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[Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

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[Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Sex Abr 12, 2013 5:54 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Como este post será sempre "relembrado" usarei seu começo para registrar o status dos personagens.

Jogadores:

Sassa
PV: -10%
EN: 65%
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Sangramento abundante -10%
Atordoamento pela dor.

Silméria
PV: 20%
EN:
XP Adquirido:
Status: Queimaduras horríveis no abdômen.


Hayate
PV: 50%
EN: 00%
Status:
Espancado. Redutor de -80% em todos os atributos físicos e incapacidade de correr.


Lywan
PV: 90%
EN: 75%
Status:
Envenenado, -20 em Força, -10 em Agilidade e Destreza


Última edição por NR Nayruni em Ter Dez 23, 2014 11:44 pm, editado 33 vez(es)
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Sab Dez 21, 2013 12:17 am

Depois de abater um dos inimigos, Silmeria cessou seus movimentos naquela batalha. Embora ainda atenta para o caso de alguém precisasse de auxilio, a meia-elfa não conseguia mirar bem naquele lugar, mesmo com o arco novo não queria arriscar, ainda mais quando a batalha se tornou um pouco mais bagunçada.

Sua atenção, porém, foi tomada pela elfa ao seu lado que pareceu se sentir mal e cambalear e, mesmo assim, pareceu tentou agir. Ainda em posição de combate, Silmeria deu um passo para o lado e ficou mais próxima da elfa, como se estivesse dando cobertura para ela. Olhou ao redor e para trás, com receio de que algo viesse ou que mais daquelas coisas surgissem de repente. Era melhor ficar atenta ao ambiente em que estava.

Não gostava muito de agir em prol dos outros, mas sabia que proteger o grupo era importante... Quanto menos debilitados eles chegassem até seu destino, menos difícil a missão seria. E aquela elfa ainda parecia estar doente... Como tratariam daquilo naquele lugar? Talvez... Talvez, com um pouco de sorte, aquelas coisas do esgoto tivessem alguma coisa que pudesse ajudá-los... Imaginava que a chance deles serem imunes a febre do esgoto fosse alta, mas... Quem sabe com sorte. Quando a luta terminasse, a meia-elfa tentaria encontrar algo lá dentro.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Seg Dez 23, 2013 7:01 pm

A batalha se desenrolava feroz, Lywan por incrível que possa parecer encontrava dificuldades em enfrentar um dos homens ratos. O infeliz apesar de ser visivelmente mais fraco, era mais rápido e por isso conseguia escapar dos golpes de Lywan sem muita dificuldade, mas isso estava prestes a acabar. Allenorha que não foi capaz de agir nos primeiros momentos de combate devido a uma manifestação prematura da febre do esgoto em seu corpo, agora reunia forçar para utilizar seus incríveis poderes de controle do tempo, a elfa olhou para o rival de Lywan e se concentrou, por um segundo seus olhos brilharam emanando energia mágica e então algo incrível começou a acontecer. O homem-rato que lutava contra Lywan começou a se mover de forma mais lenta como se ele estivesse lutando embaixo da água, Lywan não procurou nenhuma explicação, simplesmente ativou sua habilidade que era assustadora e impressionante. Todos puderam ver sua sombra se desprender de seu corpo e assumir uma forma tridimensional, no segundo seguinte a sombra saltou para o lado e desferiu um golpe na horizontal enquanto o próprio Lywan golpeava de baixo para cima na vertical. O resultado foi sangrento e dividiu o homem rato em quatro pedaços banhando Lywan com sangue e tripas.

Simultâneamente Hayate enfrentava outro dos homens-rato e também encontrava dificuldades, por mais que tentasse atingir seu inimigo ele não conseguia, até que Tenkai se aproximou flanqueando homem-rato o que o distraiu por um momento, era o suficiente para Hayate agir. Com uma velocidade e força invejáveis, Hayate agarrou a face do homem-rato e no processo uma de suas garras entrou no olho esquerdo da criatura perfurando-o, o homem-rato gritou de dor e mexeu seu braço da espada tentando atingir Hayate. Mas era tarde demais para reagir, Hayate bloqueou o golpe mal feito sem dificuldade e depois enfiou sua espada no umbigo de sua presa, em seguida soltou a face do homem rato ao mesmo tempo que subiu sua espada produzindo um corte enorme que ia do umbigo do homem rato até seu pescoço. Sangue e vísceras cobriram o licantropo e sujaram Tenkai que estava próximo.

Sabrina que usava seus poderes para controlar dois dos homens-rato, também agiu disparando sua besta e delegando ordens ao restante do grupo. Seu tiro voou certeiro atingindo um dos homens-rato que estavam sob seu controle na altura do peito, porém para a surpresa de Sabrina a criatura não morreu imediatamente, ele ainda continuou vivo e graças a dor do virote fincando em sua carne ele conseguiu desacreditar a ilusão da serpente voltando a realidade. O homem-rato retomou sua percepção da realidade bem a tempo de ver seus companheiros sendo estraçalhados simultaneamente por Lywan e Hayate. Sabendo que morreria, a criatura colocou sua pata asquerosa dentro de um dos bolsos em sua vestimenta e tirou dali um frasco redondo cheio de um líquido amarelado, em seguida ele arremessou o frasco no meio da sala e este se partiu liberando uma nuvem de fumaça. A nuvem não era densa o suficiente para bloquear a visão e tinha um cheiro estranho, um odor azedo que lembrava o cheiro de insetos, seja como for, todos que estavam dentro da sala até então foram pegos pela fumaça, Hayate, Lywan, Tenkai e Vardar que estava desperto e observando o desenrolar do combate enquanto se debatia para se soltar das amarras.

O homem-rato que havia atirado o frasco se virou e tentou fugir pela outra porta da câmara que estava próxima a ele, mas assim que começou a se mover duas flechas voaram e fincaram em seu crânio, uma de Raigor e outra de Silméria. Agora a fumaça branca se dispersava sem deixar vestígio de forma tão rápida quanto havia se formado, não havia mais nenhum rato vivo a não ser aquele dominado pela ilusão de Sabrina. Raigor seguiu o comando de Sabrina e rapidamente tratou de amarrar a criatura e amordaçá-lo em um canto deixando-o preso de maneira idêntica ao prisioneiro humano na sala, Hayate e Tenkai por sua vez libertavam Vardar e ajudavam-no a ficar de pé enquanto Silméria vasculhava os corpos dos homens-rato, ou o que havia sobrado deles, na esperança de encontrar algo que pudesse ajudar Allenorha a se curar ou pelo menos resistir a doença.

Enquanto isso Sabrina aproveitou que todos estavam distraídos e tratou de tomar para si sua parte na pilhagem do tesouro dos ratos que compreendia todas as gemas que eles possuíam. A jovem não pensou em momento algum em dividir com o grupo, simplesmente se aproximou da mesa onde as gemas e moedas estavam e se achou no direito de pegar o que queria, enquanto todos estavam distraídos com outras atividades ela arrumou sua algibeira e com um gesto arrastou todas as gemas para dentro. Lywan que também estava interessado no tesouro, avançou sobre as pilhas de lodians e começou a tomar sua parte fazendo um gesto parecido ao de Sabrina, porém eram muitas moedas e no momento que ele tentou arrastá-las para dentro de sua algibeira as pilhas desmoronaram e se espalharam por toda a superfície da mesa.

- O escravo está querendo tomar parte na pilhagem! Que abusado! Se fosse meu escravo eu mandaria cortar as mãos. - Comentou Alice para Sabrina.

- Ei amigo, que tal a gente dividir essas moedas? - Disse Raigor ao ver Lywan tentando colocar as moedas dentro de sua algibeira.

Lywan pareceu descontente ao ouvir as palavras de Raigor, mas infelizmente ele não tinha escolha, se levantasse a mão contra o grupo a coleira de Shadira o estrangularia até a morte. Naquele momento ele estava a mercê das vontades do grupo e não poderia fazer nada se um deles decidisse que ele não merecia parte da pilhagem, por isso de maneira relutante ele simplesmente devolveu as moedas que havia pego e aguardou a divisão. O grupo então pilhou os corpos dos ratos e colocaram todos os lodians que encontraram neles em cima da mesa, eram ao todo 679 lodians, caberia a eles decidir como dividiriam esse tesouro. Além dos lodians, na sala havia muitos objetos e mobílias, talves houvesse mais alguma coisa útil escondida. Quanto aos homens rato, estes carregavam apenas comida, armas e o dinheiro que já foi pilhado e estava em cima da mesa.

Com Vardar liberado e o ultimo rato feito de prisioneiro, o grupo agora tinha tempo para descansar um pouco, dividir as moedas e decidir o que fazer. Silméria por sorte encontrou no corpo do homem-rato que ainda vivia um frasco cilíndrico com uma etiqueta onde estava escrito “remédio”. A arqueira não pensou duas vezes e deu o frasco que era cheio de um líquido marrom a Allenorha que demorou um pouco para tomar coragem e tomar aquilo temendo não ser o que estava escrito no rótulo. Mas assim que o líquido amargo desceu pela sua garganta ela sentiu um bem estar imediato, os efeitos da doença haviam desaparecido, talvez ela estivesse curada.

Informações:
Spoiler:
Silméria recebeu 50 pontos de experiência pela atitude, era justamente o que eu queria que vocês fizessem e você fez, em momento algum eu imaginei que um de vocês ia narrar isso, parabéns!

Sabrina, sua safada, ninguém viu você pegar as gemas porque estavam todos distraídos, você coletou 15 gemas de tipos variados. Você não sabe o valor delas, vai precisar levar em um joalheiro futuramente ou pedir pra Alice identificar pra você, mas você precisará de tempo e de uma lupa e acho que não vai querer que o grupo veja que você pegou as gemas não é mesmo? De qualquer forma anote em sua ficha na parte de equipamentos: “15 gemas desconhecidas”.

Vardar você está livre e agora pode interagir com o grupo, todos vocês podem usar essa rodada para interpretação livre sem a necessidade de seguir ordens de postagem, no momento apropriado eu irei continuar a aventura.

Todos vocês estão me orgulhando bastante, no começo vocês jogavam de forma “travada”, mas agora começaram a interagir com o cenário, começaram a dar mais importância a coisas como itens e tesouros e isso está enriquecendo a aventura e as ações de vocês. Parabéns! Está sendo um prazer narrar para vocês!
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Sex Dez 27, 2013 9:59 pm

Enquanto o final da batalha se desenrolara, Silmeria se manteve próxima da elfa doente. O grupo pareceu terminar a luta relativamente fácil, para o alivio da meia-elfa... Seu auxilio quase não foi necessário, exceto por uma flecha que precisou utilizar par impedir um fugitivo.

