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A Fortaleza

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A Fortaleza

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sab Jun 01, 2013 11:30 am

OFF: Fã fic que narra alguns acontecimentos do passado na vida de meu personagem. Fiquem a vontade para postar aqui e comentar. Os cenários e logicamente a trilha sonora não são originais, estarei usando o mundo de Forgotten Realms e as músicas de O Senhor dos Anéis. A única coisa inteiramente original são os personagens e o enredo da história. Espero que gostem.




A Fortaleza


Capítulo 1: O Túmulo do Norte

Trilha Sonora

Em algum lugar de Icewind Dale, existe uma fortaleza. Ela não é bela, não é grandiosa, é uma fortaleza simples e de aspécto rude. Erguida no começo de um grande vale, a pequena fortaleza é a primeira e ultima linha de defesa que separa Icewind Dale do restante do mundo, é tão isolada e sem importância que nem ao menos um nome tem, sendo chamada apenas de "A Fortaleza". Os motivos que levaram a construção de uma fortificação em um lugar tão isolado, ha muito tempo foram esquecidos e hoje ela serve apenas como um simples posto de observação e local de punições para onde militares indisciplinados são enviados. A pequena fortaleza tem espaço para abrigar até mil soldados, mas atualmente as três cidades responsáveis pelo controle da construção, têm mantido ali um contingente de apenas 200 homens. A maioria destes, pouco mais que a metade, foram enviados para cá como punição por desacatarem ordens ou infligirem leis marciais. Quando um soldado a serviço das cidades de Waterdeep, Neverwinter ou Luskan comete um crime, é dado a ele 2 opções, ser preso e cumprir sua pena em um calabolço, ou ser enviado para a Fortaleza e ter sua pena reduzida em dois terços.

Por incrível que possa parecer, a maioria prefere os calabolços, pois é do conhecimento de quase todos, que A Fortaleza tem um outro nome, um nome mais sinistro e amedrontador, um nome que faz gelar os corações daqueles que conhecem as histórias por trás dele. Eles a chamam de o Túmulo do Norte. Os motivos que originaram este nome são tão inconclusivos quanto os que levaram a fortaleza a ser erguida, mas segundo as lendas, ha muitos séculos atrás conta-se que um terrível dragão ancião governava Icewind Dale. Este dragão era incrivelmente poderoso e tinha a seu dispor muitos servos, dentre eles trolls, orcs, ogros e até mesmo gigantes do gelo.

Não se sabe ao certo, se a existência deste dragão e seu formidável exército eram verdades ou não, mas sabe-se que o forte foi construído para deter uma ameaça, seja ela qual fosse. Conta-se que logo após ser erguido, ele foi sitiado e atacado incansavelmente por meses a fio. A mesma história relata que o forte na época era defendido por apenas um punhado de soldados e que seus números eram centenas de vezes superados pelas forças do inimigo. Depois de muito sofrimento, o sítio culminou em uma batalha épica onde poucos enfrentavam muitos em uma luta sem esperança. Quando os reforços vindos do sul finalmente chegaram um dia depois da batalha, encontraram um vale repleto de corpos, eram tantos empilhados ao redor do forte que se podia entrar em suas muralhas escalando-os. Infelizmente nada além disso foi encontrado, nenhum inimigo ou aliado havia sobrevivido para contar o que realmente aconteceu e tudo que restou foram relatos gerados pelo testemunho daqueles que estavam lá para ver.

Embora esta seja a história mais popular, existem muitas versões sobre o que realmente aconteceu, algumas falam de um poderoso lich, outras relatam que nunca houve nenhuma batalha e que todos morreram ali vítimas de uma praga ou maldição. Seja qual for a versão contada, todas terminam com o mesmo fim. Apesar de muito provavelmente isso tudo ser apenas história, a vida na Fortaleza não é fácil e muitos morrem por causa do clima frio e rigoroso da região. Além do clima, Icewind Dale é o lar de muitos monstros que por si só não são ameaça a nenhuma cidade ao sul mas são perigosos para aqueles que vêm de fora.

É aqui que começa a saga de Aldarion Ironshield...

