criador do livro: havia em seu coração ainda a esperança de que os conhecimentos d'O Gambantein estejam preservados em algum livro ou mente vivente.

    Atributos:
    [b]Força Física:[/b] 1
    [b]Força Mágica:[/b] 6 + 1
    [b]Velocidade de Ataque:[/b] 4
    [b]Velocidade de Movimento:[/b] 1
    [b]Precisão:[/b] 1 + 1
    [b]Vitalidade:[/b] 1 + 1

    [b]Habilidades:[/b]
[quote]Miasma:

A capacidade de criar e controlar* os maus ventos é inerente ao jovem que passou tanto tempo de sua vida adoecido. Com esta habilidade ativa, ele é capaz de infectar uma grande esfera de ar a seu redor da forma que bem entender(limitado interpretativamente por sua inteligência, 1m de raio por ponto). Os efeitos deste ar atingem imediatamente qualquer um em seu alcance, respirando ou não. Aqueles afetados com o Miasma sentem-se cada vez mais enfraquecidos por doenças, gerando estados febris, sudorese, tonturas, enjôos assim como ressecamento e rompimento da pele, pontos de inflamações, pústulas e insensibilidade. Alguns dos efeitos podem durar por muito tempo depois do fim do contato com o Miasma, e algumas podem tornar-se enfermidades crônicas(interpretativo).
Quanto maior o nível da habilidade, mais difícil é resistir a seus efeitos e menor o custo de MP.

Custo: 40% de MP para invocar e 10% por turno para manter. O oponente alvo, porém, terá uma resistência (Vitalidade = Turnos). Por exemplo, alguém de Vitalidade = 3 irá passar 3 turnos sem efeito nenhum da doença. Quando esse turno acabar, perderá 5% de HP para cara 10% gasto com a skill após isso, sendo que a cada perda de HP os efeitos da doença irão se agravar. Os efeitos vão continuar no oponente alvo ao término da habilidade pelo tempo que o GM achar necessário. A Habilidade só tem efeito em seres vivos.[/quote]


[quote="Log"]16/07/2012 12:19; Adicionados 150exp do treino na [url=http://lodoss.forumbrasil.net/t609p225-academia-de-magia#18535][b]Academia de Magia[/b][/url], por [url=http://lodoss.forumbrasil.net/u177][b]Cobernick[/b][/url][/quote]


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:13 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 1:25 am

Scarlet S.
Spoiler:
Código:
[color=#ccc0d9][font=Courier]

[color=#ccc0d9][font=Courier]– [b]Nome:[/b][/font][/color][size=12][color=#000000][font=Calibri] Scarlet S.[/font][/color][/font][/color][/size][color=#ccc0d9][font=Courier]–[/font][/color]

[color=#ccc0d9][font=Courier]–[b]Idade:[/b]20 [/font][/color]

[color=#ccc0d9][font=Courier]–[b]Sexo:[/b] Feminino
–[b]Altura:[/b] 1,80
–[b]Raça:[/b] Humana
–[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] 0/1000
–[b]L$:[/b]
–[b]Profissão:[/b]
–[b]Salário:[/b]
–[b]Aparência:[/b][/font][/color]

[img]http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ5fZZDpZHv2NvelWXWCM7_ko9HRbohrLEZ-ykkn0uikzLBRgalc5n6SaGbNA[/img]

[center][color=#ccc0d9][font=Courier]Uma menina alta, nem gorda nem magra, olhos castanhos, da mesma cor do seu cabelo, usa sempre as mesmas roupas, pois é apegada nas mesmas.[/font][/color][/center]

[color=#ccc0d9][font=Courier]
– [b]Personalidade:[/b] Sempre foi uma menina doce, amigável, mas por outro lado, atua de forma diferente com as pessoas que merecem, ela se torna amarga, chata e estressada.
– [b]Terra Natal:[/b] Calm
– [b]História:[/b] [/font][/color]
[center][color=#ccc0d9][font=Courier][spoiler] 1- Nascimento[/font][/color]
[color=#ccc0d9][font=Courier]Uma Garota , de 20 anos de idade chamada Sira, uma humana camponesa de calm, conhecia um jovem fazendeiro do mesmo vilarejo, chamado Karl, que na época tinha 18 anos, essa garota, como já devem saber é a ‘futura’ mãe de Scarlet, Karl e Sira se conheceram no celeiro dele,foi paixão a primeira vista. Os dois demoraram para assumir a paixão e desejo pelo outro, até Karl montar em seu fiel cavalo, Karl iria voltar para sua fazenda, que era em outro lugar bem longe dali, então Sira disse sua paixão por Karl, assim Karl também assumiu e os dois começaram a namorar. Alguns anos depois, naquela mesma fazenda de onde os dois se conheceram, nasce Scarlet Slowner ou Scarlet S. , um jovem como qualquer outra, a jovem foi crescedo e neste mesmo tempo sua mãe e seu pai adoecendo, mas smepre se matando para sustentar a família, Karl adoeceu mais rápido, tendo câncer, assim morrendo em sua fazenda, sendo enterrado La mesmo, sua mãe chorou muito, e pouco tempo depois, estava paraplégica deitada na cama dep palha que sempre gostou, até dizer para Scarlet [/font][/color]
[color=#ccc0d9][font=Courier]- Filha... Acho que meu momento chegou[/font][/color]
[color=#ccc0d9][font=Courier]Então fechou os olhos como se tivesse dormindo, assim morreu naquele mesmo instante. Scarlet ficou com aquela pequena fazenda, mas vendeu logo depois, resolveu viajar, e hoje com 20 viaja para Hilydrus onde possa arranjar um emprego facil, de sua familia, so sobrou uma unica pessoa, que ainda mora em calm, e está com saude, sua vó, mama-ginka, nome carinhoso dado por scarlet, mama-ginka tem um estabulo, e pode ser utel a ela em sua viagem.[/spoiler][/font][/color][/center]



[color=#ccc0d9][font=Courier]Atributos:[/font][/color]</SPAN>[color=#ccc0d9][font=Courier]
– [b]Força Física:[/b] 3 [b][i](+1)[/i][/b]
– [b]Força Mágica:[/b]3
– [b]Velocidade de Ataque:[/b]2
– [b]Velocidade de Movimento:[/b]2
– [b]Precisão:[/b] 2 [b][i](+1)[/i][/b]

[color=#ccc0d9][font=Courier]– [b]Vitalidade: [/b]2 [b][i](+1)[/i][/b][/font][/color][/font][/color][color=#ccc0d9][font=Courier]

[b]Habilidades:[/b][/font][/color]

[font=Courier][b]Nome:[/b] Color Power
[b]Nível:[/b] 1
[b]Descrição:[/b] Scarlet é capaz de invocar poderes especiais que causam efeitos diversos e utilizam padrões coloridos em suas manifestações. Cada poder possui uma cor diferente que se manifesta através de uma aura ao redor do alvo.
[b]Efeitos:[/b] cada poder causa um efeito diferente e possui uma cor própria, essa cor se manifesta através de uma aura que fica ao redor do alvo da magia. Todos os poderes contam como se fossem habilidades mágicas portanto poderão ser afetados ou resistidos com efeitos que afetem magias. Todas os poderes podem ser usados simultâneamente desde que sejam de cores diferentes ou possuam algo relacionado em sua descrição.

[color=red]Red Power[/color]: esse poder aumenta a força e resistência de Scarlet conferindo a ela um bônus de +1 em Força e +1 em Vitalidade.
[b]Custos:[/b] 20% de MP para ativar, o mesmo para manter.
[b]Duração:[/b] 1 rodada.
[b]Tempo de conjuração:[/b] instantâneo.
[b]Alcance:[/b] pessoal.
[b]Área de efeito:[/b] pessoal.

[color=#ff33cc]Pink Power[/color]: esta habilidade influencia as emoções do inimigo a respeito de Scarlet fazendo-o achar que a garota e todos aqueles que a acompanham, são seus amigos pelo tempo de duração da magia. Quaisquer ações hostis que Scarlet ou seus aliados façam contra o alvo ou contra aquilo que o alvo preza fará o encanto ser quebrado automaticamente. Apenas criaturas de tamanho médio ou menor que tenham sentimentos podem ser afetadas incluindo animais. O alvo do encantamento só irá considerar seus amigos Scarlet e aqueles que a estiverem acompanhando no momento da invocação da habilidade, ele também não irá deixar de agir normalmente, apenas irá agir como se fosse amigo de Scarlet e daqueles que a acompanham podendo inclusive lutar por eles ou simplesmente ir embora.
Para usar e renovar este encantamento Scarlet precisa estar vendo o alvo.
[b]Custos:[/b] 20% de MP para ativar, o mesmo para manter.
[b]Duração:[/b] 1 rodada por ponto de Força Mágica.
[b]Tempo de conjuração:[/b] instantâneo.
[b]Alcance:[/b] 10 metros.
[b]Área de efeito:[/b] um alvo visível.

Black Power: ao ativar esse poder, o alvo começará a sentir uma dor terrível em um lugar do corpo onde Scarlet escolher, para isso ela precisa apontar para o alvo no momento da ativação do feitiço. Alvos orgânicos começarão a apodrecer no local escolhido enquanto alvos inorgânicos sofrerão outro tipo de deterioração como por exemplo oxidação para criaturas metálicas. Após a magia acabar o alvo poderá se curar/consertar normalmente voltando ao normal assim que for completamente curado. Em outra palavras um guerreiro que tenha seu braço apodrecido o terá de volta assim que se curar.
O alvo deste poder tem que estar dentro do campo de visão de Scarlet no momento de sua ativação. O dano causado é proporcional e varia de acordo com a Força Mágica de Scarlet contra a Vitalidade do alvo. A duração do feitiço é sustentável e permanecerá mesmo que o alvo se afaste ou se esconda, no entanto Scarlet não poderá usar este mesmo poder em outro alvo simultâneamente.
[b]Custos:[/b] 15% de MP para ativar, o mesmo para manter.
[b]Duração:[/b] 1 rodada.
[b]Tempo de conjuração:[/b] instantâneo.
[b]Alcance:[/b] 10 metros.
[b]Área de efeito:[/b] um alvo visível.[/font]
</SPAN>

Ray Silent
Spoiler:
Código:
[center][b]Nome:[/b] [color=red]Ray Silent[/color] [b]Idade:[/b] [color=red]17[/color] [b]Apelido:[/b] [color=red]Ray[/color]
[b]Altura:[/b] [color=red]1.74[/color] [b]Raça:[/b] [color=red]Humano[/color] [b]Sexo:[/b] [color=red]Masculino[/color]
[b]Aparência:[/b] [color=red]Estatura mediana, magro atlético, cabelos negros curtos e olhos azuis claros. Usa um sobretudo, uma calça e uma camiseta pretos, usa alguns colares com crucifixos e braceletes de metal com pontos afiadas.

[spoiler][img]http://img593.imageshack.us/img593/2919/shikix.png[/img][/spoiler][/color]
[b]Terra Natal:[/b] [color=red]Nao se sabe ao certo.[/color][/center]

__________________________________________________________

[b]L$:[/b] [color=red]0[/color] [b]Profissão:[/b] --- [b]Salário:[/b] [color=red]0,00[/color]
[b]Nível:[/b] [color=red]1[/color] [b]Exp:[/b] [color=red]20/1000[/color]

__________________________________________________________

[b]Personalidade:[/b] [color=red]Ray é muito calado na maioria das vezes, com seu estilo de lobo solitario, ele nao cstuma se envolver muito com pessoas, porem é muito leal e possui um forte senso de justiça. é determinado e nunca desiste de perseguir seus sonhos e metas.[/color]

[b]História:[/b]
[color=red]Ray nao gosta de falar do seu passado e sempre que  é questionado ele muda logo de assunto ou simplesmente se afasta.
O que se sabe sobre ele é que era conhecido como um guerreiro muito habil em sua terra, lutava por ideias de justiça e igualdade e acabou sendo expulso por forças maiores.
Atualmente ele é conhecido como o andarilho solitario, esta sempre viajando e nunca para por mais de algumas semanas no mesmo local, a nao ser que haja algo que lhe interesse.
Ao saber de alguns acontecimentos recentes na Ilha de Lodoss, Ray resolve pegar seu bote, sua katana e ir em busca de novas aventuras, mas é pego por uma tempestade no caminho que faz seu bote naufragar, ele nada com toda sua força para escapar, e consegue avistar uma ilha proxima, mas a tempestade esta o puxando para o mar novamente.
Ele nada o maximo que consegue, nao podia simplesmente morrer ali afogado, entao determinado a sobreviver ele usa todas as suas forças para chegar até a praia daquela ilha. Quando chega, quase sem forças Ray da alguns passos para longe da agua entao cai desmaiado na areia fina.
Ray agora estava por conta de sua sorte, onde sera que ele havia parado? sera que sobreviveria?
Só o tempo pode dizer agora...[/color]

__________________________________________________________

Atributos:
[b]Força Física:[/b] [color=red]3[/color] [b]Força Mágica:[/b] [color=red]1+1[/color]
[b]Velocidade de Ataque:[/b] [color=red]3[/color] [b]Velocidade de Movimento:[/b] [color=red]3[/color]
[b]Precisão:[/b] [color=red]1+1[/color] [b]Vitalidade:[/b] [color=red]3+1[/color]

__________________________________________________________

[b]Habilidades:[/b]

[b]Determinaçao de fogo:[/b] [color=red]Ray silent se concentra e libera os limites de seu corpo. aumentando sua velocidade e sua força o dobro de um humano normal.[/color]

[b]Custo:[/b] [color=red]60% de MP para liberar o poder e mais 10% por turno para manter. Ganha + 1 em Força e + 1 em Velocidade de Ataque.[/color]

Enix Cross
Spoiler:
Código:
 [b]Nome:[/b] Enix Cross V
[b]Idade:[/b] 20 anos,aparentemente.
[b]Sexo:[/b]Masculino
[b]Altura:[/b] 1,75
[b]Raça:[/b] Youkai
[b]Nível:[/b] 1 [b]Exp:[/b] 0/1000
[b]L$:[/b]0
[b]Profissão:[/b]--X--
[b]Salário:[/b]--X--
[b]Aparência:[/b]  Vide avatar.
[b]Personalidade:[/b] Não é muito agradável com desconhecidos,principalmente com pessoas que usam roupas brancas ou executam magias de fogo que podem devastar mais que 5 pessoas e uma casa de madeira. Pode ser amigável com vítimas do mesmo mago ou do seu clã,que é desconhecido,mas é caracterizado com magos que usam roupas brancas e magias destrutivas. O clã não tem nome,mas é chamado de "Clã Destrutivo" ou "Magos Brancos Destrutivos" ou alguns outros apelidos. Voltando para Enix,ele é quieto,calmo e frio,e mesmo assim,perde a paciência com magos que usam roupas brancas e pessoas que tentam fazer o herdeiro da família Cross sofrer.
[b]Terra Natal:[/b] Calm
[b]História:[/b] Não se sabe muito sobre ele,mas se sabe que,aos aparentes dez anos,Perdeu sua família. Ele é muito quieto,por isso não fala muito sobre a sua história. Ele simplesmente não se sente bem quando perto de flores brancas,nem de nada naturalmente branco. Ele odeia a cor pois um dia,quando participando da tradicional "Festa Branca" da sua família,um mago,de roupa totalmente branca,invadiu a sua casa,e fez o massacre. Usou um poder de fogo para destruir a casa e seus familiares,exceto Keiru,ou era o que ele pensava. As palavras do mago foram: [i]"Cuide-se,quero enfrentá-lo um dia."[/i] e soltou uma risada maléfica. Logo depois,sumiu em fumaça preta. Após isso,o garoto tornou-se uma pessoa vingativa e que odeia fogo e branco,e se isolou das pessoas em sua busca de poder,ficando frio,quieto e calmo. Por 25 anos procura o mago que matou sua família,sem sucesso algum. Apenas topou com algumas ruínas no meio do nada com vestígios de passagem do mago. A partir daí,sua fúria cresceu,e o garoto não se desvia do seu objetivo.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 3 (+1)
[b]Força Mágica:[/b] 2
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 2 (+1)
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 2(+1)
[b]Precisão:[/b] 2
[b]Vitalidade:[/b] 3

[b]Habilidades:[/b] Nome: Neve Negra
Nível: 1.
Descrição: Enix gera pequenos flocos de neve á partir da água do ar. Os flocos adquirem uma coloração negra e características únicas de congelamento. Conforme os flocos aderem á algo ou alguém podem iniciar um processo de retirada de calor.
Efeitos:Os flocos de neve roubam calor do alvo conforme o tempo que permanecem atrelados.Também é possível iniciar uma camada de gelo para imobilizar o alvo e acobertá-lo. Os efeitos são lentos e progressivos.
Custos: 20% MP para gerar os flocos de neve e mais 20% para cada turno que desejar mantê-lo afetando um alvo.
Duração: -
Tempo de conjuração: Instantânea
Alcance: 9m
Área de Efeito: Somente o alvo atingido pelo floco de neve negra

Kyle Cross - KC - Cassey/Snake
Spoiler:
Código:
[justify]    [u][b][color=red]Informações básicas[/color][/b][/u]

[b]Nome:[/b] Kyle Cross (Chamado de KC = Cassey)
    [b]Idade:[/b] 100 anos (Aparência de 18 nas duas formas)
    [b]Sexo:[/b] Masculino
    [b]Altura:[/b] 1,78m (Como demônio) e 1,72m (Transformado)
    [b]Raça:[/b] Demônio/Youkai
    [b]Nível:[/b]1     
    [b]Exp:[/b] 0/1000
    [b]L$:[/b] 0
    [b]Profissão:[/b] Clérigo (Nota: Essa profissão foi anexada unicamente por conta da história do meu personagem, contudo a atuação na igreja não me concederá qualquer dinheiro. Mas seria incoerente não iniciar dessa maneira. A Shaorin me permitiu.)
    [b]Salário:[/b] -x-


[u][b][color=red]Atributos[/color][/b][/u]

[b]Força Física:[/b]2+1
    [b]Força Mágica:[/b]3
    [b]Velocidade de Ataque:[/b]3+1
    [b]Velocidade de Movimento:[/b]3+1
    [b]Precisão:[/b]1
    [b]Vitalidade:[/b]2


[u][b][color=red]Perícias[/color][/b][/u]

[spoiler][color=black][b]Clericato[/b]: Kyle faz parte da igreja, portanto tem ciência de seu funcionamento, bem como conhecimento sobre informações não reveladas.
[b]Instruído[/b]: Por ter sido criado na Igreja, Kyle aprendeu a ler e escrever, bem como conhece outras linguas.
[b]Conhecimento[/b]: Kyle tinha acesso, não direto, aos arquivos. Sendo assim tornou-se conhecedor de ervas medicinais, magias brancas, curas, dentre outras coisas (Obs.: Conhecer não significa poder utilizar)
[b]Cura[/b] Kyle desenvolvou uma habilidade de cura extraordinária. É como se seus primeiros socorros tivessem um efeito amplificado.
[b]Exorcismo[/b]: Sendo parte do clérigo, aprendeu a exorcisar demônios e expulsar espíritos ruins.[/color][/spoiler]


[u][b][color=red]Habilidades[/color][/b][/u]

[spoiler][color=black][b]Seyrill[/b] (Passiva): Seyrill é a energia interna que corre pelo corpo de Kyle, um dos motivos por ter sido colocado na Igreja. Diz a lenda que há muito tempo, uma entidade divina ajudou a contruir o mundo como ele é hoje. Seu amor se espalhou pelo planeta e é este amor que poucos ainda possuem, capaz de mover montanhas e fazer coisas milagrosas. Este amor, ou energia primordial divina, é chamado de Seyrill. O Seyrill se manifesta em poucos, devido ao caos esse tipo de energia era tida como extinta, apenas uma lenda.
Essa energia é capaz de amplificar a capacidade de regeneração em níveis extraordinários, a ponto de se tornar temporal, ou seja, mesmo que um membro seja arrancado do corpo, ele poderá se regenerar naturalmente, como se o ocorrido não lhe fosse diferente de um machucado convencional. Trata-se de uma habilidade passiva pois está em constante ativação, não é preciso um gasto de energia para moldá-la, ela se adapta por conta própria ao usuário e suas necessidades.[/color][/spoiler]

    [b]Aparência:[/b] Em sua forma humana, Cassey (KC) possui a pele clara devido a sua estadia dentro da Igreja durante tanto tempo. Seus cabelos são longos e de coloração rosa e devido a esse motivo seus olhos verdes ganham destaque. Sua voz é suave e gentil, bem como sua própria aparência, se assimilando muito à uma mulher. Para ser sincero é impossível distingui-lo de uma mulher comum, sendo ainda mais belo que muitas delas.
Em sua forma Youkai, Kyle permanece atraente da mesma forma. Seu corpo torna-se mais definido, tomando uma postura mais agressiva. Seus cabelos ficam rebeldes e negros, suas orelhas pontiagudas e seus caninos e unhas tomam proporções um pouco mais avantajadas tornando-se presas e garras e uma cauda cresce no fim de suas costas com uma ponta de lança. Sua pele escurece muito pouco em relação à forma humana. Mas sua voz se torna totalmente diferente. Não é grossa, mas não transpassa a sensação de suavidade, pelo contrário, tudo o que transmite aos outros é o medo.
[spoiler][img]http://illiweb.com/fa/pbucket.gif[/img]

[img]http://illiweb.com/fa/pbucket.gif[/img][/spoiler]

    [b]Personalidade:[/b] Kyle sofre de um distúrbio de dupla personalidade, sua parte demoníaca é má, mas pouco sabe-se sobre ela, uma vez que o Seyrill dentro de si o ajudou a transformar-se em sua forma humana e, nesse estado ele foi adotado e criado pela igreja católica. Portanto aflorou um lado bom, completamente bom. Sendo assim acabou por suprir aquela personalidade ruim da qual seu sangue lhe destinava. Em sua forma humana costuma ser doce e gentil com todos a sua volta, este é um dos ensinamentos que teve durante sua estadia e aprendizado na Igreja.
Evita lutas enquanto a personalidade boa está no controle, mas mesmo nesse estado, não hesita em proteger seus amigos de qualquer mal que possa lhes afetar. Devido à esses motivos, acabou por ser adorado(adorada eu diria, já que pensam ser uma mulher) por todos de sua cidade Natal.

    [b]Terra Natal:[/b] Hilydrus

    [b]História:[/b] Reza a lenda que no princípio de tudo, a única coisa que preenchia o espaço vazio eram duas energias ou entidades opostas, elas por si só equilibravam-se em uma harmonia divina e inexplicável. Contudo a divindade de luz, chamada de Seyfert optou por manifestar-se, estava cansado de ver tudo ao seu redor sem vida. Então ele criou as águas, a terra, os seres vivos e o firmamento que hoje chamam de céu. Em contra-partida Lilith, a entidade das trevas, criou as trevas em si, o mal, as guerras e tudo aquilo que poderia destruir a criação de Seyfert. Vendo isso, Seyfert criou algo que Lilith jamais poderia destruir, o amor. Revoltada com isso, ela se afastou de Seyfert, criando o desequilíbrio que o mundo de hoje sofre e, é por este motivo que a tão conhecida Guerra entre o bem e o mal reina onde quer que seja. Infelizmente o homem aprendeu que o mal é o caminho mais fácil para conseguir seus objetivos, com isso, pouco-a-pouco o amor de Seyfert foi morrendo nas pessoas. A cada geração que seguia-se, uma parte do amor era negada por seus viventes e assim aqueles que confiavam no amor tiveram seu tempo de vida neste plano, levando consigo tamanha virtude.
No começo, aqueles que mantinham o amor em sua forma mais pura, conseguiam um brilho inexplicável, que irradiava ao toque ou à determinados sentimentos, essa energia proveniente do amor, foi chamada de Seyrill.
As eras passavam-se neste planeta, Lilith erguia-se em seu trono, satisfeita por estar conseguindo destruir aquilo que Seyfert criou, era a visão desta para manter o equilíbrio. Entretanto, em uma última tentativa, algo seria mudado para sempre. Lilith deu a luz à um filho, um demônio soberano que um dia reinaria em seu lugar. A própria áurea ao redor do pequeno emanava trevas, estava claro que a sua origem lhe beneficiara de forma irrevogavelmente ótima. Mas Seyfert em toda a sua bondade olhou para aquele pequeno ser, aquele pequeno fragmento de vida e pensou consigo; se Lilith era capaz de dar origem à vida, um ato de amor, então aquele pequeno ser, por mais que estivesse cercado por trevas, ainda poderia, dentro de si, ter uma parcela de luz. Logo, depositou parte de sua energia e portanto se seu poder no pequeno demônio, estava disposto a fazer a última tentativa e mostrar à Lilith que o amor era algo que estava acima dela e dele, um laço divino que existiu e agora coexistia com eles, o princípio além do próprio princípio.
Cheia de fúria ao saber que seu herdeiro havia sido “putrificado” com a energia de Seyfert, ela levou-o até o mundo dos humanos e o abandonou lá, para que morresse diante da maldade que ela mesma plantara sobre a Terra. Então, se uma criatura tão jovem, tão nova como uma tela em branco fosse pintada com sangue e violência, isso seria tudo o que faria parte de seu mundo.
A noite reinava sobre toda a terra de Lodoss, contudo suas estrelas permaneciam apagadas, era como se não houvesse uma única parcela de luz para guiar o caminho daqueles que se perdiam, a massa cinzenta encobria o céu deixando com que a chuva caísse torrencialmente. Alguns passos eram dados de forma apressada pelas ruas da cidade de Hilydrus, conforme os raios incidiam sobre os campos ao longe, a luz que emanava por uma parcela de tempo tão mínima era o bastante para determinar a silhueta de um homem, um senhor que tentava evitar a chuva, mas suas vestes longas que lhe cobriam quase os pés impossibilitavam-no de ir tão rápido. Quando de repente um som diferenciado era ouvido um pouco mais ao longe.
Era o choro de uma criança, quase que inauditível abafado pelo som das águas que castigavam o âmbito. Agora próximo à uma taverna iluminada por tochas era possível notar claramente a feição do homem. Tratava-se de um quase senhor, cabelos grisalhos, aparência dócil e vestimentas em vermelho e branco, compridas e de tecido refinado. Estava claro que se tratava de um membro do clero. Seguindo seus ouvidos foi caminhando pelas ruas e becos da cidade, praticamente saindo desta, quando encontrou na fronteira um bebê. Seus olhos não podiam acreditar, quem poderia fazer tamanha maldade com uma criatura que mal começara a vida? Eis que um raio permitiu que o pequeno ser fosse visualizado pelo sacerdote, seus olhos se abriram e uma feição de espanto tomava-o por completo. Viu com clareza as garras, os cabelos negros e a cauda pontiaguda, sabia que era um demônio. Mas, nessa idade um demônio não era renegado por sua própria raça, muito pelo contrário. Demônios tinham o habito de se agruparem cada vez mais, afinal cada novo Youkai nada mais era do que uma possível fonte de maldade a corromper a Terra. De qualquer maneira precisava fazer o que era certo, exorcizá-lo! Aproximou-se com cautela e iniciou seus dizeres.

- Que o todo poderoso Seyfert traga sua dádiva dos céus e encontre esta alma...

Nesse fatídico instante um brilho ocorre, não incidia do céu, não vinha de um lugar próximo, vinha do próprio Youkai. Era um brilho diferenciado, como se cada parcela de trevas ao seu redor se rendesse à sua vontade. Como se cada estrela pudesse ser tocada apenas por aquele brilho e cada homem pudesse entender o verdadeiro significado do amor.

- Seyrill? Não é possível!

O Sacerdote negava a si mesmo diante daquela situação. Um demônio portador da energia divina de Seyfert? Não era possível, não podia ser. Então com calma ele tocou o demônio, submetido ao encanto daquele amor que emanava deste. Seu toque não foi de ódio ou de repulsa, mas foi também de um puro amor, algo que sentiu naquele momento. Então, no instante do toque a luz se intensificou, clareou todo o local cegando temporariamente aqueles que estivessem perto. Na medida em que a luz esvaía-se a face do clericato tornou a inconformidade. Estava diante de uma menina, ao menos assim aparentava. Uma bela garotinha de cabelos rosas e olhos verdes, um verde que trazia consigo um profundo e um brilho diferenciado. Após tantas coisas em tão pouco tempo o Sacerdote se deu conta de que estava presenciando um verdadeiro milagre. Optou então por levá-la consigo, talvez esse sinal divino fosse intensificado ou quem sabe a influencia de Seyfert pela igreja pudesse transformar ou suprir de uma vez por todas o lado demoníaco.
O Sacerdote cognominado Rohan pegou a pequena criatura em seus braços e pôde notar a marca de um “x” na mão esquerda desta.

- Um “x”? Cross...Preciso pensar em um nome pra você pequeno, ou pequena...Kyle Cross. KC. Hum. KC...Cassey...Acho que é o nome perfeito. Servirá para quando estiver assim. Espero que dure muito tempo, Cassey.

Por fim levou o pequeno de longos cabelos rosas para a igreja. Os ensinamentos de Seyfert fariam parte da vida de Cassey até que crescesse. De fato a presença da divindade na vida “da” jovem a deixara naquela forma até então. Foi crescendo e se tornando uma boa pessoa, adorada por todos a sua volta por sua generosidade e bondade sem igual.
O tempo passava para Cassey, aos seus 18 anos estava no auge de sua beleza e de seus ensinamentos, era impossível dizer que não se tratava de uma mulher. Cassey estava rezando em frente à estátua de Seyfert, quando foi tocar seus dedos na água benta acabou por deixar que caísse no chão. Seus olhos acompanhavam aquele pequeno acidente, cada gota que tocava o solo sagrado do templo e, pouco-a-pouco o tempo parecia diminuir seu ritmo até parar por completo. O verde profundo e misterioso dos olhos de Cassey agora viam na poça de água a imagem de um local escuro, era um templo diferenciado como nunca vira antes. Existia um trono naquele local e nele estava sentado um demônio, de longos cabelos negros. Ele dizia palavras estranhas, as quais jamais foram ouvidas anteriormente pela jovem. Então o momento de epifania fora interrompido por Rohan, que a balançava para que acordasse de seu transe.

“Ilieth neretius darey nillida!”

- O que está fazendo?

- E-eu vi alguém na poça de água falando coisas estranhas, vovô.

- “Ilieth neretius darey nillida!”?

- Você ouviu também?

- Sim, mas foi você que as pronunciou...

- E-eu? Não me lembro de ter dito nada.

- Essa é uma linguagem primordial. Dizem que no início dos tempos ela era dita abertamente por aqueles que retinham consigo a energia que hoje chamamos de mágica. É algo que não se ouve muito hoje em dia.

- Vovô?

- O que foi?

- Eu...eu sinto que preciso partir.

- Como assim?

- Preciso entender porque eu vi essas coisas e o que significa essa língua que eu disse.

- O mundo lá fora é muito perigoso, Cassey.

- Mas Seyfert estará comigo sempre que eu precisar e sei que o senhor também estará.

- ...Vá com a Graça de Seyfert e que a luz dele seja a sua no caminho que percorrer. Amém.

- Amém, vovô. Obrigado por entender.

Com um caloroso abraço Cassey despediu-se de seu avô e partiu da igreja, sabia tudo o que era preciso, talvez precisasse de um pouco mais de proteção, então estava na hora de buscar por ela e compreender seu propósito nesse mundo.[/justify]


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:13 pm, editado 1 vez(es)
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GM Zato

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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 1:29 am

Arktos
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Arktos (alcunha: O garoto do coração monocromático)

[b]Idade:[/b] 10

[b]Sexo:[/b] Masculino

[b]Altura:[/b] 1.50   

[b]Raça:[/b] Meio-dragão

[b]Nível:[/b] 1

[b]Exp:[/b] 0/1000

[b]L$:[/b] 0

[b]Profissão:[/b] Nula

[b]Salário:[/b] Nulo

[b]Aparência:[/b] Sempre com um sorriso gentil delineando os lábios, Arktos encanta a tudo e à todos com sua beleza, apesar do corpo pouco acima do peso. Possui brilhantes cabelos azuis e olhos negros como um eclipse. Sua característica mais marcante é a tatuagem que cobre parte do lado direito do rosto, abaixo do olho: quadrados pretos e brancos em forma de uma adaga, marcados por um fora da lei como uma forma de identificar Arktos como um membro de seu bando (mais detalhes na aba História). Alguns o temem por isso e outros não fazem ideia do porque daquele desenho ali. Seu corpo de certa forma é gordo, mas forte, resultado de seus treinamentos seguidos de bebedeiras com seu bando. Suas características dracônicas são as escamas em seu antebraço e asas negras ainda em crescimento nas suas costas.

[b]Personalidade:[/b] Após entrar para o bando de um fora da lei, Arktos sofreu sérias mudanças de personalidade. De vazio e melancólico tornou-se animado e exibido, devido a grande quantidade de alcóol que correu pela sua garganta durante o tempo que esteve acompanhado. Mesmo sendo pequeno, seu bando o tratava como um adulto, como Arktos sabia que tinha de ser. Inteligente e ousado, sempre procura fazer brincadeiras com as pessoas que mais tem intimidade, além de nutirir grande respeito por quem aceita suas piadas sem pedir por uma justa.

[b]Terra Natal:[/b] Calm (levado durante sua infância para Hilydrus)

[b]História:[/b] Morou seus primeiros quatro anos de vida com sua mãe, em Calm, até esta ser assassinada por motivos que Arktos nunca descobrira. Seria morto também, se não tivesse sido salvo por Yuno, uma fora da lei que andara saqueando as residências da cidade, antes de encontrar o tumulto em volta do corpo da mãe e de seu filho assustado. Com movimentos rápidos demais para serem descritos, fez recuar todos aqueles que queriam a cabeça de Arktos e puxou o garoto para si, levando-o para longe da cidade, para onde nem mesmo ela conhecia direito. Atravessaram rios, montanhas e tudo que se pode imaginar até chegarem ao homem que dava suas ordens para a garota cumprir, Samwell, o líder do bando dos fora da lei. Este o aceitou como um dos seus, mantendo-o por perto até o rapaz ter idade o suficiente para roubar. Partiu com ele para a cidade de Hilydrus, com o objetivo de ensiná-lo sobre as artes do furto. E assim o fez, criando um relacionamento com o garoto, como um relacionamento de pai e filho. E Yuno, a garota que o salvou, se tornou a mãe que perdera. Arktos os amava, pois eram os únicos que não se importavam por ele ser uma aberração dona de um par de asas. Seis anos após os acontecimentos, e antes mesmo de Arktos se tornar um homem feito, já era maduro o suficiente para ser tratado como um. Foi aí que teve de mostrar sua maturidade. Em um de seus momentos de bebedeira com o bando, tornou à viver o pesadelo de antes, pois os mesmos assassinos que foram comprados para levar a cabeça de sua mãe haviam voltado. Juntos, Samwell, Yuno e todo o bando tentaram com todas as suas forças defendê-lo, e o máximo que conseguiram foi deixar o garoto sozinho novamente, perdendo suas vidas para proteger a de um "dragão". Obviamente, Arktos não abriu mão da oportunidade que seus amigos lhe deram para fugir, e o fez, saindo da cidade que havia lhe acolhido e partindo para uma vida sem rumo... Ou talvez não. Talvez seu rumo seria descobrir o motivo de quererem matá-lo e esperava que este não fosse relacionado à sua raça.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 2+2 (4)
[b]Força Mágica:[/b] 2
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 4
[b]Precisão:[/b] 2
[b]Vitalidade:[/b] 1+1 (2)

[b]Habilidades:[/b] Quicksilver — Combinando algumas de suas habilidades e concentrando energia em um mão, com um estalar de dedos Arktos é capaz de parar o tempo à sua volta. Não poderá atacar e nem mesmo interferir na cena que está ocorrendo, mas pode analisá-la melhor para criar uma estratégia de batalha de acordo com o movimento do inimigo. Porém o tempo na "cúpula do tempo" é limitado, e Arktos só poderá ficar neste plano por dez minutos. Ao parar o tempo, toda a cor à sua volta é absorvida, e Arktos se torna a única forma de vida colorida no meio da dimensão monocromática.

Silmeria Lockwood/Phyress
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Silmeria Lockwood
[b]Idade:[/b] 23
[b]Sexo:[/b] Feminino
[b]Altura:[/b] 1,68
[b]Raça:[/b] Meia-elfa
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b]
[b]Profissão:[/b]
[b]Salário:[/b]
[b]Aparência:[/b] Cabelos castanhos avermelhados, liso e curto, mas de modo que suas orelhas levemente pontudas fiquem sempre ocultas. Olhos verdes.
[spoiler][img]http://illiweb.com/fa/pbucket.gif[/img][/spoiler]
[b]Personalidade:[/b] É elegante com pessoas que não tem proximidade, sempre em um tom cordial. Tem uma natureza fria, fazendo o que é preciso sem se deixar impedir por seus sentimentos pessoais.
[b]Terra Natal:[/b]Media Loss,Hilydrus.

[b]História:[/b]
Seu pai, um guerreiro que servia à guarda real e sua mãe, uma Elfa arqueira que auxiliava o exercito em batalhas importantes, se conheceram durante uma missão. Em pouco tempo passaram a se amar e tiveram uma relação, da qual nasceu Silmeria.

A família de sua mãe, Mireille, porém, era completamente contra o relacionamento. Confinaram Mireille e Silmeria, exigindo que o guerreiro se mantivesse longe das duas. Poucas eram as vezes que conseguiam se ver e se tocar e, por isso, o guerreiro começou a se afastar e desistir de Mireille.

A partir disso, a elfa passou a entrar em depressão, comendo mal, adquirindo uma aparência frágil. Silmeria cresceu ouvindo sua mãe chorar e era mal vista entre os membros de sua família, por ser uma mestiça e, para evitá-los, gostava de sair para explorar as fronteiras de Takaras. Também, sua mãe às vezes a treinava.

Nas poucas vezes que permitiam que ela passasse algum tempo com o pai, Silmeria conheceu a nova família dele. Passou a acreditar que a culpa do sofrimento de sua mãe eram as duas que viviam com ele; Camille e Hilda. Passou, então, a induzir Camille a ir a suas aventuras com o intuito de deixá-la para trás, esperando que ela morresse ou se perdesse para sempre... O que nunca aconteceu.

Conforme cresceu, percebeu que aquelas duas não tinham culpa. Que seu pai fora quem desistira de sua mãe, mesmo que ela se empenhasse em fugir e enfrentasse sua própria família para ficar com ele. O ódio dela se tornou intenso quando Mireille, durante a guerra de Lodoss, se matou para proteger o homem que amava em uma batalha.

Sem mais laço que a ligasse com os elfos, Silmeria foi expulsa de sua família e foi obrigada a ir morar com seu pai. Ele sempre a tratava bem, parecendo ter um carinho especial por ela, o que a irritava ainda mais, pois Silmeria o considerava um hipócrita. E ele ainda possuía a coragem de usar a espada que a mãe dela havia encantado para ele.

Um dia, porém, Silmeria colocou um veneno que conheceu através de livros na refeição de seu pai. No mesmo dia, o homem passou mal e, enquanto Hilda e Camille foram atrás de um médico, Silmeria assistiu os últimos momentos do homem com desprezo. As últimas palavras dele, entretanto, direcionadas a Mireille, foram um pedido de perdão. Perdão por não ter sido forte o suficiente para protegê-la durante a batalha, por não ter sido forte para encarar todas as intimidações da família dela, que, embora amasse sua atual família, o maior arrependimento dele foi não ter ficado com elas, mas que se ele não tivesse feito essa escolha, a família de Mireille havia dito que matariam Silmeria. Depois do breve delírio, ele pareceu recobrar a consciência por alguns instantes e, em seu último suspiro, ele “Tudo bem, Silmeria...  Eu entendo a sua escolha.” Apenas então, quando o homem levou a mão até o peito, Silmeria notou que o colar que ele sempre carregava consigo era élfico, idêntico ao que sua mãe sempre usava. Arrependida, Silmeria não conseguiu derrubar uma lágrima.

Silmeria contou para Hilda que havia sido responsável pela morte do marido dela e, esta, em resposta, tentou expulsá-la de casa. Mas Silmeria se recusou a sair. Vendo Hilda ficar como sua mãe ficou, não pode demonstrar nada além de desprezo por aquela camponesa, além de lhe direcionar palavras duras quando Camille não estava por perto.

Após o enterro, Silmeria decidiu apenas acompanhar Camille, não era como se tivesse alguém ou algo para fazer.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 1
[b]Força Mágica:[/b] 2 (+1 em ataque mágico)
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 4
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 2
[b]Precisão:[/b] 3 (+1)
[b]Vitalidade:[/b] 2 (+1)

[b]Habilidades:[/b]
Flame Shot (Nível 1):

Antes de lançar sua flecha, Silmeria é capaz de encantá-la para que sua ponta fique em chamas. O fogo tem a capacidade de deixar o inimigo em chamas (dependendo das vestes deste) e lhe causar queimaduras. O custo para isto é de 25% de MP para cada flecha encantada. Por se tratar de fogo mágico ele não pode ser extinto por qualquer coisa que não seja igualmente mágica. As chamas se mantém acessas por 2 turnos subseqüentes.

Lothìriel Anwamanë/Cherry
Spoiler:
Código:
[justify][font=Comic Sans Ms][b]Nome:[/b] Lothìriel Anwamanë[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Idade:[/b] 125 anos[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Sexo:[/b] Feminino[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Altura:[/b] 1,80m[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Raça:[/b] Elfa[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Nível: 1[/b][/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Exp:[/b] 0/1000[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]L$:[/b] 400[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Profissão:[/b] --[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Salário:[/b] --[/font]

[font=Comic Sans Ms][b]Aparência:[/b] Uma bela jovem (pois para os elfos 125 é jovem) de longos cabelos prateados e olhos azuis profundo, sua face chega a ser quase celestial, possui as caracteristicas orelhas pontudas, que esconde atrás dos cabelos. Usa sempre um vestido longo, perolado, e no estilo romano.[/font]
[spoiler][img]http://illiweb.com/fa/pbucket.gif[/img][/spoiler]


[font=Comic Sans Ms][b]Personalidade:[/b] Bondosa como uma elfa deve ser. Extrovertida e facilmente faz amigos. Seu coração é bem grande, as vezes age como uma mãe para seus companheiros. Irá sempre defende-los, mesmo que isso custe sua vida. Ainda sim prefere a paz, se puder evitar uma briga o fara.[/font]

[font=Comic Sans Ms][b]Terra Natal:[/b] Hirt[/font]

[font=Comic Sans Ms][b]História:[/b] Nascida em Hirt, na Floresta Endless, em uma família amável de elfos, que por sua vez também faziam parte da nobreza. O crescimento dela tinha tudo para que fosse feliz e saudável, entretanto acabara por sofrer muito e assim precisou partir para onde pudesse treinar sua magia e ficar forte, e então retornar. O motivo para tudo isso? É um mistério a ser desvendado... [/font]

[font=Comic Sans Ms]Atributos:[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Força Física:[/b] 1[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Força Mágica:[/b] 3 + 2(Bônus de Raça)[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Velocidade de Ataque:[/b] 4[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Velocidade de Movimento:[/b] 2[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Precisão:[/b] 2[/font]
[font=Comic Sans Ms][b]Vitalidade:[/b] 2 + 1[/font][font=Comic Sans Ms](Bônus de Raça)[/font]

[font=Comic Sans Ms][b]Habilidades:
Nome: Serenithy
Nível: 1
Descrição: O canto hipnótico causa paralisia nos adversários presentes enquanto estiver sendo entoado.
Efeitos: Enquanto Lothìriel estiver entoando sua canção, todos os presentes sentirão uma anestesia muscular generalizada que perdurará até que a canção se encerre. A atenção dos hipnotizados estará comprometida de maneira drástica durante a hipnose, assim como a de Lothìriel que nada mais poderá fazer durante a entonação da melodia, somente se deslocar de maneira sutil.
Custos: 30% para cada alvo presente que deseje hipnotizar, mais 10% para cada ponto de Força Mágica adicional do adversário em relação ao seu próprio.
Duração: Permanece até que Lothìriel pare de cantar.
Tempo de conjuração: Instantâneo
Alcance: 4m
Área de Efeito: Todos que possam escutar a canção.

