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[Clássica] O culto da névoa oculta

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[Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por NT Fate em Sex Mar 25, 2016 5:43 pm

Notas:

  • Sejam coerentes e sigam seus personagens como sempre deve ser feito
  • Fiquem atentos a metagame, serei severo nesse caso e no caso de Godmode
  • Prazo será 7 dias após o primeiro a responder o post do narrador
  • Se divirtam e qualquer dúvidas, sugestões e/ou críticas é só falarem comigo




Jogador: Mikael.O.V
Personagem: Mikael Ogam Vorrare
Raça: Humano
Vantagens e Desvantagens importantes: Aptidão para armas em geral; Vulnerável a maldições, podendo se torna uma raça impura.

HP: 100%
MP: 100%
Equipamentos: -x-
Observações: -x-



Jogador: Praquenome
Personagem: Arkin Cerbur
Raça: Meio-Demônio
Vantagens e Desvantagens importantes: Resistência elevada a magias das trevas, Recuperação acentuada a ferimentos, podendo resistir a feridas letais; Aura maligna, causando medo e desconfiança aos demais.

HP: 100%
MP: 100%
Equipamentos: -x-
Observações: -x-



Jogador: Gregar
Personagem: Gregar Walker
Raça: Possuído
Vantagens e Desvantagens importantes: Força acentuada, principalmente na forma demoníaca, Transforma-se por vontade própria ou por emoções extremas, Resistência à dor, podendo continuar lutando mesmo gravemente ferido; Uma vez na forma demoníaca, perde-se o controle entrando em estado de frenesi, permanecendo assim por no mínimo 3 rodadas.

HP: 100%
MP: 100%
Equipamentos:
1x Sabre Pirata,
1x Armadura leve de couro comum
1x Cantil de água
1x Bolsa de viagem simples
1x Mascará Misteriosa
Observações: -x-



Jogador: Knock
Personagem: Ho
Raça: Meio-orc
Vantagens e Desvantagens importantes: Força Bruta, dano ligeiramente acentuado, Aptidão para armas em geral; Tendência maior a ser corruptível. (Envolve ganância, inveja e semelhantes).

HP: 100%
MP: 100%
Equipamentos:
1x Conjunto completo de armadura leve, lvl 2
1x Uma espada longa lvl 2
1x Uma espada curta lvl 2
1x Um colar de Hellhound.
Observações:  -x-


Última edição por NT Fate em Sex Mar 25, 2016 5:50 pm, editado 2 vez(es)
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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por NT Fate em Sab Mar 26, 2016 1:39 am



Taverna do Bixo-grilo, esse será nosso palco inicial para o que está por vir. O lugar não é nada muito luxuoso, mas também não é nada muito esfarrapado, sua estrutura é toda feita de madeira de carvalho branco, possui dois andares, sendo o primeiro a taverna e o segundo uma hospedaria. A taverna possui dois ambientes, logo que você entra pelas portas que rangem sempre que alguém passa por elas, daquelas que abrem para ambos os lados e mais parecem estar ali por enfeite do que qualquer coisa, você se depara com um hall cheio de mesas retangulares e compridas, com bancos de ambos lados e cadeiras nas pontas menores, elas costumam estar sempre alinhadas em duas fileiras com 3 mesas cada, nessas cabendo até 10 pessoas cada lado. Do lado esquerdo o bar grande com o balcão de madeira úmida e o casal receptivo, Pedro Gordo e Judite, ele gordo, alto, de pele super branca e cabelos ruivos curtos, seu rosto repleto de de sardas e um sorriso largo estampado na cara. Ela, gordinha também e de pele branca como leite, seios volumosos e cabelos loiros trançados atrás da cabeça, ambos juntos sempre davam um ar receptivo ao lugar.

O segundo ambiente ela mais aconchegante, uma enorme lareira que sempre ficava acesa, um tapete de urso a sua frente e varias poltronas forradas com peles de animais rodeavam essa espécie de sala, nas paredes dos lados tem bancos como os das mesas, no canto ao fundo a esquerda há um espaço com um piano velho, uns tambores e um instrumento de cordas, ao que parecia aquele lugar deveria estar sempre cheio, pelo ambiente que oferecia, talvez toda a cidade costumasse passar suas noites ali em clima de festa. Porém, no canto ao fundo da direita, o ponto de onde dava para ver todo o lugar, há uma poltrona de madeira, forrada com pelagens pretas e sobre ela um enfeite com as galhadas de um alce, chamam tanta atenção quanto o penetrantes olhos de Judite. Ali sempre jaz um velho decrépito, quando digo sempre... acredite, ele SEMPRE está ali, tanto que parece fazer parte da decoração. Sua carranca é quase sempre a mesma e parece não mudar, salvo pouquíssimas exceções, sua pele parece cascas de um Salgueiro de mil anos e muitas vezes parece que ele nem respira, dizem as más línguas que ele deve ter centenas de anos e ficou louco, porém pode ser um rio de sabedoria.



velho:







Nessa bela noite em que estamos, quatro figuras muito peculiares se encontram nesse lugar, sentado em uma poltrona perto da lareira jaz um rapaz bem trajado, com uma enorme cartola na cabeça, pernas cruzadas e sorriso misterioso no rosto, esse seria Mikael. Ao canto perto dos bardos tocando está um homem com uma armadura de couro, seus cabelos são pálidos, mas não de idade, vai saber o por que disso, só não são mais diferentes do que seus olhos vermelhos e... desumanos, um sorriso estampado no rosto e apreciando a cantoria, esse é Gregar. Nas mesas estão os outros dois, dos quatro escolhidos protagonistas dessa história, Ho ocupa três lugares com todo o tamanho daquele meio-orc, mal dava para perceber que era miscigenação entre um humano e um orc pelo seu porte, trajava também uma armadura de couro e suas espadas estavam encostadas na parede a cerca de um metro dele, a sua frente, espremido entre dois gordos idênticos, ao que pareciam eram gêmeos, estava Arkin, suas asas a suas costas podiam chamar atenção, mas naquele lugar, não parecia haver preconceito quanto a raças, seus cabelos negros e longos escondiam um pouco seus olhos também avermelhados, sua roupa acabava por ficar meio amarrotado por estar daquela maneira, mas nada que uns tapas não arrumassem.