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Re: A Fortaleza

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sab Jun 01, 2013 11:32 am

Capítulo 2: O Condenado

Trilha Sonora

O dia havia amanhecido frio e escuro naquela manhã de Neverwinter, aos poucos a cidade ia acordando e as pessoas começavam a cuidar de seus negócios. No pátio de uma construção fortificada, um grupo de 20 prisioneiros se enfileirava sob os olhares atentos de muitos guardas. Os sons de correntes tinindo e se arrastando pelo chão se fazia ouvir conforme eles eram conduzidos a seguirem para dentro da edificação através de um portal largo o suficiente para permitir a passagem de 3 homens. Após caminharem por um corredor escuro com poucos metros de comprimento, onde muitas portas largas de madeira podiam ser vistas, os prisioneiros finalmente chegaram a um salão não muito grande e de aspécto rude.

O chão e as paredes eram de pedra nua e trabalhada, não haviam pilastras e a iluminação era providenciada por tochas dispostas nas paredes. Na parede oposta a entrada, existia uma grande peça de tapeçaria azul com bordados em dourado retratando o símbolo de Tyr, o deus da justiça, uma balança equilibrada sobre um martelo de guerra. Em frente a parede com o brasão, estava uma larga mesa de madeira cheia de pilhas de papéis, sentado atrás dela estava um homem musculoso aparentando ter aproximadamente 40 anos. Seu rosto era emoudurado por uma densa barba negra e bigode bem cuidados, seus cabelos também negros, caiam lisos até os ombros largos. O homem vestia-se com um uniforme militar na cor cinza com abotoaduras douradas, na altura do peito esquerdo haviam muitas medalhas presas denunciando sua patente no exército.

Quando os prisioneiros entraram, foram colocados em formação de forma a ficarem em 4 linhas de 5 pessoas. Quando finalmente estavam devidamente alinhados, o homem atrás da mesa que até então se manteve o tempo todo com os olhos na papelada, ergueu a cabeça levando seu olhar aos prisioneiros. Seus olhos negros e marcados por olheiras profundas encarou com cuidado os rostos dos 5 primeiros que ele via a sua frente, finalmente deu um suspiro e começou seu discurso.

- Todos vocês estão sendo acusados de crimes contra o Exército de Neverwinter. Vocês vieram aqui para receberem suas penas e terão duas escolhas, poderão cumprir suas sentenças nos calabolços do castelo ou poderão se alistar nas forças da Fortaleza em Icewind Dale sob o comando do General Redgar Aeslaw. - Pronunciou o homem, com sua voz rouca mas poderosa. - Se vocês optarem pela Fortaleza terão suas penas reduzidas em dois terços. - Completou.

Um pequeno burburinho se formou entre os prisioneiros e alguns murmúrios puderam se distinguir dos demais.

"Eu prefiro terminar meus dias no calabolço do que morrer no Túmulo do Norte."

"Redgar Aeslaw, dizem que ele é um vampiro e carniceiro, amaldiçoado a viver preso dentro das muralhas da Fortaleza."

"Aquele lugar me dá arrepios, somente um tolo iria para lá."


O oficial atrás da mesa observou a reação dos prisioneiros por alguns segundos, seu rosto permanecendo indiferente ao que ouvia. Depois levou sua mão à uma das pilhas de papéis pegando ali o primeiro. Sem olhar para o que estava escrito, falou em tom de autoridade.

- Edgar Telanos, apresente-se e venha até aqui.

Imediatamente um dos prisioneiros na segunda fileira levantou suas mãos, então os da frente abriram passagem e ele passou por eles caminhando até estar bem próximo a mesa. O oficial o encarou com frieza no olhar por alguns segundos, então levou seus olhos até o papel que tinha em mãos lendo-o em voz alta.

- Edgar Telanos, filho de Miria Telanos e Leonard Telanos, nascido em Neverwinter. Espadachim a serviço do exército de Neverwinter, acusado de crimes contra a autoridade e a soberania de nossa cidade. - O homem deu uma pausa, suspirou, então continuou. - Você está sendo acusado de traficar substâncias ilegais dentro dos limites de nossa jurisdição, tem algo a dizer em sua defesa? - Terminou levando seus olhos ao rosto do acusado.

- Não. - Respondeu Edgar.

- Em nome de Tyr eu te condeno a 5 anos de confinamento. Qual a sua escolha?

- Eu escolho... os calabolços senhor. - Respondeu o prisioneiro com sua voz trêmula.

- Pois bem, aos calabolços! - Ordenou o oficial batendo um martelo de madeira na mesa.