[size=12]
[b][color=red]OBS.: Ficha Nova Permitida pela GM Chefe Shaorin.[/color][/b][/size]
[/font][/justify]

Arthro "Aerandir" Melkor
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Arthro ”Aerandir“ Melkor
[b]Apelido:[/b] Aerandir
[b]Idade:[/b] 16
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 177cm
[b]Raça:[/b] Meio-Demônio
[b]Nível:[/b] 01
[b]Exp:[/b] 0/1000
[b]L$:[/b]
[b]Profissão:[/b]
[b]Salário:[/b]
[b]Aparência:[/b] Cabelos brancos, possui um olho preto e outro vermelho(Tampado pelo tapa olho), rosto e nariz com traços finos, orelhas pontudas e uma calda com uma cetinha na ponta(Estilo diabinho). Tem o corpo magro, mas bem definido. Costuma usar roupas de pirata.
[spoiler][img]http://fc00.deviantart.net/fs71/i/2011/017/9/2/pirate_england_ii_by_mizusasori-d2s8n6t.jpg[/img][/spoiler]

[b]Personalidade:[/b] Jovem de poucas palavras, que não tem interesse em assuntos levianos. Não se importa de matar para conseguir o que quer. Costuma ser sarcástico e ignorante em determinadas situações. Possui sentimentos comuns de humanos, mas opta por ignorar todos estes – Em algumas ocasiões não consegue controlar sentimentos humanos, geralmente perto de garotas e pessoas boas.

[b]Terra Natal:[/b] Hirt

[b]História:[/b] Em um certo vilarejo em Hirt, vivia um jovem chamado Arthro Melkor. Filho de um grande Pirata – Conhecido como barba rubra – e uma Succubus. O jovem meio-demônio foi criado por sua mãe, por quem sempre teve muito respeito, e poucas eram às vezes em que via seu pai, pois o mesmo sempre estava em busca de novas aventuras. Por causa deste motivo, sempre se espelhou em seu pai, procurando ser um grande aventureiro. Tudo ia bem, até que seu pai nunca mais voltou, e o jovem Melkor se afundou em tristeza. A partir desse momento, sua vida não foi fácil. O povo do seu vilarejo, que sustentava um medo irracional da sua mãe, contratou um mercenário para dar fim na vida dela. Arthro – com apenas 9 anos - quando descobriu o plano dos aldeões, tentou de tudo para impedir o acontecimento, mas já era tarde... Sua mãe fora assassinada. Arthro fugiu da vila, indo em direção do porto aonde seu pai chegava/partia, e lá entrou em um navio pirata. O jovem foi aceito na tripulação como cozinheiro, pois havia aprendido culinária com sua mãe e no navio nenhum homem sabia sequer esquentar uma água. Os anos se passaram e o jovem havia saído da tripulação, tendo já aprendido muitas coisas sobre as batalhas, e tendo ensinado muito da arte da culinária, já havia feito tudo que pretendia ali. Agora com 16 anos, Arthro ”Aerandir“ Melkor vive em Paramet, e continua a procurar o homem que matou a sua mãe, para concluir sua vingança.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 1(1)
[b]Força Mágica:[/b]1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 2
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 4(1)
[b]Precisão:[/b] 4(1)
[b]Vitalidade:[/b] 2

[b]Habilidades:[/b]
[quote] Fúria Controlada(Nivel 1)
Custo: 30% de MP
Descrição: Ao ativar essa habilidade, Aerandir entra em modo de ”fúria controlada“, fazendo com que sua FF e VA aumentem.
Nota: Dura 3 Turnos. E aumenta apenas 2 de Força Física e 2 de Velocidade de Ataque. Só pode ser usada uma vez a cada batalha. [/quote]
Em avaliação....

---
Meu personagem é meio irmão do Darien, só que meu char e do Darien ainda não sabem.


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:13 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 1:40 am

Khrono Montelleto
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Khrono Montelleto
[b]Idade:[/b] 18
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 180cm
[b]Raça:[/b] Humano
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b] x
[b]Profissão:[/b] x
[b]Salário:[/b] x
[b]Aparência:[/b]
    Branco, olhos castanhos avermelhados e cabelos brancos lisos e de tamanho mediano, que ficam constantemente bagunçados e sem um penteado certo. Um pouco alto e magro, seu tipo físico é normal, diferenciado pelos músculos definidos apesar de não aparentar.
Sempre se veste com roupas que cobrem todo o seu corpo. É caracterizado pelo sobretudo que nunca deixa de usar, normalmente com blusa social por baixo e uma calça qualquer.
As pessoas o descrevem sempre falando de seu olhar distante, parece nunca estar focado em algo ou alguém, mesmo quando esta falando com alguém e seus olhos direcionados para os olhos da pessoa ele parece estar focado em algo além dos olhos.
[imagem no avatar]
[b]Personalidade:[/b]
      Personalidade sem inimigos, como costumam falar. Ele fala pouco, não se aproxima muito das pessoas, mas também não faz mal a ninguém. Sempre educado e cuidado com as palavras, parece nunca se sentir a vontade falando com outros seres vivos. Tímido, mas não tem dificuldades de se comunicar, apenas não pede favores, ou coisas do tipo.
Fora algumas particularidades, ele é um humano normal que tem capacidade de sorrir, brincar, chorar, e tudo mais. Seu estado psicológico só não varia muito por não interagir muito com outros seres vivos, então normalmente aparenta a indiferença.
[b]Terra Natal:[/b]Paramet
[b]História:[/b]
    [u]Infância[/u]
Nascido em uma pequena vila localizada em algum lugar entre Paramet e Calm, Khrono teve uma infância bem calma e alegre junto de outras crianças. Seu pai, Milles Montelleto era camponês e vendia tudo o que produzia em Paramet, ele passava a semana plantando e colhendo e nos finais de semana ia para a cidade vender, e pela qualidade de seus produtos, arrecadava bastante dinheiro. Sua mãe cuidava da casa, fazia a comida, arrumava e também ganhava dinheiro de “contramante”. Desde a infancia,  Nuuo Hylles, mãe de Khrono, podia ver alguns espíritos, mas apenas pequenos e então começo a ganhar dinheiro assim, tais espíritos investigavam sobre a vida da cliente e diziam a ela, e assim enganava a clientela. Seus clientes normalmente queriam saber sobre gente morta ou sobre alguém ainda vivo[paixão e coisas do tipo] mas ela nunca teve a capacidade de adivinhação ou invocar seres almas de seres mortos, acredita até ser impossível. Podia-se dizer que a família de Montelleto era uma das mais ricas e influentes da vila, mas tal riqueza era nula perto dos moradores das cidades.
Assim como sua mãe Khrono sempre pode ver pequenos espíritos, e conversava muito com os espíritos que sua mãe tinha como parceiros. Muitos deles de forma animal, ou outras formas estranhas[nunca vistas por um outro ser vivo normal] que em historias contadas a crianças poderiam ser intitulados como “bixo-papão” ou monstros. Mas, contradizendo as historias, eles não eram maus, alguns sim, mas a maioria não, apenas não tinham uma noção exata de certo ou errado, e muito menos de como ele se tornou um espírito, desde de onde se lembram, já eram um. Khrono gostava muito de brincar com eles já que além de vê-los podia toca-los.
 [u] Adolescência[/u]
Ao completar doze anos de idade, Khrono começo a perceber que seu dom ultrapassava o de sua mãe, já que começo a aparecer na vila espíritos de maior tamanho e poder, e esses, sua mãe não podia ver, apenas a sombra, ou reflexo deles. Um dos espíritos contratados por sua mãe, lhe disse que sempre pôde ver e que normalmente quem vê, pode ver todos os tamanhos deles, mas a sua mãe tinha apenas parte desse dom, podendo ver apenas os mais fracos. Mas tal fato, até então não mudava muito na vida do pequeno adolescente. As pessoas não estranhavam quando ele dizia que tinha tal habilidade, já que muitas vezes viajantes com diversos tipos de habilidades passavam por tal vila, paravam por ali para descansar ou algo de tipo. O garoto adorava tais viajantes, uns fortes, outros fracos, ele sempre sonho em sair por aí e desbravar o tão enorme mundo que pra ele era desconhecido. Mas até então, tudo não passava de um sonho.
[u]   O saque, a destruição, a morte, o nascimento[/u]
Ainda durante sua adolescência, aos 17 anos de idade para ser mais exato, um grupo de viajantes chegou na cidade, todos eles montados em animais enormes e aparentemente perigosos, seus rostos eram medonhos e sarcásticos, pareciam um grupo de hienas rindo da desgraça. Repentinamente eles começaram a entrar de casa em casa e roubar todos os bens, quando havia resistência eles matavam as pessoas e pegavam todas as jovens e belas garotas e amarravam em um canto e falavam coisas horríveis. Não demorou para os Montelletos tentarem interferir e parar os bandidos, Nuuo se vestiu da armadura feita de espíritos e Milles pegou sua espada e então tentaram enfrentar a gangue. Não demorou muito para ambos morrerem no combate. O jovem não viu a sena, no momento em que seus pais começaram a batalha, um espírito o puxou para um lugar que até então, Khrono não conhecia.
Parecia mais ser o interior do pequeno Montelleto ou então um lugar feito pelo próprio ser que o levou para la. Então o espírito que se chamava Ballas começou a falar. Sua aparência era de uma ave, do tamanho de um humano normal mais ou menos mas parecia ser uma corija. Suas palavras foram: “Venho te observado a um tempo, você tem um grande poder escondido dentro de si, posso te ajudar a se tornar realmente forte, e se quiseres viver, precisará me emprestar seu corpo neste momento. Só você neste lugar pode me vê, e se continuar tudo como esta, logo não haverá mais nada aqui. Se quiser viver e salvar as pessoas que aqui vivem deve fazer um contrato comigo.” Khrono não sabia o que dizer, mas precisa aceitar tal proposta, mas ainda assim estava relutante, então indagou: “O que eu ganho e o que eu tenho a perder com tal contrato?”, não demorou nenhum pouco para Ballas responder: “Você poderá me usar a hora que você quiser, e jamais perdera a habilidade de ver espíritos, tendo em vista que tal não durará além dos seus dezoito anos. Mas para eu viver, preciso de um hospedeiro, em troca de me usar sempre que quiser, morarei em seu corpo até achar o meu. Não temos muito tempo para explicações, aceita o contrato?”. O jovem não tinha escolha e logo aceitou. Em um piscar de olhos, Khrono estava caído no meio da vila e tudo, exatamente tudo estava destruído, inclusive os tais assaltantes.
-Finalmente acordou, jovem. – Era a mesma voz de Ballas que ecoava na cabeça de Khrono, que logo espondeu. –O que aconteceu aqui?
-Eles eram mais fortes do que eu pensei, não consegui salvar aos outros, apenas a você. – Respondeu com uma estranha calma.
Então, mesmo deitado no chão, começou a chorar. Ele tinha 17 anos apenas e tinha perdido tudo. Ele ficou ali pelo resto da noite chorando e Ballas mais nada falou. Quando o jovem começou a se recuperar, tinha inúmeras dúvidas, e a primeira foi:
-Esse poder, força e tudo mais, poderei usar sempre?
Demonstrava já ter aceitado a morte de todos os seus parentes e sua cabeça agora estava voltada para ficar mais forte. Apesar da resposta não ter sido a mais animadora.
-Não, esse é o meu poder, eu usei o seu corpo para usar como recompensa do contrato, mas isso jamais voltará a acontecer até porque, não posso mais faze-lo, agora que você tomou a consciência de seu corpo novamente.
Quando ele começou a falar, uma coruja, desta vez de tamanho natural, apareceu na frente do adolescente, ela se parecia com um holograma, ou algo do tipo. Já tendo entendido que era apenas uma visão criada por Ballas, Khrono fez outras perguntas.
-E agora? Em que você irá poder me ajudar? O que eu devo fazer? De que forma você usará o meu corpo? E, eu não poderei mais ver outros espíritos?
A corija riu e respondeu tais perguntas e muitas outras prováveis perguntas do jovem.
-Meu caro, eu apenas morarei em você e em troca você ira poder me usar. Sempre que quiseres, me materializarei em forma de uma pistola em mão e assim, você vai poder atirar da forma que bem entender. Da mesma forma que eu fiz um contrato com você, você pode fazer com outros espíritos. Alguns de nós temos uma forma arma, que usamos para ajudar os seres vivos em batalhas.  Não, eu não sou tão forte quanto você esta pensando, sou na verdade bem fraco, acabei de adquirir uma forma arma, existem inúmeros espíritos mais fortes que eu. Lembrando, não morarei aqui para sempre, estou aqui pois não sei onde esta meu corpo original e devo achá-lo. E terminando, sim, você pode ver outros espíritos, você ia perder essa habilidade, mas o contrato comigo lhe da a possibilidade de vê-los não importa seu tamanho ou força. Lembre-se, muitos deles assumem a forma humana ou de outras raças e podem ser vistos por tais seres viventes e é exatamente dessa “forma” que eu estou atrais. Meu caro, esse é apenas o seu primeiro contrato, sua mãe tinha cinco com pequenos dos meus, pena que ela não podia mais ver os demais. Ahhhh, já ia esquecendo, mesmo se eu achar meu corpo, você poderá continuar me invocando, já que tenho um contrato com você e eu não preciso estar perto de você para isso acontecer, da mesma forma é com qualquer outro contrato que você fizer.
O jovem, conformado se contentou com essas respostas e desmaiou novamente. Quando acordou estava com muita fome, procurou dentro das casas mantimentos e roupas, preparou suas coisas para ir embora, ir para cidade procurar como viver, mas antes fez o funeral de seus pais. Por coincidência, esse dia era seu aniversario de 18 anos.
   [u]Jornada[/u]
Levando com si apenas o necessário,  Khrono seguiu em direção a Paramet, onde procuraria um trabalho e/ou outras formas de arrumar dinheiro para viver. Curiosamente, Ballas passava dias e dias sem pronunciar uma palavra, mesmo quando o jovem materializava a arma. Era como se ele não tivesse ali, mas sempre respondia quando chamado.

[b]Força Física:[/b] 1
[b]Força Mágica:[/b] 4 [+1]
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 4
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 1
[b]Precisão:[/b] 3 [+1]
[b]Vitalidade:[/b] 1 [+1]

[u][b]Habilidades:[/b][/u]

[b]Nome:[/b] Contrato com Ballas.
[b]Nível:[/b] Nível 1.
[b]Descrição:[/b] Khrono é capaz de ver espíritos errantes que estejam nas redondezas, além disso ele pode também invocar uma arma mágica ligada ao seu corpo que é capaz de desferir ataques a distância e ferir seres ethéreos.
[b]Efeitos:[/b] Khrono é capaz de enchergar, ouvir e sentir espíritos como se fossem pessoas de carne e osso o tempo inteiro e sem controle nenhum, os espíritos por sua vez podem sentir isso o que fará com que alguns deles procurem Khrono em busca de ajuda para alguma coisa tornando o contrato em parte uma maldição. Khrono é capaz também de invocar uma arma mágica, uma besta de mão que tem a capacidade de disparar virotes indefinidamente, os ataques desta arma são mágicos e seu dano é equivalente ao de uma besta pesada +1, além disso a arma é capaz de atingir criaturas etéreas ou que só possam ser afetadas por magias e armas mágicas. Uma vez invocada a arma não pode ser abandonada, se por algum motivo a arma cair das mãos de Khrono ela irá desaparecer imediatamente, seus virotes no entanto, levam uma rodada para desaparecer após serem disparados. A distância máxima que um virote alcança é igual a Força Mágica de Khrono x 10 metros.
[b]Custos:[/b] 0 de MP para interagir com espíritos, 20 de MP para invocar a arma e 10 para manter a cada rodada subsequente.
[b]Duração:[/b] Ver e interagir com espíritos é permanente, a arma invocada dura 1 rodada mas pode ser sustentada.
[b]Tempo de conjuração:[/b] Ver e interatir com espíritos está sempre ativado e não precisa de conjuração, a invocação da arma é instantânea.
[b]Alcance:[/b] Pessoal.
[b]Área de Efeito:[/b] Pessoal.

Darien Aegnor
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Darien Aegnor
[b]Idade:[/b] 18
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,77                                                                                                                                                                                       
[b]Peso:[/b] 62 kg
[b]Raça:[/b] Humano
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b] xxx
[b]Profissão:[/b]xxx
[b]Salário:[/b] xxx
[b]Aparência:[/b] Cabelos negros sempre bagunçados, olhos castanho escuros, olheras funda e barba por fazer. Costuma usar roupas largas e confortáveis.

[b]Personalidade:[/b] Ele tem um forte senso de justiça e por isso esta sempre se metendo aonde não é chamado. Ele dificilmente muda de ideia, quando resolve fazer algo vai ate o fim. Esta é sua principal qualidade e seu principal defeito: não desistir nunca. Darien é brincalhão, energetico e corajoso, porem todas essam qualidades desaparecem quando ele esta falando com alguma garota. Seu coração não bate pelo ouro, mas pela emoção da aventura.

[b]Terra Natal:[/b] Paramet

[b]História:[/b] Seu pai era um famoso pirata conhecido como Barba Rubra (nome dado pelo fato dele ser muito sanguinario) e sua mãe era dona de uma estalagem. Durante alguns anos de sua infância ele vinha vizita-lo, ate que sem mais explicações ele desapareceu. Sua mãe, Ana, nunca perdeu as esperanças de que ele pudesse voltar e nunca arrumou outro homem. Por ouvir muitas hitorias heroicas de seu pai, desde pequeno quis seguir seu exemplo, defendendo as crianças menores. Como ele não é muito forte, nem rapido, costumava defender os mais fracos apanhando por eles. Por isso conquistou uma serie de amigos e admiradores dentre as crianças mais novas.

 Na taverna de sua mãe, estava sempre perguntando sobre seu pai, mas sem nenhum resultado, ouvindo raramente alguns boatos insertos de muito tempo atraz. Havia um ex-marinheiro de seu pai, que deixou a vida no mar ao perder o braço esquerdo, ele era o fregues mais fiel da taverna. Era conhecido apenas como Cachorro do Mar, ele já beirava seus 40 anos, mas parecia ter 60 e nunca tinha aprendido a ler, ou a escrever, sua questionavel sabedoria fora adiquirida em troca de quase todos os seus dentes, um braço e de sua juventude. Algumas vezes ensinava um ou outro truque de espada ao filho de seu ex-capitão e estava sempre contando historias de pirata, mas pulando as partes inapropriadas, é claro.

 Durante sua infância venerava seu pai, mas conforme foi crescendo começou a ouvir alguns boatos sobre o mesmo e apos muitas perguntas e reflexões, foi capaz de entender que nem tudo o que piratas fazem é cor de rosa, principalmente quando se trata do lendário Barba Rubra.
 Aos 16 anos já estava decidido de que uma vida tomando conta da taverna era inapropriada para ele, sua convicção era de que seu destino é ser um pirata, um aventureiro e talvez depois de muitos anos resolva voltar para casa. Porem só deixou seu lar de fato aos 18 anos, buscando encontrar seu pai e descobrir quem ele realmente é e por que o deixou.
 
OBS: embora não saiba, ele tem um meio irmão que sera um personagem que ira postar a ficha em breve XD
 
Atributos:
[b]Força Física:[/b] 2
[b]Força Mágica:[/b] 1 (+1)
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 2
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 2
[b]Precisão:[/b] 2 (+1)
[b]Vitalidade:[/b] 5 (+1)

[b]Habilidades:[/b]
enviada para avaliação

Uchio Koy
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Uchio Koy
[b]Idade:[/b] 18anos
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,86m
[b]Raça:[/b] Hanyou(coruja branca)
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b]
[b]Profissão:[/b]
[b]Salário:[/b]
[b]Aparência:[/b]
Alto, nem forte nem fraco, olhos roxos e cabelos negros. Assim é descrito Uchio pelas pessoas que o veem de relance. Feições finas assim como sua pele. Boca, nariz, orelhas e olhos moldados para a beleza, podendo encantar qualquer garota de qualquer raça. Seu cabelo chega a passar dos olhos, mas somente deles. Seu olho é o primeiro lugar que reparam nele, devido a peculiaridade de ser roxo, denunciando que não é um humano.

Mantém expressões indiferentes e não gosta muito de piadas de mal gosto. Gosta de sorrir, de se divertir, mas quando se trata de coisas sérias, ele se encontra sério e sem humor qualquer.
[b]Personalidade:[/b]
Sério, determinado. Muitas pessoas dizem ter sido características herdadas de seu pai. Feliz, bondoso. Já esse lado dizem ter vido de sua mãe. Sempre procura ajudar quem precisa, mas não faz a mínima para as pessoas com quem ele não simpatiza. Rancoroso, ciumento e orgulho, dizem que ele tem muito o que crescer, mas ele parece se sentir bem assim. Normalmente ele é uma pessoa normal, muda apenas quando preciso. Sabe como se portar nos lugares que vai.
[b]Terra Natal:[/b] Hilydrus
[b]História:[/b]
Desde pequeno vê seus pais como heróis. Katarine e Louis, seus pais, eram membros do alto escalão do exercito local e todos os viam com admiração, e seu filho não escapava. Sem nunca terem perdido uma luta, os dois davam força ao exercito, que em troca, lhes davam mordomia. Certa vez, quando Uchio tinha apenas 12 anos de idade, sua família foi levada ao palácio Real para que o casal, Katarine e Louis, recebessem medalhas de honra diretamente do rei. Nessa ocasião, o jovem Hanyou pôde ver a princesa e simplesmente se apaixonou. Desse dia em diante, tiveram outras ocasiões em que ele pôde vê-la, mas nunca falou com ela e imagina que ela nunca prestou atenção nele, nem mesmo o viu.

Mesmo que muitos não soubessem, o pai de Uchio era um youkai, um youkai coruja. Apesar de Youkai, ele era bondoso, assim como sua mãe, por quem se apaixonou durantes uma das missões do exercito ainda como soldados.

Quando alcançou os 16anos de idade uma fatalidade aconteceu, seus pais perderam a primeira luta e seus inimigos não foram piedosos. Devido a isso, um imenso funeral foi armado e a família Real mandou representantes, entre eles estavam a Princesa Yuki e seu irmão, mas nessa ocasião Uchio não pôde nem olhar para ela. Desse dia em diante, o jovem decidiu que entraria para o exercito e honraria o nome de sua família, que, mesmo tendo feito tudo o que fez, depois da morte quase não fora lembrado pelo povo. E além de se tornar um dos mais poderosos, pretende se casar com a princesa, mas para isso, precisaria ser reconhecido e ter oportunidades de encontra-la.

Durante dois anos, o garoto viveu embaixo das asas de amigos de seus pais, que cuidaram e alimentaram ele. Mas agora que completou 18 anos, pensa em finalmente virar um soldado, para depois, crescer e se tornar um príncipe[mesmo que vem assim não faça muito sentido].

Quer entrar para o exercito
Atributos:
[b]Força Física:[/b]  1 (+1)
[b]Força Mágica:[/b] 7
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 1
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 1  (+1)
[b]Precisão:[/b] 1 (+1)
[b]Vitalidade:[/b] 3

[b]Habilidades:[/b]
Seishin-tekina gōmon (tortura mental)
[spoiler][color=black][b]Nome:[/b] Seishin-tekina gōmon (tortura mental)
[b]Nível:[/b] Nível 1.
[b]Descrição:[/b] Apenas tendo em vista o seu inimigo, Uchio pode causar danos diretamente a sua mente, por consequência, o torturando, dando origem ao nome da habilidade “tortura mental”. Devida a tortura o inimigo fica desorientado por fortes dores de cabeça e enjôos agonizando durante o processo, porém, depois de desativada a habilidade, ele sente apenas fortes dores de cabeça que permanecem por um certo tempo, mas seu corpo permanece intacto, podendo ele morrer sem sentir dor física alguma.
[b]Efeitos:[/b] Através de grande concentração mental Uchio é capaz de causar fortes dores de cabeça e enjôos em um inimigo, a força desses efeitos dependerá da Vitalidade do alvo em relação a Força Mágica de Uchio. Consulte a tabela abaixo para maiores detalhes.

[table border="4"][tr] [td] [b][center]Vitalidade do Alvo[/center][/b] [/td][td] [b][center]Redução nos Atributos[/center][/b] [/td][td] [b][center]Dano Colateral[/center][/b] [/td][/tr][tr][td] [center]Superior.[/center] [/td][td] [center]Nenhuma redução.[/center] [/td][td] [center]Incapacidade de se concentrar.[/center] [/td][/tr][tr][td] [center]Igual ou 2 pontos inferior.[/center] [/td][td] [center]-1 em todos os atributos.[/center] [/td][td] [center]3 pontos de dano por ponto de diferença.[/center] [/td][/tr][tr][td] [center]De 3 a 4 pontos inferior.[/center] [/td][td] [center]-2 em todos os atributos.[/center] [/td][td] [center]3 pontos de dano por ponto de diferença.[/center] [/td][/tr][tr][td] [center]5 ou mais pontos inferior.[/center] [/td][td] [center]Paralisia completa.[/center] [/td][td] [center]3 pontos de dano por ponto de diferença.[/center] [/td][/tr][/table]

Além dos efeitos negativos essa habilidade impede que a vítima consiga se concentrar impedindo por exemplo que quaisquer habilidades ou manobras que exijam concentração sejam efetuadas. O dano causado por essa habilidade não pode ser prevenido de forma alguma a não ser por meios mágicos ou psíquicos especiais a critério do GM. Uchio jamais será capaz de prevenir o dano que sofre ao usar esta habilidade não importa quais ou quantas proteções utilize.
Esta habilidade só funcionará e será mantida em alvos que estejam dentro do alcance da habilidade e no campo de visão de Uchio. As dores de cabeça resultantes após o cancelamento desta habilidade afetam tanto a vítima quanto Uchio e não causam quaisquer transtornos adicionais além de simples irritação.
Personagens ou criaturas mágicas como magos por exemplo podem tentar resistir aos efeitos desta habilidade usando sua própria Força Mágica no lugar de sua Vitalidade. Personagens incapazes de sentir dor não serão afetados por esta habilidade de forma alguma bem como personagens desprovidos de mente. Independente de conseguir afetar seu alvo ou não, a simples ativação desta habilidade cobrará de Uchio todos os seus custos.
Tanto Uchio quanto o alvo sentem as dores, porém apenas o alvo recebe redutores e fica incapaz de se concentrar. Durante a utilização desta habilidade Uchio deve se concentrar a todo instante podendo desempenhar apenas ações defensivas ou passivas como deslocamento e esquivas. Caso Uchio receba uma quantidade de dano (sem contar o dano causado pela própria habilidade) maior que sua Vitalidade x3, ele perderá a concentração imediatamente.
[b]Custos:[/b] 25% de SP e 5% de HP pra ativar e manter.
[b]Duração:[/b] Sustentável.
[b]Tempo de conjuração:[/b] Instantâneo, exige concentração.
[b]Alcance:[/b] 5 metros + 5 por nível da habilidade.
[b]Área de Efeito:[/b] Alvo focalizado.[/color][/spoiler]

Sérpico Vandimion
Spoiler:
Código:
[justify][b]Nome:[/b] Sérpico Vandimion
[b]Idade:[/b] 18
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,78m
[b]Raça:[/b] Humano
[b]Nível:[/b] 04 [b]Exp:[/b] 625/1000
[b]L$:[/b] 5.000,00
[b]Profissão:[/b] -
[b]Salário:[/b] -

[b]Aparência:[/b] Sérpico é dono de uma estatura balanceada e comum, com seus 1,78m e 67kg. Tem pele clara, olhos azuis, uma sombra de barba crescendo, e uma lisa e dourada cabeleira bagunçada. Traja uma sobrecasaca verde escura, por baixo, uma camisa branca de mangas longas; no mais, calça comprida preta e botas de couro.
   
[b]Personalidade:[/b] Sérpico é um camponês qualquer, um ser humano comum. Por viver tranquilamente, isolado de um ambiente social, acabou por adquirir uma postura serena, tornando-se um jovem de poucas palavras e neutro em relação a tudo e todos.   

[b]Terra Natal:[/b] Media Lodoss – Paramet.

[b]História:[/b][spoiler] [color=black][b]A tranqüilidade era divina. O vento brando, o cheiro de campo, o som de um rio. Sérpico era grato pela vida que tinha. Desde pequeno admirava as paisagens e a paz que sua terra tributava. Foi abençoado por nascer de um casal de fazendeiros, desfrutando todos os dias dos benefícios da vida pacata.

Exceto naquele dia. Estava apreensivo demais: Já completavam treze dias desde que Fredrik saíra. Ele nunca demorava tanto, mesmo indo para um lugar remoto como Calm. Fredrik, pai de Sérpico, deveria ter voltado no mínimo à dois dias. O filho nada fazia a não ser esperar, sentado numa arvore alta, olhando o mundo, atento à estrada, querendo ver logo a silhueta do pai retornando. [/b]

– Filho, entre. Vai começar a chover e não quero ter de cuidar de ninguém resfriado. – [b]Era a voz de Sarah, sua mãe. Sérpico olhou de cima da arvore em desafio, ela ergueu um dedo em riste:[/b] – Não me faça repetir, hein.

[b]Sérpico deu uma ultima olhada para a estrada, abriu um sorriso e desceu, escorregando pela arvore. Desceu depressa, mas não por causa da ordem de sua mãe: no horizonte Fredrik surgira, como cavaleiro galante em um cavalo de carga. Tanto homem como animal pareciam bem cansados, até que Fredrik tossiu um sorriso para sua família:[/b]

– Vejam só, cheguei antes da chuva! – [b]Quando Sérpico e Sarah gritaram por explicações e justificativas, Fredrik, dado ao humor, desceu do cavalo, os abraçou e gargalhou:[/b] – Também estou feliz ao vê-los. Vamos entrar. É uma longa história e é melhor estarmos sentados e debaixo de um teto.

[b]Fredrik era o cabeça da família, responsável pela pequena fazenda que tinham. O homem costumava viajar a negócios; levar safras, trazer, trocar, comprar. E amava o que fazia: sempre teve no sangue um instinto aventureiro e sempre que saía para mais uma viagem, Fredrik parecia vinte anos mais novo, tamanha sua empolgação. Sua recente viagem tinha lhe carregado para as baixas temperaturas de Calm, região no extremo Norte da Ilha. Levou consigo alguns embrulhos de frutas e legumes escassos no Norte, a fim de vender tudo para um novo cliente, residente por lá. Sentou à mesa com seu novo cliente e, em conversa camarada, quis saber mais sobre aquela região que visitava pela primeira vez. Foi quando o homem falou de unicórnios, tacando óleo na chama que era a curiosidade de Fredrik. [/b]

– Precisava vê-los. Ou ao menos tentar. É uma chance que poucos têm, e como já estava por lá, eu tinha de aproveitar! – [b]Justificou, para Sérpico e Sarah, enquanto contava a história.

Então, naquele mesmo dia de negócios Fredrik se meteu no mundo gelado. Fez caminhada por uma montanha, explorando, descobrindo maravilhar, querendo ter uma boa história pra contar depois. Procurava um ser raro, que mal sabia da veracidade da existência. Procurou por um dia inteiro, e não achou nenhuma besta mágica. Não [i]achou[/i], mas foi [i]achado[/i] por uma.

O unicórnio era absurdo. Um pouco maior que um cavalo comum, esguio, porte marcial e respeitoso. Sua cor era profana à realidade, inédita, jamais vista, algo que não deveria existir, no entanto ali estava; o máximo que os olhos de Fredrik conseguiram interpretar foi uma coloração próxima do azul. Mas o mais incrível era o homem montado sobre o animal mágico.[/b]

– Está em uma região selvagem, sozinho e despreparado. O que pensa estar fazendo? – [b]Disse o domador de unicórnio, dentro de mantas brancas, com um elmo que um dia fora a cabeça de algum animal grande. Não usava sela, equilibrando-se no animal como se estivesse sentado numa simples cadeira.[/b] – Diga-me, o que faz aqui?

[b]Fredrik abriu a boca, mas não soube o que responder. Ficou paralisado com a cena, e também por causa do frio; pois um dia de busca pelas montanhas daquela região deixaram seu corpo dormente, com um aspecto cadavérico.[/b] 

– Venha comigo. Irá morrer se tentar voltar nessas condições. – [b]O estranho falou e deu meia volta por um caminho. Fredrik o seguiu e pouco depois de cruzarem espaços acidentados e congelados, o pai de Sérpico avistou o que deveria ser uma casa.

O homem liberou o unicórnio que rompeu galope para algum lugar. Então, entrou na casa, chamando Fredrik. Tomaram alguma coisa quente, que ajudou Fredrik a se sentir melhor, e o estranho informou o quão longe do vilarejo Fredrik estava. Certamente se meteu nas montanhas e mal notou o tempo passar. Fosse o que fosse, não haveria alternativa para Fredrik, a não ser dormir ali. Ao menos o sujeito esquisito era hospitaleiro, embora frio com as palavras. Mas não demorou muito para aprender a cortesia, pois Fredrik era de carisma alta, homem cativante e inspirador. Em pouco tempo, já estavam rindo alto. 

No dia seguinte se despediram. Fredrik estava realizado, afinal, não somente vira um unicórnio como também conversara com um tipo de druida das neves. Na despedida, Fredrik recebeu dele um papel enrolado.[/b]

– É mágico. Leia, e talvez aprenda algo. – [b]Disse o druida.

Fredrik desceu a montanha, voltou ao vilarejo e voltou para a estrada, voltando para casa. No caminho de retorno, leu o pergaminho todos os dias, tentando compreender, mas tendo dificuldade. Demorou, mas assimilou o conteúdo. Pois em pratica, como se acabasse de aprender um prato de culinária, e de repente sumiu de onde estava e apareceu em outro lugar aleatório. Pouco depois, compreendeu o que acontecera.[/b]

– Teleporte. – [b]Explicou para sua família, sentado à mesa.[/b] – O papel que ele me deu era auto-didático, conforme decifrei seus escritos, aprendi uma habilidade especial. No caso, o que minha mente interpretou foi a habilidade de Teleporte.

[b]Esse treinamento, mais alguns contra tempos durante a viagem colaboraram para o atraso de Fredrik, deixando Sarah e Sérpico preocupados. Já havia comprado o perdão de Sarah com um longo e amoroso beijo. Mas Sérpico seria mais difícil de dobrar:[/b]

– Vai ter de me ensinar isso ai – [b]Decretou o jovem. E assim o foi. Na época, completava seu 16º sexto dia, e aprender a mítica habilidade de teleporte foi seu maior presente de aniversário.

Tempo. Dois anos passaram e a vida continuou como deveria continuar.

Daí Sarah adoeceu.

Ficou de cama, maior parte do tempo desacordada, ardendo de febre. Estava morrendo e os médicos de Paramet falharam no diagnóstico. Fredrik, desesperado, já não sabia a quem pagar para conseguir um remédio que surtisse efeito. Tudo que tentou não dera resultado. A doença de Sarah estava além dos poderes da medicina. Concluiu que deveria tentar o druida da montanha, aquele que encontrara em Calm, anos atrás. Aquele homem que montava unicórnios certamente teria uma cura.

Coube a Sérpico tratar da fazenda e da mãe ao passo que Fredrik ia atrás de socorro. Triste foi quando Fredrik retornou, de mãos vazias e rosto vermelho de desespero. Chorou e disse a Sérpico que não encontrou o druida, não encontrou sua casa, não encontrou rastro algum de que um dia algum homem morou naquelas montanhas. Dois dias depois Sarah se foi, dormindo um sonho eterno. Os homens da família a sepultaram próximo da principal macieira da fazenda, lamentaram sobre o tumulo e a lápide [i]"Sarah Vandimion"[/i]. Ergueram a cabeça, e continuaram a vida.

Daí foi a vez de Fredrik.[/b]

– Sérpico, preocupe-se contigo. – [b]Dizia[/b] – Você deve achar um mago. Não, não. Você deve achar [i]o mago[/i]. Aquele, das montanhas, em Calm.

[b]Adoeceu da mesma forma que Sarah. E sua preocupação agora era com Sérpico: pois ao que tudo indicava a doença era compartilhada pelo casal, e talvez Sérpico tenha sido vitima da hereditariedade. Não havia como saber, por isso Fredrik reforçava ao filho:[/b]

– Você deve encontrá-lo. Deve achar uma cura pra si, antes de ter um fim como este, em uma cama, ardendo de febre.

[b]Sérpico foi ter com os médicos de Paramet novamente. Em vão, pois foram outra vez impotentes ante aquela coisa maligna que assassinou sua mãe e agora afligia seu pai. Não deu outra: Fredrik foi se encontrar com Sarah em algum lugar que Sérpico não queria ir tão cedo. Enterrou o pai ao lado da mãe, ficou de luto, e ficou atormentado com a possibilidade de morrer daquele jeito a qualquer instante. Um médico alertou que a doença deveria atacá-lo somente numa idade mais adulta, o que deixou Sérpico menos preocupado, embora não mudasse sua missão: pagar pelos serviços de uma cura mágica.

E por falar em pagar, Sérpico não viu alternativa a não ser vender a fazenda. Não poderia administrá-la sozinha, então deu maior utilidade a ela. Sustentou-se por algumas semanas, com o dinheiro adquirido, e então foi embora dali, deixando sua terra.

No dia que partiu a tranquilidade era divina, novamente. O vento brando, o cheiro de campo, o som de um rio; tudo nos eixos eternos da natureza. Sérpico era grato pela vida que teve, agora, seriam tudo memórias. Desde pequeno admirava as paisagens e a paz que sua terra tributava, no entanto, talvez não voltasse a admirar aquelas belezas. Foi abençoado por nascer de um casal de fazendeiros, desfrutando todos os dias dos benefícios da vida pacata, mas também fora amaldiçoado com uma doença mortal que roubara seus pais e seus dias de outrora.

De longe, olhou para trás. Viu sua casa, as arvores, o campo, os túmulos. Só não chorou porque as lagrimas já haviam se acabado. Respirou uma ultima vez o odor da sua vida passada e deu meia volta, caminhando pro mundo. Ergueu a cabeça, continuou.[/b]

[/color][/spoiler]
[b]Atributos:[/b]
[i]Força Física: 02
Força Mágica: 01+01
Velocidade de Ataque: 04
Velocidade de Movimento: 04
Precisão: 06+01
Vitalidade: 03+01[/i]

[b]Habilidades:[/b]
[spoiler][color=black][b]Nome:[/b] Teleporte
[b]Nível:[/b] 3.
[b]Custos:[/b] 25% de SP pra ativar.
[b]Duração:[/b] Uma vez efetuado o teletransporte é permanente.
[b]Tempo de conjuração:[/b] Instantâneo.
[b]Alcance:[/b] 50 metros para cada ponto de Força Mágica +10 metros por nível da habilidade.
[b]Área de Efeito: [/b]Pessoal, objetos e seres vivos tocados.

[b]Descrição:[/b] Sérpico possui a capacidade de se teletransportar até uma certa distância podendo levar inclusive itens ou pessoas consigo.

[b]Efeitos:[/b] Sérpico é capaz de se mover instantaneamente de um ponto a outro sem precisar cruzar a distância física entre eles. Durante a viagem é possível transportar uma quantidade de carga equivalente a Força Mágica de Sérpico x50 + 100 quilos, quaisquer objetos podem ser teletransportados incluindo seres vivos, mas para isso ele precisa estar mantendo contato físico com a carga a ser transportada.

O próprio peso do corpo de Sérpico não conta no limite de carga mas isso não inclui roupas e equipamentos que ele esteja vestindo ou carregando. Caso ele tente teletransportar uma carga maior do que suas capacidades permitam o GM deverá considerar que o teletransporte foi bem sucedido no entanto apenas os objetos mais leves foram teletransportados. Por exemplo, vamos supor que Sérpico tente teletransportar 3 objetos diferentes, um pesando 80kg, outro pesando 50kg e o ultimo pesando 90kg, isso daria um total de 220kg que é mais do que ele é capaz de levar consigo. Desta forma se ele usase sua habilidade ele conseguiria se teletransportar mas apenas os objetos pesando 50 e 80 quilos iriam com ele.

Qualquer ser vivo pensante que não deseje ser teletransportado resistirá ao efeito da habilidade automaticamente, quaisquer constructos mágicos ou seres desprovidos de inteligência mas "vivos" como golens e mortos vivos também resistirão automaticamente ao teletransporte a não ser que eles sejam obedientes a Sérpico. Animais e seres irracionais que possuam um valor de Vitalidade inferior a Força Mágica de Sérpico serão teletransportados assim como animais que possuam afinidade com ele também o serão como por exemplo um cavalo ou um animal de estimação. Não é possível teletransportar partes de objetos, por exemplo, Sérpico não poderia teletransportar um pedaço da muralha de um castelo, se quisese fazer isso ele precisaria ser capaz de teletransportar toda a estrutura.

Para que Sérpico consiga se teletransportar ele precisa estar visualizando o destino ou ter uma grande familiaridade com o mesmo, caso ele tente se teletransportar para um lugar desconhecido o GM poderá decidir se a tentativa foi bem sucedida ou não. Em caso de falha Sérpico será teletransportado aleatoriamente para qualquer lugar que seja capaz de comportar seu corpo e sua carga e esteja ocupado apenas por ar, água e outras substâncias deslocáveis, isso inclui é claro um abismo ou um rio de lava! Sempre que Sérpico se teletransporta toda a energia cinética que estiver acumulada em seu corpo é perdida no processo, desta forma ele poderia por exemplo teletransporta-se para o chão quando estivesse em queda livre evitando se espatifar.[/color][/spoiler]
[/justify]


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:13 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 7:14 pm

Aldarion Ironshield
Spoiler:
Código:
[b][size=18][color=red]Ficha de Personagem[/color][/size][/b]

[b][u][color=yellow]Características[/color][/u][/b]
[b][color=green]Nome:[/color][/b] Aldarion Ironshield, O Mestre da Lâmina
[b][color=green]Idade:[/color][/b] 18.
[b][color=green]Sexo:[/color][/b] Masculino.
[b][color=green]Altura:[/color][/b] 1,90m.
[b][color=green]Peso:[/color][/b] 85,5kg
[b][color=green]Raça:[/color][/b] Humano.
[b][color=green]Nível:[/color][/b] 4.
[b][color=green]Exp:[/color][/b] 0x/1000
[b][color=green]L$:[/color][/b] 0
[b][color=green]Profissão:[/color][/b] Armeiro (atualmente desempregado).
[b][color=green]Salário:[/color][/b] Sem salário.