Esses são os quatro e aqui é o ponto inicial dessa história, fiquem atentos pois essa noite guarda surpresas para cada um deles
.



Orientção:
Podem fazer um flashback de como foram parar ali se quiserem, seria legal isso, não precisa ser nada muito elaborado, mas também vai de vocês se farão ou não. Dica, usem sempre o cenário aseu favor, fatores importantes estarão espalhados nas cenas sempre. Busquem a interação nesse post, pode ser entre vocês ou com os demais da taverna, isso depende de vocês, os motivos de estarem ali fica a cargo de vocês também, NÃO esqueçam de colocá-lo.

De resto, espero que se divirtam e bem vindos!

PRAZO: 02/04

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Knock em Dom Mar 27, 2016 7:54 pm

Quando deu tudo errado no dia de um mercenário, de um soldado ou de um guerreiro e se que esquecer das coisas ruins mesmo que momentâneamente, costuma-se ir a taverna e beber alguma coisa com alguma quantidade de álcool e assim ficar feliz, acabar o dia e encarar outras coisas nos dias que sucedem o desperdício de dinheiro na bebedeira e com algumas mulheres...

Eu não bebo, nem provei muitas vezes para ser sincero, mas ir a uma taverna era uma prática bem comum nos meus dias de merenário acompanhando meu antigo mestre/tutor. Iamos sempre. Falar nada com nada, sorrir, brigar como as crianças brincam... Só para descontrair e relaxar os músculos de um dia de trabalho árduo, mas eu não bebia.

Então nem pergunte quando, onde ou como. Quando se é um mercenário, as coisas se baseiam em missão e outra missão. Só lembro que o dia tinha sido escroto e eu estava lá. Agora sozinho. Buscando talvez um sentido naqueles bancos que eu ocupava. Naquele local simples. Ao lado de bardos que cumpriam bem a função, embora uns nem se importassem com a presença deles, mas com certeza se importariam com a ausência. Eles tornavam cheia a alma daquele lugar e ajudavam a soltar minha tensão.

Fiquei ouvindo tudo e pedi alguma coisa para beber. Sim. Tinha vontade de provar de um tal de hidromel, mas nem sabia se tinha tanto álcool. Pedi e fui bebendo. Sentindo o gosto. O gosto. Gosto. Sei lá. Só sei que não desperdiçaria meu dinheiro e beberia aquilo até o fim. Virei de costas e vi meio longe uma figura conhecida. Ele estava com olhos vermelhos. Não lembrava dele com aqueles olhos... Talvez estivesse fazendo algo suspeito, mas quem se importa!?

Estava entediado, então fui até levantei e fui até ele (Gregar) e disse:
--e aí, cara. Há quanto tempo!?-- Nem éramos íntimos, mas só de trocar umas palavras já seria legal para passar o tempo.




>Off: Vamos começaaaar!O/ uhuuu!<

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Itens novos: Armadura leve completa do exército de Hylidrus lvl2; uma espada longa e uma curta, ambas lvl 2 e um colar de Hellhound.

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Gregar em Dom Mar 27, 2016 10:23 pm

Era finalmente a hora! Em algumas poucas semanas teria todos os cães reunidos de volta! Um apelido carinhoso para aquele bando era claro. Ainda odiava a ideia de carregar um bebe pelas cidades, mas naquela noite? Naquela noite estava livre daquele peso maldito! Uma ama de leite e alguns punhados de prata eram o bastante para me ver livre enfim da criança! Poderia curtir enfim uma ultima noite e então viajaria para junto daqueles homens e tomaríamos o que era nosso. Não diria que era por direito, acreditava ser mais como sendo nosso por simples e pura ganância. Posso atestar como sendo o maior juiz do mundo, se pensa que gafanhotos são pragas a sua colheita, mal sabe o que fazem os lobos famintos. E em semanas estaríamos famintos atrás do poder que já deveria ter como sendo meu!

Por hora bebia! Bebia e batia o caneco em ritmo com a música. Gargalhava e ria com a espada ganha a tira colo. Também tinha pendências com aqueles piratas, quem sabe em um futuro próximo os reveria? Bebia aquelas memórias também, a elas e a tudo que havia acontecido desde então.  Nunca mais havia sido o mesmo, pelo menos não desde o ritual onde eu e Kenna nos tornamos um único ser. Engraçado pensar nisso, mas não éramos exatamente um. Era quase isso, como um bebe siamês. Achava engraçada pensar nessa comparação ainda mais na situação em que estava.

Pro inferno com comparações! Era hora de beber e cantar! Garantia a todos que era muito mais barulhento que a maioria daqueles a minha volta. Talvez fosse isso que chamava aquela figura antiga e já conhecida. Vermelho era sua cor e seu nome era Ho! O meio-orc que havia visto ao que me pareciam ser anos! Observava-o como sendo o mesmo de sempre, já eu não podia dizer o mesmo. Agora o cabelo tinha uma mancha de um negro azulado, meus olhos se tornaram mais escarlates do que nunca e o surgimento da tatuagem em forma de cruz que carregava na testa, só não era mais surpreendente do que o par de chifres que passavam a crescer às têmporas, e as orelhas e presas mais fiadas e alongadas. O antigo Gregar lembrava um humano estranho. Como sendo o novo eu, poderia facilmente passar-me como um meio-demônio. Apoiava o peso nos pés e abria os braços em cumprimento.

- Ho! O encarava momentaneamente, alguém com a força do orc sempre é bem vindo como companhia.  - E acho que foi o único de nós a trocar de rosto nesse meio tempo. Gargalhava destacando as diferenças do novo corpo. - Mas diga, o que faz em um fim de mundo como esse? Podia jurar que tinha uma carta de recomendação à guarda branca em seu nome. Também acabou sendo expulso?  Brincava com o destino que aquela figura deveria ter tomado.


Parceiro só destacando que essa campanha vou começar já como se o primeiro uso da nova HE já tivesse sido feito ( Gist of Two Souls). Sendo assim o Gregar não é mais o Gregar tanto em aparência quanto em atributos e um cado da personalidade, o que pretendo editar tudo na ficha depois quando acabar a aventura in-game em que estou, mas como preciso mandar os novos atributos inalteráveis da versão Gregar, eles são esses:

Obs: O Gregar na forma atual é completamente horrível usando magia ou em qualquer senso parecido. Então HEs diretamente mágicas são travadas nessa forma.

