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Porto Rangestaca

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Porto Rangestaca

Mensagem por ADM GabZ em Seg Dez 03, 2012 12:11 am


O Porto Rangestaca, apesar de mal cuidado, costuma estar sempre bem movimentado. Piratas, falsários e até mesmo grandes comerciantes se aventuram no lugar. Mercadores costumam levar à Takaras alimentos em gigantescas quantidades, uma vez que o reino sequer possui boas terras para plantio. Escravos também são livremente comercializados aqui, muitas raças estão à disposição para compra. Que tal um escravo orc para ser um guarda-costas? Por um preço justo, você conseguirá o que quer. Mercenários também circulam o lugar com frequência, procurando por trabalhos em terra ou em mar aberto. Piratas negociam especiarias roubadas de todos os cantos do mundo — e da ilha.

Comprar barcos não é uma tarefa fácil, uma vez que é necessário mais do que dinheiro vivo: ter a confiança dos construtores é essencial, ou é capaz de comprar um barco mal feito que afundará a 100 metros do porto. Será mais fácil mergulhar e buscar peça por peça do que conseguir seu dinheiro de volta.

Trabalhos temporários é o que não falta, e paga-se bem por produtos roubados. Rookar, um anão troncudo com a lateral direita do rosto totalmente queimada — e por isso levando o apelido de Rookar Meia-Barba — é o melhor comerciante do local. Compra e venda é com ele mesmo. Se ele não tiver o que você procura, tenha certeza de que ele irá conseguir, apesar de não cobrar barato. No entanto, tesouros e peças valiosas serão pagas devidamente pelo anão.


Última edição por ADM GabZ em Sab Jul 15, 2017 7:29 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Shaorin em Seg Mar 18, 2013 1:10 am

@ Kronos


Como é possível uma pessoa mudar a vida de duas pessoas? Joseph, um homem de idade que deu à Dachi e Akkin uma noite de repouso agradável, agora os pede ajuda em salvamento? Era natural ajudá-los sabendo que estão retribuindo um favor, até saberem que a pessoa morreu há muitos anos. Anos suficientes para 3 ou 4 vidas? A única pessoa que conhece o motivo é Kassandra, pessoa que conheceram há pouco tempo. E Akkin, com a ajuda de Alice e seu pai terão de descobrir o inimigo entre eles.

Aquele não era o momento mais oportuno para cair a máscara, mas infelizmente Akkin fez a coisa errada. Seu parceiro não parou de andar, o que era muito suspeito uma vez que todos tinham parado para olhar a tão bela joia. O pai de Alice abriu um sorriso no canto da boca e fez a garota pensar sobre o assunto.

— Até que enfim se mostrou, estava te esperando, Kassandra.

Os olhos de Alice se abriram mais que o normal e olhou diretamente para Dachi. Este, por sua vez, parou de andar, mas não se virou.

— Imaginei que não seria tão fácil chegar aqui. — A voz de Dachi se mantinha, mas alguma coisa havia mudado: uma sombra cobria agora sua silhueta como nunca tinha coberto.

— Onde está Dachi? — Perguntou Alice, recuperada do susto. Esta era também a pergunta que mais assombrava Akkin agora. Aonde, este tempo todo, estaria Dachi?

Kassandra apenas sorriu.

— Deixei onde queria estar, no inferno, hah! Precisava da imbecil de sua filha para chegar até aqui finalmente terei o que mais quero...agora, se querem mesmo ele de volta, entreguem-me o cristal.

Aos poucos a forma de Kassandra voltava. Cabelos negros até a cintura, olhos vivos de um assassino e pele clara de uma mulher de 25 anos.




=== ~~~ =====


@ Dachi

Depois de toda aquela briga tinha um desafio a mais para enfrentar; e ainda por cima sozinho. Logo após descobrir seu caminho, numa tentativa de achar a saída, descobriu um pântano, e no final deste, uma cabana.

Sem pensar duas vezes entrou nela. A primeira vista não tinha nada de especial ou amedrontador, a única coisa era que estava vazia. A cabana era de um cômodo só, mas grande que servia para todo. Uma grande cama de casal antiga de madeira estava no canto superior esquerdo, onde seu colchão era todo de palha. Do outro lado tinha o lugar onde se cozinhava e uma espécie de sala logo atrás. Havia um armário cheio de potes de vidros que neles continha pedaços de animais e criaturas que nunca vira antes.

O chão de madeira somado com a mobilia antiga mostrava que o lugar foi largado há muito tempo.

Não havia um lugar onde Dachi poderia comer, mas descansar por algumas horas tinha. O banheiro era do lado de fora e em volta da casa tinha algumas árvores frutíferas. De repente lembra de Akkin e sente um ardor no peito. De alguma forma sabia que ele tinha descoberto a verdade e que restaria pouco tempo para que o resgatasse. Mas enquanto esta hora não chegava, poderia se virar por ali.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Yoda em Ter Mar 19, 2013 12:11 am

Um pouco no desespero por estar ali, adentrei na casa e vasculhei o máximo que pude, até mesmo onde as sombras pensariam em se esconder, a procura de alguma coisa que me leva-se de volta aos meus amigos. Mesmo tendo a sensação de que ocorreria, não encontrei nada do tipo.

Como sabia que estava com tempo de sobra e não tinha muita coisa a se fazer ali mesmo, fui até as arvores frutíferas para recolher alguma coisa para comer mais tarde, provavelmente sentiria fome acima de tudo.

Enquanto recolhia, voava em meus pensamentos.

-- É...não custa nada...to preso aqui mesmo.

Quando vi que havia pego frutas o suficiente, adentrei novamente, deixei as frustas em uma cesta improvisada e comecei a arrumar as coisas, mas com o intuito de pegar fotos, quadros pintados e principalmente os potes com animais e pedaços de alguma coisa, deixando eles enfileirados para analisar.

(...)

Quando terminasse, meditaria um pouco, arrumaria a cama e criava um lugar para me esconder e dormir um pouco.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Akkin em Ter Mar 19, 2013 12:44 am

Estranhamente, Dachi não parou de andar. Aquilo era estranho e até demais, empunhou a espada e deu alguns passos para que pudesse impedir o amigo de qualquer ato, mas não teve tempo. As palavras do pai de Alice fizeram o garoto congelar. Então aquele não era seu amigo? Akkin segurou o cabo da espada com mais força e abaixou a cabeça fechando os olhos, enquanto tentava manter o controle. Todavia, as palavras de Kassandra que agora assumia sua forma normal, apenas irritavam o humano. Exigia o cristal em troca da vida de Dachi, em uma análise rápida, percebeu pelas palavras de Kassandra que o seu amigo ainda estava vivo, porém, entregar o cristal não era nenhuma garantia de que ela traria Dachi de volta. As coisas tinham se complicado demais. Os dentes de Akkin rangiam em raiva até que algumas palavras saíam trêmulas de sua boca. – Como ousa... Como ousa exigir... COMO OUSA EXIGIR UMA TROCA DESSE TIPO?! – Os gritos saíram com ira e em segundos a espada de Akkin sibilava e cortava o ar.

O movimento da espada levou um fio ruivo dos cabelos de Alice que se encontrava perto o Ex-Soldado. As palavras de Kassandra despertaram tanto asco; foram ditas com tanta audácia e ironia que o rapaz simplesmente não conseguiu se segurar avançou para cima da garota com tudo, colocando-se entre o cristal e o olhar assassino de Kassandra. A cada passo que dava, sentia uma vontade fulminante de cortá-la ao meio e sua espada estava realmente pronta para isso. Deixou a espada na diagonal, afrente de seu corpo protegendo seu tórax e quando perto o suficiente, tentou atacar verticalmente o peito de Kassandra em um golpe na diagonal de cima pra baixo. Seus olhos estavam fixos nos movimentos da assassina. Ser pego de surpresa não estava nos planos.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Shaorin em Sab Mar 23, 2013 10:23 pm

@ Dachi

Quando Dachi saiu da casa, já era por do Sol. Sons que ele não ouvia há minutos atrás passaram a ser notados como o de um corvo ou bicho silvestre caçando por perto. Algumas das frutas conhecia e estavam prontas para consumo; outras eram mais difíceis de saber se eram comestíveis ou não, porém algumas delas estava com furos pequenos, o que mostrava que pássaros e lagartas se alimentavam dela, então era boa para consumo, já outras nem pensar.

Assim que entrou na casa novamente sentiu que o ambiente havia mudado. Alguma coisa ali dentro estava diferente. Podia ter certeza de que mais de uma pessoa estava ali dentro e o observava de perto, só não sabia donde. Isso durou alguns minutos apenas, fazendo Dachi ignorar e ir comer as frutas. Assim que fez tudo que queria, foi para a cama e deitou um pouco para descansar. Ela era macia apesar de ser de palha, e não penicava muito.

