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[Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

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[Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Sex Abr 12, 2013 5:54 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Como este post será sempre "relembrado" usarei seu começo para registrar o status dos personagens.

Jogadores:

Sassa
PV: -10%
EN: 65%
Status:
Sangramento abundante -10%
Atordoamento pela dor.

Silméria
PV: 20%
EN:
XP Adquirido:
Status: Queimaduras horríveis no abdômen.


Hayate
PV: 50%
EN: 00%
Status:
Espancado. Redutor de -80% em todos os atributos físicos e incapacidade de correr.


Lywan
PV: 90%
EN: 75%
Status:
Envenenado, -20 em Força, -10 em Agilidade e Destreza


Última edição por NR Nayruni em Ter Dez 23, 2014 11:44 pm, editado 33 vez(es)
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Dom Set 01, 2013 12:04 am

“A cidade está tendo uma luta ainda...?” pensava Silmeria enquanto o grupo caminhava. Aquele frio gelado atravessou sua espinha e fez com que a meia-elfa sentisse um arrepio percorrer o seu corpo. Algo estava seriamente errado, mas o que exatamente?

Mas... Algo parecia estranho naquele ambiente. Embora o vento tivesse a atravessado, não surtiu efeito algum na neblina que os cercava. Sequer teve tempo de falar algo ou alertar o grupo, pois o perigo que aquilo representava logo se revelou diante de todos.

Vampiros. Três deles surgiram ao redor do grupo, até mesmo que próximos para prejudicar um ataque vindo de meia-elfa. O que julgou ter sido sorte, os três que surgiram atacaram logo os membros que pareciam mais aptos a lutar de perto, assim eles puderam se defender e contra atacar sem sérios ferimentos. Quando um deles avançou em cima de Hayate, Silmeria não teve opção além de dar alguns passos para trás e recuar um pouco. Não era uma lutadora de ataques a curta distancia, ficar muito próxima só prejudicaria os movimentos do companheiro, além de colocá-la em maior risco. Como arqueira, sempre foi melhor lutando a distância, escondida ou apenas dando suporte para colegas de batalha.

Chegou a retirar uma flecha, mas não a atirou ao ouvir o grito de Lisbeth. “Droga! Será que... Talvez fogo os mate? Se ao menos os prejudicasse, já seria de alguma ajuda...” pensou em encantar uma de suas flechas e atirar, mas imaginou que o ataque provavelmente seria infrutífero.

Após ouvir as informações dadas pela outra garota, Silmeria tratou de se manter na linha de trás, longe de onde os que lutavam de perto se posicionavam. A flecha já estava posicionada em seu arco, preparada para atirar caso fosse necessário. Se algum daqueles que lutavam demonstrasse ter dificuldades, incendiaria uma de suas flechas para, ao menos, ajudar a atrasar os golpes do inimigo e criar uma chance para quem quer que tenha uma arma que pudesse eliminar vampiros, atirando em pontos que conhecia como naturalmente vulneráveis, já que não sabia se havia ou não uma armadura por baixo daquele manto negro que eles usavam. Ao menos, mesmo que a flecha não acertasse um ponto final, desde que atravessasse as  vestes deles, conseguiria colocar aquele manto em chamas.

[obs: Não sei se vai chegar a ser necessário usar a habilidade, mas ela sequer foi avaliada ainda... Então não sei como vai ficar o funcionamento dela. :\]

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Torak em Ter Set 03, 2013 7:01 pm

Vampiros. A cada hora via mais deles, o que deixava o lycan irritado. Aos poucos as memórias de um ano atrás voltavam, lembrando o porquê de sentir ódio daquela raça. Cruéis, sanguinários, criaturas vindas do inferno como demônios em forma humana. Arrancar-lhes a cabeça parecia o método mais eficaz, mas por algum motivo Hayate queria causar mais dor àqueles seres repugnantes. Muita dor.

Não demorou para que eles atacassem. O lycan focou-se apenas no que lhe escolheu como alvo, mas manteve-se atento ao redor. Talvez foi isso que lhe custou um corte leve na barriga, só que não evitou um contra-ataque por parte de suas garras que rasgaram surpeficialmente a garganta daquele vampiro ousado. Por pouco não finalizara o trabalho num só golpe.

Hayate levou sua mão até sua espada, mas foi a tempo de ver o corte causado por Tenkai ser regenerado pelo outro vampiro. O ferimento causado pelas garras do lobo, no entanto, continuaram como deveriam estar. Neste breve instante, Sabrina avisou o grupo sobre os vampiros sugarem energia vital ao toque. Como assim? Foi quando enfim Hayate percebeu que o corte em sua barriga parecia frio, como se a carne ao redor houvesse morrido. Estranhamente não doía. "Mais atitudes covardes? Malditos vampiros, a cada momento me irritam mais..."

Não percebeu Tenkai lhe dando um sinal, muito menos entendeu a manobra do elfo. Ele correu na direção de um vampiro mas logo voou na direção do outro. Mesmo assim, Hayate não perdeu tempo. Usaria suas garras e presas, o que parecia fazer efeito, para atacar efetivamente. Mal Tenkai mudou para o segundo alvo, o lycan avançou sobre o primeiro em uma investida de ombro que o empurrasse contra uma parede, o impacto sendo forte o suficiente para atordoá-lo enquanto as garras do lobo agarravam, se cravavam na carne e puxavam o pescoço do vampiro a fim de mutilá-lo apenas para terminar de arrancar ao morder-lhe o crânio e puxar. "Que suguem minha energia vital, tem muito mais de onde veio" pensou.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Qui Set 05, 2013 6:03 am

@ Todos

Trilha Sonora

A batalha contra os vampiros teve uma breve pausa logo após a sua investida inicial, pois cada um dos vampiros foi forçado a recuar dando aos defensores alguns segundos para se situarem e reagirem. E foi o que fizeram. De posse da espada da paladina, Tenkai foi o primeiro a se mover, fez um gesto de cabeça para Hayate e então avançou contra o vampiro que o havia atacado, tentou uma finta simulando um ataque para um lado, mas se surpriendeu ao ver que o vampiro o acompanhou. Sem alternativa Tenkai saltou para trás desferindo simultaneamente um golpe horizontal, esperava com isso conseguir se defender e atacar ao mesmo tempo, para sua alegria a manobra foi um sucesso e ele conseguiu se defender e ainda ferir seu agressor com um corte superficial na altura do tórax. Aproveitou então a vantagem que havia conquistado e assim que tocou o solo saltou novamente investindo contra seu inimigo desferindo um poderoso chute em sua barriga.

Mas o vampiro não era tão fraco e lento assim a ponto de se permitir ser atacado duas vezes seguidas sem uma chance de retaliação. Assim que Tenkai atacou com seu chute, o vampiro usou as duas mãos e agarrou a perna do elfo no exato momento em que esta atingiu seu alvo. Por reflexo Tenkai tentou desferir um golpe com sua espada mas não conseguiu, pois o vampiro torceu sua perna derrubando-o no chão. Agora Tenkai estava de bruços no chão e com um predador pronto para atacá-lo, se ninguém o salvasse certamente seria seu fim.

Foi nesse momento que Sabrina agiu, rapidamente a garota avançou dois passos a frente atraindo a atenção do vampiro para si, este então a encarou e ela devolveu o olhar criando uma ligação entre ambos. O vampiro então se viu surpreso quando seus olhos foram ofuscados por uma fonte de luz estranha que surgia a sua frente, a luz não o cegava e nem o feria mas bloqueava sua visão de alguma forma. A fera então saltou para frente passando por cima de Tenkai indo parar a poucos centímetros de Sabrina, usando seu olfato a localizou através do véu luminoso e então a atacou, a garota sentiu uma mão gélida e com garras afiadas envolver seu pescoço, depois sentiu uma forte pressão, quando se deu conta seus pés estavam balançando no ar enquanto ela era erguida. O vampiro a ergueu com apenas um braço, no processo suas garras afiadas roçaram o pescoço frágil da jovem cortando-o superficialmente o que causou pequenos sangramentos. Sabrina sentiu sua força se esvair junto de seu sangue, sentiu o medo da morte oprimir sua alma e ouviu o grito de desespero dado por Alice.

Simultâneamente ao combate que se desenrolava entre Tenkai, Sabrina e um dos vampiros, Hayate cuidava de seu próprio. O poderoso lycan percebeu que sua espada poderia não ser eficaz contra os novos inimigos e então decidiu usar suas próprias garras e presas naturais, não que isso fosse um problema, afinal para ele lutar usando suas arma naturais era algo muito mais familiar a ele do que manejar uma espada. O vampiro a sua frente novamente investia contra ele, Hayate não havia entendido o sinal de Tenkai e então decidiu contra-atacar o inimigo que estava a sua frente com um encontrão. Investiu com toda força contra a criatura ciente de que o peso de seu corpo aliado a força de seus músculos venceria o esquálido morto vivo. Ele estava certo, de fato venceria, mas se enganou ao pensar que o maldito sugador de sangue se deixaria ser atingido assim tão facilmente, no ultimo segundo o vampiro saltou para o lado deixando Hayate passar direto por ele ganhando suas costas.

Ao perceber a finta, o lycan tentou freiar girando seu corpo para tentar se defender de um ataque contra suas costas, ele não teria tempo, o vampiro o atingiria de qualquer maneira, mas assim como Tenkai, Hayate também não estava lutando sozinho. Silméria que estava de prontidão e atenta a tudo tensinou a corda de seu arco e então disparou. Um risco flamejante cruzou a curta distância entre a meio-elfa e o vampiro atingindo-o em cheio nas costas, na altura do ombro, pois para atacar Hayate da forma como queria o vampiro também precisou dar suas costas aos demais do grupo.

A criatura sentiu uma flecha flamejante entrar em sua carne até a sua metade o que o fez urrar de dor. Enlouquecido o vampiro se virou para ver quem o atacava apenas para ser atingido por uma segunda flecha na altura do tórax o que o fez rugir de dor escancarando a boca de forma a exibir os dentes e presas, todos afiados e pontiagudos. Furioso, o monstro iniciou uma investida contra Silméria mas não foi capaz nem mesmo de dar o primeiro passo, pois assim que o fez um duas garras poderosas envolveram seu pescoço e depois se abriram o rasgando.

O ataque de Hayate destruiu quase que por completo o pescoço do vampiro deixando ali apenas o suficiente para sustentar a cabeça presa ao corpo. A criatura não teve tempo de realizar uma nova ação, pois Hayate agora atacava novamente mordendo sua cabeça e a puxando em direção contrária ao corpo decapitando o monstro de forma sangrenta e brutal. Onde outrora havia uma cabeça, agora havia apenas um buraco de carne rasgada com um segmento de vértebra a mostra, sangue negro jorrava pelo buraco encharcando Hayate e todo o chão ao redor enquanto o corpo decapitado caia desajeitadamente. O lycan cospiu a cabeça de sua vítima escarrando de nojo em seguida, sentia-se vitorioso.

O terceiro vampiro enfrentava Lisbeth, este a encarava sem avançar enquanto seus companheiros lutavam. O vampiro parecia não se importar com nada matendo sua atenção apenas na moça de armadura dourada que se encontrava aparentemente desarmada. Ao seu lado Raigor preparava seu arco, estava na hora dele agir.

- Ajude a garota, eu sei me cuidar. - Ordenou a paladina com frieza e calma na voz.

Raigor concordou com a cabeça e então tensionou seu arco disparando contra o alvo que lhe fora designado. Sua flecha assim como as de Silméria, acertaram seu alvo em cheio. Sabrina agonizava desesperançosava enquanto sua vida se esvaia e junto de seu sangue, seu agressor agora erguia a mão direita apontando-a para a barriga da jovem, provavelmente pretendia atravessá-la com suas garras. No exato momento que iniciou seu movimento uma flecha o interrompeu acertando o centro de sua mão, quando a criatura olhou para o seu novo agressor, uma segunda flecha atingiu seu ombro causando-lhe dor. Furioso o monstro jogou Sabrina para o lado usando sua força sobrenatural, a jovem voou alguns passos terminando por colidir contra uma parede, ali stagnou e caiu sentada completamente atordoada.