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Mikael.O.V em Seg Mar 28, 2016 2:57 am

A passos lentos deixava os restos daquela carroça de bandidos. Ladrões da mais baixa classe, amadores, vândalos, vagabundos... e esses são apenas 1% de tudo que aquele taverneiro havia dito em relação a eles. Mais cedo naquele dia, havia visitado aquele local e pedido um chá. Após muito deboche e gargalhadas do ''Amável'' Pedro, ele havia dito que se por algum acaso Mikael trouxesse de volta o dinheiro roubado, ele serviria o ''chá'' que ele tanto gostaria o resto da noite.

Obviamente Pedro estava apenas brincando, e apenas um chá não valeria todo o trabalho de trazer de volta aquela bolsa de moedas.
Mas ver a reação dele ao ver a bolsa de moedas logo acima do balcão naquela mesma noite... não tinha preço que pagasse aquilo. Um misto de alegria pelo retorno do dinheiro, raiva, surpresa e uma pitada de ''terei que cumprir a promessa'' causava um conflito tão grande em seu rosto que parecia que ele ia travar a qualquer momento.
''Toma essa, eu vou ficar aqui a noite inteira e fazer você me servir chá o tempo todo só por ter zombado da minha cara, seu gordo imundo e Imbecil''
- Não se preocupe, não ficarei muito, mas aguardarei meu chá em frente a lareira. Obrigado -
''Essas minhas boas maneiras ainda vão me matar uma hora...''
Observava todos chegarem, mantinha os olhos atento a tudo e a todos, desde as mesas, e até as portas, ouvia os homens que acabaram de se cumprimentar após um tempo já ali.

Pediria para a Garçonete buscar seu chá, devagar aproveitava sua quente bebida que convenhamos... não era lá algo muito bom.. e parecia até que ele tinha cuspido um pouco na hora de preparar mas... o verdadeiro gosto desse chá não estava nele em si. Saboreava ele mantendo o mesmo sorriso de sempre, observando o velho estatua vez ou outra, algo realmente.... chamativo e estranho para ele que se mantinha sóbrio a todo tempo, mas não tinha muito com o que se preocupar ali além do fato de um dos dois ladrões fracassados aparecer por Mikael ter matado seu colega na hora de pegar de volta o dinheiro de Pedro.

Enquanto bebia o ultimo gole de seu chá, em sua outra mão livre agora havia  pequenas borboletas negras balançando as asas lentamente como se estivessem repousando em seus dedos. Elas então levantam voo, e naquela altura, 99% das pessoas dali estariam ocupadas ou bêbadas o suficiente para nem notar 3 borboletas voando pelo bar, e mesmo se notarem... bem.. não dariam muita importância. Elas voariam até a porta e ficariam na parte de cima da passagem dela, paradas agindo como.. insetos normais. E seria uma pena se essas pequenas borboletas fossem atraídas pela nuca de um ladrão sedento por sangue que por algum acaso poderia entrar por aquelas portas a qualquer momento.

Olhando ao redor pra ter certeza que ninguém havia notado nada, ele apenas vê todos bebendo bem alegres, sentia até falta de toda a bebedeira que passava com ela... o gosto do hidromel....
''Caramba, ao contrario do chá.. a bebida realmente parece muito boa. Acho que beber uma ou duas canecas não vão fazer mal algum.''
Chamava a garçonete e não demorava para que ela chegasse e ele a cumprimentasse erguendo a cartola um pouco.
- Mais uma xícara de chá por favor senhorita. E se puder pedir para ele não adulterar minha bebida novamente eu agradeceria muito...-
''Eu me odeio''




Habilidade usada
Nome:Last Whispher
Nível: 1
Descrição: O personagem nasceu atribuído com magia de trevas. Seu principal poder é uma magia até que simples, seu objetivo é a ofensiva, e apesar de não ser muito poderosa individualmente, se usada corretamente e em boa quantidade ela é be efetiva. O personagem pode conjurar pequenas borboletas negras/roxeadas de energia, estas não fazem barulho. Sua função é simples: Explodir.
O usuário pode controlar a quantidade de borboletas que pode conjurar assim como quando elas podem explodir, quais explodir e os movimentos delas.
A explosão criada pelas mesmas não são grandes, um dano leve de explosão na área de efeito. Para melhor visualização, as explosões conseguem criar um raso e pequeno buraco num chão de terra, são pequenas armadilhas flutuantes e moveis que o personagem criou para combinar seu jeito traiçoeiro e estratégico com seus poderes.
Efeitos: Cria pequenas borboletas feitas de energia das trevas que funcionam como armadilhas ou para ofensivas diretas. Elas podem tanto ficar no ambiente esperando para explodirem, como serem "jogadas" direto contra um alvo. A quantidade máxima de borboletas criadas é de 3xRank de Energia do usuário, quando usadas como armadilhas elas ficarão ativas por até 4 turnos antes de desaparecem por completo, caso não sejam detonadas nesse meio tempo, ou caso o usuário se afaste demais delas. O dano delas é baixo, até 5% cada uma, a depender da área atingida.
Custos: 1% para cada uma.
Duração: 4 turnos para armadilha, instantâneo ataque direto.
Tempo de Conjuração: instantâneo
Alcance: Até 20m
Área de Efeito: Alvos múltiplos/único.