Pela primeira vez desde que chegou áquele lugar sentiu paz e tranquilidade, sentiu que podia ali descansar um pouco e fechou os olhos. E foi neste instante que aconteceu:

De dentro da sua cama, vindo direto do colchão, três pares de mãos agarraram-no. Um par agarrou a região do seu peito, em seguida os braços e por último as pernas. Estava preso e não conseguia escapar, quando vê brotar do chão mais e mais mãos como aquelas, e aí sim surgindo, inclusive vindo de fora, zumbis.



Aos poucos eles foram surgindo de todos os cantos e se aglomerando, indo para cima de Dachi com uma só sede que ditavam em coro.

— Miolos...Carne fresca....Sangue....!




@ Akkin

Kassandra abriu um largo sorriso debochado enquanto encarava Akkin. Seu movimento para o cristal fê-la arquear a sobrancelha, gostando do seu ar autoritário e protetor. A garota só esperava um movimento, um único movimento para que atacasse, e Akkin caiu em sua armadilha. Quando avançou para ela, com um movimento da sua mão direita formando um meio circulo, Akkin sentiu seus membros congelarem até não conseguir mais se mexer.

— Acha que me matar seria uma boa opção, garoto? Comigo morta teria uma outra jornada. Não seja estúpido. Agora, vamos ver como é este coração...

A garota se aproximou com a mão erguida para enterrar no coração de Akkin, a aproximação faz o garoto se sentir acuado, afinal não podia se defender do que ela pretendia fazer. Apenas seus olhos se moviam, e tudo que podia fazer era assisti-la fazer o que quisesse.

Quando achou que não tinha mais esperanças e ela estava bem perto, sentiu seus membros novamente como num passe de mágica, desprendendo-o daquela magia e continuando seu ataque, surpreendendo a garota e Akkin. Ela vai para trás com tudo num único salto, pousando bem atrás e exibindo um sorriso. — Vai mesmo querer me matar antes de dizer onde está o garoto ou vai aceitar minhas condições?

— Ela tem razão Akkin, não podemos fazer nada contra ela, por enquanto... — Falou olhando sério para ela. Alice tinha vontade de avançar em cima de Kassandra e arrancar seus cabelos.

— Vejamos por um lado. — começou o pai da garota, se aproximando pouco. — Pelo que sei estavam em uma outra dimensão depois de entrarem em uma mansão. Foi dali que ele sumiu, certo? Então, é fácil saber que ele está em alguma dessas dimensões.

Kassandra olhou para o velho com raiva, mas logo sorriu novamente. — O difícil é saber qual é...Heh. Alem do ma —

— Na verdade não é difícil saber não. A última dimensão que foi aberta é justamente a que ele está, afinal a que estava foi aberta primeiro. É só ir até a casa e reabrir a dimensão.

A mulher gelou, tentou não demonstrar mas foi impossível. Ele estava certo e Kassandra pensava nisso agora. Mesmo assim, tinha algo a se pensar.

— Isso se conseguirem encontrá-lo vivo, afinal neste momento é meio impossível saber...— O que disse fez Akkin pensar no que estaria acontecendo com Dachi. Se era algo tão ruim que não conseguiria escapar sozinho. — E então, vão ou não fazer a troca? — Sorriu, voltando seus olhos para Akkin, debochada.
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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Akkin em Dom Mar 24, 2013 10:48 pm

Akkin, naquele instante, só tinha um motivo e este era destroçar a mulher que estava na sua frente. Ver aquele sorriso de deboche enquanto brincava com a vida de uma pessoa só fazia o rapaz sentir mais ódio da garota. Simplesmente avançou com tudo e esqueceu-se de Alice e até mesmo de seu pai que estavam ali. Estava próximo, logo a espada iria passar pelo corpo da garota e tudo iria terminar... Ou ao menos foi isso que passou pela cabeça do rapaz antes de seus movimentos travarem completamente. Por algum motivo, não conseguia se mexer. Porém, em um rápido flash, lembrou-se do movimento que garota tinha feito minutos antes. Rangeu os dentes; se pudesse, Akkin iria torturar Kassandra até o inferno, mas nem se mexer ele podia. Foi então que aos poucos a garota se aproximou. Ergueu as mãos na direção do peito de Akkin e um pingo de desespero tomou conta do rapaz. Fez toda a força que podia. Em seu pescoço as veias estavam quase pra saltar, mas nada adiantava e Kassandra só chegava cada vez mais perto.

Um pingo de suor desceu pela testa do garoto e escorreu pelo seu rosto. Seria o fim? Não! Em um dado momento, sentiu o corpo retornar a função e o seu ataque continuou. Aquilo surpreendeu o Ex-soldado, fazendo-o arregalar os olhos. Infelizmente Kassandra fora mais rápida e o golpe não conseguiu acertar. Naquele momento, agradecia por ter dois magos poderosos ao seu lado, afinal, se não fossem eles tudo estaria acabado para o guerreiro, minutos antes. Mesmo assim, não relaxou. Avançou mais uma vez à frente colocando a espada em riste, com a parte apontada bem no centro do corpo esguio de Kassandra. Qualquer vacilo e poderia usar a espada com mais vantagem. Foi então que Alice deu seu primeiro parecer. O garoto simplesmente concordou com um movimento de cabeça, encarando fixamente a assassina. – Vou tentar não matá-la... – Em seguida, quem começou a falar foi o pai de Alice.

À medida que as palavras saiam de sua boca, a expressão de Kassandra mudava para uma de medo e ódio. Naquele momento, era Akkin que exibia um sorriso de deboche pela aparente derrota da assassina. Todavia, pensava em Dachi. O amigo estaria bem? Refletiu por certo momento e viu que durante toda aquela jornada, ambos passaram por coisas absurdamente difíceis, logo nenhum deles cairia tão facilmente assim. No momento em que Kassandra voltava seu olhar para Akkin , o garoto girou o punho e virando a espada e moveu o braço com toda a força que podia, tentando acertar o rosto de Kassandra com a parte chapada da espada para não matá-la. Estava perto o suficiente da garota e se aproveitou de um momento onde sua guarda estava baixa. Um sorriso se fez no semblante de Akkin e o garoto fez questão de mostrar à Kassandra. – Não seja idiota. Ele não vai morrer tão fácil assim. Além do mais, você já percebeu que não pode vencer nós três. Te entregar o Cristal está fora de cogitação.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Yoda em Seg Mar 25, 2013 3:28 am

Não lembro a ultima vez em que pude apreciar a natureza como ela realmente é sem precisar ficar de prontidão para algum ataque inimigo, isso por conta que não estava tão presente nas florestas e sim em cidades em que cada rua eu teria que ter uma previsão do que poderia vir à acontecer. A demora maior no recolhimento das frutas foi exatamente por isso, mesmo sendo final de tarde e estar em um pântano, ainda era bom poder fazer isso.

Não costumo me enganar em relação aos meus instintos, mas quando voltei a adentrar na casa não pude de deixar de sentir algo ruim, o ambiente estava com alguma coisa estranha, achava eu que já era inimigo já que desde ali não acontecera nada de tão estranho, claro, além de ser uma outra dimensão. Contudo, como não pude sentir cheiro nem presença, e aquele mal estar não vinha de um local fixo, descartei ser um inimigo. Comi um pouco para matar a cede e fome com uma fruta ao qual lembrei que obtém muito liquido e que pude encontrar entre as frutas na floresta, e nem sei ao certo se acabei fazendo o meu esconderijo como queria, mas sentir uma cama macia, lembrava-me da casa de Alice, onde achava que a cama era tão boa quanto a que estava me deitando naquele momento, sem contar que dormi incontáveis noites no chão ou em cima de pedras que incomodavam muito as vezes.

É engraçado sonhar com coisas boas e acordar com atos semelhantes no sonho, mas claro que na vida real varia muito nos atos.

Sonhei que estava sendo massageado por uma bela moça ao qual vi uma vez e conheci ,mas não me recordo de seu nome. Suas mãos eram macias assim como a cama em que estávamos, quando a perguntei se gostaria de deitar ao meu lado, sua voz não era como esperava, ela parecia rosnar para mim ou algo do tipo, ao mesmo tempo, as massagens começaram a ficar mais pesadas, quase que machucando. Ela começou a agarrar meus braços e a rosnar mais alto. Quando a dor em meus membros ficou aguda, percebi que era um sonho e logo acordei.

Talvez devesse continuar no sonho.

