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Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

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Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por ADM GabZ em Qui Dez 06, 2012 3:52 pm


O Porto de Rasgapele já foi próspero, ao menos aos padrões de Takaras. Hoje é um enorme depósito de embarcações destruídas e esquecidas. Reza a lenda que o lugar recebeu uma maldição para que nenhum navio conseguisse navegar por suas águas, terminando por arrebentar-se neste porto. Tal lenda ganha ainda mais força por já acumular décadas de destroços, e até hoje embarcações naufragam por aqui. Por conta disso o lugar é isolado, e por muitas vezes é possível avistar espíritos dos marinheiros mortos. Alguns são irados por terem perdido tudo que tinham, chegando a atacar viajantes. Outros parecem gostar de não precisar fazer nada e apenas flutuar por aí por toda eternidade.

Mas como sabemos, Takaras é repleto de seres que não se surpreendem com facilidade. Em meio aos destroços de navios existem casas, casebres e barracos com os mais variados moradores. Pelo lugar ser assombrado, dificilmente vê-se curiosos ou encrenqueiros. Quem mora aqui tem fama de ser corajoso e auto-confiante, ou simplesmente louco de pedra.


Loja de Armas

Localizada entre dois navios que se chocaram de frente à 150 anos, a loja de armas tem sua fama. É uma construção firme apesar de sua aparência dizer o contrário, feita com madeira dos próprios navios arrebentados. As janelas são fechadas com tábuas, e o interior é abafado graças a uma pequena fornalha queimando em um canto. As paredes são forradas de armas dos mais diversos tipos, tamanhos, qualidades e origens. Três barris e dois baús ainda acomodam mais armas. Espadas, lanças, adagas, bastões, manoplas: o lugar tem de tudo.

E absolutamente tudo é roubado. Até a menor das facas. Modéstia à parte, o dono se orgulha disso. É um goblin chamado Jake Rasgapele, inclusive o porto fantasma leva o nome dele. Ele sempre conta a história de como seu tatara-tatara-tatara-vô foi o primeiro corajoso (ou louco insanamente desmiolado) a aventurar-se por ali e decidir construir uma loja de armas roubadas. E deu certo. Hoje Jake tem vários vizinhos e uma fama gloriosa. É um goblin com belas cicatrizes no rosto, ironicamente falando. A justiça de Takaras é feita com as próprias mãos: se você é pego roubando ainda assim voltará para a casa, mas sem alguns dentes e com vários ossos quebrados. Jake não é exatamente o tipo esguio, e já pagou bastante por seus erros. Atualmente ele contrata mercenários e paga bem por armamentos roubados. Seus preferidos são os de Hilydrus: nobres, polidos e difíceis de serem roubados. Sempre bem humorado, Jake Rasgapele tem muitos amigos pelo porto e fora dele.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:25 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Vermillion em Qua Maio 15, 2013 11:03 pm

Enquanto a fina chuva caia do céu escuro dificultando ainda mais a vista daquele lugar sombrio, os passos leves e imprecisos do demônio se destacavam pela falta de criaturas vagando pelas ruas, ao redor de seu corpo suas asas 'abraçadas' contra seu tronco formando uma especie de manto de couro quase impermeável.

"Não importa o quanto eu viaje por esse reino, minhas pernas sempre me levam a um buraco mais sujo do que o outro... Estou precisando seriamente renovar meus horizontes... Talvez deve visitar Hilydrus ou Hirt para me divertir..."

Os passos do demônio o guiavam até um pequeno rochedo próximo ao mar, onde era possível ver a grande quantidade de destroços de navios de todos os tamanhos, mesmo sabendo que aquele local era uma pequena cidade agora ainda era difícil deixar de lado o cemitério que o rodeava, as almas que vagavam ao redor apenas lembrava a verdadeira realidade do local onde ele estava agora.

"Fico imaginando onde deveria ir agora... Sera que devo voltar ao exercito de Takaras... Não, não sou bom em seguir ordens isso ficou claro da ultima vez, preciso de algo que faça meu sangue ferver novamente, preciso me sentir como a um ano atrás novamente..."

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Kass em Seg Maio 27, 2013 5:31 pm

Estava chuviscando depois de uma chuva torrencial que teve há poucas horas.O céu escuro não deixava se ver quem estava a frente e muito menos atrás, apenas sombras. Todas as portas e janelas estavam fechadas. Dentro de tavernas e lojas só Vermíllion só conseguia ver a luz acesa do lado de dentro onde deveria estar quente e confortável. Foi então que saindo da loja de armas, portando um novo cajado que segurava na mão esquerda, e colocando uma faca brilhante na pantorrilha sem muita dificuldade, era Kassandra.

Mas com aquela chuva Vermíillion não poderia ter certeza, afinal deveriam ter outras criaturas que se vestiam com sobretudo verde-musgo e cabelos negros-acinzentados até a cintura. Foi pensando nisso que sentiu um vento pairar por sua cabeça e um corvo pousou no ombro da indivíduo, alertando-o de algo. A esta altura era impossível achar que era outra pessoa.

A cabeça de Kass se virou levemente mas não olhou para trás. Preferiu seguir em frente e adentrar a um bar algumas casas depois. O corvo deixou seu ombro e ela passou porta adentro, fazendo aquele calor sair para o lado de fora e um vento forte soprar para dentro arrancando rumores dos demais.

Do lado de fora Vermíllion a viu entrar, pedir uma bebida no balcão, pegá-la e caminhar até uma mesa ao fundo. Ela tinha uma garrafa e duas taças. Daonde estava era possível ver quem transitava pelo lado de fora. Ela então abriu a garrafa, colocou vinho nas duas taças. Pegou uma, cruzou as pernas e fez aquele gesto de "saúde" para Vermíllion que estava do lado de fora, convidando-o para entrar. Ela abria um sorriso de canto e tomava a bebida, esperando-o lá dentro.
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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Vermillion em Seg Maio 27, 2013 6:37 pm

Não importava o motivo, fosse ele destino ou coincidência, mas de todas as criaturas que Vermillion já teve a infelicidade(ou felicidade) de conhecer tinha que ser justamente Kassandra com quem seu caminho se cruzava novamente, ela que quase abriu os olhos do demônio para seu passado, suas origens, quase conseguiu traze-ló de volta à humanidade, por sorte ele conseguiu escapar a tempo da influência dela e porem não tinha conseguido completar seu treinamento, Kassandra era a unica pessoa com qual Vermillion deixou assuntos inacabados em toda sua vida, era hora de corrigir isso.

Após o convite da feiticeira cigana o demônio caminhou até o bar, entrou de forma lenta dando uma longa pausa na porta observando os outros clientes, abriu suas asas tirando o excesso de água e então as recolheu para dentro de seu corpo novamente, caminhou até a mesa onde Kassandra estava e puxou a cadeira enquanto indagava com um sorriso no rosto:


- Com sua licença madame...