Hayate que estava a poucos passos dali, pode ver Tenkai se levantando, Sabrina caída sentada em um canto e dois vampiros avançando contra seus amigos, um em direção a Lisbeth e outro em direção a Raigor que estava ao lado de Silméria. Percebeu que nenhum dos combatentes teria tempo de se defender e nem mesmo ele de se aproximar e intervir, arqueiros eram inuteis em combate corporal e Lisbeth estava desarmada, Tenkai certamente também não teria tempo de se levantar para reagir e Sabrina estava atordoada. Tanto Hayate quanto Tenkai sentiram seus corações se apertarem temendo pelo pior, imaginaram naquele momento que o trio seria esfacelado em pedaços de carne bem diante de seus olhos.

Foi nesse momento que Lisbeth agiu retirando da algibeira um colar com um grande medalhão dourado. A mulher ergueu o medalhão com uma das mãos elevando-o acima de sua cabeça e então gritou em alto e bom tom com sua voz cheia de firmeza.

- CRIATURAS DAS TREVAS! EM NOME DE TYR, O DEUS MUTILADO, EU OS EXPURGO DA SUPERFÍCIE! RETORNEM PARA OS TÚMULOS DE ONDE VIERAM!

Ninguém ali além de Raigor e a própria Lisbeth jamais havia visto algo como aquela cena ou ouvido falar no misterioso Tyr, mas todos puderam sentir uma reconfortante energia positiva emanar da paladina que neste momento erguia o seu símbolo sagrado acima de sua cabeça exibindo-o corajosamente para os vampiros que se aproximavam. Uma tênue aura dourada formou-se ao redor da mulher fazendo com que ambos os vampiros cessassem suas investidas. Foi então que para a surpresa de todos, os monstros começaram a recuar recurvando-se enquanto levavam as mãos ao rosto como que tentando proteger os olhos de uma grande fonte de luz, com pavor em seus rostos começaram a se afastar mais e mais e a medida que o faziam, seus corpos tornavam-se translúcidos até finalmente voltarem a forma de névoa desaparecendo por completo. Hayate pode perceber que até mesmo o vampiro que ele havia derrotado desapareceu por completo, nem mesmo o sangue no chão ou em seu corpo encontrava-se presente, tudo havia evaporado deixando apenas as duas flechas de Silméria no chão, ainda queimando.

Informações:
Spoiler:
Estou muito satisfeito com os posts de vocês exceto os de Tenkai.

Tenkai, eu não mencionei que a espada da paladina é de prata, eu disse que ela possui traços élficos, você poderia ter narrado que ela tem jóias enfeitando a guarda ou até mesmo inscrições élficas gravadas na lâmina mas não falar que a arma era de prata.

Outra coisa, sua manobra de ir em um e desviar pro outro é impossível porque os vampiros não estão lado a lado ou em fila e sim formando um triângulo ao redor de vocês. Por isso eu tive que mudar um pouco suas ações. Você será penalizado em XP pela falta de atenção.

Tenkai, você está com a perna direita doída pois ela sofreu uma torção, todas as manobras e ações envolvendo esta perna estarão submetidas a um redutor de 1 em Agilidade até que se passem 2 dias ou 1 dia com cuidados médicos apropriados. Tomar uma poção de cura ou receber cura mágica curarão a torção imediatamente. Você perdeu 7% de sua Vida.

Sabrina, meu amor, você salvou Tenkai e por causa disso tive que te machucar um pouquinho, você perdeu 15% de sua Vida e a EN pra ativar sua habilidade. Agora você está atordoada por uma rodada, mas pode narrar seus pensamentos e sentimentos enquanto o vampiro a atacava. Sua blusa e pescoço agora estão um pouco encharcadas com seu sangue e seu pescoço está cheio de cortes superficiais.

Silméria, excelente atitude, você salvou Hayate mas irei cobrar de você o custo em EN da sua habilidade habilidade x2. Lembre-se, vampiros são mortos vivos e o fogo sempre foi visto como uma fonte de energia e purificação ainda mais contra os seres das trevas.

Hayate, você explodiu seu vampiro, com uma pequena ajuda de Silméria é claro, mas você tem a senssação de que mesmo tendo arrancado a cabeça dele, ele não morreu!!!

TODOS! Meu post ficou enorme, então não narrei muita coisa que gostaria, o combate durou uma rodada então pra não deixar passar em branco, quero todos vocês narrando tudo o que eu descrevi mas dando foco em seus sentimentos, seus pensamentos, na dor que sentiram, tudo. Terminem seus posts narrando suas ações pós combate.

Estamos quase finalizando este capítulo. Um grande abraço a todos.
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Sassa em Seg Set 09, 2013 11:35 pm

O plano de Sabrina tinha tudo para dar certo, isso daria a todos tempo de pensar e contra-atacar, viu que o elfo sem um braço estava correndo perigo e num ato instintivo, Sabrina chamou para si a atenção do vampiro. - EI! AQUI! OLHE PRA MIM! - Seu olhar estava direto nos olhos da criatura, ao mesmo tempo que carregava sua energia para preparar sua ilusão. Bastou apenas um olhar da criatura para que tudo começasse. Sabrina viu o vampiro gritar e recuar seu ataque no elfo, ao que tudo indicava seu plano havia dado certo, estava no caminho certo, mas algo desandou no meio do caminho. A criatura saltou por cima do elfo como se estivesse planando e pousou bem em frente a Sabrina, que sem reação, não teve muito o que fazer diante do ataque da criatura a não ser se desesperar. A jovem ouviu dentro de si o grito de desespero de Alice quando a garota fora agarrada pelo pescoço e sentiu a dor e a sensação de morte invadir seu corpo. A fraqueza e a dificuldade de respirar, o sangue quente escorrendo por sua pele e roupas, era o fim aparentemente para Sabrina e Alice.

" - NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO! SOLTE-A, MONSTRO!"

Gritava Alice dentro da mente da garota, o que só a deixava mais desesperada. Nunca vira Alice agir daquele jeito antes, e a cada segundo que se passava, Sabrina sentia suas forças indo embora, logo seria como a bruxa havia lhe dito minutos atrás, sua essência seria sugada até que só sobrasse pó diante dos olhos daquele vampiro. Então tudo aconteceu bem rápido, primeiro viu o vampiro preparar um golpe de misericórdia, para acabar de vez com o sofrimento da jovem, e no ultimo segundo o ranger vindo para salva-la com uma flecha certeira. A criatura fora atingida novamente, então decidiu soltar Sabrina e ir para cima de seu novo alvo, jogando a garota longe. Sabrina estava tonta e quase desmaiando naquele instante, sentia muita dor na região do pescoço e mal conseguia manter-se consciente, mas estava viva afinal. Restava saber agora por quanto tempo.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Seg Set 16, 2013 10:49 am

Infelizmente, não conseguia acompanhar todos os pontos de combate de uma vez. Já que dessa vez possuía, de certo modo, um parceiro para dar suporte; o ranger que estava ao seu lado, Silmeria se preocupou em dar cobertura à Hayate.

A meia-elfa sempre achava estranho vê-lo em combate, quando ele lutava naquela forma parecia puramente um animal agindo por instinto. Lembrou-se um pouco de quando haviam se encontrado pela primeira vez; da breve discussão entre ele e Rio Ligeiro. Não sabia tão bem como funcionava as mentes dos lycans, será que tinham mais dificuldade do que os outros para controlar seus instintos? Esses pensamentos, porém, logo se esvaíram quando Hayate investiu contra um vampiro que desviou facilmente do golpe do lycan.

Assim que o inimigo se colocou em seu campo de visão, sem nenhum obstáculo entre sua flecha e o alvo, e melhor ainda, ele havia dado suas costas para ela. Os lábios da meia elfa murmuraram algo e logo, a ponta da sua flecha estava em chamas e ela disparou em direção à criatura que ameaçava Hayate. Sem esperar o resultado, já imaginando que talvez ele se esquivasse por mágica ou algo o defendesse, ,Silmeria já preparou outra flecha, encantando-a com chamas.

A criatura urrou de dor. Os olhos de Silmeria brilharam com aquela imagem e ela sentiu seu coração palpitar . Disparou novamente e ouviu outro urro. Um discreto sorriso surgiu em seus lábios, mas não durou muito. Ver a criatura, ainda de pé, voltando-se para si e começando a vir em sua direção a alarmou. Buscou outra flecha em sua aljava, mas antes que pudesse disparar, viu o vampiro ter seu pescoço destruído e, em seguida, arrancado de forma brutal e animalesca.

A expressão da meia-elfa demonstrou certo desgosto diante da cena e do sangue negro que jorrava e manchava Hayate. Não teve tempo, porém, para refletir, pois logo duas criaturas corriam e m direção a Lisbeth e a Raigor, estando o segundo bem ao lado da meia-elfa. Não teve tempo para reagir. “Droga...!” pensou, levando a mão até sua aljava por instinto, mesmo sabendo que não haveria tempo o suficiente para disparar uma flecha. A voz de Lisbeth, soando alta pelo ambiente, fez Silmeria cessar o movimento e fitá-la.

“Tyr...? Que diabos é isso?” pensou, observando, com certo alivio, os vampiros que recuavam. E foi então que, para a surpresa de Silmeria, os vampiros evaporaram, deixando como rastro apenas as flechas que ela própria havia atirado, ainda em chamas.

- Hayate, você está bem...? – perguntou, se aproximando do colega – O que é esse medalhão? – virou-se para Lisbeth – Por que esse objeto conseguiu fazer os vampiros recuarem com tanta facilidade? – perguntou, sentindo-se frustrada por não saber o que estava acontecendo ali.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Bluesday em Seg Set 16, 2013 1:36 pm

Frio e calculista, Tenkai foi com tudo para cima do adversário, porém o mesmo em certo momento surpreendeu o elfo segurando seu chute e impedindo Tenkai de realizar um golpe por reflexo, levando o mesmo para o chão e pressionando sua perna para evitar que o elfo conseguisse se mover.

" Tsc... Nessa posição e sem meu braço esquerdo eu não consigo me libertar. Será que devo invoca meu arsenal? "

Tenkai sabia melhor sobre seus momentos de desvantagem mais do que ninguém, afinal havia passado um ano treinando para se acostumar a batalhar sem seu braço e descobrir suas novas fraquezas. Pensou em ativar sua habilidade para pelo menos assustar o inimigo. No entanto, a garota humana do nada se mostrou no meio da luta e chamou a atenção do vampiro. Tenkai acreditou que aquilo não resolveria nada, afinal ela não parecia apresentar perigo a um vampiro. Mas por algum motivo o inimigo acabou largando Tenkai e foi para cima da garota.

Tenkai que ainda estava com a perna dolorida não conseguiu se levantar a tempo e viu uma cena que não seria chocante para ele em qualquer situação. Porém quando Tenkai viu a garota de frente para o inimigo, como se estivesse protegendo ele, e ver ela recebendo aquele golpe fez com que lembranças esquecidas de sua mente surgissem rapidamente, vendo o momento da morte da mulher que trouxe Tenkai a vida. O elfo sentia um gélido arrepio por todo seu corpo e se exaltava ao gritar.

Nãããõ!! Pare!!!! Gr... Minha cabeça.

Tenkai voltava sua mão esquerda para sua testa, deixando a espada no chão. Sentia uma forte dor na cabeça por causas das memórias que vieram em um momento ruim.

