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[Ficha] Rake Remont

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[Ficha] Rake Remont

Mensagem por Rake Remont em Sex Jul 29, 2016 9:15 pm



Dados Pessoais



Nome: Rake Remont
Idade: 25
Aniversário: 10/03
Sexo:  Masculino
Altura: 1,88m
Peso: 85Kg
Raça: Meio-Demônio
Terra Natal: Hylidrus (nascimento) / Takara (origem)
Lodians (L$): 0 L$
Nível: 1
Experiência: 0/1000
Habilidades Especiais: -x-
Skype: heimder (andredestefanimr@hotmail.com)




Aparência


Para um meio-demônio sua aparência é incrivelmente humana, tendo apenas seus olhos vermelho-rubi fendidos, os cabelos prateados e a usual aura de “não me toque” como indícios de sua natureza, isso por conta de sua mãe ser de uma espécie de demônios que possuía muitos traços humanos, as Succubus.

Possui corpo bem torneado e sem defeitos, sua pele é clara e, mantem seu cabelo em um comprimento médio ou curto, seu vestuário possui uma boa variação, mas tem preferencia a roupas com que se sinta bem ou que sirva para instigar atração feminina.

Mesmo sendo um meio-demônio, pode ser considerado belo dentro dos padrões humanos, outra característica herdada de sua mãe.



Personalidade


Preguiçoso, egoísta, irresponsável e promiscuo, ao menos é o que aparenta ser superficialmente, mas no fundo ele apenas segue suas próprias regras, fazendo aquilo que lhe trará maiores benefícios, desta forma ele nem é um paladino da justiça e tão pouco um demônio perverso, mas sim o meio termo com potencial para pender a qualquer um dos lados tais características muito provavelmente é influencias de seu próprio sangue.

Pode mostrar-se um aliado leal, ao menos para aqueles que provarem serem merecedores dela, e bastante calmo mesmo em situações adversas, talvez até faça uma ou outra piada a respeito disso, conhece seu sangue e o efeito que esse tem nas fêmeas, usa e abusa desta ferramenta em seu próprio beneficio.



Atributos



• Força Rank – D
• Energia Rank – E
• Agilidade Rank – E
• Destreza Rank – E
• Vigor Rank – D



História


Spoiler:
De um dos becos sombrios de Hylidrus surge à figura de um soldado bem afeiçoado trajando sua armadura que refletia a luz pálida das lamparinas que fugiam pelas janelas dos estabelecimentos noturnos, o elmo repousava em sua mão direita deixando a amostra sua face jovem de vinte e poucos anos, cabelos curtos castanhos e olhos verde esmeralda, cheirava a álcool e andava meio cambaleando, ele se chamava Baldric Remont e acabava de sair de uma taberna qualquer a qual nem ao menos merece ser lembrada, onde havia comemorado sua recente adesão às forças militares.

Quando, com alguma dificuldade, caminhava pela rua principal em direção ao alojamento onde estava hospedado, viu surgir a sua frente vinda de uma ruela uma dama de beleza embriagante de pele clara, lábios rosados, olhos azuis celestes e longos cabelos negros, ficou imediatamente congelado com sua beleza, não sabia distinguir se era apenas uma alucinação vinda de sua bebedeira ou se realmente a sua frente estava uma mulher de tamanha beleza, ela se aproximou mais do soldado e com voz melódica e ritmada e sussurrou em seu ouvido palavras que a embriagues impossibilitaram de serem compreendidas.

Sem muito pensar perseguiu a mulher pelas ruas e becos escuros de Hylidrus fascinado com sua beleza, quando os primeiros raios de sol inundaram a cidade, o jovem soldado acordava em um dos quartos da mesma taberna ao qual havia se embebedado no dia anterior, apenas de ceroulas, cansado e com dores de cabeça terríveis, sua armadura e roupas estavam espalhados pelo chão do quarto e a ama era tão dura que sentia como se tivesse dormido no chão, levou alguns minutos depois de desperto para por em ordem seus pensamentos para só então de fato levantar.

Passaram-se vários dias, suficientes para o jovem esquecer-se completamente de sua noite de farra, mas suas memorias retornaram junto à outra noite, como se houvesse escutado as suplicas do soldado, eis que seus caminhos cruzam novamente e enfim Baldric pode perceber que não havia sido delírio. Desta vez sóbrio, pode lembrar-se de tudo, do passeio noturno, das juras de amor sem fim e da noite de paixão, para no raiar do dia seguinte acordar da mesma forma como da primeira vez, em um quarto de alguma taberna qualquer sozinho com suas vestes espalhadas pelo quarto.