Sentou-se na cadeira e se ajeitou na mesa pegando a taça de vinho que estava sobre a mesma levando-a a boca degustando do vinho lentamente. - Horrível, mas não se pode esperar algo descente de um bar em Takaras não é mesmo? Devia ter pedido Rum negro Kass. Disse com um sorriso na face enquanto finalizava o vinho da taça por completo

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Kass em Ter Jun 18, 2013 8:03 pm

[ Kra, eu jurava q tinha postado pra vc e pra outra garota, q merda, desculpa XD ]

 Kassandra apenas sorriu com seu comentário. Tomou mais um pouco da bebida e sorriu, olhando-o nos olhos.

— Prefiro vinho para esquentar as coisas. — Sorriu maliciosamente. — Enfim, depois de tanto tempo sem vê-lo não mudou nada. Como vão as coisas? — Perguntou Kass dando uma boa olhada na taberna, seu corvo estava em uma árvore do outro lado da rua.

— Sinto que ainda não conseguiu o que queria...— Deu uma olhada de relance na palma da mão do demônio quando ele foi pegar o vinho. Sorriu.

— E então, o que vai ser?
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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Vermillion em Qua Jun 19, 2013 11:28 pm

O demônio serviu-se de mais vinho enquanto a cigana falava, seu apetite ficava maior na presença dela, em todos os sentidos.


- Infelizmente não dá para ter tudo... Disse o demônio com um sorriso malicioso e cheio de segundas intenções... - Mas claro que, isso não queira dizer que eu tenha desistido ainda...


Vermillion levou a taça de vinho a boca e rapidamente colocou um fim na mesma com um único gole, repousou a taça sobre a mesa e voltou sua atenção para a cigana mais uma vez. Já fazia um ano que eles não se viam, pouco poderia ter mudado nesse meio tempo porém algo de especial mudou, ele. Vermillion tinha aceito sua condição, não fazia mais questão da verdade de quem era ou quem foi, ele era um demônio e existia apenas para satisfazer seus desejos e necessidades, pelo menos era o que ele tinha decidido...


- Sabe Kass, eu não preciso mais da verdade, não faço questão, a unica coisa que não consigo abrir mão ainda é o fato de não ter conseguido dividir a mesma cama que você por uma unica noite, isso sim é algo que não consegui superar ainda sabe... Dizia em um tom de brincadeira e de forma descontraída, ainda assim sua voz carregava luxúria mostrando seus desejos carnais.

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Kass em Qui Jun 20, 2013 3:58 pm

Kassandra mantinha os olhos fechados enquanto o ouvia falar, mas os abriu diretamente para Vermíllion sem conseguir desviar. Aquelas palavras mexeram com a cigana de uma forma que não pôde esconder e o demônio percebeu que ela tinha certa curiosidade. Mesmo assim, abriu um sorriso suave e colocou a taça na mesa.

— Certas coisas não se conquista com tanta rapidez, Vermíllion, já devia saber. — Seu sorriso se abriu ainda mais, cínico desta vez. 

— Mesmo assim é bom saber que deixou o passado onde está, o mais importante é o presente. 

Deu uma olhada demorada no demônio pensando, nisso deu mais uma olhada lá fora e viu seu corvo levantar voo.

— Pelo jeito que diz está sem rumo por hora, certo? Pois tenho um serviço que precisa ser completado que se encaixa muito bem no seu...perfil. —  Falou, olhando para seu corpo, maliciosa. — Pagarei muito bem. 

— Então, o que acha? Se não tiver problema para você perder um pouco de tempo com esta antiga cigana, hehe...
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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Vermillion em Sab Jun 29, 2013 8:12 pm

Vermillion abriu um largo sorriso ao ouvir as palavras da cigana, melhor ainda foi ver a expressão em sua face, depois disso até o vinho parecia estar mais agradável ao paladar dele.

- Você nunca foi uma perda de tempo cigana, na verdade, sempre a vi como um investimento a médio prazo.

O demônio se serviu de mais uma taça do vinho e sem demora o despejou garganta a dentro de uma só vez, fechou os olhos enquanto tentava apreciar a bebida, infelizmente para ele aquilo não era mais o suficiente para fazer a mente dele relaxar.

- Iremos discutir os detalhes desse serviço aqui mesmo? Não acha melhor fazermos isso em um local mais privado, um quarto talvez, deitados sobre uma cama totalmente despidos talvez... Dizia com um sorriso malicioso na face.

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Kass em Ter Jul 02, 2013 8:16 pm

A cigana riu e se levantou, colocando três moedas de ouro em cima da mesa e olhou para o garçom, deu uma piscadela e sorriu de canto, convidando Vermíllion a sair da taverna.

— Você acertou quase em tudo. — Lá fora estava frio e o vento era apenas uma brisa gélida que passava pelos cabelos da mulher e a arrepiava. Ficou quieta depois de sair da taverna e andou com vermíllion até o fim da rua. Uma vez lá, avistaram uma pequena casa de dois andares que tinha uma mulher demônio parada na porta. Ela usava pouquíssimas roupas e era muito sensual. Quando se aproximaram ela deu uma cantada em Kassandra, que exibiu apenas um sorriso.

— Quero um quarto, senhorita. — Falou a cigana e a mulher abriu um sorriso olhando para Vermíllion. Mordeu o lábio inferior olhando seu corpo de cima a baixo.

— Com o total prazer...Caso queira me chamar depois, sabe onde me encontrar. — Entrou com os dois para dentro da casa rebolando até a recepção. Deu uma chave para Kass.

— Andar de cima, porta quatro. — Kassandra devolveu o sorriso e olhou para dentro de um corredor que deveria ser a cozinha. Lá estavam várias meninas que olhavam para os dois e ficavam de conversinha sobre ambos.

Sem dizer mais nada, chamou Vermíllion para o andar de cima largando a moça sozinha a jogar beijos para o demônio. Uma vez lá em cima, o corredor era comprido e as portas eram de madeira vermelha. Ela achou fácil o número do quarto e abriu a porta. Parecia que ela procurava alguém por ali.

Ao entrar ascendeu a luz e contemplou o quarto: Uma porta ao canto onde seria o banheiro; grande e luxuoso completo. A cama grande e de colchão macio. Penteadeira e um pequeno armário. Não haviam muitas coisas ali, mas o suficiente para ficar por algum tempo.

— Bom, aqui não é o melhor lugar para termos esta conversa, porém... Seu alvo está aqui.

Abriu um sorriso malicioso, tirando o sobretudo exibindo um vestido largo vermelho com um espartilho negro.

— Bem, mas como deve estar já pensando...Não sou eu, ok? Hehe... — E ficou séria. Fechou a janela que tinha vista para o castelo de Takaras e sentou-se numa poltrona de couro, olhando-o.

— Sente-se. Há uma das mulheres daqui que tem algo que quero. Sua missão é simples: Conseguir o objeto. É um cristal pequeno que fica sempre em seu pescoço. Ela é bonita, então não será uma tarefa difícil. Vou descrevê-la:

— Cabelos compridos e loiros, pele branca de olhos levemente puxados e esverdeados. Com tudo em cima e pele bem sensual. Seu nome é Tiffani. Ela é uma meia-elfa. Só que ainda não chegou, vão pedir que ela mesma traga nosso jantar. Talvez eu saia na hora ou você pede outro quarto para os dois, o que achar melhor. Enquanto isso, tome seu banho que farei alguns preparativos.