Quando abri meus olhos rapidamente olhei para meu corpo, mãos mortas seguravam em meus braços e pernas, impedindo com que me mexe-se muito. Quanto mais tentava me livrar, mas forte seguravam. De inicio até ri um pouco, pois eu tinha grande força, e achava que nem precisaria me esforçar tanto, mas depois de sentir dor e ver alguns mortos vivos se levantarem do chão daquele grande comodo, o desespero, em forma de choque, passou por todo meu corpo. Fechei meus olhos.

Nunca pensei que a concentração poderia vir tão rápido quanto o medo, mas quando fechei meus olhos e vi Akkin, Alice, o pai dela, meu pai e principalmente minha mãe, onde encontrei forças além do meu saber, que pude achar que aquele era um outro eu que não conhecia antes.

(Momento: Cérebro de Dachi)
-- Olá, sou seu lado mal ao qual nunca permitiu com que saísse.

-- A sim, prazer.... -- *pokeer face* -- Devo fazer com que aconteça com mais frequência, certo?

-- Ainda tem dúvida?

(Oferecimento de: Reflexão, melhora a sua situação.(off: desculpa mais não resisti))

Com a quantidade de força que fiz com os braços, puxei tão forte que poderia arremessar dez corpos de uma vez, isso usando um quarto da força daquela euforia, com os braços livres, usei minhas garras para cortar o que me prendia nas pernas.

-- AAAAA COISA FEIA, ME LARGUEM SEUS FEDIDOS FILHOS DE UMA P***.

Com um pulo, fiquei em pé do lado da cama, onde quase atravessei a madeira do chão pela pressão em que fiz nele. Assim que possível, pegaria a cama e arremessaria neles, e pela euforia em que me encontrava, sem pensar, atravessaria a parede usando a força dos meus punhos.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Shaorin em Dom Mar 31, 2013 12:41 pm

@ Dachi

A única opção que tinha era lutar para sair vivo. Apesar que seria fácil se livrar deles e sumir dali. Assim que levantou pôde ver que milhares estavam envolta da casa. Se Dachi não fosse esperto seria devorado facilmente.

Querendo ver seus amigos, começou a lutar para sobreviver. Com a vontade que estava conseguiu levantar a cama tempo suficiente para arremessá-la arrebentando vários na sua frente.

Quantos mais Dachi acabava, o triplo surgia. De repente na cena vê um buraco entre as árvores e vê uma sombra que não se parecia nada com um zumbi atravessar correndo. O portal começa a se fechar devagar.

Seria então uma forma de escape para Dachi enfim sumir dali? E uma segunda questão: quem era que estava observando-o até aquele momento? Antes mesmo que pensasse no assunto, dois agarraram-no por trás o suficiente para levantá-lo. Um deles aproximou a boca de seu pescoço para arrancar um bom pedaço.


@ Akkin

Os movimentos de Akkin deixaram Kassandra sem opções. Teria ela os subestimado? Entendia agora que fizera uma besteira desde o primeiro instante. Mesmo assim não deixaria que nada estragasse aquele momento. Mesmo que fosse morta, aquele garoto iria junto com ela.

No instante em que Akkin avançou para seu último ataque Alice interferiu, pedindo que parasse. A garota olhou para Alice e riu; seu olhar era triste e evitava olhar o ex-soldado e seu pai.

— Entregamos o cristal assim que nos mostrar Dachi. — Disse ela, se aproximando do cristal. Pegou em suas mãos, provando que entregaria. Seu pai nada fez, apenas olhou de olhos arregalados.

Percebendo isso Kassandra abriu um sorriso e moveu as mãos em um circulo. Neste círculo apareceu a imagem de Dachi numa casa em meio a um pântano com inúmeros zumbis à sua volta. Neste instante, dois deles o agarrava por trás e tentava arrancar pedaço de seu corpo. Era angustiante ver tantas criaturas envoltas de uma só. Se o garoto se cansasse mais e mais, logo seria morto por elas. Era notável para Akkin o cansaço de Dachi, em seu rosto precisamente. Mesmo assim, conseguia ver em seus olhos que não desistiria facilmente.

— Vejam como ele está tentando sobreviver, é tão...patético. — Fala Kassandra, a imagem.

— Leve-nos até ele que lá mesmo entregarei o cristal. — Falou Alice, olhando para ela.

A garota pensou por um instante, séria, e logo abriu um sorriso. — Pois bem, entrarão pelo mesmo lugar que ele entrou e, se acharem o garoto até lá, no fim aparecerei e me entregará o cristal. De acordo? — Fixou-se em Alice, que aquiesceu.

— Pois bem. — Disse a garota, abrindo um novo portal que dava em uma floresta. Uma árvore estava em seu centro.

Spoiler:
Floresta


— Pois entrem, e observarei vocês acharem seu amigo. Estarei esperando, ao lado dele, o cristal. — Sorriu.


Alice olhou para os dois e fez sinal para entrarem. Qualquer outra conversa seria dita depois de entrarem. Guardou o cristal em sua bolsa pequena e foi a primeira a entrar. Em seguida seu pai e Akkin. Assim que Akkin entrasse e olhasse para Kassandra, ela abria um sorriso vitorioso e sumia, fechando com os três dentro.

Agora estavam ali, no mesmo lugar que Dachi está, mas longe ou perto o suficiente dele. Não conseguiu sentir ou ver nada que parecesse com o garoto que procuravam. A floresta era fria e escura. Animais não perambulavam por ali. Os pássaros, apenas corvos observavam dos galhos das árvores, isso além dos urubus que estavam apenas a espera de sua morte para provar de sua carne.

A sua frente havia uma árvore de tronco bem grosso. Muito antiga, tinha uma abertura em seu centro que dava para ver quase o meio da árvore (ignore o que há dentro da floresta na imagem, apenas considere o resto e o que narrei dela ); Não havia frutos, apenas, em seu tronco, espinhos dos quais brotavam o mesmo líquido viscoso que havia no chão do outro lugar que estivera.

Esta árvore dividia dois caminhos, ambos escuros e pedregosos. Entretanto, um deles tinha uma névoa mais densa que a outra, o que não era nada convidativo, porém do outro caminho vinha um cheiro fétido de alguma ou algumas coisas mortas. Além deste dois havia o próprio que estava atrás de si, este era um buraco cheio de cipós e árvores retorcidas, bem mais feio que os outros e, por incrível que parecesse, carregava ambas características dos dois caminhos a sua frente.

— E então, o que faremos agora pai?

— Encontramos Dachi. Akkin, pense um pouco e me diga, por onde acha que ele teria ido?

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Akkin em Ter Abr 02, 2013 8:57 pm

A reação de espanto não fora somente do pai de Alice. Aquilo surpreendeu Akkin, mas o mesmo não se virou pra reclamar, não podia perder Kassandra de vista. – Droga! – Disse em um sussurro, ainda fixando os olhos na assassina. Recuou a espada e deu alguns passos para trás, ainda observando qualquer que fosse o movimento da garota. Andou até ficar ao lado de Alice. Novamente aquele sorriso surgiu no rosto de Kassandra e Akkin rangeu os dentes. – Tsc... Maldita. – Disse baixo, o suficiente para apenas Alice ouvir. De qualquer forma o acordo tinha sido selado. Em instantes, Kassandra moveu as mãos e seu feitiço mostrou a imagem de Dachi lutando contra diversos zumbis. Akkin segurou forte no cabo da espada e se segurou para não avançar em Kassandra depois de suas palavras. Tinha de ter paciência. Estavam prestes a resgatá-lo e não poderiam perder essa chance.

Kassandra abriu então outro portal. Sem demoras, entrou e observou o local. Natureza morta, por assim dizer. Nenhum animal existia ali, apenas uma enorme árvore central. Um líquido viscoso escorria pela mesma e em suas laterais, dois caminhos. Teriam de escolher qual seguir. Quando o pai de Alice fez sua pergunta, Akkin virou-se e disse. – Não faço a mínima ideia. Porém, na imagem que Kassandra mostrou ele está cercado por Zumbis. Criaturas mortas que podem estar exalando esse cheiro horrível. – Disse, enquanto apontava para o lado direito. Ponderou mais um pouco e concluiu. – Além disso, eu e Dachi somos soldados... Evitamos caminhos com baixa visibilidade como a névoa. Ou seja, optamos por algo mais seguro... Mas não é como se essa palavra existisse aqui.