" Mas o que são essas visões? Quem é aquela mulher de cabelos brancos? A esqueça isso, volte para a batalha. "

Tenkai tentava limpar sua mente de pensamentos aleatórios e se focar no que estava acontecendo agora. Ia se levantando o mais rápido que podia, mas lembrava que havia deixado a espada no chão, voltou sua visão para a mesma e pode ver finalmente a escritura élfica que havia na lâmina da espada. Tenkai conseguia entender muito bem o que estava escrito e mais um pouco de suas memórias esquecidas o atormentavam naquele momento, lembrando do sujeito que estava junto da mulher de cabelos brancos, porém o mesmo estava caído ao lado de uma espada que também havia algumas escrituras que ele não conseguia se ver direito. mas instintivamente sabia que eram as mesmas que estavam gravadas naquela espada a sua frente.

" O que está havendo comigo, eu não sou assim. O que tem de errado com minha cabeça? "

De repente Tenkai conseguia voltar ao controle de sua mente perturbada, entretanto era tarde demais, os inimigos estavam atacando agora a mulher e seus devaneios mentais e a dor na perna o impediam de conseguir fazer algo. Foi quando a mulher se mostrou mais confiante do que nunca e mostrou um medalhão e logo em seguida expulsando os vampiros dali. Durante a exibição de poder o elfo sentiu um certo conforto em si, parecia que até a dor de sua perna parecia ter amenizado. Certamente era uma energia misteriosa e muito poderosa, além da compreensão do elfo.

Quando os inimigos fugiram, Tenkai ficou um pouco aliviado, sua mobilidade ágil estava condenada no momento e isso seria um problema. Voltou então sua visão para a garota que o ajudou, a mesma estava caída e desmaiada, fora que estava bem suja de seu próprio sangue. Se aproximou da garota, se agaichando e retirou em seguida de um de seus bolsos um pano branco bem protegido por um material que o elfo não sabia o que era e assim retirou o pano e começou a limpar o pescoço da garota e parte da blusa, porém focou mais o pescoço, pois havia alguns cortes que Tenkai fez questão de pressionar um pouco para estancar o sangramento. O elfo parecia abatido e seus cabelos cobriam parte do corpo de Sabrina.

Tola. Não faça mais isso.

Tenkai falava com certo sentimento nas palavras, afinal aquilo lembrou um drama do passado dele que o abalou durante essa batalha. Assim que terminasse de cuidar da garota, se ofereceria para ajudar ela a se levantar se ela pudesse, caso contrário o elfo iria deixar ela sentada e ergue-la apenas segurando em suas costas e puxa-la para cima, pondo ela de bruços com a barriga no ombro do elfo. Não era nada cavalheiro e tão pouco confortável, mas era a única maneira que Tenkai tinha para carregar a garota ferida.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Torak em Seg Set 16, 2013 4:58 pm

O lycan negro rosnava, envolvido à batalha. Sequer entendeu o sinal do elfo, portanto focou-se em seu alvo atual. Vampiros lhe davam mais motivos para odiá-los a cada dia e não seria hoje que mudariam isso. Sem pensar duas vezes, Hayate avançou numa investida que foi facilmente desviada pelo vampiro. Não contava que fossem tão rápidos. Assim que passou reto, freou e tentou virar-se mas já sentindo em algum lugar de um futuro próximo a dor de cortes em suas costas. Só que não vieram. Ao invés disso, um grito de dor entoou e o lycan se virou a tempo de ver o ombro do vampiro em chamas. Não procurou saber o motivo, uma vez que seu alvo lhe deu as costas, Hayate finalizou o serviço. Suas garras abraçaram o pescoço daquela criatura vil, cravando-se na carne e com um puxão a rasgou, sendo arrancada de qualquer coisa que a prendia. Tudo que restou foi um pedaço nojento e sangrento de ossos. No momento seguinte Hayate abocanhou a cabeça, cravando suas presas e puxando com fúria, decepando a criatura. Ver o sangue jorrando e o corpo caindo lentamente deram ao lycan uma magnífica sensação de vitória. Largando a cabeça ao chão, avistou Silméria e logo supôs que ela quem o ajudou. Encontrando o olhar da meio-elfa, agradeceu com um movimento da cabeça.

Foi nisso que notou o ataque de dois vampiros ao trio.

Tenkai e Sabrina estavam fora de perigo mas não poderiam lutar. Já Raigor, Silméria e Lisbeth estavam em pé mas totalmente desarmados! As criaturas estavam próximas demais para que a meio-elfa sequer pudesse sacar uma flecha. Hayate sentiu o peito apertar ao mesmo tempo em que começou a correr sobre as quatro patas, avançando para tentar impedir, mas estava longe demais. Os vampiros fariam suas primeiras vítimas e o lycan mal havia começado a se mover para ajudar! Foi quando, de repente, Lisbeth mostrou um medalhão e gritou palavras de poder:

— CRIATURAS DAS TREVAS! EM NOME DE TYR, O DEUS MUTILADO, EU OS EXPURGO DA SUPERFÍCIE! RETORNEM PARA OS TÚMULOS DE ONDE VIERAM!

Hayate freou e colocou um braço em frente aos olhos. Achou que era algum tipo de magia, mas no instante seguinte, foi inundado por uma sensação reconfortante, uma forte energia pura que varreu de si o terror que presenciava a pouco. Ao arriscar olhar, viu os vampiros recuarem e desaparecerem por completo, voltando a ser nada. Até mesmo o sangue viscoso que manchava Hayate desapareceu, assim como o corpo do vampiro derrotado. Naquele instante o lycan sentiu, sem saber o motivo, que sua vitória não foi completa.

— Magia... — Sussurrou, se colocando em pé. Avistou Tenkai indo em auxílio da garota caída e decidiu aproximar-se do trio. Silméria não se demorou em perguntar se o lobo estava bem. Ele colocou uma mão sobre o corte em sua barriga para verificar se sangrava. — Acho que sim, não foi nenhum corte profundo para me preocupar.

Diante da pergunta que ela fez à Lisbeth, Hayate não deixou de comentar.

— Foi uma explosão de energia pura, não foi? Seres corrompidos e amaldiçoados não suportariam algo tão intenso. Mas não entendo o porquê de não ter me afetado: sou tão amaldiçoado quanto eles.

Não gostava de se comparar aos vampiros, mas era uma verdade dura. Eles eram seres da noite amaldiçoados a viver eternamente com corpos mortos e pálidos. Lobisomens impuros não eram muito diferentes.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Sex Set 20, 2013 6:34 pm

@ Todos

Enquanto cruzavam as ruas estreitas da cidade que agora se encontravam dominadas pelo sinistro e estranho nevoeiro, Raigor, Lisbeth e seu grupo de aliados foram surpreendidos pelo ataque traiçoeiro de três vampiros que os cercaram em uma pequena praça. Sem outra alternativa os bravos aventureiros decidiram enfrentar a ameaça sob os avisos de Lisbeth a respeito das imunidades daqueles seres sobrenaturais.

Tenkai iniciou fazendo o primeiro movimento de ataque, com extrema destreza e velocidade, o elfo audaz lançou-se para o combate esperando receber cobertura de Hayate, mas infelizmente o licantropo não estava acostumado a lutar ao lado do guerreiro élfico deixando-o a própria sorte. Mesmo sem a ajuda do lobisomen, ele conseguiu com agilidade atingir seu oponente com um preciso golpe de espada, porém o vampiro também era rápido e conseguiu evitar parte do golpe. Aproveitando uma brecha na guarda do oponente, Tenkai atacou mais uma vez optando por aplicar um poderoso chute no abdômen do adversário na intenção de derrubá-lo. Mas a criatura era muito mais forte do que aparentava e através de uma manobra conseguiu impedir o ataque do elfo jogando-o ao chão de bruços.

Com a guarda baixa e as costas dadas ao monstro, a morte do guerreiro élfico era certa, mas por sorte ele não estava sozinho. Sabrina, a única do grupo sem qualquer meio para ferir os vampiros, avançou em direção ao algoz de Tenkai tendo como armas sua coragem e astúcia. A atitude da jovem fez a criatura desviar o foco de sua atenção para si deixando Tenkai fora de ameaça, assim que fitou a garota, o vampiro foi pego de surpresa por uma estranha luz que surgiu diante de sua face, a princípio o monstro protegeu seus olhos temendo ofuscar-se, mas logo percebeu que a luz não lhe fazia mal algum. Enfurecido, ele saltou por cima de Tenkai cruzando em um segundo a distância que o separava da garota agarrando-a pelo pescoço com brutalidade, erguendo-a no ar. Sabrina sentiu seu pescoço ser cortado pelas garras da fera, o sangue escorrer e sua energia vital esvair-se, mas assim como Tenkai fora salvo, ela também o foi por Raigor, o habilidoso ranger.

Simultaneamente a velha dupla de aventureiros formada por Hayate, um poderoso licantropo e Silméria, a bela e astuta arqueira, cuidava com maestria de um dos vampiros. Graças a sinergia que permeava entre os dois companheiros a batalha contra a fera fora relativamente fácil de forma que ambos alcançassem os louros do sucesso sem ter que lamentar por nenhum prejuízo além de um leve ferimento no abdômen do licantropo.

A batalha contra os vampiros se desenrolava com um misto de perigo e emoção, Sabrina encontrava-se ferida e fora de combate, Tenkai estava ao chão com a mente aturdida por estranhas lembranças que sacudiam sua percepção e raciocínio, Hayate erguia-se vitorioso do embate contra sua presa, mas estava agora poucos metros distante dos demais companheiros. Foi quando dois dos vampiros restantes resolveram investir contra o trio formado por Raigor, Silméria e Lisbeth. Dois arqueiros e uma guerreira desarmada, alvos perfeitos para um combate corpo a corpo.

Assim que se aproximaram do trio certos de que fariam uma chacina, os dois monstros foram pegos de surpresa por uma arma muito mais poderosa que qualquer flecha ou espada, a fé. Invocando poderes além da compreensão e senso comum, a misteriosa guerreira élfica brandiu o símbolo de seu deus e este irradiou uma explosão de energia positiva que pode ser sentida por todos que estavam ali. Com palavras de poder Lisbeth forçou os nefastos predadores das trevas a recuarem de volta para as sombras de onde haviam saído. E assim o fizeram, da mesma forma como haviam surgido, partiram voltando a forma de névoa pouco antes de desvanecerem no ar.

Com a ameaça dos vampiros terminada, todos puderam se recompor. Tenkai recuperou seu raciocínio e com ele sua postura, ergueu-se do chão e andou em direção a Sabrina acudindo-a. Enquanto isso Silméria verificava Hayate certificando-se de que estava tudo bem com o velho amigo, A arqueira ao ver que o licantropo estava em boas condições, voltou sua atenção para Lisbeth, curiosa sobre as ultimas ações da elfa. Hayate aproveitou a situação e também lançou suas dúvidas a mulher que ouviu com atenção as questões de ambos, mas em lugar de respondê-las ela apenas sorriu simpática.

- Responderei suas dúvidas assim que puder, mas antes preciso ajudar nossa pequena amiga. - Disse com educação e gentileza enquanto caminhava em direção a Tenkai e Sabrina.

Com suavidade, Lisbeth se colocou ao lado de Tenkai e então o empurrou gentilmente para o lado de forma que ela pudesse ficar na frente de Sabrina. Depois se agachou até ficar face a face com a garota que encontrava-se sentada e em choque. Sabrina pode ver bem o rosto de Lisbeth que estava próximo ao seu, mesmo suada e com a cabeleira levemente desmantelada, a elfa era bela, sua pele clara parecia emanar luz própria, os cabelos castanhos levemente dourados reluziam como fios de ouro. Mais bela ainda ficou quando seus lábios se moldaram em um sorriso encantador exibindo todos os dentes brancos e perfeitos.

- Estou impressionada com a sua bravura, pois enfrentou a morte sem armas e excitação para salvar um amigo. - Falou erguendo sua mão de forma a acariciar o rosto de Sabrina. - Agora deixe-me tratar de suas injúrias com as bençãos de meu senhor. - Finalizou deixando suas mãos repousarem sobre os ombros da jovem.