Ela tinha escolhido um quarto perto de uma árvore. Seu corvo escolheu um galho de frente para a janela e ficou ali a observar.
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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Vermillion em Qua Jul 03, 2013 8:32 pm

A resposta da cigana deixou o demônio intrigado, retirou-se da taverna junta da mulher e a seguiu até seu destino, uma especie de hospedaria ou pousada de alto nível comparada ao resto do local, a recepção foi ainda mais interessante e deixou claro o local onde estavam, se o trabalho fosse realmente naquele local seria difícil não misturar negócios com prazer.

Não era do feitio de Vermillon ficar sem falar nada mas sua mente estava tão ativa imaginando o que poderia acontecer entre ele e as duas mulheres ali mesmo naquela recepção que não teve tempo para formular uma frase tipica das dele, ao invés disso apenas abriu um largo sorriso quase tão cheio de malicia quanto seu olhar para a demônia na entrada e passou a língua sobre o lábio superior antes de subir a escada junto da cigana e ir até o quarto

A cigana revelou sua roupa e explicou a missão que pareceu, ao ver do demônio, bem agradável e simples, mas não era o estilo da cigana ser simples assim então ele já se preparava para as surpresas, enquanto isso decidiu atentar ainda mais a cigana na esperança de que, um dia, ela cederia.


- Então... em resumo, basta seduzir uma bela jovem, furtar o cristal que ela supostamente tem e então entrego para você... Enquanto falava ele se aproximava da cigana até ficar praticamente colado nela, debruçou-se sobre ela aproximando sua face do rosto da mesma pela lateral até parar próximo de sua orelha e então sussurrou: - Agora, enquanto ela não chega, você poderia me deixar retirar esse seu lindo vestido, fechar as cortinas e nos divertirmos um pouco que tal?Sua voz era sedutora e conforme ele falava se aproximava cada vez mais da orelha da cigana, até que, quando terminou de falar, passou a ponta da língua no contorno externo da orelha da cigana.

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Kass em Qui Jul 04, 2013 6:34 pm

A cigana não esperava uma aproximação cheia de atitude vinda da parte de Vermíllion. Observou-o se aproximar, ficar perto e continuar suas atitudes. Apenas sorriu sem desviar uma vez se quer seu rosto ou seus olhos dos dele. Quando terminou sua ação, abriu um sorriso de canto e subiu as mãos desde a cintura do demônio até seu peito e empurrou-o levemente, num movimento tão intenso e ao mesmo tempo suave que poderia arrepiá-lo.

Sem dizer mais uma palavra, empurrou-o com atitude até o armário e prendeu sua cintura à dele, ergueu-se na ponta dos pés e encostou bem seu busto no peito de Vermíllion, deixando-o ainda mais animado, e aproximou seus lábios dos dele o suficiente para sentir sua respiração. A cigana mantinha os olhos fixos nos lábios do demônio, até voltá-los para seus olhos e encará-lo.

— Há certas coisas que nem a mais poderosa suporta...— E quando foi para se aproximar mais, alguém bateu a porta e uma voz feminina surgiu:

— Com licença! Trouxe a janta para o quarto número quatro. — Era Tíffani.

Kassandra abriu um sorriso e arqueou uma sobrancelha, se distanciando do demônio indo em direção ao banheiro.

— Atenda e diga que está sozinho. Se comentar, sua companhia foi embora. — Sussurrou antes de sumir porta à dentro. A menina bateu à porta novamente quase desistindo. Vermíllion acabara de perder a talvez única oportunidade de ter sua mestra em seus braços por uma elfa que batia à porta. Foi inacreditavelmente por um tris. Tinha um segundo para se recompor e atender a porta, ou mesmo que pense, poderia usar o calor que sentia contra a elfa.



{ Quaaaase hein kkkk =X }
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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Vermillion em Sex Jul 05, 2013 9:18 am

Tudo esta ocorrendo muito bem para o demônio, a cigana parecia finalmente ter caído em tentação e entrado no jogo de sedução dele, rapidamente a situação se inverteu de tal forma que ele estava encurralado pela cigana, o ar começou a ficar mais pesado e o clima esquentou como se tivesse ocorrido uma explosão, quando finalmente a distância entre os lábios deles ia finalmente se tornar nula uma batida na porta surpreendeu o casal e a voz feminina destruiu as chances do demônio com a cigana.

Kassandra rapidamente se retirou deixando-o com todos aqueles desejos carnais transbordando por todos os poros de seu corpo, lentamente ele abriu o casaco o removendo deixando-o no chão junto de sua espada enquanto acalmava a garota na porta com sua voz
- Estou a caminho...

Vermillion caminhou até a porta abrindo-a lentamente dando uma boa olhada na mestiça, seu olho brilhava um amarelo intenso que parecia até deixar um 'rastro de cor' no ar, seu torso nu mostrava toda a perfeição de sua pele cor de marfim que apesar de ter sofrido centenas de ferimentos não tinha marca alguma apenas os contornos naturais do corpo atlético do demônio. - Sei que não entendera direito o que esta para acontecer mas terá que se responsabilizar por isso moça... Dito isso o demônio esticou seu braço rapidamente pegando a garota pelo braço trazendo-a até ele de imediato, rapidamente sua outra mão se apoio na nuca da mestiça enquanto seus lábios iam de encontro com os dela silenciando-a em um beijo sedutor, intenso e cheio de desejos pela cigana.

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Kass em Sab Jul 06, 2013 4:43 pm

A moça não entendeu nada por causa da abordagem, ele mal olhou em sua cara ou pegou a bandeja que ela carregava com arroz, carne e vinho. Era uma elfa adulta e bonita, não chamava tanta a atenção do que as outras, mas pelo visto estava ali por algum motivo.

Spoiler:

— Nossa, assim tão rápi— Ela não teve tempo para resposta, deixou cair no chão a bandeja e sentiu o corpo do demônio colá-lo ao seu. Vermíllion sentiu na hora o colar roçar perto do seu pescoço. Ela manteve o beijo por alguns segundos e empurrou-o, indo para trás.

— Marcou hora comigo e não estou sabendo? Ham...desculpe mas tenho outro cliente neste instante, se quiser continuarmos depois até podemos e...— Disse ela, colocando a mão na nuca e dando uma passo para trás, permitindo que Vermíllion visse sua joia. Era um cristal comprido em forma de triangulo. Ela sorriu ainda desconcertada.

A segunda porta do lado esquerdo se abriu e dali saiu um homem alto e bonito de pele um pouco mais escura que a de Vermíllion. Ela parecia ter gostado dele e de seu jeito, pois quando ele chamou seu nome ela lhe correspondeu com um sorriso.

— Eu já vou, espere um minuto. — Ele lhe deu um sorriso safado e ela voltou-se para Vermíllion. Mas quando ele ia fechar a porta, Kassandra apareceu na porta do banheiro e olhou diretamente para o homem.

— Pode deixar, Tíffani, eu fico com este e você fica com este moço aqui. — Apontou para Vermíllion. Tiffani não gostou e olhou Kassandra, uma mulher bela e cheia de curvas e muito atraente se responsabilizar pelo homem que ela estava interessada.