Ficou mais do que claro que escolheu ir pelo lado direito e não esperou a decisão ou resposta de Alice e seu pai. Seu amigo poderia estava passando por maus bocados e precisava de ajuda. Teria de ajudá-lo o mais rápido possível, afinal, não queria perder mais ninguém. Gyon, seu amigo de infância era a coisa que mais ecoava em sua mente naquele momento. Não deixaria acontecer à Dachi o mesmo.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Yoda em Qua Abr 03, 2013 12:24 am

Era de fato incrível sentir aquela euforia, sem contar que sempre era divertido lutar e ver um pouco de sangue jorrando ao chão. Mesmo me divertido com algumas cabeças ao chão, o cansaço e a reprodução em massa deles fazia com que um pensamento chato ecoasse e fixa-se em minha mente.

-- Esforço inútil que estou fazendo... -- Em algum momento meu corpo não permitiria que avança-se mais deixando-me como um pequeno banquete para os famintos corpos podres.

Aproveitando ainda toda aquela força, enquanto arrancava algumas cabeças, corria em direção ao caminho em que vim, não imaginava o que o caminho seguinte poderia me proporcionar além de mais trabalho.

Quando achei que estava perto de me livrar deles, a curiosidade me derrubou completamente. Uma sombra de alguém correndo junto a uma especie de portal, fez com que parasse de correr por desconfiar fortemente sobre algo, que naquele momento, não sabia dizer no que estava pensando sobre aquilo, mas as fibras de meu corpo queriam ir rapidamente para aquele local.

-- Maravilha... -- O pensamento era o mesmo, mas ser segurado e carregado pelos zumbis me fizeram ter novos pensamentos, a maioria deles não sendo muito agradáveis. De modo mais direto, xingamentos.

Sentindo um bafo quente em meu pescoço, preocupei-me de forma um pouco exagerada, mas isso é o que fez meu corpo reagir de modo ainda mais rápido do que o normal. Puxando um dos braços com grande força, fiz com que solta-se e deixa-se com que eu roda-se meu corpo até cair no chão de joelhos.

Já no chão, faria com que a terra junta-se ao meu corpo para se formar em uma armadura. (50% MP.)

-- Não me façam perder tempo. Ainda agachado dizia tais palavras, o que me confirmava que havia voltado ao que realmente sou. Voltei a correr novamente, agora indo em direção ao portal e a sombra.

(off: Como ainda não sei se rola da minha habilidade lvl 2, deixei os custos a do lvl 1)

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Shaorin em Ter Abr 09, 2013 6:10 pm

[ Malz a demora, quando se vicia em algo esquece o resto hah u.u...]

@ Akkin

— Boa escolha.

Respondeu o homem com a mão no queixo observando todos os detalhes que Akkin passou. Se estivesse realmente certo e Dachi tivesse seguido o mesmo caminho, lhe daria um grande parabéns.

Então os três seguiram pelo caminho da direita, onde supostamente Dachi seguira. Aquele líquido ainda escorria pelo lado esquerdo da trilha como se os levassem até os mortos. Alice supunha que em algum lugar ele teria que cair. A lama era algo que seria bom detestar; vez ou outra quando davam um passo os sapatos grudavam como chiclete ao puxá-los para frente, era nojento de ver.

O caminho seguia reto até um amontoado de árvores. Neste amontoado viam árvores escuras e de troncos caídos, cipós viscosos que infelizmente insistiam em roçar seus ombros e sujá-los. Havia uma curva, onde era possível ver um pântano. Ele era longo e era o único caminho que podiam seguir.

Alice foi a primeira a pisar em sua água, era viscosa e puxenta. Um sapo saiu de dentro e saltou em cima de sua cabeça. Soltou um grito de susto e riu de si mesma.

— Definitivamente, detesto pântanos. — Suspirou dando um sorriso sem graça para os dois. Andaram por quase quinze minutos até ouvirem barulhos estranhos vindo de um ponto a frente. Por algum motivo Akkin sentiu a presença de seu amigo, sentia que estava perto. Foi quando viram terra para poderem sair daquela água suja. A primeira vista viram uma cabana velha, mas de uma segunda olhada ao redor, viram o lugar infestado de zumbis e um garoto que corria diretamente para um portal e sumia nele que, para a alegria de Akkin, era Dachi!

— Akkin, é o Dachi! Vamos! DACHI! — Alice sorriu e apressou o passo, gritando o nome do garoto. Mas tão rápido quanto o viram, ele sume em um portal que se fecha logo atrás dele.

— Ele não nos viu, que droga! — Praguejou a menina, já próxima o suficiente do lugar.

— Ele não viu, mas há outros que viram...— Comentou seu pai, ohlando para os zumbis. Todos haviam parado e olhado para trás vendo os três na água, e na hora foram em suas direções, prontos para matar.

Enquanto eles se aproximam, alguma coisa segura seus pés dentro da água: Eram mais zumbis que saíam molhados e cheios de bicho, prendendo-os para que os outros chegassem.


@ Dachi

Conseguiu se desprender dos dois zumbis e obter sua armadura. Agora era mais fácil, pois parecia que a terra lhe dava sustento e força de vontade para continuar e aniquilar todos a tua volta. Mas o fato de surgir ainda mais, fazia Dachi perder a vontade rapidamente.

Foi então que viu o vulto correr para o portal e foi atrás. Conseguiu se desviar da maioria dos monstros, terminando de destruir alguns e dando olés em outros, até que quando chegou no portal e foi em cima para atravessar, ouviu uma voz conhecida gritar seu nome, mas já tinha atravessado e o portal fechou atrás de si, impedindo que visse quem era. A voz era de Alice.

Um turbilhão de perguntas surgiram: Como eles chegaram ali? Será que encontraram enfim Kassandra e ela disse que ele estava ali e vieram buscá-lo? E pior, Dachi acabou de ir para outro lugar e deixá-los com o zumbis. Como voltaria? Agora era seguir daminho e esperar que eles seguissem.

Da escuridão uma luz forte surgiu de cima e clareou tudo. Dachi estava num lugar onde o chão era de pisos pretos e brancos como um tabuleiro de xadrez. O que mais via eram escadas invertidas, normais, todas com uma porta no final que saíam no começo de outra. As paredes eram também de Xadrez com portas nos quatro cantos; todas fechadas com trancas. Elas seguiam regra de tamanho. Pequeno, médio, grande e até quase o teto que era bem alto. Dachi não conseguia mais ver onde estava a pessoa que seguia, nem para onde foi. Como, então, Dachi sairia dali se todas dão para um lugar diferente?

De repente, surgiu uma mesa no centro com vários tipos de comida. Frutas de todos os tamanhos e jeitos, cores e gostos. Pães, bebidas e até carne. Uma chave apareceu embaixo da mesa dentro de uma caixa de vidro com outra fechadura. Em cima da mesa havia um bilhete, nele estava escrito.

"Ache-me e ache a saída."

E então outro papel surgiu.

"Não coma ou beba."


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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Yoda em Dom Abr 14, 2013 11:09 pm

-- ahaha..aha...ah... maldição -- Inicialmente um grande sorriso e diminuindo até ficar totalmente serio conforme percebia o que tinha ocorrido naquele momento.

Mesmo que não reconhece com meus olhos, mas só precisava da audição para saber que era a voz de Alice a me chamar. Era difícil manter os sentimentos fechados por tanto tempo e deixa-los escapar de pouco em pouco, pois a frustração que sente quando tal sentimento é interrompido rapidamente traz o sentimento ao contrario. Por sorte, minha paciência era maior e conseguia suprir tais necessidades. Diferente de minha mente, vinham com perguntas chatas e constantes que ecoavam tão forte, que se eu tivesse gritado de uma montanha faria o inverso do eco, em vez de sumir com o tempo aumentariam mais e mais.

Enquanto ainda lutava para acalmar minha mente, uma luz logo veio, tive um movimento de repugnância inicialmente por sair do escuro para o claro tão rápido, franzindo a testa e encolhendo os olhos, com um pequeno movimento de cabeça para o lado esquerdo. Não era muito agradável ver aquela sala, com ou sem a visão desfocada. Parecia que a cada passo que dava para frente, andava dois para traz.

-- Hum...ahahahaha...O que essa va*** quer comigo? Toda hora me bota em um lugar diferente e comida no caminho. Se acha que sou louco? Apanhei muito com locais desconhecidos, e nem precisou ser uma outra dimensão.

Realmente era desconfortante ver toda aquela comida e já imaginar o pior, a fome que sentia era involuntária, mas ignora-la era a melhor opção. Cheguei próximo a mesa com consciência que existia um objeto abaixo da mesa, mas antes queria ver um pouco aquila comida. Com um leve receio de fazer tal ato, levantei os braços com intenção de pegar um dos alimentos, parei, respirei, e comecei a destruir todos os alimentos que se tinha em cima da mesa, a fim de encontrar alguma coisa escondida, desde um objeto até mesmo um pequeno demônio ou algo do tipo.