- Tyr, eu lhe suplico que me permita curar as feridas desta que jaz em minha frente. - Rogou a mulher.

Nesse momento todos puderam ver uma tênue luz esbranquiçada surgir contornando as mãos de Lisbeth, novamente uma sensação agradável pode ser sentida. A luz então espalhou-se cobrindo todo corpo de Sabrina e bem diante dos olhos do restante do grupo, todas as feridas no pescoço da jovem desapareciam como que por mágica. Não fosse o sangue que ainda encharcava o corpo e roupa da jovem, ninguém nunca diria que ela havia se ferido naquele combate. Com Sabrina curada, Lisbeth se levantou estendendo a mão para a jovem auxiliando-a a se levantar também.

- Isso que vocês viram não foi obra de magia. - Explicava a elfa desta vez se voltando para o grupo como um todo. - Eu sou Lady Lisbeth Arandor, paladina a serviço de Tyr o Deus da Justiça, tudo o que vocês presenciaram foram manifestações do poder de meu deus por meio da minha fé. - Sorridente, Lisbeth caminhou aproximando-se de Silméria e Hayate. - Este medalhão que vocês virão não possui poder algum, ele apenas é o símbolo de minha fé ao meu deus. - A elfa agora exibia seu medalhão que tinha cunhado em alto relevo o símbolo de uma balança com uma espada no meio, na vertical. - Tudo o que eu fiz foi invocar o poder de meu senhor canalizando sua energia através de sua representação. Você licantropo, pode se considerar um amaldiçoado e talvez o seja, mas diferentemente de você, aqueles vampiros não são seres vivos. Eles são trapaceiros que tapearam a morte e o fluxo natural de nosso mundo para viverem uma existência nefasta onde roubam a vida dos outros para se sustentarem. - Explicou lançando um olhar terno para Hayate.

- Agora chega de explicações, já ficamos tempo demais aqui, está na hora de partirmos. Apesar do que pareceu nós não derrotamos nossos inimigos, apenas ganhamos tempo para escapar. - Falou Lisbeth voltando a seguir o caminho de antes sendo prontamente acompanhada por Raigor.

E agora, o que fariam os aventureiros? Quem será esse misterioso deus da justiça, Tyr, do qual nunca ouviram falar? Onde será que Lisbeth e Raigor desejam chegar? Será que existem mais vampiros esperando por uma chance para atacar? Estas e muitas outras perguntas permeavam a mente de todos conforme os acontecimentos se desenrolavam.
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Bluesday em Sex Set 20, 2013 7:47 pm

Enfim a luta havia acabado e os inimigos já não estavam mais ali. Em seguida a elfa se encaminhava até Tenkai e a humana que estava na corda bamba para a morte. No entanto a elfa evitou que Sabrina caísse dessa corda a curando por completo após Tenkai dar licença para Lisbeth ajudar a moça caída.

Tenkai por outro lado não deu importância para como ela fez aquilo, mas o fato da elfa ter mencionado que tudo aquilo foi feito a base de Fé, foi um tanto estranho aos ouvidos do guerreiro, afinal ele não tinha fé em nada e nem em ninguém, a não ser nele mesmo e suas armas.

Enfim aquela situação toda estava finalizada, pelo menos por enquanto, pois assim como a elfa mencionou, Tenkai acreditava que aquilo estava longe de acabar e assim que Raigor e Lady Lisbeth Arrandor seguiram caminho, Tenkai logo foi seguindo atrás dos dois, pois tinha certeza que o que quer que fosse que estivesse acontecendo, iriam atrás dele novamente e de todos que estavam do mesmo lado para enfrentar os vampiros e as outras criaturas que apareceram. Sem esperar ninguém o elfo caminhou a dois metros de distancia dos dois a frente.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Dom Set 29, 2013 9:53 am

Silmeria apenas observou enquanto Lisbeth pareceu desviar das perguntas que lhe foram feitas e fora ajudar a garota que havia se machucado durante a batalha. A meia-elfa lançou um olhar desconfiado para Hayate e, depois, apenas observou a elfa usar sua magia. Estreitou os olhos quando o nome de Tyr foi citado novamente, afinal, seja quem fosse aquela figura, parecia ser algum tipo de Deus muito importante para o lugar de onde a elfa havia vindo, embora ninguém ali parecesse ter jamais ouvido falar tal nome.

Logo a elfa voltou a falar, respondendo as perguntas que lhe forma feitas. Silmeria apenas fez uma expressão desconfiada ao ouvir que o que houve não foi causado por magia. A meia-elfa fechou os olhos e massageou a temporã com uma das mãos, parecendo estar em um difícil processo de absorver o que estava sendo lhe dito.

Nunca acreditara em Deuses e se recusava a acreditar que apenas a de alguém era capaz de causar algum tipo de manifestação dos deuses no mundo. Imaginava que talvez os dois foram ensinados a usar magia, mas também ensinados a acreditar que aquilo ocorria apenas por causa da fé deles ou algo assim.

“Droga...” lançou um olhar ao redor, como se procurasse avistar um vampiro os observando. Silmeria sentiu vontade de dar as costas para toda aquela situação e ir embora, mas se ainda houvessem vampiros por ai ou pior, os mesmos vampiros por ai, provavelmente eles atacariam novamente e, sozinha não tinha confiança de que conseguiria se livrar deles.

Soltou um suspiro desanimado.

- Eu... Não acho que tenho opção mesmo. Aqueles mesmos vampiros podem vir atrás de nós... – lançou um olhar para Hayate – Você também vai? – perguntou, fitando o Hayate e esperando o companheiro para que pudessem seguir os dois estranhos.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Sassa em Seg Set 30, 2013 1:06 pm

A dor, a fraqueza, a impotência, era tudo que Sabrina sentia naquele momento. Jogada num canto, a garota estava em choque e exposta, seu olhar era vago e mesmo com a aproximação do elfo, ela não pareceu expressar qualquer melhora, seu corpo não respondia aos comandos que seu cérebro enviava, continuou ali sentada e ferida, nem mesmo responder a Tenkai ela podia fazer naquele momento. Sabrina e Alice estavam claramente abaladas com a situação, e não sabiam agora o que fazer diante disso, foi quando a luz pareceu literalmente vir até a jovem para salva-la. A elfa, com toda sua beleza e gentileza, era como um anjo naquele momento vindo trazer conforto a Sabrina, por alguns segundos pensou que seu ferimento havia sido mais grave do que imaginava e que era seu fim, e agora um anjo viera lhe buscar, mas logo a dor tratou de lembra-la de que ainda estava bem viva.

Sabrina apenas pode virar um pouco os olhos para olhar o rosto de sua salvadora, como era bela, e sua voz parecia uma canção que a fazia sentir-se muito melhor, mesmo em tal situação. Quando a paladina colocou as mãos sobre seus ombros, Sabrina fechou os olhos e esperou, em instantes sentiu uma sensação boa invadir seu corpo, a dor aos poucos ia se esvaindo e as feridas que antes existiam em seu pescoço iam desaparecendo como num passe de magica. Alguns segundo depois, Sabrina abriu os olhos novamente, sentia-se bem novamente, com força, revigorada, seu corpo já respondia e não sentia dor alguma, suas roupas ainda estavam ensanguentadas, mas ao passar as mãos no pescoço, não notou sinal algum de seus ferimentos. - Obrigada... - Disse Sabrina bem baixo, antes de aceitar a ajuda de Lisbeth para se levantar. Ao ficar de pé, olhou para os lados analisando toda situação, mesmo depois ter sido salva, ainda tinha receio de que algo pudesse acontecer a qualquer momento, pois a névoa ainda se fazia presente, não estavam completamente seguros. Logo a confirmação veio por meio das palavras de Lisbeth, os vampiros não haviam sido destruídos, apenas afastados dali, o que significava que poderiam voltar a qualquer momento.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Ter Out 08, 2013 7:53 pm

OFF: Pulando a vez do Hayate, neste turno o controlarei.




@ Todos

Recuperados do ataque dos vampiros, mais uma vez o grupo voltou a caminhar guiado por Raigor e Lisbeth. Tenkai foi o primeiro a seguir a dupla, Silméria aguardou uma resposta de Hayate que por sua vez assentiu positivamente com a cabeça, ambos então juntaram-se a Tenkai e os demais. Sabrina, que agora confiava mais em Lisbeth, não ficou para trás e rapidamente se posicionou próxima a paladina, ela poderia não admitir mas ainda sentia um pouco de medo da situação.

O grupo incomum seguia silencioso pelas vielas escuras e estreitas de Hilydrus, completamente oculto pelo denso nevoeiro sombrio. Eles andaram por cerca de 10 minutos sem pronunciar nenhuma palavra, pareciam mais um grupo de fantasmas vagando sem destino do que pessoas, cada cuidado era pouco na situação em que se encontravam. A medida que caminhavam ouviam sons de batalhas e gritos que se perdiam abafados pela névoa sinistra que parecia querer engolir cada um deles. No final do trajeto, o grupo chegou no fundo de um beco profundo com uma estranha porta de metal no fim de uma de suas paredes laterais, a porta era alta e larga, sua extremidade superior era terminada em um arco e a maneira como estava posicionada e havia sido posta ali criavam uma ilusão de óptica e a tornavam difícil de enxergar para qualquer um que não estivesse próximo o bastante do fundo do beco. Provavelmente até mesmo durante o dia seria impossível ver a porta o que dava a entender que com certeza o responsável por sua existência não queria ser incomodado.

Raigor se aproximou da porta e deu duas batidas longas, depois duas batidas rápidas seguidas de mais duas batidas longas. Nos momentos seguintes, dezenas de segundos, o silêncio da noite tomou conta do ambiente e todos ali ficaram se entreolhando curiosos enquanto aguardavam algo acontecer. Foi quando passos leves e rápidos puderam ser ouvidos vindos detrás da porta e aproximando-se da mesma, pelos sons parecia que o piso ali dentro era feito de pedra assim como era o da rua. Os passos cessaram logo atrás da porta o que fez Raigor se afastar mas sem sair de frente do portal. Em seguida pode-se ver e ouvir uma pequena abertura de metal retangular ser aberta na altura dos olhos. Estava escuro lá dentro e não dava pra ver quem observava pela fresta.

Um instante depois a abertura estava fechada novamente mas novos sons puderam ser ouvidos, parecia que várias fechaduras estavam sendo destrancadas e destravadas. Os sons das fechaduras cessaram dando lugar ao som de uma pesada e poderosa fechadura abrindo-se, finalmente com um estalo metálico e um leve ranger enferrujado a porta abriu-se. Em seu interior um fraca iluminação provinha de uma pequena lanterna segura na mão de um homem, um velho de baixa estatura usando um manto marrom bem escuro com um capuz. O velho possuía um cinto repleto de bolsas de couro e uma grande barba branca e manchada em vários pontos brotava de sua face espalhando-se de forma bagunçada até sua barriga. Os olhos do velho eram profundos, sombrios e emoldurados por olheiras. Assim que pode ser vista saindo de trás da porta, sua mão enrugada revelou uma pequena coleção de anéis de diversos tipos, anéis de ouro, prata, ferro, couro, madeira, alguns bonitos e outros modestos, alguns dividindo os mesmos dedos.

O velho olhou fixamente para Raigor e Lisbeth, depois lançou um olhar desconfiado para os acompanhantes da dupla como que analisando-os, chegou até mesmo a levantar sua lanterna para facilitar sua observação. Assim que notou que o grupo não lhe era uma ameaça, o velho fez um sinal com a mão livre ao mesmo tempo posicionando seu corpo ao lado da entrada da porta, indicando para que entrassem rapidamente. Uma expressão de preocupação pode ser notada no rosto do homem enquanto ele observava atentamente para a entrada do beco.