Assim que não parecia mais haver inimigos ali, Silmeria deu um passo em direção a sala.

- Espere um pouco sentada. – disse, sem direcionar o olhar para a meia elfa.

Silmeria entrou na sala e vasculhou os corpos dos homens-rato. Sempre que se aproximava do corpo de um, chutava o corpo dele para ter certeza de que estava morto... Não queria arriscar que eles repentinamente demonstrassem um último sinal de vida e a ferissem de algum modo. O último que vasculhou foi o que ainda estava vivo. Foi nele que ela encontrou um frasco que continha algum remédio.

Ignorou toda aquela discussão sobre moedas, não queria saber daquele dinheiro naquele momento. Nunca se interessara por uma aventura por causa do dinheiro... Embora soubesse a importância dele. Ergueu o frasco a frente de seus olhos, analisando o conteúdo.

“Será que é isso...? Bem, não é como se tivesse opção melhor...”

- Ei. – caminhou até a elfa – Aqui. Tome isso, Elfa. Pode não ser a cura, mas... Talvez ajude em algo. – e colocou o frasco nas mãos de Allenorha.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Kazuiya em Seg Dez 30, 2013 4:54 pm

Após o desgastante uso da magia me sentia imensamente mal devido ao possível avanço da doença e voltava as mãos em volta do estômago sentindo dores terríveis enquanto ouvi a meio-elfa dizendo alguma coisa que não pude compreender devido às dores que sentia.

Fiquei ali sentada no chão enquanto as dores pareciam aumentar ainda mais e sentia o suor escorrendo pela minha testa e passando pelo meu queixo enquanto eu continuava a agonizar olhando em volta e vendo a situação quase controlada.

Me senti feliz em ser útil, porém ainda não estava bem por completo, então me assustei ao dar de cara com a meia elfa novamente bem diante de mim estendendo-me um frasco que parecia ser um remédio.

Não sorri, apenas fiquei atônita com a situação afinal eu jamais esperaria algo amigável da parte dela, porém era o que parecia e eu não tinha muita escolha.

Aquilo provavelmente não era veneno, pois ela não seria louca para matar um companheiro de viagem, então decidi confiar pegando o frasco e abrindo rapidamente, logo em seguida virei na boca como se estivesse sedenta e tivesse acabado de encontrar água.

- Obrigada... -disse por fim após terminar de tomar o remédio.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Bluesday em Seg Dez 30, 2013 11:20 pm

Tenkai ao final da batalha foi até o sujeito e após limpar a lâmina de sua espada em uma parte de sua capa de viajante, e a embainhou de volta. Estendeu sua única mão e puxava o sujeito após ele segurar firme para que ele se levantasse.

Vamos, diga quem é você. Não ouse fazer nada estupido — O elfo fazia a primeira pergunta e logo se apresentava em seguida — Me chamo Tenkai...

Aguardava o sujeito ao lado de Hayate e começava a pensar no futuro daquele sujeito, se iriam descartar o mesmo após conseguir quais quer informações que fosse ou se ele acabaria como os escravos, ingressando no grupo também.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Sassa em Ter Jan 14, 2014 11:32 pm

A batalha terminou tão logo quanto começou, apesar de numerosos, eles era ineficazes e fracos, dois deles foram abatidos sem mesmo terem tocado alguém do grupo, apenas sendo enganados pela ilusão de Sabrina. A maga ainda tentou dar um fim a um deles, mas ele era um pouco mais resistente do que Sabrina imaginava, ele sobreviveu ao disparo e em seguida jogou no centro da sala um frasco com um conteúdo desconhecido, este que se evaporou imediatamente, produzindo uma fumaça esbranquiçada e mal cheirosa. Sabrina se afastou de costas tapando as narinas para evitar ter aquilo em seus pulmões, e para sua sorte, acabou topando com a mesa onde estavam as gemas. Olhou para trás e viu todas aquelas lindas pedras reluzindo bem a sua frente, seus olhos brilharam imediatamente, a garota olhou para o grupo e percebeu sua chance, rapidamente ela limpou a mesa e colocou todas as gemas em sua bolsa. Após isso, ela disfarçou um pouco e foi em direção ao grupo, viu a tentativa do escravo de se apossar das moedas dar errado, e riu em seu intimo. "Esqueça o escravo por enquanto, não vamos arranjar problema por agora, ele ja foi mal sucedido em sua tentativa em todo caso." Concluiu Sabrina indo em direção ao prisioneiro que era liberto.

- Não ouviu o que aqueles vermes disseram? Ele vai se tornar um igual em alguns dias... Sugiro que o deixemos aqui, esta é minha opinião, ele apenas irá atrapalhar enquanto estiver adoecido e depois tentará nos devorar quando se transformar. - Sabrina não sabia se o que dizia era mesmo verdade, ele poderia muito bem se transformar e mesmo assim manter sua consciência, porem, ainda assim, ele seria um estorvo ao grupo se fosse adoecido junto de todos, assim como a elfa escrava ja estava fazendo. - Deixarei a decisão com vocês de qualquer forma, darei uma olhada no outro prisioneiro. - Deu de ombros e foi andando até o homem rato que Raigor havia prendido, queria encurtar de vez aquela missão, quanto mais rápido conseguisse informações úteis, mais preparados estariam contra seu inimigo.

- Desembucha, verme de esgoto, quem é esse tal "mestre" a quem vocês seguem? O que ele quer aqui em Hilydrus? E onde ele está agora? Vamos escória! Diga rápido ou vou cortar você em fatias bem finas pra você morrer bem devagar. - Sabrina ameaçava de forma bem veemente e falava com ferocidade, queria suas respostas o mais rápido possível, e amedrontar o licantropo ajudaria no processo.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Frist em Qua Jan 15, 2014 12:24 pm

A batalha estava decidia e eu banhado em sangue e tripas imundas daquele impuro. Sem muito o que fazer procurei apenas limpar meu rosto e fui avaliar as moedas de ouro, quem sabe assim poderia comprar minha liberdade de Shadira?! Bem por um descuido, agora teria de dividir isso com os outros, não que ligasse muito para ouro, mas nesse mundo em que vivemos ele pode ajeitar certas situações e deixá-las mais agradáveis.

- Faça como quiser... - E deixei que Raigor lidasse com as moedas. Quanto ao escravo, após ouvir Sabrina dizer o que pensava era minha vez - Nos devorar?! Por favor não dê créditos a essa raça imunda, o máximo que faria é roubar as nossas migalhas... Devia é morrer agora, mas ele tem três dias pra evitar isso ainda! -

Me recostava agora ali na parede perto de Hayate e de Tenkai, apenas aguardando as resposta de homem. De relance na batalha pude ver uma espada flamejante, isso não era algo que se via todo dia, talvez esse grupo não seja tão inútil quanto parece.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Qui Jan 16, 2014 6:50 pm

A batalha contra os homens-rato havia sido curta, pegos de surpresa em seu próprio lar eles mal tiveram tempo de se defender, em segundos estava tudo acabado. Agora restava aos aventureiros questionar o prisioneiro que haviam libertado e o homem rato sobrevivente. Enquanto Silméria ajudava Allenorha, Tenkai se adiantava e questionava Vardar.

- Eu me chamo... Vardar, Solveig Vardar... - Disse ele com dificuldade. - Eu... - O homem começou a dizer mais alguma coisa quando simplesmente caiu no chão desacordado.

- Ele está muito ferido, precisará de um tempo para se recuperar. - Disse Hayate se abaixando para avaliar o estado de Vardar. - Parece que ele foi torturado pelos homens-rato. - Concluiu.

- O que sugere que façamos com ele? - Perguntou Raigor.

- A próxima lua cheia é daqui a três dias. A licantropia é uma maldição, eu mais do que ninguém sei disso, até onde sei ela é incurável. - Hayate deu uma pausa, coçou uma das orelhas pensativo. - Mas existem lendas que relatam que se alguém contaminado for tratado antes da primeira transformação ele poderá ser curado. - Disse agora olhando para Raigor. - A primeira transformação ocorre na lua cheia que é daqui a três dias. Você acha que seu amigo mago pode ajudar esse homem?

Raigor ouviu a pergunta de Hayate e parou um pouco para pensar enquanto os demais apenas observavam.

- Eu não sei, mas podemos tentar. Não pretendo ficar nesse esgoto por muito tempo então... Vamos levar ele com a gente. Você pode cuidar disso? - Falou Raigor.

- Certo, deixe comigo. Ninguém merece ter o destino de virar um homem rato. - Disse Hayate pegando Vardar nos ombros. - Vou carregá-lo até que ele acorde. - Disse recebendo uma resposta afirmativa de Raigor.

Diante das ações de Raigor e Hayate, parecia que Silméria, Sabrina e Lywan discordavam, dava para perceber isso em suas expressões. Allenorha por outro lado estava absorta em suas próprias preocupações.

Lywan e Sabrina pensavam que era melhor se livrar de Vardar de forma rápida e definitiva matando-o. Silméria pensava o mesmo, mas por conhecer Hayate preferiu aguardar para ver o que ele faria. Hayate era uma das poucas pessoas em que ela confiava.

- Deixem que eu cuido do nosso prisioneiro. - Disse Sabrina sem conseguir ocultar um pequeno sorriso maldoso no rosto.

Assim que a bela jovem se aproximou do homem-rato, se abaixou próximo a ele empunhando um punhal e antes mesmo de falar qualquer coisa riscou a lâmina fria suavemente no couro da criatura provocando um fino corte. O homem rato grunhiu de dor e logo Sabrina fez suas ameaças. Tanto as atitudes da jovem quanto suas palavras deixavam claro para todos que por trás daquele rostinho lindo se escondia uma mulher de coração negro.

- Haaaaaaaaa! Por favor não faça nada comigo! Eu conto eu conto eu conto eu conto eu conto tudo o que você quiser sabeeeerrrrrrrrrrr! - Disse o homem-rato desesperado.

Sabrina apenas sorriu em um misto de crueldade e satisfação.

- Diga quem é esse tal de Mestre e o que ele quer? Diga rápido minha paciência está se esgotando junto com a sua vida inútil. - Ordenou riscando seu punhal mais uma vez no couro do homem-rato.