Agachei lamentando ter feito aquilo com a comida, mas não podia cair na tentação de pegar sequer uma e depois pagar pelo ato. Peguei a pequena caixa e percebi que dois bilhetes estavam no chão, melados com um pouco da comida e bebida que continham na mesa. Realmente havia feito uma grande lambança. Ainda agachado, os peguei.

-- ...-- Não dava para se ter uma reação depois do que fiz. -- Só espero que não seja mais uma maldita me enganando ou manipulando... A raiva, certamente está virando uma excelente opção...

Cerrava o punho que segurava os papeis, deixando-os bem amaçados, enquanto olhava toda aquela loucura que eram as escadas escolhendo por onde começar. Com a pouca vontade e grande determinação, andei logo para a escadaria mais próxima, levando comigo ainda trancado, o pequenos bau.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Akkin em Qui Abr 18, 2013 12:06 am

A caminhada que se dava era um tanto complicada e pegajosa. A lama era incômoda, mas Akkin estava focado demais para se deixar levar apenas por isso. Não demoraram a chegar perto de um amontoado de árvores com cipós nojentos. Seus braços e costas já se encontravam sujos, mas isso era o de menos. Em seu âmago, sabia que Dachi estava perto. Akkin se culpava por não ter sido bom o suficiente para discernir a diferença entre o verdadeiro e o falso. Agora, fazia de tudo para recuperar seu verdadeiro amigo e terminar com Kassandra o quanto antes. Depois de andarem por entre as árvores, avistaram um pântano. Aquilo não agradou Akkin, que soltou um suspiro de descontentamento com a situação. Mesmo assim, como era o único caminho, tinha de seguir. Logo que adentraram, Alice soltou um grito e o garoto virou um tanto preocupado. Irou-se levemente ao ver que só tinha sido um susto dado por um animal insignificante. Voltou então sua atenção para o pântano e se pôs a andar.

Andou por mais ou menos quinze minutos até encontrar terra seca para poder seguir adiante com mais facilidade. Ao longe, conseguiu avistar uma cabana e a sensação de que Dachi estava próximo aumentou mais ainda. O problema era que ao redor da cabana estava infestado de Zumbis. De forma imediata, Akkin começou a andar na direção da cabana ou tentou... Zumbis seguraram suas pernas impedindo que se locomovesse. Rapidamente sacou sua espada. Não estava com pressa para adentrar no recinto e sim porque vira Dachi correndo no meio da multidão de mortos vivos para um portal no lado oposto. Iria gritar, mas Alice o fez primeiro... Infelizmente, em vão. Dachi entrou no portal e simplesmente desapareceu. A raiva corroia o garoto por dentro. Com um golpe limpo de espada, cortou as mãos dos Zumbis que o segurava. Avançou ao lado de Alice e seu pai, e começou a atacá-los. Atacava a cabeça como ponto fraco, procurando cortá-las fora do lugar. Sempre que possível, chutava-os na direção dos outros, impedindo-os de avançar. Deveria chegar até o lugar onde o portal tinha sido aberto. Talvez o pai de Alice pudesse fazer algo. – Argh! – Grunhia enquanto avançava em mais um morto vivo.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Shaorin em Qui Maio 09, 2013 8:48 pm

{ Não acredito que vc fez isso na comida Dachi ASHUsaUHAHA seu safado bagunceiro >XD}

@ Akkin

É engraçado como o desencontro sempre acontece nas piores horas. Por algum motivo, sendo ele proposital ou não é feito e ninguém gosta. Alice estava na porta da cabana e olhava para dentro vendo vários zumbis sair de lá de dentro. Procurava os olhos de seu pai, queria uma notícia de que poderiam sair dali o mais rápido que pudesem. Ele estava perto do lugar onde Dachi saíra, ainda havia resquícios do portal e então o abriu.

— Vamos, consegui! — Gritou, chamando Akkin e Alice para dentro do portal.

Assim que entraram, viram a mesma coisa que Dachi via.

Spoiler:
" Da escuridão uma luz forte surgiu de cima e clareou tudo. Dachi estava num lugar onde o chão era de pisos pretos e brancos como um tabuleiro de xadrez. O que mais via eram escadas invertidas, normais, todas com uma porta no final que saíam no começo de outra. As paredes eram também de Xadrez com portas nos quatro cantos; todas fechadas com trancas. Elas seguiam regra de tamanho. Pequeno, médio, grande e até quase o teto que era bem alto. Dachi não conseguia mais ver onde estava a pessoa que seguia, nem para onde foi. Como, então, Dachi sairia dali se todas dão para um lugar diferente?

De repente, surgiu uma mesa no centro com vários tipos de comida. Frutas de todos os tamanhos e jeitos, cores e gostos. Pães, bebidas e até carne. Uma chave apareceu embaixo da mesa dentro de uma caixa de vidro com outra fechadura. "


@ Dachi & Akkin

Alice foi a segunda a passar pelo portal a tempo de ver o que seu pai, incrédulo, assistia O homem não tinha palavras para dizer, de tão horrorizado, mas Alice conseguiu, também do mesmo jeito.

— Dachi, não faça isso! — Berrou a garota, deixando Dachi surdo de tão alto que gritara. Observou-o com os baús nas mãos e botou as mãos na boca, seus olhos arregalados.

— Não acredito que não seguiu o que estava escrito no bilhete...

— Não, minha filha, ele não seguiu.

— Então estamos mortos. — Respondeu a menina, baixando as mãos, sem palavras.

Não houve nem tempo de Dachi dizer nada e nem mesmo falar com ninguém. Um tremor tomou conta fazendo todos se desequilibrarem. Foi quando que da porta maior se abriu num estrondo e dali saiu um monstro.

— Ai cara...— Disse a pequena, olhando seu grande machado empunhado na mão esquerda.

Spoiler:

Ele deu uma olhada para os quatro e, antes de falarem qualquer coisa entre si, lançou seu grito de guerra e jogou o machado na direção de Alice e seu pai, que estavam juntos.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Yoda em Seg Maio 13, 2013 1:30 am

Tudo passou tão rápido que somente meus pensamentos deram conta de acompanhar.

-- Po*** Alice, não precisa gri...Alice? -- Virava para ter a certeza que não era uma ilusão, e ver os três juntos ali já era um grande alivio. Como a distancia era um pouco grande e minha cabeça estava ecoando pensamentos felizes por vê-los, não processei o que Alice discutia com seu pai, mas sempre que a palavra mortos surge, tendemos a voltar a si rapidamente e prestar atenção as coisas em volta. Como uma coisa levou a outra, analisei com velocidade, passando o olho por onde já havia passado, e conectando tudo na cabeça enquanto sentia o tremor nos pés dizendo com clareza que algo ruim vinha mais do que depressa. Voltando a visão para a direção em que estava antes de Alice ganhar minha atenção, me surpreendi com aquele grande portão ainda não visto por mim se abrindo e trazendo uma horrorosa criatura cinzenta, portadora de um machado tão grande quanto.

--eheh...o aviso se encaixava em não tocar na comida....maravilha... -- Talvez não havia sentido um arrependimento tão grande quanto naquele momento, mas não havia pedido para estar ali passando por tudo aquilo. A unica coisa boa que vinha na cabeça, era a de que já havia batalhado com uma criatura de tamanho semelhante. Que besteira de minha parte.

Ver o machado sobrevoar a sala e ir em direção aos dois, Alice e seu pai, fez com que me arrepia-se pensando no pior, trazendo em seguida uma fúria maior do que antes por me sentir cansado de tudo aquilo e por não entender nada de aquilo está acontecendo, mas principalmente do que a pequena jovem havia comentado da relação dos laços de Akkin comigo e por sermos um dos motivos dela querer uma pedra.

-- Chega disso tudo. -- Mirei no machado que estava cada vez mais próximo deles, corri com toda a força que ainda tinha, mirei no cabo, pulei e segurei, trazendo-o junto a mim para o chão, impedindo que chegasse até eles. Mesmo se erra-se o tempo de pegar pelo cabo, não me importaria de fazer o trabalho pela lamina, a armadura faria seu trabalho, o importante é protege-los.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Akkin em Ter Maio 14, 2013 10:54 pm

Decepar aqueles malditos mortos vivos não foi difícil. Defendia principalmente o pai de Alice que estava tentando abrir o portal e quando esse conseguiu, passou a limpar o caminho para que Alice pudesse seguir sem problemas. Akkin foi o terceiro a passar pelo portal e ficou alguns minutos surpresos com aquele local. O que era aquele ambiente misterioso? Deu alguns passos segurando a sua Rebelion com força, mas foi interrompido pelo grito de Alice. Um tanto assustado, olhou melhor em volta da sala e encontrou Dachi no ambiente com alguma espécie de caixa na mão. Não sabia o que fazer naquele momento. Era misto de felicidade e de alívio por ter seu amigo vivo. Pensou em ir até o mesmo, mas logo sentiu os tremores. Olhou para uma das portas do recinto e segurou a espada em riste, pronto para o pior.