_________________

(Ficha na Imagem)
Força: E
Energia: C
Agilidade: D
Destreza: F
Vigor: F
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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Praquenome em Sab Abr 02, 2016 5:00 pm

Uma pessoa sem dinheiro não compra nada, certo? A maioria das pessoas perguntaria para mim o seguinte: "o que você faz numa taverna sem grana, seu vagabundo!?" Bem, nem mesmo eu sei direito.
No início da tarde eu cheguei nessa cidade, sem nada para fazer, sem nem um tostão, quando eu me deparei com essa taverna. Eu olhei um pouco para o estabelecimento, perdido um pouco nas minhas próprias lembranças, e por pura nostalgia resolvia entrar no local. Taverna Bixo-grilo, um lugar realmente bem cuidado. Simples, porém aconchegante para os viajantes cansados e com vontade de beber um bom hidromel, pelo que vi. Eu passei por algumas mesas e me sentei em uma aleatória, onde eu fiquei parado um bom tempo, onde fiquei me embriagando com memórias nostalgicas de um passado em que eu podia encher a minha cara todo dia de graça com um grande amigo, mais ou menos até agora. Apesar de eu ser um beberrão, eu sei os meus limites, e já tinha percebido que se passou um bom tempo comigo paradão, apenas encarando o nada. Já tinha me embriagado de mais com a grande nostalgia do passado, e era hora de sair do lugar. Não sem antes reparar no que os gordinhos gêmeos fizeram com a minha roupa.
Putz, gordos filhos de uma p***, não sabem nem beber sem estragar a roupa dos outros! Droga, eu tentava meio que sair de entre os dois sem estragar mais as minhas vestes, encarando os dois. Saindo daquela situação, eu arrumava a roupa com alguns tapas, e ia me infurnando por entre as mesas até a saída, não sem antes reparar no homem caquético que se encontrava parado no meio da cena. Realmente ele se destacava de todo o cenário da taverna. Enquanto todos estavam bebendo com aquela música animada que os bardos estavam tocando, ele ficava lá, paradão que nem pedra.
Bem, depois de observar o velho me dirigia para saída do local, não tinha muita coisa para eu fazer aqui sem nada de lodian.
[OFF] Aos 45 do segundo tempo, mas tá aí!!! [ON]

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• L$ - 2000

* Equipamentos - Machado nivel 2; Adaga nivel 1

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EN=F
AG=E
DE=E
VI=C

" A dor é passageira, a glória é eterna."

FICHA - http://www.lodossrpg.com /t958-ficha-arkin-cerbus#11792

H.E - www.lodossrpg.com/t959-h-e-arkin-cerbus#11793
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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por NT Fate em Ter Abr 12, 2016 2:56 pm


O sol já estava dormindo a algumas horas e os ânimos aumentavam junto da batida dos bardos e dos canecos na madeira velha e úmida das mesas. Junto das chamas sibilavam as borboletas purpuras de Mikael, que pareciam tão leves como o ar enquanto pairavam até o batente superior da porta de entrada enquanto ele saboreava aquele chá deveras "caprichado" que recebia, uma após o outro. Vez ou outra ele observava o velho no canto sentado, ele não esboçava reação nenhuma na maioria das vezes, porém após as borboletas, algo mudou, em um momento Mikael o olhou e ele continuava la parado apenas arfando o ar, mas logo após um segundo em que ele deu uma golada, pode jurar que o velho o encarava como se olhasse para a sua alma, mas da mesma forma que aquilo aconteceu, em um piscar de olhos ele já estava de volta a sua postura normal com olhos perdidos no ambiente.

Não muito longe dele, Gregar cantarolava, bebia e ficava perdido em seus pensamentos e predições, até que a enorme sombra rubra se aproximou dele e o cumprimentou, realmente ele havia mudado bastante ao ponto de Ho se surpreender em ainda conseguir reconhecê-lo, mas finalmente o Orc parecia sair de seu tédio com aquela companhia. Era uma dupla bem distinta e há quem achasse estranho eles, ao ponto de se afastarem deles.

Arkin por sua vez não parecia ter a melhor das estadias onde estava, realmente suas roupas estavam passando por maus bocados a vista de quem tenta se trajar bem, se espremendo e sem falar nada ele conseguiu se livrar daquele aperto e tentou recuperar a dignidade de suas vestimentas que agora ostentavam algumas marcas de amassado e então começou a se dirigir para a saída. Vamos tomar aqui uma pausa, tudo isso estava ocorrendo ao mesmo tempo, nada muito incomum para uma taverna, mas é agora que as coisas estavam prestes a mudar para estes sortudos aventureiros, se é que posso chama-los de sortudos e não de azarados... Bem isso nós ainda veremos.


Enquanto Arkin se dirigia para a porta, Pedro Gordo se aproximava dele ao ponto de pará-lo pelo ombro com sua mão pesada, do outro lado do cômodo Mikael pode ver o velho levantar a cabeça e um sorriso macabro e medonho se formar em seu rosto. Pedro Gordo e Arkin estavam bem a frente da porta quando a música parou repentinamente e um som vindo de fora tomou conta do silêncio que se estabeleceu. Era algo um tanto surreal e uma névoa densa e que parecia ser até mesmo palpável se estendia por alguns centímetros porta a dentro como pequenos tentáculos, todos os olhares se voltaram para a entrada e ao som da porta rangendo ao se abrir. O semblante de um homem grande, trajando uma espada de duas mãos nas costas e uma armadura de cota de malha surgiu e parecia sair de uma mão feita pela névoa, escapando pelos dedos dela e então, após dois passos caiu ao chão e todos puderam ver que o homem que aparentava ter porte grande e forte, parecia mais alguém que estava morrendo de fome, seu corpo estava murcho, ele respirava com dificuldade, como se sua energia vital tivesse sido sugada para fora do corpo.

- GAHAHAHAHAHAHAHAHA GHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! - Aquela gargalhada medonha e estridente vinha rompendo o silêncio instaurado, era o velho no canto que fez todos os corações ali quase pularem para fora de suas bocas, aparentando ser realmente insano.

- Você tem de parar com isso, velho maldito! - Respondia Pedro Gordo balançando a cabeça negativamente enquanto ia fechar a porta. - Bem pessoal... Deu o horário, agora ninguém mais entra ou sai da taverna a não ser que queriam enfrentar seja lá o que fez com que esse homem chegasse a esse ponto! Estarei preparando os quartos lá em cima e as beliches para aqueles que forem querer dormir ainda hoje! Caso contrário, deem mais vida a esse local bardos! -

A maioria das pessoas ali dentro pareciam ser locais e simplesmente voltaram a fazer o de antes de todas aquela cena, como se nunca houvesse acontecido. Ao que parecia Pedro Gordo havia parado Arkin, já sabendo o que acontecia ali e apenas quatro pessoas mostravam desconhecer aquilo, Gregar, Ho, Arkin e Mikael. Por cerca de meia hora tudo ainda parecia normal, Pedro levou o homem para cima e logo após ele foi sua mulher levando uma grande tigela de sopa, pareciam já estar acostumados com aquilo. Foi então que o velho começou a se levantar de sua cadeira e enquanto andava tão corcunda quanto um ser humano podia ser, seguiu lentamente para a lareira, aquilo prendeu os olhos de Mikael e de Gregar que nesse momento nem parecia ouvir mais a música que estava sendo tocada perto dele, ambo não conseguiram fazer nada além de observa-lo naquele trajeto e então aquele velho homem que passava a impressão de que suas juntas rangiam ao se mover, olhou para os dois com aquela cara de doido, ergueu a mão parecendo segurar algum tipo de pó e o jogou na lareira, o pó entrou em combustão insanamente rápido e promoveu um clarão que tomou conta do lugar, isso foi a última coisa que tanto Mikael e Gregar, quanto Ho e Arkin viram naquela noite.