[u][b][color=yellow]Atributos:[/color][/b][/u]
[b][color=green]Força Física:[/color][/b] 8
[b][color=green]Força Mágica:[/color][/b] 1+1 (2)
[b][color=green]Velocidade de Ataque:[/color][/b] 4
[b][color=green]Velocidade de Movimento:[/color][/b] 3
[b][color=green]Precisão:[/color][/b] 2+1 (3)
[b][color=green]Vitalidade:[/color][/b] 2+1 (3)

[u][b][color=yellow]Perícias:[/color][/b][/u]

[spoiler][color=black][b][color=green]Armeiro[/color][/b] - Aldarion sabe construir armas e armaduras, incluindo armas de cerco.
[b][color=green]Sobrevivência[/color][/b] - Aldarion sabe sobreviver em todos os tipos de locais selvagens.
[b][color=green]Alfabetizado[/color][/b] - Aldarion sabe ler e escrever.
[b][color=green]Tática[/color][/b] - Aldarion foi treinado para lutar em combates entre pequenos grupos.
[b][color=green]Estratégia[/color][/b] - Aldarion conhece estratégias de combate entre exércitos.
[b][color=green]Usar Espadas[/color][/b] - Aldarion sabe usar todos os tipos de espadas.
[b][color=green]Usar Faca[/color][/b] - Aldarion sabe usar todos os tipos de facas.
[b][color=green]Usar Arco[/color][/b] - Aldarion sabe usar todos os tipos de arcos.
[b][color=green]Usar Besta[/color][/b] - Aldarion sabe usar todos os tipos de bestas.
[b][color=green]Usar Bastão[/color][/b] - Aldarion sabe usar todos os tipos de bastões.
[b][color=green]Usar Escuto[/color][/b] - Aldarion sabe usar todos os tipos de escudos.
[b][color=green]Usar Lança[/color][/b] - Aldarion sabe usar todos os tipos de lanças.
[b][color=green]Usar Armas de Haste[/color][/b] - Aldarion sabe usar todos os tipos de armas de haste.
[b][color=green]Usar Machado/Maça[/color][/b] - Aldarion sabe usar todos os tipos de machados e maças.
[b][color=green]Usar Armas de Cerco[/color][/b] - Aldarion sabe manusear armas de cerco.
[b][color=green]Arremesso[/color][/b] - Aldarion é proficiente em arremessar objetos.
[b][color=green]Natação[/color][/b] - Aldarion sabe nadar e mergulhar sem se afogar.
[b][color=green]Escalada[/color][/b] - Aldarion sabe escalar.
[b][color=green]Navegação[/color][/b] - Aldarion sabe navegar em diversos tipos de navios.
[b][color=green]Cavalgar Criatura Terrestre[/color][/b] - Aldarion sabe cavalgar todos os tipos de montarias terrestres.
[b][color=green]Primeiros Socorros[/color][/b] - Aldarion sabe aplicar curativos básicos.[/color][/spoiler]

[u][b][color=yellow]Habilidades:[/color][/b][/u]

[spoiler][color=black][b]Estilo Marcial: [color=darkred]Wan-weaponjutsu[/color][/b]

Durante suas longas viagens pelo mundo acompanhado de seu mestre. Aldarion Ironshield teve suas habilidades físicas, mentais e espeirituais testadas ao máximo. Ao mesmo tempo em que desenvolvia seu corpo, sua mente e seu espírito, Aldarion também criou um estilo próprio de luta que usa como arma a espada de duas mãos, o nome desse estilo é Wan-weaponjutsu, através desse estilo ele criou várias técnicas especiais com sua espada que o tornam um oponente formidável e um verdadeiro mestre, no entando quando usando qualquer outra arma que não seja da categoria espada de duas mãos, Aldarion luta apenas como se fosse um guerreiro competente mas perde completamente a capacidade de utilizar os golpes especiais e técnicas de seu estilo.

Conforme ele for subindo de nível irá ganhando novas técnicas dentro de seu estilo de luta.


[b][color=green]Técnicas e Habilidades:[/color][/b]


[b]Nome:[/b] [color=darkred][i]Lâmina Relâmpago[/i][/color]
[b]Nível:[/b] 1
[b]Descrição:[/b] Sempre que estiver de posse de qualquer espada que possa ser empunhada com as duas mãos, Aldarion se movimentará, atacará e aparará mais rápido que o normal.
[b]Efeitos:[/b] Sempre que utiliza esta habilidade, Aldarion ganha bônus +2 em Velocidade de Ataque e + 1 de Movimento, tornando-se muito mais ágil e rápido.
Aldarion também é capaz de sacar sua espada da bainha em uma fração de segundo como uma ação livre, desta forma, sempre que sua espada estiver preparada em sua bainha Aldarion contará como se estivesse com ela em punho.
[b]Custos:[/b] 60% de MP para ativar a habilidade por 4 turnos seguidos ou 20% de MP para utilizá-la por um único turno. Caso ative a habilidade por 4 turnos seguidos (custo 60%), ele não poderá utilizá-la novamente por mais 4 turnos.
Sacar a espada da bainha rapidamente não possui qualquer custo.
[b]Tempo de Execução:[/b] Instantâneo
[b]Alcance:[/b] Pessoal
[b]Área de Efeito:[/b] Pessoal
[b]Duração:[/b] 4 ou 1 rodada (vide custos)

[b]Nome:[/b] [color=darkred][i]Vigor Incansável[/i][/color]
[b]Nível:[/b] 1
[b]Descrição:[/b] Devido ao seu extenso e árduo treinamento, o corpo, mente e espírito de Aldarion tornaram-se incrivelmente resistentes a todos os tipos de provações. Graças a isso Aldarion é capaz de resistir com mais facilidade e por uma quantidade maior de tempo a fome, cansaço, sono, dor, e muitas outras ameaças além de se recuperar mais rapidamente de quaisquer tipos de ferimentos ou status negativos.
[b]Efeitos:[/b] Essa habilidade está sempre ativada sem custo algum e não pode ser cancelada, pois não é um efeito, magia ou feitiço e sim uma qualidade física, mental e espiritual. Sempre que for submetido a situações que testem a sua resistência Aldarion ganhará um bônus no atributo que está sendo testado, por exemplo, se um mago tentar controlar a mente de Aldarion e o GM decidir que ele deverá resistir usando seu atributo Força Mágica, ele resistirá como se sua Força Mágica fosse maior do que realmente é tendo seu valor aumentado proporcionalmente com o valor da Vitalidade de Aldarion. Caso esse atributo seja a Vitalidade, ele resistirá como se ela fosse duas vezes maior.
Esse bônus de resistência também se aplica em quanto tempo Aldarion é capaz de ficar sem comer, beber, dormir, quanto tempo consegue prender a respiração e em quaisquer outras situações que envolvam a resistência a algo.
Caso Aldarion falhe em um teste de resistência e encontre-se sob efeito de algum status negativo, ele pode gastar X% de MP para anular o efeito, a quantidade de MP gasta depende do poder do status a ser anulado. Esta habilidade permite a anulação de qualquer status negativo que esteja fazendo efeito sobre ele incluindo encantamentos, venenos, doenças e similares, apesar disso vale lembrar que alguns status serão tão poderosos que a quantidade de energia para resistir a eles pode tornar impossível o seu cancelamento, por exemplo, se Aldarion for vítima de uma maldição lançada por um mago muito poderoso o GM pode decidir que o status não pode ser cancelado por exigir muita energia para isso.
Para cancelar status negativos, Aldarion precisar concentrar-se completamente na ação não podendo estar em combate ou em qualquer situação de risco que exija algum tipo de atenção.
Custos: Os custos para anular um status variam de acordo com a ação realizada e a intensidade da mesma, levando em consideração as condições ambientais e físicas de Aldarion. Para a regeneração de alguma enfermidade ou efeito similar a magia os custos serão mais elevados.
[b]Tempo de Execução:[/b] Instantâneo
[b]Alcance:[/b] Pessoal
[b]Área de Efeito:[/b] Pessoal
[b]Duração:[/b] Instantâneo

[b]Nome:[/b] [color=darkred][i]Lâmina Elemental[/i][/color]
[b]Nível:[/b] 1
[b]Descrição:[/b] Aldarion é capaz de controlar o chi de seu corpo fazendo-o se materializar na lâmina de sua espada na forma de um elemento de sua escolha.
[b]Efeitos:[/b] Ao utilizar esta habilidade Aldarion escolhe um elemento qualquer encontrado na natureza e imbui com ele a lâmina de sua espada fazendo com que seus ataques fiquem mais poderosos. A utilização desta habilidade confere um bônus de +5% ao dano da arma não importando o elemento escolhido. O bônus dobrará caso o alvo tenha fraqueza ao elemento vigente.
[b]Custos:[/b] 20% de energia para ativar, o mesmo para sustentar.
[b]Duração:[/b] Uma rodada.
[b]Tempo de Execução:[/b] Instantâneo.
[b]Alcance:[/b] Espada tocada.
[b]Área de Efeito:[/b] Espada tocada.[/color][/spoiler]
[hr]

[b][color=green]Aparência:[/color][/b] Pele clara mas normalmente bronzeada pelo Sol, olhos castanho-escuro, cabelos negros, curtos e espetados, corpo atlético. Sua voz é grave e poderosa e seu olhar penetrante, o corpo de Aldarion é coberto por algumas cicatrizes resultantes dos treinamentos e batalhas do passado.
A expressão em seu rosto é sempre calma e serena muitas vezes enfeitada com um grande sorriso sincero ou fechada em uma expressão de dúvida quando ele se depara com algo curioso.

[center][img]http://services.imagens.flogao.com.br/s46/25/10/06/208/80714037.jpg[/img][/center]

[b][color=green]Personalidade:[/color][/b] Aldarion é humilde, desconfiado, teimoso, impulsivo e disciplinado. Ele também é muito detalhista e astuto prestando atenção em tudo o que está a sua volta. Quando ele luta ele o faz com emoção e maestria, apesar de sua arma predileta ser normalmente grande e desajeitada nas mãos de qualquer guerreiro, nas mãos dele ela se torna uma lâmina letal e de movimentos belos e precisos.
Apesar de amar a luta e sua arte com a espada, Aldarion a encherga muito mais como um esporte do que uma disciplina para matar, lutar e treinar para ele é uma terapia que elevam o seu corpo, sua mente e o seu espírito a um nível superior. Ele sempre procurará resolver todos os tipos de situações da melhor forma possível usando o combate como o ultimo recurso, apesar disso ele não exitará em aplicar golpes mortais e incapacitantes contra oponentes perigosos ou atrevidos.
Aldarion é um brincalhão muito bem humorado, para ele não existe tempo ruim, ele gosta de todos os tipos de climas e terrenos e nunca reclamará do frio ou do calor, ele adora o vento, os raios de sol em sua face ou a beleza da Lua no céu noturno. Apesar de não ser um elfo ou um ranger, ele ama e valoriza a natureza pois acredita que nela está a verdadeira harmonia.

O seu objetivo na vida e se tornar um grande mestre espadachim e alcançar a perfeição em sua arte, para isso ele sempre estará disposto a colocar seus talentos a prova seja em um duelo amistoso ou em uma grande guerra, no entanto ele acredita que toda luta deve ter um sentido e portanto ele nunca lutará sem que haja um bom motivo para fazê-lo. Uma coisa é certa, Aldarion odeia covardias e sempre que se deparar com elas ele mostrará ao mundo por que é chamado de O Mestre da Lâmina!

[b][color=green]Terra Natal:[/color][/b] Vilarejo de Yrthania a oeste do grande Império Davendor no distante e perigoso mundo de Megalion.

[b][color=green]História:[/color][/b] Aldarion nasceu filho de Alrion O Bravo um poderoso guerreiro e mestre armeiro com Allana A Poderosa, uma habilidosa maga encantadora. Depois de terem vivido muitos anos de aventuras e desventuras o casal resolveu que era hora de se aposentar, para isso escolheram o próspero vilarejo de Yrthania, localizado nas florestas densas e temperadas do grande Império Davendor.
Yrthania era uma tentativa do sábio Imperador Astasis para a colonização da região oeste de seu império de fato a região menos habitada de Davendor. Yrthania tinha tudo para crescer, evoluir e se tornar uma grande cidade, infelizmente o destino tinha outros planos para o vilarejo e seus habitantes.
No ano do grande eclipse solar, em que os 3 sóis de Megalion se alinham, uma grande profecia entrou em ação e uma onda de grandes matanças eclodiu por todo o mundo, milhões morreram em nações e lugares diferentes e nesse dia maldito o vilarejo de Aldarion foi atingido.
Com apenas 6 anos de idade Aldarion viu seus pais serem assassinados friamente por uma horda de assassinos fanáticos, servos da entidade obscura e desconhecida que estava por trás do grande sacrifício global. Aldarion também estaria morto, se não fosse a intervenção de Nayrun Ironshield, O Guardião dos Planos.
Nayrun surgiu rapidamente e em uma fração de segundo se pegou Aldarion e se teletransportou com ele para longe.
A partir dai Nayrun adotou Aldarion e ambos passaram a viajar pelo mundo, por todos os lugares conhecidos e até mesmo muitos lugares desconhecidos e intocados pela humanidade. Nayrun protegeu e treinou Aldarion o tempo inteiro, ensinando-o a Arte da Guerra, dando-lhe condicionamento físico e conhecimentos avançados de sobrevivência.
Mas mesmo com a proteção de Nayrun a vida do jovem guerreiro nunca foi fácil, os treinamentos impostos por seu mestre eram muitas vezes brutais e forçavam ao máximo os seus limites físicos, tais como nadar em rios congelantes, passar dias sem comer, atravessar um deserto com apenas um cantil de água, escalar montanhas enormes sem equipamento algum, estes foram só alguns testes que Aldarion teve que superar, é claro que seu mestre esteve sempre atento a tudo.
Durante 10 longos anos eles vagaram por florestas temperadas, selvas denças e infestadas de perigos, pântanos fétidos, desertos escaldantes, montanhas gélidas, carvernas-mundo e muito mais.
Não importava o quão perigosos eram os lugares por onde passavam, Nayrun era capaz de enfrentar qualquer ameaça e proteger seu pupilo.
Ao fim dessas grandes viagens Aldarion havia se tornado um guerreiro como nenhum outro, motivo de orgulho até mesmo para seu mestre que como prova de reconhecimento emprestou seu sobrenome ao seu aluno que passou a chamar-se Aldarion Ironshield.
Infelizmente as obrigações convocaram Nayrun para outros mundos e os dois tiveram que se separar.
Hoje com 16 anos de idade Aldarion Ironshield é um guerreiro formidável, dotado de vastos conhecimentos de sobrevivência em diversos lugares, seguindo a tendência de seu mestre Aldarion adotou como sua arma favorita a espada de duas mãos, mas ele nunca aceitou as limitações desta arma e sempre treinou muito para superá-las a um ponto em que ele tornou-se capaz de atacar com esta arma a uma velocidade estonteante, chegou até mesmo a desenvolver um estilo de luta único para esta arma, o Twan-handjutsu.
Aldarion luta com maior velocidade e letalidade quando empunhando uma espada de duas mãos mas Infelizmente tantas técnicas e viagens não deram a ele tempo para estudar as disciplinas da mente, apesar de ser muito habilidoso com a espada ele sabe pouca coisa referente ao estudo, de fato a única coisa que ele realmente sabe fazer é ler e escrever, a maioria dos conhecimentos além disso são estranhos a ele.
Após separar-se de seu mestre Aldarion passou a vagar pelo mundo de Megalion procurando sempre aprimorar suas habilidades, até que um dia ele ingressou em uma jornada com um grupo de aventureiros, o objetivo era deter os planos de um mago malígno chamado Arestus.
O grupo invadiu a torre do mago, e durante uma batalha terrível o mago tentou utilizar um feitiço desconhecido até mesmo para ele. Inelizmente o feitiço resultou em um paradoxo que causou efeitos mágicos caóticos na torre inteira.
Aldarion não sabe o que ocorreu com o mago e os outros integrantes do seu grupo, tudo o que ele sabe é que a magia lançada por Arestus o lançou em um portal que acabou trazendo-o para Lodoss.
Ele não sabe ainda onde está, quem governa esta terra ou quais perigos espreitam...

[u][color=yellow]Nota sobre o Guardião dos Planos[/color][/u]

[spoiler][color=black]O Guardião so Planos é um ser extremamente poderoso, tão poderoso quanto um deus. Ao contrário de um deus, o Guardião não possui seguidores, na verdade não possui nem mesmo um plano próprio, o Guardião existe apenas para manter o equilíbrio entre os mundos. Sempre que alguém ou alguma coisa ameaça o equilíbrio entre os planos, o Guardião entra em ação.
Se um demônio pretende invadir um mundo e transformá-lo em um novo inferno, o Guardião tentará impedi-lo, se a película entre dois mundos ameaça se romper e conectá-los o Guardião tentará remediar, estes são alguns exemplos de como ele atua.

Todos os Guardiões são imortais, no entanto existe apenas um por vez, a forma como se tornam Guardiões é decidida pelos deuses primordiais, os deuses que criaram toda a existência, de tempos em tempos um mortal de algum mundo é presenteado com a Espada Nayruni, A Espada da Neutralidade, essa arma magnífica concede poderes incalculáveis ao seu portador mas também lhe confere enormes reponsabilidades.

As vezes um Guardião resolve se aposentar mas normalmente antes de fazê-lo ele escolhe outro ser para assumir o seu lugar.

Neste caso atualmente, Aldarion Ironshield será o futuro Guardião dos Planos.

Sobre a espada Nayruni, existem na verdade 3 espadas, elas são chamadas de Lãminas Primordiais e são elas:

Nayruni, que representa o equilíbrio e a neutralidade.
Orianus, que representa o mal, a corrupção e o fim de todas as coisas.
Dayonus, que representa o bem, a pureza e a criação.

Essas armas são inteligentes e cada uma possui o espírito de um deus ancestral, os primogênitos,  as espadas possuem personalidades e poderes diferentes porém equivalentes, as vezes as espadas escolhem um portador e conferem a ele grandes poderes mas também, grandes responsabilidades que variam de acordo com a arma que ele possui.

OFF: A descrição do Guardião dos Planos bem como das Lâminas Primordiais não servem para dar mais poder ao personagem, servem apenas para explicar detalhes da sua história, devido ao poder destas armas eu aconselho que elas nunca sejam entregues nas mãos de um jogador.[/color][/spoiler]

Michelle Houjo
Spoiler:
Código:
[b]Nome: Michelle Houjo , A Duquesa das Sombras[/b]
[b]Idade: Indefinido[/b]
[b]Sexo: Feminino[/b]
[b]Altura:1,65[/b]
[b]Raça: Vampira Pura[/b]
[b]Nível: [/b][b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$: 0[/b]
[b]Profissão:[/b] Nenhuma
[b]Salário:[/b] Nenhum
[b]Aparência: [/b]  [spoiler][img]http://img14.imageshack.us/img14/6629/michellehoujo.png[/img][/spoiler]
[b]Personalidade: Michelle, por ser parte da nobreza é um tanto arrogante e prepotente, sempre pondo-se superior aos outros. Seu nome fora conhecido a muitos séculos atrás antes de ter hibernado. [/b]
[b]Terra Natal: Wasteland[/b]
[b]História: Michelle pertence há uma linhagem pura e poderosa de vampiros que vivem no mundo a milênios, os quais desde sempre são muito poderosos em todas as esferas sejam sociais quanto bélicas. Michelle teve seu nome marcado na historia, sendo temida tanto quanto admirada. Até que o dia que ela simplesmente sumiu por milênios [/b] [ irei complementar ainda ]

Atributos:
[b]Força Física:1+1[/b]
[b]Força Mágica:1[/b]
[b]Velocidade de Ataque:3[/b]
[b]Velocidade de Movimento:4[/b]
[b]Precisão:2+1[/b]
[b]Vitalidade:2+1[/b]

[b]Habilidades: [/b]
Nome:Shadow Strike
Nivel: 1
Descrição: Michelle pode através de sua concentração, deferir um ataque rápido e preciso contra um ponto vital do oponente, o ataque ganha Velocidade de ataque +1, Precisão +1 e Velocidade de Movimento +1, o dano varia de acordo com a decisão do narrador mas sempre terá um efeito secundário como sangramento contínuo, cegueira temporária ou permanente, aleijamento, amputação, surdez ou até morte. Tudo dependerá da eficiência do ataque, situação, do tipo de oponente, do tipo de arma usada e também do julgamento do narrador.

Neil Blaze
Spoiler:
Código:
[center][img]http://img256.imageshack.us/img256/5893/oriharaizayafull795949.jpg[/img]

[b]Nome:[/b] Neil Blaze
[b]Idade:[/b] 25
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,85
[b]Raça:[/b] Humano
[b]Nível:[/b] 1
[b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b] ~
[b]Profissão:[/b] ~
[b]Salário:[/b] ~
[/center]
[b]Aparência:[/b]

[justify]Neil é alto, esguio e bem divido, apesar de não apresentar uma espessa musculatura. Com seus 1,85 e possuindo pele branca, se destaca fácil na multidão devido aos olhos de cor diferente que variam do laranja ao vermelho dependendo da incidência do sol. Possui cabelos pretos e um anel de aço no dedo indicador direito, que é sua fonte de poder. Costuma vestir camisas de manga longa junto a casacos que recobrem seu torso. Já em baixo, calças de pano resistentes juto a botas no estilo militar, deixam o rapaz com uma aparência mais... Guerreira, aparência cuja forma não lhe pertence de fato.[/justify]

[b]Personalidade:[/b]

[justify]Caótico, insano e imprevisível. Não é que Neil somente faça o mal, pelo contrário, ele prefere assumir uma posição neutra sobre o chamado “Bem e Mal”. Extremamente sarcástico, provocador e irônico, costuma falar seus pensamentos abertamente sem se preocupar muito com o ser a sua frente e consequentemente sua própria vida. É um cidadão de poucos amigos – isso se tiver algum – mas não é isolado, afinal, assim como adora criar confusões, elas chegam até Neil sem muita dificuldade. Um ponto importante a se falar, é que Neil não é do tipo de pessoa persistente e muito corajosa. Extremamente preguiçoso, espreme a lei do menor esforço e em combate, se ficar visível que não irá conseguir vencer, não vai hesitar em simplesmente dar o fora. Situações onde o rapaz realmente esteje interessado em dar continuidade num combate desigual são raras.[/justify]

[b]Terra Natal:[/b]Hilydrus

[b]História:[/b]

[justify]Não é que tudo seja culpa do governo... Você tem que entender que a sociedade também corrompe, e às vezes, corrompe mais que os comandantes. No fim você se pergunta: Então, em quem eu acredito, às elites com seus costumes infames e hipócritas ou ao Estado, que não faz merda nenhuma e ainda exige o meu sangue? Bem, eu mandei todo mundo para o inferno e disse: “Eu acredito em mim mesmo”. Esse é basicamente o início da minha história.

Se ainda existisse um Deus – o que eu acho que anda sumido por um tempo – ele apontou pra mim e me marcou. Sério... Meu nome é Neil e eu sou o resumo da desgraça humana. E não, não é aquelas histórias clichês onde o pai e a mãe morre, ou são assassinados e a criança órfã sente o ódio no coração e procura vingança. Eu simplesmente nasci com problemas, e nunca estive interessado em resolvê-los. Eu até entendo que apontar uma faca para o meu pai com dezessete anos de idade foi algo irracional... Mas talvez aquilo fosse o que eles mais queriam. Apenas algum motivo para me ferrar. Eu juro que ainda vi um sorriso na cara do traste enquanto minha mãe contava o dinheiro – que eu também acho – que serviu para minha venda a um comerciante de escravos. E não, isso não é incomum onde eu moro.

A propósito, você não deve estar entendo nada, então me deixe explicar de um modo mais simples. Eu nasci, e infernizei tanto a vida das pessoas que estavam ao meu redor, que ninguém me aguentava. Nem meus pais. Eu vivia em brigas, aprendi a fumar com quatorze e ingeri a primeira bebida alcoólica com treze. Para uma família rica de Hilydrus, isso era uma desgraça. Afinal, a culpa não iria recair sobre e mim e sim sobre meu pai, os nobres orgulhosos que acharam um motivo para detonar com a ovelha negra. E o que fazer? Sujar as mãos de sangue com alguém como eu seria idiotice, segundo meu pai. Decidiram que eu viraria alguma prostituta em Takaras e isso quase aconteceu.
 
Depois da briga onde eu ameacei meu pai com uma faca, três dias depois fui vendido como escravo. Eu simplesmente acordei dopado em uma cela. Ainda deu pra ver o sorriso de felicidade do meu pai. Até hoje eu acho que ele está lá, curtindo as glórias da nobreza. Enquanto eu, bem, tentava me virar com alguns demônios aliciadores que queriam a minha bunda. E foi com dezessete anos, que cometi o primeiro assassinato – E juro que foi porque estava me defendendo. Não ia deixar um maldito demônio me tocar, e retalhei todo mundo – três “pessoas” – a custa de alguns graves ferimentos.

Dali em diante, tudo de ruim que você possa imaginar ocorreu. Em cada beco era uma pancadaria e em cada bar era uma confusão. Vez ou outra eu ainda conhecia um humano em Takaras, mas esses não duravam muito. Talvez o único cara a quem eu preze, foi um demônio chamado Baltazar. Graças a ele, sei matar um homem de forma mais rápida. Me ensinou a lutar e a despertar alguns poderes mágicos, mesmo que esses ainda estejam em um nível bem básico. Por isso, eu tenho esse anel no dedo. Quando eu uso, ele fica negro e se “cola” ao meu dedo... Era uma sensação desconfortável, mas até que eu me acostumei.

O que eu não sabia, era que esse maldito queria me usar em uma conspiração do exército. No que resultou? Caçaram ele, me caçaram. Mataram ele, e eu? Não sou idiota, fugi dali o mais rápido possível. E não é questão de ser covarde e sim de ser esperto, afinal, não sou doido o suficiente pra lutar contra um exército. No fim, a merda que deu foi que me treinamento foi interrompido e não consegui obter os pergaminhos que me dariam os poderes seguintes.

Por fim, acabei regressando para Hilydrus. Acho que vou fazer uma visitinha ao meu pai... E adquirir força o suficiente para que eu consiga regressar à Takaras e adquirir os pergaminhos com as instruções da magia. É como eu disse... O melhor é acreditar em você mesmo.[/justify]

[center]Atributos:

[b]Força Física:[/b]4
[b]Força Mágica:[/b]1 + 1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 3
[b]Precisão:[/b] 1 + 1
[b]Vitalidade:[/b]2 +1

[b]Habilidades:[/b]

Nome: Mark of The Brotherhood: Strenght and Speed (Já Avaliada)

Descrição: Com os ensinamentos de Baltazar, Neil desenvolveu uma habilidade mágica peculiar. Quando usa essa habilidade, o anel de aço em seu dedo se [i]torna negro[/i] e se [i]prende ao seu dedo[/i], o que indica que a habilidade está em curso. O poder dessa habilidade é efetivado com o toque da [i]palma da mão[/i] em qualquer parte do corpo do adversário, podendo afetar dois tipos de atributo: Força Física e Velocidade de Ataque, a escolha de Neil.

Restrições: O uso da habilidade só pode afetar somente uma vez cada pessoa porque Neil tem apenas duas marcas fixas. Ou seja, só possui apenas uma marca de Strenght(Força)  e uma de Speed(Velocidade). Dessa forma, se a marca Strenght foi usada em um inimigo, a marca Speed não poderá ser usada no mesmo inimigo, somente em outro e só, tendo seu limite apenas para dois oponentes, já que as marcas não podem ser multiplicadas, afinal, são únicas. Além do mais, é necessário que a palma da mão toque o corpo do ser – em qualquer parte. Ou seja, socos, cotoveladas e outros tipos de contato não afetam ou liberam o poder.

Efeito: O poder é controlado de acordo com a vontade de Neil, que decide quando ativá-lo ou não, sendo assim, qualquer uma das marcas pode ser colocada no inimigo e ser ativada posteriormente. Se isso acontecer, a marca permanece inativada no oponente por apenas um turno depois de colocada. Caso resolva ativá-la, o inimigo fica com uma pequena marca no local tocado e a cada turno, será perdido 1 ponto no atributo Força Física [b]ou[/b] Velocidade de Movimento, dependendo de qual forma Neil resolver ativar.

Custo: 50% de MP e 10% de HP [i]cada[/i] marca. Sendo que cada marca fica ativa 3 turnos sem gasto depois de colocadas. [/center]

[url=http://1papacaio.com.br/modules/Cliparts/gallery/cliparts_variados/tatoos/tribais/tribal027.png]Marca Strenght[/url]
[url=http://www.gamerdna.com/public/images/user_image/set86/image/86315/tribal_fusion.jpg?1225157443]Marca Speed[/url]

Funchuos/Camarão
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Funchuos
[b]Idade:[/b] 5 anos, aparência de um homem de 20 anos
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,75m
[b]Raça:[/b]Youkai
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] 0/1000
[b]L$:[/b] 50
[b]Profissão:[/b] ---
[b]Salário:[/b] ---
[b]Aparência:[/b] Olhos cor de gelo penetrantes, que parecem investigar a alma com curiosidade, cabelos longos e de cor vermelha, pele branca e corpo franzino, porém com músculos definidos.
[b]Personalidade:[/b] Cauteloso e desconfiado são suas características mais marcante, gosta da emoção da aventura, da adrenalina do perigo e sente fome de conhecimento.
[b]Terra Natal:[/b] ---
[b]História:[/b]

No principio era uma floresta esquecida por tudo, abandonada no meio do que é conhecido por alguns como “Lodoss” e nesse recinto de pureza outrora inabitado nasceu um espírito. Sentado no meio de uma clareira, sobre uma pedra perfeitamente circular esse espírito existe pela eternidade dormindo e esperando pelo fim do universo, porém nada é imutável e aos poucos outros seres chegaram.

E a probabilidade fez seus joguinhos, e a probabilidade colocou naquela mesma floresta numa noite chuvosa uma caçada. Correndo por sua vida uma raposa jovem e tola, sendo perseguida por bem de perto por cães sedentos e logo atrás cavalos e seus cavaleiros, a chuva abafa os latidos e o som do galope, entretanto a raposa sabe que estão vindo e só para de correr quando a sua frente encontra um precipício.

Antes de conseguir pensar no que fazer um raio e um relâmpago mostraram cinco cães impedindo qualquer rota de fuga, logo em seguida a sombra de um caçador se destaca da sombra da floresta e o seu destino se tornou selado, quando ouviu o retesar do arco. Ou não? Indo contra todos seus instintos a raposa olhou para o precipício e... Pulou, porém ainda no ar uma flecha acertou.

O Vôo foi rápido e o encontro com a copa das árvores e com o chão violento, mas a raposa contra tudo que se é imaginável sobreviveu para pensar em lutar mais um pouco por sua vida, é interessante como nos apegamos a ela, principalmente quando a morte é tão óbvia. O tempo que decorreu a seguir é impreciso, a visão da raposa fica mais turva a cada passada e sua respiração mais profunda, seu corpo fica mais frio, as forças vão se esvaindo lentamente pelas feridas e seu ultimo suspiro vem em paz, quando deita numa clareira e percebe que a chuva parou.

O sono regrediu lentamente para o estado de alerta, passando por todos os níveis de meditação e lentamente o espírito abriu seus olhos para ver a presença que interrompeu seu descanso. Uma raposa com seus pelos vermelhos sujo de lama e sangue, com uma flecha presa em seu dorso, dorme serenamente a sua frente e pela primeira vez desde o principio o espírito se levantou e pisou na grama da clareira, caminhando até o recém chegado.

Quando o espírito tocou o corpo da raposa imagens vieram a sua mente, uma toca quentinha em uma planície distante, as estações passando e a primavera virando rapidamente inverno. Sentiu as angustias da raposa e a viu faminta desistir de sua casa a procura de um novo lugar para morar, a paisagem mudou e virou uma visão de um vale habitado por humanos, ali ela encontrou abrigo em uma casa abandonada e alimento da fazenda próxima.

E o medo veio dias seguintes, quando o fazendeiro decidiu por fim no ladrão que devorava seus animais, então o espírito entendeu como essa criaturinha se ligou tanto a sua vida mundana correndo uma distância incrível para vir até ali. Retirou a mão do animal e com um sentimento de clemência se curvou e soprou sobre a raposa, linhas de luz saíram de seus lábios cobrindo o corpo da raposa e o conectando a algo que flutua invisível sobre ela.

Como descrever o sentimento de ser aquecido por algo? De sentir com isso uma leve eletricidade que completa o ato e envolve todo o seu corpo, principalmente como fazer entender um animal com tão pouca compreensão do mundo ao seu redor, mas isso não importa, pois a raposa se entregou a aquele jorro de vida e não resistiu a todo o turbilhão de esclarecimento tanto do universo quanto próprio. No meio do caminho ela abriu os olhos e viu o universo de um modo que poucos foram capazes, em sua total infinitude.

Quando o sol se levantou pela manhã iluminando a clareira e acordando a raposa, que do além-vida só lembra-se de um forte clarão e o calor no coração, grande foi a surpresa ao olhar para si e ver um corpo diferente do de antes, mãos humanas, pés humanos e “coisa” de humano, entretanto suas orelhas e sua cauda do qual sempre se gabou como a mais linda da floresta ainda continuavam ali, não entendeu o que ocorreu e olhou ao redor desesperado, estava sozinho. Lambeu-se e sentiu um arrepio com a textura de sua pele, que era muito diferente de seu pelo, procurou por feridas e não encontrou nada, porém ao tentar andar descobriu seu primeiro desafio.

A vida é um aprendizado e a nova vida dessa raposinha desde o inicio se mostra uma verdadeira escola, tentando imitar os humanos de sua memória começou a tropeçar e cair pela grama, demorando a manha inteira para aprender a se locomover sobre duas pernas. O próximo passo é satisfazer uma necessidade primordial, a sua fome e por simples instinto deu inicio a uma busca pela floresta.

Nada conseguiu encontrar e era noite avançada quando voltou para a clareira, sentia-se cansada de mais e com muito sono, andou até o centro de uma pedra que fica na clareira e deitou em posição fetal tentando entender o que tinha ocorrido com ela, tentando lembrar o que tinha se passado. A noite fez frio, mas a raposa não sentiu nada, pois uma onda de calor vinha da rocha aquecendo seu corpo e espírito, alimentando seus sonhos com respostas.

Chuva forte e incessante, um medo eletrizante, uma dor aguda em seu dorso, o vento fazendo barulho em suas orelhas, a agonia de uma caminhada para a escuridão, então um toque caloroso sobre seu peito e uma luz cobre tudo. A raposa anda pela vastidão de branco infinita, mas aos poucos seu corpo consegue sentir no chão a textura de folhas, no ar o cheiro de umidade, seus ouvidos percebem o murmúrio baixo e familiar de um rio, quando seus olhos piscam a raposa se da conta que não esta mais deitada na clareira e sim em pé de frente para uma nova paisagem.

A floresta termina a uma boa distância atrás da raposa, a sua frente encontra uma planície vasta e verdejante, cortada por um rio largo e caudaloso, que se encontra na sua frente, bem distante ela pode ver a silueta de uma cabana e fumaça saindo de uma chaminé, tudo ali é banhado pela luz da lua cheia. Algo a impele para ir até aquela moradia e confiando nesse instinto se põe a nadar e a correr pela grama como o vento deixando para traz sua sombra e seu passado.

O Espírito sorri levemente, pois já tinha encaminhado sua raposinha para um destino diferente do que o da morte, então ele senta mais uma vez sobre a pedra, lentamente suas pálpebras caem, calmamente sua mente flutua entre os estados de harmonia e entra em meditação profunda. Nesse exato momento a raposa se encontra de frente a cabana, uma construção de dois andares com várias janelas na fachada, três no segundo e duas no primeiro, a entrada fica numa varanda coberta onde é visível uma humana com uma xícara fumacenta balançando em sua cadeira de balanço.

A Raposa não respirava ou fazia som algum, principalmente por medo, mas quando a humana falou “não vai entrar não?”, não conseguiu evitar um ganido assustado e um salto para o lado. A mulher com dificuldade se levantou e reclamando da sua idade entrou em sua morada, com curiosidade a raposa se aproxima da escada que leva até a varanda, então antes que pudesse fazer qualquer coisa a porta se abriu com um estrondo a senhora de cabelos grisalhos vestida com varias camadas de roupas coloridas apareceu, trazia consigo uma cambucá de madeira com algo muito cheiroso e apetitoso, olhando pro horizonte falou “trouxe algo para você comer, espero que goste” e com isso pôs a comida no chão e entrou. A raposa se perguntou o por que da humana não ter olhado diretamente para ela, pois estava bem visível na para qualquer um, decidiu deixar isso de lado e partiu para a comida, estava faminta podendo comer um cavalo sem problema algum.

Bayaga é uma velha maga que dedicou sua vida ao conhecimento de magias da natureza e sempre viajou por esse mundo sozinha, até que seus ossos pediram por descanso e ela fez a sua casa com algumas palavras mágicas. Sua vida tendia para uma tediosa velhice até que um visitante inesperado lhe trouxe uma mensagem certa noite, após uma tempestade das piores. “Um filho da terra pedira comida e abrigo, mas você pode lhe proporcionar mais que isso, pode lhe dar futuro”.

Os dias seguintes passaram rápidos e a raposa se demorava cada vez mais na casa de Bayaga, ele a ouvia cantar na cozinha, tricotando na varanda, aos poucos começou a perceber detalhes daquela senhora, que ela era cega e sozinha no mundo, essa deficiência não parecia atrapalhar de forma alguma a vida dela, que ela parecia ser muito confiável e que nunca repetira o mesmo prato de comida não importa quantas refeições fizesse.

Então foi uma decisão de risco para a raposa querer confiar naquela que lhe alimentava, numa noite após sua refeição sentou próximo da cadeira de balanço, onde Bayaga balançava cantarolando algo e sem motivo algum da parte dos dois, ela fez um leve afago em sua cabeça. As estações passaram e a rapoza ganhou nome “Funchuos” e aprendeu a falar a língua do homem, sua cultura e regras. No inverno lhe comprou roupas de um vendedor viajante e cada vez mais parecia com um humano, entretanto durante as noites ela lhe ensinava a como voltar a sua forma animal e um pouco de magia.

Dois anos se passaram e com o inicio da primavera Funchuos decidiu que deveria partir e viajar o mundo, conhecer novos lugares e fazer histórias iguais que Bayaga sempre lhe contava, com uma mochila nas costas saiu em direção a varanda com o coração jovem cheio de sonhos e expectativas, abraçando Bayaga com força deixou para trás um lugar para voltar e com o sol nascendo no horizonte encontrou um mundo para explorar.


Atributos:
[b]Força Física:[/b] 1 (+1)
[b]Força Mágica:[/b] 2
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 2 (+1)
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 5 (+1)
[b]Precisão:[/b] 2
[b]Vitalidade:[/b] 2

[b]Habilidades:[/b]

Nome: Manipular a Luz
Nível: 1
Descrição: Funchuos controla a luz ao seu redor a redirecionando, mudando sua frenquência, recriando imagens ilusórias, dentre outros, é uma técnica bastante útil que aprendeu com Bayaga.
Efeitos: Neste primeiro nível Funchuos pode redirecionar a luz para criar escuridão ou mesmo luminosidade. Assim pode cegar seus adversários ou até mesmo se esconder na mais profunda penumbra da sombra de uma árvore.
Custos: 20% de MP para manipular da maneira que desejar a luz para os fins descritos
Duração: até 2 turnos
Tempo de conjuração: Instantâneo
Alcance: 10 metros
Área de efeito: Uma única sombra de um objeto de tamanho médio, uma árvore baixa no máximo.


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:14 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 7:19 pm

Tenkai/Bluesday
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Tenkai
[b]Idade:[/b] 999 (Elfos vivem muito :)
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,98
[b]Raça:[/b] Elfo Puro
[b]Nível:[/b]4[b] Exp:[/b] 3810/4000
[b]L$: 5,000,00[/b]
[b]Profissão:[/b]
[b]Salário:[/b]

[b]Aparência:[/b]É um elfo com cabelos brancos e longos e uma aparência invejável, porém se percebe com  facilidade em seus olhos azuis uma tristeza profunda, dando-lhe uma expressão um tanto fria. Com um físico magro e atlético, nota-se que esteve em treino absurdo por anos. Sua pele branca mostra-se algumas cicatrizes com muitas histórias sobre cada uma delas.

Resumindo, imagem do avatar.

[b]Personalidade:[/b] Tenkai carrega consigo muitas tristezas do passado, mas com uma postura firme sempre se mantem discreto e de poucas palavras, Um homem paciente que independente da situação se mantem calmo.

[b]Terra Natal:[/b] Floresta Perdida, em um terra distante de Lodoss.

[b]História:[/b] Tudo começou em uma terra distante aonde o único lugar seguro era a Floresta Perdida, que era controlada por elfos a milhares de anos. Era um lugar em meio ao caos que podia se chamar de lar.

Então a 1000 anos atrás um bebê nasce de um amor verdadeiro. Era um menino na qual recebeu o nome de Akechi Samanosuke. O menino foi crescendo e um dia seu pai que era um exímio mago, começou a ensinar o garoto sobre a magia e tudo relacionada a ela. Foram anos estudando sobre magia.

Em um certo dia de descanso o rapaz já crescido foi andar em locais da floresta na qual ele nunca exploro, e acabou encontrando uma caverna e foi adentrando na mesma. Passado algum tempo de exploração pela caverna, o elfo encontrou uma espécie de bracelete ou luva. Ao ver aquele objeto tão fantástico, com um brilho que fazia seu coração bater mais rápido, o rapaz a pegou e pós em seu braço direto.

Após o elfo colocar o bracelete em seu braço, se revelou algo surpreendente. Como se fossem pálpebras, revelou-se um olho na parte de cima do objeto, o rapaz sentiu uma comoção muito forte e seus sentidos distorcidos fazendo-o desmaiar... Uma semana se passou e até que finalmente o rapaz acordou, ao se levantar e abrir os olhos vagarosamente com uma dor de cabeça, ele via o que seria uma fada em sua frente sorrindo e logo dirigindo a palavra para o mesmo que acabara de se levantar.

— [color=olive]Você agora é o portado da Oni, isso agora está em seu corpo como se fosse parte de qualquer outro membro ou órgãos que você tenha. E eu me chamo AKO, irei te instruir para aprender sobre as habilidades dessa poderosa ferramenta.[/color]

Ako é uma fada que pode viajar no tempo. Ako também tem o poder da cura completa de qualquer ser e pode tambem abri o Portal Oni, um lugar onde ninguém jamais conseguiu voltar e ela é uma grande amiga de Samanosuke e sempre estão em contato um com o outro e ela vive no Mont Hiei. E para os outros ela se apresenta como Arin, uma Monge do Templo Enmyaku e com forma de Humano.

Samanoscuke sem entender muito, foi acustumando com a idéia e curioso também no que poderia ser esse tal Poder Oni e nisso ele desenvolveu as habilidades do Poder Oni.

Muitos e muitos anos se passaram e o caos daquela terra chegou até a Floresta Perdida. Várias batalhas foram travadas, e os elfos estavam em meio a guerra por pura e simples sobrevivência. Mas mesmo com toda sabedoria que eles tinham e poder destrutivo, o inimigo sempre conseguia mais e mais reforços e os elfos estavam esgotando suas tropas e a Floresta Perdida estava para ser invadida e queimada. Então a família Akechi entro na batalha que seria a última contra os elfos.

O poderoso pai de Samanosuke, com magias intensas, conseguia arrasar vários adversários ao mesmo tempo e sua mãe uma antiga guerreira que dominou diversos tipos de forças de batalhas, se viu a lutar novamente, pois tinha abandonado as lutas após ficar grávida de seu querido filho. Então a mesma apanhou seu velho arco antigo e foi defender seu povo.

Mas os elfos estavam decaindo cada vez e percebendo isso, Samanosuke foi atrás de seus pais. Um erro terrível que ele havia cometido, pois ele ainda não estava preparado para tudo aquilo, e quando chegou a seus pais logo viu que sua mãe estava levantada bem alto, sendo enforcada com apenas um punho do que seria o general daquele ataque e seu pai estendido no chão sangrando e com a visão embaçada, porém enxergava seu filho que acabará de chegar ao local, e com um último sorriso para seu filho, fechou seus olhos e veio a falecer. A mulher que ainda estava erguida logo foi jogada ao chão próximo de seu eterno amor.

Samanosuke não conseguia acredita no que via, e suas lágrimas escorriam como se fossem cachoeira. O pobre elfo foi até seus pais e permaneceu seu último momento com eles ali. Porém o general, um ser alto e monstruoso deu a ordem para aniquilar o garoto e acabar com a floresta e qualquer um que estivesse com vida. Os soldados obedientes logo foram atacar o garoto. Nessa hora sua irá se rebelava pela primeira vez, deixando o poder Oni fluir. Logo ele levanta o braço direito na qual a Oni estava, e com esse movimento os soldados viram um intenso brilho na qual saia daquele estranho olho no braço direito do garoto e acabaram ficando pasmos com o que tinha acabado de acontecer, seus corpos foram jogados para bem longe, deixando os guerreiros assustados e com medo.