Quando, porém, viu aquele imenso ser surgindo com um machado que era o triplo do seu tamanho, Akkin apenas soltou um sorriso nervoso e sentiu as mãos suarem e tremerem levemente. Acabou por completar a frase de Alice. – Caralho... Tsc. – Sorriu mais uma vez e por fim, sentiu novamente aquela adrenalina imensa da batalha. O sangue corria e deixava cada parte de seu corpo alerta e em perfeita atenção para qualquer movimento. Com uma breve análise, Akkin tomou consciência de que seu oponente era monstruosamente grande, entretanto, era lento. Seus ataques seriam, até certo ponto, previsíveis. Ao contrário, o humano era veloz e esguio. Podia ser aproveitar disso e era o que faria. Quer dizer, se tivesse tempo.

Observou o imenso machado sendo jogado na direção de Alice e seu pai. Em um movimento rápido, tentaria empurrar o pai de Alice para um lado e segurando fortemente na cintura da garota, rolaria para o lado oposto, na tentativa de desviar do machado. Caso obtivesse sucesso, correria com a espada em mãos para tentar atacar-lhe os pés, de preferência seu tendão para matar seus movimentos. Estaria sempre atento para eventuais movimentações e para efetuar evasões.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Shaorin em Qua Maio 15, 2013 8:24 pm

Alice só teve um pensamento sobre o que Dachi fizera: Vai dar merda. O monstro era terrivelmente grande e nojento. O mago logo tentou uma ação evasiva com a filha antes mesmo que aquele machado viesse em suas direções, mas pareceu que aquele gigante era bem rápido com o braço. Akkin veio com tudo e deu um empurrão no homem que rolou para a direção oposta ao que levara Alice consigo. A garota abraçou Akkin como primeira reação e sorriu.

— Boa pegada. — Comentou nos dois sentidos, olhando Dachi quase acertar sua manobra.

Quando decidiu ir para cima do machado, não devia ter pensado que a velocidade em que foi lançado faria com que o peso e força do machado dobrasse ou triplicasse. Mesmo assim, conseguiu dar um bom encontrão na peça, apenas retardando seu estrago. O garoto caiu com tudo do outro lado do salão totalmente sem ar. Seu peito doía forte e estava difícil recobrar o fôlego. Já o machado, fincou na parede de frente do gigante não acertando ninguém.

O mago começou a procurar a caixa que Dachi havia jogado no chão sem que ninguém percebesse. Algo continha ali que queria muito. Alice e Akkin estavam focados em acabar com o monstro. Tanto que, assim que ele a largou e foi em direção aos calcanhares do indivíduo, a garota fez questão de ir parar na frente dele e chamar sua atenção.

— He-ey coisa feiaaa! Sua força é a de uma menina! Consigo jogar mais forte que isso! — Ofendeu-o, conseguindo na hora toda sua atenção. A criatura soltou um urro tão forte que fez o coração de Akkin e Dachi estremecerem. Quanto mais Akkin chegava perto, maior era o fedor de carne em decomposição e sua aura negra. O gigante não percebeu sua chegada. Mas assim que se aproximou o suficiente para atingir seus tendões, percebeu que era feito de restos de criaturas, inclusive ossos, o que seria um pouco mais complicado de atingir e obter um bom resultado. Acabaria chamando sua atenção ao invés de derrubá-lo.

De longe, já com o ar entrando perfeitamente em seus pulmões enquanto via as ações de todos, percebeu que na região do seu tórax onde estaria seu coração estava uma pequena boneca de Vudu negra de olhos esverdeados. Ela era opaca para que ninguém a notasse, e se Dachi olhasse fixamente para ela, veria que ela se mexia lentamente, como um coração batendo.

O gigante ignorou seu machado e foi direto para Alice, queria chutá-la ou pegá-la com suas mãos, ficando em uma posição desconfortável para qualquer homem. Como a garota estava perto de seu machado, ele levantou uma das mãos para alcançá-lo, arrancá-lo e decepar a garota.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Akkin em Sex Maio 24, 2013 12:02 am

O movimento de Akkin tinha sido bem sucedido. Não pôde falar o mesmo de Dachi, infelizmente. Sabia, porém, que aquilo não era o suficiente para abalar o Meio-Dragão. Abriu um leve sorriso com o comentário de Alice e seguiu para tentar atacar os tendões. Logo que chegava perto, sentia o cheiro de podridão e quando notou, viu que o corpo de todo aquele ser era feito de seres vivos em decomposição e ossos, muitos ossos. Rapidamente percebeu que não conseguiria obter sucesso com sua espada. Pensou de forma veloz, afinal, naquele mesmo instante, Alice começava a correr perigo devido as suas provocações para com aquele imenso ser. Akkin rapidamente recuou para trás enquanto pequenas partículas e linhas de fogo começavam a rodear seu braço, se agrupando e dando forma a um arco de fogo, revestido e misturado com o elemento do ar. Tratava-se do poder bielementar de Akkin.

Em seu canto, Akkin esticou a corda feita totalmente de ar para trás com toda a sua força, enquanto os as linhas de fogo se formavam mais uma vez criando uma flecha. Sorriu e mencionou em voz alta. – HEY, GRANDALHÃO... ACHO QUE VOCÊ PRECISA DE UM BRONZEADO! – Soltou a flecha em qualquer lugar do seu corpo. Certamente, aquele era um ser difícil de se atingir com ataques físicos... Mas ataques mágicos tinham outras propriedades. Além disso, seu corpo podre, soltando aquele fedor maldito certamente espalharia o fogo com mais facilidade. Não esperou, porém, nenhum tempo a mais. Continuou soltando quantas flechas elementais pudesse, no intuito de causar o maior dano possível.

Genyii Ryooudan: Nessa habilidade Akkin emite uma espécie de linha com que ataca a distância, essa linha pode tomar qualquer formato e possui 2 cm de espessura, podendo causar um grande estrago se pegar em cheio. Essa linha é formada pela junção de fogo e vento, deixando o ataque perfurante/cortante e com queimaduras, depende da escolha do usuário. Por necessitar usar o controle dos elementos, e ter um pouco mais de força e resitência para mante-lo além de que é necessario um condutor para o ataque ocorrer (espada), gasta-se 50% de MP para se criar a linha e mais 10% para mantê-la, não podendo alterar sua forma após criada.


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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Yoda em Dom Maio 26, 2013 4:54 am

-- AUHAUAHUAHUAHUAHUAH....uhuhu...minha nossa senhora....onde é que estava com a cabeça...cof cof*.

Enquanto me levantava, tendo a armadura de terra se esfarelando, tanto por conta do ataque recebido quanto pelo tempo máximo dela ter sido alcançado, ria com certa dificuldade da ideia que tive anteriormente. Achava ainda mais graça por ter sido trapaceado pela minha mente que dizia com quase toda a certeza que daria certo, e ainda por cima conseguia reproduzir como iria funcionar. Maldição, pelo menos será um bom momento para se rir enquanto lembrar do passado em um futuro mais distante.

Minha risada era concentrada, não queria que os outros se desconcentrassem e nem se irritassem por eu estar rindo quase como um idiota, ainda mais que eles não saberiam o motivo de tal ato. Para poder respirar melhor e não poder rir mais, ergui minha cabeça puxando o máximo de ar que pude e enxugava algumas lagrimas que havia soltado com a risada. Abrindo os olhos, pude ver quase que de imediato uma coisa bem estranha, uma boneca vudu deveria estar no peito de uma criatura? Tal pergunta era quase constante.

Voltando um pouco para a realidade, deixei meus companheiros agirem como achassem melhor enquanto analisava um pouco mais cada detalhe possível, mas principalmente focando naquela boneca. Aos poucos fazia planos para obter uma vitória satisfatória e sem muitos danos, mas ainda tinha que analisar um pouco mais sobre a criatura, ela poderia ter alguma surpresa.

Mesmo achando que deveria pegar a boneca com o bau, comecei a correr em direção ao monstro, carregando comigo um pouco de terra para poder fazer o que estava planejando. Olhando para o pai de Alice, fui em direção a ele, sem parar, falei em um tom em que ele pudesse escutar e entender o que dizia, mas não o suficiente para chamar atenção de todos..