Imediatamente dois guardas se aproximaram do prisioneiro e o escoltaram a outra porta localizada na parede à direita. O homem atravessou a porta sozinho e esta fechou-se atrás dele. Sem perder tempo, o oficial pegou o segundo papel sobre a pilha e chamou o segundo nome.

- Aldarion Ironshield, apresente-se.

Na fileira da frente, um jovem de físico musculoso, cabelos negros e curtos e olhos castanhos, deu seus passos para frente até ficar bem próximo a mesa assim como Edgar antes dele havia feito. O oficial o encarou por um momento antes de finalmente continuar com seu dever.

- Aldarion Ironshield, filho de Aldrion Ironshield e Hallana Ironshield, nascido em Waterdeep. Espadachim a serviço do exército de Neverwinter, acusado de crimes contra a autoridade e a soberania de nossa cidade. - Suspirou, então continuou. - Você está sendo acusado de agredir um oficial de patente superior a sua e desacato à autoridade, tem algo a dizer em sua defesa?

- Um covarde é um covarde, não importando o que ele vista. - Respondeu ríspido mantendo seu olhar erguido.

O oficial mudou sua expressão para algo semelhante a desprezo antes de anunciar a sentença, então continuou.

- Em nome de Tyr eu o condeno a 6 anos de confinamento. Qual a sua escolha?

- Eu escolho a Fortaleza... - Respondeu o jovem com frieza.

A resposta de Aldarion por um breve momento desenhou algo próximo a surpresa no rosto do oficial enquanto murmúrios vindos dos outros prisioneiros ecoaram pelo salão. Mas logo o som do martelo chocando-se contra uma base de madeira se fez ouvir e assim como antes dois guardas aproximaram-se do sentenciado para levá-lo a seu destino. Aldarion seguiu sem hesitar desaparecendo na mesma porta que o outro prisioneiro antes dele.

Quando a noite cobriu a cidade de Neverwinter com seu manto escuro, uma carruagem partiu pelos portões da cidade rumo ao norte, em seu interior estavam Aldarion e mais um outro prisioneiro. Conforme a carruagem partia, o espadachim olhava da janela a cidade que um dia pensou ser um bom lugar para se viver, aquela era a ultima vez que ele veria Neverwinter.


Última edição por Goldsilver Ironsteel em Dom Jun 02, 2013 5:58 pm, editado 5 vez(es)

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Re: A Fortaleza

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sab Jun 01, 2013 11:33 am

Capítulo 3: Um Companheiro Desagradável

Trilha Sonora

Os sons de portas de ferro se abrindo acompanhados pelos sons de muitos passos no chão de pedra fria, despertaram o guerreiro que dormia em sua cela escura. Aldarion abriu os olhos e se levantou da desconfortável e fétida cama de palha no chão, olhou para a pequena janela com barras e viu que a claridade do dia ja havia se extinguido dando lugar a tênue luz da lua minguante, era noite em Neverwinter mais uma vez. O prisioneiro ouviu os passos se aproximarem e junto deles a luz de mais uma tocha reforçando as poucas que já existiam por ali, mas de uma maneira ou de outra não importava quanta iluminação havia, aquele lugar era tão sinistro que as próprias rochas pareciam emanar trevas. Logo uma dupla de guardas apareceu e parou em frente a cela. Aldarion os encarou atraves das grades e pode ver que um deles carregava uma tocha em uma mão e um molho de chaves enormes na outra, o outro trazia grilhões e correntes. Ambos vestiam armaduras de cota de malha, elmos de celada que deixavam apenas suas bocas expostas e espadas longas na cintura.

- Para trás e não tente fazer gracinhas, ou juro que vamos garantir que você nunca mais consiga mastigar nada pelo resto da vida. - Ordenou em tom ameaçador, o guarda com os grilhões.

Aldarion afastou-se de perto das grades até encostar suas costas na parede oposta, a mesma da janela. Os guardas abriram a cela e apenas o que carregava os grilhões entrou, sem esperar por uma ordem, o prisioneiro estendeu seus braços para frente e estes logo receberam correntes assim como suas canelas. Devidamente acorrentado, o jovem foi escoltado para fora da prisão e a medida que caminhava por aqueles corredores sombrios, se perguntava como alguém poderia escolher passar sua sentença confinado ali. Será que o tal Túmulo do Norte era um lugar tão ruim assim a ponto de fazer os calabolços de Neverwinter parecerem mais convidativos? O guerreiro não sabia responder essa questão, mas tão pouco se arrependia de sua decisão, estava contente por poder sair dali.