— Oh não precisa, pode ficar com este...Já tinha horário marcado com o moço ali e...— Mas foi cortada pelo próprio homem, que se aproximou da porta.

— Magina! Outro dia nós fazemos...Já que este homem está requisitando seus belos dotes, eu posso ficar com esta mulher aqui por hoje... — Disse, olhando o corpo da cigana de cima a baixo, obviamente animado. Kassandra deu um sorriso e olhou para Vermíllion divertida e passou pela porta, entrando pela outra com o homem.

— Pode deixar, Tifffani, cuidarei bem deste para você...— E fecharam a porta.

A elfa, sem ter o que dizer e sem reação apenas sorriu para Vermíllion, olhando seu corpo de cima a baixo.

— Vejo que não teremos tantos problemas já que nossas preferências mudaram. — Respondeu a mulher, passando por cima da sujeira e entrando no quarto.

Agora Vermíllion tinha a elfa que lhe foi pedido. E, para sua raiva, enquanto ele estivesse com ela, Kass estava no outro quarto matando os desejos carnas de outro homem. A elfa tira uma segunda roupa, ficando apenas com as íntimas e seu colar. Preferia ele seduzir a moça e apenas pegar o cristal sem ela perceber? Ou fazer outro tipo de coisa, só de raiva por Kass tê-lo trocado?

— E então, o que vai querer primeiro...?

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Vermillion em Dom Jul 07, 2013 9:55 am

ATENÇÃO!!

Cenas a seguir contem sexo e violência, se for menor de 18 anos pare de ler imediatamente.

Grato pela colaboração.


Spoiler:
O demônio agiu por puro impulso quando agarrou a elfa e entendeu quando ela o afastou porém não entendeu por que ela demorou tanto para faze-ló se tinha ficado tão decepcionada com a atitude dele, independente, a reação dela apenas facilitou para Vermillion que teve seus instintos acalmados aos poucos, tudo isso para explodirem ainda mais forte por causa da cigana mais uma vez.

Kassandra não só brincou com ele como também tomou o lugar de Tiffani e foi 'servir' o cliente da mesma, Vermillion não esboçou reação alguma, manteve o mesmo sorriso no rosto até a cigana adentrar ao quarto ao lado e sumir de vista, mesmo depois da elfa entrar em seu quarto o demônio permaneceu alguns segundos olhando para o corredor  agora vazia, por estar de costas para a elfa a mesma não pode ver sua face mas pela primeira vez em quase um ano ele sentiu um desejo de sangue tão grande que seus olhos transbordavam ódio e seus dentes serrilhavam, sua expressão por poucos segundos era de um verdadeiro demônio.

Vermillion conteve seus impulsos apenas pelo desejo de não dar esse prazer a cigana, se conteve e adentrou ao quarto fechando a porta logo após, em sua frente uma mulher disposta a fazer praticamente de tudo, em sua mente tudo parecia ser muito pouco para fazer a cigana pagar por suas brincadeiras, já com um sorriso malicioso no rosto e um olhar mais calmo e tentador ele se aproximou da elfa ficando atrás da mesma enquanto respondia sua pergunta:.


- Desculpe a forma que te tratei agora a pouco senhorita, digamos que o 'timing' foi o problema... Mas agora permita-me me desculpar apropriadamente... Dito isso ele aproximou a face dele até a nuca da mulher e suavemente cheirou o pescoço da mesma, logo em seguida de forma suave ele passou a ponta da lingua pela nuca da elfa e foi subindo até sua orelha esquerda parando a caricia ao atingir a mesma, passou o braço direito pela lateral do corpo da elfa e com suas garras suavemente começou a traçar um caminho iniciando em seu ombro esquerdo, descendo por entre seus seios e seguindo pelo seu torso, circulou o umbigo da moça e desceu até sua virilha onde parou por alguns segundos. Ele não removeu nenhuma das poucas peças de roupa dela, também teve certeza de não deixar sua garra ferir a pele dela, antes de refazer o caminho que sua garra percorreu ele se aproximou do ouvido direito dela e sussurrou no mesmo enquanto sua mão retornava lentamente:- Você é realmente linda, sua pele é macia e suave como seda, seu cabelo tem um aroma delicioso capaz de acalmar a mais terrível das feras, mas tudo isso não parece nada diante das curvas de seu corpo... Parece um pecado alguém violar tamanha perfeição... Ele tirou a face de próximo do ouvido da elfa e recuou seu braço se afastando um pouco, andou para a frente da elfa ficando diante dela, tocou em sua face com as costas da mão e a acariciou suavemente, com um sorriso sedutor e um olhar gentil o demônio mais uma vez dirigiu seus gracejos para a mulher: - Sei que não sou de sua preferência mas com certeza você é a minha, aquela mulher não é nada diante de tamanha beleza e elegância, diga-me senhorita, o que poço fazer para faze-lá me desejar como lhe desejo? Ele colou seu corpo no dela e permaneceu com a mão direita sobre a face da mesma apenas acariciando-a, seu olhar era fixo no dela e seus lábios tinham o mais lindo e perigoso sorriso.



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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Kass em Seg Jul 15, 2013 1:08 pm

Tífani não imaginava que ele seria tão gentil e sincero com ela, chegou a abrir um sorriso e arrancar da moça alguns suspiros mais fortes; Depois daquele carinho todo que sentiu e presenciou era claro em sua face que ela seria inteira dele. Talvez até melhor que o outro ele era. Retribuindo seu sorriso, passou os braços por seu pescoço e beijou-o por um tempo acariciando seus cabelos. Ao se afastar, a mulher se aproximou da cama e chamou-o.

— Tem algo a mais que posso fazer para lhe agradecer...? — É claro que ela não falava de resolver outro tipo de assunto senão na cama. Ela o chamava, e o que o chamava também era seu colar, que por algum motivo brilhou em um tom avermelhado quando entrou em contato com os olhos de Vermíllion.

— Diga-me...Como soube que seria eu que estaria te levando o jantar? Já tinha falado com as meninas sobre mim?
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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Vermillion em Ter Jul 16, 2013 10:19 am

O demônio teve sucesso, quebrou com suas palavras a péssima primeira impressão que a elfa teve, agora tinha que continuar a seduzi-lá até deixa-lá totalmente vulnerável.Quando a mulher se deitou na cama após beija-ló ele lentamente se despiu e foi de encontro a ela respondendo o questionamento dela:

- A dama na recepção informou quando entrei...

Ele posicionou-se sobre a mulher colocando seu corpo sobre o dela, aproximou seu rosto do dela e a beijou mais uma vez dessa vez de forma mais longa e intensa que antes, era claro o que iria acontecer ali depois daquele beijo, palavras se tornaram dispensáveis no momento e a missão de Kassandra iria ter que esperar o demônio se satisfazer, no entanto, durante o ato sexual Vermillion tentaria remover o colar da elfa para que a pedra não se torna-se um obstaculo, afinal, ela ficaria em varias posições que um colar poderia atrapalhar...