-- Me joga no peito dele. --

Como tinha Alice e Akkin chamando a atenção dele, não parei e quis seguir meu plano. Se o pai de Alice não atendesse ao meu pedido, iria correr até poder ver as costas do monstro e verificava ainda mais como era sua estrutura, caso contrario, faria da pouca terra em que tinha em mãos se transformar em um braço de terra, sendo uma grande extensão para alcançar o mais rápido que podia naquela boneca presa no peito do monstro.

off: Como a habilidade lvl 2 não tive tempo de aprender direito e tals, vai ser a lvl 1:
Nome: Terram quasi corpus
Nível:1
Descrição:Como os seus braços o seu poder de controlar a terra foi herdado de seu pai e ensinado pelos 2 a controlar o seu poder. Gasta muito por não saber usar muito bem, da formas a terra, espada, adaga, copo,armaduras, etc... mais ataca a longa distancia fazendo uma representação de um braço de terra saindo do chão. Mesmo atacando a qualquer distancia, gosta mais de uma luta corpo-a-corpo pois gosta de ver o sangue inimigo em sua espada.
Efeitos: nenhum.
Custos: 30% de MP para criar uma arma de terra, rígida. 50%MP para criar uma armadura pro corpo todo.
Duração: 4 turnos cada
Tempo de Conjuração: Instantâneo
Alcance: Até 3 metros
Área de Efeito: Onde se contem terra.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Shaorin em Qui Jun 06, 2013 6:47 pm

Quando há tantos corpos apodrecidos em um mesmo lugar, o cheiro fica insuportável e um tipo especial de gás é lançado ao ar. Isto, para dois magos era fácil de ser detectado. Alice abriu um largo sorriso com a ideia de Kronos em colocar em ação sua habilidade. Para alguns gigantes em seu corpo há mais músculo e tamanho do que realmente cérebro, este caso não era diferente.

O gigante avançou para a direção de Alice quando ela o chamou, irado por sua ofensa. Mas antes que pudesse se aproximar, viu Kronos surgir e lançar o seu ataque. Foi a mesma coisa que um homem de rua soltar fogo pela boca num local onde houvesse muito gás.

Foi neste instante que Dachi surge na frente do Mago e pede que lhe lança no peito da criatura. Uma rápida olhada ali mostra que havia uma boneca que fazia movimentos similares aos do gigante. Para um bom entendedor meia palavra basta. Sem questionar e com um puxão certeiro, lançou Dachi direto no peito da criatura.

— Dachi! — Gritou Alice, colocando as mãos na boca ao ver que Dachi se fundia ao fogo e acertava em cheio o gigante. Foi uma explosão sem igual que fez todos fecharem os olhos e se protegerem. Pedaços de corpos e ossos foram lançados para todos os lados, o cheiro se espalhou pelo lugar deixando tudo preto por um bom tempo como uma poeira que caía. Um baque forte e um tremor foi sentido e o gigante estava no chão, e com ele Dachi, todo sujo de uma espécie de poeira negra. Havia acertado em cheio a boneca que o gigante mantinha no peito e resquícios dela estava em suas mãos, como o trapo que vestia, cabeça sem um dos olhos e o corpo sem um braço e as duas pernas.

— Essa foi boa, Dachi. — Falou o Mago, aproximando-se do garoto, ajudando-o a sair de cima do gigante morto. Ele olhou para a boneca em suas mãos e suspirou olhando ao redor até avistar o baú e aproximar-se dele. Pegou-o e abriu com a chave. Deu um longo suspiro. Lá dentro haviam três bonecos, todos idênticos à Dachi, Akkin e Alice.

— Inacreditável que ela tenha feito isso. — Alice estava horrorizada ao ver uma boneca igual a ela, se não fosse o motivo dela ter sido criada, pegaria para ela. Todos podiam perceber que os bonecos tinham uma aura verde ao redor de seus corpos, que aos poucos foi aparecendo em seus reais corpos. Primeiro foi na mão de Akkin; depois, na de Dachi e seguindo para Alice.

— Então, esta só pode ser a de...Kas-

— É, sou eu. — Falou, erguendo a mão direita tomando o baú das mãos do Mago com mágica. — O cristal em troca do baú. — Falou simplesmente, olhando para dentro dele com um sorriso malicioso.

[ Akkin - 50% de MP e Dachi 50% perdidos. Resta 50 para cada. ]

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Yoda em Sex Jul 12, 2013 11:06 am

-- coff coff...as vezes acho que exagero em algumas proezas... -- Fala um pouco baixo para que os outros não escutassem a tamanha verdade que disse a mim. Sempre tentava esconder isso para que não me impedisse de fazer algo que possivelmente teria medo, mas agora percebo que minha coragem sobrevalesse qualquer temor ou situação.

-- Obrigado senhor, mas se não fosse seu impulso não teria conseguido chegar...não queria imaginar ter que encontrar uma boneca minuscula como essa em destroços de carne podre e gosma estranha -- Ainda limpando o corpo da fuligem e gosma que ainda pairava em meu corpo.

Inicialmente não estive a par da conversa deles, por ainda estar tirando gosma de lugares que não gostaria de que tivesse e que nem conseguia comentar comigo, mas já finalizando, fiquei um pouco surpreso de ver três bonecos de feição semelhante, quase perfeita, dos meus amigos, Alice e Akkin, e minha. Com certa descontração ergui meu braço para pegar a minha figura em miniatura.

-- A que legal, agora posso ser meu próprio amuleto --Dizendo com um leve sorriso no rosto por achar que o pior já tinha passado. -- Só deve ser brincadeira... -- O sorriso foi sumindo ao ver uma áurea verde surgir em minha mão assim como no boneco.

Provavelmente foi de todas as vezes de ser contrariado pelo universo, mas antes de ter o boneco em mãos a maldita que havia nos posto nessa situação toda aparecera e roubara a caixa das mãos do pai de Alice.

Certamente estava perdendo alguma parte da conversa.

-- Cristal? Ta louca? Sinceramente, não estou mais com paciência, entrega o baú e nos tira daqui vai, não vai gostar de levar um chute na bunda vindo de mim.

Certamente minha raiva estava chegando a um novo patamar, por sorte ainda conseguia me controlar e e bolar em um plano. Sem ninguém perceber, concentrei-me onde ela estava, fazendo uma linha imaginaria ao redor dela, qualquer ato hostil que ela fizesse, faria invocar um par de braços de terra, um deles agarraria suas pernas e o outro diretamente no baú. A linha imaginária, por ser pequena, ajudaria com que o movimento fosse mais rápido.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Akkin em Seg Jul 15, 2013 10:37 am

Tudo foi muito veloz. E apesar de ter sido tão veloz, pareceu ter passado em segundos. Akkin viu a flecha elemental ir em direção ao gigante e o acertar, causando um enorme incêndio em todo o seu corpo. E quase ao mesmo tempo, Dachi ultrapassava as chamas em um fulminante ataque bem no centro da criatura. Akkin não teve tempo de nem de gritar alguma coisa. Uma forte explosão tomou o local, causando uma clarão que obrigou todos a fechares os olhos por um momento. O que tinha sobrado eram apenas ossos espalhados por todo lugar e uma espécie de fuligem negra que cobria todo o ambiente. À medida que aquela "poeira" baixava, Akkin ia podendo enxergar melhor e ver que a enorme criatura tinha sido totalmente destroçada. Além do mais, estranhamente existia uma boneca de pano no chão tão estraçalhada quanto a criatura que tinham acabado de derrotar. Seria aquilo que Dachi tinha atacado naquele momento? Não sabia dizer. Colocou a espada em seu suporte nas costas e se aproximou do grupo que já olhava para dentro do baú.

Não fosse a seriedade do momento, Akkin teria feito alguma piada, mas aquilo realmente era engraçado. Bonecos? Olhou bem para aquilo e notou a aura verde ao redor de seus corpos e via que a mesma aura começava a surgir no seu. E como num passe de mágica o baú levitou e voltou para as mãos de Kassandra que se encontrava metros adiante, exigindo o cristal. Akkin olhou friamente para a garota, como se pudesse mata-la apenas com o olhar. Pensou um pouco e percebeu que os bonecos e a aura podiam ser sua moeda de escambo. Talvez estivessem interligados de alguma forma... Akkin só não sabia qual, então era necessário ter cuidado com aquela situação. Por sorte, tinham dois magos experientes ali que poderiam esclarecer a situação.

Ergueu o braço e pediu que Dachi se acalmasse. Não podiam tomar ações precipitadas. - Vejo que existe uma aura em nossos corpos. Para Kassandra estar tão segura de si fazendo essa exigência a uma distância tão curta de nós... Aqueles bonecos e essa aura estão interligados de alguma forma. Senhor... O quão complicada é essa situação? - Akkin mordeu o lábio inferior em sinal de descontentamento. Aquele estado o agoniava. Não era muito fã de armadilhas e parecia ter caído em uma bem complicada dessa vez.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Shaorin em Dom Ago 04, 2013 9:00 pm


Ele deu um sorriso nervoso. Alice baixou o olhar e deu um passo para frente, colocou a mão no bolso e tirou o cristal e ofereceu à Kassandra.