- HAAAAA!!! PARA POR FAVOOOOORRRRRR!!! EU CONTOOOOOO!!! - Gritou desesperado o homem-rato. - O Mestre! Nós nunca o vimos, não sabemos como ele é ou o que quer. Ele nos controla por meio de seus mensageiros, eles nos enviam as ordens dele e nos pagam para que fiquemos de vigia nos esgotos. - O homem-rato falava tão rápido que mal terminava de pronunciar uma palavra já lançava outra. Tamanho o seu pavor. - Se querem encontrar o Mestre sigam para os túneis do sul. - Falou a criatura desesperada enquanto encarava o rosto de Sabrina com desespero. Por ser ele próprio uma criatura cruel, ele conhecia muito bem o sorriso que estava no rosto da jovem, e para ele aquilo significava morte, dor e desespero.

A julgar pelo desespero de seu prisioneiro, Sabrina concluiu que de fato ele parecia falar a verdade, mas mesmo assim não se conteve e mais uma vez fez seu punhal lamber a carne da criatura o que a fez gritar e chorar mais ainda.

- Ridículo... - Disse Lywan escarrando para o lado. Se havia algo que ele desprezava mais do que um licantropo impuro, era um homem-rato covarde.

Hayate apenas observava, claramente desaprovava aquela atitude, mas por ter trabalhado ao lado de Aldarion, seu mestre, ele aprendeu a se acostumar porque assim como Sabrina ele também torturava prisioneiros.

Quanto aos demais, estes estavam indiferentes. Satisfeita, Sabrina ergueu o homem-rato colocando-o de pé sem desamarrá-lo.

- Você vem comigo verme imundo, quero ter certeza que você não mentiu para mim. E para o seu bem é bom que tenha mesmo dito a verdade. - E mais uma vez espetou o homem rato com seu punhal fazendo-o gritar uma vez mais.

- Allenorha, você está melhor? - Questionou Raigor recebendo da elfa uma resposta afirmativa com a cabeça. - Certo pessoal, vamos logo com isso, não temos tempo a perder. - Disse o Ranger se colocando a andar sendo seguido pelo restante do grupo.

Com a ajuda do homem-rato, o grupo conseguiu evitar uma série de túneis labirínticos até finalmente chegar a uma bifurcação. Durante todo o caminho, Sabrina divertiu-se com o homem-rato apunhalando-o e espancando-o o tempo inteiro. A criatura em resposta chorava e implorava para que ela parasse até que cansada, Sabrina o amordaçou para que pudesse continuar suas brincadeiras sem dar chance do prisioneiro de gritar ou continuar falando, restava ao pobre homem-rato apenas chorar e gemer de dor. Sabrina havia decidido não se dar mais ao trabalho de esconder sua crueldade de seus companheiros desde o momento que começou sua tortura.

Hayate parecia se incomodar cada vez mais com a atitude da jovem, mas decidiu não se intrometer para não arrumar confusão, sabia que infelizmente ela estava agindo da maneira mais apropriada. Todos sabiam disso e se Vardar estivesse acordado talvez também desse sua cota de dor ao homem-rato.

De qualquer maneira restava ao grupo escolher qual caminho seguir, Sabrina por um momento tirou a amordaça do homem-rato para questioná-lo qual caminho deveria tomar, mas a criatura respondeu aos choros que não sabia, que eles nunca haviam passado daquele ponto. O grupo deveria tomar sua decisão baseando-se na sorte porque ambos os túneis seguiam para o sul.

Depois de uma rápida análise, o grupo percebeu que os dois túneis tinham peculiaridades interessantes. Um deles, o da direita, estava estranhamente limpo do chão ao teto. Não havia restos de lixo, limo nas paredes, ratos, baratas, as rochas estavam muito bem limpas e apenas as frestas mais profundas encontravam-se sujas, o detalhe mais estranho era que na entrada do túnel havia uma faixa com dois dedos de largura feita de um pó branco, essa faixa ia da direita a esquerda. Já o túnel da esquerda estava idêntico a todos os outros, porém este tinha um pouco mais de lixo e entulho acumulado do que o normal e também exalava um forte odor de carne podre, o odor era tão forte que fez alguns vomitarem. Silmeria, Sabrina e Allenorha, todos esvaziaram o conteúdo de seus estômagos precisando de alguns segundos para se recuperar.

- O que vocês acham amigos? Estou indeciso. - Disse Raigor olhando seus companheiros.

E agora? O que fariam? Qual túnel escolherão?

Informações:
Spoiler:
Controlei um pouco os personagens de vocês para adiantar o jogo e dar mais cor a narrativa, se algum de vocês discordar de algo que eu narrei me informe por MP por gentileza.

Sabrina, o homem-rato está sob seu total controle, você pode matar ele quando bem entender como uma ação livre porque seu punhal está no pescoço dele. De qualquer forma, por causa de suas brincadeiras ele está sangrando bastante e vai morrer em algumas horas se não receber tratamento médico. Você pode continuar brincando com ele se quiser, ele ainda tem 40% de HP (sim, você sugou 60% só nas suas brincadeirinhas).

Aqueles que tiveram seu turno pulado não receberão penalidade nenhuma por causa das férias do fórum, mas serão controlados como NPCs.

Vardar, se você quiser narrar que acordou, narre isso e pode narrar que Hayate colocou você no chão, mas narre também que você se apresentou proque o grupo vai parar pra te questionar.
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Bluesday em Seg Jan 27, 2014 11:47 pm

Vardar, esse era o nome do sujeito que voltava a ficar inconsciente após receber ajuda. Tenkai já não podia fazer mais nada, pois era os olhos e ouvidos do grupo para qualquer sinal de perigo. Fora que se mantinha sempre a frente pra checar sempre se havia novas armadilhas.

No entanto outros do grupo se disponibilizaram para ajudar o rapaz. Enquanto isso a garota com quem Tenkai uma vez se aventurou em outro mundo, começava a torturar o homem rato. Era estranho a aura que aquela garota transmitia, certa brutalidade com aquela criatura que já não tinha mais como se defender. Não que Tenkai quisesse ajuda-lo, mas ele era a fonte de informações e tortura em excesso poderia acarrear no fim do refém.

Pelo menos o rato estava conseguindo dar as informações e o grupo conseguiu seguir sem muitos problemas até chegar em um determinado ponto que o rato já não era mais útil. Havia dois caminhos e o grupo então parou novamente e mais uma vez parecia que o caminho a se seguir seria resolvido a base de votação. Tenkai então apontou para o caminho que fedia a carne podre e comentava.

Acho que esse caminho é inapropriado para continuarmos. Esse cheiro podre pode significar que alguma criatura carnívora vive nesse local a muito tempo. Mas se tratando de um esgoto, pode ser apenas um deposito de porcaria. Mas continuarei optando por ir pelo caminho mais limpo. Afinal com essas três vomitando por causa do cheiro só nós dará mais problemas caso elas não consigam cumprir com suas funções.

Tenkai logo deu sua opinião sobre qual caminho dar. O elfo não se importava com aquele cheiro, viveu a vida em meio a resto de gente morta e comendo comida a pé de defunto. Mas o restante era completamente diferente, e se um cheiro podre fosse razão para trazer mais problemas, melhor que seguissem por um caminho que não incomodasse tanto o olfato do demais. Afinal havia lobisomem também, ele seria mais afetado em seu olfato apurado e não poderia notar nenhum odor a distância. Enfim agora Tenkai aguardava pela resposta do restante.


o/:
Que tanto de encruzilhada GOld xD

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Sassa em Qua Jan 29, 2014 1:00 pm

- Deixem que eu cuido do nosso prisioneiro. - Sabrina se aproximou do rato e pegou sua adaga, não gostava do fato de ter que lidar com tal criatura asquerosa, sentia nojo daquele ser insignificante, antes mesmo de fazer qualquer tipo de ameaça a jovem fez um corte na pele do licantropo, fazendo-o gritar de dor. - Diga quem é esse tal de Mestre e o que ele quer? Diga rápido minha paciência está se esgotando junto com a sua vida inútil. - Não demorou muito até que ele soltasse as informações que o grupo queria, mas ainda assim era muito pouco comparado ao que necessitavam, e isto não deixava Sabrina feliz. - Você vem comigo verme imundo, quero ter certeza que você não mentiu para mim. E para o seu bem é bom que tenha mesmo dito a verdade. – Mesmo com as poucas informações que tinha, o verme ainda mostrava ter alguma utilidade, indicando o caminho seguro pelos tuneis, conseguiu levar o grupo um pouco mais adiante em seu caminho. Mas Sabrina não hesitou em descontar seu próprio tedio e frustração no homem-rato, espancava e apunhalava o prisioneiro com certa frequência, apenas pelo prazer de vê-lo choramingar pela própria vida, o que deixava Sabrina mais aliviada, mesmo que sua atitude não agradasse a todos os presentes.

Ao chegarem num ponto do túnel onde o prisioneiro já não era mais útil e a decisão de todos era necessária, Sabrina pensou em usa-lo para servir de escudo de carne, mandando-o na frente em qualquer um dos tuneis para ver que tipos de armadilhas esperavam nos tuneis a frente. – Eu sugiro ir pelo túnel limpo, mas... O que é isto aqui? – Indagou a garota se dirigindo já até o pó branco no chão, primeiramente ela apenas tocou com o indicador, vendo que não havia perigo, pegou um punhado e analisou sua consistência e cheiro. – Isso parece... Sal. – Mas porque haveria sal na entrada daquele túnel? Certamente havia algo naquele túnel que não gostava de sal, e aquela “barreira” salina mantinha tal coisa lá dentro, mas o que? “Podem ser tantas coisas, é difícil dizer, seria mais fácil mandar o rato na frente e ver com nossos próprios olhos.” Sabrina esperou que os outros decidissem, mas não sem antes comentar o que achava daquele túnel.

- Há alguma coisa nesse túnel que não gosta de sal, e essa barreira aqui é a garantia de que essa coisa não saia... Se quiserem seguir por aqui, teremos que tomar cuidado, mas de toda forma, minha opinião não mudará, continuo optando por este caminho.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Qui Jan 30, 2014 1:32 pm

Silmeria apenas observou a situação inicial. A expressão de reprovação com a atitude de Hayate e Raigor era clara. Aquele homem seria apenas um peso morto, mesmo que ele pudesse vir a ter alguma utilidade no futuro, agora ele só atrasaria o grupo e daria trabalho. Mas não disse nada, deixaria aquela responsabilidade nas mãos de Hayate... Se precisasse lidar com isso depois, lidaria, mas por agora não havia necessidade.

Não se importava com torturas, embora não fosse o caminho que gostava de seguir... Mas não tinham tempo para fazer as coisas do jeito mais demorado.