A escolta terminou levando Aldarion até o pátio do castelo, onde um carroção aberto o aguardava, era grande o suficiente para acomodar 20 pessoas, mas naquele momento só havia um passageiro dentro. Subiu a bordo acompanhado de um dos guardas e assim que o fez, teve suas correntes nos tornozelos presas com um cadeado em uma das 20 argolas de metal no chão. Com o prisioneiro devidamente imobilizado, o guarda desceu fechando a parte de trás do carroção. O veículo começou a andar lentamente enquanto os grandes portões do pátio do castelo se abriam, dois guardas conduziam o carroção que era puxado por 4 cavalos enquanto dois cavaleiros faziam a escolta, cada um em uma lateral.

Em cima do carroção, Aldarion podia ver melhor o outro passageiro, um homem aparentando ter por volta de 40 anos, ele tinha cabelos grisalhos e compridos que caiam despenteados até os ombros, seu rosto era enfeitado por um bigode com a mesma cor dos cabelos, mas ao contrário destes parecia bem cuidado e aparado. O homem era musculoso, mas baixo e atarracado, seus ombros eram largos e suas mãos grandes e calejadas, os olhos eram azuis e ele se vestia com um camisão de algodão sem mangas e calças também de algodão, ambos sujos e surrados. Assim como Aldarion, ele também estava acorrentado da mesma forma.

- Ora ora, pensei que iria viajar sozinho. Hehehehe, é muito bom ter uma compania. - Disse o homem a Aldarion exibindo um sorriso de dentes amarelos.

- Se tentar tocar em mim, farei você precisar de um clérigo antes mesmo de sairmos de Neverwinter. - Respondeu o guerreiro com uma cara poucos amigos.

- Fique tranquilo, se você não gosta irei respeitar, embora eu deva dizer que adoraria sentir um corpo como o seu. - Disse o homem deslizando seus olhos pelo corpo do guerreiro que assim como o dele, era musculoso.

- Maldição! Isso é nojento. - Falou com uma expressão de nojo no rosto escarrando para fora do carroção.

- Hahahaha! Me diga, amigo, o que o fez escolher o Túmulo do Norte?

- A redução de pena, é claro. E você? Procurando novos parceiros?

- Engraçadinho não é? Engraçadinho e idiota. Se você escolheu aquele lugar apenas por isso, devo te dizer, és um tolo!

- E por qual outro motivo alguém iria para lá? - Questionou Aldarion arqueando uma sombrancelha.

- Eu tenho minhas razões, digamos que eu tenho um acerto de contas a fazer. Aquele é um lugar amaldiçoado e todos que evitam ir para lá o fazem com sabedoria.

- É apenas uma fortaleza em um lugar isolado, o que tem de tão ruim por lá que assuste tanto? - Aldarion agora mantinha sua expressão séria mas no fundo começava a ficar curioso sobre seu destino.

- Eu não te contarei as lendas que cercam aquele forte, pois você já deve conhecer todas de cor. Mas te darei detalhes, para começar você está indo para um lugar onde o clima pode te matar em poucos minutos. - Conforme ia falando, o homem mirava seu olhar para o vazio como se estivesse divagando. - Mas se o frio não te matar, os ogros, trolls e até mesmo gigantes o farão.

- Gigantes? - Perguntou o jovem sem conseguir conter um tom de assombro na voz.

- Icewind Dale é um lugar amaldiçoado, cheio dessas aberrações, como se isso já não fosse o bastante, as montanhas da região ocultam catacumbas com túmulos ancestrais recheadas de tesouros e mortos, mortos não tão mortos assim, se é que você me entende. Heheheheeeeee. - Terminou sua frase com um risinho malicioso.

- Humpf! Acho que não preciso me preocupar com isso, estamos indo para lá para vigiar o forte não para pilhar catacumbas. - Disse com uma expressão de desdém.

- Seria bom se fosse apenas isso, mas sabe, as vezes os mortos saem atrás dos vivos. - O homem encarou Aldarion nos olhos trazendo no rosto uma expressão assustadora. - Quando a noite cair em Icewind Dale e os ventos soprarem, se você prestar atenção poderá ouvir entre os uivos do vento, sussuros e lamentos de fantasmas do passado. - Um sorriso trêmulo brotou no rosto do homem fazendo Aldarion arregalar os olhos em espanto. - Mas quando você realmente ver as criaturas que resmugam tais sussurros, desejará mil vezes estar na segurança dos calabolços de Neverwinter. - O homem terminou sua fala recostando-se na lateral do carroção, seu rosto pouco a pouco ia se tornando menos assustado dando lugar a uma expressão mais relaxada.