[ Mais que isso vira hentai então fica assim xD]

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Kass em Qui Ago 01, 2013 7:17 pm

[ Seu post foi ótimo, nem vou comentar. XD ]

A moça não esperava tais atitudes da parte do demônio. Ela se concentrava em acompanhá-lo, mas chegou um momento que não conseguiu mais, estava totalmente entregue e enfim tudo aconteceu.

As horas que passaram mais lento que o relógio poderia proporcionar, dentro do quarto ruídos podiam ser ouvidos e um certo calor emanava daquele lugar. Todos que passavam davam uma parada para escutar alguma coisa e saíam com as mãos nas calças ou puxados pela mulher que carregava, afinal, eles logo perguntariam quem era a tal que fazia tão bem e as outras perderiam seu cargo.

Enfim tudo acabou e já passava das cinco da manhã. O dia começava a tornar-se aparente, foi quando Tiffani acordou e se levantou vagarosamente. Assustou-se ao olhar docemente para Vermíllion e mordeu o lábio inferior, olhando seu corpo deitado na cama. Vestiu-se rapidamente, passou uma água no rosto e saiu pela porta. Nem deu-se conta se estava com o colar ou não, mas para sua surpresa, ele não estava mais pendurado em seu pescoço.

Alguns minutos depois da moça fechar a porta e descer as escadas a porta se abriu com um barulho grosseiro: era Kassandra. Ela estava com os cabelos um pouco bagunçados e ainda usava a mesma roupa da noite anterior. Caçou algum vestido para usar, um na cor preta com um belo decote. Seu rosto estava sereno e sua pele mais clara que antes.

— Vejo que sua noite foi boa. — Sussurrou, olhando o rapaz nú coberto apenas pelo fino lençol. — Conseguiu o que queria? — Perguntou dando uma boa olhada no demônio. Afastou-se então com um sorriso maroto e colocou seu sobretudo.
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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Vermillion em Sex Ago 02, 2013 9:34 pm

Demorou um pouco mas finalmente a mestiça se entregou completamente a ele, apesar de não ser um Íncubo Vermillion tinha um grande apetite e provou isso durante a noite. Ao amanhecer a mulher se levantou rapidamente da cama tentando não desperta-ló, apesar de que ele permanecia acordado apenas mantinha os olhos fechados fingindo estar desperto, sua mão direita permanecia embaixo do travesseiro que sua cabeça repousava enquanto que o resto de seu corpo podia ser visto parcialmente   onde o cobertor não cobria, quando ouviu a porta do quarto se fechar abriu os olhos porém permaneceu deitado até que ela se abriu novamente dessa vez com Kassandra do outro lado.

— Vejo que sua noite foi boa.
- Acredito que ambos podemos afirmar isso...
— Conseguiu o que queria?
- Não, eu consegui o que você queria! Disse o demônio se levantando da cama rapidamente deixando o lençol que o cobria no chão e em sua mão direita o colar que havia escondido debaixo do travesseiro durante a noite, caminhou até a cigana e colocou o colar ao redor de seu pescoço enquanto sussurrava em seu ouvido: - Fica muito melhor em você... Entregando o colar para a cigana ele se afastou da mesma e recolheu suas roupas no chão do quarto começando a se vestir novamente, primeiro as calças seguida da camiseta e então as botas e por ultimo o casaco.

- E agora Kass, qual a próxima parada?

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Kass em Seg Ago 05, 2013 10:07 pm

Abriu um sorriso enquanto ajeitava os cabelos e olhava para fora, Vermíllion conseguia ser engraçado quando queria. Aproximou-se e colocou o colar em seu pescoço.

— Ora não seja falso, lambeu os beiços e adorou o presente que lhe dei esta noite. — Olhou-o de soslaio, caminhando até o espelho e observando o colar em seu pescoço. Tirou-o dali e enfiou no bolso de seu sobretudo.

— Vamos sair daqui antes que ela tome falta e levemos para quem realmente quer o cristal. Siga-me.

Dizendo isso, pegou seus pertences e saiu porta a fora esperando que Vermíllion a acompanhasse. A porta do quarto por onde Kassandra tinha dormido com o homem estava aberta, e dando uma olhada rápida para dentro estava lá o homem deitado amarrado na cama num sono pesado. Ela não tinha feito nada.

Saiu porta a fora daquele lugar que pretendia nunca mais voltar ali.


[ Próxima parada: Templo Janiya! ]
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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Shaorin em Dom Dez 08, 2013 3:37 pm


@ Juliet

Quando chegaram já era o meio da manhã. Kenji evitou falar do assunto assim que passaram da metade do campo. Juliet percebeu que a grama que pisava começava a mudar a cor e a manter em alguns pontos. Chegou até a pensar que o chão pudesse estar se movendo.

Então o chão mudou para pedra e entraram na cidade. De primeira impressão era um lugar fantasmagorico. Dava sensações estranhas e ela sentia que a todo tempo e em todas as direções ela estava sendo observada.

Dos dois lados da rua haviam sobrados inacabados em todos os tons escuros possíveis; árvores entravam nas casas com janelas e portas quebradas.

A rua estava deserta e enquanto caminhavam, algumas portas e janelas eram fechadas. Alguns olhos eram vistos e outros até os encaravam com armas nas mãos. Kenji ignorava, caminhando em direção a parte principal do porto, onde davam em uma bifurcação. Para a direita era o porto, para a esquerda a rua continuava e lá em seu fim, que não era muito longe, quase cinco casas, dava para um conjunto de árvores, onde dava acesso a uma outra rua virando a direita.

kenji foi em direção ao porto e entrou num casarão de quartos, possivelmente uma taberna. Ele bateu três vezes na porta e um homem velho mal-encarado de olhos fundos e amargurados, ele ia abrir a boca para rejeita-los quando Kenji se identificou falando alguma coisa no seu ouvido. O homem então abriu a porta e entraram.

— Ovos feitos com carne, pão e vinho. O quarto de sempre.

O homem a chave mais antiga que tinha e entregou a ele, e então subiram as escadas daquela pensão rústica. Subindo os degraus, Kenji foi ao último quarto do corredor. Havia apenas uma cama, duas cabeceiras e um guardarroupa antigo. Ele trancou a porta e ficou ao centro por alguns minutos e Juliet pode sentir algum tipo de magia ser emanada de Kenji sem ele precisar recitar um verso.

— Já ouviu falar dos vampiros desta região? Espero que também os mutantes desta raça. São criaturas que, uma vez com ressentimento de alguém, mesmo mortos perseguem seu oponente. Eles conseguem tomar o corpo de alguém para ter sua vingança. Uma vez o corpo tomado, nunca mais eles saem.

— Somente o fogo os mata realmente, porém que fazer isso enquanto estão hospedados no corpo. Pensando que estes são nossos inimigos e nos conhecimentos que possui, como agir num confronto? Quais magias usar?

Agora Kenji mudou sua postura e agora parecia realmente um mestre.

— Se tiver alguma magia pode invocá-la contra algo para eu ver sua eficiência. — Sorriu. Este então era o momento que Juliet poderia mostrar a que veio e ser uma boa aluna.