O general que a tudo observa-va, se espantou com o incrível poder que acabou de presenciar, porém ele viu o quanto aquilo podia ser útil para suas ambições.

Em meio a seus pensamentos, o General deu a ordem a um oficial para que ataca-se o rapaz. Assim o tal oficial atacou o jovem elfo com uma espada muito bem afiada, porém um susto o oficial levou, no mesmo instante que deu seu golpe, o rapaz elevou seu braço em frente de si e bloqueou o golpe da espada, entretanto o braço do garoto estava intaquito, sem nenhum arranhão, parecia que o bracelete era mais poderoso que o aparentava. E isso surpreendeu a todos ali, principalmente Samanosuke, que acabou perdendo sua concentração e foi nesse momento que o General sumiu de onde estava e reapareceu aplicando um violento soco no rosto do elfo no lado direito, no que resulto no desmaio imediato do elfo. E assim os elfos foram exterminados daquelas terras com exeção de um.

Após 3 dias o elfo finalmente desperta de seu desmaio. Samanosuke se via jogado no chão com fortes dores na cabeça. Não fazia a minima ideia do que estava acontecendo. Logo então alguém aparece naquele recinto. Era o General, aquele que havia acertado em cheio seu rosto. Não se demorou muito por ali e foi logo passando um sermão...

— [color=olive]A vida que você conhecia acabou, irás treinar por sua vida, ou morrerás tentando.[/color]

O garoto que não compreendia o que estava acontecendo e logo perguntou.

— [color=olive]Onde estou? Quem é você? O que aconteceu?[/color]

O general nao acreditava no que estava ouvindo, perguntas sinceras de alguem de quem nao sabe de nada de si proprio e entao um medico foi chamado e suas crensas foram confirmadas, ele estava com amnesia, Mesmo enfurecido, o general nao quis saber de rodeios e pos o garoto a treino com espadas e todo tipo de armas e objetos, aquilo era um local de treino nas piores condições possiveis, a comida era horrivel, era um bolo de gosto rudimentar mas muito nutritivo para apenas manter o corpo saudavel, era frio o tempo todo, treinos arduos de 10 hrs ou mais sem descanso, tudo para construir o guerreiro perfeito, que nao senti-se dor, fome, frio, calor e outras diversidades que por mais ridiculas que pareçam, podia um dia ser o maior inimigo ate para um guerreiro experiente, O pobre rapaz que nao sabia pq estava la, nao teve outra escolha a nao ser enfrentar aquela vida. Ele que por algum motivo, de certo flashs do passado que ele tivera algumas vezes em sua mente, adotou o nome de Tenkai.
Ele era como qualquer outro la naquele lugar onde varios treinavam, um soldado comum, mas em uma certa luta na qual foi lhe posto "Mate ou morra" em uma luta violenta na qual ele levava vantagem, foi surpreendido por seu adversario com uma pedra na mao atacando seu cranio e deixando estirado no chao por alguns minutos e ao voltar ao seu consiente, por seja la o motivo, seu reflexo estava muito apurado e mesmo de costa se levantando sem ver o que estava para acontecer, ele de repente se virou e imobilizou seu adversario e com um unico movimento no momento que ia ser atingido e logo desveriu um movimento fatal naquele que quase mato ele a pedrada.
Apos isso sua imagem em todo aquele templo de sangue foi mudada, pois ao chegar la, o unico elfo com uma aparencia tao fragil, logo se torno um habil guerreiro e com uma aparencia mais forte de si mesmo. E em mais uma noite fria ele olhando para seu braço, surgi a fada na qual ensinou sobre o Poder Oni, queria saber pq nunca mais chamou por ela ou usou a oni, ele nao entendia o que estava acontecendo e entao a fada levou a uma viajem rapida no tempo e assim ele pode entender o que tinha contecido e os poderes da Oni vieram atoa novamente. E como sempre os anos foram se passando e chegou um dia que o general que ainda tinha interesse nele o mandou para longe daquelas terras, a um lugar que ele so ouvia contos e boatos que se chamava Takaras, para ele continuar com seu treinamento, pois ele ja tinha superado o tormento daquele lugar e nao tinha mais adversarios a nivel naquele lugar escondido de tudo e assim Tenkai foi mandado para Lodoss embusca de Takaras. Para ele aquilo podia ser uma oportunidade, pois em meio as viajens que fazia com Ako pelo tempo a surdina da noite, ele pode lembra de tudo que seu pai havia lhe dado de conhecimento e o incansavel amor de sua mae por ele. Entao ele juro vingança contra o autor desses tais crimes na qual se torno seu tutor particular apos algum tempo de treino. Entretanto, ele que jamais tinha ido para longe daquelas terras, estava assustado com o que poderia encontrar em seu caminho, mas entao sempre mantendo a calma, com seu olhar para alguns um tanto frio, mas em si um olhar de tristesa que deixavam suas afeições mais atrativas, sem muito a falar embarcou ao primeiro barco para ah ilha de Lodoss para poder chegar ah Takaras e receber novos conhecimentos, treino e descobrir como a vida era segundo seu tutor havia lhe dito antes dele pegar seus pertences e sua espada e ir embora.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 3
[b]Força Mágica:[/b] 1 + 2 = 3
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 4
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 8
[b]Precisão:[/b] 2
[b]Vitalidade:[/b] 2 + 1 = 3

[b]Habilidades:[/b]

[color=olive]Spirit Elf[/color]

[color=brown]L[/color]evel 1

(passiva)

Tenkai quando começa a se movimentar de forma mais ágil e rápida, ganha [color=olive]+ 1[/color] em Velocidade de Movimento a cada turno (máximo acumulativo: [color=olive]+ 4[/color]) que ele esteja em movimento, acumulando mais e mais velocidade de movimento. Custo de [color=olive]10% PM[/color] por turno. Uma vez que é atingida a velocidade máxima, a habilidade já não precisa de custo de PM para se manter. Entretanto se ele ficar um turno inutilizado de se movimentar com rapidez (sendo atingido em cheio ou ferido), o bônus e a PM utilizada são perdidos.

Ganha [color=olive]+1[/color] em Força Física, porém não é acumulativa. Bônus também perdido caso sua movimentação seja interrompida.

E quando Tenkai está ferido, o Spirit Elf cuida dos ferimentos de Tenkai, roubando-lhe seu poder magico (mana). A porcentagem de mana roubada para a cura de Tenkai e o tanto quer for curado, será decidida pelo GM que estiver narrando no momento... Ou a cada [color=olive]10% de HP[/color] regenerado, perdera [color=olive]10% de Mana[/color]. Esta ação não depende do personagem.





[b]Nome:[/b] [color=olive]Unlimited Blade Work[/color]

[b]Nível:[/b] [color=olive]1[/color]

[b]Descrição:[/b] Através da pronúncia de um poema mágico, Tenkai é capaz de invocar uma parte de um mundo misterioso e só dele e com isso ganha a capacidade de construir e utilizar quaisquer armas que desejar tendo também seus ataques ampliados.

[b]Efeitos:[/b] Tenkai possui controle total e absoluto sobre um pequeno universo, um semi plano. Dentro desse semi plano Tenkai é capaz de guardar um vasto arsenal de armas não mágicas, a quantidade de armas guardadas é infinita. Todas as armas contidas dentro do semi plano são na verdade réplicas exatas de armas reais que Tenkai viu e memorizou. Sempre que desejar Tenkai pode abrir um portal do semi plano para o local onde ele estiver permitindo a ele que tenha acesso ao seu arsenal.
Quando o portal é aberto todo o ambiente ao redor de Tenkai, passa a ser iluminado por uma luz alaranjada que parece irradiar do nada, outro efeito interessante é que diversas armas aparecerão fincadas no chão, nos tetos e paredes do lugar e outras estarão flutuando no ar. Todas estas armas estão em estado etéro e não poderão serem afetadas de maneira alguma, é como se elas não estivessem ali.

Após abrir o portal para sua dimensão particular Tenkai torna-se capaz de materializar quaisquer armas que estejam no seu mundo para suas mãos podendo além disso também copiar as armas que estejam visíveis. Caso as armas copiadas possuam propriedades especiais, estas não serão copiadas, por exemplo, uma espada longa flamejante quando copiada para as mãos de Tenkai será apenas uma espada longa e um arco de prata quando copiado será apenas um arco de metal comum.
Vale lembrar que ao copiar e materializar uma arma Tenkai não estará copiando as habilidades marciais e atributos físicos necessários para utilizá-la, ou seja se ele resolver utilizar uma arma deverá ter o conhecimento e atributos próprios para isso. Por exemplo, se Tenkai materializar uma alabarda deverá ter a força necessária para tuilizá-la, se ele resolver materializar uma Kama deverá ter a habilidade marcial própria para se usá-la.

Depois que a arma é copiada Tenkai ganhará um bônus em seus atributos de acordo com o tipo de arma materializada e do julgamento do GM, os bônus obtidos somam-se ao todo 4 pontos nunca podendo ser inferior ou superior a isso, além disso nenhum atributo pode receber mais de 2 pontos de bônus. Por exemplo, Tenkai resolve materializar uma espada de duas mãos, o GM decide que esta arma irá conferir um bônus de 2 à Força Física do guerreiro, +1 em Precisão e +1 em Velocidade de Movimento.

A qualquer momento durante o combate Tenkai pode materializar outra arma mas caso faça isso a anterior irá desaparecer, todas as armas materializadas sempre irão aparecer nas mãos de Tenkai e sua materialização será instantânea assim como a desmaterialização também. As demais armas espectrais são completamente inuteis e incorpóreas sendo incapazes de interferir em qualquer coisa. Não importa o que faça Tenkai não pode materializar e desmaterializar mais de uma arma por vez desta forma ele não pode por exemplo usar os bônus de uma espada de duas mãos para atacar no começo da rodada e depois mudar para uma lança no final da rodada.

Escudos e demais objetos também contam como armas podendo ser materializados também, armas que usem munição poderão efetuar disparos mas esta munição irá desaparecer assim que atingir o alvo reaparecendo em seguida para um novo disparo, se for rápido Tenkai pode realizar mais de um disparo por rodada.

O portal do semi plano é fixo ficando no lugar onde for invocado, Tenkai só ganha seus poderes dentro de sua área de efeito, caso saia dela o objeto materializado e seus bônus desaparecerão mas voltarão assim que Tenkai reentrar no portal, essa regra se aplica também para ataques de longo alcance, ou seja qualquer arma materializada que dispare projéteis para fora do portal não acertará seus alvos pois os projéteis desaparecerão. A abertura do portal é um feitiço portanto poderá ser anulado por contra mágicas e efeitos de anulação tais como [i]Dissipar Magia[/i], [i]Fechar Portais[/i] e magias similares. Esta hanilidade também não pode ser usada em locais de mana fraco ou nulo onde a magia é fraca ou inexistente, caso Tenkai esteja impossibilitado de falar ele também não poderá ativar sua habilidade. Esta habilidade só pode ser utilizada uma vez a cada 10 rodadas, todas as armas materializadas desaparecem assim que os efeitos da habilidade terminam. Para ativar esta habilidade Tenkai precisa recitar um poema especial em voz alta, se durante a pronúncia do poema ele sofrer um dano superior a sua Vitalidade x3 o encatamento será perdido.

[b]Custos:[/b] 50% de MP para ativar.
[b]Duração:[/b] 4 rodadas.
[b]Tempo de conjuração:[/b] Uma rodada de concentração total sem poder atacar ou se defender, caso leve dano Tenkai poderá perder sua concentração perdendo também 25% de sua MP.
[b]Alcance:[/b] Pessoal.
[b]Área de efeito:[/b] Uma esfera com um raio de 15 metros a partir de Tenkai.

__________________________________________________________________________________

E eh isso, desculpe a historia enorme :/
achei que ia ficar pequena, mas os detalhas e a mente fertil nunca deixa eu resumir as coisas -.-'
Mas espero que goste, achei que ficou bem envolvente a historia e tentei ligar algumas criações com o foco do rpg que eh ah Lodoss

Paracelsus Simon
Spoiler:
Código:
[center][img]http://i.imgur.com/gtNZS.jpg[/img][/center]

[b]Nome:[/b] Paracelsus Simon
[b]Idade:[/b] 3
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,74
[b]Raça:[/b] Homúnculus
[b]Nível:[/b] 1 [b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b] - -
[b]Profissão:[/b] - -
[b]Salário:[/b] - -

[b]Aparência:[/b] Um jovem homunculus com cabelos negros e bagunçados, curtos na frente e laterais, mas possui um trecho mais comprido que começa de sua nuca e vai até o meio de suas costas que pode ou não ser amarrado, dependendo da ocasião (sempre carrega uma borrachinha e se não tiver, uma grama mais crescida ou um pedaço de tronco folheado é o suficiente para fazer uma amarra tosca). Gosta de ornamentar sua cabeça com brincos ou tiaras, ou mesmo presilhas, desde que tenham a cor dourada. Tem olhos de sua cor preferida de acordo com o metal que o compõe em pequena quantidade, por questão estética, fora feito para colorir. Ainda em seu olho, há um segundo círculo de metal leve dentro de sua íris, mas isso é só para converter sua visão para ângulos que os humanos consideram normais (dispensando assim o uso de óculos eternamente).

Sua pele é completamente pálida e normalmente traja um manto negro comprido que o cobre da cabeça aos pés, tendo as bordas rasgadas ou chamuscadas próximo as suas pernas. O capuz não é de regulagem, mas é grande o suficiente para cobrir seu rosto e deixar que somente os brilhantes olhos dourados e de seu nariz abaixo sejam mostrados. Por baixo tem um casaco comprido de zíper de gola alta e sem mangas, que vai até próximo aos seus pés, onde usa de calça um bufante negro e botas que vão até a canela. Únicos momento em que não está de capuz é a noite, pois a luz realmente o incomoda após ter passado três longos anos em meio a diversos tipos de escuridão.

Apesar de utilizar um estilo marcial de contato direto, usa leves luvas negras (a da esquerda é comprida, indo até 3/4 de seu braço e a outra sendo só para a mão mesmo e são usadas para saber o nível de poder já usado). Todo seu estilo de se trajar completamente como se fosse um habitante do deserto, não permite que sua pele receba qualquer tipo de cor e por isso, só se mudasse seu estilo sua pele poderia pegar uma cor mais "humana", o que não quer dizer que ele seja gelado, pois mesmo pela quantidade de tecido quanto por seu coração, ele é como se fosse um humano "tímido".

[b]Personalidade:[/b] Não tem muito tempo de vida e seu entendimento de certo ou errado é como de qualquer humano, mas ele não tem muito o sentimento de momento e pode acabar tendo um humor mórbido de vez em quando, por exemplo, após uma tragédia, se algo o divertiu, ele vai rir. Coisas que muitos tem vergonha de dizer pelo momento ou por ser desnecessário, Simon acaba por falar ou discordar deliberadamente. Algumas coisas para os humanos, como a morte, é simplesmente uma coisa difícil de se entender e ocasionalmente acaba por ser grosseiro nesse quesito, fazendo coisas até mesmo suicídas por acreditar na recuperação constante de seu corpo (nunca fora informado que havia um limite para tais coisas e nunca sofrera nada grave, mesmo vivendo tanto tempo em Takaras).

Por haver componentes químicos combustíveis em seu corpo e ter completa noção disso, tem uma pequena aversão ao fogo intenso, como por exemplo, aproximar-se demais de uma fogueira. Caso seu corpo seja queimado, ele entrará em um pânico nervoso, mas caso suas vestes ou ele próprio estiver em combustão, será impossível segurar uma fúria cega e autodestrutiva que fará de tudo para afastar as chamas ou a causa.

Se mostra curioso e até metido, mas faz isso inconscientemente e por pura preocupação, não por ser fofoqueiro ou que seja, mas por ter vivido tanto tempo em um local completamente hostil e tendo sua existência por uma causa, é difícil mesmo aceitar que algumas pessoas estão simplesmente vivendo ou "bem". Apesar de ser desajeitado em conseguir amizades e por ser afastado em termos de si próprio (querendo conhecer mais dos outros e falando pouco da própria pessoa).

Sempre fora tratado meramente como um pedaço de subtituição humana, então é do seu persona ser um pouco ríspido quando quer alguma coisa e lhe é negado, ou mesmo em uma teimosia de brincadeira. Não que se irrite, mas usa meios mais brutais (não ao ponto de machucar, mas de apertar com força e coisas semelhantes a agressões leves que causam uma má impressão) para terminar com aquilo que o importuna.

No meio do campo de batalha, recebe danos sem se preocupar muito, tem todo o foco em machucar e evitar o inimigo, preferindo empurrá-lo e imobilizá-lo a ter um sangrento combate até a morte. Como nunca teve parceiros para com a qual se preocupar, é completamente independente em uma luta, mas ouve atentamente a qualquer um que lhe seja de seu meio e que esteja ditando a estratégia antes da ação.

[b]Terra Natal:[/b] Takaras

[b]História:[/b] Em Takaras a vida é difícil, talvez mesmo até para aqueles que estão acima de todos os outros, já que é visível o estresse em saber que outros não o querem ali. Um senhor, conhecido meramente como Styrpe era um grande alquimista que juntava a atmosfera amaldiçoada do local para facilitar seus projetos (mesmo que não seja uma pedra filosofal atmosférica, é um local carregado de energias ruins) e ele sintetizava isso.

Sua vida inteira fora devotada para os estudos da alquimia e por isso, vez ou outra suas aberrações tomavam conta de outros experimentos na criação de um humano artificial. Sabia que por ali, haviam diversas formas grotescas, então erros eram vistos com mais piedade do que deveria, preocupando-se de praticamente nenhuma forma, jogando as criaturas para fora, por sua própria conta, mas claro, longe de seu laboratório para não atrair predadores ou seres inferiores que aguardavam uma presa deformada e impossibilitada de uma auto defesa. Não queria sujeira.

Styrpes, apesar de tudo era um homem talentoso, muitas vezes errando propositalmente a fim de não errar por falta de preparo em um ser mais aperfeiçoado. Trabalhou arduamente por durante quatro meses, vendendo órgãos artificiais para conseguir seus materiais e basicamente fazia experimentos noite e dia, mas pouco se preocupava com sua saúde, afinal, ele tinha o elixir da vida eterna, coisa que todo alquimista de respeito deveria ter bebido.

Era impossível saber se era dia ou noite, então o alquimista saiu de seus aposentos e observou o céu lá fora. A lua parecia do mesmo vermelho de sempre e suas nuvens, as mesmas tempestuosas e reprimiu uma vontade inacreditável de rir após completar uma série de homunculi. Todos estavam ainda quentes dos elementos usados e por isso foram deixados sozinhos dentro do laboratório e depois seriam revisados quando "acordassem". Ficar observando um monte de corpos após horas intermináveis de estudos não era um bem recompensador.

Dentro de uma jaula de contenção (para que não se matassem entre si) estavam frascos com pequenos humanos dentro.

Deles, vinha um odor forte e viasse que os pequenos borbulhavam em toda sua superfícia como se ela fosse um só tecido. Não havia cabelos ou unhas ou mesmo uma estrutura óssea, então ficavam todos deitados agonizando em seus "restos" enquanto aguardavam que seu esqueleto se fizesse presente.

Duas horas depois, Styrpe retornou e avistou que alguns ainda estavam em crescimento, enquanto outros já estavam em sua "forma adulta" e claro, todos estavam ensanguentados graças aos cacos dos frascos de onde se originaram. Cabelos e unhas compridas - como garras ou como conchas - todos tinham a pele bem quente e era possível ver suas veias.

Alguns ainda nem conseguiam abrir seus olhos, mas já era possível deduzir que todos eram cegos por seus atos.

Achando aquilo estranho, raspou com muita indiferença um pouco da pele de cada um e fizera uma rápida pesquisa e averigou que seus medos eram temporários, seu corpo ainda estavam em desenvolvimento e por isso não conseguiam ver. Sorriu ao imaginar que os órgãos deles ainda poderiam estar se formando e como seria esse sentimento de vazio, dor e logo depois de preenchimento abrupto. Talvez fosse como perder um membro e desmaiar ou receber uma descarga elétrica de seus próprios nervos.

De imediato, suas peles eram negras e pareciam um tanto frágeis, como se todos estivessem doentes. Outro ponto a se ser acentuado é das veias alaranjadas que apareciam por baixo da pele com um contraste que se assemelhava à lava em meio a cinzas. Seus olhos eram das cores que foram feitas para terem, mas ainda assim a luz não era refletida por eles, ou seja, o cérebro ainda estava se construindo e era um tanto interessante ver a natureza química fazer seu trabalho em algo que é simplesmente contrário a tudo que poderia ser considerado natural. Styrpe sorria - vendo seus esforços sendo recompensados - e anotava tudo que achava conveniente para sucessores ou novos modelos.

Após uma semana de puro estudo naquele laboratório fechado, o alquimista começou a fazer experimentos neles, observando se eram semelhantes aos humanos ou se havia feito uma raça inferior. Tendo já um mês escondido de tudo e de todos com seus novos brinquedos de testes, a porta fora aberta abruptamente para dar lugar a algumas criaturas malignas que pegaram o homem e o levaram dali.

Os homunculi ficaram perdidos sem ter o que fazer e com isso, andaram a esmo, saindo de seu habitat e desbravando os horrores do mundo de Takaras. Ainda estavam com pensamentos primários, sem conseguir fazer coisas muito complexas como se defender de ataques exteriores, mas tinham um instinto de sobrevivência que os unia. Um grupo de criaturas rechonchudas e altas os parou e atacou um deles, arrancando seu braço e se alimentando logo em seguida enquanto ria com os dentes pontiagudos arregaçados para o homunculus que caira em meio a gritos de dor e um jorro de sangue meio alaranjado.

Aquilo não demorou muito, pois a ferida se fechou naturalmente e, fraco para se mover, um companheiro deu-lhe uma ajuda para se levantar e ele ficou no meio enquanto outros ficaram em sua frente com fins de proteção (mesmo que não soubessem o que fazer). Vendo a velocidade com a qual o ferimento cicatrizou, um dos animais se jogou em direção ergueu sua mão por cima das cabeças que observavam temerosas e agarrou aquele desmembrado, ali vira que um ossos cartilaginoso começava a se formar com uma velocidade inesperada, dentro de um dia já teria um braço novo, mas só poderia usá-lo eficientemente após uma onzena. Impressionado com o poder regenerativo - ou seja, comida eterna -, ele o levou.

Assustados pela perda de um, balbaciaram e correram de volta para o laboratório. Lá começaram a se mutilar uns aos outros a fim de ver se acontecia o mesmo e por horas agonizantes, não fizeram outra coisa se não aprender na carne o que eles eram.

Styrpe, retornando com alguns hematomas, mas com o bolso mais cheio, observou com ira a sujeira que estava seus aposentos enquanto cada um de suas criações estavam jogadas em um canto. Uma ainda veio em sua direção como um filho vai ao pai, mas fora completamente ignorado, haviam coisas mais preocupantes no momento. Procurou por todas suas coisas mais preciosas, contou os homunculi e de seus medos, o único que o afligiu foi a falta de um dos seres.

Fechou a porta e começou a limpar o local, mandando cada um para suas respectivas jaulas e que lá aguardassem. Ao começar um novo dia, já estava tudo em ordem e com isso, pegou um deles e levou a um cômodo separado, como uma área de quarentena e lá introduziu alguns líquidos e modificou seus organismos, transformando em trabalhadores úteis.

Agora tinha de pagar aluguel e prestar satisfações sobre suas descobertas e para isso, suas criações é quem seriam as escravas.

Cada um recebeu uma habilidade única para que se completassem em trabalhos braçais e ficaram um dia inteiro se contorcendo em febre nas suas macas na área de isolação. Estavam amarrados para que não acabassem por liberar os poderes uns nos outros ou que de alguma forma se rebelassem.

Acabando o primeiro ano de pesquisas e criações, o segundo teve lugar, onde eles iriam fazer o que ninguém mais queria e tudo que recebiam era dado para Styrpe, eles precisavam comer pouco, somente o suficiente para reestabelecer o que era gastado de seus organismos. Aos poucos o homem fora notando que não havia lugar para ricos ali, somente loucos e mercenários (apesar de ser um lugar ótimo para experimentos não supervisionados e a própria terra exalava poderes inexplicáveis).

Deixou seu laboratório com alguns gases dentro e junto de seus homunculi, tentou desesperadamente fugir para outro lado de Lodoss, o importante era sair dos domínios de Hellger. Era impossível ir muito longe, mesmo com o dinheiro que tinha, fanfarrões, monstros descontrolados, mercenários ou simplesmente gente que queria uma boa briga o impediam.

Era impossível contornar os perigos do local e fugir com um grupo grande.

Os dias passavam receosos dos próximos. Sentiam-se ameaçados e nada disso poderia ser feito algo contra. Um sentimento de desespero contaminou completamente o alquimista e aos poucos seus trabalhos foram se tornando ordinários, mesmo que suas criações fizessem tudo que ele mandava sem nunca reclamar.

Todos agora já sabiam falar e tinham noções de um pouco de cada área, o que cabia a ensinar Styrpe quando sentia-se na necessidade. Juntou-os então na área de isolação por pura paranoia. Lá falou que um deles haveria de se sacrificar para que todos pudessem fugir dali, seria uma causa necessária e se não quisessem se desfiliar de seus "irmãos", ele construiria um novo homunculus para que fizesse o tal trabalho sujo. Entreolharam-se, mas nada disseram por um frio momento, mas logo um deles, de cabelos negros e olhos dourados se voluntariou a ficar, pois tinha poderes de repelimento e isso, talvez ajudassem-nos na fuga.

Era um calmo dia em meio ao mercado e Styrpe saira para fazer suas compras de mais materiais. Andou próximo de onde seria o ponto deles fugirem e os homunculi pararam o que estavam fazendo ao ver seu criador andando e se aproximaram dele, aglomerando-se aos poucos.

Estando todos juntos, o tal mártirie que ficaria tocou em um grupo de caixas que era para serem levadas e uma onda saiu de suas mãos, provocando um efeito dominó que chamou a atenção de todos para a pancadaria que fora ocasionada.

Estando todos juntos agora, um deles que conseguia fazer suas unhas endurecerem e dobrar em até 90°, retirou uma pedra do chão e se atiraram todos nos esgotos, tendo o local fechado logo em seguida por uma habilidade ilusória de duplicação.

Todos andaram juntos até notar que aquele local era interminável e haviam gases fortes que seriam combustíveis para caso acendessem alguma luz ali. Caminharam então por mais uma hora e abriram um caminho para cima, onde se depararam com os limites da cidade, mas ainda teriam de passar pela floresta para sair de lá. Estavam cheios de um líquido avermelhado que faz parte do rio e larvas que tinham um veneno paralisante em suas presas e por isso, mesmo retirando-as de seus corpos com velocidade, algumas foram esquecidas.

Aquele que ficara para trás nunca mais tivera notícias de seus companheiros e criador. Fora forçado a trabalhar, agora, eternamente já que perdera quem segurava a coleira e poderia ser qualquer um no dado momento em que fora dado como "sumido" o doutor Styrpes.

O segundo ano tivera passado com muitos sofrimentos para aquele que supostamente se sacrificou por todos. Usavam e abusavam do fator imortal do homunculus para fazê-lo estar em movimento, mesmo nas piores condições.

Por seus donos, ele ficaria ali fazendo dia após dia as mesmas coisas, mas em um dia quente, quando sentiu pela primeira vez a falta de todos que o tratavam o que era considerado por si "bem", pegou alguns itens das caixas e partiu para a floresta em uma fuga desesperada. Aqueles que ficaram em seu caminho recebiam cargas poderosas que os repeliam em quedas e isso dava tempo para que continuasse correndo.

Na entrada daquele local sombrio e sem um destino certo, embrenhou-se com falsas esperanças de que encontraria seus parceiros sentados em um pequeno acampamento criado para se abrigar dos habitantes e feras de Takaras. Sabia que era impossível, mas mesmo assim, era a única coisa que o fazia seguir em frente.

Já embaixo de uma árvore que escorria uma seiva verde com um cheiro muito forte, percebeu que pouco antes de sair pela ponte e adentrar na floresta, já não mais era seguido e não sendo ingênuo, aquilo tornou-se um real pânico. Olhou para os lados com o cabelo grudado na pele de suor sem saber ao certo aonde ir ou para onde estava fitando, um sentimento de que estava sendo observado o consumia. Ali não poderia haver uma viva alma além da dele, era impossível, desde sua entrada não ouviu nada além de seus passos nas folhas secas e galhos no chão.
Já tinha ouvido falar de tantas coisas horríveis daquele lugar, como poderia ser um deserto aquilo? Talvez fosse mais o sentimento dos boatos, a tensão da fuga e a expectativa que o faziam enlouquecer aos poucos.

Possivelmente sobreviveu àquele local alimentando-se apenas da terra amaldiçoada, não confiando em cascas de árvores ou folhas. Vez ou outra ouvia alguma coisa ou via vultos passando com velocidade, mas nunca avistou nada e perguntava-se seriamente sobre o seu estado mental ou físico. Diversas vezes chegou ao seu limites destruindo árvores pelo caminho com os poderes de seus punhos em busca de um caminho, mas após alguns momentos de caminhada, ao virar-se, estava novamente no "mesmo lugar". Sua paranoia começava a se perguntar se os habitantes dali seriam tão malignos a ponto de saberem de sua existência, mas o torturavam psicologicamente apenas por diversão. O cenário depressivo de morte ou inexistência o incomodava de tal forma que se não soubesse de sua regeneração e da demora de sua verdadeira morte, já haveria cometido suicídio.

Nunca parou, sempre fora adiante e certo dia (incalculável, pois o dia começava e terminava da mesma forma) chegou a um local abarrotado de água e de lá bebeu, mesmo seu gosto sendo horrível pelo nível de salinidade em conjunto de algumas sujeiras, bebera daquilo desesperadamente, a ponto de perder o fôlego e vomitar um pouco.

Ficara por ali, contornando os limites de Lodoss até que vira um barco pequeno e ver a oportunidade que tinha de ouvir outra coisa se não sua própria mente, o homunculus se atirou na água e começou a nadar em direção da embarcação.

Nunca havia tentado desbravar aquelas águas simplesmente por não conseguir ver qualquer sinal de terra no horizonte, então não sabia o quão forte eram seus repuxous e fluxos marinhos. Usara de seus poderes para criar pequenas onda e com sorte, chamar atenção daqueles marinheiros. Mas de nada adiantava e por isso deixou-se ser levado de volta para a praia.

Descansou o dia deitado nas areias geladas e lamacentas, mas assim que acordou, não tardou a continuar sua jornada em volta da ilha.

Mais dias se passaram e sua mente continuava perturbada pela imagem de esperança que era aquele barco, mas logo caiu no chão em meio a lágrimas se perguntando se estava ficando louco e aquilo era meramente uma ilusão? Afinal, andava se alimentando basicamente de sal e o que o mar trazia ultimamente e mesmo que seu corpo precisasse mais dos componentes químicos do que dos nutrientes em si, aquilo poderia estar afetando-o. Duas pequenas crateras foram feitas no chão, impulsionando-o para a frente e uma corrida contra tudo que pensava começava.

Não queria mais ser atormentado por seus pensamentos, mas isso era impossível. Pensava nos velhos tempos e então observava seu estado atual, fechava os olhos com força e passava a relembrar dos tempos em que trabalhava arduamente, tentando usar uma dor para acalmar outra, mas ao invés de uma pesar mais, elas se somavam e com isso, tentou prestar atenção no cenário a sua volta, mas o mar escuro, as nuvens tempestuosas e a areia pegajosa eram coisas que só pioravam seu humor.

Como sempre seguia em frente, após um terrível mês de sofrimento e exaustão, notou que o céu mudava e isso não conseguiu mudar seu humor. Andou até avistar um grupo de mercadores que passavam pelo local, oferecendo armas para
aqueles que queriam se aventurar em Takaras. Estava com sua roupa completamente suja e com os cabelos compridos.

Aproximou-se deles e dera o que tinha juntado antes de sair e pediu que o ajudassem, nem que ele fizesse o mesmo para eles depois, desde que se recuperasse.

Deram comida e água potável para ele, vestiram-no com seus trajes, mas ele aos poucos os modificava. Nunca abria as janelas de seus aposentos pois os rais solares o incomodavam e pela noite, não conversava muito próximo, tendo uma distância de todos e especialmente da fogueira. Ajudava eles nos estoques, pois conseguia mover coisas pesadas com maior facilidade que humanos comuns (mesmo que perdesse as vezes para tais quando se tratava de algo realmente pesado). Retornavam para Paramet em busca de novos equipamentos e com a última ajuda, que seria a escolta e o carregamento, comprou uma roupa e um manto para si.

Carregava ainda a dor de perda, acostumava-se aos poucos com a companhia e nunca esqueceria do povo de Takaras, como eram fortes e brutais, parecia que o meio agressivo em que viviam era algo que os motivava e isso talvez devesse ser aplaudido pela força deles, mas ao mesmo tempo, como será que seria se tivessem outras opções?

  Atributos:
    [b]Força Física:[/b] 2 +1
    [b]Força Mágica:[/b] 1
    [b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
    [b]Velocidade de Movimento:[/b] 2
    [b]Precisão:[/b] 2
    [b]Vitalidade:[/b] 4 +2

    [b]Habilidades:[/b]
Broken Echoes
Os socos de Paracelsus são especiais, eles repelem a matéria alvo com o toque, sendo somente de suas mãos (dando socos, tapas, chops, que seja) e por isso, dar chutes ou cabeçadas tornaram a não surtir o efeito, sendo apenas um ataque normal. Quanto mais forte o impacto, mais potente será a repelida.

Uma onda circular sai de seu pulso e se aumenta levemente de acordo com a força utilizada, seja que um impacto o suficiente para quebrar seu punho poderia empurrar um homem para trás a ponto de fazê-lo cair no chão, mas isso é humanamente impossível de se fazer, então o máximo que o homunculus consegue fazer são pequenos espasmos involuntários nos inimigos para quebrar sua guarda fechada.

Usa seu próprio centro de gravidade para fazer um deslocamento de impulsão em direção de seus membros superiores, como uma puxada do chão para o topo (o que seria o centro para os braços). Na hora do impacto, usa o princípio da inércia para que seu corpo também não seja jogado para trás - a menos, claro, que o impacto seja tão forte que acabe por fazer um recuo lateral da parte atacante - e com isso, pode continuar batendo e abrindo a guarda inimiga um objeto mais pesado.

Há uma desvantagem visual, pois a medida que o poder é usado, as "veias" de seus braços começam a se mostrar enquanto a pele torna-se enegrecida, parecendo uma gangrena avançada (por isso uma luva é curta e outra é comprida). Efeito interpretativo para com a tabela de perda de Mana.

Obs.: Um soco duplo irá jogá-lo para trás ou deslocar seus ombros. Objetos imóveis que recebem o impacto não terão tanta força ao serem impelidos, visto que não estão somando seu peso na pancada. Um adversário que tenha um nível de força muito acima, terá seu ataque levemente reduzido, mas ainda assim, o choque será o mesmo (pela massa do impacto ser maior, acaba se tornando uma habilidade mais defensiva do que evasiva).

Niimai Zilernt/Carllos
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b]Niimai Zilernt
[b]Idade:[/b]19
[b]Sexo:[/b]masculino
[b]Altura:[/b]1,72
[b]Raça:[/b]demônio
[b]Nível:[/b][b]1 Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b]
[b]Profissão:[/b]nula
[b]Salário:[/b]
[b]Aparência:[/b]alto de corpo esguio pele pálida cabelos cinza e longos olhos de gatos cinza e aparencia de limpo possui um terceiro olho na testa q geralmente esconde usando uma bandana branca e traja um sobretudo com capuz negro calça negra tipo um jeans rasgada nos joelhos uma camiseta branca e um par de botas 
[b]Personalidade:[/b]calmo, sereno e muito calado
[b]Terra Natal:[/b]setimo hades
[b]História:[/b]Niimai vivia no setimo hades era general de todo exercito infernal e uma estrela nos campos de batalha muitos o admiravam e outros o temiam muitos o viviam o desafiando querendo seu posto no exercito mas Niimai carregava um segredo que foi descoberto por seus superiores e rivais  ele era apaixonado por uma humana chamada Marrie que é muito devotada a igreja e vive na terra de Lodoss ,Niimai foi encurralado por todos que o temiam e seus superiores perdeu tudo e foi condenado ao cárcere porém um certo dia um de seus superiores não achou justo o que fizeram com o rapaz e ocultamente lhe deu uma nova oportunidade começara sua vida do 0 na terra de Lodoss e prove que todo poder que tinha terá novamente e volte ao setimo hades derrubaremos todos que lhe infligiram essa injustiça e você reinara ao meu lado. Niimai aceitou e magicamente foi teletransportado a Lodoss apenas com suas roupas no corpo e seu terceiro olho q é seu único poder no momento e ele se prepara para sua nova vida.
Atributos:
[b]Força Física:[/b]2+(1)
[b]Força Mágica:[/b]2
[b]Velocidade de Ataque:[/b]3+(1)
[b]Velocidade de Movimento:[/b]3+(1)
[b]Precisão:[/b] 2
[b]Vitalidade:[/b] 2
[b]Habilidades:[/b]visão de horoborus: Niimai ativando os poderes de seu terceiro olho é capaz de ver coisas invisiveis e perceber tudo à sua volta mesmo de costas ou no escuro

Bem quanto essa habilidade vai gastar de MP eu não sei
bem ta ae to aguardando e peço desculpas aos GMS pelo incomodo que causei  obrigado pela paciencia

Camille Lockwood/Luthica
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Camille Lockwood
[b]Idade:[/b] 19
[b]Sexo:[/b] Feminino
[b]Altura:[/b] 1,68
[b]Raça:[/b] Humana
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b]
[b]Profissão:[/b]
[b]Salário:[/b]
[b]Aparência:[/b] Olhos verdes, cabelos loiros, lisos e compridos, que ela costuma deixar presos em um laço. [spoiler][img]http://img710.imageshack.us/img710/6720/a77ff1438f037e3faae195a.jpg[/img][/spoiler]
[b]Personalidade:[/b] Com pessoas que não conhece, é um pouco séria e reservada. Mesmo assim, não gosta de ser rude com as pessoas, a menos que passem do limite. É determinada e tenta controlar suas emoções. É protetora e, um pouco sonhadora, tenta abraçar o mundo em suas mãos.

[b]Terra Natal:[/b]Média Lodoss, Hirt
[b]História:[/b]
Seu pai foi um guerreiro que serviu à guarda real durante muitos anos. Durante um período no qual estava proibido de aproximar-se de seu segundo lar, “entre os elfos”, por ter se envolvido com uma deles, acabou peregrinando sozinho.

Um dia, durante sua viagem, ferido por uma batalha, conheceu uma camponesa humilde, que o levou para casa e o deixou se refugiar e repousar durante dias.

O guerreiro encantou-se com a candura da jovem viúva, que suportava as dores da vida mesmo tendo a saúde tão frágil. Assim, meses após aquele encontro, a pequena Camille nasceu filha de Hilda.

Durante os anos naquela pequena propriedade rural, passou cuidando de animais com sua mãe e fazendo pequenos trabalhos manuais e simplórios.

As visitas do pai não eram tão frequentes, mas ele jamais as abandonou por completo. Anos depois, quando era criança, foi apresentada a uma garotinha linda, que era dito ser filha de uma elfa. Era também filha de seu pai, sua “irmã” e, consequentemente, uma meia elfa.

Camille ficou absolutamente encantada com a presença da pequena “princesa” e logo se interessou pelas histórias fantásticas do pai sobre suas aventuras pelo mundo.

Para ela, o pai era o verdadeiro cavaleiro que salvava princesas de dragões e vilões terríveis. Ela quis aprender a ser como ele e logo o pai decidiu treiná-la, orgulhoso.
Sempre fora empenhada em seus treinos, até mesmo deixando a plantação em segundo plano.

Sua “irmã” mais velha não parecia gostar muito dela, fato que nunca notou por sua grande admiração por aquela criatura.

Também não percebera que as vezes nas quais, na adolescência, a irmã a levava para se aventurar em terras sombrias, ela estava tentando fazer com que se perdesse ou morresse no caminho, mas sempre acabavam voltando juntas.

Um dia, porém, seu pai teve um mal súbito, acometido também por uma misteriosa doença potente e faleceu. Camille jamais soube a verdadeira causa.

Nesta época, também, a mãe não aguentou a desilusão de descobrir o verdadeiro motivo pelo qual seu marido foi morto e acabou piorando sua doença.

Ela não se alimentava e não mais cuidava da casa ou das meninas. Ignorava a irmã de Camille com todas as forças, parecendo enciumada com os casos passados. Mas o motivo era ainda pior.
Camille, ainda alheia a esses detalhes, apenas tratava da mãe com amor, com medo que a guerra atingisse sua casa. Naquela época, a terra já não lhes dava nada e os animais foram vendidos, mortos ou roubados. Sua casa transformou-se em abandono.

Assim, meses após cuidados insistentes, Hilda faleceu.

Após o enterro, Camille concluiu que decidiria sua vida seguindo os passos do pai, agora que não havia mais nada restante.
Na viagem, decidiu levar consigo a espada de seu pai, que foi encantada por uma elfa, o primeiro amor dele. Ela não conhece todos os poderes da lâmina, mas sabe que ela foi a responsável por salvá-lo em batalha.

Aproveitando a viagem para a capital, convidou a irmã para seguir caminho, mesmo que fossem se separar ao chegar a seu destino.


Atributos:
[b]Força Física:[/b]4
[b]Força Mágica:[/b]1 (+1)
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 2
[b]Precisão:[/b] 2 (+1)
[b]Vitalidade:[/b] 2 (+1)

[b]Habilidades:[/b]
[u]Diamond Breaker[/u] (Nível 1):
À distância, Camille é capaz de disparar com um corte de sua espada uma rajada forte de vento, que tem o efeito do próprio corte, mas com impacto, capaz de danificar armaduras (no futuro, talvez quebrá-las), partir árvores ou rachar o solo. São necessários 25% de MP para propagar este corte que possui dimensões iguais as da arma que empunha ou do próprio braço e mão de Camille. O corte atinge uma distância máxima de 6m.


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:15 pm, editado 1 vez(es)
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GM Zato

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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 7:32 pm

Kieran Orichalkos
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Código:
[center][color=firebrick][size=20][font=Andalus]-------------- The Profile --------------[/font][/size][/color][/center]
[b][color=darkgoldenrod]Nome:[/color][/b] Kieran Orichalkos
[b][color=darkgoldenrod]Idade:[/color][/b] 19
[b][color=darkgoldenrod]Sexo:[/color][/b] Masculino
[b][color=darkgoldenrod]Altura:[/color][/b] 1,70
[b][color=darkgoldenrod]Raça:[/color][/b] Humano
[b][color=darkgoldenrod]Nível:[/color][/b] 2
[b][color=darkgoldenrod]Exp:[/color][/b] 0/1000
[b][color=darkgoldenrod]L$:[/color][/b]
[b][color=darkgoldenrod]Profissão:[/color][/b]
[b][color=darkgoldenrod]Salário:[/color][/b]
[b][color=darkgoldenrod]Terra Natal:[/color][/b] Região de Calm

[center][color=firebrick][size=20][font=Andalus]-------------- The Power --------------[/font][/size][/color][/center]

[b][color=darkgoldenrod]Força Física:[/color][/b] 2
[b][color=darkgoldenrod]Força Mágica:[/color][/b] 6+1
[b][color=darkgoldenrod]Velocidade de Ataque:[/color][/b] 2
[b][color=darkgoldenrod]Velocidade de Movimento:[/color][/b] 2
[b][color=darkgoldenrod]Precisão:[/color][/b] 2+1
[b][color=darkgoldenrod]Vitalidade:[/color][/b] 2+1

[center][color=firebrick][size=20][font=Andalus]--------------"It"--------------[/font][/size][/color][/center]
[b][color=darkgoldenrod][font=Andalus]The Being...[/font][/color][/b]

 [i]"Kieran pode até ser uma ameça física. Seu corpo, apesar de ser um pouco abaixo da média de altura para alguém da sua idade, tem um corpo levemente atlético. Não possuí nenhuma cicatriz ou marca em todo o seu corpo apesar de tudo pelo que passou.