Todos os quatro acordavam agora num quarto com duas beliches, Arkin e Ho despertavam embaixo e Mikael e Gregar nas camas suspensas, tudo estava escuro e não havia nenhuma luz, apenas os raios da lua que entravam pelas frestas das madeiras e pela janela, porém não era possível enxergar nada do lado de fora, tudo estava tomado pela névoa e um grito feminino foi ouvido do lado de fora e um choro de criança se afastando aos poucos.



OFF: +50 xp pra cada pelo meu atraso, podem adicionar a suas fichas. O prazo será de sete dias após o primeiro post de vocês, mas eu realmente espero que possam postar antes disso, as coisas só vão começar a ficar mais interessantes a partir de agora, por isso adiantei um pouco as coisas na taverna. Dúvidas me mandem PM ou me chamem no skype pra quem já me tem. o/

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Knock em Qui Abr 14, 2016 11:21 am

Aquele cara estava bem diferente. Não sabia como mudara tanto dentro de um pouco mais de um ano, mas não era uma coisa muito incomum na ilha. No tempo que passei trabalhando pelos cantos vi várias coisas difíceis de acreditar, sendo que aparência sempre é uma das primeiras coisas a mudar e poucas vezes são muito significantes.Talvez o tenha reconhecido pela voz e por estar ao redor de outros, via que o plano de unir um bando estava finalmente evoluindo por mais que eu não cresse que ele conseguiria algo dessa magnitude em Lodoss... Talvez o continente fosse a melhor opção, mas não era da minha conta... Pelo menos por enquanto.

Eu não podia revelar o que estava fazendo. Segredo?! Porque não? Mas os dias não eram fáceis mesmo, então como resposta, sorri e disse – O meu progresso está como o teu – Sorrimos e tentei me enturmar um pouco. Éramos amigos?! Lógico que não, mas era um rosto conhecido e dar um tempo ali seria melhor que ver o movimento das mãos dos bardos e os bebados falando mais mentiras.

Eu estava distraído até que um cara entrou no estbelecimento saído de uma névoa e alguma coisa mais aconteceu. Alguns ficaram olhando, outros não deram importância – nesse último me enquadro --, pois eu estava era cansado de problemas naquele momento. Para que me envolver em outro.

De repente lembrei de missões passadas, bateu uma melancolia. Efeito daquela porcaria de álcool?! Tão rápido e sem graça. Lembrei da escuridão e uma luz do nada cercou a Gregar e me engoliu e... – Que merda foi essa?—

-- Que merda foi essa?!—Foi  a primeira coisa que pronunciei quando acordei e levantei dando de cabeça num negócio de madeira. Estava tudo escuro, procurei a espada, ouvi um grito de mulher e de criança e pensei “nunca mais bebo na minha vida”. Será que eu tinha apagado por causa daquela coisa?. Chamei baixo por alguém –Alguém aí? Alguém aí? – Eu estava meio confuso. –O que está acontecendo?—Foi a última coisa que perguntei antes de tatear o lugar onde eu estava e tentar me levantar sem bater em muitas coisas

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Praquenome em Sab Abr 16, 2016 4:21 pm

Calmamente eu me dirigia em direção a saída, depois de me livrar daqueles dois gordos que amassaram toda a minha roupa. No caminho eu tentava ajeitar o melhor possível, mas meus esforços eram em vão, a gordice deles fora forte demais para as minhas vestes. Um "eu mereço" era dito por mim num tom quase inaldível, e com o som dos bardos se tornou absolutamente nada. Bem perto da porta, alguém me segurou pelo ombro. Eu virei me rosto para atras e vi: o terceiro gordo queria amassar mais ainda as minhas vestes! Mesmo Pedro Gordo sendo o dono da taverna, me escapuliu por alguns breves segundos uma careta de desprezo, antes da porta ser aberta por um brutamonte... Que merda!? O cara era totalmente moído, não tinha como usar aquela armadura! E aquele velhote rindo? Qual é a dele?
Pedro Gordo escreveu:Bem pessoal... Deu o horário, agora ninguém mais entra ou sai da taverna a não ser que queriam enfrentar seja lá o que fez com que esse homem chegasse a esse ponto! Estarei preparando os quartos lá em cima e as beliches para aqueles que forem querer dormir ainda hoje! Caso contrário, deem mais vida a esse local bardos!
A pricípio eu ia ignorar o que o dono do estabelecimento disse, eu não era o tipo de meio-demônio que fica com medinho de nevoa! Mas quando eu coloquei a mão na porta, eu repensei a minha atitude. Dei uma olhada para o magricela que saiu da névoa, olhei para o chão tentando criar um pouco de coragem. Nah, melhor não!
Quando eu me virei, um clarão veio para cima de mim! Que merda foi essa?!
Acordei numa cama com meus olhos esbugalhados, com gritos do lado de fora, foi tudo um sonho e eu ainda estou em Takaras? Não, o lugar era diferente, o que aconteceu afinal? Ouvi um "alguém aí" bem baixo e respondi baixo também Quem é você? Onde eu estou? Eu me levantava tentando fazer com que meus olhos se acostumassem com a escuridão do local, depois daquele clarão dos infernos! Sei lá o que está acontecendo, eu pensei que você soubesse!