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Juliet Baskerville em Seg Dez 09, 2013 1:21 am

 Aquele lugar parecia ser mesmo cheio de algum tipo de angústia ou melancolia nem de longe convencional, ou era ao menos esta a sensação que me percorria enquanto avançávamos pelos campos até ali. A grama ficava mudando de tom em alguns pontos, em um padrão estranho, que me fazia imaginar que o chão estava se movendo por alguma razão, levando-nos até o porto. Mal percebi quanto pisamos no chão de pedra, a marca de que havíamos por assim dizer, adentrado nos domínios do Porto Fantasma, e o nome logo se tornava evidente, pela forte sensação de estar sendo observada que me fazia virar a cabeça para os lados, procurando pelos espiões ardilosos que me vigiavam. Era realmente como se houvessem espíritos ali, olhando e estudando cada característica minha com olhos macabros.

A outra possível razão para o nome já estava impressa em sua própria construção, pelo menos ali na borda da cidade havia apenas casas abandonadas e mal acabadas. Parecia que elas eram totalmente vazias, com árvores forçando caminho por tetos e janelas em ruínas, pinturas inacabadas, e muitas das portas e janelas apenas pendiam em suas dobradiças, lançadas ao vento. Outras claramente ainda possuíam proprietários, talvez não totalmente vivos, mas indubitavelmente ainda ávidos por saber o que acontecia no mundo exterior, já que algumas janelas ficavam entreabertas enquanto passávamos pelas residências, os pequenos vigias rapidamente as fechando quanto olhava diretamente para estes, enquanto outros pareciam nos desafiar, aparentemente portando armas e prontos para proteger a sua região, ou mais provavelmente a si mesmo, já que duvidava que aquela fosse uma comunidade lá muito unida.

Logo chegamos a um pequeno desvio de rota, a estrada parecia se dividir em duas trilhas de rumos diferentes, uma seguindo até o porto em si, enquanto a outra parecia seguir até a orla não muito distante da cidade, e se desviar para uma direção que não conseguia enxergar claramente dali, com minha vista que não era das melhores de qualquer forma. Kenji acabou nos levando pela primeira, e eu o segui até o porto, onde adentramos em um velho casebre com vários quartos, aparentemente algum tipo de taverna e/ou pousada, o atendente não pareceu nem um pouco amistoso ao atender-nos na porta, de fato parecia pronto a nós expulsar dali de maneira bem deselegante. Porém foram necessárias apenas algumas palavras de Kenji em segredo para este, e ele recuou um bocado em sua primeira reação, deixando-nos entrar sem mais delongas, enquanto meu mentor completava, agora não mais em sigilo:


— Ovos feitos com carne, pão e vinho. O quarto de sempre.

O homem pegou uma chave que parecia realmente muito antiga e pouco usada e a entregou a meu professor, que subiu então as escadas e me levou pelo corredor até o último quarto deste, abrindo a porta para adentrarmos em nossas acomodações. Era um quarto com realmente muito pouco espaço disponível, ainda mais se comparado ao ambiente no templo que ao menos parecia transpirar algum tipo de conforto, ali havia apenas uma cama, duas cabeceiras e um armário todos velhos e maltratados pelo menos a meu ver.

“Espere, só uma cama? Então alguém terá que dormir no chão, aparentemente.” Foi minha primeira idéia ao reparar no estado do quarto de hotel de terceira linha. Assim que adentramos no quarto Kenji trancou a porta, e avançou até o centro do quarto, de repente pude sentir algum tipo de presença de natureza sobrenatural ser lançada por ele no ambiente, sem necessitar nem ao menos de algum tipo de gesto, preparação ou palavra de natureza oculta.

— Já ouviu falar dos vampiros desta região? Espero que também os mutantes desta raça. São criaturas que, uma vez com ressentimento de alguém, mesmo mortos perseguem seu oponente. Eles conseguem tomar o corpo de alguém para ter sua vingança. Uma vez o corpo tomado, nunca mais eles saem.

Eu já havia, de fato, ouvido algumas histórias sobre tais criaturas de natureza hematófaga, as quais eram quase sempre vinculados poderes de natureza sobrenatural misteriosos, como capacidade de fascinar suas vítimas ou de controlar animais de hábitos noturnos. Mas jamais havia ouvido falar da mutação que Kenji agora mencionava, mesmo já tendo escutado outras tantas lendas folclóricas sobre fantasmas que possuíam os corpos das pessoas, mas quase sempre facilmente expurgados pelo exorcismo, histórias muito difundidas para fortalecer a fé em diversas religiões de fato. Mas algum tipo de espectro de natureza parasita, que tomava permanentemente o controle de um corpo para cumprir seus objetivos era realmente um ser de natureza desconhecida por mim, mesmo que apenas em estórias.

— Somente o fogo os mata realmente, porém que fazer isso enquanto estão hospedados no corpo. Pensando que estes são nossos inimigos e nos conhecimentos que possui, como agir num confronto? Quais magias usar?

– Creio que seja um bom ponto para questionamento. Creio que a forma mais fácil seria atear fogo também ao corpo ocupado, não? – Eu lhe disse, aplicando a questão o mais frio pensamento lógico. Se de fato era impossível repelir a criatura de um corpo ocupado, a solução óbvia era eliminar este juntamente ao alvo, afinal não haveria como recuperar o ser dominado.

— Se tiver alguma magia pode invocá-la contra algo para eu ver sua eficiência.

“Outro teste? Acho que ele apenas deseja saber o que já sou capaz de fazer afinal de contas.” Parei alguns instantes em contemplação, imaginando qual seria a melhor demonstração de como lidaria com uma daquelas criaturas que acabará de descrever, uma vez que este deveria ser o tipo de habilidade que ele aguardava que eu lhe apresentasse. Eu peguei um pequeno giz dentro da minha trouxa, e comecei a rabiscar alguma coisa na palma da minha mão, rapidamente, em seguida eu a estendi em direção a uma das cabeceiras. Eu apenas mexia um pouco na composição dos gases que formavam a atmosfera, seguindo uma trilha fina em direção ao móvel, e então uma chama azulada parecia surgir repentinamente na trilha da minha transmutação, alcançando o móvel e iniciando um pequeno incêndio contra este.

– Isto de fato não é magia, em sua descrição mais profunda e esotérica, eu apenas modifiquei os gases que misturados formam o ar em uma pequena linha até o móvel, para formar uma reação química que projeta aquilo conhecido como fogo fátuo. – Eu lhe expliquei rapidamente, querendo explicar a verdadeira natureza de minha habilidade, aparentemente esta havia sido a razão do mestre me dar atenção, já que o uso de alquimia como aquela devia ser quase totalmente desconhecida na região, a não ser talvez por algum volume avulso que houvesse em sua ampla biblioteca. – Talvez não seja tão impressionante quanto magia, mas é bem mais diversificado. Assim como posso fazer isso posso mudar a forma de uma arma, ou sua composição para torná-la dura como um diamante, talvez até mesmo transmutar grandes quantias de ouro, mesmo que o efeito aquele expirando após algum tempo quase sempre.