Durante o caminho, Silmeria continuou se dando ao trabalho de marcar o caminho por onde iam... Não queria arriscar se perder lá dentro e não ter uma base para voltar. Diante da bifurcação, Silmeria cessou os passos e lançou um olhar para Hayate. Vê-lo carregar aquele peso estava começando a lhe incomodar. O cheiro de carne podre incomodou seu estomago e Silmeria sentiu seu estomago embrulhar com aquilo e, sem conseguir se conter, foi para o lado e vomitou. Ela tossiu um pouco depois e limpou a boca com certo desgosto. Observou a humana encontrar sal na entrada do túnel...

“Será que isso é para impedir que algo saia? Também pode ser para impedir que algo entre... O tunel limpo também é estranho, é quase como um convite... Ma talvez eu esteja sendo paranoica... Caminhamos por um longo tempo nos esgotos, talvez esse túnel limpo indique que estamos próximos do nosso destino...”

- Eu não sei... Os dois caminhos parecem suspeitos o suficiente para mim... – estreitou os olhos, observando ambos os tuneis – Mas se há um túnel limpo, talvez isso indique que alguém consegue andar por ele... O que quer que haja no outro provavelmente não pode ser controlada... Eu opto pelo caminho limpo também. Mas se ninguém se opõe, podemos jogar o homem rato no túnel sujo para ver o que acontece... – e observou a criatura, esperando ver alguma reação que indicasse que ele sabia o que havia lá – Ele está perdendo a utilidade mesmo, não é? Isso deixaria nossa escolha mais fácil...

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Torak em Seg Fev 03, 2014 4:47 pm

Parte daquele grupo desagradava Hayate. Lywan por seu jeito arrogante e agora por demonstrar ganância com o tal de dinheiro. Sabrina, por outro lado, era maligna. Hayate snetia isso sem ela ter feito nada, mas quando ela começou a torturar o homem-rato teve certeza de suas suspeitas. Baixou as orelhas em desaprovação, mas sabia que era necessário. Precisavam de informações e aquela era a forma mais confiável de ter respostas verdadeiras.

Conversou com o ranger e decidiram por levar o homem desacordado. Hayate o jogou por sobre o ombro esquerdo com a cabeça para trás. Avistou Silméria medicando a jovem Allenorha e preocupou-se. Será que a meio-elfa a viu com os sintomas? O lobo se sentiu culpado por não notar, mas assim que tomou o suposto remédio Allenortha pareceu melhorar. Ainda assim Hayate se aproximou e encostou a mão direita na testa dela levemente.

— Está um pouco quente ainda — comentou, recolhendo a mão em seguida. — Se sentir mais alguma coisa me avise, ok?

Depois que ela respondeu o grupo seguiu seu caminho. O homem-rato foi bastante útil, sempre indicando para onde seguir, nunca errando. Mas Sabrina estava passando dos limites. O homem-rato sangrava e ainda continuava sendo torturado por pura diversão daquela mulher. Isso era desnecessário. A certa altura, quando Sabrina preparava o punhal para mais uma de suas brincadeiras doentias, Hayate a segurou pelo braço com a mão direita, maneirando sua força para apenas segurá-la e não machucar.

— Chega. — Falou simplesmente. Após encarar Sabrina por um momento para enfatizar que aquilo havia terminado, soltou-a e puxou o prisioneiro pelo braço, o livrando da mordaça. Agora ele o guiaria pelo resto do caminho. — Qual seu nome? — Perguntou sem o olhar, continuando a andar. Apenas assentiu com a cabeça quando ele respondeu.

Depois de mais um tempo de caminhada chegaram a outra bifurcação. O homem-rato dizia que nunca havia passado dali, portanto não sabia o caminho. O cheiro forte fazia o olfato de Hayate ser inútil naquele momento, o que o irritava. Alguns do grupo chegaram a vomitar por conta do forte odor de carniça. Então Sabrina notou algo no túnel limpo que chamou atenção do grupo: uma trilha de sal.

— É uma barreira para espíritos. — Comentou Hayate, mais por surpresa do que para informar. Afinal, não esperava encontrar aquilo nestes túneis infestados. — Não querem que algo saia daí... se tem algo que sei é que não se deve enfrentar essas coisas. São além do nosso plano, sequer entendemos tudo sobre eles. Eu prefiro ir pelo outro túnel.

Soltou o braço do rato por um momento. Parecia confiar nele mais do que deveria, ou apenas sabia que dificilmente ele conseguiria fugir de um grupo grande como aquele. De qualquer forma com a mão livre abriu uma das bolsas de couro em seu cinto e de lá tirou três pedaços amassados do que parecia ser uma raiz. Ofereceu uma para cada uma das mulheres.

— Mastiguem, mas não engulam. Isso vai fazer vocês não ficarem enjoadas. — Disse. Se de fato elas mastigassem, se sentiriam melhor em pouquíssimo tempo, não vomitariam mais por algumas horas.

Voltou sua atenção para o rato.

— <Nome do Rato>, se quiser ir na frente, vá. Você conhece as armadilhas daqui, vai saber aonde podem estar.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Arkengel em Ter Fev 04, 2014 11:30 am

Após ser salvo pode presenciar toda aquela matança e carnificina, aquilo para ele pouco importava, levando em consideração a indiferença para com tudo e todos que o mago sentia. Lobisomens, arqueiros, todos muito poderosos, por um momento ficava se perguntando o que eram eles e o que faziam ali? Mas logo deixou esses pensamentos de lado e apenas suspirou. Estava cansado, estava doente por causa daquelas criaturas malditas e depois de tanta tortura, mesmo depois de ser salvo o cansaço resolveu derrubar seu corpo alguns instantes enquanto tentava se apresentar.

Quando acordou, se viu levemente tonto ainda mas nada que durasse alguns segundos para passar, seus olhos logo se acostumaram e Solveig se viu mais disposto do que antes agora, mas ainda sentia cansaço, dor, e ainda mais.

Viu que estava sendo carregado por alguém, assim que acordou resolveu tirar o trabalho daquele que o estava carregando, deu uns leves tapas nas costas dele enquanto falava.

- Hey, já despertei, pode me soltar agora. -

Logo estava no chão novamente. Em pé Vardar mechia os grandes braços e pernas como se estivesse aproveitando a liberdade de movimentos novamente, ficar amarrado por tanto tempo não é uma coisa muito legal nem confortável.
Limpava o corpo com as mãos como se quisesse espantar poeira e estalava alguns ossos.
Esses movimentos não demoraram mais do que 5 segundos, e assim que terminou deu um suspiro longo e olhou para Hayate. Juntou o punho esquerdo fechado a frente do corpo e a mão direita logo acima do punho com a palma bem aberta, com isso ele terminava com uma breve reverencia aquele que o carregava, tudo no mais absoluto silencio.

Spoiler:

Em seguida observou todos ali, inclusive entre eles havia um homem rato, olhava para ele com indiferença não sentia remorso nem ódio por ele, e parece que se ele tinha que sofrer por algo que fez isso já estava acontecendo. O desprezou como normalmente faria mas não pode deixar de notar uma certa discussão entre aqueles que estavam ali para com a situação do rato, a garota carregava o rato parecia ser um tanto quanto malévola, isso era um tanto quanto preocupante mas não havia o que falar, todos eles tinham salvado sua vida de certa forma, portanto tinha uma divida de vida para com todos eles ali.

Chamou logo a atenção de todos, isso se já não tiverem com ela voltada para ele, se virou para todos e com o mesmo movimento que agradeceu aquele que estava o carregando antes, o fez agora para todos.

- Muito obrigado a todos por me salvarem sem terem o dever de fazer isso a um estranho qualquer. Me chamo Solveig, Solveig Vardar. Sou imensamente grato a todos vocês. -

Sua expressão era calma, serena, sua voz era firme e grossa fazendo jus a sua aparência. Uma expressão séria e impassivel permanecia em seu rosto, não demonstrava muitas emoções, para ele isso é normal, mas para os outros pode não ser tanto assim, esperaria uma reação daquelas pessoas e também uma interação por parte delas, para só assim dar um passo a frente.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Frist em Ter Fev 04, 2014 2:30 pm

Após o embate com os homens ratos, apenas um deles sobrou, tecnicamente dois pois o prisioneiro deles dentro de três dias sofreria a sua maldição, o que Lywan achava asqueroso. Sabrina mostrava que sabia como lidar com aquela ralé e enquanto a tortura que ela promovia para conseguir as informações ganhava a simpatia do lobisomem.

- Criatura imunda!! - Exclamava para si mesmo enquanto caminhavam pelo caminho que ele indicava. Seguiram em frente até um bifurcação, dois caminhos totalmente diferentes, um pútrefe como os outros, talvez até pior e outro limpo porém com uma estranha barreira de sal. Logo as especulações de qual caminho tomar começaram, Lywan apenas ouviu antes de opinar, o outro lobisomem falou o que ele também acreditava, era melhor não arriscar por um simples capricho de estômagos fracos, o que é um peido pra quem já está todo cagado?

- Prefiro continuar pelo caminho sujo, não vamos encontrar nada mais imundo do que essas ralés nojentas! Solveig... quanto a você, não deveria ser grato, sua melhor opção agora seria a morte do que ser fadado a virar uma merda dessas... - disse apontando para o homem rato - Se dentro de três dias você não conseguir lidar com esse destino eu posso ser piedoso com você e se quiser te livrar de uma vida asquerosa! -  

- Esse verme deve saber mesmo das armadilhas, é a única utilidade que tem! E... caso você nos traia ou tente qualquer gracinha, não serei piedoso que nem o lobo... arrancarei sua pele e apreciarei enquanto você morre agonizando, deixarei que essa mulher se divirta com você também, te torturando tanto fisicamente quando em sua mente! - Dizia Lywan enojado por aquela criatura que nem ao menos ostentava um pouco de orgulho ou honra. Agora só esperaria pela decisão final e seguiria com o grupo observando o homem-rato e tentando saber se Hayate era puro ou não, como podia ter pena de uma criatura daquelas?!

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Qua Fev 05, 2014 6:21 pm

Hilydrus, a maior cidade de Lodoss e dona da melhor infra-estrutura, muitas coisas fazem o lugar reluzir em beleza e esplendor e uma delas é seu sistema de esgoto que proporciona à população local saneamento e qualidade de vida. Desde que o esgoto fora construído há décadas atrás o número de mortes por doenças decaiu para menos de um terço do que era antigamente permitindo a população crescer e prosperar. Mas mal sabiam os habitantes que o mesmo sistema de esgoto que lhes proporcionava higiene e saúde também era o lar de diversas criaturas perigosas transformando o lugar em uma verdadeira dungeon bem abaixo de seus narizes.