- Impressionante sua história, como se chama? - Perguntou o jovem, agora olhando para os portais fortificados de Neverwinter enquanto o carroção passava por eles.

- Me chamo Teros.

- O nome é Aldarion.

Mais nenhuma palavra foi trocada entre Teros e Aldarion, ambos apenas se acomodaram no carroção e dormiram desconfortáveis no chão de madeira nua e suja. Mas entre eles, o mais incomodado era Aldarion, que demorou a pegar no sono pensativo sobre os perigos que encontraria no futuro.

- "Talvez sejam apenas histórias contadas por um velho tarado fracassado." - Pensou arrogante antes de finalmente se entregar as trevas do sono.

A carruagem levando Aldarion e Teros, viajou por vários dias com poucas paradas até o próximo ponto, a cidade de Luskan.


Última edição por Goldsilver Ironsteel em Sab Jun 08, 2013 10:49 pm, editado 5 vez(es)

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Re: A Fortaleza

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sab Jun 01, 2013 11:33 am

Capítulo 4: Orcs nas Estradas

A comitiva que levava os dois prisioneiros era  composta por 4 cavaleiros, dois cocheiros, um carroção aberto e uma pequena carroça de carga. Ela seguia pelas estradas que conectavam Neverwinter a Luskan. Alguns dias se passaram e durante a viagem os cavaleiros trocavam camaradagens entre si volte e meia sustentando conversas, enquanto que Aldarion se mantinha o tempo todo calado evitando contato com o asqueroso Teros que por sua vez retribuia a atitude do jovem com igualdade.

Quando as noites caiam, os guardas obrigavam Aldarion e Teros a armarem acampamento bem como desempenharem tarefas similares, quando estes terminavam suas obrigações eram novamente acorrentados dentro do carroção. Não importava a situação, sempre haviam correntes prendendo seus tornozelos afim de prevenir uma possível fuga. Quando amanhecia, da mesma forma como foram obrigados a armarem acampamento, eles eram obrigados a desarmarem. O serviço não era cansativo e muito menos irritante, as tarefas que envolviam o ato de se acampar não eram muitas e para guerreiros treinados como Aldarion e Teros aquilo não era problema algum.

A viagem se seguia assim, monótona e irritante, cinco dias haviam se passado, não se via mais nenhuma casa ou fazenda comuns nos arredores de Neverwinter e pouco a pouco a região ia mudando de planícies com bosques esparços para florestas cada vez mais densas. O clima estava calmo, os céus se mantinham límpidos com pouquíssimas nuvens que se encontravam espalhadas e distantes umas das outras, uma brisa gélida soprava constante balançando as copas das árvores e os mantos dos cavaleiros enquanto fazia os prisioneiros se recolherem de frio, era a chegada do inverno. Ao que tudo indicava, a viagem até Luskan seria calma e tranquila, mal sabiam os viajantes que estavam completamente enganados.

No sexto dia de viagem o clima amanhecera diferente, o céu estava coberto por nuvéns densas e cinzentas, o ar estava mais frio e por causa disso uma neblina rala se mantinha presente cobrindo toda a floresta que ladeava a estrada com um fino e semi-transparente manto branco. Aldarion parecia não se incomodar com isso enquanto Teros por sua vez tremulava suavemente.

- Maldição! Não estou gostando disso. - Resmungou o sargento, responsável por liderar a pequena comitiva. - Vocês dois seus inuteis, já terminaram com tudo? - Continuou, agora voltando seus olhos a Aldarion e Teros que terminavam de por as ultimas tralhas dentro da carroça de carga do grupo.

- Muito bom, agora voltem para seus lugares seus molengas, não quero ser pego pelo inverno em plena viagem e ainda temos mais duas semanas de estrada pela frente. - Ordenou ranzinza sendo prontamente obedecido.