 Aquilo que pode ser notado a uma longa distância e até mesmo na escuridão são seus olhos vermelhos brilhantes, uma bela arma psicológica e penetrante que sempre será ameaçadora. Descrito aqui estão as partes mais normais, como seu cabelo, prateado e volumoso, e sua pele bem branca.

 Seus trajes são variáveis, exceto dois fatores: O primeiro é que prefere as roupas mais escuras, e se estiver usando uma clara, é por baixo da anterior. O outro fator seria um dos trajes que nunca trocou, sempre lavando ou arrumando quando se sujava ou rasgava, assim eles tem várias marcas de remendo e até mesmo pedaços de panos de cores levemente diferentes; Essee traje seria o sobretudo da Fallen Crest, com seu símbolo nas costas, anteriormente posse de seu pai. Fora os trajes, o rapaz utiliza brincos negros em suas orelhas e quatro argolas da mesma cor em seu braço esquerdo. A primeira no pulso, parecendo um pulseira, a segunda logo abaixo do cotovelo, a terceira acima dele e a quarta perto de seu ombro.  Um detalhe nessas argolas são pequenas esferas presas à elas com um brilho vermelho; Esse brilho é o sangue cristalizado de algumas criaturas que ele teve de matar para ser reconhecido como verdadeiro membro da Fallen Crest."[/i]

[b][color=darkgoldenrod][font=Andalus]The Mind...[/font][/color][/b]

 A Fallen Crest era uma organização caçadora de dêmonios e de criaturas malignas, então por natureza a essência de grande maioria de seus guerreiros era pura, exceto por um...

 O rapaz sempre teve uma essência ruim, agravada ainda mais com a vinda de novos poderes. Não chega a se irritar por qualquer motivo besta, mas é bem esquentado e caso seja irritado ele começa a levar tudo para o lado pessoal. Depois de certos eventos que o fizeram avançar em poder, ele se tornou mais aberto, porém a um custo de que ele parece um tanto "maligno". Ele se tornou um pouco mais aberto para o mundo, se interessando mais nas pessoas que vivem nele, ainda mais depois de tomar o controle de sua habilidade de ver as auras das pessoas, que no caso torna possível a ele poder ver o medo, a agonia, a dor, a ganância, a perversão, a malicia, o sofrimento, a crueldade, o sadismo, a luxúria, a inveja e mais diversas outras coisas presentes em qualquer um.

 O rapaz é um péssimo exemplo de paciência em qualquer momento. Uma vez que alguem faz algo contra ele, o rosto deste nunca mais será esquecido. A raiva absoluta, que é quando ele chega no ponto mais crítico de ódio de um evento ou de algum ser, faz com que sua própria Aura, algo que ele odeia muito, começa a vazar. Em horas onde sua vida está em risco, sua aura se torna levemente visível a qualquer um, tendo sua aparência transparente.

  Apesar de não sofrer mais com problemas envolvendo sua aura, ele parece ter afundado um tanto na escuridão, desenvolvendo um mínimo de megalomania. Existe algo nele que é uma verdadeira faca de dois gumes: Sua ignorância quanto à dor, tanto emocional quanto física. Apesar de seu coração ter derretido, ele continua seco, e agora envolto em trevas, o rapaz não se sujeita a querer sentir a dor. Mesmo sendo inevitável sentir aquela estranha sensação, ele ignora seus efeitos, e se quiser pode continuar agindo até que não consiga se mover mais.

[b][color=darkgoldenrod]História:[/color][/b]

[center][font=Andalus][color=darkred][size=18]~ When things are born to be wrong ~[/font][/color][/size][/center]

 Certos eventos são raros de se acontecer e outros não deviam acontecer, mas e quando algo raro e que nunca deveria acontecer acontece?

 Fallen Crest, uma organização que se comprometeu totalmente à eliminação dos seres das trevas com suas mentes inabaláveis e poderes impressionantes. Todo guerreiro era treinado para ser disciplinado, forte, sábio e, sobretudo, ter um julgamento forte e voltado apenas para a justiça, sem nenhuma vantagem ou desvantagem à ninguém independente de seu sexo, idade ou raça.

 Mas o que nunca deveria ser feito é perder sua pureza...

 Um guerreiro da Fallen Crest nunca deveria se envolver emocionalmente com ninguém, nem entre eles mesmos...Mas e quando isso acontece? O crime é grave e caso não seja descoberto, o resultado é pior ainda...

 A organização tinha diversos inimigos entre as criaturas das trevas e esses procuravam derrubá-la de todos os modos, o que pareceu chegar mais perto foi a infiltração de uma certa bruxa nos ranks sem que ninguém percebesse. Mas anos depois ela foi descoberta...Só que tarde demais. O inexperado é que ela se apaixonasse por um membro da Fallen Crest e a relação se aprofundasse ao ponto deles se envolverem "Além de beijos'.

 O resultado da relação inexperada foi um filho, um garoto que tinha grande poder mágico desde que nasceu, mas ao mesmo tempo uma poderosa maldição. O grande misterio era como poderes da luz e das trevas se uniram para dar origem aos poderes da criança?

 Como foi dito, o que acontece quando algo raro e que nunca deveria acontecer acontece?

[center][font=Andalus][color=darkred][size=18]~ Fate is Cruel ~[/font][/color][/size][/center]

 O disfarce foi descoberto, o casal não tinha como se proteger das punições que lhe aguardavam, mas podiam fazer algo pela criança que era desconhecida...

 O pai do garoto fez um plano simples mas eficaz, ele sabia que o conselho da Fallen Crest ordenaria sua prisão após uma grande celebração por uma recente vitória importante, então ele pegou seu filho e sai sorrateiramente do castelo central e deixou seu filho em um vilarejo próximo, na esperança de que ele tivesse uma vida normal. Quando voltou para o castelo ele foi preso e executado no dia seguinte.

 A mãe do garoto também sofreu o mesmo destino, só que como essa era uma ordem "sagrada", eles a queimaram no pátio do castelo.

[center][font=Andalus][color=darkred][size=18]~ The Darkness Watch Over Him ~[/font][/color][/size][/center]

 Por dois anos sua vida foi normal dentro de uma família que o encontrou, mas e quando as sombras do passado não morrem, elas retornam para terminar seu serviço...

 Com dois anos de idade seu poder já chamava a atenção de alguns membros da Fallen Crest que passavam por ali. Logo cedo foi marcado para ser um candidato a guerreiro da organização, só precisaria crescer um pouco.

 Com cinco anos, um certo evento aconteceu:

 [i]Tarde da Noite, pequeno vilarejo...

-O garoto já está maduro o suficiente para entrar como recruta! Devemos levá-lo agora!
-Mas ele é só um menino! [b]-Dizia a mãe adotiva do garoto-[/b]
-Suas preocupações não são as nossas!
-Mas! Mas!
-Chega! [b]-O soldado golpeia a mulher-[/b] Vamos! Levem-no!

 ...Floresta perto do vilarejo, caminho para o Castelo Central...

-Tenho uma má impressão...
-Senhor, estamos sentindo uma presença esquisita!
-Vocês...Não vão sobreviver...[b]-Dizia o garoto enquanto olhava para o chão-[/b]
-Cala a boca moleque!

 Uma névoa toma conta do lugar, e quanto mais andavam, mais forte ficava...

-Isso é estranho, nunca houve uma névoa tão densa por aqui.
-A presença está mais forte!
-Eu a vejo...Mas porque sangra tanto?
-O que esse garoto tem? Do que está falando?
-Ela sangra...Por causa de uma maldição...[b]-Diz uma voz do nada-[/b] ...E porque a sua é tão conturbada e negra?
-Porque...Eu não sei...
-Então eu lhe ajudarei

 Uma silhueta se forma logo a frente do grupo, parecia uma garota...

...

 ...Mas ao chegar perto eles vêem que é praticamente uma boneca, de pé e com um sorriso no rosto.

-Vocês, deixem ele ir.
-Ah! Um demônio!
-Droga!
-Eu? Um demônio? Vocês são tão crueis...Então...São os inimigos...

 Castelo Principal da Fallen Crest...

-Tem um garoto no portão!
-Hã?
-Parece um dos novatos que nossos soldados foram buscar...Mas...Ele está sozinho...E coberto de sangue...[/i]

 Esse foi o primeiro dia dele na Organização...E ele não sabia que seu último dia seria o último da própria Fallen Crest...

[center][font=Andalus][color=darkred][size=18]~ The Gray World ~[/font][/color][/size][/center]

 [i]Outros cinco anos mais tarde...[/i]

 Sua vida naquele lugar era horrível, ele era maltratado por todos e não havia consideração ou piedade quando se tratava dele. O único guerreio que se vestia com trajes negros e tinha uma maldição. A vidadele não tinha justiça, mas ele nunca podia reclamar pois maioria daqueles que o deixam mal eram superiores...Mas aqui a Fallen Crest começava a ativar o gatilho de sua auto-destruição.

 O enorme preconceito contra ele começa a formar manchas negras nas auras das pessoas, e o garoto sabia disso, e ainda mais, ele deixava para que o futuro só tivesse desgraça sobre estes seres. Com o tempo ele aprendeu a não tolerar a dor, pelo tanto que apanhava e sofria de diversas maneiras existentes.

 Toda noite, ele ia até a torre ver a sua "Amiga" uma boneca esquisita, a mesma que lhe salvou dos guerreiros corrompidos da Crest. Mesmo não esboçando nenhuma reação de ambas as partes, eles logo viraram muito amigos, mas quanto mais essa relação progredia, mais rápido o fim da Fallen Crest se aproximava.

 Mesmo que não fosse aceito por ninguém, ele tinha o direito de fazer o teste para se tornar um guerreiro de elite. Passar no teste foi fácil já que nenhuma ciratura conseguia esconder suas intenções, nem seus sentimentos e muito menos sua localização já que a energia negra era bem forte. O povo quase se revoltou ao descobrir que ele havia se tornado guerreiro de elite tão fácil, mas não puderam interferir em nada. Ele recebeu "A marca", que eram as argolas negras com o sangue das criaturas do teste. Mesmo assim nada mudou, de acordo com o que ele pensava...

 O mundo que o garoto via era o pior de todos, um mundo onde as trevas mais bizarras, groceiras e doentias de cada vida apareciam sem pudor nenhum, e o pior, só ele podia ver aquele mundo cruel...

[center][font=Andalus][color=darkred][size=18]~ When a Holy Star Fall ~[/font][/color][/size][/center]

[i]16 anos de vida...[/i]

 As dores e a violência não se cessaram nem por um minuto sequer de sua vida. Seu corpo era coberto de cicatrizes, mas o que o consolava era a enorme corrupção que havia se espalhado pelo coração de muitos da organização. Por todo esse tempo ele aprendeu a melhor suas habilidades a um ponto razoável para alguem que mais apanhava do que aprendia.

 Já havia eliminado diversas criaturas das trevas, mas mesmo assim elas erma as mais fracas e aquele estilo de vida não lhe agradava.

 Finalmente, o dia em que o gatilho foi ativado. Naquele manhã, o garoto estava em um grupo para eliminar algumas criaturas em um templo antigo. A missão foi um sucesso mas todos precisavam descansar, ele foi pra entro do templo para ver se tinha algo que pudessem usar...E ali havia um espelho antigo, mas que ainda parecia ser utilizavel...Até que ele entrou na frente do espelho e viu seu próprio reflexo...E sua própria aura.

 O garoto entrou em crise e matou dois de seus colegas em um ataque de furia e insanidade, depois foi nocauteado e mandado para a prisão do castelo. Lá ele foi torturado tanto, que nem ele mesmo aguentou apesar de sua intolerância à dor. Foram utilizados métodos magicos e físicos para causar dor a ele...Até que...

[i]-Basta! [b]-Diz o mestre da Fallen Crest ao entrar na sala-[/b] A que ponto vocês chegaram?
-Esse garoto é das trevas! Deviamos matá-lo!
-Vocês já se esqueceram que esta organização dá direitos iguais à todos independente do que eles são? Eu cometi meus erros ao deixar ele continuar sendo maltratado mas esse é o limite!
-Mestre, as aberrações devem morrer!
-Como?! [b]-acerta um golpe no rosto do soldado-[/b] Como ousa?!

 Em uma reação furiosa ele golpeia o Mestre com ua espada e o mata...

-Droga! O que você fez?!
-Eu...Eu...Aaaaah! Foi culpa daquele garoto!

 O soldado pega uma lança e finca na barriga dele.

 Mesmo com esse golpe nada podia ser pior que as torturas anteriores e ele não demonstrou reação.

-Vocês...São as aberrações por aqui...
-Como é?! Eu vou-

 O sino do castelo toa nesse momento, significava um ataque...

-Estamos sobre ataque?!
-Droga!
-Nossas magias não estam funcionando mais! [b]-Diz um soldado que acaba de entrar na sala-[/b]
-Hã?
-É...Por causa...De suas intenções corrompidas...Eu mais...Do que qualquer outro...Posso vê-las...E entende-las...

 Finalmente ele tira a lança de sí mesmo e coloca a mão na ferida.

-Vamos matá-lo e descer para-
Ninguém vai matá-lo aqui! [b]-Diz uma voz femina vinda da janela-[/b]

 Em questão de segundos uma névoa se forma fora do castelo. A garota-boneca entra pela janela e se posiciona na frente de seu amigo.

-Com tanto tempo e vocês nem perceberam que aos poucos perdiam contato com suas habilidades? Tudo por causa de seu preconceito quanto a um garoto amaldiçoado...Hihihi~
-Maldito monstro! Temos que destruí- UGH!

Em pouco tempo ela se aproximou dele e fincou um pedaço de algo que se assemelha a um caco de vidro negro em sua garganta. Os outros dois soldados se movimentam e fincam suas espadas na boneca.

-Acham que vão me matar apenas com...Isso...
-O que acha das espadas sagradas da Fallen Crest? Heh, te pegamos...
-Isso...Não...Faz nada! Ahahahaha!
-Hã? Como?

 Ela corta a garganta dos dois em apenas um movimento horizontal com aquele vidro negro. Os dois caem no chão e se contorcem um pouco antes de morrerem. O garoto estava perdendo muito sangue e ia acabar morrendo se continuasse daquela maneira.

-Ei, você nunca soube do seu nome verdadeiro né?
-Ugh...Nun...ca...
-Well, depois teremos tempo para pensar nisso. Finalmente o dia destinado que nossa mãe planejou está aqui!
-Dia...Destinado...Nossa...Mãe?
-Hohohoho~ Sim, sim...Técnicamente sou sua irmã porque foi a sua mãe que me criou alguns momentos antes de você nascer. Ela sabia que um dia tudo seria descoberto e começou a planejar algo para o futuro, isso é parte do planejamento...Você estar morrendo e eu perto...
-Ah...Explica...Direito...
-O tipo de magia que foi usada para eu ganhar vida pode ser transferida para um outro ser vivo, assim a alma deles se juntaria e ambos seriam praticamente um ser...Mas isso não é possível até que a alma do ser vivo que tera o controle estar por um fio, ou seja, estar tão perto da morte que seja possível até ver a alma deixando seu corpo...
-Que...óti...mo...
-Logo eu poderei começar o ritual...Uma das partes é ter diversos espiritos perdidos ao redor, ou seja, mortos para todo lado...E já que as lutas estão ficando cada vez mais silênciosas, acho que devemos ter bastante material.
-Vai usar...Gente morta...Ugh...
-Eh?! Já está tão perto de morrer e nem me avisou?! Droga, droga, droga!

 A boneca se levanta e começa a falar. A visão do garoto estava tão turva e sua audição tão fraca que ele não ouvia e nem consiguia ver direito o que estava acontecendo, mas por um momento ele sentiu como se estivesse deixando aquele plano e caíndo, mas quando ia chegar a algum lugar, ele acordou...

Dia desconhecido, aparentemente de tarde...[/i]

 O sol entrava pela pequena janela daquela sala. O garoto estava encostado na parede, sem nenhum ferimento ou cicatriz de tudo que havia passado durante toda sua vida. Ele acorda e vê que a sala estava limpa, sem sangue nem corpos daqueles que haviam morrido. Ele tinha uma sensação diferente em seu corpo, a energia que ele sempre tinha correndo dentro de seu corpo parecia diferente, era como se tudo tivesse se tornado escuridão...Ele não sentia mais aquela energia positiva que havia herdado de seu pai. No chão, a única coisa que havia, era um bilhete:

[i]"Você deve estar sentindo algo diferente não é? Todo o poder que seu pai lhe deixou se misturou ao que sua mãe lhe deixou e também à minha energia, o resultado foi a corrupção do poder da luz em seu interior...

...

...Falando nisso, se concentra, aponta para o chão e lança sua energia para fora...

 Bem, era melhor seguir instruções de novos poderes do que nunca saber como usar. Ele faz como foi indicado e...Para sua surpresa ele acaba invocando a boneca.

-Ugh! Já estava cansada de ficar parada no nada! Você deve ter ficado inconsciente por dias! Isso não foi dito para mim...
-Tsc. Eu realmente fui curado com gente morta...
-Olha o lado bom, resolvemos o problema de sujeira em apenas uma noite.
-Hum...Vamos embora daqu...
-Nope, tem mais coisas e se fazer por aqui, tipo, vamos ao quarto do nosso pai.

Quarto de Richard Orichalkos, ainda de tarde...

-Aqui estamos, primeiro, esse quarto nunca mais foi usado depois da execução dele, segundo, tudo está como foi deixado antes...Isso quer dizer que...

 A boneca abre o armário e vê as roupas que o pai do garoto usava. Eram todas negras...O garoto fica surpreso ao ver que seu pai também usava roupas negras, mas era realmente assim, quer dizer que ele também sofria com o povo o atormentando por pensar que ele era alguma entidade maligna?

Ele pega e veste a roupa que estava ali já que a suas antigas foram destruídas e sua calça estava um trapo. Agora ele parecia um guerreiro de elite da Fallen Crest...Se ela ainda estivesse em condições de continuar, mas parecia que aquele evento havia marcado seu fim.

-Ok, agora vamos para a sala do mestre...Lá estão as coisas que mais importam.

 Sala do mestre...

 Naquela sala estavam os diários do mestre contando todos os eventos que haviam acontecido desde que ele subiu a esse posto. O garoto começou a ler desde o dia em que ele ficou sabendo do romance entre seu pai e sua ãe, e pelo incrível que pareça...Foi desde o começo...[/i]

[i][center][b]"...Eu sabia que isso não iria dar certo, mas apoiei a decisão de Richard quanto a quem ele amava. O amor parecia ser sincero e não apenas enganação para obter informações, e quanto a isso eu estava certo. O conselho é fanático e deseja a destruição de todas as coisas que sejam ou aparentam ser más, e isso será um problema caso eles descubram algo. Só o Richard sabe que eu sei desse evento e melhor que continue assim por enquanto..."

 "...O que acabou de acontecer vai ser um problema no futuro, Mila está grávida. Nenhum membro da organização pode engravidar de ninguém. Eu soube que ela pode fazer algo para esconder a barriga, mas os efeitos de uma gravidez normal iriam continuar e isso poderia estragar o disfarce facilmente. Não posso deixá-la sem fazer alguma missão, mas também não posso exagerar, devo calcular bem cada detalhe para que nada de ruim aconteça..."

"...Finalmente o garoto nasceu. De acordo com Richard e Mila, ele deverá se chamar Kieran, mas como fazer para esconder uma criança por aqui? Isso vai ser mais difícil do que imaginei. Eu também fiquei sabendo por parte de Richard que Mila fez uma boneca amaldiçoada e deu vida a ela antes de Kieran nascer, isso não vai bem de acordo com meus princípios mas ele disse que Mila tem um plano para o futuro, tudo para o caso da relação ser descoberta..."

"...Meu Deus. Eles foram descobertos. Não sei o que Richard fez com a criança mas ele parecia sorrir quando estava para ser executado. Mila também parecia feliz antes de ser queimada viva hoje. Qual o plano deles? Mesmo tendo mortes terríveis os dois pareciam tão felizes, mas também era possível notar um certo ar maligno dos olhos de ambos. Isso me preocupa..."

"...Finalmente achei o garoto. Eu o coloquei na lista para ser recrutado para a Fallen Crest. Nossos guerreiros mais sensitivos sentiam a energia do garoto e isso poderia dar passagem só de ida para a execução se ele não fosse selecionado. Pena que ainda é muito novo, ele terá mais algum tempo de felicidade antes de vir para cá..."

"...Eu soube que o conselho mandou soldados irem buscar os recrutas, mas os conhecendo, eles vão tratá-los como peças e não como seres vivos. Logo eles estarão aqui e eu devo pensar ra´pido em como vou esconder o poder das trevas que aquele garoto tem. Falando nisso, eu achei um bilhete da Mila, parece que o plano está aqui. Depois eu vou ler e descobrir do que se trata tudo..."

"...Terrível. Eles planejaram o fim da Fallen Crest usando o garoto e aquela boneca, aqui descrita como a irmã dele. Os motivos, a organização está corrompida por causa do fanatismo e eles querem colocá-la abaixo. Eu me pergunto se isso realmente é certo, mas parece que até eu estou sendo corrompido, não pelo fanatismo, mas pelas ídeias daqueles dois..."

"...O garoto sofre muito, mas estava previsto no bilhete que isso aconteceria e que deve acontecer, então irei deixar quieto por enquanto, mas caso algo mais sério venha a acontecer eu irei interferir. Os soldados reportaram que algo se move nos telhados durante as noites de neblina, mas o que será? Essa neblina também, ela não é normal. Tem algo errado e maligno nela. Mas isso também está previsto no bilhete, como aquela mulher sabia de tudo que ia acontecer? Será que apesar de morta ela ainda é a mestra por trás de cada evento? Richard era um gênio, mas ela era também? Se for assim os dois juntos conseguiriam armar um plano desse porte? Eu tenho que descansar um pouco, estou com or de cabeça de tanto pensar nisso..."

"...Hoje eu soube que muitos soldados vão sair, hehehehe, vai ser perfeito. Aquelas vozes me mandaram avisarem os monstros naquela área sobre toda a estratégia, assim a elite será derrotada a Crest estará sem defesas. O fim se aproxima logo e eu não posso perder tempo! Logo o plano funcionará! Eu me sinto meio diferente depois de ver o último paragrafo do bilhete, mas isso é irrelevante, os filhos da mestra devem cumprir os papeis indicados logo..."

"...Descobri que estão torturando o mestre Kieran! Logo irei...Porque eles estã...E assim aq...Mas devo me apressar poi...E devo alcançar o mestre Kieran na prisão logo pois ele pode acabar morrendo e todo o plano terá sido em vão. A mestra depende de mim!"[/b][/center][/i]

[i]-A última passagem...Está toda borrada.
-Tem coisas ai que eu não sabia, tudo que eu fui informada era algumas magias e também sobre a localização de seu quarto.
-Hum...De qualquer modo, já é de noite. Vamos embora agora?
-Sim, agora podemos...Só mais uma coisa, da última vez que se olhou no espelho, você viu algo horrível não foi?
-Sim...Minha aura...
-Se aquilo de assustou tanto, nunca mais se olhe...Sua aura deve ter piorado mais ainda depois de tudo isso.
-Certo...Agora, vamos.[/i]

 Ambos saem do castelo, que segundos depois desaba e se torna um monte de ruínas que logo são consumidas por chamas misteriosas.

[i]-O que?!
-Deve ter sido um último presente deixado por nossa mãe...
-Oh, então tudo bem...
-O resto do meu poder deve estar indo embora...
-Como assim?
-Olha, primeiro, meu nome é Luise, eu sei é feio saber do nome de sua irmã só agora, segundo, logo algumas das minhas capacidades estaram indo embora já que passei todo meu poder para você, então se tem alguma pergunta, é melhor fazer logo que daqui a pouco eu posso perder a capacidade de falar...
-Você não vai poder mais falar?
-Vou perder minha racionalidade, minha fala e meu conhecimento já que está tudo com você...
-Sério?
-Não percebeu ainda?!
-É...Eu lembro de nomes, coisas e localizações que nunca vi pessoalmente...
-Então! Alguma pergunta?
-Nenhuma...
-O que?! Não quer nem conversar?!
-Não.
-Isso é crueldade! Vai se arrepender de não ter falado com uma irmã com um resto de sanidade e voz quanto teve a chance...
-Tanto faz...
[/i]

Ambos partem para longe, discutindo algumas coisas enquanto os restos do castelo queimavam até que não sobrasse nada sobre essa antiga organização, a Fallen Crest.

[center][color=firebrick][size=20][font=Andalus]-------------- The Other Soul --------------[/font][/size][/color][/center]
 Luise, como ela explicou, perdeu algumas de suas capacidades algum tempo depois. Ela perdeu a racionalidade, conhecimento e capacidade de falar...Pelo menos pronunciar frases com sentido. Ela se tornou praticamente uma marionete viva que é usada como arma. Geralmente vive no interior da alma de Kieran e pode ser invocada como uma arma de combate.

 Fora seu uso em combate, ela é uma marionete assassina que de vez em quando fala algumas palavras sem sentido ou fica fazendo barulhos esquisitos e arrepiantes. Ela ainda carrega o que parece um pedaço de vidro negro para atacar, ou simplesmente dá algumas mordidas com seus dentes afiados e mais potentes que uma armadilha de urso.

[url=http://img594.imageshack.us/img594/9149/dollbynekokirara.jpg]~ Luise ~[/url]

[center][color=firebrick][size=20][font=Andalus]-------------- Skills --------------[/font][/size][/color][/center]

[quote][b][font=Andalus]Cursed Reality[/font][/b]
~
[b]Tipo:[/b] Ativa/Passiva
-Passivo: Permite Kieran ver a aura das pessoas, sem custo algum de MP, assim sendo meio difícil de se esconder dele caso exista alguma intenção contra ele. Além disso ele pode ver o que cada um está sentindo. Após treinar com Cobernick na acadêmia de magia, o rapaz aprendeu a controlar sua visão, podendo ativá-la e desativá-la quando bem entender.

-Ativa: À partir do momento que Luise transferiu seu poder para Kieran, ele obteve a capacidade de invocá-la como uma arma de combate. O rapaz paga um preço de MP apenas para invocá-la de sua alma. Caso ela seja destruída em combate, Luise volta a sua forma de alma e retorna para o corpo de Kieran. Para usá-la novamente ele precisa pagar metade de seu MP total para reconstruí-la.

[b]Level 1:[/b] Ela vem automaticamente com o que parece um fragmento de vidro negro como arma e tem dentes tão afiados quanto facas.
[b]Custo:[/b] 30%PM para invocar, 20% por turno para manter.[/quote]

[quote][b][font=Andalus]String Master[/font][/b] (Em avaliação)
~
[b]Tipo:[/b] Ativa.
-Os progressos em poder de Kieran fizeram com que capacidades adormecidas despertassem. Kieran é capaz de criar fios mágicos, de cor vermelha, que se estendem e se conectam ao seu alvo. Cada fio se conecta a cada membro do ser escolhido, ou a um objeto, e causa efeitos de acordo com a o desejo do rapaz ou com a diferença de poder entre eles. Tudo isso entre outras possibilidades e limitações.

[b]Level 1[/b]: Kieran cria fios mágicos que podem se conectar a algo ou alguém, independente do que seja este ser. Em caso de objetos, ele pode manipular, como se estivesse levitando o o objeto, do modo que bem lhe entender, mas limitado pelo tamanho e peso deste. No caso de conectar ao ser, ele pode paralisar o membro ou controlá-lo, dependendo da diferença entre o seu poder e o do seu adversário. No caso do rapaz ter mais poder, ele pode controlar o membro do adversário ou seu corpo inteiro, e quanto maior a diferença, mais fácil é o controle. Se a força mágica de Kieran for menor, ele apenas paralisa o membro conectado ao fio, e quanto maior a diferença mais fraca é a paralisia. Os fios não são materiais, então não podem ser rompidos por meios físicos e tão pouco servir para os mesmos em benefício do rapaz.

[b]Custo:[/b] 60% para invocar os fios e 10% para manter. Quanto maior a diferença entre a força mágica de Kieran e o alvo, a técnica pode se tornar melhor ou pior. As linhas mágicas tem um alcance igual sua Precisão.[/quote]

[quote][b][font=Andalus]Invocação Espiritual:[/font][/b]
~
Kieran é capaz de invocar seu espírito primordial e usá-lo em batalha ao custo de 50% para invocar e 10% por turno para manter. Devido a sua natureza, o espírito de Kieran só pode ser usado a partir da existência de sombras. [Espírito: Corsel Negro][/quote]

Allex Ibn-La'Ahad. / Jeff
Spoiler:
Código:
[color=silver]
[b]Nome:[/b] Allex Ibn-La'Ahad.
[b]Idade:[/b] 20.
[b]Sexo:[/b] Masculino.
[b]Altura:[/b] 1,85m.
[b]Raça:[/b] Youkai.
[b]Nível:[/b] 1 [b]Exp:[/b] 0/1000.
[b]L$:[/b] ~.
[b]Profissão:[/b] ~.
[b]Salário:[/b] ~.
[b]Aparência:[/b] Alto, pesa em torno dos 95kg devido ao constante treinamento físico possui um corpo bem definido, não muito musculoso pois isso o afetaria como assassino. Apesar de sempre cobrir o rosto com seu capuz, Allex possui olhos verdes e mantem a barba sempre bem feita. Quanto a vestimenta e mais detalhes:
[spoiler][img]http://i45.tinypic.com/jgo12h.jpg[/img]
[img]http://i46.tinypic.com/27ww0pi.png[/img] [/spoiler]
[b]Personalidade:[/b] Com a morte dos pais, Allex se tornou ainda mais frio e centrado em seus objetivos, um completo sociopata, assim impedindo que algo fique no seu caminho. Mas sabe usar de educação quando necessário.
[b]Terra Natal:[/b] Hilydrus.
[b]História:[/b]

[center][color=gold][b][u]A Ordem dos Assassinos:[/u][/b][/color][/center]

Os assassinos passam a vida inteira treinando para matar. Desde muito novos eles são ensinados a observar seu entorno e planejar com antecedência, cada um de seus passos para realização de seu trabalho. Os combates eram uma obrigação e seu treinamento era contínuo, com foco em armas de todos os tipos, de acordo com as suas competências. No entanto, apesar de tal foco no combate, a maior consideração ou uma das maiores armas na formação dos assassinos é a dissimulação/discrição. Como levavam sua vida, as roupas que usavam, onde viviam, até mesmo o modo como eles caminhavam era importante no momento de devoção e ocultação. Era o dever de um assassino atingir a sua meta, sempre.
O outro foco importante na formação de um assassino é a manobrabilidade (agilidade em executar manobras). No momento em que um assassino atingia o grau de Mestre Assassino ou Grão Mestre, ele também acabava se tornando mestre de uma forma primitiva de parkour amplamente utilizada pelos assassinos. Visto como fator importante, este método permitiu a circulação de assassinos para atingir áreas normalmente não acessíveis ao homem, podendo saltar de uma parede para um dos pontos de vista mais altos de uma cidade, ou até mesmo facilitando sua fuga caso fosse reconhecido.

[center][color=gold][b][u]O Credo[/u][/b][/color][/center]

O Credo era o código e a filosofia que guiava a Ordem. Al Mualim, antigo mestre dos Assassinos, disse: "nada seremos se não mantermos o credo." Ele restringe a morte de inocentes. Preserva a reputação e a imagem da Ordem. E, principalmente, cria paz, não somente no mundo, mas também, dentro do indivíduo. Os Assassinos passaram o Credo oralmente, geração por geração, garantindo que a mensagem que o Credo passa seja entregue para todos os membros da Ordem. Ele consistia em três regras:

Mantenha sua lâmina longe de um inocente: O objetivo dos Assassinos é garantir a paz em todas as coisas. Os Assassinos acreditam que assassinatos de políticos e mortes de corruptos trarão paz e um senso de segurança para o povo. Matar inocentes e civis que não tinham a necessidade de serem mortos, significa espalhar a discórdia e má fama à Ordem.

Mantenha-se escondido, seja apenas mais um na multidão: Seja invisível. Os Assassinos buscam chegar até seus alvos de modo sorrateiro, na maioria das vezes em pleno público, para executar seus assassinatos. A maior ilusão de um assassinato é que, um Assassino aparece do nada, mata uma figura política ou corrupta, e então desaparece do mesmo jeito que veio, sem ser percebido. E, por isso, o Assassino tem de ser furtivo, por que se ele for avistado, andando ao redor de seu alvo, o elemento surpresa desaparece, apenas fazendo com que seu trabalho fique mais difícil.

Nunca comprometa a Irmandade: Se um Assassino falha, é capturado, ou está sendo perseguido, ele não deve, nunca, dizer algo que comprometa ou prejudique toda a Irmandade.

[center][color=gold][b][u]Os Assassinos em Lodos:[/u][/b][/color][/center]

A Ordem dos assassinos era composta principalmente de espécies nativas, nascidas na Síria, embora alguns, como Altaïr, nasceram de pais de ambas as religiões. Liderados por Al Mualim, e mais tarde por Altaïr Ibn-La'Ahad, outros membros foram incluídos, Harash, Malik e Kadar A-Sayf, Rauf, Abbas, Masun, Jamal, Bahir, Karim e Qulan Gal, Genghis Khan. Também foram incluídos vários indivíduos, como Adha, e até mesmo ex-templários como Maria Thorpe.
Mais tarde, durante o Renascimento, a Ordem tinha diminuído em números significativamente. Tendo-se tornado muito mais secreta, os membros da Ordem muitas vezes tinham profissões e vidas fora da Ordem, que vão de artistas, até tesoureiros reais. O Grão-Mestre da época, Niccolò di Bernardo dei Machiavelli foi um filósofo florentino nobre, assim como diplomata, político, músico, e dramaturgo. Outros incluíram o banqueiro florentino Giovanni Auditore da Firenze, e seu irmão Mario Auditore (educador da Vila em Calm e Mercenário), Ezio Auditore da Firenze, Paola e Irmã Teodora, os chefes dos irmãos de Hirt e Paramet, respectivamente.

[center][color=gold][b][u]A Renascença:[/u][/b][/color][/center]

A Ordem continuou a desenvolver-se, apesar de serem forçados a adotar uma existência ainda mais secreta e isolada. Durante o período de tempo conhecido como o Renascimento, a Ordem dos Assassinos, aparentemente, "passou para a clandestinidade". A razão para isso é explicado dentro das páginas do Codex, onde os estudos de Altaïr revelam que, embora a Ordem dos Templários obteve uma derrota esmagadora em Paramet e Hirt, eles ainda sobreviviam de formas mais discretas. Como tal, Altaïr acredita que os assassinos também tiveram que mudar de tática a fim de viverem mais. Tendo abandonado a fortaleza de Masyaf, os assassinos espalharam-se por todo o mundo, tendo a sua residência, em lugares como o norte de Lodos. No entanto, os templários também espalharam-se chegando até Calm. A Ordem dos Assassinos integrou-se com sucesso na vida do norte de Lodos, largamente desconhecida do povo médio. Naquele mesmo ano, um jovem marinheiro pelo nome de Domenico, o filho de um assassino, foi aprendiz do poeta Dante Alighieri, também um assassino, que estava transportando o Codex de Altaïr de Calm à Ruff. Durante a viagem, os piratas no âmbito do emprego dos Templários emboscaram o navio à procura do Codex, matando Dante, assim como a esposa de Domenico. Felizmente para os assassinos, Domenico conseguiu desmembrar o Codex e escondê-lo dos piratas antes que ele e seu filho fossem jogados ao mar.
Finalmente voltando para Calm, Domenico encontrou seu pai e seu patrono, Marco Polo, um aliado dos assassinos mortos. Então, Domenico pegou algumas coisas de Marco Polo e viajou para Paramet sob o nome falso de Auditore. Acabou construindo uma vila na cidade, que se tornou o centro da Ordem dos Assassinos em Lodos.

Apesar do fim da "modernidade" desde o século 12, eles ainda mantinham muitos dos rituais e práticas, ainda que alterados. A prática de retirar o dedo anelar, como tal, havia sido removido, embora o selo da Ordem foi marcado em cima da retirada do dedo para melhor indentificação da Guilda dos Assassinos, tal era a indução de Ezio Auditore da Firenze. Por essa época, Niccolò Machiavelli tornou-se Grão-Mestre da Ordem dos Assassinos, com membros em todas as cidades importantes de Lodos. Embora significativamente em menor número, os assassinos foram apoiados pelas cortesãs, ladrões e mercenários de Paramet e Hilydrus que foram dirigidos por um membro da Ordem dos Assassinos desde então.
Durante este período de tempo, os assassinos entraram em outro período de recrudescimento das hostilidades com os Templários, que estavam tentando derrubar a decisão da Câmara dos Médici em Paramet, e do Doge em Hilydrus.

Cem anos depois, a Ordem dos Assassinos descobre que os Templários tinham recuperado um artefato importante das Ilhas Gêmeas, e é considerada necessária a sua captura de volta. Na sequência, o artefato L'Arsenale di Venezia , cai nas mãos de Ezio que consegue dominar e substituir a guarda dos Templários carregando o artefato. Sob este pretexto, Ezio reune-se com Rodrigo Borgia e os dois se enfrentam numa batalha. No entanto Rodrigo foge, e o artefato cai novamente nas mãos dos assassinos. Os assassinos desta idade no entanto, não estavam cientes da natureza do artefato, apesar de não reconhecê-lo como uma das Pieces of Eden mencionadas no Codex de Altaïr.

[center][color=gold][b][u]O filho do Líder:[/u][/b][/color][/center]

A vinte anos atrás o atual lider dos Assassinos: Ruffus Ibn-La'Ahad (neto de Altaïr Ibn-La'Ahad), vivia juntamente com sua esposa Ligia Gal em uma casa de campo localizada na região de Hirt. Um fazendeiro, assim como era visto por todos na região, era uma boa forma de esconder o fato de ser o atual lider da Ordem dos Assassinos. Mas um dia voltando para casa após uma reinião com outros assassinos, Ruffus ouve um barulho que mais parecia com um choro de uma criança. De imediato saca sua adaga, arma insaparavél, e vai cuidadosamente seguindo o o choro. Ruffus imaginava que fosse mais uma das armadilhas para lhe roubar ou até mesmo lhe capturar, já que era extremamente cauteloso e não se destraia por nada. Mas ai,  Ruffus surpreende-se ao ver que realmente era uma criança que estava a chorar. Apesar de preocupado com a pobre criança, Ruffus cuidadosamente rodeia a área procurando por qualquer coisa suspeita até que percebe estar tudo limpo e se dirige até a criança que não parava de chorar. Ruffus toma a criança nos braços, aparentava ser uma menino, de olhos verdes e cabelos azuis (num tom escuro) e pele clara. Estava enrolado em farrapos e todo sujo, devia ter sido abandonado ali a um bom tempo. Sem pensar, Ruffus leva a criança para casa e ao chegar surpreende Ligia que ao receber o marido lhe dizendo que a comida esta pronta, percebe que Ruffus traz uma criança em seus braços. Perplexa, Ligia questiona Ruffus sobre o ocorrido e depois de cudar da criança, que estava suja, ferida e com fome, Ruffus e Ligia decidem adotar o pequeno, já que nunca tiveram filhos e seria uma ótima oportunidade para começarem uma familia, o menino foi batizado de Allex Ibn-La'Ahad.
No decorrer do tempo Ruffus descobriu que Allex não era uma criança humana, e sim um Youkai. Surpreso com a descoberta, enviou o garoto para Zereff para receber o treinamento apropriado nas artes assassinas, o que ajudou e muito o pequeno nos assuntos da família, pois era mais forte e ágil que um humanos e demonstrava uma facilidade enorme em aprender quaisquer coisa que lhe era proposta. Assim, começando desde muito cedo no caminho da Ordem.
Durante sua infância Allex foi treinado e criado por Zereff Zullaim. Muito cedo demonstrou níveis de habilidade muito altos comparado aos outros Assassinos e com isso ganhou o respeito de seu professor e eventualmente se tornaria um Mestre Assassino e Instrutor assim que completasse 16 anos. Allex diz que nunca conheceu realmente seus pais quando era criança, pelo fato de estar sempre treinando e também por causa das regras de Zereff Zullaim, que não permitiam seus pais demonstrar amor para Allex. Mas Allex sempre teve o pressentimento de que mesmo que seus pais não mostrassem seus sentimentos, ele sabia que eles o amavam e somente estavam tristes pelo fato de que não podiam dizer ou expressar o amor por seu filho. Eventualmente Allex teve de sair de Hirt para treinar e essa deveria ser a última vez que ele os via ou tinha noticias sobre eles. Pelo menos era o que todos esperavam.


[center][color=gold][b][u]O "fim" da ordem:[/u][/b][/color][/center]

Protegidos pelo credo, os assassinos viviam normalmente em Lodos, até que um golpe de estado, arquitetado por Al Hacib (atual braço direito de Rufus), onde o mesmo "vendeu" Ruffus e sua família em troca de poder politico e dinheiro junto ao reino, muitos dos que apoiavam Ruffus morreram no golpe que trouxe a desgraça e a dissolvição da Ordem, pois os defensores de Ruffus que sobreviveram, tiveram que fugir para continuarem vivos e os demais infelizmente sucumbiram a ganancia e venderam-se ao império ao ponto de tornarem-se cachorrinhos do exercito, os quais ficavam com o trabalho sujo de extorquir, roubar e até matar as desavenças do império e aqueles que o desafiavam. Não demorou muito para irem atrás de Allex e Zereff, os quais foram capturados e quase mortos até a viagem de volta para Lodos. Zereff que recusava-se a servir ao império, lutou até a ultima gota de energia que lhe sobrará e acabou morrendo nas mãos do cruel e traidor Al Hacib. Allex que não tinha mais forças de tão ferido, tentou diversas vezes matar-se, mas os homens de Al Hacib o impediram de fazer quaisquer coisa. Em Lodos, Ruffus e sua família foram reunidos e assim mandados para os confins dos mares, onde foram exilados de tudo e de todos em uma pequena ilha abandonada. E o que muitos pensavam ser o fim dos Assassinos, foi apenas o começo da maior transformação que qualquer um dos envolvidos jamais viu em sua vida.
Mesmo isolados, Ruffus, Ligia e Allex puseram em pratica suas habilidades como assassinos e sobreviveram durante anos naquela ilha, mais precisamente, quatro anos exilados sem nunca ter visto sequer um barco de pesca por perto, ao qual poderiam pedira ajuda.
Até que em uma manhã Allex acorda com o som de pessoas berrando e o gladiar de espadas. Com um salto levanta-se e avista seu pai e sua mãe lutando com piratas que haviam encalhado na pequena ilha. Apesar de habilidosos, Ruffus e Ligia tiveram dificuldade de lidar com o grande numero de piratas armados com espadas, mesmo sendo assassinos  os dois não possuíam nenhuma arma ou algo que pudesse ser usado contra as espadas numa luta. Allex correu para ajudar aos pais, mas foi emboscado por piratas que iam em direção a cabana onde ficavam e acabou entrando em luta com três piratas, os quais deram um certo trabalho para Allex, que ao matar o terceiro pirata presencia o capitão dos piratas assassinar sua mãe em frente ao pai que estava sendo segurado por outros três piratas. Sedento de raiva, Allex partiu correndo com espadas em punho e atirou-se sobre os piratas que seguravam seu pai, matando dois dos piratas e seu pai logo matou o terceiro, mas acabou morrendo para o capitão. O capitão que ria de forma insana ao matar Ruffus, parte para cima de Allex que era puro odio e os dois iniciam uma luta de espadas. Allex então deixa que o pirata o acerte para abrir uma brexa em seus ataques e apunhala o pirata com a adaga que roubou de um dos piratas que matou, assim acabando com o ultimo pirata ali na ilha.
Allex enterrou os pais e rezou em sua homenagem. Logo depois foi até o barco pirata e fez de tudo que podia para coloca-lo de volta ao mar.
Allex navegou sem saber até o Continente Shane, no qual passou dois anos treinando e trabalhando como assassino de aluguel para conseguir dinheiro e manter-se. Agora com vinte anos, Allex dirige-se para a Ilha de Lodos onde pretende refinar ainda mais suas habilidades assassinas e vingar a morte do seu pai e quem sabe reerguer o nome da Ordem dos Assassinos.