Azure, rei de Hilydrus, já havia ouvido falar das histórias de zumbis, vermes gigantes e outras criaturas habitando o subsolo da cidade e chegou até mesmo a enviar grupos de guardas para fazer limpezas nos túneis, mas essas limpezas nunca se aprofundavam muito e serviam apenas para impedir que o que estava embaixo subisse para as ruas. Azure nunca teve ciência do verdadeiro tamanho do problema que se escondia embaixo de seus pés. Mas isso nunca chegou a ser de grande importância ao rei, desde que o que estivesse embaixo permanecesse embaixo as coisas estariam em ordem. Não valia a pena enviar soldados para patrulhar o esgoto e por isso a atividade deixou de ser executada pelo exército. Porém era preciso controlar a população de monstros e por isso as vezes o rei divulgava recompensas para grupos de aventureiros que se prestassem a trazer cabeças de ratos gigantes ou de outros monstros do subterrâneo, uma campanha que tem sido vista com bons olhos pelo exército que desde então não precisou mais sujar seus honrosos uniformes com um trabalho tão imundo mas ao mesmo tempo tão necessário.

Para Raigor e seus companheiros a situação era bem desagradável, desde que haviam entrado naqueles túneis fétidos haviam tido encontros com ratos gigantes e homens-rato, eles sabiam que podiam esperar coisas piores e por isso caminhavam atentos e com os sentidos a flor da pele. O consolo de obterem recompensas do rei por seu trabalho de nada lhes servia porque eles não estavam lá a serviço de Hilydrus, pelo menos não de uma forma direta, o assunto era muito mais sério do que uma simples limpeza de monstros no subterrâneo.

Depois de andarem mais alguns minutos sendo guiados pelo homem-rato que sabiam chamar-se Thork, graças a piedade de Hayate, o grupo chegou a uma bifurcação onde seu guia não sabia mais por onde seguir. Segundo as direções, ambos os caminhos levavam para o sul, rumo que o grupo deveria seguir, portanto qualquer dos dois caminhos que eles escolhessem levaria ao seu objetivo. As opções eram distintas e interessantes, um dos túneis era extremamente limpo para o lugar onde estava parecendo que havia sido lavado minuciosamente a pouco tempo, o outro túnel no entanto, era idêntico ao restante das sessões do esgoto, mas com o detalhe adicional que fedia a carniça decomposta há muitos dias. Confusos e apreensivos, todos resolveram parar para discutir que caminho seguir, depois de uma rápida análise perceberam que a entrada do túnel limpo estava marcada por uma estranha linha de sal.

Rapidamente começaram a fazer suposições a respeito da presença da misteriosa linha de sal na entrada do caminho, Sabrina acreditava que ela estava ali para impedir a passagem de algum monstro enquanto Hayate deduzia que o propósito da substância era o de impedir a passagem de algum espírito, um fantasma talvez. Independente das suposições, todos decidiram que antes de seguirem caminho enviariam Thork na frente.

O homem-rato logicamente não pareceu nada feliz com a ideia, ele sabia tanto quanto seus captores que havia algo de errado naqueles túneis. Mas para ele não havia escolha, se ficasse encontraria a morte nas mãos de Sabrina ou de Lywan. Entre ter uma morte certa ou a possibilidade de uma morte incerta, Thork optou pela segunda opção, seguiria pelo túnel indicado por seus captores. O túnel escolhido era aquele que estava limpo.

Com apenas uma tocha na mão o homem-rato deu um passo vacilante atravessando a linha de sal, nada aconteceu, temeroso ele continuou seguindo em frente hesitando a cada passo, por um momento ele parou e olhou para trás, pensou em voltar e implorar por sua vida mas a visão de Silméria erguendo seu arco e fazendo pontaria o fez desistir da ideia. Sem escolha, Thork continuou a caminhar e nada aconteceu, os aventureiros conseguiam ver o homem-rato se afastando a frente sendo iluminado pelo brilho da tocha em suas mãos.

Segundos cheios de suspense que pareceram uma eternidade se passaram, Thork já havia alcançado a metade do túnel e a luz de sua tocha já permitia a todos, com exceção de Sabrina e Vardar, enxergarem o fim do caminho. Eles conseguiam ver que o túnel dava em outro que cruzava com ele. Quando Thork percebeu que faltava pouco para conseguir sua liberdade, um lampejo de esperança iluminou seu coração negro, será que ele estava no caminho certo? Será que aquele túnel era de fato seguro e estava limpo apenas para demarcar o caminho correto a ser tomado?

Esses pensamentos se refletiram na mente de todos, afinal fazia sentido que o outro caminho estivesse com um cheiro tão mal, com certeza o odor de podridão estava sendo exalado dos corpos dos tolos que haviam sucumbido às terríveis armadilhas escondidas ali. Esperançoso, Thork começou a correr abandonando todo o cuidado de antes certo de que aquele era a opção correta para o esconderijo dos assassinos e para sua salvação.

- HAHAHAHA! IDIOTAS! CONTAREI AO MESTRE SOBRE VOCÊS E ELE IRÁ M----***** - Thork ria e gritava zombando de seus ex-captores a medida que corria para sua suposta liberdade. Mas ao contrário do que ele acreditava, não havia salvação no caminho a frente, e sim uma morte horrenda e macabra que em sua crueldade não lhe permitiu acabar sua frase.

A cena a seguir atingiu a todos com um misto de surpresa e pavor, o grupo conseguiu ver o detestável Thork ser engolfado pelo que parecia ser uma massa gelatinosa que preenchia toda aquela parte do túnel. Por estar correndo o homem-rato não teve chance alguma de perceber o perigo e escapar dele, quando se deu conta seu corpo inteiro estava mergulhado na gelatina transparente que agora se tornava visível para todos graças as ondulações que haviam surgido em sua superfície quando ele mergulhou para dentro. Apenas seu braço que segurava a tocha estava para fora pelo fato dele estar olhando para trás enquanto corria e zombava dos aventureiros.

Desesperado, Thork tentou nadar para fora daquela gelatina, uma tarefa que poderia ser considerada simples dada a facilidade com que ele havia entrado na substância, mas para o azar dele, entrar era fácil e sair quase impossível. O homem-rato sentiu seu corpo inteiro queimar e então todos os seus músculos travarem paralisados, o toque daquela gelatina era ácido e paralisava, a única coisa que ele conseguiu fazer antes de ficar completamente imobilizado foi olhar para os aventureiros na esperança de receber alguma ajuda, mas a única coisa que recebeu foi seus olhares apavorados.

O que veio a seguir nos próximos segundos foi mais pavoroso ainda. Primeiro os pelos e as roupas do corpo de Thork começaram a se desfazer, o homem-rato tentava se mover para fora da gelatina ácida, mas a única resposta que recebia de seus membros eram espasmos a medida que ele se debatia. Em seguida sua pele começou a se desfazer juntamente com seus olhos que desapareciam das órbitas enquanto eram dissolvidos, Thork se debateu por mais alguns segundos até finalmente permanecer imóvel, seu corpo agora estava completamente sem pele e agora a carne começava a se desprender dos ossos o que fez com que seu braço que ainda segurava a tocha e permanecia intacto por estar fora da gelatina caísse no chão amputado. Pedaços de carne e órgãos flutuavam na gelatina transparente a medida que se dissolviam até desaparecem por completo, em segundos a única coisa que restava do outrora homem-rato era um esqueleto limpo e um braço amputado. A medida que observavam horrorizados com o que havia se tornado a morte mais horripilante jamais vista por todos eles, os aventureiros podiam notar que até mesmo os ossos de Thork começavam a desaparecer, em um ritmo muito mais vagaroso que a carne, mas ainda assim perturbador o suficiente para mostrar a todos o quão potente era o ácido que compunha aquela substância gelatinosa.

Mas mais pavoroso ainda foi o que veio a seguir, não satisfeito com sua refeição oportuna, o monstro moveu-se para frente engolindo o braço amputado e apagando a tocha no processo. O túnel estava novamente dado as trevas e tomado pelo silêncio de outrora exatamente como estava antes quando os aventureiros haviam chego.

Era evidente agora a razão pela qual aquele túnel era tão limpo, a criatura gelatinosa que o habitava limpava-o com seu apetite voraz e seu corpo ácido, tudo o que caia ali era dissolvido. Naquele ambiente escuro, se o monstro permanecesse imóvel tornava-se quase invisível, apenas um observador atencioso munido de uma tocha e olhos aguçados teria chance de notar o fraco reluzir da luz na superfície gelatinosa que compunha o corpo da criatura. Estava explicado também a razão do sal na entrada, não demorou para que raciocinassem e chegarem a conclusão de que aquele monstro era vulnerável à substância e por essa razão limitava-se a ficar apenas ali aguardando a sorte de poder se banquetear de alguma vítima desatenta. Não obstante tudo aquilo, eles sabiam também que o monstro podia se mover, vagarosamente, mas rápido o suficiente para engolfar qualquer um que estivesse próximo demais.

E agora o que fariam? Tomariam o outro caminho ou enfrentariam o cubo gelatinoso? Se resolvessem enfrentar o monstro, como fariam? Que estratégia adotar contra uma criatura deste tipo?

Informações:
Spoiler:
Parabéns aventureiros! Vocês encontraram um dos meus monstrinhos de estimação, certamente nesta parte da aventura um de vocês teria morrido da mesma forma que o pobre Thork, mas vocês foram meticulosos e espertos trazendo um prisioneiro e usando-o como isca. Ações essas que eu não havia previsto desde o momento que coloquei os homens-rato no caminho de vocês. Por essa razão todos vocês receberão bonificações no final deste capítulo, isso se conseguirem chegar ao fim dessa pequena dungeon, é claro.

E aqui vai uma pérola do meu planejamento deliciosamente sádico: se vocês não tivessem enviado o homem-rato na frente, seria Tenkai que mergulharia no corpo do monstro por sempre ter a mania de ir na frente. Vocês até poderiam tentar tirá-lo de dentro, mas o simples fato de mergulhar na gelatina ácida por uma rodada já ocasiona danos terríveis à pele e dissolve os olhos (imaginem ácido puro em contato com suas vistas). Mesmo Tenkai tendo uma visão apurada, ele seria pego pelo monstro porque só o perceberia quando estivesse bem próximo e ai a criatura com toda a educação e dedicação que eu ensinei, se moveria para frente e engoliria o pobre elfo.

Divertido não é mesmo?