- Raigor, seu encrenqueiro, rápido, traga seus amigos para dentro. Maldição! Espero que não esteja sendo seguido não quero problemas, definitivamente eu não quero problemas, sempre que você me aparece vem cheio de problemas, sempre, sempre! - Resmungava. - Esse nevoeiro não é natural, alguma coisa está acontecendo nessa cidade e eu não estou gostando, não estou gostando. - Completou.

O velho resmungava quase que sussurrando sem nunca deixar de olhar fixamente para a entrada do beco, temeroso de que algo pudesse estar seguindo o grupo. Raigor e Lisbeth rapidamente obedeceram as ordens do ancião e entraram pela porta. Silméria e os demais ficaram de fora, se entreolhando desconfiados. Foi então que o velho olhou para o restante do grupo e sem esperar nenhuma reação deles começou a resmungar novamente.

- Vocês ai, entrem também, rápido! Não fiquem ai me olhando, será que não entenderam que podem estar sendo seguidos? Se ficarem ai parados vou deixá-los trancados do lado de fora, eu juro, eu juro. Já estou me arriscando demais por causa de vocês deixando a passagem aberta. Ahhhhhh maldição! Maldiiiiiição! - Praguejava levantando sua mão livre para o alto, abrindo seus dedos como que em sinal de protesto.

Um pequeno sorriso pode ser visto surgir no rosto de Raigor que assim que passou pela porta parou e ficou ali por alguns breves segundos observando o comportamento do velho. O motivo de seu sorriso era um mistério, não dava para saber se ele sorria do medo do idoso, se ele sorria das pragas dele, se ele sorria por estar vendo um velho amigo ou quem sabe os três motivos?

Raigor lançou um olhar de aprovação aos seus acompanhantes e com um leve sinal de cabeça deu a entender que era para estes o seguirem para dentro da passagem. O ranger não esperou nenhuma atitude de seus amigos e logo tratou de caminhar para dentro do corredor desaparecendo nas trevas. E agora o que será que fariam? Seguiriam com Raigor e Lisbeth? Questionariam o misterioso ancião ou ficariam ali?
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Qua Out 16, 2013 8:47 pm

OFF: Andei conversando com um de meus jogadores e de acordo com as críticas que recebi, resolvi pular a vez de todos nesse turno pra adiantar um pouco as coisas. Controlarei os personagens de todos pra adiantar um pouco o jogo.





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CAPÍTULO 3 - Visitantes de Outro Mundo


Até agora...

A expedição promovida pelo grande mago Zaran para explorar a Floresta Endless se mostrou um fracasso segundo seu único sobrevivente o ranger Raigor Woodgreen. Ao que parece, a expedição do grande mago foi atacada e seus integrantes acabaram mortos ou capturados por criaturas estranhas que mais pareciam terem saído de um pesadelo. Por sorte Raigor conseguiu escapar e alcançar Hilydrus, porém ao chegar encontrou a cidade coberta por um estranho nevoeiro.
Ao entrar na cidade assassinos sobrenaturais surgiram das trevas para tentar eliminar Raigor e também sua amiga, Lady Lisbeth que estava em outro lugar. Se não fosse a ajuda de Tenkai, Sabrina, Hayate e Silméria, a dupla certamente teria morrido. Finalmente reunidos, todos são guiados por Raigor através das ruas estreitas da cidade sendo levados até um beco com uma porta oculta. Após baterem na porta, um velho misterioso apareceu ordenando que todos entrassem.

Quem será o misterioso velho amigo de Raigor?
O que será que está acontecendo em Hilydrus?
Que criaturas aprisionaram os membros da expedição de Zaran?
Por que os assassinos vampiros querem Raigor e Lisbeth?
Qual será a causa do misterioso nevoeiro mágico que cobre a noite de Hilydrus?
O que mais estará acontecendo na cidade?

Acompanhe o desenrolar da trama para saber isso e muito mais.



Premiações:

Todos os jogadores ganharam 700 pontos de exp sem exceção. Até mesmo quem deveria ser penalizado, desta vez eu resolvi ser complacente mas espero que não ocorram mais atrasados e que seja dada mais atenção aos meus posts.

Aqueles que não quiserem continuar na campanha por algum motivo podem me comunicar por MP que eu irei remover o personagem sem penalizações.

Podem adicionar o XP em suas fichas imediatamente.



@ Todos

O quarteto olhava-se confuso, Silméria como de costume encarava Hayate esperando uma reação dele, mais uma vez o licantropo assentiu positivamente e tomou a iniciativa de ser o primeiro a seguir Lisbeth e Raigor. Sua atitude logo fora copiada por Silméria que por sua vez foi seguida por Tenkai que tinha Sabrina logo atrás. Assim que todos passaram pela porta, se viram em um corredor relativamente largo e fechado totalmente feito de tijolos de pedra tanto no chão quanto nas paredes e teto.

Quando Sabrina finalmente colocou seus pés dentro do corredor, ouviu a pesada porta de metal se fechar atrás de si, agora que estavam do lado de dentro todos podiam ver bem o tipo de fechadura que trancava aquela porta, eram ao todo 5 e estavam espalhadas ao redor de uma catraca de metal de forma a mantê-la travada. Não era difícil perceber que aquela porta não poderia ser arrombada pelos meios comuns. Com a porta devidamente fechada e trancada o velho se virou e encarou todos do grupo, então passou através deles assumindo a dianteira.

- Me sigam e não toquem em nada. - Ordenou sem olhar para trás.

Sem muita escolha, seguiram o ancião que os conduziu através do pequeno corredor, no fim uma outra porta de metal se encontrava mas diferente da primeira esta não estava trancada. Atravessando a porta estava uma sala quadrada e relativamente larga, o suficiente para caberem por volta de 10 pessoas. Na parede norte da sala havia o começo de uma escadaria de pedra que subia em formato circular, todos puderam ver o ancião levantar sua mão e a apontar para a escadaria. Em seguida ele murmurou palavras em um idioma desconhecido o que fez com que uma série de descargas elétricas surgissem nos degraus da escada por uma fração de segundo dispersando-se tão rápido quanto haviam aparecido.

- Armadilhas mágicas, hehehehe, essas belezinhas transformariam vocês em pó se tentassem subir essas escadas sem mim, que isso sirva de aviso, NÃO mexam em nada aqui a menos que eu autorize. - Explicou brevemente antes de começar a subir as escadas.

Surpresos com a pequena demonstração de poder, o grupo continuou a seguir o ancião desta vez com uma dose extra de hesitação. Conforme subiam, viam que a escada era iluminada por pequenos braseiros que ficavam em nichos nas paredes. Assim como o corredor de outrora, todos os degraus e paredes eram feitos de tijolos de rocha pura, nenhuma janela se abria para o exterior.

Após vencerem um lance com cerca de 60 degraus, o grupo chegou a um lugar onde a escada alcançava um ponto neutro, a frente uma porta de madeira pesada se apresentava enquanto que a direita a escada continuava a subir. A porta era larga o suficiente para permitir a passagem de duas pessoas, feita de madeira de qualidade,parecia ser forte e resistente com dobradiças firmes de aço prendendo-a a parede. O velho caminhou até a porta e a abriu revelando do outro lado um aposento cuidadosamente decorado e mobiliado.

Tratava-se de uma sala que tinha como janela uma pequena abertura em arco fechada com barras de aço, a mobília do aposento era um conjunto de 2 sofás aconchegantes de tecido vermelho, uma mesa redonda, um tapete decorado com motivos de luas e estrelas, 2 estantes dispostas em paredes opostas onde vários objetos podiam ser vistos nas prateleiras como miniaturas em barro e madeira espalhadas entre alguns livros. No lado oposto da sala uma segunda porta de madeira idêntica a anterior podia ser vista fechada.

O ancião entrou e logo acomodou-se na ponta de um dos sofás fazendo sinal para seus convidados imitarem o gesto. Raigor fora o primeiro sendo seguido por Lady Lisbeth, os demais aventureiros não se sentiam muito confortáveis naquele lugar simplesmente por não conhecerem o misterioso anfitrião, mas mesmo assim alguns aceitaram o convite e se sentaram.

- Antes de mais nada devo me apresentar, me chamo Yolavos e sou um estudioso das artes arcanas, os leigos me chamam de mago, feiticeiro e até mesmo bruxo, mas na verdade sou um artífice. - Apresentou-se para todos, sua voz agora contendo mais calma.

- Como já devem ter percebido sou o dono desta torre. Por favor relaxem, aqui dentro estamos protegidos, nenhum assassino ou invasor seria capaz de entrar aqui sem minha autorização e mesmo que conseguisse morreria para as inúmeras armadilhas mágicas que espalhei por ai. - Explicou exibindo um pequeno sorriso nos lábios. - Raigor, Lisbeth, expliquem me o que aconteceu. - Ordenou voltando seu olhar a dupla de aventureiros.

Ao ouvir seu nome, Raigor se ajeitou, pigarreou e então começou seu relato.

- Como você já sabe, eu me dispus a acompanhar nosso amigo Zaran, eu não sabia ao certo o que ele pretendia mas entendia que era algo sério e por isso resolvi ir com ele. A viagem pela floresta não foi das mais perigosas, o nosso grupo estava muito bem equipado, muitos aventureiros profissionais haviam atendido o chamado do mago. As vezes eramos atacados por uma ou outra criatura da floresta mas nada que pudesse nos causar algum problema real. - O ranger deu uma pausa para observar a reação de todos ali e então continuou. - Depois de algumas semanas de viagem chegamos a um templo abandonado esculpido no sopé de uma montanha. Zaran ordenou que acampássemos na clareira que ficava em frente a entrada do templo, então separou um grupo com 10 dos melhores aventureiros e adentrou o misterioso templo. - Conforme continuava seu relato, Raigor começava a exibir sinais claros de nervosismo.

- Eu e o restante do grupo ficamos do lado de fora sob ordens de entrar um dia depois se nenhum sinal de Zaran e seu grupo chegasse até nós. Obedecemos e de fato nada aconteceu. Como havia sido ordenado eu reuni o restante dos homens e segui para dentro do templo. - Raigor agora olhava para a pequena janela da sala, mas seus olhos não pareciam olhar através dela mas sim para o vazio. - Dentro encontramos um intrincado sistema de corredores repleto de armadilhas, a maioria delas desarmadas pelo grupo de Zaran. Conforme adentrávamos no complexo fomos encontrando escadas e passagens que desciam para andares inferiores. Seguindo as tochas deixadas acesas pelo grupo de Zaran nós continuamos descendo cada vez mais até que começamos a encontrar corpos de monstros estranhos mortos, espalhados por todas as partes.

Raigor virou seu rosto para Yolavos e todos puderam ver o rosto do ranger agora tomado por uma expressão de nervosismo, seus lábios tremulavam de medo, exitantes, como se a simples menção do que ele havia visto pudesse de alguma forma engoli-lo de volta para aquele pesadelo.

- Começamos então a encontrar os corpos dos homens de Zaran, a princípio poucos, mas conforme prosseguíamos víamos mais e mais deles. Mesmo assim seguimos adiante, como os profissionais que eramos. Depois de muitas horas caminhando por aqueles corredores sinistros nós chegamos a uma enorme câmara que poderia por si só abrigar a Catedral de Zalthar dentro. Quando começamos a atravessar a câmara fomos emboscados por todos os lados por criaturas estranhas que... - O ranger deu uma pausa, seus olhos então se arregalaram e seu rosto foi tomado pelo pavor, Yolavos que ouvia tudo atentamente acompanhava cada palavra com extrema atenção, seu rosto carregado de um terrível pesar.