[b]Atributos:[/b]
[b]Força Física:[/b] 3 [b][color=darkred]+1.[/color][/b]
[b]Força Mágica:[/b] 1.
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3 [b][color=darkred]+1[/color][/b]
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 2 [b][color=darkred]+1.[/color][/b]
[b]Precisão:[/b] 3.
[b]Vitalidade:[/b] 2.

[b]Habilidades:[/b]
[spoiler]
[color=darkred]
[b]Shadow Walk[/b]
Esta habilidade consiste em diminuir a presença do usuário a quase nula, fazendo com que seus passos e movimentos fiquem mais suaves e precisos, aumentando o sucesso de ataques furtivos, invasões e até mesmo fugas. Tornando assim o usuario em um assassino ainda mais perigoso. Vale lembrar que, dependendo do nível do oponente, ou até mesmo de seus atributos, a habilidade por vir a não ser tão efetiva.
[b]Custo:[/b] 30% por uso.
[b]Duração:[/b] Até dois turnos. [Sendo que o personagem tem o controle, podendo desativá-la um turno antes. ]
[b]Bônus:[/b] Precisão: [b]+2[/b][/color][/spoiler][/color]

Akkin Sendho/Kronos Hiily
Spoiler:
Código:
[i]Nome:[/i][b] Akkin Sendho (Lê-se Séndô)[/b]
[i]Idade:[/i][b] 19[/b]
[i]Sexo:[/i][b] Masculino[/b]
[i]Altura:[/i][b] 1,86[/b]
[i]Raça:[/i][b] Hanyou[/b]
[i]Nível:[/i][b] 2[/b]
[i]Exp: [/i][b] 3400/4000[/b]
[i]L$:[/i][b] 200[/b]
[i]Profissão:[/i][b] Ex-Soldado Real do Exército de Hilydrus.[/b]
[i]Salário:[/i][b] 0[/b]

[i]Aparência:[/i] [b]Olhos verdes, orelhas ligeiramente pontudas, musculoso, atlético, seu rosto influencia na percepção de que é diferente, apesar de só pareçer um humano normal e seus caninos são um pouco maiores e mais finos com o de um lobo, pode-se perceber quando sorri.Seu cabelo é liso, claro e bem espetado nas pontas. Suas roupa geralmente são leves e pretas. Por questão de batalhas decisivas em sua vida, desde a Academia de Magia e sua passagem em Takaras, Akkin adquiriu diversas cicatrizes que por si só contam sua história como aventureiro e como isso pode ser bem perigoso para alguns.  [/b]

[i]Personalidade:[/i] [b]Amigo, palhaço, preguiçoso, gosta de ver as nuvens passarem,valoriza a amizade, é inteligente, mas não aparente pelas mancadas que dá, conhece a historia de Lodoss muito bem. Contudo, Akkin pode sair de seu perfil brincalhão quando lhe convém e ser sério e frio quando necessário. Quando está assim, se torna extremamente cauculista e violento, o que o torna uma pessoa bem diferente da original.  [/b]

[i]Terra Natal:[/i][b] Hilydrus[/b]

[i]História:[/i] [b][justify]Akkin nasceu em meio a guerra, mais precisamente no final delas, seu pai era soldado do Reino de Hilydrus e sua mãe cuidava do lar junto com a sua irmã: Monique. Desde pequeno, Akkin foi sempre muito rebelde, fazia o que tivesse vontade. Seu pai como era muito rígido por ser um soldado, o obrigava a treinar mais de 5 horas por dia, o resultado desse treinamento viria anos depois. Akkin era muito habilidoso, levava jeito para a coisa, mas nunca se importou em servir ao exercito, ele só queria ficar forte para vençer os outros. Seu pai o rejeitava por causa dessa atitude, e a unica coisa que crescia em Akkin era ódio por causa do pai, ele sempre foi chegado mais a irmã e mãe por essa razão.

                Ele sempre soube que havia algo de diferente em si. Sempre foi solitário, mas nunca perdia o humor. Ele possuia olhos verdes assim como sua irmã, sua orelhas eram ligeiramente pontudas e ele era mais forte e mais rápido que os outros. Sua irmã possuia lindos olhos verdes e um cabelo castanho claro que reluziam ao sol. Aos poucos Akkin foi fazendo amigos, mas teve um que foi diferente: Gyon. Akkin começou a perceber o valor da amizade, eles sempre sentavam debaixo de uma árvore de Carvalho imensa, com um muro feito de pedra perto da árvore, ali eles perceberam que havia uma pedra diferente das outras, uma pedra de mármore, essa pedra fazia o lugar ficar ainda mais bonito. Anos passaram e a amizade foi se fortalecendo, treinavam juntos, jogavam seus jogos juntos, e muito mais, mas passados alguns meses Gyon começou a se distanciar de Akkin, e um dia Akkin recebeu a noticia de que Gyon passara no teste para se tornar um Soldado de Hilydrus.

                Desse modo, Akkin começou a ficar solitário novamente, o exército tomava todo o tempo do seu amigo. Seu pai achava que Gyon seria um bom exemplo para fazer Akkin servir ao exército, mas foi práticamente inútil. Gyon sempre despertou o interesse de Akkin com suas historias. Ele dizia que no Reino de Hilydrus possuia um  colar muito superticioso que dava sorte a quem usa-se, Akkin nunca acreditou muito nisso, mas de tanto seu amigo comentar sobre acabou acreditando, mas nunca o encontrara.

              Passado mais alguns anos Akkin estava com 16 anos e sua irmã com 15, Gyon estava com 21. Só faltavam 2 anos para Akkin servir o exército, para ele pouco interesseva o exército, ele só queria provar suas habilidades na prova. Certo dia Akkin recebeu a noticia de que seu pai e seu amigo iriam para a guerra. Akkin foi ao encontro do amigo, Gyon queria ve-lo, ao chegar ao local, Akkin encontrou o exército em formação e viu o braço de Gyon levantado, acenando para que fosse até ele, chegando lá Gyon deu um sorriso e puxou um fio que estava em seu pescoço revelando um cordão muito bonito, era o símbolo de um trovão circunscrito a um circulo dourado. Akkin, não acreditou no que viu, era o tal colar de que tanto Gyon falava, após mostrar, Gyon e seu pai partiram para a guerra.

              O sangue desfilava pela espada cintilante, Akkin terminara de deter o último animal mágico a sua frente, poderia seguir rumo a porta, ao abrir, um caminho estreito e ao final outra porta, com calma andou todo o percurso e ao abrir a 2° porta uma claridade imensa emanou de fora, junto com gritos de felicidade, ele ouvia principalmente o de sua irmã agora com 17 anos. Akkin conseguiu, havia passado no teste para se tornar um soldado, mas recusou. Dias depois recebe uma noticia trágica, ele vê sua irmã correr em direção a ele com um cordão na mão e a espada de seu pai, sem saber o que fazer ele percebe que ela está chorando, e pergunta: " O que aconteçeu Monique?" ela responde " O Gyon e o Papai.... (soluço) eles morreram em combate" , Akkin permaneçeu intacto, elétrico, estático, ele não sabia o que fazer, falar, tudo desabara, ele caiu de joelhos, sua irmã o abraçou e o consolou. Os meses que se seguiram ele ficou mais solitário do que nunca... Sua mãe, depois de um tempo, não aguentara a solidão e fugira, abandonando ambos os irmãos. Sem escolhas e dinheiro para sustentar o que sobrou de sua família, Akkin repensou em uma antiga decisão e resolveu ingressar no exército.

          " Humm Akkin Sendho... Seu teste foi ótimo, segundo relátorios, só terminou com um arranhão no rosto. Impressionante!" Akkin apenas fez que sim com a cabeça. "Ok, aceitaremos você como nosso soldado" em respota Akkin disse " Obrigado Sr." . Akkin serve 1 ano no exército e um dia enquanto caminhava pelo palácio ouviu uma conversa de dois guardas: " Cara, até hoje não achamos aquele colar. Dizem que ele é especial, e o cara que estava com ele, é...  o Gyon, conseguiu esconde-lo. Pena que quando matamos não conseguimos pegalo" o outro guarda concordou. Havendo ouvido isso, Akkin invadiu o quarto onde estavam e matou os dois sem muita dificuldade, no meso instante o General apareçeu batendo palmas. " Nossa... Você só descobriu agora?" o cetiscismo lhe deixou com um imensa ira, rapidamente ele sacou sua espada, e tentou cortar o rosto de seu General que só arredou o rosto para trás fazendo com que a espada passa-se 30 cm longe.

          Dor... Queimadura. Foi o que sentiu o General após a esquiva, ele não entendia como tinha se ferido se desviou, mas de relançe lembrou ter visto uma éspécie de linha com aproximadamente 3 cm de espessura, fogo em cima do ar, Genyi Ryoudaan, o mesmo ataque de Gyon, ele concerteza ensinara a Akkin antes de ir para a guerra, mas o ataque só fucionava com a espada em mãos, e além disso gastava muita energia, percebia-se que Akkin estava ofegante. Em furia o General voou para cima de Akkin enchendo-lhe de sequencias de socos e joelhadas. Akkin caiu ao chão todo ensanguentado. Foi levado ao encontro do Rei e declarado como Traidor e foi expulso do exército. Ficou preso, por algumas semanas e quando saiu ficou sabendo que sua casa foi incendiada. Correu desesperadamente atrás de sua irmã, mas não a encontrou, pessoas viram que ela foi levada como prisioneira pelos anãos por causa da sua beleza. Recuperando a espada de seu pai, vestiu-se com uma camiseta, uma éspecie de colete preto, uma calça rasgada na direção do joelhos preta e uma espécie de bota, colocou um par de luvas em suas mãos e alguma cotoveleiras. Colocou o colar que agora era amaldiçoado no pesçoco e fez uma tatuagem em forma de chama no braço esquerdo e seguiu em busca de informações sobre o sumiço de sua irmã pela cidade. não mais como soldado ou cidadão, mas sim como traidor e desertor.[/justify][/b]

Obs: Akkin é irmão de Dachi, o personagem do jogador Yoda, devido serem filhos da mesma mãe. Contudo, ambos desconhecem desse fato.

[i]Atributos:[/i]
[i]Força Física:[/i] 2 + 1
[i]Força Mágica:[/i] 2
[i]Velocidade de Ataque: [/i] 3
[i]Velocidade de Movimento: [/i] 3 + 1
[i]Precisão:[/i] 4 + 1
[i]Vitalidade:[/i] 4

[i] Habilidades:[/i]

[b][color=red]Genyii Ryooudan:[/color] Nessa habilidade Akkin emite uma espécie de linha com que ataca a distância, essa linha pode tomar qualquer formato e possui 2 cm de espessura, podendo causar um grande estrago se pegar em cheio. Essa linha é formada pela junção de fogo e vento, deixando o ataque perfurante/cortante e com queimaduras, depende da escolha do usuário. Por necessitar usar o controle dos elementos, e ter um pouco mais de força e resitência para mante-lo além de que é necessario um condutor para o ataque ocorrer (espada), gasta-se 50% de MP para se criar a linha e mais 10% para mantê-la, não podendo alterar sua forma após criada.

[color=red]Espírito Elemental:[/color] Com o treino adquirido na Academia de Magia, Akkin consegue materializar seu espírito elemental para o mundo real. Se trata de um imenso lobo ( porte de um cavalo ) de água. Akkin pode usar o lobo para fazer diversos ataques, mas não consegue combinar os seus já existentes.  Custo de 50 % de MP para invocar e 10 de MP para manter.

[color=red]Genyii Ryooudan II[/color] - Entrando em perfeita sincronia com o poder da espada, Akkin é envolvido por uma aura roxa. As íris de seus olhos também ficam de coloração vermelha e a mudança de humor é repentina se essa técnica for usada. Akkin fica mais agressivo, sério e violento. Tal aura permite dar um bônus para Akkin em +2 em Força, + 2 Velocidade de Movimento, +2 em Velocidade de Ataque e a íris de seus olhos ativam uma habilidade passiva, que permite o usuário ver movimentações de maneira mais devagar, desacelerada, tendo-se mais chance de esquiva e acerto. O gasto é de 30 % de HP e 70 % de MP, por 5 turnos. A cada turno prolongado, se perde mais 10 % de HP e 10 % de MP. Quando a habilidade acabar, Akkin não pode usar a habilidade por 5 turnos e fica extremamente exausto, mal podendo atacar. Se a habilidade for usada ao ponto do HP de Akkin chegar a 10%, Akkin sofre espamos que lhe dão o dobro do bônus normal, mas apenas por um turno, e após isso restalhe 20% HP negativos.[/b]     


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:15 pm, editado 1 vez(es)
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GM Zato

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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 7:36 pm

KougaWolf Lordert
Spoiler:
Código:
[color=white][font=Georgia][b][size=12][/b][/font][font=Georgia][color=white][b]Nome: KougaWolf Lordert
Idade: 20 (Aparenta ter menos, por sua autura)
Sexo: Masculino
Altura: 1,70
Raça: Youkai Lobo
Nível:Exp: 450/1000
L$: 25,00 L$
Profissão:Arrumador na Taberna do macaco Caolho
Salário:450,00 L$ por semana
Aparência: [img]http://1.bp.blogspot.com/-VAx-PgyEbYc/TcVOt5aVrdI/AAAAAAAAABg/Cz4sUm7glNA/s400/Kouga.gif[/img]

[/b][/color][/font][center]
[font=Georgia][size=12][color=white][b]Aparencia: Um jovem com corpo atlético, com alguns músculos nos braços, pernas e um abdômen definido, usa uma “armadura” que por sua parte, é composta por pelos resistentes e algumas placas de metal embutidas no tórax, ante braço, e coxa como mostra na imagem acima, por ci tem uma bainha de couro onde guarda sua Katana , uma espada que só um lado dela corta, Kouga quando fica à-vontade, usa leve camisa branca, e um sobretudo cinza, com uma leve calça de couro, ele nunca usa sandálias, não gosta por que acha muito “anormais”. Possui olhos azuis e cabelos negros amarrados em um rabo de cavalo, sua calda fica por um buraco naquela armaadura, sempre amostra[/b][/color][/size][/font]
[/center]




[font=Georgia][color=white][b]Personalidade:Possui 2 = Uma é quando está feliz, que ele é gentil e outra é quando está com raiva, que ele faz de tudo para proteger seus amigos)
Terra Natal: Calm
História:

1- Apos o acasalamento de dois Youkais, nasce Kouga, um youkai, mas parecido com humano, o seu [/b][/color][/font][url=http://i54.tinypic.com/2llg6y8.jpg][font=Georgia][color=white][b]pai, um youkau coelho [/b][/color][/font][/url][font=Georgia][color=white][b]pensa que a sua [/b][/color][/font][url=http://i47.tinypic.com/6jp087.jpg][font=Georgia][color=white][b]mulhe a mãe de kouga, uma Youkai loba [/b][/color][/font][/url][font=Georgia][color=white][b]o traiu com um Humano, mas nao era verdade, ele abandonou kouga com apenas 2 meses de idade, que na epoca tinha como nome = Koo, um nome escolhido com carinho pelos seus pais, uma ves enquanto um senhor fazendeiro...Elfo, com nome é [/b][/color][/font][url=http://img707.imageshack.us/img707/2694/elfodhantis.jpg][font=Georgia][color=white][b]Nutaia[/b][/color][/font][/url][color=white][font=Georgia][b] passava pela rua,o pegou boiando no riu ColdDreans em Calm, lah, o abrigou em sua casa, onde foi criado como filho e como nome kouga, hoje ele tem 11 anos, e está em busca de seu pai e sua mãe, os que o abadonaram. Ao voltar para a casa, depois de fazer um cooper pela cidade de Calm, ele vê seu pai adotivo no chão sangrando, e morrendo, suas ultimas palavras foram "Balmung...passou pora qui filho....ma..te...o por mim...." assim que ele fala isso seu pai adotivo morreu "PAII!!" assim grita Kouga assim que Nutaia morreu, ele se mudou para o modo raiva, que seus pelos creceram entao do lado de nutaia estava uma Katana (A da imagem) [/b][/font][/color][color=white][font=Georgia][b]log kouga  pegava e guardava em sua bainha ,descobrindo que sua origem de Yokais pois na katana havia palavras escritas em "youkês" que traduzida para o portugues dizia, nos te amamos filho, nunca te esqueceremos meu pequeno youkai lobo. De sua mãe, até hoje procura seus pais e Balmung, com sua vingaça em tua mãos

2 - Kouga então conhece algumas pessoas em Calm, no Vilarejo, onde ajudou uma senhora chamada [/b][/font][/color][url=http://illiweb.com/fa/pbucket.gif?t=1244862724][font=Georgia][color=white][b]Chyo[/b][/color][/font][/url][font=Georgia][color=white][b], a plantar ervas, ele queria ir para Hilydrus, ela como agradecimento o deixou dormir em sua simples casa, por que uma tempestade havia caido sobre aquela noite, no outro dia, ela a deu uma mochila com frutas, agua, e um pacote de chá como suprimentos, a chegada a Hilydrus foi dura, passou por dificuldades, muitas dificuldades. O primeiro ponto onde ele parou em Hilydrus foi em uma das Tabernas mais famosas a do Macaco Caolho, onde está trabalhando como Arrumador, e recebendo o suficiente para se sustentar com comida e outras. a vida dele está passando por dificuldades, pois ainda nao tem sua casa então ele dorme esconmdido no canto da taberna, sem pagar nada (Que safado!) Sua vida atrás de seus pais e balmung, esta ficando cada vez mais dificil.

Atributos:
Força Física: 4 + 1
Força Mágica:2
Velocidade de Ataque:2 +1
Velocidade de Movimento:2 +1
Precisão:2
Vitalidade:2
[/b][/color][/font]

[font=Georgia][color=white][b]Pericias: [/b][/color][/font]

[b][font=Georgia][spoiler] [color=black]Sobrevivencia -Kouga Tem habilidade Em sobreviver em qualquer tipo de terreno[/color][/font][/b]

[color=black][b][font=Georgia]Armeiro - Kouga consegue fazer armas de ataque, de suporte (Machados para cortar madeira, Picareta para Quebrar Pedras, Pá para cavar buracos)[/font][/b]

[b][font=Georgia]Alfabetizado - Kouga Sabe Ler e Escrever[/font][/b]

[b][font=Georgia]Espadashin - Kouga Consegue manuzear facilmente armas leves de uma mao, como katanas e espadas curtas[/font][/b]

[b][font=Georgia]Berseker - Kouga consegue dominar espadas duas mãos facilmente[/font][/b]

[b][font=Georgia]Nadador -kouga consegue nadar e mergulhar, sem nenhum tipo de risco[/font][/b]

[b][font=Georgia]Corredor - Kouga consegue correr e pular por obstaculos facilmente sem se cansar[/font][/b]

[/color][b][font=Georgia][/spoiler][/font][/b][color=white]
[b][font=Georgia]Habilidades:[/font][/b][/color]

[font=Georgia][color=white][bNome: Speed Cut
Nível: 1.
Descrição: Kira desfere um "corte" no ar, fazendo uma pequena rajada cortante em direção ao inimigo
Efeitos: Dano cortante que pode gerar sangramento dependendo da profundidade. Quanto mais próximo, maior os efeitos.
Custos: 25% MP
Duração: Instantânea
Tempo de conjuração: Instantânea
Alcance: 10 metros
Área de Efeito: Amplitude do movimento realizado.[/b][/color][/font]
[font=Georgia][b][/size][/b][/font][/color]

Sabrina Lima/Sassa
Spoiler:
Código:
[center][color=mediumpurple][b]Nome:[/b][/color] Sabrina Lima || Alice
[color=mediumpurple][b]Sexo:[/b][/color] Feminino [color=mediumpurple][b]Idade:[/b][/color] 20
[color=mediumpurple][b]Raça:[/b][/color] humana
[color=mediumpurple][b]Altura:[/b][/color] 1.68 [color=mediumpurple][b]Peso:[/b][/color] 61Kg.[/center]

[b][color=mediumpurple]Aparência:[/color][/b] Cabelos longos, lisos e negros até a metade das costas, pele alva e sem nenhuma marca aparente, seus olhos são verde esmeralda, estatura baixa e de porte físico um pouco magra, mas um pouco forte devido a natureza guerreira dela. (imagem abaixo)

[spoiler][img]http://thelifestream.net/wp-content/uploads/2009/04/tifa-advent-children-complete.jpg[/img][/spoiler]

[color=mediumpurple][b]Personalidade:[/b][/color] Sabrina é uma jovem diferente da maioria, é muito tímida e insegura, as vezes parecendo muito fria para os que não a conhecem, apesar disso é sempre educada e muito calma, não se deixando levar pelas emoções tão facilmente quando se encontra em situações difíceis.

Porem quando sua outra personalidade aparece, Sabrina muda completamente, esta se autodenomina Alice e é exatamente o contrario de Sabrina, é fria, sarcástica e de poucos amigos, se importa apenas com seus próprios interesses e não tem o mínimo valor pela vida alheia, o que faz dela uma assassina sádica e de temperamento muito instável. Quando Alice esta no controle, a mente de Sabrina entra em estado de inconsciência, não se lembrando de nada que fez depois que acorda.


[color=mediumpurple]Nível:[/color] 1
[color=mediumpurple]Exp:[/color] 0/1000
[color=mediumpurple]L$:[/color] 0
[color=mediumpurple]Profissão:[/color] -
[color=mediumpurple]Salário:[/color] 0
[color=mediumpurple]Terra Natal:[/color] Extremo sul, bem depois da ilha de Lodoss.


[center][b][color=mediumpurple]História:[/color][/b]

[size=16][color=mediumpurple]O Passado[/color][/size][/center]

[justify]Sabrina era uma das muitas crianças que moravam no vilarejo de Henley junto de seus pais Lara e Joheim. Moravam ali cerca de 50 famílias apenas, era um local muito tranquilo e aconchegante para se viver, e raramente algo acontecia por aqueles lados devido a distancia com outras cidades.

Sabrina não era como as outras crianças, era muito tímida e reservada, quase não saía de sua casa e tinha poucos amigos com quem brincava de vez em quando, sempre foi muito educada com todos a sua volta e nunca demonstrou nenhum tipo de tendência ou comportamento estranho. Apesar disso, ela era feliz com a vida que tinha, seus pais a amavam muito, tinha seu circulo de amigos, que apesar de não serem muitos, eram os melhores que Sabrina podia ter.

Um dia enquanto seu pai trabalhava fora e sua mãe estava fazendo as tarefas de casa, um dos amigos da família chegou correndo e parecia muito preocupado, avisou a Lara que Sabrina havia surtado e machucado uma das meninas na praça, a mãe desesperada correu para ver o que havia de errado com a filha, chegando lá se deparou com a cena, algumas pessoas em volta e no centro uma menina deitada no chão em posição fetal e chorando, viu também diversas marcas de arranhões e escoriações nas partes expostas do corpo da menina, atrás dela estava Sabrina, mas ela estava diferente do normal, seus olhos vagos e seu rosto não demonstrava nenhum tipo de emoção, nem mesmo arrependimento, como se estivesse fora de si.

Lara rapidamente a tirou dali antes que algo pior acontecesse e a levou para casa, passaram-se os dias e aquilo ficou na mente dos pais de Sabrina, porem a garota insistia em dizer que não lembrava de absolutamente nada, e sempre chorava quando era tocado no assunto. Após uma semana de muita conversa, o pai de Sabrina acabou perdendo a paciência com a filha, deixando-a de castigo por estar se “recusando” a dizer a verdade.

 Sabrina passou dias confinada ao seu quarto, saía de lá apenas para fazer suas necessidades, suas refeições eram levadas por sua mãe, Lara, que tentava de toda maneira convence-la a falar o que havia acontecido, mas a cada dia que passava, Sabrina ficava mais distante, falava menos, demonstrava menos emoção.

Lara sabia que havia algo errado com Sabrina, porem não a impediu, achou que uma hora ou outra Sabrina diria algo, e que aquilo era apenas arrependimento por estar escondendo a verdade. Passou quase um mês até que numa noite, as coisas começaram a mudar, enquanto os pais de Sabrina dormiam, puderam ouvir um grito de pavor, vinha do quarto de sua filha, foram correndo para olhar, entrando no quarto da filha, a menina estava deitada na cama se contorcendo de olhos fechados, como se estivesse tendo um terrível pesadelo, os pais de Sabrina rapidamente a acordaram para saber o que havia de errado, mas assim que Sabrina abriu os olhos, ela voltou ao seu estado de antes, sua expressão ficou séria e ela insistia dizendo que não lembrava de nada.

Após esse episodio os pais de Sabrina procuraram ajuda de vários tipos, porem sem resposta, nada fazia com que a menina voltasse ao normal. Seus pais ficavam cada vez mais preocupados com o estado atual da menina e não faziam a menor ideia do que estava acontecendo. Sabrina por sua vez continuou a ter seus pesadelos ainda com mais frequência que antes.


[center][size=16][color=mediumpurple]O massacre[/color][/size][/center]


Uma noite, enquanto dormia, Sabrina ouviu dentro de sua cabeça uma voz, um sussurro quase inaudível no inicio, porem que foi aumentado gradativamente, até que ela entendeu o que a voz dizia.

[color=mediumpurple] - Sabrina... Sabrina... Deixe-me sair... Deixe-me sair... Sabrina...[/color]

A menina se encolheu em sua cama muito assustada, pela primeira vez em quase dois meses sua face demonstrava algum sentimento, era o medo. A voz continuava sussurrando, Sabrina tapou os ouvidos e fechou os olhos na tentativa de que cessasse, porem foi em vão, assim que ela fechou os olhos, imagens atordoantes vieram em sua mente, imagens que a deixavam perturbada, confundiam sua cabeça, Sabrina começou a gritar e chorar desesperadamente, seus pais acordaram de imediato e foram até o quarto acudir a filha, pensando que ela estava tendo mais um pesadelo, mas quando chegaram ela já havia cessado o choro. Ela estava agora sentada em sua cama com a cabeça baixa e seus cabelos cobrindo o rosto, suas mãos fechadas sobre as cobertas que iam até sua cintura. Lara e seu marido estacaram no mesmo instante em que viram.

Sabrina não respondia aos chamados de seus pais, eles foram se aproximando devagar da menina até chegar à cabeceira da cama, Lara tenta se aproximar mais e por a mão em Sabrina, mas num movimento muito rápido Sabrina repele a mão de sua mãe, ela gira lentamente a cabeça e olha bem nos olhos de Lara e de seu pai, que se apavoram. Sabrina retira as cobertas e senta na cama com as pernas para fora, então se levanta lentamente, da alguns passos na direção de seus pais, com a cabeça meio abaixada, porem seus olhos agora encarando os de sua mãe, instintivamente eles começam a se afastar com medo, até que Sabrina para pouco antes de chegar à porta, ela esboça um sorriso maligno e então tudo escurece. Ouvem-se muitos gritos, pessoas correndo desesperadamente, e então de repente silêncio, um vazio que se prolonga por horas.


[center][size=16][color=mediumpurple]A longa jornada[/color][/size][/center]


Sabrina foi encontrada no meio da estrada próxima a entrada de Henley, ao verem o que havia acontecido com o vilarejo eles ficaram pasmos e trataram de levar a menina para a cidade mais próxima. Lá eles a levaram a um médico que tratou da menina até que ela se recuperasse completamente. Eles então contam o que aconteceu a Sabrina, algo parecia ter atacado a vila e todos sem exceção foram mortos, Sabrina fora a única sobrevivente de um terrível massacre.

Sabrina infelizmente não consegue lembrar de quase nada que aconteceu aquela noite, apenas de ter ouvido uma voz sussurrando em sua mente. Ela entrou em depressão durante vários dias, foi levada a um orfanato local, onde ficou durante meses. Ela não falava com nenhuma criança, e não saía do quarto. Então numa noite, novamente Sabrina ouve a voz em sua cabeça, ela sabia que não podia deixar aquilo afeta-la novamente, de alguma forma ela sabia que aquela voz tinha a ver com o incidente no vilarejo, então Sabrina decidi fugir do orfanato e seguir seu caminho sozinha, antes que algo ruim acontecesse novamente.

Após isso, Sabrina acorda já de manha, deitada num banco num lugar que mais parecia ser uma grande igreja. Sabrina não fazia ideia de onde estava e de como havia chegado ali, porem sabia que não podia ficar muito tempo. Ela então se levanta e sai pela porta principal, anda mais um pouco pelas ruas da cidade desconhecida, muitas pessoas a olham com expressões de duvida e estranheza, alguns a olham com desprezo, como se fosse uma pobre moradora de rua e naquela momenta era essa sua realidade, usando ainda as roupas que estava quando saiu do orfanato, roupas velhas doadas e agora encardidas.

Sabrina tenta, mas ela só consegue lembrar-se de poucas coisas, como a voz em sua mente, seus pais preocupados e também os gritos de desespero de muita gente. Sabrina buscou de toda forma saber o que era aquilo, até que alguns anos depois, a voz em sua mente manifestou-se novamente, mas dessa vez não mais como um sussurro, mas sim como algo concreto como se uma pessoa falasse com ela.

A voz se autodenominava Alice e dizia ser o espirito de uma antiga bruxa amaldiçoada, que havia retornado para encontrar alguém com potencial suficiente para poder se fortalecer novamente. Sabrina por muito tempo tentou livrar-se de Alice, mas foi em vão, nada que Sabrina fizesse dava certo e após algum tempo sem que nada acontecesse, Sabrina percebeu que nao só Alice, mas ela tambem ficava mais poderosa a medida que o tempo passava, sendo assim ela decidiu que trabalharia agora ao lado de Alice.


[center][size=16][color=mediumpurple]Quatro anos depois[/color][/size][/center]


Passados os anos, Sabrina já adolescente tornou-se uma viajante, fadada a carregar consigo o fardo de ter sido em parte responsável pela morte de todos que conhecia, ela acabou aceitando tudo aquilo e mudando completamente, ela agora já não era mais a mesma pessoa, era fria e calada com as pessoas e sempre que podia escondia tudo sobre si e seu passado. Sabrina também sabe dos perigos de ter um lado seu totalmente descontrolada e por isso não passa mais de um mês em um determinado lugar.

Durante suas viagens ela aprendeu muitas coisas como a lutar e se defender e entre todo esse conhecimento, Sabrina descobriu que tinha grande aptidão para magia e com a ajuda de sua outra personalidade tornou-se uma espécie de feiticeira especialista em lidar com a mente, tanto de outras pessoas, como a sua própria e agora ambas trabalham juntas para se tornarem cada vez mais fortes em suas habilidades.[/justify]

[b][color=mediumpurple]Atributos:[/color][/b]

[color=mediumpurple]F. Física:[/color] 2
[color=mediumpurple]F. Mágica:[/color] 4+1
[color=mediumpurple]Vel. Ataque:[/color] 2
[color=mediumpurple]Vel. Movimento:[/color] 3
[color=mediumpurple]Precisão:[/color] 1+1
[color=mediumpurple]Vitalidade:[/color] 2+1

[b][color=mediumpurple]Habilidades:[/color][/b]

[b][color=mediumpurple]Unreal World:[/color][/b] Sabrina concentra sua magia nos olhos e depois emite essa energia na forma de uma distorção que meche diretamente com os sentidos do oponente, principalmente a visão, qualquer um que olhar diretamente para os olhos de Sabrina é pego numa espécie de ilusão que imita a realidade até em seus mínimos detalhes, a mudança de realidade para ilusão é tão sutil que é quase imperceptível e a partir do momento em que for feita a ilusão Sabrina pode alterar qualquer coisa no cenário atual, desde objetos, fazendo-os sumir, mudarem de lugar. Até ela mesma, podendo ficar invisível, criar cópias de si mesma para confundir o inimigo.

A efetividade da ilusão será maior em alvos não mágicos, ou seja, para cada ponto de magia que o alvo tiver a menos que Sabrina, mais tempo ficará sob efeito da ilusão e mais realista ela será. A duração da ilusão será o valor de pontos em magia de Sabrina, caso o alvo possua menos que ela. Caso os valores sejam iguais, a duração será o n° de pontos -2 e para o caso de possuir menos pontos que o alvo, será diminuído -1 turno de duração para cada ponto de diferença(além dos -2 iniciais).

Tudo que for modificado pela habilidade são apenas imagens, ataques ou objetos podem atravessa-las normalmente e as imagens não causam dano algum, porem isto não impede a ilusão de continuar existindo. Além disso, essa habilidade também afeta os outros sentidos, como olfato e audição, tornando a ilusão ainda mais real.

A habilidade precisa de 1 turno para ser ativada e neste turno o oponente deve estar olhando diretamente nos olhos de Sabrina, após esse turno a ilusão começa e tudo que esteja no campo de visão de Sabrina pode ser alterado conforme o desejo dela.

[b][color=mediumpurple]Duração:[/color][/b] A duração da ilusão será o valor de pontos em magia de Sabrina, caso o alvo possua menos que ela. Caso os valores sejam iguais, a duração será o n° de pontos -2 e para o caso de possuir menos pontos que o alvo, será diminuído -1 turno de duração para cada ponto de diferença(além dos -2 iniciais).

[b][color=mediumpurple]Efeito:[/color][/b] Cria uma distorção em volta de Sabrina transformando a realidade em ilusão, podendo modificar a forma como são vistos objetos ou pessoas livremente dentro daquela área.

[b][color=mediumpurple]Obs.:[/color][/b] A habilidade pode ser refletida através de espelhos ou qualquer superfície capaz de refletir os olhos de Sabrina (água, pedras polidas, etc).

Knock
Spoiler:
Código:
    [b]Nome:[/b] Knock
    [b]Idade:[/b] 6 anos.
    [b]Sexo:[/b] Masculino
    [b]Altura:[/b] 1,90
    [b]Raça:[/b] Golem (Luz)
    [b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] 350/1000
    [b]L$:[/b] 250
    [b]Profissão:[/b] -x-
    [b]Salário:[/b] -x-

    [b]Aparência:[/b]

Sua verdadeira aparência é raramente mostrada, devido seu corpo brilhar tão forte por causa da luz. Mas quando admite sua forma humana, tem a coloração de pele branca, cabelos pretos curtos, até o pescoço, lisos. É forte e musculoso. Veste sempre sua armadura prateada bem adornada. Seus olhos na forma humana não existem, no lugar do globo ocular, apenas um brilho branco e levemente intenso é emanado, mostrando sua origem Golem. Em sua bainha, leva a espada da batalha. Knock é ambidestro.

    [b]Personalidade:[/b]

Calmo, sociável. Não costuma falar muito e é muito introspectivo. Hábil lutador, não gosta de mostrar suas habilidades sem necessidade, apenas quando realmente necessário. Fiel e honesto em praticamente todas as ocasiões, uma vez que fora educado de tal forma por seu "pai", entretanto, é sempre alerta a tudo a que acontecesse ao seu redor, não depositando sua total confiança em qualquer ser.

    [b]Terra Natal:[/b] Continente Shane

    [b]História:[/b]

[justify]Esta é a história de um Golem, criado para defender um grupo de aldeias de ataques constantes realizados por criaturas malignas. Que descobriu a verdade sobre sua missão e fez o que era certo. E após completá-la tornou-se um fugitivo.

Havia cinco aldeias, fora de Lodoss, as quais viviam sob opressão de vários seres malignos, todos os que se pode imaginar, que atacavam as aldeias aparentemente sem motivo algum, porém, em cada uma dessas aldeias morava um mago, os quais sabiam que o verdadeiro motivo dos ataques eram eles mesmos. Um dia, cansados de verem as pessoas de seus respectivos povos sofrerem e também cansados de se esconderem, se reuniram escondidos para encontrar uma solução definitiva para tal problema. Depois de muito pensarem, debaterem, discutirem, acharam uma solução, a qual fora eleita por todos. A solução era criar um Golem o qual fosse capaz de acabar com a tormenta.

 Passaram-se três anos, anos de muita desgraça para o povo e de muito planejamento para os magos, nesses anos procuraram as maneiras mais adequadas de por em prática o que estava em mente, eles buscaram todos os recursos possíveis, incluindo alguns aliados como foi o caso do povo élfico e dos anões os quais por estarem entre as aldeias e os opressores, também sofriam. Buscaram assim, as magias, citações e outras coisas mais puras a fim de criar o golem mais puro de todos, um golem de luz.

Em troca de proteção os aliados resolveram contribuir com a criação do golem, os anões contribuíram com o melhor metal de acordo com que seu conhecimento, e as especificações dos magos, e os elfos com a armadura, utilizando os melhores ferreiros seguindo as especificações dos magos e após esse tempo, os magos decidiram fazer a magia que o faria nascer.

Sucedeu-se que em um dia de verão ao meio dia, os magos e os aliados se reuniram no lugar mais ensolarado, colocaram a armadura no centro de um circulo feito por eles com cinco tipos de inscrições diferentes, correspondentes a cada mago. E eis que após cada mago citar as magias, uma forte luz invadiu o local, a armadura se levantou, e quem estava ali presente pode sentir como se todos os problemas já estivessem resolvidos e uma paz se estabeleceu naquele lugar. Assim deu-se origem ao Golem de luz, foi dado a ele o nome de Knock, que são as iniciais de cada mago envolvido na criação dele e o explicaram o motivo da sua criação. Porém, ainda não estava tudo certo, ainda faltava treinamento com lutas com e sem armas e desenvolver sua técnica para obter o sucesso tão esperado.

Mais três anos se passaram, anos de treino intensivo com os elfos, com os anões e com os humanos sendo um em especial, o mago Kytan o qual era como um pai para Knock e o ensinou as coisas básicas para se viver, como ler e escrever e alguns conselhos. Após esse tempo Knock estava pronto e logo foi apresentado a todos os que o esperavam. Alguns ficaram descrentes e iriam logo saber se ele era mesmo capaz de cumprir a missão.

Knock aprendeu a sentir o nível dos poderes dos adversários, a lutar com e sem espadas, a andar silenciosamente, e as estratégias daqueles inimigos (o que era fundamental naquela hora).  Ao chegar perto da “hora h” Knock foi equipado com uma espada forjada pelos elfos e com um escudo forjado pelo mago Kytan e foi para a batalha. O Golem media 1.90 e a armadura possuía duas partes, uma interna e outra externa. A parte interna era feita com metal entrelaçado que imitava as escamas de dragão, a qual é muito resistente.  A parte externa foi feita com um segredo élfico, o qual, além de leve era igualmente resistente a interna e nas mãos possuía garras de prata purificada caso fosse desarmado em batalha.

 Já chegadas à hora aproximada em que os ataques costumavam se iniciar, Knock foi ao local planejado, o Golem estava confiante segundo o treinamento que havia recebido e não expressava medo nem temor, porém não era tolo de subestimar, nem superestimar o adversário. Não demorou muito e começou a ouvir vários rangidos e ruídos estranhos que indicavam claramente que o inimigo se aproximava, então sacou a espada e preparou o escudo e quando os monstros se revelaram o golem correu em linha reta a fim de alcançar o ser mais forte que ali estava (pois seu poder consistia em absorver o poder do adversário e usá-lo) segundo as estratégias que havia memorizado ao chegar perto da primeira linha de “soldados” se fez brilhar como na primeira vez (quando surgiu), o que fez com que abrissem a guarda e conseguisse alcançar o ser que esperava e como não esperavam alguém que os confrontasse, o ser foi pego de surpresa e com o poder dele Knock realizar a façanha, e com aquele poder ele lutou e venceu metade daquele exercito. Depois ele seguiu o restante do grupo. Depois de muito andar deparou-se com um castelo destruído e espantou-se com aquele cenário de morte e parecia que a alegria não ousava passar por ali, Knock decidiu entrar naquele castelo e falar com o rei ou administrador do lugar e foi ao encontro do mesmo.

Ao se aproximar do castelo encontrou dois guardas e disse-lhes que queria falar com o rei, assim sem nem contestar o levaram a presença dele e se aproximando do que seria a sala do rei viu sentado em um trono velho e sem vida, um homem que, se sabia que era rei, porém não usava coroa, o rei o permitiu entrar e dirigir-lhe a palavra, então Knock explicou a situação toda ao rei e esse por sua vez explicou a ele que fora enganado, na realidade quatro magos daquela região roubaram uma pedra mágica daquele reino e assim a vida se fora dali e acarretara uma maldição sobre aquele lugar,porém, o golen rebateu dizendo que eram cinco magos, então falou os nomes dos magos para que talvez se lembrasse, então o rei revelou que o mago Kytan não participara do ocorrido, então, como de reflexo olhou para o escudo e viu que ali havia uma pedra e imediatamente mostrou a pedra ao rei o qual ao vê La pode alegrar-se novamente, então Knock ligou tudo e julgou a história verídica, então deu a pedra para o rei e ao retirar-se dali sentiu que a pedra havia restaurado a vida naquele lugar.

Ao chegar perto da aldeia ele levou um golpe pelas costas e desmaiou. Mais tarde acordou e deparou-se com o mago Kytan a sua frente e ele o explicou que deveria partir para a ilha de Lodoss, pois os outros magos haviam planejado matá-lo pela possível “rebelião” do golem. Kytan o colocou em um barco para a ilha e só deu a ele um conselho e lhe fez um pedido que foi para ele se cuidar e o deu a espada da batalha. O pedido fora: Achar a pedra gêmea da que fora roubada, com o intuito de restaurar o equilíbrio e a união de sua aldeia. O golem entendeu a situação e partiu, chegando à Ilha de Lodoss, fugitivo de sua terra natal, esperando completar seu objetivo. [/justify]

    Atributos:

    [b]Força Física:[/b] 3
    [b]Força Mágica:[/b] 1 + [1]
    [b]Velocidade de Ataque:[/b] 3 + [1]
    [b]Velocidade de Movimento:[/b] 2 + [1]
    [b]Precisão:[/b] 2
    [b]Vitalidade:[/b] 3

    [b]Habilidades:[/b]

O usuário desta habilidade consegue roubar a habilidade de seu adversário, passando-a para si à partir de um único e certeiro toque em sua pele, não importando de que ela seja feita. Por cima de roupas não funciona.

Em um nível mais alto, Knock consegue roubar todas as habilidades do adversário. No nível 1 o golem apenas consegue roubar uma das habilidades do indivíduo, subindo o número à cada level.

Custo: 50% de MP por tentativa. Se não conseguir êxito o MP é dispersado. Porém, se conseguir, permanece com a habilidade do oponente por 4 turnos. Quando rouba a habilidade, causa instântaneamente - por 1 turno - fraqueza em seu oponente, lhe retirando -1 em Precisão. Se caso a habilidade do oponente conceder bônus em atributos, tal bônus também será concedido a Knock, assim como todas as vantagens e desvantagens da habilidade roubada. [Enviada para Avaliação]

Obs: Pontos bônus de atributos devidamente colocados, sendo que foram enviados pelo GM Akira.

Dachi/Yoda
Spoiler:
Código:
[color=green]Nome[/color] : Dachi
[color=green]Idade[/color] : 17
[color=green]Sexo[/color]: Masculino
[color=green]Altura[/color]: 1,80
[color=green]Raça[/color]: meio-dragão
[color=green]Nível[/color]:1
[color=green]Exp[/color]: x/1000
[color=green]L$[/color]:200,00
[color=green]Profissão[/color]:a procura
[color=green]Salário[/color]:0

[color=green]Aparência[/color]: Corpo atletico, cabelos pretos até os ombro, um pouco liso, pele meio clara,usando roupas vermelhas, faixas brancas nos braços,debaixo da manga, escondendo as partes de dragões, olhos acinzentados.