Os encontros noturnos continuaram, a principio apenas há reencontrava vários dias depois, porem os encontros foram ficando cada vez mais corriqueiro até tornarem-se diários e rotineiros, e com o contato diário finalmente o soldado pode descobrir o nome de sua amada, Helana.

O casal então consuma seu amor e passam a viver junta em uma humilde casa de madeira com telhado de palha nos subúrbios da capital, poucas semanas passaram-se até descobrirem a gravidez de Helena, motivo esse de alegria a Baldric, já havia até escolhido o nome, Rake, simples porem forte, porem a bela dama não parecia desfrutar da mesma empolgação de seu marido.

No dia do nascimento com a parteira gritando “demônio” e correndo por sua vida para fora da cabana dos amantes, a criança apesar de normal e saldável, havia nascido com olhos fendidos e vermelhos, suficientes para espantar a velha parteira.

Baldric então descobriu a verdade sobre a própria esposa, ela era um demônio que através de um feitiço de ilusão conseguia aparentar-se humana, a aparência real de Helena não era tão diferente da ilusão quanto o soldado poderia imaginar, isso por que ela se tratava de uma Succubus, demônios que dependem da energia vital de humanos para sobreviver, e dentre as criaturas sombrias, era uma das que mais se aparentavam com os humanos.
A pele de helena era de um tom azulado bastante claro, seus olhos eram fendidos, vermelhos e brilhantes, possuía um par de chifres curvos em espiral que lembram de animais da família dos carneiros, um par de asas membranosas cuja envergadura era cerca do dobro da altura da Succuus, unhas compridas e afiadas que lembravam garras e uma calda reptiliana fina, que estendia-se até o meio das panturrilhas, todo o resto era exatamente igual a sua projeção ilusória, continuando atraente mesmo com suas características demoníacas.

Baldric não aceitou os fatos de imediato, porem os sentimentos que acumulou durante todo aquele tempo foi mais fortes que as diferenças, mas havia um problema, não era por que ele aceitava que os demais aceitariam tão facilmente, não demorou e o jovem casal começou a sentir na pele a intolerância e agressividade de um povo que ainda não havia esquecido completamente dos eventos da guerra, mesmo não havendo agressão, era claro a insatisfação pela presença de Helena naqueles domínios.

Só havia um lugar onde poderiam recorrer, onde poderiam recomeçar e voltar a ser uma mera família feliz, Takaras, abandonando tudo para trás o casal e seu primogênito iniciaram suas próprias aventuras em busca de um porto seguro, já próximos ao deserto que separava os dois reinos, o casal foi atacado por um pequeno grupo de ladrões, que levaram seus pertences e a cabeça da Succubus como “premio” pela pilhagem, deixaram, no entanto, Baldric e seu filho que mal tinha quatro meses a própria sorte no meio daquele deserto, com poucos recursos para sobreviverem ao fim de sua jornada.

Apesar de todas as dificuldades, o jovem soldado finalmente chegou a seu destino, estabeleceu-se na sombria capital de Takaras onde abriu uma pequena venda de joias e pedras preciosas de onde tirava o sustento para cuidar de seu único filho. Mesmo em um ambiente tão soturno Rake cresceu bem e vivia uma vida feliz e tranquila ao lado de seu pai, vez ou outra perguntava sobre sua mãe e Baldric não fazia questão de esconder nada, nem mesmo a forma cruel com o qual ela morreu, ensinou-lhe também como manejar uma espada, para que pudesse se defender em meio a uma necessidade.

Aos 17 o jovem Rake já ajudava seu pai em sua loja, estava destinado a cuidar dos negócios da família e a ter uma vida tranquila, até o dia em que ele saiu em uma viagem, falando a seu filho que se tratava de negócios e que deveria estar de volta em uma semana, que o jovem deveria cuidar da loja nesse meio tempo, porem ele não retornou.

Abandonando os negócios da família o meio-demônio começou a procurar pistas do paradeiro de seu pai, o que o levou a abandonar sua antiga vida e a se tornar um mercenário, porem tudo era vago e pode descobrir apenas o motivo de ter feito aquela viagem, um suposto pingente com a forma da cabeça de um lobo, lembrou-se de histórias antigas contadas por seu pai de sua mãe possuir tal joia, seu novo estilo de vida ajudou a alimentar sentimentos de vingança, desejando um dia dar o troco pelo que ocorreu a sua mãe que nem havia conhecido direito.

Rake Remont

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