- Que... Pareciam terem saído de um pesadelo! Eles eram altos, magros, tinham olhos completamente negros, sua pele de cor roxa se assemelhava a escamas, mas o mais assustador era que no lugar das bocas eles tinham tentáculos!!! Desesperados começamos a lutar por nossas vidas mas aqueles monstros de alguma forma possuíam mais poder do que aparentavam. Muitos de nós ficaram paralisados diante de um simples gesto deles, então eles aproximavam-se, enrolavam seus tentáculos em nossas cabeças e depois, segundos depois... - Raigor então abaixou sua cabeça deixando seus ombros cairem, parecia carregar um enorme fardo. - Eu não quero continuar, como um covarde eu peguei uma poção de invisibilidade que tinha, tomei e fugi. Fugir ouvindo os gritos de meus companheiros, fugi, temendo por minha vida. Depois vaguei por Endless ficando vários dias sem comer ou dormir até que fui salvo por ele. - Raigor terminou seu relato colocando as mãos no rosto, tentando esconder-se da vergonha que sentia por sua covardia.

Yolavos que ouvira tudo, apenas lançou para Raigor um olhar terno enquanto colocava sua mão sobre o ombro do ranger de forma a reconfortá-lo. Nenhuma outra palavra saiu da boca do ranger que agora se mantinha calado. Lisbeth que também ouvia a tudo ficou comovida com os relatos do companheiro e em um ato de fraternidade o abraçou. O mago então ergueu seu rosto e olhou para os aventureiros.

- Muito bem, quem são vocês? E até onde estão dispostos a irem? Perguntem-me o que quiserem, responderei a todos. - Disse Yolavos.
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Bluesday em Sex Out 18, 2013 11:33 am

Tenkai e os demais seguiram Raigor e Lisbeth e foram para um lugar que parecia ser uma torre. Lá o grupo conheceu um velho um tanto desconfiado que leva-vá o grupo para dentro da torre, que por sinal era muito bem protegida por diversas armadilhas. Mas fora isso não parecia ser nenhum perigo para o grupo que adentrava naquele labirinto de armadilhas.

Quando o grupo chegaram aonde o sujeito queria, Raigor começou a contar o que realmente tinha acontecido na expedição que estava. Tenkai não demonstrou nenhum sentimento sobre os demônios que perturbavam a mente de Raigor, mas ficou intrigado com que tipo de inimigo ele tinha enfrentado, imaginava se era tão poderoso quanto aos que Tenkai tinha batalhado nas Ilhas Gêmeas.

Após toda aquela história, o dono da torre perguntou aos demais sobre o que nós pretendia fazer agora, e sem delongas o elfo se manifestou primeiro.

Me chamo Tenkai e acredito que já estou envolvido demais para virar as costas a isso. E por estar já envolvido, esse mesmo mal pode vir atrás de mim. E após ouvir a história de Raigor sobre os inimigos que ele enfrentou, não acredito que sozinho terei alguma chance. É momento para se unir e tentar sobreviver a essa mal que busca se livrar de nós.

Com essas palavras Tenkai se calou e esperou todos darem sua opinião.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Torak em Sex Out 18, 2013 12:08 pm

Hayate não gostava de lugares fechados, principalmente quando estava em sua forma lupina. Aquilo o deixava nervoso, parecia que seria engolido por algo a qualquer momento. O fato de não ter janelas o caminho todo só piorava a situação. Assistiu curioso enquanto o estranho mago desarmava armadilhas e os conduzia escadaria acima. Enfim entraram numa sala mais ampla, aonde o lycan pôde sentir-se mais confortável. Preferiu continuar em pé, recusando o convite de Yolavos.

Ouviu a história de Raigor já esperando por algo ruim. O ranger emanava medo em suas palavras, ao final deixando aquilo o conter. Hayate tentou imaginar tais criaturas, deveriam ser realmente horrendas para assustar um aventureiro bem vivido que enfrenta vampiros em meio à névoa sem um pingo de hesitação. Após o elfo falar, Hayate também respondeu:

— Ainda não sei aonde querem chegar, ou o que precisamos fazer... seguimos vocês, ajudamos na luta contra os vampiros, mas ainda não sabemos o motivo. Acho que não basta matar esses seres estranhos, certo? O que procuram nesse templo?

A dúvida tinha cabimento. Até agora houveram poucas explicações e uma história contada. Hayate que pegou o bonde andando ainda não havia entendido a situação com clareza.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Sex Out 18, 2013 9:50 pm

Silmeria atravessou a porta logo depois de Hayate. Olhou com certa surpresa para a quantidade de fechaduras que aquela porta possuía... Ou aquele velho era paranoico ou talvez houvesse algo de valor ali dentro, algo que talvez precisasse ser escondido. Quando ele falou, porém, a meia-elfa apenas assentiu.

Seguiu o grupo sem dizer uma palavra, apenas atenta ao ambiente ao seu redor. Sempre gostara de saber onde pisava e o caminho que fazia, podia ser útil caso precisasse fugir ou se esconder dentro daquele lugar estranho. Silmeria não gostava do modo que aquele velho falava e agia, para ela, ele parecia meio maluco e isso nunca era bom.

- Nós já entendemos da primeira vez... – murmurou, desanimada, quando ele pareceu se gabar da armadilha mágica que havia feito.

De qualquer modo, seguiu o grupo. Sentiu-se um pouco cansada por subir todas aquelas escadas. Por que diabos tinham que se enfiar tão a fundo daquele lugar para conversarem? Assim que adentraram na sala que aprecia ser o destino do grupo e que o velho ordenou que eles sentassem. Silmeria não hesitou, estava cansada e queria um pouco de conforto, por isso ela foi até o sofá e sentou-se.

Silmeria apenas ouviu o que o velho e, depois, o que Raigor dizia. Fechou os olhos e refletia, tentando absorver o máximo de informações que recebia com as palavras que lhe eram ditas.

-... – olhou para Raigor com estranheza enquanto ele descrevia as criaturas. Parecia surreal demais – Que tipo de poder eles tinham? Eles imobilizaram vocês com um gesto... Mas afetaram sua mente de algum modo? – perguntou, curiosa - Não sei quanto aos outros, mas eu quero saber mais sobre isso antes de decidir algo.

Optou por não responder as indagações de Yolavos, não por agora. Queria saber mais sobre a situação antes de decidir se iria se meter nisso ou não.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Sassa em Sab Out 19, 2013 4:40 pm

Sabrina acompanhou o grupo mais de perto dessa vez, estava bem atenta as sons que partiam da névoa, mas aparentemente nenhum outro ser os atacaria por enquanto. Chegaram a um beco sem saída e escuro e Sabrina ficou se perguntando o que estariam fazendo num local fechado e desprotegido como aquele, uma armadilha talvez, mas logo ela percebeu que não era tão sem saída assim quanto imaginava. Na parede encontrava-se uma grande porta de metal maciça, tão forte que seria praticamente impossível arromba-la. O ranger se aproximou da entrada e deu algumas batidas ritmadas, uma espécie de código e depois esperou. Alguns longos segundos se passaram até que a porta se abrisse, e de dentro saía um velho um tato rabugento. Raigor e Lisbeth entraram rápido na porta mas o restante do grupo ficou para trás esperando, então sem muita cerimonia Sabrina se adiantou e entrou sem esperar pelos demais. Ao entrarem, Sabrina percebeu que se tratava de um grande corredor que dava para uma grande sala, uma espécie de esconderijo, mas no fim da câmara havia uma escada que subia circundando a sala redonda até o segundo andar.

O velho continuava a leva-los sala a dentro, mas não sem antes desativar as armadilhas encontradas na escada, para que todos pudessem prosseguir. Finalmente chegando a seu destino, o alto da torre, o velho sentou-se e começou a fazer perguntas e a reclamar mais e mais. "Mas como esse velho reclama, droga..." Raigor então começou a contar a sua historia e foi nessa hora que um estalo veio em sua mente, tudo fazia sentido agora, tanto a conversa no beco, como todo o resto. Mas será que Sabrina deveria contar o que ouviu aos demais? Optou por revelar suas informações, visto que poderia conseguir mais algo com aquilo.

- Então era disso que eles estavam falando... - Falou com uma expressão pensativa. - Escutei no beco dois homens conversando dentro de uma casa sobre esse assunto. Tudo não passava de uma armadilha, seu amigo Zaran foi enganado, assim como todo resto da expedição. Não existe tesouro algum. Quem está fazendo isso, atraiu vocês para lá pois precisava de escravos para realizar alguma coisa. - Parou por alguns instantes para ver as reações dos demais e então continuou. - Aparentemente eles querem você de todo jeito, Raigor. Um dos homens, que parece ser um dos lideres, está aqui na cidade, em algum lugar no subsolo, ele contratou assassinos de aluguel para pega-lo, talvez seja por isso que foram atacados duas vezes enquanto vinham para cá. - Sabrina parou para ver como estava Raigor diante das informações, esperou que ele respondesse algo para então começar suas perguntas ao velho.

- Agora me diga velho, quem são vocês e o que está acontecendo aqui? Sabe quem são estes que estão atacando? Sabe quem são os responsáveis por todo este plano, inclusive sobre a parte de atrair pessoas para Endless?

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Sab Out 19, 2013 11:07 pm

@ Todos

Yolavos ouviu com atenção o que seus visitantes falavam especialmente ao que era dito por Sabrina. Raigor continuava de cabeça baixa enquanto Lisbeth olhava para todos com curiosidade. Quando o grupo de aventureiros terminou de falar, Yolavos suspirou profundamente, então se levantou posicionando-se no centro da sala.

- Eu, Zaran, Lady Lisbeth, Raigor e a infame Shadira somos aventureiros que vieram de outro mundo, uma terra chamada Toril. Chegamos a Lodoss após uma série de aventuras e resolvemos fixar nossa residência aqui por causa de uma maldição que nos impede retornar para nossa terra natal. - Explicou. - Presos em Lodoss começamos a reconstruir nossas vidas, a despeito de Shadira, eu e os demais continuamos a manter contato. Juntos, eu e Zaran construimos esta torre e passamos a viver em segredo até o dia em que meu amigo teve uma visão profética onde ele via criaturas vindas de nosso mundo natal invadindo Lodoss. - Conforme ia falando, as palavras de Yolavos se tornavam mais pesadas, carregadas de preocupação.

- Zaran descobriu através de suas visões que os ilithids estariam invadindo Lodoss através de um portal localizado no interior de Endless. Decidimos que seria bom atacar e destruir o portal antes que a ameaça ilithid conseguisse se estabelecer por isso Zaran formou uma expedição com esse intuito e eu fiquei aqui caso as coisas dessem errado. - Yolavos parou um momento para respirar, então encarou cada um daquele grupo e continuou. - Ao que tudo indica, a expedição de meu amigo falhou e de acordo com os relatos desta jovem, os ilithids possuem aliados poderosos ao seu lado. Essa neblina que envolve a idade é obra deles, um feitiço simples que cria uma neblina que abafa sons e turva a visão, temo que eles devam estar fazendo algo mais além de simples tentativas de assassinato contra Raigor e Lisbeth. - Yolavos agora encarava Silméria.

- Os ilithids, mais conhecidos como devoradores de mentes, são criaturas dotadas de poderes mentais impressionantes, eles podem ler seus pensamentos, controlar sua mente e te escravizar, mas o que mais assusta nesses monstros é sua dieta incomum... Cérebros, os ilithids se alimentam de cérebros. Essas criaturas malditas costumam construir cidades em cavernas-mundo onde veneram sua entidade patrona, Cerebrás. Essas cidades vivem repletas de escravos que servem como força de trabalho e alimento.

Raigor agora erguia sua cabeça e encarava Yolavos que por sua vez continuava seu relato.

- Esses monstros são uma ameaça a toda a Lodoss, temo que se não forem detidos eles transformarão todos os habitantes da ilha em escravos e alimento. Vocês precisam impedir isso, ninguém mais além de nós conhece a verdade e sair por ai contando isso soará como uma loucura.