[color=green]Personalidade[/color]: Alem de ser muito calmo e um pouco paciente, é um ser brincalhão normalmente, mas serio e sanguinário em batalha (nem todas as vezes); preocupado com suas amizades, novas e velhas; tem o orgulho baixo por achar todos os seres iguais, o que o tornar um dos seres menos preconceituosos que existe; gentileza é algo bastante comum a ele, até que se prove o contrario; mostra-se desatento, mas para tirar a atenção das pessoas que estão de olho nele. Mesmo com todo o ocorrido, tenta não guardar rancor dos que tiraram sua família, pois percebe que não levara a nada.

[color=green]Terra Natal[/color]:Hilydrus

[color=green]História[/color]:

Seu pai Ravner, era um estudioso que tinha seus trabalhos primários entre as cidades de Takaras, Hirt, Hilydrus e por ultimo a península de Ruff, onde decide morar por um tempo. Ao passar um ano ao lado dos humanos, acredita ter sentido algo por uma maga nova na cidade, que segundo informações, acabou vindo fugida de Hilydrus. A moça era novata no quisito mágico e se chamava Elizabeth.

Contudo, um grupo nacionalista na cidade de Ruff, querendo preservar a “pureza” da população, descobrindo que Elizabeth não era da cidade, decidem assassiná-la. Sabendo da trama, Ravner consegue chegar a tempo e impedir tal ato, matando todos os assassinos radicais, e tempos depois se casando com Elizabeth. Depois de 14 anos na Península de Ruff, Elizabeth engravida, e eles decidem se mudar para Hilydrus. Após o nascimento de Dachi, seu pai dragão Ravner, para proteger Dachi, o distanciou um pouco da sociedade, para não haver preconceito.

 Por passar a maior parte do tempo longe da cidade, Ravner ensina Dachi a se proteger. Até que algum momento Dachi demonstra ter herdado a habilidade de seu pai de controlar a terra. Ravner e Elizabeth começam a ensinar Dachi a controlar seu poder. Em um dia de treinamento, Dachi e seus pais foram surpreendidos por 4 dúzias de anões. Por terem invadido suas terras, Ravner e Elizabeth, uniram-se para proteger Dachi. Ravner rapidamente se transformou em dragão, atacando o chão para afastar os anões enquanto Elizabeth tentava fazer um muro de terra.

Contudo, antes que a magia se completasse, os anões destruíram o muro e começaram a atacá-la. Em uma dura e demorada batalha, todos exaustos, Elizabeth e Ravner feridos, com alguns anões mortos, Elizabeth achando que a vitoria já estava certa para ela e Ravner, acaba por se enganar. A dupla é surpreendida novamente por um pequeno grupo de anões que tiram a esperança do casal. Quando eles voltam a lutar, Elizabeth se distrai por um instante para ver se Dachi está bem.

Nesse momento, um anão se aproveita da oportunidade e apunha-la Elizabeth, acabando por matá-la. Ravner, por ter visto sua mulher morrer se enfurece, atacando-os loucamente, porém, por estar muito cansado, os anões o imobilizam e o capturam, levando-o para suas terras. Apos alguns anos Dachi vive em Hilydrus, levando sua vida em paz, mas procurando informações sobre onde poderia localizar os anões e libertar seu pai.

Obs: Dachi é irmão de Akkin, o personagem do jogador Kronos Hiily, devido serem filhos da mesma mãe. Contudo, ambos desconhecem desse fato.

[color=green]Atributos[/color]:
[color=green]Força Física[/color]: 3 +2
[color=green]Força Mágica[/color]: 2
[color=green]Velocidade de Ataque[/color]: 2
[color=green]Velocidade de Movimento[/color]: 3
[color=green]Precisão[/color]: 2
[color=green]Vitalidade[/color]: 2  +1

[color=green]Habilidades[/color]:
 Como os seus braços o seu poder de controlar a terra foi herdado de seu pai e ensinado pelos 2 a controlar o seu poder. Gasta muito por não saber usar muito bem, da formas a terra, espada, adaga, copo,armaduras, etc... mais ataca a longa distancia fazendo uma representação de um braço de terra saindo do chão. Mesmo atacando a qualquer distancia, gosta mais de uma luta corpo-a-corpo pois gosta de ver o sangue inimigo em sua espada.
 
Custo: 30% de MP para criar uma arma de terra, rígida, que dura 4 turnos. 50%MP para criar uma armadura pro corpo todo, que dura 4 turnos.


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:16 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 7:39 pm

Kaien Saller
Spoiler:
Código:
[center][color=blue][b]Nome:[/b]Kaien Saller
[b]Idade:[/b]19
[b]Sexo:[/b]Masculino
[b]Altura:[/b]1,86
[b]Raça:[/b]Hanyou
[b]Nível:[/b]1[b]Exp:[/b] 350/1000
[b]L$:[/b]0
[b]Profissão:[/b]Nula
[b]Salário:[/b]---x---
[b]Aparência:[/b](Na foto)
[b]Personalidade:[/b]Normal, brincalhão
[b]Terra Natal:[/b]Fora de lodoss.
[b]Historia:[/b]
Nascido Fora de Lodoss, num continente pobre, onde guerras entre raças eram constantes, o pais era rico em armas e ouro, porém o rei do pais fazia com que tudo oque viesse de fora e de dentro fosse para ele. e nada para o povo, as guerras dos paises em volta da cidade faziam com que a cidade virasse um campo de batalha.
Humanos, Elfos, Anões e Vampiros = Truques, Conspirações, falsidade e miséria.
Kaien não conheceu o pai, viveu com a mãe até os 7 anos até ela ser assasinada.. ladrões assasinaram ela e depois roubaram a casa , Kaien Fugiu. Conheceu uma familia rica que cuidou dele até os 16. Kaien todo o dia treinava esgrima e outras coisas. Kaien tinha uma velocidade anormal. Certo dia Kaien e a familia foram pescar . Nesse dia uma tempestade começou, o mar estava agitado, e virou. Kaien não se lembrava de mais nada so de acordar em uma floresta numa cabana com uma fogueira acesa. quando foi para a cidade perguntar onde estava disseram que era Lodoss. Historias em livros de sua cidade falavam sobre uma lenda que existia uma ilha chamada Lodoss.
[Vou adicionar umas coisas mais pra frente. ]
 



Atributos:
[b]Força Física:[/b]2 [b]+1[/b]
[b]Força Mágica:[/b]2
[b]Velocidade de Ataque:[/b]2
[b]Velocidade de Movimento:[/b]4 [b]+1[/b]
[b]Precisão:[/b] 2 [b]+1[/b]
[b]Vitalidade:[/b] 2[/color]

[b]Habillidade:[/b]Nome: Demon Skin
Nível: 1.
Descrição: Kaien é automaticamente dominado por uma insanidade e loucura, seus olhos ficam totalmente brancos e sua pele cria uma camada extra preta, parece um tipo de pedra que vai até seus olhos. Seus cabelos vermelhos se tornam pretos.
Efeitos: Kaien recebe dois pontos em Vitalidade e um ponto em Força Física. Conforme Kaien perder pontos em HP, sua fúria e insanidade serão mais descontroladas. Á partir de 70% de HP Kaien já não possui consciência de seus atos agindo puramente por instintos e atacando tudo que julgar ameaçador.
Custos: 80% de MP
Duração: 1 turno
Tempo de conjuração: Se encerra quando o personagem decidir, ou em caso de perda da consciência, somente quando se sentir fora de perigo.
Alcance: -
Área de Efeito: -
[/center]

Kiryu/Letarius
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Kiryu
[b]Idade:[/b] 18 anos
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,78m
[b]Raça:[/b] Meio-Dragão
[b]Nível:[/b] 3 [b]Exp:[/b] 590/1000
[b]L$:[/b] 250,00 L$
[b]Profissão:[/b]
[b]Salário:[/b]
[b]Aparência:[/b] Kiryu lembra um jovem proximo dos 18 anos, com pele clara, cabelos brancos, olhos vermelhos, diversas tatuagens ao longo do corpo vermelhas, um bom físico tendo seu 1,78m de altura e pesando ridiculos 66kg. Seus braços e pernas são membros draconicos, de seu cutuvelo até a ponta de seus dedos é coberta por escamas vermelhas que formam algo parecido com um bracelete, enquanto em suas pernas do joelho até a ponta dos pés é coberto pelo mesmo tipo de escamas porém mais lisas e com aspecto muito mais reptiliano, seus dedos são garras afiadas e embora seu pé só possua 3 dedos frontais possui um dedo para trás. Espinhos saem de suas costas junto de um par de azas com membranas negras com a parte de baixo levemente rasgadas com três garras ao invez de apenas uma como na maioria dos dragões. Tem uma longa e lisa cauda reptiliana prensiu seus dentes são todos afiados com excessão do molar e um par de chifres curvados na cabeça. Sua indumentaria inclu apenas uma calça rasgada proxima aos joelhos e uma jaqueta rasgada e aberta, seus rasgos ficam principalmente nas costas onde saem suas azas.
[b]Personalidade:[/b] Kiryu é um jovem descendente de dragão que abraçou muito mais a sua parte draconica que a humana, considera a si mesmo como um dragão preso em forma humanoide. É orgulhoso e um pouco arrogânte, confiante e muito prepotente, embora parece um individuo dificil de lidar, ainda é humano e sempre age com bons intuitos, ajudaria qualquer um desde que peça, é sincero e justo em tudo que faz e tem dificuldade de acreditar em humanos.
[b]Terras Natal:[/b] Takaras
[b]História:[/b] Desde que se entende por gente Kiryu era mais proximo de um dragão do que um humano, viveu nas montanhas fugindo de monstros até conseguir ir até um vilarejo humano, lá foi caçado como demonio e quase morto, conseguindo escapar mais previamente. Desde então não confiaria mais em humano algum, fugiu daquela terra amaldiçoada e conseguiu abrigo numa floresta relativamente tranquila onde viveu maior parte da infância, se alimentando de carne crua e água do lago onde os animais bebiam. Conforme cresceu aprendeu sozinho como se defender e expulsar intrusos a ponto de criar uma pequeno rumor sobre um demonio viver na floresta e assassinar pessoas perdidas nela. Não demorou muito tempo para Kiryu sair da floresta quando soldados começaram a vasculhar procurando o dito demonio, foi quando finalmente chegou a Hirt, Kiryu logo causou problemas se alimentando de animais de criação e posteriormente começou a ser visto proximo dos ranchos de dragões, foi nesse momento que Kiryu passou a viver proximo a humanos. Embora não seja um ser "bem vindo" nenhum morador do local tem tido problemas diretos com o jovem meio-dragão. Pouco sabem sobre ele e pouco ele mesmo prefere não conversar com os humanos porém existe no local um meio-centauro que lhe ajuda bastante e lhe ensinou a falar, ler e escrever recentemente, escolheu o nome Kiryu para si, apenas para poder se chamar de alguma coisa além de meio-dragão.
[b]1º Aventura[/b]
Kiryu iniciou uma jornada em busca de "diversão" sua viagem o conduziu pela estrada até ser desviado pelo pedido de uma garota pequena que perderá seu bichinho, após uma noite de buscas a luz do luar revela a verdadeira face da garota, uma assassina monstruosa que manipula os mortos, após uma batalha dificil devido a grande velocidade da garota que causou o incendio de grande parte da floresta, a menina foge, cansado e ferido da batalha Kiryu segue um novo caminho pelo lago forsaken até encontra uma jovem chamada Shaorin, ela se revela diferente da primeira que o atacou e o ajuda a tratar seus ferimentos mais da mesma forma que a primeira a noite revela um traço diferencial nela ao qual Kiryu não sabia explicar. Depois de uma conversa ambos se entendem e finalmente se separam, ainda no lago forsaken Kiryu encontra uma casa com diversos cultistas ou dançarinos bebados, morreram antes de Kiryu descobrir a realidade, mais não morreram por suas garras e sim pelas garras de um terrivel dragão chamado Simmon embora só soube desse nome mais a frente em sua jornada. Simmon o mandou em uma busca por 4 ingredientes para uma suposta poção para eliminar todos os humanos, Kiryu acredita na vontade dele mais teme que seja algo pior. Kiryu saiu em sua jornada começando pela floresta endless lá ele iniciou sua busca e encontrou sem dificuldade um grupo se centauros os mesmos o ameaçaram a inicio mais logo Kiryu conseguiu mostrar que estava lá por motivos pacificos, após uma negociação mal planejada talvez, Kiryu concordou em resgatar a princesa centaura capturada de um dragão que vivia num lago, armado com uma espada dos centauros que sabia que não usaria, foi até o lago passando por um trecho de floresta viva e se encontrando com a estranha figura chamada de Koran ao qual Kiryu reconheceu como sendo uma lagartixa, embora o yokai lagarto seja mais correto. Koran e Kiryu se encontraram com o grande dragão do lago, seu tamanho e majestade deixaram Kiryu fascinado e temeroso, era um dragão mais nobre que Simmon e certamente em seu ponto de vista mais poderoso, num misto de respeito e temor, Kiryu tentou negociar com o dragão e descobriu que pode tirar boas informações do mesmo embora tenha simpatizado demais com o dragão não perguntou seu nome, não por ter esquecido mais por querer ser digno de perguntar no momento em que sua força fosse equivalente ao mesmo. Koran que fora resgatar a princesa no fundo do lago com a permissão do dragão retorna após algum tempo depois do fim da conversa, a principio a princesa reagiu mal a Kiryu o que não era de se estranha uma vez que fora raptada por um dragão, Kiryu por sua vez era neutro a esse tipo de atitude, uma conversa rápida foi o bastante para que a princesa o entrega-se o cajado do centauro. Uma das peças que precisava obter para Simmon. Se despedindo dos dois pois não queria gloria ou fama, apenas cumprir sua missão, Kiryu seguiu ao caminho indicado pelo dragão para alcançar a orquídea negra. Em suas jornada encontrou uma pequena elfa, ela parecia perdida, Kiryu então mais uma vez se ofereceu para ajudar embora estivesse com o pé atrás a todo instante pela experiência na floresta próxima ao lago forsaken. Depois de algum tempo de viagem a pequena elfa foi tornado-se maior e maior, mais eles não estavam sozinhos, em algum lugar alguem conspirava contra Kiryu, ordenou ao jovem guerreiro Eragon caçar e eliminar Kiryu sem perguntas, Kiryu que não havia causado nenhum mal aos humanos por muitos anos não entendia o motivo do ataque e imaginou ter partido de Simmon sabendo que Kiryu não mais estava inclinado a ajuda-lo realmente, após algumas poucas pancadas leves sem ferimentos reais para qualquer dos lados, Kiryu conseguiu com ajuda da elfa chamada Kamila convencer Eragon de sua inocência, um acordo foi feito, Kiryu se ofereceu a ir até onde estava o empregador de Eragon sem resistência, mais apenas após reunir todos os itens que estava a procura, Eragon por sua vez aceitou e iria com ele, durante o fim do anoitecer da jornada, o pequeno grupo é atacado por lobisomens, a batalha se mostra ardua quando um lobisomem maior e mais velho se revela inteligente mesmo em sua forma de monstruosa, Kiryu após alguns ferimentos consegue eliminar um dos lobisomens, a elfa tomou a atenção do maior o que causou um ataque muito mais violento, Kiryu tentou ajudar mais apenas estava causando pequenos ferimentos, foi quando finalmente o lobisomem se encontrou numa posição favoravel, Kiryu estava longe e ferido na perna incapaz de mover-se adequadamente, a elfa caida proxima as suas presas, num ataque veloz o lobisomem saltou contra a elfa, num ultimo esforço desesperado Kiryu puxou de dentro de suas entranhas o poder verdadeiro de sua herança dracônica o sopro do dragão, no caso de Kiryu um sopro de fogo que fora capaz de queimar a criatura por completo, Eragon embora tenha tido dificuldade contra seu oponente conseguiu se livrar dele sem maiores complicações, devido ao esforço de Kiryu logo após o sopro de fogo ele perdeu a razão despertando mais tarde.
Após uma conversa amistosa ao fim a noite, Kiryu descobriu que poderia soprar fogo, era questão de pratica dali para frente. Kiryu também despertou o interesse e a confiança da elfa, no dia seguinte Kiryu encontrou a flor e pegou a gota de necta que dela escorrerá, uma gota de necta conferia pela flor e não tomada, de acordo com Kamila a flor só entregava a seu nectar a pessoas de bom coração, isso fez com que Kiryu decide-se eliminar Simmon e a ameaça que ele representava a deixar que fizesse o que desejava, porém ele sabia que Simmon havia conseguido os itens uma vez, então precisava ter certaza que as habilidades que estava desenvolvendo fosse capaz de rivalizar com as de Simmon ou apenas estaria levando alguns itens para ele. Após uma despedida de Eragon e Kamila, Kiryu toma vôo em direção a Calm em busca dos 2 ultimos itens de sua lista, com o coração pesado por não poder ficar mais lá e desejando retornar para reencontra todas as pessoas que conheceu na floresta. Talvez cria-se um "toca" naquela floresta no futuro.
Depois das aventuras de Kiryu na Floresta Endless, Kiryu partiu para as Montanhas de Neve Eterna, o local gelado se provou um desafio para o jovem, que apesar do frio conseguiu avançar até seu destino, numa montanha com uma caverna em seu cume, acreditou estar proximo do seu segundo objetivo o coração do golem, mais antes de seu embate com o golem, o Meio-Dragão foi interceptado em sua escalada por um trio de harpias, as mesmas se provaram oponentes desafiadores no ar, apesar de vantagem númerica das harpias Kiryu foi capaz de derruba-las graças a seu sopro de dragão e força bruta, depois do embate duas harpias fugiram e apenas uma faleceu abaixo da garra de Kiryu, tendo fome e não podendo encontrar uma fonte de alimento proximo devorou a harpia que havia matado, mais adormecerá em seguida, os restos da harpia devorada haviam desaparecido ao despertar, sem dar a devida importância ao caso, ele seguiu seu caminho invadiu o coração da montanhas de gelo e lá encontrou o golem de gelo e foi grande sua surpresa ao perceber que o Golem de Gelo não era apenas um construto sem mente, que seguia ordens deixadas para ele em anos esquecidos pelos humanos, mais sim um humanoide sufisticado e de pensamento sagaz, percebendo que não poderia remover o coração do golem sem causar mal a seu portador, Kiryu se identificou com o mesmo, incapaz de viver em paz apenas por não ser humano, Kiryu abdica de coletar o coração em troca de deixar o golem em paz, com a dica do golem ele em seguida parte para o Rio Kellsea, onde iria conseguir uma escama de basilisco. Saindo das terras gelas de volta as terras ermas, Kiryu logo encontra o rastro de sua presa, escamas soltas como uma cobra que trocava de pele, porém não poderia levar uma escama seca para o dragão, o rastro o leva ao interior da terra onde ele encontra uma caverna vulcanica ideal a criaturas do fogo, lá o imenso basilisco negro dormia, Kiryu arranca-lhe uma escama sem cerimonias causando o despertar da fera e uma curta perseguição, deixando a criatura confusa ao lançar uma nuvem de fumaça negra contra seu rosto o mesmo escapa do covil do basilisco negro. No mesmo dia Kiryu decide achar um abrigo e dormir, logo ele iria se reencontrar com Simmon, era hora de virar um verdadeiro dragão ou matar um.
Durante uma caçada, Kiryu consegue capturar um porco e enquanto aproveita seu descanço após a caçada, é pego de surpresa por Simmon que surge da floresta, Kiryu tenta negociar com Simmon um novo tipo de pegamento, suspeitando que o mesmo iria trai-lo eventualmente, a pouca inclinação de Simmon apenas o deixava mais curioso, quando Simmon decide focar-se em um novo objeto para a caça, Kiryu não vê outra alternativa se não seguir o combinado. Kiryu é levado até a praia lá eles entram numa floresta e Kiryu encontra outra pessoa curiosa, ele tem uma conversa rápida com o mesmo e decide não mais se segurar, era hora de eliminar Simmon.
De volta a território do Rio Kellsea ele finalmente decide enfrentar Simmon a batalha é ardua para ambos, Kiryu vence por puro instinto e fúria, contra o dragão, antes que morre-se, Kiryu ainda nutria um pequeno sopro de esperança em conseguir realmente ser inteiro, Simmon ri de seu sonho revelando que ele realmente não iria transforma-lo, aquilo foi mais duro que qualquer golpe que ele receberá naquela batalha, porém estava feito, Simmon morreu, um impuro matou um puro. Kiryu recolheu os itens e conseguiu alguma recompensa no final. Enquanto dava o devido "enterro" a Simmon, ele sente o cheiro familiar eis que se revela Kamila, o que isso significava?

[FIM da 1º Aventura]


Atributos:
[b]Força Física:[/b] 5 + 2
[b]Força Mágica:[/b] 1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 2
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 3
[b]Precisão:[/b] 3
[b]Vitalidade:[/b] 4 + 1

[b]Habilidades:[/b]

[color=red]Absolute Power Force[/color]
Embora até onde saiba seja incapaz de soprar fogo, Kiryu consegue produzir chamas apartir das extremidades de seu corpo geralmente usando nas mãos e nos pés, para utilizar em combinação com as garras tanto das mãos como dos pés. Os golpes ganham propriedade fogo mas apenas queimam se tocar algo por mais de 5 segundos.
Custo: 20% para invocar as chamas por extremidade. 10% por turno para manter.

[color=red]Blazing Crimson Hell Flare[/color]
A longo de sua aventura Kiryu despertou parte de seu sangue de dragão, adquirindo o poder de Soprar Fogo pela boca. Kiryu consegue gerar chamas que vêm de dentro de seu interior saindo pela sua boca, as chamas são de um vermelho escuro rubro como o sangue. O sopro de Kiryu alcança até 9 metros em linha reta e se espalha em 2 metros para as laterais. O sopro possui uma segunda função, uma vez não permitindo que as chamas saiam, mais a gerando dentro da boca fechada, Kiryu pode gerar fumaça negra e sopra-la da mesma forma como faz com o fogo tendo o mesmo alcance, mais não causa dano algum mais pode impedir a visão de oponentes e em alguns caso quando em locais fechados por exemplos provocar tosse prolonga enquanto a fumaça for inspirada.
Custo: 20% PM para usar o fogo, mesmo que seja apenas para a fumaça.

[b]Inventório[/b]

Nectar de Orquidea Negra
Cajado de Centauro
Escama de Basilisco Negro

Juliet Basrkerville
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Juliet Baskerville
[b]Idade:[/b] 17 anos
[b]Sexo:[/b] Feminino
[b]Altura:[/b] 1,65 m
[b]Raça:[/b] Humana
[b]Nível:[/b] 1
[b]Exp:[/b] 0/1000
[b]L$:[/b] 0
[b]Profissão:[/b] -N/A-
[b]Salário:[/b] -N/A-

[b]Aparência:[/b]
[justify]Tenho pele clara, levemente bronzeada pela exposição ao sol na praia, cabelos longos e lisos castanhos escuros, olhos castanhos claros, diria que sou mediana em altura, geralmente uso roupas simples, de coloração clara, e alguns adereços simples nos cabelos.[/justify]

[b]Personalidade:[/b]
[justify]Sou bem calma e tranquila no geral, e as vezes gosto de ficar sozinha, mas no geral sou bem curiosa, e gosto de entender como as coisas funcionam ou para que servem. Gosto de pensar que sou bem positiva, e sempre tento fazer como Neles e ver as coisas pelo lado bom. Sou levemente perfeccionista.[/justify]

[b]Terra Natal:[/b] Belfast

[b]História:[/b]

[justify]    Belfast não é realmente uma cidade potência, e tampouco é muito populosa, é simplesmente um lugar comum, uma pequena cidade costeira focada na pesca e no comércio com outros lugares através do mar. Como qualquer cidade costeira, nela eram comuns ocorrerem ataques de piratas, mas com a liderança do almirante Owen a cidade tenha entrado em uma verdadeira era de paz. Foi nestes tempos pacíficos que eu nasci, meu pai era dono de uma vidraçaria da cidade, ele fazia belíssimas peças de vidro coloridas, minha mãe costumava cuidar de casa enquanto isso, e também produzia alguns apanhadores de sonhos que meu pai revendia na loja também. Eu não tinha irmãos e irmãs, e sempre tive tudo que precisava e queria dos meus pais, eles eram muito carinhosos e atenciosos comigo.

    Eu tinha completado meus oito anos fazia já uma semana quanto um ataque pirata atingiu Belfast, era uma verdadeira frota, os canhões deles começaram vários incêndios pela cidade toda, as pessoas corriam em pânico por toda parte, eu acabei sendo separada dos meus pais durante toda aquela confusão, logo os piratas invadiram, eles estavam por toda parte, gritos e chamas, eu estava desesperada, eu não sabia o que fazer a não ser gritar desesperadamente. Então uma mão estranha segurou meu ombro e me puxou, eu tentei resistir, mas não adiantou, o sujeito me ergueu e me colocou no ombro como se fosse um saco de batatas e saiu correndo.

    - Que menininha mais teimosa, veja se fica quieta um instante sim...? – Eu o ouvia falar, a voz dele parecia levemente reconfortante, mas isto não foi o bastante para me fazer parar de me debater. – Vejo que não tenho muita escolha então...

    A mão dele se moveu para a lateral da sua cintura, até perto do que me pareceu uma bainha, o que me fez me debater com ainda mais força, imaginando que ele ia me matar. Mas o que ele pegou era uma flauta, começando a dedilhar-la com habilidade, mesmo que apenas com uma das mãos enquanto corria. Em um instante em senti uma forte sonolência tomar conta de mim, e adormeci no ombro dele, com aquela estranha e calma melodia tocando. Quando eu acordei, estava no convés de um navio com várias outras pessoas nele, um sujeito de cabelos compridos verdes, com uma franja grande, que cobria seus olhos e seu nariz, tornando difícil perceber seu rosto, na cabeça usava um chapéu cônico pontiagudo com uma pena longa escarlate e brilhante, e um manto velho verde.

    - Finalmente a bela adormecida despertou antes que fale algo, este é um navio de fuga de Belfast, eu não sei onde seus pais estão realmente, mas todos os habitantes da ilha estavam sendo levados para estes navios a fim de fugirem dela antes dos piratas a tomarem completamente, o almirante Owen e seus homens se mantiveram atrás para poderem deter as forças dos piratas até estarmos afastados... – Ele soprava a franja para cima, tentando afastar esta dos seus olhos, mas sem efeito prático. – Tenho certeza que seus pais estão em algum desses navios, eu vi-os desesperados tentando subir em um e falando da filha que acabou se perdendo, então os deixei num navio com a promessa que te traria para eles, um soldado amigo meu os acalmou dizendo que não precisavam se preocupar com nada enquanto Neles, o bardo, estivesse em ação...

    Ele falava seu próprio nome com certa ênfase, tava para ver que não era o tipo humilde, e quanto terminava colocava um gramíneo na boca, mordiscando a raiz, enquanto pegava um alaúde no chão e começava a dedilhar algumas notas. Eu não estava nem um pouco mais calma, agora que fiquei de pé podia ver fumaça subindo ao longe, no horizonte, mostrando que Belfast agora já devia estar sendo reduzida a cinzas pelos piratas, algumas lágrimas desciam dos meus olhos, enquanto imaginava como havia parado ali, num convés de um navio com um sujeito totalmente estranho, separada dos meus pais, e com minha cidade natal queimando. Ao mesmo tempo, a melodia que Neles tocava no alaúde fazia de algum modo eu me sentir melhor, parecia uma música sobre cavaleiros e princesas, dragões e castelos, uma linda música sobre finais felizes. Enquanto a música tocava, eu ouvi um trovão, que agora parecia ribombar ao longe, e eu também sentia uma leve garoa começar a cair sobre mim. Talvez aquela chuva apagasse as chamas da cidade e melhorasse tudo um pouco.

    Foi quanto eu pensava nisto, que um sino começou a tocar no convés, as pessoas começaram a gritar de novo, e um enorme navio surgiu atrás do nosso, uma bandeira pirata tremulando ao vento, ele se aproximava rapidamente, os marinheiros pareciam correr, tentando se preparar para uma batalha, enquanto Neles olhava a movimentação, os cabelos ainda recobrindo parte de seu rosto tornando difícil ler sua expressão, mas eu pelo menos achava que estava pensativo. Ele rapidamente guardou seu alaúde sobre o manto, e estendeu sua mão para mim, sorridente.

    - Creio que temos que buscar um lugar para nós ocultarmos, antes que comecem a ata... – Neste momento o navio oscilou após uma explosão ocorrer do lado oposto, haviam indubitavelmente atirado contra nós.

    Neles me segurou rapidamente e saiu correndo pelo convés. As pessoas estavam se empurrando ao redor dos escaleres, era gente demais, não havia chance de todos arranjarem lugar nos barcos, Neles me empurrou junto com ele para dentro de um dos pequenos barcos, estávamos amontoados com pelo menos mais oito pessoas. Aquilo sem dúvida estava se tornando mais perigoso, mais aterrorizante, eu não queria estar ali, eu estava chorando desesperadamente, enquanto Neles me segurava, enquanto as pessoas ao redor ficavam se agarrando aos remos e tentando afastar-se freneticamente, ficando apenas remando em círculos.

    Ao mesmo tempo, a chuva ao redor continuava piorando a cada segundo que passava, os ventos estavam soprando com mais força, e vagas enormes se erguiam da outrora límpida e brilhante superfície do oceano, pareciam gigantescas, principalmente para uma pequena criança como eu ainda era, e lançavam o pequeno barco a remo de um lado para outro, nós levando para longe do navio com mais eficácia do que as remadas em pânico das pessoas a bordo. Eu olhei para trás, e vi o navio onde estávamos fazia pouco tempo, e agora já bem afastado, afundando em chamas, era difícil visualizar ele, com toda aquela chuva e ventania. De repente, uma onda particularmente grande atingiu nosso pequeno barco o virando, nós caímos no mar com os demais tripulantes, Neles ainda me segurando levou-me até a superfície e me jogou por cima do casco da pequena embarcação. Ele subiu atrás de mim eu podia ouvir gritos de pessoas, depois uma mulher se agarrou também ao casco, e depois um homem careca, eu agora me abraçava com força no bardo, com medo de tudo aquilo, então fechei meus olhos com força, como quanto se está no ponto mais horrendo de um pesadelo costumamos fazer para tentar acordar. As ondas nos lançaram de um lado para o outro pelo que me pareceram serem várias horas.

    De repente, as ondas se acalmaram, eu estava sendo segurada por Neles em cima do casco do barco agora virado a deriva sobre a superfície do oceano. Eu já estava ficando sem esperanças, eu já imaginava que todos nós viraríamos esqueletos, foi então que eu pude ver uma extensão de terra, estava muito longe. Eu gritei, dando tapinhas em Neles, ele logo ergueu a cabeça olhando na direção que eu apontava, mesmo ainda tendo os olhos encobertos pela franja, eu pude ver uma expressão de felicidade encher o rosto dele. Ele começou a cutucar, acordando a mulher e o homem que também estavam estirados sobre o barco. Logo todos estavam empurrando a embarcação para a praia, e quanto nós aproximávamos o bastante, pularam na água indo nadando até a costa da ilha.

    Parecia que chegamos a uma ilha deserta, com uma praia de areia branca e uma vegetação exuberante. Nós ficamos na praia por algum tempo até Neles se prontificar para olhar o que haveria na ilha. Alguns momentos depois dele partir, ele voltou correndo e gritando, aparentemente havia visto algo realmente impressionante, pois parecia extremamente animado.

    - Achei uma espécie de caminho... uma faixa estreita de terra pela qual podemos passar para alcançar a terra firme, eu acho... – Ele falava aparentemente tremendamente animado.

    E logo ele não era o único, aquilo era ótimo, quanto maior fosse a extensão de terra na qual estivéssemos maiores seriam as chances de encontrarmos pessoas. Nós o seguimos o mais rápido que podíamos, Neles me carregando nós ombros como se brincando de cavalinho pela trilha de terra semi submersa. Logo chegamos a uma faixa de terra que parecia bem maior do que a de onde saímos, nós andamos por mais algum tempo, e de repente nós vimos em um porto bem populoso, havia bastante gente indo e vindo, havíamos encontrado civilização. As duas outras pessoas nós acompanhando saíram correndo rumo a cidade, enquanto Neles continuava a andar no seu ritmo normal, para minha surpresa, enquanto pegava seu alaúde e começava a afiná-lo. Após alguns instantes, quanto já chegávamos ao porto, ele finalmente guardou o alaúde, se virando para cima para poder me olhar.

    - Bem, parece que acabamos não tão mal assim. No final das contas terminamos em um porto civilizado... acho que podemos perguntar aonde estamos e se alguém daqui tem notícias de Belfast... – Ele falava, virando a cabeça para os lados, estávamos atraindo vários olhares logicamente, não apenas éramos, mas com nossas roupas encharcadas e em trapos realmente estávamos transparecendo o fato de sermos náufragos.

    Neles me levou até um canto e me deixou sentada em um caixote, enquanto andava rumo a um grupo de pessoas que levavam caixas para dentro de barcos no porto, eu fiquei ali parada, esperando ele conversar com os homens. Alguns deles pareciam começar a rir, como se Neles contasse uma piada, e ele começou a rir junto com eles, depois de conversar por mais um tempo ele voltou a andar até mim, ele parecia feliz, porém quanto finalmente chegou na minha frente e se agachou para poder olhar no meu rosto, ele ficou repentinamente sério.

    - As pessoas daqui... nunca ouviram falar de Belfast, ou de qualquer lugar que eu tenha conhecido, de acordo com elas estamos na ilha de Lodoss, em um porto localizado na assim chamada Península de Ruff... – Ele respirava fundo e soltava um suspiro. – Não faço ideia de onde estamos, mas não creio que podemos sair para buscar seus pais em um barco a remo e...

    Ele parava de falar, eu não estava calma... estava chorando, desesperada. Eu tinha apenas oito anos, eu não queria que aquilo estivesse acontecendo... eu só queria os meus pais, porque aquilo estava acontecendo comigo? A apenas alguns dias atrás eu estava soprando velas em cima de um bolo e desejando uma boneca nova, agora estava perdida no meio de um lugar desconhecido, sem saber se meus pais sequer estavam vivos, sem nem ao menos ter algumas moedas sobrando no bolso. Aquilo não era o que eu queria... então reagi da única maneira que eu conseguia imaginar, chorando e pedindo pelos meus pais.

    - Calma, calma... vai ficar tudo bem, eu prometo para você que vamos achar um modo de você reencontrar seus pais... nem que demore anos, não importa o que custe... é uma promessa de Neles, o bardo. – Ele tentava me consolar para que eu parasse de chorar.

    Eu sabia que Neles não era do tipo que voltava com sua palavra, mas não conseguia parar. Eu já estava me segurando a muito tempo, mais tempo do que nunca antes. Ele começou a tocar novamente, uma melodia diferente da de antes, mais pacífica, eu comecei a me acalmar, talvez ainda tivesse esperança ou podia ser que a canção é que estava me dando aquela sensação.

    - Neles, como você consegue... como a sua música consegue fazer isso?

    - Hmmm... a música é uma linguagem universal, a música em si é mágica, mas claro que sempre tem um pouco de toque pessoal – Ele me respondia, com um sorriso no rosto. – Talvez no futuro eu te diga como... agora vamos achar um lugar para você e eu dormirmos, que tal?

    Eu concordei com a cabeça, enxugando meus olhos, e peguei na mão dele, que começou a me levar pelo porto. Depois de falar com algumas pessoas no porto, Neles nós levou para uma estalagem que havia na região e alugou um quarto para mim e outro para ele. Eu até dormi bem aquela noite, uma de muitas que ia ter naquele quarto, no dia seguinte Neles disse que ia viajar para a cidade principal da tal ilha e voltaria depois, esperava que com boas notícias, ele me deixou na estalagem com o meu quarto e as refeições pagas para eu poder ficar lá por um bom tempo.

    Pode-se dizer que a estalagem virou praticamente uma casa para mim em Lodoss, uma vez que Neles estava sempre viajando acabei me acostumando a ficar sozinha, algumas vezes ficava quieta no quarto, chorando por causa dos meus pais, e as vezes passeava pelo porto, observando os barcos partirem e imaginando se meus pais não acabariam sendo encontrados naufragados no mar por algum deles. Neles sempre passava por ali entre as suas viagens, e depois de um tempo começou a me ensinar a tocar alaúde e flauta, e até me deu um alaúde de presente quanto fiz quatorze anos.

    - Espero que goste dele, mesmo que não seja algo como um alaúde feito de madeira nobre com fios de cabelo da deusa da lua, mas creio que para uma iniciante esteja mais do que bem... – Ele me falou ao me entregar o instrumento, rindo alto com a própria piada.

    Ele não havia envelhecido um só dia deste que havíamos chegado aquele lugar, mesmo que eu por outro lado estivesse bem mais alta, e de acordo com o dono da estalagem também estivesse bem bonita, mesmo que pessoalmente não concordasse. Eu ainda ficava as vezes no quarto, sozinha pensando nos meus pais, e as vezes ia ao porto para observar os barcos, mas andava bem mais acostumada com minha vida em Lodoss, e tinha que admitir que não era tão ruim assim. Enquanto eu afinava o alaúde novo, eu me lembrei de uma coisa que queria perguntar a Neles, eu dei um suspiro e fiz aquela mesma pergunta acho que pela centésima vez.

    - Neles... como você faz para fazer aquela sua música fazer as pessoas dormirem?

    - Eu nunca venho aqui sem que você faça esta pergunta, não é mesmo!? Bem, acho que posso explicar... – Ele me falou, o que me fez dar um sorriso de alegria, estava louca para aprender aquilo a séculos. – Veja em primeiro lugar, isto que eu faço é sim magia, um tipo de magia bem simples... acho melhor de explicar a teoria primeiro, não é?

    Ele pôs o alaúde dele de lado e juntou as mãos, depois as separou, o que eu vi parecia uma chama azulada, do tamanho de uma bolinha de gude entre as palmas afastadas da sua mão, que se apagou em alguns segundos.

    - Isto é mana, ou chi, chakra, ki, vita, gaia, enfim, tem muitos nomes... todos os seres vivos, e até mesmo mortos vivos ou golens, possuem esta energia correndo através de seus corpos, alguns sendo feitos praticamente 100% disto. Esta energia, que pessoalmente gosto de chamar mana, mesmo meu mestre chamando de tchi, corre através do corpo humano através de canais, de maneira parecida com o sangue, e se entrelaça em volta dos órgãos vitais e até mesmo do cérebro. O princípio da magia lírica, como é chamada a magia que é utilizada através da música, é que pode-se colocar um pouco do seu mana nas ondas sonoras que se propagam ao cantar ou tocar um instrumento, de modo que está seja captada pela audição das pessoas e afete a mana dele de maneira que esta controle por assim dizer os diversos neurônios que compõem o cérebro, no caso da canção de ninar, de maneira que o cérebro desta a faça adormecer. Entendeu?

    - Acho que sim... é meio complicado, não!? – Eu respondia, com as sobrancelhas arqueadas.

    - Bem, bem... acho que vou tentar de ensinar na prática mesmo... pelo menos a canção de ninar acho que pode pegar rápido, as outras ainda acho que levará um bom tempo para aprender, ou desenvolver suas próprias... – Ele falava, rindo um pouco.

    Realmente aquilo era bem complicado, eu demorei muito tempo até pegar o jeito daquela tal magia lírica, e sem dúvida pessoalmente não conseguiria agüentar muito mais conhecimento teórico, como Neles sempre falava. Eu só consegui dominar o modo de se fazer as pessoas dormirem com música com uns dezesseis anos, e sem dúvida estava a milênios da música que Neles dizia ter o poder para fazê-las pularem num pé só. Meu aniversário de dezesseis foi a primeira fez que Neles faltou em um aniversário meu, e ele também não apareceu no meu de dezessete. Eu já havia pensado em algum tempo em tentar convencer ele a me deixar viajar com ele, mas sem dúvida eu não podia ignorar aquele sumiço dele... eu queria saber o que havia acontecido com ele, que eu já praticamente considerava meu padrinho, parte da minha família, a única parte que estava comigo naquela ilha. Eu parti duas semanas depois do meu aniversário de dezessete anos, pegando do estalajadeiro o que Neles ainda havia deixado para pagar meu quarto por mais tempo, e indo em direção a Hilydrus.

    No final das contas, acabei sendo enganada por um sujeito, que roubou meu dinheiro, e acabou me deixando perdida em Hirt, e depois ainda tive que trocar meu alaúde por uma noite em uma estalagem na beira da estrada. Eu então ouvi falar de uma academia de magia que existiria na região de Calm, sem dúvida eu podia sentir que podia ser um lugar onde poderia encontrar ou pelo menos saber alguma coisa de Neles, ou talvez aprender melhor a tal magia lírica, afinal ainda estava emperrada com a porcaria da canção de ninar, e no mínimo talvez conseguisse um lugar para dormir de graça.[/justify]


Atributos:
[b]Força Física:[/b] 1
[b]Força Mágica:[/b] 4 +1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 2
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 3
[b]Precisão:[/b] 2 +1
[b]Vitalidade:[/b] 2 +1

[b]Habilidades:[/b]

[quote][b]Nome:[/b] Canção de Ninar

[b]Nível:[/b] 1

[b]Descrição:[/b] Uma música suave, com acordes simples, e que como mágica é capaz de provocar um estado de calma e tranqüilidade nos espíritos daqueles que a escutam, fazendo até os mais furiosos se sentirem um pouco mais calmos. Mesmo já possuindo um efeito calmante natural, também é possível aumentar este poder com o uso de magia, fazendo com que a música acalme os nervos dos ouvintes ao ponto de dormirem em pé, porém este efeito só é usado em algumas poucas situações. Logicamente para poder usar está técnica é necessário possuir consigo um instrumento musical bem afinado, e caso a música pare automaticamente o efeito de sono acaba.

[b]Efeitos:[/b] Acalma os ânimos das pessoas que escutam a música, deixando-as tranquilas. Se a força mágica da usuária é superior a força mágica dos ouvintes, pode fazê-los adormecerem enquanto estiver tocando. Logicamente para poder usar está técnica é necessário possuir consigo um instrumento musical bem afinado, e caso a música pare automaticamente o efeito de sono acaba. Quanto maior a força mágica do usuário, mais difícil será acamá-lo.

[b]Custos:[/b] 40% para acalmar e caso queira fazer adormecer, custo de 30%.

[b]Duração:[/b] O efeito tranqüilizante dura por 2 turnos após a música parar, mas o efeito de sono só dura enquanto a música tocar.
Tempo de conjuração: Instantâneo.

[b]Alcance:[/b] Audição. Aqueles que ouvirem irão sentir os efeitos. Lembrando que o som pode ser ampliado, abafado, reduzido, etc. Quanto mais longe e mais baixa a musica estiver, menores serão os efeitos.