Costumeiramente o grupo seguiu viagem, os quatro cavaleiros sempre mantendo um ritmo de trote com suas montarias afim de acompanharem a velocidade de locomoção tanto do carroção de prisioneiros quanto da carroça de carga. Tudo ocorria normalmente até que um dos cocheiros, o que guiava o carroção a frente, avistou algo na estrada.

- Sargento! Vejo algo ali adiante, parece que... - Esticou o pescoço tentando ver melhor. - ...parece que tem alguém deitado na estrada! - Terminou surpreso ao constatar o que seus olhos viam.

- Parem! Irei averiguar o que é, fiquem aqui. - Ordenou o sargento levantando um dos braços em um sinal claro de parada. Depois disso acelerou o trote de sua montaria afastando-se de seus companheiros até se aproximar do que estava caido na estrada.

Ao se aproximar do objeto, o sargento pode constatar o que temia, era mesmo o corpo de alguém, parecia um homem vestido em trajes de aldeão, seu corpo estava completamente manchado de sangue com cortes em vários lugares e algumas flechas fincadas em suas costas. Assim que tomou conhecimento do que era, o sargento olhou para seus homens e abriu a boca pronto para gritar novas ordens quando sem aviso algum, uma flecha veio zunindo e atravessou seu pescoço lateralmente. Da boca do sargento não saiu mais nada além de sangue antes de cair ao chão morto, agora seu corpo fazendo compania ao outro que já estava lá.

A visão da morte do sargento deixou todos aturdidos e surpresos por algumas frações de segundo, mas logo seus instintos aliados ao treinamento militar que haviam recebido lhes despertaram e um dos guardas rapídamente gritou as ordens que tanto precisavam serem ouvidas.

Trilha Sonora

- MALDIÇÃO! ESTAMOS SOB ATAQUE! VOLTEM POR ONDE VIEMOS A TODA VELOCIDADE! - Gritou um dos guardas.

Assim foi ordenado e assim sem questionar fizeram os cocheiros e cavaleiros, mas assim que olharam para trás perceberam que voltar não era mais uma opção, na estrada que outrora estava vazia, vários orcs empunhando espadas, machados, lanças e arcos surgiam por entre as árvores flanqueando-os. Contaram ao todo duas dúzias, número mais que suficiente para sobrepujar todos os membros da comitiva de prisioneiros.

- PARA A FRENTE! ESTAMOS CERCADOS! - Gritou o mesmo guarda, desta vez apontando com a espada para a frente sendo ele prontamente obedecido.

Logo mais flechas começaram a saltar das árvores em direção aos cavaleiros que erguiam seus escudos para se protegerem enquanto os cocheiros aceleravam o passo de seus animais a máxima velocidade o que levou o carroção para a frente da estrada esmagando com suas rodas os dois corpos que ali estavam. Aquela não era hora para lamentar pelos mortos, não quando dúzias de orcs corriam para tornar os vivos, também mortos.

Os orcs corriam frenéticos e furiosos, sedentos por sangue logo atrás da comitiva que se acelerava desesperada na estrada imperfeita e esburacada adiante. Infelizmente não importava o quanto se esforçassem, os orcs pareciam se aproximar cada vez mais do grupo o que provava que os dois veículos eram lentos e desajeitados demais para competir em velocidade com os vigorosos humanoides.

- MALDIÇÕES DOS NOVE INFERNOS! - Praguejou Aldarion ao se ver forçado a abaixar a cabeça por um momento afim de evitar ter seu crânio partido por uma machadinha.

- Os orcs vão nos alcançar nesse ritmo! O que faremos?! - Questionou Teros aos guardas que galopavam velozes próximos ao carroção.

- Vamos deixar a carroça de mantimentos para trás! - Gritou o guarda em resposta. - Ei, você, pegue isso! Se tentar fugir juro que irá preferir ser pego pelos orcs antes que eu o persiga. - Gritou o mesmo guarda retirando um molho de chaves e jogando para Aldarion que o agarrou no ar e já logo o usou para soltar a si e a Teros das correntes.

- EI COCHEIRO! SALTE NA MONTARIA E ABANDONE A CARROÇA! - Gritou Aldarion para o homem que ainda guiava a carroça de mantimentos que vinha logo atrás deles.