- Como faremos isso mestre Yolavos? Atacar o templo que falei diretamente parece ser loucura, nem mesmo Zaran conseguiu. - Questionou Raigor.

- Antes de atacar s ilithids em Endless precisamos descobrir quais são seus planos e uma boa maneira de fazer isso é investigando a guilda de assassinos que está trabalhando para eles. A Irmandade das Sombras. - Respondeu Yolavos.

- Por onde devemos começar? - Indagou o Ranger.

- Sinceramente eu não faço a mínima ideia, mas tenho a certeza que você e seus novos amigos saberão o que fazer. E então, o que me dizem? Vão nos ajudar? Aqueles que não quiserem podem partir imediatamente, mas saibam que se os ilithids triunfarem seus destinos estarão definidos à escravidão. - Disse o mago com firmeza na voz, tentando transmitir a responsabilidade que era combater esses monstros.

Todos responderam à convocação do mago acenando com a cabeça. Yolavos esboçou em seu rosto um pequeno sorriso, então estalou os dedos e em suas mãos surgiu uma sacola pequena de cor púrpura.

- Para ajudá-los em sua empreitada darei a cada um de vocês alguns itens mágicos que tenho comigo. - Explicou removendo itens da sacola e entregando um para cada membro do grupo com exceção de Raigor e Lisbeth.

Para Sabrina, ele deu um anel de vidro simples e sem detalhes.

- Este anel tem o poder de deixar você invisível por alguns segundos, enquanto você não realizar ações bruscas a invisibilidade continuará a te proteger. - Explicou para a jovem.

- Este arco mágico tem o poder de fazer suas flechas ricochetearem uma única vez. - Disse tirando da sacola um arco que não deveria caber ali, o arco era curto e simples mais parecendo um arco qualquer. Depois entregou-o para Silméria.

- Para você, guerreiro feral capaz de usar armas, lhe darei esta cimitarra que tem o poder de se inflamar. - Falou retirando da sacola uma cimitarra de aparência rústica que também não deveria caber ali dentro. Depois entregou-a a Hayate.

- E finalmente para você, guerreiro de um braço, lhe darei esta espada élfica que tem dentro de si o espírito de uma donzela apaixonada. Essa arma quando possuída uma única vez, jamais abandonará seu dono mesmo que caia, seja roubada ou esquecida. Apenas se seu portador falecer ou entregá-la de livre vontade é que a arma perderá seu elo. - Explicou entregando para Tenkai uma bela espada longa que tinha a guarda dourada decorada com entalhes, uma fina peça de arte élfica.

- Enquanto a mim meu senhor? O que farei? Não posso me refugiar nesta torre enquanto meus amigos arriscam suas vidas por nós! - Reclamou Lady Lisbeth, levantando-se em protesto.

- Minha querida amiga, suas habilidades para reviver os mortos e remover maldições são preciosas, será melhor que fique aqui comigo para poder ajudar seus companheiros quando seus dons se fizerem necessários. Além disso tenho outras tarefas para você. - Disse o mago com um sorriso amigável.

- Sendo assim, acatarei. - Respondeu Lisbeth retornando ao seu lugar.

Dadas as explicações, Yolavos conduziu o grupo para uma segunda porta que dava acesso a um corredor onde mais portas podiam serem vistas. Eram ao todo 6 e estavam todas localizadas em duplas, uma de frente para outra de forma que cada parede tivesse 3 portas. Cada uma delas dava acesso a um quarto simples com cama e armário, ali poderiam descansar e a observar das pequenas janelas com grades o nevoeiro que cobria a cidade.

Informações:
Spoiler:
Os itens mágicos funcionam da seguinte forma:

Anel de Invisibilidade Menor (Sabrina) - Permite ficar invisível por duas rodadas, uma vez ao dia, ações bruscas por parte de seu usuário cancelarão a invisibilidade prematuramente.

Arco do Ricochete (Silméria) - O arco permite disparar flechas que ricocheteiam uma única vez, acertar uma flecha assim implica em um redutor de -2 no atributo Destreza mas também torna mais difícil a esquiva do adversário por conta do movimento imprevisível da flecha.

Cimitarra da Lingua de Fogo (Hayate) - Esta cimitarra incendeia-se causando dano adicional por fogo, o dano extra é leve mas significativo.

Lâmina Fiel (Tenkai) - Esta bela espada élfica sempre irá retornar para as mãos, bainha ou mochila de seu dono com um simples comando mental,  não importando a forma como tenha diso perdida. O elo só é quebrado se a arma for entregue de livre vontade a outra pessoa ou se o dono morrer.

Postem suas reações e o que fizeram durante o restante da noite, no próximo post que eu fizer já terá amanhecido.
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Bluesday em Qua Out 23, 2013 12:20 pm

O velho começava a contar sobre a história deles e de onde vieram. Outro mundo? Parecia que isso era bem comum em Lodoss. Mas isso fez o elfo se lembrar de uma de suas aventuras. Na verdade algo que ele foi forçado a fazer com outras pessoas ao serem teletransportados para outro mundo ou continente longe de Lodoss, e naquele momento o elfo se lembrou da garota que estava entre eles. Sabrina, exatamente aquela jovem moça era quem havia sido levada assim como Tenkai para trazer a paz naquelas terras distantes. O elfo então olhou por algum tempo para Sabrina a encarando como se tivesse curiosidade ou algo parecido e logo voltava sua atenção para as palavras do velho.

Ficou surpreso em saber que o alimento dos inimigos eram cérebros. De algum modo aquilo deixava a mente de Tenkai um pouco dolorida, talvez por sua amnésia. Mas logo tudo voltava ao normal e em seguida o sujeito começava a entregar alguns itens e armas para os quatros desconhecidos.

Tenkai havia recebido uma espada, mas parecia não ser qualquer espada, tanto é que o guerreiro élfico se sentiu estranho ao segurar a espada.

" Uma donzela apaixonada? O que significaria isso? "

Quando as explicações sessaram e todos eram encaminhados para cômodos da torre para descansar, o elfo se aproximou da garota que havia visto a mais de um ano atrás e a perguntou...

Sabrina, certo? Parece que essa não é a primeira vez que nós vemos. Se estou certo, você adquiriu essas pulseiras após o final de uma guerra, assim como eu adquiri essa espada — O elfo mostrava o cordão com um pingente grande que era o cabo da espada e estava em formato de cruz que ficava escondido dentro de sua armadura — Não é mesmo? — Assim que a garota confirma-se a informação ou não, o elfo apenas se despediria e iria para seu quarto — Entendi, descanse bem, teremos uma longa jornada pela frente.

Desse modo o elfo se despedia e entrava em seu quarto, retirando seus equipamentos, inclusive sua armadura, afinal o lugar parecia muito bem protegido e qualquer invasão seria facilmente reconhecida, tanto tempo suficiente de Tenkai repor ela, afinal já estava acostumado com a mesma e não levaria muito tempo para se armar.

Vestido agora apenas com suas roupas leves, Tenkai pegou a nova espada que havia recebido agora pouco e ficou a observando com a ponta da lâmina para cima. De alguma forma aquela espada o atraia de uma forma muito forte.

" Que estranha sensação é essa? Uma espada com um espírito dentro? Como isso é possível? Será por isso que estou sentido essa sensação estranha? E obtive mais uma espada élfica... Que importância esse nome élfico tem afinal? Por que não consigo entender isso? Mesmo o antigo dono da estalagem me dizendo que eu era um elfo, ainda não compreendo a importância disso. Sempre estive naquele templo maldito e nada disso existia. Mas seja o que for, essa espada é realmente bela. Me faz lembrar daquelas duas Elfas que conheci enquanto eu estava vivendo na cidade dos centauros. Não sei porque, mas gostaria de revelas agora e sentir o calor do corpo delas. "

Após terminar com seus pensamentos o elfo a guardava e a deixava deitada junto com seus equipamentos e logo ia se sentando na cama e vendo a espada de longe o elfo pronunciava suas últimas palavra antes de se deitar e dormir.

Rhul, parece que agora temos espada parecidas, não é mesmo Aldarion?

Com um sorriso de canto o elfo se lembrava de sua primeira jornada em Lodoss e lembrava de seu antigo companheiro. A nostalgia passava por sua mente e logo Tenkai se deitava e começava a repousar. Esperava que tivesse uma noite tranquila sem nenhuma surpresa, pois tinha descobrido o prazer de um bom sono, embora ele ainda se mantinha alerta enquanto dormia.

oFF:
Gold, assumi esse formato na aparência da espada nova. É um modelo que acho bonito e tem as características que você citou.

Imagem 01:

Imagem 02:

Imagem 03:


Última edição por Bluesday em Qua Out 23, 2013 12:40 pm, editado 1 vez(es)

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Sassa em Qua Out 23, 2013 12:39 pm

Sabrina observou as reações e ouviu toda a explicação dada pelo velho, agora sim tudo fazia sentido, mas ainda tinha curiosidade por saber mais sobre quem e o que eram esses Ilithids. "Eles comem cérebros? Mas que tipo de raça é essa da qual nunca ouvi falar? Será que esse velho não está meio gagá e confundiu as coisas?" Sabrina apenas interrompeu o velho para completar uma informação que o mesmo havia dito. - Ouvimos durante nossa vinda para cá, que eles estavam também atacando o castelo. Talvez estejam tentando tomar toda a cidade. - Os problemas começavam logo quando o mago revelava quem eram os inimigos, pois Sabrina não fazia ideia de quem eram, mas tinha esperanças de que alguém pudesse nos esclarecer isto em breve. Notou também os olhares do elfo sobre ela, mas não deu muita importância. "Por que ele olha tanto pra mim? Ele me familiar... Não, é só um elfo, são todos iguais..." Concluiu na hora que o mago começou a entregar-lhes alguns itens.

- Obrigada... - Agradeceu e aguardou pelo restante até que finalmente todos estavam aparentemente prontos. "Ela tem o poder de reviver os mortos?! Interessante." Depois disso, Yolavos guiou o grupo até um corredor com varias portas, os quartos onde poderiam passar a noite. Mas antes foi parada no caminho pelo elfo que decidiu falar com ela, confirmando suas suspeitas de que realmente o conhecia. - Sabia que conhecia você de algum lugar... Mas você tinha os dois braços naquela época. O que houve? Bem, que seja, só espero que possamos sair vivos dessa mais uma vez. Tenha uma boa noite. - Concluiu despedindo-se dele e entrando em seu quarto para descansar.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Qua Out 23, 2013 11:46 pm

Silmeria apenas ouviu tudo com atenção. Em sua expressão carregava certa descrença nas palavras daquele velho... Por mais que tivesse visto coisas que suportassem aquela história, tinha dificuldades em aceitar aquilo como verdade.

Quando obteve a resposta de suas perguntas, a meia-elfa ficou mais atenta as palavras. Abaixou o olhar e refletiu um pouco, pensando. Seria difícil lidar com criaturas que liam pensamentos... Como atacariam? Como o grupo poderia lidar com criaturas como aquela? Talvez eles precisassem ter contato visual com o alvo? Não devia ser impossível lidar com eles, talvez só difícil.

E quem se aliaria a criaturas de outro mundo? Apenas deu os ombros quando ele perguntou se o grupo o seguiria. Não era como se Silmeria tivesse opção, poderia ser morta por aquelas criaturas se fosse pega sozinha e... Imaginava que agora o grupo era um alvo da tal Irmandade das Sombras.

Olhou para o item que recebeu e apenas acenou com a cabeça em agradecimento. Quando eles foram guiados até o corredor onde havia alguns quartos, Silmeria se virou para Hayate.

- Vou ficar no quarto em frente ao seu. – afirmou Silmeria, olhando para o companheiro – Assim podemos nos ajudar mais rápido caso algo aconteça... Eu ainda não confio nesse lugar. Descanse bem, parece que será uma jornada difícil...