OFF:

Minha personagem irá tentar usar o hidrogênio e nitrogênio no ar para criar PH3, ou fosfina, que cria a reação química que origina o fogo fátuo até onde sei. Ela o fará de maneira bem limitada, criando apenas uma forma cilíndrica afinada, até a cômoda para melhor aproveitar a habilidade.

PS: Eu já havia gasto 25% da energia antes, eu recuperei ao descansar?

PS²: Considerei que minha personagem carregar um giz consigo porque precisa inscrever os círculos de transmutação para usar a sua habi, e achei que já teria preparado previamente algo na trouxa para tanto.

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Shaorin em Ter Dez 10, 2013 9:54 pm

[ Tudo que solicitou foi aceito, e sim, já esta com 100% de mp por descansar. Não farei perder nada porque é apenas demonstração.]

Kenji observou as ações e velocidade com que Juliet conseguira atear uma pequena quantia de fogo na cabeceira da cama. O que ela fez apenas chamuscou a madeira, pois o objetivo não era queimar o lugar.

Escutou paciente sua explicação, aquiesceu com a maioria do que ela explicara e sorriu.

— Conheço muito bem a alquimia, agora entendi porque fui escolhido. Uso tanto a magia quanto a alquimia, ambas na mesma proporção. — Falou com um sorriso suave e logo continuou.

— Foi como eu disse, queimar o corpo com a criatura é a melhor opção. Agora vou fazer outro teste, sabe algo sobre paralisação?

Como percebeu que Juliet era rápida com a escrita e o giz, caminhou até a cabeceira e pegou um livro e jogou para cima.

— Paralise-o antes de chegar ao chão. — Queria ver sua velocidade com as coisas em movimento e assim que ela conseguisse fazer o objeto flutuar ao paralisar, jogaria um outro em seguida para testar sua velocidade e tempo de duração de sua alquimia.


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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Juliet Baskerville em Dom Jan 05, 2014 4:12 pm

A minha transmutação transcorria exatamente da forma como havia esperado, nada a mais e nada a menos, deixando o móvel em  que foquei as  chamas apenas levemente queimado. Meu professor acompanhou minha explicação sobre minha alquimia de maneira atenta e calma, enquanto eu tentava ser o mais clara e direta para este. Finalmente, este fez uma declaração sobre o que havia acabado de lhe contar:

— Conheço muito bem a alquimia, agora entendi porque fui escolhido. Uso tanto a magia quanto a alquimia, ambas na mesma proporção.

Aquilo me deixou bem surpresa, e também levemente apreensiva em relação ao meu objetivo ali, que era justamente achar um meio termo entre a teoria científica por trás da alquimia e as fórmulas que eram utilizadas na prática da magia. Se era possível para meu mentor utilizar ambos na mesma proporção, então era possível que este caminho intermediário entre a alquimia e magia já houvesse sido encontrado. Este tipo de pensamento me desencorajava um pouco, e até me sentia levemente frustrada por isto, mas também me fazia ficar um pouco mais encorajada em meus estudos com Kenji, uma vez que ele poderia me mostrar melhor do que ninguém o que eu realmente queria saber.

— Foi como eu disse, queimar o corpo com a criatura é a melhor opção. Agora vou fazer outro teste, sabe algo sobre paralisação?

Ele falou, em concordância a resposta que eu havia dado em relação às criaturas das quais ele comentará anteriormente. Eu porém, sacudia minha cabeça em discordância a questão que ele levantou agora, uma vez que realmente não conhecia muito sobre o assunto. Eu sabia que a paralisação devia se referir ao termo paralisar, ou seja, devia ser algum tipo de encantamento ou técnica para imobilizar um oponente, parando todo movimento de um determinado corpo ou algo similar.

— Paralise-o antes de chegar ao chão.

– Como? – Era a questão que eu rapidamente deixava escapar no instante em  que meu professor atirava um livro no ar. Eu me movia rapidamente, não para paralisar o livro no ar ou algo do gênero, como imaginava ser a ideia dele no momento, mas para apanhá-lo antes de cair no chão com as minhas mãos.

Após ficar um pouco em silêncio, limpando a capa do livro na bainha do meu vestido, coloquei o volume sobre a cama que havia ali e me voltei para meu mentor, dizendo para ele:


– Eu não alcancei um nível de alquimia elevado o suficiente para fazer algo assim, e nem sei se é possível fazer usando alquimia. E também desconheço qualquer magia de verdade, uma vez que apenas agora estou iniciando meus estudos nas artes arcanas.

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Shaorin em Sab Jan 11, 2014 11:03 pm

Ele abriu um sorriso grande de satisfação ao ver o movimento de Juliet. Sabia que se fosse realmente aplicada e quisesse aprender, faria qualquer coisa, e foi o que fez. Observou-a pegar o livro e tirar a poeira, suspirou e olhou para o lado de fora.

— Dê uma olhada na capa.

Quando Juliet virou a capa para olhar o livro, viu seu título "Magia e seus segredos". E o outro estava com as paginas em branco.

— Alguém que mesmo desobedecendo os feitiços pedidos e indo contra seu mestre, fez o possível para salvar o que estava em perigo, merece carregar este livro. É um belo exemplar, vai lembrar dele, foi um dos que transcreveu, porém é o original. Este outro é para você anotar tudo que aprender. Guarde ambos com sua vida, afinal se cair em mãos erradas já era.

Ele fez um círculo no chão e desenhou algumas runas. Pediu os livros e colocou na cabeceira novamente.

— Sente-se e feche os olhos. Terá de confiar em mim. — Assim que os viu fechados, continuou.

— A magia vem de dentro para fora. Por mais que usemos a necromancia,, há um pouco de magia que se soma, mesmo que seja mínima. Então, mesmo que quisermos jogar uma magia em alguém, temos de conhecer nós mesmos. Ela vem de nosso eu mais profundo, por isso, quando iniciamos a magia e conhecemos nosso eu ele e ele não é bom, não há quem o mude.

— Por isso, vamos começar aprendendo quem nós somos. Juliet, agora de olhos fechados, olhe para dentro de si e tente sentir sua magia. No começo é algo morno que vai surgindo, para então esquentar e ir direto para suas veias, para então parar na palma da sua mão e sair. Abra as mãos e deixe uma palma virada para a outra como se segurasse uma bola invisível. Pense em você mesma, em seus objetivos e o que conquistou, aos poucos algo irá se materializar entre suas mãos numa determinada cor, e verá a essência de sua magia e então saberá quem realmente é.

( Juliet, preciso que agora poste algo vindo de dentro da tua personagem. O que sente, e até mesmo se vê algo. Descreva tudo, mas sem exagerar, pode sim dizer que um círculo pequeno apareceu e a cor, que fica a sua escolha. É um post importante pois até a sua personagem pode se conhecer neste momento. Seja criativa. =D )

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Re: Porto Fantasma de Rasgapele [+ Loja de Armas]

Mensagem por Juliet Baskerville em Seg Jan 20, 2014 1:52 pm

Fiquei estarrecida diante da reação inesperada de Kenji diante de minha explicação, e principalmente por conta da falha que havia acabado de cometer ao não conseguir executar o comando que este me impôs. Estava acostumada a um sistema de ensino um pouco mais rígido, se fosse Albor ele já teria me atirado alguma coisa na cabeça ou brigado por minha desobediência. Ao invés disto, Kenji sorria com satisfação, como se já esperasse por aquele resultado deste o princípio e não uma demonstração de fraqueza ou ignorância.