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Mikael.O.V em Sab Abr 16, 2016 9:26 pm

Tudo aquilo aconteceu rápido de mais. A nevoa misteriosa, o homem gigante caindo feito boneco semimorto, o aviso de Pedro e então o mais estranho e assustador de todos. O velho-estatua criando vida. Como se não bastasse a risada de quem sabia o que ninguém sabia, podia ter jurado que ouviu um ranger de alguma coisa quando ele começou a se mover.... mas era apenas a mesa de um qualquer que mexia de mais ali.

Era até engraçado. Todos agiam com normalidade mesmo diante a cena mais esquisita de todas estar acontecendo: O velho se mexer. Ficou olhando ele ir até a lareira, e puf... quando se deu conta.. tudo estava escuro. Sentia estar deitado numa cama, que só descobriu que eram beliches quando foi sair da cama e caiu no chão. Ouvia outros ali junto dele, estava escuro e não conseguia ver quem era. A luz entrava pelas frestas do local dando uma fraca iluminação para o quarto, das janelas era impossível enxergar um centímetro a fora, mas não fora ela que chamou sua atenção. Os gritos e o choro que ouviu logo em seguida o pegou de surpresa.

''Uma Dama? E parece estar em perigo!''

Tateou a mão na cabeça para ver se estava com sua cartola, se não estivesse a procuraria próximo pois possivelmente ela estaria ali em volta ou na própria cama. Se movia rapidamente e num desespero bem claro até. Pouco ligava para os outros que tentavam conversar, não tinha tempo para ficar se apresentando ou perguntando o que é que aconteceu. Foi na direção de onde vinha os gritos, meio cauteloso por onde pisava e com os braços a frente para ver se esbarrava em algo. Julgando estar num quarto por causa da cama, tentou procurar a porta e abri-la. Se estivesse trancada, nada que uma de suas borboletas na maçaneta não resolva. Iria sair dali o mais rápido possível e ir ver a garota em perigo. Sem contar que ficar num quarto com 3 homens não é lá uma situação muito agradável, mesmo em camas separadas. Preparado com algumas borboletas escondidas na palma de sua mão ele apenas sairia do quarto e ia atrás do suposto ''perigo''.

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Gregar em Sab Abr 23, 2016 11:06 am

Sabe de uma coisa? Estava bêbado! Cagava para a aparição do velhaco com sua magia bizarra. Afinal, desde quando magia é algo normal? Um truque como mudar de forma para assustar desconhecidos é algo banal de onde venho. Nevoa que aparece magicamente e mata os outros é igualmente clássico. Sabia dessa ultima na própria pele. Ninguém poderia estranhar que era um dos poucos que erguia seu caneco e gritava juntamente da música. Era um dia de festa! Pro inferno com tudo aquilo de ruim que poderia acontecer! Tinha minha espada a tiracolo, música em meus ouvidos, e bebida em minha barriga. Faltaria apenas uma mulher para aquela ser uma noite perfeita para mim!

Aceitaria em algum tempo a proposta do sono, ainda que a ressaca que teria de encarar seria algo tão claro quanto às armaduras de Hilydrus uma hora teria de dormir. Muitos planos para colocar em prática muitas e muitas ideias, muitos velhos imbecis. Por que dizia algo assim? Simples! Não havia sido durante apenas uma única vez onde velhos em passavam para trás. Deuses antigos e grandes donos do submundo. Que se afogassem no próprio sangue! Quando a ilha fosse minha bolaria alguma regra antivelhos! E de novo outro maldito velho parecia querer me caçar. Finalmente encarava a figura corcunda próxima à lareira já sentindo o desgosto subir pela boca do estomago. Como desejava enfiar sua cara enrugada dentro das chamas! Sentia com cada fibra do corpo que seria melhor se o fizesse e para falar a verdade já estava a um passo de fazê-lo, quando ele brincava com sua magia.

- É por isso que odeio velhos.

Resmungava já no novo cômodo. Já perdia a conta de quantas vezes aquilo havia ocorrido, mas já estava cansado demais para contar de toda forma. Sabia o que estava acontecendo bem demais, ouvia as vozes a meu redor e o grito distante. Tinha pesar em meu suspiro enquanto tateava a cama em busca de minha lamina. Acima de tudo havia parado em uma beliche, num quarto repleto de homens. Pro inferno com isso! Uma noite de bebedeira era tudo que pedia, mas nem isso era me permitido pelos deuses. Estava cansado daquilo, por isso tinha um plano, tomaria a ilha para mim, mataria todos os nobres e ambos os reis, então continuaria avançando e mataria então os deuses daquela merda de lugar! Sem eles finalmente poderia viver minha vida da maneira que quisesse! Sem ligar para a dupla que ficava conversando tomaria minha arma e caminharia desanimado em direção ao som do grito. Se acabasse rápido com aquilo ao menos poderia beber.

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por NT Fate em Qua Jun 01, 2016 11:28 pm


Em verdade vos digo, cada despertar nessa ilha traz surpresas tanto boas quanto ruins aos desafortunados escolhidos e o desses quatro não era uma exceção a regra. Uns ficavam totalmente perdidos, procuravam por suas armas, outros atrapalhados se batiam e caiam ao chão, também... não iria você ficar assim ao acordar em um quarto cheirando a macho, com silhuetas grotescas, demoníacas e até mesmo um par de olhos vermelhos cheios de desgosto, no cômodo fechado?! Enquanto Ho e Arkin ainda não tinham reações muito ativas devido ao espanto e podiam ouvir um ao outro, enquanto Gregar e Mikael respondiam melhor aos gritos. Mikael foi o primeiro a sair do quarto e ao abrir a porta, luzes de castiçais pendurados a parede iluminavam o quarto melhor! Ele e Gregar desceram quase que juntos, mas não trocavam nada além de olhares, o primeiro com um ar de falta de paciência e o outro ilegível atrás da máscara que frequentemente fica em seu rosto.

A taverna estava vazia, ao que parecia todos dormiam, a maioria em quartos, mas alguns poucos largados no comodo principal, sobre as mesas ou chão. Mas quem realmente roubava a atenção ali, era a mulher jogada a porta aos prantos e soluços, desesperada. Quando os dois se aproximaram, ela os agarrava pelas pernas, puxando suas roupas e mal conseguindo falar.