Mas não temam, todos os problemas tem solução, todas as armadilhas podem ser percebidas e todos os inimigos podem ser vencidos. Basta usarem o trabalho em equipe e todos os recursos que eu colocar a disposição de vocês. Enfim, estou chateado por não ter conseguido findar a existência miserável de nenhum de vocês, prometo com sinceridade me esforçar para colocar armadilhas mais sutis e monstros mais interessantes de forma a proporcionar mortes dignas das maiores produções de horror vindas de Hollywood. Enfim, decidam agora o que vão fazer, de um lado vocês tem um caminho cheio de lixo, imundice e podridão e do outro um túnel límpido e habitado por uma gelatina ávida pela carne de vocês.

Hoje é dia 5, vocês têm EXATAMENTE até as 16 horas da tarde do dia 8 para postarem, a parti dessa hora eu encerrarei o turno, lerei o que vocês postaram e darei a resposta dia 9. Tentem não se atrasar de forma alguma, não se esqueçam que eu costumo punir in game quem atrasa postagem.

E por favor, postem no tópico de bastidores desta campanha suas opiniões a respeito da morte de nosso “querido” Thork. =P

Aqui o link do tópico: Bastidores

Um forte abraço a todos que estão fazendo essa campanha ser atualmente a com maior visualizações do fórum!
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Bluesday em Qua Fev 05, 2014 10:22 pm

Uma surpresa nada agradável foi revelada ao enviar o prisioneiro pelo caminho limpo. Aquilo havia chocado o grupo por um momento.

" Mas que raios é essa criatura. Mal posso vê-lo. "

A cena era de fato incrível, o rato ia sumindo em questão de minutos e algo chamava a atenção de Tenkai, pois o fato do rato não se mexer era algo um tanto intrigante. Será que ele sentia tanta dor que não conseguia nem mesmo se mover? Ou simplesmente morreu logo que foi pego pela surpresa desagradável? Fosse o que fosse a resposta, Tenkai não queria descobrir.

Aos poucos o elfo começava a querer seguir pelo caminho mal cheiroso. Parecia que o grupo também queria seguir por aquele caminho. Mas algo dizia ao elfo que não era uma boa ideia. Com isso em mente o guerreiro tentou argumentar com o grupo antes mesmo de alguém dar alguma opinião sobre ir pelo outro caminho.

Não espere. Essa coisa está mantida ai por algum motivo. Mas se pensarmos pelos detalhes que temos aqui, nada mais conseguiu passar por esse caminho. As chances de terem novos inimigos são quase nulas. E bem, já sabemos o motivo desse sal estar ai, ao mesmo tempo sabemos o que é necessário para derrotar a criatura. E se essa quantia de sal é suficiente para vencer essa coisa, talvez seja o que precisamos usar.

Assim que terminasse de falar, Tenkai pediria a uma das garotas que entregassem uma folha de papel. Caso alguma delas dessem uma folha de papel, Tenkai deixaria a folha de uma forma firme na qual não amassar-se e passaria a lateral da folha sobre o sal de modo que o papel cortasse o sal e dividisse de certa forma o sal, fazendo com que parte do monte de sal ficasse dentro da folha como se uma pá. Tentaria ajuntar um tanto sal na folha de papel de modo que ainda ficasse a linha no chão, pois até aonde Tenkai entendia, qualquer quantia de sal era fatal para a criatura.

Enfim, se Tenkai conseguisse fazer isso, pediria para a garota que cedeu o papel, para que dobrasse de forma que não soltasse o sal, como se fosse um envelope com o conteúdo já dentro. Quando essas etapas fossem feitas, Tenkai concluiria.

Agora só temos que lançar dentro daquela coisa. Se de fato o sal faz mal pra essa criatura, ao jogarmos o pedaço de papel com sal dentro, a criatura irá dissolver o papel e liberar que o sal para o núcleo do corpo. Resumindo, aquele rato ao morrer foi perdendo seu corpo de fora para dentro. Com essa criatura sera o inverso, irá desaparecer de dentro para fora. Para arremessar temos duas opções. Primeiro, chegar próximo e arremessar como uma pedra ou faca, ou simplesmente prender o papel em uma flecha e atirar a mesma para dentro da criatura. Usar o método da flecha é mais segura, podemos  o papel com a flecha de modo que ele não abra e lança-la. O que vocês acham?


Última edição por Bluesday em Sab Fev 08, 2014 2:00 am, editado 1 vez(es)

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Torak em Sex Fev 07, 2014 11:37 pm

Hayate ficou assustado. Por mais que houvesse visto carnificinas e assassinatos em sua vida, nada se comparava àquilo. O homem-rato simplesmente se dissolveu diante de seus olhos, pouco a pouco, e ninguém ali podia fazer algo. Assistir a esse horror fazia o lobo cerrar os dentes, aos poucos ficando nervoso com aquilo. Era uma criatura? Um tipo de magia? Que raios era aquilo? Nunca havia visto algo assim, era totalmente novo... e assustador.

— Prefiro enfrentar espíritos do que esta coisa... — comentou.

Como se aquela cena atordoante não bastasse, Tenkai começou a falar. Ouví-lo fazia Hayate ficar tonto, eram muitas palavras e a maioria pareciam desnecessárias. Assim que o elfo tirou um pouco de sal da trilha, o lobo cuidou para que a "barreira" não tivesse brechas. Depois de tanto falar e falar, enfim Hayate pôde entender que o plano era, basicamente, jogar um pacote de sal no meio da criatura. Por um instante lembrou-se das lesmas: moviam-se lentamente mas eram muito úmidas, feitas de água quase que completamente e que, ao tocar no sal, elas praticamente derretiam e morriam. O sal suga humidade com uma potência incrível, não era de se surpreender que aquele monstro gelatinoso o temia.

— Olhe o tamanho daquilo. Acho que só isso de sal é pouco. E você tem alguma idéia de como fazer esse monstro, magia ou sei lá o que é aquilo tentar comer esse papel? Mesmo se Silmeria amarrar isso numa flecha, você viu, ele está nas paredes. Não dá pra saber aonde está o meio dessa coisa.

Bufou, ainda atordoado. Esperava que o cansaço não o atingisse tão cedo, a jornada estava longe de terminar. Olhou para o grupo e depois para o corredor que, agora, parecia exatamente vazio.

— Podemos jogar um pedaço de carne lotado de sal. Acho que essa coisa gosta disso.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Sab Fev 08, 2014 2:25 am

Silmeria apenas observou o desenrolar dos preparos, logo o homem rato andava em passos receosos em direção ao túnel... Em um momento, ele se virou e Silmeria, lentamente enquanto observava os olhos daquela criatura, retirou uma flecha e a posicionou no arco, mirando nele sem dizer uma palavra.

Mesmo quando a criatura gritou de felicidade por imaginar que encontrou sua liberdade. Silmeria estreitou o olhar quando a cena seguinte aconteceu, a criatura havia sido envolta por uma gelatina e pareceu se decompor, primeiro as camadas exteriores para depois ter até mesmo seus ossos reduzidos a pó.

Ela abaixou o arco e pareceu pensar sobre o que havia acontecido... Ouviu a ideia do elfo.

“Se essa criatura está ai, talvez isso indique que seja o caminho certo, que deve ser guardado... Mas como eles passam pelas próprias armadilhas...? Talvez exista algum caminho secreto... Ou talvez eles tenham controle das criaturas que habitam aqui... Mas se eles tivessem total controle e elas fossem conscientes, o sal não seria necessário...  Droga, é difícil saber o que fazer às vezes.”

- Sendo o corredor tão limpo assim, podemos assumir que essa coisa deve comer tudo o que atravessa essa linha de sal... Mas se ela não atravessa a linha, mesmo que por instinto, talvez ela consiga perceber a presença do que lhe é nocivo... Para ser honesta, não sei qual ideia é a melhor; o pedaço de carne talvez atraia o monstro com mais facilidade, mas o sal exposto na carne pode alertar o instinto da criatura... O envelope, por outro lado, é mais discreto; o problema é que eu não sei se conseguiria acertá-la no escuro, eu mal consegui vê-la antes. – e soltou um suspiro aborrecido – Teríamos que contar um pouco com a sorte de que essa criatura vai ir até o objeto que jogarmos ai dentro... Eu não gosto de contar com a sorte... Mas quanto mais perto chegamos do lugar, mais armadilhas terão, nada impede que haja outra armadilha no outro corredor, ao menos nós sabemos qual é a desse e temos uma chance de lidar com ela.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Arkengel em Sab Fev 08, 2014 3:19 am

Assim como ele as pessoas pareciam ser bem indiferentes para com o ''novo integrante'' do grupo, apenas uma pessoa se propos a responde-lo. Resposta esta que não agradou muito Vardar, mas nada a ponto de deixa-lo furioso ou qualquer coisa parecida.

- Creio que a definição do que é um lixo ou um ''merda'' para você é bem diferente do que é para mim, não vou desperdiçar minha vida fora só porque você considera outra raça inferior e descartável.

Se não conseguir me livrar da maldição, o destino fez a sua escolha e a aceitarei, se serei um merda ou não apenas eu poderei dizer isto. -


Logo em seguida tudo aconteceu, forçaram o homem-rato entrar primeiro no tunel para verificar todas as armadilhas e etc dentro do túnel, todos esperavam já encontrar algo lá dentro mas não uma criatura viva perigosa e mortal. A morte daquela criatura foi incrivelmente repugnante de se assistir, por mais que já tivesse presenciado muitas coisas horríveis, a cena daquilo foi nojenta e ao mesmo tempo alarmante. Logo o escuro reina novamente no túnel e lá estavam eles novamente em tomar alguma decisão. Teorias e sugestões do que fazer eram feitas,  precisavam pensar logo no que fazer, concordava em correr o menor risco possivel, mas naquela altura do campeonato, não correr nenhum risco era impossível.

Pegou parte do pano de sua calça e o rasgou para poder usa-lo para pegar e armazenar uma grande quantidade de sal. Em seguida se virou para os que estavam ali se pronunciando novamente, não queria tomar frente em relação a isso, mas vendo que as ideias não iriam ser muito diferentes uma das outras resolveu falar e agir.

- Me dê uma tocha, eu vou entrar no tunel, aqueles que quiserem ajudar me acompanhem, não gostaria de ir sozinho e ter alguem cobrindo a retaguarda seria muito util. Já vi que as ideias e suposições são muito similares, ficar aqui pensando mais não vai adiantar muito se não agirmos com o que temos e tentar para obter mais informações.

Estou em divida com vocês, portanto tomarei a frente, se algo acontecer comigo vocês tomam esse acontecimento como base para não cometerem o mesmo erro, ou mesmo obter mais informações da criatura. -


Ele ia até a trilha de sal e juntava todo o sal que conseguia juntar, não queria mais ficar parado discutindo pois já imaginava que aquilo ia ser como andar em círculos, junto todo o sal que conseguia em um saquinho improvisado com partes de suas vestes ele tenta usar o máximo possível da substancia. Separava um desses e dava a arqueira do grupo, com certeza ter um saquinho de sal com ela seria útil.