[b]Área de Efeito:[/b] Toda a área e indivíduos dentro do alcance da música, aliados e/ou inimigos.[/quote]

Elise Malfatti/Angel of Light
Spoiler:
Código:
A seguir os conselhos de Hayate e da Ree, criarei uma personagem para me adaptar ao estilo até que o novo fórum seja lançado^^




[center][size=29][color=violet][font=Trebuchet MS]Elise Malfatti,[/font][/color][/size]
[size=22]a Musicista Divina[/center][/size]


[color=cyan][b]Nome:[/b][/color] Elise Malfatti
[color=cyan][b]Idade:[/b][/color] 16 anos
[color=cyan][b]Sexo:[/b][/color] Feminino
[color=cyan][b]Altura:[/b][/color]1,65m
[color=cyan][b]Raça:[/b][/color] Demônio/Youkai
[color=cyan][b]Nível:[/b][/color] 1
[color=cyan][b]Exp:[/b][/color] 0/1000
[color=cyan][b]L$:[/b][/color] 0
[color=cyan][b]Profissão:[/b][/color]
[color=cyan][b]Salário:[/b][/color] 0
[color=cyan][b]Aparência:[/b][/color] Tem pele quase tão branca quanto a neve de modo a formar um belo contraste com seu longo e liso cabelo negro. Elise tem os olhos da cor azul ciano com um brilho tão intenso que parecem emitir luz própria. Usa uniforme típico dos colégios japoneses da nossa realidade, camisa branca com detalhes vermelhos nas mangas, gola e laço; usa uma saia pregueada também na cor vermelha, meias quase a bater nos joelhos e uma sapatilha preta. Esse era o uniforme do orfanato em que foi criada e que ainda utiliza as roupas.
[color=cyan][b]Personalidade:[/b][/color] Elise não gosta de falar, é muito calada, pacífica e tranquila. Anda sempre com uma harpa de mão que a acompanha desde bebê e é através dessa que demonstra suas emoções e opiniões, se está de acordo toca um breve e agradável conjunto de cordas, se não está de acordo toca brutos e desafinados acordes. Assim é com todas as coisas, para mostrar tranquilidade ou nervosismo, acordo ou desacordo, cansaço ou energia, dentre muitas outras expressões que a harpa lhe proporciona sem que precise falar.
É muito prestativa, adora ajudar as pessoas e não gosta muito de reconhecimento, costumando sair sempre "à francesa" (de fininho), sem que percebam. Adora estar com as pessoas, desde que não a forcem falar, foram raras as pessoas que tiveram o prazer de ouvir sua doce e suave voz.
[color=cyan][b]Terra Natal:[/b][/color] Foi encontrada nas Montanhas da Neve Eterna, mas não se sabe ao certo de onde vem.
[color=cyan][b]História:[/b][/color] Seu passado é desconhecido, quando tinha 3 anos foi achada por Therese Malfatti na região das Montanhas da Neve Eterna, a criança e uma harpa se encontravam quase totalmente cobertas de neve, se não fosse o cabelo negro e olhos azuis ciano da garotinha, teriam passado despercebidas naquela imensidão branca. Therese então levou a pequena e a harpa para seu orfanato na zona rural de Calm, onde moravam cerca de 40 órfãos das mais diferentes idades.
A dona do orfanato tinha o costume de tocar piano após o jantar e percebeu que a menina sempre lá estava em silêncio e atenção enquanto todos os outros brincavam antes da hora de dormir. A menininha não falava, mas seus olhos transmitiam toda alegria de estar a ouvir o instrumento, após alguns meses sem nome e sem ninguém a procurar, a pequena foi chamada de Elise e recebeu o sobrenome da dona do orfanato como acontecia à todos os órfãos do lugar.
Elise aos 4 anos já começou aulas de piano com Therese, se mostrava dedicada e trocava todos horários disponíveis por treinos e mais treinos no piano. Aos 6 anos e já aprendido o piano, Therese entrega à Elise a harpa que foi achada junto dela quando ainda pequena, a menina misteriosamente já começa a tocar o instrumento sem nenhuma aula ou noção de como fazia aquilo, ela simplesmente tocava e já nos primeiros acordes Therese cai em prantos tamanha era a beleza daquela música improvisada.
A dona do orfanato ensinava um instrumento diferente à Elise sempre que ela aprendia um outro, a velocidade de aprendizado era de 2 em 2 anos, depois 1 em 1 ano, depois em pouquíssimos meses a menina já aprendia um novo instrumento, tendo em sua gama de habilidades Harpa, Piano, Violino, Violoncelo, Flauta Doce, Flauta Transversal, Ocarina, Pífano, Oboé, Trompete, Trombone, Clarinete, Fagote, dentre outros que foram aprendidos sozinhos pela garota, já que nem Therese sabia.
Aos 16 anos o talento de Elise já era reconhecido em toda Hilydrus, mas ela sempre tentava se esconder, não gostava de ser alvo de atenções não por ser tímida, mas por simplesmente não se achar digna de tanto. Um dia estava a fazer um concerto em que tocava uma obra própria com um andamento variado e crescente dividido em vários atos e solos, essa obra iniciava com o piano quase sempre em [i]pianíssimo[/i], depois passava ao violoncelo melancólico, depois ao violino, então a flauta transversal a dar uma transição entre o calmo e o mais alegre, daí vinha o trompete e por fim a harpa (especialidade da garota) no andamento [i]presto[/i] a transmitir todo vigor e energia da musicista. Ela tocava aquela pequena harpa como se tivesse um milhão de cordas, a variedade sonora era maior que qualquer outra harpa de mão pudesse fazer, parecia que Elise causava um efeito naquela harpa ao tocar com toda sua alma. Depois de 30 minutos na harpa (e 4h de concerto) a apresentação chega ao fim e nenhuma palma é ouvida. A garota fica feliz porque nunca gostou de palmas, mas ao olhar melhor toda a plateia encontrava-se morta, assim como os outros que estavam em seus alojamentos e tinham escutado ao concerto. A partir daí Elise se mudou para a cidade.

[color=cyan]Atributos:[/color]
[b]Força Física:[/b] 1 + 1
[b]Força Mágica:[/b] 5
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 2 + 1
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 2 + 1
[b]Precisão:[/b] 2
[b]Vitalidade:[/b] 2

[color=cyan][b]Habilidades:[/b][/color] (em avaliação)
[quote][b][size=15]Tenrai Gakkyoku (Melodia Divina)[/b][/size]

Elise ao tocar um instrumento pode dar efeitos que variam consoante ao andamento.
[b][i]Largo[/i]* :[/b] Melodia arrastada que faz o(s) alvo(s) se sentirem pesados e tristes, podendo influir em sua velocidade de ataque e movimento.
-Bônus:
[b][i]Adagio[/i]* :[/b] Com notas pacíficas e relaxantes que chegam à alma do(s) alvo(s) para intensificar ou retrair sua espiritualidade, afeta assim a força mágica e regeneração de MP.
-Bônus positivo:
-Bônus negativo:
[b][i]Andante[/i]* :[/b] Com uma melodia tenra e amável, aumenta o ânimo do(s) alvo(s), deixando-os mais estimulados, mais ágeis e com maior vigor.
-Bônus:
[b][i]Allegretto[/i]* :[/b] Nesse andamento, as notas musicais agem diretamente nos músculos e nas células do(s) alvo(s), podendo estimular ou desestimular suas atividades, afetando assim a força física e regeneração de HP.
-Bônus positivo:
-Bônus negativo:
[b][i]Allegro[/i] :[/b] Ligeiras e com mais alegria, as notas saem a dar felicidade à quem escuta, melhorando o humor, mas não alterando nenhum atributo.
-Custo: Nenhum
-Duração:
-Bônus: Melhor humor, mas não altera em nada os atributos ou personalidade.
[b][i]Vivace[/i]* :[/b] Devido à velocidade e desarmonia com que a melodia é tocada, o(s) alvo(s) ficam perturbado(s) e confuso(s), influenciando na precisão.
-Bônus:
[b][i]Vivacíssimo[/i]* :[/b] Com toda a vida e amor pela música, esse andamento age no corpo dos aliados de modo a afetar a regeneração de HP e MP, incluindo Elise.
-Bônus positivo:
-Bônus negativo:
[b][i]Presto[/i] :[/b] Com notas rápidas e ágeis, o som se propaga em grande frequência e força, causando dano no(s) alvo(s).
-Custo:
-Duração: 1 turno
-Bônus:

[b]* Para todos andamentos, com exceção do Allegro e Presto:[/b]
- Custo por alvo:
- Duração:
- Em caso de bônus positivo e negativo, só é possível escolher um por turno, mas a duração é mantida.
- Um andamento não faz efeito em alguém que já está sob efeito do mesmo, ou seja, [b]não é cumulativo os bônus de um mesmo andamento[/b]. Ex: Adagio não faz efeito em alguém que já está com o bônus do Adagio, mas faz efeito em alguém que tem o bônus do Andante.
[/quote]


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:16 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 7:42 pm

Gin Shiro/Kazuo
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Gin Shiro
[b]Idade:[/b] ? (aparenta ter 17)
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,79
[b]Raça:[/b] Demônio/ Youkai
[b]Nível:[/b] 1
[b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b]
[b]Profissão:[/b]
[b]Salário:[/b]
[b]Aparência:[/b]
Shiro, apesar do nome sugerir o contrário, tem pele morena clara, olhos escuros e cabelo curto, tão negro quanto noites sem luar. Ele costuma vestisse com tons escuros, ou quentes, sempre esta com alguma roupa negra ou vinho. Ele tem feições mais finas que o comum, apesar de seu rosto ser ‘firme’, pode-se dizer que ele é belo, e de zero a dez, receberia um valoroso oito ou até mesmo nove, variando do dia e de seu humor volúvel. Leva em suas orelhas alargadores de 10mm, mas sempre costuma mudar o modelo e a cor. Seu olhar e sedutor e misterioso, e pode-se dizer que são poucos aqueles que não por algum momento desejam tocar-lhe os lábios e beija-los, seja homem ou mulher. De fato, ele belo e sedutor, por algum motivo parece esconder algo, talvez uma aura. A verdade é, que Gin Shiro, é um Youkai, e sendo assim possui sua forma demoníaca; sua bela embranquece, se tornando são branca e pura que faria a cor branca parecer suja, suas unhas e dentes tornam-se mais pontiagudas,  seus olhos, antes negros, adiquirem a tonalidade amarela viva, seus cabelos, e pelos por todo o corpo, atinge um nível de brancura que permite que um brilho prateado reine em seu rosto, que é semi encoberto pelo longo cabelo – que cria tamanho e volume durante a transformação, até atingir a metade de suas costas. Mas com certeza, a mudança mais interessante em sua aparência, é a de suas orelhas, que se tornam peludas, e brancas, elevando-se até quase o todo de sua cabeça, como em uma raposa. Neste momento Shiro exala um domínio através de uma beleza mística, onde qualquer um que o veja sente-se atraído, se antes, como humano, ele receberia valorosos oito pontos na escala de beleza, agora torna-a ilusória, impossível de lê qualificar um grau, para a sua agora forma física esplendida. Resumindo, ele fica bonito bagarai.
[b]Personalidade:[/b]
Volúvel. Resumisse a essa palavra. Há emoção, e ela transborda, mas é reprimida a níveis inimagináveis. Freudie o diria Bipolar, diria que tudo é culpa de sua mãe, mas ele não se lembra dela, então.. como taxá-lo? De fato ele pode mudar do melhor dos homens para a escória mais detestável, é como a água, flui lenta como em riacho ou brava como em corredeira. Pode ser quente ou pode ser frio, depende de seu dia, depende de seu humor, depende de com quem ele fala. Gin Shiro é teimoso e implicante com coisas que nem mesmo ele sabe. O Cachecol amarelo pode o irritar, e o tempo fechara, o cabo de espada ridiculamente roxo pode o agradar e tornar o Youkai o animal mais cuidadoso e amável. Mas o fato mais notável é que antes de tudo ele observa as mulheres, com elas é tudo sempre mais ‘bonito’, portanto é mais cuidadoso mais paciente, mas isso não dura muito quando o interesse acaba. Ele não vai te usar, ou talvez vá.
[b]Terra Natal:[/b] Cavernas?
[b]História:[/b]
[i]"Meu nome? Hãm aposto que você não sabe quem sou eu. É, é verdade, eu não passo de um grão de areia na imensidão de uma praia cristalina. Ainda não sou ninguém, é verdade, ainda não sou ninguém, por enquanto. Temerás meu nome quando este for sussurrado por corações dilacerados, quando homens em pranto amaldiçoarem-me aos quatro ventos.. Temerás meu nome.

Mas antes de sua calça se encharcar de urina e o mau cheiro espantar as suas chances de ser alguém nessa vida, e atrair apenas as moscas, vou lhe contar minha história...

Eu nasci como todos da minha raça nascem... um pássaro negro envolto em chamas púrpuras trouxe-me em seu bico, apenas pendurado por um lenço banhado em sangue de sete virgens humanas, para minha mãe, esta que acabará de terminar o ritual, decapitar algumas crianças anãs e misturar umas ervas estranhas, da invocação do filho de Satã, ou seja.. eu.

...

Que cara é essa? Não acredita em mim? Herege, deve ser morto em minha glória!

Ei.. calma, não corra! Eu posso te poupar, dessa vez, claro. Afinal.. sem você aqui, para quem vou contar minha história? Por isso acalme-se, e sente-se novamente, quero terminar de contar essa história antes que o dia acabe.

Certo humano imundo.. onde foi que parei?... A sim, o ritual. Pois bem, minha mãe apos terminar tal ritual, recebeu do senhor das trevas seu prêmio tão esperado, eu. Meu pai estava fora, ele como um verdadeiro Youkai, caçando seres fracos e imundos, feito você humano, para vender no mercado negro dos Demônios. Naquele momento entrei para a mais bem sucedida família de Youkais comerciantes das Cavernas profundas.

A sim, não lhe contei? Venho das Cavernas, aquele lugar que todos vocês da superfície temem ir por não conhecer. É.. lá é um lugar legal, hum.. quer dizer, lá é horrendo, todo o tipo de bestialidade ocorre lá, e o melhor de tudo.. graças a minha posição na hierarquia local, era eu quem costumava comandar! Calma.. Calma, não tenha medo de mim, eu já falei, não vou lhe ferir. Agora.

Então.. dentro das Cavernas. Eu cresci como todo demônio deveria crescer, matando, pilhando e sacrificando hereges ao nosso grande senhor das trevas. Claro, eu me destacava cada vez mais, conquistando mais poderes, mais glórias para o nome do senhor da escuridão, e conquistando inimigos – afinal, demônios são um bando de desgraçados invejosos.

Quando completei meus 18 anos demoníacos, despertei o meu poder adormecido. Sim, eu me tornara uma ameaça para os demais demônios na sociedade da Caverna, temiam cada passo que eu dava, como o cão teme o chicote de seu dono.

... Se acalme, não ligue para meus olhos furiosos de caçador de almas. Eles são apenas uma lembrança de meu passado glorioso, quando eu possuía tudo e, todos se curvavam perante meus pés. Seja como for... continuarei meu relato demoníaco.

Meus poderes impressionavam até mesmo o poderoso Lúcifer, soberano de tudo o que é ruim. Meus poderes inflamavam o ódio e a cobiça de tantos seres inferiores que por muitas vezes fui avisado por meu pai, o caçador de seres imundos, como você humano, de que eu poderia ser traído por minhas legiões infernais.

Infelizmente para mim, e felizmente para você homem de carne e osso, eu não dei ouvidos a meu pai. Fui enfeitiçado pelas sacerdotisas de corpos magníficos - sim, como todo grande conquistador de mundos eu tinham uma grande fraqueza: as mulheres, e tive meus poderes retirados. Fui humilhado, espancado e humilhado novamente. Minha imponente forma de senhor das bestas, foi reduzida a essa miserável imagem humana.

Cale a boca! Seu verme! Não ria de mim! Posso estar parecido com você, mas ainda posso arrancar-lhe o coração com um único movimento!

Magnífico, assim está melhor, fiquei calado ai, enquanto eu termino de contar meu contos..quero dizer, minha vida.

Minha família virou as costas para seu maior e melhor filho. Era de se esperar, não queria, serem pegos na espiral de atrocidades que sofri... Fui exilado das terras milagrosas do submundo, e fui obrigado a vir parar aqui neste chiqueiro.

O pior, você quer saber? O pior é me sentir como um de vocês, ter a mesma aparência e até cheirar como vocês. Malditos, lixos. Argh.

Quer dizer que você é como se fosse um eletricista?
Ah, não?
Como assim você é um cavaleiro da luz?!
Pare.. pare mortal insolente! Largue essa espada! Largue agora!
Não é bem assim.. era só uma brincadeira! Só uma brincadeira!!

A verdade?
Kami-Sama.... Eu não lembro, certo? Eu não lembro de nada! Tudo o que sei é que acordei completamente nu na margem de um rio.

É, eu sei que é ridículo, não precisa me lembrar disso. E não, eu não tenho ideia de onde eu vim, quantos anos tenho, nem nada.

O meu nome? Carrego essa pulseirinha aqui 'Kurama Shiro', acredito que seja o meu nome. Bom foi à única coisa que estava comigo quando eu acordei, então, pode me chamar de Shiro.

A vai me deixar ir embora? Obrigado Sr. Cavaleiro da Luz! Obrigado por sua paciência e bondade!

Adeus! Até logo!"[/i]


[u]Atributos:[/u]
[b]Força Física:[/b] 2+1
[b]Força Mágica:[/b] 1
[b]Velocidade de Ataque:[/b]  2+1
[b]Velocidade de Movimento:[/b]  4+1
[b]Precisão:[/b] 3
[b]Vitalidade:[/b] 2

[b]Habilidades:[/b]

Nome: Uma gota do sangue do Demônio: Potência.
Nível: nível 1.
Descrição:  Ao ativar a habilidade os olhos de Shiro ganham a coloração amarela, seus cabelos, e todos os pelos de seu corpo, tornam-se da cor branca, quase prata, e suas unhas crescem, além de seus caninos se tornarem mais pontiagudos e maiores. Visualmente essa é a única mudança. Trata-se na verdade da forma Shiro que o garoto procura esconder quando está junto dos humanos. De fato, ao usar essa habilidade ele volta a ter parte de seus poderes demoníacos. Contudo ela é ativada com a vontade de Shiro.
Efeitos: Dobra a quantia do atributo escolhido – apenas Força Física, Velocidade de Ataque, Velocidade de Movimento e Precisão podem ser influenciados pela habilidade..
Custos: N.A
Duração: N.A
Tempo de conjuração:  N.A
Alcance: Corpo a Corpo.
Área de Efeito: N.A

(já está indo para o tópico de avaliação de habilidades)

Loup Garou/Groznyi
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Loup Garou - só de curiosidade, Loup Garou significa lobisomen em frances .)
[b]Idade:[/b] 22 anos
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,72m
[b]Raça:[/b] Lobisomen Impuro
[b]Nível:[/b]1 [b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b] 0
[b]Profissão:[/b] -
[b]Salário:[/b] -
[b]Aparência:[/b] Loup tem um tipo físico bem típico dos povos do norte, que vivem em terras frias e sem sol. Possui pele bem clara e olhos de um azul intenso e puro. Seus cabelos são castanhos escuros, assim como as sobrancelhas, contrastando com o tom da pele e caem em pequenas ondulações até a altura do queixo. Ao contrario da maioria dos homens do seu clã, Loup não é tão alto e tão forte. Tem estatura mediana e um porte físico esguio. Ainda assim, após ser ferido por lobisomens, seu corpo humano se desenvolveu mais e ele se tornou mais músculoso.

Quando se transforma, Loup adquire a forma de um enorme lobo de pelagem toda branca, um pigmento raro entre os lobisomens, e olhos amarelados ferozes. Um fato curioso é que em sua forma bestial, os musculos das patas dianteiras são fortemente desenvolvidos, o que fez com que ele adquirisse o hábito de andar um tanto curvado e correr sobre as quatro patas, diferente da maioria dos licantropos que caminham sobre duas patas. Isso não lhe dá vantagem real sobre os adversários, mas ajuda a camuflá-lo na natureza e, somado a sua pelagem atípica, fazer com que pensem que é apenas um lobo comum muito grande.

[b]Personalidade:[/b] É um rapaz de personalidade calma e quieta. Até um pouco fechado. Não procura confiar muito nos outros nem expor seus sentimentos desnecessariamente. Por conta disso, seus sentimentos negativos vão se acumulando em seu coração, até chegar um momento que ele pode explodir e revelar a terrível e perigosa criatura que habita seu corpo, transformando-se em lobisomen. O Lobo, como Loup o chama, funciona como uma valvula de escape para a sua personalidade fria, pronto para liberar todas as emoções e fúria contidas do rapaz.

[b]Terra Natal:[/b] Calm

[b]História:[/b] Antes de contar a história do personagem, é preciso fazer uma breve introdução a sua ascendência. Ele pertence a linhagem do clã Garou, um dos mais respeitados Clãs de Caçadores da região norte de Lodoss. Mas não simples caçadores de ursos. Os Garou caçam as maiores feras e bestas que rondam aquelas terras frias. Localizados na cidade de Calm, há séculos eles alimentam uma guerra ferrenha contra tais criaturas e não se resumem apenas a combate-las. Procuram acima de tudo, estudar seus hábitos, habilidades e fraquezas, e assim vem desenvolvendo métodos cada vez mais eficientes de exterminá-las, desde estratégias até a criação de armas apropriadas para matá-las.

Não se sabe ao certo quando começou esta guerra, mas contam que há 400 anos atrás, o lenhador Hans Garou e seu filho Wilhelm voltavam de um árduo dia de trabalho quando a dupla foi surpreendida por um lobisomen nas entranhas das florestas geladas. Hans conseguiu decepar uma das patas do monstro com seu machado, porém, ao custo de ser morto com uma violenta mordida no pescoço. Mesmo assim, o ferimento foi o suficiente para afugentar o lobisomen e permitir que seu filho fugisse. Porém, o jovem desejava vingança. Na noite seginte, retornou ao local onde foram atacados e apanhou o machado sangrento de seu falecido pai sobre a neve. Em seguida ele marchou pela floresta, seguindo o rastro de sangue deixado pelo lobisomen na noite anterior e conseguiu chegar até seu covil, onde o encontrou dormindo. Ergueu o machado acima da cabeça e degolou a fera, concluindo assim, o trabalho que seu pai começara. Não se sabe até onde esta história é verdade, mas desde então, Wilhelm e seus descendentes tem combatido essas monstruosidades. Conhecendo esta história em particular, será agora possível entender o que levou o rapaz a deixar as terras de sua família, ao que parece para sempre.

O jovem Loup integra a geração mais recente do Clã. É o filho caçula de Arsene, um dos principais líderes dos Garou. Um homem autoritário e frio, até mesmo com a família, e que deseja acima de tudo, comandar o clã. Muitos o respeitavam e seguiam, contudo ele sempre deu pouca importância a família. Sentindo-se desprezados com isso, os dois filhos mais velhos e irmãos de Loup pensaram num jeito de chamar sua atenção. Se embrenhariam nas florestas de gelo com armas e só voltariam de lá com uma grande caça. Eles eram bons caçadores, no entanto, ainda inexperientes e imaturos para uma ação desta magnitude. Com um pouco de esforço, convenceram o irmão mais novo a se juntar a causa e assim foram.

Mas nada saiu como planejado. Ao se depararem com uma matilha de lobisomen, os 3 irmãos foram praticamente dizimados. Os dois mais velhos foram mortos e o Loup, o único que conseguiu fugir, ficou muito ferido. Nesse momento, apareceu o pai dos três, com outros dois guerreiros de elite que afugentaram os lobisomens, salvando o filho mais novo.

Mas ao perceber que Loup havia sido ferido e consequentemente se transformia num licantropo, seu pai tomou uma decisão dura.  Ele assassinou os 2 guerreiros que o acompanhavam. Sua intenção era evitar que a notícia sobre seu filho se espalhasse. Durante 3 dias o escondeu numa caverna e tratou dele até que estivesse forte o suficiente para mandá-lo fugir. Arsene podia ser rígido, mas ainda amava os seus filhos e após perder dois deles, não suportaria perder o terceiro, ainda que isso custasse ele abandonar as terras da família. Caso outros membros do clã descobrissem, eles tentariam matar Loup e jamais o aceitariam entre si.

Assim que se recuperou, o jovem seguiu viagem para as terras ao sul de Lodoss, disposto a se tornar um guerreiro mais forte e então poder retornar para casa, sem medo que alguém desejasse matá-lo ou expulsá-lo.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 3+1
[b]Força Mágica:[/b] 1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 2
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 3
[b]Precisão:[/b] 3+1
[b]Vitalidade:[/b] 2+1

[b]Habilidades:[/b]

(não coloquei na ficha, mas ja postei para avaliação - estou esperando saber se vai ser aprovada)

Zhao Yun/Shoout
Spoiler:
Código:
[spoiler][color=black]Conforme dito[url=http://lodoss.forumbrasil.net/t304p210-praca-central-de-comercio#19709]Aqui[/url], Rikimaru está morto, e estou criando o novo personagem. [/color][/spoiler]

[b]Nome:[/b]Zhao Yun
[b]Idade:[/b]15 (Aparência de 20)
[b]Sexo:[/b]Masculino
[b]Altura:[/b]1,79m
[b]Raça:[/b] Homúnculo
[b]Nível:[/b]1
[b]Exp:[/b] 400/1000
[b]L$:[/b] 0
[b]Profissão:[/b] Não tem
[b]Salário:[/b] 0
[b]Aparência:[/b] Zhao ao ser feito, adquiriu uma forma humana perfeita, algo pouco alcançado por homúnculos. Ele possui cabelos médios e um longo rabo de cavalo, seu cabelo possui cor preta, são sedosos, macios e leves, seus olhos são verdes claros e seu rosto é fino. Teu porte físico é favorável não demonstrando uma força descomunal, porém a força de um guerreiro que iniciava sua jornada, sendo o suficiente pra suprir suas necessidades. Ele costuma vestir armaduras pesadas de chapas de metal, algo que lhe dá uma resistência maior do que os trajes de pano que usa por baixo das mesmas.

[b]Personalidade:[/b] Zhao tem uma personalidade um tanto quanto indefinida, na maior parte do tempo é totalmente apático e não se importa com as coisas, porém em determinados momento, assume a característica de uma pessoa extremamente cruel, sendo capaz de passar por cima de qualquer um para cumprir seus objetivos deixando de lado qualquer sentimento humano. Outras vezes, quando entre amigos, é uma pessoa brincalhona e divertida, porém este ultima é rara, dado ao fato de que só se importa com seus objetivos e não dá a mínima importância para aqueles que encontra pelo caminho.

[b]Terra Natal: [/b]Takaras

[b]História: [/b]Desert Wolf era o apelido de Udokul, um alquimista que optou por viver no deserto sorrateiramente como um lobo, sua acunha. O mesmo era conhecido bem na região em que ficava muitas vezes tratado como um bruxo que trazia o mal para as pessoas, isso devido às inúmeras tentativas não sucedidas de criar um humano perfeito, como inúmeros alquimistas haviam conquistado, a honra de criar um Homúnculo. Dada a estas tentativas, acabava por criar monstro, que em alguns casos destruíam tudo até que guardas derrotavam Udokul nunca mais era visto naquele local, e isto fez com que ganhasse um premio por sua cabeça, logo ele foi preso por guardas. Dez anos na cadeira, foi o suficiente para que ele aprende-se no que havia falhado, estudando todos os dias, não viu o tempo passando, até o dia em que foi solto, porém foi proibido de fazer qualquer tentativa de alquimia naquele local, e caso o mesmo desobedecer seria morto. Isto o fez fugir daquele pais, e se direcionou para um local que ouviu falar inúmeras vezes, a ilha de Lodoss. Desceu no porto e se dirigiu utilizando placas e etc... para Takaras, onde conseguiu na primeira tentativa, a criação de um Komúnculo, que denominou de Zhao Yun. Porém a historia não foi feliz, isto devido ao caso de que o homem que ele criou, ela totalmente sem sentimentos, e quando soube disso, Desert Wolf, tentou acabar com ele, porém, o mesmo era muito mais forte fisicamente, e acabou com ele com facilidade. Deixou o corpo no próprio quarto que o alquimista havia alugado, e foi embora daquela cidade, partindo diretamente, para Hilydrus, onde adquiriu a vontade de servir o exercito, talvez para que tenha um motivo para lutar, e suprir sua necessidade.

Atributos:
[b]Força Física:4[/b]+1
[b]Força Mágica:1 [/b]
[b]Velocidade de Ataque:1[/b]
[b]Velocidade de Movimento:1[/b]
[b]Precisão: 5[/b]
[b]Vitalidade:[/b] 2 +2

[b]Habilidades:[/b]
Habilidade Inicial
[Ativa]
Com o passar do tempo, Zhao Yun adquiriu a habilidade de atirar sua arma contra o inimigo, e depois disto, já fincada no alvo, a mesma passa a brilhar desaparecendo de qualquer local de onde ela esteja, não importanto a distancia, ela reaparece na mão de Zhao Yun. Está tem um custo de 25% de MP e a cada level da mesma, há uma redução de 5% de MP do custo. Sendo assim, no nível 5 não haverá custos, e passa a ser passiva.

Nex Walker/gregar
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Nex Walker
[b]Idade:[/b] 19 Anos
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1.85 M
[b]Raça:[/b] Hanyou
[b]Nível:[/b] 1  [b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b] 0
[b]Profissão:[/b] ---
[b]Salário:[/b] ---
[b]Aparência:[/b] Apesar de lutar desde a infância não possuo uma enorme quantidade de músculos podendo ser considerado na media, nem muito gordo, nem muito magro, tenho olhos vermelhos que provam meu sangue youkai, meu cabelo chega até a linha dos olhos e tem uma tonalidade extremamente preta, gosto de vestir roupas pesadas e de preferencia pretas, minha pele é clara e coberta de cicatrizes de antigas lutas, principalmente no peito e braços, possuo uma marca desde a infância localizada na parte esquerda do peito. [spoiler=Marca][img]http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRxktkqcfBJzWag0OSyA7LuEiVDAb5xrvTnvClg5Te6GXN9Lxg2[/img][/spoiler]
[b]Personalidade:[/b] Sou dotado de uma personalidade extremamente impulsiva e inconsequente o que sempre me fez agir primeiro e pensar depois, evito sempre que possível me tornar um peso para aqueles a minha volta por isso raras foram as vezes que pedi por ajuda independentemente da situação, graças a ser péssimo em me expressar com palavras acabo sendo confundido por arrogante, esse é um dos grandes motivos que sempre tento resolver algum impasse através de uma luta ou de uma aposta, desde a infância nunca suportei ser traído não importando por quem ou por qual motivo fosse, o que ocasionava conflitos constantes, nunca deixei de fazer algo que considerasse interessante não importando as opiniões alheias e acima de tudo não acredito em coisas como honra ou gloria em uma batalham, durante um combate não importa os meios o que realmente importa é resultado.

[b]Terra Natal:[/b] Não se lembra ao certo mas considera Hirt.

[b]História:[/b] Pouco me lembro e minha vida até os 10 anos, tudo que consigo me lembar é que morava em um pequeno vilarejo junto de meu pai um youkai, minha mãe humana e uma irmã 4 anos mais nova chamada Saya, aparentemente com exceção obvia de meu pai eu era o único naquela vila com sangue de demônio nada muito anormal considerando a região perto do nada em que vivíamos, dia após dia nada mudava até o dia que foi próximo a nossa vila um homem completamente ensanguentado, de certo era um bandido que foi atacado por algum animal selvagem e que de alguma forma ficou vivo, mesmo contra decisão de grande parte da vila meus pais decidiram acolhe-lo e cuidar de suas feridas, durante as duas semanas que ele passou a viver conosco percebi pela primeira vez quanto um ser humano podia ser assustador, ele nunca falava nada apenas comia e nos encarava, até que um dia simplesmente sumiu, dias depois uma patrulha veio vila em busca do homem, todos eles vestiam armaduras pesadas e nos acusavam de estar o escondendo, cedendo as ameaças um morador delatou nossa família de te-lo abrigado e como  pena nos foi decretada a morte, alguns moradores ficaram a nosso lado e junto de meu pai lutaram, mas, mesmo com todas aquelas pessoas os soldados simplesmente eram mais fortes, e um a um eles matavam os moradores, com as casas em chamas e o sangue escorrendo pelo chão eu fugi daquele lugar junto de minha irmã, eu corri e corri em direção ao nada até simplesmente estar exausto demais para continuar, o eminente perigo havia passado mas agora estava sozinho com minha irmã em uma floresta desconhecida, a noite caia e minhas esperanças de descobrir o que havia acontecido a vila e a meus pais cessavam, quando as feras da florestas se preparavam para dar o bote de alguma forma nos eramos salvos por aquele homem silencioso que desaparece repentinamente de nossa casa, ao nos ver ele parecia compreender toda a situação e sem demora nos guiou por dentro da floresta até encontrarmos uma especie de forte no meio do nada, o homem nos dizia que ele era o líder dos mercenários que habitavam aquela floresta e que algum tempo ele foi enganado e atacado enquanto estava despreparado, graças a nos sua vida havia sido salva e agora ele retribuiria o favor, deste dia em diante eu e minha irmã passamos a viver no forte, aprendendo e treinando com aquele bando de mercenários, o homem silencioso se tornou nosso professor no que dizia respeito a lutas e uma velha senhora vinda de alguma família de nobres falidos nos ensinava o que precisávamos saber sobre o mundo, nossa vida progredia normalmente só que ainda havia uma duvida, ao chegarem na vila os mercenários a encontraram destruída, mas, os corpos de meu pai ou minha mãe não foram encontrados,  para descobrir a verdade sobre o que acontecera a eles, eu deixava o forte no exato dia que eu completava 19 anos, deixando para trás minhã irmã e minha nova família.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 3 (+1 Bônus Racial)
[b]Força Mágica:[/b] 1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 2 (+1 Bônus Racial)
[b]Precisão:[/b] 3 (+1 Bônus Racial)
[b]Vitalidade:[/b] 2

[b]Habilidades:[/b] Aguardando Avaliação.


Última edição por Zatoichi em Sab Dez 29, 2012 8:16 pm, editado 1 vez(es)
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GM Zato

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Re: Fichas Migradas

Mensagem por GM Zato em Sab Dez 29, 2012 7:45 pm

Arcturus Steelbreaker
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b]Arcturus Steelbreaker

[b]Idade:[/b] 110 anos

[b]Sexo:[/b]Masculino

[b]Altura:[/b]1,49m

[b]Raça:[/b]Anão

[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] 0/1000

[b]L$:[/b]0

[b]Profissão:[/b]nenhuma

[b]Salário:[/b]

[b]Aparência:[/b]Baixo, com menos de um metro e meio, e largo como um barril de madeira coberto com uma armadura pesada, carrega preso nas costas um pesado escudo de metal com o rosto de moradim e sua marreta de batalha, usa os cabelos e a barba presos em tranças longas e bem feitas e presas com aneis de metal nas pontas, normalmente anda com um elmo na cabeça.

[b]Personalidade:[/b]Cabeça dura, teimoso, leal, curioso e desconfiado.

[b]Terra Natal:[/b]Reino de aço, cavernas do norte.

[b]História:[/b]Arcturus nasceu de uma familia de anões nobres originarios do  extinto  Reino de pedra. Como refugiados em um outro reino anão, Arcturus e sua familia não tiveram uma vida  facil. Os anões do reino de aço não os viam com bons olhos e ele tinha poucos amigos enquanto crescia.

 So restava o trabalho, que vem cedo para os anões, nas minas. E os livros com historias de seu antigo lar. Os livros contavam as grandezas do reino de pedra, contava das grandes armas feitas pelos maiores armeiros da historia, armas perdidas na historia quando o reino caiu.

A alguns anos os antigos monarcas do Reino de Pedra se reergueram e começaram os planos para a reconstrução de um novo e mais poderoso reino unificando todos os anões sob um unico rei.

Vendo a historia sendo escrita na sua frente Arcturus decidiu que seria a hora de deixar de ser apenas um espectador e ajudar a escrever essa historia, visando se tornar mais forte, experiente e sabio, ele deixou o reino de aço em direção de Hilydrus, aonde iria procurar aventuras que o forjassem em um exemplo do que um anão deve ser.

Atributos:
[b]Força Física:[/b]4+2(6)
[b]Força Mágica:[/b]1
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 2
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 1
[b]Precisão:[/b] 2+1(3)
[b]Vitalidade:[/b] 4

[b]Habilidades:[/b] aguardando avaliação

Jace Venator/Daveak Pegason
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Jace Venator
[b]Idade:[/b] Indefinida
[b]Sexo:[/b] Masculino.
[b]Altura:[/b] Um metro e oitenta e oito centímetros
[b]Raça:[/b] Vampiro impuro
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] 1/1000
[b]L$:[/b] Zero
[b]Profissão:[/b] Nenhuma
[b]Salário:[/b] Nenhum
[b]Aparência:[/b] Jace possui olhos e cabelos negros, que destacam sua pele pálida. Por seu corpo há algumas marcas, simples. Que evidencia seu passado, há muito tempo esquecido, e por tudo que passará. Possui ombros e peito largo, devido ao porte físico, considerado atlético.
[b]Personalidade:[/b] Caótica, procura ser calmo e gentil, para esconder seu lado selvagem e atroz.
[b]Terra Natal:[/b] Desconhecida.
[b]História:[/b] Jace estava desacordado, em uma mansão. Ele se levanta com alguma dificuldade, sua cabeça latejava fortemente. Em seu braço esquerdo havia varias farpas, presas em sua pele. Enquanto ele andava cambaleante, o jovem passa sua língua sobre os lábios e sente gosto de sangue, algo revigorante. Olhando ao redor, pela casa, percebe que não havia ninguém. Decide sair, afinal não parecia uma boa ideia ficar sozinho em tal lugar, e ainda por cima, não haviam memórias... Jace pega um sobretudo que havia encontrado, próximo a porta, e abandona o recinto.

Atributos:
[b]Força Física:[/b]2 [+1]
[b]Força Mágica:[/b]2
[b]Velocidade de Ataque:[/b]2
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 3
[b]Precisão:[/b] 2 [+1]
[b]Vitalidade:[/b] 3 [+1]

[b]Habilidades:[/b]
Nome: Venatori
Tipo: Ativa
Descrição: Jace libera uma pequena quantidade de seu sangue. Quando o vampiro encosta sua mão, que estava com o sangue, no corpo do adversário, ela é absorvida. Logo seu sangue, busca exterminar os glóbulos vermelhos do corpo do adversário, por isso, ele entra na corrente sanguínea de seu adversário, atacando toda sua composição sanguínea, o que imediatamente causara uma sede de sangue voraz. Enquanto o sangue de Jace permanecer no organismo de seu oponente, este sentirá dores terríveis por toda a extensão de seu corpo e terá paralisia completa em seu sistema imunológico. Porem a habilidade continua, atacando o organismo de seu oponente, para fazer com que ele fique cada vez mais vulnerável, levando em consideração que seu alvo é o sistema nervoso. Ao final do ataque, seu oponente não passará de uma crosta sem vida. Completamente vulnerável.
Observação: Nesse nível tal habilidade só pode ser utilizada após consumir sangue humano, no mínimo cinco litros. Além de ser pouco eficaz, gasta uma quantidade de energia muito grande. Após utilizado o jogador fica vulnerável. [NESTE NIVEL] [considerando que tal habilidade pode ser potencializada com os futuros pontos de atributos.]

Hikari Yoshiro
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Hikari Yoshiro
[b]Idade:[/b] 21
[b]Sexo:[/b] Marculino
[b]Altura:[/b] 1,83
[b]Raça:[/b] Vampiro Impuro
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] x/1000
[b]L$:[/b] 0
[b]Profissão:[/b] -X-
[b]Salário:[/b] -X-
[b]Aparência:[/b] [spoiler][img]http://illiweb.com/fa/pbucket.gif[/img][/spoiler] Hikari possui cabelos negros e curtos ,tem um porte fisico normal para pessoas de sua idade,usa sempre um chapeu vermelhor cor de sangue,e um casaco e cachecol da mesma cor,as roupas de Hikari em baixo de sseu casaco são uma camisa e calças negras e botas negras,Hikari tambem possui caninos grandes(pela raça) e esta quase sempre de oculos escuros de lentes laranjas.
[b]Personalidade:[/b] Hikari é quieto,não fala muito com pessoas que não conhece,oque lhe faz paracer anti-social porem é apenas seu geito,não confia muito nas pessoas e não demostra muitos sentimentos(especialmente alegria).
[b]Terra Natal:[/b] Takaras
[b]História:[/b] Há 23 anos atraz um vampiro de sangue puro chamado Alucard conhecido por todo mundo por ser um vampiro frio e sanguinario fez algo inimaginavel,ele se casou com uma humana e teve um filho no qual pós o nome de Hikari(Luz em Japones* bem mal traduzido),por 2 anos Alucard não matou ou sequer quis matar algum humano ou qualquer outro animal para se alimentar,porem em uma noite normal a esposa de Alucard que estava com seu filho no colo cai sobre uma mesa da casa,a mesa era feita de cristais e cortaram muito o corpo da esposa e do filho de Alucard,quando o mesmo viu a cena e tanto sangue espalhado não agentou e atacou sua esposa acabando com todo o sangue da mesma,porem quando voltou a si viu apenas seu filho chorando e com uma mordida no pescoço e sua esposa morta,Alucard então pegou sei filho e o levou a um orfanato e logo depois o vampiro sumiu no mundo,seu filho cresçeu e se tornou um vampiro impuro que se alto denomina Yoshiro Hiraki(Yoshiro fora o nome que ele ganhara no orfanato),e depois de 20 anos Hikari sai do orfanato para "conhecer" o mundo.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 2 + 1(raça)
[b]Força Mágica:[/b] 2
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 4
[b]Precisão:[/b] 1 + 1(raça)
[b]Vitalidade:[/b] 2 + 1(raça)

[b]Habilidades:[/b]
-X-

Arthur Coulter
Spoiler:
Código:
[b]Nome:[/b] Arthur Coulter
[b]Idade:[/b] 19
[b]Sexo:[/b] Masculino
[b]Altura:[/b] 1,79
[b]Raça:[/b] Humano
[b]Nível:[/b][b]Exp:[/b] 1/1000
[b]L$:[/b] Zero
[b]Profissão:[/b] Nenhuma
[b]Salário:[/b] Nenhum
[b]Aparência:[/b] Olhos e cabelos negros como as trevas. Ombros e peito largos, porte físico atlético. Altura maneirada de um metro e setenta e nove. Vindo da raça humana, filho de Eddard e Arwinn.
[b]Personalidade:[/b] Sério quando preciso, brincalhão quando necessário e sábio quando for requisitado.
[b]Terra Natal:[/b] Peninsula de Ruff
[b]História:[/b] Arthur nasceu em Paramet, seus pais, que cuidavam da propria vida, plantando seu próprio alimento e criando seu gado. Porém, a alguns anos, os dois foram mortos de forma fria e cruel. E para horror de todos, o assassino fora seu filho mais velho, John. Arthur viu toda a cena, fraco e indefeso, pois tinha somente dez anos. O que poderia ter feito em tais circunstancias? John com o dobro de sua idade, tamanho e força, sendo um guerreiro, mataria o pobre Arthur se este tentasse fazer algo.
 John fugiu da cidade para os confins do mundo, ficando escondido. Mas Arthur, o pobre garoto, fraco e indefeso, cresceu. Logo após a morte dos pais, o garoto fora "adotado" por um estranho comerciante de armas, que o ensinou muito e ainda mais sobre tais ferramentas e como usa-las. Assim, o garoto fora morar em Paramet.
 Esse comerciante, sabia sua história e quis ajuda-lo. Logo ensinou-o a ser alguém furtivo e silencioso. Indo para as ruas, batendo carteiras e até mesmo pequenas adagas de guerreiros descuidados. No começo o garoto teve dificuldade, mas ao longo dos anos se tornou perito no assunto. Hoje, com facilidade e simplicidade, consegue se misturar a pessoas, roubar e quem sabe até mesmo assassinar se for preciso?
 E o único desejo, o único combustível que move o garoto, agora crescido e já um homem-feito, é a vingança. O desejo de ter o sangue de seu irmão correndo por suas mãos. Mas para isso, primeiramente, Arthur tem de encontra-lo.

Atributos:
[b]Força Física:[/b] 4
[b]Força Mágica:[/b] 1+1 (2)
[b]Velocidade de Ataque:[/b] 3
[b]Velocidade de Movimento:[/b] 3
[b]Precisão:[/b] 1+1 (2)
[b]Vitalidade:[/b] 2+1 (3)

[b]Habilidades:[/b]
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GM Zato

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Re: Fichas Migradas

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