— Dê uma olhada na capa.

Eu ainda estava um pouco surpreendida pela reação de Kenji quando fiz o que me pedia e olhei a capa do livro, o título me pareceu familiar e notei que aquele era um dos títulos que havia copiado anteriormente no templo. Eu não havia encontrado muita coisa de significante neste título, assim como nos demais, durante a rápida leitura que pude fazer durante o serviço que executava, mas tinha certeza que uma leitura mais aprofundada poderia me fornecer muita informação a mais. O livro que este havia lançado juntamente a ele, porém, ainda estava com suas páginas em branco e sem qualquer marcação de já ter sido usado, me deixando curiosa pela razão a qual fazia Kenji carregar tal livro com ele.

— Alguém que mesmo desobedecendo os feitiços pedidos e indo contra seu mestre, fez o possível para salvar o que estava em perigo, merece carregar este livro. É um belo exemplar, vai lembrar dele, foi um dos que transcreveu, porém é o original. Este outro é para você anotar tudo que aprender. Guarde ambos com sua vida, afinal se cair em mãos erradas já era.

– Muito obrigada. – Foi o que me limitei a responder a ele enquanto examinava o volume em questão e meu novo diário. Realmente, para mim aquela era uma recompensa deveras inesperada, mesmo que agradável.

Depois de alguns momentos apreciando os meus dois novos livros, notei que Kenji utilizava algo para desenhar um círculo e runas estranhas no chão do quarto. Eu o observava, curiosa para entender seu comportamento repentino, e ao término de sua tarefa este pediu os dois livros para mim, que os entreguei rapidamente, e depois seguiu até o mesmo móvel no qual havia demonstrado minha alquimia anteriormente, deixando-os em cima deste.


— Sente-se e feche os olhos. Terá de confiar em mim.

Disse este para mim rapidamente, aparentemente agora estava planejando algum tipo de exercício de meditação ou algo do gênero. Eu segui suas ordens prontamente, me colocando sentada em posição de lótus no chão e fechando os meus olhos, esperando pelas próximas instruções, que não tardaram a serem feitas.

— A magia vem de dentro para fora. Por mais que usemos a necromancia,, há um pouco de magia que se soma, mesmo que seja mínima. Então, mesmo que quisermos jogar uma magia em alguém, temos de conhecer nós mesmos. Ela vem de nosso eu mais profundo, por isso, quando iniciamos a magia e conhecemos nosso eu ele e ele não é bom, não há quem o mude.

Parecia um conceito bem simples para mim, afinal de contas a magia era basicamente uma prática que usava a energia de um indivíduo para moldar o mundo ao seu redor de acordo com sua vontade. Mas também era um conceito deveras diferente do presente nas artes alquímicas, onde a capacidade de utilizar a transmutação provinha quase que exclusivamente do conhecimento das fórmulas corretas para a execução desta.

— Por isso, vamos começar aprendendo quem nós somos. Juliet, agora de olhos fechados, olhe para dentro de si e tente sentir sua magia. No começo é algo morno que vai surgindo, para então esquentar e ir direto para suas veias, para então parar na palma da sua mão e sair. Abra as mãos e deixe uma palma virada para a outra como se segurasse uma bola invisível. Pense em você mesma, em seus objetivos e o que conquistou, aos poucos algo irá se materializar entre suas mãos numa determinada cor, e verá a essência de sua magia e então saberá quem realmente é.

Já havia ouvido algo do gênero antes, ou mais provavelmente lido tal citação em algum livro, alguma coisa como ‘Conhece-te a ti mesmo’, mas jamais havia dado qualquer tipo de atenção em particular a este. Era um pouco estranho pensar nisto, eu tinha uma curiosidade quase insaciável e um desejo abrasador de conhecer o máximo que pudesse sobre cada coisa existente nunca houvesse sentido o impulso de tentar conhecer um pouco melhor a si mesma. Talvez por sempre acreditar que não havia muito o que descobrir, era o que era e jamais se questionou a razão de ser assim.

Ela colocava as palmas das mãos juntas, e começava a separar as duas, até ficarem a mais ou menos dez centímetros uma da outra. Ela tentava se concentrar da melhor forma possível naquele ponto, o que era dificultado por conta da ordem secundária dada por Kenji a ela, a de tentar encontrar a fonte de seu poder arcano em seu interior. Tinha que me concentrar o máximo possível em mim, tentando achar algum tipo de energia no meu interior que poderia aplicar ali, mas era um pouco difícil.

Ela tentava imaginar a energia, visualizar esta como sempre havia visualizado durante a prática da alquimia, uma fonte básica de energia brilhante focalizada em sua cabeça, e de lá passando por ramificações espalhando-se por todo o restante do corpo, enquanto se concentrava nas palmas das mãos. A medida que o trabalho prosseguia, no entanto, eu sentia uma estranha sensação de inquietude se espalhando pelo meu corpo. Imagens começavam a aflorar em meus pensamentos, como flashes de coisas do meu passado totalmente desorganizadas, a respiração trôpega e os músculos tensos enquanto corria por entre a selva cerrada atrás de uma presa.

Ainda recordava das sensações desta época, não era como se fossem tempos felizes ou puros, eram apenas momentos de ignorância. Era uma época na qual não existia nada além da sobrevivência, ela não lutava para alcançar algum tipo de propósito ou razão específica. Tudo era mais simples e direto nestes tempos, sem preocupação com o porquê de cada coisa ser como era ou compreender emoções estranhas e desconexas. E agora podia sentir mais evidentemente esta parte minha, a parte que tinha que manter sob controle, não porque iria tentar atacar e destruir tudo ao seu redor, mas simplesmente por não querer abandonar o que adquire com a razão.

Eu agora era capaz de distinguir as coisas, de questionar a razão por trás destas e de seguir um propósito, ter um objetivo que me guiasse. Eu tinha que manter aquilo sob controle, isolar isto bem fundo. No entanto, quanto mais esforço eu fazia para tentar focar a energia que eu visualizava correndo através do meu corpo mais parecia exigir esforço garantir que não acabasse sucumbindo a pressão da parte mais incivilizada da minha mente.

Mesmo com o esforço descomunal que este simples ato tomava de mim, eu finalmente conseguia fazer alguma coisa se formar entre minhas mãos. Uma pequena, quase ínfima, esfera de energia pulsante de coloração cinza. Eu conseguia a fazer crescer um pouco de tamanho, mas de repente a barragem caía e um pouco do meu outro eu saía rapidamente. A energia se dissipava completamente no momento em que esquecia totalmente de canalizar e controlar esta, e me voltava completamente para conter o resto da minha personalidade, prendendo bem a tempo de impedir que ela conseguisse controle de alguma coisa.


– Me desculpe. – Falei para Kenji, enquanto tomava um pouco de ar. Não estava realmente cansada, mas ainda sentia um pouco de desgaste na minha mente – Acho que no momento não conseguiria fazer algo muito melhor.

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