Se conseguisse pegar uma tocha para ir adiante no tunel, iria prestando bastante atenção no chao e nas paredes, a criatura estava muito longe da entrada, talvez tivesse mais Sal por ai.  Se tivesse tentaria, reservar e compactar o máximo que conseguir e levar consigo. Avançaria dentro do tunel SE e apenas SE conseguir uma fonte de luz para revelar o caminho a sua frente.

Ia a passos lentos e calmos, o mais silencioso possível e sempre com a tocha a sua frente para revelar o máximo possível do que estava diante de si, para não ser pego de surpresa por nada.

Seu primeiro objetivo na verdade era localizar a criatura, ver aonde ela estava exatamente, sempre com muita cautela ele procuraria ela com a tocha, se notar qualquer coisa estranha ou alguma movimentação diferente se afastaria e manteria distancia, se manter muito perto dela poderia ser fatal.

Seu segundo objetivo era assim que descobrir a localização dela era testar o sal no monstro, jogaria um punhado de sal que tinha carregado consigo nela e esperaria para ver a reação, sempre caminhando e voltando o caminho caso a mesma avance e tomando a maior distancia possivel dela sem a perder de vista.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Torak em Sab Fev 08, 2014 3:35 pm

OFF: Caraio esqueci do cara kkkkk malz

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Havia se esquecido totalmente do "novo integrante" do grupo. Para alívio de Hayate ele agia mais e falava menos e parecia ter uma idéia melhor do que enviar uma carta ao monstro de gelatina. Era arriscado, o que deixou o lobo surpreso, mas essa coragem era contagiosa. Deixando de lado o susto de agora a pouco com a morte horrenda do rato, Hayate ergueu sua tocha.

— Irei com você. Se algo acontecer, ajudarei. Vá na frente. — Avisou. Logo virou-se para Silméria que agora tinha mais sal em mãos. — Se algo acontecer, sua flecha com sal pode ajudar a gente a escapar. Confio na sua mira.

Fez um aceno com a cabeça e seguiu, atento os passos de Solveig. Mas, antes, pegou qualquer punhado de sal restante e jogou sobre os pêlos. Não sabia se ajudaria, mas era uma prevenção. Continuou em frente. A visão do lobo era aguçada, mas apenas para movimentos. Enquanto a criatura estivesse imóvel o lobo dificilmente a veria, por isso tratou de erguer a tocha enquanto caminhava para tentar fazer com que a luz entregasse a posição da coisa e também ajudasse Solveig a ver. Suas orelhas estavam erguidas e atentas, poderia ouvir um sussurro na câmara anterior dessa forma.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por NR Nayruni em Dom Fev 09, 2014 5:59 pm

Superados do horror da morte que haviam acabado de presenciar, os aventureiros rapidamente começaram a bolar estratégias para vencer o monstro gelatinoso. Alguns acreditavam que era melhor tomar o outro caminho enquanto outros pensavam que era muito melhor enfrentar algo que já se conhece do que optar pelo desconhecido. Finalmente resolveram tomar uma atitude.

Solveig, o mais novo integrante do grupo mostrou-se digno de valor e respeito quando assumiu para si a dianteira da situação, ele enfrentaria a criatura, o mago mostrava-se temeroso do que pudesse acontecer a si próprio e ao mesmo tempo transparecia coragem e determinação. Contagiado pela atitude do mago, Hayate ofereceu-se para acompanhá-lo. Estava decidido então, usariam o plano de Tenkai e tentariam destruir o monstro gelatinoso. Rapidamente coletaram o sal do chão com o máximo de cuidado que podiam e o recolheram dentro de um saco de tecido improvisado com partes das calças de Solveig, Hayate por um momento jogou parte do sal sobre si fazendo Raigor dar boas risadas com a cena do poderoso lupino se salgando.

Hahahahaha! Parece que você está se temperando para ser algum petisco! Desculpe não me contive! – Disse Raigor descontraído. – Olha só não precisamos nos aproximar do monstro, nós sabemos que ele ocupa todo o túnel, me deem aqui o sal.

Solveig não contrariou o pedido e entregou o sal ao ranger. De posse do saco de sal, Raigor o abriu e colocou dentro uma pedra do tamanho de um punho, depois amarrou bem o saco fechando-o e puxando um pedaço do tecido no nó.

Eu sou acima de tudo, um caçador, e como tal, sou perito no uso do arco, da funda e da arte do arremesso... – E com essas palavras o ranger abriu caminho por entre seus companheiros caminhando até quase metade do túnel escuro.

Hayate e Solveig o acompanharam segurando tochas, Sabrina, Lywan, Allenorha e Silméria apenas observavam. Quando finalmente chegou onde queria, Raigor se posicionou e começou a girar o saco de sal segurando-o pelo pedaço de tecido. Depois de alguns giros ele arremessou o objeto que voou em direção as trevas.

A estratégia dera certo, a pedra dentro do saco de sal garantiu que este ao ser girado reunisse força suficiente para ser arremessado até o fim do corredor. Todos puderam ver o objeto voar até desaparecer na escuridão, momentos se passaram e nenhum ruído incomum foi ouvido. Depois de alguns minutos de silêncio no qual apenas os sons naturais do esgoto se faziam presentes, como goteiras e ratos, Raigor cansou-se de esperar e tomou a tocha que estava na mão de Solveig arremessando-a até o fim do corredor.

O que eles viram com a claridade foi surpreendente, o plano havia funcionado com perfeição, a asquerosa gelatina ácida se dissolvia diante dos olhos de todos, em seu interior a pedra que estava dentro do embrulho afundava em seu corpo gelatinoso até alcançar o chão a medida que este se liquefazia. Depois de mais alguns minutos boa parte do chão do corredor estava tomado por um líquido transparente e viçoso, pedaços do cubo gelatinoso ainda podiam ser vistos espalhados pelos cantos e paredes, aparentemente o sal não fora suficiente para dissolver toda a criatura, mas ainda assim era o suficiente para permitir a passagem de todos.

Após alguns testes envolvendo pedaços de carne seca, todos puderam constatar que embora as partes gelatinosas que ainda permaneciam nos cantos e nas paredes mantivessem suas propriedades ácidas, o líquido viçoso no chão era inofensivo. Com a ameaça do cubo gelatinoso vencida, todos puderam passar com cuidado para o outro lado alcançando assim o fim do túnel, ao chegarem ao final puderam ver outra risca de sal idêntica à primeira que haviam encontrado no início do trajeto.

O lugar onde estavam agora não era muito diferente do restante do esgoto, na verdade tratava-se de mais um dos muitos túneis que faziam parte da extensa rede de esgotos da cidade. Esse novo túnel se estendia do norte ao sul, os aventureiros conseguiam ver que bem ao lado da passagem por onde haviam chego, existia outra e pelo odor que vinha dela puderam notar facilmente que era o túnel pelo qual não optaram seguir. De fato as duas opções de caminho levavam ao mesmo lugar, mas aquilo não importava mais, esperavam não precisar voltar ali nunca mais. Guiados pelo mapa de Raigor que fora dado por Shadira, que por sorte tinha aquela sessão do esgoto desenhada, decidiram seguir para o sul.

Todos começaram a caminhar em um estado muito mais alerta que o normal uma vez que o encontro com o cubo gelatinoso mostrou-lhes um pouco dos horrores que se escondem naqueles caminhos fétidos e escuros. Depois de alguns minutos de caminhada, Solveig parou de andar, sentia-se fraco, tão fraco que precisou se apoiar na parede para não cair no chão. Imediatamente todos pararam, Sabrina, Lywan e Silméria lançaram olhares de desaprovação uma vez que mesmo com as atitudes nobres do mago no incidente com o cubo gelatinoso, eles ainda o viam como um inútil para o grupo. Hayate, Raigor e Allenorha, que haviam se simpatizado com o homem, rapidamente se prestaram a ajudá-lo.

Foi então que o próprio Hayate, Lywan e por fim Tenkai, também começaram a se sentir extremamente cansados. Quando se deram conta, tanto eles quanto Solveig estavam sentindo uma terrível falta de ar. Os quatro abriram suas bocas e começaram a puxar grandes quantidades de ar, mas de nada adiantava, quanto mais eles puxavam ar para dentro de seus pulmões mais cansados e asfixiados eles sentiam. O desespero tomou conta deles, enquanto aqueles que estavam em boas condições tentavam entender o que estava acontecendo com seus companheiros, as únicas respostas que eles obtinham para suas perguntas eram olhares desesperados.

Nenhum dos quatro conseguia falar e até pensar estava se tornando difícil, a asfixia havia lhes tirado o dom da fala e a medida que o precioso oxigênio desaparecia de seus corpos, até mesmo pensar ia se tornando uma tarefa difícil. Com os pensamentos destroçados pelo desespero da morte e o raciocínio reduzido, a fera que habita nos corações de todos os licantropos tomou conta de Hayate e Lywan e ambos se entregaram a um estado de frenesi. Lywan imediatamente se transformou diante dos olhos de todos revelando ser um lobisomem, Hayate que já estava transformado, tornou-se ainda mais bestial chegando a ter seu tamanho aumentado. Mas de nada adiantava aquilo e ambos os licantropos caíram no chão com suas mãos em suas gargantas assim como Solveig e Tenkai. Todos os quatro agonizavam enquanto a asfixia matava-os, no caso de Hayate e Lywan a situação era ainda pior, libertar sua fera interior fez com que seus corpos consumissem as preciosas reservas de oxigênio com ainda mais velocidade acelerando suas mortes. Eles precisavam fazer alguma coisa ou morreriam ali mesmo.

Pelos deuses! Temos que fazer alguma coisa! Eles estão morrendo diante de nossos olhos! – Falou Raigor assustado enquanto tentava entender a situação e pensar em alguma solução.


Informações:
Spoiler:
Tenkai, Solveig, Hayate e Lywan estão em estado de sufocamento, vocês não conseguem falar e nem pensar claramente, hajam desesperadamente quando postarem e lembrem-se que a falta de oxigênio os deixa extremamente cansados a ponto de não conseguirem se levantar do chão, vocês ainda conseguem mover seus braços e a vontade de viver ainda permite que vocês raciocinem o mínimo. Mas sem grandes conjecturas, tomem apenas atitudes, hajam 100% com impulso tal qual uma pessoa que esta sendo sufocada o faz para se libertar de sua agonia. Hayate e Lywan estão em um estado ainda pior, a explosão de fúria diante da morte e as transformações metamórficas fez com que vocês consumissem ainda mais oxigênio acelerando suas mortes.