- SOC....SOCORRO!!! ELES LEVARAM ELA... LEVARAM MINHA PEQUENINA! AQUILO ENTROU PELA PORTA.... AQUELAS SOMBRAS A TOMARAM!!! - Ela não parava de chorar e seu olhar para os dois não poderia ser ignorado a menos que seus corações fossem congelados. Eu até ajudaria, mas em minha posição já não posso interferir na história dessa maneira, isso causaria... Bah, vocês não entenderiam, vamos voltar? Mulher desesperada, criança raptada, um cavalheiro e um delinquente como suas únicas esperanças no momento.

- MEU MARIDO CORREU ASSIM QUE DESPERTOU!! POR FAVOR!!! POR FAVOR ME AJUDEM! TRAGAM MINHA FILHA E MEU MARIDO DE VOLTA!!! AQUELES QUE SÃO LEVADOS NUNCA MAIS SÃO VISTOS E OS POUCOS COM CORAGEM PARA PERSEGUI-LOS GERALMENTE ACABAM... SECOS! - Era uma moça de pele escura, porém estava pálida e seus olhos vazios como se ela tivesse sua energia vital um pouco drenada, teria ela pisado para fora da taverna? Quem sabe? Na verdade não se sabe nem se é a própria névoa que faz aquilo.

Ho e Arkin a esse ponto já estavam de pé, mas ainda não aviam descido. Puderam ouvir aos apelos da mulher mesmo do andar de cima, porém o que mais começava a incomodar os dois era que ninguém parecia ligar para aquilo, ninguém saia dos quartos e os "apagados" espalhados pelo lugar, nem ao menos davam sinal de que iriam despertar. Seriam apenas os quatro a responder aquilo, a ouvir e ver? Ou os demais apenas estavam com medo ou preferindo ignorar?


OFF: Desculpem o atraso, não abandonei vocês, só não conseguia tempo e quando tinha estava cansado e desanimado pra postar. Agora estou de volta e lhes darei a bonificação pelo meu atraso. Porém... dessa vez guardarei para o fim da primeira parte da campanha. o/

Gogo e vamos nos divertir que as tretas estão para começar


Última edição por NT Fate em Qui Jun 02, 2016 1:52 pm, editado 1 vez(es)

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Knock em Qui Jun 02, 2016 12:10 pm

O quarto clareou com dois indivíduos saindo pela porta. Houve grito. Houve gritaria. Eu não vi, mas podia imaginar o ocorrido. Olhei um rapaz à minha frente e pensei “ok”. Levantei, desci as escadas. Imaginei a situação... só não consegui dizer quem teria me levado lá para cima. Olhei os olhos da mulher que ainda chorava. Ela não responderia nada com nada se eu perguntasse, ficaria apenas gritando “peguem ela, pequem ela”. Aquela cena toda não me sensibilizava nenhum pouco, nem me encorajava, principalmente sob o aviso de que eu poderia acabar seco.

Mas, o mas existe. Olhei todos ao redor, presumia a mesma reação de Gregar que agora parecia um demônio que ia contra os reinos de Lodoss e queria fundar o próprio... Talvez ele se importasse menos que eu, fora ele e eu, tinham mais dois ali: o que eu vira lá em cima e um ao lado do Gregar mutante [haushausha]. O resto... tinha gente jogada ali e talvez mais pessoas que não saiam do quarto e não se importavam... Eu estava de mãos nuas... então suspirei forte, olhei para Gregar, lembrei da neblina de tempos antes, dei as costas.

Os gritos não paravam, fui procurar algumas armas dentre aqueles que não se importavam, talvez eu tivesse sorte e encontrasse algumas espadas boas ou cajados bons... Fui procurar rápido. Já que o resto estava desacordado ou não queria ajudar, pelo menos iriam perder algo de qualquer maneira. Sim, eu estava com raiva daquela morbidez daquele povo que estava acostumado com aquilo tudo e abaixava a cabeça. Eu não era pago para qualquer coisa daquilo e não confunda meu cargo comigo. Não sou mais nobre que um humano, nem mais desprezível que um, então fazia coisas que pareciam boas e outras que pareciam ruins. Enfim, esperava encontrar algo bom.

Enquanto procurava as armas, procurei a cozinha a fim de fazer um copo com água, mel e sal para dar de beber àquela mulher. Uma solução simples e rápida de fazer, mas que poderia ajudar a mulher a recompor as forças... Com isso, talvez eu reencontrasse as minhas espadas, mas não me contentaria apenas em leva-las (ou seja, procuraria mais armas), depois falaria com Gregar e os outros, isso se eles já não tivessem saído... Mas eu achava importante cuidar do que tinha de ser cuidado... talvez aquilo pudesse acrescentar alguma informação importante se a mulher recuperasse as forças ou se alguém mais aparecesse; pudesse ser revelado uma armadilha quem sabe... Oras, havia muitas possibilidades para se averiguar antes de sair assim buscando uma garotinha que nem sei como é... Era uma atitude que precisava rapidez, mas agir de forma tola, eu não agiria.

Coração frio?! Pode me chamar assim. Sou soldado, mas não herói. Corajoso, mas não tolo. Se eu dissesse quantas crianças e mulheres morriam sem que eu chegasse a tempo ou sem que o exército conseguisse abraçar em momento oportuno... quantas mães já haviam perdido seus filhos antes de nós chegarmos a esse bar? Já era uma situação tão normal ali que ninguém mais tinha a empatia... Lógico que isso não mudaria o fato de que eu ficaria feliz em participar do salvamento da criança ou da minha tristeza ao encontra-la seca e sem vida... porém pôr a minha vida em tamanho risco, assim como a de outros... Isso só revelaria o quão ineficiente eu seria e meu treinamento seria jogado no lixo.

Um homem minuto, horas antes havia chegado seco ao bar mesmo trajando a armadura, além disso alguém provavelmente estava se aproveitando da névoa para se ocultar, “então calma... Respire fundo... pense em pontos, pense em tópicos, vá com calma”.

Após ter a solução pronta, daria a mulher, dizendo:
– Se acalme por favor, beba. – Se eu notasse que havia melhorado, perguntaria a ela – Como a sua filha é? Como está vestida? Quem pegou a sua filha? A senhora conseguiu ve-los?