O cocheiro ouviu as palavras de Aldarion, então começou a se levantar até ficar de pé, tentava se equilibrar para saltar na montaria quando uma lança voou e o atingiu nas costas atravessando-o até que a ponta viesse a aparecer do outro lado de seu peito, o homem tombou para o lado caindo na estrada e sua carcaça rolou pelo chão logo sendo pisoteada pelos orcs que vinham atrás. Sem um cocheiro para guiá-la, a carroça de mantimentos logo perdeu a estabilidade vindo a inclinar-se em um dos lados até finalmente tombar com tudo incluindo os próprios cavalos que a puxavam.

Quando isso ocorreu todos puderam ver que os orcs pouco a pouco iam diminuindo seu passo até ficarem para trás parecendo terem desistido da perseguição.

- Ha! Eles desistiram, mas perdemos nossos mantimentos. - Constatou Teros.

- Não! Esperem, vejo algo lá atrás. - Falou um dos cavaleiros o que levou todos a forçarem suas vistas.

O que viram não os agradou, mais orcs e desta vez eles não estavam a pé mas sim a cavalo.

- RAIOS! Onde diabos eles aprenderam a usar cavalos? - Praguejou um dos soldados.

- Se preparem, parece que teremos uma nova rodada. - Comentou Aldarion enquanto se esquivava de uma lança que acabou fincada no chão do carroção.

Agora os cavaleiros orcs estavam chegando perto, Aldarion e os demais logo perceberam que eles contavam pouco menos de duas dezenas, não usavam armaduras e seus cavalos eram ágeis e leves. Todos traziam armas nas mãos dentre elas as de arremesso como machados, facas, lanças, azagaias e similares.

Suas montarias eram mais rápidas do que o carroção e até mesmo que as montarias dos próprios cavaleiros que faziam a escolta. Armas eram arremessadas pelos orcs em direção aos membros da comitiva, Aldarion e Teros esquivavam-se na medida do possível enquanto que os cavaleiros usavam de seus escudos para se protegerem.

Em poucos segundos alguns cavaleiros orcs conseguiram alcançar os cavaleiros da comitiva engajando combates corporais violentos, os defensores no entanto recebiam uma certa vantagem por terem equipamentos melhores e logo alguns orcs caiam sem vida de suas montarias com seus corpos rolando pelo chão.

Aldarion e Teros tentavam colaborar no combate pegando o que fora arremessado em direção a eles e tentando devolver, as vezes acertavam um ou outro orc dando a este o mesmo destino daqueles primeiros tombados pelos cavaleiros. Apesar dos esforços dos defensores, eles eram muitos e estavam sendo cercados, em meio a confusão um dos 3 cavaleiros restantes foi flanqueado por dois cavaleiros orcs tendo em seguida seu corpo atravessado por duas lanças.

Um outro orc tentou se aproximar do carroção para realizar uma abordagem mas logo teve seus planos frustrados por Aldarion que arremessou um laço de correntes em seu pescoço fazendo-o cair preso ao carroção o que o levou a ser arrastado até finalmente soltar-se ficando para trás. Um segundo orc tentou pular no carroção pelo outro lado mas foi pego por Teros, que também usando das correntes, girou-as e acertou a cabeça do agressor derrubando-o para o chão.

Outro orc aproximou-se e ia se preparando para saltar quando sentiu o punho pesado de Aldarion socar-lhe a face, o orc prontamente devolveu o soco usando seu broquel para acertar a face do guerreiro. O nariz de Aldarion foi atingido em cheio e por pouco não se quebrou, mas a pancada estourou muitos vazos fazendo um filete de sangue jorrar fartamente da face do jovem até seu corpo. Furioso, Aldarion se ergueu, uniu seus punhos no ar e os desceu sobre a cabeça do orc como um martelo, o cavaleiro não teve como se esquivar a tempo e foi derrubado de sua montaria, porém a queda não o matou, mas infelizmente logo atrás dele vinha o restante de seus companheiros, todos a cavalo, e estes cavalos pisotearam o orc esmagando sua carne, ossos e crânio.

Mais dois cavaleiros orcs se aproximavam do carroção, um de cada lado. Teros rapidamente pegou uma azagaia que estava fincada no assoalho e a arremessou contra o agressor matando-o na hora. Enquanto isso Aldarion se apoderava de mais um pedaço de corrente, o orc que o enfrentava tentou acertá-lo mas o garoto se esquivou e usando as correntes prendeu o braço do agressor por alguns segundos forçando-o a largar sua espada que por sorte caiu dentro do veículo. No mesmo instante o guerreiro se apoderou da espada que era do tipo longa e a usou para decepar fora a cabeça do cavaleiro orc.