Tenkai e Solveig perderam 10% de PV por asfixia, mas apenas 5% desse dano permanecerá quando eles conseguirem sair do estado em que estão.

Hayate e Lywan perderam 20% de PV por asfixia, mas apenas 10% desse dano permanecerá quando eles conseguirem sair do estado em que estão.

Vocês perderão 10% de PV por rodada sendo que apenas metade desse dano permanecerá caso consigam sair dessa situação. Se vocês ficarem nesse estado por 4 rodadas consecutivas, seus cérebros sofrerão danos permanentes com a asfixia e vocês perderão parte de sua inteligência até que recebam uma cura mágica específica. Realisticamente isso acontece em vítimas de afogamento ou asfixia, então caso venham a acontecer com vocês eu irei adicionar uma desvantagem mental em suas fichas.

Hoje é dia 9, vocês têm até as 16 horas do dia 13 para postarem, se não tiverem postado até lá eu irei aparecer e encerrar a rodada. Dia 14 eu estarei postando a continuação da história e a finalização deste capítulo caso vocês solucionem o problema da asfixia. Se vocês morrerem por asfixia, Raigor terá que levar seus corpos até Iolavos para que Lisbeth reviva vocês e isso vai causar um rumo completamente diferente na campanha.

Em primeira instância, vocês não completarão o objetivo de vocês a tempo, em segunda instância isso terá vários efeitos negativos no restante da história e claro, aqueles que morrerem perderão TODO o XP que ganhariam com o encerramento do capítulo.

E aqui vai um adicional, para cada membro do grupo que morrer, todos os outros perdem 50 pontos de experiência, o motivo disso é que ficou mais que óbvio que vocês precisam trabalhar em conjunto para superar os desafios da história. A morte de alguém significa falha. É claro que eu não irei aplicar esta penalidade se o jogador morrer porque faltou demais ou porque cometeu uma atitude extremamente estúpida.

Boa sorte!!!
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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Sassa em Qua Fev 12, 2014 10:31 pm

O homem que antes era cativo dos homens rato e cotado para ser deixado para trás, tentava de forma tola, aos olhos de Sabrina, provar seu valor ao grupo. Talvez desejasse sua morte de uma forma mais honrosa, ou talvez fosse simplesmente um louco sem conhecimento de seus próprios limites, mas fora isto, tudo corria de num rumo em que o grupo avançava, armadilha após armadilha sem muitos prejuízos. Logo acharam uma solução simples e funcional para passar pela armadilha acida, e com a ameaça do cubo gelatinoso vencida, todos avançaram no túnel. Mesmo com tudo dando certo, Sabrina ainda sentia em seu intimo que algo estava errado, mas não ali e sim com seu parceiro. Sabrina podia sentir a fúria, o calor da batalha, a dor que ele sentia, e isso a deixava mais inquieta que o comum, ao ponto de transparecer um pouco disso aos olhos mais atentos do grupo. “Algo está ocorrendo la fora, e tenho quase certeza que está relacionado com o que estamos buscando aqui dentro...” Afirmava Alice em sua imensa experiência.

Passados poucos minutos uma nova surpresa acometeu os aventureiros, uma ameaça letal e sutil, algo quase imperceptível... Quase. Ao primeiro olhar, Sabrina achou que se tratava do homem cedendo a maldição da licantropia e transformando-se, a maga chegou a dar alguns passos para trás a fim de se proteger de um possível ataque, mas não foi necessário. Logo em seguida, também Lywan e Hayate sucumbiram a um mal desconhecido e por ultimo o elfo Tenkai. - Mas que dia... - Não precisou completar a frase para entender o que ocorria ali, em segundos, foi gerada em sua mente a imagem nítida de uma situação ocorrida a pouco tempo atrás. Quando invadiram o covil dos homens-ratos, um deles conseguiu, antes de morrer, jogar um frasco com uma poção no chão, esta que evaporou imediatamente em contato com o ar e foi inalada exatamente pelos 4 que agora sufocavam sem motivo algum.

- Raigor, lembra do frasco que o licantropo jogou no chão antes de morrer? Aquilo era veneno, eles estão sendo sufocados de dentro pra fora, de a eles um antidoto. – Aproximou-se Sabrina do ranger lhe explicando a situação. Estava um pouco apreensiva e com uma expressão um tanto tensa, mas Raigor poderia até mesmo pensar que se tratava da situação atual de seus companheiros. Mas a verdade é que ainda estava preocupada com Aldarion.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Phyress em Qui Fev 13, 2014 12:37 am

Silmeria apenas observou o desenrolar da situação. Aparentemente eles conseguiram lidar com a criatura... Isso era bom, mas não o suficiente para que pudesse ficar aliviada, afinal, a cada corredor uma armadilha nova parecia vir encontrá-los. Sentiu seu ego aumentar um pouco com as palavras de Hayate e apenas assentiu, observando enquanto eles entravam no túnel, preparada para interferir caso precisassem de auxilio.

Primeiro, outro dos que se enfiaram no grupo sem aparente razão passou mal. Silmeria não pode deixar de demonstrar certo desgosto diante da cena. Mas conteve sua língua e não disse nada, apenas soltou um breve suspiro.

“E Hayate, como sempre... Indo ajudar um idiota que vai ser um empecilho.” pensou, enquanto o companheiro ia até aquele homem. Foi então que o próprio Hayate pareceu se sentir mal. Foi apenas com isso que Silmeria estreitou o olhar e pareceu preocupar-se.

A meia-elfa chegou a dar alguns passos em direção ao amigo, mas ele se transformou diante de seus olhos e depois, caiu no chão.

“Que merda...?! As garotas e Raigor estão bem... Só esses quatro estão mal, por que?” e sentiu-se nervosa com aquela situação, aproximando-se do amigo.

- Hayate? Hayate! – e abaixou-se próxima a ele.

“Droga... Pensa, pensa. Aconteceu algo estranho...? Nós, mulheres, vomitamos... Mas Raigor também está bem, não deve ser isso... Quando foi que algo aconteceu com esses quatro e eu não notei?!” Um turbilhão de pensamentos passou pela mente de Silmeria, ela tentava imaginar o que estaria afetando aqueles quatro no chão, mas sempre havia algum detalhe que não se encaixava... Foi então que as palavras da mulher foram ouvidas pela mestiça.

- Frasco...? – comentou, mas não se lembrava da cena, talvez por estar focada demais em impedir que alguém fugisse naquela ocasião – Um antídoto qualquer funcionaria...? – e retirou o único antídoto universal que tinha consigo - As coisas não parecem comuns por aqui, mas que seja. É melhor do que não fazer nada...  Hayate – usando uma das mãos, a meia-elfa afastou mãos de Hayate do pescoço dele, com medo de que ele fizesse algum movimento brusco que a fizesse derrubar o antídoto – Aqui, tome... – e ela mesma começou a depositar o liquido do recipiente na boca do amigo.

“Caso isso não funcione, há outros modos de tentar tirar veneno do corpo de uma pessoa...”

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Bluesday em Qui Fev 13, 2014 5:28 am

Tenkai notava a atitude do suposto novo integrante se disponibilizando para fazer o que devia ser feito. Tenkai ainda achava que apenas tacar a flecha era suficiente, mas logo estava la o sujeito e o lobisomem que admirado com o homem, foi dar apoio moral. Mas Raigor acabou fazendo ele mesmo o serviço e uma flecha foi lançada na criatura que sumia facilmente com o sal. A teoria de Tenkai havia dado certo.

Caminho livre, o grupo seguiu e logo descobriu que ambas passagem daria no mesmo lugar. O que eles não sabiam, era o que vinha a seguir, fazendo com que quatro integrantes começassem a perder o ar. E adivinhem? Tenkai foi um deles.

No começo foi algo estranho, o elfo olhava para o nada e se perguntava o que acontecia. Tentava respirar e nada de entrar oxigênio em seus pulmões. A coisa foi se agravando e o elfo começou a perder o equilíbrio e logo estava ajoelhado no chão e com sua mão no pescoço.

Logo o desespero foi tomando conta do elfo que começava a perder completamente a razão e instintivamente Tenkai começou a socar o piso do local com sua única mão. Dava murros repetitivos, cada um mais forte que o outro. O chão começava a ir quebrando a cada soco que era feito. No entanto ar que era bom não vinha. Mas pra alguma coisa aquelas porradas estavam servindo, tirando um pouco da concentração do desespero e a deixando mais focada na dor que começava a sentir no punho.

Enfim o elfo não sabia o que fazer e nem o que poderia ter sido. A dor agora seria sua amiga até que algo fosse feito.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

Mensagem por Frist em Qui Fev 13, 2014 10:43 am

Todos ficaram surpresos com a existência de tal criatura nesse esgoto e logo os balbucios de que atitude tomar começaram. A decisão de tentar acabar com ela e seguir em frente foi a escolhida, pois se algo assim existia ali, era provável que não houvessem mais armadilhas a frente. Solveig, o antigo prisioneiro dos imundos homens ratos se voluntariou para ir com uma tocha e sal, talvez arriscar sua vida para alguém que já estava fadado a se tornar uma daquelas bestas moribundas, talvez fosse um fim mais atrativo, pelo menos foi a assim que Lywan entendeu.

Em frente eles iam aos olhos de todos, até que o homem começou a tombar para as paredes, parecia perder as forças. Logo, Hayate que estava mais atrás, Tenkai e Lywan também foram perdendo suas forças. Lywan começou a sentir sufocamento, levou as m"aos aos pescoços mas não encontrou nada além da coleira e não era ela o motivo daquilo. N"ao conseguiu conter o instinto gritante do seu verdadeiro eu querendo sair, talvez ele resolvesse isso e começou a aumentar de tamanho, de joelhos seus pelos membros, garras e tudo mais se transformaram e o lobo se revelou, para seu azar aquilo só piorou o sufocamento.

No chão agora rolava para os lados e não sabia o que fazer, estava enxergando em borrões e nada fazia sentido, mal se lembrava de onde estava. Nesse desespero sabia que se não fizesse nada provavelmente apagaria, poderia dormir e não acordar mais e foi então que em um lapso de pensamento se lembrou de ter pego um sinto de poções. Com as mãos apalpou o sinto procurando pela poção de cura e assim que a achasse a beberia sem pestanejar, esperando para que seu pulmão se enchesse de ar e estivesse livre daquela situação.

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Re: [Comum] Uma Ameaça de Outro Mundo

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