Parecia óbvio que ela não sabia para onde os levavam, mas mesmo assim perguntaria – A senhora sabe para onde eles vão ou de onde essa neblina surge? – talvez soubesse de onde a neblina surgia, o que seria uma pista importante nalgum futuro. Por enquanto faria isso. Parecia ser o melhor para mim.



> Off: "Bah" hsuahsuahsa. Todos descobriram de onde o Gm é shaushaushuahsa <

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Gregar em Seg Jun 13, 2016 12:10 am


Gregar

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Caminhava lento, com o sono e a bebida fazendo efeito no corpo. Tinha dúvidas, Kenna também as tinha, sentia-as em minha pele e sabia que ela adoraria explorar aquela nevoa. Conhecer a razão por detrás do medo e descobrir qual a maldição que afligia aquele lugar. Eu só pensava em como lucrar com aquela merda toda. Algo estava acontecendo. Dava estes pontos para os outros, minha pergunta era o que estava exatamente acontecendo. Demônios, espíritos, ou qualquer outra abominação, a maior parte da dinheiro. A outra parte ainda pode ser quebrada. Sorria pensando naquela ideia. Estava a alguns dias de levantar uma rebelião em nome de um maníaco, por que não economizar mais algumas moedas nesse momento?

Trocados nunca eram o bastante, mas mulheres chorando por outro lado. Não era do tipo de sádico que buscava prazer no choro de mulherezinhas. Que elas cagassem lagrimas, pouco me importava desde que fosse pago no final, mas aquela situação? Gargalhava alto e dava as costas. Por que inferno eu me arriscaria para nada? Toda a gloria de arriscar o pescoço, pela filha e marido de uma maldita camponesa, não era nada se comparada a gloria engarrafada que estava me cercando. Ainda tinham bêbados, mas nenhum taberneiro. Ia direto para dentro do balcão e procurava alguma garrafa com bebida forte.

- Sinto muito o bar está fechado. Dizia a contragosto, com os dentes removendo a rolha de qualquer coisa que pudesse tomar. Toda a conversa sobre sequestros e ficar seco me dava sede. - Se quer ajuda é melhor ir para um posto templário, são aqueles caras grandes e com brilho nas roupas. Acenava com a mão como se espantasse uma mosca ou animal, não tinha interesse qualquer naquela mulher, e mesmo que curioso com a situação tinha outros planos a tomar conta. Uma pena. Dormi depois de tudo aquilo seria difícil. Com a ajuda da bebida não seria tanto, já me sentava em uma cadeira vaga e apoiava os pés sobre a mesa, bebendo em goladas, o amanhã ainda parecia demorara a vir.




Post: 001~ Rename: -X- ~ Location:  Taberna

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Re: [Clássica] O culto da névoa oculta

Mensagem por Mikael.O.V em Seg Jun 13, 2016 6:21 pm

Via e ouvia toda a situação. Mikael nada falava e apenas observava todos os outros que apareciam ali conversarem e darem seus pontos para a mulher desesperada e em prantos que lhes implorava por ajuda. Por breves momentos Mikael perdeu seu sorriso, dando lugar para uma face totalmente inexpressiva e neutra. Ele olhava para as portas do estabelecimento e dava alguns poucos passos em direção a ela. Após ela beber o copo que o grandalhão lhe entregou,  ele voltou-se para ela e com um sorriso no rosto levou suas mãos até o rosto dela e com as duas mãos pousadas cada uma de um lado do rosto, ele soltaria um sorriso sereno e simpático enquanto falava algo na tentativa de acalma-la.

- Por favor, se acalme Milady, o desespero não vai ajudar a senhora em nada agora. Apenas pare de chorar e tente se acalmar está bem? Esse estado em que se encontra não combina com a senhora. -

Assim que terminou de falar, fez questão de procurar ali no bar onde estaria aquele velho. Sim, aquele velho estatua desgraçado que não parecia se importar com nada mas estava atento o suficiente para perceber as borboletas que passeavam pelo salão, e como se não bastassse... aquela risada, com certeza ele saberia de algo. Iria atrás dele ali no salão. Se o encontrasse iria aborda-lo imediatamente e perguntar qualquer coisa sobre aquela nevoa estranha.

Mesmo se encontrasse ou não, iria fazer um teste. tirando apenas metade do seu sobretudo e deixando a outra manga vestida ainda, afrouxou a luva deste mesmo braço e foi até próximo da porta. Estenderia este braço para fora e veria se a nevoa ou algo que estivesse ali tentaria puxa-lo pelo braço. Se algo tentasse puxa-lo, forçaria o corpo para trás puxando com tudo o braço deixando apenas as roupas irem enquanto voltava para o bar.

Independente do resultado deste teste, Mikael iria se voltar para a moça faria uma pequena reverencia para ela ao mesmo tempo que tirava a cartola.

''Não... você não vai.... nem pense nisso, você não vai botar tudo a perder por causa de uma xavasca. VSF NÃO SE ATREVA....''
- Mikael Ogam Vorrare ao seu dispor. Olha, por mais que eu não queira.... Eu não consigo ignorar as lagrimas de uma dama... -
''FDP!!!!!!!!!!!!!!!!''

- No entanto.... Você deve entender e saber que o que pede agora, é suicídio. Não sei quanto a você, as nós não sabemos de nada que tem naquela nevoa adiante, mas sabemos o perigo que ela oferece. Não somos templários ou paladinos... como foi dito, somos homens comuns com interesses próprios. Alguns aqui dificilmente moverão um dedo sem a devida ''gratificação''. E por mais que outros mais nobres queiram  ajudar, como eu. Simplesmente se jogar contra o deconhecido ou bater de frente contra o inimigo sem sequer ter qualquer ideia de quem ele seja... é a mesma coisa que se suicidar. Portanto eu espero ter algum.... -
Mikael pegava a mão da moça e levava até seu rosto onde dava um beijo nas costas da mão dela.
- ''Auxilio'', se é que você me entende. ^^ -

Suas falas sempre acompanhadas de um sorriso sereno e tranquilo, juntamente com uma ambiguidade estranha que era difícil saber exatamente quais suas intenções. Ele esperava mais informações, ou até mesmo uma ideia sobre alguma recompensa decente para agir de acordo. Esperaria mais pela resposta dela para tomar qualquer decisão final a respeito daquilo tudo.

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