Enquanto as batalhas rolavam com Aldarion e Teros defendendo o carroção, os cavaleiros da escolta lutavam furiosamente por suas vidas. Um deles novamente foi flanqueado por dois orcs mas ao contrário de seu antigo companheiro diminuiu a velocidade de sua montaria fazendo os inimigos passarem por ele, depois acelerou sua montaria para atacá-los pelas costas mas infelizmente para ele, um terceiro orc vinha por trás com um enorme machado de batalha acertando em cheio o pescoço do pobre soldado.

A cabeça do defensor morto voou pelo ar por cima do carroção indo cair do outro lado da estrada. Enquanto isso o ultimo cavaleiro restante que se mostrava muito mais hábil com a espada que seus finados companheiros lutava ferozmente para se defender. Simultâneamente, o próprio Aldarion lutava contra mais um orc que tentava inadir o carroção. Teros por sua vez se encontrava livre, mas nada pode fazer quando viu uma machadinha voar em sua direção, depois passar por cima de sua cabeça e parar fincada no crânio do cocheiro. O homem permaneceu sentado em seu lugar sem cair, como se ainda estivesse vivo.

- PRAGAS NORTENHAS! - Praguejou Teros que correu até o cocheiro assumindo seu lugar. - NÃO SEI SE VOU CONSEGUIR CONTROLAR ISSO! ESTÁ DIFÍCIL DEMAIS! - Gritava enquanto desesperadamente segura as rédeas dos cavalos que puxavam o carroção.

Sem Teros para ajudar, Aldarion não conseguia manter todos os orcs fora do carroção e logo dois cavaleiros conseguiram saltar para dentro o que acabou desatando-os em um duelo de espadas com o jovem guerreiro. Por causa dos solavancos e da velocidade nenhum dos 3 combatentes conseguia aplicar golpes precisos, até que Teros gritou.

- MADEIRA!

Aldarion etendeu e se agachou, um dos orcs imitou o guerreiro, mas o outro não, este foi atingido por um galho grosso de árvore que estava mais baixo que o normal, a pancada fora tamanha que ele voou vários metros para trás chegando a atingir no trajeto um de seus companheiros que vinha a cavalo logo atrás, a colisão formou um bolo com dois orcs e um cavalo que logo foi pisoteado pelos demais perseguidores.

Enquanto isso Aldarion e o orc invasor continuavam a travar seu duelo desajeitado de espadas, o defensor por sua vez conseguiu forçar o agressor a abrir sua guarda e então aplicou ali um poderoso chute que o fez cair do carroção e rolar estrada abaixo para logo em seguida ser mais uma vítima de atropelamento.

Sem tempo para descançar, Aldarion estendeu seu braço até alcançar a cabeça do cocheiro falecido, então removeu a machadinha que estava alojada em seu crânio.

- Me empresta isso daqui. - Disse ele ao remover a machadinha do crânio do cocheiro.

Em seguida arremessou a arma com força contra a cabeça do cavalo de um dos orcs que estava no centro do grupo. O animal morreu instantaneamente causando uma queda terrível que por sua vez ocasionou o mesmo para muitos outros cavaleiros mais próximos que não tinham a chance de se esquivar ou pular o novo obstáculo. Apenas quatro cavaleiros orcs continuavam a perseguir o carroção. Os quatro orcs vendo que sua enorme vantagem numérica fora reduzida, cessaram com a perseguição reduzindo a velocidade de suas montarias até não serem mais vistos.

- Desistiram... Ufa! Essa foi por pouco!



Última edição por Goldsilver Ironsteel em Sab Ago 24, 2013 11:12 am, editado 8 vez(es)

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Re: A Fortaleza

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Dom Jun 02, 2013 3:22 pm

Postado, aviso dado para atualização nos widgets.

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Re: A Fortaleza

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Sab Jun 08, 2013 1:32 am

Capítulo 3 postado para todos lerem. Editado na terceira placehold. Boa leitura e qualquer coisa me mandem MPs com suas opiniões, elogios, reclamações, tudo isso é importante para mim.

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Re: A Fortaleza

Mensagem por Goldsilver Ironsteel em Seg Jul 22, 2013 6:59 am

Postado na fic, desculpem a demora pessoal. Postei com  sono então podem haver erros de portugues. Por favor me avisem se acharem.

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Re: A Fortaleza

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