A garota abriu um sorriso mais largo e fechou a caixa em sua mão, se aproximando de Alice estendendo a mão esquerda contendo a caixa e a direita esperando o cristal. Alice tinha o olhar vazio de derrota e suspirou, olhando fixamente para sua adversária. Pensava se seria mesmo o fim entregar uma coisa tão valiosa justo a ela. Mas espera, a garota tinha mais alguma coisa na manga.

De repente Alice empurra Kassandra para trás e dá um chute em sua mão, fazendo a menina jogar longe o baú. Joga para trás o cristal e vai para cima da menina, jogando ela no chão.

— Agora você vai me pagar, sua vaca! — Kassandra não esperava tal movimento. Ela cai no chão com Alice por cima e prende os braços e pernas da garota entre suas pernas, sentando na garota.

— Isso é por minha mãe!! — E lhe dá um tapa na cara forte, arrancando sangue da boca. A garota solta um grito e ri histericamente, mas com um pingo de desespero tentando se safar. Seu pai solta um grito entusiasmado mas não perde tempo, corre até o cristal e aponto para Akkin pegar o baú.

— Me larga sua louca!! NÃO, meu cristal!!

— CALA A BOCA! — E dá um sono, fazendo um dente voar. — E Isso é por quase matar meus amigos, meu pai e eu!! — Continuou com os tapas fortes até ver a menina desmaiar. E mesmo assim ainda continuava, seus olhos arregalados em desespero e felicidade em devolver tudo para a pessoa que a arruinara um dia. Seu pai, vendo tudo aquilo, tocou seu ombro e a puxou, já abrindo um portal para irem embora.

— Filha, vamos sair daqui antes que ela acorde.

— Temos que matá-la!

— Não, a prenderei aqui para nunca mais voltar ao nosso mundo. — Falou em tom sereno, segurando-a pelos ombros e puxando-a. O rosto de Kassandra estava deformado com hematomas e a boca coberta de sangue. Com um suspiro e sem vontade, saiu de cima da menina e caminhou sem olhar para ninguém, até o portal.

— Venham meninos, vamos acabar com isso. — Caminhou até o portal, passando depois de todos os três. O portal dava para seus porões, donde tinham acabado de sair e lugar onde morava o cristal. Ali não era mais um lugar seguro, então teria de procurar outro.

Alice, sem mal conversar com os dois, subiu as escadas e sumiu porta a fora, entrou em seu quarto e trancou a porta. Já seu pai tomou na mão o baú e o cristal, terminando de fechar o portal.

— Darei um jeito de destruir estes bonecos sem acabar com suas vidas. Se mantivermos isto em um lugar seguro, pode ser que algum dia alguém consigo encontrar e poderá chantageá-los. Sem muita vontade, comprimiu os lábios e subiu as escadas, deixando os dois um pouco à sós.

— Tomem um banho e descansem, à noite conversaremos.


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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Yoda em Sab Ago 24, 2013 6:55 pm

Só o que pude fazer foi ficar parado. Os movimentos de Alice foram tão rápidos e e precisos que me pegaram de surpresa. A cena de raiva e agressão sobre Kassandra era demasiadamente desnecessário, mas após todo o ocorrido, não tiraria a razão de seus atos.

Com Kassandra desacordada, o baú e o cristal em mãos, o pai de Alice abrirá um portal para nosso retorno a sua casa, ele puxara sua filha para voltar por primeiro já que se deixássemos ela ficaria esmurrando o corpo estirado ao chão até mesmo depois de morta. Em um pequeno ato de ódio mútuo, concentrei-me em uma estaca no teto, se que ninguém percebe-se, a partir do momento em que o portal fosse fechado, não teria mais controle sobre essa estaca e a deixaria cair em cima do corpo de Kassandra. Não poderia me deixar vincular muito a aquele sentimento forte, já que ele futuramente poderia me causar problemas.

Era nostalgia estar ali novamente, não diretamente no porão, mas na casa do velho e na realidade ao qual realmente conhecia, ou achava que conhecia. Encarei por alguns segundos Akkin tentando encontrar uma forma de poder agradecer, mesmo que não fosse só por ele. Caminhei até chegar um pouco mais próximo dele, estiquei a mão e o cumprimentei, ao me retirar dei alguns tapas leves nas costas dele e segui até chegar o lado de fora.

Não era costume meu tomar banho demorados, mas a batalha havia sido exaustante. Entrar na água gélida tinha feito meus músculos repuxarem e relaxarem com o tempo e, provavelmente, toda a sujeira que havia no meu corpo havia sido retirada.

A última coisa que fiz foi chegar na cozinha primeiro que todos para poder ler um pouco do livro de magia e meditar até o momento em que o pai de Alice chegasse para conversar conosco.

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Re: Porto Rangestaca

Mensagem por Akkin em Sab Ago 24, 2013 11:02 pm

A sucessão de eventos fora rápida, nem tão precisa, mas muito engraçada do ponto de vista de Akkin. Momentos antes, o garoto estava à flor da pele. Pensava que estariam derrotados e que a desgraça iria cair sobre eles de forma absurdamente cruel. Ou ao menos deveria acontecer assim. Não fossem os movimentos surpresas de Alice e o preciso chute na mão de Kassandra, as coisas teriam tomado um rumo bem diferente. O Baú voou longe e pai de Alice apontou para Akkin pegá-lo e o garoto nem sequer pensou em não obedecer aquela ordem. Com um salto quase como um gato, Akkin tomou o baú nas mãos e entregou para o pai de Alice. Enquanto isso a garota ainda continuava batendo, socando e desfigurando a cara de Kassandra até que em dado momento, a vilã desmaiou. Isso, porém, não foi o suficiente para acalmar Alice que ainda continuara batendo e batendo.

Com a aproximação de seu pai e o suas palavras, decidiram então que deixariam Kassandra viver aprisionada dentro daquela tenebrosa dimensão. O portal fora novamente aberto e puderam prosseguir, saindo no porão de onde tinham entrado. Akkin guardou a espada no suporte que tinha nas costas e deu um longo suspiro enquanto massageava a nuca. Mesmo com a vitória, o clima estava tenso. Alice subiu as escadas calada; Dachi era calado por natureza; Akkin então, nem tentou dizer algo, apenas aceitou seus cumprimentos e procurou retribuir. Quando chegou no andar de cima, seguiu para seu quarto depois de receber as instruções do Pai de Alice. Logo que chegou em seu aposento, a primeira coisa que fez foi jogar a espada na cama. Tirou a camisa e viu os hematomas, as feridas e diversas partes roxas e vermelhas no seu corpo. Estava sujo, cansado e dolorido. Um banho cairia bem.

Entrou no banheiro. Deixou a banheira enchendo enquanto se olhava no espelho e tirava as roupas que faltavam. Estava cansado também psicologicamente. Se perguntava quando aquilo iria terminar. Estavam sempre em busca de algo e dessa vez tinha sido uma mentira. O velho não existia, ou se existia, ainda não sabiam o paradeiro dele. Isso era frustrante. Depois de lutas e lutas ainda não tinham chegado ao seu objetivo. Insatisfeito, entrou na banheira e começou a se lavar tirando as impurezas do corpo. Depois, apenas recostou a cabeça na borda e, sem se dar conta, dormiu.

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Piscou algumas vezes e olhou para o teto. Estava sozinho, mergulhado na água e envolto em um silêncio sepulcral. Aquilo era perturbador. Respirou e inspirou algumas vezes só pra sentir que estava vivo e então se levantou. Meio sonolento procurou a toalha e se enrolou, voltando para o quarto. Enxugou-se e procurou algo pra vestir. Devia ter uma roupa limpa em sua mochila. Com uma rápida procura achou uma camisa branca e uma calça de cor preta. Vestiu com calma e certa preguiça. Estava descalço e sentia-se renovado ao sentir o chão gelado. Que horas deveriam ser? Por quanto tempo tinha dormido? Não sabia ao certo. Abriu a porta do quarto e saiu, seguindo para a cozinha. Lá estava Dachi. Fez um cumprimento de cabeça e procurou tomar um café para acordar. Sentou-se na frente do mesmo, mas não disse nada. Ambos sabiam que aquela vitória não era algo que queriam em seus currículos. O que queriam, afinal, não obtiveram.

Não era felicidade. Era apenas aceitação.

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