E, depois da resposta de Hayate, Silmeria entrou em um dos quartos.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Torak em Qui Out 24, 2013 4:35 pm

Seres vindos de outro mundo? Algo difícil de entender. Para Hayate, o único mundo diferente do nosso seria o espiritual, e aquelas pessoas não pareciam nem um pouco vindos de lá. Será que haveriam outros mundos terrenos? O lycan ficou bastante confuso, mas logo as informações das criaturas que enfrentariam passou a dominar seus pensamentos. Seres capaz de dominar mentes e se alimentam de cérebros... no mínimo, preocupante. O fato de haver criaturas estranhas não surpreendiam tanto o lobo, afinal sempre teve a certeza de que nunca viu tudo e que sempre tinha algo novo a aprender. O mundo é grande demais para explorar em uma só vida.

Ao final da explicação, o mago convocou o grupo para ajudá-lo a deter a ameaça. Hayate não pensou duas vezes em concordar, já estava envolvido naquilo e queria impedir estas criaturas monstruosas a todo custo. Foi então que Yolavos passou a entregar itens mágicos ao grupo. Às mãos do lobo entregou uma espada aparentemente comum, mas que podia se inflamar sob a ordem de seu portador. Faria um bom uso daquilo.

Enfim poderiam descansar. O mago indicou um corredor com alguns quartos, não demorou para o elfo entrar em um deles e Sabrina no outro. Silméria começou a falar com o lobo, indicando que ele deveria ficar num quarto à frente ao dela.

— Sim, tem razão... Durma bem. — Respondeu de forma curta, pois em sua cabeça ainda rodavam todas aquelas informações novas. Entrou no quarto ao frente do de Silmeria, fechando a porta atrás de si. Era um quarto simples, com uma cama simples e uma janela. No momento, ignorou a cama e foi até a janela.

Por alguns instantes fitou a névoa abaixo. Na verdade, não havia muito para se ver, mas o olhar do lobo não fixava em nenhum lugar em especial. Sua cabeça borbulhava com os pensamentos de mundos diferentes. Não havia sentido naquelas palavras. Havia o mundo físico e o espiritual para onde as almas se dirigiam após a morte, e só. As mais sortudas teriam a chance de renascer e aprender mais. Seria isso? Yolavos e os demais seriam seres renascidos? Mas isso não explicaria as criaturas comedoras de cérebro que, supostamente, vieram do tal mundo. Por mais que pensasse, não conseguia entender. Após cerca de uma hora ou duas acabou cansando-se, não dava certo martelar uma nova idéia aonde já havia uma crença fixa. Precisava relaxar um pouco.

Não deitou na cama, em sua forma lupina teve péssimas experiências com as frágeis estruturas de madeira. Ao invés disso pegou o colchão e o estirou no chão mesmo. Deixou suas espadas apoiadas na parede, assim como seu escudo, livrando-se também dos poucos pedaços de armadura que usava, ficando apenas com suas calças. Deitou-se, enfim, apesar de seus pensamentos ainda estarem em alvoroço. Numa hora estava descansando e, na outra, atacou vampiros e agora era um dos guerreiros que poderiam salvar Lodoss de uma invasão. Não sabia se deixava a informação fluir ou simplesmente ignorava-a e seguia com as ordens dadas. Antes de se resolver, caiu no sono.



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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Sex Out 25, 2013 6:23 pm

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Protegidos pelas magias da torre de Yolavos, o grupo pode descansar em paz. Mesmo com a sensação de segurança alguns dos heróis demorou mais tempo para pegar no sono, preocupados com a ameaça das estranhas criaturas devoradoras de mentes e possuidoras de poderes mentais. Pela manhã, a maioria já estava de pé levantando-se junto com o surgimento do Sol no horizonte, para a surpresa de todos, em cima de um criado-mudo do quarto havia um prato cheio de cozido de legumes com carne assada. Todos se alimentaram e depois saíram de seus quartos.

Em silêncio foram se reunindo na sala onde haviam feito a reunião com Yolavos na noite passada, Lisbeth fora a primeira a chegar sendo seguida pelos demais. Um clima de tensão e preocupação pairava no ar. Cada um dos aventureiros parecia visivelmente nervoso a sua maneira. Raigor brincava nervosamente com um de seus punhais de arremesso, Lisbeth que estava sentada no sofá, polia com as mãos o símbolo sagrado de seu deus que estava preso em um colar, Silméria encostara-se à parede próxima a janela e dali observava as ruas. Hayate estava em um canto, pensativo e de cabeça baixa, Tenkai limitava-se a observar seus companheiros sem demonstrar quaisquer sinais de irritação enquanto Sabrina meditava mentalmente com Alice as possibilidades que aquilo tudo poderiam lhe render.

Minutos que pareceram uma eternidade se passaram enquanto o som do punhal de Raigor cortando o ar ressoava sutil pelo recinto. Finalmente depois de um tempo de espera a porta de madeira que dava para a escadaria se abriu e dela saiu Yolavos. O mago entrou e encarou cada um dos presentes brevemente, seu rosto sustentando uma expressão neutra.

- Bom dia senhores. Muito bem, está na hora de vocês partirem, mas antes de irem lhes darei as ultimas instruções. – Disse o mago logo depois de dar um longo suspiro. – Lady Lisbeth tem o poder de reviver os mortos com as graças de Tyr, se um de vocês morrer os demais devem trazer a maior parte do corpo ou a cabeça para que a ressurreição possa ser feita. Mas mesmo com esta dádiva peço que sejam cautelosos, retornar da morte é algo que exige muito de seus corpos e almas e quase sempre deixa seqüelas permanentes. – Explicou rapidamente.

- Coloquem estas pulseiras, elas me permitirão rastreá-los e acompanhar sua empreitada. – O mago abriu uma pequena bolsa de couro e dela retirou pulseiras simples também de couro, mas com uma pedra branca sem valor, se prestassem atenção notariam que a pedra tinha o desenho de um olho esculpido suavemente em baixo relevo. – De tempos em tempos estarei me comunicando com vocês para ajudá-los no que for possível. – Avisou após entregar todas as pulseiras.

- Tomem também estas poções, elas têm o poder de restaurar sua saúde e energia, a vermelha é pra saúde e a azul pra energia. Elas não são poderosas, mas são tudo que posso oferecer no momento. Boa sorte. – Terminou de falar e aguardou a reação dos demais.

Lisbeth fora a primeira a agir se levantando e olhando com ternura para todos do grupo.

- Gostaria muito de poder ir com vocês, mas devo seguir as orientações de Yolavos, porém antes de item eu usarei de meus poderes e os curarei de todas as injúrias. – Dito isso a paladina uniu suas mãos em frente ao busto e fechou os olhos como se estivesse rezando, e de fato estava. Segundos depois ela começou a brilhar com uma tênue aura dourada e então uma explosão de energia positiva irradiou dela atingindo a todos na sala. Uma incrível sensação de bem estar e alívio tomou conta de todos e quando se deram conta, estavam todos curados de quaisquer ferimentos.

- QUE AS BENÇÃOS DE TYR RECAIAM SOBRE VOCÊS!!! – Disse Lisbeth deixando seu tom de voz subir um pouco.

Vamos, me acompanhem. – Falou Yolavos, sério como de costume.

Sem dizer nada, todos com exceção de Lisbeth seguiram o mago que os guiou para fora da torre. No beco o grupo notou que o nevoeiro sobrenatural que engoliu a cidade na noite passada havia desaparecido.

- Muito bem... Acho que já sei pra onde devemos ir... – Disse Raigor, hesitante, suspirando nervoso. – Me sigam e sejam discretos.

O grupo obedeceu seguindo Raigor da forma mais discreta que podiam, escondendo suas armas e cobrindo-se com seus mantos. A medida que caminhavam pelas ruas notaram que estas estavam cheias de guardas. Patrulhas enormes compostas de 10 a 30 guardas marchavam apressados de um lado a outro, parecia que todo o exército da cidade havia ido para as ruas. Por sorte os guardas estavam ocupados demais investigando os vários corpos que estavam espalhados pela cidade, para darem atenção a Raigor e seu grupo. Corpos, sim muitos corpos, espalhados aqui e ali, corpos de pessoas de todos os tipos e profissões e até mesmo guardas, era como se uma guerra tivesse ocorrido na cidade. Era assombroso, assustador.
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Bluesday em Dom Out 27, 2013 10:18 pm

Um novo dia chegava e lá estava mais uma vez Tenkai colocando sua armadura para mais um dia árduo. Colocava seu cordão que era uma espada. Em sua cintura estava sua espada que carrega desde que conheceu Kiur e a nova espada élfica ganha por Yolavos o elfo deixava em suas costas. Assim que se aprontou o elfo colocou seu manto de viagem e foi ao encontro de todos.

Tenkai não tinha muito o que fazer, assim como todos ali, apenas esperou ao som da lâmina de Raigor. Quando o velho finalmente apareceu foi logo dando as últimas informações e entregando algum tipo de artefato magico. Em seguida foi a vez de Lisbeth se pronunciar e curar a todos ali presente, o que foi bem recebido por Tenkai que havia se ferido na noite anterior.

Enfim o grupo partia todos devidamente bem discretos. A cidade parecia estar um caos e ninguém sabia exatamente o que tinha acontecido, a não ser grupo em questão. E o fato de estarem com suas armas fora de vista era de fato muito bom, afinal chamaria muita atenção ver um grupo como esse com tantas armas. Com todos seguindo Raigor sem saber para aonde iriam, o elfo se aproximou do mesmo e o acompanhou lado a lado e iniciou a conversa.

Raigor, para onde estamos indo? Ou melhor dizendo, que tipo de lugar é esse que vamos agora? Devo me preocupar?

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Qui Out 31, 2013 11:19 pm

No dia seguinte, Silmeria acordou ainda se sentindo um pouco tensa. Se espreguiçou na cama e sentou-se na mesma. Raramente dormia em uma cama confortável, era uma pena que a situação não fosse tão boa para que pudesse aproveitar mais. Olhou o prato no criado de seu quarto e se sentiu desconfortável ao imaginar que alguém havia entrado ali e ela não havia notado... Mas, de qualquer modo, se alimentou. Imaginou que nos próximos dias a alimentação não seria boa, então tratou de se alimentar bem ali.

A meia-elfa foi até a sala da reunião, imaginando que deveriam ir até ali, já que Lisbeth parecia estar aguardando os demais no local. Silmeria ficou próxima a janela, observando o movimento das ruas... Queria ver como a cidade se portava após os acontecimentos do dia anterior. Quando a porta se abriu, a meia-elfa imediatamente voltou sua atenção para a figura que entrava. Apenas respondeu o cumprimento com um aceno leve.

Ouviu atentamente as palavras do mago, especialmente as referentes a ressurreição. Pegou a pulseira com certa desconfiança. Ter aliados que pudessem lhe encontrar em qualquer lugar era bom, mas... Com exceção de Hayate, ainda não confiava naquelas pessoas. De qualquer modo, Silmeria colocou a pulseira com certo desgosto, sem dizer uma palavra sobre isso.

Apenas piscou, um pouco surpresa quando Lisbeth pareceu curar a todos naquela sala. Silmeria não tinha nenhum real ferimento, então não sentiu tanto aquilo, mas não pode deixar de imaginar o que mais aquelas pessoas sabiam de magia.

E assim, a jornada do grupo havia começado.

Silmeria usava seu habitual manto negro, com o capuz cobrindo a cabeça. Prendeu a sua adaga na cintura, como de costume, deixando sua aljava e seu arco presos em suas costas. A caminhada pela cidade se revelou tensa logo no inicio, a cidade parecia ter sofrido um ataque sob a nevoa do dia anterior...

"Tantas pessoas foram mortas... Nós realmente temos chance?" e olhou para o próprio grupo, soltando um breve suspiro desanimado em seguida.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

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